Faculdade Integrada do Ceará FIC Graduação em Redes de Computadores

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1 Faculdade Integrada do Ceará FIC Graduação em Redes de Computadores Disciplina - Sistemas Distribuídos Prof. Andrey Halysson Lima Barbosa Aula 8 Sistema de Arquivos Distribuído

2 Sumário Problemas Solução Introdução Arquitetura de Sistemas de Arquivos Interfaces dos Sistemas de Arquivos Transparência de nomes Semântica de compartilhamento Implementação Usos de arquivos Replicação Caching

3 Problemas! O computador não lê disquete Onde está o arquivo que eu gravei nessa máquina? O disco rígido crashou!!! Discos rígidos: 80GB R$ 145,00 160GB R$ 203,00 250GB R$ 235,00

4 Solução! Sistema de Arquivos Distribuídos Acesso remoto aos arquivos armazenados em um servidor (diretório /home) Acesso aos dispositivos de E/S de outras máquinas Controle de versão e restauração de cópias de segurança Os sistemas de arquivos distribuído devem prover: Confiabilidade Redundância Disponibilidade Escalabilidade Etc.

5 Introdução Os sistemas de arquivos são responsáveis pela organização, armazenamento, recuperação, atribuição de nomes, compartilhamento e proteção de arquivos. Os arquivos contêm dados e atributos. Os dados consistem de uma sequência de elementos (normalmente 8 bits) Os atributos são mantidos como um único registro contendo informações como: tamanho do arquivo, indicações de tempo, tipos de arquivo, identidade do proprietário e listas de controle de acesso.

6 Introdução Requisitos dos sistemas de arquivos distribuídos Transparência Do acesso De localização De mobilidade De desempenho De mudança de escala Atualização concorrente Replicação de arquivos

7 Introdução Requisitos dos sistemas de arquivos distribuídos Tolerância a falhas Consistência Segurança Eficiência

8 Introdução Serviço de arquivos Descreve os serviços oferecidos pelo sistema de arquivos aos clientes Servidor de arquivos Processo executado em alguma máquina e que implementa o serviço de arquivos Mais de um servidor de arquivo pode estar executando simultaneamente, inclusive com serviços diferentes, por exemplo um servidor UNIX e um MSDOS

9 Arquitetura de Sistemas de Arquivos Sistema de arquivos pode ser dividido em: Serviço de arquivos (plano) Implementa operações em arquivos como leitura e escrita. São usados identificadores exclusivos de arquivos (UFIDs) para fazer referência aos arquivos em todas as requisições de operações. Serviço de diretórios Implementa criação e manipulação de diretórios e adição e deleção de arquivos de diretórios. Fornece uma mapeamento entre nomes textuais e os UFIDs

10 Interface do Sistemas de Arquivos O que é um arquivo? (sequência de bytes) Serviço de arquivos descreve primitivas para que se possa alterar alguns dos atributos ou dados Arquivos podem ou não (imutáveis) ser modificados após criação Proteção é implementada usando-se capacidades ou listas de controle de acesso Capacidades são tickets que descrevem acesso permitido do usuário para cada objeto

11 Interface do Sistemas de Arquivos Listas de controle de acesso são associadas com cada arquivo e descrevem quem pode acessar os arquivos e como (bits de controle do UNIX é uma lista de controle de acesso simplificada) Serviços de arquivos podem usar modelos upload/download (arquivos são transferidos por inteiro) ou de acesso remoto (partes dos arquivos são transferidas)

12 Interface do Sistemas de Arquivos a) Modelo de acesso remoto b) Modelo upload/download

13 Interface do Sistemas de Arquivos Serviço de diretórios define um alfabeto e sintaxe para criação de nomes de arquivos e diretórios Implementados hierarquicamente, geralmente permitem a criação de links para diretórios ou arquivos arbitrários, que podem gerar grafos de diretórios O ideal é que todas as máquinas tenham mesma visão do sistema de arquivos. Isso geralmente não é possível quando se usa montagem remota

14 Interface do Sistemas de Arquivos

15 Transparência de nome A idéia de transparência de localização é que o nome completo do arquivo não tenha nenhuma parte que indique onde o arquivo está fisicamente Sistema onde arquivo pode ser realocado sem que mude de nome possui independência de localização Abordagens máquina:nome e montagem remota de arquivos são simples mas não implementam espaço único de nomes

16 Nomes em dois níveis Arquivos possuem nomes simbólicos e nomes binários, e diretórios são responsáveis por mapear os nomes simbólicos em binários Nome binário varia de sistema a sistema, por exemplo, inodes em UNIX, ou pode indicar um servidor mais o nome do arquivo (link simbólico) Mapeamento pode retornar mais de uma localização do arquivo

17 Semântica de compartilhamento de arquivos Necessária sua definição quando mais de um usuário compartilha o mesmo arquivo A semântica UNIX diz que leitura de um arquivo deve retornar valor mais recente do arquivo. Pode ser conseguida em um SD se somente um servidor é usado Baixa performance. Uso de caches melhora performance mas dificulta a manutenção da semântica de compartilhamento

18 Semântica de compartilhamento de arquivos Propagar todas as mudanças de volta para o servidor Pode-se enviar mudanças para o servidor após fechamento do arquivo. Outros processos acessam arquivo antigo enquanto isso não acontece. É a chamada semântica de sessão Uso de transações atômicas garante que operações serão efetuadas sem interferências de outras transações

19 Implementação Experimentos feitos em um sistema acadêmico mostraram que: 1. A maioria dos arquivos são pequenos 2. Leitura é muito mais comum que escrita 3. Acessos randômicos em leituras e escritas são raros 4. A maioria dos arquivos tem uma duração curta 5. Compartilhamento de arquivos não é comum 6. O processo médio usa poucos arquivos 7. Existem classes de arquivos diferentes com propriedades diferentes

20 Usos de arquivos Será que essa observações podem ser extrapoladas para outros tipos de sistemas ou SDs? A dominância de pequenos arquivos sugere que podemos transferir arquivos inteiros de uma vez e prover mecanismos para transferência de pedaços de grandes arquivos. (otimize o caso comum!) Arquivos criados são mantidos no cliente e caso não sejam deletados, são enviados ao servidor Pouco compartilhamento de arquivos sugere uso de caches nos clientes

21 Estrutura do Sistema Como servidores de arquivos e diretórios são organizados internamente? Pode haver ou não distinção entre servidores e clientes? Serviços de arquivos e diretórios podem ser combinados em um ou não (menos comunicação x flexibilidade) Servidores com ou sem estado (informações dos processos que estão acessando os arquivos)

22 Estrutura do Sistema Servidores sem estado: Mais tolerantes a falhas Não precisam de chamadas OPEN/CLOSE (reduz número de mensagens) Não gastam espaço no servidor com tabelas Não limitam número de arquivos abertos Não tem problema caso cliente falhe Servidores com estados armazenados em uma tabela: Requerem mensagens menores Tem melhor performance Podem ler antecipadamente São mais fáceis de se implementar idempotencia* Pode-se bloquear arquivos *Propriedade da reunião de conjuntos que diz: A reunião de qualquer conjunto com ele próprio é sempre ele próprio

23 Caching Caching no lado do servidor e do cliente Qual é a unidade que a cache gerencia? Qual algoritmo de troca na cache? Onde colocar a cache? Dentro de cada processo: não permite compartilhamento com outros processos No kernel: chamada para o kernel é necessária até em acertos na cache Em um processo gerenciador de cache: tem de se evitar que páginas deste processo sejam pagedout

24 Consistência de Caches Métodos para implementar consistência de cache: Caches writethrough: funciona mas não afeta tráfego de escritas. (cliente grava -> servidor) Delayed writing (Escrita retardada): melhor performance mas semântica é ambígua Escrita no fechamento: implementa semântica de sessão Controle centralizado: implementa semântica UNIX mas não é robusto e não te boa escalabilidade

25 Replicação Arquivos geralmente são mantidos em mais de um servidor, o que exige replicação Isso é feito por questões de: Confiabilidade Disponibilidade Eficiência Modo de replicação define se sistema é ou não transparente à replicação Replicação explícita, preguiçosa ou usando grupos

26 Replicação Na replicação explícita o programador controla o processo de criação de arquivos com o cliente enviando mensagens para os servidores envolvidos Na replicação preguiçosa o cliente envia mensagens para um servidor mestre, que quando possível (daí o nome preguiçosa), envia mensagens para os outros servidores Na replicação usando grupos, as mensagens para todos os servidores são enviadas simultaneamente

27 Protocolos de atualização Atualizações dos arquivos criados no processo de replicação podem ser feitas usando-se replicação de cópia primária ou votação Cópia primária - Todas as atualizações devem ser feitas em um servidor mestre, enquanto que leituras podem ser feitas usando-se qualquer servidor No algoritmo de votação cliente tem de adquirir permissões de escrita de vários servidores (mais robusto)

28 Sun Network File System Exemplo canônico de sistema de arquivos distribuído Desenvolvido pela Sun e incorporado no SunOS nos anos 80 NFS Network File System Versão 3, 2000 Versão 4, 2003 Multiplataforma, seguro e confiável

29 Sun Network File System Idéia básica Coleção de clientes e servidores compartilham um sistema de arquivos Servidores exportam os diretórios Clientes acessam os diretórios exportados montando os mesmos Suporta sistemas heterogêneos Possui um protocolo bem definido cliente/servidor mounting: retorna o I-node read write

30 Sun Network File System Uma máquina é cliente NFS se ela monta ou importa o arquivos ou diretórios Uma máquina é servidora se ela exporta arquivos ou diretórios

31 Sun Network File System Um sistema pode ser: Cliente e servidor Unicamente cliente Unicamente servidor Uma máquina servidora pode ter várias máquinas clientes Uma máquina pode ser cliente de vários servidores

32 Sun Network File System Sistema de Arquivos Virtuais - VFS Implementada no núcleo do sistema Permite acesso a diferentes tipos de sistema de arquivos (Unix, DOS,..) A cada sistema de arquivos montado corresponde uma estrutura VFS no núcleo O sistema de arquivos virtual é mapeado no sistema de arquivos real se o arquivo é local

33 Sun Network File System Arquitetura

34 Sun Network File System Arquitetura

35 Sun Network File System Como fazer uso? Passos Instalar o servidor Configurar o servidor Instalar o cliente Montar o diretório remoto

36 Sun Network File System Como fazer uso? Exemplo Debian Linux No servidor: apt-get install portmap nfs-kernel-server nfs-common No cliente: apt-get install portmap nfs-common Instruções de configuração: man nfs Para utilizar: mount <address>:/<remote_dir> /mnt <options> ls /mnt/<remote_dir>

37 Sun Network File System NFSv3 x NFSv4 requisição composta

38 Sun Network File System Cache em cliente no NFSv4

39 Sun Network File System Funcionamento com dois clientes

40 Sun Network File System Funcionamento dois servidores

41 Sun Network File System Aula prática Servidor: 1) Instalando NFS Server no debian: apt-get install portmap nfs-kernel-server nfs-common 2) editando o arquivo /etc/exports /tmp /24(rw,no_root_squash) 3) Para exportar: exportfs -a

42 Sun Network File System Aula prática Cliente: 1) Instalando NFS Client no debian: apt-get install portmap nfs-common 2) Montando: mount -t nfs :/tmp /mnt/compartilhamento 3) Via /etc/fstab :/tmp /mnt/compartilhamento nfs rw,sy nc,auto 0 0

43 Andrew File System - AFS Similar ao Network File System (NFS) da Sun Microsystems e sua arquitetura, o Andrew File System (AFS) foi especificamente projetado para fornecer serviços de arquivo confiáveis em grandes ambientes distribuídos; Projeto iniciado em 1982 pelo Information Technology Center da Carnegie Mellon University (CMU) patrocinado pela IBM; Concebido para uso no campus da CMU;

44 Andrew File System - AFS O AFS cria ambientes distribuídos gerenciáveis com uma estrutura baseada em células; Uma célula é um grupo de sistemas de arquivo servidores e clientes dentro de uma área autônoma que é gerenciada por uma autoridade específica; Os usuários podem facilmente compartilhar informações com outros usuários dentro da célula;

45 Andrew File System - AFS Eles também podem fazer isso com usuários em outras células, dependendo dos direitos de acesso dados pelas autoridades nessas células; O principal objetivo do AFS é fazer que os usuários recuperem informações igualmente de qualquer localização, permitindo aos usuários colaborarem e compartilharem informações.

46 Andrew File System - AFS Versões em produção do AFS CMU Transarc/IBM University of Michigan (OS/390) OpenAFS ARLA/milko

47 Andrew File System - AFS Arquitetura de um ambiente AFS é composta de vários elementos. Do ponto de vista físico temos: Equipamentos servidores; Máquinas cliente; Dispositivos de armazenamento; Meios de comunicação local e de longa distância.

48 Andrew File System - AFS Do ponto de vista funcional (lógico): Serviços de diretório; Serviços de arquivo; Serviços de segurança e administração; Serviços a nível de usuário. No AFS, arquivos sempre são armazenados nos servidores, mas os usuários acessam apenas cópias desses arquivos, depositados na área de cache da máquina cliente que utilizam no momento.

49 Andrew File System - AFS Vice e Venus são programas que estabelecem as interfaces entre o servidor de arquivos (que pode estar em qualquer uma das células da rede), a máquina cliente e o usuário;

50 Andrew File System - AFS

51 Andrew File System - AFS Entidades do Sistema Arquivo Para o AFS não há restrições quanto ao tipo de arquivo a tratar; Diretório O conceito de diretório no AFS é parecido com o adotado em qualquer outro sistema de arquivos. Volume O AFS divide os discos dos servidores em partições, que são por sua vez divididas em volumes. Volumes são containers que armazenam arquivos e diretórios gerenciados em conjunto.

52 Andrew File System - AFS Entidades do Sistema Célula Em uma visão física, uma célula é um conjunto de servidores e máquinas cliente, administradas independentemente e que estejam utilizando o AFS. Rede AFS Uma rede AFS é um conjunto de células que se conectam para formar um único sistema de arquivos distribuídos.

53 Andrew File System - AFS Entidades do Sistema Usuário Em um ambiente AFS o usuário é a pessoa que, utilizando uma máquina cliente, cria novos arquivos ou acessa arquivos existentes para leitura, atualização ou remoção. Administrador Em um ambiente AFS existem os administradores gerais do ambiente, que regulam as questões entre as células e os administradores de células, que gerenciam os usuários e recursos da célula.

54 Andrew File System - AFS Entidades do Sistema Cache Para o AFS, a área de cache é uma área de armazenamento temporário, criada no disco ou na memória da máquina cliente. Vice Os servidores de arquivo rodam um único software chamado Vice, que é um corpo de código independente do kernel do UNIX. A função do Vice é tratar as requisições dos usuários para executar operações sobre os arquivos armazenados no sistema.

55 Andrew File System - AFS Entidades do Sistema Venus As máquinas cliente também rodam um programa adicional, chamado Venus. Esse programa, que era inicialmente independente, foi incorporado ao kernel do UNIX por questões de performance. A função do Venus é fazer a interface entre o usuário, a máquina cliente e o servidor de arquivos. O Venus funciona ainda como o gerenciador de cache.

56 Andrew File System - AFS Entidades do Sistema FID Um FID é um identificador de arquivo, que é utilizado tanto pelo Vice como pelo Venus. Ele é uma estrutura de 3 blocos de 32 bits cada, que representam respectivamente o volume onde o arquivo está armazenado, o arquivo dentro desse volume e um número único de identificação do arquivo.

57 Andrew File System - AFS

58 Andrew File System - AFS Características do Sistema Cliente/Servidor; Modelo de Acesso Remoto; Independência de SO; Independência de localização; Replicação; Escalabilidade; Disponibilidade; Usa semântica de sessão;

59 Andrew File System - AFS Características do Sistema Segurança Controle de acesso Em um ambiente AFS, ele primeiro tem que provar sua identidade a um sistema de autenticação baseado no Kerberos; Depois de autenticado o usuário recebe um token, que é utilizada pelo Gerenciador de cache quando requisitando serviços de um servidor AFS. Esse token expira em um prazo determinado, cujo default é 25 horas.

60 Andrew File System - AFS Características do Sistema Segurança Controle de acesso Depois do usuário ter sido identificado e autenticado, o AFS utiliza uma Lista de Controle de Acesso (ACL) para determinar seus direitos de acesso a um arquivo ou diretório e para determinar que operações o usuário pode executar em relação a esses arquivos ou diretórios.

61 Comparando NFS x AFS No AFS os servidores de arquivos e máquinas cliente formam uma unidade lógica sob uma mesma administração, chamada célula, enquanto que no NFS isso não ocorre e cada servidor é gerenciado independentemente; No AFS a administração é feita por coleções de arquivos, chamadas volumes, enquanto que no NFS a administração é feita por arquivos individuais;

62 Comparando NFS x AFS No AFS a visão do conjunto de nomes de arquivos é global e comum a todas as máquinas, enquanto que no NFS a visão entre várias máquinas nem sempre é consistente; No AFS a localização dos arquivos é automaticamente realizada por processos do sistema, com base em um banco de dados de localização dos volumes, enquanto no NFS os pontos de partida para a localização física de arquivos tem que ser informado pelo administradores ou usuários;

63 Comparando NFS x AFS No AFS os procedimentos de caching em grandes blocos reduzem o tempo de carga nos servidores e na própria rede, enquanto no NFS os procedimentos de caching são repetitivos, utilizando pequenos buffers de memória, e consequêntemente com maior ocupação do servidor e da própria rede; O AFS apresenta performance melhor que o NFS em configurações com ampla distribuição geográfica, mantendo praticamente o mesmo nível de performance em qualquer tamanho de configuração, já o NFS é mais adequado para pequenas e médias instalações.

64 Comparando NFS x AFS No AFS a autenticação do usuário é feita pelo Kerberos, enquanto no NFS a identificação do usuário não é criptografada e pressupõe hosts e usuários confiáveis. Mas pode ser configurada para utilizar o Kerberos; No AFS o uso de réplicas distribui as atividades de carga entre os servidores escolhidos, já no NFS não é feita replicação entre servidores;

65 Distributed Files System - DFS Continua...

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