Trabalho Linguagem e Programação de Compiladores

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Trabalho Linguagem e Programação de Compiladores"

Transcrição

1 Trabalho Linguagem e Programação de Compiladores Responda as questões. Os exercícios deverão ser desenvolvidos utilizando as estruturas apresentadas em aula e adequadas para cada problema. Forma de entrega: Deverá ser enviado um único para contendo todos os exercícios desenvolvidos. Data de entrega: 20/10/2015. Regras: o Trabalhos copiados da internet (plágio) terão notas zeradas. o Trabalhos iguais valerão -10 pontos. 1. Ponteiros são causadores potenciais de erros em programação. Dê exemplos, com trechos de código em C, de erros causados por ponteiros que provocam violação dos sistemas de tipos da linguagem, ocorrência de objetos pendentes e ocorrência de referências pendentes. 2. Uma diferença significativa entre a definição de tipos primitivos em C++ e JAVA se refere ao intervalo de valores de cada tipo. Enquanto em JAVA os intervalos foram fixados na definição da LP, em C++ é a implementação do compilador que define esses intervalos. Compare estas duas abordagens, justificando a opção de cada uma dessas linguagens. 3. Arrays podem ser estáticos, semi-estáticos, semi-dinâmicos e dinâmicos. Enquanto a criação de arrays estáticos e semi-estáticos pode ser feita facilmente em C, a construção de arrays semi-dinâmicos e dinâmicos envolve um maior esforço de programação. Responda como os mecanismos de C permitem a criação desses tipos de arrays. Ilustre com exemplos. 4. Produtos cartesianos, uniões, mapeamentos e tipos recursivos são categorias de tipos compostos de dados. Ilustre, com exemplos em C, cada um desses conceitos. Crie ainda um novo tipo de dados que combine três desses conceitos e diga qual a sua cardinalidade. 5. Determine a cardinalidade de cada um dos tipos abaixo, usando os conceitos de produto cartesiano, uniões e mapeamentos para explicar a cardinalidade dos tipos compostos: enum sexo {masculino, feminino; enum estado_civil {solteiro, casado, divorciado; enum classe {baixa, media, alta; enum instrucao {primario, secundario, superior; union cidadania { enum classe c; enum instrucao i; struct pessoa { enum sexo s; enum estado_civil e; union cidadania c;

2 ; struct amostra { int n; struct pessoa p[10]; 6. Considere o seguinte programa escrito em C: #include <stdio.h> int* calcula(int a){ int p; p = a; if (a) { p*=3; else { p++; ; return &p; int x = 1; int* b = calcula(x); int* c = calcula (0); printf("%d\n", *b); Descreva o que ocorre nesse programa. Justifique sua resposta. 7. Muito embora JAVA seja fortemente influenciada por C, os projetistas dessa LP resolveram incluir o tipo boolean, o qual não existe em C. Explique porque essa decisão foi tomada. Dê exemplo de situação na qual a postura de C traz alguma vantagem. Faça o mesmo em relação a postura de JAVA. Justifique suas respostas. 8. Liste pelo menos cinco diferentes tipos de amarrações que ocorrem no seguinte trecho de código C. float j = 3.2; j = j 1.7; 9. Especifique as regras de formação de identificadores de C, C++ e JAVA. Responda ainda se existem limites no número máximo de caracteres que podem ser usados e quais tipos de identificadores especiais são considerados. 10. Compare, em termos de legibilidade, as opções de C e C++ relativas à localização das definições e declarações nos programas. 11. Identifique o problema que ocorre no seguinte trecho de código C. Explique porque ele ocorre e indique como poderia ser resolvido. void circulo () { #define pi float raio = 3; float area = pi * raio * raio; float perimetro = 2 * pi * raio; void pressao () {

3 float pi = 3.2, pf = 5.3; float variacao; variacao = pf pi; 12. Sinonímia ocorre quando uma mesma variável ou constante pode ser referenciada por mais de um nome em um mesmo ambiente de amarração. Mostre exemplos de situações nas quais isso pode ocorrer em C e JAVA. 13. Mostre situações nas quais a permissão de acesso ao endereço de variáveis pode ser benéfica ao programador. Mostre também quando isso pode ser prejudicial a confiabilidade dos programas. 14. Edite o programa seguinte, compile-o e o execute. Relate o que ocorreu na compilação e durante a execução. char* z = bola ; *z = c ; printf( %s\n, z); printf( bola ); 15. Explique as vantagens de se utilizar um modelo de gerenciamento de memória principal com regiões de pilha e monte em relação aos modelos que só utilizam a pilha ou só utilizam o monte ou que alocam variáveis apenas em tempo de carga do programa. 16. Um programa deve ler uma sequência de números inteiros e imprimi-los. O programa deve ser interrompido quando o número lido for zero. Implemente três versões desse programa em C usando respectivamente os comandos iterativos com pré-teste, com pós-teste e um comando de escape. Discuta as soluções apresentadas em termos de redigibilidade e eficiência, indicando a melhor solução apresentada. 17. Descreva o que ocorre em cada trecho que culmina com impressões no seguinte programa em C, justificando suas afirmações. #include <stdio.h> main () { int a, b, c; b = c = 10; a = b++ + b++; printf("%d\n", b ); a = ++c + ++c; printf("%d\n", c ); b = 10; a = b++ + b; printf("%d\n", b ); a = 10; b = 5; if (a>b ++b>5) printf("%d\n", b);

4 a = 1; b = 5; if (a>b ++b>5) printf("%d\n", b); Esse programa em C é portável? O que ocorreria se um programa equivalente (isto é, usando classe e com o comando apropriado de saída) fosse implementado em JAVA? Justifique todas as suas afirmações. 18. Diga qual o valor das variáveis a e n após cada linha do seguinte trecho de código C. Justifique suas respostas. n = 3; a = - n ++; a = - n + 1; a = - n += 1; 19. Modifique o seguinte trecho de código para que ele realize a semântica sugerida pela sua disposição textual. if ( x == 7 ) if ( y == 11) z = 13; else z = 17; 20. Implemente e teste o seguinte programa em C e descreva o que acontece. Justifique porque isso ocorre dessa maneira (isto é, apresente o racional da decisão tomada pelos projetistas ou implementadores dessa LP). void f() { int i = 10; entra: i++; f(); goto entra; 21. Algumas LPs (tal como, C) consideram a operação de atribuição como sendo uma espécie de expressão (isto é, a atribuição é uma operação que retorna um valor). Dê exemplos de situações nas quais isso pode ser vantajoso. Diga também quando essa característica pode ser danosa para a qualidade da programação. Justifique sua resposta. 22. É possível implementar, para cada tipo primitivo, funções em JAVA nas quais sejam trocados os valores dos seus parâmetros formais? Caso sua resposta seja afirmativa, implemente uma dessas funções e explique como funciona, destacando como a troca é feita. Em caso de resposta negativa, justifique. Existiria alguma diferença na sua resposta caso a troca fosse realizada entre parâmetros de um mesmo tipo objeto? Justifique 23. Um TAD (tipo abstrato de dados) é definido pelo comportamento uniforme de um conjunto de valores. Embora a linguagem C não suporte a implementação do conceito

5 de TADs, o programador pode simular o seu uso. Explique como isto pode ser feito. Descreva os problemas com essa aproximação. 24. Considere uma função em JAVA recebendo um objeto como único parâmetro e simplesmente realizando a atribuição de null ao seu parâmetro formal. Qual o efeito dessa atribuição no parâmetro real? Justifique. 25. Uma das vantagens de se programar usando a técnica de tipos abstratos de dados (TADs) é aumentar a modificabilidade dos programas. Isso ocorre porque a maior parte das alterações no código do TAD não implicam em necessidade de modificação do código usuário. Indique em quais tipos de alterações do código do TAD essa vantagem não pode ser aproveitada. 26. Tipos Abstratos de Dados (TADs) são uma ferramenta poderosa de projeto e programação. Descreva, de uma forma geral, como a programação com TADs pode ser feita em C, ADA e C++. Exemplifique com a descrição do tipo abstrato de dados fila de elementos inteiros (não é necessário implementar as operações da fila). Compare as três abordagens em termos de encapsulamento, ocultamento de informação, confiabilidade do uso e necessidade de alteração do código fonte usuário quando ocorrem alterações no código do TAD. 27. Execute o seguinte trecho de código em C++, mostrando o seu resultado. void incrementa (int& x, int& y) { x = x + y; y++; main ( ) { int a [ ] = { 1, 2, 3 ; for ( int i = 0; i < 3; i++ ) { incrementa ( a [ i ], a [ 1 ] ); cout << a [ i ] << "\n" ; Explique como o resultado foi produzido. A execução desse código produz algum efeito estranho prejudicial a legibilidade? Justifique sua resposta.

Linguagens de Programação Conceitos e Técnicas. Amarrações

Linguagens de Programação Conceitos e Técnicas. Amarrações Linguagens de Programação Conceitos e Técnicas Amarrações Conceituação Amarração (ou binding) é uma associação entre entidades de programação, tais como entre uma variável e seu valor ou entre um identificador

Leia mais

Valores e Tipos de Dados Prof. Hudson Costa

Valores e Tipos de Dados Prof. Hudson Costa Valores e Tipos de Dados Prof. Hudson Costa Valor 3 2.5 'a' Paulo 0x1F 026 Tipo {true, 25, 'b', azul não corresponde a um tipo { true, false corresponde a um tipo Linguagens de Programação Valores e Tipos

Leia mais

Linguagens de Programação Conceitos e Técnicas. Introdução

Linguagens de Programação Conceitos e Técnicas. Introdução Linguagens de Programação Conceitos e Técnicas Introdução Razões para Estudar LPs Maior capacidade de desenvolver soluções computacionais para problemas Maior habilidade ao usar uma LP Maior capacidade

Leia mais

Tipos Básicos. Operadores de Incremento e Decremento. Operador Sizeof. Estruturas de Dados Aula 2: Estruturas Estáticas

Tipos Básicos. Operadores de Incremento e Decremento. Operador Sizeof. Estruturas de Dados Aula 2: Estruturas Estáticas Tipos Básicos Quantos valores distintos podemos representar com o tipo char? Estruturas de Dados Aula 2: Estruturas Estáticas 03/03/2010 Operadores de Incremento e Decremento ++ e -- Incrementa ou decrementa

Leia mais

Estruturas de Dados Aula 2: Estruturas Estáticas 02/03/2011

Estruturas de Dados Aula 2: Estruturas Estáticas 02/03/2011 Estruturas de Dados Aula 2: Estruturas Estáticas 02/03/2011 Tipos Básicos Quantos valores distintos podemos representar com o tipo char? Operadores de Incremento e Decremento ++ e -- Incrementa ou decrementa

Leia mais

Sumário. Introdução à Ciência da Computação. Ponteiros em C. Introdução. Definição. Por quê ponteiros são importantes?

Sumário. Introdução à Ciência da Computação. Ponteiros em C. Introdução. Definição. Por quê ponteiros são importantes? Introdução à Ciência da Computação Ponteiros em C Prof. Ricardo J. G. B. Campello Sumário Introdução Definição de Ponteiros Declaração de Ponteiros em C Manipulação de Ponteiros em C Operações Ponteiros

Leia mais

Programação: Vetores

Programação: Vetores Programação de Computadores I Aula 09 Programação: Vetores José Romildo Malaquias Departamento de Computação Universidade Federal de Ouro Preto 2011-1 1/62 Motivação Problema Faça um programa que leia

Leia mais

Lista de Exercícios 06 Revisão para a prova

Lista de Exercícios 06 Revisão para a prova Lista de Exercícios 06 Revisão para a prova Instruções: Essa lista não vale pontos, portanto ela é para aprendizado. Quando ficar com dúvidas não procure conteúdo na internet, faça uma revisão nos códigos,

Leia mais

Lista Encadeada (Linked List)

Lista Encadeada (Linked List) Lista Encadeada (Linked List) As listas ou listas encadeadas são a estrutura de dados mais simples concebível excetuando-se naturalmente os arrays. Listas encadeadas nada mais são que uma seqüência de

Leia mais

#include Void main() { printf( Cheguei!\n"); } INTRODUÇÃO A LINGUAGEM C

#include <stdio.h> Void main() { printf( Cheguei!\n); } INTRODUÇÃO A LINGUAGEM C #include Void main() { printf( Cheguei!\n"); } INTRODUÇÃO A LINGUAGEM C ANTES DO C ERA A LINGUAGEM B B foi essencialmente uma simplificação da linguagem BCPL. B só tinha um tipo de dado, que

Leia mais

Linguagens de Programação 2 Amarrações

Linguagens de Programação 2 Amarrações Linguagens de Programação 2 Amarrações Vítor E. Silva Souza (vitor.souza@ufes.br) http://www.inf.ufes.br/~vitorsouza Departamento de Informática Centro Tecnológico Universidade Federal do Espírito Santo

Leia mais

Estruturas da linguagem C. 1. Identificadores, tipos primitivos, variáveis e constantes, operadores e expressões.

Estruturas da linguagem C. 1. Identificadores, tipos primitivos, variáveis e constantes, operadores e expressões. 1 Estruturas da linguagem C 1. Identificadores, tipos primitivos, variáveis e constantes, operadores e expressões. Identificadores Os identificadores seguem a duas regras: 1. Devem ser começados por letras

Leia mais

Tipos Abstratos de Dados. Estrutura de Dados

Tipos Abstratos de Dados. Estrutura de Dados Tipos Abstratos de Dados Tipo Abstrato de Dados ou TAD Idéia principal: desvincular o tipo de dado (valores e operações) de sua implementação: O que o tipo faz e não como ele faz! Vantagens da desvinculação:

Leia mais

Linguagem C Princípios Básicos (parte 1)

Linguagem C Princípios Básicos (parte 1) Linguagem C Princípios Básicos (parte 1) Objetivos O principal objetivo deste artigo é explicar alguns conceitos fundamentais de programação em C. No final será implementado um programa envolvendo todos

Leia mais

Entender o problema Encontrar um algoritmo para resolvê-lo. Implementar o algoritmo numa linguagem de programação

Entender o problema Encontrar um algoritmo para resolvê-lo. Implementar o algoritmo numa linguagem de programação Entender o problema Encontrar um algoritmo para resolvê-lo Implementar o algoritmo numa linguagem de programação Permitem implementar um algoritmo Expressar o algoritmo numa forma que o computador entenda

Leia mais

Estruturas de Dados. Módulo 4 Funções. 9/8/2005 (c) Dept. Informática - PUC-Rio 1

Estruturas de Dados. Módulo 4 Funções. 9/8/2005 (c) Dept. Informática - PUC-Rio 1 Estruturas de Dados Módulo 4 Funções 9/8/2005 (c) Dept. Informática - PUC-Rio 1 Referências Waldemar Celes, Renato Cerqueira, José Lucas Rangel, Introdução a Estruturas de Dados, Editora Campus (2004)

Leia mais

Linguagens de Programação PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES. Linguagem C. Linguagem C Estrutura Básica. Constante (literais) Linguagem C Primeiro Programa

Linguagens de Programação PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES. Linguagem C. Linguagem C Estrutura Básica. Constante (literais) Linguagem C Primeiro Programa Linguagens de Programação PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES Linguagem C - Introdução Linguagens de Máquina Representação numérica Difícil utilização e compreensão Específica para cada máquina Linguagens Simbólicas(Assembly)

Leia mais

ALGORITMOS E ESTRUTURAS DE DADOS CES-11

ALGORITMOS E ESTRUTURAS DE DADOS CES-11 ALGORITMOS E ESTRUTURAS DE DADOS CES-11 Prof. Paulo André Castro pauloac@ita.br Sala 110 Prédio da Computação www.comp.ita.br/~pauloac IECE - ITA Revisão CES-11 Tipos escalares primitivos Tipos constituídos

Leia mais

Rotinas, Modos e Tipos de Passagem de Parâmetros

Rotinas, Modos e Tipos de Passagem de Parâmetros Linguagens de Programação Rotinas, Modos e Tipos de Passagem de Parâmetros Carlos Bazilio carlosbazilio@id.uff.br http://www.ic.uff.br/~bazilio/cursos/lp Chamada de Rotinas Rotina f Rotina g(w) g (k) Passagem

Leia mais

Linguagens de Programação I

Linguagens de Programação I Linguagens de Programação I Tema # 4 Operadores em C Susana M Iglesias FUNÇÕES ENTRADA-SAÍDA I/O printf(), utilizada para enviar dados ao dispositivo de saída padrão (stdout), scanf(), utilizada para ler

Leia mais

Introdução à Linguagem C

Introdução à Linguagem C Engenharia de CONTROLE e AUTOMAÇÃO Introdução à Linguagem C Aula 02 DPEE 1038 Estrutura de Dados para Automação Curso de Engenharia de Controle e Automação Universidade Federal de Santa Maria beltrame@mail.ufsm.br

Leia mais

Linguagens de Programação. Rotinas, Modos e Tipos de Passagem de Parâmetros. Carlos Bazilio

Linguagens de Programação. Rotinas, Modos e Tipos de Passagem de Parâmetros. Carlos Bazilio Linguagens de Programação Rotinas, Modos e Tipos de Passagem de Parâmetros Carlos Bazilio bazilio@ic.uff.br http://www.ic.uff.br/~bazilio/cursos/lp Passagem de Parâmetros Os parâmetros são um canal de

Leia mais

Introdução à Programação em C

Introdução à Programação em C Introdução à Programação em C Tipos e Operadores Elementares Estruturas de Controlo Resumo Novidades em C Exemplo: Factorial Tipos de Dados Básicos Saltos Condicionais: if-then-else Valor de retorno de

Leia mais

Linguagem C: diretivas, compilação separada. Prof. Críston Algoritmos e Programação

Linguagem C: diretivas, compilação separada. Prof. Críston Algoritmos e Programação Linguagem C: diretivas, compilação separada Prof. Críston Algoritmos e Programação Diretivas do pré processador Permite que o programador modifique a compilação O pré processador é um programa que examina

Leia mais

6 Alguns conceitos e comandos em programação

6 Alguns conceitos e comandos em programação 6 Alguns conceitos e comandos em programação 6.1 Diretivas Diretivas são instruções que permitem ao programador efetuar algum tipo de modificação à compilação, sendo analisadas e executadas pelo pré-compilador,

Leia mais

Linguagem de Programação. Thiago Leite Francisco Barretto

Linguagem de Programação. Thiago Leite Francisco Barretto Linguagem de Programação Thiago Leite Francisco Barretto SCHILDT, H. C Completo e Total. 3ª Edição. São Paulo: Makron, 1997. Bibliografia Ementa

Leia mais

Variáveis, Tipos de Dados e Operadores

Variáveis, Tipos de Dados e Operadores ! Variáveis, Tipos de Dados e Operadores Engenharias Informática Aplicada 2.o sem/2013 Profa Suely (e-mail: smaoki@yahoo.com) VARIÁVEL VARIÁVEL É um local lógico, ligado a um endereço físico da memória

Leia mais

1) Operadores de auto incremento ++ e auto decremento --

1) Operadores de auto incremento ++ e auto decremento -- Aula 09 - Operadores de auto incremento e auto decremento, atribuição múltipla, atribuição na declaração, atribuição resumida e algumas regras de boa programação. 1) Operadores de auto incremento ++ e

Leia mais

Algoritmos e Introdução à Programação. Lógica e Linguagem de Programação

Algoritmos e Introdução à Programação. Lógica e Linguagem de Programação Algoritmos e Introdução à Programação Lógica e Linguagem de Programação Prof. José Honorato Ferreira Nunes honoratonunes@softwarelivre.org http://softwarelivre.org/zenorato/honoratonunes Linguagem C Prof.

Leia mais

A linguagem C (visão histórica)

A linguagem C (visão histórica) A linguagem C (visão histórica) A linguagem C é uma linguagem de programação desenvolvida no ínício dos anos 70 por Dennis Ritchie, que trabalhava nos laboratórios Bell e que também inciou em paralelo,

Leia mais

Laboratório 4 Correcção de erros sintácticos e tipos de dados primitivos

Laboratório 4 Correcção de erros sintácticos e tipos de dados primitivos Instituto Politécnico de Setúbal Escola Superior de Tecnologia Departamento de Sistemas e Informática Laboratório 4 Correcção de erros sintácticos e tipos de dados primitivos Disciplina de Introdução à

Leia mais

Introdução à Programação. Introdução a Linguagem C. Prof. José Honorato F. Nunes

Introdução à Programação. Introdução a Linguagem C. Prof. José Honorato F. Nunes Introdução à Programação Introdução a Linguagem C Prof. José Honorato F. Nunes honorato.nunes@ifbaiano.bonfim.edu.br Resumo da aula Introdução Variáveis Tipos de dados Operadores e Expressões: Operadores

Leia mais

Anhanguera Educacional S.A. Centro Universitário Ibero-Americano

Anhanguera Educacional S.A. Centro Universitário Ibero-Americano O C++ foi inicialmente desenvolvido por Bjarne Stroustrup durante a década de 1980 com o objetivo de melhorar a linguagem de programação C, mantendo a compatibilidade com esta linguagem. Exemplos de Aplicações

Leia mais

Métodos Computacionais

Métodos Computacionais Métodos Computacionais Objetivos da Disciplina e Introdução a Linguagem C Construções Básicas Objetivos da Disciplina Objetivo Geral Discutir técnicas de programação e estruturação de dados para o desenvolvimento

Leia mais

LISTA DE EXERCÍCIOS 2

LISTA DE EXERCÍCIOS 2 UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES 1. TIPOS COMPOSTOS DE DADOS LISTA DE EXERCÍCIOS 2 1. Considerando as declarações abaixo, responda dizendo

Leia mais

Linguagem de Programação C. Prof. Fabrício Olivetti de França

Linguagem de Programação C. Prof. Fabrício Olivetti de França Linguagem de Programação C Prof. Fabrício Olivetti de França Linguagem C 2 Linguagem C Imperativo e estruturado Pequeno conjunto de palavras-chaves, operadores, etc. Tipagem estática, porém fraca Permite

Leia mais

BCC202 - Estrutura de Dados I

BCC202 - Estrutura de Dados I BCC202 - Estrutura de Dados I Aula 02: Alocação Dinâmica de Memória Reinaldo Fortes Universidade Federal de Ouro Preto, UFOP Departamento de Ciência da Computação, DECOM Website: www.decom.ufop.br/reifortes

Leia mais

Universidade Federal de Uberlândia Faculdade de Computação. Linguagem C: ponteiros e alocação dinâmica

Universidade Federal de Uberlândia Faculdade de Computação. Linguagem C: ponteiros e alocação dinâmica Universidade Federal de Uberlândia Faculdade de Computação Linguagem C: ponteiros e alocação dinâmica Prof. Renato Pimentel 1 Ponteiros 2 Prof. Renato Pimentel 1 Ponteiros: introdução Toda a informação

Leia mais

Linguagens de Programação Aula 11

Linguagens de Programação Aula 11 Linguagens de Programação Aula 11 Celso Olivete Júnior olivete@fct.unesp.br Na aula passada Uma definição de subprograma descreve as ações representadas pelo subprograma Subprogramas podem ser funções

Leia mais

Estruturas de Dados. Introdução Definição de Ponteiros Declaração de Ponteiros em C Manipulação de Ponteiros em C

Estruturas de Dados. Introdução Definição de Ponteiros Declaração de Ponteiros em C Manipulação de Ponteiros em C Estruturas de Dados Revisão de Ponteiros Prof. Ricardo J. G. B. Campello Sumário Introdução Definição de Ponteiros Declaração de Ponteiros em C Manipulação de Ponteiros em C Operações Ponteiros e Arranjos

Leia mais

Exercícios. Alocação Dinâmica. Alocação dinâmica de memória. Alocação de memória. Alocação da Memória Principal. Alocação da Memória Principal

Exercícios. Alocação Dinâmica. Alocação dinâmica de memória. Alocação de memória. Alocação da Memória Principal. Alocação da Memória Principal Exercícios 1) Crie uma função que recebe os coeficientes de uma função do 2o. grau e retorna as raízes sem usar vetor. 2) Faça um programa que acha o maior e o menor inteiro dentro de um vetor de 10 inteiros,

Leia mais

LINGUAGEM C: FUNÇÕES FUNÇÃO 04/07/2017. Funções são blocos de código que podem ser nomeados e chamados de dentro de um programa.

LINGUAGEM C: FUNÇÕES FUNÇÃO 04/07/2017. Funções são blocos de código que podem ser nomeados e chamados de dentro de um programa. LINGUAGEM C: FUNÇÕES Prof. André Backes FUNÇÃO Funções são blocos de código que podem ser nomeados e chamados de dentro de um programa. printf(): função que escreve na tela scanf(): função que lê o teclado

Leia mais

Legibilidade do código fonte

Legibilidade do código fonte Sumário Legibilidade do código fonte Exemplos Normas Instrução switch Sintaxe e Semântica Exemplo Tipos enumerados Exemplo Programação 2007/2008 DEEC-IST 1 Legibilidade do código fonte Exemplo: Considere

Leia mais

Capítulo 7. Expressões e Sentenças de Atribuição

Capítulo 7. Expressões e Sentenças de Atribuição Capítulo 7 Expressões e Sentenças de Atribuição Introdução Expressões são os meios fundamentais de especificar computações em uma linguagem de programação Para entender a avaliação de expressões, é necessário

Leia mais

BCC202 - Estrutura de Dados I

BCC202 - Estrutura de Dados I BCC202 - Estrutura de Dados I Aula 03: Tipos Abstratos de Dados (TADs) Reinaldo Fortes Universidade Federal de Ouro Preto, UFOP Departamento de Ciência da Computação, DECOM Website: www.decom.ufop.br/reifortes

Leia mais

Paradigmas de Linguagens

Paradigmas de Linguagens Paradigmas de Linguagens Aula 2: Tipos de dados Professora Sheila Cáceres Tipos de dados Dados são a matéria prima da computação junto com os programas. LPs precisam manipular dados. LPS utilizam os conceitos

Leia mais

Paradigmas de Linguagens de Programação. Expressões e Instruções de Atribuição

Paradigmas de Linguagens de Programação. Expressões e Instruções de Atribuição Expressões e Instruções de Atribuição Cristiano Lehrer Introdução Expressões são o meio fundamental de especificar computações em uma linguagem de programação: Familiarização com as ordens de avaliação

Leia mais

Hello World. Linguagem C. Tipos de Dados. Palavras Reservadas. Operadores Aritméticos. Pré e pós incremento e pré e pós decremento

Hello World. Linguagem C. Tipos de Dados. Palavras Reservadas. Operadores Aritméticos. Pré e pós incremento e pré e pós decremento Hello World Linguagem C printf("hello world!\n"); main é a função principal, a execução do programa começa por ela printf é uma função usada para enviar dados para o vídeo Palavras Reservadas auto double

Leia mais

CES-11. Algoritmos e Estruturas de Dados. Carlos Alberto Alonso Sanches Juliana de Melo Bezerra

CES-11. Algoritmos e Estruturas de Dados. Carlos Alberto Alonso Sanches Juliana de Melo Bezerra CES-11 Algoritmos e Estruturas de Dados Carlos Alberto Alonso Sanches Juliana de Melo Bezerra CES-11 Revisão Tipos escalares primitivos Tipos constituídos de uma linguagem Ponteiros Alocação estática versus

Leia mais

Alocação de Memória. Lucas Ferrari de Oliveira Professor Adjunto Universidade Federal do Paraná (UFPR)

Alocação de Memória. Lucas Ferrari de Oliveira Professor Adjunto Universidade Federal do Paraná (UFPR) Alocação de Memória Linguagem de Programação Estruturada 1 Alocação dinâmica e ponteiros Lucas Ferrari de Oliveira Professor Adjunto Universidade Federal do Paraná (UFPR) Sumario Introdução Alocação Estática

Leia mais

Recuperação P1 de Estrutura de Dados

Recuperação P1 de Estrutura de Dados Recuperação P1 de Estrutura de Dados Sigla _IED001_ TURMA: A PERÍODO: MAT ( ) NOT ( ) DISCIPLINA:_Estrutura de Dados DATA: / / Argumente com fundamentando as questões da avaliação indicando porque a questão

Leia mais

MCTA028 Programação Estruturada Aula 01: - Introdução à linguagem C - Teste de avaliação

MCTA028 Programação Estruturada Aula 01: - Introdução à linguagem C - Teste de avaliação MCTA028 Programação Estruturada Aula 01: - Introdução à linguagem C - Teste de avaliação Prof. Jesús P. Mena-Chalco jesus.mena@ufabc.edu.br 3Q-2017 1 Linguagens de programação 2 Linguagem de programação

Leia mais

Tipos Abstratos de Dados

Tipos Abstratos de Dados Tipos Abstratos de Dados Prof. Rui Jorge Tramontin Jr. UDESC - Rui J. Tramontin Jr. 1 Índice Introdução Definição de Tipos Abstratos de Dados Exemplos de TADs Implementação de TADs Implementação em C Exemplo

Leia mais

Computação para Informática - Prof. Adriano Joaquim de Oliveira Cruz Segunda Aula Prática - 29 de agosto de 2008

Computação para Informática - Prof. Adriano Joaquim de Oliveira Cruz Segunda Aula Prática - 29 de agosto de 2008 Computação para Informática - Prof. Adriano Joaquim de Oliveira Cruz Segunda Aula Prática - 29 de agosto de 2008 Introdução O objetivo desta aula prática é exercitar comandos de entrada e saída simples

Leia mais

LP II Estrutura de Dados Estruturas Heterogêneas e Listas Lineares Estáticas. Prof. José Honorato Ferreira Nunes

LP II Estrutura de Dados Estruturas Heterogêneas e Listas Lineares Estáticas. Prof. José Honorato Ferreira Nunes LP II Estrutura de Dados Estruturas Heterogêneas e Listas Lineares Estáticas Prof. José Honorato Ferreira Nunes eu@honorato.eu Estruturas (struct) Ao manusearmos dados muitas vezes deparamos com informações

Leia mais

Paradigmas de Linguagens de Programação. Nomes, Vinculações, Verificação de Tipos e Escopos

Paradigmas de Linguagens de Programação. Nomes, Vinculações, Verificação de Tipos e Escopos Nomes, Vinculações, Verificação de Tipos e Escopos Cristiano Lehrer Nomes (1/6) Um nome é uma string de caracteres usada para identificar alguma entidade de um programa. O termo identificador é utilizado

Leia mais

Algoritmos. Algoritmos. Linguagem de programação. Conceitos. Conceitos. Conceitos. Sintaxe do comando para incluir bibliotecas no programa:

Algoritmos. Algoritmos. Linguagem de programação. Conceitos. Conceitos. Conceitos. Sintaxe do comando para incluir bibliotecas no programa: Algoritmos Algoritmos Leandro Tonietto Unisinos ltonietto@unisinos.br http://www.inf.unisinos.br/~ltonietto/inf/pg1/algoritmosi_java.pdf Mar-2008 Possuem sintaxe flexível e são mais úteis para descrição

Leia mais

Revisão C++ - Parte 1

Revisão C++ - Parte 1 Revisão C++ - Parte 1 Prof. Gustavo Leitão Campus Natal Central Disciplina Programação para Ambiente de Redes 5/3/2010 Objetivo da Aula 5/3/2010 5/3/2010 OBJETIVO DA AULA Revisar os principais comandos

Leia mais

The Cyclops Project. Introdução: C++

The Cyclops Project. Introdução: C++ The Cyclops Project Introdução: C++ Aula 1 Visão Geral Histórico da Linguagem Programa C++: header, source função main() GCC Arquivos objeto, bibliotecas dinâmicas e estáticas #include, #define, namespaces,

Leia mais

Persistência. Prof. Alberto Costa Neto Linguagens de Programação. Departamento de Computação Universidade Federal de Sergipe

Persistência. Prof. Alberto Costa Neto Linguagens de Programação. Departamento de Computação Universidade Federal de Sergipe Persistência alberto@ufs.br de Programação Departamento de Computação Universidade Federal de Sergipe Retrospectiva Quanto ao Tempo de Vida Variáveis Estáticas Variáveis Stack-Dinâmicas Variáveis Heap-Dinâmicas

Leia mais

Tipos Abstratos de Dados

Tipos Abstratos de Dados Tipos Abstratos de Dados Prof. Túlio Toffolo http://www.toffolo.com.br BCC202 Aula 03 Algoritmos e Estruturas de Dados I Qual a diferença entre um algoritmo e um programa? Algoritmos e Estruturas de Dados

Leia mais

Carlos Eduardo Batista. Centro de Informática - UFPB

Carlos Eduardo Batista. Centro de Informática - UFPB Linguagem de Programação I Carlos Eduardo Batista Centro de Informática - UFPB bidu@ci.ufpb.br Complexidade dos sistemas de software Estrutura Decomposição Abstração Hierarquia Projeto de sistemas complexos

Leia mais

Alocação Dinâmica em C

Alocação Dinâmica em C Universidade de São Paulo São Carlos Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação Alocação Dinâmica em C Profa Rosana Braga Adaptado de material preparado pela profa Silvana Maria Affonso de Lara

Leia mais

Linguagem de Programação C

Linguagem de Programação C Linguagem de Programação C Aula 08 Diogo Pinheiro Fernandes Pedrosa Universidade Federal Rural do Semiárido Departamento de Ciências Exatas e Naturais 13 de novembro de 2009 Introdução O que é uma linguagem

Leia mais

Centro Universitário Franciscano Curso de Sistemas de Informação Disciplina de algoritmos e programação II. Ponteiros

Centro Universitário Franciscano Curso de Sistemas de Informação Disciplina de algoritmos e programação II. Ponteiros Centro Universitário Franciscano Curso de Sistemas de Informação Disciplina de algoritmos e programação II Ponteiros Profa.: Simone Ceolin Slides (Prof.Tiago Rios da Rocha) Primeiro Semestre 2011 Sumário

Leia mais

Linguagem de Programação I. Aula 10 Funções

Linguagem de Programação I. Aula 10 Funções Linguagem de Programação I Aula 10 Funções Da Aula Anterior Tipos de dados básicos e operadores em C Declaração de variáveis e modificadores de tipo Estruturas de Controle Arrays unidimensionais Geração

Leia mais

LINGUAGEM C: VARIÁVEIS E EXPRESSÕES

LINGUAGEM C: VARIÁVEIS E EXPRESSÕES LINGUAGEM C: VARIÁVEIS E EXPRESSÕES Prof. André Backes LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO Linguagem de Máquina Computador entende apenas pulsos elétricos Presença ou não de pulso 1 ou 0 Tudo no computador deve

Leia mais

LINGUAGEM C: VARIÁVEIS E EXPRESSÕES

LINGUAGEM C: VARIÁVEIS E EXPRESSÕES LINGUAGEM C: VARIÁVEIS E EXPRESSÕES Prof. André Backes LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO Linguagem de Máquina Computador entende apenas pulsos elétricos Presença ou não de pulso 1 ou 0 Tudo no computador deve

Leia mais

Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul Ciência da Computação Algoritmos e Estruturas de Dados I (AED-I) Prof. Nilton

Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul Ciência da Computação Algoritmos e Estruturas de Dados I (AED-I) Prof. Nilton Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul Ciência da Computação Algoritmos e Estruturas de Dados I (AED-I) Prof. Nilton nilton@comp.uems.br Introdução A linguagem C foi inventada por Dennis Ritchie e

Leia mais

CAP. VI ANÁLISE SEMÂNTICA

CAP. VI ANÁLISE SEMÂNTICA CAP. VI ANÁLISE SEMÂNTICA VI.1 Introdução Semântica SIGNIFICADO, SENTIDO LÓGICO, COERÊNCIA,... Diferença entre SINTAXE e SEMÂNTICA Sintaxe : descreve as estruturas de uma linguagem; Semântica : descreve

Leia mais

Professora Jeane Melo

Professora Jeane Melo Professora Jeane Melo Roteiro Lista Encadeada Alocação: Estática x Dinâmica O que são Ponteiros? Ponteiros Variáveis que Armazenam Endereços de Memória Mas, toda variável não é armazenada na memória? Ponteiros

Leia mais

Linguagem de Programação I

Linguagem de Programação I Linguagem de Programação I Carlos Eduardo Ba6sta Centro de Informá6ca - UFPB bidu@ci.ufpb.br Aula passada... Complexidade dos sistemas de sodware Estrutura Decomposição Abstração Hierarquia Projeto de

Leia mais

DELEGAÇÃO REGIONAL DO ALENTEJO CENTRO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DE ÉVORA REFLEXÃO 5

DELEGAÇÃO REGIONAL DO ALENTEJO CENTRO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DE ÉVORA REFLEXÃO 5 REFLEXÃO 5 Módulos 0782, 0783, 0784 e 0785 1/5 23-05-2013 Esta reflexão tem como objectivo partilhar e dar a conhecer o que aprendi nos módulos 0782 Programação em C/C++ - Estrutura Básica e Conceitos

Leia mais

Curso de C. Declaração de Variáveis 18/3/ :48 1

Curso de C. Declaração de Variáveis 18/3/ :48 1 Curso de C Declaração de Variáveis 18/3/2008 15:48 1 Declaração de Variáveis Objetivos: Aprender como: Criar variáveis Atribuir um valor inicial à variável Escolher um nome para a variável 18/3/2008 15:48

Leia mais

Modularidade - Fun ções e Procedimentos

Modularidade - Fun ções e Procedimentos Modularidade - Fun ções e Procedimentos José Gustavo de Souza Paiva Problema Em diversas situa ções, é preciso executar uma tarefa específica diversas vezes em um programa, variando apenas os dados de

Leia mais

Tipos. O Conceito de Tipo

Tipos. O Conceito de Tipo Tipos mleal@inf.puc-rio.br 1 O Conceito de Tipo LPs geralmente permitem a organização de dados em diferentes categorias através do conceito de tipo. Um tipo é definido a partir de um conjunto de valores

Leia mais

Fundamentos de Programação. Linguagem C++ Introdução, identificadores, tipos de dados. Prof. Bruno E. G. Gomes IFRN

Fundamentos de Programação. Linguagem C++ Introdução, identificadores, tipos de dados. Prof. Bruno E. G. Gomes IFRN Fundamentos de Programação Linguagem C++ Introdução, identificadores, tipos de dados Prof. Bruno E. G. Gomes IFRN 1 Linguagem de Programação Constituída por símbolos e por regras para combinar esses símbolos

Leia mais

Variáveis primitivas e Controle de fluxo

Variáveis primitivas e Controle de fluxo Variáveis primitivas e Controle de fluxo Material baseado na apostila FJ-11: Java e Orientação a Objetos do curso Caelum, Ensino e Inovação, disponível para download em http://www.caelum.com.br/apostilas/

Leia mais

LP II Estrutura de Dados

LP II Estrutura de Dados LP II Estrutura de Dados Linguagem C Seleção e Repetição Prof. José Honorato F. Nunes honorato.nunes@ifbaiano.bonfim.edu.br Resumo da aula Estruturas de Seleção Simples Composta Aninhada Estruturas de

Leia mais

Fundamentos de Programação. Linguagem C++ aula II - Variáveis e constantes. Prof.: Bruno Gomes

Fundamentos de Programação. Linguagem C++ aula II - Variáveis e constantes. Prof.: Bruno Gomes Fundamentos de Programação Linguagem C++ aula II - Variáveis e constantes Prof.: Bruno Gomes 1 Variáveis Representa uma porção da memória que pode ser utilizada pelo programa para armazenar informações

Leia mais

Linguagens de Programação. Marco A L Barbosa

Linguagens de Programação. Marco A L Barbosa Expressões e sentença de atribuição Linguagens de Programação Marco A L Barbosa cba Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-CompartilhaIgual 4.0 Internacional. http://github.com/malbarbo/na-lp-copl

Leia mais

Métodos Computacionais. Vetores e Matrizes Dinâmicas

Métodos Computacionais. Vetores e Matrizes Dinâmicas Métodos Computacionais Vetores e Matrizes Dinâmicas Vetores Um programa para o cálculo da média Média m n i= = 1 n x i Variância v n i= = 1 ( x i n m) 2 A forma mais simples de estruturar um conjunto de

Leia mais

Faculdade de Computação

Faculdade de Computação Faculdade de Computação Programação Procedimental 1 o Laboratório de Programação C Prof. Cláudio C. Rodrigues 1. Introdução O objetivo desta aula prática é exercitar o uso de variáveis de vários tipos

Leia mais

Introdução à Programação em C (I)

Introdução à Programação em C (I) Introdução à Programação em C (I) Factorial Definição de função para cálculo de factorial Scheme (define (factorial n) (if (= n 1) 1 (* n (factorial (- n 1))))) C int factorial (int n) { if (n == 1) return

Leia mais

Programação de Computadores I Funções de Repetição da Linguagem C PROFESSORA CINTIA CAETANO

Programação de Computadores I Funções de Repetição da Linguagem C PROFESSORA CINTIA CAETANO Programação de Computadores I Funções de Repetição da Linguagem C PROFESSORA CINTIA CAETANO Comando WHILE O comando while executa um bloco de comandos enquanto a condição testada for verdadeira (diferente

Leia mais

Faculdade Anglo-Americano Curso de Ciência da Computação Linguagem de Programação. Lista de Exercícios 1

Faculdade Anglo-Americano Curso de Ciência da Computação Linguagem de Programação. Lista de Exercícios 1 Faculdade Anglo-Americano Curso de Ciência da Computação Linguagem de Programação Lista de Exercícios 1 1. O programa seguinte tem vários erros em tempo de compilação. Encontre-os. Main() int a=1; b=2,

Leia mais

Paradigmas de Linguagem de. Programação Profª. Roberta B Tôrres de programação referem-se a:

Paradigmas de Linguagem de. Programação Profª. Roberta B Tôrres de programação referem-se a: Paradigmas de Linguagem de Programação Conceitos Elementares Profª. Roberta B Tôrres rbtorresiff@gmail.com Conceitos Elementares de uma Linguagem de Programação Os conceitos mais elementares, suportados

Leia mais

Prática de Programação. Prof. Tiago A. E. Ferreira Aula 9 Estruturas, Uniões, Enumerações e Tipos Definidos pelo Usuário

Prática de Programação. Prof. Tiago A. E. Ferreira Aula 9 Estruturas, Uniões, Enumerações e Tipos Definidos pelo Usuário Prática de Programação Prof. Tiago A. E. Ferreira Aula 9 Estruturas, Uniões, Enumerações e Tipos Definidos pelo Usuário Introdução A linguagem C/C++ permite criar tipos de dados definidos pelo usuário

Leia mais

Tipos Abstratos de Dados TADs

Tipos Abstratos de Dados TADs Tipos Abstratos de Dados TADs Exemplo Folha de freqüência Disciplina: Estruturas de Dados I Semestre: 2013-2 Turmas: U Professor: Sandra matricula nome......... XXXX ZZZZ YYYY Ana Maria Pedro Operações:

Leia mais

Classes e Objetos. Sintaxe de classe em Java

Classes e Objetos. Sintaxe de classe em Java Classes e Objetos Classes e Objetos A Programação Orientada a Objetos (POO) é uma técnica de programação que se baseia na construção de classes e utilização de objetos. Os objetos são formados por dados

Leia mais

Linguagem C. Brian W. Kernighan, Dennis Ritchie (K&R) Slides adaptados, inspirados, muitos copiados dos slides do professor Pedro Pereira

Linguagem C. Brian W. Kernighan, Dennis Ritchie (K&R) Slides adaptados, inspirados, muitos copiados dos slides do professor Pedro Pereira Linguagem C Brian W. Kernighan, Dennis Ritchie (K&R) Slides adaptados, inspirados, muitos copiados dos slides do professor Pedro Pereira Centro de Cálculo Instituto Superior de Engenharia de Lisboa João

Leia mais

Curso de Programação C em Ambientes Linux Aula 04

Curso de Programação C em Ambientes Linux Aula 04 Curso de Programação C em Ambientes Linux Aula 04 Centro de Engenharias da Mobilidade - UFSC Professores Gian Berkenbrock e Giovani Gracioli http://www.lisha.ufsc.br/c+language+course+resources Conteúdo

Leia mais

Linguagem de Programação

Linguagem de Programação Linguagem de Programação aula 4 Engenharia Elétrica e Engenharia de Automação Introdução à Computação 1.o sem/2013 Profa Suely (e-mail: smaoki@yahoo.com) Programas Programas são seqüências de instruções

Leia mais

INF 1007 Programação II

INF 1007 Programação II INF 1007 Programação II Aula 04 Alocação Dinâmica Edirlei Soares de Lima Vetores - Declaração e Inicialização Declaração de um vetor: int meu_vetor[10]; Reserva um espaço de memória

Leia mais

Paradigmas de Programação

Paradigmas de Programação Paradigmas de Programação Aula 6 Nomes, Vinculações, Verificação de Tipos e Escopos Prof.: Edilberto M. Silva http://www.edilms.eti.br Prof. Edilberto Silva / edilms.eti.br Introdução As linguagens de

Leia mais

Implementando classes em C# Curso Técnico Integrado em Informática Fundamentos de Programação

Implementando classes em C# Curso Técnico Integrado em Informática Fundamentos de Programação Implementando classes em C# Curso Técnico Integrado em Informática Fundamentos de Programação Introdução Além de utilizar as classes presentes na biblioteca padrão, programadores podem definir suas próprias

Leia mais

ponteiros INF Programação I Prof. Roberto Azevedo

ponteiros INF Programação I Prof. Roberto Azevedo ponteiros INF1005 -- Programação I -- 2016.1 Prof. Roberto Azevedo razevedo@inf.puc-rio.br ponteiros tópicos o que são ponteiros operadores usados com ponteiros passagem de ponteiros para funções referência

Leia mais

Algoritmos e Estruturas de Dados. Prof. Marcelo Zorzan Profa. Melissa Zanatta

Algoritmos e Estruturas de Dados. Prof. Marcelo Zorzan Profa. Melissa Zanatta Algoritmos e Estruturas de Dados Prof. Marcelo Zorzan Profa. Melissa Zanatta Assuntos da Aula Alocação de Memória Alocação estática de memória Alocação dinâmica de memória Malloc, Calloc, Free, Realloc

Leia mais

Verificação de Tipo. Unions. Verificação de tipo estática. Verificação de tipo dinâmica

Verificação de Tipo. Unions. Verificação de tipo estática. Verificação de tipo dinâmica Verificação de Tipo Atividade que certifica que os operandos de um operador são de tipos compatíveis. São considerados operadores e operandos: operadores usuais (aritméticos, relacionais, etc) subprogramas

Leia mais