CILMARA COSTA DE OLIVEIRA Discente do Curso de Licenciatura em Geografia UNIESP/Faculdade Birigui

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1 CILMARA COSTA DE OLIVEIRA Discente do Curso de Licenciatura em Geografia UNIESP/Faculdade Birigui MÁRCIO F. GOMES 1 Professor Orientador - UNIESP/Faculdade Birigui Doutorando em Geografia - PPG - Universidade Estadual de Maringá ANÁLISE MORFOMÉTRICA DA BACIA HIDROGRÁFICA DO CÓRREGO BIRIGUIZINHO-BIRIGUI-SP COM O EMPREGO DE IMAGENS SRTM 1. INTRODUÇÃO O conhecimento das condições físicas, biológicas e antrópicas representa um subsídio no processo de planejamento ambiental. A bacia hidrográfica configura-se como unidade territorial preferencial para estes estudos, conforme está pautado na Lei 9.433/97 que analisa toda a política de gestão de recursos hídricos, através do conceito de bacia hidrográfica instituído por ela mesma, considerando a bacia hidrográfica uma unidade territorial para a implementação da política nacional de recursos hídricos e para atuação do sistema nacional de gerenciamento de recursos hídricos. (BRASIL, 1997) Para esta implementação política e gerenciamento desses recursos, é necessário um conhecimento aprofundado sobre a área. Segundo Machado e Torres (2012), o estudo detalhado de uma bacia é fundamental para que se proceda à utilização e o manejo mais adequado dos recursos hídricos. Para tanto, é necessário que se conheça de forma mais específica a dinâmica da própria bacia, buscando entender as interações que ocorrem entre os vários elementos, envolvendo, entre eles, a dinâmica das drenagens superficiais, os elementos da topografia local, as características físicas e as intervenções da sociedade. (MACHADO; TORRES, 2012) Neste contexto, o levantamento e análise das propriedades morfométricas representa uma variável valiosa no diagnóstico de bacias hidrográficas, uma vez que ela 1 Professor Orientador.

2 abrange um grande número de parâmetros capazes de caracterizar o ambiente de uma bacia. 2. OBJETIVO O presente trabalho tem por objetivo realizar o levantamento de algumas propriedades morfométricas do Córrego Biriguizinho, no município de Birigui-SP, através de emprego de imagens de SRTM com auxílio do software Global Mapper. 3. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS A bacia hidrográfica do córrego Biriguizinho está localizada na área urbana do município de Birigui, nas proximidades da latitude S e longitude W, na região noroeste do estado de São Paulo Brasil (Figura 1). Figura 1: Localização do município de Birigui-SP. Fonte: Adaptado de Gomes (2013) A pesquisa foi realizada com base em referenciais teóricos (revisão bibliográfica) e técnicos (mapas, tabelas e gráficos). Inicialmente foi realizada pesquisa bibliográfica sobre as seguintes temáticas: bacia hidrográfica (TUCCI, 1997; GOMES, 2013; MACHADO e TORRES, 2012; BELTRAME, 1994; BOTELHO, 2012), análise morfométrica (GUERRA, 2005; CHRISTOFOLETTI, 1980) e imagens SRTM (PAIVA

3 et al, 2009; GROHMANN e RICCOMINI e STEINER, 2008; DUARTE e SABADIA, 2011). A segunda etapa da pesquisa consistiu em levantamento da imagem SRTM referente à área da bacia hidrográfica do Córrego Biriguizinho. As imagens foram adquiridas junto ao catalogo digital disponibilizado pela Global Land Cover Facility (http://glcfapp.glcf.umd.edu:8080/esdi/). As imagens SRTM foram manipuladas com o software Global Mapper e permitiram o levantamento das características morfométricas da bacia hidrográfica do Córrego Biriguizinho. Segue roteiro metodológico adotado na pesquisa. - Geração de Curvas de Nível Com base na imagem SRTM e utilizando a ferramenta Generate Contour do software Global Mapper foi realizada a geração das curvas de nível na equidistância de 20m. - Delimitação da bacia hidrográfica As curvas de nível permitiram a identificação dos divisores topográficos e consequentemente a delimitação da bacia hidrográfica através da ferramenta de Create New Area Feature do software global Mapper. - Vetorização dos cursos d água O mapeamento da rede de drenagem foi efetuado com o emprego das imagens SRTM e o software Global Mapper na opção slope shader nas cores pretas e brancas, com declividade mínima de 5 graus, essas configurações são favoráveis à visualização da rede de drenagem (PAIVA et al, 2009). - Confecção do Mapa Hipsométrico O mapa hipsométrico foi construído no software Global Mapper através da ferramenta custom shader. Foram estabelecidas 4 classes, com os seguintes intervalos: 350; a 380; a 420; a 450; a Confecção do Mapa de Declividade O mapa de declividade foi confeccionado com a ferramenta slope shader do software Global Mapper. Foram utilizadas as classes propostas por Paiva et al (2009):

4 de 0 a 5% representando a classe onde o terreno é plano, de 5 a 15% semi-ondulado e 15% ondulado. - Confecção de Perfil Topográfico Os perfis topográficos e longitudinais foram elaborados no software Global Mapper com a ferramenta 3D Path Profile/Line of Sight Tool. Foi confeccionado um perfil longitudinal para o Córrego Biriguizinho e três perfis transversais para bacia (alta, média e baixa). Empregando os dados extraídos das imagens SRTM e os processamentos digitais no software Global Mapper, foram identificados e quantificados os seguintes parâmetros morfométricos: - Área e perímetro da bacia Para cálculo da área e do perímetro foi selecionada a área da bacia e utilizado a ferramenta Feature Information do software Global Mapper foi possível obter os valores da área e do perímetro. - Densidade de rios Representa a relação entre o número de canais e a área da bacia. Esse índice foi baseado na proposta de Horton (1945) apud Christofoletti (1980, p. 115). Sua fórmula corresponde a: Dr = N/A Onde Dr é a densidade dos rios; N é o número total de rios e A é a área da bacia hidrográfica. - Densidade de drenagem Representa relação entre comprimento dos canais e a área da bacia. De acordo com Horton (1945) apud Christofoletti (1980), a fórmula para calcular a equação é: Dd = L/A Onde Dd é a densidade da drenagem; L é o comprimento total dos canais e A é a área da bacia. - Forma da bacia Foi classificada segundo as concepções de Lee e Sales (1970 apud CHRISTOFOLETTI, 1980, p. 114), que enfatizam que para estabelecer a forma de uma bacia faz-se necessário sua delimitação e posteriormente traçar uma figura geométrica (circulo, retângulo, triângulo, etc).

5 - Hierarquia Fluvial Elaborada de acordo com a classificação de Strahler (1952) apud Christofoletti (1980). Segundo Strahler, os menores canais, sem tributários, são considerados de primeira ordem, desde a nascente até a confluência; os canais de segunda ordem são os que surgem da confluência de dois canais de primeira ordem e recebem somente afluentes de primeira ordem; os canais de terceira ordem surgem da confluência de dois canais de segunda ordem, podendo receber afluentes de segunda e primeira ordem; os de quarta ordem surgem da confluência de terceira ordem, podendo receber afluentes de dois canais de terceira ordem. 4. RESULTADO E DISCUSSÃO O processamento da imagem SRTM no software Global Mapper permitiu a identificação dos valores altimétricos do terreno e a extração das curvas de nível, que consequentemente possibilitaram a delimitação da bacia hidrográfica do Córrego Biriguizinho (Figura 2). Com a delimitação da bacia hidrográfica foi possível quantificar os valores da área e do perímetro. O perímetro da bacia do Córrego Biriguizinho é de aproximadamente 19,7km, abrangendo uma área de m². Segundo Machado e Torres (2012, p. 53) a área de uma bacia é o elemento básico para o cálculo de outras características físicas. Figura 2 Curvas de nível e delimitação da bacia do Córrego Biriguizinho.

6 A manipulação da imagem SRTM no software Global Mapper também permitiu visualização e mapeamento dos canais de drenagem (Figura 3). Foram mapeados seis cursos d água, são os córregos: Biriguizinho, Vendrame, Jofer, Piscina, Parpineli e Nunes. O principal curso d água na bacia é o Córrego Biriguizinho com 5.120m de extensão (tabela 1). Figura 3 Mapeamento dos canais de drenagem.

7 Tabela 1 Comprimentos dos rios da bacia hidrográfica do Córrego Biriguizinho. Curso d água Extensão (m) Córrego Biriguizinho Córrego Parpinelli Córrego Vendrame Córrego Piscina Córrego Nunes Córrego Joffer 987 Fonte: Imagem SRTM (2000) Organização: Cilmara Costa de Oliveira (2014) A densidade dos rios é a relação entre a quantidade de rios ou cursos d água e a área da bacia hidrográfica. Na bacia hidrográfica do Córrego Biriguizinho a densidade de rios é de 0, m². O cálculo da densidade dos rios é importante por representar o comportamento hidrográfico de uma área através de um dos seus aspectos fundamentais que é a capacidade de geração de novos cursos de água. A densidade da drenagem correlaciona-se com a relação entre o comprimento total dos canais de escoamento com a área da bacia hidrográfica. Na bacia hidrográfica do Córrego Biriguizinho a densidade de drenagem é igual a 0, A importância do cálculo da densidade da drenagem na análise das bacias hidrográficas consiste na apresentação da relação inversa com o comprimento dos rios, revelando que à medida que aumenta o valor numérico da densidade ocorre a diminuição do tamanho dos componentes fluviais das bacias de drenagem. (CHRISTOFOLETTI, 1980, p. 116). Para Beltrame (1994), avaliação da densidade de drenagem permite conhecer o potencial da bacia hidrográfica e de seus setores. A importância da forma superficial de uma bacia hidrográfica está no tempo de concentração, que é definido a partir do início da precipitação até o término de todo o escoamento, ou seja, o tempo que a água leva para chegar à saída da bacia. (MACHADO e TORRES, 2012, p. 59). Considerando a classificação de Lee e Sales (1970 apud CHRISTOFOLETTI, 1980, p. 114), a bacia do Córrego Biriguzinho tem um formato triangular. As bacias de forma retangulares ou triangulares são menos suscetíveis a enchentes que as circulares ovais e quadradas, pois estas acumulam mais águas das chuvas intensas, devido sua maior extensão, concentrando um grande volume

8 de água para escoar no rio principal. (ROCHA; KURTZ, 2001, p. 20 apud MACHADO e TORRES, 2012, p. 61). A classificação do regime rios é feita através de três tipos principais: perenes, intermitentes, efêmeros ou temporários. Os cursos d água na bacia hidrográfica do Córrego Biriguizinho são de regime perene, ou seja, apresenta água corrente o ano todo. Os rios perenes são os cursos que contêm água o tempo todo, onde o lençol freático mantém uma alimentação contínua e não desce abaixo do nível do curso d água, mesmo em períodos de secas intensas. (MACHADO e TORRES, 2012, p.48). Os estudos relacionados aos padrões de drenagens, referem-se ao arranjamento espacial dos cursos fluviais, e que de acordo com Christofoletti (1980, p. 103 e 104) podem ser classificados em: drenagem dendrítica, drenagem treliça, drenagem retangular, drenagem paralela, drenagem anelar e drenagem radial. A bacia do Córrego Biriguizinho apresenta padrão de drenagem dendrítico. Por hierarquia fluvial entende-se o processo de se estabelecer a classificação de determinado curso de água ou área drenada no conjunto total da bacia hidrográfica na qual se encontra. De acordo com a classificação do Strahler o Córrego Biriguizinho, pode ser considerado de segunda ordem, recebendo somente afluentes de primeira ordem. O mapa hipsométrico (figura 4) representa que a bacia hidrográfica do Córrego Biriguizinho possui altimetria predominando entre 400 e 450m e gradiente de 135m. Na região oeste da bacia estão às áreas mais elevadas (>450m) e a leste as mais baixas (< 350 m). Figura 4 - Mapa Hipsométrico.

9 No mapa de declividade (Figura 5) e perfis topográficos (Figura 6), pode-se observar que na bacia do Córrego Biriguizinho predomina um relevo plano, com declives inferiores a 5%. As únicas exceções são algumas áreas na baixa vertente, onde os declives se acentuam e o terreno adquire feições suavemente onduladas (5 15%) e onduladas (> 15%). A declividade controla a velocidade do escoamento superficial, por isso, a declividade média é um parâmetro importante para identificar as vulnerabilidades de uma bacia quanto aos possíveis processos de erosão, bem como, picos de inundações. (MACHADO e TORRES, 2012). Figura 5 Mapa de declividade

10 Figura 6 Perfis Topográficos Transversais Bacia do Córrego Biriguizinho. 5. CONSIDERAÇÕES FINAIS O avanço tecnológico proporcionou uma diversificação nas pesquisas geográficas, acarretando, assim, uma gama de novas fontes e forma para compreender o espaço geográfico.

11 O processamento da imagem SRTM (Shuttle Radar Topography Misson) no software Global Mapper permitiu a realização da análise morfométrica da bacia do Córrego Biriguizinho. A análise morfométrica é uma variável valiosa para a caracterização do meio físico em bacias hidrográficas, por conter dados que visam à quantificação das propriedades físicas da bacia, apontando as potencialidades e vulnerabilidades da mesma. O presente trabalho tem por objetivo contribuir para o conhecimento da área, bem como servir de subsídios para tomada de decisões no planejamento ambiental.

12 REFERÊNCIAS BRASIL. Lei nº 9433 de 8 de janeiro de Institui a Política Nacional de Recursos Hídricos, cria o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos, regulamenta o inciso XIX do art. 21 da Constituição Federal, e altera o art. 1º da Lei nº 8.001, de 13 de março de Presidência da República. Casa Civil. Brasília, DF, 8 de janeiro de BELTRAME, A. da V. Diagnóstico do meio físico de bacias hidrográficas: modelo e aplicação. Florianópolis: Ed. da UFSC, BOTELHO, R. G. M. Bacias Hidrográficas. In: GUERRA, A. J. T. (Org.). Geomorfologia Urbana. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, p CHRISTOFOLETTI, Antônio. Geomorfologia. 2. ed. São Paulo: Edgard Blucher, DUARTE, C. R.; SABADIA, J. A. B. Emprego de imagem SRTM para geração de mapas auxiliares ao mapeamento geológico estudo de caso Folha Santana do Cariri. In: SIMPÓSIO BRASILEIRODE SENSORIAMENTO REMOTO SBSR Curitiba. Anais... Curitiba, INPE, 2011, p Disponível em: < Acesso em: 10 jun GOMES, M. F,; QUEIROZ, D. R. E. Diagnóstico e mapeamento das áreas sujeitas à enchente na cidade de Birigui-SP. In: 7º Encontro Internacional das Águas. Anais... UNICAP. Recife-PE, GROHMANN, C. H,; RICCOMINI, C.; STEINER, S. S. Aplicação dos modelos de elevação SRTM em Geomorfologia. In: Revista Geográfica Acadêmica, v.2 n.2, 2008, p Disponível em:<http://www.igc.usp.br/pessoais/guano/downloads/grohmann_etal_2008_rga.pdf >. Acesso em: 10 jun GUERRA, A. J. T.; CUNHA, S. B. (Org.) Geomorfologia: uma atualização de bases e conceitos. 6. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005, 472 p. MACHADO, P. J. O.; TORRES, F. T. P. Introdução à hidrogeografia. São Paulo: Cengage Learning, 2012, 178 p. PAIVA, R. G.; SANTOS, R. M.; GOMES, M. F.; Gonçalver Junior, F. A.. A utilização de dados SRTM para análises ambientais: Elaboração de mapas de relevo do município de Maringá - Paraná - Brasil. In: 12 Encuentro de Geógrafos de América Latina, 2009, Montividéu. 12 Encuentro de Geógrafos de América Latina, 2009.

13 TUCCI, C. E. M. Curso de Gestão das inundações urbanas. Porto Alegre: UNESCO Global Water Partnership South America - Associación mundial del agua, Disponível em: <http://www.ebah.com.br/content/abaaaezssab/gestao-inundacoesurbanas.> Acesso em 01 out

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