OS SIGNIFICADOS DA ARTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "OS SIGNIFICADOS DA ARTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL"

Transcrição

1 OS SIGNIFICADOS DA ARTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL Gilvânia Maurício Dias de Pontes Universidade Federal do Rio Grande do Norte Brasil O trabalho dos professores de Educação Infantil envolve estar atento a construção de linguagens como práticas culturais. Isso significa dizer, que cabe a este professor entre outras coisas promover o acesso das crianças a diferentes linguagens. Embora a oralidade e a escrita tenham recebido maiores atenções por parte dos teóricos que tratam da Educação Infantil, e por parte também dos professores, as linguagens artísticas sempre estiveram presentes ao trabalho com crianças. A estas linguagens foram atribuídos intenções e significados diferentes no cotidiano das salas de aulas de crianças. Este trabalho faz um resgate das intenções dos professores ao fazerem usos das linguagens artísticas na Educação Infantil. Identifica estes significados em relação tanto a estrutura da área de Arte quanto às demandas do trabalho com crianças de 2 a 6 anos 1. Vários são os olhares e diferentes as justificativas dos docentes para a presença da arte na Educação Infantil. Uma coisa que não se pode negar é que elementos artísticos façam parte das atividades de sala de aula neste nível de ensino, seja como construção de linguagens para expressão/comunicação seja com o intuito de trazer o conteúdo especifico de arte e fazer avançar o repertório das percepções estéticas dos alunos. Atualmente os documentos oficiais de orientação curricular (PCN e RCN) 2 abordam arte como um conhecimento que pode ser trabalhado na relação com outras áreas ou em suas especificidades. O PCN - arte coloca essa área como importante para o desenvolvimento artístico e percepção estética, um conhecimento viabilizado tanto pela expressão e produção de formas artísticas quanto na apreciação e contextualização das representações. O Referencial Curricular para Educação Infantil (RCN) 3 trata a arte como uma das formas de linguagem e de contato com objetos de conhecimento importante no desenvolvimento das capacidades de expressão e comunicação das crianças. Esta área faz parte do Documento Conhecimento de Mundo tendo como eixos de trabalho Artes Visuais e Música. Estas reflexões sobre ensino de Arte vêm no sentido de restituir a escola a Arte como área de conhecimento. Enquanto área deve ser abordada em seus objetivos e conteúdos próprios. Os documentos representam uma síntese importante que chega às mãos dos professores, estão pautados numa concepção que considera o contexto cultural em que as relações de ensino acontecem. O aluno é visto enquanto partícipe de práticas culturais que tem um referencial estético a ser considerado pela escola. Embora os documentos curriculares apregoem uma nova concepção de ensino de arte estes por si só não possibilitam o movimento da prática. É necessário que o escrito transforme-se em vivido, pois mesmo que o professor tenha acesso às concepções contemporâneas sobre arte e ensino de arte há ainda um percurso a construir entre estas concepções e o cotidiano da sala de aula. Apesar da luta de educadores em arte por mudanças conceituais no ensino de arte já acontecer de forma mais acirrada desde a década de 80, e dos documentos curriculares estarem publicados desde 1997 (publicação dos parâmetros curriculares nacionais para o ensino de arte), este novo olhar sobre arte, ainda não faz parte do cotidiano da maioria das escolas e geralmente não consta nos cursos de formação para o magistério. Os professores não tendo formação para o trabalho com arte como uma área curricular que tem um repertório específico, propõe a seus alunos atividades artísticas irrefletidamente, repetindo o modo como lhes foi ensinado segundo seu 1 Os documentos curriculares oficiais sobre Educação Infantil tratam do atendimento a faixa etária de 0 a 6 anos, nosso pesquisa foi construída numa escola que atende a crianças de 2 a 6 anos, portanto quando falamos em Educação Infantil estamos nos referindo a este intervalo etário. 2 PCN Parâmetros Curriculares Nacionais / RCN Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. 3 O Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil é composto de três volumes: Conhecimento de Mundo, Formação Pessoal e Social, Documento de Introdução.

2 repertório estético e concepção de ensino de arte. Neste sentido, para haver mudança na prática é necessário que o professor tenha acesso ás informações e possa tecer relações com seu cotidiano de sala de aula. Além do acesso a informações e possibilidades de reflexão sobre arte e ensino de arte e importante que possa ele próprio experimentar vivências estéticas e artísticas para que mais que informações ele possa sentir-se também contemplado em sua expressividade e como fruidor de arte. Envolvendo o contexto em que os documentos aportam, há por um lado, a formação do professor, por outro, a realidade de cada escola. Apesar de ser síntese sobre as questões atuais de ensino de arte, os documentos que tratam especificamente de arte não podem prever a diversidade de relações que esse referencial teórico pode desencadear, relações que emergem do currículo em ação no cotidiano de cada escola, de cada professor. Algumas escolas já têm se proposto a pensar sobre o lugar da arte no currículo, entre elas o Núcleo de Educação Infantil da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (Natal Brasil), que ao longo de sua história, assumiu na formação dos seus docentes, a construção de conhecimentos sobre as características gerais da Educação Infantil, e pensar a inclusão de áreas específicas neste nível de ensino. O processo de formação dos docentes é pautado na relação entre a ação em sala e a reflexão sobre esta ação no intuito da construção de um novo fazer. Neste sentido o conhecimento pedagógico emerge na reflexão sobre os desafios da prática e a ela volta num movimento contínuo e coletivo de transformação do pensar/fazer. O NEI, lócus de nossa investigação, é uma escola pública que já tem um trabalho de 21 anos com Educação Infantil, nos últimos 5 anos tem se voltado também para a reorganização do trabalho com ensino de Arte. Essa reorganização da proposta de Arte ocorreu no sentido de devolver à Arte o valor de área de conhecimento, assim com já havia feito em áreas como Leitura e Escrita e Ciências. A escola estudada vem desde 1995, articulando sua prática no sentido de contemplar arte como conhecimento em suas várias manifestações (cerâmica, dança, pintura, música, teatro). Para isso favoreceu o acesso dos docentes a este conhecimento através da assessoria de uma professora do Departamento de Artes da UFRN e de oficinas nas várias linguagens artísticas, ministradas por professores/produtores de arte. Essa assessoria assumiu como um dos norteadores a Abordagem Triangular para o Ensino de Arte. Esta alternativa educacional para arte foi organizada no Brasil pela pesquisadora Ana Mae Barbosa. Segundo a própria autora (Barbosa: 1998), a Abordagem Triangular foi constituída a partir de uma dupla triangulação: A primeira de natureza epistemológica ao designar os processos de ensino aprendizagem por três ações mentalmente e sensorialmente básicas: criação (fazer artístico, leitura de obra de arte e contextualização; A Segunda refere se à origem desta abordagem em três outras abordagens: as Escuelas al Aire Libre mexicanas, o Critical Studies inglês, e o Movimento de Apreciação Estética aliado ao DBAE (Discipline Based Art Education) americano. A visão contemporânea da Arte na educação tem colocado a necessidade de resgatar o valor da arte na escola como um saber e um fazer passível de reflexão e construções cognitivas. Um conhecimento que pode ser aprendido e ensinado também pela escola. No Brasil esta concepção está sintetizada na Abordagem Triangular que propõe tratar Arte como um conhecimento que pode ser abordado na conjunção das ações de leitura de imagens, contextualização e fazer artístico. Neste sentido, o ensino de arte não pode ficar atrelado ao fazer irrefletido justificado somente para a liberação de emoções, há uma referência contextual, cultural e estética que envolve a expressão artística e que precisa ser resgatada pela escola. Ter acesso ao referencial contemporâneo sobre arte e ensino de arte fez com que os professores do NEI estivessem mais atentos aos sentidos que envolvem a presença dos elementos estéticos e artísticos na escola, o que desencadeou questionamentos sobre como estabelecer a interface entre o que é específico de arte e as características da educação infantil. Os professores se depararam com os desafios da construção de mediações que considerassem arte como conhecimento e ao mesmo

3 tempo atendessem às características do trabalho com crianças de 2 a 6 anos 4. Os significados para a presença da arte na proposta atual do NEI são produtos desta interface. Nosso trabalho de mestrado assumiu como um dos objetivos identificar na prática dos professores os organizadores da presença da arte na Educação Infantil. Pesquisar práticas em movimento 5 requer que percebamos o fazer da sala de aula como ponto de partida da reflexão. É preciso identificar o que organiza este fazer para buscar novas informações e estabelecer outras relações com a prática educativa. No trabalho de pesquisa foi preciso construir o percurso entre teoria e prática. Um percurso não linear de apropriação dos elementos que poderiam estar organizando 6 a prática de arte na Educação Infantil. Não bastava compreender o presente, pois os sentidos que emergiam do currículo em ação na atualidade foram construídos ao longo da história desta escola. O desejo de entender o movimento que gerou a pratica atual em Arte conduziu nos a observar a construção histórica da proposta geral da escola e nesta construção olhamos os significados atribuídos à Arte. Para entender os sentidos atuais da presença da arte no NEI, inicialmente realizamos o levantamento dos 20 anos de história desta escola (através de documentos escritos e relatos orais) com o intuito de caracterizar fases de organização da proposta curricular e nestas fases identificar o tratamento atribuído à área de arte. O estudo das diversas formas assumidas pelo currículo ao longo dessa história apontou que a prática atual poderia estar sendo organizada segundo as seguintes intenções 7 : arte como recurso, arte para desenvolver habilidades, arte como acesso aos padrões estéticos, arte como expressão e na fase mais recente arte como conhecimento. A explicações do professores para a presença da arte permaneciam ao longo das etapas de construção e reconstrução da proposta pedagógica sendo significadas e ressignificadas em relação aos princípios gerais que a escola assumia em cada período. A explicações estiveram ao longo dos 20 anos em constante permanência e mudança. Na fase atual / 2000 foram ressignificadas também pelo acesso dos professores às informações mais recentes sobre arte e ensino de arte. Arte como acesso aos padrões estéticos A instituição tem desde a sua fundação a preocupação em favorecer o acesso das crianças aos padrões estéticos de qualidade 8 e para isso traz manifestações artísticas à escola ou leva as crianças até o local onde estas estejam ocorrendo. Não há a priori a pretensão de transformar estas manifestações em temas de aulas. O contato das crianças com artistas e espetáculos é movido pelo intuito de vivenciar experiências estéticas. São situações em que toda a escola participa crianças de todas as turmas, professores, funcionários e algumas vezes também os pais. É um espaço de arte que não tem o objetivo de ser didático 9, mas de puro prazer em apreciar arte. Localizamos essa preocupação com o acesso aos padrões estéticos não apenas em relação aos espetáculos, mas também na escolha das imagens para a decoração da sala de aula, na escolha da música que deve tocar diariamente marcando a rotina. As imagens e as músicas estão imbuídas de um valor estético atribuído pelo professor. Essa intenção foi ressiginificada pelo acesso das professoras a Abordagem Triangular de ensino de Arte, antes estas manifestações geralmente apareciam na escola para comemoração de datas, atualmente elas ocorrem durante todo o ano como uma prática já incorporada à rotina 4 O NEI realiza atividades de pesquisa, ensino e extensão. Na atividade de ensino atende em média a 400 crianças entre 2 e 6 anos. Estas crianças são filhas de professores, alunos e funcionários da UFRN. 5 Nosso trabalho de mestrado está vinculado ao GEPEM Grupo de Estudos e Pesquisa de Práticas Educativas em Movimento da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. 6 Os organizadores da prática pedagógica são identificados na interpretação das intenções dos professores ao propor atividades que envolvem linguagens artísticas. 7 Os prováveis organizadores da prática de arte foram identificados observando as tendências do currículo como um todo em relação à intenção do professor ao propor atividades artísticas em cada fase da construção da proposta curricular. 8 Geralmente a escolha dos atos e obras artísticas trazidas á escola com a intenção do acesso a padrões estéticos, é escolha do professor ou da coordenação. Há a preocupação com a formação de platéias para manifestações de arte em diversas linguagens. Pintura, fotografia, música, teatro e dança fazem para da rotina de atividades extras sala de aula. 9 Não tem objetivo didático, porque neste espaço de experiência artística, as crianças atuam como expectadores e o professor não necessariamente transformará aquela experiência em situações de ensino e aprendizagem e sala de aula.

4 semanal da escola; A decoração, preocupação das professoras todo início de ano, atualmente consta entre as imagens dispostas nas salas àquelas que reproduzem obras de artistas e algumas produzidas pelas próprias crianças. Arte como recurso - Enquanto linguagem, a arte tem servido a expressão, comunicação e representação de conhecimentos ou de aspectos do desenvolvimento relacionados a qualquer outra área. Neste sentido a arte é um recurso de expressão, por ser uma forma mais próxima das possibilidades de apreensão e representação de mundo das crianças. Na Educação Infantil, as linguagens artísticas são um significativo recurso, dado que as crianças neste período estão se apropriando de sistemas de representações e as representações através da arte são mais facilmente percebidas pela criança que a escrita. A escrita ainda está sendo conquistada ao passo que a música, o teatro, a dança, o vídeo entre outros, são prontamente percebidos e até interpretados pelas crianças. Arte como expressão A dimensão de expressão da Arte está presente seja qual for a forma ou objetivo com que o professor esteja mediando o acesso a Arte. Mas ao identificar essa explicação para a presença da arte nos relatos dos professores, observamos que estes dizem de Arte para expressão relacionando aos os momentos em que a intenção foi a de observar as linguagens artísticas na vivenciação de sentimentos/ conhecimento em situações sem a intervenção direta, ou seja, momento de livre expressão das crianças. Nestas situações as linguagens artísticas aparecem em seu uso quase sempre por demandas das crianças, elas dirigem o repertório e os rumos da atividade. Escolhem o conteúdo e a forma de expressão. Os padrões estéticos são escolhidos pelas crianças. O professor oferece os espaços, articula os meios e disponibiliza materiais para que estes momentos de expressão ocorram. Arte para o desenvolvimento de habilidades Os professores justificam arte com a intenção de desenvolver habilidades referindo-se às habilidades motoras para construir representações ou outras habilidades que facilitam o convívio das crianças no ambiente escolar. O desenvolvimento de habilidades é um organizador que nos primeiros anos da escola recebia uma atenção especial dos professores, atualmente já foi assimilado ao trabalho de forma que embora não apareça como preocupação explícita dos professores, implicitamente já esta sendo considerado quando se planeja as atividades adequando-as às possibilidades corporais de cada grupo. Arte como conhecimento Depois do acesso dos professores a Abordagem Triangular em 1995, a Arte passou a desencadear temas de pesquisa 10 em que aspectos específicos das linguagens artísticas são trabalhados. Os professores passam a justificar arte com a intenção de conhecimento quando se referindo a considerar a arte em sua estrutura específica que sugere objetivos, conteúdos, metodologia e avaliação como todas as outras áreas. Tratar arte como conhecimento é considerar o repertório cultural que esta área oferece e organizar mediações/ situações de acesso das crianças a este conhecimento. Estas situações envolvem leitura, contextualização e construção de propostas de produções das próprias crianças. Depois de 1995, a Arte como Conhecimento tornou-se maneira privilegiada de trazer Arte às crianças, mas não a única maneira. Embora o acesso dos professores ao referencial de Arte Conhecimento tenha sido importante a ponto de ressignificar os outros espaços de presença da arte. Estes espaços aconteciam paralelamente ao trabalho em sala de aula com a Abordagem Triangular. Entender Arte exercitando a leitura, contextualização e fazer artístico fez com que os professores modificassem suas concepções sobre arte e ensino de arte e mesmo quando a intenção não era a de estar trabalhando o conhecimento específico de arte, as atividades ganhavam um outro olhar estético e novos repertórios artísticos passaram a fazer parte do cotidiano da escola dentro e fora de sala de aula. 10 O Tema de Pesquisa é a estratégia de ensino assumida pela escola, desde a década de 80, como articulador entre a heterogeneidade cultural das crianças, os elementos dos objetos de conhecimento que se quer tornar disponível às crianças e os aspectos vinculados diretamente à aprendizagem.o Tema de Pesquisa serve de fio condutor que orienta a intencionalidade da prática pedagógica.

5 As explicações: dimensões da arte na Educação Infantil: As explicações dos professores para proposição das atividades artísticas podem ser analisadas por vários ângulos: se por um lado parece refletir a história do ensino de arte e da formação do professor de Educação Infantil para trabalhar arte em sala de aula; por outro lado, as intenções para arte têm sido assim colocadas para atender a interface entre as demandas de Educação Infantil e demandas da área de arte. O estético e artístico foi desde o inicio dos tempos uma forma de conhecer e explicar o mundo. Simbolizar, organizar formas foi e é forma de humanização. O entorno percebido é sentido/pensado esteticamente e representado. No ato de ler e representar o homem constrói sentidos para necessidades, desejos, sentimentos, conhecimentos. As linguagens artísticas, a exemplo de outras linguagens, são formas de expressão, comunicação, mas tem características próprias que faz com que chamemos esse conjunto de linguagens de Arte. São instrumentos mediadores na construção da identidade cultural dos alunos tanto quando este tem acesso ao repertório específico da Arte ou quando usa as linguagens artísticas como forma de compreender e representar outros sistemas de conhecimento. As linguagens de Arte têm uma dupla significação na escola elas atuam como forma de comunicação e expressão para toda e qualquer informação das áreas de conhecimento, mas há também em torno delas uma construção histórica que as institui como uma área de conhecimento. Em sendo área de conhecimento elas, podem ser vistas em suas especificidades. No entanto, a escola por muito tempo percebeu a Arte, na generalidade das linguagens, como mais uma a possibilitar a expressão de sentimentos, o recurso de expressão às áreas de conhecimento. Por possibilitar a expressão, o conhecimento de arte foi articulado para trabalhar conflitos psicológicos, instrumento de estruturação de sentimentos. Como técnica permitia a construção de habilidades motoras que serviriam para desenvolver outras formas de representação tais como a escrita, ou a noção espaço temporal no trabalho com o corpo. Contemporaneamente uma nova visão de Arte e de educação, conseqüentemente de ensino de Arte faz com que se busque a articulação das dimensões estética, cognitiva e social da Arte, olhando para Arte na escola como uma área de conhecimento. Os sentidos que a Arte como conhecimento assume hoje resultam da significação que vem se dando historicamente ao ensino de Arte. As mudanças na Arte e transformações na visão de educação tramaram ao longo do tempo significados que se articulam hoje naquilo que se tem chamado de Arte conhecimento na escola. Na historia da educação escolar a Arte sempre se fez presente, mas as intenções para Arte variaram de acordo com os princípios que a educação assumia em cada época, contudo a significação para os usos que se fez da Arte na educação não dependeu somente de do papel que se atribuía à escolarização, pois o conteúdo e a própria história da Arte 11 em sua amplitude de dimensões permitia que lhe fosse atribuída sentidos e funções diferentes na escola 12. Os usos e significados para Arte foram articulados na relação entre os princípios da educação e o que a área de Arte poderia oferecer para objetivação destes princípios. Enquanto linguagem forjada no movimento cultural a Arte envolve expressão individual e coletiva de sentimentos e valores culturais; há um fazer que dá forma a expressão e envolve técnica, construção de habilidades, utilização de instrumentos e conhecimento da sintaxe da linguagem. A escola tem tomado estes 11 A história da estética e da Arte tem significados diferentes em tempos diferentes. Arte foi por muito tempo concebida como um don, privilégios de gênios e dessa forma, não resultante de ações de ensino e aprendizagem. Atualmente Arte é entre outras coisas produto cultural que deve estar ao acesso de todos em que é preciso formar o fruidor de Arte e incentivar a participação do sujeito em atos artísticos, para que vivenciem a expressividade que lhes é natural enquanto seres humanos, mas pode ser desenvolvida se praticada. 12 Segundo Biasoli (1999:90), o conceito de Arte foi objetos de diferentes interpretações: Arte como técnica, materiais artísticos, lazer, liberação de impulsos, expressão, linguagem, comunicação...

6 aspectos em separado e atribuído-lhes funções diversas fragmentando as dimensões da Arte em função de objetivos alheios a área, mas pertinentes a outras preocupações do currículo. A escola de Educação Infantil atribuindo diferentes finalidades a Arte promoveu a criação de espaços em que a Arte aparece justificada por intenções diversas, é necessário que os espaços e intenções coexistam porque a escola está lidando com interesses amplos que vão além do aspecto específico da arte. Neste sentido é preciso pensar a Arte em si mesma e em relação ao currículo geral. Dessa interface emergem as intenções para arte. Ver a Arte como recurso, como meio para expressão de sentimentos, Arte para desenvolver habilidades, Arte com o objetivo de acesso aos padrões estéticos, ou como uma área de conhecimento, são possibilidades de mediação oriundas da relação entre as características específicas da área e as demandas gerais do currículo de Educação Infantil. Emoção, habilidades motoras, expressão, comunicação e reflexão sobre o conhecimento de Arte atendem a ângulos do trabalho com crianças: corporal, afetivo, cognitivo. Ângulos dos quais se pode olhar e propor situações de contato com a Arte na escola. Estas categorias podem significar organizadores do ensino de Arte na educação infantil, porque permitem dizer da Arte e atender a aspectos do desenvolvimento das crianças. As intenções dos professores, classificadas desta forma podem estar representando também dimensões da Arte em relação às especificidades da Educação Infantil. A Arte pode aparecer como uma linguagem essencial à comunicação e expressão infantil e pode ser vista como uma produção cultural a qual a criança deve ter acesso. Enquanto linguagem ela envolve expressão, construção de habilidades, e pode servir de recurso ao trabalho com outras áreas. Enquanto conhecimento que tem um repertório cultural construído, a escola tem mediado o contato das crianças com manifestações artísticas através da promoção de apresentações de arte na e fora da escola e na utilização da Abordagem Triangular para organizar temas de pesquisas da área de arte. As explicações para a presença da Arte localizadas na história da escola nos mostraram que há dimensões diferentes da área de Arte que são priorizadas pelos professores dependendo da situação. Há na escola espaços diversos e formas de mediar o acesso à arte em que a dimensões da arte podem aparecer. As dimensões e espaços 13 de Arte na escola surgem na íntima relação entre a maneira de organizar e atender ás demandas de atores alunos, professores e instituição - e as possibilidades de usos da arte para atender ás essas necessidades do cotidiano da escola. As cinco categorias de explicações para presença da Arte na escola podem ser vistas como dimensões da Arte articuladas pelo planejamento do professor de forma fragmentada em função do trabalho com crianças. Embora se priorize no, planejamento uma ou outra, a ação das crianças sobre os elementos das linguagens artísticas ou no contato com objetos de Arte permite a construção de maneiras expressão nestas linguagens. Planejar Arte como uma área que tem características próprias ou como usos de linguagens voltados para outros objetivos são formas de promover o contato da criança com estético e o artístico. Semelhante a todos os humanos, a criança realiza leituras, mas o faz dentro de suas possibilidades e características de pensamento. É com essas características que as crianças entram em contato com a Arte tanto como uso de linguagens quanto como conhecimento. As situações de presença da Arte na Educação Infantil ocorrem observando que as crianças estão em processo de socialização, isto é, estão tendo seus primeiros contatos com formas de ser e estar no mundo de humanos e atuam para entender e construir significados mediados pela linguagem e pelo outro. A criança é, portanto desde que nasce um ser de cultura e leitor de mundo que apreende o repertório simbólico nas práticas culturais do seu grupo. Há uma forma própria da criança pensar seu mundo que é característica das suas possibilidades de pensamento nesta faixa etária. Faixa de transição entre o entendimento e explicação de mundo por meio de ações e o entendimento e explicação por meio das operações. As crianças estão articulando maneiras de pensar as ações e o fazem através da sofisticação do uso do 13 Estou usando o termo dimensões da arte ao referir-me aos aspectos que essa área pode abranger. Quanto trato de espaços da arte na escola, digo das diversidades de mediações que podem ser articuladas em experiências estéticas e artísticas.

7 corpo e desenvolvimento de outros repertórios de expressão e comunicação presentes nas linguagens. Estão vivenciando e articulando formas de representações diversas. As linguagens ao mesmo tempo em que se constituem representações do pensamento infantil são constituidoras deste pensamento porque são práticas de significação do mundo que acontecem na comunicação com o outro. Acontecem em práticas culturais, e neste sentido ao representar a criança está às voltas com significações coletivas e com suas próprias significações ou os sentidos que consegue articular para si no contato com o coletivo. As representações em suas variadas formas corporal, oral, desenho, musica, escrita, jogo dramático estão permeando qualquer objetivo que se possa ter em Educação Infantil. Neste sentido a corporeidade e a Arte têm papel fundamental na ampliação das possibilidades de leitura e representação de mundo das crianças. A Arte é um destes conjuntos de representações a que a criança tem acesso em seu entorno, uma linguagem mais próxima da criança que mesmo a oralidade e a escrita, porque vivenciada sensorialmente e pela corporeidade possibilidade de expressão anterior à fala e a escrita, dessa forma não poderia deixar de estar presentes no fazer pedagógico do professor de Educação Infantil. Na Educação Infantil a estrutura da área de Arte não ganha um tratamento de disciplina em que é necessário garantir a risca o que é específico da área, porque o trabalho com crianças suscita outras demandas que estão relacionadas aos aspectos do desenvolvimento. As crianças neste momento vivenciam representações e desta forma os conteúdos específicos estão presentes na Educação Infantil enquanto uso de linguagens. A experiência com maneiras de atuar na Escrita, na Matemática, nas Ciências na Arte, traz à criança o desafio de entender o modo como estes saberes funcionam e lhes permite a construção de vocabulários culturais que lhes dão significação. Atuar a partir do repertório específico significa estar se apropriando dos elementos que farão com que mais tarde ela pense esses saberes em suas especificidades e regras Embora não tenha caráter disciplinar, as características específicas das linguagens artísticas podem ser vivenciadas pelas crianças em qualquer idade dentro ou fora da escola. O professor tendo acesso à formação específica para esta área pode pensar mediações que garantam o acesso da criança ao repertorio da Arte, em espaços que ora tratam da Arte conhecimento, ora da Arte como linguagem. O conteúdo disciplinar tem relevância na Educação Infantil porque representam formas diferenciadas de conhecer de contato com o mundo, as crianças neste período estão aprendendo a atuar no mundo dos humanos, aprendendo a conhecer. Na escola, não sendo a Arte vista somente como conhecimento específico, suas dimensões ocupam espaços diversos dependendo do cruzamento entre o que é específico da Arte e as demandas das crianças neste período. BIBLIOGRAFIA BARBOSA, Ana Mae. Tópicos Utópicos. Belo Horizonte: C/ Arte, BARBOSA, Ana Mae. A imagem no ensino de Arte: anos oitenta e novos tempos. São Paulo: Perspectiva, BRASIL, Parâmetros curriculares nacionais: Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF (1 a a 4 a série) v. 6 (Arte). BRASIL, Referencial curricular nacional para educação infantil/ Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental Brasília: MEC/SEF, FUZARI, Maria F. de Resende e FERRAZ, Heloisa. Metodologia do Ensino de Arte. São Paulo, Cortez, FUZARI, Maria F. de Resende e FERRAZ, Heloísa, Arte na Educação Escolar, São Paulo, Cortez PILLAR, Analice Dutra. (Org.). A Educação do Olhar no Ensino de Arte.Porto Alegre: Mediação, 1997.

8 SÃO PAULO: SECRETARIA MUNICIPAL DE ENSINO. Educação Artística. Visão de área, 2/7. Documento 5, UFRN: NEI. Caderno Faça e Conte. Ano 1 - N 0 1- Volume 1. (1998) Natal: UFRN: NEI. Cadernos Faça e Conte. Ano 2- N 0 2 Volume 2. (1999) Natal: VIEIRA, Analice Pilar. Metodologia Triangular: Pressupostos Conceituais In: O Vídeo e a Metodologia Triangular no Ensino de Arte. Porto Alegre. Universidade Federal do Rio Grande do Sul: Fundação Iochp, 1997.

Categoria Pôster 2 O NEI se constitui numa escola de Educação Infantil situada no Campus Central da UFRN- Natal, que

Categoria Pôster 2 O NEI se constitui numa escola de Educação Infantil situada no Campus Central da UFRN- Natal, que ARTE PRESENTE NA CONSTRUÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO: UM RELATO DE CASO 1 PONTES, Gilvânia Maurício Dias de (Mestranda PPGEd-UFRN/ Prof. do NEI-UFRN) PERNAMBUCO, Marta Maria Castanho Almeida (DEPED- CCSA-

Leia mais

JUSTIFICATIVA OBJETIVOS GERAIS DO CURSO

JUSTIFICATIVA OBJETIVOS GERAIS DO CURSO FATEA Faculdades Integradas Teresa D Ávila Plano de Ensino Curso: Pedagogia Disciplina: Fundamentos Teoricos Metodologicos para o Ensino de Arte Carga Horária: 36h Período: 2º ano Ano: 2011 Turno: noturno

Leia mais

Ciranda de Sons e Tons: experiências culturais na infância Gilvânia Maurício Dias de Pontes 1 UFRGS

Ciranda de Sons e Tons: experiências culturais na infância Gilvânia Maurício Dias de Pontes 1 UFRGS Ciranda de Sons e Tons: experiências culturais na infância Gilvânia Maurício Dias de Pontes 1 UFRGS Resumo. As crianças desde o seu nascimento estão imersas em uma cultura para qual, inevitavelmente, terão

Leia mais

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Brincar é fonte de lazer, mas é, simultaneamente, fonte de conhecimento; é esta dupla natureza que nos leva a considerar o brincar

Leia mais

Curso Educação Artística Habilitação: Artes Plásticas. Disciplina Prática de Ensino. Professor(a) José Paulo de Assis Rocha JUSTIFICATIVA

Curso Educação Artística Habilitação: Artes Plásticas. Disciplina Prática de Ensino. Professor(a) José Paulo de Assis Rocha JUSTIFICATIVA Curso Educação Artística Habilitação: Artes Plásticas Disciplina Prática de Ensino Ano letivo 2011 Série 3ª Carga Horária 72 H/aula Professor(a) José Paulo de Assis Rocha JUSTIFICATIVA Assim como curadores

Leia mais

Aspectos históricos das propostas pedagógicas de Ensino de Arte 1

Aspectos históricos das propostas pedagógicas de Ensino de Arte 1 Aspectos históricos das propostas pedagógicas de Ensino de Arte 1 Gilvânia Maurício Dias de Pontes 2 A visão contemporânea de Arte na Educação tem colocado a necessidade de resgatar o valor da Arte nas

Leia mais

JUSTIFICATIVA DA INCLUSÃO DA DISCIPLINA NA CONSTITUIÇÃO DO CURRICULO

JUSTIFICATIVA DA INCLUSÃO DA DISCIPLINA NA CONSTITUIÇÃO DO CURRICULO FATEA Faculdades Integradas Teresa D Ávila Curso: Pedagogia Carga Horária: 36h Ano: 2011 Professor: José Paulo de Assis Rocha Plano de Ensino Disciplina: Arte e Educação Período: 1º ano Turno: noturno

Leia mais

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO CONSELHO DE CLASSE O Conselho de Classe é um órgão colegiado, de cunho decisório, presente no interior da organização escolar, responsável pelo processo de avaliação do desempenho pedagógico do aluno.

Leia mais

CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Claudia Maria da Cruz Consultora Educacional FEVEREIRO/2015 CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL A ênfase na operacionalização escrita dos documentos curriculares municipais é

Leia mais

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM CORRENTES DO PENSAMENTO DIDÁTICO 8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM Se você procurar no dicionário Aurélio, didática, encontrará o termo como feminino substantivado de didático.

Leia mais

DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA - 2008. Disciplinas Teórica Prática Estágio Total. 1º Período

DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA - 2008. Disciplinas Teórica Prática Estágio Total. 1º Período MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Universidade Federal de Alfenas. UNIFAL-MG Rua Gabriel Monteiro da Silva, 700. Alfenas/MG. CEP 37130-000 Fone: (35) 3299-1000. Fax: (35) 3299-1063 DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE

Leia mais

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino O bom professor é o que consegue, enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Paulo Freire INTRODUÇÃO A importância

Leia mais

POLO ARTE NA ESCOLA: FORMAÇÃO CONTINUADA DE ENSINO DA ARTE PARA PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA DE BANANEIRAS/PB

POLO ARTE NA ESCOLA: FORMAÇÃO CONTINUADA DE ENSINO DA ARTE PARA PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA DE BANANEIRAS/PB POLO ARTE NA ESCOLA: FORMAÇÃO CONTINUADA DE ENSINO DA ARTE PARA PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA DE BANANEIRAS/PB ANDRADE, Luciene de 1 BARBOSA,Jamylli da Costa 2 FERREIRA, Jalmira Linhares Damasceno 3 SANTOS,

Leia mais

Justificativa: Cláudia Queiroz Miranda (SEEDF 1 ) webclaudia33@gmail.com Raimunda de Oliveira (SEEDF) deoliveirarai@hotmail.com

Justificativa: Cláudia Queiroz Miranda (SEEDF 1 ) webclaudia33@gmail.com Raimunda de Oliveira (SEEDF) deoliveirarai@hotmail.com 1 COMO COLOCAR AS TEORIAS ESTUDADAS NA FORMAÇÃO DO PNAIC EM PRÁTICA NA SALA DE AULA? REFLEXÕES DE PROFESSORES ALFABETIZADORES SOBRE O TRABALHO COM O SISTEMA DE NUMERAÇÃO DECIMAL Cláudia Queiroz Miranda

Leia mais

Coordenadoras: Enalva de Santana Santos e Márcia Soares Ramos Alves

Coordenadoras: Enalva de Santana Santos e Márcia Soares Ramos Alves TEMA : BRINCANDO E APRENDENDO NA ESCOLA Coordenadoras: Enalva de Santana Santos e Márcia Soares Ramos Alves Autora: Prof a Cássia de Fátima da S. Souza PÚBLICO ALVO Alunos de 04 anos TEMA: BRINCANDO E

Leia mais

Resenha de livro. Por Camila Munerato 1 Camila Rodrigues dos Santos 2 Eunice Pereira Cardoso 3

Resenha de livro. Por Camila Munerato 1 Camila Rodrigues dos Santos 2 Eunice Pereira Cardoso 3 Resenha de livro Por Camila Munerato 1 Camila Rodrigues dos Santos 2 Eunice Pereira Cardoso 3 A presente resenha do livro de Moretto, (2007) em sua 2 edição tem o intuito de mostrar que a avaliação é um

Leia mais

CONSTRUINDO TRIÂNGULOS: UMA ABORDAGEM ENFATIZANDO A CONDIÇÃO DE EXISTÊNCIA E CLASSIFICAÇÕES

CONSTRUINDO TRIÂNGULOS: UMA ABORDAGEM ENFATIZANDO A CONDIÇÃO DE EXISTÊNCIA E CLASSIFICAÇÕES CONSTRUINDO TRIÂNGULOS: UMA ABORDAGEM ENFATIZANDO A CONDIÇÃO DE EXISTÊNCIA E CLASSIFICAÇÕES Poliana de Brito Morais ¹ Francisco de Assis Lucena² Resumo: O presente trabalho visa relatar as experiências

Leia mais

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais

Metodologia e Prática de Ensino de Ciências Sociais

Metodologia e Prática de Ensino de Ciências Sociais Metodologia e Prática de Ensino de Ciências Sociais Metodologia I nvestigativa Escolha de uma situação inicial: Adequado ao plano de trabalho geral; Caráter produtivo (questionamentos); Recursos (materiais/

Leia mais

V Seminário de Metodologia de Ensino de Educação Física da FEUSP- 2014. Relato de Experiência INSERINDO A EDUCAÇÃO INFANTIL NO CONTEXTO COPA DO MUNDO.

V Seminário de Metodologia de Ensino de Educação Física da FEUSP- 2014. Relato de Experiência INSERINDO A EDUCAÇÃO INFANTIL NO CONTEXTO COPA DO MUNDO. V Seminário de Metodologia de Ensino de Educação Física da FEUSP- 2014 Relato de Experiência INSERINDO A EDUCAÇÃO INFANTIL NO CONTEXTO COPA DO MUNDO. RESUMO Adriana Vieira de Lima Colégio Marista Arquidiocesano

Leia mais

O Ensino de Matemática na Educação Infantil

O Ensino de Matemática na Educação Infantil Débora de Oliveira O Ensino de Matemática na Educação Infantil No Brasil, desde 1996, a Educação Infantil é considerada a primeira etapa da educação básica e tem como guia de reflexão de cunho educacional

Leia mais

PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA.

PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA. PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA. OLIVEIRA 1, Jordânia Amorim da Silva. SOUSA 2, Nádia Jane de. TARGINO 3, Fábio. RESUMO Este trabalho apresenta resultados parciais do projeto

Leia mais

A ARTE NA FORMAÇÃO CONTÍNUA DE PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL: EM BUSCA DE UMA PRAXE TRANSFORMADORA

A ARTE NA FORMAÇÃO CONTÍNUA DE PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL: EM BUSCA DE UMA PRAXE TRANSFORMADORA A ARTE NA FORMAÇÃO CONTÍNUA DE PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL: EM BUSCA DE UMA PRAXE TRANSFORMADORA Sumaya Mattar Moraes Mestranda na Área de Linguagem e Educação da FEUSP Esta pesquisa coloca em pauta

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Alfabetização de Crianças O Professor Alfabetizador é o profissional responsável por planejar e implementar ações pedagógicas que propiciem,

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA 1 A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA INTRODUÇÃO O tema a ser estudado tem como finalidade discutir a contribuição da Educação Física enquanto

Leia mais

CONGRESSO CARIOCA DE EDUCAÇÃO FÍSICA 2º FEP RJ ABERTURA DO FÓRUM: CONTEXTO GERAL DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR

CONGRESSO CARIOCA DE EDUCAÇÃO FÍSICA 2º FEP RJ ABERTURA DO FÓRUM: CONTEXTO GERAL DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR CONGRESSO CARIOCA DE EDUCAÇÃO FÍSICA 2º FEP RJ ABERTURA DO FÓRUM: CONTEXTO GERAL DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR Acreditamos ser relevante abordar de forma rápida o contexto atual da Educação Física Escolar

Leia mais

O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA

O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA Profª. Ms. Marilce da Costa Campos Rodrigues - Grupo de estudos e pesquisas em Política e Formação Docente: ensino fundamental

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL LINGUAGEM ORAL E ESCRITA. Premissas básicas:

EDUCAÇÃO INFANTIL LINGUAGEM ORAL E ESCRITA. Premissas básicas: EDUCAÇÃO INFANTIL A Educação Infantil, enquanto segmento de ensino que propicia um maior contato formal da criança com o mundo que a cerca, deve favorecer a socialização da criança, permitir a interação

Leia mais

OFICINA DE LÍNGUA PORTUGUESA COMO MEDIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL NOS CURSOS SUBSEQÜENTES DO IFRN - CAMPUS NATAL/CIDADE ALTA

OFICINA DE LÍNGUA PORTUGUESA COMO MEDIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL NOS CURSOS SUBSEQÜENTES DO IFRN - CAMPUS NATAL/CIDADE ALTA OFICINA DE LÍNGUA PORTUGUESA COMO MEDIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL NOS CURSOS SUBSEQÜENTES DO IFRN - CAMPUS NATAL/CIDADE ALTA Dayvyd Lavaniery Marques de Medeiros Professor do IFRN Mestrando do PPGEP

Leia mais

Sistema Maxi no Ensino Fundamental I

Sistema Maxi no Ensino Fundamental I Sistema Maxi no Ensino Fundamental I Características do segmento Ensino Fundamental: Anos Iniciais compreende do 1º ao 5º ano a criança ingressa no 1º ano aos 6 anos de idade Fonte: shutterstock.com Material

Leia mais

MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G)

MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G) MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G) Resumo: Este artigo procurou abordar o ensino da matemática na Educação Infantil através de brincadeiras,

Leia mais

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO ESTRUTURA GERAL DOS ROTEIROS DE ESTUDOS QUINZENAL Os roteiros de estudos, cujo foco está destacado nas palavras chaves, estão organizados em três momentos distintos: 1º MOMENTO - FUNDAMENTOS TEÓRICOS -

Leia mais

LURDINALVA PEDROSA MONTEIRO E DRª. KÁTIA APARECIDA DA SILVA AQUINO. Propor uma abordagem transversal para o ensino de Ciências requer um

LURDINALVA PEDROSA MONTEIRO E DRª. KÁTIA APARECIDA DA SILVA AQUINO. Propor uma abordagem transversal para o ensino de Ciências requer um 1 TURISMO E OS IMPACTOS AMBIENTAIS DERIVADOS DA I FESTA DA BANAUVA DE SÃO VICENTE FÉRRER COMO TEMA TRANSVERSAL PARA AS AULAS DE CIÊNCIAS NO PROJETO TRAVESSIA DA ESCOLA CREUSA DE FREITAS CAVALCANTI LURDINALVA

Leia mais

P R O J E T O : A R T E N A E S C O L A M Ú S I C A NA E S C O L A

P R O J E T O : A R T E N A E S C O L A M Ú S I C A NA E S C O L A P R O J E T O : A R T E N A E S C O L A M Ú S I C A NA E S C O L A C O R A L F L A U T A F A N F A R R A I N F A N T I L (A L U N O S) A L U N O S 2 OS E 3 OS ANOS CEC - A - UNIDADE EXECUTORA: Direção,

Leia mais

Colégio La Salle São João. Professora Kelen Costa Educação Infantil. Educação Infantil- Brincar também é Educar

Colégio La Salle São João. Professora Kelen Costa Educação Infantil. Educação Infantil- Brincar também é Educar Colégio La Salle São João Professora Kelen Costa Educação Infantil Educação Infantil- Brincar também é Educar A importância do lúdico na formação docente e nas práticas de sala de aula. A educação lúdica

Leia mais

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 GRUPO 6.1 MÓDULO 4 Índice 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 1.1. Desenvolvimento e Aprendizagem de Jovens e Adultos... 4 1.1.1. Educar na Diversidade... 5 1.2. Os Efeitos da Escolarização/Alfabetização

Leia mais

METODOLOGIA DO ENSINO DA ARTE. Número de aulas semanais 4ª 2. Apresentação da Disciplina

METODOLOGIA DO ENSINO DA ARTE. Número de aulas semanais 4ª 2. Apresentação da Disciplina METODOLOGIA DO ENSINO DA ARTE Série Número de aulas semanais 4ª 2 Apresentação da Disciplina Considerando a necessidade de repensar o ensino da arte, faz-se necessário refletir sobre este ensino em sua

Leia mais

2.5 AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

2.5 AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL 2.5 AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Para que a Educação Infantil no município de Piraquara cumpra as orientações desta Proposta Curricular a avaliação do aprendizado e do desenvolvimento da criança, como

Leia mais

Brincadeiras que ensinam. Jogos e brincadeiras como instrumentos lúdicos de aprendizagem

Brincadeiras que ensinam. Jogos e brincadeiras como instrumentos lúdicos de aprendizagem Brincadeiras que ensinam Jogos e brincadeiras como instrumentos lúdicos de aprendizagem Por que as crianças brincam? A atividade inerente à criança é o brincar. A criança brinca para atribuir significados

Leia mais

Composição dos PCN 1ª a 4ª

Composição dos PCN 1ª a 4ª Composição dos PCN 1ª a 4ª Compõem os Parâmetros os seguintes módulos: Volume 1 - Introdução - A elaboração dos Parâmetros curriculares Nacionais constituem o primeiro nível de concretização curricular.

Leia mais

Prova Nacional de Concurso para o Ingresso na Carreira Docente

Prova Nacional de Concurso para o Ingresso na Carreira Docente Prova Nacional de Concurso para o Ingresso na Carreira Docente A Prova Docente: Breve Histórico Prova Nacional de Concurso para o Ingresso na Carreira Docente Instituída pela Portaria Normativa nº 3, de

Leia mais

A ORALIZAÇÃO COMO MANIFESTAÇÃO LITERÁRIA EM SALA DE AULA

A ORALIZAÇÃO COMO MANIFESTAÇÃO LITERÁRIA EM SALA DE AULA A ORALIZAÇÃO COMO MANIFESTAÇÃO LITERÁRIA EM SALA DE AULA. AÇÕES DO PIBID/CAPES UFG (SUBPROJETO: LETRAS: PORTUGUÊS) NO COLÉGIO ESTADUAL LYCEU DE GOIÂNIA Bolsistas: SILVA, Danila L.; VAZ, Paula R. de Sena.;

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Habilitação: Regime: Duração: PEDAGOGIA LICENCIATURA FORMAÇÃO PARA O MAGISTÉRIO EM EDUCAÇÃO INFANTIL SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização:

Leia mais

A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças

A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças PADILHA, Aparecida Arrais PMSP cidarrais@yahoo.com.br Resumo: Este artigo apresenta uma

Leia mais

Situando o uso da mídia em contextos educacionais

Situando o uso da mídia em contextos educacionais Situando o uso da mídia em contextos educacionais Maria Cecília Martinsi Dentre os pressupostos educacionais relevantes para a época atual, considera-se que as múltiplas dimensões do ser humano - intelectual,

Leia mais

OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE

OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE Maria Cristina Kogut - PUCPR RESUMO Há uma preocupação por parte da sociedade com a atuação da escola e do professor,

Leia mais

JOGOS ONLINE NA CONSTRUÇÃO DE CONCEITOS MATEMÁTICOS

JOGOS ONLINE NA CONSTRUÇÃO DE CONCEITOS MATEMÁTICOS JOGOS ONLINE NA CONSTRUÇÃO DE CONCEITOS MATEMÁTICOS Lucas Gabriel Seibert Universidade Luterana do Brasil lucasseibert@hotmail.com Roberto Luis Tavares Bittencourt Universidade Luterana do Brasil rbittencourt@pop.com.br

Leia mais

Currículo Referência em Artes Visuais Ensino Médio

Currículo Referência em Artes Visuais Ensino Médio Currículo Referência em Artes Visuais Ensino Médio 1º ANO - ENSINO MÉDIO Objetivos Conteúdos Expectativas - Conhecer a área de abrangência profissional da arte e suas características; - Reconhecer e valorizar

Leia mais

A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR. GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância

A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR. GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância Nilce Fátima Scheffer - URI-Campus de Erechim/RS - snilce@uri.com.br

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO ÁREA DE COMUNICAÇÃO PROGRAMA DE ENSINO DE EDUCAÇÃO FÍSICA - 2012

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO ÁREA DE COMUNICAÇÃO PROGRAMA DE ENSINO DE EDUCAÇÃO FÍSICA - 2012 UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO ÁREA DE COMUNICAÇÃO PROGRAMA DE ENSINO DE EDUCAÇÃO FÍSICA - 2012 7 ANO TURMAS A e B Prof. Alexandre Magno Guimarães Ementa:

Leia mais

Palavras chaves: Criança, Educação Infantil, Corpo e Movimento.

Palavras chaves: Criança, Educação Infantil, Corpo e Movimento. CORPO E MOVIMENTO: CONCEPÇÕES E PRÁTICAS DOS PROFESSORES NA EDUCAÇÃO INFANTIL Tamiris Andrade dos Santos (UEL) tamiris_152@hotmail.com Gilmara Lupion Moreno gilmaralupion@uel.br RESUMO: Sabe-se da importância

Leia mais

Educação Física Escolar: análise do cotidiano pedagógico e possibilidades de intervenção

Educação Física Escolar: análise do cotidiano pedagógico e possibilidades de intervenção Educação Física Escolar: análise do cotidiano pedagógico e possibilidades de intervenção Silvia Christina Madrid Finck E-mail: scmfinck@ uol.com.br Resumo: Este artigo refere-se ao projeto de pesquisa

Leia mais

PROCESSO SELETIVO PARA PROFESSORES SUBSTITUTOS EDITAL

PROCESSO SELETIVO PARA PROFESSORES SUBSTITUTOS EDITAL EDUCAÇÃO INFANTIL 01) Tomando como base a bibliografia atual da área, assinale a alternativa que destaca CORRE- TAMENTE os principais eixos de trabalho articuladores do cotidiano pedagógico nas Instituições

Leia mais

SEQUÊNCIA DIDÁTICA: A Publicidade na Sala de Aula

SEQUÊNCIA DIDÁTICA: A Publicidade na Sala de Aula OFICINA SEMIPRESENCIAL O(S) USO(S) DE DOCUMENTO(S) DE ARQUIVO NA SALA DE AULA ALUNA: Alcinéia Emmerick de Almeida / Núcleo de Ação Educativa - APESP SEQUÊNCIA DIDÁTICA: A Publicidade na Sala de Aula TEMA:

Leia mais

TÍTULO: O ENSINO DA ARTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL: FONTE DE PRAZER E APRENDIZAGEM

TÍTULO: O ENSINO DA ARTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL: FONTE DE PRAZER E APRENDIZAGEM TÍTULO: O ENSINO DA ARTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL: FONTE DE PRAZER E APRENDIZAGEM CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO ANHANGUERA DE

Leia mais

PARÂMETRO DE ARTE PARA O ENSINO FUNDAMENTAL - REDE MUNICIPAL ENSINO DE TRÊS CORAÇÕES. Diretrizes para o ensino de Arte 2011

PARÂMETRO DE ARTE PARA O ENSINO FUNDAMENTAL - REDE MUNICIPAL ENSINO DE TRÊS CORAÇÕES. Diretrizes para o ensino de Arte 2011 PARÂMETRO DE ARTE PARA O ENSINO FUNDAMENTAL - REDE MUNICIPAL ENSINO DE TRÊS CORAÇÕES 1 Diretrizes para o ensino de Arte 2011 1 Arte e legislação educacional: A inclusão da Arte no currículo escolar foi

Leia mais

MODELAGEM MATEMÁTICA

MODELAGEM MATEMÁTICA 600 MODELAGEM MATEMÁTICA *Carla da Silva Santos **Marlene Menegazzi RESUMO Este artigo retrata através de seus dados históricos, métodos e exemplo prático uma metodologia alternativa de ensino nos levando

Leia mais

Curso: Pedagogia ( 1 ª Licenciatura) I Bloco. Fundamentos Epistemológicos de Pedagogia 60 horas

Curso: Pedagogia ( 1 ª Licenciatura) I Bloco. Fundamentos Epistemológicos de Pedagogia 60 horas Curso: Pedagogia ( 1 ª Licenciatura) I Bloco Fundamentos Epistemológicos de Pedagogia 60 horas Metodologia Científica 60 horas História da Educação 60 horas Sociologia da Educação I 60 horas Filosofia

Leia mais

REALIZAÇÃO DE TRABALHOS INTERDISCIPLINARES GRUPOS DE LEITURA SUPERVISIONADA (GRULES)

REALIZAÇÃO DE TRABALHOS INTERDISCIPLINARES GRUPOS DE LEITURA SUPERVISIONADA (GRULES) REALIZAÇÃO DE TRABALHOS INTERDISCIPLINARES GRUPOS DE LEITURA SUPERVISIONADA (GRULES) 1 APRESENTAÇÃO Este manual é um documento informativo visando orientar a comunidade acadêmica quanto ao processo de

Leia mais

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL 1988 CONSTITUIÇÃO FEDERAL ANTECEDENTES Art. 210. Serão fixados conteúdos mínimos para o ensino fundamental, de maneira a assegurar formação básica comum

Leia mais

INSTITUTO SINGULARIDADES CURSO PEDAGOGIA MATRIZ CURRICULAR POR ANO E SEMESTRE DE CURSO

INSTITUTO SINGULARIDADES CURSO PEDAGOGIA MATRIZ CURRICULAR POR ANO E SEMESTRE DE CURSO INSTITUTO SINGULARIDADES CURSO PEDAGOGIA MATRIZ CURRICULAR POR ANO E SEMESTRE DE CURSO 1º N1 1. Espaços e Práticas Culturais 40h N1 2. Oficina de Artes Visuais 80h N1 3. Prática de Leitura e escrita 80h

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FNDE PROINFÂNCIA BAHIA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA - UFBA FACULDADE DE EDUCAÇÃO - FACED DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A

Leia mais

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches A presença de tecnologias digitais no campo educacional já é facilmente percebida, seja pela introdução de equipamentos diversos,

Leia mais

ESPAÇO INCLUSIVO Coordenação Geral Profa. Dra. Roberta Puccetti Coordenação Do Projeto Profa. Espa. Susy Mary Vieira Ferraz RESUMO

ESPAÇO INCLUSIVO Coordenação Geral Profa. Dra. Roberta Puccetti Coordenação Do Projeto Profa. Espa. Susy Mary Vieira Ferraz RESUMO ESPAÇO INCLUSIVO Coordenação Geral Profa. Dra. Roberta Puccetti Coordenação Do Projeto Profa. Espa. Susy Mary Vieira Ferraz RESUMO A inclusão é uma realidade mundial. Desde a Declaração de Salamanca em

Leia mais

ARCO-ÍRIS DE SABERES NA PRÁTICA EDUCATIVA: UMA EXPERIÊNCIA VIVENCIADA NO CURSO DE PEDAGOGIA DO IFESP

ARCO-ÍRIS DE SABERES NA PRÁTICA EDUCATIVA: UMA EXPERIÊNCIA VIVENCIADA NO CURSO DE PEDAGOGIA DO IFESP 1 ARCO-ÍRIS DE SABERES NA PRÁTICA EDUCATIVA: UMA EXPERIÊNCIA VIVENCIADA NO CURSO DE PEDAGOGIA DO IFESP Claudete da Silva Ferreira - IFESP Márcia Maria Alves de Assis - IFESP RESUMO Esta apresentação se

Leia mais

Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade

Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade Pensar na realidade é pensar em transformações sociais. Atualmente, temos observado os avanços com relação à

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA CLAINES KREMER GENISELE OLIVEIRA EDUCAÇÃO AMBIENTAL: POR UMA PERSPECTIVA DE RELAÇÕES ENTRE

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL. Plano de Trabalho Docente 2014

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL. Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL Plano de Trabalho Docente 2014 Etec Dr. José Luiz Viana Coutinho Código: 073 Município:Jales Eio Tecnológico: Recursos Naturais Habilitação Profissional:

Leia mais

48 Os professores optaram por estudar a urbanização, partindo dos espaços conhecidos pelos alunos no entorno da escola. Buscavam, nesse projeto, refletir sobre as características das moradias existentes,

Leia mais

EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor

EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor Juliana Graciano Parise 1 Eliane de Lourdes Felden 2 Resumo: O trabalho apresenta uma experiência de ensino articulado à pesquisa

Leia mais

VIVENCIANDO MÚLTIPLAS LINGUAGENS NA BIBLIOTECA ESCOLAR: EXPERIÊNCIA DO PIBID/UEMS/PEDAGOGIA

VIVENCIANDO MÚLTIPLAS LINGUAGENS NA BIBLIOTECA ESCOLAR: EXPERIÊNCIA DO PIBID/UEMS/PEDAGOGIA VIVENCIANDO MÚLTIPLAS LINGUAGENS NA BIBLIOTECA ESCOLAR: EXPERIÊNCIA DO PIBID/UEMS/PEDAGOGIA Gabriela Arcas de Oliveira¹; Joice Gomes de Souza²; Giana Amaral Yamin³. UEMS- CEP, 79804970- Dourados-MS, ¹Bolsista

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul FACULDADE DE EDUCAÇÃO

Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul FACULDADE DE EDUCAÇÃO EMENTAS DAS DISCIPLINAS DA DISCIPLINA: EDUCAÇÃO EM ESPAÇOS NÃO FORMAIS: PESQUISA E PRÁTICA CODICRED: 142AU-04 EMENTA: Caracterização, organização e gestão dos espaços não-formais na promoção da aprendizagem

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

CURSO PREPARATÓRIO PARA PROFESSORES. Profa. M. Ana Paula Melim Profa. Milene Bartolomei Silva

CURSO PREPARATÓRIO PARA PROFESSORES. Profa. M. Ana Paula Melim Profa. Milene Bartolomei Silva CURSO PREPARATÓRIO PARA PROFESSORES Profa. M. Ana Paula Melim Profa. Milene Bartolomei Silva 1 Conteúdo: Concepções Pedagógicas Conceitos de Educação; Pedagogia; Abordagens Pedagógicas: psicomotora, construtivista,

Leia mais

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia A CONTRIBUIÇÃO DA DIDÁTICA CRÍTICA NA INTERLIGAÇÃO DE SABERES AMBIENTAIS NO PROCESSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES

Leia mais

BRINCAR E APRENDER: A IMPORTÂNCIA DO BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL

BRINCAR E APRENDER: A IMPORTÂNCIA DO BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL BRINCAR E APRENDER: A IMPORTÂNCIA DO BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL GEANE SANTANA ROCHA QUIXABEIRA CMEI Criança Feliz geanezinha@gmail.com ANADIR FERREIRA DA SILVA Secretaria Municipal de Educação laurapso@hotmail.co.uk

Leia mais

VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil

VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil NOSSA MISSÃO: Por meio da educação formar cidadãos felizes, independentes, éticos e solidários VALORES: Respeito, honestidade, boa moral

Leia mais

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades; INFANTIL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com a confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações:

Leia mais

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL Curso: Tecnologia Social e Educação: para além dos muros da escola Resumo da experiência de Avaliação do Programa "Apoio

Leia mais

A importância dos Registros de Representação Semiótica no Ensino da Matemática

A importância dos Registros de Representação Semiótica no Ensino da Matemática A importância dos Registros de Representação Semiótica no Ensino da Matemática PROF. MS. JOSÉ JOÃO DE MELO (josejoaomelo@gmail.com) PROF ESP. AUGUSTO RATTI FILHO (gutoratti@outlook.com.br) PROF DR. ROGERIO

Leia mais

OBJETIVO GERAL OBJETIVOS ESPECÍFICOS

OBJETIVO GERAL OBJETIVOS ESPECÍFICOS APRENDER BRINCANDO INVESTIDAS DA PRÁTICA EDUCACIONAL EM ESPAÇOS NÃO ESCOLARES JUNTO AO PROGRAMA INTEGRAÇÃO AABB COMUNIDADE, UMA EXPERIÊNCIA COM CRIANÇAS E JOVENS DA REDE PÚBLICA DE ENSINO DA CIDADE DE

Leia mais

Descobrindo o que a criança sabe na atividade inicial Regina Scarpa 1

Descobrindo o que a criança sabe na atividade inicial Regina Scarpa 1 1 Revista Avisa lá, nº 2 Ed. Janeiro/2000 Coluna: Conhecendo a Criança Descobrindo o que a criança sabe na atividade inicial Regina Scarpa 1 O professor deve sempre observar as crianças para conhecê-las

Leia mais

O lazer, a educação e o Programa Segundo Tempo. Victor Melo, Angela Brêtas, Monica Monteiro

O lazer, a educação e o Programa Segundo Tempo. Victor Melo, Angela Brêtas, Monica Monteiro O lazer, a educação e o Programa Segundo Tempo Victor Melo, Angela Brêtas, Monica Monteiro Universidade Federal do Rio de Janeiro O que é lazer? Quando atuamos no âmbito do lazer podemos destacar dois

Leia mais

GERENCIANDO UMA MICROEMPRESA COM O AUXÍLIO DA MATEMÁTICA E DO EXCEL: UM CONTEXTO DE MODELAGEM

GERENCIANDO UMA MICROEMPRESA COM O AUXÍLIO DA MATEMÁTICA E DO EXCEL: UM CONTEXTO DE MODELAGEM GERENCIANDO UMA MICROEMPRESA COM O AUXÍLIO DA MATEMÁTICA E DO EXCEL: UM CONTEXTO DE MODELAGEM Fernanda Maura M. da Silva Lopes 1 Lorena Luquini de Barros Abreu 2 1 Universidade Salgado de Oliveira/ Juiz

Leia mais

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI Grupo Acadêmico Pedagógico - Agosto 2010 O Projeto Pedagógico Institucional (PPI) expressa os fundamentos filosóficos,

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO DE EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL... 4 02 INVESTIGAÇÃO PEDAGÓGICA: DIVERSIDADE CULTURAL NA APRENDIZAGEM... 4 03 METODOLOGIA CIENTÍFICA...

Leia mais

A HISTÓRIA DA MATEMÁTICA COMO MEDIADOR DIDÁTICO CONCEITUAL NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA DOS ANOS INICIAIS

A HISTÓRIA DA MATEMÁTICA COMO MEDIADOR DIDÁTICO CONCEITUAL NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA DOS ANOS INICIAIS 1 A HISTÓRIA DA MATEMÁTICA COMO MEDIADOR DIDÁTICO CONCEITUAL NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA DOS ANOS INICIAIS Lúcia Helena Bezerra Ferreira Universidade Federal do Piauí luchbf@gmail.com RESUMO

Leia mais

ESCOLA ESPECIAL RENASCER- APAE PROFESSORA: JULIANA ULIANA DA SILVA

ESCOLA ESPECIAL RENASCER- APAE PROFESSORA: JULIANA ULIANA DA SILVA ESCOLA ESPECIAL RENASCER- APAE PROFESSORA: JULIANA ULIANA DA SILVA PROJETO: ARTES NA EDUCAÇÃO ESPECIAL O CORPO E A MENTE EM AÇÃO LUCAS DO RIO VERDE 2009 APRESENTAÇÃO Em primeiro lugar é preciso compreender

Leia mais

A Educação Musical em atividades interdisciplinares: um relato de experiência em uma oficina 1

A Educação Musical em atividades interdisciplinares: um relato de experiência em uma oficina 1 A Educação Musical em atividades interdisciplinares: um relato de experiência em uma oficina 1 Fernanda de Assis Oliveira 2 Universidade Federal do Rio Grande do Sul UFRGS Resumo: Este relato descreve

Leia mais

AVALIAÇÃO ESCOLAR E INTERVENÇÃO NO DESENHO INFANTIL: UMA PROPOSTA DE CRITÉRIOS PARA ANÁLISE.

AVALIAÇÃO ESCOLAR E INTERVENÇÃO NO DESENHO INFANTIL: UMA PROPOSTA DE CRITÉRIOS PARA ANÁLISE. AVALIAÇÃO ESCOLAR E INTERVENÇÃO NO DESENHO INFANTIL: UMA PROPOSTA DE CRITÉRIOS PARA ANÁLISE. Mônica Cintrão França Ribeiro Universidade Paulista (UNIP) Comunicação Científica RESUMO O objetivo desse estudo

Leia mais

JOGOS ELETRÔNICOS CONTRIBUINDO NO ENSINO APRENDIZAGEM DE CONCEITOS MATEMÁTICOS NAS SÉRIES INICIAIS

JOGOS ELETRÔNICOS CONTRIBUINDO NO ENSINO APRENDIZAGEM DE CONCEITOS MATEMÁTICOS NAS SÉRIES INICIAIS JOGOS ELETRÔNICOS CONTRIBUINDO NO ENSINO APRENDIZAGEM DE CONCEITOS MATEMÁTICOS NAS SÉRIES INICIAIS Educação Matemática na Educação Infantil e nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental (EMEIAIEF) GT 09 RESUMO

Leia mais

SEE Secretaria de Estado da Educação DERITQ Diretoria de Ensino da Região de Itaquaquecetuba

SEE Secretaria de Estado da Educação DERITQ Diretoria de Ensino da Região de Itaquaquecetuba SEE Secretaria de Estado da Educação DERITQ Diretoria de Ensino da Região de Itaquaquecetuba NP Núcleo Pedagógico Sejam bem vindos, professores de Educação Física Rose Ribeiro PCNP Ed. Física 1 2 EDUCAÇÃO

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1A

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1A 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Prática: 15 h/a Carga Horária: 60 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/coordenador-pedagogico/projeto-formacao-professoresmatematica-623627.shtml

Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/coordenador-pedagogico/projeto-formacao-professoresmatematica-623627.shtml Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/coordenador-pedagogico/projeto-formacao-professoresmatematica-623627.shtml Projeto de formação de professores em Matemática Um projeto exclusivo

Leia mais

Pedagogia. Comunicação matemática e resolução de problemas. PCNs, RCNEI e a resolução de problemas. Comunicação matemática

Pedagogia. Comunicação matemática e resolução de problemas. PCNs, RCNEI e a resolução de problemas. Comunicação matemática Pedagogia Profa. Luciana Miyuki Sado Utsumi Comunicação matemática e resolução de problemas PCNs, RCNEI e a resolução de problemas Consideram aspectos fundamentais, como: As preocupações acerca do ensino

Leia mais

OS SIGNIFICADOS DA DOCÊNCIA NA FORMAÇÃO EM ALTERNÂNCIA - A PERSPECTIVA DOS PROFISSIONAIS DAS ESCOLAS FAMILIA AGRÍCOLA

OS SIGNIFICADOS DA DOCÊNCIA NA FORMAÇÃO EM ALTERNÂNCIA - A PERSPECTIVA DOS PROFISSIONAIS DAS ESCOLAS FAMILIA AGRÍCOLA OS SIGNIFICADOS DA DOCÊNCIA NA FORMAÇÃO EM ALTERNÂNCIA - A PERSPECTIVA DOS PROFISSIONAIS DAS ESCOLAS FAMILIA AGRÍCOLA SILVA, Lourdes Helena da - UFV GT: Educação Fundamental /n.13 Agência Financiadora:

Leia mais

A RELAÇÃO ENTRE A TEORIA E A PRÁTICA NO ENSINO DE ARTE NA ESCOLA

A RELAÇÃO ENTRE A TEORIA E A PRÁTICA NO ENSINO DE ARTE NA ESCOLA A RELAÇÃO ENTRE A TEORIA E A PRÁTICA NO ENSINO DE ARTE NA ESCOLA Rivaldo Bevenuto de Oliveira Neto Departamento de Artes UFRN RESUMO O ensino de Arte é a educação que oportuniza ao aluno o acesso à Arte

Leia mais

DIVISÃO DE REGISTROS ACADÊMICOS Registros Acadêmicos da Graduação. Ementas por Curso 09/05/2011 15:06

DIVISÃO DE REGISTROS ACADÊMICOS Registros Acadêmicos da Graduação. Ementas por Curso 09/05/2011 15:06 Curso: 9 DIVISÃO DE REGISTROS ACADÊMICOS Centro de Ciências da Educação Pedagogia (Noturno) Ano/Semestre: 0/ 09/0/0 :06 s por Curso Magistério: Educação Infantil e Anos Iniciais do Ens. Fundamental CNA.0.00.00-8

Leia mais

Procuramos verificar o que propõem alguns professores que ministram disciplinas relacionadas aos temas em questão nos cursos de licenciatura em

Procuramos verificar o que propõem alguns professores que ministram disciplinas relacionadas aos temas em questão nos cursos de licenciatura em A SISTEMATIZAÇÃO DOS CONTEÚDOS DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR RELACIONADA AOS TEMAS JOGOS E BRINCADEIRAS E CAPOEIRA, NA PERSPECTIVA DE DOCENTES DO ENSINO SUPERIOR André Barros Laércio Iório Luciana Venâncio

Leia mais

MATRIZES CURRICULARES MUNICIPAIS PARA A EDUCAÇÃO BÁSICA - MATEMÁTICA: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA EM MOGI DAS CRUZES

MATRIZES CURRICULARES MUNICIPAIS PARA A EDUCAÇÃO BÁSICA - MATEMÁTICA: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA EM MOGI DAS CRUZES MATRIZES CURRICULARES MUNICIPAIS PARA A EDUCAÇÃO BÁSICA - MATEMÁTICA: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA EM MOGI DAS CRUZES Marcia Regiane Miranda Secretaria Municipal de Educação de Mogi das Cruzes marcia.sme@pmmc.com.br

Leia mais