ANÁLISE E PREDISPOSIÇÃO À OCORRÊNCIA DE ESCORREGAMENTOS UTILIZANDO ROTINAS DE APOIO À DECISÃO COMO BASE PARA O... PAINÉIS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ANÁLISE E PREDISPOSIÇÃO À OCORRÊNCIA DE ESCORREGAMENTOS UTILIZANDO ROTINAS DE APOIO À DECISÃO COMO BASE PARA O... PAINÉIS"

Transcrição

1 PAINÉIS 97

2 Rodrigues, B. B.; Zuquette, L. V. 98

3 ANÁLISE E PREDISPOSIÇÃO À OCORRÊNCIA DE ESCORREGAMENTOS UTILIZANDO ROTINAS DE APOIO À DECISÃO COMO BASE PARA O PLANEJAMENTO URBANO Berenice Bitencourt Rodrigues * Lázaro Valentim Zuquette ** Região urbanizada pode ser definida como o conjunto dos componentes de um ecossistema onde as atividades humanas estão interligadas aos outros componentes, enquanto o sistema evolui dinamicamente. Qualquer alteração espacial e/ou estrutural em uma parte ou elemento desse sistema provoca uma reação em cadeia que atinge as outras partes e/ou elementos de maneira direta ou indireta, cumulativamente ou não. A construção de sistemas para auxílio no processo de tomada de decisão para áreas sujeitas a movimentos de massa gravitacionais pode levar em consideração desde aspectos ambientais e construtivos até aspectos sociais e econômicos. A maioria desses sistemas baseia-se em relações complexas entre os componentes ambientais. Quando o tomador de decisão se depara com esses tipos de sistema, quanto melhor for seu entendimento do processo, melhor será sua previsão ou decisão. O Método de Análise Hierárquica é uma sistemática que permite a utilização de dados qualitativos e quantitativos na análise de tais sistemas e vem sendo mundialmente utilizado para auxiliar os processos de decisão considerando os mais diversos fins. Pretende-se apresentar neste trabalho os resultados obtidos pelo emprego do Método de Análise Hierárquica (AHP) para o estudo da vulnerabilidade de uma parcela da área urbana de Ouro Preto/MG (Foto 1) à ocorrência de escorregamentos, considerando 24 atributos do meio ambiente como base para o planejamento urbano. * Faculdade de Engenharia de Minas Gerais Feamig; ** Universidade de São Paulo. Escola de Engenharia de São Carlos; 99

4 Rodrigues, B. B.; Zuquette, L. V. Foto 1. Localização da área de estudo: Serra de Ouro Preto, Ouro Preto (MG). ABORDAGEM METODOLÓGICA A caracterização das áreas favoráveis à ocorrência de movimentos de massa gravitacionais foi definida com base na individualização da área de estudo em 736 celas de dimensões regulares (50m X 50m), onde foram determinados os atributos (naturais e antrópicos) que influenciam direta ou indiretamente na ocorrência dos eventos. Foram considerados 24 atributos relativos aos sete componentes selecionados para a análise (material inconsolidado, relevo, uso do solo, vegetação, litologia e características de instabilidade das encostas) e, para cada atributo, foram definidas as classes (ou características) que melhor refletem a instabilidade do terreno. Para a aplicação da Sistemática de Análise Hierárquica (AHP), foram definidos quatro níveis de hierarquização (Fig. 1) MOVIMENTOS DE MASSA GRAVITACIONAIS META C1 C2 C7 COMPONENTES A1 A2 A24 ATRIBUTOS NÍVEIS DE INFORMAÇÃO CL1 CL2 CL3 CL4 CL36 CLASSES Figura 1. Tratamento das Informações Sistemática AHP. 100

5 utilizados na análise do problema: o primeiro nível é ocupado pela meta ou pela favorabilidade à ocorrência de movimentos de massa gravitacionais; o segundo, pelos componentes do meio físico ou antrópico que favorecem (menos ou mais) a ocorrência dos eventos; o terceiro, ocupado pelos atributos referentes a cada um dos componentes selecionados, e o quarto, ocupado pelas classes dos atributos definidos para a área em estudo. A adequabilidade das informações foi analisada com base na proposta de Rodrigues (2003), constituída por 10 etapas seqüenciais que incluem desde a análise básica dos dados existentes até o gerenciamento e o armazenamento das informações relacionadas à tomada de decisão, o que permitiu identificar as possíveis alterações que ocorrem na classificação, quanto à favorabilidade à ocorrência de movimentos de massa gravitacionais, quando não são considerados ou são suprimidos um ou mais dos componentes ambientais, definidos na análise de susceptibilidade. A definição dos pesos relativos para cada um dos componentes, em relação à meta, para cada um dos atributos em relação aos componentes e para cada uma das classes em relação aos atributos, tomou como base a proposta de Saaty (1990b), que objetiva determinar, em termos numéricos, dentro de uma escala de valores predefinidos (Fig. 2), as prioridades dos elementos de um nível em relação a um nível superior, permitindo, ainda, a análise quanto à importância de cada um dos componentes selecionados, mostrando seu grau de influência na ocorrência do evento. Espessura do Material Inconsolidado < 2m 2 a 10m > 10m Ausência Peso relativo Normalizado < 2m a 10m 1/ > 10m 1/5 1/ Ausência 1/9 1/4 1/ AVMáx.=4.034 I.C= R.C= Figura 2. Exemplo da matriz de definição dos pesos para as classes do atributo espessura do material inconsolidado e seus respectivos cálculos de consistência. O conjunto das informações utilizadas na análise foi obtido nos trabalhos de Souza (1996); Bonuccelli (1999) e Zenóbio (2000), com atualiza- 101

6 Rodrigues, B. B.; Zuquette, L. V. ção, em campo, das informações que não apresentaram validade amostral e temporal adequadas. O estudo possibilitou a classificação de cada célula quanto ao grau de predisposição para escorregamentos (Foto 2 e 3), assim como a medida mais adequada para controle ou prevenção Foto 2. Destaque da área de estudo onde podem ser observadas três áreas com cicatrizes de movimentos de massa gravitacionais Foto 3. Destaques ampliados da Foto 2, apresentando as cicatrizes dos eventos já ocorridos, mostrando a fragilidade da área. 102

7 CONSIDERAÇÕES FINAIS Ao se estudar determinado tipo de evento natural ou antrópico (como no caso da predisposição à instabilidade das encostas), é necessária a avaliação dos eventos com base em todos os componentes que caracterizam e/ou influenciam a ocorrência de tal evento, uma vez que a supressão de um ou mais componentes pode vir a alterar a definição do grau de instabilidade de todo o terreno ou de partes dele. Isso pode ser altamente prejudicial, já que essa definição pode levar a classificar uma área que apresenta alta predisposição à instabilidade em áreas que apresentam média e até baixa predisposição à instabilidade. Referências BONUCCELLI, T. Estudo dos movimentos gravitacionais de massa e processos erosivos com aplicação na área urbana de Ouro Preto/MG Escala 1: v. Tese (Doutorado) Universidade de São Paulo, Escola de Engenharia de São Carlos, São Carlos, INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS APLICADAS. Desenvolvimento ambiental de Ouro Preto: microbacia do Ribeirão do Funil. Belo Horizonte: IGA, RODRIGUES, B. B. Proposta de sistemática para tomada de decisão relativa a movimentos de massa gravitacionais: aplicação em Ouro Preto (MG) f. 3v. Tese (Doutorado) Universidade Estadual Paulista, Rio Claro, SAATY, T. L. How to make a decision: the analytic hierarchy process. European Journal of Operational Research, Amsterdam, n. 48, p. 9-26, 1990b. SOUZA, M. L. Mapeamento geotécnico da cidade de Ouro Preto/ MG Escala 1:10.000: susceptibilidade aos movimentos de massa e processos correlatos v. Dissertação (Mestrado) Universidade de São Paulo, Escola de Engenharia de São Carlos, ZENÓBIO, A. A. Avaliação geológico-geotécnica de encostas naturais rochosas: área urbana de Ouro Preto (MG) escala 1: v. Dissertação (Mestrado) Universidade de São Paulo, Escola de Engenharia de São Carlos, São Carlos,

CONSTRUÇÃO DE CARTAS DE PREDISPOSIÇÃO A ESCORREGAMENTOS EM ÁREAS URBANAS USANDO ROTINAS DE APOIO À DECISÃO

CONSTRUÇÃO DE CARTAS DE PREDISPOSIÇÃO A ESCORREGAMENTOS EM ÁREAS URBANAS USANDO ROTINAS DE APOIO À DECISÃO CONSTRUÇÃO DE CARTAS DE PREDISPOSIÇÃO A ESCORREGAMENTOS EM ÁREAS URBANAS USANDO ROTINAS DE APOIO À DECISÃO ELABORATION OF LANDSLIDES PREDISPOSITION CHARTS IN URBAN AREAS USING ROUTINES OF DECISION SUPPORT

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENGENHARIA. Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Minas, Metalúrgica e de Materiais (PPGEM)

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENGENHARIA. Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Minas, Metalúrgica e de Materiais (PPGEM) UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENGENHARIA Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Minas, Metalúrgica e de Materiais (PPGEM) Metodologia para Integração de Dados em Ambiente SIG

Leia mais

ÁREAS DE RISCO AOS PROCESSOS DE ESCORREGAMENTOS NO MUNICÍPIO DE SANTOS, SP: ANÁLISE E INDICADORES DE VULNERABILIDADE RESUMO

ÁREAS DE RISCO AOS PROCESSOS DE ESCORREGAMENTOS NO MUNICÍPIO DE SANTOS, SP: ANÁLISE E INDICADORES DE VULNERABILIDADE RESUMO Kátia Canil Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo canilkat@ipt.br ÁREAS DE RISCO AOS PROCESSOS DE ESCORREGAMENTOS NO MUNICÍPIO DE SANTOS, SP: ANÁLISE E INDICADORES DE VULNERABILIDADE

Leia mais

Costa, B.L. 1 ; PALAVRAS CHAVES: Planejamento ambiental; Geoprocessamento; Geomorfologia

Costa, B.L. 1 ; PALAVRAS CHAVES: Planejamento ambiental; Geoprocessamento; Geomorfologia USO DE GEOTECNOLOGIAS PARA ANALISE GEOMORFOLÓGICA USANDO O MAPA DE LOCALIZAÇÃO DE PONTOS DE MOVIMENTOS DE MASSAS NA. Costa, B.L. 1 ; 1 UERJ - FFP Email:brunolopescosta@gmail.com; RESUMO: O objetivo deste

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE CIÊNCIAS DA TERRA DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA GEOMORFOLOGIA BÁSICA E ESTRUTURAL - GB 128 TEMA 1

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE CIÊNCIAS DA TERRA DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA GEOMORFOLOGIA BÁSICA E ESTRUTURAL - GB 128 TEMA 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE CIÊNCIAS DA TERRA DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA GEOMORFOLOGIA BÁSICA E ESTRUTURAL - GB 128 TEMA 1 Professor: Fabiano A. Oliveira 2017 Afinal, o que é Geomorfologia?

Leia mais

Alessander C. Morales Kormann

Alessander C. Morales Kormann Riscos geológico-geotécnicos em taludes rodoviários: desenvolvimento de uma metodologia de mapeamento e gerenciamento integrado de informações para a BR-376, trecho da Serra do Mar (PR-SC) Alessander C.

Leia mais

UFABC- Universidade Federal do ABC- PROEXT 2011/2012. Gestão de Riscos Geológicos em Ambiente Urbano: Escorregamentos e Processos Correlatos

UFABC- Universidade Federal do ABC- PROEXT 2011/2012. Gestão de Riscos Geológicos em Ambiente Urbano: Escorregamentos e Processos Correlatos UFABC- Universidade Federal do ABC- PROEXT 2011/2012 Gestão de Riscos Geológicos em Ambiente Urbano: Escorregamentos e Processos Correlatos 2º OFICINA: SOLUÇÕES DE ESTABILIZAÇÃO CLÁUDIA PAIVA FATORES CONDICIONANTES

Leia mais

ANÁLISE DAS ÁREAS DE RISCO A ENCHENTES E INUNDAÇÕES EM ALFENAS-MG.

ANÁLISE DAS ÁREAS DE RISCO A ENCHENTES E INUNDAÇÕES EM ALFENAS-MG. ANÁLISE DAS ÁREAS DE RISCO A ENCHENTES E INUNDAÇÕES EM ALFENAS-MG. FONSECA, Homero Ferreira da¹ homeros77@hotmail.com BONASSI, Igor Rafael Pernambuco¹ igor1505@hotmail.com SANTOS, Clibson Alves dos² clibsonsantos@gmail.com

Leia mais

ANÁLISE MULTICRITÉRIO APLICADA AO ESTUDO DE CONTROLE AMBIENTAL NO SETOR AGROINDUSTRIAL: PRODUÇÃO DO QUEIJO QUALHO

ANÁLISE MULTICRITÉRIO APLICADA AO ESTUDO DE CONTROLE AMBIENTAL NO SETOR AGROINDUSTRIAL: PRODUÇÃO DO QUEIJO QUALHO ANÁLISE MULTICRITÉRIO APLICADA AO ESTUDO DE CONTROLE AMBIENTAL NO SETOR AGROINDUSTRIAL: PRODUÇÃO DO QUEIJO QUALHO INTRODUÇÃO: A AGROINDÚSTRIA BRASILEIRA SETOR LÁCTEO P + L OBJETIVOS: OBJETIVO GERAL: IDENTIFICAR

Leia mais

SOLOS COLAPSÍVEIS. DEFINIÇÃO: solos que sofrem significativa redução de volume quando umidecidos, com ou sem aplicação de carga adicional.

SOLOS COLAPSÍVEIS. DEFINIÇÃO: solos que sofrem significativa redução de volume quando umidecidos, com ou sem aplicação de carga adicional. GEOLOGIA AMBIENTAL: Solos colapsíveis SOLOS COLAPSÍVEIS DEFINIÇÃO: solos que sofrem significativa redução de volume quando umidecidos, com ou sem aplicação de carga adicional. CARACTERÍSTICAS DOS SOLOS

Leia mais

SISTEMA NACIONAL DE CLASSIFICAÇÃO E SUAS DEFINIÇÕES de março 2015 Paramaribo, Suriname

SISTEMA NACIONAL DE CLASSIFICAÇÃO E SUAS DEFINIÇÕES de março 2015 Paramaribo, Suriname SISTEMA NACIONAL DE CLASSIFICAÇÃO E SUAS DEFINIÇÕES 09-13 de março 2015 Paramaribo, Suriname REFERENCIAS NACIONAIS DE COBERTURA TERRESTRE SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO PARA A COBERTURA E O USO DA TERRA A nomenclatura

Leia mais

Uso de técnicas de geoprocessamento no zoneamento de áreas de risco de escorregamento em Ouro Preto - MG

Uso de técnicas de geoprocessamento no zoneamento de áreas de risco de escorregamento em Ouro Preto - MG Uso de técnicas de geoprocessamento no zoneamento de áreas de risco de escorregamento em Ouro Preto - MG Guilherme José Cunha Gomes 1 Frederico Garcia Sobreira 2 Jeanne Michelle Garcia Castro 3 1 Departamento

Leia mais

CONCEITOS E TERMINOLOGIA DAS CARTAS DE RISCO QUE SE IMPUSERAM NA GESTÃO DO RISCO A ESCORREGAMENTOS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

CONCEITOS E TERMINOLOGIA DAS CARTAS DE RISCO QUE SE IMPUSERAM NA GESTÃO DO RISCO A ESCORREGAMENTOS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CONCEITOS E TERMINOLOGIA DAS CARTAS DE RISCO QUE SE IMPUSERAM NA GESTÃO DO RISCO A ESCORREGAMENTOS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Ingrid Lima e Claudio Amaral DRM-RJ 1 Introdução Os desastres associados a

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO DE RISCO

CLASSIFICAÇÃO DE RISCO CLASSIFICAÇÃO DE RISCO Eduardo Lucena C. de Amorim CLASSIFICAÇÃO DE RISCOS ATUAL E POTENCIAL Uma das classificações de risco existente baseia-se no estágio da ocupação humana em determinada área, podendo

Leia mais

Caracterização dos processos evolutivos e da dinâmica erosiva em Rondon do Pará, com ênfase na prevenção de desastres.

Caracterização dos processos evolutivos e da dinâmica erosiva em Rondon do Pará, com ênfase na prevenção de desastres. Caracterização dos processos evolutivos e da dinâmica erosiva em Rondon do Pará, com ênfase na prevenção de desastres. Pré - projeto de pesquisa apresentada ao curso de Pós- Graduação em Gestão de Risco

Leia mais

Análise Multicritério e Modelagem de Dados Ambientais. Web Treinamento do Instituto GEOeduc Autor: Arthur Paiva

Análise Multicritério e Modelagem de Dados Ambientais. Web Treinamento do Instituto GEOeduc Autor: Arthur Paiva Análise Multicritério e Modelagem de Dados Ambientais Web Treinamento do Instituto GEOeduc Autor: Arthur Paiva SUMÁRIO Análise Espacial e Geoprocessamento Mapeamento Temático no Ambiente SIG Conceito de

Leia mais

PRIORIZAÇÃO DE PROJETOS DE INVESTIMENTOS CORRENTES EM UMA FERROVIA ATRAVÉS DE PROGRAMAÇÃO POR METAS

PRIORIZAÇÃO DE PROJETOS DE INVESTIMENTOS CORRENTES EM UMA FERROVIA ATRAVÉS DE PROGRAMAÇÃO POR METAS PRIORIZAÇÃO DE PROJETOS DE INVESTIMENTOS CORRENTES EM UMA FERROVIA ATRAVÉS DE PROGRAMAÇÃO POR METAS Gregório Coelho de Morais Neto Pedro Henrique Del Caro Daher PRIORIZAÇÃO DE PROJETOS DE INVESTIMENTOS

Leia mais

MAPAS GEOLÓGICOS E GEOTÉCNICOS

MAPAS GEOLÓGICOS E GEOTÉCNICOS MAPAS GEOLÓGICOS E GEOTÉCNICOS Definição Mapas geológicos Mapa geológico é aquele que mostra a distribuição dos tipos de rochas e das estruturas geológicas como fraturas, falhas, dobras, posição das camadas,

Leia mais

Trabalho prático de Reconhecimento Geológico

Trabalho prático de Reconhecimento Geológico Trabalho prático de Reconhecimento Geológico LOCALIZAÇÃO Av. Duarte Pacheco Local de encontro - Bombas da TOTAL- Oeste das Amoreiras Obras Geotécnicas Mestrado Integrado em Engenharia Civil (4º Ano) Instituto

Leia mais

ANÁLISE EM SIG MULTICRITÉRIO. Profa. Dra. Maria Isabel Castreghini de Freitas

ANÁLISE EM SIG MULTICRITÉRIO. Profa. Dra. Maria Isabel Castreghini de Freitas ANÁLISE EM SIG MULTICRITÉRIO Profa. Dra. Maria Isabel Castreghini de Freitas ANÁLISE DE MULTICRITÉRIOS Aplicada em estudos relacionados ao planejamento ambiental como: definição de áreas mais adequadas

Leia mais

CIP-Brasil. Catalogação-na-Fonte Sindicato Nacional dos Editores de Livros RJ

CIP-Brasil. Catalogação-na-Fonte Sindicato Nacional dos Editores de Livros RJ Copyright 2013, by Vânia Barcellos Gouvêa Campos Direitos Reservados em 2013 por Editora Interciência Ltda. Diagramação: Maria de Lourdes de Oliveira Revisão Ortográfica: Carlos Alexandre Fernandez Maria

Leia mais

Avaliação de perigos e riscos de inundação em Campos do Jordão (SP) aplicada à gestão local de risco de desastres

Avaliação de perigos e riscos de inundação em Campos do Jordão (SP) aplicada à gestão local de risco de desastres 16, 17 e 18 de setembro de 2014 São Paulo - SP Avaliação de perigos e riscos de inundação em Campos do Jordão (SP) aplicada à gestão local de risco de desastres Eduardo de Andrade; Paulo César Fernandes

Leia mais

15º Congresso Brasileiro de Geologia de Engenharia e Ambiental FRAGILIDADE POTENCIAL E EMERGENTE NO BAIRRO BRIGADEIRO TOBIAS, SOROCABA SP

15º Congresso Brasileiro de Geologia de Engenharia e Ambiental FRAGILIDADE POTENCIAL E EMERGENTE NO BAIRRO BRIGADEIRO TOBIAS, SOROCABA SP 15º Congresso Brasileiro de Geologia de Engenharia e Ambiental FRAGILIDADE POTENCIAL E EMERGENTE NO BAIRRO BRIGADEIRO TOBIAS, SOROCABA SP Camila Bertaglia Carou 1 ; Fernando Nadal Junqueira Villela 2 ;

Leia mais

Serviço Geológico do Brasil CPRM

Serviço Geológico do Brasil CPRM Serviço Geológico do Brasil CPRM AÇÃO EMERGENCIAL PARA A SETORIZAÇÃO DE ÁREAS COM INDÍCIOS OU POTENCIAIS PARA ALTO OU MUITO ALTO RISCO A DESLIZAMENTOS E INUNDAÇÕES EM TIMBÓ E JARAGUÁ DO SUL (SC) Deyna

Leia mais

MAPEAMENTO DE AMBIENTES DA PLANÍCIE COSTEIRA DE SOURE (ILHA DE MARAJÓ), A PARTIR DE IMAGENS IKONOS: UMA ABORDAGEM DE CLASSIFICAÇÃO ORIENTADA A OBJETO

MAPEAMENTO DE AMBIENTES DA PLANÍCIE COSTEIRA DE SOURE (ILHA DE MARAJÓ), A PARTIR DE IMAGENS IKONOS: UMA ABORDAGEM DE CLASSIFICAÇÃO ORIENTADA A OBJETO MAPEAMENTO DE AMBIENTES DA PLANÍCIE COSTEIRA DE SOURE (ILHA DE MARAJÓ), A PARTIR DE IMAGENS IKONOS: UMA ABORDAGEM DE CLASSIFICAÇÃO ORIENTADA A OBJETO Diogo Corrêa Santos 1 ; Wilson da Rocha Nascimento

Leia mais

Ciências do Ambiente. Prof. M.Sc. Alessandro de Oliveira Limas Engenheiro Químico (UNISUL ) Mestre em Engenharia de Alimentos (UFSC )

Ciências do Ambiente. Prof. M.Sc. Alessandro de Oliveira Limas Engenheiro Químico (UNISUL ) Mestre em Engenharia de Alimentos (UFSC ) Ciências do Ambiente Prof. M.Sc. Alessandro de Oliveira Limas Engenheiro Químico (UNISUL - 1995) Mestre em Engenharia de Alimentos (UFSC - 2002) Ciências Ambientais Estudo sistemático tico da natureza

Leia mais

O AHP como um modelo matemático: uma análise de sensibilidade simples

O AHP como um modelo matemático: uma análise de sensibilidade simples O AHP como um modelo matemático: uma análise de sensibilidade simples Mylena Cristina Rezende Pacheco mylenacrp@hotmail.com Fernando Luiz Goldman fernandogoldman@yahoo.com.br UNIFESO Resumo:Somos todos

Leia mais

Análise da Susceptibilidade a Processos Erosivos, de Inundação e Assoreamento em Itajobi-SP a Partir do Mapeamento Geológico- Geotécnico

Análise da Susceptibilidade a Processos Erosivos, de Inundação e Assoreamento em Itajobi-SP a Partir do Mapeamento Geológico- Geotécnico Análise da a Processos Erosivos, de Inundação e em Itajobi-SP a Partir do Mapeamento Geológico- Geotécnico Lucas Duarte Beggiato Departamento de Geotecnia, Universidade de São Paulo, São Carlos, São Paulo

Leia mais

ANÁLISE TEMPORAL DAS ÁREAS DE EXPANSÃO DE REFLORESTAMENTO NA REGIÃO DO CAMPO DAS VERTENTES-MG

ANÁLISE TEMPORAL DAS ÁREAS DE EXPANSÃO DE REFLORESTAMENTO NA REGIÃO DO CAMPO DAS VERTENTES-MG 151 Introdução ANÁLISE TEMPORAL DAS ÁREAS DE EXPANSÃO DE REFLORESTAMENTO NA REGIÃO DO CAMPO DAS VERTENTES-MG Viviane Valéria Silva¹, Laura Rafaele S. Silva 1, Júlio Cezar Costa¹, Bruna Cardoso de Faria¹,

Leia mais

OFICINA DE NUDECS JUNHO DE 2013

OFICINA DE NUDECS JUNHO DE 2013 Prefeitura Municipal de Caieiras Naumitra Engenharia OFICINA DE NUDECS JUNHO DE 2013 Geól. Edson José de Barros Geól. Rejane dos Santos Silva FUNDAMENTOS PREVISÃO - Possibilidade de identificação das

Leia mais

Estabelecimento de suscetibilidade a erosão - diferentes técnicas para diferentes etapas de tomada de decisão

Estabelecimento de suscetibilidade a erosão - diferentes técnicas para diferentes etapas de tomada de decisão http://revistas.unlp.edu.ar/domus/issue/view/86 Técnicas para carta de suscetibilidade AUGMDOMUS, a erosão 5:197-212, 2013 Asociación de Universidades Grupo Montevideo ISSN:1852-2181 Estabelecimento de

Leia mais

Determinação de fator de correlação a partir dos métodos de caracterização do maciço rochoso - mina Cuiabá - Sabará (MG)

Determinação de fator de correlação a partir dos métodos de caracterização do maciço rochoso - mina Cuiabá - Sabará (MG) Determinação de fator de correlação a partir dos métodos de caracterização do maciço rochoso - mina Cuiabá - Sabará (MG) Rodrigo César Padula Rodrigo Peluci de Figueiredo Universidade Federal de Ouro Preto

Leia mais

APLICAÇÃO DO MÉTODO DO VALOR INFORMATIVO

APLICAÇÃO DO MÉTODO DO VALOR INFORMATIVO ÁREAS COM INSTABILIDADE DE VERTENTES NO CONCELHO DA FIGUEIRA DA FOZ APLICAÇÃO DO MÉTODO DO VALOR INFORMATIVO CARLOS M. GUIMARÃES CEGOT - Universidade de Coimbra EUVG geo.guimaraes@gmail.com ANABELA M.

Leia mais

MANUTENÇÃO DO SISTEMA ELÉTRICO COM FOCO NAS FERRAMENTAS DA QUALIDADE

MANUTENÇÃO DO SISTEMA ELÉTRICO COM FOCO NAS FERRAMENTAS DA QUALIDADE 47 MANUTENÇÃO DO SISTEMA ELÉTRICO COM FOCO NAS FERRAMENTAS DA QUALIDADE Diego Gomes de Matos - Faculdades Integradas de Taquara FACCAT 1 José de Souza - Faculdades Integradas de Taquara FACCAT 2 Palavras

Leia mais

PROCESSAMENTO E CLASSIFICAÇÃO DE IMAGENS DE SATÉLITE PARA CARACTERIZAÇÃO DE USOS DO SOLO

PROCESSAMENTO E CLASSIFICAÇÃO DE IMAGENS DE SATÉLITE PARA CARACTERIZAÇÃO DE USOS DO SOLO PROCESSAMENTO E CLASSIFICAÇÃO DE IMAGENS DE SATÉLITE PARA CARACTERIZAÇÃO DE USOS DO SOLO Jairo Lima do Nascimento 1, George Leite Mamede 2, João Paulo do Vale Madeiro 3 Resumo: A aplicação de técnicas

Leia mais

Aula 1 Taludes e Movimentos de Massa. CIV 247 OBRAS DE TERRA Prof. Romero César Gomes

Aula 1 Taludes e Movimentos de Massa. CIV 247 OBRAS DE TERRA Prof. Romero César Gomes Aula 1 Taludes e Movimentos de Massa CIV 247 OBRAS DE TERRA Prof. Romero César Gomes Aula 1 1.1 Introdução. 1.2 Fatores Predisponentes e Causas dos Movimentos de Massa. 1.3 Tipos de Movimentos de Massa.

Leia mais

A.E.S. Abreu, O. Augusto Filho, J.N. Hirai Escola de Engenharia de São Carlos - USP. São Carlos, SP - Brasil

A.E.S. Abreu, O. Augusto Filho, J.N. Hirai Escola de Engenharia de São Carlos - USP. São Carlos, SP - Brasil Mapeamento Geotécnico Combinando Três Abordagens Distintas: da EESC/USP, do IPT e do Detalhamento Progressivo - Aplicação ao Município de Analândia SP. A.E.S. Abreu, O. Augusto Filho, J.N. Hirai Escola

Leia mais

MINERAÇÃO COM CONSIÊNCIA SOCIOAMBIENTAL, NO MUNICÍPIO DE NIQUELÂNDIA GOIÁS PAULO ANDRÉ BARBOSA HOLLANDA CAVALCANTE ¹ (PQ) *,

MINERAÇÃO COM CONSIÊNCIA SOCIOAMBIENTAL, NO MUNICÍPIO DE NIQUELÂNDIA GOIÁS PAULO ANDRÉ BARBOSA HOLLANDA CAVALCANTE ¹ (PQ) *, MINERAÇÃO COM CONSIÊNCIA SOCIOAMBIENTAL, NO MUNICÍPIO DE NIQUELÂNDIA GOIÁS PAULO ANDRÉ BARBOSA HOLLANDA CAVALCANTE ¹ (PQ) *, JÚLIA BARBOSA MENDES (IC) pauloandre.pa312@gmail.com End: Rua Itabaiana, Qd:

Leia mais

APLICAÇÃO DE SIG NO GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS: LOCALIZAÇÃO DE ÁREA PARA ATERRO SANITÁRIO

APLICAÇÃO DE SIG NO GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS: LOCALIZAÇÃO DE ÁREA PARA ATERRO SANITÁRIO APLICAÇÃO DE SIG NO GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS: LOCALIZAÇÃO DE ÁREA PARA ATERRO SANITÁRIO Ilka Soares Cintra (1) Professora Assistente do Departamento de Cartografia do Instituto de Geo- Ciências

Leia mais

¹ Estudante de Geografia na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), estagiária na Embrapa Informática Agropecuária (Campinas, SP).

¹ Estudante de Geografia na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), estagiária na Embrapa Informática Agropecuária (Campinas, SP). 89 Interpretação e classificação de imagens de satélite na extração de informações sobre o uso da terra e cobertura vegetal na bacia hidrográfica do rio Teles Pires/MT-PA Jéssica da Silva Rodrigues Cecim

Leia mais

Definição de áreas prioritárias para recuperação a partir da identificação de processos erosivos - PESRM

Definição de áreas prioritárias para recuperação a partir da identificação de processos erosivos - PESRM Definição de áreas prioritárias para recuperação a partir da identificação de processos erosivos - PESRM Ewerton Luiz de Oliveira Gontijo Geógrafo - PUCMinas Especialista em AIA e RAD - UniBH OBJETIVOS

Leia mais

AVALIAÇÃO AMBIENTAL A PARTIR DO USO DO SOLO NOS BAIRROS ROQUE E MATO GROSSO EM PORTO VELHO RO

AVALIAÇÃO AMBIENTAL A PARTIR DO USO DO SOLO NOS BAIRROS ROQUE E MATO GROSSO EM PORTO VELHO RO AVALIAÇÃO AMBIENTAL A PARTIR DO USO DO SOLO NOS BAIRROS ROQUE E MATO GROSSO EM PORTO VELHO RO 1 Tito José de Barba Avaroma Universidade Federal de Rondônia - UNIR tito.geo.ro@gmail.com Introdução Porto

Leia mais

Estatística. Professor Jair Vieira Silva Júnior.

Estatística. Professor Jair Vieira Silva Júnior. Estatística Professor Jair Vieira Silva Júnior Ementa da Disciplina Estatística descritiva; Interpretação de gráficos e tabelas; Amostras, representação de dados amostrais e medidas descritivas de uma

Leia mais

Notas de aula prática de Mecânica dos Solos I (parte 9) com respostas dos exercícios

Notas de aula prática de Mecânica dos Solos I (parte 9) com respostas dos exercícios 1 Notas de aula prática de Mecânica dos Solos I (parte 9) com respostas dos exercícios Helio Marcos Fernandes Viana Conteúdo da aula prática Exercícios de classificação dos solos pelo sistema HRB (Highway

Leia mais

Cad. acad. Tubarão, v. 2, n. 1, p , jan./jun. 2010

Cad. acad. Tubarão, v. 2, n. 1, p , jan./jun. 2010 MAPEAMENTO GEOTÉCNICO DE ÁREAS DE RISCO ATRAVÉS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS E SIMULAÇÕES COMPUTACIONAIS NO MUNICÍPIO DE PALHOÇA Rafael Reis Higashi 1 Rodrigo Bim 2 RESUMO Este trabalho apresenta

Leia mais

Disciplina: Cartografia Geoambiental

Disciplina: Cartografia Geoambiental Disciplina: Cartografia Geoambiental Professor: Me. Diego Alves de Oliveira Outubro de 2013 Carga horária Carga horária semestral: 64 Carga horária semanal: 4 Carga horária Teórica: 32 Carga horária Prática:

Leia mais

SUSCEPTIBILIDADE E POTENCIALIDADE À EROSÃO LAMINAR NA BACIA DO CÓRREGO BARREIRO - GOIÂNIA GO

SUSCEPTIBILIDADE E POTENCIALIDADE À EROSÃO LAMINAR NA BACIA DO CÓRREGO BARREIRO - GOIÂNIA GO SUSCEPTIBILIDADE E POTENCIALIDADE À EROSÃO LAMINAR NA BACIA DO CÓRREGO BARREIRO - GOIÂNIA GO André Souto REZENDE, GECON/UFG andresoutoufg@hotmail.com Patrícia Araújo ROMÃO, IESA/UFG pat_iesa@yahoo.com.br

Leia mais

Presentation Title 1

Presentation Title 1 SIC 2007 Aplicaçã ção o da Técnica T Análise da Árvore de Falhas para o estudo da patinagem em tratores Juliano Amaral Fernandes (M.Sc.) Maria Lúcia Machado Duarte (Ph.D.) Alexandre Carlos Eduardo (Dr.)

Leia mais

Bancos de Dados Geográficos. Modelagem Dinâmica EspaçoTemporal para Análise do Uso e. Ocupação do Solo

Bancos de Dados Geográficos. Modelagem Dinâmica EspaçoTemporal para Análise do Uso e. Ocupação do Solo Bancos de Dados Geográficos Modelagem Dinâmica EspaçoTemporal para Análise do Uso e Ocupação do Solo Prólogo Introdução Tradicionalmente, os Sistemas de Informação Geográfica são baseados em suposições

Leia mais

Planejamento Ambiental

Planejamento Ambiental Universidade de São Paulo PHD2344 Manejo de recursos Naturais Escola Politécnica da Universidade de São Paulo Planejamento Ambiental Aula 2 Prof. Dr. Arisvaldo V. Méllo Júnior Enga. Carla Voltarelli da

Leia mais

Descrição de Estatística

Descrição de Estatística Descrição de Estatística Elaborado pelo Prof. Leandro Maciel Estatística é um conjunto de métodos aplicados nas ciências com a finalidade de quantificar e analisar as ocorrências (fenômenos) de mesma natureza,

Leia mais

APLICAÇÃO DO PROCESSO ANALÍTICO HIERARQUICO: MODELO DE SELEÇÃO DE ALUNOS DA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA PARA INTERCÂMBIO

APLICAÇÃO DO PROCESSO ANALÍTICO HIERARQUICO: MODELO DE SELEÇÃO DE ALUNOS DA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA PARA INTERCÂMBIO APLICAÇÃO DO PROCESSO ANALÍTICO HIERARQUICO: MODELO DE SELEÇÃO DE ALUNOS DA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA PARA INTERCÂMBIO Thais Lopes Marouelli (UnB) thaismarouelli@gmail.com O objetivo do presente estudo

Leia mais

MAPEAMENTO DE SUSCEPTIBILIDADE À EROSÃO EM ZONA DE AMORTECIMENTO DE ÁREAS PROTEGIDAS BRASILEIRAS, ULTILIZANDO TÉCNICAS DE GEOPROCESSAMENTO

MAPEAMENTO DE SUSCEPTIBILIDADE À EROSÃO EM ZONA DE AMORTECIMENTO DE ÁREAS PROTEGIDAS BRASILEIRAS, ULTILIZANDO TÉCNICAS DE GEOPROCESSAMENTO MAPEAMENTO DE SUSCEPTIBILIDADE À EROSÃO EM ZONA DE AMORTECIMENTO DE ÁREAS PROTEGIDAS BRASILEIRAS, ULTILIZANDO TÉCNICAS DE GEOPROCESSAMENTO Taiana Evangelista dos Reis, Mestranda em Geografia, Universidade

Leia mais

Epidemias Severas da Ferrugem Polissora do Milho na Região Sul do Brasil na. safra 2009/2010

Epidemias Severas da Ferrugem Polissora do Milho na Região Sul do Brasil na. safra 2009/2010 Epidemias Severas da Ferrugem Polissora do Milho na Região Sul do Brasil na Autores Rodrigo Véras da Costa 1 Luciano Viana Cota 1 Dagma Dionisia da Silva 2 Douglas Ferreira Parreira 3 Leonardo Melo Pereira

Leia mais

ESTIMATIVA DA QUANTIDADE E DESTINO DE RESÍDUOS ORGÂNICOS DE AVIÁRIOS PRODUZIDOS NA REGIÃO SUDOESTE DO PARANÁ

ESTIMATIVA DA QUANTIDADE E DESTINO DE RESÍDUOS ORGÂNICOS DE AVIÁRIOS PRODUZIDOS NA REGIÃO SUDOESTE DO PARANÁ 1 II CONGRESSO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA UTFPR CÂMPUS DOIS VIZINHOS ESTIMATIVA DA QUANTIDADE E DESTINO DE RESÍDUOS ORGÂNICOS DE AVIÁRIOS PRODUZIDOS NA REGIÃO SUDOESTE DO PARANÁ Fabio César Bratti 1, Laércio

Leia mais

APLICAÇÃO DE REDES NEURAIS ARTIFICIAIS PARA ESTIMAR MATRIZ ORIGEM-DESTINO DE CARGA

APLICAÇÃO DE REDES NEURAIS ARTIFICIAIS PARA ESTIMAR MATRIZ ORIGEM-DESTINO DE CARGA APLICAÇÃO DE REDES NEURAIS ARTIFICIAIS PARA ESTIMAR MATRIZ ORIGEM-DESTINO DE CARGA Daniel Neves Schmitz Gonçalves Luiz Antonio Silveira Lopes Marcelino Aurelio Vieira da Silva APLICAÇÃO DE REDES NEURAIS

Leia mais

ESTABILIDADE DE TALUDES

ESTABILIDADE DE TALUDES ESTABILIDADE DE TALUDES Taludes de uma mina Taludes de um canal Escavação de um talude para construção de uma auto-estrada 1. Para que serve a análise da estabilidade de taludes? Desenhar taludes mediante

Leia mais

ANÁLISE DOS PARÂMETROS MORFOMÉTRICOS DO MÉDIO DA BACIA DO RIO PARAÍBA DO SUL NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO-RJ.

ANÁLISE DOS PARÂMETROS MORFOMÉTRICOS DO MÉDIO DA BACIA DO RIO PARAÍBA DO SUL NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO-RJ. ANÁLISE DOS PARÂMETROS MORFOMÉTRICOS DO MÉDIO DA BACIA DO RIO PARAÍBA DO SUL NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO-RJ. ANGEL LOO 1 e CLIBSON ALVES DOS SANTOS 2 angeel.loo@hotmail.com, clibsonsantos@gmail.com 1 Estudante

Leia mais

Av. Prof. Almeida Prado, 532, São Paulo, SP, CEP

Av. Prof. Almeida Prado, 532, São Paulo, SP, CEP MAPEAMENTO DE ÁREAS DE RISCO DE ESCORREGAMENTOS E SOLAPAMENTO DE MARGENS NO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO SP: O EXEMPLO DA FAVELA SERRA PELADA, SUBPREFEITURA BUTANTÃ EDUARDO SOARES DE MACEDO 1 KÁTIA CANIL 1 MARCELO

Leia mais

ACTIVIDADES HUMANAS AMBIENTE GEOLÓGICO IMPACTO NOS PROJECTOS DE ENGENHARIA

ACTIVIDADES HUMANAS AMBIENTE GEOLÓGICO IMPACTO NOS PROJECTOS DE ENGENHARIA ACTIVIDADES HUMANAS AMBIENTE GEOLÓGICO IMPACTO NOS PROJECTOS DE ENGENHARIA SCET- Geológica e de Minas IST 2007 ANTES DE INVESTIGAR A VIABILIDADE DE UM PROJECTO, EM PARTICULAR QUANDO EXISTE UM SISTEMA DE

Leia mais

Aplicação do Método AHP para Avaliação de Projetos Industriais

Aplicação do Método AHP para Avaliação de Projetos Industriais Diva Martins Rosas e Silva Aplicação do Método AHP para Avaliação de Projetos Industriais Dissertação de Mestrado Dissertação apresentada como requisito parcial para obtenção do título de Mestre pelo Programa

Leia mais

ANÁLISE DE RISCO AMBIENTAL NA SERRA DO MAR

ANÁLISE DE RISCO AMBIENTAL NA SERRA DO MAR ANÁLISE DE RISCO AMBIENTAL NA SERRA DO MAR O caso do Parque Estadual do Cunhambebe(PEC) e seu entorno - RJ Kátia Regina Góes Souza DSc / MSc em Geografia Especialista em Análise Ambiental. OBJETIVO PRINCIPAL

Leia mais

Análise de Estabilidade de Talude na Área Urbana da Cidade de São Carlos SP

Análise de Estabilidade de Talude na Área Urbana da Cidade de São Carlos SP XVIII Congresso Brasileiro de Mecânica dos Solos e Engenharia Geotécnica O Futuro Sustentável do Brasil passa por Minas 19-22 Outubro, Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil ABMS, 2016 Análise de Estabilidade

Leia mais

I-018 ESCOLHA DE ÁREAS POTENCIAIS PARA IMPLANTAÇÃO DE ATERRO SANITÁRIO UTILIZANDO SIG: ESTUDO DE CASO

I-018 ESCOLHA DE ÁREAS POTENCIAIS PARA IMPLANTAÇÃO DE ATERRO SANITÁRIO UTILIZANDO SIG: ESTUDO DE CASO I-018 ESCOLHA DE ÁREAS POTENCIAIS PARA IMPLANTAÇÃO DE ATERRO SANITÁRIO UTILIZANDO SIG: ESTUDO DE CASO Fernando Luiz Braga (1) Engenheiro Ambiental pelas Faculdades Santo Agostinho de Montes Claros. Sheila

Leia mais

O CONTROLE DE PROCESSOS EM ÁREAS URBANAS COM O USO DA VEGETAÇÃO

O CONTROLE DE PROCESSOS EM ÁREAS URBANAS COM O USO DA VEGETAÇÃO O CONTROLE DE PROCESSOS EM ÁREAS URBANAS COM O USO DA VEGETAÇÃO Generoso De Angelis Neto 1, Bruno Luiz Domingos De Angelis 2, Izabel Cristina Scalabrin Dall'Agnol 3, Wagner Luiz Kreling 4 RESUMO Será apresentada

Leia mais

COMUNIDADE SÃO JOSÉ. Abril/ /08/2016 NITERÓI - RJ

COMUNIDADE SÃO JOSÉ. Abril/ /08/2016 NITERÓI - RJ COMUNIDADE SÃO JOSÉ NITERÓI - RJ Abril/2010 Chuvas intensas no Rio de Janeiro 280 milímetros em 24 horas Dobro da média histórica para o mês de abril inteiro Mais de 250 pessoas morreram Centenas de desabrigados

Leia mais

Representação de áreas de riscos socioambientais: geomorfologia e ensino

Representação de áreas de riscos socioambientais: geomorfologia e ensino II Congresso Internacional de Riscos VI Encontro Nacional de Ricos Coimbra, 22 a 25 de Maio de 2010 Representação de áreas de riscos socioambientais: geomorfologia e ensino Universidade Federal de Viçosa

Leia mais

2 Usos da água e seus conflitos

2 Usos da água e seus conflitos 2 Usos da água e seus conflitos USOS DA ÁGUA Exigências em: Abastecimento público Geracao de energia Recreacao Navegacao Indústria Agricultura Ecossistema Dessedentação de animais Quantidade Qualidade

Leia mais

Utilizando o Método Analytic Hierarchy Process (AHP) para Priorização de Serviços de TI: Um Estudo de Caso

Utilizando o Método Analytic Hierarchy Process (AHP) para Priorização de Serviços de TI: Um Estudo de Caso Utilizando o Método Analytic Hierarchy Process (AHP) para Priorização de Serviços de TI: Um Estudo de Caso Everton Gomede, Rodolfo Miranda de Barros Departamento de Computação Universidade Estadual de

Leia mais

UNIDADES ECODINÂMICAS DA PAISAGEM DO MUNICÍPIO DE JEREMOABO- BA.

UNIDADES ECODINÂMICAS DA PAISAGEM DO MUNICÍPIO DE JEREMOABO- BA. UNIDADES ECODINÂMICAS DA PAISAGEM DO MUNICÍPIO DE JEREMOABO- BA. Ivonice Sena de Souza 1, Ana Paula Sena de Souza 2, Danilo da Silva Carneiro 3, Jumara Souza Alves 4, Marcos Roberto Souza Santos 5, Deorgia

Leia mais

Mapeamento espaço-temporal da ocupação das áreas de manguezais no município de Aracaju-SE

Mapeamento espaço-temporal da ocupação das áreas de manguezais no município de Aracaju-SE http://dx.doi.org/10.12702/viii.simposfloresta.2014.118-552-1 Mapeamento espaço-temporal da ocupação das áreas de manguezais no município de Aracaju-SE Dráuzio C. Gama 1, Janisson B. de Jesus 1, Milton

Leia mais

Geoprocessamento na delimitação de áreas de conflito em áreas de preservação permanente da sub-bacia do Córrego Pinheirinho

Geoprocessamento na delimitação de áreas de conflito em áreas de preservação permanente da sub-bacia do Córrego Pinheirinho Geoprocessamento na delimitação de áreas de conflito em áreas de preservação permanente da sub-bacia do Córrego Pinheirinho Juliano Boeck Santos Osmar Delmanto Junior Célia Regina Lopes Zimback Ana Paula

Leia mais

ESTIMATIVA DA EROSIVIDADE DA CHUVA NO PERÍODO DE NO MUNICÍPIO DE BANANEIRAS-PB COMO CONTRIBUIÇÃO A AGROPECUÁRIA

ESTIMATIVA DA EROSIVIDADE DA CHUVA NO PERÍODO DE NO MUNICÍPIO DE BANANEIRAS-PB COMO CONTRIBUIÇÃO A AGROPECUÁRIA ESTIMATIVA DA EROSIVIDADE DA CHUVA NO PERÍODO DE 1930-2010 NO MUNICÍPIO DE BANANEIRAS-PB COMO CONTRIBUIÇÃO A AGROPECUÁRIA Introdução Raimundo Mainar de Medeiros, Camilla Kassar Borges Lucílio José Vieira

Leia mais

Sistema de informação geográfica na integração do conhecimento científico e tecnológico da cafeicultura em Minas Gerais

Sistema de informação geográfica na integração do conhecimento científico e tecnológico da cafeicultura em Minas Gerais Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica, 10., 2013, Belo Horizonte 1 Sistema de informação geográfica na integração do conhecimento científico e tecnológico da cafeicultura em Minas Gerais Liliany

Leia mais

A TEORIA DO CONFORTO NATURAL, A DINÂMICA DA NATUREZA TERRESTRE E O PARADIGMA DA GEOGRAFIA ARTICULADA AO CONHECIMENTO HUMANO

A TEORIA DO CONFORTO NATURAL, A DINÂMICA DA NATUREZA TERRESTRE E O PARADIGMA DA GEOGRAFIA ARTICULADA AO CONHECIMENTO HUMANO Ricardo Carlos Trindade FCT/ UNESP Universidade Estadual Paulista ricatri86@gmail.com A TEORIA DO CONFORTO NATURAL, A DINÂMICA DA NATUREZA TERRESTRE E O PARADIGMA DA GEOGRAFIA ARTICULADA AO CONHECIMENTO

Leia mais

Ciclo diurno das chuvas intensas na Região Metropolitana de Belo Horizonte entre 2007 e 2010.

Ciclo diurno das chuvas intensas na Região Metropolitana de Belo Horizonte entre 2007 e 2010. Ciclo diurno das chuvas intensas na Região Metropolitana de Belo Horizonte entre e. Cora Carolina da Costa Munt Adma Raia Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais PUC Minas Centro de Climatologia

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO ESTADO AMBIENTAL PARA O PLANEJAMENTO AMBIENTAL O CASO DO LITORAL NORTE DO ESTADO DE SÃO PAULO, BRASIL

A IMPORTÂNCIA DO ESTADO AMBIENTAL PARA O PLANEJAMENTO AMBIENTAL O CASO DO LITORAL NORTE DO ESTADO DE SÃO PAULO, BRASIL A IMPORTÂNCIA DO ESTADO AMBIENTAL PARA O PLANEJAMENTO AMBIENTAL O CASO DO LITORAL NORTE DO ESTADO DE SÃO PAULO, BRASIL Ana Luisa Pereira Marçal Ribeiro Departamento de Geografia, Instituto de Geociências,

Leia mais

AVALIAÇÃO DE SOLUÇÕES

AVALIAÇÃO DE SOLUÇÕES AVALIAÇÃO DE SOLUÇÕES 1. Introdução Este texto apresenta algumas considerações sobre o processo de avaliação de soluções, que é uma das etapas do procedimento de projeto de engenharia. De início convém

Leia mais

ESTUDO DAS PROPRIEDADES MINERALÓGICAS E PETROGRÁFICAS DOS GNAISSES GRANÍTICOS DA REGIÃO DE ALFENAS - MG E SUA APLICAÇÃO NO SETOR DE ROCHAS ORNAMENTAIS

ESTUDO DAS PROPRIEDADES MINERALÓGICAS E PETROGRÁFICAS DOS GNAISSES GRANÍTICOS DA REGIÃO DE ALFENAS - MG E SUA APLICAÇÃO NO SETOR DE ROCHAS ORNAMENTAIS ESTUDO DAS PROPRIEDADES MINERALÓGICAS E PETROGRÁFICAS DOS GNAISSES GRANÍTICOS DA REGIÃO DE ALFENAS - MG E SUA APLICAÇÃO NO SETOR DE ROCHAS ORNAMENTAIS LAURA CRISTINA DIAS 1 e LINEO APARECIDO GASPAR JUNIOR

Leia mais

Laboratório de Conservação, Gestão e Governança Costeira

Laboratório de Conservação, Gestão e Governança Costeira Laboratório de Conservação, Gestão e Governança Costeira O Laboratório de Conservação, Gestão e Governança Costeira atua há mais de 20 anos no litoral desanta Catarina com o objetivo de diagnosticar, planejar

Leia mais

UNIDADES DE RELEVO DA BACIA DO RIO PEQUENO, ANTONINA/PR: MAPEAMENTO PRELIMINAR

UNIDADES DE RELEVO DA BACIA DO RIO PEQUENO, ANTONINA/PR: MAPEAMENTO PRELIMINAR UNIDADES DE RELEVO DA BACIA DO RIO PEQUENO, ANTONINA/PR: MAPEAMENTO PRELIMINAR Julio Manoel França da Silva, Mestrando em Geografia, Universidade Federal do Paraná. Email: juliogeog@yahoo.com.br; Leonardo

Leia mais

USO DE TÉCNICAS DE SEGMENTAÇÃO NA ANÁLISE DE IMAGENS DE TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE PULMÕES COM DPOC

USO DE TÉCNICAS DE SEGMENTAÇÃO NA ANÁLISE DE IMAGENS DE TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE PULMÕES COM DPOC USO DE TÉCNICAS DE SEGMENTAÇÃO NA ANÁLISE DE IMAGENS DE TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE PULMÕES COM DPOC 1 2 3 Fausta Joaquim Faustino, Álisson Gomes Linhares, John Hebert Da Silva Felix Resumo: O uso das

Leia mais

UM ESTUDO PARA APOIAR A TOMADA DE DECISÃO LOCACIONAL DE UMA NOVA UNIDADE DO SETOR SUCROALCOOLEIRO NO ESTADO DO PARANÁ

UM ESTUDO PARA APOIAR A TOMADA DE DECISÃO LOCACIONAL DE UMA NOVA UNIDADE DO SETOR SUCROALCOOLEIRO NO ESTADO DO PARANÁ UM ESTUDO PARA APOIAR A TOMADA DE DECISÃO LOCACIONAL DE UMA NOVA UNIDADE DO SETOR SUCROALCOOLEIRO NO ESTADO DO PARANÁ Marcia Marcondes Altimari Samed (UEM ) mmasamed@uem.br Felipe Meneguetti de Carlos

Leia mais

Riscos no Litoral: O Plano Sectorial de Prevenção e Redução de. Riscos e o contributo da Direcção Geral do. Território DGT

Riscos no Litoral: O Plano Sectorial de Prevenção e Redução de. Riscos e o contributo da Direcção Geral do. Território DGT Riscos no Litoral: O Plano Sectorial de Prevenção e Redução de Riscos e o contributo da Direcção Geral do Território DGT António Amílcar M. Alves-da-Silva Geógrafo, Investigador auxiliar (aalves@dgterritorio.pt)

Leia mais

ORDENAMENTO TERRITORIAL E GESTÃO DE RISCOS NA REGIÃO DO LITORAL NORTE DE SÃO PAULO - BRASIL

ORDENAMENTO TERRITORIAL E GESTÃO DE RISCOS NA REGIÃO DO LITORAL NORTE DE SÃO PAULO - BRASIL ORDENAMENTO TERRITORIAL E GESTÃO DE RISCOS NA REGIÃO DO LITORAL NORTE DE SÃO PAULO - BRASIL Humberto Gallo Junior Instituto Florestal SMA/SP, Brasil hgallojr@ig.com.br Débora Olivato Secretaria Estadual

Leia mais

Potencial de Produção de Sedimentos e de Inundação da Sub-Bacia do Ribeirão Caveirinha Goiânia GO

Potencial de Produção de Sedimentos e de Inundação da Sub-Bacia do Ribeirão Caveirinha Goiânia GO Potencial de Produção de Sedimentos e de Inundação da Sub-Bacia do Ribeirão Caveirinha Goiânia GO Sousa, J. (UFG) ; Borges, M. (UFG) ; Faria, K. (UFG) RESUMO A Sub-bacia do Ribeirão Caveirinha, localizada

Leia mais

Mapas e suas representações computacionais

Mapas e suas representações computacionais Mapas e suas representações computacionais Tipos de dados: diversos tipos de dados são utilizados em SIG e suas representações computacionais. Mapas temáticos Descrevem de forma qualitativa, a distribuição

Leia mais

Giovani Eduardo Braga CEMIG Distribuição S.A.

Giovani Eduardo Braga CEMIG Distribuição S.A. XXII Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétri SENDI 2016-07 a 10 de novembro Curitiba - PR - Brasil Giovani Eduardo Braga CEMIG Distribuição S.A. gioedu@cemig.com.br NOVAS ABORDAGENS DE INSPEÇÃO

Leia mais

ENCOSTAS de SÃO PAULO

ENCOSTAS de SÃO PAULO TWIN CITIES SEMINAR CURITIBA E SÃO PAULO ENCOSTAS de SÃO PAULO Autores: Claudio Wolle e Makoto Namba OBJETIVOS Apresentar um panorama das ocorrências de instabilização de encostas na região e ressaltar

Leia mais

Chuvas Intensas e Cidades

Chuvas Intensas e Cidades Chuvas Intensas e Cidades Mario Thadeu Leme de Barros Departamento de Engenharia Hidráulica e Ambiental lda Escola Politécnica da USP Associação Brasileira de Recursos Hídricos (ABRH) EVENTOS EXTREMOS:

Leia mais

Edital 13/2013 PPGG/MGEO Processo de Seleção - Bolsista PNPD/CAPES 2013

Edital 13/2013 PPGG/MGEO Processo de Seleção - Bolsista PNPD/CAPES 2013 UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE PORTO NACIONAL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA PPGG-MGEO Rua 03 Q.17 S/N Bloco VII Sala 12 Setor Jardim dos Ipês Porto Nacional - Tocantins

Leia mais

FIGURA PORCENTAGEM DAS ESTRADAS PAVIMENTADAS E NÃO-PAVIMENTADAS (MUNICIPAIS E ESTADUAIS) NO ESTADO DE SÃO PAULO.

FIGURA PORCENTAGEM DAS ESTRADAS PAVIMENTADAS E NÃO-PAVIMENTADAS (MUNICIPAIS E ESTADUAIS) NO ESTADO DE SÃO PAULO. 1 1 - Introdução As estradas não-pavimentadas representam um importante meio de ligação entre as áreas rurais e urbanas. Servem para escoar produtos e safras e proporcionam aos moradores do campo acesso

Leia mais

RESUMO Panorama da silvicultura familiar no Planalto Sul de Santa Catarina.

RESUMO Panorama da silvicultura familiar no Planalto Sul de Santa Catarina. RESUMO FRACASSO, Rafael Monari. Panorama da silvicultura familiar no Planalto Sul de Santa Catarina. 2015. 202 p. Dissertação (Mestrado em Engenharia Florestal Área: Produção Florestal) Universidade do

Leia mais

Auxílio Multicritério à Decisão para seleção de um Firewall de rede para empresas de pequeno porte utilizando o método AHP

Auxílio Multicritério à Decisão para seleção de um Firewall de rede para empresas de pequeno porte utilizando o método AHP Auxílio Multicritério à Decisão para seleção de um Firewall de rede para empresas de pequeno porte utilizando o método AHP Vladimir da Silva Pereira Borgiani vspnet2009@gmail.com UFF Marcilene de Fátima

Leia mais

MOVIMENTOS DE MASSA. (Bacia do Quitite, Jacarepaguá- RJ, 02/1996)

MOVIMENTOS DE MASSA. (Bacia do Quitite, Jacarepaguá- RJ, 02/1996) MOVIMENTOS DE MASSA (Bacia do Quitite, Jacarepaguá- RJ, 02/1996) MOVIMENTOS DE MASSA Classificação e Fatores Condicionantes Importância Diversidade de Enfoques Classificação dos Movimentos de Massa Principais

Leia mais

USO DO SOLO E MAPEAMENTO DE ÁREAS DE EROSÃO ACELERADA

USO DO SOLO E MAPEAMENTO DE ÁREAS DE EROSÃO ACELERADA USO DO SOLO E MAPEAMENTO DE ÁREAS DE EROSÃO ACELERADA Patrícia Martins de Oliveira 1 ; Homero Lacerda 2 1 Voluntaria de Iniciação Cientifica Geografia UNUCSEH patrícia.geografia@yahoo.com.br 2 Orientador

Leia mais

Levantamento de Solos. Vanderlei Rodrigues da Silva

Levantamento de Solos. Vanderlei Rodrigues da Silva Levantamento de Solos Vanderlei Rodrigues da Silva Introdução - Variabilidade pedológica fenômeno natural resultante da interação dos diferentes fatores e processos de formação e suas interrelações com

Leia mais

SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO II GRUPO DE ESTUDO DE PRODUÇÃO TÉRMICA E FONTES NÃO CONVENCIONAIS -GPT

SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO II GRUPO DE ESTUDO DE PRODUÇÃO TÉRMICA E FONTES NÃO CONVENCIONAIS -GPT SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Versão 1.0 GPT.YY 22 a 25 Novembro de 2009 Recife - PE GRUPO II GRUPO DE ESTUDO DE PRODUÇÃO TÉRMICA E FONTES NÃO CONVENCIONAIS -GPT

Leia mais

VULNERABILIDADE NATURAL AOS PROCESSOS EROSIVOS NO AGLOMERADO MORRO DAS PEDRAS EM BELO HORIZONTE-MG

VULNERABILIDADE NATURAL AOS PROCESSOS EROSIVOS NO AGLOMERADO MORRO DAS PEDRAS EM BELO HORIZONTE-MG VULNERABILIDADE NATURAL AOS PROCESSOS EROSIVOS NO AGLOMERADO MORRO DAS PEDRAS EM BELO HORIZONTE-MG Ferreira, N.S. (GRADUANDA DE GEOGRAFIA - PUC MINAS) ; Gonçalves, B.A. (GRADUANDA DE GEOGRAFIA - PUC MINAS)

Leia mais