A utilização de fibra de vidro como reforço em Madeira Compensada

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A utilização de fibra de vidro como reforço em Madeira Compensada"

Transcrição

1 Voltar MADEIRA arquitetura e engenharia nº 10 artigo 5 A utilização de fibra de vidro como reforço em Madeira Compensada Fabricio Moura Dias, Universidade de São Paulo, Interunidades em Ciência e Engenharia de Materiais, São Carlos, SP. Juliano Fiorelli, Universidade Estadual Paulista, Unidade Diferenciada de Dracena, Dracena, SP. Francisco Antonio Rocco Lahr e Antonio Alves Dias, Universidade de São Paulo, Departamento de Engenharia de Estruturas, Laboratório de Madeiras e de Estruturas de Madeira, São Carlos, SP. e Resumo: Nos painéis de madeira compensada, os valores das propriedades mecânicas na direção paralela são superiores aos da direção perpendicular à grã das lâminas externas. Com o objetivo de diminuir esta diferença, este trabalho apresenta um estudo teórico-experimental em madeira compensada reforçada com fibra de vidro. Foram manufaturados painéis com sete lâminas da espécie Eucalyptus grandis. Adicionou-se o tecido de fibra de vidro laminada com resina epóxi na última linha de cola. A eficiência dos painéis foi avaliada pelos ensaios físicomecânicos propostos pela Associação Brasileira de Normas Técnicas. Os resultados indicam um aumento significativo nas propriedades mecânicas dos painéis reforçados, com a conseqüente redução do índice de anisotropia. Palavras-chave: madeira compensada, fibra de vidro, propriedades físico-mecânicas. Abstract: In plywood panels, the mechanical properties values in parallel direction to the grain are above of perpendicular direction to external layers grain. Aim to reduce this difference, this work presents a theoretical-experimental study in plywood reinforced with glass fiber. The plywood was manufactured with seven layers of the Eucalyptus grandis wood. The glass fiber was glued with epoxy adhesive in the last glue line. The plywood s performance was evaluated based on the results of physical and mechanical tests recommended by the Brazilian code, ABNT.The results indicate a significant increase in the mechanical properties of the reinforced panels, with reduction of the anisotropy index. Keywords: plywood, glass fiber, physical-mechanics properties.

2 1. Introdução O uso da madeira compensada, ou compensados, na construção civil é difundido internacionalmente. Dentre as principais indicações se destacam a aplicação em formas para concreto armado e protendido, painéis estruturais e de vedação. No Brasil, as propriedades de resistência e rigidez dos compensados são determinadas segundo as recomendações dos documentos normativos da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). As propriedades físico-mecânicas analisadas nesta caracterização são: Massa específica aparente; Teor de umidade; Absorção de água; Inchamento; Módulos de resistência e elasticidade obtidos no ensaio de flexão estática; Resistência da colagem ao esforço de cisalhamento. No caso de flexão, é importante diferenciar os valores das propriedades mecânicas obtidas na direção paralela com os da direção perpendicular à grã das lâminas externas. Segundo Dias e Lahr (2002) (1) os compensados tradicionalmente utilizados apresentam diferenças significativas nos valores de propriedades de resistência e rigidez quando avaliadas nas suas diferentes direções. Os valores obtidos para a direção paralela são superiores aos da direção perpendicular à grã das lâminas externas. Stamato (1998) (2) apresentou a caracterização de diversos compensados comerciais utilizados pela indústria da construção civil e moveleira brasileira. Para todos os compensados avaliados, os valores das propriedades na direção paralela foram 30% a 50% superiores aos obtidos para a direção perpendicular à grã das lâminas externas. É constante a busca de soluções para diminuir a diferença entre os valores das propriedades nas diferentes direções da chapa de compensado e melhorar suas propriedades mecânicas. Estudos realizados no Laboratório de Madeiras e de Estruturas de Madeira - SET/EESC/USP indicam a eficiência do reforço de fibras de vidro em vigas de madeira. Para estruturas de madeira serrada, a utilização de polímeros reforçados com fibras (PRF) é uma alternativa promissora para reforçar e recuperar elementos estruturais de madeira. Fiorelli e Dias (2002) (3) avaliaram o comportamento de vigas de madeira reforçados com fibra de vidro. Resultados obtidos indicaram um incremento significativo na resistência e na rigidez de peças reforçadas, chegando a valores até 60% superiores em comparação com vigas sem reforço. As propriedades físicas, mecânicas e químicas dos PRF são muito versáteis e podem ser um complemento para as propriedades ortotrópicas da madeira. Segundo Dagher (2000) (4) a utilização de PRF para reforço de elementos estruturais de madeira é uma alternativa promissora, pois se trata de um material resistente a corrosão, que proporciona boa economia e um pequeno aumento do peso próprio. Segundo o boletim da APA (1998) (5), a combinação de chapa de madeira compensada com PRF é vantajosa, pois origina um produto que possui as propriedades estruturais da madeira compensada (resistência à flexão, rigidez e estabilidade dimensional) e também as propriedades de resistência e durabilidade da fibra de vidro, resultando em um produto mais resistente e mais durável. No estudo apresentado por APA (5) o PRF foi aplicado externamente nas duas faces da chapa de madeira compensada. 2. Madeira compensada A chapa de madeira compensada é um produto obtido pela colagem de lâminas de madeira sobrepostas, com as fibras cruzadas perpendicularmente. Estas chapas são produzidas sob duas principais especificações: a) para uso interno com colagem à base de resina de uréiaformaldeído, sendo empregado basicamente na indústria moveleira; b) para uso externo com

3 colagem à base de resina de fenol-formaldeído, sendo normalmente utilizado na construção civil (Maloney,1996) (6). A laminação cruzada do compensado resulta em propriedades físicas e mecânicas mais desejáveis nas solicitações biaxiais, como é o caso de almas de viga e de painéis de contraventamento. A resistência da madeira na direção paralela às fibras é maior que na direção perpendicular. As fibras cruzadas aumentam significativamente a resistência e a rigidez na direção normal às fibras, do compensado em comparação com a madeira maciça. Portanto, painéis de compensado possuem boa rigidez e resistência na direção perpendicular e paralela às fibras da lâmina de face (Olin, 1990) (7). 3. Polímero reforçado com fibra de vidro Os polímeros reforçados com fibras (PRF) são formados a partir da combinação de dois materiais: as fibras, responsáveis pela resistência do compósito e o adesivo que as une, sendo responsável pela transmissão dos esforços entre as fibras e o material reforçado. Entre os adesivos mais utilizados na laminação destes tecidos podem ser destacados as resinas a base de epóxi, poliéster e vinil Adesivo epóxi Dentre os adesivos utilizados para reforços em estruturas de madeira, Fiorelli e Dias (2002) (3) recomendam o uso do adesivo epóxi na produção do polímero reforçado com fibra de vidro. Este adesivo apresenta bons resultados no processo de laminação e colagem das fibras à madeira. Dentre as formulações existentes no mercado de adesivos brasileiro, o epóxi AR-300, tem sua utilização difundida para fixação de fibra de vidro à madeira Adesivo epóxi AR-300 Este tipo de adesivo é constituído por resina (AR-300) e endurecedor (AH-30), foi desenvolvido para fornecer uma excelente penetração a todos os tipos de fibras. Possui uma viscosidade extremamente baixa, possuindo um manuseio semelhante a uma resina poliéster. Este sistema de resina não desenvolve uma superfície pegajosa após o processo de cura, possibilitando laminações sucessivas de outras camadas de fibras (Pardini, 1990) (8). As Propriedades mecânicas do adesivo AR-300 são apresentadas na tab. 1. Tabela 1 - Propriedades do adesivo epóxi AR 300. Propriedades mecânicas do Adesivo AR Resistência à flexão Resistência à compressão 103 MPa 154 MPa 3.2. Fibra de vidro As fibras de vidro são produzidas a partir de sílica (SiO 2 ), através da adição de óxido de cálcio, boro, sódio e alumínio. São materiais amorfos e sua cristalização ocorre depois de prolongado tratamento com altas temperaturas. Dentre as vantagens do uso de fibra de vidro em reforços de estruturas podem ser destacadas: baixo custo, em relação a outras fibras (carbono e aramid), alta resistência ao impacto e à corrosão. Pode ser destacado como um produto que também é fabricado no Brasil.

4 4. Materiais e métodos Foram manufaturadas chapas de madeira compensada reforçada com fibra de vidro e chapas convencionais sem o reforço. A manufatura obedeceu às etapas adotadas para fabricação de produtos desta natureza, como apresentado a seguir: Secaram-se as lâminas de madeira em estufas até atingirem o teor de umidade entre 4 a 6%. Aplicou-se o adesivo poliuretano à base de mamona, bicomponente, formado pelo poliol B1640 e o prepolímero A249, com pincéis, em linha simples, para garantir uma boa uniformidade de distribuição do adesivo na superfície da lâmina. A gramatura, quantidade de adesivo a ser aplicado por área, foi de 250 g/m 2. Estudos apresentados por Dias e Lahr (2003) (9) confirmam a eficiência deste adesivo na manufatura de compensados. As lâminas foram colocadas ortogonalmente umas sobre as outras e prensadas por 10 min. com pressão de 12 dan/cm 2 e temperatura de prensagem de 60ºC para acelerar a cura do adesivo. Após a prensagem, esperou-se o resfriamento da prensa e retirou-se a chapa, mantendo-a em posição vertical. Esperou-se o período de duas semanas para uniformizar a adesão e retiraram-se os corpos-de-prova. As chapas de madeira compensada foram fabricadas com sete lâminas obtidas da espécie Eucalyptus grandis, com 2mm de espessura nominal. Foram fabricadas quatro chapas de espessura nominal 14mm e área de 60x60cm. Duas chapas foram produzidas com a adição de uma camada de fibra de vidro bi-direcional, de espessura 0,25 mm e adesivo epóxi AR-300 antes da última lâmina, conforme desenho esquemático apresentado na fig. 1. Para comparação entre resultados, foram produzidas duas chapas sem reforço de fibra de vidro. Destas extraíram-se os corpos-de-prova para determinação das propriedades físico-mecânicas. (a) Lâmina externa Fibra de vidro Figura 1 - Representação da chapa de madeira compensada reforçada com fibra de vidro. Para se produzir uma chapa de madeira compensada reforçada com fibra de vidro apenas de um lado, será necessário especificar o lado para garantir sua correta utilização. A opção pela adição de fibra de vidro apenas de um lado é para não onerar demasiadamente o produto final Experimentação Os ensaios realizados para a caracterização das chapas de madeira compensada obedeceram às prescrições de documentos normativos da Associação Brasileira de Normas Técnicas ABNT. Foram determinados: teor de umidade, NBR 9484 (1986) (10) ; massa específica aparente, NBR 9485 (1986) (11) ; módulos de resistência e elasticidade obtidos no ensaio de flexão estática, NBR 9533 (1986) (12).

5 Para o ensaio de flexão estática, o aparato de ensaio é constituído essencialmente de dois apoios, paralelos, auto-ajustáveis e alinháveis no plano horizontal quando do carregamento, e um cutelo, para aplicação das forças. Foram retirados, de cada chapa de compensado, no mínimo cinco corpos-de-prova de cada direção (paralela e perpendicular à grã das lâminas externas). Na fig. 2 é apresentado o ensaio da madeira compensada à flexão estática. Figura 2 - Ensaio de flexão estática na madeira compensada. No ensaio de flexão estática os corpos-de-prova foram posicionados com o lado que contem a fibra para baixo. Nos ensaios de flexão de madeira compensada, a ruptura do corpo-de-prova ocorre na lâmina superior por compressão, seguida por uma ruptura frágil de tração na lâmina inferior Estudo teórico As chapas de madeira compensada reforçadas foram analisadas de acordo com a teoria clássica da flexão (Beer e Russell, 1995) (13), que considera os alongamentos e encurtamentos das fibras longitudinais proporcionais às suas distâncias ao eixo neutro. Para este tipo de chapa, constituída por dois materiais diferentes, basta determinar a seção equivalente da chapa idealizada, constituída por apenas um dos materiais. 5. Análise dos resultados Nas tabelas 2 e 3 são apresentados os valores das propriedades físico-mecânicas dos corposde-prova da madeira compensada manufaturada sem o reforço da fibra de vidro. As tabelas 4 e 5 apresentam os valores para a madeira compensada com reforço de fibra de vidro. Os resultados são apresentados para as direções paralela e normal às fibras da lâmina externa. Nestas tabelas têm-se: f M = módulo de resistência à flexão estática; E b = Módulo de elasticidade à flexão estática; CV = Coeficiente de variação; Mea = Massa específica aparente. Tabela 2 - Valores médios de propriedades para a chapa de compensado sem reforço (Direção paralela à grã da lâmina externa). Valores f M (MPa) E b (MPa) Média CV (%) 15 6 Mea (g/cm 3 ) 0,80 Teor de umidade (%) 11,4 Número de amostras 07

6 Tabela 3 - Valores médios de propriedades para a chapa de compensado sem reforço (Direção perpendicular à grã da lâmina externa). Valores f M (MPa) E b (MPa) Média CV (%) 15 5 Mea (g/cm 3 ) 0,80 Teor de umidade (%) 11,4 Número de amostras 07 Tabela 4 - Valores médios de propriedades para a chapa de compensado com reforço (Direção paralela à grã da lâmina externa). Valores f M (MPa) E b (MPa) Média CV (%) Mea (g/cm 3 ) 0,82 Teor de umidade (%) 11,6 Número de amostras 07 Tabela 5 - Valores médios de propriedades para a chapa de compensado com reforço (Direção perpendicular à grã da lâmina externa). Valores f M (MPa) E b (MPa) Média CV (%) 8 12 Mea (g/cm 3 ) 0,82 Teor de umidade (%) 11,6 Número de amostras 07 Ao comparar os valores da tabelas 2 e 3 com os das tabelas 4 e 5, observa-se que a utilização de reforço de fibra de vidro nas chapas de madeira compensada aumentou de 2 e 5% na resistência à flexão nas direções paralelas e perpendiculares a grã da lâmina externa, respectivamente. Este aumento pode ser visualizado pela fig. 3.

7 100 Resistência à flexão (MPa) S/ Reforço C/ Reforço Paralela S/ Reforço C/ Reforço Perpendicular Figura 3 - Resistência à flexão para compensados com e sem reforço. A figura 4 apresenta uma comparação do módulo de elasticidade para chapas de madeira compensada sem e com reforço de fibra de vidro. Observa-se que para a direção perpendicular houve um aumento de 42% na rigidez à flexão e para a direção paralela à grã da lâmina externa, um aumento de 27%. O aumento foi maior na direção perpendicular à grã da lâmina externa. Esta diminuição na rigidez diminui o índice de anisotropia das chapas. Módulo de elasticidade (MPa) S/ Reforço C/ Reforço Paralela S/ Reforço C/ Reforço Perpendicular Figura 4 - Módulo de elasticidade para compensados com e sem reforço Análise teórica chapa de madeira reforçada com fibra de vidro Este item apresenta um modelo teórico de cálculo da rigidez de chapas de madeira compensada reforçadas com fibra de vidro. A análise utilizou o método da seção transformada. A determinação da rigidez teórica de chapas de madeira compensada constituiu em avaliar chapas com seção retangular (7,5 x 1,4 cm) reforçadas com a respectiva fibra. As chapas reforçadas são constituídas por dois materiais, madeira e fibra. A madeira está posicionada em duas diferentes direções, paralela e perpendicular à grã da lâmina externa. Isto acarreta diferenças nos valores dos módulos de elasticidade de uma direção em relação á outra. Para a determinação da rigidez à flexão, considerou-se o cálculo da seção equivalente da chapa idealizada, constituída por apenas um dos materiais. A seção retangular, apresentada na fig. 5, constituída por madeira na direção paralela (material 1), madeira na direção perpendicular (material 2) e fibra (material 3), ilustra este modelo. Para o reforço de fibra foi estabelecida espessura e e para as lâminas de madeira espessura igual a c.

8 b b 1 h 2 3 (a) 1 b (b) Y cg c e Figura 5 - (a) Chapa constituída por materiais diferentes e (b) seção equivalente. A seção transversal equivalente, apresentada na fig.5 (b), é considerada como sendo constituída apenas pelo material 1 (madeira). As larguras b e b são determinadas pelo produto da relação dos módulos de elasticidade pela largura b (eq. 1 e 2). ' E2 b = b (1) E 1 '' E3 b = b (2) E Para a seção equivalente, foi determinada a posição do centro de gravidade da peça (y cg ), cotado em relação à borda superior da viga de madeira. O valor do momento de inércia para a seção equivalente (Figura 5 (b)) da chapa com reforço (Ir) é dado pela eq.3. 1 n 3 bh = + Ai i= 1 2 i I r.d (3) 12 Para a seção equivalente, foi determinada a posição do centro de gravidade da peça (y cg ) Comparação da rigidez à flexão experimental e teórica A comparação entre a rigidez à flexão (EI), experimental e teórica, de chapas de madeira compensada com reforço de fibra de vidro, experimental e teórico, para as direções paralela e perpendicular é apresentada na fig. 6.

9 2000 Rigidez à flexão - EI (kn.cm2) Experimental Teórico Paralela Experimental Teórico Perpendicular Figura 6 - Rigidez à flexão experimental e teórico para chapas com reforço de fibra de vidro. Ao observar os valores apresentados na fig. 6, notamos que, o modelo teórico para determinação da rigidez à flexão de chapas de madeira compensada reforçada, conduz a valores próximos dos obtidos experimentalmente. Os valores dos módulos de elasticidade das lâminas de madeira, nas direções paralela e perpendicular utilizados nos cálculos teóricos foram determinados a partir do valor experimental dos módulos de elasticidade à flexão. Para a fibra o valor do módulo de elasticidade foi obtido experimentalmente, seguindo as recomendações da norma ASTM D3039 (1995) (14) - Standard Test Method for Tensile Properties of Polymer Matrix Composite Materials. Os valores destes módulos de elasticidade são apresentados na tab. 6. Tabela 6 - Valores dos módulos de elasticidade para as lâminas de madeira e para a fibra de vidro. Material Módulo de elasticidade (MPa) Madeira Paralela Madeira Perpendicular Fibra de vidro Conclusões A utilização de reforço de fibra de vidro em chapas de madeira compensada proporcionou um ganho na resistência e na rigidez do material reforçado. O aumento da rigidez foi mais significativo para os corpos-de-prova na direção perpendicular à grã da lâmina externa. Diminuindo assim, o índice anisotrópico da chapa. O modelo teórico para determinação da rigidez à flexão de chapas de madeira compensada reforçada apresentou valores próximos dos obtidos experimentalmente. Vale ressaltar que as chapas foram reforçadas com apenas uma camada de fibra de vidro entre as duas últimas lâminas. Estudos devem ser conduzidos para avaliar a relação custo/benefício, o aumento no número de camadas de fibras e também a eficiência de outros tipos de adesivos. 7. Agradecimentos Os autores agradecem à Fundação de amparo á Pesquisa do estado de São Paulo FAPESP e ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e tecnológico CNPq.

10 8. Referências bibliográficas (1) Dias, F.M., Lahr, F.A.R. (2000). Estudo do comportamento estrutural de madeira compensada fabricada com adesivo alternativo á base de mamona. In: Jornadas Sul- Americanas de Engenharia Estrutural, Anais cd-room, Brasília, Brasil. (2) Stamato, G.C. (1998). Utilização de compensado, laminated veneer lumber e oriented strainboard em estruturas permanentes. São Carlos. Escola de Engenharia de São Carlos, Universidade de São Paulo, São Paulo. (3) Fiorelli, J., Dias, A.A. (2002). Reforço de estruturas de madeira com fibra de vidro e com fibra de carbono. In. Revista da Madeira Wood Magazine, Ano 11, Nº64. (4) Dagher, H.J. (2000). High Performance Wood Composites for Construction. In: VII EBRAMEM, Anais Cd-room, São Carlos, Brasil. (5) APA. (1998). FRP Plywood. The Engineered Wood Association. (6) Maloney, T.M. (1996). The family of wood composite materials. Forest Products Journal, v.10, n.2., p (7) Olin, H.W. (1990). Wood. In: Construction: Principles, Materials & Methods. Ed. Van Nostrand Reinhold, New York, p (8) Pardini, L.C. (1990). Comportamento dinãmico-mecânico à fratura de materiais compostos epóxi/elastõmero/fibra de carbono. São Carlos. Dissertação (Mestrado), Universidade Federal de São Carlos. (9) Dias, F.M., Lahr, F.A.R. (2003). Adesivo à base de mamona para compensado. In: Revista da Madeira wood magazine. Ano 13, Nº72. (10) Associação Brasileira de Normas Técnicas. (1986). NBR Chapas de madeira compensada: determinação do teor de umidade. Rio de Janeiro, 3p. (11). (1986). NBR Chapas de madeira compensada: determinação da massa específica aparente. Rio de Janeiro, 3p. (12) Associação Brasileira de Normas Técnicas. (1986). NBR 9533/86 - Compensado: determinação da resistência à flexão estática. Rio de Janeiro, 3p. (13) Beer, F.P., Russel, J. Jr. (1995). Resistência dos materiais. Makron Books. 1255p. 3 a edição. (14) American Society for Testing and Materials. (1995). D Standard Test Method for Tensile Properties of Polymer Matrix Composite Materials.

RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS CONTROLE DE QUALIDADE INDUSTRIAL Aula 03 TENSÃO

RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS CONTROLE DE QUALIDADE INDUSTRIAL Aula 03 TENSÃO CONTROLE DE QUALIDADE INDUSTRIAL Tensão Tensão é ao resultado da ação de cargas externas sobre uma unidade de área da seção analisada na peça, componente mecânico ou estrutural submetido à solicitações

Leia mais

UTILIZAÇÃO DE FRP PARA REFORÇO DE VIGAS DE MADEIRA

UTILIZAÇÃO DE FRP PARA REFORÇO DE VIGAS DE MADEIRA UTILIZAÇÃO DE FRP PARA REFORÇO DE VIGAS DE MADEIRA Juliano Fiorelli (1); Antonio Alves Dias (2) (1) Aluno de mestrado Escola de Engenharia de São Carlos EESC USP, e-mail: fiorelli@sc.usp.br (2) Professor

Leia mais

AVALIAÇÃO DE ARGAMASSAS COMPOSTAS PELO CIMENTO PORTLAND CP IV-32 E PELA ADIÇÃO MINERAL DE METACAULIM PARA ELABORAÇÃO DE CONCRETO AUTO-ADENSÁVEL

AVALIAÇÃO DE ARGAMASSAS COMPOSTAS PELO CIMENTO PORTLAND CP IV-32 E PELA ADIÇÃO MINERAL DE METACAULIM PARA ELABORAÇÃO DE CONCRETO AUTO-ADENSÁVEL AVALIAÇÃO DE ARGAMASSAS COMPOSTAS PELO CIMENTO PORTLAND CP IV-32 E PELA ADIÇÃO MINERAL DE METACAULIM PARA ELABORAÇÃO DE CONCRETO AUTO-ADENSÁVEL Autores: ANDERSON RENATO VOBORNIK WOLENSKI - Universidade

Leia mais

Peso especifico aparente é a razão entre o peso da amostra e o seu volume:

Peso especifico aparente é a razão entre o peso da amostra e o seu volume: Peso especifico aparente é a razão entre o peso da amostra e o seu volume: Porosidade - é a razão entre o volume de vazios e o volume total de uma amostra da rocha: Absorção de água ou índice de absorção

Leia mais

IV Seminário de Iniciação Científica

IV Seminário de Iniciação Científica 385 AVALIAÇÃO DA RESISTÊNCIA À COMPRESSÃO E DO MÓDULO DE ELASTICIDADE DO CONCRETO QUANDO SUBMETIDO A CARREGAMENTO PERMANENTE DE LONGA DURAÇÃO (Dt = 9 dias) Wilson Ferreira Cândido 1,5 ;Reynaldo Machado

Leia mais

MODELOS INTUITIVOS DE VIGAS VIERENDEEL PARA O ESTUDO DO DESEMPENHO ESTRUTURAL QUANDO SUJEITAS A APLICAÇÃO DE CARREGAMENTOS

MODELOS INTUITIVOS DE VIGAS VIERENDEEL PARA O ESTUDO DO DESEMPENHO ESTRUTURAL QUANDO SUJEITAS A APLICAÇÃO DE CARREGAMENTOS Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 266 MODELOS INTUITIVOS DE VIGAS VIERENDEEL PARA O ESTUDO DO DESEMPENHO ESTRUTURAL QUANDO SUJEITAS A APLICAÇÃO DE CARREGAMENTOS

Leia mais

Técnicas Laboratoriais Ensaios Destrutivos

Técnicas Laboratoriais Ensaios Destrutivos UFCD 5817 09-02-2015 Técnicas Laboratoriais Ensaios Destrutivos Reflexão Nesta UFCD começamos por abordar os diferentes tipos de ensaios destrutivos, interpretar as normas e tabelas para cada um dos ensaios

Leia mais

Os materiais de proteção térmica devem apresentar:

Os materiais de proteção térmica devem apresentar: Os materiais de proteção térmica devem apresentar: Elevado calor específico Reduzida condutividade térmica Garantia de integridade durante a evolução do incêndio Resistência mecânica adequada Custo viável

Leia mais

Painel Náutico Florianópolis

Painel Náutico Florianópolis Painel Náutico 2015 Florianópolis Presença da TEXIGLASS no mundo 4 Tipos de Reforços Os reforços podem Fibra Picada (spray up) Na Forma de Mantas Na Forma de TECIDOS Fios dos Tecidos Os fios podem ser

Leia mais

Isolamento Sustentável. Soluções Ideais para Reabilitação

Isolamento Sustentável. Soluções Ideais para Reabilitação Isolamento Sustentável A Gyptec Ibérica de capital nacional e inserida no Grupo Preceram, dedica-se à produção de placas de gesso laminado, através de métodos não poluentes e ambientalmente sustentáveis

Leia mais

ANÁLISE ESTRUTURAL DINÂMICA DA FUSELAGEM E DO ESQUI DO ALPHA ONE

ANÁLISE ESTRUTURAL DINÂMICA DA FUSELAGEM E DO ESQUI DO ALPHA ONE Anais do 14 O Encontro de Iniciação Científica e Pós-Graduação do ITA XV ENCITA / 2009 Instituto Tecnológico de Aeronáutica São José dos Campos SP Brasil Outubro 19 a 22 2009. ANÁLISE ESTRUTURAL DINÂMICA

Leia mais

Compressibilidade e Teoria do adensamento. Mecânica de Solos Prof. Fabio Tonin

Compressibilidade e Teoria do adensamento. Mecânica de Solos Prof. Fabio Tonin Compressibilidade e Teoria do adensamento Mecânica de Solos Prof. Fabio Tonin Compressibilidade É a diminuição do volume sob a ação de cargas aplicadas. É uma característica que todos os materiais possuem

Leia mais

1 ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMANDO 1.1 INTRODUÇÃO

1 ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMANDO 1.1 INTRODUÇÃO 1 ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMANDO 1.1 INTRODUÇÃO Estrutura de concreto armado é a denominação de estruturas compostas de concreto, cimento + água + agregados (e às vezes + aditivos) com barras de aço no

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE. Cortes e seções. Professor: João Carmo

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE. Cortes e seções. Professor: João Carmo INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE Cortes e seções Professor: João Carmo Introdução O recurso ao corte e à seção num desenho se dá, em geral, quando a peça a ser

Leia mais

5. PROPRIEDADES. O que são propriedades? Você conhece alguma propriedade dos vidro?

5. PROPRIEDADES. O que são propriedades? Você conhece alguma propriedade dos vidro? 5. PROPRIEDADES O que são propriedades? Você conhece alguma propriedade dos vidro? As propriedades intrínsecas e essenciais do vidro são transparência e durabilidade. Outras propriedades tornam-se significantes

Leia mais

Introdução ao Projeto de Máquinas Elementos de Máquinas 1. Prof. Alan Dantas

Introdução ao Projeto de Máquinas Elementos de Máquinas 1. Prof. Alan Dantas Introdução ao Projeto de Máquinas Elementos de Máquinas 1 Prof. Alan Dantas Ein Mann der konstruieren will, der schaue erst mal und denke Gustav Niemann Aspectos de projeto Analisar Resultados; Fatores

Leia mais

Ar limpo: Maior produtividade e melhor qualidade na pintura. Quais os tipos de filtros mais utilizados em cabinas de pintura?

Ar limpo: Maior produtividade e melhor qualidade na pintura. Quais os tipos de filtros mais utilizados em cabinas de pintura? Ar limpo: Maior produtividade e melhor qualidade na pintura. Qual a importância do ar filtrado para os processos de pintura? O ar limpo em cabinas de pintura é fundamental para evitar a contaminação da

Leia mais

Consulta Pública 1/2014

Consulta Pública 1/2014 Consulta Pública 1/2014 Acordo quadro para o fornecimento de mobiliário - Anexo A2.TE: Testes e ensaios - Março de 2014 2012 espap Entidade de Serviços Partilhados da Administração Pública, I.P. Direitos

Leia mais

ALTERNATIVAS PARA RECUPERAÇÕA DE ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTUDO DE CASO

ALTERNATIVAS PARA RECUPERAÇÕA DE ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTUDO DE CASO ALTERNATIVAS PARA RECUPERAÇÕA DE ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTUDO DE CASO Juliano Fiorelli (1); Antonio Alves Dias (2); Akemi Ino (3) (1) Aluno de mestrado Escola de Engenharia de São Carlos EESC USP, fiorelli@sc.usp.br

Leia mais

RELATÓRIO DE ENSAIOS N.º 189 / 092 / 13

RELATÓRIO DE ENSAIOS N.º 189 / 092 / 13 Folha 1/5 ARGAMASSA COLANTE INDUSTRIALIZADA PARA ASSENTAMENTO DE PLACAS CERÂMICAS Cliente: Saint-Gobain do Brasil Produtos Ind. e para Construção Ltda. Pedido n º 189/12 Divisão Weber Quartzolit Endereço:

Leia mais

Solução em portas, caixilhos, vistas e decks em compósito de fibra de vidro.

Solução em portas, caixilhos, vistas e decks em compósito de fibra de vidro. Solução em portas, caixilhos, vistas e decks em compósito de fibra de vidro. Institucional A Tecnofibras, empresa com 37 anos de experiência no ramo de termofixos e termoplásticos, expandiu a sua linha

Leia mais

Capítulo1 Tensão Normal

Capítulo1 Tensão Normal - UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE ESCOLA DE ENGENHARIA INDUSTRIAL METALÚRGICA DE VOLTA REDONDA PROFESSORA: SALETE SOUZA DE OLIVEIRA BUFFONI DISCIPLINA: RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS Referências Bibliográficas:

Leia mais

ARGAMASSA ESTRUTURAL 251 F

ARGAMASSA ESTRUTURAL 251 F Produto ARGAMASSA ESTRUTURAL 251 F é uma argamassa bicomponente à base de cimento, polímeros acrílicos e fibras sintéticas que, depois da mistura, resulta numa argamassa coesa, tixotrópica e de fácil moldagem.

Leia mais

Melhoria na qualidade cosmética e durabilidade de acabamento de compósitos reforçados com fibra de vidro. ArmorGuard ARMORCOTE

Melhoria na qualidade cosmética e durabilidade de acabamento de compósitos reforçados com fibra de vidro. ArmorGuard ARMORCOTE Melhoria na qualidade cosmética e durabilidade de acabamento de compósitos reforçados com fibra de vidro ArmorGuard ARMORCOTE Qualidade Comética Os produtos com os melhores acabamentos cosméticos são vistos

Leia mais

LAJES COGUMELO e LAJES LISAS

LAJES COGUMELO e LAJES LISAS LAJES COGUMELO e LAJES LISAS Segundo Montoja são consideradas lajes cogumelo as lajes contínuas apoiadas em pilares ou suportes de concreto, ou seja, sem vigas. Podem ser apoiadas diretamente nos pilares

Leia mais

MOMENTO DE INÉRCIA DE UM CORPO RÍGIDO

MOMENTO DE INÉRCIA DE UM CORPO RÍGIDO Departamento de Física da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa T4 FÍSICA EXPERIMENTAL I - 007/08 MOMENTO DE INÉRCIA DE UM CORPO RÍGIDO 1. Objectivo Estudo do movimento de rotação de um corpo

Leia mais

Introdução ao Projeto de Aeronaves. Aula 30 Cargas Atuantes nas Asas, na Empenagem, na Fuselagem e no Trem de Pouso

Introdução ao Projeto de Aeronaves. Aula 30 Cargas Atuantes nas Asas, na Empenagem, na Fuselagem e no Trem de Pouso Introdução ao Projeto de Aeronaves Aula 30 Cargas Atuantes nas Asas, na Empenagem, na Fuselagem e no Trem de Pouso Tópicos Abordados Cargas Atuantes nas Asas. Cargas na Empenagem. Cargas Atuantes na Fuselagem.

Leia mais

Propriedades Mecânicas: O Ensaio de Tração Uniaxial

Propriedades Mecânicas: O Ensaio de Tração Uniaxial Propriedades Mecânicas: O Ensaio de Tração Uniaxial Tensão e deformação Ensaios: Tração Compressão Cisalhamento Torção Tensão e deformação Cálculo da tensão (Para tração e compressão): Onde: σ= Tensão

Leia mais

Resistência dos Materiais

Resistência dos Materiais Aula 2 Tensão Normal Média e Tensão de Cisalhamento Média Tópicos Abordados Nesta Aula Definição de Tensão. Tensão Normal Média. Tensão de Cisalhamento Média. Conceito de Tensão Representa a intensidade

Leia mais

RECRAVAÇÃO DE ESTACAS FRANKI ENG PAULO FREDERICO DE FIGUEIREDO MONTEIRO

RECRAVAÇÃO DE ESTACAS FRANKI ENG PAULO FREDERICO DE FIGUEIREDO MONTEIRO RECRAVAÇÃO DE ESTACAS FRANKI ENG PAULO FREDERICO DE FIGUEIREDO MONTEIRO Sinopse A recravação de estacas Franki pode ser perfeitamente executada utilizando-se dois processos: prensagem com macacos hidráulicos

Leia mais

ARGAMASSA ESTRUTURAL 250

ARGAMASSA ESTRUTURAL 250 Produto ARGAMASSA ESTRUTURAL 250 é uma argamassa bicomponente à base de cimento e polímeros acrílicos que, depois da mistura, resulta numa argamassa coesa, tixotrópica e de fácil moldagem. O produto apresenta

Leia mais

Geometria Analítica. Geometria Analítica 28/08/2012

Geometria Analítica. Geometria Analítica 28/08/2012 Prof. Luiz Antonio do Nascimento luiz.anascimento@sp.senac.br www.lnascimento.com.br Conjuntos Propriedades das operações de adição e multiplicação: Propriedade comutativa: Adição a + b = b + a Multiplicação

Leia mais

Diretoria de Ciências Exatas. Laboratório de Física. Roteiro 03. Física Geral e Experimental III 2012/1

Diretoria de Ciências Exatas. Laboratório de Física. Roteiro 03. Física Geral e Experimental III 2012/1 Diretoria de Ciências Exatas Laboratório de Física Roteiro 03 Física Geral e Experimental III 2012/1 Experimento: Dilatação Térmica de um Líquido 1. Dilatação Térmica de um Líquido Nesta tarefa será abordado

Leia mais

DE RESINA MELAMINA-URÉIA-FORMALDEÍDO PRODUCTION OF HIGH DENSITY PARTICLEBOARD USING MELAMINE-UREA-FORMALDEHYDE RESIN

DE RESINA MELAMINA-URÉIA-FORMALDEÍDO PRODUCTION OF HIGH DENSITY PARTICLEBOARD USING MELAMINE-UREA-FORMALDEHYDE RESIN Produção PRODUÇÃO de painéis aglomerados DE PAINÉIS de alta AGLOMERADOS densificação... DE ALTA DENSIFICAÇÃO COM USO 323 DE RESINA MELAMINA-URÉIA-FORMALDEÍDO Setsuo Iwakiri¹, Alan Sulato de Andrade², Antonio

Leia mais

Leitura e Interpretação de Desenho Técnico Mecânico

Leitura e Interpretação de Desenho Técnico Mecânico Leitura e Interpretação de Desenho Técnico Mecânico Módulo IV Aula 01 Acabamento superficial Rugosidade A importância do estudo de acabamento superficial aumenta à medida que cresce a precisão de ajuste

Leia mais

Desenho Técnico. Prof. Aline Fernandes de Oliveira, Arquiteta Urbanista 2010

Desenho Técnico. Prof. Aline Fernandes de Oliveira, Arquiteta Urbanista 2010 de Oliveira, Arquiteta Urbanista 2010 O QUE VIMOS AULA PASSADA?? Traçados das projeções - VF Traçados das projeções - VS Traçados das projeções - VS Traçados das projeções - VS Traçados das projeções VLE

Leia mais

2.0 O PROJETO DE LAJES PROTENDIDAS - SÍNTESE

2.0 O PROJETO DE LAJES PROTENDIDAS - SÍNTESE LAJES PLANAS PROTENDIDAS: DETERMINAÇÃO DA FORÇA DE PROTENSÃO E PRÉ-DIMENSIONAMENTO DOS CABOS UM PROCESSO PRÁTICO 1.0 - INTRODUÇÃO Nos projetos de lajes protendidas, as armaduras a serem determinadas resultam

Leia mais

Tecnofibras Construção Civil 1

Tecnofibras Construção Civil 1 Tecnofibras Construção Civil 1 Nenhum outro fabricante oferece um produto tão resistente, elegante e seguro para a sua residência. Venha inovar com a Tecnofibras. Índice Institucional.... 5 Tecnologia

Leia mais

PROVA COMENTADA. Carga acidental (Q) = 0,5 kn/m² Carga permanente (G) = (0,12 cm X 25 kn/m³) + 1,0 kn/m² + 1,0 kn/m² = 4,0 kn/m²

PROVA COMENTADA. Carga acidental (Q) = 0,5 kn/m² Carga permanente (G) = (0,12 cm X 25 kn/m³) + 1,0 kn/m² + 1,0 kn/m² = 4,0 kn/m² ? Graute Um primeiro objetivo seria proporcionar a integração da armadura com a alvenaria, no caso de alvenaria estrutural armada ou em armaduras apenas de caráter construtivo. O segundo objetivo seria

Leia mais

FÔRMAS PARA ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO

FÔRMAS PARA ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO SINAPI SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL CADERNOS TÉCNICOS DE COMPOSIÇÕES PARA FÔRMAS PARA ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO LOTE 1 Versão: 004 Vigência: 12/2015 Última atualização:

Leia mais

Tecnologia em Automação Industrial Mecânica Aplicada 1 Lista 06 página 1/6

Tecnologia em Automação Industrial Mecânica Aplicada 1 Lista 06 página 1/6 urso de Tecnologia em utomação Industrial Disciplina de Mecânica plicada 1 prof. Lin Lista de exercícios nº 6 (Equilíbrio de um corpo rígido) 0,5 m 1,0 m orma 1. figura ao lado ilustra uma prensa para

Leia mais

ESTRUTURAS METÁLICAS. Vigas em Flexão Simples DIMENSIONAMENTO SEGUNDO A NBR-8800:2008. Prof Marcelo Leão Cel Prof Moniz de Aragão Maj

ESTRUTURAS METÁLICAS. Vigas em Flexão Simples DIMENSIONAMENTO SEGUNDO A NBR-8800:2008. Prof Marcelo Leão Cel Prof Moniz de Aragão Maj SEÇÃO DE ENSINO DE ENGENHARIA DE FORTIFICAÇÃO E CONSTRUÇÃO ESTRUTURAS METÁLICAS DIMENSIONAMENTO SEGUNDO A NBR-8800:2008 Vigas em Flexão Simples Prof Marcelo Leão Cel Prof Moniz de Aragão Maj 1 Peças em

Leia mais

Inovação e inclusão social através do uso de materiais plásticos na construção civil. Erivelto Mussio

Inovação e inclusão social através do uso de materiais plásticos na construção civil. Erivelto Mussio Inovação e inclusão social através do uso de materiais plásticos na construção civil Erivelto Mussio EMPRESA ARTECOLA E MARCOPOLO VISÃO ATÉ 2018 Ser a empresa referência nacional em sistemas construtivos

Leia mais

DIMENSIONAMENTO DE ELEMENTOS DE ESTRUTURAS DE AÇO USANDO MÉTODOS

DIMENSIONAMENTO DE ELEMENTOS DE ESTRUTURAS DE AÇO USANDO MÉTODOS Contribuição técnica nº 5 ESTUDO NUMÉRICO-EXPERIMENTAL DE LIGAÇÕES PARAFUSADAS COM CHAPA DE TOPO ENTRE VIGA METÁLICA DE SEÇÃO I E PILAR MISTO PREENCHIDO COM CONCRETO NUMÉRICOS DE SEÇÃO QUADRADA DIMENSIONAMENTO

Leia mais

FABRICAÇÃO MECÂNICA. Introdução aos Processos de Fabricação / Fundição. Material 1 Coletânea de materiais sobre fundição (livros, apostilas e resumos)

FABRICAÇÃO MECÂNICA. Introdução aos Processos de Fabricação / Fundição. Material 1 Coletânea de materiais sobre fundição (livros, apostilas e resumos) 2010 FABRICAÇÃO MECÂNICA Introdução aos Processos de Fabricação / Fundição Material 1 Coletânea de materiais sobre fundição (livros, apostilas e resumos) Prof. Alexander 1/1/2010 1 - INTRODUÇÃO 2 3 2 -

Leia mais

Aplicações de Alumínio na Indústria Aeronáutica

Aplicações de Alumínio na Indústria Aeronáutica DATE (MmmYYYY) Master title style 1 Aplicações de Alumínio na Indústria Aeronáutica Ricardo Carvalho Structures Engineer 2 Agenda Introdução Frota TAP Evolução Histórica da Aeronáutica Aplicações de AL

Leia mais

ESCALAS TERMOMÉTRICAS E DILATAÇÃO

ESCALAS TERMOMÉTRICAS E DILATAÇÃO REVISÃO ENEM ESCALAS TERMOMÉTRICAS E DILATAÇÃO Temperatura é a grandeza física escalar que nos permite avaliar o grau de agitação das moléculas de um corpo. Quanto maior for o grau de agitação molecular,

Leia mais

MÉTODO DE TESTE PARA RESISTÊNCIA QUÍMICA :

MÉTODO DE TESTE PARA RESISTÊNCIA QUÍMICA : MÉTODO DE TESTE PARA RESISTÊNCIA QUÍMICA : A experiência com plásticos reforçados em ambientes corrosivos nos levou a concluir que os laminados falham de formas diferentes, dependendo do tipo de resina

Leia mais

Especi cação Técnica Cabo OPGW

Especi cação Técnica Cabo OPGW Especi cação Técnica Cabo OPGW No Especificação.: ZTT 15-48656 Revisão: DS_V.00-15/02/2016 Escrito por: Fabricante: ZTT Cable - Jiangsu Zhongtian Technology Co.,td. Gerencia Técnica Escritório Comercial

Leia mais

F A. Existe um grande número de equipamentos para a medida de viscosidade de fluidos e que podem ser subdivididos em grupos conforme descrito abaixo:

F A. Existe um grande número de equipamentos para a medida de viscosidade de fluidos e que podem ser subdivididos em grupos conforme descrito abaixo: Laboratório de Medidas de Viscosidade Nome: n turma: Da definição de fluido sabe-se que quando se aplica um esforço tangencial em um elemento de fluido ocorre uma deformação. Considere a situação em que

Leia mais

Película Interativa 7-115

Película Interativa 7-115 Película Interativa 1 Este produto surge de um desenvolvimento tecnológico progressivo. A empresa responsável pelo seu fabrico possui gabinete de desenvolvimento e produção internos permitindo à Equistruere,

Leia mais

FORROS E LUMINÁRIAS. Forros e luminárias

FORROS E LUMINÁRIAS. Forros e luminárias 1 Attuale Eficácia 100% ecológica Produzido totalmente em PVC, o forro modular removível Attuale é durável e contém materiais auto-extinguíveis em sua composição. Um dos forros mais versáteis do mercado,

Leia mais

QUALIDADE DE CHAPAS DE PARTÍCULAS DE

QUALIDADE DE CHAPAS DE PARTÍCULAS DE Ciência Florestal, Santa Maria, v. 21, n. 3, p. 551-558, jul.-set., 2011 ISSN 0103-9954 QUALIDADE DE CHAPAS DE PARTÍCULAS DE Pinus elliottii COLADAS COM RESINA POLIURETANA SOB DIFERENTES COMBINAÇÕES DE

Leia mais

RECICLAGEM DE PAVIMENTOS COM ADIÇÃO DE CIMENTO PORTLAND

RECICLAGEM DE PAVIMENTOS COM ADIÇÃO DE CIMENTO PORTLAND RECICLAGEM DE PAVIMENTOS COM ADIÇÃO DE CIMENTO PORTLAND William Fedrigo Washington Peres Núñez Jorge Augusto Pereira Ceratti RECICLAGEM DE PAVIMENTOS COM ADIÇÃO DE CIMENTO PORTLAND PROPOSIÇÃO DE UM MÉTODO

Leia mais

Discos CS e Rodas Laminadas CS Scotch-Brite Industrial

Discos CS e Rodas Laminadas CS Scotch-Brite Industrial 3 Discos CS e Rodas Laminadas CS Scotch-Brite Industrial Dados Técnicos Fevereiro/2004 Substitui: janeiro/2002 Página 1 de 6 Introdução: Os Discos CS e Rodas Laminadas CS (Clean N Strip) são originários

Leia mais

CAPÍTULO 4 4. ELEMENTOS ESTRUTURAIS. 4.1 Classificação Geométrica dos Elementos Estruturais

CAPÍTULO 4 4. ELEMENTOS ESTRUTURAIS. 4.1 Classificação Geométrica dos Elementos Estruturais Elementos Estruturais 64 CAPÍTULO 4 4. ELEMENTOS ESTRUTURAIS 4.1 Classificação Geométrica dos Elementos Estruturais Neste item apresenta-se uma classificação dos elementos estruturais com base na geometria

Leia mais

Reforço com Fibras de Vidro em Painéis Compensados _ uma Alternativa Ecológica.

Reforço com Fibras de Vidro em Painéis Compensados _ uma Alternativa Ecológica. Reforço com Fibras de Vidro em Painéis Compensados _ uma Alternativa Ecológica. Cinthia Brito Fonseca cinthiabritofonseca@hotmail.com Unileste-MG Geovane Ferreira da Costa cinthiabritofonseca@hotmail.com

Leia mais

CENTRO EDUCACIONAL MARUINENSE

CENTRO EDUCACIONAL MARUINENSE CENTRO EDUCACIONAL MARUINENSE JOSANA DE MELLO DANTAS RELATÓRIO DE AULA SOBRE VISCOSIDADE Relatório apresentado a disciplina Química como um dos pré-requisitos para obtenção parcial da nota da 2ª unidade.

Leia mais

Laboratório de Eficiência Energética em Edificações

Laboratório de Eficiência Energética em Edificações UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO TECNOLÓGICO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL Campus Universitário Trindade Florianópolis SC CEP 88040-970 Caixa Postal 476 Laboratório de Eficiência Energética

Leia mais

REUTILIZAÇÃO DE BORRACHA DE PNEUS INSERVÍVEIS EM OBRAS DE PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA

REUTILIZAÇÃO DE BORRACHA DE PNEUS INSERVÍVEIS EM OBRAS DE PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA REUTILIZAÇÃO DE BORRACHA DE PNEUS INSERVÍVEIS EM OBRAS DE PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA PROF. DR. JOSÉ LEOMAR FERNANDES JÚNIOR Departamento de Transportes - STT Escola de Engenharia de São Carlos - USP 1 Resíduos

Leia mais

RESOLUÇÃO RESOLUÇÃO. Resp. D

RESOLUÇÃO RESOLUÇÃO. Resp. D 10) Antes de medir a temperatura de um paciente, uma enfermeira verifica que o termômetro clínico indica 35 C. Em seguida, usando esse termômetro, ela mede a temperatura do paciente, encontrando o valor

Leia mais

APÊNDICES APÊNDICES 115

APÊNDICES APÊNDICES 115 APÊNDICES 115 1 - Resultados dos ensaios mecânicos. 1.1 - Influência da incorporação do resíduo nas propriedades físicas e mecânicas do concreto para os ensaios realizados no CEFET-ES. Para o concreto

Leia mais

ESPUMA PARA TELHAS. Data: 13/01/12 Pág. 1 de 7

ESPUMA PARA TELHAS. Data: 13/01/12 Pág. 1 de 7 Data: 13/01/12 Pág. 1 de 7 Dados técnicos: Base Poliuretano Consistência Espuma estável Sistema de endurecimento Polimerização pela humidade do ar Formação de pele Ca. 8 min. (20 C/65% H.R.) Tempo de secagem

Leia mais

MUROS DE CONTENÇÃO E ESTABILIDADE DE TALUDES. Trabalho Prático

MUROS DE CONTENÇÃO E ESTABILIDADE DE TALUDES. Trabalho Prático Universidade do Estado de Mato Grosso UNEMAT - Campus de Sinop Curso de Engenharia Civil Geotecnia II MUROS DE CONTENÇÃO E ESTABILIDADE DE TALUDES Trabalho Prático Prof.: Flavio A. Crispim Sinop - MT 2016

Leia mais

NOVA LINHA DE ACESSÓRIOS TROMINK

NOVA LINHA DE ACESSÓRIOS TROMINK NOVA LINHA DE ACESSÓRIOS TROMINK Por: Equipe Comercial e Engenharia Tromink Data: Fevereiro / 2016 OBJETIVO PRINCIPAL: A Tromink, pensando no futuro dos fluxos de armazenagem e na sua gama de clientes

Leia mais

TÉCNICO EM ELETROMECÂNICA METROLOGIA. Prof. Fábio Evangelista Santana, MSc. Eng.

TÉCNICO EM ELETROMECÂNICA METROLOGIA. Prof. Fábio Evangelista Santana, MSc. Eng. TÉCNICO EM ELETROMECÂNICA METROLOGIA Prof. Fábio Evangelista Santana, MSc. Eng. fsantana@cefetsc.edu.br PROGRAMAÇÃO Aula 1 2 Data 07/11 14/11 Conteúdo Correção da avaliação, blocos-padrão, calibradores,

Leia mais

Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil Departamento de Estruturas. Elementos estruturais. Prof. MSc. Luiz Carlos de Almeida

Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil Departamento de Estruturas. Elementos estruturais. Prof. MSc. Luiz Carlos de Almeida Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil Departamento de Estruturas Elementos estruturais Notas de aula da disciplina AU405 Concreto Prof. MSc. Luiz Carlos de Almeida Agosto/2006

Leia mais

COMPENSADO FENÓLICO PRODUZIDO COM FARINHA DO ENDOCARPO DE PÊSSEGO COMO MATERIAL DE ENCHIMENTO

COMPENSADO FENÓLICO PRODUZIDO COM FARINHA DO ENDOCARPO DE PÊSSEGO COMO MATERIAL DE ENCHIMENTO XV EBRAMEM - Encontro Brasileiro em Madeiras e em Estruturas de Madeira 09-11/Mar, 2016, Curitiba, PR, Brasil COMPENSADO FENÓLICO PRODUZIDO COM FARINHA DO ENDOCARPO DE PÊSSEGO COMO MATERIAL DE ENCHIMENTO

Leia mais

Sistemas de Reparo. As melhores soluções para recuperação de estruturas

Sistemas de Reparo. As melhores soluções para recuperação de estruturas Sistemas de Reparo As melhores soluções para recuperação de estruturas Reparo do concreto A deterioração do concreto é provocada por diversos fatores, sejam de caráter atmosférico como a chuva ácida e

Leia mais

Referencial Técnico para Licitação Brise acústico para a unidades do Serviço Social do Comércio SESC, localizada na cidade satélite de Taguatinga

Referencial Técnico para Licitação Brise acústico para a unidades do Serviço Social do Comércio SESC, localizada na cidade satélite de Taguatinga Referencial Técnico para Licitação Brise acústico para a unidades do Serviço Social do Comércio SESC, localizada na cidade satélite de Taguatinga Cliente: SERVIÇO SOCIAL DO COMÉRCIO - SESC AR/DF Endereço:

Leia mais

Laje de concreto com esferas plásticas

Laje de concreto com esferas plásticas Laje de concreto com esferas plásticas Augusto Freire, engenheiro civil, diretor técnico da BubbleDeck Brasil BubbleDeck é um sistema construtivo formado por esferas plásticas contidas entre uma pré-laje

Leia mais

Cruzetas de Madeira Laminada Colada produzidas a partir de madeira de reflorestamento

Cruzetas de Madeira Laminada Colada produzidas a partir de madeira de reflorestamento Cruzetas de Madeira Laminada Colada produzidas a partir de madeira de reflorestamento Pedro Gutemberg de Alcântara Segundinho, Carlito Calil Neto, Cláudio José dos Santos, Antonio Alves Dias, Carlito Calil

Leia mais

Introdução ao Projeto de Aeronaves. Aula 35 Configurações e Projeto do Trem de Pouso

Introdução ao Projeto de Aeronaves. Aula 35 Configurações e Projeto do Trem de Pouso Introdução ao Projeto de Aeronaves Aula 35 Configurações e Projeto do Trem de Pouso Tópicos Abordados Projeto do Trem de Pouso. Estrutura do Trem de Pouso. Introdução Nesta aula serão expostos apenas alguns

Leia mais

CABO OPTICO CFOA-DD - PADRÃO ABNT

CABO OPTICO CFOA-DD - PADRÃO ABNT CABO OPTICO CFOA-DD - PADRÃO ABNT Tipo do Produto Cabos Ópticos ROHS Compliant Dielétrico Núcleo Seco ou Geleado Tubos Loose SM, MM e NZD Descrição Cabo óptico totalmente dielétrico de 02 (dois) a 288

Leia mais

TRATAMENTOS EMPREGADOS EM MATERIAIS METÁLICOS

TRATAMENTOS EMPREGADOS EM MATERIAIS METÁLICOS Universidade Federal do Paraná Curso de Engenharia Industrial Madeireira ELEMENTOS ORGÂNICOS DE MÁQUINAS I AT-096 Dr. Alan Sulato de Andrade alansulato@ufpr.br TRATAMENTOS EMPREGADOS EM 1 INTRODUÇÃO: Existem

Leia mais

Resistência dos Materiais

Resistência dos Materiais Aula 7 Estudo de Torção, Ângulo de Torção Ângulo de Torção O projeto de um eixo depende de limitações na quantidade de rotação ou torção ocorrida quando o eixo é submetido ao torque, desse modo, o ângulo

Leia mais

MATERIAIS COMPÓSITOS. Prof. Roberto Monteiro de Barros Filho. Prof. Roberto Monteiro de Barros Filho

MATERIAIS COMPÓSITOS. Prof. Roberto Monteiro de Barros Filho. Prof. Roberto Monteiro de Barros Filho MATERIAIS COMPÓSITOS Histórico Adobes reforçados com palha Egito 5000 anos. Concreto reforçado com barras de metal século XIX. Fibras de vidro 1970 Conceito São materiais formados por dois ou mais constituintes

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO SINALIZAÇÃO

MEMORIAL DESCRITIVO SINALIZAÇÃO PROPRIETÁRIO: PREFEITURA MUNICIPAL DE PONTALINA OBRA: SINALIZAÇÃO HORIZONTAL E VERTICAL MEMORIAL DESCRITIVO SINALIZAÇÃO INTRODUÇÃO Devido ao pequeno tráfego de pessoas nos locais a serem pavimentados foi

Leia mais

2 Reforço Estrutural com Compósitos de Fibra de Carbono

2 Reforço Estrutural com Compósitos de Fibra de Carbono 2 Reforço Estrutural com Compósitos de Fibra de Carbono 2.1. Introdução Os materiais estruturais podem ser divididos em quatro grupos: metálicos, cerâmicos, poliméricos e compósitos (Gibson, 1993). Em

Leia mais

QUESTÕES DE CONCURSOS PÚBLICOS ENVOLVENDO PROBABILIDADE

QUESTÕES DE CONCURSOS PÚBLICOS ENVOLVENDO PROBABILIDADE QUESTÕES DE CONCURSOS PÚBLICOS ENVOLVENDO PROBABILIDADE 1) Uma moeda não tendenciosa é lançada quatro vezes. A probabilidade de que sejam obtidas duas caras e duas coroas é: (A) 3/8 (B) ½ (C) 5/8 (D) 2/3

Leia mais

BELEZA E REQUINTE A SERVIÇO DA SUA SEGURANÇA

BELEZA E REQUINTE A SERVIÇO DA SUA SEGURANÇA Catálogo BELEZA E REQUINTE A SERVIÇO DA SUA SEGURANÇA Líder no fornecimento de materiais elétricos para usos residencial, comercial e industrial, a Steck possui mais de 45 linhas de produtos de acordo

Leia mais

17:50. Departamento de Construção Civil FUNDAÇÕES INDIRETAS PRÉ-MOLDADAS

17:50. Departamento de Construção Civil FUNDAÇÕES INDIRETAS PRÉ-MOLDADAS FUNDAÇÕES INDIRETAS PRÉ-MOLDADAS Prof. Dr. Marcelo Medeiros Grupo de Materiais de Construção Versão 2013 1 Fundações indiretas profundas 1. Pré-moldadas 2. Moldadas in loco Prof. Dr. Marcelo Medeiros Grupo

Leia mais

CHAPA DE FIBRA. não é tudo igual. PROCURE O RINO.

CHAPA DE FIBRA. não é tudo igual. PROCURE O RINO. CHAPA DE FIBRA não é tudo igual. PROCURE O RINO. Madeira Ecológica Duratex O manejo ambiental é um diferencial para a Duratex, que adota as melhores práticas para alcançar alta produtividade com o mínimo

Leia mais

Hahn KT-SV / KT-SN. Dobradiças universais para portas de PVC

Hahn KT-SV / KT-SN. Dobradiças universais para portas de PVC Hahn KT-SV / KT-SN Dobradiças universais para portas de PVC Classes de uso Capacidade de função contínua Medidas da porta de ensaio Resistência ao fogo Segurança Resistência à corrosão Anti-arrombamento

Leia mais

EPS Mancais Industriais Ltda

EPS Mancais Industriais Ltda Série SNH Série SNH 200 Mancal versátil, desenvolvido para trabalho com rolamento autocompensador de esfera séries 1200 e 200 ou autocompensador de rolo séries 22200 e 23200, onde o bloqueio do mesmo é

Leia mais

WEBINAR Setembro/2016 Tema: Pre-preg Termoplástico

WEBINAR Setembro/2016 Tema: Pre-preg Termoplástico WEBINAR Setembro/2016 Tema: Pre-preg Termoplástico TEXIGLASS TECIDOS DE FIBRA DE VIDRO TECIDOS DE FIBRA DE CARBONO TECIDOS DE FIBRA ARAMIDA Tema: Pre-preg Termoplástico A TEXIGLASS está presente em todos

Leia mais

FACULDADE DE TECNOLOGIA DE ALAGOAS ENGENHARIA CIVIL FUNDAÇÕES I. Prof. MsC. Roberto Monteiro

FACULDADE DE TECNOLOGIA DE ALAGOAS ENGENHARIA CIVIL FUNDAÇÕES I. Prof. MsC. Roberto Monteiro FACULDADE DE TECNOLOGIA DE ALAGOAS ENGENHARIA CIVIL FUNDAÇÕES I Prof. MsC. Roberto Monteiro CONCEPÇÃO DE OBRAS DE FUNDAÇÕES Pof. Msc. ROBERTO MONTEIRO INTRODUÇÃO Comentário Inial O estudo de concepção

Leia mais

tecfix ONE quartzolit

tecfix ONE quartzolit Pág. 1 de 8 Adesivo para ancoragem à base de resina epóxi-acrilato 1. Descrição: Produto bicomponente disposto numa bisnaga com câmaras independentes, projetada para realizar a mistura adequada dos constituintes

Leia mais

DIVISÃO DE SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO DVSMT PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA

DIVISÃO DE SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO DVSMT PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA RESPIRADOR PFF-1 PARTÍCULAS (COM VÁLVULA DE EXALAÇÃO) RPA1 Proteção das vias respiratórias do usuário contra poeiras e névoas. Material: Respiradores sem manutenção descartáveis,

Leia mais

Fita VHB. Fitas VHB 4970 e para envidraçamento estrutural. Para uma aplicação. rápida e durável

Fita VHB. Fitas VHB 4970 e para envidraçamento estrutural. Para uma aplicação. rápida e durável Fitas VHB 4970 e 497 Fita VHB MR para envidraçamento estrutural Para uma aplicação rápida e durável MR Fita VHB para Envidraçamento Estrutural Sucesso em milhares de obras desde 1990 Norma ABNT NBR 15919:011

Leia mais

2 Revisão Bibliográfica

2 Revisão Bibliográfica 2 Revisão Bibliográfica Neste capítulo são apresentados trabalhos relacionados ao comprimento de ancoragem e a resistência de aderência do CFC-substrato de concreto. São mostradas de forma resumida as

Leia mais

ESTRUTURAS METALICAS E DE MADEIRAS - PEF 2402

ESTRUTURAS METALICAS E DE MADEIRAS - PEF 2402 ESTRUTURAS METALICAS E DE MADEIRAS - PEF 2402 Prof. Dr. Pedro A. O. Almeida Prof. Pedro Afonso de Projeto de Estruturas de Madeira 1 Conectores Prof. Pedro Afonso de Projeto de Estruturas de Madeira 2

Leia mais

Manual técnico Caixas de bornes KL

Manual técnico Caixas de bornes KL Manual técnico Caixas de bornes KL 1 4 6 5 3 7 2 A caixa pequena com aprovações recebidas mundialmente, disponível para pronta entrega em diversos tamanhos padrão. O sistema de acessórios práticos torna

Leia mais

1ª Lista de Exercícios - Problemas de Otimização

1ª Lista de Exercícios - Problemas de Otimização Cálculo Diferencial e Integral II Prof. Robson Rodrigues www.robson.mat.br email: robsonmat@uol.com.br 1ª Lista de Exercícios - Problemas de Otimização Problema 1. Utilizando 40 m de tela e um muro como

Leia mais

Reforço à flexão em vigas de concreto armado com manta de fibra de carbono: mecanismos de incremento de ancoragem

Reforço à flexão em vigas de concreto armado com manta de fibra de carbono: mecanismos de incremento de ancoragem Reforço à flexão em vigas de concreto armado com manta de fibra de carbono: mecanismos de incremento de ancoragem Vladimir José Ferrari*, Ivo José Padaratz e Daniel Domingues Loriggio Departamento de Engenharia

Leia mais

GERDAU AÇOS ESPECIAIS

GERDAU AÇOS ESPECIAIS AÇOS ESPECIAIS GERDAU AÇOS ESPECIAIS A Gerdau está entre os maiores fornecedores mundiais de aços especiais, com diversas usinas localizadas no Brasil, na Espanha, nos Estados Unidos e na Índia. Essa diversificação

Leia mais

GLADIADOR Melhor relação peso/potência da categoria

GLADIADOR Melhor relação peso/potência da categoria GLADIADOR 2300 Melhor relação peso/potência da categoria Catálogo virtual Português Ago/2016 GLADIADOR 2300 O pulverizador autopropelido Gladiador 2300 apresenta grande autonomia de trabalho, possibilitando

Leia mais

Dimensionamento de Pilares

Dimensionamento de Pilares Dimensionamento de Pilares N Pilares são elementos predominantemente comprimidos (N). Sua função primeira é conduzir as cargas gravitacionais aos elementos de fundação Em geral, são solicitados também

Leia mais

GEOCOMPOSTO PARA REFORÇO UTILIZADO EM ATERRO DE CONQUISTA

GEOCOMPOSTO PARA REFORÇO UTILIZADO EM ATERRO DE CONQUISTA GEOCOMPOSTO PARA REFORÇO UTILIZADO EM ATERRO DE CONQUISTA Paulo Cesar Belesso Ferretti Engenheiro Civil Maccaferri do Brasil paulo.ferretti@maccaferri.com.br Leilo Luti de Lima Eng. Civil Gerente Unidade

Leia mais

σ = ±, onde (σ) é a tensão, (M) é o momento e (ω ) é o módulo de resistência da ω

σ = ±, onde (σ) é a tensão, (M) é o momento e (ω ) é o módulo de resistência da ω QUESTÃO UNIV. TECNOL. FEDERAL DO PARANÁ UTFPR - 015. Dada uma viga com carregamento e geometria indicados abaixo, a tensão normal máxima de compressão equivale a: A) 40MPa. B) MPa. C) 14MPa. D) 0KN/m.

Leia mais