GRUPO I (Cotação: 5 Valores)

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "GRUPO I (Cotação: 5 Valores)"

Transcrição

1 LICENCIATURA EM GESTÃO 2008/2009 Exame - 9 de Fevereiro de 2009 CONTABILIDADE FINANCEIRA I - 1G105 Normas e Indicações: A prova tem a duração de 2 hora e 30 minutos. Responda a cada grupo em folhas separadas. Não é permitida a consulta de elementos de estudo, colegas ou professores. Deve explicitar todos os cálculos subjacentes às respostas dadas. Nos 5 minutos finais da prova certifique-se de que colocou a sua identificação na folha de resposta. No final do tempo da prova pare de escrever e mantenha-se sentado no seu lugar, até todas as folhas estarem recolhidas e os docentes darem autorização de saída. Bom trabalho! GRUPO I (Cotação: 5 Valores) 1. A sociedade Defeated Eagle é uma empresa comercial, em relação à qual se conhecem os seguintes elementos, relativos ao exercício económico de 2008 (retirados das Demonstrações Financeiras desse período): 1 Existência inicial de mercadorias Existência final de mercadorias Saldo inicial de clientes Saldo final de clientes Saldo inicial de fornecedores Saldo final de fornecedores Vendas Custo das Mercadorias Vendidas (Valores em Euros) Admitindo a inexistência de impostos e de quaisquer outros elementos com relevância contabilística, determine: a) o montante dos recebimentos de clientes, em 2008; b) o montante de pagamentos a fornecedores em / 5

2 GRUPO II (Cotação: 4 Valores) Neste grupo, escolha a alínea correspondente à melhor resposta, nunca devendo assinalar mais que uma resposta para a mesma questão. Se o fizer, essa questão será considerada como não respondida. Se, por lapso, assinalar uma resposta e quiser corrigi-la, deve solicitar uma nova folha de respostas. Cada resposta considerada certa terá uma cotação de um valor. Uma resposta errada sofrerá uma penalização de um terço da cotação atribuída à resposta certa. 1. A sociedade Uebesaite, Lda. facturou a um cliente o trabalho de desenvolvimento de um sítio na Internet. Sabendo que o total da factura (com IVA incluído) é de e que este tipo de trabalho está sujeito a uma taxa de IVA de 20%, qual o lançamento contabilístico a efectuar na sociedade Uebesaite, Lda.? a) Debitar a conta de Fornecimentos e Serviços Externos por Debitar a conta de IVA dedutível, por 600 Creditar a conta de Clientes, por 3 600; b) Debitar a conta de Clientes por Creditar a conta de Prestações de Serviços por Creditar a conta de IVA liquidado por 500; c) Debitar a conta de Fornecimentos e Serviços Externos por Debitar a conta de IVA dedutível, por 500 Creditar a conta de Fornecedores, por 3 000; d) Debitar a conta de Clientes por Creditar a conta de Prestações de Serviços por Creditar a conta de IVA liquidado por 600; 2. A sociedade António Alberto, Lda. endossou um seu saque à sociedade Coelho & Raposa, Lda., no valor de euros. A contabilização desta operação, pela sociedade António Alberto, Lda. (que utiliza o regime de inventário permanente), deverá passar pela seguinte movimentação de contas: a) Debitar a conta de Fornecedores Títulos a pagar por Creditar a conta de Clientes Títulos a receber, por 1 000; b) Debitar a conta de Fornecedores Conta corrente por Creditar a conta de Clientes Títulos a receber, por 1 000; c) Debitar a conta de Fornecedores Conta corrente por Creditar a conta de Clientes Conta corrente, por d) Debitar a conta de Clientes Títulos a receber por Creditar a conta de Fornecedores Conta corrente, por 1 000; 2 / 5

3 3. A sociedade Midre, Lda tinha comprado 300 acções da sociedade Babo & Banha, Lda. (sociedade cotada na Bolsa de Valores) por No mesmo ano, comprou mais 500 acções por Agora, vendeu 600 acções por 16 cada. A movimentação da conta Outros Rendimentos e Ganhos, admitindo que a sociedade adopta o critério de valorimetria de saídas FIFO para as suas aplicações de tesouraria, deverá ser a seguinte: a) Creditar por 2 350; b) Creditar por 2 850; c) Debitar por d) Debitar por 2 350; 4. Em períodos de inflação e perante a preocupação de uma sociedade comercial em aproximar os seus custos de saídas aos valores mais elevados ou superiores, a empresa deverá adoptar o critério valorimétrico de saídas dos Inventários LIFO: a) Não, se a taxa de inflação crescer; b) Não, se a taxa de inflação decrescer; c) Não, qualquer que seja o comportamento da inflação; d) Sim; GRUPO III (Cotação: 9 Valores) A Sociedade Comercial CGL Cristian, Givanildo e Lopes, S.A. está a efectuar o "Trabalho de Fim de Exercício", relativo a Alguns dos lançamentos de rectificação já foram efectuados, persistindo, contudo, algumas dúvidas em relação a casos específicos. Neste contexto, foi-lhe solicitado que se pronunciasse sobre os lançamentos contabilísticos a efectuar, como consequência dos pontos enumerados em seguida: 1. O Departamento Comercial informou que um lote de mercadoria antiga, cujo custo de aquisição ascendeu a , já só se consegue vender por (é a primeira vez que ocorre uma situação deste tipo, na empresa). 2. Os encargos devidos por motivo de férias que são imputáveis a 2008 (pagáveis em 2009) ascendem a Foi contabilizada, como custo do exercício de 2008, a totalidade dos prémios de seguro pagos em , relativos ao período compreendido entre e O valor total dos prémios ascende a / 5

4 4. Em Abril de 2008, foram aplicados em instrumentos financeiros (acções) do Crash Bank" (operação já contabilizada). Contudo, na sequência de uma forte desvalorização no mercado de acções, em , aqueles títulos apresentavam um valor de mercado que se limitava a As dívidas do cliente Barbosa & Bento, Lda., que ascendem a 4 000, são consideradas, pela Direcção Comercial, como sendo de cobrança duvidosa. 6. A empresa possui um crédito, no montante de USD 8 000, que, ao câmbio da data de venda, foi contabilizado por Na sequência da recuperação do euro face ao dólar, em , o contravalor do referido crédito era de A CGL vendeu, por 1 500, uma máquina que havia sido adquirida em 2002, por O referido equipamento vinha sendo depreciado pelo método das quotas degressivas (ou das quotas decrescentes em progressão geométrica, seguido de quotas constantes), pressupondo uma vida útil de 8 anos. Não foi efectuado qualquer lançamento relativo a esta transacção. 8. Não foram calculadas nem contabilizadas as depreciações do exercício relativas aos seguintes bens: edifício adquirido em 2002, por (o Imposto Municipal sobre as Transacções Onerosas de Imóveis e o custo dos actos notariais ascenderam a e considerou-se um valor residual de ), depreciado pelo método das quotas constantes, para o qual foi estimada uma vida útil de 20 anos. equipamento básico, adquirido em 2002, por , já totalmente depreciado. viatura ligeira de mercadorias, adquirida em 2007, por , depreciada pelo método do desgaste funcional (vida útil: km; valor residual nulo; distância percorrida em 2007: km; distância percorrida em 2008: km). 9. A viatura anteriormente referida foi adquirida em sistema de leasing (locação financeira), com rendas anuais. Está por contabilizar o pagamento da renda relativa ao ano 2008, no valor de IVA (20%) (no plano financeiro anexo ao contrato, é possível verificar que dizem respeito ao reembolso de capital e são referentes aos juros). 10. No início do mês de Dezembro de 2008, foi celebrado um contrato de locação operacional de uma viatura ligeira de mercadorias, com a duração de 6 meses, não se prevendo a possibilidade de aquisição no final do contrato. A renda de Dezembro de 2008 ascendeu a IVA (20%) e ainda não foi contabilizado o respectivo pagamento (já efectuado). 4 / 5

5 11. As contas da contabilidade da CGL que estão relacionadas com os Inventários Comerciais apresentavam os saldos seguintes: Compras de Mercadorias: Inventários Mercadorias: Vendas de Mercadorias: Custo das Mercadorias Vendidas: 0 Após a inventariação física realizada em , concluiu-se que o valor das mercadorias em armazém, naquela data, era de Na posse destes elementos, indique os lançamentos de rectificação que a empresa deve efectuar, para dar uma correcta expressão contabilística a estes factos. GRUPO IV (Cotação: 2 Valores) Explique as razões que justificam a necessidade de, no trabalho de fim de exercício, estar incluído um conjunto de operações de rectificação de contas. 5 / 5

INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO LICENCIATURA ECONOMIA, GESTÃO, FINANÇAS E MAEG

INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO LICENCIATURA ECONOMIA, GESTÃO, FINANÇAS E MAEG INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO LICENCIATURA ECONOMIA, GESTÃO, FINANÇAS E MAEG CONTABILIDADE GERAL I CADERNO DE EXERCÍCIOS - II IVA Investimentos Exercício

Leia mais

Grupo I Múltipla Escolha

Grupo I Múltipla Escolha Grupo I Múltipla Escolha 1 A empresa XYZ, SA recebeu durante o ano de 2005 juros de depósitos a prazo no valor bruto de 250, sujeitos a retenção na fonte à taxa de 20%. Qual a conta a movimentar referente

Leia mais

CONTABILIDADE FINANCEIRA I. Grupo I

CONTABILIDADE FINANCEIRA I. Grupo I CONTABILIDADE FINANCEIRA I Exame Final Equipa Docente: Data: 21 de Janeiro de 2012 Helena Brissos de Almeida Duração: 2 horas e 30 minutos Luiz Ribeiro Sofia Pereira Sílvia Cortês Catarina Moura João Freitas

Leia mais

Grupo I Múltipla Escolha

Grupo I Múltipla Escolha Grupo I Múltipla Escolha 1 A empresa XYZ, SA recebeu durante o ano de 2005 juros de depósitos a prazo no valor bruto de 250, sujeitos a retenção na fonte à taxa de 20%. Qual a conta a movimentar referente

Leia mais

PARTE PRÁTICA (13 valores)

PARTE PRÁTICA (13 valores) PARTE PRÁTICA (13 valores) 1 - A empresa Mãe, SA, detém 80% do Capital da empresa Filha, SA, participação esta que foi adquirida, em N, por 340.000 Euros. Em 31 de Dezembro de N, as empresas do Grupo apresentavam

Leia mais

Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa Ano Lectivo 2008/2009 1º Semestre Contabilidade Financeira - Turma B

Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa Ano Lectivo 2008/2009 1º Semestre Contabilidade Financeira - Turma B Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa Ano Lectivo 2008/2009 1º Semestre Contabilidade Financeira - Turma B 13 de Janeiro de 2009 Duração da prova: 120 Minutos EXAME FINAL 1ª ÉPOCA Atenção

Leia mais

CONTABILIDADE FINANCEIRA I

CONTABILIDADE FINANCEIRA I CONTABILIDADE FINANCEIRA I 2ª FREQUÊNCIA Equipa Docente: Data: 8 de Janeiro de 2009 Helena Almeida Duração: 2 h e 30 m Luiz Ribeiro Luísa Barbosa Teresa Antunes Luís Janeiro Sofia Pereira RESPONDA A CADA

Leia mais

FACULDADE DE ECONOMIA UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA

FACULDADE DE ECONOMIA UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA FACULDADE DE ECONOMIA UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA Exame 1.ª época de Contabilidade Financeira 1.º semestre 2008/09 Data: 13 de Janeiro de 2009 Início: 11h30m Duração: 2h00m Cotação e tempo esperado de

Leia mais

1.ª Frequência de Contabilidade Financeira Ano letivo

1.ª Frequência de Contabilidade Financeira Ano letivo 1.ª Frequência de Contabilidade Financeira Ano letivo 2015-2016 UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Faculdade de Ciências Sociais e Humanas Departamento de Gestão e Economia Data: 2015-10-29 Licenciatura em

Leia mais

CONTABILIDADE DOS GRUPOS E DAS OPERAÇÕES ESPECIAIS. I GRUPO (5 valores)

CONTABILIDADE DOS GRUPOS E DAS OPERAÇÕES ESPECIAIS. I GRUPO (5 valores) INSTITUTO SUPERIOR DE CONTABILIDADE E ADMINISTRAÇÃO DO PORTO CONTABILIDADE DOS GRUPOS E DAS OPERAÇÕES ESPECIAIS Exame Época Normal 01 de Fevereiro de 2013 Duração: 2H 30M Por favor leia com atenção antes

Leia mais

Grupo 2 Demonstrações financeiras Grupo 3 Inventários e dívidas a receber Grupo 4 Empréstimos obrigacionistas

Grupo 2 Demonstrações financeiras Grupo 3 Inventários e dívidas a receber Grupo 4 Empréstimos obrigacionistas FACULDADE DE ECONOMIA UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA Exame de 2ª fase de Contabilidade Financeira 1º semestre - 2010/11 Data: 28 de Janeiro de 2011 Início: 11h30m Duração: 2h00m Grupo 1 Questões de resposta

Leia mais

CONTABILIDADE DOS GRUPOS E DAS OPERAÇÕES ESPECIAIS. I GRUPO (5 valores)

CONTABILIDADE DOS GRUPOS E DAS OPERAÇÕES ESPECIAIS. I GRUPO (5 valores) INSTITUTO SUPERIOR DE CONTABILIDADE E ADMINISTRAÇÃO DO PORTO CONTABILIDADE DOS GRUPOS E DAS OPERAÇÕES ESPECIAIS Exame de Recurso 18 de Fevereiro de 2013 Duração: 2H 30M Por favor leia com atenção antes

Leia mais

CONTABILIDADE II Caderno de Exercícios Método da Equivalência Patrimonial Ano Lectivo 2010/2011

CONTABILIDADE II Caderno de Exercícios Método da Equivalência Patrimonial Ano Lectivo 2010/2011 CONTABILIDADE II Caderno de Exercícios Método da Equivalência Patrimonial Ano Lectivo 2010/2011 Fevereiro 2011 EXERCÍCIO Nº 1 Aplicação do MEP 1. A entidade A adquiriu 40% do capital da entidade X por

Leia mais

8.2. Notas ao Balanço e à Demonstração de Resultados

8.2. Notas ao Balanço e à Demonstração de Resultados 8.2. Notas ao Balanço e à Demonstração de Resultados 8.2.1 Indicação e justificação das disposições do POCAL que, em casos excepcionais devidamente fundamentados e sem prejuízo do legalmente estabelecido,

Leia mais

ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS

ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS relativo às contas individuais do exercício de dois mil e nove do Conselho Distrital de Lisboa da Ordem dos Advogados, pessoa colectiva de direito público

Leia mais

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS As Demonstrações Financeiras anexas foram preparadas a partir dos livros e registos contabilísticos da Câmara Municipal, mantidos de acordo com os princípios

Leia mais

CONTAS COM SALDO DEVEDOR (Euros)

CONTAS COM SALDO DEVEDOR (Euros) Anexo à Instrução nº 15/98 Modelo I INSTITUIÇÃO SITUAÇÃO ANALÍTICA DO MÊS DE CONTAS COM SALDO DEVEDOR (Euros) 10 CAIXA 11 DEPÓSITOS À ORDEM NO BANCO DE PORTUGAL 12 DISPONIBILIDADES SOBRE INSTITUIÇÕES.DE

Leia mais

Exame Contabilidade Financeira II Contabilidade Geral II

Exame Contabilidade Financeira II Contabilidade Geral II 1 ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DE TOMAR ================================================================================ Exame 2009.07.02 Contabilidade Financeira II Contabilidade Geral II GESTÃO DE EMPRESAS

Leia mais

PRAZOS E MÉTODOS DE AMORTIZAÇÃO. Índice: Capítulo II Disposições Gerais... 3

PRAZOS E MÉTODOS DE AMORTIZAÇÃO. Índice: Capítulo II Disposições Gerais... 3 AVISO N.º [XX/2015] PRAZOS E MÉTODOS DE AMORTIZAÇÃO Índice: Capítulo I... 3 Disposições Gerais... 3 Capítulo II... 3 Prazos e Métodos de Amortização... 3 Capítulo III... 7 Disposições Finais... 7 1 Aviso

Leia mais

CÓDIGO DE CONTAS Portaria 218/2015, de 23 de Julho (Em vigor desde 1 de janeiro de 2016)

CÓDIGO DE CONTAS Portaria 218/2015, de 23 de Julho (Em vigor desde 1 de janeiro de 2016) CÓDIGO DE CONTAS Portaria 218/2015, de 23 de Julho (Em vigor desde 1 de janeiro de 2016) Para: MICROENTIDADES Conta Descrição 11 CAIXA 111 Caixa 12 DEPÓSITOS Á ORDEM 1201 Banco A 13 OUTROS DEPÓSITOS BANCÁRIOS

Leia mais

ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DE TOMAR. Contabilidade Financeira I Exame

ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DE TOMAR. Contabilidade Financeira I Exame 1 ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DE TOMAR ================================================================================ Cursos: AUDITORIA E FISCALIDADE e GESTÃO DE EMPRTESAS Contabilidade Financeira I Exame

Leia mais

Contabilidade Geral. Gestão do Desporto 2011/2012

Contabilidade Geral. Gestão do Desporto 2011/2012 Contabilidade Geral Gestão do Desporto 2011/2012 OPERAÇÕES CORRENTES 3. Inventários e Activos Biológicos Consideram-se inventários todos os bens armazenáveis adquiridos ou produzidos pela empresa equesedestinamàvendaouaseremincorporadosnaprodução.

Leia mais

Parte Prática. Exame de Recurso. Fiscalidade de Empresa 11 17/09/200$ Gestão de Empresas - Contabilidade e Administração. Ano Lectivo 2004/2005

Parte Prática. Exame de Recurso. Fiscalidade de Empresa 11 17/09/200$ Gestão de Empresas - Contabilidade e Administração. Ano Lectivo 2004/2005 ~.... IPV/EST Viseu-Exame depiscalidadedeempresa11- Prática- Setembro2005 I~wJ. Gestão de Empresas - Contabilidade e Administração Exame de Recurso Fiscalidade de Empresa 11 Gestão de Empresas Contabilidade

Leia mais

VII - ELEMENTOS CONTABILÍSTICOS

VII - ELEMENTOS CONTABILÍSTICOS Anexo à Instrução nº 4/96 VII - ELEMENTOS CONTABILÍSTICOS 1. ELEMENTOS PARA PUBLICAÇÃO OFICIAL 1.1. Balanço de situação, relativo à actividade global, evidenciando os resultados provisórios, reportado

Leia mais

(A) (B) (C) (D) (E)

(A) (B) (C) (D) (E) 01 FCC 2014 Um lote de mercadorias para revenda foi adquirido pelo valor total de R$ 200.000. Neste valor estavam inclusos tributos recuperáveis de R$ 30.000. A empresa ficou responsável pela retirada

Leia mais

SATAPOCAL -FICHA DE APOIO TÉCNICO Nº 8 /2007/RC

SATAPOCAL -FICHA DE APOIO TÉCNICO Nº 8 /2007/RC FAT revista em Março de 2008 1. QUESTÃO E SUA RESOLUÇÃO 1.1. QUESTÃO COLOCADA Deve o IVA ser incluído nos movimentos contabilísticos a efectuar nas fases de cabimento, compromisso e pagamento para registar

Leia mais

de 1.ª chamada de Contabilidade Financeira I

de 1.ª chamada de Contabilidade Financeira I Classificação I II III IV V NOME: Prova cotada para 20,00 valores Exame Teste A de 1.ª chamada de Docentes: Ana Paula Gama, Cristina Estevão e Francisco Antunes N.º: GRUPO I: Generalidades e SNC Tempo

Leia mais

INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO LICENCIATURA EM GESTÃO LICENCIATURA EM MAEG LICENCIATURA EM FINANÇAS

INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO LICENCIATURA EM GESTÃO LICENCIATURA EM MAEG LICENCIATURA EM FINANÇAS LICENCIATURA EM GESTÃO LICENCIATURA EM MAEG LICENCIATURA EM FINANÇAS CONTABILIDADE GERAL I V - CADERNO DE EXERCÍCIOS Imobilizações ANO LECTIVO 2004/2005 1º SEMESTRE Exercício 29 A empresa Sempre a dever,

Leia mais

CASO PRÁTICO N.º 5. Regime da Normalização Contabilística para Microentidades FORMAÇÃO À DISTÂNCIA. Curso DIS3711

CASO PRÁTICO N.º 5. Regime da Normalização Contabilística para Microentidades FORMAÇÃO À DISTÂNCIA. Curso DIS3711 CASO PRÁTICO N.º 5 Regime da Normalização Contabilística para Microentidades FORMAÇÃO À DISTÂNCIA Curso DIS3711 AVELINO AZEVEDO ANTÃO ARMANDO TAVARES JOÃO PAULO MARQUES Abril 2011 1/8 A empresa Micrológica

Leia mais

INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO LICENCIATURA EM GESTÃO DO DESPORTO

INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO LICENCIATURA EM GESTÃO DO DESPORTO INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO LICENCIATURA EM GESTÃO DO DESPORTO CONTABILIDADE GERAL OPERAÇÕES CORRENTES INVENTÁRIOS FIM DE EXERCÍCIO ANO LECTIVO 2011/2012 Exercício 1 Durante um determinado

Leia mais

FISCALIDADE DE EMPRESA II

FISCALIDADE DE EMPRESA II FISCALIDADE DE EMPRESA II Questionário Ano 2006 Carlos Manuel Freitas Lázaro 1 1. É tributado como rendimento da categoria B: A) A indemnização paga pela companhia de seguros a empresário em nome individual,

Leia mais

FUNDAÇÃO CASCAIS. Relatório de Contas. de Nº Contribuinte: Av. Clotilde, Lj 18- A Estoril

FUNDAÇÃO CASCAIS. Relatório de Contas. de Nº Contribuinte: Av. Clotilde, Lj 18- A Estoril FUNDAÇÃO CASCAIS Relatório de Contas de 2015 Nº Contribuinte: 503040843 Av. Clotilde, Lj 18- A 2765-266 Estoril FUNDAÇÃO CASCAIS Nº Contribuinte: 503040843 Av. Clotilde, Lj 18- A Estoril 2765-266 Estoril

Leia mais

FACULDADE DE ECONOMIA UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA. Exame 2.ª época de Contabilidade Financeira 2.º semestre 2007/08

FACULDADE DE ECONOMIA UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA. Exame 2.ª época de Contabilidade Financeira 2.º semestre 2007/08 FACULDADE DE ECONOMIA UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA Exame 2.ª época de Contabilidade Financeira 2.º semestre 2007/08 Data: 28 de Junho de 2008 Início: 11h30m Duração: 2h15m Cotação e tempo esperado de resolução:

Leia mais

IVA - IMPOSTO SOBRE O VALOR ACRESCENTADO

IVA - IMPOSTO SOBRE O VALOR ACRESCENTADO Caso Prático ( IVA) 2007 1 IVA - IMPOSTO SOBRE O VALOR ACRESCENTADO Uma empresa fabricante de vestuário, com sede no Porto, sujeito passivo de IVA enquadrado no regime normal de periodicidade trimestral,

Leia mais

APESPE-RH-Assoc.Port.das Emp.do Sector Priv.de Emp.e dos Rec.Humanos ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2015 ÍNDICE

APESPE-RH-Assoc.Port.das Emp.do Sector Priv.de Emp.e dos Rec.Humanos ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2015 ÍNDICE (Montantes expressos em euros) ÍNDICE Páginas 1. Nota introdutória 2 2. Referencial contabilístico de preparação nas demonstrações financeiras 2 3. Principais políticas contabilísticas 2 4. Políticas contabilísticas,

Leia mais

Contabilidade Financeira aos Sabados

Contabilidade Financeira aos Sabados Contabilidade Financeira aos Sabados 1 Com: 2 Técnico de Conta nº 3211 3 Modulo I Contabilidade Geral História e Noção O Património A Conta Demostrações Financeiras 4 Aula nº 3 A CONTA 5 Sumário: A Conta

Leia mais

Aula 14. sobre todas as fases do circuito. Contabilidade Financeira I Francisco Antunes

Aula 14. sobre todas as fases do circuito.  Contabilidade Financeira I Francisco Antunes Aula 14 http://www.webx.ubi.pt/~fantunes Início IVA Imposto sobre o Valor Acrescentado Imposto sobre o consumo (embora sejam as empresas as entidades que têm de entregar o imposto ao Estado, quem o suporta

Leia mais

INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO LICENCIATURA EM GESTÃO DO DESPORTO

INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO LICENCIATURA EM GESTÃO DO DESPORTO INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO LICENCIATURA EM GESTÃO DO DESPORTO CONTABILIDADE GERAL OPERAÇÕES CORRENTES Meios Financeiros Líquidos Contas a Receber e a Pagar Imparidades Efeitos de alterações

Leia mais

Exame de. Docentes: Ano Lectivo 2005/ /06/2006. Prática. Fiscalidade de Empresas 11 1/8. António Vítor Almeida. Carlos Manuel de Freitas Lázaro

Exame de. Docentes: Ano Lectivo 2005/ /06/2006. Prática. Fiscalidade de Empresas 11 1/8. António Vítor Almeida. Carlos Manuel de Freitas Lázaro : nstituto Politécnico de Viseu Fiscalidade de Empresas Exame de Fiscalidade de Empresas 11 Ano Lectivo 2005/2006 24/06/2006 Prática Docentes: António Vítor Almeida Campos Carlos Manuel de Freitas Lázaro

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA FACULDADE DE CIÊNCIAS ECONÓMICAS E EMPRESARIAIS

UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA FACULDADE DE CIÊNCIAS ECONÓMICAS E EMPRESARIAIS Teste de Contabilidade Financeira II Material para consulta: Relatório Anual Consolidado 2005, Sumolis, SA Duração: 1 hora Tendo em conta a informação contida em anexo, publicada num jornal diário, bem

Leia mais

NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE NBC T 16 NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚBLICO

NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE NBC T 16 NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚBLICO NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE NBC T 16 NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚBLICO NBC T 16.9 DEPRECIAÇÃO, AMORTIZAÇÃO E EXAUSTÃO Conteúdo Item DISPOSIÇÕES GERAIS 1 OBJETIVOS E

Leia mais

Índice 1 Identificação da Entidade 2 Referencial Contabilístico de Preparação das Demostrações Financeiras 3 Principais Politicas Contabilísticas 4 Políticas contabilísticas, alterações nas estimativas

Leia mais

Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa Ano Lectivo 2013/2014 1º Semestre. 28 de NOVEMBRO de 2013 Duração da prova: 60 minutos

Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa Ano Lectivo 2013/2014 1º Semestre. 28 de NOVEMBRO de 2013 Duração da prova: 60 minutos Contabilidade Financeira Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa Ano Lectivo 2013/2014 1º Semestre 28 de NOVEMBRO de 2013 Duração da prova: 60 minutos 3º TESTE INTERMÉDIO NOME: NÚMERO: Atenção

Leia mais

Universidade Metodista de Angola Contabilidade Financeira II

Universidade Metodista de Angola Contabilidade Financeira II Inventario Permanente Universidade Metodista de Angola Contabilidade Financeira II Iº Ano, Turmas A e B, manhã Exercicio Pratico nº 5 Elementos do Balanco da empresa Kibonda Lda, aos 31/12/2009 Descricao

Leia mais

NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS POCAL

NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS POCAL NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS POCAL As notas que a seguir se apresentam, visam facultar um completo entendimento das demonstrações financeiras apresentadas com os documentos de prestação

Leia mais

d) 400. Justificação:

d) 400. Justificação: 1. Os juros de suprimentos recebidos (pessoas singulares e colectivas): a) São objecto de retenção na fonte à taxa de 15%; b) São objecto de retenção na fonte a uma taxa liberatória de 15%; c) São objecto

Leia mais

Contabilidade Financeira II

Contabilidade Financeira II Contabilidade Financeira II Gestão; Finanças e Contabilidade 2011/2012 Exame - 2ª época 11/junho/2012 Informações e Sugestões 1. A resolução da prova terá início após a leitura do enunciado e o esclarecimento

Leia mais

BALANÇO (em 31 de Dezembro de 2015)

BALANÇO (em 31 de Dezembro de 2015) RUBRICAS BALANÇO (em 31 de Dezembro de 2015) NOTAS Demonstrações Financeiras Montantes expressos em EURO PERÍODOS 2015 2014 ACTIVO Activo não corrente: Activos fixos tangíveis... 4 236.628,46 246.515,69

Leia mais

Contabilidade Geral Prova 2 Gabarito 1 Questão 01 A questão solicita que o candidato indique a afirmativa incorreta, que é encontrada na alternativa c : No ativo, as contas serão dispostas em ordem crescente

Leia mais

Conteúdo. CONTAS INDIVIDUAIS 2015 (Montantes expressos em euros)

Conteúdo. CONTAS INDIVIDUAIS 2015 (Montantes expressos em euros) ASSOCIAÇÃO PARA O ESTUDO E INTEGRAÇÃO PSICOSSOCIAL CONTAS INDIVIDUAIS 2015 Conteúdo BALANÇO INDIVIDUAL (ESNL) EM 31.12.2015 E 31.12.2014... 4 DEMONSTRAÇÃO INDIVIDUAL DOS RESULTADOS (ESNL) PERÍODOS FINDOS

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE ATIVO E PASSIVO

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE ATIVO E PASSIVO Art. 183 Critérios de Avaliação do ATIVO Art. 184 Critérios de Avaliação do PASSIVO Princípio do REGISTRO PELO VALOR ORIGINAL 1º As seguintes bases de mensuração devem ser utilizadas em graus distintos

Leia mais

PARTE II Duração: 2 horas. Leia com atenção as seguintes instruções:

PARTE II Duração: 2 horas. Leia com atenção as seguintes instruções: PARTE II Duração: 2 horas Leia com atenção as seguintes instruções: Na folha de respostas escreva o seu nome, o número de membro estagiário e a versão da prova de exame (A, B ou C). A não indicação de

Leia mais

RECEITAS QUOTIZAÇÕES , ,80

RECEITAS QUOTIZAÇÕES , ,80 APM - Custos e Proveitos - Exercício de 2007 QUOTAS RECEITAS QUOTIZAÇÕES 123.798,80 123.798,80 SUBSÍDIOS CENTRO DE FORMAÇÃO 19.413,99 ENCONTRO NACIONAL PROFMAT/2007 50.450,00 GRUPO DE TRABALHO T3 38.132,00

Leia mais

1.1 A Cia Contábil, no final do exercício em 31/12/X8, apresentava um saldo de R$ na conta de clientes.

1.1 A Cia Contábil, no final do exercício em 31/12/X8, apresentava um saldo de R$ na conta de clientes. 1- Exercícios 1.1 A Cia Contábil, no final do exercício em 31/12/X8, apresentava um saldo de R$ 150.000 na conta de clientes. ATIVO Disponibilidades $ 5.000 Clientes $ 150.000 (-) Prov. Devedores Duvidosos

Leia mais

Grupo I. Exame de Contabilidade Geral (A que se refere alínea f) do nº 1 do artº15º do Decreto de Lei 452/99 de 5 de Novembro) VERSÃO A

Grupo I. Exame de Contabilidade Geral (A que se refere alínea f) do nº 1 do artº15º do Decreto de Lei 452/99 de 5 de Novembro) VERSÃO A Exame de Contabilidade Geral (A que se refere alínea f) do nº 1 do artº15º do Decreto de Lei 452/99 de 5 de Novembro) 15/Outubro/2005 VERSÃO A Grupo I 1. O(s) organismo(s) que, em Portugal, tem competência

Leia mais

CURSO DE GESTÃO BANCÁRIA

CURSO DE GESTÃO BANCÁRIA Duração: 2 horas e 30 minutos. INSTITUTO SUPERIOR DE GESTÃO BANCÁRIA CURSO DE GESTÃO BANCÁRIA FISCALIDADE Exame de época normal 7 de Fevereiro de 2013 I Parte (5 valores) Em relação a cada uma das seguintes

Leia mais

ANEXO II INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO DOS MODELOS DE DIVULGAÇÕES

ANEXO II INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO DOS MODELOS DE DIVULGAÇÕES ANEXO II INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO DOS MODELOS DE DIVULGAÇÕES Valor contabilístico dos instrumentos financeiros (Quadro I) a) As instituições devem apresentar na coluna valorizados ao custo histórico

Leia mais

Exercício Contabilidade Básica Maratona 02

Exercício Contabilidade Básica Maratona 02 Sumário I Operações com Mercadorias... 2 1. CVM - Analista (ESAF- 2010) - Componentes do Custo... 2 2. BR Distribuidora - Técnico (Cesgranrio- 2009) - Apuração do CMV... 2 3. TCM/PA - Analista (FGV- 2008)

Leia mais

D EG. 1. De acordo com a equação fundamental da contabilidade, no Balanço

D EG. 1. De acordo com a equação fundamental da contabilidade, no Balanço D EG Ano Lectivo 2008/2009 2º Semestre 2º Teste de Gestão 16/6/2009, 13:00 Horas Duração: 1 hora e 15 minutos Código 11 (A ordenação das perguntas e resposta varia segundo os outros códigos de enunciado)

Leia mais

O Preçário das Operações BNI pode ser consultado nos Balcões e Locais de Atendimento ao público do Banco de Negócios Internacional ou em

O Preçário das Operações BNI pode ser consultado nos Balcões e Locais de Atendimento ao público do Banco de Negócios Internacional ou em Instituição Financeira Bancária Preçário das Operações ANEXO II Tabela de Taxas de Juro DATA DE ENTRADA EM VIGOR: 12 de Janeiro de 2017 O Preçário das Operações BNI pode ser consultado nos Balcões e Locais

Leia mais

PARTE II Duração: 2 horas. Leia com atenção as seguintes instruções: Esta prova tem duas partes, cada uma com duração de duas horas.

PARTE II Duração: 2 horas. Leia com atenção as seguintes instruções: Esta prova tem duas partes, cada uma com duração de duas horas. PARTE II Duração: 2 horas Leia com atenção as seguintes instruções: Na folha de respostas escreva o seu nome, o número de membro estagiário e a versão da prova de exame (A, B ou C). A não indicação de

Leia mais

INSTRUÇÃO Nº 16/ (BO Nº 8, ) SUPERVISÃO Elementos de Informação

INSTRUÇÃO Nº 16/ (BO Nº 8, ) SUPERVISÃO Elementos de Informação INSTRUÇÃO Nº 16/2004 - (BO Nº 8, 16.08.2004) Temas SUPERVISÃO Elementos de Informação ASSUNTO: Divulgação de indicadores de referência Crédito em Risco Considerando a necessidade de se obter uma maior

Leia mais

1º TESTE INTERMÉDIO DE INTRODUÇÃO AOS MERCADOS FINANCEIROS

1º TESTE INTERMÉDIO DE INTRODUÇÃO AOS MERCADOS FINANCEIROS INSTITUTO SUPERIOR DE GESTÃO BANCÁRIA 1º TESTE INTERMÉDIO DE INTRODUÇÃO AOS MERCADOS FINANCEIROS ANO LECTIVO 2008/2009 ÉPOCA NORMAL Duração: 1,5 horas Já com a tolerância Atenção: Não se esqueça de indicar

Leia mais

O preçário pode ainda ser consultado no Portal do Consumidor de Produtos e Serviços Financeiros em

O preçário pode ainda ser consultado no Portal do Consumidor de Produtos e Serviços Financeiros em Instituição Financeira Bancária Preçário das Operações ANEXO II Tabela de Taxas de Juro DATA DE ENTRADA EM VIGOR: 06 de Junho de 2016 O Preçário das Operações BNI pode ser consultado nos Balcões e Locais

Leia mais

DlRECTIVA N 2/DSB/2004

DlRECTIVA N 2/DSB/2004 DlRECTIVA N 2/DSB/2004 ASSUNTO: MERCADO DE TÍTULOS DE DÍVIDA PÚBLICA Procedimentos de contabilização. Havendo necessidade de se clarificar a metodologia de registo contabilístico das operações com Títulos

Leia mais

Contabilidade e Gestão Financeira

Contabilidade e Gestão Financeira Contabilidade e Gestão Financeira Contabilidade Demonstrações Financeiras MESG - Mestrado Engenharia de Serviços e Gestão FEUP 2010 Rui Padrão Funções Património Passivo Eq. Fund. Factos patr. Inventário

Leia mais

Capítulo 1. Conceitos fundamentais. UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Faculdade de Ciências Sociais e Humanas Departamento de Gestão e Economia

Capítulo 1. Conceitos fundamentais. UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Faculdade de Ciências Sociais e Humanas Departamento de Gestão e Economia Capítulo 1 Conceitos fundamentais EXERCÍCIO 1.01: CONCEITOS FUNDAMENTAIS Para cada uma das seguintes questões escolha a opção mais adequada, marcando a mesma com um círculo. 1. Os recursos utilizados por

Leia mais

INSTRUTIVO N.º 11/03

INSTRUTIVO N.º 11/03 INSTRUTIVO N.º 11/03 ASSUNTO: COMPRA E VENDA DE MOEDA ESTRANGEIRA Funcionamento das Sessões Tendo em vista a necessidade de se definirem os procedimentos referidos no artigo 8º do Aviso nº 10/2003, de

Leia mais

Demonstrações Financeiras Individuais Exercício 2015

Demonstrações Financeiras Individuais Exercício 2015 Exercício 2015 Monteiro & Guimarães, Lda Índice Demonstrações financeiras individuais para o exercício findo em Balanço Individual em 4 Demonstração dos Resultados Individuais em 5 Anexo 1. Nota introdutória...

Leia mais

ANÁLISE DE FLUXOS A DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA. Mestrado em Finanças Empresariais ESTGV-IPV

ANÁLISE DE FLUXOS A DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA. Mestrado em Finanças Empresariais ESTGV-IPV ANÁLISE DE FLUXOS A DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA ESTGV-IPV Mestrado em Finanças Empresariais 1. O Fluxo de Caixa para a Análise Financeira A análise baseada nos fluxos visa ultrapassar algumas das limitações

Leia mais

Grupo I. Exame de Contabilidade Geral (A que se refere alínea f) do nº 1 do artº15º do Decreto de Lei 452/99 de 5 de Novembro)

Grupo I. Exame de Contabilidade Geral (A que se refere alínea f) do nº 1 do artº15º do Decreto de Lei 452/99 de 5 de Novembro) Grupo I 1. Em 1/1/N o saldo da conta Acréscimos e diferimentos remunerações a liquidar era de 240.000 u.m. Considerando que a empresa tem pago pontualmente as obrigações para com o pessoal, que o vencimento

Leia mais

Anexo ao balanço e à demonstração de resultados consolidados referente ao exercício económico de 2007

Anexo ao balanço e à demonstração de resultados consolidados referente ao exercício económico de 2007 12.3.2.3 - Anexo ao balanço e à demonstração de resultados consolidados referente ao exercício económico de 2007 I Informações relativas às entidades incluídas na consolidação e outras 1- Relativamente

Leia mais

CONTABILIDADE DE GESTÃO I. Ano letivo de 2011/2012 1º Ano de Finanças & Contabilidade / GEI

CONTABILIDADE DE GESTÃO I. Ano letivo de 2011/2012 1º Ano de Finanças & Contabilidade / GEI CONTABILIDADE DE GESTÃO I Ano letivo de 2011/2012 1º Ano de Finanças & Contabilidade / GEI Exame Época Normal 6 de Junho de 2012 Duração: 150 min Na resolução devem ser sempre apresentados todos os cálculos

Leia mais

AVISO N.º 06/2012 de 29 de Março

AVISO N.º 06/2012 de 29 de Março Publicado no Diário da República, I série, nº 61, de 29 de Março AVISO N.º 06/2012 de 29 de Março Considerando a necessidade de se estabelecer os padrões para o exercício do serviço de remessas de valores

Leia mais

PARTE II Duração: 2 horas Leia com atenção as seguintes instruções: Esta prova tem duas partes, cada uma com duração de duas horas.

PARTE II Duração: 2 horas Leia com atenção as seguintes instruções: Esta prova tem duas partes, cada uma com duração de duas horas. PARTE II Duração: 2 horas Leia com atenção as seguintes instruções: As respostas às questões do presente exame devem ser baseadas no Estatuto em vigor nesta data. Na folha de respostas escreva o seu nome,

Leia mais

PARTE II Duração: 2 horas. Leia com atenção as seguintes instruções:

PARTE II Duração: 2 horas. Leia com atenção as seguintes instruções: PARTE II Duração: 2 horas Leia com atenção as seguintes instruções: Na folha de respostas escreva o seu nome, o número de membro estagiário e a versão da prova de exame (A, B ou C). A não indicação de

Leia mais

Profa. Ma. Divane A. Silva. Unidade III CONTABILIDADE

Profa. Ma. Divane A. Silva. Unidade III CONTABILIDADE Profa. Ma. Divane A. Silva Unidade III CONTABILIDADE Contabilidade A disciplina está dividida em quatro unidades: Unidade I 1. Contabilidade Unidade II 2. Balanços sucessivos com operações que envolvem

Leia mais

Exame de Avaliação Profissional (A que se refere alínea f) do nº 1 do artº15º do Decreto de Lei 452/99 de 5 de Novembro)

Exame de Avaliação Profissional (A que se refere alínea f) do nº 1 do artº15º do Decreto de Lei 452/99 de 5 de Novembro) Leia com atenção as seguintes instruções: Na folha de respostas escreva o seu nome, número de membro estagiário e o tipo/versão da prova. Como elementos de consulta apenas poderá utilizar: Códigos não

Leia mais

Amortizações. Conceitos Gerais

Amortizações. Conceitos Gerais Amortizações Conceitos Gerais Os imobilizados não se consomem num só exercício, mas no número de anos previsto para a sua vida económica. Desta forma, não parece razoável imputar o custo total ao exercício

Leia mais

2. Regra geral, o IVA não dedutível deve ser registado na conta 68111 : a) Verdadeira; b) Falsa Justificação:

2. Regra geral, o IVA não dedutível deve ser registado na conta 68111 : a) Verdadeira; b) Falsa Justificação: 1. A aplicação do princípio da prudência está exclusivamente relacionada com o registo de perdas de imparidade em activos e provisões : a) Verdadeira; b) Falsa 2. Regra geral, o IVA não dedutível deve

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO ORÇAMENTAL E PATRIMONIAL DO POCAL, APROVADO PELO DECRETO-LEI N.º 54-A/99, DE 22 DE FEVEREIRO

CLASSIFICAÇÃO ORÇAMENTAL E PATRIMONIAL DO POCAL, APROVADO PELO DECRETO-LEI N.º 54-A/99, DE 22 DE FEVEREIRO Classe 0 Contas do controlo orçamental e de ordem* 01 Orçamento Exercício corrente* 02 Despesas 021 Dotações iniciais* 022 Modificações orçamentais* 0221 Transferências de dotações 02211 Reforços* 02212

Leia mais

Publicado no Diário da República, I série, nº 72, de 18 de Abril. Decreto Presidencial n.º 65/11 de 18 de Abril

Publicado no Diário da República, I série, nº 72, de 18 de Abril. Decreto Presidencial n.º 65/11 de 18 de Abril Publicado no Diário da República, I série, nº 72, de 18 de Abril Decreto Presidencial n.º 65/11 de 18 de Abril O Executivo atribui a maior relevância, no seu programa, à modernização e solidez do sistema

Leia mais

Ficha de Unidade Curricular (FUC) de Contabilidade Financeira I

Ficha de Unidade Curricular (FUC) de Contabilidade Financeira I INSTITUTO POLITÉCNICO DE COIMBRA INSTITUTO SUPERIOR DE CONTABILIDADE E ADMINISTRAÇÂO DE COIMBRA Aprovação do Conselho Pedagógico 28/10/2015 Aprovação do Conselho Técnico-Científico 16/12/2015 Ficha de

Leia mais

Questões da Prova CFC Questões da Prova CFC

Questões da Prova CFC Questões da Prova CFC Questões da Prova CFC 2013.2 43. Uma sociedade empresária contratou um seguro anual, em 1º de agosto de 2013, para cobertura de incêndio, avaliado no valor de R$180.000,00, com vigência a partir da assinatura

Leia mais

Recuperação de IVA em créditos considerados de cobrança duvidosa (CCD) e em créditos incobráveis

Recuperação de IVA em créditos considerados de cobrança duvidosa (CCD) e em créditos incobráveis Circular nº 34/2015 15 de Setembro de 2015 Assunto: Recuperação de IVA em créditos considerados de cobrança duvidosa (CCD) e em créditos incobráveis Caros Associados, Os sujeitos passivos de IVA (singulares

Leia mais

Exame para Contabilista Certificado 06 de novembro de Leia com atenção as seguintes instruções

Exame para Contabilista Certificado 06 de novembro de Leia com atenção as seguintes instruções Leia com atenção as seguintes instruções Ao receber o enunciado da prova escreva seu nome e número de documento de identificação. Ao entregar a prova, depois de resolvida, confira novamente o nome e o

Leia mais

Tipo de Prova: Exame Data de realização: 19 de janeiro de 2015 Duração: 2 horas. Classificação. I II Total: Informações

Tipo de Prova: Exame Data de realização: 19 de janeiro de 2015 Duração: 2 horas. Classificação. I II Total: Informações CONTABILIDADE FINANCEIRA I Tipo de Prova: Exame Data de realização: 19 de janeiro de 2015 Duração: 2 horas NOME (completo) Nº de aluno(a) Licenciatura Turma Nº da Prova Classificação Grupos I II Total:

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DE NATAÇÃO DA MADEIRA

ASSOCIAÇÃO DE NATAÇÃO DA MADEIRA 1 IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE: 1.1 Designação da entidade: Associação de Natação da Madeira; 1.2 Sede: Complexo de Natação Desportiva do Funchal, 9050-021 Funchal; 1.3 NIPC: 511205350; 1.4 Natureza da atividade:

Leia mais

SOCIEDADES GESTORAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO Sociedade... SITUAÇÃO ANALÍTICA EM / / SALDOS DEVEDORES

SOCIEDADES GESTORAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO Sociedade... SITUAÇÃO ANALÍTICA EM / / SALDOS DEVEDORES Anexo à Instrução nº 20/96 SOCIEDADES GESTORAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO Sociedade... SITUAÇÃO ANALÍTICA EM / / SALDOS DEVEDORES 10 - CAIXA VALORES (em contos) 11 - DEPÓSITOS À ORDEM NO BANCO DE PORTUGAL

Leia mais

VERSÃO XXXX com resoluções NOME: Nº ALUNO: CURSO:

VERSÃO XXXX com resoluções NOME: Nº ALUNO: CURSO: VERSÃO XXXX com resoluções NOME: Nº ALUNO: CURSO: Instituto Superior Técnico -DEG ALAMEDA LEMat, LEAmb, LMAC, LET, LEGM, MEC, MEBiol, MEQ, LEAN, MEAer, MEMec, MEBiom, MEFT Ano Lectivo 2007/2008 2º Semestre

Leia mais

Ficha de Unidade Curricular (FUC) de Contabilidade Sectorial e Consolidação de Contas

Ficha de Unidade Curricular (FUC) de Contabilidade Sectorial e Consolidação de Contas INSTITUTO POLITÉCNICO DE COIMBRA INSTITUTO SUPERIOR DE CONTABILIDADE E ADMINISTRAÇÂO DE COIMBRA Aprovação do Conselho Pedagógico 30/3/2016 Aprovação do Conselho Técnico-Científico 20/4/2016 Ficha de Unidade

Leia mais

Anexo ao Regulamento da CMVM n.º 12/2005

Anexo ao Regulamento da CMVM n.º 12/2005 I INTRODUÇÃO Anexo ao Regulamento da CMVM n.º 12/2005 O plano de contas das Sociedades de Capital de Risco (SCR) e dos Fundos de Capital de Risco (FCR), de acordo com o disposto na alínea b) do n.º 2 do

Leia mais

Universidade Metodista de Angola Contabilidade Financeira III. IIª Frequencia

Universidade Metodista de Angola Contabilidade Financeira III. IIª Frequencia Inventario Intermitente Universidade Metodista de Angola Contabilidade Financeira III 2º Ano; Salas 7 e 14; Turmas A e B; Turno Manha; Data: 28/06/2011 IIª Frequencia Georgina Ribeiro, Empresaria e Jurista,

Leia mais

a) b) c) d) NOME: NÚMERO: GRUPO I (10 Valores) VERSÃO A 1/7 FACULDADE DE ECONOMIA DO PORTO LICENCIATURA EM GESTÃO

a) b) c) d) NOME: NÚMERO: GRUPO I (10 Valores) VERSÃO A 1/7 FACULDADE DE ECONOMIA DO PORTO LICENCIATURA EM GESTÃO OBSERVAÇÕES: (i) A duração da prova é de 2 horas; (ii) Não é permitida a consulta de quaisquer elementos, nem são prestados quaisquer esclarecimentos; (iii) Responda ao Grupo I na tabela constante desta

Leia mais

CONTAS DE RESULTADO OPERAÇÕES A VISTA A PRAZO RECEITA + CAIXA + DUPLICATAS A RECEBER DESPESA - CAIXA + CONTAS A PAGAR

CONTAS DE RESULTADO OPERAÇÕES A VISTA A PRAZO RECEITA + CAIXA + DUPLICATAS A RECEBER DESPESA - CAIXA + CONTAS A PAGAR 1/5 CONTAS DE RESULTADO RECEITAS As Receitas correspondem às vendas de produtos, mercadorias ou prestação de serviços. No Balanço Patrimonial, as receitas são refletidas através da entrada de dinheiro

Leia mais

DFC DEMONSTRAÇÃO DE FLUXO DE CAIXA

DFC DEMONSTRAÇÃO DE FLUXO DE CAIXA DFC DEMONSTRAÇÃO DE FLUXO DE CAIXA Base Legal CPC 03 e Seção 07 da NBC TG 1.000 O presente auto estudo embasará os conceitos e procedimentos técnicos contemplados no CPC 03 (IFRS Integral) e na Seção 07

Leia mais

PROSPETO INFORMATIVO EUR NB DUAL PETRÓLEO PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO

PROSPETO INFORMATIVO EUR NB DUAL PETRÓLEO PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO PROSPETO INFORMATIVO EUR NB DUAL PETRÓLEO 2016-2018 PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO Designação EUR NB DUAL PETRÓLEO 2016-2018 Classificação Caracterização do produto Produto Financeiro Complexo Depósito Dual

Leia mais

PARTE II Duração: 2 horas. Leia com atenção as seguintes instruções:

PARTE II Duração: 2 horas. Leia com atenção as seguintes instruções: PARTE II Duração: 2 horas Leia com atenção as seguintes instruções: Na folha de respostas escreva o seu nome, o número de membro estagiário e a versão da prova. A não indicação de qualquer um destes elementos

Leia mais

INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO LICENCIATURA EM GESTÃO LICENCIATURA EM MAEG LICENCIATURA EM FINANÇAS

INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO LICENCIATURA EM GESTÃO LICENCIATURA EM MAEG LICENCIATURA EM FINANÇAS INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO LICENCIATURA EM GESTÃO LICENCIATURA EM MAEG LICENCIATURA EM FINANÇAS CONTABILIDADE GERAL I III - CADERNO DE EXERCÍCIOS Terceiros e Antecipações Exercício 17 A empresa

Leia mais

José Eduardo Mendonça S. Gonçalves

José Eduardo Mendonça S. Gonçalves José Eduardo Mendonça S. Gonçalves Contribuições dos sócios 51 Capital * Nota: para efeitos de apresentação no Balanço, deduzir saldos das contas: 261 Accionistas c/ subscrição * 262 Quotas não liberadas

Leia mais