COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

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1 jan-16 fev-16 mar-16 abr-16 mai-16 jun-16 jul-16 ago-16 set-16 out-16 nov-16 dez-16 jan-17 fev/16 mar/16 mai/16 jun/16 Queda nas projeções de inflação e juros Na semana, a posse do novo presidente norte-americano e a expectativa de seu pronunciamento fizeram com que o mercado permanecesse mais cauteloso. A alta nos retornos das T-Notes de 10 anos para 2,48% a.a. se contrapôs à queda do dólar no exterior. No ambiente interno, o IPCA-15 de janeiro veio abaixo das expectativas e reforçou a sinalização do processo de desinflação. A ata da última reunião do Copom trouxe novas correções para baixo nas projeções de inflação, tanto no cenário de referência (BC) como no de mercado (Boletim Focus), o que abre mais espaço para a autoridade monetária manter um ritmo mais intenso nos cortes da taxa Selic. Com isso, projeta-se que a taxa básica de juros encerre o ano em um dígito (9,50% a.a.). O Fundo Monetário Internacional (FMI) atualizou as suas projeções de crescimento para 2017 e 2018, mantendo-as inalteradas para a economia global (3,4% e 3,8%, respectivamente). Já para o Brasil, reduziu-se a projeção para 2017 em 0,3 p.p. para uma alta de 0,2%. Por último, os dados do Caged para dezembro mostraram o fechamento de 1,4 milhão de postos de trabalho formais em 2016, sendo o segundo pior desempenho da série desde Expectativas IPCA Próximos 12 meses 7,0% 6,5% 6,0% 5,5% 5,0% 4,5% 4,0% Fonte: Anbima PIB - Mediana das projeções Variação anual 2% 0% -2% -4% 4,74% 0,50% -3,49% Fonte: Focus BC Projeções IPCA (%) Mediana-agregado 20/01/17 Há 1 semana Há 4 semanas Jan 0,53 0,58 0,59 Fev 0,60 0,61 0, ,71 4,80 4, ,50 4,50 4,50 Na semana, houve mais uma redução nas medianas das projeções de inflação, com exceção para 2018 que permaneceu em 4,50%. A mediana para janeiro reduziu-se em 0,05 p.p. para 0,53%. Para fevereiro, a projeção ficou em 0,60%. Assim, espera-se que a inflação termine 2017 em 4,71% ante 4,80% observado no relatório anterior. A inflação esperada para os próximos 12 meses caiu 0,06 p.p., fechando em 4,74%. Fonte: Focus BCB No que tange à atividade econômica, a projeção é de uma contração de 3,49% em 2016 e de um crescimento de 0,50% para Comportamento Semanal de Mercado Página 01

2 out/14 abr/15 out/15 out/14 abr/15 out/15 IPCA-15 IPCA-15 - Evolução Anual Difusão - MM6M 20% 18% 16% 14% 12% 10% 8% 6% 4% 2% 5,9% 75% 70% 65% 60% 59,0% 55% IPCA-15 Preços Livres Preços Administrados Fonte: IBGE Fonte: IBGE Variação mensal Por grupo Saúde e Cuidados Pessoais Artigos de Residência -0,23% -0,52% Habitação -0,22% -0,28% Alimentação e Bebidas Fonte: IBGE Comunicação Educação Despesas Pessoais Transporte Vestuário Geral -0,18% -0,18% 0,49% 0,08% 0,18% 0,07% 0,75% 0,63% 0,48% 0,43% 0,71% 0,79% 0,28% 0,31% 0,19% 0,57% Em janeiro, a prévia da inflação medida pelo IPCA-15 acelerou de 0,19% para 0,31%. Ainda assim, ficou abaixo da mediana das expectativas de mercado (0,39%). Essa foi a menor taxa para o mês de janeiro desde O resultado, conjugado ao fraco nível de atividade, deve abrir mais espaço para a flexibilização monetária. Em 12 meses, o índice encerrou com crescimento de 5,9% ante 6,6% no mês anterior e 10,74% no mesmo período de Observa-se uma convergência entre preços livres e administrados em torno do índice cheio, fechando em 6,2% e 5,2%, na ordem. No mês, a maior alta ficou com o grupo de despesas pessoais que subiu 0,75%. Entretanto, pesou mais o grupo de alimentação e bebidas que representa cerca de 25,0% do total, com alta de 0,28% contra deflação de 0,18% no mês anterior. Ainda, a alta do preço da gasolina contribuiu com 0,10 p.p. no mês. Finalmente, a média móvel de seis meses do índice de difusão teve alta de 0,05 p.p. na margem para 59,0%, ainda em patamar historicamente baixo. Comportamento Semanal de Mercado Página 02

3 Taxa de Juros Swap DI pré a.a. Taxa Real de Juros Ex- ante a.a. 13,3% 12,9% 12,5% 12,1% 11,7% 11,3% 10,9% 10,5% 10,89% 7,6% 7,2% 6,8% 6,4% 6,0% 5,6% 5,87% Fonte: BM&FBovespa Fonte: BM&FBovespa Estrutura a Termo das Taxas de Juros a.a. 13,8% 13,2% 12,6% 12,0% 11,4% 20/01/17 13/01/17 23/12/16 10,8% 10,2% hoje Fonte: BM&FBovespa Meses O movimento de queda dos juros prosseguiu durante a semana com a divulgação do IPCA-15 abaixo do esperado e a leitura de que o BC vai manter o ritmo de corte da Selic. A taxa de juros do swap DI prefixado em 360 dias recuou 0,15 p.p. para 10,89% a.a.. Com isso, a taxa real de juros ex-ante apresentou uma queda de 0,08 p.p., encerrando em 5,87% a.a.. Já a estrutura a termo das taxas de juros sofreu mais um deslocamento para baixo, com os vértices de dois e três anos se retraindo em 0,13 p.p. e 0,15 p.p., respectivamente. Comportamento Semanal de Mercado Página 03

4 Câmbio Real/US$ Dollar Index 3,6 3,5 3,4 3, ,74 3,2 3,1 3, Fonte: Bloomberg Fonte: Bloomberg Índice Emergentes ,10 O dólar se depreciou em relação ao real, encerrando a R$ 3,17 patamar visto pela última vez antes das eleições americanas em novembro de O Banco Central voltou a atuar no mercado com a rolagem de 15 mil contratos de swap cambial que venceriam em fevereiro. Tal movimento também foi influenciado pela posse do novo presidente americano, cujo discurso não trouxe novidades em termos de políticas econômicas. Assim, o dólar se desvalorizou frente às principais moedas globais, com o Dollar Index caindo 0,4% para 100,74 pontos. Já o índice de moedas emergentes se mostrou estável aos 66,1 pts. 65 Fonte: J.P. Morgan Comportamento Semanal de Mercado Página 04

5 jul-16 ago-16 set-16 out-16 nov-16 dez-16 jan-17 Aversão ao Risco T-Note 10 anos Credit Default Swap (CDS) Pontos-base 340 2,6% 2,48% 320 2,2% ,8% ,4% 240 Fonte: Federal Reserve Fonte: Bloomberg Petróleo Brent - última cotação US$ ,49 A semana não apresentou grandes variações no que tange à aversão ao risco, apesar do expressivo aumento do retorno das T-Notes de 10 anos nos EUA em meio à posse do novo presidente. Esses títulos apresentaram uma alta de 0,08 p.p., encerrando em 2,48% a.a.. O CDS para o mercado brasileiro se elevou em três pontos, fechando aos 255 pts.. Já o índice que mede o retorno dos títulos soberanos de países emergentes ficou estável na semana O petróleo ficou praticamente estável na semana, apresentando uma alta de apenas 0,1%, com o barril tipo Brent encerrando a US$ 55,49. Pesaram as preocupações quanto à retomada da produção de xisto nos EUA, mesmo diante do corte promovido pela OPEP. Fonte: Bloomberg Comportamento Semanal de Mercado Página 05

6 dez/10 jun/11 dez/11 jun/12 dez/12 jun/13 dez/13 jun/14 dez/14 jun/15 dez/15 jun/16 dez-10 jun-11 dez-11 jun-12 dez-12 jun-13 dez-13 jun-14 dez-14 jun-15 dez-15 jun-16 dez-16 Emprego Geração de empregos Acumulada em 12 meses (milhões) Dif. salários de admissão e demissão Em termos reais - MM6M (R$) 2,5 2,0 1,5 1,0 0,5 0,0-0,5-1,0-1,4-1,5-2,0-2, ,1-240 Fonte: Caged Fonte: Caged Por setor Acumulado no ano (milhares) Agropecuária Adm Pública Serviços Comércio Construção Civil Utilidade Pública Ind de Transformação Extrativa Mineral Em 2016, foram fechados 1,4 milhão de postos formais de trabalho, segundo os dados do Caged de dezembro. Esse é o segundo pior resultado anual, ficando atrás somente de 2015 que teve uma perda de 1,6 milhão de empregos. No ano, foram admitidas 14,2 mil pessoas, patamar próximo ao observado em 2007 (14,3 mil). Na abertura por setor, todos apresentaram diminuição de vagas, sendo o de serviços o que mais se contraiu no ano (419 mil), seguido por construção civil (361 mil) e a indústria de transformação (322 mil). No que tange à remuneração, a média móvel de seis meses encerrou o ano com a maior diferença entre os salários reais de admissão e demissão desde outubro de 2001 (R$ 220,1). Em dezembro, o salário médio de admissão foi de R$ 1.406,26, enquanto o de demissão ficou em R$ 1.700,18. Fonte: Caged Comportamento Semanal de Mercado Página 06

7 Ata Copom Projeções de Inflação Referência Mercado Ata RTI Ata RTI ,0% 4,4% 4,4% 4,9% ,4% 3,8% 4,5% 4,6% R$/US$ Selic Cenários Referência Mercado Ata RTI Ata RTI ,25 3,40 3,45 3, ,25 3,40 3,50 3, ,75% 13,75% 10,25% 10,50% ,75% 13,75% 9,63% 10,00% Fonte: BCB - COPOM O Banco Central divulgou a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), na qual decidiu-se cortar a taxa básica de juros em 0,75 p.p., reduzindo-a para 13,00% a.a.. A decisão foi baseada nas expectativas de inflação para o horizonte de tempo relevante 2017 e 2018 que se reduziram e já se encontram no centro da meta de inflação (4,5%), tanto no cenário de referência como no de mercado. No primeiro caso que considera constantes a cotação do dólar e a Selic em R$ 3,25 e 13,75% a.a., respectivamente a projeção para 2017 ficou em 4,0% e em 3,4% para No cenário de mercado baseado nas projeções do Boletim Focus a estimativa foi de 4,4% em 2017 e 4,5% paro o ano seguinte. Segundo o BC, a redução das expectativas em relação às divulgadas no último Relatório Trimestral de Inflação (RTI) se deve à fraca evolução da atividade econômica e à melhora no balanço de riscos, o qual contribui para a continuidade do processo de desinflação. As projeções do Focus já englobam um ritmo de flexibilização mais intenso, com a Selic fechando 2017 em um dígito (9,75% a.a. contra 10,25% na semana anterior). Por último, a ata traz a percepção de um cenário externo ainda incerto, porém, considera que os efeitos do fim do interregno benigno seguem limitados. Comportamento Semanal de Mercado Página 07

8 FMI Atualização WEO Visão geral das projeções do World Economic Outlook Estimativa Projeção Diferença WEO Mundial 3,1 3,4 3,8 0,0 0,0 Avançados 1,6 1,9 2,0 0,1 0,2 Emergentes 4,1 4,5 4,8-0,1 0,0 Brasil -3,5 0,2 1,5-0,3 0,0 Fonte: FMI - WEO Na semana, o FMI atualizou as projeções do último World Economic Outlook. A instituição projeta uma melhora do ritmo econômico mundial para o biênio Entretanto, ainda há incertezas quanto às políticas econômicas do novo governo norte-americano e as suas prováveis implicações para o comércio internacional cenário este que não estava contemplado no último relatório em outubro de As projeções para os países desenvolvidos foram revistas para cima em 0,1 p.p. para 2017 e em 0,2 p.p. para 2018, tendo sido influenciadas pelas revisões para os EUA, Japão e Reino Unido. Já os países emergentes e em desenvolvimento mostram um comportamento mais divergente, sofrendo uma leve revisão para baixo em 2017 (-0,1 p.p.) e sem alterações para Nesse grupo, pesaram as revisões do desempenho em 2017 de Brasil (-0,3 p.p.), Índia (-0,4 p.p.) e México (-0,6 p.p.). Entretanto, é esperada uma aceleração para o crescimento desse grupo de países entre 2016 e 2018, contribuindo também para a melhora do desempenho global. Comportamento Semanal de Mercado Página 08

9 jan/14 abr/14 jul/14 out/14 abr/15 out/15 jan/14 abr/14 jul/14 out/14 abr/15 out/15 jan/14 abr/14 jul/14 out/14 abr/15 out/15 ICEI ICEI Por componente , , , Fonte: BCB CNI Condições atuais Fonte: BCB CNI Expectativa futura Por porte de empresa ,7 48,6 46,3 Pequenas Médias Grandes Fonte: BCB Fonte: CNI No primeiro mês de 2017, o índice de confiança do empresário industrial voltou a apresentar alta na margem (2,1 pts), encerrando em 50,1 pts. Com isso, o indicador ficou praticamente no limite do patamar de 50 pts, o que indica um equilíbrio entre as percepções de pessimismo e confiança do empresariado. Entretanto, a melhora é significativa em relação ao mesmo mês de 2016 quando o índice foi de 36,5 pts. Na abertura, o sentimento em relação às condições atuais teve uma leve alta de 0,5 pts para 41,2 pts. Com maior crescimento na margem (3,1 pts), o sentimento quanto às expectativas futuras fechou em 54,7 pts, aumentando ainda mais o descasamento entre os dois componentes. No que tange ao porte das empresas, tanto as pequenas quanto as médias apresentaram elevação de 1,9 pts para 46,3 e 48,6 pts, respectivamente. Já a grandes mostraram um crescimento mais acentuado (2,4 pts), finalizando em 52,7 pts. Comportamento Semanal de Mercado Página 09

10 fev/16 mar/16 mai/16 jun/16 jan/13 jul/13 jan/14 jul/14 fev/16 mar/16 mai/16 jun/16 Intenção de Consumo das Famílias Evolução Anual Cenário Atual MM3M 0% -1,7% 10% 10,8% -10% 2,2% 0% 1,7% -20% -10% -30% -40% -20% Fonte: CNC Fonte: CNC Emprego Renda Consumo Perspectivas MM3M 15% 5% -5% -15% Fonte: CNC Profissional Consumo 12,6% 3,1% Em janeiro, o índice da Confederação Nacional do Comércio (CNC) que mede a intenção de consumo das famílias ficou estável em 76,2 pontos. Esse se constitui em um indicador antecedente que busca antecipar o potencial de vendas do comércio. Em comparação ao mesmo mês de 2016, a retração foi de 1,7%, rompendo a trajetória ascendente iniciada em dezembro de Na abertura para o cenário atual, os componentes de emprego e renda continuam a apresentar evoluções positivas para a média móvel de três meses, mas em menor ritmo que o observado no mês anterior. Já o consumo atual segue em trajetória crescente, encerrando em 10,8%. Quanto às perspectivas, tanto para consumo quanto para profissional, confirma-se a inversão do rumo crescente, fechando em 3,1% e 12,6%, respectivamente. Com exceção da avaliação de emprego atual, todos figuram abaixo do patamar de 100 pontos, o que significa uma percepção de insatisfação. Comportamento Semanal de Mercado Página 10

11 Assessoria Econômica Av. Paulista, 949 6º andar Bela Vista CEP: São Paulo SP Telefone: (5511) Fax: (5511)

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