XForça. Um corpo, sobre o qual não age nenhuma força, tende a manter seu estado de movimento ou de repouso. Leis de Newton. Princípio da Inércia

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "XForça. Um corpo, sobre o qual não age nenhuma força, tende a manter seu estado de movimento ou de repouso. Leis de Newton. Princípio da Inércia"

Transcrição

1 Física Aistotélica of. Roseli Constantino Schwez Aistóteles: Um copo só enta em movimento ou pemanece em movimento se houve alguma foça atuando sobe ele. Aistóteles (384 a.c. - 3 a.c. ) Estado natual dos copos: epouso Galileu Galilei (564-64) incípio da Inécia ( Galileu, ) Um copo abandonado tende a volta à mesma altua da qual foi abandonado. XFoça incípio da Inécia V Movimento etilíneo unifome Movimento em linha eta e com velocidade constante V Um copo, sobe o qual não age nenhuma foça, tende a mante seu estado de movimento ou de epouso. 3 4 incípio da inécia Se não há foças: Copo em Repouso Copo em Movimento Repouso Movimento Retilíneo Unifome Galileu ode existi movimento mesmo na ausência de foças!!! ª. Lei de Newton (incípio da Inécia) imeia Lei de Newton (Lei da Inécia): Se a foça esultante sobe um copo fo nula o copo em epouso pemanece em REOUSO e o copo em movimento continua em movimento em LINHA RETA e com VELOCIDADE CONSTANTE. Inécia consiste na tendência natual que os copos possuem em mante a velocidade constante. Se v i 0 v = 0 = f Se vi = v v f = v v = velocidade i = inicial f = final Leis Fundamentais da Dinâmica: Newton (64-77) 5 6

2 ª. Lei de Newton (incípio da Inécia) ª. Lei de Newton (incípio da Inécia) Você exece foça sobe a bola atavés do babante, assim ela desceve um movimento cicula. Quando o babante se ompe não há mais foça agindo sobe ela, movendo-se em linha eta com velocidade constante. 7 8 ª. Lei de Newton (incípio da Inécia) imeia Lei de Newton (Lei da Inécia): Se a foça esultante sobe um copo fo nula o copo em epouso pemanece em REOUSO e o copo em movimento continua em movimento em LINHA RETA e com VELOCIDADE CONSTANTE. 4 3 Re s = 0 ª. Lei de Newton (incípio da Inécia) Exemplo : uma patícula está sujeita à ação de tês foças F, F e F 3 mas não possui aceleação. Se o módulo de F e são espectivamente 6N e 8N, F detemine o a teceia foça. F F F 3 F = foça Foça esultante é soma vetoial de todas as foças que atuam sobe o copo. F = F + F + F Res 3 F n Dica: sepae as foças em cada dieção. 9 0 v = constante Se v va ia =0 0 Há acelea ção (a 0 ) F = foça( N ) a = aceleação (m/s ) F Re s a Quanto mais caixas no cainho, maio a massa, e maio seá a foça que você deveá aplica paa povoca a mesma aceleação! es m m = massa( kg)

3 F Re s = ma Segunda Lei de Newton: A esultante das foças que atuam sobe um copo é popocional a sua massa e aceleação deste copo com mesmo sentido e dieção desta. a A aceleação tem mesmo sentido e dieção da foça esultante. F Re s = ma Se a mesma foça esultante fo aplicada em copos com massas difeentes temos difeentes aceleações. É mais fácil fea uma caminhão caegado ou descaegado? oquê? a a a( aceleação) m s m( massa) kg F( foça) N kg. m s = N( newton) 3 A aceleação é maio paa copos que têm meno inécia! 4 Exemplo : Uma abóboa de massa kg é aceleada a pati do epouso pela ação exclusiva das foças F e, que têm a mesma F dieção e sentidos oposto, como mosta a figua. Sabendo que a aceleação tem módulo,0 m/s e que o módulo de F é 0N, detemine F, se F >F e se F >F. F F 5 Execícios:.Uma foça poduz uma aceleação de 5m/s em um copo padão de massa m =,00 kg. Quando uma foça de mesma intensidade é aplicada a um outo copo cuja massa é m, poduz uma aceleação de m/s. (a) Qual a massa do segundo copo? (b) Qual a intensidade da foça? Resp: 0,45kg; 5N. Duas foças pependiculaes ente si, de intensidades F = 6,0 N e F = 8,0 N, Estão aplicadas em um copo de massa m = 5,0 kg. Qual o módulo da aceleação adquiida pelo copo? Resp:,0 m/s 6 Execício 3. Nas figuas abaixo, uma ou duas foças atuam sobe o disco que se move sobe o gelo sem atito ao longo do eixo x, em um movimento unidimensional. A massa do disco é m = 0,0 kg. As foças F e F são diigidas ao longo do eixo x e tem módulos F = 4,0 N e F =,0N. A foça F 3 está diigida segundo um ângulo θ = 30º e tem módulo F 3 =,0N. Em cada situação, qual é o módulo da aceleação do disco na dieção hoizontal? Resp: a) 0m/s b) 0m/s c)5,7 m/s. 7 Foça Gavitacional Nas poximidades da supefície teeste, despezando-se a esistência do a, todos os copos caem com a mesma aceleação, chamada aceleação da gavidade g. O peso de um copo é igual ao módulo da foça gavitacional que age sobe ele. g g = 9,8 m s ˆj Fes = ma u u = mg g = = mg Massa eso Se a massa de um copo fo m = 5 kg, seu peso seá = 5 x 9,8 = 49 N. Um copo tem a mesma massa em qualque luga do univeso, ao contáio do peso, que depende do valo de g. 8 3

4 N = N = mg Foça Nomal Quando um copo pessiona uma supefície, a supefície empua o copo com uma foça nomal F N ou N, que é pependicula à supefície. N E quando o copo está inclinado? N y Segunda Lei de Newton Exemplo 4: Um passageio de 7, kg está de pé sobe uma balança, dento do elevado. Quais as leituas na balança nas seguintes situações? a) Elevado em epouso; b) Elevado com aceleação de 3,0 m/s paa cima; c) Elevado com aceleação de 3,0 m/s paa baixo d) Se o cabo ompe e o elevado cai em queda live; N = y x Resp.: 708N, 939N, 477N; 0. sempe aponta paa o sentido negativo do eixo y ª. Lei de Newton (Ação e Reação) Teceia Lei de Newton: Quando dois copos inteagem, a foça povocada po um dos copos sobe o outo é sempe igual em módulo, possui a mesma dieção e sentido contáio à foça que o outo copo exece sobe ele. 3ª. Lei de Newton (Ação e Reação) "aa cada ação há sempe uma eação oposta e de igual intensidade." F LC = F CL (mesmo módulo, mas sentidos contáios) oque o foguete sobe? oque o tijolo machuca o pé? 3ª. Lei de Newton (Ação e Reação) Como alguma coisa consegue se move se paa cada foça existe uma outa foça coespondente de mesmo módulo e dieção com sentido inveso? As foças de ação e eação não se cancelam, pois estão aplicadas em copos difeentes. A aceleação da bola é maio que a aceleação da tea mesmo estando sob ação de foças de mesma intensidade. Exemplo 5. Dois blocos (A, m A = 3,0 kg, B, m B = 7,0 kg) estão juntos sobe um plano hoizontal sem atito. Uma foça F, paalela ao plano e de intensidade F = 30 N, atua sobe A e este empua B, como indica a figua. Detemine: a) A aceleação do conjunto; b) A foça que B exece em A; c) A foça que A exece em B; F A B 3 4 4

5 Execício 5. Os blocos A, B e C têm massas, espectivamente, iguais a 3 kg, 5 kg, e 7 kg e o plano hoizontal no qual se apóiam é pefeitamente liso. A foça hoizontal e constante aplicada ao bloco A tem intensidade 60N. Detemine: a) A aceleação dos blocos; b) A foça que A aplica em B; c) A foça que C aplica em B. Resp: a) 4m/s b) 48N c)8n Execício 7. Um bloco de 3,5 kg é empuado ao longo de um piso hoizontal po uma foça F de intensidade 5N em um ângulo deθ=40º com a hoizontal. Se não há atito ente o bloco e o piso, qual a aceleação do bloco? 6. Um bloco de 0 Kg está sobe um plano inclinado com inclinação θ=60º. Qual é a foça nomal execida sobe o bloco pela supefície do plano e a aceleação do bloco? (Resp.: N = 49N) 5 6 Foça de Tação ou Tensão Quando uma coda (ou fio, cabo ou outo objeto do mesmo tipo) é pesa a um copo e esticada aplica ao copo uma tação T oientada ao longo da coda. Foça de Tação ou Tensão Um objeto de,0 kg está peso po uma coda com mosta as figuas a segui. Qual é a leitua no dinamômeto? (Resp.: a)08 N) A tensão é tansmitida integalmente po todo o fio! 7 8 Exemplo 6. A Fig. apesenta um bloco D (o bloco deslizante) com massa M=3,3 kg. O bloco está live paa se move ao longo de uma supefície hoizontal sem atito como, po exemplo, uma mesa com colchão de a. Este pimeio bloco está conectado, po um fio que passa po uma oldana sem atito, a um segundo bloco (o bloco penduado), com massa m=,kg. O fio e a oldana possuem massas despezíveis quando compaadas com as dos blocos (elas são consideadas sem massa ). O bloco penduado cai quando o bloco deslizante D acelea paa a dieita. Ache (a) a aceleação do bloco deslizante, (b) a aceleação do bloco penduado e (c) a tação no fio. 8. Os blocos A e B da figua ao lado têm massas, espectivamente, 4kg e kg e estão apoiados em um plano hoizontal pefeitamente liso. O fio é ideal, F é hoizontal e constante de intensidade 5N. Detemine: (a) a aceleação adquiida pelos blocos; (b) A tação no fio; (3m/s ; N) A B F 9.Dois blocos de conceto de massas m =,3 kg, e m =,8 kg estão suspensos po um fio inextensível e massa despezível que passa po uma polia. Qual a expessão e valo da aceleação do sistema e da tensão na coda em função de m e m? (Resp.: a = 3,6 m/s, T = 7N)

6 0. Um caixote de massa 00 kg é empuado po uma foça hoizontal F que o faz subi uma ampa sem atito (θ = 30º) com velocidade constante. (a) Quais os módulos (a) de F e (b) da foça que a ampa exece sobe o caixote? (Resp.: a) 566 N, b),3x0 3 N). A Figua mosta quato pingüins que estão sendo puxados sobe o gelo muito escoegadio (sem atito). As massas de tês pingüins e a tensão em duas das codas são m =kg, m 3 =5kg, m 4 =0kg, T =N e T 4 =N. Detemine a massa do pingüim m. (Resp. 3 kg) 0. Na figua temos uma foça F de módulo N é aplicada a uma caixa de massa m =,0 kg. A foça é diigida paa cima, paalelamente a um plano inclinado de ângulo θ = 37º. A caixa está ligada po uma coda a outa caixa de massa m =3,0 kg, situada sobe o piso. O plano inclinado, o piso e a polia não têm atito e as massas da polia e da coda são despezíveis. Qual é a tensão na coda a aceleação dos blocos? (Resp.: 4,6 N;,53 m/s ). Um bloco de massa M = 5 Kg está penduado po uma coda a pati de um nó, o qual está penduado em um teto po intemédio de duas outas codas. As codas têm massas despezíveis. Quais as tensões sobe as tês codas? (Resp.: T = 04 N, T = 35 N, T 3 =47N) 3 3 6

DA TERRA À LUA. Uma interação entre dois corpos significa uma ação recíproca entre os mesmos.

DA TERRA À LUA. Uma interação entre dois corpos significa uma ação recíproca entre os mesmos. DA TEA À LUA INTEAÇÃO ENTE COPOS Uma inteação ente dois copos significa uma ação ecípoca ente os mesmos. As inteações, em Física, são taduzidas pelas foças que atuam ente os copos. Estas foças podem se

Leia mais

DINÂMICA ATRITO E PLANO INCLINADO

DINÂMICA ATRITO E PLANO INCLINADO AULA 06 DINÂMICA ATRITO E LANO INCLINADO 1- INTRODUÇÃO Quando nós temos, po exemplo, duas supefícies em contato em que há a popensão de uma desliza sobe a outa, podemos obseva aí, a apaição de foças tangentes

Leia mais

MECÂNICA. Dinâmica Atrito e plano inclinado AULA 6 1- INTRODUÇÃO

MECÂNICA. Dinâmica Atrito e plano inclinado AULA 6 1- INTRODUÇÃO AULA 6 MECÂNICA Dinâmica Atito e plano inclinado 1- INTRODUÇÃO Quando nós temos, po exemplo, duas supefícies em contato em que há a popensão de uma desliza sobe a outa, podemos obseva aí, a apaição de

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Escola de Engenharia. 1 Cinemática 2 Dinâmica 3 Estática

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Escola de Engenharia. 1 Cinemática 2 Dinâmica 3 Estática UNIVERSIDDE PRESITERIN MKENZIE Escola de Engenhaia 1 inemática 2 Dinâmica 3 Estática 1ºs/2006 1) Uma patícula movimenta-se, pecoendo uma tajetóia etilínea, duante 30 min com uma velocidade de 80 km/h.

Leia mais

IMPULSO E QUANTIDADE DE MOVIMENTO

IMPULSO E QUANTIDADE DE MOVIMENTO AULA 10 IMPULSO E QUANTIDADE DE MOVIMENTO 1- INTRODUÇÃO Nesta aula estudaemos Impulso de uma foça e a Quantidade de Movimento de uma patícula. Veemos que estas gandezas são vetoiais e que possuem a mesma

Leia mais

MECÂNICA. F cp. F t. Dinâmica Força resultante e suas componentes AULA 7 1- FORÇA RESULTANTE

MECÂNICA. F cp. F t. Dinâmica Força resultante e suas componentes AULA 7 1- FORÇA RESULTANTE AULA 7 MECÂICA Dinâmica oça esultante e suas componentes 1- ORÇA RESULTATE oça esultante é o somatóio vetoial de todas as foças que atuam em um copo É impotante lemba que a foça esultante não é mais uma

Leia mais

Universidade de Évora Departamento de Física Ficha de exercícios para Física I (Biologia)

Universidade de Évora Departamento de Física Ficha de exercícios para Física I (Biologia) Univesidade de Évoa Depatamento de Física Ficha de eecícios paa Física I (Biologia) 4- SISTEMA DE PARTÍCULAS E DINÂMICA DE ROTAÇÃO A- Sistema de patículas 1. O objecto epesentado na figua 1 é feito de

Leia mais

A dinâmica estuda as relações entre as forças que actuam na partícula e os movimentos por ela adquiridos.

A dinâmica estuda as relações entre as forças que actuam na partícula e os movimentos por ela adquiridos. CAPÍTULO 4 - DINÂMICA A dinâmica estuda as elações ente as foças que actuam na patícula e os movimentos po ela adquiidos. A estática estuda as condições de equilíbio de uma patícula. LEIS DE NEWTON 1.ª

Leia mais

TRABALHO E POTÊNCIA. O trabalho pode ser positivo ou motor, quando o corpo está recebendo energia através da ação da força.

TRABALHO E POTÊNCIA. O trabalho pode ser positivo ou motor, quando o corpo está recebendo energia através da ação da força. AULA 08 TRABALHO E POTÊNCIA 1- INTRODUÇÃO Uma foça ealiza tabalho quando ela tansfee enegia de um copo paa outo e quando tansfoma uma modalidade de enegia em outa. 2- TRABALHO DE UMA FORÇA CONSTANTE. Um

Leia mais

Grandezas vetoriais: Além do módulo, necessitam da direção e do sentido para serem compreendidas.

Grandezas vetoriais: Além do módulo, necessitam da direção e do sentido para serem compreendidas. NOME: Nº Ensino Médio TURMA: Data: / DISCIPLINA: Física PROF. : Glênon Duta ASSUNTO: Gandezas Vetoiais e Gandezas Escalaes Em nossas aulas anteioes vimos que gandeza é tudo aquilo que pode se medido. As

Leia mais

- Física e Segurança no Trânsito -

- Física e Segurança no Trânsito - - Física e Seguança no Tânsito - - COLISÕES E MOMENTUM LINEAR - COLISÕES COLISÕES COLISÕES COLISÕES COLISÕES COLISÕES COLISÕES COLISÕES COLISÕES COLISÕES COLISÕES COLISÕES O QUE É MELHOR: - Se atopelado

Leia mais

Mecânica. Conceito de campo Gravitação 2ª Parte Prof. Luís Perna 2010/11

Mecânica. Conceito de campo Gravitação 2ª Parte Prof. Luís Perna 2010/11 Mecânica Gavitação 2ª Pate Pof. Luís Pena 2010/11 Conceito de campo O conceito de campo foi intoduzido, pela pimeia vez po Faaday no estudo das inteacções elécticas e magnéticas. Michael Faaday (1791-1867)

Leia mais

MOVIMENTO DE QUEDA LIVRE

MOVIMENTO DE QUEDA LIVRE I-MOVIMENTO DE QUEDA LIVRE II-MOVIMENTO DE QUEDA COM RESISTÊNCIA DO AR MOVIMENTO DE QUEDA LIVRE 1 1 QUEDA LIVRE A queda live é um movimento de um copo que, patindo do epouso, apenas está sujeito à inteacção

Leia mais

Figura 14.0(inicio do capítulo)

Figura 14.0(inicio do capítulo) NOTA DE AULA 05 UNIVESIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPATAMENTO DE MATEMÁTICA E FÍSICA Disciplina: FÍSICA GEAL E EXPEIMENTAL II (MAF 0) Coodenação: Pof. D. Elias Calixto Caijo CAPÍTULO 14 GAVITAÇÃO 1. O MUNDO

Leia mais

LISTA 02. r 2. puxam uma banana split (sorvete com calda e banana) em um balcão sem atrito. (a) Determine o vetor força resultante F r 1

LISTA 02. r 2. puxam uma banana split (sorvete com calda e banana) em um balcão sem atrito. (a) Determine o vetor força resultante F r 1 01 UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS Depatamento de Matemática e Física Coodenado da Áea de Física Disciplina: Física Geal e Expeimental I (MAF 01) LISTA 0 CAPÍTULO 05 1. (Pegunta 01) Duas foças hoizontais,

Leia mais

SEGUNDA LEI DE NEWTON PARA FORÇA GRAVITACIONAL, PESO E NORMAL

SEGUNDA LEI DE NEWTON PARA FORÇA GRAVITACIONAL, PESO E NORMAL SEUNDA LEI DE NEWON PARA FORÇA RAVIACIONAL, PESO E NORMAL Um copo de ssa m em queda live na ea está submetido a u aceleação de módulo g. Se despezamos os efeitos do a, a única foça que age sobe o copo

Leia mais

ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO

ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO SCOL POLITÉCIC UIVRSI SÃO PULO epatamento de ngenhaia ecânica P 100 CÂIC 1 Pova Substitutiva 1 de julho de 017 - uação: 110 minutos (não é pemitido o uso de celulaes, tablets, calculadoas e dispositivos

Leia mais

FORÇA E MOVIMENTO Leis de Newton

FORÇA E MOVIMENTO Leis de Newton PROF. OSCAR FORÇA E MOVIMENTO Leis de Newton Qual é o fator responsável pela sensação de perigo para alguém que está no último carro de uma montanha russa? Uma força aceleração. atuando sobre o quilograma

Leia mais

Sistemas de Referência Diferença entre Movimentos Cinética. EESC-USP M. Becker /58

Sistemas de Referência Diferença entre Movimentos Cinética. EESC-USP M. Becker /58 SEM4 - Aula 2 Cinemática e Cinética de Patículas no Plano e no Espaço Pof D Macelo ecke SEM - EESC - USP Sumáio da Aula ntodução Sistemas de Refeência Difeença ente Movimentos Cinética EESC-USP M ecke

Leia mais

Dinâmica do Movimento Circular

Dinâmica do Movimento Circular Dinâmica do Movimento Cicula Gabaito: Resposta da questão 1: [E] A fita F 1 impede que a gaota da cicunfeência extena saia pela tangente, enquanto que a fita F impede que as duas gaotas saiam pela tangente.

Leia mais

Mecânica Técnica. Aula 5 Vetor Posição, Aplicações do Produto Escalar. Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues

Mecânica Técnica. Aula 5 Vetor Posição, Aplicações do Produto Escalar. Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues ula 5 Veto Posição, plicações do Poduto Escala Pof. MSc. Luiz Eduado Mianda J. Rodigues Pof. MSc. Luiz Eduado Mianda J. Rodigues Tópicos bodados Nesta ula Vetoes Posição. Veto Foça Oientado ao Longo de

Leia mais

PRINCÍPIOS DA DINÂMICA LEIS DE NEWTON

PRINCÍPIOS DA DINÂMICA LEIS DE NEWTON Pofa Stela Maia de Cavalho Fenandes 1 PRINCÍPIOS DA DINÂMICA LEIS DE NEWTON Dinâmica estudo dos movimentos juntamente com as causas que os oiginam. As teoias da dinâmica são desenvolvidas com base no conceito

Leia mais

Exercício 1 Escreva as coordenadas cartesianas de cada um dos pontos indicados na figura abaixo. Exemplo: A=(1,1). y (cm)

Exercício 1 Escreva as coordenadas cartesianas de cada um dos pontos indicados na figura abaixo. Exemplo: A=(1,1). y (cm) INTRODUÇÃO À FÍSICA tuma MAN / pofa Mata F Baoso EXERCÍCIOS Eecício Esceva as coodenadas catesianas de cada um dos pontos indicados na figua abaio Eemplo: A=(,) (cm) F E B A - O (cm) - D C - - Eecício

Leia mais

E = F/q onde E é o campo elétrico, F a força

E = F/q onde E é o campo elétrico, F a força Campo Elético DISCIPLINA: Física NOE: N O : TURA: PROFESSOR: Glênon Duta DATA: Campo elético NOTA: É a egião do espaço em ue uma foça elética pode sugi em uma caga elética. Toda caga elética cia em tono

Leia mais

. Essa força é a soma vectorial das forças individuais exercidas em q 0 pelas várias cargas que produzem o campo E r. Segue que a força q E

. Essa força é a soma vectorial das forças individuais exercidas em q 0 pelas várias cargas que produzem o campo E r. Segue que a força q E 7. Potencial Eléctico Tópicos do Capítulo 7.1. Difeença de Potencial e Potencial Eléctico 7.2. Difeenças de Potencial num Campo Eléctico Unifome 7.3. Potencial Eléctico e Enegia Potencial Eléctica de Cagas

Leia mais

Prof. Dr. Oscar Rodrigues dos Santos

Prof. Dr. Oscar Rodrigues dos Santos FÍSICA 017-1º. Semeste Pof. D. Osca Rodigues dos Santos oscasantos@utfp.edu.b ou pofoscafisica@gmail.com EMENTA Gavitação. Mecânica dos Fluidos. Oscilações. Ondas Mecânicas. Óptica Geomética. Tempeatua.

Leia mais

Departamento de Física - Universidade do Algarve FORÇA CENTRÍFUGA

Departamento de Física - Universidade do Algarve FORÇA CENTRÍFUGA FORÇA CENTRÍFUGA 1. Resumo Um copo desceve um movimento cicula unifome. Faz-se vaia a sua velocidade de otação e a distância ao eixo de otação, medindo-se a foça centífuga em função destes dois paâmetos..

Leia mais

Leitura obrigatória Mecânica Vetorial para Engenheiros, 5ª edição revisada, Ferdinand P. Beer, E. Russell Johnston, Jr.

Leitura obrigatória Mecânica Vetorial para Engenheiros, 5ª edição revisada, Ferdinand P. Beer, E. Russell Johnston, Jr. UC - Goiás Cuso: Engenhaia Civil Disciplina: ecânica Vetoial Copo Docente: Geisa ies lano de Aula Leitua obigatóia ecânica Vetoial paa Engenheios, 5ª edição evisada, edinand. Bee, E. Russell Johnston,

Leia mais

TICA MECÂNICA VETORIAL PARA ENGENHEIROS: ESTÁTICA. Nona Edição CAPÍTULO. Ferdinand P. Beer E. Russell Johnston, Jr.

TICA MECÂNICA VETORIAL PARA ENGENHEIROS: ESTÁTICA. Nona Edição CAPÍTULO. Ferdinand P. Beer E. Russell Johnston, Jr. CAPÍTULO 2 Está MECÂNICA VETORIAL PARA ENGENHEIROS: ESTÁTICA TICA Fedinand P. Bee E. Russell Johnston, J. Notas de Aula: J. Walt Ole Teas Tech Univesit das Patículas Conteúdo Intodução Resultante de Duas

Leia mais

3.1 Potencial gravitacional na superfície da Terra

3.1 Potencial gravitacional na superfície da Terra 3. Potencial gavitacional na supefície da Tea Deive a expessão U(h) = mgh paa o potencial gavitacional na supefície da Tea. Solução: A pati da lei de Newton usando a expansão de Taylo: U( ) = GMm, U( +

Leia mais

VETORES GRANDEZAS VETORIAIS

VETORES GRANDEZAS VETORIAIS VETORES GRANDEZAS VETORIAIS Gandezas físicas que não ficam totalmente deteminadas com um valo e uma unidade são denominadas gandezas vetoiais. As gandezas que ficam totalmente expessas po um valo e uma

Leia mais

20 Exercícios Revisão

20 Exercícios Revisão 0 Execícios Revisão Nome Nº 1ª séie Física Beth/Reinaldo Data / / T cte. G. M. m F v a cp v G. M T.. v R Tea = 6,4 x 10 6 m M Tea = 6,0 x 10 4 kg G = 6,7 x 10 11 N.m /kg g = 10 m/s P = m.g M = F. d m d

Leia mais

ESTUDO DIRIGIDO LEIS DE NEWTON E SUAS APLICAÇÕES 2ª ETAPA

ESTUDO DIRIGIDO LEIS DE NEWTON E SUAS APLICAÇÕES 2ª ETAPA Curso: Engenharia Civil Disciplina: Física Geral Experimental I Período: 1 período Data: 04/16/2014 Prof.a: Érica Estanislau Muniz Faustino ESTUDO DIRIGIDO LEIS DE NEWTON E SUAS APLICAÇÕES 2ª ETAPA 1-

Leia mais

r r r r r S 2 O vetor deslocamento(vetor diferença) é aquele que mostra o módulo, a direção e o sentido do menor deslocamento entre duas posições.

r r r r r S 2 O vetor deslocamento(vetor diferença) é aquele que mostra o módulo, a direção e o sentido do menor deslocamento entre duas posições. d d A Cinemática Escala estuda as gandezas: Posição, Deslocamento, Velocidade Média, Velocidade Instantânea, Aceleação Média e Instantânea, dando a elas um tatamento apenas numéico, escala. A Cinemática

Leia mais

Prof. A.F.Guimarães Questões Dinâmica 3 Trabalho, Potência e Energia

Prof. A.F.Guimarães Questões Dinâmica 3 Trabalho, Potência e Energia Questão 1 Po. A.F.Guimaães Questões Dinâmica Tabalho, Potência e Enegia (FUVEST) Uma patícula de massa kg, patindo do epouso, está sujeita à ação exclusiva de duas oças constantes F 1 e F pependiculaes

Leia mais

Figura 6.6. Superfícies fechadas de várias formas englobando uma carga q. O fluxo eléctrico resultante através de cada superfície é o mesmo.

Figura 6.6. Superfícies fechadas de várias formas englobando uma carga q. O fluxo eléctrico resultante através de cada superfície é o mesmo. foma dessa supefície. (Pode-se pova ue este é o caso poue E 1/ 2 ) De fato, o fluxo esultante atavés de ualue supefície fechada ue envolve uma caga pontual é dado po. Figua 6.6. Supefícies fechadas de

Leia mais

Movimento unidimensional com aceleração constante

Movimento unidimensional com aceleração constante Movimento unidimensional com aceleação constante Movimento Unifomemente Vaiado Pof. Luís C. Pena MOVIMENTO VARIADO Os movimentos que conhecemos da vida diáia não são unifomes. As velocidades dos móveis

Leia mais

Componente de Física

Componente de Física Disciplina de Física e Química A 11º ano de escolaidade Componente de Física Componente de Física 1..8 Movimento de queda, na vetical, com efeito da esistência do a apeciável É um facto que nem sempe se

Leia mais

a) Qual é a energia potencial gravitacional, em relação à superfície da água, de um piloto de 60kg, quando elevado a 10 metros de altura?

a) Qual é a energia potencial gravitacional, em relação à superfície da água, de um piloto de 60kg, quando elevado a 10 metros de altura? 1. (Espcex (Aan) 17) U cubo de assa 4 kg está inicialente e epouso sobe u plano hoizontal se atito. Duante 3 s, aplica-se sobe o cubo ua foça constante, hoizontal e pependicula no cento de ua de suas faces,

Leia mais

Física e Química 11.º Ano Proposta de Resolução da Ficha N.º 3 Forças e Movimentos

Física e Química 11.º Ano Proposta de Resolução da Ficha N.º 3 Forças e Movimentos ísica e Química 11.º Ano Poposta de Resolução da icha N.º 3 oças e ovimentos 1. Dados: v = const a = 15,0 N R N = 6,0 N Gupo I Estando o copo em equilíbio R = 0 N ou seja: a = sen e R N = cos explicitando

Leia mais

ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Departamento de Engenharia Mecânica

ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Departamento de Engenharia Mecânica ESO POITÉNI D UNIVERSIDDE DE SÃO PUO Depatamento de Engenhaia Mecânica PME 00 MEÂNI ª Pova 0/04/007 Duação 00 minutos (Não é pemitido o uso de calculadoas) ω D 3 g ª Questão (3,0 pontos) O sistema mostado

Leia mais

Lista 5 Leis de Newton

Lista 5 Leis de Newton Sigla: Disciplina: Curso: FISAG Física Aplicada a Agronomia Agronomia Lista 5 Leis de Newton 01) Um corpo de massa m sofre ação de duas forças F1 e F2, como mostra a figura. Se m = 5,2 kg, F1 = 3,7 N e

Leia mais

FGE0270 Eletricidade e Magnetismo I

FGE0270 Eletricidade e Magnetismo I FGE7 Eleticidade e Magnetismo I Lista de execícios 5 9 1. Quando a velocidade de um eléton é v = (,x1 6 m/s)i + (3,x1 6 m/s)j, ele sofe ação de um campo magnético B = (,3T) i (,15T) j.(a) Qual é a foça

Leia mais

1ª Ficha Global de Física 12º ano

1ª Ficha Global de Física 12º ano 1ª Ficha Global de Física 1º ano Duação: 10 minutos Toleância: não há. Todos os cálculos devem se apesentados de modo clao e sucinto Note: 1º - as figuas não estão desenhadas a escala; º - o enunciado

Leia mais

APOSTILA. AGA Física da Terra e do Universo 1º semestre de 2014 Profa. Jane Gregorio-Hetem. CAPÍTULO 4 Movimento Circular*

APOSTILA. AGA Física da Terra e do Universo 1º semestre de 2014 Profa. Jane Gregorio-Hetem. CAPÍTULO 4 Movimento Circular* 48 APOSTILA AGA0501 - Física da Tea e do Univeso 1º semeste de 014 Pofa. Jane Gegoio-Hetem CAPÍTULO 4 Movimento Cicula* 4.1 O movimento cicula unifome 4. Mudança paa coodenadas polaes 4.3 Pojeções do movimento

Leia mais

IF Eletricidade e Magnetismo I

IF Eletricidade e Magnetismo I IF 437 Eleticidade e Magnetismo I Enegia potencial elética Já tatamos de enegia em divesos aspectos: enegia cinética, gavitacional, enegia potencial elástica e enegia témica. segui vamos adiciona a enegia

Leia mais

Cap. 4 - O Campo Elétrico

Cap. 4 - O Campo Elétrico ap. 4 - O ampo Elético 4.1 onceito de ampo hama-se ampo a toda egião do espaço que apesenta uma deteminada popiedade física. Esta popiedade pode se de qualque natueza, dando oigem a difeentes campos, escalaes

Leia mais

LEIS DE NEWTON APLICADAS AO MOVIMENTO DE FOGUETES

LEIS DE NEWTON APLICADAS AO MOVIMENTO DE FOGUETES LEIS DE NEWTON APLICADAS AO OVIENTO DE OGUETES 1ª Lei de Newton U copo e oviento continuaá e oviento, co velocidade constante, a não se que actue ua foça, ou u sistea de foças, de esultante não-nula, que

Leia mais

Mecânica Técnica. Aula 4 Adição e Subtração de Vetores Cartesianos. Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues

Mecânica Técnica. Aula 4 Adição e Subtração de Vetores Cartesianos. Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues Aula 4 Adição e Subtação de Vetoes Catesianos Pof. MSc. Luiz Eduado Mianda J. Rodigues Pof. MSc. Luiz Eduado Mianda J. Rodigues Tópicos Abodados Nesta Aula Opeações com Vetoes Catesianos. Veto Unitáio.

Leia mais

Energia no movimento de uma carga em campo elétrico

Energia no movimento de uma carga em campo elétrico O potencial elético Imagine dois objetos eletizados, com cagas de mesmo sinal, inicialmente afastados. Paa apoximá-los, é necessáia a ação de uma foça extena, capaz de vence a epulsão elética ente eles.

Leia mais

Estudo Dirigido de Plano Inclinado

Estudo Dirigido de Plano Inclinado Curso: Engenharia Civil Disciplina: Física Geral e Experimental I Período: 1 período Data: 30/03/2012 Prof.a: Érica Estanislau Muniz Faustino 1ª Etapa Estudo Dirigido de Plano Inclinado 1- O bloco representado

Leia mais

FGE0270 Eletricidade e Magnetismo I

FGE0270 Eletricidade e Magnetismo I FGE7 Eleticidade e Magnetismo I Lista de execícios 9 1. Uma placa condutoa uadada fina cujo lado mede 5, cm enconta-se no plano xy. Uma caga de 4, 1 8 C é colocada na placa. Enconte (a) a densidade de

Leia mais

n θ E Lei de Gauss Fluxo Eletrico e Lei de Gauss

n θ E Lei de Gauss Fluxo Eletrico e Lei de Gauss Fundamentos de Fisica Clasica Pof icado Lei de Gauss A Lei de Gauss utiliza o conceito de linhas de foça paa calcula o campo elético onde existe um alto gau de simetia Po exemplo: caga elética pontual,

Leia mais

Prof.Silveira Jr CAMPO ELÉTRICO

Prof.Silveira Jr CAMPO ELÉTRICO Pof.Silveia J CAMPO ELÉTRICO 1. (Fuvest 017) A deteminação da massa da molécula de insulina é pate do estudo de sua estutua. Paa medi essa massa, as moléculas de insulina são peviamente ionizadas, adquiindo,

Leia mais

Cap.12: Rotação de um Corpo Rígido

Cap.12: Rotação de um Corpo Rígido Cap.1: Rotação de um Copo Rígido Do pofesso paa o aluno ajudando na avaliação de compeensão do capítulo. Fundamental que o aluno tenha lido o capítulo. 1.8 Equilíbio Estático Estudamos que uma patícula

Leia mais

7.3. Potencial Eléctrico e Energia Potencial Eléctrica de Cargas Pontuais

7.3. Potencial Eléctrico e Energia Potencial Eléctrica de Cargas Pontuais 7.3. Potencial Eléctico e Enegia Potencial Eléctica de Cagas Pontuais Ao estabelece o conceito de potencial eléctico, imaginamos coloca uma patícula de pova num campo eléctico poduzido po algumas cagas

Leia mais

Leis de Newton. Algumas aplicações das leis de Newton

Leis de Newton. Algumas aplicações das leis de Newton Leis de Newton Algumas aplicações das leis de Newton Equilíbrio Uma ginasta com massa 50,0 kg está começando a subir em uma corda presa no teto de uma ginásio. Qual é o peso da ginasta? Qual a força (módulo

Leia mais

TEXTO DE REVISÃO 13 Impulso e Quantidade de Movimento (ou Momento Linear).

TEXTO DE REVISÃO 13 Impulso e Quantidade de Movimento (ou Momento Linear). TEXTO DE REVISÃO 13 Impulso e Quantidade de Movimento (ou Momento Linea). Cao Aluno: Este texto de evisão apesenta um dos conceitos mais impotantes da física, o conceito de quantidade de movimento. Adotamos

Leia mais

Cap014 - Campo magnético gerado por corrente elétrica

Cap014 - Campo magnético gerado por corrente elétrica ap014 - ampo magnético geado po coente elética 14.1 NTRODUÇÃO S.J.Toise Até agoa os fenômenos eléticos e magnéticos foam apesentados como fatos isolados. Veemos a pati de agoa que os mesmos fazem pate

Leia mais

9ª EDIÇÃO VOLUME 1 MECÂNICA

9ª EDIÇÃO VOLUME 1 MECÂNICA QUESTÕES DO CAPÍTULO 5 DO LIVRO FUNDAMENTOS DE FÍSICA HALLIDAY & RESNICK - JEARL WALKER Página 112 Segunda Lei de Newton. 9ª EDIÇÃO VOLUME 1 MECÂNICA 1) Apenas duas forças horizontais atuam em um corpo

Leia mais

ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia Mecânica

ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia Mecânica ESCOL POLITÉCNIC D UNIVESIDDE DE SÃO PULO Depatamento de Engenhaia ecânica PE 100 ecânica Pova de ecupeação - Duação 100 minutos 05 de feveeio de 013 1 - Não é pemitido o uso de calculadoas, celulaes,

Leia mais

Cap03 - Estudo da força de interação entre corpos eletrizados

Cap03 - Estudo da força de interação entre corpos eletrizados ap03 - Estudo da foça de inteação ente copos eletizados 3.1 INTRODUÇÃO S.J.Toise omo foi dito na intodução, a Física utiliza como método de tabalho a medida das qandezas envolvidas em cada fenômeno que

Leia mais

( ) ρ = ( kg/m ) ρ = 1000 kg/m 4ºC CAPÍTULO 5 MECÂNICA DOS FLUIDOS

( ) ρ = ( kg/m ) ρ = 1000 kg/m 4ºC CAPÍTULO 5 MECÂNICA DOS FLUIDOS CAPÍTULO 5 MECÂNICA DOS LUIDOS luidos são substâncias que odem flui, escoa-se com maio ou meno facilidade oque as suas moléculas: movem-se umas em edo das outas com equeno atito, como nos líquidos e estão

Leia mais

Campo Gravítico da Terra

Campo Gravítico da Terra Campo Gavítico da Tea 3. otencial Gavítico O campo gavítico é um campo vectoial (gandeza com 3 componentes) Seá mais fácil tabalha com uma gandeza escala, que assume apenas um valo em cada ponto Seá possível

Leia mais

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ CAMPUS MEDIANEIRA Engenharia Elétrica Física 1 - Prof. Fabio Longen

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ CAMPUS MEDIANEIRA Engenharia Elétrica Física 1 - Prof. Fabio Longen 1 UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ CAMPUS MEDIANEIRA Engenharia Elétrica Física 1 - Prof. Fabio Longen Lista 3 Turma E11/14 31/08/17 1) Uma força F aplicada a um corpo de massa m1 produz uma

Leia mais

3. Potencial Eléctrico

3. Potencial Eléctrico 3. Potencial Eléctico 3.1. Difeença de Potencial e Potencial Eléctico. 3.2. Difeenças de Potencial num Campo Eléctico Unifome. 3.3. Potencial Eléctico e Enegia Potencial de Cagas pontuais. 3.4. Potencial

Leia mais

5 Forças em Dinâmica. 1 Princípio da inércia (primeira lei de Newton) 2 Princípio fundamental da Dinâmica (segunda lei de Newton)

5 Forças em Dinâmica. 1 Princípio da inércia (primeira lei de Newton) 2 Princípio fundamental da Dinâmica (segunda lei de Newton) F=m.a 5 Forças em Dinâmica A Dinâmica é a parte da Mecânica que estuda os movimentos e as causas que os produzem ou os modificam. Significa que a força resultante F produz uma aceleração a com mesma direção

Leia mais

ELETRICIDADE CAPÍTULO 3 LEIS DE CIRCUITOS ELÉTRICOS

ELETRICIDADE CAPÍTULO 3 LEIS DE CIRCUITOS ELÉTRICOS ELETICIDADE CAPÍTULO 3 LEIS DE CICUITOS ELÉTICOS - CONSIDEE A SEGUINTE ELAÇÃO: 3. LEI DE OHM - QUALQUE POCESSO DE CONVESÃO DE ENEGIA PODE SE ELACIONADO A ESTA EQUAÇÃO. - EM CICUITOS ELÉTICOS : - POTANTO,

Leia mais

Curso: Engenharia Civil Disciplina: Física Geral Experimental I Período: 1 período Data: 05/03/2012 Prof.a: Érica Estanislau Muniz Faustino

Curso: Engenharia Civil Disciplina: Física Geral Experimental I Período: 1 período Data: 05/03/2012 Prof.a: Érica Estanislau Muniz Faustino Curso: Engenharia Civil Disciplina: Física Geral Experimental I Período: 1 período Data: 05/03/2012 Prof.a: Érica Estanislau Muniz Faustino Parte I - Questões de Múltipla Escolha ESTUDO DIRIGIDO 1 1- Desde

Leia mais

Capítulo 29: Campos Magnéticos Produzidos por Correntes

Capítulo 29: Campos Magnéticos Produzidos por Correntes Capítulo 9: Campos Magnéticos Poduzidos po Coentes Cap. 9: Campos Magnéticos Poduzidos po Coentes Índice Lei de iot-savat; Cálculo do Campo Poduzido po uma Coente; Foça Ente duas Coentes Paalelas; Lei

Leia mais

4.4 Mais da geometria analítica de retas e planos

4.4 Mais da geometria analítica de retas e planos 07 4.4 Mais da geometia analítica de etas e planos Equações da eta na foma simética Lembemos que uma eta, no planos casos acima, a foma simética é um caso paticula da equação na eta na foma geal ou no

Leia mais

LEIS DE NEWTON DINÂMICA 3ª LEI TIPOS DE FORÇAS

LEIS DE NEWTON DINÂMICA 3ª LEI TIPOS DE FORÇAS DINÂMICA É a parte da Mecânica que estuda as causas e os movimentos. LEIS DE NEWTON 1ª Lei de Newton 2ª Lei de Newton 3ª Lei de Newton 1ª LEI LEI DA INÉRCIA Quando a resultante das forças que agem sobre

Leia mais

setor 1202 Aulas 39 e 40 ESTUDO DO CAMPO ELÉTRICO

setor 1202 Aulas 39 e 40 ESTUDO DO CAMPO ELÉTRICO seto 10 100508 ulas 39 e 40 ESTUDO DO CMPO ELÉTRICO CMPO DE UM CRG PUNTIFORME P E p = f (, P) Intensidade: E K = Dieção: eta (, P) Sentido: 0 (afastamento) 0 (apoximação). (FUVEST) O campo elético de uma

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS MAF- 04.05.2012 Prof. Dr. Antônio Newton Borges 1. Na caixa de 2,0 kg da figura abaixo são aplicadas duas forças, mais somente uma é mostrada. A aceleração da

Leia mais

Série II - Resoluções sucintas Energia

Série II - Resoluções sucintas Energia Mecânica e Ondas, 0 Semeste 006-007, LEIC Séie II - Resoluções sucintas Enegia. A enegia da patícula é igual à sua enegia potencial, uma vez que a velocidade inicial é nula: V o mg h 4 mg R a As velocidades

Leia mais

Movimentos dos Satélites Geostacionários

Movimentos dos Satélites Geostacionários Movimentos dos Satélites Geostaionáios Os satélites geostaionáios são satélites que se enontam paados elativamente a um ponto fixo sobe a Tea, gealmente sobe a linha do equado. 6 hoas mais tade Movimentos

Leia mais

TÓPICOS DE FÍSICA BÁSICA 2006/1 Turma IFA PRIMEIRA PROVA SOLUÇÃO

TÓPICOS DE FÍSICA BÁSICA 2006/1 Turma IFA PRIMEIRA PROVA SOLUÇÃO Tópicos de Física ásica 006/1 pof. Mata SEMN 8 PRIMEIR PROV - SOLUÇÃO NOME: TÓPIOS E FÍSI ÁSI 006/1 Tuma IF PRIMEIR PROV SOLUÇÃO QUESTÃO 1 (alo: 1,5 pontos) Numa epeiência, foam deteminados os aloes da

Leia mais

Mecânica e Ondas. Capítulo I Interacção mecânica. Lei da atracção gravitacional de Newton

Mecânica e Ondas. Capítulo I Interacção mecânica. Lei da atracção gravitacional de Newton ecânica e Ondas aguspak Cusos EI e EE Capítulo I Inteacção mecânica ei da atacção gavitacional de Newton Se consideamos duas massas pontuais m1 e m, a uma distância ente si, vai have uma foça de atacção

Leia mais

Engenharia Electrotécnica e de Computadores Exercícios de Electromagnetismo Ficha 1

Engenharia Electrotécnica e de Computadores Exercícios de Electromagnetismo Ficha 1 Instituto Escola Supeio Politécnico de Tecnologia ÁREA INTERDEPARTAMENTAL Ano lectivo 010-011 011 Engenhaia Electotécnica e de Computadoes Eecícios de Electomagnetismo Ficha 1 Conhecimentos e capacidades

Leia mais

Os Fundamentos da Física

Os Fundamentos da Física TEMA ESPECAL DNÂMCA DAS TAÇÕES 1 s Fundamentos da Física (8 a edição) AMALH, NCLAU E TLED Tema especial DNÂMCA DAS TAÇÕES 1. Momento angula de um ponto mateial, 1 2. Momento angula de um sistema de pontos

Leia mais

APÊNDICE DO CAPÍTULO 12.

APÊNDICE DO CAPÍTULO 12. APÊNDICE DO CAPÍTULO 12. GRAVITAÇÃO A foça gavitacional é o paadigma de foça em mecˆanica newtoniana. Este esumo visa auxilia o estudo dessa foça no capítulo 12 do livo-texto, cujas figuas e exemplos complementam

Leia mais

Leis de Newton. Se eu vi mais longe, foi por estar de pé sobre ombros de gigantes. Sir Isaac Newton

Leis de Newton. Se eu vi mais longe, foi por estar de pé sobre ombros de gigantes. Sir Isaac Newton Leis de Newton Se eu vi mais longe, foi por estar de pé sobre ombros de gigantes. Sir Isaac Newton O QUE É FORÇA? A ideia de empurrar ou puxar um corpo para colocá-lo em movimento está relacionada ao conceito

Leia mais

3 Torção Introdução Análise Elástica de Elementos Submetidos à Torção Elementos de Seções Circulares

3 Torção Introdução Análise Elástica de Elementos Submetidos à Torção Elementos de Seções Circulares 3 oção 3.1. Intodução pimeia tentativa de se soluciona poblemas de toção em peças homogêneas de seção cicula data do século XVIII, mais pecisamente em 1784 com Coulomb. Este cientista ciou um dispositivo

Leia mais

Ismael Rodrigues Silva Física-Matemática - UFSC.

Ismael Rodrigues Silva Física-Matemática - UFSC. Ismael Rodrigues Silva Física-Matemática - UFSC www.ismaelfisica.wordpress.com Máquinas Simples(ver arquivo) Revisão... ForçadeAtrito... AlgunsSistemasMecânicos... SistemasMecânicos... Máquinas Simples:

Leia mais

Prof. Dirceu Pereira

Prof. Dirceu Pereira Aula de UNIDADE - MOVIMENTO VERTICAL NO VÁCUO 1) (UFJF-MG) Um astonauta está na supefície da Lua quando solta, simultaneamente, duas bolas maciças, uma de chumbo e outa de madeia, de uma altua de,0 m em

Leia mais

Mecânica. Teoria geocêntrica Gravitação 1ª Parte Prof. Luís Perna 2010/11

Mecânica. Teoria geocêntrica Gravitação 1ª Parte Prof. Luís Perna 2010/11 1-0-011 Mecânica Gavitação 1ª Pate Pof. Luís Pena 010/11 Teoia geocêntica Foi com Ptolomeu de Alexandia que sugiu, po volta de 150 d.c. no seu livo Almagest, uma descição pomenoizada do sistema sola. Cláudio

Leia mais

1. Mecanica do Sistema Solar (II): Leis de Kepler do movimento planetário

1. Mecanica do Sistema Solar (II): Leis de Kepler do movimento planetário . Mecanica do Sistea Sola (II): Leis de Keple do oviento planetáio Astonoy: A Beginne s Guide to the Univese, E. Chaisson & S. McMillan (Caps. 0 e ) Intoductoy Astonoy & Astophysics, M. Zeilek, S. A. Gegoy

Leia mais

Leis de Newton Ericson Alves Engenharia Civil 6º Período Leandro Marinho Engenharia Civil - 6º Período

Leis de Newton Ericson Alves Engenharia Civil 6º Período Leandro Marinho Engenharia Civil - 6º Período CURSO INTRODUTÓRIO DE MATEMÁTICA PARA ENGENHARIA 2017.1 Leis de Newton Ericson Alves Engenharia Civil 6º Período Leandro Marinho Engenharia Civil - 6º Período Roteiro da Aula Cinemática e Dinâmica; Força

Leia mais

Bola, taco, sinuca e física

Bola, taco, sinuca e física Revista Basileia de Ensino de ísica, v. 29, n. 2, p. 225-229, (2007) www.sfisica.og. Bola, taco, sinuca e física (Ball, cue, snooke and physics) Eden V. Costa 1 Instituto de ísica, Univesidade edeal luminense,

Leia mais

Aplicações Leis Newton Básico Resoluções:

Aplicações Leis Newton Básico Resoluções: Questão 01 - (UFJF MG/2009) Considere as seguintes afirmações: I. Segundo a 1ª Lei de Newton, é necessária uma força resultante para manter com velocidade constante o movimento de um corpo se deslocando

Leia mais

CURSO INTRODUTÓRIO DE MATEMÁTICA PARA ENGENHARIA Leis de Newton

CURSO INTRODUTÓRIO DE MATEMÁTICA PARA ENGENHARIA Leis de Newton CURSO INTRODUTÓRIO DE MATEMÁTICA PARA ENGENHARIA 2014.2 Leis de Newton Ana Maria Torres da Silva - Engenharia Civil Joyce Danielle de Araújo - Engenharia de Produção Cinemática versus Dinâmica Cinemática:

Leia mais

CAPÍTULO 7: CAPILARIDADE

CAPÍTULO 7: CAPILARIDADE LCE000 Física do Ambiente Agícola CAPÍTULO 7: CAPILARIDADE inteface líquido-gás M M 4 esfea de ação molecula M 3 Ao colocamos uma das extemidades de um tubo capila de vido dento de um ecipiente com água,

Leia mais

Carga Elétrica e Campo Elétrico

Carga Elétrica e Campo Elétrico Aula 1_ Caga lética e Campo lético Física Geal e peimental III Pof. Cláudio Gaça Capítulo 1 Pincípios fundamentais da letostática 1. Consevação da caga elética. Quantização da caga elética 3. Lei de Coulomb

Leia mais

Polícia Rodoviária Federal. Exercícios de Física Aula 1 de 5. Prof. Dirceu Pereira UNIDADE 1 - NOÇÕES SOBRE VETORES. 1) Não são grandezas vetoriais:

Polícia Rodoviária Federal. Exercícios de Física Aula 1 de 5. Prof. Dirceu Pereira UNIDADE 1 - NOÇÕES SOBRE VETORES. 1) Não são grandezas vetoriais: UNIDADE 1 - NOÇÕES SOBRE VETORES 1) Não são gandezas vetoiais: a) tempo, deslocamento e foça. b) foça, velocidade e aceleação. c) tempo, tempeatua e volume. d) tempeatua, velocidade e volume. ) (Unitau-SP)

Leia mais

Lista de Exercícios - Força e Movimento I

Lista de Exercícios - Força e Movimento I UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS INSTITUTO DE FÍSICA E MATEMÁTICA Departamento de Física Disciplina: Física Básica I Lista de Exercícios - Força e Movimento I Perguntas: 1. Na figura 1 as forças F 1 e F

Leia mais

Lei de Ampère. (corrente I ) Foi visto: carga elétrica com v pode sentir força magnética se existir B e se B não é // a v

Lei de Ampère. (corrente I ) Foi visto: carga elétrica com v pode sentir força magnética se existir B e se B não é // a v Lei de Ampèe Foi visto: caga elética com v pode senti foça magnética se existi B e se B não é // a v F q v B m campos magnéticos B são geados po cagas em movimento (coente ) Agoa: esultados qualitativos

Leia mais

Universidade. Curso: Ciência

Universidade. Curso: Ciência Univesidade Fedeal Rual do Semi Áido PROGRAD Cuso: Ciência e Tecnologia Disciplina: Mecânica Clássica UFERSA Po Reitoia de Gaduação Lista I Cinemática e Leis de Newton 1. O micômeto (1 μm) é feqüentemente

Leia mais

FÍSICA - 3 o ANO MÓDULO 06 PLANO INCLINADO

FÍSICA - 3 o ANO MÓDULO 06 PLANO INCLINADO FÍSICA - 3 o ANO MÓDULO 06 PLANO INCLINADO P T P N θ P Como pode cair no enem? Uma máquina utiliza um carrinho para retirar carvão do interior de uma mina, puxando-o, sobre um plano inclinado, por meio

Leia mais

Fís. Semana. Leonardo Gomes (Guilherme Brigagão)

Fís. Semana. Leonardo Gomes (Guilherme Brigagão) Semana 9 Leonardo Gomes (Guilherme Brigagão) Este conteúdo pertence ao Descomplica. Está vedada a cópia ou a reprodução não autorizada previamente e por escrito. Todos os direitos reservados. CRONOGRAMA

Leia mais

Segunda lei de Newton

Segunda lei de Newton Segunda lei de Newton Pela 1ª lei de Newton, não precisamos de força para manter a velocidade de um corpo, mas sim para produzir mudanças (variações) dessa velocidade. Newton apresenta a relação existente

Leia mais