APEPI Associação Portuguesa para o Estudo da Propriedade Intelectual Grupo Português da ALAI Association Littéraire et Artistique Internationale

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "APEPI Associação Portuguesa para o Estudo da Propriedade Intelectual Grupo Português da ALAI Association Littéraire et Artistique Internationale"

Transcrição

1 GESTÃO DO DIREITO DE AUTOR E DOS DIREITOS CONEXOS NO MERCADO INTERNO A propósito da Comunicação da Comissão europeia de 16 de Abril I. GENERALIDADES 1 - Gestão colectiva tradicional O direito exclusivo do autor de explorar a sua obra ou de autorizar terceiros a fazê-lo constitui o elemento fundamental do direito de autor e vale, essencialmente, pela garantia que dá ao respectivo titular de que a exploração das suas obras se conforma com a sua vontade e os seus interesses. O pleno gozo do direito exclusivo depende, em larga medida, da possibilidade de o autor tomar pessoalmente as decisões relativas às condições pecuniárias da exploração da obra e de fazer respeitar os seus direitos morais e patrimoniais. Todavia, existem certos direitos, como o de comunicação pública de obras musicais não dramáticas, cujo exercício individual desde sempre se mostrou difícil. Acresce que o desenvolvimento das novas técnicas de reprodução e de difusão tem contribuído decisivamente para multiplicar os casos em que o exercício individual se torna impraticável em razão da incontrolabilidade das utilizações e do grande número de utilizadores e, consequentemente, da impossibilidade de negociar com estes e de se fazer remunerar. Assim, embora o exercício dos direitos continue, em tese, a poder ser assegurado individualmente, a natureza de certas obras e a diversidade dos modos da sua difusão, aliadas à evolução das tecnologias de comunicação e à multiplicação do número de utilizadores, impõe, na prática, o sistema de gestão colectiva dos direitos exclusivos, mediante o qual os titulares de direitos autorizam as organizações de gestão colectiva a gerir os seus direitos, isto é, a vigiar as utilizações das suas obras, a negociar com os eventuais utilizadores, a conceder-lhes, mediante pagamento de uma remuneração apropriada, autorizações sujeitas a determinadas condições, a perceber as remunerações e a reparti-las entre os titulares de direitos 1 1 Segundo definição adoptada pela Organização Mundial de Propriedade Intelectual (OMPI).

2 Ainda que o controlo sobre certos aspectos do exercício dos direitos exclusivos sofra um enfraquecimento num sistema completo de gestão colectiva, certo é que ele serve os interesses dos titulares de direitos e é vantajoso para os utilizadores, aos quais se proporciona um acesso mais simples às obras. 2 As diferentes formas de gestão colectiva 3 reflectem a medida da ligação do autor à exploração da sua obra, definida em função da interacção de vários factores, em especial o reconhecimento de direitos exclusivos ou de simples direito a remuneração e a controlabilidade da utilização. a) A ligação é mais ténue quando há lugar à aplicação de licenças não voluntárias, seja porque o próprio direito não foi definido como exclusivo (caso da radiodifusão e da comunicação ao público dos fonogramas do comércio), seja porque se verifica 2 Sobre o assunto, veja-se o relatório Raison d être des sociétés de gestion des droits, importance, essor et développements récents, apresentado por Carine Doutrelepont no Congresso da ALAI Protection des auteurs et artistes interprètes par contrat, que decorreu em Montebello, no Canadá, em 1997 (Actas do Congresso, pags. 469 a 514, em francês, e 515 a 559, em inglês). O relatório afirma, em conclusão: La gestion collective des droits est un concept multiforme à geometrie variable qui présente certains avantages et certains inconvénients par rapport à la gestion individuelle. La gestion collective a pour effet d eroder le caractère exclusif du droit et s accompagne d un nombre important de contraintes pour le titulaire. Il n est cependant pas exagéré de soutenir que les sociétés de gestion favorisent la mise en place d un sistème permettant d affirmer les droits avec efficacité tout en facilitant la libre circulation des oeuvres par le recours à des situations contractuelles souples, prenant en consideration les différents intérêts en cause, qui peuvent être renégociées, en fonction de l évolution des choses. Le dévellopement des nouvelles technologies conduit les sociétés à devoir faire face à des defies supplémentaires sans néanmoins bouleverser l économie de leurs activités. La technologie numérique va sans doute accentuer les problèmes auxquels sont déjà confrontées les sociétés de gestion: identification des oeuvres et des titulaires de droits, titularité variable des droits selon les États, existence de présomptions de cession au profit de producteurs et leur extention aux oeuvres assemblées fragilisant l intervention des sociétés d auteurs ou artistes, incertitude de la loi applicable et de la qualification de nouvelles prérrogatives, tel le droit de transmission numérique. Si, comme le soutiennent certains, le nouvel environnement technologique permettrait de revenir au droit exclusif d autoriser préalablement et de façon individuelle, l intervention das sociétés de gestion restera, à mon sens, indispensable eu égard à la multiplicité des intervenants et des potentialités d utilisation des oeuvres. Les nouvelles techniques permettent plus que jamais aux oeuvres et aux prestations de méconnaître la limite artificielle des frontières nationales et d être communiquées dans une multitude de pays étrangers. Grace à la technique des acords de représentation réciproque, seules le sociétés de gestion sont en mesure désormais de faire respecter les prérogatives des titulaires de droits, en recourant aux services de leurs homologues étrangers. 3 Ver Breve resenha das principais formas de gestão colectiva, em anexo.

3 uma utilização massiva (caso do direito de reprodução reprográfica e, nalguns países, os direitos relativos à retransmissão por cabo de programas radiodifundidos 4 ), seja ainda porque a utilização não é controlável (caso do registo no domicílio de obras sonoras e audiovisuais). Nestas circunstâncias, o tipo de gestão colectiva adequado comporta o mais elevado grau de colectivização defesa colectiva dos direitos, licenças globais e, por vezes, ausência de repartição entre os titulares individuais de direitos. Estes não podem escolher entre gestão individual e colectiva: a lei impõe esta última e pode estabelecer as tabelas remuneratórias e outras condições. Esta imposição de gerir colectivamente o direito configura-se como uma condição do seu próprio exercício ; constitui uma restrição menos forte que a licença não voluntária e, o que é importante, mais consentânea com a natureza do direito de autor. Assim, a gestão colectiva é, nestes casos, a única solução possível, fora das licenças não voluntárias, de exercer o simples direito à remuneração. b) A gestão colectiva pode também constituir o único meio de garantir o exercício do direito exclusivo de autorizar certas utilizações. É o caso do direito de execução de obras musicais (não dramáticas), o relativo a certos casos de reprodução reprográfica e o da retransmissão por cabo, no espaço comunitário 5, de programas radiodifundidos. Dado o número de utilizações e as condições em que estas têm lugar, bem como o número e a variedade de obras utilizadas, não é possível ao utilizador seguir todos os passos da contratação individual, nem aos titulares de direitos controlar todas essas utilizações. Nestas circunstâncias, adopta-se um tipo de gestão colectiva completa, com recurso às licenças globais e à possibilidade de gestão dos direitos de não membros (gestão colectiva alargada). 4 Tendo sido dado como adquirido, embora sem nunca se ter provado, que o exercício do direito de autor constitui obstáculo inaceitável à retransmissão por cabo de programas radiodifundidos, nalguns países o direito de os comunicar por cabo ao público foi reduzido a um simples direito a remuneração (solução manifestamente desconforme à Convenção de Berna). 5 A nível comunitário, a questão da natureza deste direito veio a ser resolvida (a favor dos autores) pela directiva europeia satélite/cabo, de Todavia, dada a dependência da transmissão por cabo (efectuada por entidade diversa da que obteve autorização para radiodifundir) em relação ao acto de radiodifusão de origem, o correspondente direito, definido à partida como exclusivo, é obrigatoriamente exercido através da gestão colectiva. Dadas as circunstâncias de facto, que levariam à instituição de licenças não voluntárias, esta é a única alternativa consentânea com o carácter exclusivo do direito.

4 c) O exercício do direito exclusivo de representação pública e de reprodução de obras dramáticas e audiovisuais constitui exemplo típico da maior ligação do autor à exploração da sua obra. A gestão colectiva não é, neste caso, uma necessidade absoluta, antes se destinando a facilitar e a conferir maior força negocial aos titulares de direitos nas suas relações com os utilizadores. Neste caso, o tipo de gestão colectiva adequado tem como pressuposto o mínimo de colectivização existe representação colectiva, mas as autorizações são sempre individualizadas e a repartição é directa. Todavia, a organização de gestão, que só pode gerir os direitos dos seus membros, conduz livremente as negociações com vista à fixação de tabelas e outras condições a que sujeita as autorizações dadas aos utilizadores, sendo os diferendos dirimidos pelo tribunal. A gestão colectiva teve origem na necessidade sentida pelos autores de se reunirem em sociedades aptas a defenderem os seus interesses, designadamente nas negociações dos contratos gerais com os difusores ou com agrupamentos de utilizadores. Embora os titulares de direitos sejam livres de escolher entre formas de gestão individual e colectiva, certo é que a prática acaba por impôr esta última. Importante é, todavia, saber identificar com clareza as diferenças existentes entre os vários domínios de gestão colectiva, designadamente quanto à forma, aos métodos e aos efeitos reais da gestão. Também para os utilizadores a gestão colectiva é fundamental: permite-lhes recolher com facilidade todas as autorizações necessárias à utilização das obras e prestações, garantindo segurança jurídica no exercício da sua actividade. Em razão da crescente complexidade dos problemas decorrentes da multiplicidade de meios de comunicação ao público, bem como da necessidade de coordenar a respectiva exploração no tempo e no espaço, tem-se acentuado o movimento de especialização 6 das sociedades de gestão, cujo funcionamento se quer adaptado à especificidade dos direitos geridos. A sua organização é concebida em função das diferentes formas de utilização de determinada categoria de obras e interessa, por consequência, às mesmas categorias de titulares representados. Assim, um sistema eficaz de gestão colectiva funciona como meio imprescindível de conferir aos direitos reconhecidos a desejável efectividade. 6 Esta especialização poderá evitar que autores do audiovisual realizadores e argumentistas (os autores da música incluída nos filmes já são representados pelas sociedades que gerem o direito de execução das obras musicais) normalmente representados por sociedades generalistas onde predomina o sector musical, estejam sujeitos ao funcionamento e a métodos de gestão que, não adaptados à especificidade da exploração da obra audiovisual, não proporcionam os resultados desejáveis. Só essa especialização poderá garantir a ligação directa do autor à exploração da sua obra, permitindo-lhe tomar ele próprio as decisões que a ela respeitam, fazer face aos riscos da concentração dos média e, naturalmente, ser remunerado em conformidade.

5 1.1 - Digital Rights Management (DRM) Sobre este tema a APEPI acompanha inteiramente a posição de Mihály Ficsor, expressa em documento cuja tradução em português foi publicada na nossa revista Temas de Propriedade Intelectual, número 8 a 10, ano 2002, e que agora se reproduz: Com a generalização do uso da tecnologia digital, o advento das produções "multimédia e o espectacular aumento da utilização de material protegido pelo direito de autor e direitos conexos, as condições de protecção e aplicação dos direitos alteraram-se. Emergiram novos desafios ao exercício e gestão de direitos e, ao mesmo tempo, usando a mesma tecnologia, desenvolveram-se novas soluções para esses desafios: encriptação, electronic envelopes, fingerprints digitais, watermarks e números de identificação. Em consequência, surgiu uma nova situação no campo do exercício e gestão de direitos que respeita a vários aspectos. Em resposta a estes desenvolvimentos a OMPI convocou, em Maio de 1997, em Sevilha, um fórum internacional sobre o exercício e gestão do direito de autor e dos direitos conexos face aos desafios da tecnologia digital com o objectivo de analisar as alterações aos princípios e aspectos práticos da instituição e funcionamento dos sistemas de gestão colectiva. Depois de intensa discussão, os participantes acordaram em manter os princípios de , que entendem adequados também em ambiente digital, e em desenvolver as acções necessárias para preservar o "espírito de Sevilha", de que se destaca alguns aspectos: - A gestão colectiva deverá reforçar-se no mundo digital. De facto existem algumas áreas, já identificadas, em que a gestão colectiva tem um papel de importância inegável, designadamente o licenciamento de "produções multimédia" (que normalmente integram um grande número de obras e contribuições de diferentes categorias) e a autorização para utilizar certas categorias de material protegido na Internet. - Os titulares de direitos têm a maior liberdade de escolherem entre a gestão individual e colectiva de direitos, desde que os possam exercer directamente na Internet (através do uso de medidas tecnológicas e do sistema de informação para a gestão electrónica de direitos). Não é liquido que o uso desta solução seja do interesse dos próprios titulares de direitos; é que as razões pelas quais, em certas áreas exercício de direitos de comunicação ao público e radiodifusão a gestão colectiva é a melhor solução no analógico, existem também no digital. Como se 7 Princípios constantes no estudo da OMPI (da autoria de Mihály Ficsor) sobre as mais importantes questões relativas à gestão colectiva de direitos.

6 sabe, apenas os autores e artistas mais conhecidos têm possibilidade de escolher a gestão individual; mas a experiência mostra que este género de "dissidência" e a negação do princípio da solidariedade pode ser contraproducente não só para a comunidade dos criadores, mas também para os próprios "individualistas". - Estão em desenvolvimento novas formas de gestão de direitos que pode combinar elementos do exercício individual e colectivo, designadamente os copyright clearance centres (muito utilizados na gestão de direitos reprográficos), os quais constituem fonte de licenciamento centralizado, mas aplicam tarifas diferentes e condições de licenciamento determinadas individualmente pelos titulares de direitos; - A tecnologia digital e a Internet colocam sérios desafios e oferecem oportunidades promissoras às entidades de gestão colectiva "tradicionais" (designadamente as sociedades de gestão dos direitos dos artistas com condições "colectivizadas" de licenciamento, sistemas de tarifas e regras de distribuição). Por um lado, as novas possibilidades de gestão individual e as ditas opções de administração alternativa podem, em princípio, pôr em causa o seu monopólio também nas áreas em que o seu sistema costumava ser a única opção praticável, mas, por outro lado, utilizando a mesma tecnologia que lhes causa problemas, podem tornar a sua actividade mais eficiente e atractiva para os titulares de direitos. Em consequência, as sociedades "tradicionais" de gestão colectiva poderão sair deste período de desenvolvimento mais fortalecidas e aperfeiçoadas. - O fenómeno do "multimédia" quer em produções off-line, quer pela utilização conjunta em redes digitais globais de diferentes categorias de obras e prestações protegidas implica a crescente necessidade de estabelecer "coligações" de várias entidades de gestão colectiva, com vista a oferecer uma fonte centralizada de autorizações (one-stop shops), ou a participar numa cooperação genérica que se pode estender também a titulares de direitos individuais que a essa "coligação" se juntem, não só através da inclusão da sua informação para gestão, como através de mandato conferido à "coligação" para dar autorizações em seu nome e segundo as suas tarifas e condições individuais. Tal não significa que as várias entidades se fundam nessa "coligação"; as sociedades de gestão colectiva "tradicionais" podem e devem preservar a sua autonomia. Estas considerações referem-se às questões relativas ao impacto das novas tecnologias, sobretudo da tecnologia digital e da Internet, na gestão colectiva do direito de autor e dos direitos conexos. Os participantes no fórum de Sevilha e noutros mais recentes não estão felizmente de tal modo obcecados pelo desenvolvimento das mais modernas tecnologias que tenham perdido de vista tudo o resto. Assim, o debate teve ainda como resultado mais três constatações fundamentais que podem também ser tidas como princípios e que serão mencionadas por ordem crescente de importância:

7 - A tecnologia digital é apenas uma das tecnologias e o mundo digital interactivo coexistirá pacificamente com o mundo analógico. Continuará a existir a radiodifusão não interactiva (presente também na Internet sob a forma de webcasting), o teatro, os concertos ao vivo, as discotecas, restaurantes, clubs, hotéis etc. que usam obras musicais, e continuará a venda, o aluguer ou o empréstimo, não só on-line mas também em suportes físicos, de livros, revistas, jornais, fonogramas, videogramas, etc. Por isso não há qualquer razão para negligenciar a protecção e o exercício dos direitos relativos a estes usos "tradicionais", nem a gestão colectiva a eles atinente deixará de existir. - A questão de saber se podem e devem manter-se as formas colectivas de exercício de direitos ou se se deve escolher a gestão individual, não assenta na mera comparação das técnicas de gestão e da sua eficiência. Há algo mais que determinou os fundadores das primeiras sociedades de autores e que tem sido devidamente tido em conta pelos seus sucessores: em conjunto é possível alcançar mais e representar os interesses com mais eficiência do que individualmente. Seria um grande erro esquecer isto apenas porque existe uma nova ou mesmo uma novíssima tecnologia. - A terceira constatação, ou princípio, consiste na confirmação da natureza exclusiva dos direitos básicos dos autores e, quando adequado, dos beneficiários dos direitos conexos nas redes de comunicação e sob as condições inerentes ao novo "mundo digital". Não há qualquer razão ou justificação para restringir os direitos exclusivos só porque se verificam novos desenvolvimentos tecnológicos. A aplicação de medidas técnicas de protecção (sistemas de encriptação) e de informação para a gestão electrónica de direitos (números de identificação digital) tornam possível e garantem o adequado e eficiente exercício de direitos exclusivos não só na Internet como em futuras redes semelhantes. Não é de todo desejável que os governos limitem desnecessariamente a liberdade dos titulares de direitos de escolherem entre exercício individual (nos casos em que é possível) e a gestão colectiva dos seus direitos; e seria desastroso que transformassem os direitos exclusivos geridos colectivamente em meros direitos e remuneração, o que sucederia se interviessem no estabelecimento do sistema de tarifas e outras condições de autorização para além do que é justificável como medida preventiva de abusos do monopólio de facto de que as sociedades de gestão gozam. Não podemos satisfazer-nos nem repousar sobre o facto de os princípios de 1990 terem sido mantidos e confirmados. É necessário apresentar e defender esses princípios vezes sem conta, assim com é necessário continuar a dar a conhecer e garantir os princípios fundadores e os valores do direito de autor. Estão em causa os interesses dos Criadores, os interesses da Cultura e a possibilidade de uma vida social saudável de todos os Povos.

8 II. A COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO EUROPEIA É com base nas considerações feitas no número anterior que a APEPI analisa o documento da Comissão, no que respeita à sua oportunidade (a) e às premissas em que se funda (b), bem como às razões invocadas para justificar uma iniciativa legislativa (c). a) A APEPI considera que é necessário conferir maior transparência aos procedimentos específicos das entidades de gestão colectiva e tornar a actividade destas mais compreensível para os titulares dos direitos administrados e para os usuários; entende, todavia, que no momento da entrada de 10 Estados para a União Europeia não é oportuno promover a harmonização deste sector, sendo certo, para mais, que não é visível a necessidade dessa harmonização 8 e que, no conjunto das matérias sobre propriedade intelectual, existem outros temas que carecem de atenção especial e neste sector têm particular impacte: são questões de direito substantivo 9 cuja prévia resolução é determinante para o objectivo que esta harmonização deverá alcançar. b) Para além de não extrair as devidas ilações da existência dos diferentes domínios e formas de gestão, o que pressupõe uma visão de uniformidade completamente desconforme à realidade, 10 a análise da Comissão ignora certas questões e assenta em certas premissas que, não totalmente correctas, podem falsear o resultado. 8 Para além de não constituírem entrave ao bom funcionamento do Mercado Interno, as diferenças entre os sistemas nacionais de gestão colectiva permitem ter em consideração as diferenças sociais, culturais e económicas entre os Estados membros, facilitando a adaptação às evoluções do mercado. Uma directiva comunitária (não necessária), geradora de normas obrigatórias, poria em causa a flexibilidade requerida para os ajustamentos à realidade do mercado. Acresce que esta iniciativa parece ignorar a resolução do Parlamento Europeu, de 15 de Janeiro de 2004, que, depois de reconhecer que as disparidades relativas à legislação, regulamentação, estatutos e práticas das sociedades de gestão colectiva resultam de tradições e de especificidades nacionais de ordem histórica, jurídica, cultural e económica, considera necessário estabelecer programas específicos de ajuda às sociedades dos países da Europa central e oriental ( 10) e convida a ter em conta a dimensão cultural das sociedades de gestão colectiva ( 26). 9 Designadamente: o reconhecimento, expresso nas legislações nacionais, de um direito intransmissível dos co-autores da obra audiovisual, a cargo dos difusores independentemente das convenções individuais existentes entre autores e produtores; o reconhecimento expresso da natureza exclusiva do direito relativo à retransmissão por cabo, simultânea e inalterada, de programas radiodifundidos (cfr. nota n.º 5); o reconhecimento da necessidade de remuneração por cópia privada, também colectivamente gerida... A citada resolução do Parlamento Europeu, de 15 de Janeiro de 2004, ocupa-se também destas questões: pede, no 28, que as futuras directivas europeias em matéria de televisão, de rádio, de comunicação, de transmissão e de telecomunicação digital reconheçam o princípio da propriedade do direito de autor, bem como a respectiva protecção e contenham disposições expressas sobre a matéria. 10 Cfr. Breve resenha das principais formas de gestão colectiva, em anexo.

9 Assim: Depois de passar em claro questões importantes relativas à gestão individual, a Comissão parece entender que os direitos exclusivos serão geridos individualmente (enquanto os direitos a simples remuneração, cuja concessão individual é impossível, ficarão para a gestão colectiva) e que os sistemas DRM são instrumentos privilegiados desse tipo de gestão. Todavia, como se sabe, estes sistemas, longe de constituírem alternativa à gestão colectiva, são um precioso auxiliar desta: facilitam todo o processo de emissão de licenças, desde a identificação das obras à percepção e distribuição de direitos. Na verdade, como se viu, 11 a gestão colectiva continua a ser, mesmo em ambiente digital, o meio mais eficaz para dar corpo 12 aos direitos reconhecidos. Parte do princípio que as sociedades de gestão colectiva estão em posição de força em relação aos utilizadores, quando, na realidade, o peso económico destes, em especial dos grupos audiovisuais, é incomparavelmente superior. A Comissão tende a concentrar-se nas missões de base das sociedades de gestão colectiva percepção e repartição de direitos, em detrimento de outras importantes missões sociais, culturais, de promoção, de aconselhamento jurídico indissociáveis da actividade criadora. Reduzidas as sociedades de gestão colectiva à sua dimensão meramente mercantil percepção e repartição das remunerações independentemente do conteúdo do direito que lhes deu origem 13 compreende-se que a Comissão tenha sujeitado a análise da respectiva actividade aos princípios do Mercado Interno, designadamente a liberdade de estabelecimento, a livre prestação de serviços e a livre concorrência. Para além de revelar desconhecimento daquilo que é a essência das sociedades de gestão colectiva e justifica a sua existência a luta pelo respeito dos direitos dos criadores, a aplicação destes princípios põe em causa o princípio da territorialidade do direito de autor, aceite no direito internacional e reconhecido pelas legislações e jurisprudência europeias. Elemento fundamental do sistema de protecção pela propriedade intelectual, este princípio traduz-se na celebração de acordos de representação recíproca entre sociedades de gestão colectiva, mediante os quais é possível assegurar a utilização dos repertórios no respeito pelos direitos dos respectivos titulares. A Internet e os mercados em linha não justificam qualquer contestação deste princípio. 11 Cfr. excerto do artigo de Mihály Ficsor, acima transcrito. 12 Só no seio das sociedades de gestão colectiva os titulares de direitos podem fazer valer eficazmente as suas prerrogativas, quer no caso de uma multidão de utilizadores, quer nos casos em que os utilizadores têm um poder económico imenso, em resultado de estratégias inerentes à convergência dos média. 13 Como se viu, o conteúdo do direito é elemento determinante do tipo de gestão mais adequado ao respectivo exercício.

10 c) Com base nesta análise, a Comissão identificou quatro domínios em que a intervenção comunitária lhe parece necessária, a fim de melhorar as condições de governabilidade das sociedades de gestão colectiva: criação e estatuto das sociedades de gestão colectiva, relações destas com os utilizadores e com os titulares de direitos e controlo externo. Certo é, todavia, que os Estados membros já dispõem de legislação sobre a actividade de gestão colectiva (a qual, aliás, nunca suscitou qualquer conflito a nível comunitário), e que uma harmonização nos domínios identificados, para além de não parecer adequada a alcançar o objectivo proposto pela Comissão, contribuiria para ocultar as especificidades nacionais em razão da realidade dos mercados. Resumindo Com o objectivo de realizar eficazmente um mercado interno da gestão colectiva de direitos, a Comissão entendeu complementar as regras da concorrência com um quadro legislativo de boa governança, incidente em 4 domínios identificados. Todavia, a análise em que, para tanto, se baseou, padece de certos vícios - não atende à razão de ser das entidades de gestão colectiva; - reduz a actividade destas à percepção e repartição de direitos, em detrimento das outras missões que lhes são próprias em função da sua razão de existir; - sujeita a actividade das sociedades de gestão colectiva aos princípios do mercado interno e põe em causa o princípio da territorialidade, fundamental no sistema de protecção pela propriedade intelectual; - ignora as diferenças entre os vários domínios e formas de gestão, o que pressupõe uma visão de uniformidade desconforme à realidade; - sobrevaloriza os sistemas DRM e considera-os alternativa à gestão colectiva; - parte do pressuposto que as sociedades de gestão colectiva estão sempre em posição de força em relação aos utilizadores; que levam a concluir pela deficiência do suporte técnico da iniciativa proposta. Sendo embora importante conferir maior transparência aos procedimentos próprios das entidades de gestão colectiva, tornando a actividade destas mais compreensível para os administrados e para os usuários, não é conveniente empreender esse trabalho ao nível comunitário enquanto a harmonização não se mostrar necessária e, muito menos, no momento do alargamento a 10 Estados membros que, desse modo, ficariam impedidos de beneficiar da flexibilidade requerida para os ajustamentos à realidade do mercado.

11 Acrescem fortes dúvidas sobre se a intervenção nos domínios identificados é adequada ao fim em vista. No conjunto das matérias sobre propriedade intelectual, existem outros temas que carecem de atenção especial e neste sector têm especial impacte: são questões de direito substantivo cuja prévia resolução é determinante para o objectivo que esta harmonização deverá alcançar. III. EM CONCLUSÃO 1. A APEPI acompanha a Comissão na sua preocupação de estabelecer regras que garantam a transparência dos procedimentos e assegurem a observância dos princípios que regem a representação dos autores, a gestão do repertório e o controlo das sociedades de gestão colectiva. 2. Considera, todavia, - que os erros e omissões de que a comunicação da Comissão enferma indiciam uma deficiente compreensão do fenómeno da gestão colectiva e da dimensão da actividade das entidades que a asseguram; - que as áreas de intervenção identificadas não são adequadas a resolver os problemas de fundo com que essas entidades se defrontam. 3. Nestas circunstâncias, entende a APEPI que se deverá continuar o trabalho de reflexão até que estejam reunidas as condições para uma intervenção realista e adequada. Paço de Arcos, Junho, 2004

12

O DIREITO DE AUTOR E A DISPONIBILIZAÇÃO DE OBRAS AO PÚBLICO ATRAVÉS DAS REDES DIGITAIS. Cláudia Trabuco

O DIREITO DE AUTOR E A DISPONIBILIZAÇÃO DE OBRAS AO PÚBLICO ATRAVÉS DAS REDES DIGITAIS. Cláudia Trabuco O DIREITO DE AUTOR E A DISPONIBILIZAÇÃO DE OBRAS AO PÚBLICO ATRAVÉS DAS REDES DIGITAIS Cláudia Trabuco Centro Português de Fotografia, Porto, 30.10.2007 Plano da exposição 1. Direitos de autor e direitos

Leia mais

DIREITOS CONEXOS. António Paulo Santos Advogado especialista em propriedade intelectual Sócio da APSMAR Advogados

DIREITOS CONEXOS. António Paulo Santos Advogado especialista em propriedade intelectual Sócio da APSMAR Advogados DIREITOS CONEXOS António Paulo Santos Advogado especialista em propriedade intelectual Sócio da APSMAR Advogados DIREITOS CONEXOS Origem e fontes dos direitos conexos. Evolução tecnológica; Convenções

Leia mais

Directiva 91/250/CEE do Conselho, de 14 de Maio de 1991, relativa à protecção jurídica dos programas de computador

Directiva 91/250/CEE do Conselho, de 14 de Maio de 1991, relativa à protecção jurídica dos programas de computador Página 1 de 5 Avis juridique important 31991L0250 Directiva 91/250/CEE do Conselho, de 14 de Maio de 1991, relativa à protecção jurídica dos programas de computador Jornal Oficial nº L 122 de 17/05/1991

Leia mais

M1 DIRECTIVA DO CONSELHO de 10 de Setembro de 1984 relativa à publicidade enganosa e comparativa. (JO L 250 de 19.9.1984, p. 17)

M1 DIRECTIVA DO CONSELHO de 10 de Setembro de 1984 relativa à publicidade enganosa e comparativa. (JO L 250 de 19.9.1984, p. 17) 1984L0450 PT 12.06.2005 002.001 1 Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições B M1 DIRECTIVA DO CONSELHO de 10 de Setembro de 1984 relativa à publicidade enganosa

Leia mais

DIRECTIVAS. DIRECTIVA 2009/24/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 23 de Abril de 2009 relativa à protecção jurídica dos programas de computador

DIRECTIVAS. DIRECTIVA 2009/24/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 23 de Abril de 2009 relativa à protecção jurídica dos programas de computador L 111/16 Jornal Oficial da União Europeia 5.5.2009 DIRECTIVAS DIRECTIVA 2009/24/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 23 de Abril de 2009 relativa à protecção jurídica dos programas de computador (Versão

Leia mais

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia e, nomeadamente, o n. o 1 do seu artigo 175. o,

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia e, nomeadamente, o n. o 1 do seu artigo 175. o, 25.6.2003 L 156/17 DIRECTIVA 2003/35/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 26 de Maio de 2003 que estabelece a participação do público na elaboração de certos planos e programas relativos ao ambiente

Leia mais

O Princípio da Territorialidade, o Direito de Autor e o Ambiente Digital

O Princípio da Territorialidade, o Direito de Autor e o Ambiente Digital O Princípio da Territorialidade, o Direito de Autor e o Ambiente Digital É próprio das obras literárias e artísticas poderem ser utilizadas por públicos de qualquer nacionalidade. As barreiras linguísticas,

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 414/IX

PROJECTO DE LEI N.º 414/IX PROJECTO DE LEI N.º 414/IX PROCEDE À ADAPTAÇÃO DO CÓDIGO DOS DIREITOS DE AUTOR E DOS DIREITOS CONEXOS ÀS NOVAS REALIDADES CRIADAS PELA SOCIEDADE DE INFORMAÇÃO Exposição de motivos O presente projecto de

Leia mais

1.A Execução Pública da Música/Sociedade Moçambicana de Autores

1.A Execução Pública da Música/Sociedade Moçambicana de Autores 1.A Execução Pública da Música/Sociedade Moçambicana de Autores A Associação Moçambicana de Autores(SOMAS), tal como é frequentemente designada, é a única instituição em Moçambique que representa os autores

Leia mais

O ENVOLVIMENTO DOS TRABALHADORES NA ASSOCIAÇÃO EUROPEIA

O ENVOLVIMENTO DOS TRABALHADORES NA ASSOCIAÇÃO EUROPEIA PARECER SOBRE O ENVOLVIMENTO DOS TRABALHADORES NA ASSOCIAÇÃO EUROPEIA (Proposta de Regulamento sobre o Estatuto da AE e Proposta de Directiva que completa o estatuto da AE no que se refere ao papel dos

Leia mais

ARTIGO 29.º - Grupo de Protecção de Dados Pessoais

ARTIGO 29.º - Grupo de Protecção de Dados Pessoais ARTIGO 29.º - Grupo de Protecção de Dados Pessoais 12054/02/PT WP 69 Parecer 1/2003 sobre o armazenamento dos dados de tráfego para efeitos de facturação Adoptado em 29 de Janeiro de 2003 O Grupo de Trabalho

Leia mais

(85/577/CEE) Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia e, nomeadamente, o seu artigo 100º,

(85/577/CEE) Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia e, nomeadamente, o seu artigo 100º, DIRECTIVA DO CONSELHO de 20 de Dezembro de 1985 relativa à protecção dos consumidores no caso de contratos negociados fora dos estabelecimentos comerciais (85/577/CEE) O CONSELHO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS,

Leia mais

MARKT/2094/01 PT Orig. EN COMÉRCIO ELECTRÓNICO E SERVIÇOS FINANCEIROS

MARKT/2094/01 PT Orig. EN COMÉRCIO ELECTRÓNICO E SERVIÇOS FINANCEIROS MARKT/2094/01 PT Orig. EN COMÉRCIO ELECTRÓNICO E SERVIÇOS FINANCEIROS Objectivo do presente documento O presente documento descreve a actual situação no que se refere ao comércio electrónico e serviços

Leia mais

directamente o estabelecimento e o funcionamento do mercado interno; Considerando que é pois necessário criar um certificado complementar de

directamente o estabelecimento e o funcionamento do mercado interno; Considerando que é pois necessário criar um certificado complementar de Regulamento (CEE) nº 1768/92 do Conselho, de 18 de Junho de 1992, relativo à criação de um certificado complementar de protecção para os medicamentos Jornal Oficial nº L 182 de 02/07/1992 p. 0001-0005

Leia mais

O Direito de Autor e o Mundo das Empresas

O Direito de Autor e o Mundo das Empresas O Direito de Autor e o Mundo das Empresas 1 A propriedade intelectual está no centro da atual economia baseada no conhecimento e na inovação. No ambiente digital, um mundo progressivamente globalizado

Leia mais

PROJECTO DE RELATÓRIO

PROJECTO DE RELATÓRIO PARLAMENTO EUROPEU 2004 2009 Comissão da Cultura e da Educação 2007/2253(INI) 7.3.2008 PROJECTO DE RELATÓRIO sobre a concentração e o pluralismo dos meios de comunicação social na União Europeia (2007/2253(INI))

Leia mais

disponibiliza a LEI DO VOLUNTARIADO

disponibiliza a LEI DO VOLUNTARIADO A disponibiliza a LEI DO VOLUNTARIADO Lei n.º 71/98 de 3 de Novembro de 1998 Bases do enquadramento jurídico do voluntariado A Assembleia da República decreta, nos termos do artigo 161.º, alínea c), do

Leia mais

DECRETO-LEI Nº 122/2000, DE 4 DE JULHO

DECRETO-LEI Nº 122/2000, DE 4 DE JULHO DECRETO-LEI Nº 122/2000, DE 4 DE JULHO O presente diploma transpõe para a ordem jurídica interna a directiva do Parlamento Europeu e do Conselho nº 96/9/CE, de 11 de Março, relativa à protecção jurídica

Leia mais

Declaração de Lima sobre as linhas mestras de controlo das Finanças Públicas. Prefácio

Declaração de Lima sobre as linhas mestras de controlo das Finanças Públicas. Prefácio Declaração de Lima sobre as linhas mestras de controlo das Finanças Públicas Prefácio Quando a Declaração de Lima, das directivas sobre os princípios do controlo, foi adoptada por unanimidade pelos delegados

Leia mais

REGULAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE AZAMBUJA

REGULAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE AZAMBUJA MUNICÍPIO DE AZAMBUJA REGULAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE AZAMBUJA Aprovado por deliberação da Assembleia Municipal de 19 de Abril de 2011. Publicado pelo Edital n.º 73/2011. Em vigor desde 27

Leia mais

carácter intencional ou não intencional da sua violação.

carácter intencional ou não intencional da sua violação. NOVAS MEDIDAS, PROCEDIMENTOS E RECURSOS PARA ASSEGURAR O RESPEITO DOS DIREITOS DE PROPRIEDADE INTELECTUAL No passado dia 1 de Abril foi publicado o Decreto-Lei nº 16/2008, que transpôs para a nossa ordem

Leia mais

União Europeia Acesso a cuidados de saúde Prestação de serviços de saúde

União Europeia Acesso a cuidados de saúde Prestação de serviços de saúde União Europeia Acesso a cuidados de saúde Prestação de serviços de saúde Legislação da União Europeia Legislação nacional Jurisprudência TJUE Diretiva 2011/24 Proposta de Lei 206/XII Direitos e deveres

Leia mais

ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 1/2010

ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 1/2010 ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 1/2010 APROVADA POR DELIBERAÇÃO DA COMISSÃO DIRECTIVA DE 19-03-2010 Altera o nº 4 da Orientação de Gestão nº 7/2008 e cria o ANEXO III a preencher pelos Beneficiários para registo

Leia mais

Convenção n.º 87 CONVENÇÃO SOBRE A LIBERDADE SINDICAL E A PROTECÇÃO DO DIREITO SINDICAL

Convenção n.º 87 CONVENÇÃO SOBRE A LIBERDADE SINDICAL E A PROTECÇÃO DO DIREITO SINDICAL Convenção n.º 87 CONVENÇÃO SOBRE A LIBERDADE SINDICAL E A PROTECÇÃO DO DIREITO SINDICAL A Conferência Geral da Organização Internacional do Trabalho, convocada em S. Francisco pelo conselho de administração

Leia mais

Direito de Empréstimo Público: a Directiva Comunitária e suas Transposições Helena Simões Patrício

Direito de Empréstimo Público: a Directiva Comunitária e suas Transposições Helena Simões Patrício Direito de Empréstimo Público: a Directiva Comunitária e suas Transposições Helena Simões Patrício Lisboa, 29 de Maio de 2007 1 Sumário: 1. Direito de comodato público 2. Harmonização comunitária 3. Acções

Leia mais

ASSEMBLEIA NACIONAL. Lei n 5/02 de 16 de Abril

ASSEMBLEIA NACIONAL. Lei n 5/02 de 16 de Abril ASSEMBLEIA NACIONAL Lei n 5/02 de 16 de Abril o amplo debate político e académico desenvolvido a partir de meados da década de 80 do século XX, no âmbito da implementação do Programa de Saneamento Económico

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE

SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE Objectivos do Curso. No final deste os alunos deverão: Identificar os principais objectivos associados à implementação de Sistemas de Gestão da Qualidade (SGQ) Compreender

Leia mais

14. Convenção Relativa à Citação e à Notificação no Estrangeiro dos Actos Judiciais e Extrajudiciais em Matéria Civil e Comercial

14. Convenção Relativa à Citação e à Notificação no Estrangeiro dos Actos Judiciais e Extrajudiciais em Matéria Civil e Comercial 14. Convenção Relativa à Citação e à Notificação no Estrangeiro dos Actos Judiciais e Extrajudiciais em Matéria Civil e Comercial Os Estados signatários da presente Convenção, desejando criar os meios

Leia mais

Resolução da Assembleia da República n.º 56/94 Convenção n.º 171 da Organização Internacional do Trabalho, relativa ao trabalho nocturno

Resolução da Assembleia da República n.º 56/94 Convenção n.º 171 da Organização Internacional do Trabalho, relativa ao trabalho nocturno Resolução da Assembleia da República n.º 56/94 Convenção n.º 171 da Organização Internacional do Trabalho, relativa ao trabalho nocturno Aprova, para ratificação, a Convenção n.º 171 da Organização Internacional

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta de DIRECTIVA DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta de DIRECTIVA DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 3.8.2005 COM(2005) 361 final 2005/0147 (COD) Proposta de DIRECTIVA DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO que revoga a Directiva 90/544/CEE do Conselho relativa

Leia mais

(2006/C 297/02) considerando o seguinte: constatando que:

(2006/C 297/02) considerando o seguinte: constatando que: C 297/6 Resolução do Conselho e dos Representantes Governos dos Estados-Membros, reunidos no Conselho, relativa à realização dos objectivos comuns em matéria de participação e informação dos jovens para

Leia mais

EDITAL N.º 42/2010. ANTÓNIO LOPES BOGALHO, Presidente da Câmara Municipal de Sobral de Monte Agraço:

EDITAL N.º 42/2010. ANTÓNIO LOPES BOGALHO, Presidente da Câmara Municipal de Sobral de Monte Agraço: EDITAL N.º 42/2010 ANTÓNIO LOPES BOGALHO, Presidente da Câmara Municipal de Sobral de Monte Agraço: Faz público, nos termos da alínea v), do n.º 1, do art. 68.º da Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, com

Leia mais

Convenção nº 146. Convenção sobre Férias Anuais Pagas dos Marítimos

Convenção nº 146. Convenção sobre Férias Anuais Pagas dos Marítimos Convenção nº 146 Convenção sobre Férias Anuais Pagas dos Marítimos A Conferência Geral da Organização Internacional do Trabalho: Convocada para Genebra pelo conselho administração da Repartição Internacional

Leia mais

6644 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 278 2-12-1998

6644 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 278 2-12-1998 6644 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 278 2-12-1998 PARTE IV Disposições finais Artigo 10. o As ratificações formais da presente Convenção serão comunicadas ao director-geral da Repartição Internacional

Leia mais

Regulamento de Funcionamento do Banco Local de Voluntariado de Viana do Alentejo

Regulamento de Funcionamento do Banco Local de Voluntariado de Viana do Alentejo Regulamento de Funcionamento do Banco Local de Voluntariado de Viana do Alentejo Preâmbulo O Decreto-Lei n.º 389/99, de 30 de Setembro, no art.º 21.º, atribui ao Conselho Nacional para a Promoção do Voluntariado

Leia mais

Diretiva 1/2014. Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social

Diretiva 1/2014. Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social Diretiva 1/2014 Sobre exercício do direito a extratos informativos e a utilização de imagens sujeitas a direitos exclusivos de transmissão

Leia mais

DIRECTIVA 2009/14/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO

DIRECTIVA 2009/14/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO 13.3.2009 Jornal Oficial da União Europeia L 68/3 DIRECTIVAS DIRECTIVA 2009/14/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 11 de Março de 2009 que altera a Directiva 94/19/CE relativa aos sistemas de garantia

Leia mais

PENSAR O LIVRO 6. Legal modelos desenvolvidos na Europa para a digitalização, armazenamento, o registo e acesso a material digital em bibliotecas

PENSAR O LIVRO 6. Legal modelos desenvolvidos na Europa para a digitalização, armazenamento, o registo e acesso a material digital em bibliotecas PENSAR O LIVRO 6 Fórum Ibero-americano sobre o livro, a leitura e as bibliotecas na sociedade do conhecimento Junho 2009 Legal modelos desenvolvidos na Europa para a digitalização, armazenamento, o registo

Leia mais

Artigo 3º. Artigo 4º. Artigo 5º. Efeitos do certificado Sob reserva do artigo 4º, o certificado confere os mesmos direitos que os conferidos pela

Artigo 3º. Artigo 4º. Artigo 5º. Efeitos do certificado Sob reserva do artigo 4º, o certificado confere os mesmos direitos que os conferidos pela Regulamento (CE) nº 1610/96 do Parlamento Europeu e do Conselho de 23 de Julho de 1996 relativo à criação de um certificado complementar de protecção para os produtos fitofarmacêuticos Jornal Oficial nº

Leia mais

AUTO-REGULAÇÃO - UMA DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS COMUNS E NORMAS DE BOAS PRATICAS DE ACTUAÇÃO

AUTO-REGULAÇÃO - UMA DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS COMUNS E NORMAS DE BOAS PRATICAS DE ACTUAÇÃO AUTO-REGULAÇÃO - UMA DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS COMUNS E NORMAS DE BOAS PRATICAS DE ACTUAÇÃO 1. A auto-regulação da publicidade é a resposta da indústria publicitária ao desafio de lidar com as questões

Leia mais

entidades obrigadas as medidas de vigilância da clientela incluem "entidades obrigadas"

entidades obrigadas as medidas de vigilância da clientela incluem entidades obrigadas Parecer da OAA Parecer da Ordem dos Advogados (Proposta de Regulamento sobre prevenção de branqueamento de capitais e de financiamento do terrorismo). A prevenção da utilização do sistema financeiro para

Leia mais

C 213/20 Jornal Oficial da União Europeia 6.8.2010

C 213/20 Jornal Oficial da União Europeia 6.8.2010 C 213/20 Jornal Oficial da União Europeia 6.8.2010 COMISSÃO ADMINISTRATIVA PARA A COORDENAÇÃO DOS SISTEMAS DE SEGURANÇA SOCIAL Estatutos da Comissão Administrativa para a Coordenação dos Sistemas de Segurança

Leia mais

Normas de Funcionamento do Banco Local de Voluntariado de Sines

Normas de Funcionamento do Banco Local de Voluntariado de Sines Normas de Funcionamento do Banco Local de Voluntariado de Sines Preâmbulo O Decreto-Lei n.º 389/99, de 30 de Setembro, no art. 21º, atribui ao Conselho Nacional para a Promoção do Voluntariado (CNPV) competências

Leia mais

6º Congresso Nacional da Administração Pública

6º Congresso Nacional da Administração Pública 6º Congresso Nacional da Administração Pública João Proença 30/10/08 Desenvolvimento e Competitividade: O Papel da Administração Pública A competitividade é um factor-chave para a melhoria das condições

Leia mais

PROTECÇÃO DAS MARCAS, PARA DEFESA DAS EMPRESAS ÍNDICE. Introdução. Terminologia e informações úteis

PROTECÇÃO DAS MARCAS, PARA DEFESA DAS EMPRESAS ÍNDICE. Introdução. Terminologia e informações úteis ÍNDICE Introdução Terminologia e informações úteis Recomendações para ajudar a prevenir a prática de actos ilegais Contactos úteis Diplomas legais mais relevantes 1/7 Introdução A protecção da propriedade

Leia mais

Câmara Municipal Gondomar REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GONDOMAR

Câmara Municipal Gondomar REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GONDOMAR Câmara Municipal Gondomar REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GONDOMAR Aprovado pela Câmara em 6/02/2003, alterado em Reunião de Câmara de 18/09/2003 Aprovado pela Assembleia Municipal em

Leia mais

ACERTOS DE FACTURAÇÃO DE ENERGIA ELÉCTRICA

ACERTOS DE FACTURAÇÃO DE ENERGIA ELÉCTRICA ACERTOS DE FACTURAÇÃO DE ENERGIA ELÉCTRICA Parecer interpretativo da ERSE (ao abrigo do artigo 290.º do Regulamento de Relações Comerciais) Julho de 2005 ACERTOS DE FACTURAÇÃO DE ENERGIA ELÉCTRICA Parecer

Leia mais

Proposta de alteração do regime jurídico da promoção da segurança e saúde no trabalho Posição da CAP

Proposta de alteração do regime jurídico da promoção da segurança e saúde no trabalho Posição da CAP Proposta de alteração do regime jurídico da promoção da segurança e saúde no trabalho Posição da CAP Em Geral Na sequência da publicação do novo Código do Trabalho, aprovado pela Lei n.º 7/2009, de 12

Leia mais

SEMINÁRIO DIREITO DE AUTOR E BIBLIOTECAS

SEMINÁRIO DIREITO DE AUTOR E BIBLIOTECAS SEMINÁRIO DIREITO DE AUTOR E BIBLIOTECAS Enquadramento jus-autoral dos serviços das bibliotecas Cláudia Trabuco FDUNL, 29.05.2007 Plano da exposição 1. Direitos de autor e direitos conexos mais relevantes

Leia mais

Direito de Autor e Sociedade da Informação

Direito de Autor e Sociedade da Informação Direito de Autor e Sociedade da Informação 1. Vivemos imersos há alguns anos, e de um modo crescentemente acentuado, na assim chamada sociedade da informação. Ao certo o rótulo não tem conteúdo definido,

Leia mais

2 - Aos programas de computador que tiverem carácter criativo é atribuída protecção análoga à conferida às obras literárias.

2 - Aos programas de computador que tiverem carácter criativo é atribuída protecção análoga à conferida às obras literárias. PROTECÇÃO JURÍDICA DE PROGRAMAS DE COMPUTADOR - DL n.º 252/94, de 20 de Outubro Contém as seguintes alterações: - Rectif. n.º 2-A/95, de 31 de Janeiro - DL n.º 334/97, de 27 de Novembro O presente diploma

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS RECOMENDAÇÃO DA COMISSÃO. sobre a oferta de linhas alugadas na União Europeia

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS RECOMENDAÇÃO DA COMISSÃO. sobre a oferta de linhas alugadas na União Europeia PT PT PT COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 21.1.2005 C(2005) 103/2 RECOMENDAÇÃO DA COMISSÃO sobre a oferta de linhas alugadas na União Europeia Parte 1 Principais condições de oferta grossista

Leia mais

PREÂMBULO AS PARTES CONTRATANTES,

PREÂMBULO AS PARTES CONTRATANTES, (TRADUÇÃO) TRATADO DA OMPI SOBRE DIREITO DE AUTOR (WCT) Genebra (1996) Índice Preâmbulo 1.o Relação com a Convenção de Berna 2.o Âmbito da protecção conferida pelo direito de autor 3.o Aplicação dos artigos

Leia mais

Anexo 1. Programa Municipal de Voluntariado. Introdução

Anexo 1. Programa Municipal de Voluntariado. Introdução Anexo 1 Programa Municipal de Voluntariado Introdução 1. A proposta de desenvolvimento do Programa Municipal de Voluntariado decorre da competência da Divisão de Cidadania e Inovação Social do Departamento

Leia mais

Normas de Funcionamento do Banco Local de Voluntariado do Cadaval. Capitulo I Disposições Gerais

Normas de Funcionamento do Banco Local de Voluntariado do Cadaval. Capitulo I Disposições Gerais Normas de Funcionamento do Banco Local de Voluntariado do Cadaval Capitulo I Disposições Gerais Artigo 1º (Âmbito) 1. O Banco Local de Voluntariado do Cadaval, adiante designado por BLVC, tem como entidade

Leia mais

ACORDO SOBRE PRIVILÉGIOS E IMUNIDADES CELEBRADO ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA PORTUGUESA E A ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL PARA AS MIGRAÇÕES.

ACORDO SOBRE PRIVILÉGIOS E IMUNIDADES CELEBRADO ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA PORTUGUESA E A ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL PARA AS MIGRAÇÕES. Resolução da Assembleia da República n.º 30/98 Acordo sobre Privilégios e Imunidades Celebrado entre o Governo da República Portuguesa e a Organização Internacional para as Migrações, assinado em Lisboa

Leia mais

Responsabilidade civil extracontratual do Estado por violação do Direito da União: Enquadramento

Responsabilidade civil extracontratual do Estado por violação do Direito da União: Enquadramento Responsabilidade civil extracontratual do Estado por violação do Direito da União: Enquadramento Nuno Ruiz 1 O acórdão Francovich (1991) A eficácia do direito comunitário pressupõe que os particulares

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO RELATIVA AO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO RELATIVA AO COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 04.04.2001 COM(2001) 161 Final COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO RELATIVA AO Alargamento do acesso do consumidor aos sistemas alternativos de resolução de litígios PT

Leia mais

23. Convenção sobre o Reconhecimento e Execução de Decisões relativas a Obrigações Alimentares

23. Convenção sobre o Reconhecimento e Execução de Decisões relativas a Obrigações Alimentares 23. Convenção sobre o Reconhecimento e Execução de Decisões relativas a Obrigações Alimentares Os Estados signatários da presente Convenção, Desejando estabelecer disposições comuns para regulamentar o

Leia mais

Novo Regulamento de execução que estabelece medidas de aplicação da Directiva IVA

Novo Regulamento de execução que estabelece medidas de aplicação da Directiva IVA Novo Regulamento de execução que estabelece medidas de aplicação da Directiva IVA O Regulamento de Execução n.º 282/2011 do Conselho, de 15 de Março de 2011 ( Regulamento ), vem estabelecer medidas de

Leia mais

Jornal oficial no. L 024 de 30/01/1998 P. 0001-0008

Jornal oficial no. L 024 de 30/01/1998 P. 0001-0008 Jornal oficial no. L 024 de 30/01/1998 P. 0001-0008 DIRECTIVA 97/66/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 15 de Dezembro de 1997 relativa ao tratamento de dados pessoais e à protecção da privacidade

Leia mais

BBVA Fundos Sociedade Gestora de Fundos de Pensões, S.A.

BBVA Fundos Sociedade Gestora de Fundos de Pensões, S.A. N.º de Processo: 2/2009 Entidade Reclamada: Identificação: Futuro - Sociedade Gestora de Fundos de Pensões, S.A. Morada: Avª. General Firmino Miguel, n.º 5, 9º B, 1600-100 Lisboa Fundo de Pensões Aberto:

Leia mais

PROTOCOLO INSTITUTO DO CINEMA, AUDIOVISUAL E MULTIMÉDIA RADIOTELEVISÃO PORTUGUESA SA. Considerando que: - Em 18 de Setembro de 1996, foi celebrado

PROTOCOLO INSTITUTO DO CINEMA, AUDIOVISUAL E MULTIMÉDIA RADIOTELEVISÃO PORTUGUESA SA. Considerando que: - Em 18 de Setembro de 1996, foi celebrado PROTOCOLO INSTITUTO DO CINEMA, AUDIOVISUAL E MULTIMÉDIA RADIOTELEVISÃO PORTUGUESA SA. Considerando que: - Em 18 de Setembro de 1996, foi celebrado entre o Ministério da Cultura (MC) e a Radiotelevisão

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE MONDIM DE BASTO. Preâmbulo

REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE MONDIM DE BASTO. Preâmbulo REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE MONDIM DE BASTO Preâmbulo O Decreto-Lei nº 389/99, de 30 de Setembro, no artigo 21º, atribui ao Conselho Nacional para a Promoção

Leia mais

Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições

Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições 1997L0081 PT 25.05.1998 001.001 1 Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições BDIRECTIVA 97/81/CE DO CONSELHO de 15 de Dezembro de 1997 respeitante ao acordo-quadro

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE GUIMARÃES

REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE GUIMARÃES REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE GUIMARÃES (aprovado por deliberação de Câmara de 16 de junho de 2011 em conformidade com as orientações do Conselho Nacional para

Leia mais

NORMAS DE FUNCIONAMENTO

NORMAS DE FUNCIONAMENTO NORMAS DE FUNCIONAMENTO Preâmbulo O Voluntariado é uma actividade inerente ao exercício de cidadania que se traduz numa relação solidária para com o próximo, participando de uma forma livre, responsável

Leia mais

Síntese. Diretrizes da OCDE para a Proteção da. Privacidade e dos Fluxos Transfronteiriços de. Dados Pessoais

Síntese. Diretrizes da OCDE para a Proteção da. Privacidade e dos Fluxos Transfronteiriços de. Dados Pessoais Síntese Diretrizes da OCDE para a Proteção da Privacidade e dos Fluxos Transfronteiriços de Dados Pessoais Overview OECD Guidelines on the Protection of Privacy and Transborder Flows of Personal Data As

Leia mais

DOMíNIO PÚBLICO E DIREITOS DE PROPRIEDADE INTELECTUAL

DOMíNIO PÚBLICO E DIREITOS DE PROPRIEDADE INTELECTUAL DOMíNIO PÚBLICO E DIREITOS DE PROPRIEDADE INTELECTUAL Gilsomar Silva Barbalho Consultor Legislativo da Área II Direito Civil e Processual Civil, Direito Penal e Processual Penal, de Família, do Autor,

Leia mais

PROPRIEDADE INTELECTUAL, INDUSTRIAL E COMERCIAL

PROPRIEDADE INTELECTUAL, INDUSTRIAL E COMERCIAL PROPRIEDADE INTELECTUAL, INDUSTRIAL E COMERCIAL A propriedade intelectual designa o conjunto dos direitos exclusivos atribuídos às criações intelectuais. Divide-se em dois ramos: a propriedade intelectual,

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA DOS COLABORADORES DA FUNDAÇÃO CASA DA MÚSICA

CÓDIGO DE CONDUTA DOS COLABORADORES DA FUNDAÇÃO CASA DA MÚSICA CÓDIGO DE CONDUTA DOS COLABORADORES DA FUNDAÇÃO CASA DA MÚSICA Na defesa dos valores de integridade, da transparência, da auto-regulação e da prestação de contas, entre outros, a Fundação Casa da Música,

Leia mais

Código de conduta e de ética para o sector da segurança privada

Código de conduta e de ética para o sector da segurança privada Código de conduta e de ética para o sector da segurança privada I. Porquê um código de conduta e de ética no sector? O sector da segurança privada representa na União Europeia quase 10.000 empresas que

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL MONCHIQUE. Preâmbulo

CÂMARA MUNICIPAL MONCHIQUE. Preâmbulo CÂMARA MUNICIPAL MONCHIQUE REGULAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE MONCHIQUE Preâmbulo Considerando que a participação solidária em acções de voluntariado, definido como conjunto de acções de interesse

Leia mais

PARECER. Importa, por isso, emiti-lo. Nota prévia

PARECER. Importa, por isso, emiti-lo. Nota prévia PROPOSTA DE DECRETO LEGISLATIVO REGIONAL N.º 6/IX - ALTERAÇÃO AO REGIME DE CRIAÇÃO, AUTONOMIA E GESTÃO DAS UNIDADES ORGÂNICAS DO SISTEMA EDUCATIVO REGIONAL, APROVADO PELO DECRETO LEGISLATIVO REGIONAL N.º

Leia mais

REGULAMENTO DE PROPRIEDADE INTELECTUAL DA UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA. Preâmbulo

REGULAMENTO DE PROPRIEDADE INTELECTUAL DA UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA. Preâmbulo REGULAMENTO DE PROPRIEDADE INTELECTUAL DA UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA Preâmbulo Tendo em conta que a UFP: É titulada pela Fundação Ensino e Cultura Fernando Pessoa, sua entidade Instituidora e a quem

Leia mais

Regulamento do Conselho Municipal de Educação do Fundão. Preâmbulo

Regulamento do Conselho Municipal de Educação do Fundão. Preâmbulo REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DO FUNDÃO Publicação II SÉRIE N.º 98 20 de Maio de 2010 Regulamento do Conselho Municipal de Educação do Fundão Preâmbulo A Lei de Bases do Sistema Educativo

Leia mais

MLM Master in Law and Management

MLM Master in Law and Management MLM Master in Law and Management diploma CONJUNTO novaforum.pt MLM Master in Law and Management Os participantes que completem com aproveitamento a componente lectiva do Programa receberão um Diploma de

Leia mais

REGISTO COMERCIAL. Isabel Quinteiro. Adjunta da Conservadora na Conservatória do Registo Predial e Comercial de Montemor-o-Velho

REGISTO COMERCIAL. Isabel Quinteiro. Adjunta da Conservadora na Conservatória do Registo Predial e Comercial de Montemor-o-Velho REGISTO COMERCIAL Isabel Quinteiro Adjunta da Conservadora na Conservatória do Registo Predial e Comercial de Montemor-o-Velho Outubro de 2010 Introdução IRN, IP É um instituto público integrado na administração

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 9, nº 28. Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 9, nº 28. Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA 9, nº 28 Seguros enquadramento da actividade de call center na prestação de serviços a empresas seguradoras e correctoras de seguros - despacho do SDG dos

Leia mais

DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO. Resumo da Avaliação de Impacto. que acompanha o documento

DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO. Resumo da Avaliação de Impacto. que acompanha o documento COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 20.10.2011 SEC(2011) 1218 final DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO Resumo da Avaliação de Impacto que acompanha o documento Proposta de Regulamento do Parlamento

Leia mais

REGULAMENTO REGULAMENTO DE ARRECADAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE DIREITOS DE REPRODUÇÃO E DE DISTRIBUIÇÃO DE OBRAS MUSICAIS

REGULAMENTO REGULAMENTO DE ARRECADAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE DIREITOS DE REPRODUÇÃO E DE DISTRIBUIÇÃO DE OBRAS MUSICAIS REGULAMENTO REGULAMENTO DE ARRECADAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE DIREITOS DE REPRODUÇÃO E DE DISTRIBUIÇÃO DE OBRAS MUSICAIS Aprovado em 16 de setembro de 2015 ÍNDICE Í ndice Í. Finalidade 1 ÍÍ. Definiçõ es 2 ÍÍÍ.

Leia mais

L 343/10 Jornal Oficial da União Europeia 29.12.2010

L 343/10 Jornal Oficial da União Europeia 29.12.2010 L 343/10 Jornal Oficial da União Europeia 29.12.2010 REGULAMENTO (UE) N. o 1259/2010 DO CONSELHO de 20 de Dezembro de 2010 que cria uma cooperação reforçada no domínio da lei aplicável em matéria de divórcio

Leia mais

ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 05.REV1/POFC/2009

ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 05.REV1/POFC/2009 ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 05.REV1/POFC/2009 PROCEDIMENTOS DE ENCERRAMENTO DE PROJECTOS 1. ENQUADRAMENTO No âmbito do acompanhamento dos projectos apoiados pelo POFC, importa estabelecer o conjunto de procedimentos

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: al.g) do n.º 27.º do art. 9.º. Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: al.g) do n.º 27.º do art. 9.º. Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA al.g) do n.º 27.º do art. 9.º. Enquadramento - Prestação de serviços de gestão administrativa e actuariais, realizadas a Sociedades Gestoras de Fundos de

Leia mais

ACORDO ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA PORTUGUESA E O GOVERNO DA ROMÉNIA SOBRE PROMOÇÃO E PROTECÇÃO RECÍPROCA DE INVESTIMENTOS

ACORDO ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA PORTUGUESA E O GOVERNO DA ROMÉNIA SOBRE PROMOÇÃO E PROTECÇÃO RECÍPROCA DE INVESTIMENTOS Decreto n.º 23/94 de 26 de Julho Aprova o Acordo entre o Governo da República Portuguesa e o Governo da Roménia sobre Promoção e Protecção Recíproca de Investimentos Nos termos da alínea c) do n.º 1 do

Leia mais

circular ifdr Noção de Organismo de Direito Público para efeitos do cálculo de despesa pública SÍNTESE: ÍNDICE

circular ifdr Noção de Organismo de Direito Público para efeitos do cálculo de despesa pública SÍNTESE: ÍNDICE N.º 01/2008 Data: 2008/07/16 Noção de Organismo de Direito Público para efeitos do cálculo de despesa pública Elaborada por: Núcleo de Apoio Jurídico e Contencioso e Unidade de Certificação SÍNTESE: A

Leia mais

Capítulo I Denominação, sede e objecto. Artigo 1º. (Firma e sede) Artigo 2º. (Agências, filiais, delegações e outras formas de representação)

Capítulo I Denominação, sede e objecto. Artigo 1º. (Firma e sede) Artigo 2º. (Agências, filiais, delegações e outras formas de representação) Capítulo I Denominação, sede e objecto Artigo 1º (Firma e sede) 1 - A sociedade adopta a firma de APOR - Agência para a Modernização do Porto, S.A. e tem a sua sede na Rua Justino Teixeira, nº 861, 4300-281

Leia mais

Aplicação do Regulamento «Reconhecimento Mútuo» a suplementos alimentares

Aplicação do Regulamento «Reconhecimento Mútuo» a suplementos alimentares COMISSÃO EUROPEIA DIRECÇÃO-GERAL DAS EMPRESAS E DA INDÚSTRIA Bruxelas, 1.2.2010 - Documento de orientação 1 Aplicação do Regulamento «Reconhecimento Mútuo» a suplementos alimentares 1. INTRODUÇÃO O presente

Leia mais

18. Convenção sobre o Reconhecimento dos Divórcios e das Separações de Pessoas

18. Convenção sobre o Reconhecimento dos Divórcios e das Separações de Pessoas 18. Convenção sobre o Reconhecimento dos Divórcios e das Separações de Pessoas Os Estados signatários da presente Convenção, Desejando facilitar o reconhecimento de divórcios e separações de pessoas obtidos

Leia mais

Ajuste Directo. (alínea a) do n.º 1 do artigo 20º do CCP) Procedimento 02/2015

Ajuste Directo. (alínea a) do n.º 1 do artigo 20º do CCP) Procedimento 02/2015 Ajuste Directo (alínea a) do n.º 1 do artigo 20º do CCP) Procedimento 02/2015 Aquisição de Serviços de Social Media Marketing e de Criação de espaços virtuais de divulgação CADERNO DE ENCARGOS INDICE CADERNO

Leia mais

PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE PROJECTO DE PROGRAMA DE TRABALHO 1998-1999 (Art. 5.2.b da Decisão Nº 1400/97/CE)

PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE PROJECTO DE PROGRAMA DE TRABALHO 1998-1999 (Art. 5.2.b da Decisão Nº 1400/97/CE) PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE PROJECTO DE PROGRAMA DE TRABALHO 1998-1999 (Art. 5.2.b da Decisão Nº 1400/97/CE) 1. INTRODUÇÃO As actividades da União Europeia no domínio da

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE CAMINHA

REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE CAMINHA REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE CAMINHA PREÂMBULO O Decreto-Lei n.º 389/99, de 30 de Setembro, no art. 21, atribui ao Conselho Nacional para a Promoção do Voluntariado

Leia mais

CO-FINANCIADAS PELOS FUNDOS ESTRUTURAIS E PELO FUNDO DE COESÃO EM CASO DE INCUMPRIMENTO DAS REGRAS EM MATÉRIA DE CONTRATOS PÚBLICOS

CO-FINANCIADAS PELOS FUNDOS ESTRUTURAIS E PELO FUNDO DE COESÃO EM CASO DE INCUMPRIMENTO DAS REGRAS EM MATÉRIA DE CONTRATOS PÚBLICOS Versão final de 29/11/2007 COCOF 07/0037/03-PT COMISSÃO EUROPEIA ORIENTAÇÕES PARA A DETERMINAÇÃO DAS CORRECÇÕES FINANCEIRAS A APLICAR ÀS DESPESAS CO-FINANCIADAS PELOS FUNDOS ESTRUTURAIS E PELO FUNDO DE

Leia mais

Reapreciação da Comunicação relativa ao seguro de crédito à exportação em operações garantidas a curto prazo. Documento de consulta

Reapreciação da Comunicação relativa ao seguro de crédito à exportação em operações garantidas a curto prazo. Documento de consulta Reapreciação da Comunicação relativa ao seguro de crédito à exportação em operações garantidas a curto prazo 1. Introdução Documento de consulta Em alguns Estados-Membros, as agências oficiais de crédito

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 03.01.2008 COM(2007) 836 final COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU, AO CONSELHO, AO COMITÉ ECONÓMICO E SOCIAL EUROPEU E AO COMITÉ DAS REGIÕES Conteúdos

Leia mais

BANCO CENTRAL EUROPEU

BANCO CENTRAL EUROPEU 9.7.2003 Jornal Oficial da União Europeia C 160/7 BANCO CENTRAL EUROPEU MODELO DE ACORDO ENTRE O BANCO CENTRAL EUROPEU E O [banco central nacional do país aderente] ( 1 ) O PRESENTE ACORDO é celebrado

Leia mais

Ética A GUARDIAN disponibiliza o presente Código de Conduta a todos os colaboradores, Clientes, Fornecedores e Parceiros.

Ética A GUARDIAN disponibiliza o presente Código de Conduta a todos os colaboradores, Clientes, Fornecedores e Parceiros. Âmbito de aplicação O presente Código de Conduta aplica-se a toda a estrutura GUARDIAN Sociedade de Mediação de Seguros, Lda., seguidamente designada por GUARDIAN, sem prejuízo das disposições legais ou

Leia mais

sectores industriais e culturais. Este aspecto permitirá salvaguardar o emprego e fomentará a criação de novos postos de trabalho.

sectores industriais e culturais. Este aspecto permitirá salvaguardar o emprego e fomentará a criação de novos postos de trabalho. L 167/10 PT Jornal Oficial das Comunidades Europeias 22.6.2001 DIRECTIVA 2001/29/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 22 de Maio de 2001 relativa à harmonização de certos aspectos do direito de autor

Leia mais

Município de Arganil Câmara Municipal. Regulamento do Banco de Voluntariado de Arganil. Preâmbulo

Município de Arganil Câmara Municipal. Regulamento do Banco de Voluntariado de Arganil. Preâmbulo Município de Arganil Câmara Municipal Regulamento do Banco de Voluntariado de Arganil Preâmbulo A Lei nº 71/98, de 3 de Novembro, estabelece as bases do enquadramento jurídico do voluntariado, definindo-o

Leia mais

REGIME JURÍDICO APLICÁVEL AOS CALL CENTERS

REGIME JURÍDICO APLICÁVEL AOS CALL CENTERS TMT N.º 2 /2009 MAIO/JUNHO 2009 REGIME JURÍDICO APLICÁVEL AOS CALL CENTERS Foi publicado no passado dia 2 de Junho o Decreto-Lei nº 134/2009 que veio estabelecer o regime jurídico aplicável à prestação

Leia mais