Humberto Bia Lima Forte

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1 Humberto Bia Lima Forte

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3 Observando-se a maneira como o paciente se move, é possível, em algumas infecções neurológicas, suspeitar-se ou dar-se o diagnóstico sindrômico

4 Marcha helicópode, ceifante ou hemiplégica Causa mais comum : AVC - Paciente mantém o membro superior fletido em 90º no cotovelo e em adução, com a mão fechada em leve pronação. O membro inferior do mesmo lado é espástico e o joelho não flexiona.

5 Marcha Anserina ou do Pato Principais causas: Doenças musculares e gravidez - Paciente acentua a lordose lombar, inclinando o corpo alternadamente para a direita e para a esquerda

6 Marcha Parkinsoniana Principal causa: Doença de Parkinson - O caminhar do doente é como um bloco, enrijecido, sem o movimento natural dos braços. Os passos são pequenos e rápidos, a cabeça permanece inclinada para a frente, dando a impressão de que o eixo de gravidade do doente foi deslocado.

7 Marcha Cerebelar ou Marcha do Ébrio Principal causa: Embriaguez e lesão cerebelar - Caminhar ziguezagueado. Traduz incoordenação de movimentos devido a lesões cerebelares

8 Principal causa: Neurolues - Ao andar, o paciente mantém o olhar fixo no chão; os membros inferiores são levantados abrupta e explosivamente e, quando recolocados no solo, os calcanhares caem pesadamente. Com os olhos fechados, a marcha piora acentuadamente ou se impossibilita. Indica perda da sensibilidade proprioceptiva por lesão do cordão posterior da medula. Marcha Tabética

9 Marcha Vestibular Principal causa: Lesão Vestibular - O paciente apresenta lateropulsão quando anda. Quando tenta se manter andando em linha reta, é como se fosse empurrado para o lado. Se o paciente for colocado num espaço amplo e mandado andar de olhos fechados para frente e depois para trás, ele descreverá a forma de uma estrela.

10 Marcha Escarvante Quando o doente tem paralisia do movimento de flexão dorsal do pé, a ponta do pé toca o solo ao caminhar e tropeça. Para evitar isso, levanta acentuadamente o membro inferior.

11 Marcha Claudicante Principal causa: Insuficiência arterial periférica e em lesões do aparelho locomotor - Ao caminhar, o paciente manca para um dos lados

12 Marcha em Tesoura ou Espástica Os dois membros inferiores estão enrijecidos e espásticos, permanecendo semifletidos. Os pés se arrastam, com as pernas se cruzando na frente durante a marcha, lembrando uma tesoura. É freqüente nas formas espásticas da paralisia cerebral.

13 Marcha de Pequenos Passos O paciente anda dando passos muito curtos e arrasta os pés ao caminhar, como se estivesse dançando marchinha. Aparece na paralisia pseudobulbar e pode ocorrer normalmente em idosos.

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15 Prova de Romberg O médico orienta o paciente para que permaneça, por alguns segundos, em posição vertical, com os pés juntos, inicialmente olhando para a frente. Em seguida, pede para que ele feche os olhos. A prova de Romberg é positiva quando o paciente apresenta, então, oscilações do corpo, com desequilíbrio e forte tendência à queda, que pode ser: - para qualquer lado e imediatamente após interromper a visão, indicando lesão das vias de sensibilidade proprioceptiva consciente. - sempre para o mesmo lado após pequeno período de latência, o que indica lesão do aparelho vestibular. No indivíduo normal, nada é observado, mas em caso de labirintopatias, tabes dorsalis, degeneração combinada subaguda e polineuropatia periférica, a prova de Romberg é positiva.

16 A função de coordenação da motricidade harmoniza a atividade dos diferentes neurônios motores, assegurando a correta realização dos movimentos no tempo e no espaço

17 Ataxia A perda da coordenação é denominada de ataxia. Ela pode ser de três tipo: cerebelar, sensitiva e mista. Nas lesões da sensibildade proprioceptiva o paciente utiliza a visão para fiscalizar os movimentos incoordenados, fato que não ocorre nas lesões cerebelares.

18 A coordenação é testada por inúmeros testes, porém os seguintes são o bastante para sua avaliação

19 Prova Index-Nariz Com o membro superior estendido lateralmente, o paciente é solicitado a tocar a ponta do nariz com o indicador. Repete-se a prova algumas vezes, primeiramente com os olhos abertos, depois, fechados. O paciente deve estar preferentemente de pé ou sentado

20 Prova Calcanhar-Joelho O paciente em decúbito dorsal é solicitado a tocar o joelho com o calcanhar do membro a ser examinado. A prova deve ser realizada várias vezes, de início com os olhos abertos, depois fechados.

21 Prova dos Movimentos Alternados (Diadococinesia) Determina-se ao paciente realizar movimentos rápidos e alternados, tais como abrir e fechar a mão, movimentos de supinação e pronação, extensão e flexão dos pés.

22 Obrigado

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