Plataforma Pan-Africana para os Países Comerciantes de Pecuária PAFLEC

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Plataforma Pan-Africana para os Países Comerciantes de Pecuária PAFLEC"

Transcrição

1 Plataforma Pan-Africana para os Países Comerciantes de Pecuária PAFLEC Relatório de actividade Janeiro de 2013

2 I. Histórico e justificação para a criação de uma Plataforma Pan-Africana para os países Comerciantes de pecuária (PAFLEC) A situação do comércio em mercadorias animais em África é caracterizada por um enorme défice ao nível continental, custando ao continente cerca de 2 mil milhões de Dólares Americanos por ano. Ironicamente, algumas regiões de África têm um excedente de produtos animais enquanto outras regiões sofrem de défices que compensam com importações. Apesar dos excedentes em algumas regiões de África, a maioria destas importações não têm origem em África mas sim fora do continente. Ocomércio inter-regional em África está ainda num estado embrionário e o comércio intra-regional está muito sub-desenvolvido. Há no entanto, uma forte vontade política dos Estados Membro (MS) da União Africana (UA), da Comissão da União Africana (AUC) e das Comunidades Económicas Regionais (REC) para reforçar o comércio intra-africano e especialmente o comércio pecuário e de produtos pecuários. Esta vontade política foi reiterada durante a conferência bi-anual de Ministros responsáveis pelos recursos animais em África de Maio de 2010 realizada em Entebbe, Uganda, onde foram efectuadas recomendações claras ao AU-IBAR e às REC, para um maior apoio ao comércio regional de produtos animais. A criação da PAFLEC foi uma resposta concreta a estas recomendações ministeriais, e foi guiada em particular pelos seguintes desafios que foram identificados como prioridades a serem resolvidas para melhorar significativamente o comércio regional de mercadorias animais: O desafio enfrentado pelos agentes da cadeia de valor da pecuária para obterem informações sobre os mercados, estado de saúde, natureza da procura, e potenciais parceiros de negócio noutros países/regiões, assim como os regimes regulamentares, legais e fiscais nos mercados potenciais; A inadequada organização e falta de contactos entre os agentes da cadeia de valor da pecuária ao nível regional e continental; A inadequação das instalações de infraestruturas de transporte, armazenamento e comercialização para apoiar o comércio pecuário e de produtos pecuários no continente; A persistência de barreiras tarifárias e não-tarifárias ao nível regional e continental; A lacuna entre o estado da saúde animal dos países Africanos e países importadores e as normas de saúde animal em vigor, as quais são uma grande limitação para o comércio em mercadorias animais; A falta de harmonização dos regulamentos de saúde animal e alfandegários ao nível regional, e a falta de acordos de comércio bi- e multilaterais entre estados Africanos para facilitar o comércio pecuário e de produtos pecuários; A necessidade de encorajar o comércio pecuário e de produtos pecuários na região como uma prioridade, e com as regiões vizinhas para estimular o crescimento económico, a luta contra a pobreza e para assegurar uma disponibilidade constante de recursos pecuários baseados em África ao longo da cadeia de valor. Página 2 de 8

3 II. Configuração institucional e governação da plataforma a. Processo de configuração O estabelecimento da plataforma demorou um total de dois anos, e o processo teve início em Novembro de 2010 culminando no lançamento oficial da PAFLEC em Addis Ababa, Etiópia em Setembro de O processo teve início com estudos regionais sobre as vias de comércio intra-regionais efectuados em 2010 e Foi então seguido por workshops regionais organizados nas 5 regiões (África Ocidental, Central, Setentrional, Oriental e Austral) em 2011 e Estes workshops regionais foram uma oportunidade para consultar as partes interessadas sobre as suas expectativas relacionadas com a PAFLEC, e para afinar a estratégia da plataforma. Em algumas regiões (Setentrional e Oriental), as partes interessadas criaram plataformas sub-regionais. b. Membros A PAFLEC é uma plataforma pan-africana que está a aberta a todos os agentes do sector público e privado envolvidos no comércio de bens pecuários. Todos os Estados-Membro Africanos e todas as Comunidades Económicas Regionais (REC) Africanas são membros da plataforma. Os membros do sector privado podem ser organizações de partes interessadas ou até mesmo empresas privadas. Os órgãos finais de governação da PAFLEC não foram definidos visto que o lançamento da PAFLEC ainda depende da aprovação oficial da próxima conferência de Ministros responsáveis pela Pecuária a realizar em Abril de No entanto, um grupo de acção interino foi criado e é composto pelas seguintes partes: Um representante do Governo do Sudão do Sul; Um representante do Governo do Chade; Um representante do Governo Federal da Somália; Um representante do Governo da Líbia; Um representante do Governo da Suazilândia Um representante da Comunidade Económica dos Estados do Oeste Africano (ECOWAS); Um representante da Comunidade Económica de Alimentos para Animais, da Carne e dos Recursos Haliêuticos (CEBEVIRHA)/Comunidade Económica dos Estados Centro-Africanos (ECCAS); Um representante do Mercado Comum para a África Oriental e Austral (COMESA); Um representante da Autoridade Intergovernamental para o Desenvolvimento (IGAD); Um representante da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC); Um representante do sector privado da Argélia (Abed Abdellah); Página 3 de 8

4 Um representante do sector privado do Sudão (Khalid Magboul); Um representante do sector privado do Uganda (David Mutebi); Um representante do sector privado da Etiópia (Tamrat Ejigu); Um representante do sector privado do Mali (René Alphonse Barbier); Um representante do sector privado da República Centro-Africana (Ousmane Shehou). Um representante do sector privado da África Austral: SACAU III. Estratégia e actividades da PAFLEC a. Análise das vias e estudos de viabilidade A primeira actividade implementada pela PAFLEC em 2010 foi a análise das vias de comércio em África e um estudo de viabilidade para o estabelecimento da PAFLEC e a implementação das actividades da PAFLEC incluindo a componente de informação de mercado. A análise das vias de comércio foi conduzida para 7 vias seleccionadas (existentes ou emergentes) que foram consideradas como prioridade. Estas vias são as seguintes: Animais vivos do Sahel Ocidental para os países do Golfo da Guiné Animais vivos do Sahel Central para a África Central Animais vivos do Sahel para o Magrebe (emergente) Animais de capoeira vivos do Burkina Faso e Sul do Mali para os países do Golfo da Guiné Carne bovina desossada da África Austral e UE e Oceano Índico (existente) com o potencial de ser alargada para outros países da COMESA Lacticínios do Quénia e Uganda para outros países da EAC, República Democrática do Congo e Oceano Índico (emergente) Animais vivos e carne do Grande Corno de África para o Egipto e Líbia Para cada uma destas vias, a análise foi conduzida no campo de forma participativa com uma consulta extensiva das partes interessadas por 3 consultores. Os relatórios da análise das vias estão disponíveis e descrevem em particular: as mercadorias (quantidades, características) as partes interessadas envolvidas e suas organizações o ambiente institucional (política, regulamentos, instituições) uma análise das forças e fraquezas das vias, assim como oportunidades e ameaças que enfrentam a identificação das necessidades das partes interessadas a estratégia proposta para reforçar a via de comércio Durante o mesmo exercício, os consultores também consultaram as partes interessadas sobre as actividades e funções previstas para a PAFLEC. Este exercício permitiu ao AU-IBAR propor modalidades operacionais para as operações da PAFLEC que foram então validadas durante os workshops regionais e continentais de partes interessadas organizados em Página 4 de 8

5 b. Modalidades operacionais da PAFLEC e extensão das actividades Durante o processo de consulta às partes interessadas, foram acordadas as seguintes modalidades operacionais e princípios orientadores: As mercadorias cobertas pela PAFLEC serão a pecuária (incluindo gado de pequeno porte e aves de capoeira) e todos os produtos pecuários (carne, lacticínios, ovos, peles, etc...); Vias de comércio para as quais será fornecido apoio pela plataforma serão as vias de comércio intra e inter-regionais dentro de África, assim como as vias de comércio externas de África para o resto do mundo; Em algumas regiões, serão estabelecidas plataformas sub-regionais. Elas serão apoiadas pelas suas respectivas REC; Todos os países Africanos serão representados na PAFLEC; Os representantes do sector privado serão organizações de partes interessadas nacionais e regionais, assim como empresas privadas em caso de ausência de associações relevantes; Todas as REC reconhecidas pela União Africana e Governos dos Estados-Membro da UA também estarão representadas na PAFLEC. Foi também acordada que a gama de actividades cobertas pela PAFLEC seriam: Consultas continentais e troca entre organizações; Consultas regionais; Sistema de Informação de Mercado (MIS); Defesa e promoção de políticas; Formação e capacitação; Análise de política; Comunicação. c. Partilha de informação i. Sistema de Informação de Mercado Uma das funcionalidades chave da plataforma PAFLEC será o estabelecimento de um Sistema de Informação de Mercado (MIS) Pecuário. Os estudos de viabilidade preliminares para o estabelecimento deste MIS foram efectuados em A concepção final do sistema deverá estar terminada até Maio de 2013 e o MIS deverá estar pronto para lançamento em meados de Os objectivos do estabelecimento de tal mecanismo são permitir que os operadores comerciais de pecuária no continente estejam cientes das oportunidades de negócio (oferta ou procura de mercadorias pecuárias) no continente, dentro da sua região ou noutras regiões, assim como fornecer informação sobre os requisitos (regulamentos, normas, qualidade necessária, etc...) dos mercados a que pretendem aceder, com o objectivo de facilitar o comércio regional. Após consultas extensivas e avaliações de necessidades efectuadas junto das partes interessadas ao nível regional e continental entre 2010 e 2012, foram previstas as seguintes modalidades operacionais: Página 5 de 8

6 O Sistema de Informação de Mercado será estabelecido no AU-IBAR e será embutido no sistema de informação continental do AU-IBAR chamado ARIS (Sistema de Informação de Recursos Animais). O sistema irá focar-se nos dados prioritários relevantes para a promoção do comércio intra e interregional. A recolha de dados será feita a partir do terreno quando necessário, mas preferencialmente através da consolidação de dados disponíveis a nível nacional e regional a partir dos MIS existentes. Serão atribuídos pontos focais nacionais/regionais e estarão encarregues de canalizar os dados dos níveis nacionais e regionais para o AU-IBAR. A informação de mercado que será recolhida e aproveitada através deste sistema irá incluir: Preço das mercadorias com potencial para comércio regional; Quantidades transaccionadas; Qualidade do produto e requisitos sanitários e fitossanitários (SPS); Instalações de infraestruturas e exportação/importação; Outros requisitos legais (incluindo impostos e tarifas); ii. Funcionalidade de troca de bens transaccionáveis Outra grande limitação para o comércio regional identificada durante o processo preliminar de consulta às partes interessadas foi a dificuldade dos operadores comerciais no continente estarem cientes das oportunidades de negócio dentro e fora da região. Esta capacidade de troca de bens transaccionáveis irá permitir aos comerciantes colocarem as suas necessidades ou ofertas online, e então o vendedor e comprador entrarem em negociações directas. Este tipo de serviço já existe para bens transaccionáveis pecuários, mesmo que apenas a nível global. Nesta plataforma, a colocação de pedidos de bens transaccionáveis será permitida tanto de dentro como de fora de África, mas as ofertas de bens transaccionáveis apenas serão permitidas com origem no continente. d. Facilitação de negócios e networking Foi também acordado durante o processo de consulta às partes interessadas que, adicionalmente às funcionalidades online com objectivo de facilitar o acesso à informação de mercado (MIS e a funcionalidade de troca de bens transaccionáveis), deverá ser confiada ao Secretariado da PAFLEC uma função de orientação da facilitação de negócios. Assim que o problema de falta de pessoal para o Secretariado estiver resolvido, os Membros da PAFLEC terão a oportunidade de enviar pedidos especiais ao Secretariado, seja para obterem informação especial que não podem obter a partir do MIS, ou para identificar e conectarem-se a potenciais parceiros de negócio. e. Promoção e defesa de direitos É claro que algumas das principais limitações ao desenvolvimento do comércio regional não podem ser directamente abordadas e resolvidas pela PAFLEC. Este é o caso, particularmente, dos problemas relacionados com infraestruturas e ambientes institucionais e regulamentares, os quais são principalmente responsabilidade dos Governos e das REC. Página 6 de 8

7 A PAFLEC é até agora a única organização continental de partes interessadas que representa o sector do comércio pecuário em África, com uma representação equilibrada de todas as categorias de partes interessadas dos sectores privados e públicos (comerciantes, produtores, processadores). A PAFLEC está por isso muito bem posicionada e tem a legitimidade necessária para defender e promover os direitos junto das autoridades públicas para um ambiente empresarial mais conducente, e para um investimento melhorada a favor do comércio intra e inter-regional de mercadorias pecuárias. IV. Complementariedades e sinergias com outras iniciativas A iniciativa PAFLEC é única no continente e por isso não se sobrepõe a qualquer outra iniciativa regional ou continental. Está totalmente alinhada com todas as actividades implementadas pelo AU- IBAR ao nível continental e regional na área do comércio e marketing e também nos assuntos políticos (em particular o Projecto VET-GOV), visto que a PANFLEC desempenha um papel crítico em termos de defesa da mudança política. Está também totalmente alinhada com as actividades implementadas pelas REC ao nível regional e pelos Estados-Membro ao nível nacional. O MIS continental, por exemplo, irá aproveitar o que as REC e os Estados-Membro já estabeleceram e irá reforçar o seu impacto alargando o público ao qual a informação é distribuída. V. Perspectivas e caminho a seguir A rede PAFLEC propriamente dita foi estabelecida e lançada mas as principais funcionalidades ainda estão por criar deverá ser o ano em que a PAFLEC ser irá tornar totalmente operacional, com o estabelecimento do MIS e a configuração de um Secretariado totalmente equipado que irá permitir à PAFLEC prestar os muito necessários serviços aos seus membros. VI. Desafios e oportunidades a. Recursos humanos A operacionalização do Secretariado e em particular do MIS e do gabinete de facilitação do comércio irão necessitar a criação de uma posição a tempo inteiro. O lançamento destas duas ferramentas irá requerer um funcionário a tempo inteiro encarregado da gestão da informação e da plataforma. b. Recursos financeiros Página 7 de 8

8 Desde 2010, as actividades da PAFLEC foram financiadas ao abrigo do orçamento do programa da AUC usando várias linhas orçamentais. Estes recursos permitiram ao AU-IBAR estabelecer a plataforma e também acordar com os membros da plataforma sobre o design da plataforma e a natureza das suas actividades. No entanto, o estabelecimento do Secretariado da plataforma e suas funcionalidades irão agora necessitar de recursos financeiros substanciais a longo prazo. Sem isto, será muito difícil ao AU-IBAR garantir a total funcionalidade da plataforma. Página 8 de 8

Declaração de Sharm El Sheikh de Lançamento da Zona de Comércio Livre Tripartida da COMESA-EAC-SADC

Declaração de Sharm El Sheikh de Lançamento da Zona de Comércio Livre Tripartida da COMESA-EAC-SADC Declaração de Sharm El Sheikh de Lançamento da Zona de Comércio Livre Tripartida da COMESA-EAC-SADC 1 DECLARAÇÃO PREÂMBULO NÓS, os Chefes de Estado e de Governo ou os Representantes devidamente Autorizados

Leia mais

RELATÓRIO SOBRE A ELEIÇÃO DOS DEZ (10) MEMBROS DO CONSELHO DE PAZ E SEGURANÇA DA UNIÃO AFRICANA

RELATÓRIO SOBRE A ELEIÇÃO DOS DEZ (10) MEMBROS DO CONSELHO DE PAZ E SEGURANÇA DA UNIÃO AFRICANA AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA Addis-Abeba (ETHIOPIE) P. O. Box 3243 Téléphone (251-11) 5517 700 Fax : 551 78 44 Website : www.africa-union.org CONSELHO EXECUTIVO Décima Segunda Sessão Ordinária

Leia mais

Relatório de Progresso sobre a Recomendação da 8ª Conferência de Ministros Responsáveis pelos Recursos Animais em África. 1. Histórico. 2.

Relatório de Progresso sobre a Recomendação da 8ª Conferência de Ministros Responsáveis pelos Recursos Animais em África. 1. Histórico. 2. Estabelecimento de um Mecanismo Integrado de Regional para a Prevenção e Controlo de Doenças Animais Transfronteiriças e Zoonoses em África (IRCM) Relatório de Progresso sobre a Recomendação da 8ª Conferência

Leia mais

DIALOGO AFRICANO SOBRE TRIBUTAÇÃO

DIALOGO AFRICANO SOBRE TRIBUTAÇÃO DIALOGO AFRICANO SOBRE TRIBUTAÇÃO Workshop: A eliminação das tarifas aduaneiras na SADC e EAC: Será que as barreiras não tarifárias seguirão o mesmo caminho? Por: Guilherme Mambo, Autoridade Tributaria

Leia mais

The Southern Africa Network for Biosciences (SANBio)

The Southern Africa Network for Biosciences (SANBio) The Southern Africa Network for Biosciences (SANBio) VISÃO GERAL A Rede da África Austral para Biociências (SANBio) é uma plataforma de partilha de pesquisa, desenvolvimento e inovação para colaboração

Leia mais

Nove áreas temáticas do programa

Nove áreas temáticas do programa Nove áreas temáticas do programa Com base no Plano de Ação FLEGT da União Europeia, a gerência do programa estabeleceu nove áreas temáticas apoiadas pelo programa. Sob cada tema, há uma lista indicativa

Leia mais

DECLARAÇÃO FINAL DA II REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DOS MINISTROS DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA

DECLARAÇÃO FINAL DA II REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DOS MINISTROS DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA DECLARAÇÃO FINAL DA II REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DOS MINISTROS DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA Os Ministros responsáveis pela Ciência e Tecnologia da República de Angola,

Leia mais

PROJECTO DE NOTA DE CONCEITO

PROJECTO DE NOTA DE CONCEITO AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Tel: +251 11-551 7700 Fax: +251 11-551 7844 website: www. au.int 4 a SESSÃO DA CONFERÊNCIA DA UNIÃO AFRICANA DOS MINISTROS

Leia mais

Seguimento da última Conferência dos Ministros Africanos de Economia e Finanças (CAMEF II)

Seguimento da última Conferência dos Ministros Africanos de Economia e Finanças (CAMEF II) Distr.: Geral Data: 10 de Março 2008 COMISSÃO DA UNIÃO AFRICANA Terceira Sessão de CAMEF Primeira Reunião Conjunta Anual da Conferência da UA de Ministros de Economia e Finanças e Conferência da CEA de

Leia mais

10 e 11 de Março de 2011. Nairobi, Quénia

10 e 11 de Março de 2011. Nairobi, Quénia Ver. de Março de 2011 RELATÓRIO DA SESSÃO DE FORMAÇÃO E ORIENTAÇÃO SOBRE O SISTEMA EM LINHA PARA OS PONTOS FOCAIS PARA AS BARREIRAS NÃO TARIFÁRIAS (NTB S) DO PROCESSO TRIPARTIDO DA COMESA, EAC E SADC 10

Leia mais

Medida de apoio à inovação

Medida de apoio à inovação Medida de apoio à inovação Programa de Desenvolvimento Rural 2014-2020 Maria Pedro Silva Organização: Apoio Institucional: Grupos Crescimento Valor Acrescentado Rentabilidade Económica Inovação Capacitação

Leia mais

TERMOS DE REFERÊNCIA POLÍTICA E ESTRATÉGIAS REGIONAL DA INFORMAÇÃO SANITÁRIA NO ESPAÇO DA CEDEAO PARA O CONSULTOR PRINCIPAL

TERMOS DE REFERÊNCIA POLÍTICA E ESTRATÉGIAS REGIONAL DA INFORMAÇÃO SANITÁRIA NO ESPAÇO DA CEDEAO PARA O CONSULTOR PRINCIPAL TERMOS DE REFERÊNCIA POLÍTICA E ESTRATÉGIAS REGIONAL DA INFORMAÇÃO SANITÁRIA NO ESPAÇO DA CEDEAO PARA O CONSULTOR PRINCIPAL 1. CONTEXTO E JUSTIFICAÇÃO A informação sanitária tem uma importância crucial

Leia mais

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA, ENSINO SUPERIOR E TÉCNICO PROFISSIONAL

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA, ENSINO SUPERIOR E TÉCNICO PROFISSIONAL REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA, ENSINO SUPERIOR E TÉCNICO PROFISSIONAL Síntese do Workshop Nacional sobre o Projecto de Centros de Excelência do Ensino Superior para África

Leia mais

Política Empresarial e Direitos Humanos. 1 Introdução 2 Compromisso 3 Aplicação 4 Governação

Política Empresarial e Direitos Humanos. 1 Introdução 2 Compromisso 3 Aplicação 4 Governação Política Empresarial e Direitos Humanos 1 Introdução 2 Compromisso 3 Aplicação 4 Governação BP 2013 Política Empresarial e Direitos Humanos 1. Introdução Distribuímos energia por todo o mundo. Localizamos,

Leia mais

Desenvolvimento Industrial em. Moçambique. African Iron&Steel Conference, de 23 de Juhno de 2015, Hotel Avenida, Maputo, Moçambique

Desenvolvimento Industrial em. Moçambique. African Iron&Steel Conference, de 23 de Juhno de 2015, Hotel Avenida, Maputo, Moçambique República de Moçambique African Iron&Steel Conference, de 23 de Juhno de 2015, Hotel Avenida, Maputo, Moçambique Direcção Nacional da Industria Desenvolvimento Industrial em Moçambique Eng. Mateus Matusse

Leia mais

Alfândegas. O termo Alfândega designa um departamento público, geralmente. localizado junto a portos marítimos, fronteiras terrestres e aeroportos,

Alfândegas. O termo Alfândega designa um departamento público, geralmente. localizado junto a portos marítimos, fronteiras terrestres e aeroportos, Alfândegas Trabalho realizado por: Tânia Leão n.º19 Alfândegas O termo Alfândega designa um departamento público, geralmente localizado junto a portos marítimos, fronteiras terrestres e aeroportos, com

Leia mais

Memorando de Entendimento. Entre A COMUNIDADE DE PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA A ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE TURISMO

Memorando de Entendimento. Entre A COMUNIDADE DE PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA A ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE TURISMO Memorando de Entendimento Entre A COMUNIDADE DE PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA E A ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE TURISMO Considerando que a Comunidade de Países de Língua Oficial Portuguesa doravante designada por

Leia mais

ALTERAÇÕES 1-4. PT Unida na diversidade PT 2012/2026(INI) Projeto de parecer Michèle Striffler (PE v01-00)

ALTERAÇÕES 1-4. PT Unida na diversidade PT 2012/2026(INI) Projeto de parecer Michèle Striffler (PE v01-00) PARLAMENTO EUROPEU 2009-2014 Comissão do Desenvolvimento 10.10.2012 2012/2026(INI) ALTERAÇÕES 1-4 Michèle Striffler (PE496.311v01-00) Estratégia da União Europeia para o Corno de África (2012/2026(INI))

Leia mais

O NOSSO PORTO. O NOSSO FUTURO.

O NOSSO PORTO. O NOSSO FUTURO. www.portodecaio.ao O NOSSO PORTO. O NOSSO FUTURO. INTRODUÇÃO Bem-vindo ao projecto Porto de Caio, a porta de entrada para o comércio na África. A instalação portuária de classe mundial, parte integral

Leia mais

O que é o programa Liderança Para a Mudança (LPM)?

O que é o programa Liderança Para a Mudança (LPM)? O que é o programa Liderança Para a Mudança (LPM)? O Liderança para a Mudança é um programa de aprendizagem activa para o desenvolvimento dos enfermeiros como líderes e gestores efectivos num ambiente

Leia mais

Estratégias para as Compras Públicas Sustentáveis. Paula Trindade LNEG

Estratégias para as Compras Públicas Sustentáveis. Paula Trindade LNEG Estratégias para as Compras Públicas Sustentáveis Paula Trindade LNEG Conferência Compras Públicas Sustentáveis LNEG, 25 Março 2010 Muitas organizações têm experiências em compras sustentáveis! Mas sem

Leia mais

Roteiro para divulgação de Beneficiários Reais

Roteiro para divulgação de Beneficiários Reais Comité Nacional de EITI Roteiro para divulgação de Beneficiários Reais -2020 OBJETIVO GERAL De acordo com as Normas de EITI de 2016, requisito 2.5 referente a "Beneficial Ownership" (Beneficiários Reais),

Leia mais

Oportunidades na Cooperação. A União Europeia e a cooperação para o desenvolvimento nos países ACP

Oportunidades na Cooperação. A União Europeia e a cooperação para o desenvolvimento nos países ACP Oportunidades na Cooperação A União Europeia e a cooperação para o desenvolvimento nos países ACP Primeira empresa de consultoria em assuntos europeus com escritório em Bruxelas. - Public Affairs (Intelligence,

Leia mais

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA CULTURA E TURISMO INSTITUTO NACIONAL DO TURISMO TERMOS DE REFERÊNCIA

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA CULTURA E TURISMO INSTITUTO NACIONAL DO TURISMO TERMOS DE REFERÊNCIA REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA CULTURA E TURISMO INSTITUTO NACIONAL DO TURISMO TERMOS DE REFERÊNCIA Título da Posição: TECNICO DE PROMOÇÃO TURÍSTICA Duração: Local: Instituição: RENOVAÇÃO DEPENDENDO

Leia mais

Balanço dos Compromissos Políticos do Governo de Moçambique. Nova Aliança para a Segurança Alimentar e Nutricional Maputo, 10 e 11 de Abril de 2013

Balanço dos Compromissos Políticos do Governo de Moçambique. Nova Aliança para a Segurança Alimentar e Nutricional Maputo, 10 e 11 de Abril de 2013 Balanço dos Compromissos Políticos do Governo de Moçambique Nova Aliança para a Segurança Alimentar e Nutricional Maputo, 10 e 11 de Abril de 2013 1 1 ESTRUTURA DA APRESENTAÇÃO REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE

Leia mais

Plano de Atividades de 2015 do Centro de Relações Laborais

Plano de Atividades de 2015 do Centro de Relações Laborais Plano de Atividades de 2015 do Centro de Relações Laborais A. ENQUADRAMENTO GERAL 1. O CRL foi criado, no seguimento de acordos de concertação social, para apoio técnico à negociação coletiva. É um organismo

Leia mais

Estratégias para a Saúde

Estratégias para a Saúde Estratégias para a Saúde V.1) Cadernos do PNS Acções e Recomendações Promoção da Cidadania em Saúde (Versão Discussão) ESTRATÉGIAS PARA A SAÚDE V.1) CADERNOS DO PNS - ACÇÕES E RECOMENDAÇÕES PROMOÇÃO DA

Leia mais

Plano Estratégico de Promoção de Investimento Privado em Moçambique (PEPIP )

Plano Estratégico de Promoção de Investimento Privado em Moçambique (PEPIP ) REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA ECONOMIA E FINANÇAS CENTRO DE PROMOÇÃO DE INVESTIMENTOS CONFERENCIA DE INVESTIDORES DO CORREDOR DE NACALA Plano Estratégico de Promoção de Investimento Privado em

Leia mais

ENCONTRO SOBRE O RECURSOS ZOOGENÉTICOS AFRICANOS DE DE ABRIL DE 2013, ABIDJAN, CÔTE D IVOIRE

ENCONTRO SOBRE O RECURSOS ZOOGENÉTICOS AFRICANOS DE DE ABRIL DE 2013, ABIDJAN, CÔTE D IVOIRE ENCONTRO SOBRE O RECURSOS ZOOGENÉTICOS AFRICANOS DE 14 15 DE ABRIL DE 2013, ABIDJAN, CÔTE D IVOIRE Por : Manuel MAIDI Abolia, Chefe do Departamento de Produção, Tecnologia e Industria Animal do ISV 1 -

Leia mais

REPÚBLICA DE ANGOLA ASSEMBLEIA NACIONAL. 62ª Sessão do Comité Executivo da União Parlamentar Africana RELATÓRIO

REPÚBLICA DE ANGOLA ASSEMBLEIA NACIONAL. 62ª Sessão do Comité Executivo da União Parlamentar Africana RELATÓRIO REPÚBLICA DE ANGOLA ASSEMBLEIA NACIONAL 62ª Sessão do Comité Executivo da União Parlamentar Africana RELATÓRIO INTRODUÇÃO Em obediência ao despacho de missão número 0164/03/GPAN/2013, exarado por Sua Excelência

Leia mais

1. Conceitos Fundamentais

1. Conceitos Fundamentais 1. Conceitos Fundamentais a e os processos de planeamento e desenvolvimento de sistemas de informação 2 planeamento informático planeamento informático análise organizacional organizar o planeamento avaliar

Leia mais

CARTA DE RECOMENDAÇÕES Elaborada pelos participantes do 2º Encontro da Rede Participação Juvenil de Sintra

CARTA DE RECOMENDAÇÕES Elaborada pelos participantes do 2º Encontro da Rede Participação Juvenil de Sintra CARTA DE RECOMENDAÇÕES Elaborada pelos participantes do 2º Encontro da Rede Participação Juvenil de Sintra 03.03.2012 PARTICIPAÇÃO EM ACTIVIDADES JUVENIS 1. Realizar inquéritos, a nível local, para averiguar

Leia mais

O acesso à água e saneamento como direito humano. O papel das entidades gestoras

O acesso à água e saneamento como direito humano. O papel das entidades gestoras O acesso à água e saneamento como direito humano O papel das entidades gestoras Álvaro Carvalho, David Alves Departamento de Estudos e Projetos da ERSAR ENEG 2013 Coimbra, 4 de dezembro de 2013 O acesso

Leia mais

DOCUMENTO SÍNTESE UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA

DOCUMENTO SÍNTESE UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA IE13255 AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA P. O. Box 3243, Addis Ababa, ETHIOPIA Tel.: (251-11) 5182402 Fax: (251-11) 5182400 Website: www.au.int CONFERÊNCIA DA CUA/AFCAC/AFRAA DE TRANSPORTES

Leia mais

Proposta de DECISÃO DO CONSELHO

Proposta de DECISÃO DO CONSELHO COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 30.10.2013 COM(2013) 750 final 2013/0364 (NLE) Proposta de DECISÃO DO CONSELHO que estabelece a posição a adotar pela União Europeia no âmbito do 9.ª Conferência Ministerial

Leia mais

PROPOSTA DE PILARES PARA O PRÓXIMO PROGRAMA DE APOIO AS POLÍTICAS (PSI) APRESENTAÇÃO AO SEMINÁRIO DE AVALIAÇÃO DOS PROGRAMAS DO FMI E PERSPECTIVAS

PROPOSTA DE PILARES PARA O PRÓXIMO PROGRAMA DE APOIO AS POLÍTICAS (PSI) APRESENTAÇÃO AO SEMINÁRIO DE AVALIAÇÃO DOS PROGRAMAS DO FMI E PERSPECTIVAS PROPOSTA DE PILARES PARA O PRÓXIMO PROGRAMA DE APOIO AS POLÍTICAS (PSI) APRESENTAÇÃO AO SEMINÁRIO DE AVALIAÇÃO DOS PROGRAMAS DO FMI E PERSPECTIVAS MAPUTO, 11 DE MARÇO DE 2013 ESTRUTURA DA APRESENTAÇÃO

Leia mais

A P R E S E N T A Ç Ã O MARÇO 09

A P R E S E N T A Ç Ã O MARÇO 09 A P R E S E N T A Ç Ã O MARÇO 09 Sumário : 1 Entidade Reguladora do Sector Eléctrico em Angola 2 Missão do IRSE 3 Reflexos da Entidade Reguladora no Sector 4 Desafios do Regulador 5 Indicadores 6 Legislação

Leia mais

Módulo 5 Fortalecimento de Vínculos Comerciais. Criação de vínculos comerciais verticais e horizontais. cadeia e estratégia.

Módulo 5 Fortalecimento de Vínculos Comerciais. Criação de vínculos comerciais verticais e horizontais. cadeia e estratégia. Módulo 5 Fortalecimento de Vínculos Comerciais Criação de vínculos comerciais verticais e horizontais Módulos Delimitação do projeto Análise da cadeia e estratégia Implementação Monitoria 0 Decisão sobre

Leia mais

III REUNIÃO ORDINÁRIA DE MINISTROS DOS ASSUNTOS DO MAR DA CPLP

III REUNIÃO ORDINÁRIA DE MINISTROS DOS ASSUNTOS DO MAR DA CPLP III REUNIÃO ORDINÁRIA DE MINISTROS DOS ASSUNTOS DO MAR DA CPLP Díli, 18 de maio de 2016 DECLARAÇÃO DE DÍLI Os Ministros dos Assuntos do Mar da CPLP ou seus representantes de Angola, Brasil, Cabo Verde,

Leia mais

Fundo Fiduciário de Solidariedade Africana

Fundo Fiduciário de Solidariedade Africana Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura Fundo Fiduciário de Solidariedade Africana Temos uma abordagem singular

Leia mais

MINISTÉRIO DO COMÉRCIO

MINISTÉRIO DO COMÉRCIO MINISTÉRIO DO COMÉRCIO Agência para a Promoção de Investimento e Exportações MANUAL DO EXPORTADOR Procedimentos Administrativos Luanda, 10 de Julho de 2015 INDICE I. INTRODUÇÃO 2 II. PREAMBULO...2 III.

Leia mais

POLÍTICA DE RISCO OPERACIONAL DOS FUNDOS E CARTEIRAS GERIDOS PELO SICREDI

POLÍTICA DE RISCO OPERACIONAL DOS FUNDOS E CARTEIRAS GERIDOS PELO SICREDI POLÍTICA DE RISCO OPERACIONAL DOS FUNDOS E CARTEIRAS GERIDOS PELO SICREDI Versão: outubro/2016 1. OBJETIVO Em concordância com as diretrizes da Política de Gerenciamento de Riscos dos Fundos e Carteiras

Leia mais

REGULAMENTOS. L 51/2 Jornal Oficial da União Europeia

REGULAMENTOS. L 51/2 Jornal Oficial da União Europeia L 51/2 Jornal Oficial da União Europeia 25.2.2011 REGULAMENTOS REGULAMENTO (UE) N. o 176/2011 DA COMISSÃO de 24 de Fevereiro de 2011 relativo às informações a fornecer antes da criação e da modificação

Leia mais

O Ministério da Saúde da República Federativa do Brasil (doravante denominado Ministério da Saúde)

O Ministério da Saúde da República Federativa do Brasil (doravante denominado Ministério da Saúde) MEMORANDUM DE ENTENDIMENTO ENTRE O MINISTÉRIO DA SAÚDE DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E O SECRETARIADO DO PROGRAMA CONJUNTO DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE HIV/AIDS (UNAIDS) PARA CONSTITUIÇÃO DO CENTRO INTERNACIONAL

Leia mais

Consultoria para o planeamento do Sistema de Informação sobre Trabalho e Emprego de Cabo Verde

Consultoria para o planeamento do Sistema de Informação sobre Trabalho e Emprego de Cabo Verde Termos de Referência Consultoria para o planeamento do Sistema de Informação sobre Trabalho e Emprego de Cabo Verde Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) Título: Consultoria para o planeamento

Leia mais

OS INVESTIMENTOS EM ÁGUA E SANEAMENTO EM CURSO NO SUMBE P/COORDENAÇÃO DO PROJECTO ENG.º CARLOS FONSECA

OS INVESTIMENTOS EM ÁGUA E SANEAMENTO EM CURSO NO SUMBE P/COORDENAÇÃO DO PROJECTO ENG.º CARLOS FONSECA OS INVESTIMENTOS EM ÁGUA E SANEAMENTO EM CURSO NO SUMBE WORKSHOP CONSULTA PÚBLICA SOBRE EIA DO PROJECTO SUMBE SUMBE, 22 DE MARÇO DE 2013 P/COORDENAÇÃO DO PROJECTO ENG.º CARLOS FONSECA 1 1. OBJECTIVOS DO

Leia mais

PROJECTOS DE I&DT EMPRESAS INDIVIDUAIS

PROJECTOS DE I&DT EMPRESAS INDIVIDUAIS AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS Nº 32 / SI / 2009 SISTEMA DE INCENTIVOS À INVESTIGAÇÃO E DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO (SI I&DT) PROJECTOS DE I&DT EMPRESAS INDIVIDUAIS Nos termos do Regulamento do

Leia mais

Agenda Internacional da Indústria. 22 de setembro de 2016

Agenda Internacional da Indústria. 22 de setembro de 2016 Agenda Internacional da Indústria 22 de setembro de 2016 Apresentação 1. Panorama do Comércio Exterior Brasileiro 2. CNI 3. Área Internacional da CNI 4. Agenda Internacional da Indústria 5. Pesquisa Desafios

Leia mais

Função Principal do Cargo: Promover a paz e a segurança na Região. Áreas Principais de Resultados

Função Principal do Cargo: Promover a paz e a segurança na Região. Áreas Principais de Resultados ANÚNCIO DE VAGA O Secretariado da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) convida os cidadãos dos Estados Membros da SADC, devidamente qualificados e com experiência, a candidatarem-se para

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DO COMÉRCIO

CONSELHO NACIONAL DO COMÉRCIO CONSELHO NACIONAL DO COMÉRCIO Dia:17/11/2015 Cidade do Mindelo Cabo verde Amilcar Aristides Monteiro - Diretor Geral - Direção Geral da Indústria e Comércio (DGIC) AGENDA TIMELINE 1976 Integração na Comunidade

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE CONTROLO DO GOVERNO SOCIETÁRIO DA PORTUCEL, S.A. Artigo 1º (Atribuições)

REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE CONTROLO DO GOVERNO SOCIETÁRIO DA PORTUCEL, S.A. Artigo 1º (Atribuições) REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE CONTROLO DO GOVERNO SOCIETÁRIO DA PORTUCEL, S.A. Artigo 1º (Atribuições) 1. A Comissão de Controlo do Governo Societário (CCGS) é designada pelo Conselho de Administração

Leia mais

Agenda Factores de Competitividade

Agenda Factores de Competitividade QREN Agenda Factores de Competitividade 12 Novembro 07 1 Objectivos desenvolvimento de uma economia baseada no conhecimento e na inovação; incremento da produção transaccionável e de uma maior orientação

Leia mais

V CONFERÊNCIA DOS CHEFES DE ESTADO E DE GOVERNO DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA São Tomé, 26 e 27 de Julho de 2004

V CONFERÊNCIA DOS CHEFES DE ESTADO E DE GOVERNO DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA São Tomé, 26 e 27 de Julho de 2004 V CONFERÊNCIA DOS CHEFES DE ESTADO E DE GOVERNO DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA São Tomé, 26 e 27 de Julho de 2004 ACORDO DE COOPERAÇÃO ENTRE OS ESTADOS MEMBROS DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE

Leia mais

QUADRO DE AVALIAÇÃO E RESPONSABILIZAÇÃO 2008 FCT

QUADRO DE AVALIAÇÃO E RESPONSABILIZAÇÃO 2008 FCT QUADRO DE AVALIAÇÃO E RESPONSABILIZAÇÃO 2008 Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior Visão: Objectivos Estratégicos (OE): OE 1. Fomentar o desenvolvimento da competência científica e tecnológica

Leia mais

PROJECTO PROVISÓRIO DO PROGRAMA DE TRABALHO. Tema: Materializar o Potencial de África como um Pólo de Crescimento Global

PROJECTO PROVISÓRIO DO PROGRAMA DE TRABALHO. Tema: Materializar o Potencial de África como um Pólo de Crescimento Global ` CONSELHO ECONÓMICO E SOCIAL DAS NAÇÕES UNIDAS COMISSÃO ECONÓMICA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA ÁFRICA Trigésima Primeira reunião do Comité de Peritos Reunião do Comité de Peritos da 5ª Reunião Anual Conjunta

Leia mais

O Fluxo dos Óleos Usados enquadramento nacional e comunitário

O Fluxo dos Óleos Usados enquadramento nacional e comunitário -Sumário O Fluxo dos Óleos Usados enquadramento nacional e comunitário 1.ª Convenção SOGILUB Porque o Óleo tem mais Vidas Enquadramento legal Comunitário nacional Mário Grácio 9 de Novembro de 2010 O sector

Leia mais

O projecto Potencial C inclui ainda um número limitado de actividades a decorrer fora do país. Objectivos:

O projecto Potencial C inclui ainda um número limitado de actividades a decorrer fora do país. Objectivos: O projecto Potencial C é uma iniciativa da Agência INOVA e é constituído por um conjunto integrado e abrangente de actividades que, ao longo de 24 meses, procurará estimular a criação de empresas no âmbito

Leia mais

OBJECTIVOS: Prevenção Participação Associativismo Reflexão LINHAS DE ACTUAÇÃO:

OBJECTIVOS: Prevenção Participação Associativismo Reflexão LINHAS DE ACTUAÇÃO: LINHAS DE ACTUAÇÃO: OBJECTIVOS: Incentivar a criação das associações de pais e EE, do ensino não superior; Intervir e defender os interesses dos educandos, fomentando a colaboração entre pais, alunos e

Leia mais

PLANO TRIENAL 2008/2010

PLANO TRIENAL 2008/2010 Tribunal de Contas PLANO TRIENAL 2008/2010 (EXTRACTO) Departamento de Consultadoria e Planeamento LISBOA / 2007 ÍNDICE 1 Missão do Tribunal de Contas... 3 2. Valores... 3 3. Visão... 3 4. OBJECTIVOS ESTRATÉGICOS

Leia mais

Certificação Florestal

Certificação Florestal Certificação Florestal Factor de Diferenciação Certificação Florestal 1 - A Certificação Florestal Objectivos Vantagens 2 - Dois Esquemas de Certificação Florestal PEFC FSC 3 - Estatísticas a nível Mundial

Leia mais

Conclusões. II Conferência de Ministros de Turismo da CPLP

Conclusões. II Conferência de Ministros de Turismo da CPLP Conclusões II Conferência de Ministros de Turismo da CPLP Na sequência de uma decisão da VIII Reunião Ordinária do Conselho de Ministros da Comunidade de Países de Língua Portuguesa, que se reuniu em Coimbra

Leia mais

Guia de Boas Práticas da Regulamentação. proposta de temas e processo de desenvolvimento. José Augusto A. K. Pinto de Abreu

Guia de Boas Práticas da Regulamentação. proposta de temas e processo de desenvolvimento. José Augusto A. K. Pinto de Abreu Guia de Boas Práticas da Regulamentação proposta de temas e processo de desenvolvimento José Augusto A. K. Pinto de Abreu Objetivo Discutir o conteúdo do Guia de Boas Práticas para a Regulamentação Técnica

Leia mais

A CONTRIBUIÇÃO DOS SISTEMAS INTELIGENTES DE TRANSPORTES PARA A INCLUSÃO SOCIAL

A CONTRIBUIÇÃO DOS SISTEMAS INTELIGENTES DE TRANSPORTES PARA A INCLUSÃO SOCIAL A CONTRIBUIÇÃO DOS SISTEMAS INTELIGENTES DE TRANSPORTES PARA A INCLUSÃO SOCIAL Rui D. Camolino Lisboa, 9 de Julho 2008 1 AGENDA Projecto MATISSE Conclusões do Projecto A Contribuição da Associação ITS

Leia mais

ARCTEL RELATÓRIO E CONTAS ANO 2015

ARCTEL RELATÓRIO E CONTAS ANO 2015 ARCTEL Associação de Reguladores de Comunicações e Telecomunicações da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa RELATÓRIO E CONTAS ANO 2015 IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE Designação da entidade ARCTEL - Associação

Leia mais

Delimitações, Planos de Uso da Terra e Desenvolvimento Local. Paul De Wit Nampula 9-11 Março 2010

Delimitações, Planos de Uso da Terra e Desenvolvimento Local. Paul De Wit Nampula 9-11 Março 2010 Delimitações, Planos de Uso da Terra e Desenvolvimento Local Paul De Wit Nampula 9-11 Março 2010 Estrutura da Apresentação Cenários de investimento e desenvolvimento O quadro de Moçambique Uma estratégia

Leia mais

Gestão dos Projectos Bartolomeu Soto

Gestão dos Projectos Bartolomeu Soto Banco Mundial Governo de Moçambique Gestão dos Projectos Bartolomeu Soto Revisão do Desempenho da Carteira de Projectos (CPPR) 18 de Setembro de 2009 Assuntos Críticos a Considerar Desafios e Recomendações

Leia mais

agrupamento927agrupamento9 27agrupamento927agrupament o927agrupamento927agrupame nto927agrupamento927agrupa mento927agrupamento927agru

agrupamento927agrupamento9 27agrupamento927agrupament o927agrupamento927agrupame nto927agrupamento927agrupa mento927agrupamento927agru agrupamento927agrupamento9 o927agrupamento927agrupame nto927agrupamento927agrupa mento927agrupamento927agru pamento927agrupamento927ag rupamento927agrupamento927 agrupamento927agrupamento9 o927agrupamento927agrupame

Leia mais

Comissão Nacional de Ciência e Tecnologia Combate à Desertificação

Comissão Nacional de Ciência e Tecnologia Combate à Desertificação Comissão Nacional de Ciência e Tecnologia Combate à Desertificação Maria José Roxo O papel do Comité de Ciência e Tecnologia Estabelecido pelo artigo 24 da Convenção Mandato e termos de referência adoptados

Leia mais

PROGRAMA DE ACÇÃO SAÚDE. - Advocacia junto ao Ministério da Saúde para criação de mais centros de testagem voluntária.

PROGRAMA DE ACÇÃO SAÚDE. - Advocacia junto ao Ministério da Saúde para criação de mais centros de testagem voluntária. PROGRAMA DE ACÇÃO A diversidade e complexidade dos assuntos integrados no programa de acção da OMA permitirá obter soluções eficazes nos cuidados primários de saúde, particularmente na saúde reprodutiva

Leia mais

Cobertura de, aproximadamente, 7% do PIB mundial

Cobertura de, aproximadamente, 7% do PIB mundial São Paulo Brasil I Outubro 2015 Comércio e Investimento Comércio e Investimento Acordos comerciais em vigor Acordos comerciais assinados, que ainda não entraram em vigor Acordos de Cooperação em Investimento

Leia mais

Projeto para a Implementação do Banco de Preços de Medicamentos da União das Nações Sul-americanas (UNASUL)

Projeto para a Implementação do Banco de Preços de Medicamentos da União das Nações Sul-americanas (UNASUL) SECRETÁRIA-GERAL DA UNASUL Ficha para a identificação de Iniciativas Conjuntas da UNASUL (PIC-UNASUL) I Nome do projeto: Implementação do Banco de Preços de Medicamentos da União das Nações Sul-americanas

Leia mais

CONVOCATÓRIA. Contato: Luara Lopes Etapas da Convocatória

CONVOCATÓRIA. Contato: Luara Lopes Etapas da Convocatória Contato: Luara Lopes alveslopes@un.org +55 21 99348 5642 www.eird.org/camp-10-15/ O Escritório das Nações Unidas para a Redução de Riscos de Desastres (UNISDR), por meio de seu Escritório Regional para

Leia mais

PLANO DE ACÇÃO DA REDE SOCIAL DE LISBOA ANO DE 2010 PRORROGAÇÃO PARA Aprovado em sede de CLAS a 04 de Julho de 2011

PLANO DE ACÇÃO DA REDE SOCIAL DE LISBOA ANO DE 2010 PRORROGAÇÃO PARA Aprovado em sede de CLAS a 04 de Julho de 2011 PLANO DE ACÇÃO DA REDE SOCIAL DE LISBOA ANO DE 2010 PRORROGAÇÃO PARA 2011 Aprovado em sede de CLAS a 04 de Julho de 2011 PLANO DE ACÇÃO PARA 2010 PRORROGAÇÃO PARA 2011 OBJECTIVO ESTRATÉGICO OBJECTIVO ESPECÍFICO

Leia mais

Sumário. Adis-Abeba (Etiópia) 28 e 29 de Março de 2011 NAÇÕES UNIDAS CONSELHO ECONÓMICO E SOCIAL COMISSÃO ECONÓMICA PARA ÁFRICA

Sumário. Adis-Abeba (Etiópia) 28 e 29 de Março de 2011 NAÇÕES UNIDAS CONSELHO ECONÓMICO E SOCIAL COMISSÃO ECONÓMICA PARA ÁFRICA NAÇÕES UNIDAS CONSELHO ECONÓMICO E SOCIAL COMISSÃO ECONÓMICA PARA ÁFRICA Quadragésima-quarta Sessão da Comissão Quarta reunião anual conjunta da Conferência dos Ministros de Economia e Finanças da União

Leia mais

12. SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA DEFESA DA FLORESTA CONTRA INCENDIOS

12. SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA DEFESA DA FLORESTA CONTRA INCENDIOS CADERNO FICHA 12. SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA DEFESA DA FLORESTA CONTRA INCENDIOS 12.4 OBJECTIVOS ESTRATÉGICOS O presente documento constitui uma Ficha que é parte integrante de um Caderno temático, de âmbito

Leia mais

REGULAMENTO DA COMISSÃO DE GOVERNO DA SOCIEDADE E DE RESPONSABILIDADE CORPORATIVA. Jerónimo Martins SGPS, S.A.

REGULAMENTO DA COMISSÃO DE GOVERNO DA SOCIEDADE E DE RESPONSABILIDADE CORPORATIVA. Jerónimo Martins SGPS, S.A. REGULAMENTO DA COMISSÃO DE GOVERNO DA SOCIEDADE E DE RESPONSABILIDADE CORPORATIVA Jerónimo Martins SGPS, S.A. ARTIGO 1.º (Atribuições) 1. A Comissão de Governo da Sociedade e de Responsabilidade Corporativa

Leia mais

[ESBOÇO] Reunião Especial da OMS, FAO e UNICEF. sobre Principais Comportamentos para o Controlo da Gripe Aviária. Resumo e Recomendações da Reunião

[ESBOÇO] Reunião Especial da OMS, FAO e UNICEF. sobre Principais Comportamentos para o Controlo da Gripe Aviária. Resumo e Recomendações da Reunião [ESBOÇO] Reunião Especial da OMS, FAO e UNICEF sobre Principais Comportamentos para o Controlo da Gripe Aviária (de 14 a 16 de Março de 2006) Resumo e Recomendações da Reunião Antecedentes O alastramento

Leia mais

Estrutura Geral do Projeto. Propostas e iniciativas internacionais

Estrutura Geral do Projeto. Propostas e iniciativas internacionais Usos Inovadores do Gás Natural (GN) Promoção da eficiência energética em Arranjos Produtivos Locais (APLs) Temas Estrutura Geral do Projeto As investigações em Viena As investigações em Viena Propostas

Leia mais

Apresentador: Jorge Correia

Apresentador: Jorge Correia SÃO TOME E PRINCIPE CENTRO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PARA OS PAÍSES DA SUB-REGIÃO AFRICANA E DA CPLP Apresentador: Jorge Correia Presidente da Câmara de Comércio, Indústria, Agricultura e Serviços de São

Leia mais

Bélgica-Bruxelas: Programa de informação e empresarial da UE em Hong Kong e Macau 2014/S 032-050737. Anúncio de concurso. Serviços

Bélgica-Bruxelas: Programa de informação e empresarial da UE em Hong Kong e Macau 2014/S 032-050737. Anúncio de concurso. Serviços 1/5 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:50737-2014:text:pt:html Bélgica-Bruxelas: Programa de informação e empresarial da UE em Hong Kong e Macau 2014/S 032-050737

Leia mais

Declaração de Rio Branco

Declaração de Rio Branco Força Tarefa dos Governadores para o Clima e Florestas (GCF) Declaração de Rio Branco Construindo Parcerias e Garantindo Apoio para Florestas, o Clima e Meios de Vida Rio Branco, Brasil 11 de Agosto, 2014

Leia mais

Recomendação de políticas Sustentabilidade ambiental

Recomendação de políticas Sustentabilidade ambiental Recomendação de políticas A oportunidade Considerando que os datacenters estarão entre os principais consumidores mundiais de energia elétrica até meados da próxima década, o desenvolvimento contínuo de

Leia mais

Ministério das Relações Exteriores Departamento de Promoção Comercial e Investimentos Divisão de Inteligência Comercial

Ministério das Relações Exteriores Departamento de Promoção Comercial e Investimentos Divisão de Inteligência Comercial Ministério das Relações Exteriores Departamento de Promoção Comercial e Investimentos Divisão de Inteligência Comercial Guia de Negócios Sudão do Sul Guia de Negócios Sudão do Sul Guia de Negócios SUDÃO

Leia mais

DESAFIOS NA GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS

DESAFIOS NA GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS MINISTÉRIO PARA A COORDENAÇÃO DA ACÇÃO AMBIENTAL DIRECÇÃO NACIONAL DE GESTÃO AMBIENTAL DESAFIOS NA GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS Apresentado por: Julia Ussy Félix Maputo, Fevereiro de 2014 SEQUÊNCIA

Leia mais

II Assembleia da Plataforma Internacional de Orçamento Participativo

II Assembleia da Plataforma Internacional de Orçamento Participativo II Assembleia da Plataforma Internacional de Orçamento Participativo Orçamento Participativo A Experiência de Cabo Verde Dakar Senegal 10 de Fevereiro, de 2011 O Orçamento Participativo no Contexto Cabo-verdiano

Leia mais

Criadas em LPP 147/99, de 1 de Setembro (alterações Lei 142/2015 de 8 de setembro ) Instituições oficiais não judiciárias

Criadas em LPP 147/99, de 1 de Setembro (alterações Lei 142/2015 de 8 de setembro ) Instituições oficiais não judiciárias Porto, novembro de 2016 Criadas em 2001 LPP 147/99, de 1 de Setembro (alterações Lei 142/2015 de 8 de setembro ) Instituições oficiais não judiciárias Objectivo Promover os direitos da criança e do jovem

Leia mais

PLANO DE ACÇÃO DE MADRID SOBRE O ENVELHECIMENTO - MIPPA

PLANO DE ACÇÃO DE MADRID SOBRE O ENVELHECIMENTO - MIPPA ONU - ACÇÃO DIREITOS HUMANOS E O ENVELHECIMENTO Lisboa, 12 de ABRIL 2012 PLANO DE ACÇÃO DE MADRID SOBRE O ENVELHECIMENTO - MIPPA ODETE SEVERINO População mundial Outubro 2011: 7 bilhões de Pessoas 893

Leia mais

ESTRUTURA ORGANIZATIVA DA ISCMPSA

ESTRUTURA ORGANIZATIVA DA ISCMPSA ESTRUTURA ORGANIZATIVA DA ISCMPSA Este documento visa dar corpo á orgânica dos serviços da Santa Casa, ou seja, definir competências, hierarquias e formas de actuação. Como a Santa Casa da Póvoa de Santo

Leia mais

Fundação Europeia da Juventude

Fundação Europeia da Juventude Fundação Europeia da Juventude Apoio aos jovens na Europa Dedicado à juventude Diálogo Oportunidade Comunidade Parceria Todo coração Interativo Flexível Intercâmbio Profissional O CONSELHO DA EUROPA O

Leia mais

IX REUNIÃO DE MINISTROS DA EDUCAÇÃO DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA. Díli, 24 de maio de 2016 DECLARAÇÃO FINAL

IX REUNIÃO DE MINISTROS DA EDUCAÇÃO DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA. Díli, 24 de maio de 2016 DECLARAÇÃO FINAL IX REUNIÃO DE MINISTROS DA EDUCAÇÃO DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA Díli, 24 de maio de 2016 DECLARAÇÃO FINAL Os Ministros da Educação, ou seus Representantes, da República de Angola, da

Leia mais

Regulamento das Bolsas PARSUK Xperience 2014

Regulamento das Bolsas PARSUK Xperience 2014 Regulamento das Bolsas PARSUK Xperience 2014 1. Parte 1 Objectivos, valor e designação das bolsas 1.1. O programa PARSUK Xperience pretende dar a oportunidade a alunos de licenciatura ou mestrado em Portugal

Leia mais

Discurso de Sua Excelência O Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros Rui Machete

Discurso de Sua Excelência O Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros Rui Machete Discurso de Sua Excelência O Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros Rui Machete na Cimeira de Chefes de Estado e de Governo para a adoção da Agenda do Desenvolvimento Pós-2015 MOD07 PR07/V02 Senhor

Leia mais

VI Seminário de Políticas de Gestão da Qualidade

VI Seminário de Políticas de Gestão da Qualidade VI Seminário de Políticas de Gestão da Qualidade do Solo e das Águas Subterrâneas aesas - 24 e 25 de setembro de 2008 Eng.º Giuseppe Michelino CETESB Departamento de Tecnologia do Solo, Águas Subterrâneas

Leia mais

Excelência Jorge Carlos de Almeida Fonseca, Presidente da República de Cabo-Verde e Presidente em Exercício dos PALOP,

Excelência Jorge Carlos de Almeida Fonseca, Presidente da República de Cabo-Verde e Presidente em Exercício dos PALOP, Discurso pronunciado por Sua Excelência José Eduardo dos Santos, Presidente da República de Angola, por ocasião da Cimeira dos PALOP Luanda, 30 de Junho de 2014 Excelência Jorge Carlos de Almeida Fonseca,

Leia mais

CAADP Moçambique. Até onde o processo avançou com o PNISA. Seminário sobre Crescimento e Transformação do Sector Agrário

CAADP Moçambique. Até onde o processo avançou com o PNISA. Seminário sobre Crescimento e Transformação do Sector Agrário CAADP Moçambique Até onde o processo avançou com o PNISA Seminário sobre Crescimento e Transformação do Sector Agrário Maputo, 09 de Dezembro de 2013 CAADP em Moçambique Estrutura I. Enquadramento/CAADP

Leia mais

ADITAMENTO AO ACORDO ENTRE OS MINISTÉRIOS DAS FINANÇAS, DA ECONOMIA E DA SAÚDE E A INDÚSTRIA FARMACÊUTICA

ADITAMENTO AO ACORDO ENTRE OS MINISTÉRIOS DAS FINANÇAS, DA ECONOMIA E DA SAÚDE E A INDÚSTRIA FARMACÊUTICA ADITAMENTO AO ACORDO ENTRE OS MINISTÉRIOS DAS FINANÇAS, DA ECONOMIA E DA SAÚDE E A INDÚSTRIA FARMACÊUTICA Os Ministérios das Finanças, da Economia e da Saúde, e a Indústria Farmacêutica, por intermédio

Leia mais

A Importância da Liderança na Cultura da Excelência

A Importância da Liderança na Cultura da Excelência XIX Seminário de Boas Práticas CIC Caxias do Sul A Importância da Liderança na Cultura da Excelência Msc. Eng. Irene Szyszka 04/ABR/2013 O negócio, o mercado e a sociedade Pressão dos clientes e mercado;

Leia mais

A.F.P.L.P. PAINEL: Evolução da farmácia e do medicamento. 1. Situação actual 2. Vantagens do sistema 3. Fragilidades 4. Perspectivas.

A.F.P.L.P. PAINEL: Evolução da farmácia e do medicamento. 1. Situação actual 2. Vantagens do sistema 3. Fragilidades 4. Perspectivas. A.F.P.L.P. Dr. Carlos Bubacar Baldé Guiné-Bissau PAINEL: Evolução da farmácia e do medicamento 1. Situação actual 2. Vantagens do sistema 3. Fragilidades 4. Perspectivas 1 A participação comunitária no

Leia mais

Acordo de Acionistas. do Grupo CPFL Energia. Atual Denominação Social da Draft II Participações S.A.

Acordo de Acionistas. do Grupo CPFL Energia. Atual Denominação Social da Draft II Participações S.A. Acordo de Acionistas Política de da Investimento CPFL Energia Social S.A. do Grupo CPFL Energia Atual Denominação Social da Draft II Participações S.A. 1 Sumário 1. Introdução 3 2. Objetivo 4 3. Âmbito

Leia mais

Projecto Jovens anos

Projecto Jovens anos Projecto Jovens 18-24 anos Introdução Os jovens 18/24 anos - constituem o grupo etário com maior índice de sinistralidade rodoviária. Na realidade, constituíram entre 2003 e 2007, 16.0% dos mortos e 18.7%

Leia mais