Rio de Janeiro, 26 de março de Prezados Membros do FBMC,

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1 Rio de Janeiro, 26 de março de Prezados Membros do FBMC, A Secretaria Executiva do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas (FBMC) realizou, em 12 de março de 2013, reunião de discussão e apresentação do cronograma e metodologia de trabalho a serem aplicados nos Diálogos Setoriais que serão promovidos pelo FBMC entre abril e maio do corrente ano, no objetivo de contribuir no processo de revisão e atualização do Plano Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC). A referida reunião, realizada no auditório do Instituto Virtual Internacional de Mudanças Globais (IVIG/Coppe/UFRJ), no Rio de Janeiro. A proposta emanada do Grupo Executivo do Comitê Interministerial sobre Mudança do Clima (GEx/CIM) orienta que o FBMC articule com os setores nele representados, atividades que resultem em contribuições à serem apresentadas ao GEx/CIM para possível incorporação ao texto atualizado do PNMC. Coordenada pelos professores Luiz Pinguelli Rosa (Secretário Executivo do FBMC) e Neilton Fidelis da Silva (Assessor do FBMC), a mesa foi composta também pelo prof. Marcos Freitas (Coordenador Executivo do IVIG) e pelo Sr. Adriano Santhiago (Diretor do Departamento de Mudanças Climáticas da Secretaria de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental - DEMC/SMCQ/MMA). Após as boas vindas proferidas pelo prof. Marcos Freitas, o prof. Luiz Pinguelli Rosa abriu a reunião comentando o quadro recente das negociações e a conjuntura nacional em torno do tema das mudanças do clima, avaliando que esta mudou bastante desde a 15ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP-15 / UNFCCC), realizada em Copenhagen. O Secretário Executivo do FBMC avaliou que a participação dominante das emissões originadas pela mudança do uso do solo, nas emissões nacionais, está diminuindo, principalmente pela queda das taxas de desmatamento (que já não é a mesma da apresentada em Copenhagen), contribuindo para uma nova configuração futura das emissões brasileiras de gases-estufa que caminha para uma maior participação dos setores industrial e de energia. Quanto à energia, Pinguelli afirmou que mesmo com a utilização de Pequenas Centrais Elétricas (PCHs) à fio d água, que se tratam de uma boa solução para 1 Av. Pedro Calmon, s/nº - Prédio anexo ao Centro de Tecnologia Cidade Universitária - Ilha do Fundão CEP:

2 diminuição da área inundada e de problemas de ordem socioambiental, ainda se necessita de complementação na geração elétrica que, uma vez não suprida pela fonte eólica, tem-se que se lançar mão das termoelétricas. O ponto é que nossas termoelétricas apresentam baixa eficiência e utilizam combustíveis de elevada emissões, mas são necessárias para a complementação que, a princípio só se dariam em casos excepcionais, mas que estão se tornando cada vez mais frequentes, até porque os reservatórios das novas usinas não existem, configurando-se em um problema estrutural sério que tende a fazer com que o setor elétrico emita mais, destacou ele. Dando continuidade, o Sr. Adriano Santhiago (SMCQ/MMA) discorreu sobre o processo de elaboração do Plano Nacional sobre Mudança do Clima, lançado em 1º de dezembro de Comentou também sobre a Política Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC) e outras ações de governo que instituiu diretrizes, planos de combate ao desmatamento e a necessidade da efetivação dos Planos Setoriais de Mitigação e Adaptação à Mudança do Clima, previstos para o atendimento do compromisso voluntário firmado pelo Decreto nº 7390/2010, em consonância com a Lei nº /2009, os quais incluem ações, indicadores e metas específicas de redução de emissões, além de mecanismos para a verificação do seu cumprimento. Adriano frisou o compromisso formal do governo brasileiro com a revisão do PNMC, processo também consubstanciado pela formulação dos Planos Setoriais. Adriano lembrou os objetivos do Plano Nacional que consideram: a busca das melhores práticas e aumento da eficiência de desempenho em setores da economia; a manutenção da participação significativa de fontes renováveis na matriz elétrica; o aumento sustentável da participação de biocombustíveis na matriz de transportes nacional; a redução sustentada das taxas de desmatamento; a eliminação, até 2015, da perda líquida da área de cobertura florestal no país; o fortalecimento das ações intersetoriais voltadas para redução das vulnerabilidades das populações; a identificação de impactos ambientais decorrentes da mudança do clima e desenvolvimento de pesquisas científicas. O representante do MMA destacou o objetivo do PNMC com relação à adaptação e à mitigação dos gases do efeito estufa, contemplando a criação de condições internas para lidar com os impactos das mudanças climáticas globais e elaboração de estratégias que minimizem os custos socioeconômicos de adaptação do país. 2 Av. Pedro Calmon, s/nº - Prédio anexo ao Centro de Tecnologia Cidade Universitária - Ilha do Fundão CEP:

3 Adriano considera importante o papel do FBMC no processo de atualização do PNMC através dos diálogos setoriais, previsto para cumprimento entre março e maio de Outra importante etapa será a apresentação oficial, pelo governo brasileiro, do PNMC atualizado na 19ª Conferência das Partes (COP-19 / UNFCCC), a se realizar em Varsóvia (Polônia) entre 11 e 22 de Novembro de Segundo Adriano, a versão atualizada do PNMC partirá da versão de 2008 incorporando alterações e ações implementadas ou previstas do período entre , otimizando-a para uma versão concisa, de caráter operacional e que contemple ao máximo as proposições oriundas dos diálogos setoriais, destacando a já conhecida característica de ser o Plano Nacional de maior participação social. O prof. Neilton Fidelis (assessor do FBMC) discorreu que a atualização do PNMC será conduzida pelo Comitê Interministerial sobre Mudança do Clima (CIM) que, através de seu Grupo Executivo (GEx/CIM), irá atualizar o Plano refletindo os avanços devidos à Política Nacional sobre Mudança do Clima e o estágio atual do tema no país considerando o compromisso nacional voluntário, planos setoriais, resultados ocorridos/esperados, além de objetos relevantes que representem desafios futuros. Neste processo, o FBMC, por meio de Diálogos Setoriais, contribuirá com a sistematização e encaminhamento de contribuições ao Grupo Executivo (GEx/CIM). Este, subsidiado por contribuições dos Ministérios e do FBMC, irá elaborar o texto atualizado do Plano que, após discussão no CIM, entrará em Consulta Pública presencial e eletrônica, ambas também com a participação do FBMC. Fidelis destacou ser importante envolver a sociedade, via FBMC, no processo de acompanhamento da atualização do PNMC, de forma a contemplar pontos importantes para incorporação no debate e refinamento das contribuições, tais como: os avanços alcançados no arcabouço do tema da Mudança Climática desde o lançamento do Plano Nacional; o impacto geopolítico de seus objetivos; a implementação e a efetividade das ações definidas no texto; as interfaces com os instrumentos de caráter regional e locais já constituídos, a exemplo dos planos e políticas estaduais e municipais; os principais obstáculos a serem superados na elaboração e a execução do texto a ser atualizado. Fidélis apresentou a metodologia e o cronograma de atividades propostos pela Secretaria Executiva do FBMC para a realização dos Diálogos Setoriais no objetivo de promover a discussão necessária à atualização do Plano Nacional e cumprir as 3 Av. Pedro Calmon, s/nº - Prédio anexo ao Centro de Tecnologia Cidade Universitária - Ilha do Fundão CEP:

4 seguintes etapas: recebimento de contribuições da sociedade civil, passíveis de incorporação ao texto atualizado; consolidação e sistematização das contribuições, e; posterior entrega ao GEx/CIM para avaliação. Finalizada a etapa de atualização, após discussão no CIM, o Plano será disponibilizado para Consulta Pública (presencial e eletrônica). Quanto à forma de realização dos Diálogos Setoriais, Neilton apresentou as duas propostas para a condução dos debates e coleta presencial de contribuições, a se darem entre abril e maio de 2013: PROPOSTA 1 - Diálogos por setores representados no FBMC: Fóruns, Comitês e Comissões de Mudanças Climáticas Estaduais e Municipais; Organizações da Sociedade Civil e ONG s; Setor Empresarial; Setor Acadêmico; Setor Energético; Silvicultura, Agricultura, Floresta e Mudança do Uso da Terra; Trabalhadores; outros. PRPOSTA 2 - Diálogos por eixo de discussão: Mitigação; Vulnerabilidade, Impactos e Adaptação; Pesquisa e Desenvolvimento; Educação, Capacitação e Comunicação; outros. Com respeito à etapa de consulta pública, posterior à atualização do Plano Nacional pelo Gex/CIM, Fidelis enfatizou que a Secretaria Executiva do FBMC propõe a realização de 05 (cinco) Consultas Públicas presenciais, de forma a garantir uma Consulta em cada Região Geográfica do país. Para a Consulta Pública eletrônica, a proposta é que o texto atualizado do Plano fique disponível por 30 (trinta) dias em páginas da WEB, possibilitando o recebimento das contribuições da sociedade por meio de formulário eletrônico. Neste sentido, o cronograma de execução das atividades relacionadas à atualização do Plano Nacional, previsto para ocorrer entre os meses de março a outubro de 2013, contempla as seguintes etapas: Março de 2013 (Gex/CIM) => atualização do texto do Plano; Abril / Maio de 2013 (FBMC) => realização dos Diálogos Setoriais; Maio de 2013 (FBMC & Gex/CIM) => consolidação e entrega das contribuições dos Diálogos Setoriais; Junho de 2013 (Gex/CIM) => finalização e aprovação da atualização do Plano Nacional sobre Mudança do Clima; Julho de 2013 (Gex/CIM & FBMC) => consulta pública presencial; 4 Av. Pedro Calmon, s/nº - Prédio anexo ao Centro de Tecnologia Cidade Universitária - Ilha do Fundão CEP:

5 Agosto de 2013 (Gex/CIM) => consulta pública eletrônica; Setembro de 2013 (Gex/CIM) => consolidação das contribuições da Consulta Pública; Outubro de 2013 (CIM) => aprovação do texto final do Plano Nacional sobre Mudança do Clima. Após as apresentações e discussões emanadas da mesa, a palavra foi facultada aos demais presentes para questionamentos e proposições, dentre as quais destacam-se: Consideração e incorporação no texto de atualização do Plano Nacional, dos estudos desenvolvidos pelos três Grupos de Trabalho do Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas (PBMC). Os mesmos já foram finalizados e encontram-se em fase de consulta pública para a edição da versão final; Inclusão na pauta das discussões setoriais a serem realizadas por meio dos Diálogos Setoriais do FBMC, de dados e informações provenientes de estudos já realizados por especialistas sobre mudanças climáticas; Sugestão de maior convergência do Plano Nacional com os Planos Setoriais, avançando-se com o cumprimento de ações setoriais para efetivação das metas voluntárias previstas para 2020; Abordagem e maior entendimento, durante os diálogos, de questões discutidas na RIO+20 envolvendo o tema das mudanças climáticas e tributação/finanças, tais como impactos no Produto Interno Bruto (PIB) e questões como baixo carbono, ordem financeira, investimento público e taxação do carbono foram abordados; Enfatizada a importância e ampliação, dada pela última gestão federal, do espaço para discutição das questões das mudanças climáticas envolvendo diversos ministérios. Como resultado, obteve-se significativos resultados sobre o nível de desmatamento, proposta voluntária de redução das emissões brasileiras e avanços na questão da energia. Sugestão de que o texto seja operacional e objetivo. Considerando-se a negociação internacional e proposições de um acordo global para Abordada a questão da governança com relação à floresta plantada, enfatizando-se a importância de consideração do setor para a contribuição na redação do Plano; 5 Av. Pedro Calmon, s/nº - Prédio anexo ao Centro de Tecnologia Cidade Universitária - Ilha do Fundão CEP:

6 Destacada a importância dos inventários como base de informações para a discussão de atualização do Plano; Contestação da interelação dos Planos Setoriais com o Plano Nacional, considerando-se importante a junção das respectivas propostas e sugestão de capacitação para os participantes dos diálogos; Sugestão de um maior debate sobre os Planos Setoriais e fortalecimento de suas respectivas ações, tendo em vista as desconexões entre estes e o Plano Nacional; Considerada importante a presença do setor financeiro na discussão para a construção de uma política de desenvolvimento sustentável, inclusive com a participação do Banco Central do Brasil, Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e outras associações nacionais representativas do setor; Indicada a necessidade de discussão e resolução de divergências entre as políticas públicas e legislações, estaduais e federal, no tema das mudanças climáticas; Solicitação de estudos temáticos de energia e mudanças do clima por parte do Ministério de Minas e Energia (MME); Proposta de construção de uma matriz contemplando eixos e atores/governança a serem contemplados no processo, de forma a esclarecer e otimizar a interlocução durante a revisão/atualização do Plano Nacional; Indicada a ausência de abordagem sobre resíduos sólidos urbanos no atual texto Plano Nacional, sendo indicada a criação de um eixo temático de discussão sobre resíduos sólidos e respectiva redução das emissões, considerando-se o mercado brasileiro; Sugestão de construção de um Plano Setorial específico sobre Resíduos Sólidos, considerando-se instrumentos econômicos e indicadores do setor; Enfatizar no novo texto a importância do referencial e benefício econômico associado a ações de redução de emissões do setor energia; Apontada a necessidade de maior consideração da Amazônia e seus biomas no Plano Nacional, sugerindo-se uma política nacional de Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação (REDD), além de considerações sobre mecanismos financeiros, Fundo Amazônia e estudos mais detalhados sobre o desmatamento e queimadas na região; 6 Av. Pedro Calmon, s/nº - Prédio anexo ao Centro de Tecnologia Cidade Universitária - Ilha do Fundão CEP:

7 Inclusão do tema Saúde ambiental, relacionando aspectos sociais, de saúde pública, instrumentos econômicos, mitigação, adaptação e vulnerabilidade dos municípios; Realização de um diagnóstico sobre os programas e ações governamentais em andamento nas diversas áreas que envolvem o tema da mudança do clima, identificando lacunas para uma ação pública mais eficiente, e pontuando-se os objetivos e indicadores. Coube ao FBMC apresentar ao GEx/CIM uma proposta preliminar de texto para atualização, da versão em vigor do PNMC, do item que trata das ações de Educação, Capacitação e Comunicação. Como orientação, a plenária sugeriu que a Secretaria Executiva do FBMC envie comunicado aos seus membros solicitando informação de ações realizas e/ou em curso voltadas para Educação, Capacitação e Comunicação, como forma de auxiliar na elaboração do texto referente ao tema. Ao término das discussões, a plenária convergiu para a decisão de realizar os Diálogos Setoriais através da adoção conjunta das duas propostas de condução dos debates apresentadas: realização de Diálogos por setores representados no FBMC, porém, considerando-se na abordagem destes, os eixos de discussão: Mitigação; Vulnerabilidade, Impactos e Adaptação; Pesquisa e Desenvolvimento; Educação, Capacitação e Comunicação. Atenciosamente, Luiz Pinguelli Rosa Secretário Executivo do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas 7 Av. Pedro Calmon, s/nº - Prédio anexo ao Centro de Tecnologia Cidade Universitária - Ilha do Fundão CEP:

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