Segurança em Eletricidade

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2 Segurança em Eletricidade Os serviços que envolvem eletricidade podem provocar acidentes que, na maioria das vezes, são de natureza grave. Essas atividades são responsáveis por um número elevado de mortes por acidentes de trabalho. Veremos os principais riscos decorrentes de eletricidade e as medidas preventivas que poderão ser aplicadas com a finalidade de conter esses riscos e, consequentemente, evitar acidentes.

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4 Riscos em Eletricidade O principal risco que envolve a eletricidade é o choque elétrico. Esse risco será detalhado em: A Conceito de choque elétrico; B Efeitos no organismo; C Percurso da corrente elétrica no corpo; D Resistência do corpo humano (R); E Tempo de duração.

5 Riscos em Eletricidade A Conceito de Choque Elétrico: O choque elétrico ocorre quando uma corrente elétrica (I) passa pelo corpo humano e a diferença de potencial tensão (V) é capaz de vencer a resistência elétrica desse corpo.

6 Riscos em Eletricidade B Efeito no Organismo Intensidade da Corrente Elétrica: A gravidade dos efeitos (danos) causados pela passagem dessa corrente elétrica no corpo humano dependerá da intensidade dessa corrente (I) e do seu percurso. O quadro a seguir mostra os danos provocados pela passagem da corrente no corpo.

7 Riscos em Eletricidade Intensidade da Corrente ma Efeitos no Organismo 0,4 Não perceptíveis ao corpo humano. 0,5 1,0 Leves sensações e formigamentos. 2,0 9,0 Choques dolorosos sem causas de perda de contração muscular Aumento da tensão sanguínea e de contrações musculares Perturbações no ritmo cardíaco, contrações, parada temporária do coração e asfixia Possível fibrilação ventricular, conforme o tempo de exposição Maior 250 Atuação no sistema nervoso, gerando perturbações no ritmo cardíaco, com possibilidade de paralisação respiratória. Morte imediata, se o acidentado ficar exposto à corrente po, pelo menos, 3 segundos

8 Riscos em Eletricidade Fator importante que influencia na gravidade do choque é o tipo de corrente. Se for uma corrente contínua, por exemplo, sua intensidade deverá ser mais elevada para ser capaz de causar os efeitos citados no quadro anterior. Além disso, outro fator que deve ser considerado é o tempo de duração da circulação da corrente pelo corpo, pois a gravidade do choque poderá ser menor se a passagem da corrente elétrica pelo corpo for interrompida.

9 Riscos em Eletricidade C Percurso da Corrente Elétrica no Corpo: O percurso da corrente elétrica no corpo também constitui importante fator para determinar a gravidade do choque. Assim, uma corrente de intensidade elevada que circule apenas de uma perna a outra pode causar queimaduras, mas não acarreta lesões mais sérias. No entanto, se a mesma intensidade circular de uma braço ao outro da vítima, poderá ocorrer parada cardíaca ou paralisação dos músculos do coração. As figuras a seguir ilustram os diversos percurso da corrente elétrica no corpo.

10 Riscos em Eletricidade Percurso I: Neste percurso, a corrente elétrica circula pelo coração e pelos órgãos responsáveis pela respiração, podendo ser fatal ou provocar lesão grave:

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12 Riscos em Eletricidade Percurso II: Neste percurso, a corrente circula de uma perna a outra, podendo provocar apenas queimaduras locais, sem outras lesões mais sérias. No entanto, pode provocar perturbações dos órgãos abdominais e dos músculos.

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14 Riscos em Eletricidade Percurso III: Neste percurso, a corrente entra por uma das mãos e sai pela outra, percorrendo o tórax. É um dos mais perigosos, podendo ser fatal ou causar lesão grave, dependendo da intensidade da corrente elétrica.

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16 Riscos em Eletricidade D - Resistência do Corpo Humano: A intensidade de corrente que circulará pelo corpo depende muito da resistência deste. O corpo humano possui duas resistências à passagem da corrente elétrica, sendo que a principal delas é a pele. A pele apresenta uma resistência que varia de a ohms quando está seca e não apresenta cortes, sendo que essa variação de valor é em função da sua espessura.

17 Riscos em Eletricidade Entretanto, se a pele estiver úmida (molhada), a resistência pode reduzir drasticamente a 500 ohms. Além da umidade, a espessura da pele, a presença de cortes, o contato com partes mais sensíveis da pele, entre outros fatores, podem contribuir no valor da resistência de contato.

18 Riscos em Eletricidade A segunda resistência oferecida pelo corpo humano é a sua parte interna, constituída de sangue, músculos e demais tecidos. Essa resistência é muito baixa em relação àquela oferecida pela pele ou de contato, medindo normalmente 300 ohms e apresentando um valor máximo de 500 ohms, dependendo do seu percurso no corpo.

19 Riscos em Eletricidade A passagem de corrente elétrica pelo corpo pode ser expresa pela lei de Ohm, conforme equação que se segue: onde: I = Intensidade da corrente em ampère (A) V = Tensão em volts (V) R = Resistência em ohms

20 Riscos em Eletricidade Assim, o contato acidental de um trabalhador em um círculo energizado por uma tensão de 110 volts resultará em: 1) Pele Seca R = ohms = 0,0011 A ou 1,1mA A Circulação dessa intensidade de corrente pelo corpo é imperceptível conforme pode ser visto no quadro a seguir

21 Riscos em Eletricidade Intensidade da Corrente ma Efeitos no Organismo 0,4 Não perceptíveis ao corpo humano. 0,5 1,0 Leves sensações e formigamentos. 2,0 9,0 Choques dolorosos sem causas de perda de contração muscular Aumento da tensão sanguínea e de contrações musculares Perturbações no ritmo cardíaco, contrações, parada temporária do coração e asfixia Possível fibrilação ventricular, conforme o tempo de exposição Maior 250 Atuação no sistema nervoso, gerando perturbações no ritmo cardíaco, com possibilidade de paralisação respiratória. Morte imediata, se o acidentado ficar exposto à corrente po, pelo menos, 3 segundos

22 Riscos em Eletricidade 2) Pele molhada R = ohms = 0,11 A ou 110 ma Conforme pode ser visto no quadro, essa corrente provoca perturbações no ritmo cardíaco com possibilidade de parada respiratória, podendo, portanto ser fatal.

23 Riscos em Eletricidade Intensidade da Corrente ma Efeitos no Organismo 0,4 Não perceptíveis ao corpo humano. 0,5 1,0 Leves sensações e formigamentos. 2,0 9,0 Choques dolorosos sem causas de perda de contração muscular Aumento da tensão sanguínea e de contrações musculares Perturbações no ritmo cardíaco, contrações, parada temporária do coração e asfixia Possível fibrilação ventricular, conforme o tempo de exposição Maior 250 Atuação no sistema nervoso, gerando perturbações no ritmo cardíaco, com possibilidade de paralisação respiratória. Morte imediata, se o acidentado ficar exposto à corrente po, pelo menos, 3 segundos

24 Riscos em Eletricidade E - Tempo de Duração da Passagem da Corrente: Quanto maior for o tempo de exposição à corrente, maior será seu efeito no organismo e maiores serão as consequências do choque. Assim o acidente de maior gravidade normalmente ocorre quando o trabalhador fica preso ao circuito elétrico.

25 Bloqueio de Fontes Energizadas Objetivo: Salvaguardar pessoas da liberação de energia enquanto executam serviços de manutenção em máquinas, equipamentos ou componentes do processo.

26 Bloqueio de Fontes Energizadas. Embasamento Legal: NR 10 em seu item (Procedimento de Entrada) diz: Somente serão consideradas desenergizadas as instalações elétricas liberadas para serviço mediante os procedimentos apropriados obedecida a sequência abaixo:

27 Bloqueio de Fontes Energizadas E1. Seccionamento; E2. Impedimento de reenergização; E3. Constatação de ausência de tensão; E4. Instalação de aterramento temporário com equipotencialização dos condutores dos circuitos; E5. Proteção dos elementos energizados existentes na zona controlada; E6. Instalação da sinalização de impedimento de energização.

28 Bloqueio de Fontes Energizadas Item (Procedimento de Saída): O estado de instalação desenergizado deve ser mantido até a autorização para reenergização, devendo ser reenergizada respeitando a sequência dos procedimentos abaixo:

29 Bloqueio de Fontes Energizadas S1.Retirada de todas as ferramentas, equipamentos e utensílios; S2.Retirada da zona controlada de todos os trabalhadores não envolvidos no processo de energização; S3.Remoção do aterramento temporário da equipotencialização e das proteções adicionais; S4.Remoção da sinalização de impedimento de energização; S5.Destravamento, se houver, e religação dos dispositivos de seccionamento.

30 Bloqueio de Fontes Energizadas Preparação: Identifique a energia envolvida (tipos, fontes e perigos) Identifique os tipos de dispositivos de controle existentes (válvulas, chaves comutadoras, botoeiras, etc)

31 Bloqueio de Fontes Energizadas Comunicação Inicial: Comunicar ao pessoal afetado que o serviço ou manutenção será realizado; Que a máquina ou equipamento será desligado e bloqueado.

32 Bloqueio de Fontes Energizadas Desligamento: Desligue a máquina ou equipamento através de todos os dispositivos existentes, tais como: botoeira de parada, chave liga-desliga, válvula, etc.

33 Bloqueio de Fontes Energizadas Isolamento: Isole todas as fontes de energia da máquina ou equipamento desativando os dispositivos normalmente utilizados: chaves gerais, válvulas mestras, etc

34 Bloqueio de Fontes Energizadas Bloqueio e Identificação: Bloqueie as fontes de energia com dispositivos adequados e afixe a etiqueta devidamente preenchida.

35 Bloqueio de Fontes Energizadas Descarga de Energia Residual ou Re-Acumulada: Carga estática de capacitores; Trechos de tubulações ainda pressurizados; Partes mecânicas móveis; Calor em partes aquecidas.

36 Bloqueio de Fontes Energizadas Verificar o Isolamento: Assegure-se que ninguém esteja exposto ou em contato com o equipamento; ŒVerifique o isolamento do equipamento, operando a botoeira (na posição LIGA) ou outro dispositivo de controle. Utilize instrumentos de medição se necessário.

37 Bloqueio de Fontes Energizadas Restabelecendo Energia: Certifique-se que todas as proteções foram desinstaladas e o equipamento está seguro para voltar a operar; Assegure-se que ninguém esteja em contato com o mesmo; Confirme que os controles ou botoeira estejam na posição DESLIGA ou neutra; Cada autorizado deve retirar seus dispositivos de bloqueio e etiquetas de campo; (Deve ser removido pelo mesmo que o aplicou ) Proceda ao acionamento e efetue testes para garantir que tudo está em perfeito funcionamento.

38 Bloqueio de Fontes Energizadas Bloqueadores para Disjuntores, Interruptores e Plugues:

39 Bloqueio de Fontes de Energias Bloqueio de Disjuntores Monofásicos:

40 Bloqueio de Fontes de Energias Bloqueio de Disjuntores Trifásicos

41 Bloqueio de Fontes de Energias Etiqueta de Identificação:

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