EMENTA: Prova de Função Pulmonar Ventilatória - PFP - Profissional habilitado - Responsabilidade CONSULTA

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "EMENTA: Prova de Função Pulmonar Ventilatória - PFP - Profissional habilitado - Responsabilidade CONSULTA"

Transcrição

1 PARECER Nº 2397/2012 CRM-PR PROCESSO CONSULTA N. º 39/2012 PROTOCOLO N. º21298/2012 ASSUNTO: PROVA DE FUNÇÃO PULMONAR VENTILATÓRIA - PFP PARECERISTA: CONS.ª ROSENI TERESINHA FLORENCIO EMENTA: Prova de Função Pulmonar Ventilatória - PFP - Profissional habilitado - Responsabilidade CONSULTA Em correspondência encaminhada a este Conselho Regional de Medicina o Dr. XXX, Presidente da Sociedade Paranaense de Tisiologia e Doenças Torácicas, formula consulta com o seguinte teor: Visto a Prova de Função Pulmonar Ventilatória ser um exame complementar realizado em boa parte dos consultórios de pneumologia e para sua realização e interpretação haver necessidade de treinamento longo e específico para que o exame reflita verdadeiramente a função pulmonar do paciente, treinamento este adquirido apenas ao longo da residência médica em Pneumologia, Visto a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia ter um programa de Certificação em Espirometria em que somente os médicos especialistas em Pneumologia são capacitados, onde realizam testes de qualificação para a realização e confecção da Prova de Função Pulmonar Ventilatória e seu laudo, recebendo aqueles aprovados um selo de Médico Certificado em Espirometria pela Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (ver o site Visto que realizam os exames em boa parte dos consultórios de Pneumologia realizam um treinamento em centros qualificados e certificados pela SBPT além de necessitarem fazer uma prova de qualificação, recebendo somente aqueles aprovados, um Certificado de Técnico em Espirometria emitido pela Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (ver o site

2 Estas atitudes mostram a seriedade com que a Sociedade Brasileira de Pneumologia encara a Prova de Função Pulmonar e as dificuldades envolvidas na sua realização e interpretação, naquele que é o principal exame complementar da especialidade. Considerando que quaisquer exames complementares verdadeiramente informativos devem ser realizados e ter seus laudos confeccionados apenas por profissionais capacitados para isso fazendo com que o grau de confiança no exame seja o maior possível, Considerando que para o médico solicitante ou para o paciente ao qual o exame diz respeito qualquer exame deva ser feito e seu laudo confeccionado por um médico especializado naquela área, pois é inadmissível uma radiografia, tomografia, eletroencefalografía, teste de exercício, cintilografia e qualquer outro exame complementar, mesmo um exame laboratorial rotineiro como um hemograma ou glicemia, sejam laudados por profissionais não capacitados para isso. Isto posto, a SPTDT representado os Pneumologistas do Paraná, vem solicitar a este douto Conselho, novo parecer sobre quem de direito tem a capacidade técnica médica de realizar e confeccionar laudos de um exame altamente especializado, como é a Prova de Função Pulmonar Ventilatória visto que em outras especialidades todos os exames mais sofisticados apenas podem ser realizados e seus laudos confeccionados por médicos adequadamente treinados e da especialidade. Por isso, pedimos parecer deste douto Conselho às questões abaixo: 1. É a Prova de Função Pulmonar Ventilatória um exame complementar? 2. Em sendo um exame complementar, há necessidade de que esse exame após sua realização, receba um laudo? 3. Para a realização desse exame complementar existem critérios técnicos internacionalmente aceitos, sempre longamente discutidos, estudados e treinados por médicos pneumologistas em seu treinamento para a especialidade? 4. Para a confecção do laudo desse exame complementar existem critérios técnicos internacionalmente aceitos, que são de conhecimento exclusivos de médicos pneumologistas e dos técnicos treinados, adquiridos em seu treinamento para a especialidade? 5. Considerando as respostas às questões acima, está apto um médico não pneumologista a realizar, sem o melhor conhecimento técnico especializado e sem a melhor técnica, a Prova de Função Pulmonar Ventilatória? 6. Considerando as respostas às questões 1 a 4 acima, está apto um médico não pneumologista a confeccionar, sem o melhor conhecimento técnico

3 especializado e sem o melhor conhecimento das doenças respiratórias, o laudo da Prova de Função Pulmonar Ventilatória? 7. A legislação exige que as empresas com atividade econômica industrial de risco para o desenvolvimento de doenças respiratórias em seus funcionários realizem periodicamente a Prova de Função Pulmonar Ventilatória ou a Espirometria. Em muitas dessas empresas existem equipamentos de função pulmonar e médicos do trabalho ou seus prepostos que realizam a Prova de Função Pulmonar ou Espirometrias na própria empresa, sem qualificação técnica adequada. Sabendo que esses profissionais detém conhecimento especializado em sua área de atuação (Medicina do Trabalho) e pouco na área de especialização da Pneumologia e menos ainda na área de atuação da função pulmonar, que demanda grande conhecimento e treinamento técnico, comete infração ética o médico não pneumologistas que realiza exames e confecciona laudos da Prova de Função Pulmonar Ventilatória ou Espirometria, sem o conhecimento adequado obtido durante o treinamento para a especialidade de Pneumologia? 8. Em sendo a Prova de Função Pulmonar ou Espirometria um exame médico complementar que demanda conhecimento especializado pode seu laudo ser confeccionado por outros profissionais que não médicos 9. Comete infração ética o médico não especialista em Pneumologia que, sabedor das dificuldades de realização e interpretação adequadas do exame, mesmo assim realiza ou aceita tais exames, principalmente quando realizados e laudados por outros profissionais que não da medicina, coisa comumente vista nos consultórios de Pneumologia, quando os funcionários de empresas trazem espirometrias realizadas em seus ambulatórios de modo inadequado ou com laudos de profissionais não médicos? 10. Em sendo um exame médico complementar que necessita de conhecimentos específicos a respeito de sua realização e de sua interpretação, pode seu laudo ser confeccionado por outros profissionais médicos que não detenham o conhecimento específico para sua realização e interpretação? 11. Comete infração ética o médico detentor de cargo diretivo em empresas operadoras de saúde ou cooperativa médica, que aceita que tal exame complementar seja feito ou laudado por médico não especialista ou por outro profissional não médico, visto a complexidade de sua realização e interpretação? 12. De acordo com os protocolos de tratamento de algumas doenças respiratórias como asma persistente moderada a severa, doença pulmonar obstrutiva crônica ou doenças pulmonares intersticiais, há necessidade para acompanhamento através da espirometria da evolução da doença, da resposta aos tratamentos, fazendo

4 com esse exame precise ser feito com freqüência, muitas vezes trimestral. Comete infração ética o médico detentor de cargo diretivo em empresas operadoras de saúde ou cooperativas médicas, que glosa o pedido ou o pagamento, mesmo existindo a indicação médica formal para isso? FUNDAMENTAÇÃO E PARECER Espirometria é a medida do ar que entra e sai dos pulmões, a cada movimento respiratório. A palavra espirometria vem do latim spirare, que significa respirar, associada a metrum, que significa medida. A espirometria difere de muitos outros exames, principalmente porque, para a sua realização, é necessária a compreensão e colaboração do paciente em todas as manobras respiratórias; o equipamento utilizado, espirômetro, deve estar calibrado e ser acurado, além de necessitar de profissional técnico treinado. Tudo isso, para se obter um exame adequado. Os valores considerados normais diferem de país para país, levando-se em consideração o biótipo dos indivíduos de cada região. A própria interpretação do exame deve estar em sintonia com os dados clínicos e epidemiológicos. Estudos realizados em países avançados demonstram que 70 a 90% dos testes espirométricos não preenchem os critérios técnicos estabelecidos a um exame adequado. Não dispomos de estudos específicos a essa análise no Brasil, mas tudo indica que a qualidade em geral não é adequada. Exames não válidos podem ser detectados ao avaliar os gráficos, valores numéricos e laudos dos testes. A maioria dos laboratórios de função pulmonar não dispõe de técnicos treinados e certificados pela Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia e muitos laudos são assinados médicos não especialistas e que não detém conhecimento específico para a realização e interpretação do exame, ou até mesmo por profissional não médico. Os espirômetros estão inclusos em duas categorias: deslocamento de volume e sensores de fluxo. Os com sensores de fluxo são computadorizados ou têm um microprocessador, permitindo a realização de muitos testes de forma mais rápida. O Espirômetro deve ter acurácia, facilidade de operação, recursos de software, armazenamento de dados, valores de referência e atualização do mesmo, assistência técnica e manutenção. Os testes de função pulmonar, especialmente a espirometria, são indicados para o diagnóstico e monitorização de diversas condições de distúrbio respiratório e nas doenças respiratórias. Ele é de grande auxílio na avaliação da incapacidade laborativa. O diagnóstico de doenças tais como a Doença Pulmonar Obstrutiva crônica (DPOC), Asma Brônquica, Doença Pulmonar Intersticial, doenças respiratórias restritivas em

5 geral, avaliação pré-operatória em cirurgia do tórax e em pacientes portadores de doenças respiratórias, entre muitas outras, não pode ser avaliado plenamente sem a realização da Espirometria. O seguimento dessas mesmas doenças impõe a repetição periódica do exame. Na interpretação do exame, muitos fatores epidemiológicos, individuais e de co-morbidades são levados em consideração para a fiel análise do mesmo. Os valores obtidos são comparados a outros valores - parâmetros de normalidade - obtidos em estudos epidemiológicos e validados dentro de rigorosos critérios científicos. A espirometria também é utilizada como exame de triagem de doenças obstrutivas, em grupos de risco, tais como para os fumantes, para a detecção precoce de DPOC. Fumantes ou ex-fumantes com mais de 45 anos de idade, ou fumantes sintomáticos devem ser considerados para realizar Espirometria. Em pacientes com sibilância ou sensação de aperto no peito, ou ainda nos portadores de tosse crônica, a Espirometria está indicada para avaliar o diagnóstico de Asma. O exame permite caracterizar o distúrbio respiratório como do tipo obstrutivo, restritivo, distúrbio obstrutivo, com capacidade vital reduzida, misto ou combinado e inespecífico. Na DPOC, o volume expiratório forçado no primeiro segundo (VEF1) é o parâmetro espirométrico essencial a ser seguido, para documentar a história natural da doença, sendo o melhor indicador prognóstico. A repetição anual, fora de períodos de exacerbação, permite avaliar o declínio funcional. Deve-se considerar os valores obtidos após o uso de broncodilatador inalado (prova broncodilatadora). Convém ainda repetir o exame após algumas intervenções, tais como cursos de corticóides, para avaliar possível componente de reversibilidade de broncoespasmo devido ao componente inflamatório. A história natural de muitas doenças respiratórias pode ser avaliada por medidas funcionais ventilatórias seriadas. Pacientes com Silicose, Asbestose, outras Doenças respiratórias ocupacionais, Fibrose pulmonar, entre outras, podem permanecer estáveis ao longo dos anos ou ter rápido declínio funcional. Isso precisa estar sendo atentamente acompanhado. A forma adequada para esse seguimento é através da Espirometria. À análise do espirométrico, deve-se considerar as curvas de respiração obtidas, dentro dos critérios estabelecidos para tal. Ela deve respeitar ainda os critérios de reprodutibilidade. Deve então constar no laudo comentários sobre o preenchimento (ou não) dos critérios de aceitação e reprodutibilidade. Todos os pacientes com obstrução ao fluxo aéreo devem repetir o teste após o uso de broncodilatador. Em indivíduos assintomáticos submetidos a check-up, se a espirometria inicial é normal, não há indicação para o uso de broncodilatador inalado, seguido de novo exame.

6 Em pacientes com suspeita clínica de Asma Brônquica, cuja Prova funcional respiratória esteja normal, há indicação de realizar o Teste de broncoprovocação. Os distúrbios ventilatórios são classificados como de grau leve, moderado ou acentuado. O exame espirométrico não é totalmente isento de riscos ao paciente ou trabalhador que a ele esteja sendo submetido. Pode ocorrer ruptura de bolhas pulmonares, descompensação de Insuficiência cardíaca, taquiarritmias quando da utilização dos broncodilatadores (na prova broncodilatadora), além de outras reações. Portanto, é necessária a presença do médico durante a realização do exame, ou pelo menos a sua supervisão. Não vamos entrar no mérito de quem seria o profissional ideal para acompanhar o paciente na realização do teste espirométrico: é claro que é o médico, embora a Sociedade de Pneumologia tenha instituído o curso de Técnico em Espirometria; mesmo assim, não é admissível que o médico não esteja supervisionando diretamente essa fase do exame e seja o único responsável pela análise do exame em si e a interpretação do resultado, assim como pela emissão do laudo desse exame. A literatura médica especializada em Pneumologia, nacional e internacional, dispõe de grande número de estudos científicos e diretrizes, que norteiam amplamente as informações e orientações sobre os Testes de função pulmonar, aqui especialmente focado na Espirometria, diante dos questionamentos feitos pelo Consulente, e que resumidamente apresentei alguns aspectos para embasar esse Parecer. A Lei n.º 3268/1957 dispõe sobre os Conselhos de Medicina; ela cita no Artigo 17: Os médicos só poderão exercer legalmente a medicina, em qualquer de seus ramos ou especialidades, após o prévio registro de seus títulos, diplomas, certificados ou cartas no Ministério da Educação e Cultura e de sua inscrição no Conselho Regional de Medicina, sob cuja jurisdição se achar o local de sua atividade. Isso que significa que os pré requisitos para o exercício da Medicina em seus ramos ou especialidade são apenas o diploma registrado no MEC e a inscrição no Conselho Regional de Fiscalização Profissional. O Código de Ética Médica (CEM), aprovado pela Resolução do CFM n.º 1931/2009, no Capítulo I - Princípios fundamentais cita: I - A Medicina é uma profissão a serviço da saúde do ser humano e da coletividade e será exercida sem discriminação de nenhuma natureza. II - O alvo de toda a atenção do médico é a saúde do ser humano, em benefício da qual deverá agir com o máximo de zelo e o melhor de sua capacidade profissional. IV - Ao médico cabe zelar e trabalhar pelo perfeito desempenho ético da Medicina, bem como pelo prestígio e bom conceito da profissão.

7 V - Compete ao médico aprimorar continuamente seus conhecimentos e usar o melhor do progresso científico em benefício do paciente. VII - O médico exercerá sua profissão com autonomia, não sendo obrigado a prestar serviços que contrariem os ditames de sua consciência ou a quem não deseje, excetuadas as situações de ausência de outro médico, em caso de urgência ou emergência, ou quando sua recusa possa trazer danos à saúde do paciente. VIII - O médico não pode, em nenhuma circunstância ou sob nenhum pretexto, renunciar à sua liberdade profissional, nem permitir quaisquer restrições ou imposições que possam prejudicar a eficiência e a correção de seu trabalho. IX - A Medicina não pode, em nenhuma circunstância ou forma, ser exercida como comércio. X - O trabalho do médico não pode ser explorado por terceiros com objetivos de lucro, finalidade política ou religiosa. XI - O médico guardará sigilo a respeito das informações de que detenha conhecimento no desempenho de suas funções, com exceção dos casos previstos em lei. XII - O médico empenhar-se-á pela melhor adequação do trabalho ao ser humano, pela eliminação e pelo controle dos riscos à saúde inerentes às atividades laborais. XVI - Nenhuma disposição estatutária ou regimental de hospital ou de instituição, pública ou privada, limitará a escolha, pelo médico, dos meios cientificamente reconhecidos a serem praticados para o estabelecimento do diagnóstico e da execução do tratamento, salvo quando em benefício do paciente. XVII - As relações do médico com os demais profissionais devem basear-se no respeito mútuo, na liberdade e na independência de cada um, buscando sempre o interesse e o bem-estar do paciente. XVIII - O médico terá, para com os colegas, respeito, consideração e solidariedade, sem se eximir de denunciar atos que contrariem os postulados éticos. XIX - O médico se responsabilizará, em caráter pessoal e nunca presumido, pelos seus atos profissionais, resultantes de relação particular de confiança e executados com diligência, competência e prudência. Destaco ainda, desse mesmo CEM, no Capítulo III - Responsabilidade profissional - É vedado ao médico: Art. 1º Causar dano ao paciente, por ação ou omissão, caracterizável como imperícia, imprudência ou negligência.

8 Parágrafo único. A responsabilidade médica é sempre pessoal e não pode ser presumida. Art. 2º Delegar a outros profissionais atos ou atribuições exclusivos da profissão médica. Art. 4º Deixar de assumir a responsabilidade de qualquer ato profissional que tenha praticado ou indicado, ainda que solicitado ou consentido pelo paciente ou por seu representante legal. Art. 5º Assumir responsabilidade por ato médico que não praticou ou do qual não participou. Vejamos também algumas normas e dados contidos em Resoluções e Pareceres já emitidos pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e pelo Conselho Regional de Medicina do Paraná (CRMPR). Na Resolução do Conselho Federal de Medicina nº 813/77 ficou determinado que: 1 - Os resultados das análises pesquisas clínicas na área de Patologia Clínica, Citologia, Anatonomia Patológica, Imuno-Hematologia, Radiologia, Radio-Isotopologia, Hemoterapia e Fisioterapia sejam fornecidos sob a forma de laudos médicos firmado pelo médico responsável pela sua execução. 2 - Estes laudos devem conter, quando indicado, uma parte expositiva e outra conclusiva. 3 - O laudo médico fornecido é de exclusiva competência e responsabilidade do médico responsável pela sua execução. Já, na Resolução do CFM nº 1614/2001, que versa sobre Auditoria médica, contém em alguns dos seus Artigos normas de conduta para os médicos auditor e assistente. No Artigo 6º diz: O médico, na função de auditor, se obriga a manter o sigilo profissional, devendo, sempre que necessário, comunicar a quem de direito e por escrito suas observações, conclusões e recomendações, sendo-lhe vedado realizar anotações no prontuário do paciente. No Parágrafo 3º do mesmo Artigo, cita: Poderá o médico na função de auditor solicitar por escrito, ao médico assistente, os esclarecimentos necessários ao exercício de suas atividades. Do mesmo Artigo 6º, no Parágrafo 4º consta: Concluindo haver indícios de ilícito ético, o médico, na função de auditor, obriga-se a comunicá-los ao Conselho Regional de Medicina. Da mesma Resolução, no Artigo 7º diz: O médico, na função de auditor, tem o direito de acessar, in loco, toda a documentação necessária, sendo-lhe vedada a retirada dos

9 prontuários ou cópias da instituição, podendo, se necessário, examinar o paciente, desde que devidamente autorizado pelo mesmo, quando possível, ou por seu representante legal. Parágrafo 1º - Havendo identificação de indícios de irregularidades no atendimento do paciente, cuja comprovação necessite de análise do prontuário médico, é permitida a retirada de cópias exclusivamente para fins de instrução da auditoria. Parágrafo 2º - O médico assistente deve ser antecipadamente cientificado quando da necessidade do exame do paciente, sendo-lhe facultado estar presente durante o exame. Parágrafo 3º - O médico, na função de auditor, só poderá acompanhar procedimentos no paciente com autorização do mesmo, ou representante legal e/ou do seu médico assistente. E finalmente, da mesma Resolução, no Artigo 8º consta: É vedado ao médico, na função de auditor, autorizar, vetar, bem como modificar, procedimentos propedêuticos e/ou terapêuticos solicitados, salvo em situação de indiscutível conveniência para o paciente, devendo, neste caso, fundamentar e comunicar por escrito o fato ao médico assistente. Outra Resolução do CFM n.º 1634/2002 dispõe sobre convênio de reconhecimento de especialidades médicas firmado entre o Conselho Federal de Medicina-CFM, a Associação Médica Brasileira AMB e a Comissão Nacional de Residência Médica - CNRM. Considerando os avanços científicos e tecnológicos no campo de trabalho médico, com tendência a determinar o surgimento contínuo de especialidades, bem como que o Conselho Federal de Medicina, a Associação Médica Brasileira, e a Comissão Nacional de Residência Médica são organismos voltados para o aperfeiçoamento técnico e desempenho ético dos que se dedicam à medicina no Brasil, decidiram adotar condutas comuns relativas à criação e reconhecimento de especialidades médicas no país. O conhecimento e práticas médicas dentro de determinadas especialidades representam segmentos a elas relacionados, constituindo áreas de atuação caracterizadas por conhecimentos verticais mais específicos, como é o caso dos Testes de função pulmonar. Essa resolução também considerou a necessidade da constante atualização das informações nas mais específicas áreas da Medicina. O Parecer n.º 1414/2002-CRM-PR, Consulta N.º 34/01, emitido pelo Conselheiro Gerson Zafalon Martins, sobre EXAME COMPLEMENTAR - NECESSIDADE DE ESPECIALIZAÇÃO NA ÁREA EMISSÃO DE LAUDO, ele comenta: Então, à vista do Código de Ética Médica, torna-se recomendável que o especialista aplique e interprete os exames, mas não pode e não deve tomar como prerrogativa absoluta no vasto território universal da Medicina.

10 E continua:... consideramos recomendável a prática do exame pelo médico especialista, mas sem vedação de direitos ao não-especialista. Finalmente, se o médico nãoespecialista assumir tal prática, terá também maior responsabilidade, ética e civil, caso haja falha na feitura ou interpretação do exame realizado. No Parecer CRM-PR n 125/06, emitido por essa própria Conselheira, sobre Exame de Espirometria/profissional técnico, ela cita na ementa: EMENTA: Exame de Espirometria envolve inúmeras particularidades em sua realização e interpretação. É exame diagnóstico, ato exclusivo do médico. Na resposta aos quesitos feitos pela Consulente, ela comenta:... o exame de Espirometria deve ser feito pelo médico, podendo ser realizado por profissional técnico treinado, de preferência com Curso de Treinamento em Laboratório de Função Pulmonar, reconhecido pela Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia e aprovação após realização de prova específica. No entanto, o laudo do exame sempre deve ser dado pelo médico, de preferência pelo médico com especialização em Pneumologia. O exame que não seja realizado nas condições acima, não tem valor na avaliação médica. E prossegue: Todos estão sujeitos à infração ética, no caso de participar, de qualquer forma, nesse sistema de realização de exames, sem a participação do médico; tendo em vista que os meios de diagnóstico e tratamento são atividades exclusivas do médico, não podendo ser delegadas a outros profissionais. Em outro Parecer, também emitido pela Conselheira que emite esse atual Parecer, de nº 2107/2009 CRM-PR, sobre ESPECIALIDADE MÉDICA E MEDICINA DO TRABALHO, há a seguinte ementa: EMENTA: Realização de Espirometria por médico do trabalho, para avaliação ocupacional em empresas, com emissão de laudo, visando agilidade e redução de custos. Conclui-se que esse exame é recomendável que seja realizado e interpretado por especialista em Pneumologia; no entanto, por força da Lei que regulamenta a profissão médica, não é vedada a sua realização e interpretação pelo médico não especialista em Pneumologia. É citado no texto do parecer: No entanto, quando analisamos os aspectos éticos, entendemos que o médico deve agir sempre com o melhor da sua capacidade profissional e com o melhor do progresso científico sempre a favor do paciente ou indivíduo. É importante que o médico não realize procedimentos diagnósticos e/ou terapêuticos para os quais não se sinta plenamente habilitado. Entendo que é o especialista em Pneumologia o profissional que detém o melhor conhecimento da fisiologia respiratória e da fisiopatologia das doenças que acometem o

11 sistema respiratório e que por isso reúne a s melhores condições para realizar, analisar e interpretar esse exame. Ainda, seria oportuno lembrar que o médico não pode anunciar especialidade da qual não tenha registro no Conselho de Medicina. Consta na Conclusão do Parecer: Dessa forma, entendo que é recomendável a realização, interpretação e a emissão do resultado da Espirometria pelo médico especialista na área de Pneumologia, não sendo possível vedar a realização pelo médico não especialista nessa área. Ao assumir tal prática, o médico não especialista precisa entender que ele assume uma responsabilidade a maior ética, civil e penal dessa atitude, no caso de haverem equívocos ou falhas na feitura e/ou interpretação do exame. Importante salientar que acima de tudo, devemos considerar, em primeiro lugar, o bem do paciente e do trabalhador. Feitas todas essas considerações, responderemos a seguir cada uma das questões levantadas pelo Consulente: 1. É a Prova de Função Pulmonar Ventilatória um exame complementar? RESPOSTA: Sim, é um exame médico complementar. Tem código próprio na Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM). 2. Em sendo um exame complementar, há necessidade de que esse exame após sua realização, receba um laudo? RESPOSTA: Todo exame médico complementar deve ser cuidadosamente analisado e receber um Relatório ou Descrição, seguido de uma Conclusão, caracterizando um laudo de exame médico e conforme determina a Resolução do CFM nº 813/77, cujo teor podemos transpor para a Espirometria. 3. Para a realização desse exame complementar existem critérios técnicos internacionalmente aceitos, sempre longamente discutidos, estudados e treinados por médicos pneumologistas em seu treinamento para a especialidade? RESPOSTA: Devido às características inerentes ao exame de Espirometria, existem Diretrizes nacionais e internacionais que norteiam os critérios técnicos desse exame, sendo que esses critérios são periodicamente atualizados, sempre que os estudos científicos identifiquem essa necessidade. No Brasil, a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia elaborou e publicou as Diretrizes para Testes de Função Pulmonar, em 2002, vigente até a presente data. Portanto, os médicos envolvidos na realização e análise dos resultados obtidos precisam estar sempre atualizados, conforme determina o CEM acima citado, nas considerações.

12 4. Para a confecção do laudo desse exame complementar existem critérios técnicos internacionalmente aceitos, que são de conhecimento exclusivo de médicos pneumologistas e dos técnicos treinados, adquiridos em seu treinamento para a especialidade? RESPOSTA: Como respondido acima, e não desvinculando a realização do exame da análise do seu resultado, torna claro que o profissional médico e técnico que participe da feitura da Espirometria precisa estar constantemente atualizado acerca dos critérios que o norteiam. Sabemos que o médico especialista em Pneumologia é o que deverá deter o maior grau de conhecimento na área específica, daí o fato de ser considerado especialista ; no entanto, do ponto de vista da legislação, vide a Lei n.º 3268/57, e do Conselho Federal de Medicina, mesmo o médico não especialista em Pneumologia tem o direito de realizar não só a Espirometria, bem como qualquer outro ato médico. Ressalte-se que o médico é total e exclusivamente responsável por todos os atos médicos que pratica. Observe-se o contido no CEM sobre a responsabilidade profissional. 5. Considerando as respostas às questões acima, está apto um médico não pneumologista a realizar, sem o melhor conhecimento técnico especializado e sem a melhor técnica, a Prova de Função Pulmonar Ventilatória? RESPOSTA: Levando-se em conta o já acima respondido, afirmamos que o médico não especialista em Pneumologia tem o direito de realizar o exame; porém se ele está apto para tal ato ou não, dependerá de sua capacitação técnica e constante atualização, seja especialista ou não na área. Analisando do ponto de vista do que seria mais provável, tudo indica que é o médico pneumologista o mais capacitado, preparado e que detém o melhor conhecimento técnico e a experiência para a realização da Espirometria, bem como tem maior facilidade de estar constantemente atualizado na área, para interpretar o resultado do exame com maior fidedignidade. É muito importante o médico observar as normas estabelecidas pelo Código de Ética Médica, principalmente as contidas nos Princípios Fundamentais, comentadas nesse Parecer. 6. Considerando as respostas às questões 1 a 4 acima, está apto um médico não pneumologista a confeccionar, sem o melhor conhecimento técnico especializado e sem o melhor conhecimento das doenças respiratórias, o laudo da Prova de Função Pulmonar Ventilatória? RESPOSTA: Conforme já respondido acima, para que o médico não pneumologista realize, analise, interprete e forneça o resultado da Espirometria ele necessita estar tecnicamente

13 preparado para isso, bem como constantemente atualizado. Lembremos que esse conceito é válido para o médico que detém o título de especialista também. Estendendo esse conceito, ele é válido para a realização de todos os exames complementares na Medicina e para todos os médicos, sejam eles especialistas em alguma área ou não. 7. A legislação exige que as empresas com atividade econômica industrial de risco para o desenvolvimento de doenças respiratórias em seus funcionários realizem periodicamente a Prova de Função Pulmonar Ventilatória ou a Espirometria. Em muitas dessas empresas existem equipamentos de função pulmonar e médicos do trabalho ou seus prepostos que realizam a Prova de Função Pulmonar ou Espirometrias na própria empresa, sem qualificação técnica adequada. Sabendo que esses profissionais detém conhecimento especializado em sua área de atuação (Medicina do Trabalho) e pouco na área de especialização da Pneumologia e menos ainda na área de atuação da função pulmonar, que demanda grande conhecimento e treinamento técnico, comete infração ética o médico não pneumologistas que realiza exames e confecciona laudos da Prova de Função Pulmonar Ventilatória ou Espirometria, sem o conhecimento adequado obtido durante o treinamento para a especialidade de Pneumologia? RESPOSTA: O médico não comete infração ética ao realizar qualquer ato médico. Ele comete infração ética se ao realizar esse ato médico, ele o fizer com imperícia, imprudência ou negligência, conforme determina o Código de Ética Médica. Se o médico não tem conhecimento técnico adequado para a realização da Espirometria, bem como para a realização de qualquer outro exame complementar na Medicina, não deverá fazê-lo, sob o risco de cometer infração ética, e ainda, civil ou até mesmo na esfera criminal. Considere-se ainda que o médico não deve produzir, com o seu ato profissional, agravo à saúde da pessoa. 8. Em sendo a Prova de Função Pulmonar ou Espirometria um exame médico complementar que demanda conhecimento especializado pode seu laudo ser confeccionado por outros profissionais que não médicos. RESPOSTA: Não. Analisar o exame de Espirometria e fornecer um laudo é ato exclusivo do médico, não devendo, portanto, ser realizado por profissional não médico. Vale lembrar que o médico não pode delegar a outros profissionais atos ou atribuições exclusivos da profissão médica, conforme determina o CEM. 9. Comete infração ética o médico não especialista em Pneumologia que, sabedor das dificuldades de realização e interpretação adequadas do exame, mesmo assim realiza ou

14 aceita tais exames, principalmente quando realizados e laudados por outros profissionais que não da medicina, coisa comumente vista nos consultórios de Pneumologia, quando os funcionários de empresas trazem espirometrias realizadas em seus ambulatórios de modo inadequado ou com laudos de profissionais não médicos? RESPOSTA: Essa questão já foi contemplada nas respostas aos itens 4 a 8 acima. 10. Em sendo um exame médico complementar que necessita de conhecimentos específicos a respeito de sua realização e de sua interpretação, pode seu laudo ser confeccionado por outros profissionais médicos que não detenham o conhecimento específico para sua realização e interpretação? RESPOSTA: Conforme já respondido em outras questões acima, o médico, seja especialista ou não na área, toma para si toda a responsabilidade sobre os atos médicos que realiza, sob pena de cometer infração ética. Claro fica que não é recomendado ao médico realizar ato médico para o qual não esteja devidamente preparado, tanto em relação ao conhecimento técnico, quanto em relação à experiência suficiente na feitura, análise e interpretação do exame. 11. Comete infração ética o médico detentor de cargo diretivo em empresas operadoras de saúde ou cooperativa médica, que aceita que tal exame complementar seja feito ou laudado por médico não especialista ou por outro profissional não médico, visto a complexidade de sua realização e interpretação? RESPOSTA: Não há como afirmar tal fato, considerando que a legislação permite que o médico realize qualquer ato médico, ao término do curso de Medicina, tendo registro do Ministério da Educação e Cultura (MEC) e no Conselho Regional de Medicina. No entanto, se a referida operadora de saúde ou mesmo cooperativa médica tiver regras administrativas para que somente o médico especialista realize atos dentro de cada especialidade médica, ela assim determinará, mas, como disse, seguindo regras administrativas. No entanto, quanto ao fato de o exame de Espirometria ser interpretado e laudado por profissional não médico, isso poderá gerar infração ética ao Diretor Técnico da Instituição. 12. De acordo com os protocolos de tratamento de algumas doenças respiratórias como asma persistente moderada a severa, doença pulmonar obstrutiva crônica ou doenças pulmonares intersticiais, há necessidade para acompanhamento através da espirometria da evolução da doença, da resposta aos tratamentos, fazendo com esse exame precise ser feito com freqüência, muitas vezes trimestral. Comete infração ética o médico detentor de cargo diretivo em empresas operadoras de saúde ou cooperativas médicas, que glosa o pedido ou o pagamento, mesmo existindo a indicação médica formal para isso?

15 RESPOSTA: A solicitação, indicação, periodicidade, justificativa de sua necessidade e análise dos exames complementares, junto à evolução clínica do paciente são atos exclusivos do médico que assiste o paciente, não cabendo a outros profissionais o direito de interferir nessas decisões. Ressalte-se que as Diretrizes disponíveis pelas sociedades de especialidades têm o objetivo, como o próprio nome diz, de orientar os médicos quanto à melhor conduta a ser tomada, diante das doenças para o diagnóstico, evolução, tratamento e prognóstico. Isso tudo, aliado à análise individual do paciente e suas características próprias. Portanto, o médico tem o direito de fazer essas solicitações dos exames de espirometria, buscando justificar devidamente a sua indicação, quando necessário for, sempre visando o melhor para o paciente. Ao Diretor Técnico da Instituição, geralmente designando ao médico auditor a função de emitir parecer favorável ou desfavorável à realização dos exames, não cabe interferir na conduta do médico, incorrendo no risco de infração ética, salvo se a indicação do médico assistente estiver desprovida de fundamento técnico-científico e justificativa para tal, conforme Resolução já citada sobre Auditoria Médica. Importante salientar que casos concretos deverão ser encaminhados ao Conselho de Medicina, para a devida avaliação. É o parecer, s. m. j. Curitiba, 03 de dezembro de Cons.ª ROSENI TERESINHA FLORENCIO Parecerista Aprovado em Sessão Plenária n.º 3154 de 03/12/2012 CÂM IV.

Tema: Perícia Médica do Instituto Nacional do Seguro Social

Tema: Perícia Médica do Instituto Nacional do Seguro Social Novo Código de Ética Médico e Saúde do Trabalhador Tema: Perícia Médica do Instituto Nacional do Seguro Social Realização: DIESAT Apoio: Fundacentro São Paulo, 22 jun 2010 Os dilemas, os sensos, os consensos,

Leia mais

PARECER CREMEC N.º 06/2014 14/03/2014

PARECER CREMEC N.º 06/2014 14/03/2014 PARECER CREMEC N.º 06/2014 14/03/2014 PROCESSO-CONSULTA PROTOCOLO CREMEC Nº 6566/08 ASSUNTO: RESPONSABILIDADE MÉDICA PARECERISTA: CÂMARA TÉCNICA DE AUDITORIA DO CREMEC EMENTA O ato médico é responsabilidade

Leia mais

Novo Código de Ética Médica e a Saúde dos Trabalhadores: o que mudou?

Novo Código de Ética Médica e a Saúde dos Trabalhadores: o que mudou? CÓDIGO DE ÉTICA Novo Código de Ética Médica e a Saúde dos Trabalhadores: o que mudou? Ruth Virgolino Chefe da DIPOC/DIRSAT/INSS CÓDIGO DE ÉTICA NOVO CÓDIGO DE ÉTICA E A PERÍCIA MÉDICA DO INSS Código de

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DO PARANÁ

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DO PARANÁ PARECER Nº 2488/2015 ASSUNTO: CONVÊNIO DETERMINA FIM DE INTERNAÇÃO DE PACIENTE PSIQUIÁTRICO SEM CONDIÇÕES DE ALTA PARECERISTA: CONS. DR. MARCO ANTONIO S. M. RIBEIRO BESSA EMENTA: Prazo de Internação de

Leia mais

FABIANA PRADO DOS SANTOS NOGUEIRA CONSELHEIRA CRMMG DELEGADA REGIONAL UBERABA

FABIANA PRADO DOS SANTOS NOGUEIRA CONSELHEIRA CRMMG DELEGADA REGIONAL UBERABA FABIANA PRADO DOS SANTOS NOGUEIRA CONSELHEIRA CRMMG DELEGADA REGIONAL UBERABA FABIANA PRADO DOS SANTOS NOGUEIRA CONSELHEIRA CRMMG DELEGADA REGIONAL UBERABA Conjunto de normas que definem os aspectos da

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DE MATO GROSSO

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DE MATO GROSSO 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 PARECER CONSULTA CRM-MT Nº 33/2011 INTERESSADA: Dra V. da C. R. F. Perita Médica Precidenciária/SST/MOB

Leia mais

ASSUNTO: Peculiaridades do transporte de pacientes pelo SAMU 192. RELATOR: Cons. Luiz Augusto Rogério Vasconcellos

ASSUNTO: Peculiaridades do transporte de pacientes pelo SAMU 192. RELATOR: Cons. Luiz Augusto Rogério Vasconcellos EXPEDIENTE CONSULTA N.º 209.644/11 PARECER CREMEB Nº 21/13 (Aprovado em Sessão Plenária de 21/05/2013) ASSUNTO: Peculiaridades do transporte de pacientes pelo SAMU 192. RELATOR: Cons. Luiz Augusto Rogério

Leia mais

EMENTA: Cobrança de exame realizado em consulta médica Oximetria não invasiva e Medida do Pico de Fluxo Expiratório. CONSULTA

EMENTA: Cobrança de exame realizado em consulta médica Oximetria não invasiva e Medida do Pico de Fluxo Expiratório. CONSULTA PARECER Nº 2405/2013 CRM-PR PROCESSO CONSULTA N.º 38/2012 PROTOCOLO N. º 21296/2012 ASSUNTO: COBRANÇA DE EXAME REALIZADO EM CONSULTA MÉDICA PARECERISTA: CONS.ª ROSENI TERESINHA FLORENCIO EMENTA: Cobrança

Leia mais

Dr. Lueiz Amorim Canêdo DIRETOR DE AUDITORIA MÉDICA

Dr. Lueiz Amorim Canêdo DIRETOR DE AUDITORIA MÉDICA Dr. Lueiz Amorim Canêdo DIRETOR DE AUDITORIA MÉDICA DIRETORIA DE AUDITORIA Art. 52 A Diretoria de Auditoria Médica compete, entre outras, as seguintes atribuições: I coordenar as ações do departamento

Leia mais

Qd. 702 Sul, Conj. 01, Lt. 01 Centro Fone: PABX (63) 2111-8100 Fax: 2111-8108 Informática (63) 2111-8111

Qd. 702 Sul, Conj. 01, Lt. 01 Centro Fone: PABX (63) 2111-8100 Fax: 2111-8108 Informática (63) 2111-8111 PARECER CRM-TO nº 08 / 2015 INTERESSADO: Auditoria Médica XX XXXXX XXXXX - XX ASSUNTO: Consulta sobre solicitação de exames complementares para SCREENING sem embasamento na literatura médica científica

Leia mais

MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO

MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO Art. 1º - Corpo Clínico é o conjunto de médicos que se propõe a assumir solidariamente a responsabilidade de prestar atendimento aos usuários que

Leia mais

PARECER CREMEC N.º 07/2014 14/03/2014

PARECER CREMEC N.º 07/2014 14/03/2014 PARECER CREMEC N.º 07/2014 14/03/2014 PROCESSO-CONSULTA PROTOCOLO CREMEC Nº 8569/08 ASSUNTO: REALIZAÇÃO DE EXAME SOLICITADO PELO PACIENTE E AUDITORIA MÉDICA PARECERISTA: CÂMARA TÉCNICA DE AUDITORIA EMENTA:

Leia mais

PROCESSO CONSULTA Nº 10/2014 PARECER CONSULTA Nº 04/2015

PROCESSO CONSULTA Nº 10/2014 PARECER CONSULTA Nº 04/2015 PROCESSO CONSULTA Nº 10/2014 PARECER CONSULTA Nº 04/2015 Solicitantes: DR. M. L. B. CRM/GO XXXX Conselheiro Parecerista: DR. PAULO ROBERTO CUNHA VENCIO Assunto: RESPONSABILIDADE ÉTICA E LEGAL DE PROFESSOR

Leia mais

Imposição, por parte das cooperativas de trabalho médico e planos de saúde, do local onde o médico assistente deverá tratar seu paciente RELATOR:

Imposição, por parte das cooperativas de trabalho médico e planos de saúde, do local onde o médico assistente deverá tratar seu paciente RELATOR: PROCESSO-CONSULTA CFM nº 15/14 PARECER CFM nº 8/14 INTERESSADO: Cooperativa dos Médicos Retinólogos de Minas Gerais Retcoop e Associação Zona da Mata de Oftalmologia Azmo ASSUNTO: Imposição, por parte

Leia mais

Relação Médico Paciente: Segurança e risco

Relação Médico Paciente: Segurança e risco Relação Médico Paciente: Segurança e risco Tão importante quanto conhecer a doença que o homem tem, é conhecer o homem que tem a doença. (Osler) Conselheiro Fábio Augusto de Castro Guerra Vice-Presidente

Leia mais

RESOLUÇÃO CRM-PR Nº 196/2014

RESOLUÇÃO CRM-PR Nº 196/2014 RESOLUÇÃO CRM-PR Nº 196/2014 Disciplina a responsabilidade ética dos médicos supervisores e tutores acadêmicos no âmbito do Projeto Mais Médicos para o Brasil. O CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO

Leia mais

PARECER CREMEC Nº 07/2011 26/02/2011

PARECER CREMEC Nº 07/2011 26/02/2011 PARECER CREMEC Nº 07/2011 26/02/2011 PROCESSO-CONSULTA - Protocolo CREMEC nº 9287/10 INTERESSADO Dr. Franklin Veríssimo Oliveira CREMEC 10920 ASSUNTO Responsabilidade de médico plantonista e do chefe de

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA PARA O EXERCÍCIO DA QUIROPRAXIA NO BRASIL

CÓDIGO DE ÉTICA PARA O EXERCÍCIO DA QUIROPRAXIA NO BRASIL CÓDIGO DE ÉTICA PARA O EXERCÍCIO DA QUIROPRAXIA NO BRASIL Associação Brasileira de Quiropraxia Aprovado em Assembléia Geral Extraordinária da Associação Brasileira de Quiropraxia, Novo Hamburgo, 01 de

Leia mais

EMENTA: Auditoria Hospitalar Relação Contratual entre Hospitais e Operadoras de Saúde CONSULTA

EMENTA: Auditoria Hospitalar Relação Contratual entre Hospitais e Operadoras de Saúde CONSULTA PARECER Nº 2442/2014 CRM-PR PROCESSO CONSULTA N. º 157/2010 PROTOCOLO N. º 20097/2010 ASSUNTO: AUDITORIA HOSPITALAR RELAÇÃO CONTRATUAL ENTRE HOSPITAIS E OPERADORAS DE SAÚDE PARECERISTA: CONS.º DONIZETTI

Leia mais

CONSULTA Nº 164.517/2013

CONSULTA Nº 164.517/2013 1 CONSULTA Nº 164.517/2013 Assunto: Sobre como SAMU deve proceder em certas situações na sala de Regulação Médica do 192, procedimentos em diversas situações, na sala de Regulação Médica do 192, devido

Leia mais

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE FÍSICA MÉDICA CÓDIGO DE ÉTICA

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE FÍSICA MÉDICA CÓDIGO DE ÉTICA CÓDIGO DE ÉTICA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES O presente Código contém os fundamentos éticos, obrigações, responsabilidades e requisitos que devem ser seguidos pelos Físicos Médicos no exercício

Leia mais

EMENTA: Fisioterapeuta nomeado como perito por juiz/ responsabilidade profissional CONSULTA

EMENTA: Fisioterapeuta nomeado como perito por juiz/ responsabilidade profissional CONSULTA PARECER Nº 2406/2013 CRM-PR PROCESSO CONSULTA N.º 01/2013 PROTOCOLO N. º 27768/2012 ASSUNTO: FISIOTERAPEUTA NOMEADO COMO PERITO POR JÚIZ/ RESPONSABILIDADE PROFISSIONAL PARECERISTA: CONS.ª KETI STYLIANOS

Leia mais

Regulamenta e estabelece normas sobre os Cursos de Extensão Universitária da Universidade de São Paulo e dá outras providências.

Regulamenta e estabelece normas sobre os Cursos de Extensão Universitária da Universidade de São Paulo e dá outras providências. RESOLUÇÃO CoCEx nº 6667, de 19 de dezembro de 2013. (D.O.E. 21.12.13) (Protocolado 11.5.2443.1.5). Regulamenta e estabelece normas sobre os Cursos de Extensão Universitária da Universidade de São Paulo

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DE MATO GROSSO

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DE MATO GROSSO 1 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 PARECER CONSULTA CRM-MT Nº 13/2012 DATA DA ENTRADA: 12 de junho de 2012 INTERESSADO: Dr. MHM CRM-MT XXXX CONSELHEIRA CONSULTORA: Dra. Hildenete Monteiro Fortes ASSUNTO:

Leia mais

Texto CURSO DE COOPERATIVISMO AUDITORIA EM SAÚDE

Texto CURSO DE COOPERATIVISMO AUDITORIA EM SAÚDE Texto CURSO DE COOPERATIVISMO AUDITORIA EM SAÚDE Etimologia Termo Auditoria deriva: Palavra inglesa audit que significa examinar, corrigir, certificar. Do latim auditore O que ouve; ouvinte. Definição

Leia mais

PARECER Nº 2414/2013 CRM-PR PROCESSO CONSULTA N. º 58/2012 PROTOCOLO N. º 23448/2012 ASSUNTO: ASSINATURA DE LAUDOS DE EXAMES PARECERISTA: CONS

PARECER Nº 2414/2013 CRM-PR PROCESSO CONSULTA N. º 58/2012 PROTOCOLO N. º 23448/2012 ASSUNTO: ASSINATURA DE LAUDOS DE EXAMES PARECERISTA: CONS PARECER Nº 2414/2013 CRM-PR PROCESSO CONSULTA N. º 58/2012 PROTOCOLO N. º 23448/2012 ASSUNTO: ASSINATURA DE LAUDOS DE EXAMES PARECERISTA: CONS.ª ANA MARIA SILVEIRA MACHADO DE MORAES EMENTA: Assinatura

Leia mais

Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio Grande do Sul

Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio Grande do Sul PARECER CJ N 108/2008 CONSULENTE: Dr. José Antônio Crespo Cavalheiro CONSULTOR: Dra. Carla Bello Fialho Cirne Lima PROTOCOLO: 12.084 de 14 de julho de 2008 Médicos especialistas em mastologia. Portarias

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CORPO CLÍNICO

REGIMENTO INTERNO DO CORPO CLÍNICO REGIMENTO INTERNO DO CORPO CLÍNICO APRESENTAÇÃO A Casa de Saúde São José foi fundada em 1923 e tem como missão Servir à Vida, promovendo Saúde. É uma instituição filantrópica, sem fins lucrativos, católica,

Leia mais

PORTARIA CRN-3 nº 0112/2000

PORTARIA CRN-3 nº 0112/2000 PORTARIA CRN-3 nº 0112/2000 A Presidente do Conselho Regional de Nutricionistas 3ª Região, no uso de suas atribuições legais, que lhe conferem a Lei Federal nº 6583/78 e o Decreto Federal nº 84444/80 e,

Leia mais

PARECER CRM/MS N 19/2013 Processo consulta CRM MS nº 12/2013 Interessado: Parecerista: Assunto: Palavras-chave Ementa

PARECER CRM/MS N 19/2013 Processo consulta CRM MS nº 12/2013 Interessado: Parecerista: Assunto: Palavras-chave Ementa PARECER CRM/MS N 19/2013 Processo consulta CRM MS nº 12/2013 Interessado: Unimed Campo Grande Cooperativa de Trabalho Médico Parecerista: Heitor Soares de Souza Assunto: Parecer específico da Proctologia,

Leia mais

EMENTA: Regularidade da exigência de plantões em diversas áreas CONSULTA

EMENTA: Regularidade da exigência de plantões em diversas áreas CONSULTA CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO PARANÁ RUA VICTÓRIO VIEZZER. 84 - CAIXA POSTAL 2.208 - CEP 80810-340 - CURITIBA - PR FONE: (41) 3240-4000 - FAX: (41) 3240-4001 - SITE: www.crmpr.org.br - E-MAIL: protocolo@crmpr.org.br

Leia mais

RESOLUÇÃO CFO-20/2001

RESOLUÇÃO CFO-20/2001 16 de agosto de 2001 RESOLUÇÃO CFO-20/2001 Normatiza Perícias e Auditorias Odontológicas em Sede Administrativa. O Conselho Federal de Odontologia, no uso de suas atribuições que lhe confere a Lei nº 4.324,

Leia mais

RESOLUÇÃO CFO-20 /2001

RESOLUÇÃO CFO-20 /2001 RESOLUÇÃO CFO-20 /2001 Normatiza Perícias e Auditorias Odontológicas em Sede Administrativa. O Conselho Federal de Odontologia, no uso de suas atribuições que lhe confere a Lei nº 4.324, de 14 de abril

Leia mais

Registro de Empresas nos Conselhos de Medicina - Resolução: 1626 de 23/10/2001

Registro de Empresas nos Conselhos de Medicina - Resolução: 1626 de 23/10/2001 Registro de Empresas nos Conselhos de Medicina - Resolução: 1626 de 23/10/2001 Ementa: Dispõe sobre as instruções para Registro de Empresas nos Conselhos de Medicina. Fonte: CFM O Conselho Federal de Medicina,

Leia mais

RESOLUÇÃO CRM-PR N.º 191/2013.

RESOLUÇÃO CRM-PR N.º 191/2013. RESOLUÇÃO CRM-PR N.º 191/2013. Dispõe sobre a obrigatoriedade dos Contratos firmados entre as Operadoras de Planos de Saúde e os Médicos seguirem as Normativas da ANS Agência Nacional de Saúde Suplementar.

Leia mais

PARECER CREMEB Nº 32/10 (Aprovado em Sessão da 3ª Câmara de 13/05/2010)

PARECER CREMEB Nº 32/10 (Aprovado em Sessão da 3ª Câmara de 13/05/2010) PARECER CREMEB Nº 32/10 (Aprovado em Sessão da 3ª Câmara de 13/05/2010) EXPEDIENTE CONSULTA N.º 169.266/09 ASSUNTO: Tratamento endovascular do aneurisma da aorta abdominal justarenal. RELATOR: Cons. Luiz

Leia mais

Programa de Educação Médica Continuada Delegacia de Ribeirão Preto: Município de São Joaquim da Barra 13/06/2013

Programa de Educação Médica Continuada Delegacia de Ribeirão Preto: Município de São Joaquim da Barra 13/06/2013 Programa de Educação Médica Continuada Delegacia de Ribeirão Preto: Município de São Joaquim da Barra 13/06/2013 Alerta Ético no Cotidiano do Exercício Profissional EDUARDO LUIZ BIN DELEGADO SUPERINTENDENTE

Leia mais

PROCESSO CONSULTA Nº 04/2014 PARECER CONSULTA Nº 19/2014

PROCESSO CONSULTA Nº 04/2014 PARECER CONSULTA Nº 19/2014 PROCESSO CONSULTA Nº 04/2014 PARECER CONSULTA Nº 19/2014 Solicitante: DRA. F. F. D. G. CRM/GO XXXXX Conselheiro Parecerista: DR. WASHINGTON LUIZ FERREIRA RIOS Assunto: PAGAMENTO DOS HONORÁRIOS MÉDICOS

Leia mais

Portaria nº 339 de 08 de Maio de 2002.

Portaria nº 339 de 08 de Maio de 2002. Portaria nº 339 de 08 de Maio de 2002. O Secretário de Assistência à Saúde, no uso de suas atribuições legais, Considerando a Portaria GM/MS nº 866, de 09 de maio de 2002, que cria os mecanismos para organização

Leia mais

Corpo Clínico do Hospital e Maternidade São Francisco de Assis Regimento Interno

Corpo Clínico do Hospital e Maternidade São Francisco de Assis Regimento Interno Página1 Corpo Clínico do Hospital e Maternidade São Francisco de Assis Regimento Interno Título I Da definição Art. 1º - O Corpo Clínico do Hospital e Maternidade São Francisco de Assis é uma das entidades

Leia mais

CONSULTA Nº 91.404/2012

CONSULTA Nº 91.404/2012 1 CONSULTA Nº 91.404/2012 Assunto: Dificuldades com internações de pacientes dependentes químicos, encaminhados por ordem judicial Relator: Conselheiro Mauro Gomes Aranha de Lima. Ementa: Hospital psiquiátrico.

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA RESOLUÇÃO CFM Nº 1.772/2005 (Publicada no D.O.U. de 12.08.2005, Seção I, p. 141-142) Revogada pela Resolução CFM nº 1984/2012 Institui o Certificado de Atualização Profissional

Leia mais

EDUCAÇÃO MÉDICA CONTINUADA SANTA CASA DE SÃO JOAQUIM DA BARRA Delegacia Regional de Ribeirão Preto

EDUCAÇÃO MÉDICA CONTINUADA SANTA CASA DE SÃO JOAQUIM DA BARRA Delegacia Regional de Ribeirão Preto 13 DE JUNHO 2013 EDUCAÇÃO MÉDICA CONTINUADA SANTA CASA DE SÃO JOAQUIM DA BARRA Delegacia Regional de Ribeirão Preto Lavinio Nilton Camarim Conselheiro do Cremesp Lei Federal 9.656/98 Lei dos Planos de

Leia mais

PARECER CREMEC Nº 18/2010 10/04/2010

PARECER CREMEC Nº 18/2010 10/04/2010 PARECER CREMEC Nº 18/2010 10/04/2010 PROTOCOLO 5688/09 E 0178/10 INTERESSADO: DR.ROBERTO AMAURI SILVA ASSUNTO: ESPECIALIZAÇÃO EM MEDICINA DO TRABALHO PARECERISTA: Dra. Patrícia Maria de Castro Teixeira

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO PARECER COREN-SP 070 /2013 CT PRCI n 100536 Ticket n 279.723, 283.281, 285.491, 285.853, 289.962, 318.202, 297.641, 321.661 Revisado e atualizado Outubro 2014 Ementa: Realização de Prova de Função Pulmonar/Espirometria

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA RESOLUÇÃO CFM nº 1.488/1998 (Publicada no D.O.U.,de 06 março 1998, Seção I, pg.150 ) Modificada pela Resolução CFM n. 1.810/2006 Modificada pela Resolução CFM nº 1.940/2010

Leia mais

DELIBERAÇÃO N.º 594/2003

DELIBERAÇÃO N.º 594/2003 DELIBERAÇÃO N.º 594/2003 Dispõe sobre o Exercício Profissional de Farmacêuticos-Bioquímicos em Laboratórios de Análises Clínicas. O PRESIDENTE DO CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DO PARANÁ - CRF/PR,

Leia mais

Anotações de aula Aline Portelinha 2015

Anotações de aula Aline Portelinha 2015 Anotações de aula Aline Portelinha 2015 Aula 10 CONSELHOS DE MEDICINA Conselhos de Medicina O que são Constituem, em seu conjunto, uma autarquia federal, cada um deles dotado de autonomia administrativa

Leia mais

PRÓTESES PIP E RÓFIL DIREITO MÉDICO

PRÓTESES PIP E RÓFIL DIREITO MÉDICO O caso das PRÓTESES PIP E RÓFIL O Ingracio Advogados Associados vem por meio desta apresentar breves considerações acerca do tema esperando contribuir com o esclarecimento da classe médica. 1. A ANVISA,

Leia mais

PROCESSO-CONSULTA CFM Nº 4.728/08 PARECER CFM Nº 10/09 INTERESSADO:

PROCESSO-CONSULTA CFM Nº 4.728/08 PARECER CFM Nº 10/09 INTERESSADO: PROCESSO-CONSULTA CFM Nº 4.728/08 PARECER CFM Nº 10/09 INTERESSADO: Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem ASSUNTO: Tempo de guarda de exames radiológicos; RELATOR: responsabilidade

Leia mais

PARECER CRM/MS N 16/2012 PROCESSO CONSULTA Nº 33/2011 INTERESSADO:

PARECER CRM/MS N 16/2012 PROCESSO CONSULTA Nº 33/2011 INTERESSADO: PARECER CRM/MS N 16/2012 PROCESSO CONSULTA Nº 33/2011 INTERESSADO: Dra. B. F. D./SECRETARIA DE ESTADO DA SAUDE/MS ASSUNTO/PALAVRA CHAVE: Sigilo medico. Prontuário Médico. Registro de Câncer de Base Populacional.

Leia mais

CONSULTA Nº 37.748/2015

CONSULTA Nº 37.748/2015 1 CONSULTA Nº 37.748/2015 Assunto: Sobre atestados que ultrapassam mais de um dia de licença efetuados por médicos do Programa Mais Médicos, sem a assinatura do médico tutor ou supervisor. Relatores: Conselheiro

Leia mais

A p s e p c e t c os o s Ju J r u ídi d co c s o s n a n V n e t n ilaç a ã ç o ã o M ec e â c n â i n ca

A p s e p c e t c os o s Ju J r u ídi d co c s o s n a n V n e t n ilaç a ã ç o ã o M ec e â c n â i n ca Aspectos Jurídicos na Ventilação Mecânica Prof. Dr. Edson Andrade Relação médico-paciente Ventilação mecânica O que é a relação médico-paciente sob a ótica jurídica? Um contrato 1 A ventilação mecânica

Leia mais

EMENTA: Paciente internado por mais de 15 dias - Honorários médicos Pagamento a cada 3 dias de visita Discriminação. CONSULTA

EMENTA: Paciente internado por mais de 15 dias - Honorários médicos Pagamento a cada 3 dias de visita Discriminação. CONSULTA PARECER Nº 2418/2013 CRM-PR PROCESSO CONSULTA N.º 16/2013 PROTOCOLO N. º 4071/2013 ASSUNTO: HONORÁRIOS MÉDICOS - PACIENTE INTERNADO POR MAIS DE 15 DIAS PARECERISTA: ADV. ANTONIO CELSO CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE

Leia mais

Para uma análise correta da presente Consulta, devemos considerar algumas Normas Legislativas específicas da medicina.

Para uma análise correta da presente Consulta, devemos considerar algumas Normas Legislativas específicas da medicina. PARECER CRM/MS 14/2014 PROCESSO CONSULTA N 13/2014 INTERESSADO: COOPUR - Cooperativa dos Urologistas do Mato Grosso do Sul ASSUNTO: Certificado de Habilitação/Área de Atuação/Convênio/Ato Médico PARECERISTA:

Leia mais

NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional(107.000-2)

NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional(107.000-2) Página 1 de 6 NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional(107.000-2) 7.1. Do objeto. 7.1.1. Esta Norma Regulamentadora - NR estabelece a obrigatoriedade de elaboração e implementação, por parte

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº. 05 - CONSU 13 DE JUNHO DE 2007

RESOLUÇÃO Nº. 05 - CONSU 13 DE JUNHO DE 2007 Rua Governador Luiz Cavalcante, S/N, TELEFAX (82) 3530-3382 CEP: 57312-270 Arapiraca-Alagoas RESOLUÇÃO Nº. 05 - CONSU 13 DE JUNHO DE 2007 Dispõe sobre normas e procedimentos para os Cursos de Especialização

Leia mais

Art. 77 O Curso terá duração determinada pela AMB/CFM...

Art. 77 O Curso terá duração determinada pela AMB/CFM... Cursos de Especialização em Oftalmologia Normas para Credenciamento de Cursos de Especialização em Oftalmologia Art. 75 Para obter o credenciamento do CBO para ministrar Curso de Especialização em Oftalmologia,

Leia mais

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.821/07

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.821/07 RESOLUÇÃO CFM Nº 1.821/07 (Publicada no D.O.U. de 23 nov. 2007, Seção I, pg. 252) Aprova as normas técnicas concernentes à digitalização e uso dos sistemas informatizados para a guarda e manuseio dos documentos

Leia mais

PARECER CRM/MS N 11/2012 PROCESSO CONSULTA CRM-MS N 03 / 2012 ASSUNTO: Falta a plantão médico PARECERISTA: Conselheiro Faisal Augusto Alderete Esgaib

PARECER CRM/MS N 11/2012 PROCESSO CONSULTA CRM-MS N 03 / 2012 ASSUNTO: Falta a plantão médico PARECERISTA: Conselheiro Faisal Augusto Alderete Esgaib PARECER CRM/MS N 11/2012 PROCESSO CONSULTA CRM-MS N 03 / 2012 ASSUNTO: Falta a plantão médico PARECERISTA: Conselheiro Faisal Augusto Alderete Esgaib EMENTA: O médico poderá faltar a um plantão preestabelecido,

Leia mais

Código de Ética da Psicopedagogia

Código de Ética da Psicopedagogia Código de Ética da Psicopedagogia O Código de Ética tem o propósito de estabelecer parâmetros e orientar os profissionais da Psicopedagogia brasileira quanto aos princípios, normas e valores ponderados

Leia mais

16/04/2014. Ética e medicina do trabalho: Ética e medicina do trabalho:

16/04/2014. Ética e medicina do trabalho: Ética e medicina do trabalho: Ética e medicina do trabalho: Ética e medicina do trabalho: Dispositivos legais que disciplinam a atuação dos profissionais e médicos do trabalho em conformidade com os princípios éticos. 1) OIT - Serviços

Leia mais

RESOLUÇÃO CRM-PR N º 150/2007 (Publicado no Diário Oficial da União, Seção 1, de 24/04/2007 p. 86) (Revogada pela Resolução CRMPR 181/2011)

RESOLUÇÃO CRM-PR N º 150/2007 (Publicado no Diário Oficial da União, Seção 1, de 24/04/2007 p. 86) (Revogada pela Resolução CRMPR 181/2011) CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO PARANÁ RUA VICTÓRIO VIEZZER. 84 - CAIXA POSTAL 2.208 - CEP 80810-340 - CURITIBA - PR FONE: (41) 3240-4000 - FAX: (41) 3240-4001 - SITE: www.crmpr.org.br - E-MAIL: protocolo@crmpr.org.br

Leia mais

Interessado: Dr. M.M.S. Assunto: Escala de plantão de sobreaviso. Medico Plantonista de sobreaviso. Desligamento com ou sem aviso prévio.

Interessado: Dr. M.M.S. Assunto: Escala de plantão de sobreaviso. Medico Plantonista de sobreaviso. Desligamento com ou sem aviso prévio. PARECER CRM/MS N 12/2014 PROCESSO CONSULTA CRMMS 0011/2014 Interessado: Dr. M.M.S. Assunto: Escala de plantão de sobreaviso. Medico Plantonista de sobreaviso. Desligamento com ou sem aviso prévio. PARECERISTA:

Leia mais

Resolução nº 1488/98 do Conselho Federal de Medicina

Resolução nº 1488/98 do Conselho Federal de Medicina Resolução nº 1488/98 do Conselho Federal de Medicina Deveres dos médicos com relação à saúde do trabalhador Versa sobre normas específicas para médicos que atendam o trabalhador Fonte: Diário Oficial da

Leia mais

NORMAS DE DILIGÊNCIA TÉCNICA DE VERIFICAÇÃO:

NORMAS DE DILIGÊNCIA TÉCNICA DE VERIFICAÇÃO: NORMAS DE DILIGÊNCIA TÉCNICA DE VERIFICAÇÃO: NORMAS DE DILIGÊNCIA TÉCNICA DE VERIFICAÇÃO: Considerando: - A Lei nº 12.232/10 estabelece no seu art. 4º que, para participar de licitações públicas, as agências

Leia mais

PARECER CREMEC N.º 22/2012 03/08/2012

PARECER CREMEC N.º 22/2012 03/08/2012 PARECER CREMEC N.º 22/2012 03/08/2012 Parecer Consulta n.º 6137/2012 de 11/07/12. Interessado: Francisco Floriano Delgado Perdigão CREMEC 4953. Assunto: Acompanhante na sala de cirurgia em parto cesariano

Leia mais

Ferramentas da Contabilidade. Tipos de Auditoria. Tipos de Auditoria. Tipos de Auditoria. Objetivo da Auditoria Contábil

Ferramentas da Contabilidade. Tipos de Auditoria. Tipos de Auditoria. Tipos de Auditoria. Objetivo da Auditoria Contábil Ferramentas da Contabilidade Tipos de Auditoria Escrituração Contabilidade de Custos Análise das Demonstrações Contábeis Auditoria * Balanço Patrimonial -- BP, BP, Demonstração do do Resultado do do Exercício

Leia mais

PARECER CREMEC Nº 10/2014

PARECER CREMEC Nº 10/2014 1 PARECER CREMEC Nº 10/2014 14/04/2014 Processo Consulta Protocolo CREMEC 2860/2014 ASSUNTO: Segredo Médico e remessa de laudos de exames para Operadora de planos de saúde. RELATOR: Dr. Ivan de Araújo

Leia mais

A EMPRESA PODE EXIGIR CID NO ATESTADO? Factor9.com.br

A EMPRESA PODE EXIGIR CID NO ATESTADO? Factor9.com.br 2014 A EMPRESA PODE EXIGIR CID NO ATESTADO? Factor9.com.br 1 A EMPRESA PODE EXIGIR CID NO ATESTADO? Pergunta: A EMPRESA PODE EXIGIR CID NO ATESTADO? Por Eduardo Varela Consultor da Factor9.com.br Março

Leia mais

Resolução CFC nº 1.109 de 29/11/07 DOU 06/12/07

Resolução CFC nº 1.109 de 29/11/07 DOU 06/12/07 Resolução CFC nº 1.109 de 29/11/07 DOU 06/12/07 Dispõe sobre a NBC P 5 sobre o Exame de Qualificação Técnica para Registro no Cadastro Nacional de O Conselho Federal de Contabilidade, no exercício de suas

Leia mais

Faz os seguintes questionamentos:

Faz os seguintes questionamentos: PARECER CFM nº 9/16 INTERESSADO: 1ª Vara da Fazenda da Comarca de Joinville/SC ASSUNTO: Dúvidas quanto à necessidade de especialidade médica para realização de exame pericial e determinação de capacidade

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DE SANTA CATARINA - CREMESC -

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DE SANTA CATARINA - CREMESC - 1 Consulta Nº: 2148/12 Consulente: G. G. G. Conselheiro: Rodrigo Bertoncini Ementa: A responsabilidade pelas atividades médicas em um hospital, qualquer que seja seu porte, é do Diretor Técnico e a responsabilidade

Leia mais

Normas de regulamentação para a certificação de. atualização profissional de títulos de especialista e certificados de área de atuação.

Normas de regulamentação para a certificação de. atualização profissional de títulos de especialista e certificados de área de atuação. Normas de regulamentação para a certificação de atualização profissional de título de especialista e certificado de área de atuação Em decorrência do convênio celebrado entre a Associação Médica Brasileira

Leia mais

DIESAT Departamento Intersindical de Estudos e Pesquisas de Saúde e dos Ambientes de Trabalho

DIESAT Departamento Intersindical de Estudos e Pesquisas de Saúde e dos Ambientes de Trabalho DIESAT Departamento Intersindical de Estudos e Pesquisas de Saúde e dos Ambientes de Trabalho Novo Código de Ética Médica e a Saúde dos Trabalhadores: o que mudou? Ética Médica Código de Conduta do Médico

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DE SÃO PAULO

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DE SÃO PAULO Aizenaque Grimaldi de Carvalho Conselheiro do CREMESP Especialista em Medicina do Trabalho Especialista em Medicina Legal e Perícias Médicas Ex Vice-Presidente da Associação Nacional de Medicina do Trabalho

Leia mais

1. CADASTRO 2. AGENDAMENTOS:

1. CADASTRO 2. AGENDAMENTOS: 1. CADASTRO Para atuar no Hospital São Luiz, todo médico tem de estar regularmente cadastrado. No momento da efetivação, o médico deve ser apresentado por um membro do corpo clínico, munido da seguinte

Leia mais

MINUTA DE RESOLUÇÃO CFM

MINUTA DE RESOLUÇÃO CFM MINUTA DE RESOLUÇÃO CFM Dispõe sobre a normatização do funcionamento dos prontos-socorros hospitalares, assim como do dimensionamento da equipe médica e do sistema de trabalho. O Conselho Federal de Medicina,

Leia mais

ANEXO I DO OBJETO. 3) Os profissionais contratados deverão providenciar o cadastramento junto ao corpo clínico da CONTRATANTE, como membros efetivos;

ANEXO I DO OBJETO. 3) Os profissionais contratados deverão providenciar o cadastramento junto ao corpo clínico da CONTRATANTE, como membros efetivos; ANEXO I DO OBJETO Descrição da PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS EM NEUROCIRURGIA E NEUROLOGIA AOS PACIENTES DO HOSPITAL, PRONTO SOCORRO ADULTO, PRONTO SOCORRO INFANTIL E AMBULATÓRIO, compreendendo as seguintes funções:

Leia mais

O Médico pode ser Assistente De Familiar? Dr. Antônio Pereira Filho Conselheiro do CREMESP

O Médico pode ser Assistente De Familiar? Dr. Antônio Pereira Filho Conselheiro do CREMESP O Médico pode ser Assistente De Familiar? Dr. Antônio Pereira Filho Conselheiro do CREMESP Assistência Médica Intervenções: - Pequeno porte; - Médio porte; - Complexas. Assistência Médica Problemas: -

Leia mais

O COLÉGIO BRASILEIRO DE RADIOLOGIA E DIAGNÓSTICO POR IMAGEM (CBR) formula consulta sobre reavaliação de exames radiológicos.

O COLÉGIO BRASILEIRO DE RADIOLOGIA E DIAGNÓSTICO POR IMAGEM (CBR) formula consulta sobre reavaliação de exames radiológicos. PARECER CFM nº 27/14 INTERESSADO: Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR) ASSUNTO: Reavaliação de exames radiológicos 2ª opinião médica RELATOR: Cons. José Albertino Souza EMENTA: Quando solicitado pelo

Leia mais

PROCESSO-CONSULTA CFM Nº 8.077/07 PARECER CFM Nº 16/08 INTERESSADO: S.J.W ASSUNTO:

PROCESSO-CONSULTA CFM Nº 8.077/07 PARECER CFM Nº 16/08 INTERESSADO: S.J.W ASSUNTO: PROCESSO-CONSULTA CFM Nº 8.077/07 PARECER CFM Nº 16/08 INTERESSADO: S.J.W ASSUNTO: Exigência, pelo médico, de fornecimento de materiais e instrumentais de determinada marca comercial para realização de

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO

CÓDIGO DE ÉTICA DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO CÓDIGO DE ÉTICA DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Preâmbulo O presente Código contém as normas éticas que devem ser seguidas pelos Técnicos de Segurança e Higiene do Trabalho e os Técnicos

Leia mais

PARTE EXPOSITIVA. SGAS 915 Lote 72 CEP: 70390-150 Brasília-DF FONE: (61) 3445 5900 FAX: (61) 3346 0231 http://www.portalmedico.org.

PARTE EXPOSITIVA. SGAS 915 Lote 72 CEP: 70390-150 Brasília-DF FONE: (61) 3445 5900 FAX: (61) 3346 0231 http://www.portalmedico.org. PROCESSO-CONSULTA CFM nº 9.936/10 PARECER CFM nº 15/12 INTERESSADO: INSS Instituto Nacional do Seguro Social ASSUNTO: Registro e comunicação de afastamento e/ou substituição de diretor técnico e clínico

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA RESOLUÇÃO CFM Nº 1.982/2012 (publicada no D.O.U. de 27 de fevereiro de 2012, Seção I, p. 186-7) Dispõe sobre os critérios de protocolo e avaliação para o reconhecimento de

Leia mais

Centro Universitário de Brusque - UNIFEBE Conselho Universitário - CONSUNI

Centro Universitário de Brusque - UNIFEBE Conselho Universitário - CONSUNI REGULAMENTO DA CLÍNICA ESCOLA E SERVIÇOS DE PSICOLOGIA - CESP Aprovado pela Resolução CONSUNI nº 11/15 de 08/04/15. CAPÍTULO I DO OBJETIVO DO REGULAMENTO Art. 1º A Clínica Escola de Psicologia é o ambiente

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA REGULAÇÃO E DA CONTRATUALIZAÇÃO EM SAÚDE SUPLEMENTAR. Comissão Nacional de Convênios e Credenciamentos (CNCC)

A IMPORTÂNCIA DA REGULAÇÃO E DA CONTRATUALIZAÇÃO EM SAÚDE SUPLEMENTAR. Comissão Nacional de Convênios e Credenciamentos (CNCC) 1 A IMPORTÂNCIA DA REGULAÇÃO E DA CONTRATUALIZAÇÃO EM SAÚDE SUPLEMENTAR 2 CONCEITOS 3 SAÚDE SUPLEMENTAR: atividade que envolve a operação de planos privados de assistência à saúde sob regulação do Poder

Leia mais

Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia CREMEB III Fórum de Publicidade Médica 24 de agosto de 2012 Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia CREMEB Comissão de Divulgação de Assuntos Médicos

Leia mais

Sistemas informatizados para a guarda do prontuário médico - Resolução: 1639 de 10/7/2002

Sistemas informatizados para a guarda do prontuário médico - Resolução: 1639 de 10/7/2002 Sistemas informatizados para a guarda do prontuário médico - Resolução: 1639 de 10/7/2002 Ementa: Aprova as "Normas Técnicas para o Uso de Sistemas Informatizados para a Guarda e Manuseio do Prontuário

Leia mais

Programas de pós-graduação do médico estrangeiro - Resolução: 1669 de 13/6//2003 *****

Programas de pós-graduação do médico estrangeiro - Resolução: 1669 de 13/6//2003 ***** Programas de pós-graduação do médico estrangeiro - Resolução: 1669 de 13/6//2003 ***** Dispõe sobre o exercício profissional e os programas de pós-graduação no Brasil do médico estrangeiro e do médico

Leia mais

Processo-Consulta Cremesp nº131.900/2012

Processo-Consulta Cremesp nº131.900/2012 Processo-Consulta Cremesp nº131.900/2012 Ementa: Dúvidas acerca da concessão de medicamentos. Diversos questionamentos. Autonomia médica. Observância das normas éticas na indicação de medicamentos pelos

Leia mais

Prontuário médico? ou Prontuário do paciente?

Prontuário médico? ou Prontuário do paciente? Prontuário médico? ou Prontuário do paciente? CONCEITO Prontuário do Paciente é o conjunto de documentos padronizados e ordenados, destinados ao registro dos cuidados profissionais, prestados ao paciente

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011

RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011 RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011 Ementa: Regulamenta o registro, a guarda e o manuseio de informações resultantes da prática da assistência farmacêutica nos serviços de saúde. O Conselho Federal

Leia mais

PARECER CREMEC Nº 26/2010 10/09/2010

PARECER CREMEC Nº 26/2010 10/09/2010 PARECER CREMEC Nº 26/2010 10/09/2010 PROCESSO-CONSULTA Protocolo CREMEC nº 2041/10 INTERESSADO: Dr. Kleiber Marciano Lima Bomfim CRM 7084 ASSUNTO: Competência para a emissão do relatório de alta definitiva

Leia mais

2. REGISTRO DE AUDITOR INDEPENDENTE

2. REGISTRO DE AUDITOR INDEPENDENTE NOTA EXPLICATIVA CVM Nº 9/78. Ref.: Instrução CVM nº 04/78, que dispõe sobre as Normas relativas ao Registro de Auditor Independente na Comissão de Valores Mobiliários. 1. INTRODUÇÃO Por sua relevância,

Leia mais

CONSULTA Nº 13.488/2012

CONSULTA Nº 13.488/2012 1 CONSULTA Nº 13.488/2012 Assunto: Sobre a execução da NR-32 da ANVISA. Relator: Conselheiro Renato Françoso Filho. Ementa: Ao implantar as medidas previstas nesta NR 32, o SESMT deve avaliar as condições

Leia mais

Interesse. declarado.

Interesse. declarado. Declaração de Conflitos de Interesse Nada a ser declarado. Ética em Medicina Laboratorial Ética no relacionamento inter-profissional Alvaro Rodrigues Martins Cenário Organizações Equipamentos\Insumos Mercado

Leia mais