Eucalipto Geneticamente Modificado Aspectos Regulatórios. Apresentação para:

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1 Eucalipto Geneticamente Modificado Aspectos Regulatórios Apresentação para: Março 2014

2 Agenda Ambiente regulatório Eucalipto GM FuturaGene Avaliação ambiental e de segurança Resumo 2

3 Estrutura legal no Brasil Biossegurança de OGMs Lei N /03/2005 Lei de Biossegurança Decreto N /08/2009 Protocolo de Cartagena de Biossegurança da Convenção para Diversidade Biológica Decreto N /11/2005 CTNBio Resoluções Normativas Instruções Normativas CIBio

4 Liberação comercial no Brasil Regulamentação CTNBio - Resolução Normativa n.05 Estabelece as regras para liberação comercial de Organismos Geneticamente Modificados e seus derivados. Submissão de uma proposta de liberação comercial à CTNBio: Caracterização molecular do evento Avaliação de Risco à Saúde Humana e Animal (Anexo III) Avaliação de Risco ao Ambiente (Anexo IV) Princípios: transparência, baseando-se na ciência e guiando-se pelo Princípio da Precaução Plano de monitoramento pós-liberação comercial (Resolução Normativa n. 09) Resolução Normativa n.05, 03/12/2008

5 Formulação do problema Florestas plantadas de Eucalipto Biologia do Eucalipto Perene, planta de ciclo de vida longo - desenvolvimento lento comparado a cultivos anuais Baixo nível de intervenção para instalação da cultura (cultivo mínimo, fertilizantes localizados, herbicidas e controle de mato restritos ao primeiro ano) Uso para energia e celulose (não como alimento)

6 Formulação do problema Florestas plantadas de Eucalipto Característica introduzida aumento de produtividade Expressa proteína vegetal (de Arabidopsis thaliana) Similar (alta homologia) com família de proteínas presente em diversas plantas Sem diferenças na composição química dos tecidos Sem homologia com alérgenos ou toxinas

7 Formulação do problema Florestas plantadas de Eucalipto Ambiente receptor Brasil Cultivado em áreas tradicionais de plantio de eucalipto Não são esperados impactos nas interações ecológicas (água, micro-meso-macrofauna, solo) Sem mudança nas práticas silviculturais Não tem organismos alvo ou vulneráveis Sem parentes selvagens ou sexualmente compatíveis

8 Estudos regulatórios Estrutura científica para condução dos estudos 6 Instituições Privadas Experiência em análises de GMs, capacidade de processamento, acreditadas BPL 6 Instituições Públicas (Universidades e Institutos de Pesquisa) Pesquisadores reconhecidos e laboratórios equipados (instrumentos/ técnicas) Laboratório BioMol da FuturaGene Recursos moleculares internos, corpo científico, acreditado BPL

9 O produto Eucalipto Geneticamente Modificado Volume (m 3 /árvore) Parental: E. grandis x E. urophylla híbrido (clone SUZ SP530) Gene: cel1 de Arabidopsis thaliana 3 Abramson et al., Plant Science, Vol 178, Resultados consistentes em testes: 7 anos de experimentos em campo ~ 20 % de aumento na produtividade para energia, celulose e papel Idade - meses Figura. Ensaio de seleção de eventos instalado na Fazenda Cabreúva em Fevereiro de 2007, comparando o volume individual do evento H421 e do controle convencional clone SP530. * Diferentes letras mostram diferença significativa pelo Teste de Tukey (P<0,05). 9

10 Biossegurança Estudos realizados para avaliar o produto Para avaliar o produto do ponto de vista ambiental e de segurança, foram realizados os seguintes estudos: Caracterização Molecular Germinação de sementes / plantas voluntárias Sequência do inserto e segregação Análises de solo físicas, químicas e Expressão da proteína Cel1 microbiológicas Observação fenotípica parâmetros Degradação de biomassa no campo morfológicos Avaliação e levantamento de artrópodes Qualidade da madeira Levantamento de artrópodes Avaliação das fibras Ensaios toxicológicos Estudos com pólen Análises físico-químicas Análises bromatológicas Avaliação do pólen em mel Fluxo gênico Estudos com abelhas

11 Experimentos em campo Regiões de plantios de eucalipto GM no Brasil Plantios experimentais em 4 regiões do Brasil Critério para definição dos locais: Diferentes biomas onde o eucalipto é cultivado 11

12 Experimento eucalipto GM Estado de São Paulo

13 Resumo Estrutura legal brasileira segue o Protocolo de Biossegurança de Cartagena e os Princípios da Precaução. Estudos de avaliação de risco conduzidos para avaliar a biossegurança do primeiro eucalipto GM da FuturaGene. Todos os estudos conduzidos de acordo com a Lei de Biossegurança do Brasil e a Resolução Normativa n. 5. Resultados mostram equivalência substancial com a contraparte convencional e nenhum impacto ambiental negativo. A FuturaGene atua de forma responsável e transparente, disponibilizando os dados de biossegurança obtidos a partir de estudos científicos objetivos.

14 Obrigado! Contato Eugênio Ulian

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