DIREITO PROCESSUAL CIVIL. PONTO 1: Introdução PONTO 2: Jurisdição PONTO 3: Ação

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1 1 DIREITO PROCESSUAL CIVIL PONTO 1: Introdução PONTO 2: Jurisdição PONTO 3: Ação 1) Introdução: Com a evolução da humanidade surgem os direitos fundamentais. Porém, é necessário que sejam protegidos, sendo essa proteção feita pelo Estado, com sua jurisdição. Processo histórico da jurisdição: 1) Estado Absolutista: Vigia o poder soberano dos reis, não tendo os cidadãos seus direitos assegurados. O cidadão se submetia a vontade dos reis. Tratava-se de um direito processual de natureza privada. Havia um direito material igual ao direito processual. Após, o direito processual foi surgindo como ciência nos seus primórdios. Autores como Carnelluti, Chiovenda. Nota-se que nesse primeiro momento não há o surgimento dos direitos fundamentais. 2) Estado Liberal: Surge a primeira geração/onda dos direitos fundamentais. O ponto essencial é a liberdade. Pensava-se no indivíduo. Ao invés de um estado soberano passa a surgir um poder legislativo, limitando o Estado através da Lei. Assim, os cidadãos tinham seus direitos assegurados pela lei. Trata-se do período positivista. Autores como Carnelutti, Chiovenda, Liebman discutem conceitos de lide, ação e jurisdição. Nessa fase, o processo ainda está nascendo, tentando garantir o direito fundamental. O autor Chiovenda trouxe a idéia de atividade jurisdicional com a natureza pública. Em 1903, no qual desloca a relação típica do direito material entre sujeitos e visualiza outra relação que integra a atividade jurisdicional, sendo essa pública porque integra o estado.

2 2 3) Estado Social: Surgiram necessidades de natureza coletiva, como saúde, educação, entre outros. Verificou-se, também, a necessidade de uma igualdade entre os indivíduos. Trata-se da segunda geração/onde de direitos. Idéia dos direitos difusos e coletivos. Em termos de jurisdição, surgem as chamadas ondas de acesso à justiça. Conforme o autor Capeletti, para ter um estado social deve-se permitir que as pessoas tenham acesso a essa jurisdição. Dessa forma, criou-se a assistência judiciária gratuita (Lei /50), bastando a afirmação que não se tem condições de arcar com as custas processuais. Além disso, a Defensoria Pública, na época chamada de assistência judiciária gratuita. Nesse momento, surgem as primeiras formas de defesa dos direitos coletivos. 4) Estado Democrático de Direito: Trata-se da terceira geração/onda de direitos. Consolidação dos direitos coletivos. Temos o direito a informação, a liberdade de imprensa, a bioética, a tecnologia e a informática. É a segunda e terceira onda de acesso a justiça, surgimento da adequação do processo à realidade externa, com a flexibilidade das formas (Candido Dinamarco). A instrumentalidade das formas: celeridade processual e a informatização do processo (processo digital). A prestação jurisdicional deverá conter: 1) Efetividade representa a flexibilidade ou o abandono da forma. 2) Celeridade não pode ser lenta, utilizando varias alternativas. Alguns autores colocam a existência de uma quarta geração e outros que referem uma quinta geração de direitos. 2) Jurisdição: 2.1. Conceito: Atuação da vontade concreta da lei (Chiovenda). Atividade substitutiva significa que o estado na atuação da atividade jurisdicional substitui a vontade do particular, atualmente, público também.

3 3 O conceito clássico da idéia de lide segundo Carnelutti: Jurisdição é uma forma de solucionar as lides. Lide é um conflito de interesses qualificado por uma pretensão (exigência de um direito subjetivo a firmar) resistida ou insatisfeita. Atualmente, a definição de jurisdição é a junção das idéias de Carnelutti e Chiovenda. Além da atuação do direito adequado a fazer valer os direitos fundamentais, entre outros. 2.2) Direito objetivo, direito subjetivo e pretensão: Direito objetivo conjunto legislativo de um determinado sistema jurídico (Carnelutti). Atualmente, no direito brasileiro é todo conjunto de direitos, todas normas, é o direito escrito e não escrito, incluindo jurisprudência. Direito subjetivo o direito que surge para alguém (direito do sujeito subjetivo) a partir do momento em que ocorre um fato protegido por uma norma jurídica. Pretensão: exigência de um direito subjetivo afirmado. Trata-se de um agir/fazer. Para ter a pretensão não há necessidade de um direito subjetivo. Esses institutos são de direito material que repercutem no direito processual, na jurisdição, na ação. Direito subjetivo sem pretensão. Pretensão sem direito subjetivo. Poderá haver ação e jurisdição sem que exista direito subjetivo. 2.3) Conflito de interesses: O que é interesse? Segundo Carnelutti é uma relação que se estabelece entre sujeito e um ou mais bens da vida decorrente de uma necessidade, de um capricho ou de um desejo.

4 4 2.4) Espécies de interesses: a) individuais e coletivos: Interesses coletivos lato sensu ou transindividuais ou meta-individuais: classificação segundo o CDC, arts. 81 e Difusos Coletivos Stricto Sensu Individuais homogêneos Sujeitos Absolutamente Relativamente Totalmente determinados indeterminados indetermináveis Objeto Indivisível Indivisível Divisível Elo entre os Situação de fato Relação jurídica base Situação de fato sujeitos (preexistente ao fato origem à ação) + ou situação de fato (Teori Zarascki). Ex: advogados da OAB integrarem os tribunais. Obs: No caso dos direitos difusos e coletivos stricto sensu nota-se que o objeto da ação é indivisível, ou seja, ou se concede a todas as pessoas ou não se concede a ninguém. Já nos direitos individuais homogêneos são divisíveis, ou seja, são materialmente individuais e processualmente coletivos (ou acidentalmente coletivo). 1 Art. 81. A defesa dos interesses e direitos dos consumidores e das vítimas poderá ser exercida em juízo individualmente, ou a título coletivo. Parágrafo único. A defesa coletiva será exercida quando se tratar de: I - interesses ou direitos difusos, assim entendidos, para efeitos deste código, os transindividuais, de natureza indivisível, de que sejam titulares pessoas indeterminadas e ligadas por circunstâncias de fato; II - interesses ou direitos coletivos, assim entendidos, para efeitos deste código, os transindividuais, de natureza indivisível de que seja titular grupo, categoria ou classe de pessoas ligadas entre si ou com a parte contrária por uma relação jurídica base; III - interesses ou direitos individuais homogêneos, assim entendidos os decorrentes de origem comum. Art. 82. Para os fins do art. 81, parágrafo único, são legitimados concorrentemente: I - o Ministério Público, II - a União, os Estados, os Municípios e o Distrito Federal; III - as entidades e órgãos da Administração Pública, direta ou indireta, ainda que sem personalidade jurídica, especificamente destinados à defesa dos interesses e direitos protegidos por este código; IV - as associações legalmente constituídas há pelo menos um ano e que incluam entre seus fins institucionais a defesa dos interesses e direitos protegidos por este código, dispensada a autorização assemblear. 1 O requisito da pré-constituição pode ser dispensado pelo juiz, nas ações previstas nos arts. 91 e seguintes, quando haja manifesto interesse social evidenciado pela dimensão ou característica do dano, ou pela relevância do bem jurídico a ser protegido.

5 5 Ficção jurídica para atender a celeridade. Processo conhecimento coletivo. Processo de execução individual. Alguns autores entendem que nos interesses difusos e nos coletivos Stricto Sensu ocorre uma substituição processual (art. 6º 2 CPC). Não existindo uma identificação do sujeito, sendo o sujeito alheio. E nos individuais homogêneos ocorreria uma representação processual (art. 12 3, CPC). Neste caso, o autor da ação são os titulares dos direitos subjetivos afirmados, representados pela associação, sindicatos ou MP. b) Interesse mediatos e imediatos: O nosso atual CPC visa a satisfação imediata do interesse, ou seja, a prestação direta daquilo que está sendo pedido. Somente, em última instância, que se transforma em indenização. - Evolução do conceito de lide e perspectiva frente ao princípio da colaboração: Significa retirar a idéia de lide dentro do processo, sendo que as partes colaborariam, estariam em cooperação com o julgador, para que este verificasse a verdade e julgasse o processo. No atual CPC já constam alguns dispositivos com essa idéia. Como por exemplo: credor traz bens do devedor para serem executados, de forma a colaborar. Para que se permita também uma flexibilização da própria estrutura do código, tornando-o mais instrumental. 2 Art. 6 o Ninguém poderá pleitear, em nome próprio, direito alheio, salvo quando autorizado por lei. 3 Art. 12. Serão representados em juízo, ativa e passivamente: I - a União, os Estados, o Distrito Federal e os Territórios, por seus procuradores; II - o Município, por seu Prefeito ou procurador; III - a massa falida, pelo síndico; IV - a herança jacente ou vacante, por seu curador; V - o espólio, pelo inventariante; VI - as pessoas jurídicas, por quem os respectivos estatutos designarem, ou, não os designando, por seus diretores; VII - as sociedades sem personalidade jurídica, pela pessoa a quem couber a administração dos seus bens; VIII - a pessoa jurídica estrangeira, pelo gerente, representante ou administrador de sua filial, agência ou sucursal aberta ou instalada no Brasil (art. 88, parágrafo único); IX - o condomínio, pelo administrador ou pelo síndico.

6 6 2.5) Elementos da jurisdição no direito pós-moderno: a) teoria dos direitos fundamentais: b) teoria dos princípios e interpretação conforme a Constituição c) Constitucionalismo ou Neoconstitucionalismo: Neoconstitucionalismo é o nome do novo pensamento jurídico, no qual as regras do CPC devem ser interpretadas de acordo com a CF e dos princípios constitucionais. Assim, deve ser aplicado o que a CF disciplina. A crítica é que se trata de um novo positivismo que troca a lei pela CF. Características da constituição: - Natureza pública devido as alternativas jurisdicionais do direito brasileiro. Sentença arbitral mesmo valor que uma sentença de juiz de direito - alguns doutrinadores chamam de jurisdição privada. - Poder-dever: poder - porque a atividade exercida pelo estado que é imposta aos indivíduos. E dever - porque o estado proíbe a autotutela, devendo prestar o serviço. - Exercício da soberania externação do poder. - Legalidade substancial a lei, desde que, atenda os princípios constitucionais. A lei esteja em conformidade com os direitos fundamentais. Nota-se que a força da lei encontra-se bastante reduzida. 2.6) Espécies de jurisdição: - jurisdição especial: exercida pelas justiças que possuem a atribuição de matéria específica. São a justiça do trabalho, a justiça militar e a justiça eleitoral. Tem atribuição de matéria.

7 7 - jurisdição comum: é aquela que a Constituição não fez a atribuição de matéria. São a justiça federal e a justiça estadual (residual). Doutrinador Athos Gusmão Carneiro retira a justiça federal da justiça comum e a recoloca na justiça especial. Pois as demais justiças especiais têm atribuição de matéria, e a justiça federal tem atribuição quanto à pessoa. c) hierarquia de seus órgãos: classificação feita pelo poder de reforma das decisões: c.1) superior: tem o poder de reforma da decisão proferida pelo órgão inferior. c.2) Inferior: aquela que conheceu do processo originário. d) Conforme a natureza do exercício: d.1) Contenciosa: Lide. Partes contrapostas. Pode haver coisa julgada material. É ato jurisdicional. d.2) Voluntária: Não há lide. Há requerentes (Ovídio menciona que há partes, pois significa pessoas que participam do processo). Não há formação de coisa julgada material. É ato jurisdicional para alguns. É ato administrativo para alguns (conveniência e oportunidade + legalidade). Obs: sem necessidade de interferência do judiciário, a não para que tenha validade jurídica. A jurisdição voluntária apresenta duas correntes que referem a causa de sua utilização e importância, a primeira corrente entende ser necessária pela diminuição de demandas no poder judiciário. Outra corrente para atender aos direitos novos.

8 8 3) Ação: Atualmente adotamos a Teoria eclética, existe uma ação que se desenvolve com relação a outra parte e com relação ao estado, independentemente da existência de um direito subjetivo. Direito de natureza pública e preexistente. 3.1) Condições da ação: 1) legitimidade das partes: legitimidade dos sujeitos (autor e o réu). 2) interesse de agir: a necessidade de intervenção do Poder Judiciário para obtenção do resultado pretendido. 3) possibilidade jurídica do pedido: a inexistência de vedação legal do pedido. Faltando uma das condições, o Juiz irá julgar carência da ação. 3.2) Elementos da ação: é o que identifica a ação. 1) Partes: autor e réu. 2) Causa de Pedir: são os fatos e o fundamento jurídico do pedido (Nosso código adotou a teoria da substanciação). O fundamento jurídico é a explicação legal dos fatos, não apenas indicação legal. 3)Pedido = objeto: - imediato (providência jurisdicional, condenação, pagamento, fazer, dar, declarar). - mediato (bem da vida pretendido). Para que uma ação seja igual a outra deverá ter as mesmas partes, mesma causa de pedir e mesmo pedido, figura da litispendência.

9 9 Caso houver duas ações similares, temos hipóteses de conexão (alguns elementos da ação idênticos) ou continência (uma ação é maior que a outra e a contém, tramitando em conjunto).

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