TÍTULO I: DA DENOMINAÇÃO E DOS OBJETIVOS

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1 1 REGIMENTO INTERNO

2 TÍTULO I: DA DENOMINAÇÃO E DOS OBJETIVOS CAPÍTULO I: DA DENOMINAÇÃO Art.1. A Faculdade Evangélica de Taguatinga, com limite territorial de atuação circunscrito ao Distrito Federal é um estabelecimento particular de ensino superior, mantido pela Faculdade Evangélica de Taguatinga S/S Ltda., sociedade civil, com finalidade lucrativa, com sede e foro na cidade de Taguatinga Brasília (DF) e com Estatuto devidamente registrado no Cartório de Títulos e Documentos, sob o nº 5941 do Cartório 3º Ofício de Registro de Pessoas Jurídicas Taguatinga (DF) e inscrita no CNPJ do Ministério da Fazenda sob o nº / A Faculdade Evangélica de Taguatinga rege-se por este Regimento, pelo contrato da Mantenedora, pelas Resoluções emanadas do seu Conselho Superior e pela Legislação do Ensino Superior. 2. O Instituto Superior de Educação ISE, face às exigências da legislação educacional vigente no País e a especificidade de suas atividades, é apresentando neste regimento de forma distinta de outras instituições integrantes da Faculdade Evangélica de Taguatinga, no que diz respeito à sua participação nos conselhos e na descrição de sua orga. CAPÍTULO II: DOS OBJETIVOS Art.2. Na qualidade de instituição integrante do Sistema Federal de Ensino, a Faculdade Evangélica de Taguatinga tem, no âmbito dos cursos que ministra, os seguintes objetivos: I estimular a criação cultural e o desenvolvimento do espírito científico e do pensamento reflexivo; II incentivar o trabalho de pesquisa e investigação científica, visando o desenvolvimento da ciência e da tecnologia e da criação e difusão da cultura e, desse modo, desenvolver o entendimento do homem e do meio em que vive; III promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e técnicos que constituem patrimônio da humanidade e comunicar o saber através do ensino, de publicações ou de outras formas de comunicação; IV - promover a educação integral do cidadão, tornando-o capaz de continuar aprendendo e adaptando-se, com flexibilidade, às novas condições de ocupação, inclusive a busca de aperfeiçoamento, voltado à preservação e difusão dos valores culturais e das conquistas; 2

3 V formar profissionais éticos nos diferentes cursos e áreas de conhecimento, com desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico, aptos para a inserção em setores compatíveis com sua formação, comprometidos com a sua formação contínua, com sua inserção no processo de desenvolvimento sócio-político-cultural e econômico do país e, em particular a cidade de Taguatinga (DF), e sua região de influência geoeconômica; VI a realização de pesquisas e o estímulo às atividades criadoras; VII - a extensão do ensino e da pesquisa à comunidade, mediante cursos e serviços especiais, prestados ao governo, à sociedade civil organizada e aos cidadãos, para promover a preservação e o desenvolvimento da cultura, ciência, tecnologia e das artes; VIII promover o intercâmbio com instituições congêneres, nacionais e estrangeiras. IX manter o ideal de educação, como processo de desenvolvimento da plena humanização do homem; X valorizar a existência humana em termos qualitativos e não apenas em prolongamento cronológico; XI prestar solidariedade como forma de manutenção do espírito fraterno entre os homens. Parágrafo único. Para atingir estes objetivos, a Faculdade Evangélica de Taguatinga apresenta como prioridades, diante de sua filosofia de ação, o ensino mediante a transmissão e a produção do conhecimento, o resgate e a construção da cidadania, a geração e transferência de tecnologia através da pesquisa e da extensão e da prestação de serviços educacionais. Art.3. São atribuições da Faculdade Evangélica de Taguatinga perante a Mantenedora: I contribuir para uma política de melhoria dos padrões gerenciais da qualidade dos serviços; II participar da elaboração e implementação do Planejamento Estratégico, do Plano de Desenvolvimento Institucional e da Avaliação Institucional para melhor ajustar os serviços às demandas dos mercados atuais e futuros; III apresentar as diretrizes norteadoras dos planos de qualificação e de carreira, especialmente do corpo docente. 3

4 TÍTULO II: DA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL CAPÍTULO I: DAS UNIDADES ORGANIZACIONAIS Art.4. São unidades organizacionais da Faculdade Evangélica de Taguatinga: I - II III IV V VI VII - Conselho Superior; Conselho Acadêmico; Diretor Geral; Vice-Diretor; Diretor de cada Faculdade ou Instituto; Coordenação de Pesquisa, Extensão e Pós-Graduação; Coordenações dos Cursos de Graduação; VIII Órgãos de Apoio. 1. Além dos órgãos de que trata o caput deste artigo, poderão ser criados outros, de acordo com as necessidades, desde que aprovados pela Entidade Mantenedora, nos termos do presente Regimento. 2. As atividades e vinculações do(s) órgão(s) de que trata o parágrafo anterior serão definidas neste Regimento, após aprovação pelo Conselho Superior, ouvido o Conselho Acadêmico. Art.5. Ao Conselho Superior e ao Conselho Acadêmico aplicam-se as seguintes normas: I - os colegiados funcionam com a presença da maioria absoluta de seus membros e decidem pela maioria dos presentes; II - o Presidente do colegiado participa na votação e, ocorrendo empate, tem voto de qualidade; III - nenhum membro do colegiado pode participar de reunião em que esteja sendo apreciada matéria de seu interesse particular; IV - as reuniões ordinárias são previstas no Calendário Anual; V - as reuniões extraordinárias devem ser convocadas com antecedência mínima de quarenta e oito horas, ressalvados os casos de urgência, constando sempre da convocação, a pauta da reunião; 4

5 VI - são lavradas atas das reuniões, lida e assinada na mesma sessão ou na seguinte. CAPÍTULO II : DO CONSELHO SUPERIOR Art.6. O Conselho Superior, órgão máximo, de caráter deliberativo em matéria de administração, ensino, pesquisa e extensão é constituído pelos seguintes membros: I II - Diretor Geral, na qualidade de Presidente nato; Dois representantes da Mantenedora, por ela indicados; III Um representante do Conselho Acadêmico, na qualidade de Vice- Presidente; IV V VI Diretor de cada Faculdade ou Instituto; Coordenador de Pesquisa, Extensão e Pós-Graduação; Coordenador de cada coordenação de Curso de Graduação; VII Dois representantes da comunidade indicados pelas entidades que representam, escolhidos entre a classe empresarial e organizações sociais de Taguatinga (DF), pelo Diretor Geral; VIII - Dois representantes do corpo docente, eleitos pela maioria dos professores; e IX - Um representante do corpo discente, escolhido pelos seus pares, sob a coordenação do Diretório Central dos Estudantes. 1 Os representantes junto ao Conselho Superior têm mandato de um ano, podendo ser prorrogados. 2 O representante do corpo discente tem mandato de um ano, sem direito à recondução. 3 Os representantes da Comunidade e do corpo discente serão nomeados: a) pelo Sindicato de maior representatividade no Município; b) pela Diretoria Acadêmica. 5

6 Art.7. O Conselho Superior reúne-se, ordinariamente, no início e no fim de cada ano letivo e, extraordinariamente, quando convocado pelo Diretor Geral por iniciativa própria ou a requerimento de um terço dos membros que o constituem. Art.8. Compete ao Conselho Superior: I - exercer a jurisdição superior e determinar as políticas e diretrizes da Faculdade Evangélica de Taguatinga, em conformidade com os objetivos e normas emanadas dos órgãos do Sistema Federal de Ensino, da Entidade Mantenedora e aquelas definidas neste Regimento; II - aprovar o Regimento Interno da Faculdade Evangélica de Taguatinga; III - propor e/ou aprovar as alterações do Regimento Interno da Faculdade Evangélica de Taguatinga, submetendo-as à apreciação dos órgãos competentes do Sistema Federal de Ensino; IV - regulamentar matérias de natureza acadêmica, inclusive aprovar os projetos acadêmicos dos cursos, observadas as diretrizes curriculares editadas pelo MEC, os planos de disciplinas elaborados pelo professores, compatibilizados pelas Coordenações e apreciados pelo Conselho Acadêmico, as normas do processo seletivo de candidatos aos cursos ministrados pela Faculdade Evangélica de Taguatinga e o Calendário Anual; V - referendar o plano de ação e o orçamento anual, bem como os convênios, contratos e acordos a serem firmados com entidades nacionais e estrangeiras, públicas ou privadas de interesse da Faculdade Evangélica de Taguatinga, a serem propostas à Entidade Mantenedora, bem como aprovar medidas que visem à preservação da hierarquia, da ordem e da disciplina na organização; VI - aprovar projetos de ensino de graduação, de pesquisa e de extensão, inclusive os projetos de curso seqüencial por campo de saber, de educação profissional, de recuperação e outros de acordo com as normas estabelecidas na legislação vigente, encaminhando-os, sempre que implique em aumento de recursos, à Entidade Mantenedora para sua homologação; VII - tomar conhecimento de representações de natureza didática e das conclusões de inquéritos disciplinares ou administrativos e deliberar sobre os mesmos; VIII - opinar sobre concessões de prêmios e dignidades escolares e propor a concessão de títulos de professor honorário e de professor emérito; IX - indicar professores que deverão fazer parte das comissões examinadoras de tese e julgadoras de prêmios; X - resolver em grau de recurso, todos os casos de sua competência; 6

7 XI - XII - decidir sobre casos omissos ou duvidosos deste Regimento; fazer indicação de professores para contratação pela Mantenedora; XIII - apreciar o relatório anual da Diretoria; XIV - sugerir medidas que visem ao aperfeiçoamento e desenvolvimento das atividades da Faculdade Evangélica de Taguatinga, bem como opinar sobre assuntos pertinentes, que lhes sejam submetidos pelo Diretor; XV - representar aos órgãos competentes contra o Diretor ou contra a Mantenedora; XVI - exercer as demais atribuições que lhe sejam conferidas por lei e neste Regimento. CAPÍTULO III: DA DIREÇÃO GERAL Art.9. A Direção Geral, exercida pelo Diretor Geral, é órgão executivo superior de coordenação e fiscalização das atividades da Faculdade Evangélica de Taguatinga. 1º Em sua ausência e impedimentos, o Diretor Geral será substituído pelo Vice-Diretor. 2º O Diretor Geral e Vice-Diretor da Faculdade Evangélica de Taguatinga são designados pela Mantenedora mediante lista tríplice, uma para cada cargo, organizados pelo Conselho Superior, para mandato de quatro anos, podendo ser reconduzidos. Art.10. São atribuições do Diretor Geral: I - representar a Faculdade Evangélica de Taguatinga junto às pessoas ou instituições públicas ou privadas; II - convocar e presidir as reuniões do Conselho Superior e do Conselho Acadêmico; III - elaborar o plano anual de atividades das Faculdade Evangélica de Taguatinga e submetê-los à aprovação do Conselho Superior; IV - elaborar e submeter ao Conselho Superior a proposta orçamentária a ser encaminhada à Mantenedora; 7

8 V - elaborar o Relatório Anual das Atividades da Faculdade Evangélica de Taguatinga, submetê-lo ao Conselho Superior e à Entidade Mantenedora, divulgá-lo junto aos órgãos coordenadores do Sistema Federal de Ensino e aos parceiros externos; VI - conferir grau, assinar diplomas, títulos e certificados acadêmicos; VII - fiscalizar o cumprimento do regime escolar e a execução dos programas e horários; VIII - zelar pela manutenção da ordem e disciplina no âmbito da Faculdade Evangélica de Taguatinga, respondendo por abuso ou omissão; IX - convocar as eleições para a escolha dos representantes do corpo docente e do Diretório Acadêmico; X - propor à Mantenedora a contratação de pessoal docente e técnico administrativo; XI - autorizar a divulgação de informações de responsabilidade da Faculdade Evangélica de Taguatinga; XII - cumprir e fazer cumprir as disposições deste Regimento e demais normas pertinentes; XIII - resolver os casos omissos neste Regimento, ad referendum do Conselho Superior e Conselho Acadêmico, submetendo-os à apreciação final desse órgão deliberativo; XIV - delegar competência no âmbito de suas atribuições; XV - exercer o direito recursal, no prazo de cinco (5) dias úteis, das decisões do Conselho Superior; XVI - viabilizar a integração disciplinar e multi-profissional entre unidades acadêmicas e administrativas da Faculdade Evangélica de Taguatinga, para garantir a qualidade dos serviços, associada aos interesses e à satisfação dos seus clientes internos e externos; XVII - estabelecer o relacionamento harmônico e interativo da Faculdade Evangélica de Taguatinga com a Entidade Mantenedora, para cumprimento da missão e dos objetivos institucionais; XVIII - baixar normas e instruções, compatíveis com a legislação escolar vigente, para o funcionamento regular das atividades do corpo técnico, dos docentes e discentes da Faculdade Evangélica de Taguatinga, bem como referentes ao processo administrativo e/ou disciplinar; 8

9 1º. Os atos da Direção Geral são formalizados através de Portarias, de Orientações Normativas, de Ordem de Serviço e demais instrumentos legais e formais pertinentes, necessários à gestão da Faculdade Evangélica de Taguatinga. 2º. O Manual de Normas Acadêmicas será aprovado pelo Diretor Geral, após homologado pelo Conselho Acadêmico; XIX - exercer as demais atribuições que lhe sejam previstas em Lei, neste Regimento e em razão de normas complementares aprovadas; Art.11. A Diretoria terá sua organização e funcionamento definidos em Regimento próprio. Parágrafo Único: O Regimento da Diretoria disporá sobre a organização do quadro administrativo e técnico, bem como, as atividades de seu pessoal. CAPÍTULO IV: DO CONSELHO ACADÊMICO Art.12. O Conselho Acadêmico é órgão técnico de assessoramento da Direção Geral da Faculdade Evangélica de Taguatinga para os assuntos de ensino, pesquisa científica, técnica e da extensão. Parágrafo Único. O Conselho Acadêmico é constituído pelo Diretor Geral, seu presidente nato, pelo Vice-Diretor, pelos Diretores de Faculdades e Institutos, pelo Coordenador de Pesquisas, Extensão e Pós-Graduação, pelos Coordenadores dos Cursos de Graduação, por um representante do corpo docente eleito pela maioria dos professores e por um representante do corpo discente, escolhido entre seus pares, sob coordenação do Diretório Central de Estudantes, e designado pelo Diretor Geral, com mandato de um ano, sem direito à recondução. Art.13. O Conselho Acadêmico reúne-se ordinariamente, a cada bimestre e extraordinariamente, quando convocado pelo Diretor Geral, ou a requerimento de 1/3 de seus membros, cabendo ao titular da Secretaria e, na sua falta, a quem o Diretor Geral indicar, os encargos do registro dos trabalhos no livro de ata. 1 - As deliberações do Conselho Acadêmico serão tomadas por maioria absoluta de seus membros. 2. Ao final das reuniões do Conselho Acadêmico, caberá ao Titular da Secretaria de Registros Acadêmicos e na sua ausência, quem o Diretor Geral indicar, a lavratura da Ata, sua leitura para posterior aprovação e assinatura dos participantes da reunião. 9

10 3 - O Diretor Geral da Faculdade Evangélica de Taguatinga tem, além do seu voto, o de qualidade. Art.14. Compete ao Conselho Acadêmico: I - assessorar a Direção Geral na supervisão e coordenação dos projetos pedagógicos, planos e atividades dos cursos seqüenciais por campo de saber, de diferentes níveis de abrangência, de graduação, de mestrado, doutorado, cursos de especialização, aperfeiçoamento e outros, de extensão e de educação profissional; II - propor e/ou apreciar projetos de pesquisa e extensão correlatos às finalidades da Faculdade Evangélica de Taguatinga; III avaliar, quando solicitado, os projetos pedagógicos, os planos dos cursos, os planos de disciplinas, as normas e o funcionamento do regime escolar da Faculdade Evangélica de Taguatinga, inclusive a regulamentação do processo seletivo para os cursos de graduação e pós-graduação, bem como dos concursos de seleção de monitores, de bolsistas de iniciação científica e de professores, para propor e/ou apreciar medidas que visem ao aperfeiçoamento e ao desenvolvimento da Faculdade Evangélica de Taguatinga, o caráter interdisciplinar dos programas de ensino e a elevação dos padrões de qualidade dos serviços e dos produtos da instituição; IV - exercer as demais atribuições que lhe sejam previstas em lei e neste Regimento, ou que lhe forem delegadas pelo Conselho Superior e pela Direção Geral. V - zelar pela gestão do conhecimento Faculdade Evangélica de Taguatinga, determinando políticas, diretrizes e procedimentos que garantam a integridade dos conteúdos das bases de informação desenvolvidas por sua comunidade acadêmica. Parágrafo único. O Conselho Acadêmico exerce ainda, as funções de colegiado dos cursos. CAPÍTULO V: DA COORDENAÇÃO DE PESQUISA, EXTENSÃO E PÓS- GRADUAÇÃO Art.15. À Coordenação de Pesquisa, Extensão e Pós-Graduação compete: I coordenar o desenvolvimento da pesquisa acadêmica em geral, estimulando os docentes à apresentação de projetos de pesquisas; II emitir pareceres sobre matéria referente ao ensino de pós-graduação e a pesquisa, a ser encaminhado ao Conselho Superior; 10

11 III promover o aperfeiçoamento do Corpo Docente da Faculdade Evangélica de Taguatinga, através da ação que estimule os professores para a realização de cursos de pós-graduação lato sensu, ligados a sua área de atuação e stricto sensu, compatível com sua carreira acadêmica; IV pesquisar, planejar e implementar cursos de extensão, aperfeiçoamento, especialização e complementação para docentes, visando o aprimoramento permanente do quadro docente da Faculdade Evangélica de Taguatinga; V pesquisar, planejar e implementar cursos de especialização para candidatos ao Magistério Superior, com vistas a formação e ingresso de novos docentes nos quadros da Faculdade Evangélica de Taguatinga; VI pesquisar, planejar e implementar projetos de cursos de pós-graduação nas diversas áreas de conhecimento abrangidas pelos cursos de graduação da Faculdade Evangélica de Taguatinga. CAPÍTULO VI: DAS COORDENAÇÕES DE CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACULDADE EVANGÉLICA DE TAGUATINGA Art.16. As Coordenações são a base das funções de ensino, pesquisa e extensão e são compostas por profissionais qualificados para integrá-las. Parágrafo Único. Constituem cada Coordenação os docentes em exercício das disciplinas que integram cada curso, dirigida por um docente denominado coordenador, designado e exonerado pelo Diretor Geral. Art.17. O Coordenador indicará o seu substituto eventual, nos seus impedimentos, entre os docentes, que será designado pelo Diretor Geral. Art.18. A Coordenações reúnem-se, ordinariamente, em datas fixadas no calendário escolar, e, extraordinariamente, quando convocadas pelos coordenadores, por iniciativa própria, por solicitação do Diretor Geral ou a requerimento de dois terços de seus membros. Art.19. Compete aos Coordenadores de Curso de Graduação: I - representar a Coordenação junto às autoridades e órgãos da Faculdade Evangélica de Taguatinga e órgãos externos, por indicação da Direção Geral; II - convocar e presidir as reuniões de Coordenação; III - distribuir encargos de ensino, pesquisa e extensão entre seus professores, respeitadas as especialidades e coordenar-lhes as atividades; IV - supervisionar e fiscalizar a execução das atividades programadas, bem como a assiduidade dos professores; 11

12 V acompanhar a execução dos programas e planos de ensino das disciplinas, de pesquisa e extensão, depois de aprovados pelo Conselho Acadêmico; VI - pronunciar-se sobre o aproveitamento de estudos e adaptações de alunos transferidos ou diplomados em conjunto com os professores das disciplinas; VII propor a admissão, demissão e a promoção de seu pessoal docente e técnico-administrativo; VIII - aprovar o plano e o calendário anual de atividades bem como a proposta orçamentária da Coordenação; IX - X - XI propor a designação de monitores; apresentar à Direção Geral, relatório de suas atividades; acompanhar a vida acadêmica e o desenvolvimento do corpo discente; XII coordenar, avaliar, e supervisionar a atuação do docente; XIII - incentivar e propor a atualização e aperfeiçoamento do seu pessoal docente; XIV Executar a integração didática e cientifica das atividades de ensino, pesquisa e extensão; XV Promover a atualização e o aperfeiçoamento do projeto pedagógico do curso; XVI - sugerir medidas que visem o aperfeiçoamento das atividades, bem como opinar sobre assuntos pertinentes que lhe sejam submetidos pela Direção Geral; XVII - exercer as demais atribuições que lhe sejam previstas em lei e neste Regimento. CAPÍTULO VII : DO INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO ISE Art.20. ISE é um órgão de coordenação de máxima significação para permanente articulação de planejamento, controle, avaliação e execução dos cursos e programas, incluídos no projeto pedagógico do Instituto. 12

13 Art programas: O ISE incluirá no seu Projeto Pedagógico os seguintes cursos e I. - curso de Pedagogia, Licenciatura, para formação de professores para atuarem no ensino da educação infantil e séries iniciais do ensino fundamental; II. - cursos de licenciatura para formação de professores para atuarem no ensino das séries finais do ensino fundamental e no ensino médio; III. - programas de formação continuada, destinados à atualização de profissionais da educação básica nos diversos níveis; IV. - programas especiais de formação pedagógica para portadores de diploma de curso superior que pretendem lecionar nas séries finais do ensino fundamental ou no ensino médio; V. - curso de especialização lato sensu em Docência do Ensino Superior, destinado à formação de docentes que poderão vir a compor os próprios quadros da Faculdade Evangélica de Taguatinga. Art.22. O ISE contará com uma Direção Geral constituída de: I. Diretor do Instituto, designado pelo Diretor Geral da Faculdade Evangélica de Taguatinga; II. - Coordenadores dos Cursos de Licenciatura de formação de professores da educação básica, oferecidos pelo ISE, designado pelo Diretor do Instituto; III. - Coordenadores de Programas de formação continuada e dos programas especiais de formação pedagógica, designado pelo Diretor do Instituto; IV. - Coordenadores de cursos de formação pós-graduada, designado pelo Diretor do Instituto; Art.23. São competências do Diretor do ISE: I. - coordenar o planejamento do projeto pedagógico do ISE com a participação de todo o corpo docente, de modo que fiquem conjugadas as fases de elaboração, execução, avaliação a controle dos cursos a programas de formação de professores oferecidos pelo ISE; II. - instruir a conscientizar o corpo docente da significação metodológica de manter conjugadas as fases de elaboração, execução e avaliação do projeto de cada curso ou programa, para permanente controle de sua qualidade; 13

14 III. - orientar cada coordenador de curso ou programa e respectivos docentes na formulação de cada projeto especifico; IV. - acompanhar, junto com o respectivo coordenador, a execução de cada curso ou programa; V. - elaborar e aplicar, auxiliado pelo coordenador do curso ou programa e respectivos professores, os instrumentos de avaliação dos resultados obtidos na sua execução; VI. - analisar, junto com os coordenadores e professores envolvidos, os dados colhidos pela avaliação de cada curso ou programa ministrado a discutir as medidas mais indicadas para obter os resultados desejados; VII. - apresentar e discutir as indicações para melhorar os resultados da execução dos cursos e programas, em reunião conjunta de todo o corpo docente do Instituto, sistematizando as indicações exeqüíveis em medidas racionalmente aplicáveis; VIII. - estabelecer as estratégias e ou metodologias para operacionalização das medidas a serem adotadas para alcançar os resultados desejados; IX. - instruir e treinar os professores e coordenadores na execução das medidas de melhoria de qualidade dos cursos e programas; X. - acompanhar a execução das medidas de melhoria de qualidade dos cursos e programas; XI. - reavaliar os resultados obtidos após a aplicação das medidas de ajuste da execução dos cursos e programas e discutir os dados colhidos com o corpo docente, propondo novas medidas de ajuste e ou correção, até obter os resultados desejados; indicar sistematicamente a integração teoria/prática no plano de ensino da disciplina ao longo da integralização curricular, entre os conteúdos e suas aplicações no exercício da docência na escola sob orientação docente; XII. - estabelecer as normas de realização do estágio supervisionado por professores realizado em situações de efetivo exercício da docência em sala de aula, com domínio do conteúdo a ser ensinado e das habilidades e metodologias a ele pertinentes, conhecendo o projeto pedagógico da escola e vivenciando a estrutura administrativa e organizacional da instituição, participando inclusive das atividades de interação entre a escola, a família do educando e a comunidade em que ela se insere; 14

15 XIII. - elaborar o plano anual de atividades acadêmicas do ISE, para aprovação pelo Coordenador de Ensino, Pesquisa e Extensão, bem como o relatório com os resultados obtidos nessas atividades, ao final de cada ano letivo; XIV. - estabelecer as normas para a realização das atividades de recuperação da aprendizagem de alunos com desempenho insuficiente verificado pelas avaliações progressivas de conhecimento, a serem dirigidas pelo professor da disciplina ou atividade curricular, nas semanas posteriores de cada período letivo regular, antes da aplicação do exame final; XV. - elaborar, em articulação com os coordenadores de cursos e programas, o Calendário Acadêmico e controlar o seu cumprimento, reservando as duas semanas ou mais, se preciso, posteriores a cada período letivo regular para atividades que visem a promoção de alunos reprovados; XVI. - analisar o Curriculum Vitae dos docentes selecionados pelos coordenadores de cursos e programas, classificando-os e os encaminhando à mantenedora para admissão nos termos da legislação em vigor; XVII. - acompanhar o desempenho dos docentes a propor medidas que visem a melhoria de sua eficiência; XVIII. -indicar as necessidades de ampliação e modernização de laboratórios; XIX. - indicar a necessidade de ampliação a atualização da biblioteca para atendimento dos diversos cursos e programas oferecidos; XX. - propor os planos anuais de distribuição de bolsas de monitoria e de iniciação científica; XXI. - efetivar a admissão de monitores e de bolsistas de iniciação científica e manter atualizados os registros de suas atividades; XXII. - manter atualizado o acervo de legislação do ensino superior de graduação e de Pós-Graduação, para subsidiar suas atividades e as dos coordenadores de cursos e de programas; XXIII. - elaborar o catálogo de cursos e programas oferecidos pelo ISE; XXIV. - colaborar com o Diretor Geral da Faculdade na coordenação e operacionalização das atividades referentes ao processo seletivo para ingresso de candidatos aos cursos e programas oferecidos pelo ISE; XXV. - executar outras tarefas compatíveis com suas competências. 15

16 CAPÍTULO VIII: DAS COORDENAÇÕES DE CURSOS E DE PROGRAMAS DO ISE Art.24. As atividades dos cursos e programas do ISE serão coordenadas por um Coordenador de Curso, com as seguintes atribuições: I - coordenar as atividades acadêmicas do curso ou do programa em cada período letivo de acordo com as orientações do ISE; II - orientar os professores e alunos quanto aos objetivos finais e intermediários do curso ou do programa; III - propor medidas para melhoria da qualidade do ensino e demais atividades programadas para o curso ou programa; IV - zelar pelo cumprimento dos eventos e das atividades previstas no Calendário Escolar da Faculdade que dizem respeito ao curso ou programa; V - selecionar os membros do corpo docente do curso ou do programa, encaminhando o resultado da seleção ao coordenador do ISE para análise, classificação e posterior encaminhamento a Mantenedora para admissão; VI - articular suas atividades com as das demais Coordenações de Curso e de Programas do ISE; VII - elaborar os horários e encaminhá-los aos setores competentes e às coordenações dos outros cursos e programas; VIII - planejar a executar eventos (seminários, palestras e outros); IX -elaborar documentos técnicos; X- a alocação docente; XI - propor a dispensa de membros do corpo docente mediante exposição fundamentada; XII - procurar solucionar problemas curriculares e administrativos dos discentes; XIII - orientar os alunos, em articulação com a Secretaria Geral, sobre todas as atividades e registros da vida acadêmica dos mesmos; XIV - identificar vagas existentes no curso ou programa sob sua Coordenação e encaminhar a relação ao ISE, para as providências cabíveis. XV - organizar a lista dos prováveis concludentes em cada período letivo; 16

17 XVI - analisar currículos para aproveitamento de disciplinas, nos casos de mudanças de curso, transferências e matrícula de graduados de nível superior; XVII - manter o diretor do ISE sempre informado dos problemas e necessidades do setor; XVIII - desempenhar outras atividades que, por sua natureza, lhe sejam afetas. Parágrafo Único. Quando necessário, o Coordenador de Curso ou Programa poderá convocar professores para o auxiliarem no cumprimento das competências que lhe são atribuídas. CAPÍTULO IV: DAS UNIDADES DE APOIO SEÇÃO I: DA SECRETARIA DE REGISTROS ACADÊMICOS Art.25. A Secretaria de Registros Acadêmicos é unidade organizacional incumbida da coleta e guarda dos Registros Acadêmicos, competindo ao Secretário Geral de Registros Acadêmicos: I - organizar os serviços de secretaria e de apoio acadêmico: II - organizar o controle acadêmico, garantir a segurança e integridade dos registros e a preservação dos documentos escolares; II - superintender e fiscalizar os serviços da Secretaria, fazendo distribuição eqüitativa dos trabalhos entre seus funcionários; IV fazer expedir e subscrever a correspondências fundamentadas nos registros acadêmicos da Faculdade Evangélica de Taguatinga; V - redigir e subscrever os editais de chamada para exames e matrículas, os quais serão publicados por ordem do Diretor Geral; VI - manter atualizado o acervo da legislação pertinente, normas e regulamentos, despachos, ordens de serviços e demais documentações administrativas; VII - atender às pessoas em assunto de sua atribuição; VIII - apresentar ao Diretor Geral em tempo hábil todos os documentos a serem visados ou assinados; 17

18 IX - não permitir a presença de pessoas estranhas ao serviço, no recinto da Secretaria; X - subscrever e publicar, regularmente, o quadro de notas do aproveitamento de provas exames e relações de faltas, para conhecimento dos alunos. XI - XII - organizar o prontuário de funcionários e professores; trazer atualizados os prontuários dos alunos; XIII opinar sobre pedidos de abono e justificativas de faltas, de afastamentos, licenças, assim como fazer comunicados de atrasos e saídas antecipadas de funcionários da Secretaria, encaminhando, no encerramento da freqüência mensal, à consideração do Diretor Geral para despacho conclusivo; XIV encaminhar, mensalmente, à Direção Geral, para apreciação, a estatística sobre a movimentação dos alunos: trancamento de matrícula, transferência, cancelamento, desistência, além da relação de alunos que sejam matriculados e aqueles que tenham sido transferidos para a Faculdade Evangélica de Taguatinga e dos professores e funcionários: pedidos de rescisão, dispensa para participação em programas de qualificação, férias e outros afastamentos. XV Assinar com o Diretor Geral: a) os diplomas e certificados conferidos pela Faculdade Evangélica de Taguatinga; b) Os termos de colação de grau. Art.26. O Secretário é responsável perante a Direção Geral, pelos documentos que assinar e pelas informações que prestar, respondendo administrativa e judicialmente, por omissão, dolo ou culpa no exercício de suas funções. Art.27. Os demais servidores lotados na Secretaria de Registros Acadêmicos são responsáveis pelos documentos que elaborarem e pelas informações que prestarem e/ou registrarem, respondendo administrativamente ou judicialmente, pelas omissões, dolo ou culpa no exercício de suas atividades. Art.28. Para a boa execução dos serviços, a Secretaria contará com os servidores, em tempo integral, admitidos pela Mantenedora. SEÇÃO II : DA BIBLIOTECA Art.29. Os serviços de Biblioteca são dirigidos por bibliotecário legalmente habilitado, e auxiliares designados pela Mantenedora; 18

19 Art.30. A Biblioteca é organizada segundo os princípios modernos da biblioteconomia e, quanto ao seu funcionamento, rege-se por normas especiais baixadas pela Direção Geral; Art.31. A divulgação dos trabalhos didáticos e culturais e as demais publicações são promovidas pela Biblioteca, de acordo com a indicação das Coordenações, ouvida a Direção Geral e a Mantenedora; Art.32. A Biblioteca funciona durante períodos compatíveis com os trabalhos escolares; Art.33. Ao Bibliotecário compete: I organizar e supervisionar os trabalhos da Biblioteca; II - zelar pela conservação do acervo bibliográfico e demais bens pertencentes à Biblioteca; III - propor à Direção Geral a aquisição de obras e assinaturas de publicações periódicas, dando preferência às que se ocupam de matérias ensinadas nas Faculdade Evangélica de Taguatinga e procurando sempre complementar as obras e coleções existentes com a anuência do Conselho Acadêmico; IV - organizar catálogo anual de referência bibliográfica para as disciplinas dos cursos da Faculdade Evangélica de Taguatinga, remetendo o mesmo aos membros do corpo docente; V - prestar à Direção Geral e aos professores, informações sobre as novas publicações editadas no país e no exterior; VI - solicitar, ao término de cada período letivo, aos coordenadores de cursos, a indicação de obras e publicações necessárias; VII - organizar e remeter a Direção Geral, semestralmente, o relatório dos trabalhos da Biblioteca; VIII - viabilizar a interligação da Biblioteca com redes de teleprocessamento para acesso a Bancos de dados de instituições congêneres e demais centros de geração do saber e transferência de tecnologia; IX - priorizar o atendimento ao corpo discente, motivando-o ao uso pertinente; X - elaborar e executar projetos que motivem a clientela externa à utilização da Biblioteca em suas necessidades de consulta; XI - exercer as demais atribuições determinadas neste Regimento. 19

20 SEÇÃO III: DOS LABORATÓRIOS Art.34. A Faculdade Evangélica de Taguatinga dispõe de laboratórios necessários às atividades de ensino, pesquisa e extensão, supervisionados por pessoal de capacitação técnica específica vinculados às coordenações de curso. Art.35. São atribuições dos supervisores dos laboratórios: I trabalhar em constante e comum acordo com os professores das matérias técnicas, e sob a supervisão do Coordenador dos laboratórios. II responsabilizar-se pela guarda e conservação dos aparelhos que são colocados sob sua custódia; III cuidar para que não falte material algum necessário às experiências e levar ao conhecimento das Coordenações as necessidades verificadas; IV levar ao conhecimento do Coordenador os prejuízos ou estragos causados pelo usuário aos instrumentos ou qualquer peça dos laboratórios para as providências administrativas e disciplinares; V manter-se em contato permanente, com as Coordenações e a Direção Geral da Faculdade Evangélica de Taguatinga, a fim de proporcionar condições adequadas às atividades práticas de ensino, pesquisa e extensão; VI fazer levantamento geral semestral dos aparelhos e materiais existentes, do estado das instalações, de sua manutenção e conservação, dando ciência à Coordenação. SEÇÃO IV: ASSESSORIA EDITORIAL Art.36. A Assessoria Editorial é o órgão de assessoramento da Direção Geral responsável pela publicação da produção acadêmica e científica vinculada ao ensino, a pesquisa, a extensão e a gestão da Faculdade Evangélica de Taguatinga; Parágrafo único. As publicações que forem feitas pela Faculdade Evangélica de Taguatinga são previamente recomendadas pela Diretoria e deve registrar o placet da Mantenedora. 20

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