Estudo de Viabilidade Produção de Briquetes

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1 FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS INSTITUTO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO E ECONOMIA Estudo de Viabilidade Produção de Briquetes Autores: Antonio Sergio Pontarolli Berenice Los Cirlene Waceliko Daniel Sviercowski Ediclea Pedroso de Oliveira Orientador: Fredy Junior da Silva

2 INTRODUÇÃO O cenário atual sinaliza que as fontes de energias renováveis devem assumir papel crescente na matriz energética mundial, devido à perspectiva de redução das reservas de combustíveis fósseis, e cada vez mais, por questões ambientais.

3 INTRODUÇÃO

4 INTRODUÇÃO Busca por alternativa de matriz energética - BIOMASSA A Batavo Cooperativa Agroindustrial tem como principal fonte de energia a lenha de eucalipto com demanda anual de m³. Utilização dos resíduos dos processos de limpeza e secagem das safras agrícolas de inverno e verão, que tem um grande potencial energético sustentável para a produção de briquetes.

5 OBJETIVOS Diminuir Passivo Ambiental Os resíduos dos grãos de soja, milho, trigo e forrageiras, que hoje constituem um passivo ambiental para as empresas desse segmento, são uma alternativa de energia renovável como biomassa.

6 OBJETIVOS Redução dos custos - Alternativa energética que possibilitará a redução dos custos nas caldeiras da Fábrica de Rações e da C.P.L e nas fornalhas de fogo indireto para secagem de feijão e forrageiras. - Oportunidade da utilização de instalações e equipamentos de secagem e moagem de resíduos.

7

8 Entreposto de Ponta Grossa Unidade II No ano de 2005 a Batavo adquiriu da Louis Dreyfus uma unidade de processamento e armazenagem de grãos, onde havia uma unidade de secagem e moagem de resíduos, que estava desativada. Revisão dos equipamentos Adequação da estrutura

9

10 Etapas do Processo Produtivo 1. Armazenagem de Matéria-prima 2. Peneira 3. Transportador e Elevador 4. Fornalhas 5. Secadores Rotativos 6. Ciclones 7. Exaustores 8. Filtro de saída de ar 9. Moinhos 10. Transportador e Elevador 11. Briquetadeira 12. Ensaque 13. Armazenagem de Produto acabado

11 O PRODUTO BRIQUETES: Compostos por resíduos agrícolas gerados durante o processo de limpeza dos grãos de soja, milho, trigo e forrageiras das safras agrícolas de inverno e verão e serragem de madeira.

12 O PRODUTO Resíduos: Grãos chochos, cascas, terrões, palhas, sementes e partes de plantas daninhas, etc. obtidos no momento em que se realiza a limpeza dos grãos antes da secagem e a limpeza antes do armazenamento. Serragem de madeira: aglutinante para melhorar a consistência do briquete, sendo adquirida em serrarias da região.

13 Volume de Matéria-prima em toneladas Peso Bruto - Resíduo Agrícola 6.780, , , , ,51 Peso Liquido (15% descarte) 5.763, , , , ,58 Serragem (25% na mistura) Total Matéria-Prima 1.440, , , ,15 939, , , , , ,73

14 PROCESSOS Transporte a granel dos resíduos agrícolas das unidades de Armazéns e Secadores da Batavo para a unidade de briquetes, onde o armazenamento da matéria-prima a granel é feito em área coberta.

15 Matéria-Prima: Resíduos agrícolas e serragem

16 PROCESSO Os resíduos são captados por um Tatu Carregador e direcionados para uma maquina de limpeza onde são peneirados para a separação dos produtos mais finos (1,5mm), terra e areia, que interferem no processo de briquetagem.

17 Máquina Tatu direcionando os resíduos para a Peneira

18 Peneira

19

20 Após o peneiramento o resíduo é misturado com serragem de madeira, na proporção de 75% a 90% de resíduos agrícolas e 25% a 10% de serragem de madeira. A mistura é realizada com auxílio de um trator com concha que em seguida, transporta a mistura para armazenagem e alimentação do sistema de secagem.

21 Matéria-prima misturada, na moega, pronta para iniciar o processo de secagem.

22 Da moega o produto segue por um elevador de canecas e um redler (transportador de corretes), até os silos dosadores que através de eclusas controlam o abastecimento dos secadores.

23 A mistura com umidade em torno de 30% entra em um secador rotativo com fornalha a lenha e/ou briquete e aspiração forçada. A umidade da mistura é reduzida para a faixa de 10% a 15%. Secador rotativo Fornalha

24 O processo de secagem é contínuo e a descarga do secador ocorre por sucção, produzida por dois exaustores, que transportam a mistura para os ciclones, onde ocorre a separação do ar das partículas da mistura. Ciclone Exaustor de Ar

25 A mistura segue para moagem em um moinho de martelos, para redução e homogeneização das partículas da mistura, facilitando assim a briquetagem.

26 Após a moagem a mistura é transportada por roscas e elevadores até o silo de alimentação da briquetadeira, onde é realizada a compactação da mistura a elevadas pressões, provocando o incremento térmico da ordem 100 o C. Esta temperatura provoca a plastificação da lignina, que atua como elemento aglomerante das particulas.

27 Duto de Resfriamento Briquetadeira

28 O briquete tem 80 mm de diametro e aproximadamente 40 cm de comprimento. É embalado manualmente em sacos de papel com 10 Kg, que são costurados e empilhados.

29 METODOLOGIA Capacidade de produção: Transporte, limpeza e secagem : 4 t/h Briquetagem : 1,5 t/h Produção mensal : 330 toneladas Produção anual : toneladas

30 METODOLOGIA Custos da Matéria-prima : R$ ,42 R$ 75,00 / tonelada - serragem e frete Embalagens : R$ ,37 R$ 0,49 / sc de 10 quilos Energia Elétrica : R$ ,65

31 METODOLOGIA Salários, encargos e benefícios: R$ ,00 A equipe operacional é composta por um encarregado, três auxiliares de produção e um operador de máquinas. Demais despesas : R$ ,04

32 METODOLOGIA Custo Estimado Custo 2013 Capacidade de Produção (toneladas) Total Despesas (R$) ( ,06) ( ,06) Total Custos Matéria-Prima (R$) (74.251,49) (29.129,42) TOTAL DE CUSTOS PRODUÇÃO (R$) ( ,55) ( ,49) CUSTO POR TONELADA DE BRIQUETE(R$) (127,54) (296,07)

33 RESULTADOS 1 tonelada de briquete equivale a 5,5 m³ de lenha, 550kg de gás, 750kg de carvão, 550kg de óleo BPF 1ª e 2,5 toneladas de cavaco. O uso de briquetes é uma solução inovadora que aproveita a energia condicionada aos resíduos agrícolas das matérias-primas reduzindo a emissão de gases de efeito estufa.

34 VANTAGENS Facilidade no transporte, armazenamento e manuseio: tamanhos padronizados, compactos e de alta densidade. Ausência de produtos químicos em sua confecção: não utiliza-se cola, verniz ou tinta tornando os briquetes apropriados para indústria alimentícia.

35 VANTAGENS Alto poder calorifico: baixa umidade Mercado promissor: industrias buscando alternativas sustentáveis. Sem necessidade de regulamentação: dispensa reposição florestal e é liberado pelo Ibama.

36 CONCLUSÃO O Briquete é um produto sustentável em todos os seus aspectos. É um produto socialmente justo, quando gera a criação de empregos diretos, é economicamente viável, pois apresenta vantagens econômicas em relação a lenha e ecologicamente correto quando transforma um passivo ambiental em fonte de energia.

37 OBRIGADO!!!

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