COOPERATIVAS DE CRÉDITO NO ORDENAMENTO JURÍDICO VIGENTE 33º SEMINÁRIO NACIONAL DE ASSUNTOS JURÍDICOS - ABDE SALVADOR - BAHIA OUTUBRO 2013

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1 COOPERATIVAS DE CRÉDITO NO ORDENAMENTO JURÍDICO VIGENTE 33º SEMINÁRIO NACIONAL DE ASSUNTOS JURÍDICOS - ABDE SALVADOR - BAHIA OUTUBRO 2013

2 AGENDA 01 ORIENTAÇÃO CONSTITUCIONAL 02 CONCEITOS E PRINCÍPIOS COOPERATIVOS 03 LEI COOPERATIVISTA LEI 5.764/71 04 SISTEMA NACIONAL DE CRÉDITO COOPERATIVO LC 130/09 05 FUNCIONAMENTO DAS COOPERATIVAS DE CRÉDITO RES. CMN 3.859/2010

3 CONSTITUIÇÃO FEDERAL A República Federativa do Brasil, como Estado democrático de Direito, baseia-se em fundamentos como: cidadania, dignidade da pessoa humana, valor social do trabalho, livre iniciativa e pluralismo político, bem assim objetivos como liberdade, justiça, solidariedade, desenvolvimento, redução de desigualdades, promoção do bem comum ou coletivo e não-discriminação.

4 CONSTITUIÇÃO FEDERAL Tais postulados compõem exatamente o rol de valores e princípios do cooperativismo, assim secularmente consagrados. E é por conta dessa convergência que a Constituição Federal faz generosa menção ao cooperativismo.

5 CONSTITUIÇÃO FEDERAL Pelo vínculo mais direto como o tema proposto, abordaremos tão somente os seguintes dispositivos constitucionais: Art. 192 (Sistema Financeiro Nacional); Parágrafo 2º do Art. 174 (situado no título que trata da Ordem Econômica e Financeira Capítulo I, Princípios Gerais) e; Alínea c do inciso III do Art. 146 (inserido no Capítulo reservado ao Sistema Tributário Nacional).

6 CONSTITUIÇÃO FEDERAL Art O sistema financeiro nacional, estruturado de forma a promover o desenvolvimento equilibrado do País e a servir aos interesses da coletividade, em todas as partes que o compõem, ABRANGENDO AS COOPERATIVAS DE CRÉDITO, será regulado por leis complementares que disporão, inclusive, sobre a participação do capital estrangeiro nas instituições que o integram. Art Cabe à lei complementar: [...] III estabelecer normas gerais em matéria de legislação tributária, especialmente sobre: [...] c) Adequado tratamento tributário ao ato cooperativo praticado pela sociedades cooperativas. Art Como agente normativo e regulador da atividade econômica, o Estado exercerá, na forma da lei, as funções de fiscalização, INCENTIVO e planejamento... Parágrafo segundo: A lei APOIARÁ e ESTIMULARÁ O COOPERATIVISMO e outras formas de associativismo.

7 CONCEITO SOBRE COOPERATIVA Cooperativa é uma associação autônoma de pessoas que se unem, voluntariamente, para satisfazer aspirações e necessidades econômicas, sociais e culturais comuns, por meio de uma empresa de sociedade coletiva e democraticamente gerida. (Aliança Cooperativa Internacional Manchester 1995)

8 PRINCÍPIOS COOPERATIVOS 1. Adesão livre e voluntária; 2. Gestão democrática; 3. Participação econômica dos membros; 4. Autonomia e independência; 5. Educação, formação e informação; 6. Intercooperação; 7. Interesse pela comunidade.

9 Lei 5.764/71 Art. 4º (Características) Sociedade de pessoas, com forma e natureza jurídica próprias, não sujeitas à falência, constituídas para prestar serviços aos seus associados.

10 Lei 5.764/71 a. Adesão livre e voluntária; b. Capital representado por quotas-partes; c. Limitação de quotas por associado; d. Incessibilidade de quotas a terceiros; e. Singularidade de voto; f. Quórum de AG baseado no número de associados e não no capital; g. Retorno das sobras; h. Indivisibilidade do fundo de reserva e de assistência técnica educacional e social.

11 Lei 5.764/71 Art. 6º (Classificação e composição) 1. Singulares: 20 pessoas físicas (admite PJ excepcionalmente); 2. Centrais: 3 singulares; 3. Confederações: 3 centrais.

12 Lei Complementar 130/2009 O cooperativismo de crédito é o primeiro segmento do Sistema Financeiro a conquistar sua lei complementar (Art. 192 da CF/88). Reconhecimento do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo composto pelo sistema de 3 níveis e entidades controladas ex: banco cooperativo, corretora de seguros, adm. de consórcios).

13 Lei Complementar 130/2009 Reafirmação da competência regulamentar do CMN e de supervisão do BACEN. Confere às cooperativas de crédito o direito de acessar todos os instrumentos do mercado financeiro, condição que permite sejam a única instituição financeira de seus associados.

14 Lei Complementar 130/2009 Captação de recursos e a concessão de crédito e garantias restritas aos próprios associados (exceção: operações de repasse). É vedado o ingresso no quadro social de pessoas jurídicas de direito público interno (União, Estado, DF e Município), incluindo autarquias, fundações e estatais.

15 Lei Complementar 130/2009 Governança Corporativa As cooperativas de crédito podem assumir os seguintes formatos de composição:

16 Lei Complementar 130/2009 AG DUAL AG MONÍSTICO C A A B C D E C A A B C Subordinação D Subordinação Dir. F G H Dir. E F

17 Resolução CMN 3.859/2010 Modalidades de Admissão: 1. Empregados, servidores e pessoas físicas prestadoras de serviço em caráter não eventual, de uma ou mais pessoas jurídicas, públicas ou privadas, definidas no estatuto, cujas atividades sejam afins, complementares ou correlatas, ou pertencentes a um mesmo conglomerado econômico.

18 Resolução CMN 3.859/2010 Modalidades de Admissão: 2. Profissionais e trabalhadores dedicados a uma ou mais profissões e atividades, definidas no estatuto, cujos objetos sejam afins, complementares ou correlatos.

19 Resolução CMN 3.859/2010 Modalidades de Admissão: 3. Pessoas que desenvolvam, na área de atuação da cooperativa, de forma efetiva e predominante, atividades agrícolas, pecuárias ou extrativistas, ou se dediquem a operações de captura e transformação do pescado.

20 Resolução CMN 3.859/2010 Modalidades de Admissão: 4. Pequenos empresários, microempresários ou microempreendedores, responsáveis por negócios de natureza industrial, comercial ou de prestação de serviços, incluídas as atividades da áreas rural, cuja receita bruta anual seja igual ou inferior a R$ 360 mil. (LC 123/2006)

21 Resolução CMN 3.859/2010 Modalidades de Admissão: 5. Empresários participantes de empresas vinculadas direta ou indiretamente a sindicatos patronais.

22 Resolução CMN 3.859/2010 Modalidades de Admissão: 6. Livre de admissão de associados.

23 Resolução CMN 3.859/2010 Possibilidades de Admissão: 1. Seus próprios empregados e pessoas físicas que a elas prestem serviços. 2. Empregados e pessoas físicas prestadoras de serviços a entidades a ela associadas; 3. Aposentados 4. Pais, cônjuge, viúvo, filho e pensionista de associado vivo ou falecido; 5. Estudantes de cursos superiores e de cursos técnicos de áreas afins.

24 Resolução CMN 3.859/2010 Limites de exposição por cliente: 1. Nas aplicações em depósitos e títulos e valores mobiliários de responsabilidade ou de emissão de uma mesma entidade, empresas coligadas e controladora e suas controladoras e suas controladoras: 25% do PR. 2. Nas operações de crédito e de concessão de garantias em favor de um mesmo cliente, bem como nos créditos decorrentes de operações com derivativos: a) Por parte de cooperativa singular: 15% do PR, caso seja filiada a cooperativa central de crédito, e 10% do PR, caso não seja filiada a central; e b) Por parte de confederação e de central: 20% do PR.

25 OBRIGADO POR SUA ATENÇÃO! Bruno Guimarães Rodrigues ADVOGADO Gerência Jurídica

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