3. INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA QUENTE

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "3. INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA QUENTE"

Transcrição

1 3. INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA QUENTE O fornecimento de água quente representa uma necessidade nas instalações de determinados aparelhos e equipamentos ou uma conveniência para melhorar as condições de conforto e higiene em aparelhos sanitários de uso comum. As presentes instruções serão baseada na norma pertinente: NBR 7198:1993 Projeto e execução de instalações prediais de água quente (ABNT, 1993). A temperatura com que a água deve ser fornecida depende do uso a que se destina (Tabela 3.1). Quando uma mesma instalação deve fornecer água em temperaturas diferentes nos diversos pontos de consumo, faz-se o resfriamento com um aparelho misturador de água fria ou o aquecimento com um aquecedor individual no local de utilização. Tabela 3.1. Temperaturas recomendadas. Uso Temperatura ºC Banhos, lavagem de mãos e limpeza 40 a 50 Cozinhas 55 a 75 Lavanderias 75 a 80 Finalidades médicas 100 TERMINOLOGIA (NBR 7198/1993) Aquecedor: aparelho destinado a aquecer a água. Aquecedor de acumulação: aparelho que se compõe de um reservatório dentro do qual a água acumulada é aquecida. Aquecedor instantâneo: aparelho que não exige reservatório, aquecendo a água quando de sua passagem por ele. Dispositivo anti-retorno: dispositivo destinado a impedir o retorno de fluídos para a rede de distribuição. Dispositivo de pressurização: dispositivo destinado a manter sob pressão a rede de distribuição predial, composto de tubulação, reservatórios, equipamentos e instalação elevatória. Engate: tubulação flexível ou que permite ser curvada, utilizada externamente para conectar determinados aparelhos sanitários geralmente bidês e lavatórios aos respectivos pontos de utilização. Isolamento térmico: dispositivo utilizado para reduzir as perdas de calor ao longo da tubulação condutora de água quente. Misturador: dispositivo que mistura água quente e fria. Reservatório de água quente: reservatório destinado a acumular água quente a ser distribuída. Respiro: dispositivo destinado a permitir a saída de ar e/ou vapor de uma instalação. Instalações Hidrossanitárias Prediais 1

2 Tubulação de retorno: Tubulação que conduz a água quente de volta ao reservatório de água quente ou aquecedor. Válvula de segurança de temperatura: dispositivo destinado a evitar que a temperatura da água quente ultrapasse determinado valor. Dilatação térmica: variação nas dimensões de uma tubulação devida às alterações de temperatura. Junta de expansão: dispositivo destinado a absorver as dilatações lineares das tubulações. Dreno: dispositivo destinado ao esvaziamento de recipiente ou tubulação, para fins de manutenção ou limpeza. Dispositivo de recirculação: dispositivo destinado a manter a água quente em circulação, a fim de equalizar sua temperatura. 3.1 SISTEMAS DE AQUECIMENTO O abastecimento de água quente é feito em encanamentos separados dos de água fria e pode ser de três tipos Sistema individual ou local Nesta modalidade se produz água quente para um único aparelho ou no máximo, para aparelhos do mesmo ambiente. São aparelhos localizados no próprio banheiro ou na área de serviço. Como exemplo pode-se citar o chuveiro elétrico. Para este sistema não existe a necessidade de uma rede de tubulações para água quente, visto que os aparelhos estão geralmente nos ambientes em que são utilizados. Os aquecedores são instantâneos (de passagem). Este sistema é mais utilizado em edificações de baixa renda, pois o investimento inicial é baixo. A instalação da rede de água quente aumenta o custo da edificação Sistema central privado (domiciliar) Neste sistema se produz água quente para todos os aparelhos de uma unidade residencial (casa ou apartamento). Esta modalidade se torna vantajosa em prédios de apartamentos onde exista dificuldade de rateio na conta de energia e manutenção, que será de responsabilidade de cada condômino. O sistema central privado utiliza basicamente os seguintes tipos de fontes de energia: eletricidade, óleo combustível, gás combustível, lenha e energia solar. Os aparelhos de aquecimento para este sistema podem ser instantâneos (ou de passagem), onde a água vai sendo aquecida à medida que passa pelo aparelho (sem reservação) ou de acumulação, onde a água é reservada e aquecida para posterior uso. Para este sistema de aquecimento, deve haver uma prumada de água fria exclusiva, com dispositivo que evite o retorno da água do interior do aquecedor em direção à coluna de água, tal como o sifão térmico. Os aquecedores deverão ainda contar com dispositivo para exaustão dos gases e os ambientes onde os mesmos serão instalados devem obedecer às normas quanto à adequação de ambientes. A Figura 3.1 ilustra o sistema central privado. Instalações Hidrossanitárias Prediais 2

3 A distribuição de água quente para este se sistema constitui basicamente de ramais que conduzem a água do aparelho de aquecimento até os pontos de utilização. Este caminhamento deverá ser o mais curto possível para se evitar perda de temperatura na tubulação ao longo do trecho. A escolha deste sistema deve levar em conta os fatores financeiros, visto que a instalação da rede demanda um certo investimento inicial. A adequação dos ambientes também deverá ser levada em consideração, visto que os ambientes necessitam de ventilação permanente e espaço físico adequado, principalmente no caso de se adotar aquecedores de acumulação, o que demanda espaço para sua instalação. Em certos casos, a falta de espaço remete à instalação de aquecedores de passagem. Outro fator importante na escolha de aquecedores de passagem ou acumulação é o caminhamento da tubulação. Trechos muito longos proporcionam perdas de temperatura, o que limita a utilização de um único aquecedor instantâneo. A alimentação de mais de um ponto de utilização com um único aquecedor de passagem também pode ser deficiente. Um aquecedor de acumulação, nestes casos, proporcionaria mais conforto ao usuário. Figura 3.1. Esquema de alimentação de água fria para sistema central privado de uma residência, com aquecedor Junker de baixa pressão (CREDER, 2006). Instalações Hidrossanitárias Prediais 3

4 3.1.3 Sistema central coletivo Neste sistema, se produz água quente para todos os parelhos ou unidades da edificação. O aparelho de aquecimento é, normalmente situado no térreo ou subsolo, para facilitar a manutenção e o abastecimento de combustível. O abastecimento de água neste caso também é feito através de uma prumada exclusiva. Estes aparelhos (comumente denominados de caldeiras) podem apresentar dispositivos para a troca do energético alimentador (sistema de backup); assim tem-se caldeira a gás e eletricidade num mesmo aparelho, proporcionando a alternância da fonte de energia. Assim como nos aquecedores de acumulação para central privada, o reservatório pode estar situado conjuntamente com o gerador ou não, dependendo do espaço físico destinado ao aparelho. Assim, pode-se ter o gerador no pavimento térreo ou subsolo e o reservatório na parte superior da edificação (cobertura). A Figura 3.2 ilustra o sistema central coletivo. As dimensões variam conforme o volume contido e alguns fabricantes trazem recomendações quanto às dimensões das casas de caldeiras para a instalação das mesmas. A distribuição neste sistema pode ser ascendente, descendente ou mista. Na distribuição ascendente (Figura 3.3), tem-se um barrilete inferior que alimenta as colunas. Na distribuição descendente (Figura 3.4), as colunas são alimentadas por um barrilete superior. Na distribuição mista (Figura 3.5), existe dois barriletes, um superior e outro inferior. É recomendada quando não há rateio na conta, como em hotéis, motéis, hospitais, clubes, indústrias, etc. É recomendado também quando se dispõe de pouco espaço físico no interior do apartamento, ou então, em situações onde não se deseja a instalação de aparelhos de aquecimento no apartamento. Vale ressaltar que neste sistema a água é oferecida em maiores vazões e o correto dimensionamento do sistema proporciona quantidades de água quente adequadas em todos os pontos de utilização. Entretanto, as perdas de calor no reservatório são maiores do que as perdas verificadas num aquecedor utilizado no sistema central privado. Figura 3.2. Sistema central coletivo caldeira a gás combustível (ILHA et al, 1994). Instalações Hidrossanitárias Prediais 4

5 Figura 3.3. Sistema central coletivo distribuição ascendente (ILHA et al, 1994). Figura 3.4. Sistema central coletivo distribuição descendente (ILHA et al, 1994). Instalações Hidrossanitárias Prediais 5

6 Figura 3.5. Sistema central coletivo distribuição mista (ILHA et al, 1994). 3.2 Tipos de Aquecedores. Para o aquecimento da água na edificação dispõe-se basicamente de três fontes: a) Energia solar. b) Combustão de sólidos (madeira, carvão, etc), líquidos (óleo, querosene, álcool, etc) ou gases (gás natural, GLP, etc); c) Eletricidade; Na prática, estas fontes podem ser associadas, sendo uma a fonte principal e a outra a fonte suporte (o que comumente é chamado de backup). Numa eventual falta ou deficiência da fonte principal a fonte suporte a substitui ou complementa o fornecimento. É o caso da energia solar que tem como suporte a eletricidade ou GLP, para longos períodos nublados Aquecimento com energia solar O Sol envia uma quantidade fabulosa de energia à Terra. Anualmente chegam 1018 kwh de energia enviados pelo Sol. Isto equivale a 1013 toneladas de carvão, que é a reserva total de carvão disponível. A humanidade consome aproximadamente 1014 kwh por ano, ou seja, 1/10000 da energia que o Sol envia. O Sol envia por hora a energia que a humanidade consome por ano. A utilização de energia solar no aquecimento de água apresenta uma importância cada vez maior devido ao elevado custo das outras formas de energia. O aproveitamento da energia solar no aquecimento de água exige um investimento inicial elevado que normalmente é compensado pela gratuidade da energia solar. Instalações Hidrossanitárias Prediais 6

7 Vantagens: a) Não é poluidora. b) É auto-suficiente. c) É completamente silenciosa. d) É uma fonte alternativa de energia. e) Geralmente está disponível no local do consumo. f) Um bom aquecedor consegue elevar a temperatura da água acima de 80 C. Desvantagens: a) Encontra limitações do ponto de vista arquitetônico e também de espaço nas coberturas das edificações. b) Apresenta-se na forma disseminada, não concentrada, portanto de difícil captação. c) Apresenta disponibilidade descontínua (dia / noite, inverno / verão). d) Apresenta variações casuais (céu nublado, chuva). e) Pode haver necessidade de um aquecedor auxiliar que utilize energia convencional para suprir os períodos ou momentos de carência. O equacionamento do problema deveria ser a utilização de energia solar como aquecimento normal da água onde e sempre que possível, e o aquecimento elétrico ou com combustível auxiliar, e não o inverso. O sistema de geração de água quente à base de energia solar se compõe de (Figuras 3.6 e 3.7): a) Coletores de energia (placas coletoras), que absorvem energia dos raios solares aquecendo-se e transferindo o calor para a água contida em um conjunto de tubos que constituem uma espécie de serpentina. b) Acumulador de energia (reservatório de água quente com revestimento térmico, boiler, storage). c) Rede de distribuição (tubulações e acessórios). d) Bomba de circulação, quando a circulação por convecção for suficiente para alcançar a temperatura desejada. Figura 3.6. Instalação de um coletor solar em residência. Fonte: Instalações Hidrossanitárias Prediais 7

8 Figura 3.7. Esquema típico de instalação de aquecimento solar. Fonte: Os coletores devem ser montados de acordo com as seguintes prescrições (Figura 3.8): a) Orientação: deverá ser orientado para o norte verdadeiro. b) Inclinação: a inclinação com a horizontal deverá ser igual à latitude do local mais 5 a 10º. c) Nível: para que ocorra a circulação normal (fluxo ascendente de água com temperatura mais elevada), deverá haver um desnível de 60 cm ou mais entre a saída do coletor e o fundo do reservatório de água quente. 1 Cobertura transparente constituída de uma ou mais placas, em geral, de vidro plano. 2 Placa absorvedora normalmente metálica e pintada de preto fosco (ou de material seletivo de radiação), apresentando, em geral, uma grelha de tubos de cobre. 3 Isolamento térmico comumente uma camada de lã de vidro colocada no fundo e nas laterais do coletor a fim de reduzir ao máximo as perdas de calor. 4 Caixa do coletor elemento estrutural freqüentemente de chapas/perfis de alumínio, com função de abrigar e proteger os componentes internos contra as intempéries. Figura 3.8. Componentes de uma célula de coletor solar. Instalações Hidrossanitárias Prediais 8

9 Tipos de instalação de aquecimento solar: Circulação Natural ou Termossifão: é a forma de instalação mais utilizada em residências. A circulação da água acontece apenas pela diferença de densidade da água quente em relação à água fria. A água quente naturalmente menos densa tende a subir formando assim um circuito de circulação de água entre o boiler e as placas coletoras sem a necessidade de bombeamento. Mais importante ainda do que o armazenador estar próximo aos pontos de consumo, é o conjunto de placas coletoras estar próximo a ele. Além do boiler trabalhar "afogado" pela caixa de água fria, o conjunto de placas coletoras deverá ser instalado, em nível vertical, abaixo do boiler. A distância horizontal entre eles também não pode ser muito grande para evitar perdas de carga na tubulação que possam impossibilitar o bom funcionamento do sistema. Por este motivo, o número de curvas e conexões deve ser reduzido ao mínimo. Figura 3.9. Circulação natural ( termossifão ) (CREDER, 2006). Instalações Hidrossanitárias Prediais 9

10 Circulação Forçada ou Bombeada Este tipo de instalação é geralmente utilizado em instalações de grande porte ou quando os desníveis e distâncias necessárias entre coletores solares e boiler não puderem ser respeitados. Neste caso, o conjunto de placas poderá ficar até mesmo acima do reservatório de água fria. Uma motobomba fará com que a circulação da água se proceda normalmente. Juntamente com a motobomba, será necessária a instalação de um termostato diferencial de temperatura, o qual tem por função ligar e desligar a motobomba sempre que a temperatura do coletor solar estiver mais aquecida que a temperatura da água no interior do boiler. Figura Circulação forçada ou bombeada ( A utilização de coletores solares em edifícios residenciais com a finalidade de assitir a um sistema convencional de aquecimento de água (sistema de pré-aquecimento da água), pode ser realizada de maneira relativamente simples. A figura ilustra uma instalação de água, em edifício, com aquecimento elétrico ou à gás e previsão para o pré-aquecimento por energia solar. Essa medida pode resultar em uma economia de combustível ou eletricidade de até 50%. Instalações Hidrossanitárias Prediais 10

11 Figura Esquema de uma instalação hidráulica de edifício, com previsão para utilização de aquecedores solares (CREDER, 2006). A A área de coletores necessária é calculada pela Equação 3.1: Q I R = Equação 3.1 onde: A = área dos coletores (m²); Q = calor necessário (kcal / dia); I = intensidade de radiação solar (kwh/m² ou kcal x h/m²); R = rendimento dos coletores (geralmente 50%). Radiação solar incidente: I= Ri (0,24 + 0,58p) Equação 3.2 onde: Ri = radiação solar recebida no topo da atmosfera no 15º dia do mês considerado, em função da latitude do lugar; p = relação entre o número de horas diárias de insolação e a duração máxima da insolação no mês considerado. Instalações Hidrossanitárias Prediais 11

12 Figura Radiação solar recebida e duração máxima de insolação diária (TUCCI, 2001). Instalações Hidrossanitárias Prediais 12

13 Exercício 3.1: Determine a área do coletor solar necessário para atender as necessidades de água quente de uma instalação domiciliar para 5 pessoas, localizada em Santa Maria RS. Dados: Temperatura da água fria = 8 ºC Temperatura da água quente = 45 ºC Latitude de Santa Maria = 30º S Tempo médio de insolação = 8 horas Ligação dos coletores: Há três maneiras de se ligarem os coletores: a) Ligação em paralelo Nesta ligação, a circulação normal funciona bem. Todos os coletores funcionam na mesma temperatura e têm a mesma eficiência. Conforme a Figura 3-13, considerando-se C1, C2 e C3 os coletores; T1, T2 e T3 as temperaturas dos coletores e E1, E2 e E3 as eficiências dos coletores, se verifica que: T1 = T2 = T3 e E1 = E2 = E3. Usando-se mais coletores, aumenta-se o volume de água quente mas não aumenta a temperatura. Figura Coletores solares ligados em paralelo (GHISI e GUGEL 2005). b) Ligação em série Nesta ligação a circulação deve ser forçada. Para isto utiliza-se bombas de circulação ou pressurizadores, que apresentam potências variadas, a depender do tamanho da instalação. Para residências e pequenas instalações, esta potência geralmente fica entre 1/6 CV e 1/2 CV. Conforme a Figura 3-14, considerando-se C1, C2 e C3 os coletores; T1, T2 e T3 as temperaturas dos coletores e E1, E2 e E3 as eficiências dos coletores, se verifica que: T1 < T2 < T3 e E1 >E2 > E3. A água passa em todos os coletores, e em cada coletor há um ganho de temperatura. Usando mais coletores, aumenta a temperatura da água, porém não aumenta o volume. Instalações Hidrossanitárias Prediais 13

14 Figura Coletores solares ligados em série (GHISI e GUGEL 2005). c) Ligação em série/paralelo É uma combinação da ligações anteriores e a circulação deve ser forçada. Utiliza-se esta modalidade quando se deseja aumentar quanto o volume quanto a temperatura da água. A Figura 3-15 apresenta o esquema típico de instalação deste tipo de ligação. Figura Ligação série / paralelo dos coletores solares (GHISI e GUGEL 2005). Instalações Hidrossanitárias Prediais 14

15 3.2.2 Aquecimento elétrico O aquecimento elétrico é feito por meio de resistências elétricas ligadas automaticamente pelo fluxo de água. A figura 3.16 mostra aquecedores elétricos instantâneos ou de passagem. As figuras 3.17 a 3.19 mostram aquecedores do tipo boiler, de acumulação, onde a água é aquecida lentamente nas horas sem consumo, para que nas ocasiões de uso, a água já esteja na temperatura adequada. Figura Aquecedores elétricos individuais de passagem. Figura Esquema de um aquecedor elétrico de acumulação. Instalações Hidrossanitárias Prediais 15

16 Figura Instalação de aquecedores elétricos de acumulação em casas residenciais Instalações Hidrossanitárias Prediais 16

17 Figura Instalação de aquecedores elétricos de acumulação, em prédios Aquecimento a gás Nas grandes cidades, é mais comum o uso do gás natural, ou GLP. O aquecedor a gás, normalmente, é instalado no banheiro, na cozinha ou na área de serviço. Nas figuras 3.20 e 3.21 vemos aquecedores a gás. Instalações Hidrossanitárias Prediais 17

18 Figura Aquecedor instantâneo à gás combustível. Figura Posição de montagem dos aquecedores de acumulação à gás Instalações Hidrossanitárias Prediais 18

19 3.3 DIMENSIONAMENTO Consumo de água quente Em países de clima frio, o consumo de água quente chega a ser igual a 1/3 do consumo total de água dos aparelhos. As previsões atingem, portanto, valores muito grandes. Para hotéis e apartamentos, por exemplo, chegam a ser previstos 150 L/pessoa.dia. Como base para o dimensionamento do aquecedor e do reservatório de acumulação de água quente, pode usar a Tabela 3.2. Tabela 3.2. Estimativa de consumo de água quente. Prédio Consumo L/dia Alojamento provisório de obra 24 por pessoa Casa popular ou rural 36 por pessoa Residência 45 por pessoa Apartamento 60 por pessoa Quartel 45 por pessoa Escola, internato 45 por pessoa Hotel, sem cozinha e lavanderia 36 por hóspede Hospital 125 por leito Restaurantes e similares 12 por refeição Lavanderia 15 por kg de roupa seca Vazões das peças de utilização (Tabela 3.3) Tabela 3.3. Vazão das peças de utilização. Pontos de utilização Vazão (L/s) Peso Banheira 0,30 1,0 Bidê 0,10 0,1 Chuveiro 0,20 0,5 Lavatório 0,20 0,5 Pia de cozinha 0,25 0,7 Pia de despejo 0,30 1,0 Lavadora de roupa 0,30 1, Pressões As pressões mínimas de serviço nas torneiras e nos chuveiros são, respectivamente, de 0,5 e 1,0 mca, ou seja, 5 e 10 kpa. A pressão estática máxima nas peças de utilização, assim como nos aquecedores, é de 40,0 mca, ou seja, 400 kpa Velocidade máxima de escoamento da água A velocidade da água nas tubulações não deve ser superior a 3 m/s. Nos local onde o nível de ruído possa perturbar o repouso ou o desenvolvimento das atividades normais, a velocidade da água deve ser limitada a valores compatíveis com o isolamento acústico. Instalações Hidrossanitárias Prediais 19

20 3.3.5 Perdas de carga O cálculo das perdas de carga deve ser feito do mesmo modo que o indicado para a instalação de água fria. Pode ser utilizada a fórmula de Fair-Whipple_Hsiao para Tubo de cobre, latão e plástico conduzindo água quente, Equação ,714 0,571 4,75 1,75 Q = 63,281D J ou Equação 3.3 J = 0, D Q Dimensionamento dos aquecedores No cálculo do consumo diário de água quente, pode-se utilizar a clássica equação das misturas de líquidos em temperaturas diversas (Equação 3.4). V M M TM = VAF TAF + VAQ TAQ Equação 3.4 V = V + V AF AQ onde: V M = volume de mistura (Tabela 3.2); T M = temperatura de mistura (Tabela 3.1); V AF = volume de água fria; T AF = temperatura da água fria; V AQ = volume de água quente; T AQ = temperatura da água quente (70 o C). A determinação da capacidade do aquecedor e da potência elétrica consumida pode ser feita com auxílio da Tabela 3.5. ou de catálogos fornecidos pelos fabricantes. Tabela 3.4. Dimensionamento indicado para aquecedores elétricos de acumulação. Consumo diário a 70 ºC (L) Capacidade do aquecedor (L) Potência (kw) , , , , , , , , , , , , , , , , , ,0 Exercício 3.2: Dimensionar os ramais, a coluna de água quente e o aquecedor do apartamento 801 em anexo. Instalações Hidrossanitárias Prediais 20

21 3.4 MATERIAIS E RECOMENDAÇÕES GERAIS Cobre O cobre apresenta as seguintes características: Apresenta uma vida útil bastante longa (durabilidade). Baixos custos de manutenção. Resiste à pressão de serviço e a elevações de temperatura acima do mínimo exigido. Apresenta também resistência ao golpe de aríete. Não forma incrustações por oxidação. Apresenta resistência à corrosão interna e externa. A execução das tubulações exige mão-de-obra especializada (pode ser utilizada solda). Requer isolamento térmico, coeficiente de dilatação térmica linear: 1,65 x 10-2 mm/m C Ferro Apresenta custo elevado, embora menor que o do cobre. Devido às incrustações e corrosões, pode apresentar vida útil mais reduzida se comparado ao cobre. Apresenta coeficiente de dilatação alto, em torno de 1,2 x 10-5 m/ºc. A instalação requer isolamento térmico. As juntas são rosquedas, exigindo mão-de-obra especializada CPVC Termoplástico semelhante ao PVC, porém com maior percentual de cloro, o policloreto de vinila clorado é o material que apresenta o menor custo. Apresenta vida útil longa, baixo coeficiente de dilatação e baixa condutividade térmica, o que dispensa o uso de isolamento térmico. As juntas são soldáveis, exigindo mão-de-obra treinada. A principal limitação quanto ao uso de CPVC é o limite de temperatura, que é de 80º C, o que exige a instalação de termoválvula com termoelemento. A termo-válvula é utilizada para impedir que a água ultrapasse a temperatura de 80º C através da mistura com água fria. A termoválvula deve ser instalada entre o aquecedor e a tubulação de água quente. Deve se ter cuidado na observação da vida útil da termoválvula. Figura Instalação de sistema de aquecimento de água com CPVC utilização de termoválvula (GHISI e GUGEL 2005). Instalações Hidrossanitárias Prediais 21

22 3.4.4 Polipropileno O polipropileno é uma resina poliolefínica cujo principal componente é o petróleo. Por sua versatilidade apresenta várias aplicações, e dentre elas se destaca o uso nas instalações de água quente. Apresenta coeficiente de dilatação térmica aproximada de 10 x 10-5 cm/cmºc, não requer isolamento térmico. Permitem operar à temperatura de serviço de 80ºC, a 60 m.c.a, mas suportam picos de até 95º C, a 60 m.c.a, ocasionados por eventuais desregulagens do aparelho de aquecimento. Sua instalação é relativamente fácil, não existe união entre tubos e conexões. As conexões e emendas são soldadas por termofusão, a 260 ºC, ambos os materiais fundem-se molecularmente formando uma tubulação contínua. Figura Instalação de água fria (PVC) e água quente (PPR). Fonte: Instalações Hidrossanitárias Prediais 22

23 Figura Tubos e conexões de Polipropileno Copolímero Random tipo 3 (PPR). Fonte: PEX (polietileno reticulado) O polietileno é uma resina termoplástica composta de macromoléculas lineares constituídas de Hidrogênio e Carbono em ligações alternadas. A RETICULAÇÃO nada mais é que expulsar o Hidrogênio do sistema fazendo com que as novas ligações espaciais formadas de Carbono mais Carbono, gerem ao novo produto suas principais qualidades. O polietileno reticulado é muito utilizado em instalações de gesso acartonado. Possui o mesmo conceito de uma instalação elétrica: o tubo "PEX" (flexível) é introduzido dentro de um tubo condutor (conduítes) que o guia desde a Caixa de Distribuição, até o ponto de consumo, tanto para instalação de água fria quanto de água quente. O sistema facilita a retirada do tubo para manutenção, sem danificar os revestimentos e paredes. O PEX é um sistema que utiliza cinco camadas sobrepostas de dentro para fora com utilização de Polietileno (HDPE ou PEX), firmemente unidos com adesivo aquecido em um tubo de alumínio (alma). Como característica podem ser citadas a flexibilidade, ausência de fissuras por fadiga e vida útil prolongada. Apresenta também boa resistência à temperatura (bibliografias indicam cerca de 95º C). Figura Sistema PEX. Fonte: Instalações Hidrossanitárias Prediais 23

24 Figura Instalação de água fria e quente utilizando sistema PEX. Fonte: Em relação aos custos de cada material, pode-se observar que os mesmos variam em função do mercado, com os materiais alternando de preço. Em geral, a ordem decrescente de preço é: cobre, polipropileno e CPVC, citando apenas os mais utilizados Recirculação de água quente Para evitar o resfriamento de água nas tubulações (casos em que existe uma paralisação temporária no consumo e a água, por convecção, radiação ou condução, esfria nas tubulações) é comum o uso de sistema de recirculação, que consiste basicamente na interligação dos pontos mais distantes da rede ao equipamento de aquecimento. A recirculação pode ser natural (pela diferença de temperatura e por conseqüência, de densidade dos líquidos) ou forçada (através do uso de bombas) Medição individualizada de água quente Assim como nas instalações de água fria, a medição individualizada de água quente proporciona economia de água e uma cobrança mais justa dos condôminos. A instalação de hidrômetros individuais resolve a questão, mas a exemplo da instalação de água fria, são necessárias algumas modificações construtivas, de acordo com o sistema de aquecimento: Sistema individual ou local como não existe rede de água quente, a questão se encontra relacionada a medição individualizada de água fria e da fonte de energia utilizada (gás ou eletricidade). Sistema central privado o principal problema técnico constitui a baixa pressão disponível no último pavimento, tendo em vista a grande perda de carga introduzida pelo hidrômetro. Uma opção a ser considerada consiste na adoção de hidrômetros com vazão característica maior que a necessária. No caso de edifícios muito altos, deverão ser instalados dispositivos redutores de pressão. As alternativas de medição individualizada para o sistema central privado são, basicamente, as seguintes: Instalações Hidrossanitárias Prediais 24

25 Medição através de hidrômetros distribuídos nos pavimentos (um para cada apartamento), com uma coluna ou com várias colunas; Medição através de hidrômetros concentrados em barrilete superior; Medição através de hidrômetros concentrados em barrilete inferior; Medição através de hidrômetros concentrados em mais de um barrilete; Sistema central coletivo o caráter coletivo na geração/reservação de água quente e a introdução de um sistema de recirculação trazem complicações adicionais para medição individualizada. Em edifícios de apartamentos pequenos, cuja distribuição de água quente possa ser efetuada em apenas uma coluna, com ramais internos em cada unidade residencial, a individualização não implica em maiores dificuldades. Observa-se, entretanto, que o aumento do número de colunas de distribuição de água quente por apartamento determina a necessidade de se instalar hidrômetros em cada coluna adicional, tornando a aplicação deste tipo de medição difícil em grandes apartamentos Isolamento O calor é transmitido, por condução pela parede, do interior das tubulações de água quente para o meio. A fim de dificultar esta perda de calor e, com isso, aumentar a eficiência do sistema de distribuição de água quente, são utilizados isolantes que constituem-se, basicamente, em materiais com baixa condutividade térmica (figura 3.27). Em tubulações embutidas, os isolantes mais utilizados são as canaletas, normalmente de materiais plásticos e a massa de amianto e nata de cal. Por outro lado, nas tubulações aparentes são freqüentemente empregadas as canaletas de lã de vidro e de silicato de cálcio, conforme a Figura Figura Ligação dos aparelhos de AF e AQ com isolação térmica. Instalações Hidrossanitárias Prediais 25

26 Figura Isolante térmico Dilatação As instalações de água quente, em função das tensões internas, provocam empuxos nas tubulações que, podem atingir valores consideráveis e causar danos às tubulações. Em trechos longos e retilíneos deve-se usar cavaletes, liras ou juntas de dilatação especiais que permitam a dilatação. A Figura 3.28 ilustra um exemplo de lira e outro de cavalete. O espaçamento para execução destes elementos deverá ser consultado junto aos fabricantes. Figura Exemplo de lira e cavalete (GHISI e GUGEL 2005) Outros cuidados As canalizações de água quente não podem ser superdimensionadas pois poderão funcionar como "reservatórios", ocasionando uma demora excessiva na chegada da água até os pontos de consumo, e o seu resfriamento. A única canalização que pode funcionar com uma certa "folga" é a canalização que conduz a água fria desde o reservatório superior até o sistema de aquecimento. Antes de iniciar o dimensionamento do barrilete e colunas deve-se verificar a pressão mínima que poderá ocorrer no início de cada coluna, se o sistema for descendente ou no final de cada coluna se o sistema for ascendente, de modo que a pressão nos pontos de utilização do pavimento mais crítico (geralmente, último andar), obedeça os valores mínimos estabelecidos pela ABNT e pelos catálogos das peças instaladas. A união incorreta entre um tubo de cobre e um tubo de aço galvanizado, pode ser muito desastroso para as instalações, tendo em vista as propriedades desses materiais quando postos em contato. Os tubos de aço galvanizado devem ser instalados de modo a não entrarem em contato com tubos e conexões de cobre e suas ligas, de modo a evitar a formação de par galvânico (figura 3.29). Um contato galvânico, freqüente em instalações hidráulicas prediais com aquecimento central (privado ou coletivo), é aquele que se estabelece na região de mistura da água quente (tubo de cobre) com a água fria (tubo de aço carbono galvanizado). O metal mais anódico (aço, no caso) sofrerá corrosão a uma taxa mais alta que aquela que o mesmo metal sofreria sem a presença do contato galvânico (os eletrólitos, no caso, são a água, pelo lado interno, e a argamassa de revestimento, pelo lado externo). Na prática, esta condição acontece na ligação de chuveiros ou duchas, com as inconveniências decorrentes do par galvânico, sendo minimizadas através da adoção de esquemas como os Instalações Hidrossanitárias Prediais 26

27 representados na figura 3.30, onde a opção (a) se constitui na de maior eficiência, por transferir o contato entre o galvanizado e o cobre para um ponto onde a temperatura seja menor em caso de refluxo da água quente; Figura Esquema de ligação de canalização de cobre com aço (ou ferro). Figura Esquema de ligação do chuveiro ou ducha (ABNT, 1998). Instalações Hidrossanitárias Prediais 27

28 As tubulações metálicas enterradas devem ser protegidas para que os solos contendo agentes agressivos não provoquem corrosão externa. Para proteção, as tubulações podem ser colocadas em canaletas de concreto, pintadas com material betuminoso ou sofrer outros tipos de proteção. 3.5 Elaboração do Projeto O projeto de instalações prediais de água quente deverá ser composto de plantas baixas de todos os pavimentos (de um pavimento tipo no caso de sua existência), planta de cobertura, locação, detalhes isométricos, barrilete, memorial descritivo e de cálculo e dos detalhes construtivos que se fizerem necessários. Todas as pranchas deverão possuir legenda e selo. O espaço acima do selo deve ser reservado para carimbos de aprovação dos órgãos competentes. Geralmente, o projeto de instalações de água quente é apresentado juntamente com o projeto de instalações de água fria. Referências bibliográficas ABNT (1998). NBR 5626 Instalação predial de água fria. ABNT (1993). NBR 7198 Projeto e execução de instalações prediais de água quente. BOTELHO, M. H. C. & RIBEIRO Jr., G. de A. (1998). Instalações Hidráulicas Prediais Feitas para Durar. Usando Tubos de PVC. São Paulo: ProEditores, 230p. il. CREDER, H. (2006). Instalações hidráulicas e sanitárias. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos Editora, 6ª Edição. 423p. il. GHISI, E. e GUGEL, E. C. (2005) Notas de aula - Instalações Prediais de Água Quente - Universidade Federal de Santa Catarina. Departamento de Engenharia Civil. Disciplina ECV5317 Instalações I -, Florianópolis, Agosto de ILHA, M. S. de O., GONÇALVES, O. M., KAVASSAKI, Y. (1994) Sistemas Prediais de Água Quente. São Paulo. EPUSP, 60 p. MACINTYRE, A.J. (1990) Manual de instalações hidráulicas e sanitárias. Ed. Guanabara. PAIVA, J. B. D. de e IRION, C. A. O. (2003) Notas de aula Instalações Hidrossanitárias Prediais. Santa Maria: Departamento de Hidráulica e Saneamento da Universidade Federal de Santa Maria. TUCCI, CARLOS E. M. Hidrologia: Ciência e Aplicação. Editora da Universidade (UFRGS). Volume Único. p35 a..p50.1ª Edição Página da internet: acesso em maio de Página da internet: acesso em maio de Página da internet: acesso em maio de Página da internet: acesso em maio de Página da internet: acesso em maio de Página da internet: acesso em outubro de Página da internet: acesso em outubro de Página da internet: acesso em outubro de Página da internet: acesso em outubro de Instalações Hidrossanitárias Prediais 28

29 ANEXOS Instalações Hidrossanitárias Prediais 29

Inst Ins alaç t ões alaç Prediais Pr de Água g Quen Q te Prof Pr. of Cris tiano Cris

Inst Ins alaç t ões alaç Prediais Pr de Água g Quen Q te Prof Pr. of Cris tiano Cris Instalações Prediais de Água Quente Prof. Cristiano Considerações Gerais Regidas pela NBR 7198, as instalações ações de água quente devem ser projetadas/executadas para: Garantir o fornecimento de água

Leia mais

Água Quente: Objetivos de Projeto

Água Quente: Objetivos de Projeto Água Quente: Objetivos de Projeto FINALIDADE DO USO E TEMPERATURA ADEQUADA Hospitais e laboratórios : 100 C ou mais Lavanderias : 75 a 85 C Cozinhas : 60 a 70 C Uso pessoal e banhos : 35 a 50 C MODALIDADES

Leia mais

Chamamos de sistema individual quando um equipamento alimenta um único aparelho.

Chamamos de sistema individual quando um equipamento alimenta um único aparelho. AULA 11 SISTEMA PREDIAIS DE ÁGUA QUENTE 1. Conceito e classificação O sistema de água quente em um edificação é totalmente separado do sistema de água-fria. A água quente deve chegar em todos os pontos

Leia mais

INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA QUENTE

INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA QUENTE Universidade Federal de Santa Catarina Departamento de Engenharia Civil Disciplina ECV5317 Instalações I INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA QUENTE Prof. Enedir Ghisi, PhD Eng. Civil Eloir Carlos Gugel, Mestrando

Leia mais

INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E PREDIAIS. Professor: Eng Civil Diego Medeiros Weber.

INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E PREDIAIS. Professor: Eng Civil Diego Medeiros Weber. INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E PREDIAIS Professor: Eng Civil Diego Medeiros Weber. INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA QUENTE Norma NBR 7198 (ABNT,1998) Projeto e execução de instalações prediais deágua quente. Condições

Leia mais

20/09/2012 SISTEMA PREDIAL DE ÁGUA QUENTE SISTEMA PREDIAL DE ÁGUA QUENTE SISTEMA PREDIAL DE ÁGUA QUENTE SISTEMA PREDIAL DE ÁGUA QUENTE

20/09/2012 SISTEMA PREDIAL DE ÁGUA QUENTE SISTEMA PREDIAL DE ÁGUA QUENTE SISTEMA PREDIAL DE ÁGUA QUENTE SISTEMA PREDIAL DE ÁGUA QUENTE Sistema composto por tubos, reservatórios, peças de utilização, equipamentos e outros componentes, destinado a conduzir água quente* aos pontos de utilização. *NBR 7198 (ABNT, 1993): temperatura de, no

Leia mais

Eng. Moacir de Oliveira Junior, Esp.

Eng. Moacir de Oliveira Junior, Esp. www.viptec.com.br Eng. Moacir de Oliveira Junior, Esp. Contato: (47) 3349-7979 E-mails: moaciroj@gmail.com (Orkut) moaciroj@univali.br moaciroj@hotmail.com (Facebook) moacir@viptec.com.br @Eng_Moacir (Twitter)

Leia mais

sistema central privado; sistema central coletivo.

sistema central privado; sistema central coletivo. Estrutura Envoltória externa Divisórias de espaços externos Divisórias de espaços internos Fundações Superestrutura Sob o nível n do solo Sobre o nível n do solo Verticais Horizontais Escadas Verticais

Leia mais

INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS

INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 8º Período Turma C01 Disc. Construção Civil II ÁGUA QUENTE 1 UTILIZAÇÃO Banho Especiais Cozinha Lavanderia INSTALAÇÕES

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO TECNOLÓGICO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL INSTALAÇÃO PREDIAL DE ÁGUA QUENTE

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO TECNOLÓGICO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL INSTALAÇÃO PREDIAL DE ÁGUA QUENTE UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO TECNOLÓGICO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL INSTALAÇÃO PREDIAL DE ÁGUA QUENTE Prof. Adolar Ricardo Bohn - M. Sc. 1 INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA QUENTE INTRODUÇÃO

Leia mais

PCC-465 SISTEMAS PREDIAIS I. Sistemas Prediais de Suprimento de Água Quente

PCC-465 SISTEMAS PREDIAIS I. Sistemas Prediais de Suprimento de Água Quente PCC-465 SISTEMAS PREDIAIS I Sistemas Prediais de Suprimento de Água Quente Sistemas Prediais de Suprimento de Água Quente Classificação dos Sistemas Sistema Individual; - Chuveiros Elétricos - Centralizados:

Leia mais

SISTEMAS PREDIAIS DE ÁGUA QUENTE

SISTEMAS PREDIAIS DE ÁGUA QUENTE SISTEMAS PREDIAIS DE ÁGUA QUENTE PROFESSOR: ELIETE DE PINHO ARAUJO PLANO DE AULA Ementa: Aplicação dos conhecimentos teóricos adquiridos durante o curso, por meio da realização de projetos individuais

Leia mais

INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA QUENTE

INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA QUENTE INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA QUENTE Apresentação Introdução Classificação dos Sistemas Prediais de Água Quente: Quanto à Concepção: Sistema Individual Sistema Central Privado Sistema Central Coletivo Quanto

Leia mais

Energia Solar Térmica. Prof. Ramón Eduardo Pereira Silva Engenharia de Energia Universidade Federal da Grande Dourados Dourados MS 2014

Energia Solar Térmica. Prof. Ramón Eduardo Pereira Silva Engenharia de Energia Universidade Federal da Grande Dourados Dourados MS 2014 Energia Solar Térmica Prof. Ramón Eduardo Pereira Silva Engenharia de Energia Universidade Federal da Grande Dourados Dourados MS 2014 Componentes de Sistemas Solares Térmicos Energia Solar Térmica - 2014

Leia mais

NOÇÕES DE HIDRÁULICA. Prof. Roberto Monteiro de Barros Filho. Prof. Roberto Monteiro de Barros Filho

NOÇÕES DE HIDRÁULICA. Prof. Roberto Monteiro de Barros Filho. Prof. Roberto Monteiro de Barros Filho NOÇÕES DE HIDRÁULICA Tratamento da água Medição da água Medição da água PLANTA VISTA FRONTAL CORTE Dimensões da Caixa de Hidrômetro Tipos de Abastecimento Abastecimento direto Tipos de Abastecimento Abastecimento

Leia mais

Unidade: INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA FRIA e de ÁGUA QUENTE. Unidade I:

Unidade: INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA FRIA e de ÁGUA QUENTE. Unidade I: Unidade: INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA FRIA e de ÁGUA QUENTE Unidade I: 0 Unidade: Instalações Prediais De Água Fria E De Água Quente 1 - INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA FRIA 1 1.1 Terminologia Abastecimento:

Leia mais

A maneira mais inteligente de aquecer água.

A maneira mais inteligente de aquecer água. A maneira mais inteligente de aquecer água. A JAMP O uso consciente de energia é um dos princípios que rege as atividades da JAMP, responsável pela introdução no País de soluções inovadoras no campo de

Leia mais

AQUECIMENTO SOLAR PISCINA RESIDENCIAL GRANDE PORTE CDT

AQUECIMENTO SOLAR PISCINA RESIDENCIAL GRANDE PORTE CDT CONHECENDO O SISTEMA DE AQUECIMENTO SOLAR CENTER SOL Componentes do Sistema de Aquecimento Reservatório de Água Fria: É o reservatório principal de água que possui uma ligação direta com o Reservatório

Leia mais

Dimensionamento das Instalações de Água Fria

Dimensionamento das Instalações de Água Fria Dimensionamento das Instalações de Água Fria Dimensionamento é o ato de determinar dimensões e grandezas. As instalações de água fria devem ser projetadas e construídas de modo a: - Garantir o fornecimento

Leia mais

Fundamentos de Engenharia Solar. Racine T. A. Prado

Fundamentos de Engenharia Solar. Racine T. A. Prado Fundamentos de Engenharia Solar Racine T. A. Prado Coletores Solares Um coletor solar é um tipo específico de trocador de calor que transforma energia solar radiante em calor. Duffie; Beckman Equação básica

Leia mais

Sistemas de aquecimento de água residencial e o ASBC: Aquecedor Solar de Baixo Custo Por Felipe Marques Santos Aluno do curso de Engenharia de Energia Projeto Coordenado por Prof. Dr. Rogério Gomes de

Leia mais

Memorial de Projeto: Instalações Hidráulicas

Memorial de Projeto: Instalações Hidráulicas Pág. 1 Memorial de Projeto: Instalações Hidráulicas Cliente: Unidade: Assunto: Banco de Brasília - BRB Agência SHS Novas Instalações Código do Projeto: 1641-11 Pág. 2 Índice 1. Memorial Descritivo da Obra...3

Leia mais

Recomendações para instalação de rede interna e de equipamentos a gás.

Recomendações para instalação de rede interna e de equipamentos a gás. Recomendações para instalação de rede interna e de equipamentos a gás. USO DE GÁS NATURAL CANALIZADO NORMAS E LEGISLAÇÃO: ABNT NBR 14570 ABNT NBR 13103 COSCIP código de segurança - decreto estadual nº

Leia mais

PROJETO EXECUTIVO MEMORIAL DESCRITIVO

PROJETO EXECUTIVO MEMORIAL DESCRITIVO PROJETO EXECUTIVO MEMORIAL DESCRITIVO DAS INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS DO RESTAURANTE E VESTIÁRIOS Rev. 0: 09/01/13 1. INTRODUÇÃO Este memorial visa descrever os serviços e especificar os materiais do projeto

Leia mais

NBR 7198 Projeto e execução de instalações prediais de água quente

NBR 7198 Projeto e execução de instalações prediais de água quente ABNT-Associação Brasileira de Normas Técnicas SET 1993 NBR 7198 Projeto e execução de instalações prediais de água quente Sede: Rio de Janeiro Av. Treze de Maio, 13-28º andar CEP 20003 - Caixa Postal 1680

Leia mais

Aquecedor Solar. Catalogo_Aquecedor_Solar 009.indd 1 29/03/2010 15:47:15

Aquecedor Solar. Catalogo_Aquecedor_Solar 009.indd 1 29/03/2010 15:47:15 Aquecedor Solar Catalogo_Aquecedor_Solar 009.indd 1 29/03/2010 15:47:15 Aquecedores de Água a Gás Pisos Condicionadores de Ar Catalogo_Aquecedor_Solar 009.indd 2 29/03/2010 15:47:21 SUA VIDA COM KOMECO

Leia mais

WORKSHOP SBCS SISTEMAS DE MEDIÇÃO INDIVIDUALIZADA DE ÁGUA

WORKSHOP SBCS SISTEMAS DE MEDIÇÃO INDIVIDUALIZADA DE ÁGUA WORKSHOP SBCS SISTEMAS DE MEDIÇÃO INDIVIDUALIZADA DE ÁGUA Sistemas Hidráulicos Prediais e a Medição Individualizada SISTEMAS DO EDIFÍCIO SUBSISTEMAS DO EDIFÍCIO 1 - Estrutura 2 - Envoltória externa 3 -

Leia mais

DIMENSIONAMENTO. Versão 2014 Data: Março / 2014

DIMENSIONAMENTO. Versão 2014 Data: Março / 2014 5 DIMENSIONAMENTO Versão 2014 Data: Março / 2014 5.1. Parâmetros para o dimensionamento... 5.3 5.1.1. Escolha de parâmetros... 5.3 5.1.2. Tipologia construtiva da instalação predial... 5.3 5.1.3. Pressão

Leia mais

A) GENERALIDADES: UNIDADES USUAIS

A) GENERALIDADES: UNIDADES USUAIS Hidr ulica Residencial A) GENERALIDADES: UNIDADES USUAIS 1 kgf/cm² = 10 m.c.a 1 MPa = 10 kgf/cm² = 100 m.c.a. 1 kgf/cm² = 14,223355 lb/pol² Etapas a serem executadas a de alvenaria, as instalações hidráulicas

Leia mais

REDE E SISTEMAS DE ABASTECIMENTO E AQUECIMENTO DE ÁGUAS USANDO FONTES RENOVÁVEIS E NÃO RENOVÁVEIS

REDE E SISTEMAS DE ABASTECIMENTO E AQUECIMENTO DE ÁGUAS USANDO FONTES RENOVÁVEIS E NÃO RENOVÁVEIS GUIA PARA A REABILITAÇÃO REDE E SISTEMAS DE ABASTECIMENTO E AQUECIMENTO DE ÁGUAS USANDO FONTES RENOVÁVEIS E NÃO RENOVÁVEIS PROJETO Cooperar para Reabilitar da InovaDomus Autoria do Relatório Consultoria

Leia mais

Paulo Sérgio Ferrari Mazzon

Paulo Sérgio Ferrari Mazzon Tecnologia de Aquecimento Solar de Água Abyara, São Paulo, 03 de Julho de 2008 Paulo Sérgio Ferrari Mazzon Luciano Torres Pereira Grupo Soletrol Soletrol Industria e Comércio Soletrol l Tecnologia Universidade

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR CENTRO DE ATIVIDADES TÉCNICAS

GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR CENTRO DE ATIVIDADES TÉCNICAS GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR CENTRO DE ATIVIDADES TÉCNICAS NORMA TÉCNICA 20/2010 SISTEMAS DE PROTEÇÃO POR CHUVEIROS AUTOMÁTICOS SUMÁRIO 1 OBJETIVO 2 APLICAÇÃO 3 REFERÊNCIAS

Leia mais

Relatório Parcial SÃO PAULO, Av. Afrânio Peixoto, 412 - São Paulo (SP) - Brasil - 05507-000 Tel/Fax (55) (11) 3816.2737

Relatório Parcial SÃO PAULO, Av. Afrânio Peixoto, 412 - São Paulo (SP) - Brasil - 05507-000 Tel/Fax (55) (11) 3816.2737 1 AVALIAÇÃO DO CONSUMO DE INSUMOS (ÁGUA, ENERGIA ELÉTRICA E GÁS) EM CHUVEIRO ELÉTRICO, AQUECEDOR A GÁS, CHUVEIRO HÍBRIDO, AQUECEDOR SOLAR E AQUECEDOR DE ACUMULAÇÃO ELÉTRICO. Relatório Parcial SÃO PAULO,

Leia mais

ÍNDICE. 11. Instalação do CONTROLADOR ELETRO ELETRÔNICO E SENSORES...31. 13. Capa TÉRMICA...33

ÍNDICE. 11. Instalação do CONTROLADOR ELETRO ELETRÔNICO E SENSORES...31. 13. Capa TÉRMICA...33 ÍNDICE 1. PRODUTO SORIA...04 2. ALGUMAS VANTAGENS...05 3. PRODUTO SORIA...06 4. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS...07 5. KIT DE INSTALAÇÃO...08 6. ACESSÓRIOS...09 7. DIMENSIONAMENTO DOS COLETORES...10 8. Dimensionamento

Leia mais

Instalações Hidráulicas e

Instalações Hidráulicas e UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO DEA 07778 Instalações Hidráulicas e Sanitárias i Prediais i Curso: Engenharia Civil Prof. Diogo Costa Buarque diogo.buarque@gmail.com g 1 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO o

Leia mais

Informações do sistema

Informações do sistema RELAÇÃO ENTRE RESERVATÓRIOS E COLETOR SOLAR Informações do sistema Volume do Reservatório (l) RR AP 400 500 600 Região I 4,00 5,01 6,01 Região II 4,37 5,45 6,55 Região III 4,81 6,01 7,21 Região IV 6,86

Leia mais

Temos a satisfação de apresentar à V.S.a., informações sobre a melhor proposta energética para o aquecimento de água, O AQUECIMENTO SOLAR.

Temos a satisfação de apresentar à V.S.a., informações sobre a melhor proposta energética para o aquecimento de água, O AQUECIMENTO SOLAR. email: ourofino@ourofino.com.br home page: www.ourofino.com.br SUJEITO À ALTERAÇÕES SEM PRÉVIO AVISO MANUAL LINHA AQUECIMENTO SOLAR INSTALAÇÃO OPERAÇÃO MANUTENÇÃO Instalador: leia este manual antes de

Leia mais

5º Seminário de Tecnologias Prediais SINDUSCON SÃO Paulo SP. Projeto de Sistemas de Aquecimento Solar

5º Seminário de Tecnologias Prediais SINDUSCON SÃO Paulo SP. Projeto de Sistemas de Aquecimento Solar 5º Seminário de Tecnologias Prediais SINDUSCON SÃO Paulo SP Projeto de Sistemas de Aquecimento Solar Coletor Banho Características Técnicas Aletas em Alumínio; Cobertura em Vidro Liso Cristal; Vidro Caixa

Leia mais

ANÁLISE PROJETUAL DA RESIDÊNCIA SMALL HOUSE TÓQUIO, JAPÃO.

ANÁLISE PROJETUAL DA RESIDÊNCIA SMALL HOUSE TÓQUIO, JAPÃO. UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO E DESIGN DISCIPLINA: CONFORTO AMBIENTAL 1 ANÁLISE PROJETUAL DA RESIDÊNCIA SMALL HOUSE TÓQUIO, JAPÃO. ARQUITETOS: KAZUYO SEJIMA E

Leia mais

7. Conceito de Barrilete e Dimensionamento das Colunas de Água-Fria e do Barrilete

7. Conceito de Barrilete e Dimensionamento das Colunas de Água-Fria e do Barrilete AULA 8 7. Conceito de Barrilete e Dimensionamento das Colunas de Água-Fria e do Barrilete Além do sistema ramificado utilizado em residências, existe o sistema unificado que usa um Barrilete de distribuição.

Leia mais

PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO EM AQUECIMENTO SOLAR ABRAVA/DASOL 2011

PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO EM AQUECIMENTO SOLAR ABRAVA/DASOL 2011 PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO EM AQUECIMENTO SOLAR ABRAVA/DASOL 2011 MÓDULO 2 Projetista SAS Pequeno Porte Passo a Passo de Instalação ABRAVA -São Paulo,Maio de 2011 Luciano Torres Pereira Leonardo Chamone Cardoso

Leia mais

PREDIAL AQUATHERM CATÁLOGO TÉCNICO

PREDIAL AQUATHERM CATÁLOGO TÉCNICO PREDIAL AQUATHERM CATÁLOGO TÉCNICO Qualidade Confiança Tradição Inovação Tecnologia ÍNDICE Por que a TIGRE escolheu o Sistema Aquatherm para o Brasil? 05 Características técnicas 06 Instruções de instalação

Leia mais

TRANSFORME SEU BANHO EM UM MOMENTO INESQUECÍVEL.

TRANSFORME SEU BANHO EM UM MOMENTO INESQUECÍVEL. NOVA LINHA TRANSFORME SEU BANHO EM UM MOMENTO INESQUECÍVEL. AQUECEDOR DE ÁGUA A GÁS DE PASSAGEM LINHA AQUECEDOR DE ÁGUA PARA BANHO O novo grau de conforto. VOCÊ PEDIU E A RHEEM ATENDEU Linha Completa de

Leia mais

Manual do Proprietário

Manual do Proprietário Manual do Proprietário 1 Índice SISTEMA DE AQUECIMENTO SOLAR TÉRMICO... 2 INTRODUÇÃO... 2 USO CORRETO... 2 APLICAÇÕES... 3 MANUTENÇÃO... 3 LIMPEZA DO VIDRO DOS COLETORES... 3 TROCA DO TERMOSTATO... 1 TROCA

Leia mais

INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS - II DIMENSIONAMENTO. Considera-se vazão hidráulica o volume de água a ser

INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS - II DIMENSIONAMENTO. Considera-se vazão hidráulica o volume de água a ser INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS - II DIMENSIONAMENTO Vazão Considera-se vazão hidráulica o volume de água a ser transportado que atravessa uma determinada seção (tubo, calha, etc) na unidade de tempo. No sistema

Leia mais

PAINEIS SOLARES MEGASUN

PAINEIS SOLARES MEGASUN PAINEIS SOLARES MEGASUN Há mais de uma década a actuar no sector do aquecimento doméstico, a Jaqueciprolar é importador e representante dos Painéis Solares MEGASUN. A MEGASUN é um conceituado fabricante

Leia mais

Desenho e Projeto de Tubulação Industrial

Desenho e Projeto de Tubulação Industrial Desenho e Projeto de Tubulação Industrial Módulo IV Aula 04 Isolamento térmico AQUECIMENTO DE TUBULAÇÕES Motivos Manter em condições de escoamento líquidos de alta viscosidade ou materiais que sejam sólidos

Leia mais

Texto base: XXXXXXXXXXXXXXXXX

Texto base: XXXXXXXXXXXXXXXXX revisão e unificação da NBR 5626 e NBR 7198 Sistemas prediais de água fria e água quente Procedimento PRINCIPAIS INOVAÇÕES NO PROJETO DE NORMA Engº MSc Sérgio Frederico Gnipper Secretário da Comissão de

Leia mais

Gás LP x Energia Elétrica Aquecimento de água. Estudo comparativo feito pelo Instituto de Eletrotécnica e Energia da USP

Gás LP x Energia Elétrica Aquecimento de água. Estudo comparativo feito pelo Instituto de Eletrotécnica e Energia da USP x Energia Elétrica Aquecimento de água Estudo comparativo feito pelo Instituto de Eletrotécnica e Energia da USP Apresentação O projeto Análise de custos de infra-estrutura Análise de custos para o cliente

Leia mais

Condensação. Ciclo de refrigeração

Condensação. Ciclo de refrigeração Condensação Ciclo de refrigeração Condensação Três fases: Fase 1 Dessuperaquecimento Redução da temperatura até a temp. de condensação Fase 2 Condensação Mudança de fase Fase 3 - Subresfriamento Redução

Leia mais

MEMORIAL DE INSTALAÇÕES HIDROSANITÁRIAS

MEMORIAL DE INSTALAÇÕES HIDROSANITÁRIAS 1 MEMORIAL DE INSTALAÇÕES HIDROSANITÁRIAS A presente especificação destina-se a estabelecer as diretrizes básicas e definir características técnicas a serem observadas para execução das instalações da

Leia mais

Motores Térmicos. 9º Semestre 5º ano

Motores Térmicos. 9º Semestre 5º ano Motores Térmicos 9º Semestre 5º ano 19 Sistema de Refrigeração - Tópicos Introdução Meios refrigerantes Tipos de Sistemas de Refrigeração Sistema de refrigeração a ar Sistema de refrigeração a água Anticongelantes

Leia mais

Sistema de Chuveiros Automáticos

Sistema de Chuveiros Automáticos SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO Corpo de Bombeiros SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Referências normativas e bibliográficas INSTRUÇÃO TÉCNICA

Leia mais

AQUECIMENTO DE ÁGUA POR ENERGIA SOLAR

AQUECIMENTO DE ÁGUA POR ENERGIA SOLAR AQUECIMENTO DE ÁGUA POR ENERGIA SOLAR Tecnólogo Mecânico, Professor do CEFET-SP Especialista em Ensino de Física pela Universidade de São Paulo Diariamente o sol transmite uma grande quantidade de energia

Leia mais

AQUECEDOR SOLAR ESFERICO NADO LIVRE

AQUECEDOR SOLAR ESFERICO NADO LIVRE AQUECEDOR SOLAR ESFERICO NADO LIVRE PISCINAS INDUSTRIAS E AGUA DE CONSUMO RESIDENCIAIS /COMERCIAIS /ESPORTIVAS /ACADEMIAS/INDUSTRIA ALTO RENDIMENTO/ ALTA EFICIENCIA FORMATO ESFERICO EM POLICARBONATO APROVEITAMENTO

Leia mais

ECV 5644 Instalações II

ECV 5644 Instalações II SISTEMA DE GÁS CENTRALIZADO Fonte: ETFSC Este Sistema também é conhecido como SISTEMA DE GÁS COMBUSTIVEL CENTRALIZADO, é constituído basicamente das seguintes instalações: 1. Central de Gás (Central de

Leia mais

AR CONDICIONADO. Componentes

AR CONDICIONADO. Componentes AR CONDICIONADO AR CONDICIONADO Basicamente, a exemplo do que ocorre com um refrigerador (geladeira), a finalidade do ar condicionado é extrair o calor de uma fonte quente, transferindo-o para uma fonte

Leia mais

TECNOLOGIA EM CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS. CONFORTO AMBIENTAL Aula 6

TECNOLOGIA EM CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS. CONFORTO AMBIENTAL Aula 6 TECNOLOGIA EM CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS CONFORTO AMBIENTAL Aula 6 EXEMPLO NUMÉRICO FECHAMENTOS OPACOS Considerando os dados abaixo: EXEMPLO NUMÉRICO FECHAMENTOS OPACOS Primeiro passo: descobrir o valor da

Leia mais

Instalações Elétricas Prediais A

Instalações Elétricas Prediais A Instalações Elétricas Prediais A ENG04482 Prof. Luiz Fernando Gonçalves AULA 8 Previsão de Cargas Porto Alegre - 2012 Tópicos Cargas dos pontos de utilização Previsão de cargas conforme a norma Exemplo

Leia mais

Desfrute do melhor que a natureza tem para lhe oferecer e aproveite o conforto que a energia do sol pode lhe proporcionar.

Desfrute do melhor que a natureza tem para lhe oferecer e aproveite o conforto que a energia do sol pode lhe proporcionar. 1 A Kisol tem a missão de divulgar e incentivar a sustentabilidade, através do uso de energias renováveis, fornecendo soluções que superem as expectativas dos seus clientes. A realização de um mundo melhor,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS - UFPEL CENTRO DE ENGENHARIAS - CENG DISCIPLINA: SISTEMAS URBANOS DE ÁGUA E ESGOTO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS - UFPEL CENTRO DE ENGENHARIAS - CENG DISCIPLINA: SISTEMAS URBANOS DE ÁGUA E ESGOTO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS - UFPEL CENTRO DE ENGENHARIAS - CENG DISCIPLINA: SISTEMAS URBANOS DE ÁGUA E ESGOTO REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA Prof. Hugo Alexandre Soares Guedes E-mail: hugo.guedes@ufpel.edu.br

Leia mais

ANEXO XIII ESPECIFICAÇÕES PROJETO HIDROSSANITÁRIO

ANEXO XIII ESPECIFICAÇÕES PROJETO HIDROSSANITÁRIO ANEXO XIII ESPECIFICAÇÕES PROJETO HIDROSSANITÁRIO 1. GENERALIDADES O presente memorial descritivo trata das instalações hidrossanitárias do prédio acima descrito, o qual foi elaborado segundo as normas

Leia mais

PHD 313 HIDRÁULICA E EQUIPAMENTOS HIDRÁULICOS

PHD 313 HIDRÁULICA E EQUIPAMENTOS HIDRÁULICOS UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA POLITÉCNICA PHD 313 HIDRÁULICA E EQUIPAMENTOS HIDRÁULICOS Aula 12: Instalações de Água Quente Prof. Miguel Gukovas Prof. Rodolfo S Martins Prof. Ronan Cleber Contrera PHD

Leia mais

INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS - II DIMENSIONAMENTO

INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS - II DIMENSIONAMENTO INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS - II DIMENSIONAMENTO Vazão Considera-se vazão hidráulica o volume de água a ser transportado que atravessa uma determinada seção (tubo, calha, etc) na unidade de tempo. No sistema

Leia mais

INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS

INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 8º Período Turmas C01, C02 e C03 Disc. Construção Civil II TIPOS Água Fria Esgoto Águas Pluviais Água Quente Incêndio

Leia mais

Universidade Federal de Ouro Preto Escola de Minas Departamento de Engenharia Civil CIV 640 Saneamento Urbano

Universidade Federal de Ouro Preto Escola de Minas Departamento de Engenharia Civil CIV 640 Saneamento Urbano Universidade Federal de Ouro Preto Escola de Minas Departamento de Engenharia Civil CIV 640 Saneamento Urbano Reservatórios e Redes de Distribuição de Água Universidade Federal de Ouro Preto Escola de

Leia mais

Com expansão do mercado de aquecimento solar, setor vidreiro tem mais um nicho a explorar

Com expansão do mercado de aquecimento solar, setor vidreiro tem mais um nicho a explorar Tecnologia Isto é sustentabilidade! Com expansão do mercado de aquecimento solar, setor vidreiro tem mais um nicho a explorar Divulgação Transsen iminente de que o pro- Dblema se repita, pode-se notar

Leia mais

Sistema de Aquecimento Therm 8000 S Com inovadora tecnologia de condensação. Mais água quente, mais eficiência.

Sistema de Aquecimento Therm 8000 S Com inovadora tecnologia de condensação. Mais água quente, mais eficiência. Sistema de Aquecimento Therm 8000 S Com inovadora tecnologia de condensação. Mais água quente, mais eficiência. 2 Sistema de Aquecimento Therm 8000 S Therm 8000 S Soluções de aquecimento de água para altas

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO DO PROJETO SPDA. Índice

MEMORIAL DESCRITIVO DO PROJETO SPDA. Índice MEMORIAL DESCRITIVO DO PROJETO SPDA Índice 1 Introdução 2 Local da Obra 3 Normas 4 Malha de Aterramento 5 Equipamento e Materiais 6 Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas 7 Cálculo dos Elementos

Leia mais

Unidade: Instalações prediais de proteção contra incêndio e de gás

Unidade: Instalações prediais de proteção contra incêndio e de gás Unidade: Instalações prediais de proteção contra incêndio e de gás Nesta Unidade da Disciplina tentaremos compreender a questão da problemática envolvida nos tratos dos assuntos atinentes a prevenção e

Leia mais

Armazenamento de energia

Armazenamento de energia Universidade do Vale do Rio dos Sinos UNISINOS Programa de Pós-Graduação em Engenharia Mecânica 3 º. trimestre, 2015 A energia solar é uma fonte de energia dependente do tempo. As necessidades de energia

Leia mais

Objetivos: Potencial para aplicação ST em grandes instalações: Água quente sanitária. Água quente de processo Água quente para arrefecimento

Objetivos: Potencial para aplicação ST em grandes instalações: Água quente sanitária. Água quente de processo Água quente para arrefecimento Objetivos: Potencial para aplicação ST em grandes instalações: Água quente sanitária. Água quente de processo Água quente para arrefecimento Introdução Potencial ST Grandes Instalações 23 out Introdução

Leia mais

Dimensionamento. Dimensionamento. Área Coletora e Kit Instalação. Aquecimento Auxiliar. Tubulação. Bomba Hidráulica

Dimensionamento. Dimensionamento. Área Coletora e Kit Instalação. Aquecimento Auxiliar. Tubulação. Bomba Hidráulica Dimensionamento Dimensionamento Área Coletora e Kit Instalação Aquecimento Auxiliar Tubulação Objetivos: 1 - Dimensionar área coletora e kit instalação 2 - Dimensionar aquecimento auxiliar 3 - Dimensionar

Leia mais

RESTAURANTE POPULAR MEMORIAL DESCRITIVO INSTALAÇÕES DE ÁGUA QUENTE

RESTAURANTE POPULAR MEMORIAL DESCRITIVO INSTALAÇÕES DE ÁGUA QUENTE PREFEITURA MUNICIPAL DE SINOP ESTADO DE MATO GROSSO RESTAURANTE POPULAR MEMORIAL DESCRITIVO INSTALAÇÕES DE ÁGUA QUENTE SINOP MT 1. Projeto As instalações de água quente foram projetadas e executadas de

Leia mais

Memorial Descritivo CHUVEIROS AUTOMÁTICOS

Memorial Descritivo CHUVEIROS AUTOMÁTICOS 1/8 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO AMAPÁ DIVISÃO DE SERVIÇOS TÉCNICOS SEÇÃO DE ANÁLISE DE PROJETOS 1. Normas de referência: NBR 10.897-ABNT 1.1. Outras normas: 2. Nome

Leia mais

Livro: Agua: pague menos Engenheiro Plinio Tomaz 12 de dezembro de 2010

Livro: Agua: pague menos Engenheiro Plinio Tomaz 12 de dezembro de 2010 Capitulo 01- Peças que economizam água 1.1 Objetivo A primeira atitude de autoridade que quer economizar água é a instalação de peças que economizem água, sem criar problemas com a segurança da qualidade

Leia mais

DODF Nº 237 14 de dezembro de 2000 CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL PORTARIA Nº 49/2000-CBMDF, DE 7 DE DEZEMBRO DE 2000

DODF Nº 237 14 de dezembro de 2000 CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL PORTARIA Nº 49/2000-CBMDF, DE 7 DE DEZEMBRO DE 2000 DODF Nº 237 14 de dezembro de 2000 CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL PORTARIA Nº 49/2000-CBMDF, DE 7 DE DEZEMBRO DE 2000 Aprova a Norma Técnica nº 004/2000-CBMDF, sobre o Sistema de Proteção

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 23/2011

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 23/2011 Instrução Técnica nº 23/2011 - Sistemas de chuveiros automáticos 513 SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº

Leia mais

CURSO DE PROYECTOS DE SISTEMAS DE CALENTAMIENTO SOLAR. Demanda de agua caliente e energia

CURSO DE PROYECTOS DE SISTEMAS DE CALENTAMIENTO SOLAR. Demanda de agua caliente e energia CURSO DE PROYECTOS DE SISTEMAS DE CALENTAMIENTO SOLAR Demanda de agua caliente e energia 1 Roteiro Projetos de Sistemas de Aquecimento Solar CB55 - ABNT ABRAVA sedia a CB55 e através do programa NORMASOL

Leia mais

Texto: Agua: pague menos Engenheiro Plinio Tomaz 22 de fevereiro de 2014. Agua: pague menos

Texto: Agua: pague menos Engenheiro Plinio Tomaz 22 de fevereiro de 2014. Agua: pague menos Agua: pague menos A melhor maneira de o usuário da rede pública de abastecimento de água potável diminuir o seu consumo mensal, isto é, pagar menos, é tomar uma das quatro atitudes ou várias delas na seguinte

Leia mais

NPT 023 SISTEMA DE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS

NPT 023 SISTEMA DE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 023 Sistema de chuveiros automáticos CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 02 Norma de Procedimento Técnico 5 páginas SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Referências normativas

Leia mais

Manutenção, temperatura da água, conexões e facilidade de instalar definem qual o melhor tubo para cada uso

Manutenção, temperatura da água, conexões e facilidade de instalar definem qual o melhor tubo para cada uso Como escolher as tubulações Manutenção, temperatura da água, conexões e facilidade de instalar definem qual o melhor tubo para cada uso As instalações hidráulicas abrangem não apenas as redes de abastecimento

Leia mais

ε, sendo ε a rugosidade absoluta das

ε, sendo ε a rugosidade absoluta das DETERMINAÇÃO DAS PERDAS DE CARGA No projeto de uma instalação de bombeamento e da rede de distribuição de água de um prédio, é imprescindível calcular-se a energia que o líquido irá despender para escoar

Leia mais

ESTADO DO MARANHÃO SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COMANDO GERAL

ESTADO DO MARANHÃO SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COMANDO GERAL 1 OBJETIVO: Padronizar os diversos tipos de sistemas de bomba de incêndio das edificações, seus requisitos técnicos, componentes, esquemas elétricos-hidráulicos e memória de cálculo, de acordo com os parâmetros

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº.

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº. SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº. 23/2011 Sistema de chuveiros automáticos SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação

Leia mais

Soluções sustentáveis para a vida.

Soluções sustentáveis para a vida. Soluções sustentáveis para a vida. A Ecoservice Uma empresa brasileira que está constantemente em busca de recursos e tecnologias sustentáveis para oferecer aos seus clientes, pessoas que têm como conceito

Leia mais

Análise de especificação de chuveiro elétrico

Análise de especificação de chuveiro elétrico MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA Análise de especificação de chuveiro elétrico RELATÓRIO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO

Leia mais

Informações Gerais Trocadores de Calor / Chiller de Placas

Informações Gerais Trocadores de Calor / Chiller de Placas Informações Gerais Trocadores de Calor / Chiller de Placas Somos especializados em trocadores de calor e importamos desde 2009. Eles são fabricados sob a supervisão de um técnico nosso e foram adaptados

Leia mais

BOMBEAMENTO DE ÁGUA COM ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA

BOMBEAMENTO DE ÁGUA COM ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA BOMBEAMENTO DE ÁGUA COM ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA Eng. Carlos Alberto Alvarenga Solenerg Engenharia e Comércio Ltda. Rua dos Inconfidentes, 1075/ 502 Funcionários - CEP: 30.140-120 - Belo Horizonte -

Leia mais

Linha completa de aquecimento para banho e piscina

Linha completa de aquecimento para banho e piscina Linha completa de aquecimento para banho e piscina Aquecedor solar Aquecedor de piscina Bomba de calor www.heliotek.com.br Coletores solares Heliotek A força da nova geração Ao contrário dos coletores

Leia mais

1) INTRODUÇÃO 02 2) RECOMENDAÇÕES GERAIS 02. 2.1) Prazos de garantia 02 2.2) Transporte e armazenagem 02 2.3) Instalação 02 2.

1) INTRODUÇÃO 02 2) RECOMENDAÇÕES GERAIS 02. 2.1) Prazos de garantia 02 2.2) Transporte e armazenagem 02 2.3) Instalação 02 2. ÍNDICE Página 1) INTRODUÇÃO 02 2) RECOMENDAÇÕES GERAIS 02 2.1) Prazos de garantia 02 2.2) Transporte e armazenagem 02 2.3) Instalação 02 2.4) Manutenção 05 3) PARTES DO AQUECEDOR 05 3.1) Aquecedor elétrico

Leia mais

Projeto de Rede Telefônica

Projeto de Rede Telefônica Projeto de Rede Telefônica Prof. Manoel Henrique Sequencia Definições e materiais. Caixas de distribuição Blocos de terminais Caixas de passagem Tubulação Entrada Primária Secundária Cabos telefônicos

Leia mais

ENE065 Instalações Elétricas I

ENE065 Instalações Elétricas I 14/05/2012 ENE065 Instalações Elétricas I Prof.: Ivo Chaves da Silva Junior ivo.junior@ufjf.edu.br Dimensionamento dos Condutores FASE Ampacidade Queda de Tensão Seção Mínima Dimensionamento dos Condutores

Leia mais

Quem fabrica o CALMAT? CALMAT é um produto fabricado na Alemanha pela CWT Christiani Wassertechnik GmbH, empresa fundada em 1948, com sede em Berlim.

Quem fabrica o CALMAT? CALMAT é um produto fabricado na Alemanha pela CWT Christiani Wassertechnik GmbH, empresa fundada em 1948, com sede em Berlim. O que é CALMAT? CALMAT é um aparelho para tratamento físico das águas calcárias, que elimina os inconvenientes das incrustações causadas pelos sais de cálcio e magnésio. Além disso, remove as incrustações

Leia mais

UNEMAT Universidade do Estado de Mato Grosso. INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E PREDIAIS Professora: Engª Civil Silvia Romfim

UNEMAT Universidade do Estado de Mato Grosso. INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E PREDIAIS Professora: Engª Civil Silvia Romfim UNEMAT Universidade do Estado de Mato Grosso INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E PREDIAIS Professora: Engª Civil Silvia Romfim INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUAS PLUVIAIS 2 INTRODUÇÃO A água da chuva é um dos elementos

Leia mais

REGULAMENTO DO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E DA DISPOSIÇÃO DOS EFLUENTES SANITÁRIOS DO LOTEAMENTO NINHO VERDE I

REGULAMENTO DO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E DA DISPOSIÇÃO DOS EFLUENTES SANITÁRIOS DO LOTEAMENTO NINHO VERDE I REGULAMENTO DO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E DA DISPOSIÇÃO DOS EFLUENTES SANITÁRIOS DO LOTEAMENTO NINHO VERDE I 1. O presente Regulamento objetiva estabelecer regras gerais de uso do sistema de abastecimento

Leia mais

Caldeiras. Notas das aulas da disciplina de INSTALAÇÕES E SERVIÇOS INDUSTRIAIS. Instalações e Serviços Industriais 1

Caldeiras. Notas das aulas da disciplina de INSTALAÇÕES E SERVIÇOS INDUSTRIAIS. Instalações e Serviços Industriais 1 Caldeiras Notas das aulas da disciplina de INSTALAÇÕES E SERVIÇOS INDUSTRIAIS Instalações e Serviços Industriais 1 Geradores com câmara de combustão Caldeiras Tipo de combustível sólido, líquido, gasoso,

Leia mais

ESCOLA DE ENSINO PROFISSIONAL

ESCOLA DE ENSINO PROFISSIONAL ESCOLA DE ENSINO PROFISSIONAL GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ MEMORIAL DESCRITIVO PROJETO DAS INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS DATA: FEV/2011 1 de 10 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. NORMAS E ESPECIFICAÇÕES... 3 3. SISTEMAS

Leia mais

Manual do Usuário. Importante Antes de usar o seu Aquecedor Solar Solquent, leia este manual. Imagem Ilustrativa

Manual do Usuário. Importante Antes de usar o seu Aquecedor Solar Solquent, leia este manual. Imagem Ilustrativa Manual do Usuário Imagem Ilustrativa Importante Antes de usar o seu Aquecedor Solar Solquent, leia este manual. * Este Manual inclui Certificado de Garantia. ÍNDICE Apresentação... 03 Instruções de Segurança...

Leia mais

DC Modular Otimizado para consumo mínimo de água

DC Modular Otimizado para consumo mínimo de água DC Modular Otimizado para consumo mínimo de água A água aquecida que retorna do processo ingressa no DryCooler e ao sair é recolhida em um reservatório, sendo bombeada de volta ao processo já na temperatura

Leia mais