Grupo 9 - Integrantes: Geisa Toller Correia Romão (10/ ) Gizele Oliveira Marques (11/ ) Renaud Bruno Etoua Evina (11/ )

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1 Universidade de Brasília Faculdade de Direito Professor: Mário Iorio Aranha Turma : A - Diurno Grupo 9 - Integrantes: Geisa Toller Correia Romão (10/ ) Gizele Oliveira Marques (11/ ) Renaud Bruno Etoua Evina (11/ ) Katharina de Lourdes Costa Meneses (11/ ) Lohanna Santiago dos Santos (11/ ) Juliana de Farias Brandão Matayoshi (11/ ) Respostas das Perguntas feitas ao Grupo 9 Pergunta do Professor 1.Quais outorgas são necessárias pela oferta comercial do triplay e do quadriplay? Com a criação do serviço de quadruple play, a inclusão da telefonia móvel gerou um problema com relação a outorga do serviço. A concessão do serviço de acesso condicionado poderia ser outorgada a empresas constituídas segundo as leis brasileiras com sede e administração no Brasil, criadas para explorar serviços de telecomunicações. A concessão original portanto, referia-se aos serviços de internet banda larga, TV e telefonia fixa, que vem perdendo terreno para a telefonia móvel. Desta forma ocorreram alterações dos contatos para permitir a unificação dos serviços pelas empresas com o mesmo CNPJ Pergunta dos Grupos Grupo 1: De acordo com o que foi exposto pelo grupo, qual a diferença entre triple play e quadruple play?

2 A diferença refere-se ao tipo de serviços prestados, no caso de triple play, os serviços são internet banda larga, TV, e telefonia fixa. Já no quadruple play além dos três serviços anteriores, e oferecido o serviço de telefonia móvel. Grupo 2: É correto dizer que o novo marco regulatório do SeAC, ao prever a prestação do serviço mediante autorização, enterrou a ideia de que tal serviço teria natureza de serviço público, passando a englobá-lo na categoria de atividade econômica em sentido estrito? Os serviços de telecomunicações eram tradicionalmente considerados serviços públicos, devido a sua inserção constitucional como serviços de titularidade do Estado, a quem competiria prestá-los direta ou indiretamente. A LGT, no entanto, classifica esses serviços de acordo com os interesses atendidos (restrito ou coletivo), sem fazer referência à expressão serviço público. O SeAC, apesar de ser prestado no regime privado, cujo direito de exploração é outorgado mediante autorização, é serviço de interesse coletivo. Portanto, apesar de o serviço ser baseado em parte nos princípios constitucionais da atividade econômica, é estabelecida entre o autorizatário e a Administração uma relação jurídica de trato sucessivo, na qual esta última detém o poder de fixar controles à atividade daquele, que se submete a disposições de caráter regulamentar. Em face das características de exploração do SeAC seria mais adequado caracterizá-lo como atividade econômica prestada no interesse público. No entanto, subsistem divergências quanto à natureza do serviço, de modo que não se pode considerar essa discussão como superada. Grupo 4: Como a SeAC garante o compartilhamento de rede de modo não discriminatório? O compartilhamento de uso da rede consta da resolução nº 581/2012 da Anatel, que regulamenta o Serviço de Acesso Condicionado, estabelecido pela Lei 12485/2011. De acordo com o art. 8º da referida resolução, as prestadoras do serviço terão direito ao uso e deverão possibilitar o uso de sua rede ou de elementos dessa rede a outras prestadoras de serviços de telecomunicações de interesse coletivo, de forma onerosa e não discriminatória, nos casos e condições fixadas na regulamentação pertinente. Essa regra tem como objetivo combater práticas não competitivas, como o estabelecimento de uma barreira a entrada de cunho econômico, uma vez que os elevados os custos fixos para o estabelecimento da rede para prestação do serviço, e a

3 eventual impossibilidade de uso compartilhado trariam distorções concorrenciais e prejuízo para o bem estar dos consumidores. Ademais, a determinação da Anatel está em conformidade com o princípio da concorrência, que se aplica ao setor de telecomunicações, como dispõe a Constituição federal de 1988, assim como o mandamento em matéria de uso de rede constantes na Lei 9472/97, a Lei Geral de Telecomunicações - LGT. Grupo 5: É possível o serviço de telefonia móvel ou internet virem a utilizar o modelo de serviço de acesso condicionado? Quais seriam as dificuldades e as melhorias advindas dessa possível mudança? Não. O SeAC e serviço de telefonia móvel (serviço móvel pessoal) são regulados pela Lei n 9472/97 (Lei de Telecomunicações), mas, mesmo tendo a referida lei como base e necessitando de concessão, permissão ou autorização para que o serviço seja prestado, possuem regulamentação específica. O SeAC é regulado pela Lei n /2011 e pelo Resolução n 581/2012, enquanto o serviço de telefonia móvel é regulado pela Resolução n 477/07 (SMP). Já o serviço de conexão à Internet (SCI) é considerado um serviço de valor adicionado (SVA). O SVA não é um serviço de telecomunicações, este apenas lhe dá suporte, já que seu provedor é classificado como usuário do serviço de telecomunicações, sendo assegurado também o uso das redes de serviços de telecomunicações para prestação do SVA. Ao contrário do SeAC e do SMP, o SCI não necessita de concessão, permissão ou autorização da Anatel. Faz-se necessário ressaltar que, com a nova regulamentação do serviço de comunicação multimídia (SCM), a separação entre o serviço de internet e o de telecomunicações (Norma 4/95) foi questionada. Grupo 6: Quanto ao SeAC, a abertura da rede da TV a cabo é tema ensejador de polêmicas. Embora o Plano Geral de Metas de Competição tenha excluído o mercado de TV paga de aqueles a serem analisados para a identificação das empresas com poder de mercado, sabe-se, conforme afirmação do Conselheiro Marcelo Bechara, que a ANATEL avalia possibilidade de revisão da premissa do compartilhamento, podendo ser necessária a publicação de outra norma para trato da questão. Na opinião do grupo, qual o interesse da ANATEL na revisão do compartilhamento? Incialmente, ao discutirem sobre o Plano Geral de Metas de Competição, a SeAC

4 foi levada em conta. Porém, como a regulação no setor (Lei n 12485/11) ainda é muito atual, este setor foi retirando do PGMC para dar um prazo maior para a recuperação dos investimentos, sendo tal raciocínio conhecido como um feriado regulatório. A revisão do compartilhamento no PGMC, mais especificamente, ocorreu para que uma empresa menor possa alugar espaço na infraestrutura de outra, maior, para prestação de serviço em áreas onde esta não possui equipamentos suficientes, caso seja necessário. Sendo assim, as detentoras do poder de mercado do serviço de telefonia fixa e internet terão que permitir a entrada de empresas menores no mercado, com o objetivo de fomentar a competição no setor. Caso a ANATEL estenda tal regulamentação para a SeAC ela estaria buscando unificara o sistema, evitar práticas anticompetitivas e cobranças abusivas, que colocam os consumidores em posição desvantajosa. Grupo 7: Sabendo que o paradigma do Estado Regulador é marcado pela presença da expertise técnica na tomada de decisões, bem como da participação do usuário como agente na formulação de políticas públicas no setor regulado, qual o impacto na visão do grupo que a audiência pública convocada pelo ministro Luiz Fux, relator das ADIs 4769, 4747 e 4756 pode ter exercido no julgamento do mérito das questões suscitadas por estas ações? Consoante o Ministro Luiz Fux, a apreciação do assunto excede os limites jurídicos, portanto, demanda uma abordagem técnica e interdisciplinar. Desse modo, a audiência pública visou esclarecer nuances do mercado audiovisual brasileiro e repercussões práticas oriundas da nova regulamentação criada pela Lei nº /2011 que incidem sobre a dinâmica do setor. Nesse sentido, a audiência pública objetivou a apreensão de diversas opiniões, tais como as de especialistas, entidades reguladoras e representantes da sociedade civil para aclarar questões técnicas, políticas, econômicas e culturais relativas ao funcionamento do mercado de TV por assinatura. Os principais aspectos abordados na audiência pública foram: as peculiaridades das diferentes plataformas tecnológicas; as atividades da cadeia de valor do mercado audiovisual; o grau de abertura e concorrência do setor; os impactos da restrição ao capital estrangeiro e da vedação à propriedade cruzada; a composição do mercado quanto à produção nacional e estrangeira; as técnicas de estímulo à produção e consumo de conteúdo nacional; as mudanças operadas no mercado em razão da nova lei; o perfil

5 de atuação da Agência Nacional do Cinema - Ancine; e o panorama mundial de regulação da TV por assinatura. Os principais questionamentos apresentados ao STF pelo partido Democratas (ADI 4679), pela Associação NEOTV que reúne prestadores de serviços de televisão por assinatura (ADI 4747), e pela Associação Brasileira de Radiodifusores (ADI 4756) foram sobre: a extensão dos poderes fiscalizatório da Agência Nacional do Cinema (Ancine); a restrição à propriedade cruzada entre segmentos dos setores de telecomunicações e radiodifusão, a limitação da participação do capital estrangeiro no mercado audiovisual e a obrigatoriedade de veiculação mínima de conteúdo nacional. Nesse raciocínio, é oportuno aduzir que apesar de as ADI s ainda estarem em andamento, a audiência pública exerceu um impacto positivo sobre o posicionamento da população e de alguns ministros sobre a nova regulamentação criada pela Lei nº /2011 e sobre a Ancine, pois esclareceu, por exemplo, que as normas hostilizadas não criam novas atribuições para a Ancine; mas apenas promovem a adaptação das regras que estabelecem a competência da agência para regular e fiscalizar as atividades de comunicação audiovisual. Por conseguinte, as atribuições da Ancine previstas pelos dispositivos impugnados, decorrem da competência da agência reguladora. Grupo 8: A televisão por assinatura tem uma taxa bem alta se comparada ao salário mínimo. Isso pode ser considerado um valor excludente para boa parte da população no acesso à cultura? Sim, o acesso à TV por assinatura ainda é baixo, principalmente, por causa da estrutura da demanda, ou seja, a baixa renda, as desigualdades sociais, educacionais e geográficas contribuem para a baixa penetração dos serviços de telecomunicação mais caros. Além disso, não existem políticas públicas ou mecanismos de universalização que visam a levar o SeAC para estes locais de baixa renda ou de baixa densidade populacional. Por outro lado, a tendência é a de que empresas invistam mais em redes multimídia que suportem diversos serviços, dentre eles o de TV por assinatura e o de internet banda larga, graças à Lei do SeAC, nº /2011, que permite a entrada de capital estrangeiro e a participação de empresas de telefonia. Este investimento ajuda a levar o serviço para lugares mais distantes, mas dificilmente permitiria a massificação deste.

6 Grupo 10: Sendo as tvs comunitárias exercidas por associações comunitárias ou fundações sem fins lucrativos, ambas mantidas pela comunidade, qual seria a necessidade de se incluir anúncios publicitários? Segundo a Ação Direta de Inconstitucionalidade 4703, embora as tv s comunitárias não sejam entidades com fins lucrativos, necessitam de patrocínio para a manutenção básica, uma vez que necessitam pagar aluguel, contas de energia, funcionários, encargos sociais e outros. Nesse sentido, pode-se aduzir que há uma importância e necessidade da publicidade institucional para o pagamento de salários dos funcionários, para o próprio custeio da tv e para realizar melhorias que possibilitem aumentar a qualidade da programação, como meios audiovisuais mais modernos. Nesse sentido, a publicidade ou propaganda, segundo os argumentos da ADI 4703, são o nervo central da atividade econômica desses canais de transmissão. Assim, afirma-se que ao restringir a publicidade nos canais, há a contribuição para materializar, em parte, o oligopólio das comunicações retrocedendo e desestabilizando as produções regionais das tv s comunitárias. Por isso, a Associação Brasileira dos Canais Comunitários (ABCCOM) entrou com Ação Direta de Inconstitucionalidade, no Supremo Tribunal Federal, para contestar o artigo 32, parágrafo 5º, da Lei , de O dispositivo proíbe a veiculação remunerada de anúncios nos intervalos da programação dos canais comunitários, bem como a transmissão de publicidade comercial, ressalvados os casos de patrocínio de programas, eventos e projetos, veiculados sob a forma de apoio cultural.

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