DISCIPLINA: MODERNIDADE E ENVELHECIMENTO 3º E 5º SEMESTRE: SERVIÇO SOCIAL - UNICASTELO OS IDOSOS, AS REDES DE RELAÇÕES SOCIAIS E AS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DISCIPLINA: MODERNIDADE E ENVELHECIMENTO 3º E 5º SEMESTRE: SERVIÇO SOCIAL - UNICASTELO OS IDOSOS, AS REDES DE RELAÇÕES SOCIAIS E AS"

Transcrição

1 DISCIPLINA: MODERNIDADE E ENVELHECIMENTO 3º E 5º SEMESTRE: SERVIÇO SOCIAL - UNICASTELO OS IDOSOS, AS REDES DE RELAÇÕES SOCIAIS E AS RELAÇÕES FAMILIARES AUTORA: ANDRÉA MORAES ALVES PROFª MARIA APARECIDA DA SILVEIRA

2 OS IDOSOS, AS REDES DE RELAÇÕES SOCIAIS E AS RELAÇÕES FAMILIARES Quando se reporta a história da velhice e do envelhecimento na cultura ocidental, o mundo do trabalho, a saúde e o corpo aparecem como assuntos inevitáveis. Isto é se, compararmos com a importância que têm para a história da infância e da juventude, as esferas da família e das relações de sociabilidade não tem o mesmo status para com os mais velhos. (os estudos sobre a velhice é relativa recente a consideração das relações familiares e sociais). Anos 1970 surgem as questões da família e da sociabilidade nos estudos sobre a velhice no Brasil. Este fato coincide com o movimento das pessoas idosas, principalmente as mulheres, para fora dos domicílios. Na visão binária de família (extensa e patriarcal X nuclear e conjugal) cedeu espaço para a ideia da pluralidade das composições familiares. Família moderna: voltada para a realização individual dos seus membros principalmente dos filhos cede lugar para uma imagem de família permeada por tensão constante entre laços de dependência e escolha pessoal.

3 OS IDOSOS, AS REDES DE RELAÇÕES SOCIAIS E AS RELAÇÕES FAMILIARES No campo de estudos sobre a família contemporânea, os velhos, no papel de avós, surgem como personagens que põem em xeque o retrato individualista da família conjugal restrita aos pais e filhos, isolados dos demais parentes: A relação desses avós com seus netos é essencial para o desenvolvimento da subjetividade desses netos, que não têm como única referência os pais. Não se trata daquela prisão metafórica, onde os filhos ficam trancados no apartamento, encarando os pais, todos se odiando secretamente. Há oportunidade de convívio com outras pessoas, e os avós são particularmente importantes com todas as tensões, os conflitos de geração, as diferenças de opinião. (Gilberto Velho, 1987, p.85)

4 OS IDOSOS, AS REDES DE RELAÇÕES SOCIAIS E AS RELAÇÕES FAMILIARES No âmbito da sociabilidade extradomiciliar, a chamada terceira idade criou um campo semântico novo com referência a uma velhice prazerosa, feliz e relativamente livre de preconceitos. Essa nova imagem de velhice é fenômeno interessante, posto que surge na esteira de uma série de outras transformações da sociedade contemporânea, entre elas a valorização do corpo e da juventude, do consumo e do bem estar individual (Debert, 1997).

5 O LUGAR DA FAMÍLIA PARA O IDOSO A composição domiciliar dos idosos brasileiros, tem um claro recorte de gênero: Homens que reside com as esposas - 71% Homens filhos/filhas - 51% Mulheres 57% reside com filhos/as Esposas são apontadas como as que cuidam dos seus maridos idosos - 58% Mulheres filhos/as que cuidam das mães idosas 36% Os casamentos são corriqueiros na vida dos idosos: apenas 6% são solteiros e 6% nunca tiveram ou não tem filhos. O casamento é uma garantia de atenção que se tem na velhice.

6 O LUGAR DA FAMÍLIA PARA O IDOSO Pesquisa (Andrea M. Alves) que apenas 15% dos idosos brasileiros vivem só. As mulheres se destacam em relação aos homens Viver só não é sinônimo de abandono não significa que não cuidados ou companhia de outros pág O aumento da idade e a distância entre homens e mulheres torna-se explícita: quanto mais velha a mulher, mais sem apoio ela tende a ficar. O que faz com que ocorra esse progressivo isolamento das mulheres idosas? O número de mulheres casadas se reduz drasticamente. Entre os homens são as parceiras que permanecem ao lado deles.

7 O LUGAR DA FAMÍLIA PARA O IDOSO A redução do número de filhos e a instabilidade dos laços conjugais observados hoje entre as gerações mais jovens podem indicar, no futuro, que esse suporte oferecido aos idosos deve ser revisto tanto para os homens como para as mulheres. A sociedade e os indivíduos devem se preocupar desde já com a disponibilidade de auxílios não baseados no vínculo conjugal e na parentalidade para as gerações de idosos no futuro.

8 O LUGAR DA FAMÍLIA PARA O IDOSO Idosos chefes de família 71% - suporte material A origem dos recursos do suporte material: aposentadorias, pensões e atividades de trabalho e contribuem com a manutenção da casa. 88% de idosos contribuem com a renda familiar. Poder restrito: sua opinião não é relevante (quanto mais idoso menos relevante). Há uma dicotomia entre a chefia material e a subordinação de opinião do outro dado interessante na dinâmica intergeracional nas famílias em relação ao lugar dos idosos na vida social. P. 129

9 O VALOR DA AMIZADE Na literatura das ciências sociais (escassa): a amizade é vista em geral como uma relação afetiva e voluntária, que envolve práticas de sociabilidade, trocas íntimas e ajuda mútua, e necessita de algum grau de equivalência ou de igualdade entre amigos (Rezende, 2002, p.69). 50% dos idosos afirmam receber visitas semanais de amigos 49% dos idosos recebem visitas semanais de parentes 30% declaram fazer visitas semanais a amigos 24% fazem visitas a amigos e parentes Observa-se que entre os idosos é mais comum receber, do que fazer as visitas. Isto pode estar relacionado ao aspecto das condições de saúde, deslocamento nos espaços urbanos.

10 O VALOR DA AMIZADE As amizades dos idosos colocam em cena as afinidades de gosto, de estilo de vida e uma outra linguagem de sentimento que apela mais abertamente para as dimensões negociadas das relações. A intimidade e a reciprocidade implicadas nas relações de amizade favorecem a construção de uma identidade comum e o estabelecimento de laços de ajuda e de conforto emocional. A casa, as ruas dos bairro e as igrejas ou templos são os lugares mais citados de encontro com os amigos. A vida no bairro é um elemento presente no cotidiano dos idosos.

11 VIDA EM CASA E NA RUA No plano dos ideais, os idosos apontam que gostariam de ter mais dinheiro e condições de saúde para fazer atividades fora de casa, como viajar. Essa valorização dos passeios e de viagens pode ser interpretada com um efeito da ênfase contemporânea numa velhice voltada para o prazer pessoal qualidade de vida e ao bem estar. No plano da prática cotidiana: existe uma vivência dos idosos no espaço do lar estendido a vizinhança aumenta na idade progressiva. A casa é o local mais citado para a realização de atividade de tempo livre 72%: ver TV, ouvir música, cuidar das plantas, fazer trabalhos manuais. Em relação as políticas públicas de atividades destinadas aos idosos: poucos conhecem ou acessam esses serviços grupo seleto e muitas vezes é específico.

12 TROCAS E EXPECTATIVAS: O PROBLEMA DAS GERAÇÕES Segundo Margareth Mead (antropóloga) as relações entre as gerações constituem o mecanismo básico de transmissão de saberes, costumes e práticas entre os indivíduos a base da sociedade. As relações intergeracionais correspondem a três modelos (ou culturas): a) Pós-figurativo: é aquela em que as crianças aprendem primordialmente com os mais velhos; b) Co-figurativa: é aquela em tanto os adultos quanto as crianças aprendem com seus pares; c) Pré-figurativa: aquela que os adultos também aprendem com os mais jovens.

13 TROCAS E EXPECTATIVAS: O PROBLEMA DAS GERAÇÕES As culturas pós figurativas têm como características centrais as gerações compartilharem a mesma perspectiva temporal, assim como as noções de que o tempo é imutável e o ciclo da vida é estável para todos os membros do grupo. A cultura pós-figurativa depende da presença real de três gerações. Por conseguinte este tipo de cultura é peculiarmente geracional. Sua continuidade depende dos projetos dos velhos e da implantação quase perfeita de tais projetos nas mentes dos jovens. Depende de que os adultos possam ver seus pais que os criaram enquanto criam os seus filhos da mesma forma pela qual foram criados (Mead, 2002, p. 39)

14 TROCAS E EXPECTATIVAS: O PROBLEMA DAS GERAÇÕES Co-figurativa: são os contemporâneos os responsáveis pela socialização dos indivíduos p (a ausência dessa troca/relação gera uma juventude rebelde) Basta os avós desaparecerem fisicamente do mundo onde se cria a criança que a forma como a criança experimenta seu futuro se abrevia em uma geração e seus vínculos com o passado se debilitam. Desaparece o traço essencial da cultura pós-figurativa: a inversão da relação do indivíduo com seu filho ou com seus próprios pais (Mead, 2002, p.76)

15 TROCAS E EXPECTATIVAS: O PROBLEMA DAS GERAÇÕES Margareth Mead: surgimento de novas tecnologias criou um novo contexto: a sensação de instabilidade e o isolamento das gerações. P.135 O mundo contemporâneo (1940) está baseado na valorização da mudança como traço importante das relações sociais e coloca nas gerações que chegam a responsabilidade de reinventar o mundo continuamente.

16 TROCAS E EXPECTATIVAS: O PROBLEMA DAS GERAÇÕES A Pesquisa SESC/FPA indica que existe uma troca entre as gerações e que ela ocorre em ambas as direções e são basicamente focadas no intercâmbio de dinheiro e serviços. Os idosos citaram que: Ser idoso atualmente é melhor do que eram antes, e que existem mais possibilidades de lazer e autosatisfação. Mas ressentem-se com os mais jovens ao afirmar que o desrespeito por parte deles é um fator ruim da velhice atual.

17 BIBLIOGRAFIA Idosos no Brasil: Vivências, desafios e expectativas na terceira idade (org.) Anita Liberalesso Neri São Paulo: Ed. Fundação Perseu Abramo, Edições SESC SP, 2007, 288 p.

Estrutura FAMILIAR E DINÂMICA SOCIAL Sandra Almeida Área de Integração

Estrutura FAMILIAR E DINÂMICA SOCIAL Sandra Almeida Área de Integração Estrutura FAMILIAR E DINÂMICA SOCIAL Sandra Almeida 21115 Área de Integração 1 CONCEITO DE FAMÍLIA 2 3 RELAÇÕES DE PARENTESCO ESTRUTURAS FAMILIARES/MODELOS DE FAMÍLIA NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA 4 5 FUNÇÕES

Leia mais

RELAÇÕES DE AMIZADE EM UMA POPULAÇÃO IDOSA

RELAÇÕES DE AMIZADE EM UMA POPULAÇÃO IDOSA 173 RELAÇÕES DE AMIZADE EM UMA POPULAÇÃO IDOSA Silvia Virginia Coutinho Areosa Cíntia Kroth Araújo Claudia Maria Corrêa Cardoso Etiane Pereira Moreira Universidade de Santa Cruz do Sul Resumo Este trabalho

Leia mais

UMA HISTORIADORA ENTRE A FAMÍLIA, AS MULHERES E AS CRIANÇAS NO SÉCULO XIX: ENI DE MESQUITA SAMARA

UMA HISTORIADORA ENTRE A FAMÍLIA, AS MULHERES E AS CRIANÇAS NO SÉCULO XIX: ENI DE MESQUITA SAMARA UMA HISTORIADORA ENTRE A FAMÍLIA, AS MULHERES E AS CRIANÇAS NO SÉCULO XIX: ENI DE MESQUITA SAMARA Esmeralda Blanco B. de Moura Universidade de São Paulo Ao encerrar a introdução de As mulheres, o poder

Leia mais

Declaração sobre a Eliminação da Discriminação contra a Mulher

Declaração sobre a Eliminação da Discriminação contra a Mulher Declaração sobre a Eliminação da Discriminação contra a Mulher Proclamada pela Assembléia Geral na Resolução 2263(XXII), de 7 de novembro de 1967 A Assembléia Geral, Considerando que os povos das Nações

Leia mais

Estrutura familiar e dinâmica social

Estrutura familiar e dinâmica social Estrutura familiar e dinâmica social Introdução Neste trabalho pretendendo tratar minuciosamente sobre o conceito e relevância social do parentesco; a família enquanto grupo específico e diferenciado de

Leia mais

Plano de atividades 3ª Idade - Janeiro a Agosto de 2017

Plano de atividades 3ª Idade - Janeiro a Agosto de 2017 Plano de atividades 3ª Idade - Janeiro a Agosto de 2017 Atividades Descrição Periodicidade Local Objetivos Recursos Humanos Comemoração dos aniversários dos utentes Realização de um lanche convivio, com

Leia mais

Pastoreando a Família Pastoral - cuidado com os/as filhos/as. Rev. Marcos Antonio Garcia

Pastoreando a Família Pastoral - cuidado com os/as filhos/as. Rev. Marcos Antonio Garcia Pastoreando a Família Pastoral - cuidado com os/as filhos/as. Rev. Marcos Antonio Garcia Ementa: A família está no coração de Deus como parte do seu projeto. Pastores e Pastoras investem grande parte do

Leia mais

05 de maio: Dia da Mãe

05 de maio: Dia da Mãe 03 de maio 2013 05 de maio: Dia da Mãe O retrato da Mãe que vive com os filhos A idade das Mães ao nascimento do primeiro filho tem vindo a aumentar. Em 2001 era-se Mãe pela primeira vez aos 26,8 anos.

Leia mais

Integridade Familiar na velhice: o caso de ex-emigrantes Portugueses

Integridade Familiar na velhice: o caso de ex-emigrantes Portugueses Integridade Familiar na velhice: o caso de ex-emigrantes Portugueses Filipa Marques e Liliana Sousa Secção Autónoma de Ciências da Saúde - Universidade de Aveiro II Congresso Internacional A voz dos avós:

Leia mais

A Extensão Universitária e o Envelhecimento Ativo: significações das pessoas idosas do Programa Integração de Gerações

A Extensão Universitária e o Envelhecimento Ativo: significações das pessoas idosas do Programa Integração de Gerações A Extensão Universitária e o Envelhecimento Ativo: significações das pessoas idosas do Programa Integração de Gerações Profª Ms. Cassandra Maria Bastos Franco-ICFemail:cassandra.franco@hotmail.com Prof.

Leia mais

Pesquisa de opinião Você está satisfeito com a sua vida conjugal?

Pesquisa de opinião Você está satisfeito com a sua vida conjugal? Outubro, 2016 Pesquisa de opinião Você está satisfeito com a sua vida conjugal? Outubro, 2016 Introdução O Instituto do Casal realizou uma pesquisa online com 510 pessoas, entre homens e mulheres, entre

Leia mais

Redes sociais, afectos e pessoas idosas

Redes sociais, afectos e pessoas idosas Redes sociais, afectos e pessoas idosas António M. Fonseca afonseca@porto.ucp.pt CONVERSAS DE FIM DE TARDE VISEU, 29 JUNHO 2012 Uma vida mais longa A esperança média de vida tem aumentado de forma dramática:

Leia mais

A participação social dos seniores e a redução da institucionalização

A participação social dos seniores e a redução da institucionalização A participação social dos seniores e a redução da institucionalização Alice Mendonça Universidade da Madeira A MAIORIA DOS IDOSOS NÃO VIVE, EXISTE. E EXISTIR SEM SER VISTO, É UMA ESPÉCIE DE MORTE. JOSIAS

Leia mais

Modernidade Tardia: Mentalidade individualista e seus impactos na subjetividade. Os desafios de hoje

Modernidade Tardia: Mentalidade individualista e seus impactos na subjetividade. Os desafios de hoje Modernidade Tardia: Mentalidade individualista e seus impactos na subjetividade. Os desafios de hoje Como vive e pensa o jovem que chega à Universidade Estrutura da Exposição I ANÁLISE FENOMENOLÓGICA DA

Leia mais

FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO. Organização Associação Mais Proximidade Melhor Vida

FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO. Organização Associação Mais Proximidade Melhor Vida FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO Organização Associação Mais Proximidade Melhor Vida Diretor(a) Maria de Lourdes Pereira Miguel Setor de Atividade Economia Social Número de Efetivos 6 NIF 513199136 Morada Rua do

Leia mais

AGENDA DA JUVENTUDE DE CUBATÃO

AGENDA DA JUVENTUDE DE CUBATÃO AGENDA DA JUVENTUDE DE CUBATÃO AGENDA DA JUVENTUDE DE CUBATÃO SUMÁRIO I. Juventude: categoria social?... 05 Objetivo, metodologia e amostra; 1. O que é uma pessoa jovem; 1.a) Idade mínima para uma pessoa

Leia mais

AMOR PROVADO Ninho Bagunçado (Décimo primeiro ao décimo nono ano)

AMOR PROVADO Ninho Bagunçado (Décimo primeiro ao décimo nono ano) AMOR PROVADO Ninho Bagunçado (Décimo primeiro ao décimo nono ano) a) Manter uma identidade pessoal e uma identidade para o casamento > Dependência exagerada - A identidade do cônjuge é um reflexo do seu

Leia mais

O Perfil do Pai que vive com os filhos

O Perfil do Pai que vive com os filhos 19 de março: Dia do Pai 18 de março 2013 O Perfil do Pai que vive com os filhos Em Portugal, 1 631 376 Pais vivem com filhos/as. A idade média dos Pais é de 47,1 anos. Na sua maioria são casados e vivem,

Leia mais

É fato! Histórico de BONS RESULTADOS

É fato! Histórico de BONS RESULTADOS Para concretizar tudo o que vivenciamos em 2015, nada melhor que verificar a opinião das, jovens e familiares que participaram da Fundação Gol de Letra durante o ano!! Escutar é dar voz! A Gol de Letra

Leia mais

Ana Gonçalves. Curso: TSHT- Técnico de Segurança e Higiene no trabalho. CP: Cidadania e Profissionalidade. Formadora: Ana Gonçalves

Ana Gonçalves. Curso: TSHT- Técnico de Segurança e Higiene no trabalho. CP: Cidadania e Profissionalidade. Formadora: Ana Gonçalves Descrição: Direitos e deveres adquiridos em cada fase da vida - criança, adulto e na velhice Objectivo: Cidadão/ Estado Critérios de Evidência; Reconhecer as responsabilidades inerentes à liberdade pessoal

Leia mais

TÃO PERTO E TÃO LONGE: ARRANJOS FAMILIARES E TRABALHO NO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO EM 2010.

TÃO PERTO E TÃO LONGE: ARRANJOS FAMILIARES E TRABALHO NO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO EM 2010. TÃO PERTO E TÃO LONGE: ARRANJOS FAMILIARES E TRABALHO NO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO EM 2010. AUTORES: Sonoe Sugahara (ENCE/IBGE), Moema De Poli Teixeira (ENCE/IBGE) Zuleica Lopes Cavalcanti de Oliveira

Leia mais

O OBREIRO E O RELACIONAMENTO FAMILIAR Ef 5:22-23 Ef 6:1-4 I Pe 3:1-7 I Cor 7:3-5 I Cor 7:33-34

O OBREIRO E O RELACIONAMENTO FAMILIAR Ef 5:22-23 Ef 6:1-4 I Pe 3:1-7 I Cor 7:3-5 I Cor 7:33-34 O OBREIRO E O RELACIONAMENTO FAMILIAR Ef 5:22-23 Ef 6:1-4 I Pe 3:1-7 I Cor 7:3-5 I Cor 7:33-34 INTRODUÇÃO: De conformidade com a palavra de Deus, o obreiro deve ter um bom, correto e eficaz relacionamento

Leia mais

Médico da Família e Comunidade UBS Paulo VI Projeto Região Oeste Butantã São Paulo Fundação Faculdade de Medicina/FMUSP

Médico da Família e Comunidade UBS Paulo VI Projeto Região Oeste Butantã São Paulo Fundação Faculdade de Medicina/FMUSP AVALIAÇÃO FAMILIAR Abordagem Familiar e Instrumentos Apgar Familiar, Genograma e Ecomapa na Estratégia Saúde da Família DR. ANDRÉA LUIS C R C RAMALHO Médico da Família e Comunidade UBS Paulo VI Projeto

Leia mais

IGUALDADE NÃO É (SÓ) QUESTÃO DE MULHERES

IGUALDADE NÃO É (SÓ) QUESTÃO DE MULHERES IGUALDADE NÃO É (SÓ) QUESTÃO DE MULHERES TERESA MANECA LIMA SÍLVIA ROQUE DIFERENÇAS ENTRE HOMENS E MULHERES APENAS UMA QUESTÃO DE SEXO? SEXO GÉNERO SEXO: conjunto de características biológicas e reprodutivas

Leia mais

É POSSÍVEL VIVER MAIS E MELHOR? Prof. Carlos Iglézias

É POSSÍVEL VIVER MAIS E MELHOR? Prof. Carlos Iglézias É POSSÍVEL VIVER MAIS E MELHOR? O QUE MUDOU DE IMPORTANTE EM NOSSAS VIDAS? Expectativa de Vida: 1900 = 33 anos 1940 = 38 anos 1994 = 66 anos 2000 = 70 anos 2005 = 71,9 anos 2007 = 72,7 anos 2010 = 73,4

Leia mais

Cuidados paliativos com foco no cuidador: criança x cuidador

Cuidados paliativos com foco no cuidador: criança x cuidador Encontro Nacional Unimed de Assistentes Sociais Cuidados paliativos com foco no cuidador: criança x cuidador Elaine de Freitas Assistente Social Instituto da Criança - HCFMUSP Família A família, desde

Leia mais

Plano Anual de Atividades. Resposta Social: ERPI

Plano Anual de Atividades. Resposta Social: ERPI 2015 CENTRO SOCIAL DA SÉ CATEDRAL DO PORTO Plano Anual de Atividades Resposta Social: ERPI Porto, 2015 Introdução O presente Plano de Atividades tem como objetivo principal implementar um conjunto de ações

Leia mais

Isolamento e Solidão No envelhecimento

Isolamento e Solidão No envelhecimento Isolamento e Solidão No envelhecimento Associação dos Lares ferroviários Entroncamento, 9 de Setembro de 2011 Doutor Adelino Antunes adelinoantunes@live.com.pt Uma Velha história De guardião da sabedoria

Leia mais

1º REVEZAMENTO TEMÁTICO NA E.B.Q. JANEIRO E FEVEREIRO DE 2013 TEMA: ORIENTAÇÃO FAMILIAR

1º REVEZAMENTO TEMÁTICO NA E.B.Q. JANEIRO E FEVEREIRO DE 2013 TEMA: ORIENTAÇÃO FAMILIAR 1º REVEZAMENTO TEMÁTICO NA E.B.Q. JANEIRO E FEVEREIRO DE 2013 TEMA: ORIENTAÇÃO FAMILIAR PROFESSORES: Davi Mendes e Cristiane Marinho FAMÍLIA ¹Família 1. Conjunto de pessoas do mesmo sangue. 2. Conjunto

Leia mais

Técnicas de Animação Pedagógica. gica

Técnicas de Animação Pedagógica. gica Técnicas de Animação Pedagógica gica Educação SéniorS 1 A intervenção educativa com idosos deve incluir-se no quadro da educação de adultos. Idoso Adulto Segregação Categoria abrangente Áreas de Intervenção

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVOS GERAIS. Linguagem Oral e Escrita. Matemática OBJETIVOS E CONTEÚDOS

EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVOS GERAIS. Linguagem Oral e Escrita. Matemática OBJETIVOS E CONTEÚDOS EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVOS GERAIS Conhecimento do Mundo Formação Pessoal e Social Movimento Linguagem Oral e Escrita Identidade e Autonomia Música Natureza e Sociedade Artes Visuais Matemática OBJETIVOS

Leia mais

CONFERÊNCIA REGIONAL DE POLÍTICAS PARA MULHERES

CONFERÊNCIA REGIONAL DE POLÍTICAS PARA MULHERES CONFERÊNCIA REGIONAL DE POLÍTICAS PARA MULHERES Um desafio para a igualdade numa perspectiva de gênero Ituporanga 30/04/04 Conferência Espaço de participação popular para: Conferir o que tem sido feito

Leia mais

ANAIS DO II SEMINÁRIO SOBRE GÊNERO: Os 10 anos da lei Maria da Penha e os desafios das políticas públicas transversais

ANAIS DO II SEMINÁRIO SOBRE GÊNERO: Os 10 anos da lei Maria da Penha e os desafios das políticas públicas transversais IDOSOS E POLÍTICA PÚBLICA: O DESAFIO DA TRANSVERSALIDADE Gisele Maria Ratiguieri giseleratiguieri@hotmail.com Maria Inez Barboza Marques (Orientadora) - marques@sercomtel.com.br UNESPAR/Campus de Paranavaí/PR

Leia mais

1º ANO HISTÓRIA SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO DE CURITIBA DEPARTAMENTO DE ENSINO FUNDAMENTAL GERÊNCIA DE CURRÍCULO

1º ANO HISTÓRIA SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO DE CURITIBA DEPARTAMENTO DE ENSINO FUNDAMENTAL GERÊNCIA DE CURRÍCULO 1º ANO 1. Reconhecer a si e ao outro nas relações que se estabelecem nos diferentes grupos sociais com os quais convive, percebendo as diferenças individuais. SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO DE CURITIBA

Leia mais

Ressignificação da juventude

Ressignificação da juventude Ressignificação da juventude Seminário de Integração Favela-Cidade Regina Novaes. maio de 2012 MESA 5: Ressignificação da juventude A proliferação de atividades ilegais e o constante isolamento das favelas

Leia mais

UNIVERSIDADE INTERNACIONAL IBEROAMERICA. Nome e sobrenome: Samuel Winesse

UNIVERSIDADE INTERNACIONAL IBEROAMERICA. Nome e sobrenome: Samuel Winesse UNIVERSIDADE INTERNACIONAL IBEROAMERICA Nome e sobrenome: Samuel Winesse Usuário: BeiFPMME1710729 Grupo: fp_mme_2015-06_pt_2 Data: 11/07/2016 Concurso de Olimpiadas-FUNIBER Título dotrabalho: O ESPORTE

Leia mais

Bateria de Sociologia I trimestre

Bateria de Sociologia I trimestre Colégio: Nome: Nº Professor (a): Série: 1º ano Data: / /2014 Bateria de Sociologia I trimestre Turma: 01. Qual é o papel da reforma protestante na ideia do individuo. 02. Qual é o papel da língua para

Leia mais

Trabalho apresentado no III Congresso Ibero-americano de Psicogerontologia, sendo de total responsabilidade de seu(s) autor(es).

Trabalho apresentado no III Congresso Ibero-americano de Psicogerontologia, sendo de total responsabilidade de seu(s) autor(es). ENVELHECIMENTO, TURISMO RURAL E EDUCAÇÃO PATRIMONIAL: A CRIAÇÃO DE OPORTUNIDADES DE FRUIÇÃO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO CULTURAL RURAL PELOS GRUPOS DE TERCEIRA IDADE. Lívia Morais Garcia Lima UNICAMP Campinas

Leia mais

AS INSTITUIÇÕES SOCIAIS

AS INSTITUIÇÕES SOCIAIS SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA/SECRETARIA DE EDUCAÇÃO POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE GOIÁS COMANDO DE ENSINO POLICIAL MILITAR COLÉGIO DA POLÍCIA MILITAR SARGENTO NADER ALVES DOS SANTOS SÉRIE/ANO:2ª Série

Leia mais

GRUPO DE APOIO AOS CUIDADORES DE IDOSOS: AÇÃO INTERSETORIAL COMO REDE DE APOIO AO CUIDADOR

GRUPO DE APOIO AOS CUIDADORES DE IDOSOS: AÇÃO INTERSETORIAL COMO REDE DE APOIO AO CUIDADOR GRUPO DE APOIO AOS CUIDADORES DE IDOSOS: AÇÃO INTERSETORIAL COMO REDE DE APOIO AO CUIDADOR KURZ, Marcia Liliane Barboza 1 ; MORGAN, Marisa Ignez Orsolin 2 ; Palavras-Chave: Cuidador. Intersetorialidade.

Leia mais

CURRÍCULO MÍNIMO 2013

CURRÍCULO MÍNIMO 2013 CURRÍCULO MÍNIMO 2013 (Versão preliminar) Componente Curricular: SOCIOLOGIA (Curso Normal) Equipe de Elaboração: COORDENADOR: Prof. Luiz Fernando Almeida Pereira - PUC RJ ARTICULADOR: Prof. Fábio Oliveira

Leia mais

CÂMARA DOS DEPUTADOS Audiência Pública GUARDA COMPARTILHADA

CÂMARA DOS DEPUTADOS Audiência Pública GUARDA COMPARTILHADA CÂMARA DOS DEPUTADOS Audiência Pública GUARDA COMPARTILHADA Angela Regina Gama da Silveira Gutierres Gimenez Juíza da 1ª. Vara Especializada em Direito das Famílias e Sucessões de Cuiabá Presidente do

Leia mais

Motivação, Liderança e Desempenho. Professora: Renata Lourdes

Motivação, Liderança e Desempenho. Professora: Renata Lourdes HU 2012 Motivação, Liderança e Desempenho. Professora: Renata Lourdes 1 MOTIVAÇÃO Motivação é tudo aquilo que impulsiona a pessoa a agir de alguma forma; O impulso à ação pode ser: estímulo interno (pensar

Leia mais

INTERNET: FACILIDADE PARA OS ALUNOS, OU PREOCUPAÇÃO PARA OS PAIS

INTERNET: FACILIDADE PARA OS ALUNOS, OU PREOCUPAÇÃO PARA OS PAIS INTERNET: FACILIDADE PARA OS ALUNOS, OU PREOCUPAÇÃO PARA OS PAIS Fábio Chiohiti Murakami¹; Lourdes Lago Stefanelo²; Raymundo José da Silva². ¹Estudante do Curso de Ciência da Computação da UEMS, Unidade

Leia mais

Escola Bíblica Dominical 25/08/2013. Família nos moldes de Deus

Escola Bíblica Dominical 25/08/2013. Família nos moldes de Deus Família nos moldes de Deus ...entretanto, não foi assim desde o princípio.»familia COMO PROJETO DE DEUS A família tem origem em Deus. Mt 19.8b ADÃO EVA FILHOS Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à

Leia mais

O IDOSO COMO SUJEITO DOS DIREITOS HUMANOS

O IDOSO COMO SUJEITO DOS DIREITOS HUMANOS O IDOSO COMO SUJEITO DOS DIREITOS HUMANOS 1. CONTEXTUALIZAÇÃO FONTES DO DIREITO A vida em um minuto... 1 1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS O envelhecer como condição indissociável humana O envelhecimento não é

Leia mais

IDENTIDADE E MEMÓRIA DO IDOSO: EXPERIÊNCIA NO ABRIGO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS SOBRAL-CE

IDENTIDADE E MEMÓRIA DO IDOSO: EXPERIÊNCIA NO ABRIGO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS SOBRAL-CE IDENTIDADE E MEMÓRIA DO IDOSO: EXPERIÊNCIA NO ABRIGO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS SOBRAL-CE Mariana de Vasconcelos Neves¹,Mariana Lira Ibiapina², Francisca Joelina Xavier³ ¹ Universidade Estadual Vale do Acaraú

Leia mais

O IDOSO COMO SUJEITO DOS DIREITOS HUMANOS

O IDOSO COMO SUJEITO DOS DIREITOS HUMANOS O IDOSO COMO SUJEITO DOS DIREITOS HUMANOS 1. CONTEXTUALIZAÇÃO FONTES DO DIREITO A vida em um minuto... 1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS O envelhecer como condição indissociável humana O envelhecimento não é um

Leia mais

O Pr. Sammy Tippit define herança como sendo o que recebemos e legado como aquilo que deixaremos. Deixando uma Herança 2 Timóteo 1.

O Pr. Sammy Tippit define herança como sendo o que recebemos e legado como aquilo que deixaremos. Deixando uma Herança 2 Timóteo 1. Deixando uma Herança 2 Timóteo 1.5-6 Pr. Fernando Fernandes PIB em Penápolis, 29/05/2011 (Campanha de Jejum e Oração pelas Família) O Pr. Sammy Tippit define herança como sendo o que recebemos e legado

Leia mais

A Importância dos Cuidados com o Cuidador. Lívia Kondrat

A Importância dos Cuidados com o Cuidador. Lívia Kondrat A Importância dos Cuidados com o Cuidador Lívia Kondrat ABRALE 22 de Julho de 2011 CÂNCER é uma doença crônica; possui tratamentos com possibilidade de cura; traz consigo estigmas; está cercada por mitos,

Leia mais

ESTRUTURA FAMILIAR E DINÂMICA SOCIAL

ESTRUTURA FAMILIAR E DINÂMICA SOCIAL O QUE É A FAMÍLIA? Família surgiu em Roma para identificar um novo grupo social que surgiu entre tribos latinas, ao serem introduzidas à agricultura e também escravidão legalizada. A família caracteriza

Leia mais

INFORMA. retratos. na família. Nº a 21 Maio de 2016

INFORMA. retratos. na família. Nº a 21 Maio de 2016 INFORMA Nº 883 15 a 21 Maio de 2016 O Adultério na família retratos Família de O Adultério na Família SÉRIE: Retratos de Família Não cometa adultério. Êxodo 20.14 Que o casamento seja respeitado por todos,

Leia mais

Ensino Profissionalizante como Política Pública de Aproveitamento do Dividendo Demográfico: Minas Gerais, 2009

Ensino Profissionalizante como Política Pública de Aproveitamento do Dividendo Demográfico: Minas Gerais, 2009 1 Ensino Profissionalizante como Política Pública de Aproveitamento do Dividendo Demográfico: Minas Gerais, 2009 Ernesto Friedrich de Lima Amaral (DCP/UFMG) amaral@fafich.ufmg.br Bárbara Avelar Gontijo

Leia mais

Confira a análise feita por Andréia Schmidt, psicóloga do portal, das respostas apresentadas às questões.

Confira a análise feita por Andréia Schmidt, psicóloga do portal, das respostas apresentadas às questões. Entre os meses de maio e julho de 2009, os alunos do Ensino Fundamental II e do Ensino Médio responderam a um questionário que tinha como objetivo identificar o perfil dos nossos jovens quem são eles,

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR DE HISTÓRIA CICLO DA ALFABETIZAÇÃO 1º, 2º E 3º ANOS DO ENSINO FUNDAMENTAL VERSÃO PRELIMINAR

MATRIZ CURRICULAR DE HISTÓRIA CICLO DA ALFABETIZAÇÃO 1º, 2º E 3º ANOS DO ENSINO FUNDAMENTAL VERSÃO PRELIMINAR SECEAIA DE ESADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GEAIS SUBSECEAIA DE DESENVOLVIMENO DA EDUCAÇÃOBÁSICA SUPEINENDÊNCIA DE EDUCAÇÃO INFANIL E FUNDAMENAL DIEOIA DE ENSINO FUNDAMENAL MAIZ CUICULA DE HISÓIA, E S DO ENSINO

Leia mais

Modernidade e Envelhecimento 5º Semestre Serviço Social Profª Maria Aparecida

Modernidade e Envelhecimento 5º Semestre Serviço Social Profª Maria Aparecida Modernidade e Envelhecimento 5º Semestre Serviço Social Profª Maria Aparecida Desde os anos 1960 que a taxa de crescimento da população brasileira vem experimentando paulatinos declínios, intensificando-se

Leia mais

CUIDADO AO IDOSO DEPENDENTE SOB O ENFOQUE DOS CUIDADORES FAMILIARES

CUIDADO AO IDOSO DEPENDENTE SOB O ENFOQUE DOS CUIDADORES FAMILIARES V EPCC Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 23 a 26 de outubro de 2007 CUIDADO AO IDOSO DEPENDENTE SOB O ENFOQUE DOS CUIDADORES FAMILIARES Sylmara Bessani Paixão 1 ; Thaís Vasconcelos

Leia mais

EDITORIAL. v. 6, n.1, p. 1-24, jan./jun Revision, v. 1, p , 1998.

EDITORIAL. v. 6, n.1, p. 1-24, jan./jun Revision, v. 1, p , 1998. EDITORIAL Família é um termo muito utilizado, mas difícil de captar em toda a sua complexidade. Nos estudos de família há limitações, tanto no aspecto teórico quanto na perspectiva empírica, em relação

Leia mais

Uma das maiores dificuldade de se conversar sobre família reside no fato de termos de tocar em algumas áreas profundamente delicadas.

Uma das maiores dificuldade de se conversar sobre família reside no fato de termos de tocar em algumas áreas profundamente delicadas. Introdução: Uma das maiores dificuldade de se conversar sobre família reside no fato de termos de tocar em algumas áreas profundamente delicadas. Contudo, a dor de conversarmos sobre alguns desses temas

Leia mais

Tal como aprendemos um jogo, jogando o, também aprendemos a viver, vivendo. Peter Worsley ( ) Sociólogo

Tal como aprendemos um jogo, jogando o, também aprendemos a viver, vivendo. Peter Worsley ( ) Sociólogo Socialização Tal como aprendemos um jogo, jogando o, também aprendemos a viver, vivendo. Peter Worsley (1924 2013) Sociólogo As pessoas não são mais do que indivíduos socializados Todos os homens nascem

Leia mais

Festa Sagrada Família

Festa Sagrada Família Festa Sagrada Família Homilia para a Família Salesiana (P. J. Rocha Monteiro) Sagrada Família de Jesus, Maria e José 1. No Domingo, dentro da oitava do Natal, celebra-se sempre a festa da Sagrada Família.

Leia mais

REDE DE SUPORTE SOCIAL PARA O IDOSO

REDE DE SUPORTE SOCIAL PARA O IDOSO REDE DE SUPORTE SOCIAL PARA O IDOSO Técnicas: Ana Maura Pereira da Silva Eliane Maria Esperandio Cuiabá, novembro de 2015 UFMT O que é Rede de Suporte Social? Rede teia de relações sociais e institucionais

Leia mais

WHOQOL-100 Versão em português ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE AVALIAÇÃO DE QUALIDADE DE VIDA

WHOQOL-100 Versão em português ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE AVALIAÇÃO DE QUALIDADE DE VIDA WHOQOL-100 Versão em português ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE AVALIAÇÃO DE QUALIDADE DE VIDA Coordenação do Grupo WHOQOL no Brasil Dr. Marcelo Pio de Almeida Fleck Departamento de Psiquiatria e Medicina

Leia mais

Prova Escrita de Geografia A

Prova Escrita de Geografia A Exame Final Nacional do Ensino Secundário Prova Escrita de Geografia A.º Ano de Escolaridade Decreto-Lei n.º 39/202, de de julho Prova 79/2.ª Fase Critérios de Classificação 9 Páginas 204 Prova 79/2.ª

Leia mais

FAMÍLIA CONTEMPORÂNEA: NOVAS CONFIGURAÇÕES FAMILIARES.

FAMÍLIA CONTEMPORÂNEA: NOVAS CONFIGURAÇÕES FAMILIARES. FAMÍLIA CONTEMPORÂNEA: NOVAS CONFIGURAÇÕES FAMILIARES csigaran@terra.com.br Modelo Patriarcal Foi critério de medida para compreender a família durante muito tempo, embora ainda hoje tenha influência.

Leia mais

Profª Esp. Simone Mourão Abud. Abordagem: ato ou efeito de abordar Abordar: aproximar-se de; tratar de; chegar; encostar (Ferreira, 1983)

Profª Esp. Simone Mourão Abud. Abordagem: ato ou efeito de abordar Abordar: aproximar-se de; tratar de; chegar; encostar (Ferreira, 1983) Abordagem Familiar Instrumentos de Abordagem Familiar: GENOGRAMA E ECOMAPA Profª Esp. Simone Mourão Abud Abordagem: ato ou efeito de abordar Abordar: aproximar-se de; tratar de; chegar; encostar (Ferreira,

Leia mais

Integridade familiar na velhice

Integridade familiar na velhice Integridade familiar na velhice Liliana Sousa, Filipa Marques, Ana Raquel Silva, Liliana Santos Secção Autónoma de Ciências da Saúde - Universidade de Aveiro Pertinência do estudo Os estudos sobre o envelhecimento

Leia mais

RELAÇÕES RACIAIS NA PERSPECITIVA CURRICULAR E EDUCACIONAL

RELAÇÕES RACIAIS NA PERSPECITIVA CURRICULAR E EDUCACIONAL RELAÇÕES RACIAIS NA PERSPECITIVA CURRICULAR E EDUCACIONAL "Que a água seja refrescante. Que o caminho seja suave. Que a casa seja hospitaleira. Que o Mensageiro conduza em paz nossa Palavra." Benção Yoruba

Leia mais

REPRESENTAÇÃO SOCIAL NA VELHICE

REPRESENTAÇÃO SOCIAL NA VELHICE REPRESENTAÇÃO SOCIAL NA VELHICE 2014 Taiane Abreu Graduanda em Psicologia (Brasil) E-mail de contato: taiane-abreu@hotmail.com RESUMO A velhice é uma construção social, assim como a infância. A representação

Leia mais

Dinâmica populacional e a sucessão da agricultura familiar no Vale do Taquari

Dinâmica populacional e a sucessão da agricultura familiar no Vale do Taquari Dinâmica populacional e a sucessão da agricultura familiar no Vale do Taquari Sucessão da atividade na propriedade na perspectiva da família e de gênero Situação previdenciária ria dos responsáveis Proprietários

Leia mais

A árvore do conhecimento Humberto Maturana e Francisco Varela, 1995

A árvore do conhecimento Humberto Maturana e Francisco Varela, 1995 A árvore do conhecimento Humberto Maturana e Francisco Varela, 1995 Disciplina: Complexidade e conhecimento na sociedade em redes. Professor : Aires Rover Resumo dos capítulos 9 e 10 Grupo 4 Katia Wermelinger-Leclere

Leia mais

* Unidade 2: Contexto do Envelhecimento na modernidade

* Unidade 2: Contexto do Envelhecimento na modernidade Disciplina: Modernidade e Envelhecimento 3º e 5ºsemestre Serviço Social Unicastelo 2013 * Unidade 2: Contexto do Envelhecimento na modernidade * 2.1 - Sociedade Moderna, Estado e Envelhecimento Prof.ª

Leia mais

SALVANDO O CASAMENTO: SERMÃO

SALVANDO O CASAMENTO: SERMÃO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO CONTINUADA - DEDUC RECONHECIMENTO MEC DOC. 356 DE 31/01/2006 PUBLICADO EM 01/02/2006 NO DESPACHO 196/2006 SESU SALVANDO O CASAMENTO: SERMÃO Cachoeira 2006 SALVANDO O CASAMENTO:

Leia mais

Terra Mãe, Enfrentando Desafios e Conquistando Vitórias!

Terra Mãe, Enfrentando Desafios e Conquistando Vitórias! Terra Mãe, Enfrentando Desafios e Conquistando Vitórias! No decorrer deste ano 2016 muitas maravilhas o Senhor nos agraciou, dando condições de gerar igualdade de oportunidades para nossa juventude carente

Leia mais

Agradecimento. Entidades que colaboraram no projeto:

Agradecimento. Entidades que colaboraram no projeto: Agradecimento Esta história foi enriquecida com os contributos de mais de 100 crianças que, com as suas palavras sábias, nos transmitiram o que era para elas uma Família. Chegámos até estas crianças com

Leia mais

CANTIGAS PARA NINAR VOVOZINHOS EMEFI PROFA ARACY LEAL BERNARDI

CANTIGAS PARA NINAR VOVOZINHOS EMEFI PROFA ARACY LEAL BERNARDI CANTIGAS PARA NINAR VOVOZINHOS EMEFI PROFA ARACY LEAL BERNARDI Professor(es) Apresentador(es): MARA SILVIA PAES CAVALCANTE DA SILVA Realização: Foco do Projeto Trabalhando com as crianças de alfabetização,as

Leia mais

SENHORAS DE SI E DO PRÓPRIO TEMPO. UM OLHAR SOBRE ALGUMAS REPRESENTAÇÕES DO TEMPO ENTRE MULHERES IDOSAS

SENHORAS DE SI E DO PRÓPRIO TEMPO. UM OLHAR SOBRE ALGUMAS REPRESENTAÇÕES DO TEMPO ENTRE MULHERES IDOSAS SENHORAS DE SI E DO PRÓPRIO TEMPO. UM OLHAR SOBRE ALGUMAS REPRESENTAÇÕES DO TEMPO ENTRE MULHERES IDOSAS Introdução Cristiane Leal Rodrigues Soares(UFPB) Cristiane.30@hotmail.com Este trabalho é resultado

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE GAVIÃO. Ano letivo Turma: Docente Responsável pelo projeto:

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE GAVIÃO. Ano letivo Turma: Docente Responsável pelo projeto: AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE GAVIÃO Escola Ano letivo 2013-2014 Turma: Docente Responsável pelo projeto: SEXUALIDADE (...) É um aspeto central do ser humano, que acompanha toda a vida e que envolve o sexo,

Leia mais

ÍNDICE GERAL. Página INTRODUÇÃO 14 CAPÍTULO I TERCEIRA IDADE: UMA CONSTRUÇÃO SOCIAL Problematização do conceito de terceira idade 24

ÍNDICE GERAL. Página INTRODUÇÃO 14 CAPÍTULO I TERCEIRA IDADE: UMA CONSTRUÇÃO SOCIAL Problematização do conceito de terceira idade 24 ÍNDICE GERAL Página INTRODUÇÃO 14 CAPÍTULO I TERCEIRA IDADE: UMA CONSTRUÇÃO SOCIAL 23 1. Problematização do conceito de terceira idade 24 2. Transformações objectivas conducentes à construção social da

Leia mais

Seminário> Família: realidades e desafios. Instituto de Defesa Nacional / Lisboa - Dias 18 e 19 de Novembro de 2004

Seminário> Família: realidades e desafios. Instituto de Defesa Nacional / Lisboa - Dias 18 e 19 de Novembro de 2004 Instituto de Defesa Nacional / Lisboa - Dias 18 e 19 de Novembro de 24 1 Família(s) - o olhar de dentro, através dos números Piedade Lalanda 2 Objectivos Partindo do pressuposto teórico que a família é

Leia mais

Objetivos Evolução e diversidade nas famílias monoparentais

Objetivos Evolução e diversidade nas famílias monoparentais 1 Objetivos Evolução e diversidade nas famílias monoparentais Quais as mudanças e as continuidades ocorridas nestas famílias entre 1991-2011? Qual o impacto das mudanças na conjugalidade e na parentalidade,

Leia mais

tomada de decisão de compra está relacionada a uma resposta a partir de um estímulo inicial

tomada de decisão de compra está relacionada a uma resposta a partir de um estímulo inicial Slide 1 Marketing Planejamento Estratégico Profa. Tathyane Chaves Slide 2 Saber o que motiva o consumidor a escolher um determinado tipo de produto ou marca é a chave do marketing bem sucedido tomada de

Leia mais

5 Referências Bibliográficas

5 Referências Bibliográficas 74 5 Referências Bibliográficas ANTUNES, Ricardo. Os Sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho. São Paulo: Boitempo, 1999.. A Dialética do Trabalho. São Paulo: Expressão Popular,

Leia mais

Modificações no Estatuto das Famílias

Modificações no Estatuto das Famílias Modificações no Estatuto das Famílias Projeto de Lei 2.285/2007, apensado ao PL 675/2007 PROJETO ORIGINAL deputado Sérgio Barradas (PT-BA) Art. 91 Constituindo os pais nova entidade familiar os direitos

Leia mais

O VALOR DA ATIVIDADE FÍSICA SOB A PERSPECTIVA DE MULHERES IDOSAS: MEMÓRIAS E SIGNIFICADO

O VALOR DA ATIVIDADE FÍSICA SOB A PERSPECTIVA DE MULHERES IDOSAS: MEMÓRIAS E SIGNIFICADO O VALOR DA ATIVIDADE FÍSICA SOB A PERSPECTIVA DE MULHERES IDOSAS: MEMÓRIAS E SIGNIFICADO PALAVRAS - CHAVE Idosas; significado; atividade física. INTRODUÇÃO Em virtude do crescimento da população idosa,

Leia mais

Apresentação para Sala de Aula para alunos de 1ª a 4ª série

Apresentação para Sala de Aula para alunos de 1ª a 4ª série Apresentação para Sala de Aula para alunos de 1ª a 4ª série O que é Patrimônio Cultural? Patrimônio é constituído pelos bens materiais e imateriais que se referem à nossa identidade, nossas ações, costumes,

Leia mais

Proposta de correção da prova 639 1ª fase de 2013 Versão 1

Proposta de correção da prova 639 1ª fase de 2013 Versão 1 Proposta de correção da prova 639 1ª fase de 2013 Versão 1 GRUPO I A No primeiro verso, o sujeito da enunciação apresenta a tese do poema, a de que tudo ocorre num contexto preciso, determinado pelo curso

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVOS GERAIS. Linguagem Oral e Escrita. Matemática OBJETIVOS E CONTEÚDOS

EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVOS GERAIS. Linguagem Oral e Escrita. Matemática OBJETIVOS E CONTEÚDOS EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVOS GERAIS Conhecimento do Mundo Formação Pessoal e Social Movimento Linguagem Oral e Escrita Identidade e Autonomia Música Natureza e Sociedade Artes Visuais Matemática OBJETIVOS

Leia mais

racismo, a fato é que a pesquisa que ora publicamos revela que o quadro apenas se agravou.

racismo, a fato é que a pesquisa que ora publicamos revela que o quadro apenas se agravou. Página 1 de 15 Apresentação Com o objetivo de examinar o quadro atual da discriminação racial nas relações de trabalho, o INSPIR - Instituto Sindical lnteramericano pela Igualdade Racial, encomendou ao

Leia mais

PROJETO EDUCAÇÃO SEM HOMOFOBIA INSTAURANDO O DEBATE EM HOMOPARENTALIDADE. Manuela Magalhães.

PROJETO EDUCAÇÃO SEM HOMOFOBIA INSTAURANDO O DEBATE EM HOMOPARENTALIDADE. Manuela Magalhães. PROJETO EDUCAÇÃO SEM HOMOFOBIA INSTAURANDO O DEBATE EM TORNO DA HOMOPARENTALIDADE Manuela Magalhães manusm@gmail.com OBJETIVOS: Conceituar e debater homoparentalidade, família e configurações homoparentais

Leia mais

Promover a inserção social de pessoas e grupos mais vulneráveis; Estimular o desenvolvimento de projectos de vida;

Promover a inserção social de pessoas e grupos mais vulneráveis; Estimular o desenvolvimento de projectos de vida; São nossos objectivos: 1ª fase: Promover a inserção social de pessoas e grupos mais vulneráveis; Alargar e consolidar a rede de parcerias de forma a fomentar e a criar novos recursos, propiciando condições

Leia mais

Modernidade e Envelhecimento Curso: Serviço Social 3º e 5º Semestre Período: Matutino

Modernidade e Envelhecimento Curso: Serviço Social 3º e 5º Semestre Período: Matutino Modernidade e Envelhecimento Curso: Serviço Social 3º e 5º Semestre Período: Matutino UNIDADE 1 Construção de uma identidade Identidade e subjetividade Profª Maria Aparecida da Silveira 2 Envelhecimento

Leia mais

Acção de (in)formação sobre Parentalidade Positiva, Alienação Parental e Igualdade Parental 16 de Março, Montijo

Acção de (in)formação sobre Parentalidade Positiva, Alienação Parental e Igualdade Parental 16 de Março, Montijo Acção de (in)formação sobre Parentalidade Positiva, Alienação Parental e Igualdade Parental 16 de Março, Montijo PARENTALIDADE PARENTALIDADE Não nascemos pais e mães, tornamo-nos pais e mães... A parentalidade

Leia mais

ANEXO I DECLARAÇÃO DE NÃO TER CURSADO ENSINO MÉDIO EM ESCOLA PRIVADA

ANEXO I DECLARAÇÃO DE NÃO TER CURSADO ENSINO MÉDIO EM ESCOLA PRIVADA ANEXO I DECLARAÇÃO DE NÃO TER CURSADO ENSINO MÉDIO EM ESCOLA PRIVADA Eu,, Nacionalidade, (estado civil), CPF e RG, declaro, para os fins de reserva de vagas no PROCESSO SELETIVO PARA PROVIMENTO DE VAGAS

Leia mais

Principais Temas. Gosto 26/09/2015. Principais temas abordados por jovens vestibulandos na escolha profissional

Principais Temas. Gosto 26/09/2015. Principais temas abordados por jovens vestibulandos na escolha profissional Principais temas abordados por jovens vestibulandos na escolha profissional Pontifícia Universidade Católica de Goiás Prof.ª Ms. Otília Loth Principais Temas É imprescindível considerar variáveis psicológicas,

Leia mais

Promoção e proteção dos direitos das crianças. A utilidade de critérios, ou pilares concetuais, é

Promoção e proteção dos direitos das crianças. A utilidade de critérios, ou pilares concetuais, é A utilidade de critérios, ou pilares concetuais, é inquestionável para enquadrar as ações de proteção e cuidados à infância. Os profissionais devem partilhar conceitos básicos, que os ajudem a identificar

Leia mais

AntoonVan Dyck, Sansão e Dalila (1630)

AntoonVan Dyck, Sansão e Dalila (1630) AntoonVan Dyck, Sansão e Dalila (1630) Constitui uma violação dos direitos fundamentais à vida, à liberdade, à segurança, à dignidade, à igualdade entre mulheres e homens, à não-discriminação e à integridade

Leia mais

Plano Anual de Atividades. Mês Atividade/Tarefa Objetivos Intervenientes

Plano Anual de Atividades. Mês Atividade/Tarefa Objetivos Intervenientes Mês Atividade/Tarefa Objetivos Intervenientes Setembro Integração e adaptação das Crianças Reunião de pais - Promover a (re)integração e adaptação das crianças à creche; - Proporcionar um ambiente que

Leia mais

Família Cristã. Da infância ao Casamento

Família Cristã. Da infância ao Casamento Família Cristã Da infância ao Casamento Família Cristã Da infância ao Casamento Isaías Silva 2ª Edição São Paulo, 2013 Créditos Textos: Isaías Silva Coordenação Editorial: Raphael Abreu Supervisão Editorial:

Leia mais

OFICINA DE FUTEBOL MASCULINO E FEMININO TRABALHANDO MENTES E FORMANDO CIDADÃOS ATRAVÉS DO ESPORTE

OFICINA DE FUTEBOL MASCULINO E FEMININO TRABALHANDO MENTES E FORMANDO CIDADÃOS ATRAVÉS DO ESPORTE OFICINA DE FUTEBOL MASCULINO E FEMININO TRABALHANDO MENTES E FORMANDO CIDADÃOS ATRAVÉS DO ESPORTE É sabido que através da prática esportiva, o indivíduo pode ser norteado a caminhos contrários a violência,

Leia mais