Relatório de Progresso sobre a Recomendação da 8ª Conferência de Ministros Responsáveis pelos Recursos Animais em África. 1. Histórico. 2.

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1 Estabelecimento de um Mecanismo Integrado de Regional para a Prevenção e Controlo de Doenças Animais Transfronteiriças e Zoonoses em África (IRCM) Relatório de Progresso sobre a Recomendação da 8ª Conferência de Ministros Responsáveis pelos Recursos Animais em África 1. Histórico Durante a 8ª Conferência de Ministros responsáveis pelos Recursos Animais em África, realizada em Entebbe, Uganda em Maio de 2010, foi feita uma recomendação para Criar e reforçar mecanismos de coordenação nacionais e regionais de forma a aumentar e harmonizar a prevenção e controlo das doenças animais transfronteiriças (TAD) e das zoonoses, e das actividades relacionadas com Normas Sanitárias e Fitossanitárias (SPS). O Gabinete Interafricano para os Recursos Animais da União Africana (AU-IBAR) tomou medidas para o estabelecimento dos mecanismos que visam as doenças animais transfronteiriças (TAD) e as zoonoses e as actividades relacionadas com SPS, respectivamente. No que respeita às doenças animais transfronteiriças e às zoonoses, foi estabelecido um enquadramento estratégico denominado Mecanismo Integrado de Regional para a Prevenção e Controlo de TAD e zoonoses (IRCM) com a participação activa das partes interessadas nacionais, regionais e globais. 2. Introdução Devido aos impactos significativos das TAD e das zoonoses na produtividade animal, acesso ao mercado e saúde pública, a sua gestão efectiva é um imperativo urgente para África. Elas ameaçam a integração continental e a agenda de desenvolvimento económico dirigida pela União Africana e liderada ao nível regional pelas Comunidades Económicas Regionais (REC) porque constituem uma grande barreira ao comércio internacional e regional de animais e produtos animais. O AU-IBAR um gabinete técnico especializado da União Africana que trabalha com a directoria de Assuntos Sociais da UA, as REC, os peritos nacionais e as organizações técnicas globais, nomeadamente a Organização para a Alimentação e Agricultura das Nações Unidas (FAO), a Organização Mundial para a Saúde Animal (OIE) e o Escritório Regional para África da Organização Mundial de Saúde (OMS-AFRO), em resposta à recomendação anterior desenvolveram um enquadramento estratégico para abordar as doenças transfronteiriças. O estabelecimento do IRCM foi precedido por um exercício de inventário a nível continental para avaliar o papel estatal na prevenção e controlo das TAD e zoonoses, no que respeita às capacidades de coordenação e técnicas ao nível regional. Todas as 8 REC oficialmente reconhecidas foram visitadas pela equipa multidisciplinar de peritos para recolha de dados, debates e consultas às partes interessadas. 3. Conclusões e Concepção do IRCM O exercício de inventário rendeu conclusões importantes sobre a instituição das REC, oportunidades para uma gestão melhorada das TAD e zoonoses, e sobre as lacunas e desafios que requerem atenção. Concluiu-se que todas as REC têm estruturas de governação claras e processos de tomada de decisão vinculativos que podem ser caminhos úteis para enraizar medidas de prevenção de doença e controlo transfronteiriças. Das conclusões do exercício de inventário e do diálogo com as REC, organizações técnicas internacionais e outros parceiros, o Página 1

2 IRCM foi concebido para funcionar como um modelo de processo empresarial para a priorização e integração de intervenções para a prevenção e controlo das TAD e zoonoses dentro das estruturas institucionais e dos processos de tomada de decisão das REC e Estados-Membro. O seu foco principal é melhorar a coordenação entre as partes interessadas e apoiar o estabelecimento de competências críticas nos departamentos relevantes ao nível sub-regional. A forte confiança regional é destinada a assegurar apoio para as acções inter-países e para a agenda de integração regional da União Africana. O IRCM também está destinado a melhorar a coordenação entre os diferentes sectores envolvidos na gestão das TAD e das zoonoses em linha com a abordagem global Uma Saúde. A estrutura conceptual prevê três pilares verticais principais, correspondendo aos três domínios da saúde (Saúde Humana, Saúde Animal Doméstica e Saúde da Vida Selvagem), interligados por quatro elementos horizontais nomeadamente, Colaboração Inter-, Gestão da Informação e do Conhecimento, Redes de Contactos e Comunicação. Enquanto os pilares verticais representam os domínios técnicos responsáveis pela gestão das TAD e zoonoses em todas as REC e Estados-Membro, os elementos horizontais fornecem os meios para interligar os domínios técnicos de forma a permitir que trabalhem em conjunto, partilhem informação e exerçam responsabilidade colectiva na gestão das TAD e das zoonoses e em quaisquer outros problemas de interesse comum para a saúde pública. Saúde Animal Doméstica Saúde da Vida Selvagem e Ecossistema Colaboração Inter- Saúde Pública Networking Gestão da Informação e do Conhecimento Comunicação Esta concepção e abordagem têm como objectivo quebrar a concepção em silo tradicional (organização vertical do trabalho) dos domínios técnicos que caracterizou as suas operações no passado. Para realizar este modo de trabalho, são necessárias uma capacitação e reformas institucionais consideráveis a diferentes níveis. Página 2

3 4. Objectivos, Finalidade e Resultados Esperados do IRCM 4.1 Meta Contribuir para a redução da fome e da pobreza, e para a melhoria da saúde pública em África 4.2 Finalidade Reforçar a capacidade das REC e dos seus Estados-Membro para coordenarem, harmonizarem e executarem efectivamente intervenções na prevenção e controlo de TAD e zoonoses, incluindo doenças emergentes e reemergentes 4.3 Objectivos Específicos i. Reforçar a coordenação e competências técnicas para a prevenção e controlo das TAD e zoonoses pelas REC e Estados-Membro da UA ii. Integrar e institucionalizar a prevenção e controlo das TAD e zoonoses no processo de integração económica e política da UA iii. Melhorar a colaboração inter-países, inter-sectorial e multi-agência na prevenção e controlo das TAD e zoonoses iv. Defender e criar capacidade para a adopção a abordagem Uma Saúde (One Health (OH)) em África 4.4 Resultados Esperados i. Reforço das competências nucleares em capacidades de coordenação de serviços de saúde animal a todos os níveis ii. Reforço da colaboração entre os domínios da saúde e promoção da abordagem Uma Saúde iii. Reforço da Gestão da Comunicação, Informação e Conhecimento sobre TAD e zoonoses iv. Melhoria da coordenação entre agentes na prestação de serviços de saúde humana e animal v. Aceleração do comércio e movimento livro de mercadorias e serviços no sector dos recursos animais 5. Modalidades de Implementação e seu Estado 5.1 Modalidades O desenvolvimento e concepção do IRCM foi concluído e a sua implementação foi iniciada. Até à data, apenas foram efectuadas um número limitado de intervenções devido a disponibilidade limitada de recursos financeiros. No entanto, está a decorrer um grande esforço de mobilização de recursos financeiros, especialmente para as REC onde o planeamento da implementação tiver sido terminado. A sua implementação será alcançada através de uma estratégia descentralizada envolvendo todas as 8 REC, com agências técnicas a fornecerem apoio em linha com os seus mandatos. Existe um apoio contínuo para as REC individuais desenvolverem planos de implementação específicos dirigidos às prioridades e especificidades regionais. Neste aspecto, é esperado que cada região identifique e priorize as TAD e zoonose chave a serem abordadas e que desenvolvam intervenções específicas contra as mesmas com o apoio dos parceiros técnicos. A nível central (UA), serão estabelecidas modalidades de coordenação, apoio técnico e capacitação para guiar o âmbito global e execução do IRCM. As organizações técnicas (FAO, OIE, OMS e outras), incluindo gabinetes técnicos da UA, serão coordenadas para fornecer apoio às REC e Estados-Membro de acordo com os seus mandatos e vantagem comparativa, através de Página 3

4 processos formais e responsabilizáveis. Assim, está previsto o estabelecimento de fortes parcerias multisectoriais e multi-agências para fornecer os recursos financeiros e técnicos requeridos para a implementação do IRCM em todo o continente. São antecipados acordos de parceria e acordos de colaboração entre as REC e o AU-IBAR e organizações técnicas e financeiras multi-laterais e bilaterais. Devido ao vasto âmbito do IRCM, as parcerias podem também ter como alvo áreas específicas de interesse ou regiões para apoio. 5.2 Estado da Implementação Foram executadas várias intervenções de pequena escala para sustentar o ímpeto e preparar a execução total do IRCM. As actividades levadas a cabo até à data tiveram como alvo o planeamento da implementação ao nível das REC, a sensibilização e capacitação dos responsáveis governamentais de alto nível sobre a abordagem integrada (uma saúde) à gestão das TAD e zoonoses, capacitação para a priorização de doenças e mobilização de recursos. A este respeito, o AU-IBAR facilitou as sessões de planeamento da implementação em 4 das 8 REC nomeadamente na Comunidade Económica dos Estados da África Central (ECCAS), Comunidade do Leste Africano (EAC), Agência Inter-governamental para o Desenvolvimento (IGAD) e a Cooperação para o Desenvolvimento da África Austral (SADC). O processo de planeamento foi finalizado na SADC com a adopção do IRCM pela Comissão Técnica Pecuária (LTC) regional em Nas outras 3 REC (EAC, IGAD e ECCAS), foram desenvolvidos planos de implementação preliminares e estão actualmente no processo de revisão e aprovação pelas partes interessadas. Adicionalmente, foram conduzidas 4 sessões de capacitação e sensibilização para o conceito Uma Saúde abrangendo 27 Estados-Membro da UA em 5 REC, nomeadamente na EAC, ECCAS, IGAD, SADC e ECOWAS. A principal finalidade das sessões foi introduzir aos responsáveis de alto nível dos departamentos de gestão veterinários, da saúde pública e da vida selvagem nacionais o conceito Uma Saúde, com o objectivo de os tornar defensores da causa a nível nacional. Os países que beneficiaram até agora da formação incluem Burundi, República Centro-Africana, Chade, Camarões, Etiópia, Gabão, Quénia, Uganda, Gana, Nigéria, Serra Leoa, Libéria, África do Sul, Angola, Namíbia, Moçambique, Sudão do Sul, Sudão, Tanzânia, Ruanda, Zâmbia, Zimbábue, Botsuana, República do Congo, República Democrática do Congo, Lesoto, Malaui e Suazilândia. Os participantes de todos os países desenvolveram planos de acção que requerem uma facilitação e apoio a nível nacional para a sua implementação. Adicionalmente, como resultado das lições aprendidas nas sessões de formação, foi sentida uma necessidade de desenvolver um currículo e módulo de formação para padronizar e harmonizar a formação e sensibilização sobre a abordagem Uma Saúde em África. Sob a liderança do AU-IBAR, peritos de universidades reconhecidas e de programas orientados para o conceito Uma Saúde em África e nos EUA, reuniram-se durante um workshop de uma semana para pensar e criar um módulo com esta finalidade. Do workshop resultou a estrutura de um currículo de formação em OH ideal. Está actualmente a decorrer trabalho adicional para desenvolver o conteúdo de formação. No seu esforço para promover e estabelecer coordenação entre as organizações envolvidas na gestão das TAD e das zoonoses, o AU-IBAR também organizou 2 workshops regionais 'Uma Saúde' direccionados a departamentos e organizações técnicas relevantes da UA na África ocidental e central, e na África de leste e austral respectivamente. Os workshops debateram as intervenções e estratégias das organizações participantes, e consideraram a possibilidade de adopção de uma abordagem comum para os seus esforços. A estrutura estratégica do IRCM foi adoptada tecnicamente como uma estratégia viável que poderia unir todos os agentes através de um mecanismo de coordenação comum. Para capacitar as REC a executarem uma priorização das TAD e zoonoses baseada na evidência, o AU-IBAR em parceria com a Phylum, uma firma de consultoria privada iniciou a formação de peritos em saúde pública e saúde Página 4

5 animal das REC, numa ferramenta computorizada para a priorização e categorização de doenças infecciosas. A IGAD foi a primeira beneficiária desta formação e estão agendadas outras REC para formação na devida altura. Para mobilização de recursos, foram realizadas reuniões consultivas com o escritório regional do Banco de Desenvolvimento Africano (AfDB) em Nairobi, a Comissão Europeia (CE) e a Agência Norte-Americana para o Desenvolvimento Internacional (USAID) em diferentes ocasiões. A estrutura estratégica IRCM também foi apresentada em vários fóruns com o objectivo de sensibilizar as partes interessadas e conseguir apoios para o seu financiamento. Isto atraiu recomendações/resoluções para a sua adopção por parte da Assembleia Geral ALive e a Estrutura Global para o controlo das TAD (GF-TAD) em África, os quais são fóruns importantes que juntam partes interessadas chave. Presentemente foram identificados consultores que trabalham em maior proximidade com a EAC, SADC e o AU-IBAR para desenvolver propostas de financiamento específicas. 5.3 Desafios O principal desafio que o IRCM enfrenta actualmente é a escassez de recursos financeiros. De outra forma todo o trabalho preparatório para a sua implementação teria sido posto em prática. É também antecipado que os esforços para coordenar e integrar os diferentes agentes do sector dos recursos animais possam sentir alguma resistência. No entanto, confiamos que há justificação suficiente para convencer todos e mais alguns sobre os méritos de ter uma abordagem comum para problemas tão significativos como os colocados pelas TAD e zoonoses. Com apoio político, acreditamos que esta será a parte mais fácil. 5.4 Recomendações Encorajar os Estados-Membro da UA e as REC a estabelecer mecanismos integrados de coordenação para a gestão das TAD e zoonoses ao nível nacional e regional adoptando o enquadramento estratégico do IRCM; Instigar os Estados-Membro da UA e as REC a adoptar a abordagem integrada enunciada na abordagem Uma Saúde para melhorar a prestação de serviço na gestão de ameaças à saúde pública por parte das TAD e das zoonoses. Instigar a Comissão da União Africana a facilitar a adopção e operacionalização ao mais alto nível de uma posição continental comum em linha com o enquadramento estratégico do IRCM e a abordagem Uma Saúde global entre os sectores relevantes em todos os Estados-Membro da UA usando mecanismos institucionais valiosos; Instigar as instituições financeiras Africanas relevantes, especialmente o AfDB, a apoiar o IRCM e outras iniciativas relevantes desenvolvidas pelos gabinetes/instituições da UA para fornecer liderança Africana na resolução das prioridades chave para apoiar o renascimento de África; Instigar as organizações técnicas globais, multilaterais e bilaterais a fornecer apoio e capacitação às instituições e departamentos relevantes em África através de parcerias bem estruturadas para melhorar o direccionamento das necessidades locais e aumentar a sustentabilidade das iniciativas; Instigar os parceiros internacionais que fornecem apoio para a prevenção e controlo das TAD e zoonoses em África a trabalharem através de mecanismos institucionalizados e estratégias com a finalidade de integrarem os esforços de forma a alcançarem a sustentabilidade a longo prazo. Página 5

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