DIET & LIGHT: entenda a diferença

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1 DIET & LIGHT: entenda a diferença Michael Ruberson Ribeiro da Silva1 Rosângela Maria Gomes2 Taiane Marla Alves dos Santos Rodrigues3 Isabela Bruzinga Monge3 Vanessa Oliveira Fróes3 Adriana Rodrigues da Mata4 Maria de Lourdes Mohalen 5 RESUMO: O consumo de produtos diet e light tem crescido muito nos últimos anos, embora haja muitas dúvidas com relação às diferenças entre eles. Esse entendimento é particularmente importante para pessoas com doenças que requerem restrições alimentares. Um trabalho de campo, com palestra e dinâmica, foi realizado, no dia 6 de maio de 2011, com os alunos do 9 ano de uma escola no Barreiro, em Belo Horizonte - MG, com o objetivo de levar o esclarecimento sobre os alimentos diet e light para um público que pudesse agregar esse conhecimento para a própria vida e que também fosse capaz de disseminá- -lo. Os resultados revelaram que realmente existe um déficit de informação relacionado aos termos trabalhados. No entanto, o desenvolvimento dos conceitos foi muito bem construído, uma vez que o entendimento, por parte dos jovens, foi alcançado de maneira satisfatória. PALAVRAS-CHAVE: Diet. Light. Alimentos. Doenças Crônicas. INTRODUÇÃO Dados de 2007 dizem que, nos últimos anos, o setor de vendas de produtos diet e light obteve crescimento da ordem de 870%, apesar de custarem em média 15% mais que os produtos comuns, o que leva a inferir que a compra desses alimentos não é influenciada pelo preço, mas pela busca de benefícios para saúde e para o corpo (FARIA, 2007). De acordo com Ventura (2010), atualmente, 80% dos jovens afirmam, em pesquisas, procurar alimentos mais saudáveis e naturais, sendo que 35% dos domicílios brasileiros consomem produtos diet e light. Esse fato pode ser constatado nas gôndolas dos supermercados, uma vez que é ofertada uma variedade cada vez maior de alimentos e bebidas classificados como diet e light. Os produtos vão desde leite, iogurtes, pães, geléias, refrigerantes, requeijão, chocolates, barras de cereais, até comidas pré-cozidas (LUC- CHESE, et al, 2006). Desde o início da comercialização dos alimentos diet, a maioria dos consumidores associou esses produtos como sendo de baixo valor calórico e, consequentemente, permitido para as pessoas que precisam ou desejam perder os quilos extras. Com a inclusão dos alimentos light, formou-se uma grande confusão (ABIAD, 2011). De acordo com uma pesquisa realizada por Faria, et al (2007), o desconhecimento entre as duas categorias pela população pode estar relacionado com o grau de escolaridade, e segundo Lima (2003), apud Faria, et al (2007), outro fator relacionado é a utilização dos termos em inglês nos rótulos dos produtos, o que também está associado ao nível de escolaridade ou conhecimento das pessoas. A carência por esse entendimento produz consequências aos próprios consumidores, entre elas, o uso indiscriminado de produtos diet e light, que pode, por exemplo, prejudicar o consumo calórico mínimo diário de alguns nutrientes (PRIORE, 1998, apud Faria, et al, 2007). Tecnicamente, há uma simples diferença entre os termos diet e light que pode passar despercebida pelo consumidor, principalmente por aquele que não está acostumado a ler os rótulos dos produtos. Segundo a ANVISA (2001), o termo diet se refere a: Alimentos adaptados para utilização em dietas diferenciadas ou opcionais, normalmente, podem ter restrição de algum nutriente (carboidratos, gorduras, proteínas, sódio), ou são alimentos com ingestão controlada de nutrientes (classificados como alimentos para controle de peso ou controle de ingestão de açúcares). Os alimentos diet podem conter, no máximo, 0,5g do nutriente em referência (restrito ou com quantidade controlada) por 100g ou 100 ml do produto final a ser consumido (ANVISA.b., 1998). Já o termo light pode ser utilizado para o atributo BAIXO relacionado ao conteúdo energético ou de nutrientes, como açúcares, gorduras totais, dentre outros (ANVISA.a., 1998). O produto ao qual o alimento é comparado deve ser indicado no rótulo. Como exemplo, um alimento light deve ter no má- PÓS EM REVISTA l 293

2 ximo 40kcal/100g. No caso de bebida, a proporção é de até 20kcal/100ml ou uma redução mínima de 25% em termos de calorias, em comparação com produtos similares convencionais (ANVISA, 2001). Dessa forma, pessoas que precisam de restrições nutricionais específicas podem consumir produtos diet que atendam a sua necessidade, por exemplo, quem tem diabetes pode consumir um produto diet com restrição de açúcar, desde que orientado por nutricionista ou médico, e quem tem dislipidemia pode consumir um produto diet com restrição de gordura, desde que, também, orientado por nutricionista ou médico; já o light surgiu para o consumidor que se preocupa com a saúde, mas não precisa, necessariamente, ter isenção total ou restrição de um determinado nutriente. Sendo assim, é de extrema importância que o consumidor entenda e saiba escolher o produto adequado a sua necessidade no momento da compra (PERETTI, 2010). A fim de promover e proteger a saúde do consumidor e intervir nos riscos decorrentes da produção e do mau uso de produtos, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) é responsável por regulamentar normas a serem cumpridas na rotulagem dos alimentos industrializados, incluindo os critérios para o uso dos termos Diet e Light no rótulo (ABIAD, 2011; ANVISA, 2011). As legislações em vigor têm o objetivo, entre outros, de: - garantir que a população ingira alimentos satisfatórios em relação ao estado higiênico-sanitário e em conformidade com os padrões toxicológicos para aditivos, metais pesados, resíduos de agrotóxicos etc.; - garantir que os alimentos adquiridos estejam dentro dos Padrões de Identidade e Qualidade; - assegurar que o rótulo do alimento contenha todas as informações adequadas para a escolha consciente do consumidor (ANVISA, 2001). Diante do exposto, o presente trabalho visou esclarecer as principais diferenças entre os alimentos diet e light, como suas características e indicações, visto a importância desse entendimento, principalmente para pessoas que possuem doenças que necessitam de restrições alimentares, como diabetes, hipertensão, dislipidemia e obesidade. Além disso, o objetivo também foi levar esse esclarecimento para um grupo de pessoas que, além de se beneficiarem com tais informações, pudessem ser capazes de disseminá-las para outras pessoas. METODOLOGIA Realizou-se um trabalho de revisão de literatura sobre os alimentos diet e light como base fundamental para um trabalho de campo, no qual tais informações fossem repassadas para um grupo de pessoas, em forma de palestra e dinâmica. Dessa forma, o próximo passo foi ir em busca de um público que pudesse se beneficiar com esse conhecimento. Por isso, em primeiro momento, pensou-se num grupo de idosos de um asilo, no entanto, não foi possível realizar esse trabalho por motivos de horários. Em seguida, uma escola localizada no Barreiro, em Belo Horizonte-MG, possibilitou que a palestra fosse ministrada para os seus alunos do 9 ano do turno vespertino. Primeiramente, houve certo questionamento do grupo se esse seria o público ideal, ou, ao menos, um público interessado no assunto, entretanto, tal público foi bem aceito uma vez que podem ser bons multiplicadores de informações, repassando o conhecimento obtido para as pessoas do seu convívio, como pais e avós, bem como agregar esse entendimento para a própria alimentação, podendo fazê-la de maneira mais saudável. Como o público a ser atingido seria de adolescentes com idade por volta de 15 anos, a equipe se preocupou em como manter a atenção dos jovens durante a palestra. Para tal, uma apresentação interativa e rica em figuras foi montada, em slide show, para que não desviassem a atenção. Além disso, surgiu a ideia de realizar uma dinâmica utilizando alimentos de verdade, e com eles, oferecer um lanche para os alunos ao final do trabalho. Sendo assim, o trabalho de campo foi realizado no dia 06 de maio de 2011, na escola supracitada, para uma sala com 20 alunos, após o intervalo, e supervisionado pela professora da turma. Participaram do trabalho prático, seis dos pesquisadores autores do presente estudo. Antes da exposição teórica, os alunos foram questionados, por um dos pesquisadores, oralmente, e de maneira geral, sobre dois aspectos: se conheciam os alimentos diet e light e se sabiam quais as diferenças entre eles, a fim de avaliar o conhecimento prévio dos mesmos. As respostas foram anotadas por duas pesquisadoras do trabalho. Esperava-se que os alunos conhecessem esses alimentos, já que são produtos muito vendidos nos últimos anos, porém que não soubessem falar sobre as diferenças entre eles de maneira precisa, uma vez que as pessoas não possuem o costume de ler os rótulos e por não ser um assunto muito divulgado pela mídia. Em seguida, a fim de continuar a observar os conhecimentos dos alunos e a sua curiosidade em ler os rótulos, uma dinâmica, coordenada por uma das pesquisadoras, foi realizada utilizando alimentos industrializados (refrigerantes, iogurtes, pães de forma, biscoito, torrada, requeijão cremoso e suco), trazidos pelos pesquisadores, rotulados como diet, light e zero, os quais deveriam ser colocados sobre uma das três mesas que estivesse com o símbolo referente à restrição ou à redução que continham (de açúcar, sal ou gordura) - cinco alunos foram chamados, aleatoriamente, para realizar essa dinâmica. O objetivo 294 PÓS EM REVISTA

3 era que os alunos lessem os rótulos a fim de relacionar, de forma precisa, cada alimento com a sua restrição ou redução nutricional, corretamente. Posteriormente, foi informado que seria realizado um esclarecimento teórico sobre as definições dos termos diet e light e depois disso os próprios alunos veriam se acertaram ou não. Dessa forma, dois pesquisadores do estudo ministraram a palestra sobre os nutrientes essenciais, sua importância para a saúde e sobre a necessidade de restrição de alguns deles para pessoas que possuem doenças, como diabetes, hipertensão, dislipidemia e obesidade. A partir desse assunto, foram inseridos os alimentos diet e light: quais as diferenças entre eles, a importância de ler os rótulos dos alimentos, para quem eles são indicados, e quais as conseqüências do seu uso indiscriminado. Ao final da palestra, outro questionamento, oral e geral, foi realizado para avaliar a atenção e a compreensão dos alunos sobre o assunto abordado. As perguntas feitas e as respostas corretas se encontram na Tabela 1. As respostas dadas pelos alunos foram anotadas por duas pesquisadoras do trabalho, e as dúvidas foram retiradas simultaneamente. Com isso, os próprios alunos fizeram correção dos produtos que tinham colocado sobre as mesas, na dinâmica. Por fim, um folder (ANEXO I), produzido pelos autores da pesquisa, de caráter informativo foi entregue aos alunos e à professora, para que pudessem disseminar os conhecimentos que receberam e esclarecer possíveis dúvidas futuras. E, com os alimentos utilizados na dinâmica, realizou-se um lanche com todos os participantes, como forma de agradecimento pela oportunidade e pela atenção que deram ao trabalho. Para isso, os pesquisadores tiveram o cuidado de comprar os refrigerantes e sucos gelados e de levar pratinhos, talheres e copos descartáveis para servir. PÓS EM REVISTA l 295

4 RESULTADOS E DISCUSSÃO No início do trabalho de campo, em que foi perguntado aos alunos se eles conheciam os termos diet e light e se eles sabiam a diferença entre os produtos, todos responderam que conheciam sim esses alimentos, e, com relação à segunda pergunta, apareceram respostas variadas, como diet é sem açúcar, light é sem gordura e vice versa, o que demonstra que, mesmo sendo termos muito conhecidos, as pessoas possuem dúvidas em relação ao seu significado. Segundo Meira e colaboradores (2010), os adolescentes não sabem a diferença entre os termos diet e light, embora os consumam em larga escala sem saber o porquê de seu uso. Além disso, destacam que muitos buscam informações sobre os produtos na TV. Isso confirma a necessidade de esclarecimento da população, principalmente para esta faixa etária, quanto ao consumo correto desses produtos. Ao realizar a dinâmica das mesas, colocando cada produto em seu devido lugar (sem sal ou sem açúcar ou sem gordura), percebeu-se que a maioria dos alunos agiu pela intuição, sem ler os rótulos, e por isso, não acertaram. Meira e colaboradores (2010) enfatizaram a importância da realização de projetos educativos com a introdução de conceitos sobre os alimentos, aos jovens, para a melhora do hábito alimentar e o consumo adequado desses alimentos. Nesse caso, foi apresentado aos alunos, em slide show, de forma interativa, o conceito e os tipos de nutrientes existentes nos alimentos, a diferença entre os nutrientes essenciais e não essenciais. Ainda, foi ensinado aos alunos como observar no rótulo a quantidade dos nutrientes presentes no alimento, e por fim, a real diferença entre os alimentos diet e light assim como a importância de conhecê-los para o consumo correto. Foi exposto que os produtos diet são aqueles em que há a retirada de um determinado nutriente (sal, ou açúcar, ou gordura), no entanto, podem conter no máximo 0,5g do nutriente em referência (retirado ou com quantidade controlada) por 100g ou 100 ml do produto final a ser consumido (ANVISA.b., 1998). E que os produtos light podem ser aqueles que possuem uma quantidade reduzida referente ao conteúdo energético ou ao conteúdo de nutrientes, como açúcares, gorduras totais, dentre outros (ANVISA.a., 1998). Ou ainda, aqueles que possuem determinada redução no conteúdo energético ou de nutrientes indicado pela diferença relativa mínima de 25% e pela diferença absoluta em valores iguais aos definidos para o atributo BAIXO. Nesse caso, foi importante lembrar que a redução de um nutriente de um alimento pode causar a redução de calorias do mesmo, mas para que isso ocorra é necessário que haja a diminuição do teor de algum nutriente energético (carboidrato, proteína, gordura). Sendo que a redução de um nutriente não energético, como sódio, não interfere na quantidade de calorias. Ainda é preciso ficar atento se, na retirada ou redução de um nutriente energético de um alimento não houve o aumento da quantidade de outro mais ou igualmente energético, para compensar o peso do produto. Por exemplo, o chocolate diet possui isenção de açúcar, mas possui uma grande quantidade de gordura, adicionada durante a fabricação a fim de compensar o peso e o sabor que foram retirados juntamente com o açúcar, levando-o a apresentar um valor calórico equivalente ou maior do que do chocolate comum, não sendo, portanto, indicado para pessoas que querem emagrecer, ou que precisam de restrição de gordura na dieta. Por isso, nem sempre o que é diet ou light é indicado para pessoas que precisam de restrições alimentares. Sendo assim, a melhor escolha por um produto adequado é prestar atenção aos rótulos no momento de adquiri- -los, pois esses são a fonte de informação disponível quanto à composição e às características desses alimentos e auxiliam na alimentação balanceada e no uso correto. Explicou-se também que os alimentos diet, sem açúcar, por exemplo, não possuem adição de açúcar, mas é permitida a existência do açúcar natural do alimento, como é o caso da geléia diet, que tem como açúcar natural o açúcar da fruta, a frutose. Porém, existem os alimentos diet sem açúcar, que não possuem nem mesmo o açúcar natural das matérias-primas. Foi possível perceber, durante a participação dos alunos, que os mesmos ficaram atentos à apresentação e interagiram sempre, com respostas às perguntas e, também, com formulação de questões. Ao final, perguntas sobre o tema abordado (Tabela 1) foram realizadas para averiguar a compreensão dos participantes quanto às informações dadas, e em seguida as respostas corretas foram informadas. O resultado foi o seguinte: a maioria dos alunos acertou a pergunta n.1; na pergunta n.2 a turma se dividiu entre sim e não; todos os alunos responderam a pergunta n.3 corretamente; entretanto, na pergunta n.4 os alunos não souberam responder. Nesse sentido, as dúvidas foram retiradas. Percebeu-se que houve uma grande evolução no entendimento dos alunos em relação ao tema abordado, uma vez que antes da explicação havia uma grande confusão sobre o que seriam os alimentos diet e light, e após a explicação já conseguiam responder com maior precisão sobre a diferença entre eles. Na entrega do folder (ANEXO I) e no lanche com os alimentos apresentados, foi perceptível de que havia uma grande satisfação dos alunos pelo aprendizado recebido somado ao entretenimento. 296 PÓS EM REVISTA

5 CONSIDERAÇÕES FINAIS Este trabalho objetivou levar o esclarecimento sobre as diferenças entre os alimentos diet e light para um grupo de pessoas. Além de alcançar esse objetivo, foi possível concluir que ler os rótulos dos alimentos é essencial no momento da compra, a fim de fazer a melhor escolha para cada necessidade. Dessa maneira o consumidor pode evitar complicações como: um diabético consumir um iogurte diet pensando que o diet é sempre sem açúcar, e na verdade a restrição do produto pode ser em gordura. O trabalho com os jovens foi importante para observar que fazem parte de um grupo de pessoas interessadas em aprender sobre as questões relacionadas à alimentação e à saúde, e que esse aprendizado é facilmente recebido por eles quando o ensino é realizado de maneira dinâmica e interativa. E que, além de levarem esse conhecimento para a própria vida, também podem se interessar em compartilhá-lo. Dessa forma, com esse trabalho foi possível perceber que é papel do profissional da saúde, inclusive do farmacêutico, esclarecer às pessoas sobre as diferenças entre esses dois tipos de alimentos e ajudá-las a fazer a melhor escolha no momento da compra desses produtos, a fim de que possuam uma boa alimentação e, portanto, qualidade em saúde. REFERÊNCIAS ANVISA Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Portaria nº 27, de 13 de janeiro de ANVISA.a. Disponível em: < anvisa.gov.br/legis/portarias/27_98.htm>. Acesso em: 22 set ANVISA Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Portaria nº 29, de 13 de janeiro de ANVISA.b. Disponível em: < gov.br/legis/portarias/29_98.htm>. Acesso em: 30 abril DF: Ministério da Saúde, p. FARIA, Monalisa G., et al. Avaliação do nível de conhecimento dos consumidores de Ipatinga-MG, sobre as características e propiedades de produtos diete light e a diferença entre ambos. Higiene Alimentar: São Paulo, v.21, n.153, p.34-38, jul./ago LIMA, A; GUERRA, N.B.; LIRA, B.F. Evolução da legislação brasileira sobre rotulagem de alimentos e bebidas embaladas, e sua função educativa para promoção da saúde. Higiene Alimentar, v. 17, n. 110, p , 2003 apud FARIA, Monalisa Gomes et al. Avaliação do nível de conhecimento dos consumidores de Ipatinga-MG, sobre as características e propiedades de produtos diete light e a diferença entre ambos. Higiene Alimentar: São Paulo, v.21, n.153, p.34-38, jul./ago MEIRA, C. C., TERTULIANO, A. F., RODRIGUES F. L., LIBERALI, R., COUTINHO, V. F. Estado nutricional e consumo de alimentos diet e light entre adolescentes de escola privada do município de João Pessoa PA. Ensaios e Ciência: Ciências Biológicas, Agrárias e da Saúde, v. 14, n.1,p.65-81, PRIORE, S. E. Composição corporal e hábitos alimentares de adolescentes: uma contribuição à interpretação de indicadores do estado nutricional. Dissertação (doutorado em ciência). Escola paulista de medicina/ Universidade Federal de São Paulo. São Paulo, 1998 apud FARIA, Monalisa Gomes et al. Avaliação do nível de conhecimento dos consumidores de Ipatinga-MG, sobre as características e propiedades de produtos diete light e a diferença entre ambos. Higiene Alimentar: São Paulo, v.21, n.153, p.34-38, jul./ago HAR, Celso M. O perfil do Consumidor de produtos light e diet no mercado de varejo supermercadista de campinas Disponível em: < trabalho% 205%20tema%20proposto/temas%20e%20bibliografia/produtos%20light/Minoro%20Hara.pdf>. Acesso em 30/04/2011. ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Universidade de Brasília Brasília : Ministério da Saúde, 2001, 45p. Disponível em: < Acesso em: 12 março ANVISA Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Proteção à Saúde: Alimentos. Disponível em: < Anvisa+Portal/Anvisa/Inicio/Alimentos>. Acesso em: 12 março ABIAD - Associação Brasileira da Indústria de Alimentos Dietéticos e para Fins Especiais. Disponível em: < htm>. Acesso em: 12 março BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. SECRETARIA DE ATENÇÃO A SAÚ- DE. DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA. Guia alimentar para a população brasileira: promovendo a alimentação saudável. Brasília, LUCCHESE. T.; BATALHA. M. O.; LAMBERT. J. L. Marketing de Alimentos e o comportamento de consumo: Proposição de uma tipologia do consumo de produtos Light e Diet Disponível em: < bitstream/43819/2/(07)%20artigo% pdf>. Acesso em: 30/04/2011. PERETTI, A. P. Revista Veja Online, Ed. Abril, São Paulo, SP, Disponível em: < Acesso em 30/04/2011>. VENTURA, R. Mudanças no Perfil do Consumo no Brasil: Principais Tendências nos Próximos 20 Anos. Macroplan Prospectiva, Estratégia e Gestão. Agosto de p. PÓS EM REVISTA l 297

6 NOTAS DE RODAPÉ Graduado em Farmácia pelo Centro Universitário Newton Paiva. Pesquisador do Grupo de Pesquisa em Farmacoepidemiologia da UFMG. 2 Mestranda em Medicamentos e Assistência Farmacêutica pela UFMG. Graduada em Farmácia pelo Centro Universitário Newton Paiva. Pesquisadora do Grupo de Pesquisa em Farmacoepidemiologia da UFMG. 3 Graduada em Farmácia pelo Centro Universitário Newton Paiva. 4 Doutoranda em Medicamentos e Assistência Farmacêutica pela UFMG. Mestre em Ciência de Alimentos pela UFMG. Pesquisadora do Grupo de Pesquisa em Farmacoepidemiologia da UFMG. 5 Docente dos cursos de Farmácia e Nutrição do Centro Universitário Newton Paiva. Mestre em Ciência de Alimentos pela Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp. 298 PÓS EM REVISTA

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