CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS"

Transcrição

1 CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

2

3 Prof. Adriano Augusto Placidino Gonçalves Graduado pela Faculdade de Direito da Alta Paulista FA- DAP. Advogado regularmente inscrito na OAB/SP 1 TÉCNICAS OPERACIONAIS. Técnica Operacional é o conjunto de normas e procedimentos que tem por finalidade dotar os agentes responsáveis pela segurança, de conhecimentos técnicos, visando o bom desempenho nas atividades propostas. São fatores fundamentais na aplicação das técnicas operacionais a boa postura, a boa educação e a excelente apresentação pessoal. Vejamos alguns conceitos básicos utilizados durante o treinamento e prática das técnicas organizacionais: - RONDA: Exercer atividade móvel de observação, de fiscalização, de proteção e de reconhecimento. - PERMANÊNCIA: É a atividade predominante estática desempenhada pelo vigia ou segurança em locais de risco ou em posto de serviço. - POSTO PERICULOSO OU ÁREA PERICULOSA: É todo posto ou área que, por suas características, apresenta elevada probabilidade de ocorrência. - OCORRÊNCIA: É todo o fato que exige intervenção dos profissionais de segurança, por intermédio de ações ou operações. - ABORDAGEM: É a ação conjugada ou isolada realizada por profissionais, em indivíduos praticantes de atos suspeitos. - PARTES ENVOLVIDAS: São as pessoas ou indivíduos envolvidos numa ocorrência, sendo: autores de delito, vítimas, testemunhas, etc, - AUTORIDADE DE PLANTÃO: É o Delegado de polícia que está de serviço no Distrito Policial. Devem-se sempre buscar melhorias contínuas da Gestão de Segurança, tanto no aspecto ocupacional quanto na qualidade de vida, com educação, capacitação e comprometimento dos empregados, envolvendo familiares, empresas parceiras, fornecedores e demais partes interessadas. Atender aos requisitos da legislação vigente de segurança aplicável à Instituição e outros requisitos desta natureza por ela subscritos. Nos padrões operacionais devem estar contidos os fundamentos de segurança das pessoas, regulamentando, assim, as condições de produção, a identificação dos riscos à segurança de cada atividade e seus respectivos controles, além dos equipamentos de proteção individual aplicáveis. É responsabilidade do executante o cumprimento dos padrões que regulamentam as atividades. Entretanto, tal condição não elimina a necessidade de uma avaliação dos riscos à segurança do homem, antes da execução de qualquer atividade, visando identificar e reportar ao superior imediato a ocorrência de qualquer anomalia. A omissão na comunicação de anomalias poderá enquadrar o executante nas normas da Instituição. Garantir a participação dos executantes no entendimento e consenso dos padrões das atividades e no processo de relato de anomalias, estimulando-os a apresentar em propostas de solução para as anomalias reportadas. É responsabilidade institucional, em seus diversos níveis, o tratamento da anomalia e a divulgação aos interessados do plano de ação e/ou do tratamento dado, bem como a administração de todo o Sistema de Segurança, o que significa planejar, organizar, dirigir, coordenar e controlar todas as ações relacionadas ao sistema, nunca as dissociando de suas responsabilidades técnicas, operacionais e administrativas. 2 SEGURANÇA FÍSICA E PATRIMONIAL DAS INSTALAÇÕES. Serviço de Vigilância e Sistemas Eletrônicos Aplicados à Segurança É uma noção das mais elementares na consciência do ser humano, no espírito das instituições e nas normas administrativas de uma instituição, que a preservação do patrimônio constitui algo que lhes é essencial. Na verdade, todo ser vivo possui um instinto de defesa que se prolonga no instinto de conservação da espécie, que passa, de geração a geração, como herança através dos tempos. Vigilância: É a técnica de Busca que consiste em manter sob observação física, indivíduos, lugares ou objetos, exigindo-se o emprego de técnicas e instrumentos especiais, com o propósito de obter informes detalhados sobre atividades, lugares ou pessoas suspeitas; em suma é a técnica especializada que consiste em manter alvos sob observação. O agente, ao fazer vigilância, deve sempre se preocupar em vigiar e detectar uma outra vigilância adversa sobre ele, para evitar que se transforme em alvo. Assim, para manutenção da segurança de determinado local se faz necessário um serviço de segurança eficaz. A segurança caracteriza-se pela sensação de sentir proteção seja física e/ou psicológica. É propiciada pelas ações da Vigilância e medidas preventivas com o objetivo de manter a incolumidade física de pessoas e a integridade material de instalações. Enquanto a Vigilância é exercida dentro dos limites dos estabelecimentos, urbanos ou rurais, públicos ou privados, com a finalidade de proteger os bens patrimoniais (pessoas inclusive). Pode ser realizada ostensivamente ou através de outros meios (CFTV - circuito fechado de televisão, sensores, alarmes monitorados...). A Vigilância deixou de ser uma atividade relacionada à permanência estática em determinado local para ser ferramenta primordial de apoio às atividades de Segurança (de pessoas físicas e instalações, informação e processos produtivos). 1

4 Segurança Física tem como missão promover e manter a segurança dos usuários, instalações e equipamentos, considerando um conjunto de medidas e atividades empregadas, através de um planejamento prévio e constante fiscalização, com a finalidade de dotar a instituição / organização / empresa do nível de segurança necessário para o desenvolvimento de suas atividades de administração, produção, ensino, pesquisa etc. Segurança é um ponto importante de autoestima, de cidadania e de responsabilidade social. Por exemplo, quem usa drogas pode dizer a vida é minha, faço o que quero, mas se esquece que, ao comprar drogas, está ajudando a financiar a violência social e o uso de outros jovens em atividades marginais. O que deve ser sempre lembrado é que: A segurança depende de cada um. É importante que o pessoal se habitue a trabalhar com segurança fazendo com que ela faça parte integrante de seu trabalho. Toda tarefa a ser executada deve ser cuidadosamente programada, pois, nenhum trabalho é tão importante e urgente que não mereça ser planejado e efetuado com segurança. É responsabilidade de cada um zelar pela própria segurança e das pessoas com quem trabalha. A Segurança Patrimonial é um conjunto de medidas, capazes de gerar um estado, no qual os interesses vitais de uma empresa estejam livres de interferências e perturbações. Conjunto de medidas: A segurança patrimonial não depende apenas do departamento de segurança da empresa, mas envolve todos os seus setores e todo o seu pessoal. Estado: significa uma coisa permanente. É diferente de uma situação, que é temporária. Interesses vitais: Os interesses vitais de uma empresa não estão apenas em não ser roubada ou incendiada. O mercado, os segredos, a estratégia de marketing, pesquisas de novos produtos devem igualmente ser protegidos. Interferências e perturbações: Nada deve impedir o curso normal da empresa. Deve-se prevenir não apenas contra incêndios e assaltos, mas também contra espionagem, sequestros de empresários, greves, sabotagem, chantagem, etc. A segurança é satisfatória quando: - É capaz de retardar ao máximo uma possibilidade de agressão; - É capaz de desencadear forças, no menor espaço de tempo possível, capazes de neutralizar a agressão verificada. Conceitos básicos: a) Segurança Patrimonial: É a atividade preventiva e defensiva associada à ação de pessoas treinadas, procedimentos e equipamentos de segurança, com a finalidade de proteger os bens patrimoniais contra riscos ocasionais ou provocados por terceiros. b) Bens Patrimoniais: São todos os bens que possuem algum valor aos seus proprietários. Podem ser materiais (máquinas, instalações, objetos...) ou imateriais (imagem, know-how...). Para especialistas em Recursos Humanos, funcionários de uma empresa quando desempenhando suas funções, também são patrimônios desta. c) Risco: É o produto das ameaças que estão sujeitos os patrimônios e os seus pontos de vulnerabilidades. d) Ameaças: São fatores externos peculiares à atividade principal exercida pela instituição, dificilmente serão eliminados, mas poderão ser minimizados. Podem ser geradas pela natureza (condições climáticas) e/ou sociedade (questões ambientais, políticas, econômicas...). e) Vulnerabilidades: toda a carência e/ou falha do sistema defensivo que permita que a instituição seja atingida de forma violenta por uma ameaça que se concretizou. f) Sistemas defensivos (de segurança)/meios de proteção: medidas e procedimentos adotados que visam detectar, dificultar, alertar, dissuadir e/ou retardar os fatores ameaçadores que poderiam romper a proteção da instituição, através de uma ou mais de suas vulnerabilidades. MEIOS DE PROTEÇÃO Os meios de proteção podem ser classificados em: - meios de proteção física: constituídos de forma permanente ou provisória, com a finalidade de dissuadir ou retardar a ação de ameaça ao patrimônio. Exemplos: barreiras perimetrais (cercas, muros, guaritas, portões...); barreiras estruturais (paredes, portas, caixas-fortes...); barreiras provisórias (concertinas de arame farpado, cancelas, divisórias...); sistemas de iluminação de proteção (holofotes com sensores de presença, holofotes...), sistemas de combate a incêndios. - meios eletrônicos de proteção: propiciam proteção adicional e são empregados em locais vitais à instituição, onde pelos mais variados motivos, a ação humana não vai ser empregada ou necessita de complemento para melhoria de seu desempenho. Exemplos: Circuito Fechado de Televisão; sistemas de alarme; detectores de metais; acionadores eletroeletrônicos de portas, portões; sistemas de radiocomunicação. - meios metodológicos de proteção: são as normas, diretrizes, determinações, sistemas e orientações adotadas pela instituição visando diminuir as vulnerabilidades existentes que por necessidade de funcionamento, não podem ser totalmente eliminadas. Exemplos de meios: sistemas de identificação de pessoal; controle de entrada e saída de pessoal, veículos e cargas; levantamento de antecedentes de candidatos; controle de circulação interna; integração de novos empregados; controle, arquivo e destruição de documentos sigilosos; controle de estoque e armazenamento de ferramentas, materiais, etc.; investigação de incidentes de segurança; treinamentos de segurança patrimonial; busca e coleta de informações; sistema de supervisão. - força de resposta: a força de resposta de uma instituição é o ser humano, que por sinal é o mais importante componente do sistema de segurança. De nada adiantariam sofisticados equipamentos eletrônicos, se não haverem pessoas para aciona-los, controla-los e reagirem, nos momentos em que esses equipamentos cumprissem suas finalidades (detectar, alarmar, filmar...), portanto, os seres humanos, são os únicos dentro do sistema, capazes de interpretarem os sinais emitidos pelos equipamentos, analisarem os riscos e planejarem as medidas apropriadas, para reagirem aos efeitos das ameaças. Pela sua importância, ao ser constituída, deve-se ter cuidado com os seguintes itens: avaliação de riscos; análise do efetivo necessário; organização da guarda, seleção, treinamento, qualificação e responsabilidades do efetivo; meios de supervisão e controle das atividades. 2

5 Objetivos da segurança patrimonial é assegurar: - Pessoas (diretores, empregados, visitantes, moradores, pacientes etc.) - Informações (patentes, pesquisas, informações financeiras etc.) - Propriedade (recursos, propriedades, bens negociáveis etc.) Metas que devem ser contempladas no planejamento de um projeto de segurança 1. Prevenir (a perda de vidas e minimizar as perdas físicas) 2. Controlar (acessos, pessoas, materiais) 3. Detectar (vigilância) 4. Intervir (responder à agressões) Análise da atratividade do bem : Monetário valor em moeda do patrimônio; Intrínseco valor embutido na edificação; Econômico valor de produto no mercado; Operacional valor da infraestrutura e instalações; Regulador valor de produto no mercado, taxas, impostos; Intangível valor de propriedade que em caso de perda não pode ser restituído; Pessoal valor emocional Avaliação da segurança A avaliação da segurança consiste em avaliar principalmente: os riscos, as ameaças e as vulnerabilidades. 3 PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO. Fatores de Risco, Prevenção e Combate a Incêndios Um Incêndio é uma ocorrência de fogo não controlado, que pode ser extremamente perigosa para os seres vivos e as estruturas. A exposição a um incêndio pode produzir a morte, geralmente pela inalação dos gases, ou pelo desmaio causado por eles, ou posteriormente pelas queimaduras graves. Nem todos os fogos podem ser considerados incêndios, este é, no entanto um tema que o senso-comum tem ao longo dos séculos banalizado de forma a que praticamente qualquer foco de fogo tem sido visto como incêndio. O Incêndio para ser caracterizado como tal tem que possuir certos fatores inerentes ao mesmo para ser considerado como tal. Alguns desses fatores são: - A área ardida; - As dimensões da destruição que o mesmo causou; - A localização do mesmo. As normas sobre Proteção de Incêndios classificam o risco que se apresenta em cada tipo de edifício segundo as suas características, para adequar os meios de prevenção. O Risco atende a três fatores: - Ocupação: maior ou menor quantidade de pessoas e o conhecimento que possuem os ocupantes do edifício; - Composição: A construção do edifício em si, de que materiais é construído, qual é sua altura, etc; - Conteúdo: Materiais mais ou menos inflamáveis, dentro do edifício, podem determinar o fator de risco de um incêndio. Prevenção e Combate a Incêndios As causas de um incêndio são as mais diversas: descargas elétricas, atmosféricas, sobrecarga nas instalações elétricas dos edifícios, falhas humanas (por descuido, desconhecimento ou irresponsabilidade) etc. Há vários métodos de prevenção. Para além dos mais óbvios, como inflamações, faíscas, cigarros acesos, etc em locais de perigo de combustão (Depósitos de Gasolina, Áreas de serviço, etc) existe a forma mais óbvia de assegurar que um incêndio se propague, e essa forma é a área de segurança entre o foco de fogo e qualquer outro material passível de combustão. Apesar de não estar regulamentada nenhuma área de segurança considerada a justa e necessária para o efeito, em caso de um incêndio pequeno, por exemplo, uma casa isolada, essa área de segurança entre essa casa e outro qualquer material combustível não necessitaria ser muito ampla, chegando para o efeito cerca de 15 a 20 metros de distância, uma vez que possíveis fagulhas que teoricamente poderiam propagar esse incêndio apagar-se-iam muito antes de atravessarem essa distância e caírem em material inflamável. Já no caso de um incêndio de grandes proporções, várias casas ou uma vasta área florestal (ex: Incêndio de Roma; Incêndio de Chicago), a distância de segurança passaria por ser, segundo algumas fontes, de 300 a 500 metros de distância. Esta distância de 300 a 500 metros é considerada num caso com grande intensidade de vento, sendo que de outra forma, esta área de segurança também diminuiria consideravelmente. Os cuidados básicos para evitar e combater um incêndio, indicados a seguir, podem salvar vidas e bens patrimoniais. Cuidados Básicos: Não brinque com fogo! Um cigarro mal apagado jogado descuidadamente numa lixeira pode causar uma catástrofe. Apague o cigarro antes de deixá-lo em um cinzeiro ou de jogá-lo em uma caixa de areia. Cuidado com fósforos. Habitue-se a apagar os palitos de fósforos antes de jogá-los fora. Obedeça às placas de sinalização e não fume em locais proibidos, mal ventilados ou ambientes sujeitos à alta concentração de vapores inflamáveis tais como vapores de colas e de materiais de limpeza. Nunca apoie velas sobre caixas de fósforos nem sobre materiais combustíveis. Não utilize a casa de força, casa de máquinas dos elevadores e a casa de bombas do prédio, como depósito de materiais e objetos. São locais importantes e perigosos, que devem estar sempre desimpedidos. As baterias devem ser instaladas em local de fácil acesso e ventilado. Não é recomendado o uso de baterias automotivas. 3

6 Instalações Elétricas A sobrecarga na instalação é uma das principais causas de incêndios. Se a corrente elétrica está acima do que a fiação suporta, ocorre superaquecimento dos fios, podendo dar início a um incêndio. Por isso: Não ligue mais de um aparelho por tomada. Esta é uma das causas de sobrecarga na instalação elétrica; Não faça ligações provisórias. Tome sempre cuidado com as instalações elétricas. Fios descascados quando encostam um no outro, provocam curto-circuito e faíscas. Chame um técnico qualificado para executar ou reparar as instalações elétricas ou quando encontrar um dos seguintes problemas: - Constante abertura dos dispositivos de proteção (disjuntores) - Queimas frequentes de fusíveis; - Aquecimento da fiação e/ou disjuntores; - Quadros de distribuição com dispositivos de proteção do tipo chave-faca com fusíveis cartucho ou rolha. Substitua-os por disjuntores ou fusíveis do tipo Diazed ou NH; - Fiações expostas (a fiação deve estar sempre embutida em eletrodutos) - Lâmpadas incandescentes instaladas diretamente em torno de material combustível, pois, elas liberam grande quantidade de calor; - Inexistência de aterramento adequado para as instalações e equipamentos elétricos, tais como: torneiras e chuveiros elétricos, ar condicionado, etc.; - Evite aterrá-los em canos d água. ATENÇÃO: toda a instalação elétrica tem que estar de acordo com a Norma Brasileira NBR 5410 da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) Equipamentos Elétricos Antes de instalar um novo aparelho, verifique se não vai sobrecarregar o circuito. Utilize os aparelhos elétricos somente de modo especificado pelo fabricante. Instalações De Gás Somente pessoas habilitadas devem realizar consertos ou modificações nas instalações de gás. Sempre verifique possíveis vazamentos no botijão, trocando-o imediatamente caso constate a mínima irregularidade. O botijão que estiver visualmente em péssimo estado deve ser imediatamente recusado. Para verificar vazamento, nunca use fósforos ou chama, apenas água e sabão. Nunca tente improvisar maneiras de eliminar vazamentos, como cera, por exemplo. Coloque os botijões sempre em locais ventilados. Sempre rosqueie o registro do botijão apenas com as mãos, para evitar rompimento da válvula interna. Aparelhos que usam gás devem ser revisados pelo menos a cada dois anos. Vazamento de Gás sem Chama: - Ao sentir cheiro de gás, não ligue ou desligue a luz nem aparelhos elétricos. - Afaste as pessoas do local e procure ventilá-lo. - Feche o registro de gás para restringir o combustível e o risco de propagação mais rápida do incêndio. - Não há perigo de explosão do botijão ao fechar o registro. Se possível, leve o botijão para local aberto e ventilado. Vazamento de Gás com Chama: - Feche o registro e gás. Retire todo o material combustível que esteja próximo do fogo. Incêndio com Botijão no Local: Se possível, retire o botijão do local antes que o fogo possa atingi-lo. Em todas essas situações, chame os BOMBEIROS - telefone 193. Circulação: - Mantenha sempre desobstruídos corredores, escadas e saídas de emergência, sem vasos, tambores ou sacos de lixo. - Jamais utilize corredores, escadas e saídas de emergência como depósito, mesmo que seja provisoriamente. - Nunca guarde produtos inflamáveis nesses locais. - As coletas de lixo devem ser bem planejadas para não comprometer o abandono do edifício em caso de emergência. - As portas corta-fogo não devem Ter trincos ou cadeados. Conheça bem o edifício em que você circula, mora ou trabalha, principalmente os meios de escape e as rotas de fuga. Lavagem De Áreas Comuns Evite sempre que águas de lavagem atinjam os circuitos elétricos e/ou enferrujem as bases das portas corta-fogo. Não permita jamais que a água se infiltre pelas portas dos elevadores, pois isso pode provocar sérios acidentes. Métodos De Extinção Do Fogo Há três meios de extinguir o fogo: 1. Abafamento: Consiste em eliminar o comburente (oxigênio) da queima, fazendo com que ela enfraqueça até apagar-se. Para exemplificar, basta lembrar que quando se está fritando um bife e o óleo liberado entra em combustão, a chama é eliminada pelo abafamento ao se colocar a tampa na frigideira. Reduziu-se a quantidade de oxigênio existente na superfície da fritura. Incêndios em cestos e lixo podem ser abafados com toalhas molhadas de pano não-sintético. Extintores de CO2 são eficazes para provocar o abafamento. 2. Retirada do Material: Há duas opções de ação na retirada de material: a) Retirar o material que está queimando, a fim de evitar que o fogo se propague; b) Retirar o material que está próximo ao fogo, efetuando um isolamento para que as chamas não tomem grandes proporções. 3. Resfriamento: O resfriamento consiste em tirar o calor do material. Para isso, usa-se um agente extintor que reduza a temperatura do material em chamas. O agente mais usado para combater incêndios por resfriamento d água. 4

7 Classes de Incêndio e Agentes Extintores Quase todos os materiais são combustíveis; no entanto, devido a diferença na sua composição, queimam de formas diferentes e exigem maneiras diversas de extinção do fogo. Convencionou-se dividir os incêndios em quatro classes. TABELA DE CLASSES DE INCÊNDIO E DOS AGENTES EXTINTORES MAIS USADOS ÁGUA PRESSURIZADA SIM TIPOS DE EXTINTORES GÁS CARBÔNICO (CO²) NÃO ESPUMA NÃO PÓ QUÍMICO SECO NÃO Excelente eficiência NÃO Não tem eficiência NÃO Não tem eficiência NÃO Obs.: poderá ser usado água em último caso (se não houver PQS) 1. Puxe a trava, rompendo o lacre. 2. Aperte o gatilho. 3. Dirija o jato à base do fogo. RESFRIAMENTO Não tem eficiência SIM Boa eficiência SIM Ótima eficiência Insuficiente SIM Ótima eficiência (Jogar indiretamente) NÃO Perigoso conduz eletricidade Não tem eficiência SIM Ótima eficiência SIM Boa eficiência, contudo, pode causar danos em equipamentos delicados NÃO NÃO SIM 1. Retire o grampo. 2. Aperte o gatilho. 3. Dirija o jato à base do fogo. ABAFAMENTO 1. Vire o aparelho com a tampa para baixo. 2. Dirija o jato à base do fogo. ABAFAMENTO E RESFRIAMENTO 1. Puxe a trava, rompendo o lacre, ou acione a válvula do cilindro de gás (Pressurizável) 2. Aperte o gatilho ou empurre a pistola difusora. 3. Ataque o fogo. ABAFAMENTO Extintores De Incêndio: Os extintores de incêndio devem ser apropriados para o local a ser protegido. Verifique constantemente se: - acesso aos extintores não está obstruído; - manômetros indica pressurização (faixa verde ou amarela); - aparelho não apresenta vazamento; - Os bicos e válvulas da tampa estão desentupidos; - Leve qualquer irregularidade ao conhecimento do responsável para que a situação seja rapidamente sanada A recarga do extintor deve ser feita: - Imediatamente após ter sido utilizado; - Caso esteja despressurizado (manômetro na faixa vermelha) - Após ser submetido a este hidrostático; - Caso o material esteja empedrado. Tais procedimentos devem ser verificados pelo zelador e fiscalizado por todos. Mesmo não tendo sido usado o extintor, a recarga deve ser feita: - Após 1 (um) ano: tipo espuma; - Após 3 (rês) anos: tipo Pós Químico Seco e Água Pressurizada; 5

8 - Semestralmente: se houver diferença de peso que exceda 5% (tipo Pó Químico Seco e Água Pressurizada), ou 10% (tipo CO2); Esvazie os extintores antes de enviá-los para recarga; Programe a recarga de forma a não deixar os locais desprotegidos; A época de recarga deve ser aproveitada para treinar as equipes de emergência. O Corpo de Bombeiros exige uma inspeção anual de todos os extintores, além dos testes hidrostáticos a cada cinco anos, por firma habilitada. Devem ser recarregados os extintores em que forem constatados vazamentos, diminuição de carga ou pressão e vencimento de carga. O Uso Dos Hidrantes São necessárias, no mínimo, duas pessoas para manusear a mangueira de um hidrante. A mangueira deve ser acondicionada na caixa de hidrante em função do espaço disponível para manuseá-la, a fim de facilitar sua montagem para o combate ao fogo. O Uso Dos Extintores Instruções para o uso de extintor de água pressurizada. Repare se no extintor tem tudo o que está descrito: 1. Etiqueta ABNT 2. Etiqueta de advertência 3. Etiqueta indicativa de operação 4. Recipiente 5. Bico ejetor 6. Orifício para alívio de pressão 7. Tampa com junta de vedação interna 8. Cilindro e gás 9. Etiqueta indicativa de classe 1. Etiqueta ABNT 2. Etiqueta de advertência 3. Etiqueta indicativa de operação 4. Recipiente 5. Tubo sifão 6. Manômetro 7. Gatilho 8. Difusor 9. Mangueira 10. Alça de transporte 11. Trava de segurança 12. Etiqueta indicativa da classe Importante: 1. O extintor de água pressurizada é indicado para aplicações em incêndio CLASSE A ; 2. Por serem condutoras de eletricidade, a água e a espuma não podem ser utilizadas em incêndios de equipamentos elétricos energizados (ligados na tomada). A água e a espuma podem provocar curtos-circuitos; 3. O extintor de água pressurizada não é indicado para combate a incêndio em álcool ou similar. Nesse caso, o agente extintor indicado é o Pó Químico. Extintores de Espuma A espuma é um agente indicado para aplicação em incêndios CLASSE A e CLASSE B. Os extintores têm prazo máximo de utilização de cinco anos, dentro da validade da carga e/ou do recipiente. Instruções para uso do Extintor de Espuma: 1. Leve o aparelho até o local do fogo; 2. Inverta a posição do extintor (FUNDO PARA CIMA) 3. Dirija o jato contra a base do fogo Obs.: Se o jato de espuma não sair, revire-o uma ou duas vezes, para reativar a mistura. Gás Carbônico O gás carbônico, também conhecido como dióxido de carbono ou CO2, é mau condutor de eletricidade e, por isso, indicado em incêndios CLASSE C. Cria ao redor do corpo em chamas uma atmosfera pobre em oxigênio, impedindo a continuação da combustão. É indicado também para combater incêndios da «CLASSE B», de pequenas proporções. Instruções para o uso do Extintor de CO2: 1. Retire o pino de segurança que trava o gatilho 2. Aperte o gatilho e dirija o jato à base do fogo. Pó Químico Seco (PQS) O extintor de Pó Químico Seco é recomendado para incêndio em líquidos inflamáveis ( CLASSE B ), inclusive aqueles que se queimam quando aquecidos acima de 120º C, e para incêndios em equipamentos elétricos ( CLASSE C ). O extintor de Pó Químico Seco pode ser pressurizável Instruções para uso do Extintor de Pó Químico Seco Pressurizável: 1. Puxe a trava de segurança para trás ou gire o registro do cilindro (ou garrafa) para a esquerda, quando o extintor for de Pó Químico com pressão injetável. 2. Aperte o gatilho 3. Dirija o jato contra a base do fogo procurando cobrir toda a área atingida com movimentação rápida. Hidrantes e Mangotinhos IMPORTANTE: Para recarga ou teste hidrostático escolha uma firma IDÔNEA. Os hidrantes e mangotinhos devem ser mantidos sempre bem sinalizados e desobstruídos. A caixa de incêndio contém: - Registro globo com adaptador, mangueira aduchada (enrolada pelo meio) ou ziguezague, esguicho regulável (desde que haja condição técnica para seu uso), ou agulheta, duas chaves para engate e cesto móvel para acondicionar a mangueira. - mangotinho deve ser enrolado em oito ou em camadas nos carretéis e pode ser usado por uma pessoa apenas. Seu abrigo deve ser de chapa metálica e dispor de ventilação. 6

9 Verifique se: a) A mangueira está com os acoplamentos enrolados para fora, facilitando o engate no registro e no esguicho; b) A mangueira está desconectada do registro; c) estado geral da mangueira é bom, desenrole-a e cheque se não tem nós, furos, trechos desfiados, ressecados ou desgastados; d) registro apresenta vazamento ou está com o volante emperrado; e) Há juntas amassadas; f) Há água no interior das mangueiras ou no interior da caixa hidrante, o que provocará o apodrecimento da mangueira e a oxidação da caixa. ATENÇÃO: Nunca jogue água sobre instalações elétricas energizadas. - Nunca deixe fechado o registro geral do barrilete do reservatório d água. (O registro geral do sistema de hidrantes localiza-se junto à saída do reservatório d água). - Se for preciso fazer reparo na rede, certifique-se de que, após o término do serviço, o registro permaneça aberto. - Se a bomba de pressurização não der partida automática, é necessário dar partida manual no painel central, que fica próximo à bomba de incêndio. - Nunca utilize a mangueira dos hidrantes para lavar pisos ou regar jardins. - Mantenha sempre em ordem a instalação hidráulica de emergência, com auxílio de profissionais especializados. Instalações Fixas De Combate A Incêndio As instalações fixas de combate a incêndios destinam-se a detectar o início do fogo e resfriá-lo. Os tipos são: a) Detector de fumaça; b) Detector de temperatura; c) Detector de chama; d) Chuveiro automático: redes de pequenos chuveiros no teto dos ambientes; e) Dilúvio: gera um nevoeiro d água; f) Cortina d água: rede de pequenos chuveiro afixados no teto, alinhados para, quando acionados, formar uma cortina d água; g) Resfriamento: rede de pequenos chuveiros instalados ao redor e no topo de tanques de gás, petróleo, gasolina e álcool. Geralmente são usados em áreas industriais; h) Halon: a partir de posições tomadas pelo Ministério da Saúde, o Corpo de Bombeiros tem recomendado a não utilização desse sistema, uma vez que seu agente é composto de CFC, destruidor da camada de ozônio. Iluminação De Emergência A iluminação de emergência, que entra em funcionamento quando falta energia elétrica, pode ser alimentada por gerador ou bateria e acumuladores (não automotiva). A iluminação de emergência é obrigatória nos elevadores. Faça constantemente a revisão dos pontos de iluminação. Baterias: As baterias devem ser instaladas acima do piso e afastadas da parede, em local seco, ventilado e sinalizado. Providencie a manutenção periódica das baterias, de acordo com as indicações do fabricante; devem ser verificados seus terminais (pólos) e a densidade do eletrólito. Alarme De Incêndio Os alarmes de incêndio podem ser manuais ou automáticos. Os detectores de fumaça, de calor ou de temperatura acionam automaticamente os alarmes. O alarme deve ser audível em todos os setores da área abrangida pelo sistema de segurança. As verificações nos alarmes precisam ser feitas periodicamente, seguindo as instruções do fabricante. A edificação deve contar com um plano de ação para otimizar os procedimentos de abandono do local, quando do acionamento do alarme. Sistema de Som e Interfonia Os sistemas de som e interfonia devem ser incluídos no plano de abandono do local e devem ser verificados e mantidos em funcionamento de acordo com as recomendações do fabricante. Portas Corta-Fogo As portas corta-fogo são próprias para isolamento e proteção das rotas de fuga, retardando a propagação do fogo e da fumaça. Elas devem resistir ao calor por 60 minutos, no mínimo (verifique se está afixado o selo de conformidade com a ABNT). Toda porta corta-fogo deve abrir sempre no sentido de saída das pessoas. Seu fechamento deve ser completo. Além disso, elas nunca devem ser trancadas com cadeados ou fechaduras e não devem ser usados calços, cunhas ou qualquer outro artifício para mantê-las abertas. Não se esqueça de verificar constantemente o estado das molas, maçanetas, trincos e folhas da porta. Rotas De Fuga Corredores, escadas, rampas, passagens entre prédios geminados e saídas, são rotas de fuga e estas devem sempre ser mantidas desobstruídas e bem sinalizadas. IMPORTANTE: Conheça a localização das saídas de emergência das edificações que adentrar. Só utilize áreas de emergência no topo dos edifícios e as passarelas entre prédios vizinhos na total impossibilidade de se utilizar a escada de incêndio. As passarelas entre prédios tem que estar em paredes cegas ou isoladas das chamas. LEMBRE-SE: é sempre aconselhável DESCER. Lixeiras As portas dos dutos das lixeiras devem estar fechadas com alvenaria, sem possibilidade de abertura, para não permitir a passagem da fumaça ou gases para as áreas da escada ou entre andares do edifício. 7

10 Para-raios Os para-raios deve ser o ponto mais alto do edifício. Massas metálicas como torres, antenas, guarda-corpos, painéis de propaganda e sinalização devem ser interligadas aos cabos de descida do para-raios, integrando o sistema de proteção contra descargas elétricas atmosféricas. O para-raios deve estar funcionando adequadamente. Caso contrário, haverá inversão da descarga para as massas metálicas que estiverem em contato com o cabo do para-raios. Os para-raios podem ser do tipo FRANKLIN ou GAIOLA DE FARADAY. O tipo Radioativo/Iônico tem sua instalação condenada devido à sua carga radioativa e por não Ter eficiência adequada. A manutenção dos para-raios deve ser feita anualmente, por empresas especializadas, conforme instrução do fabricante. É preciso observar a resistência ôhmica do aterramento entre elétrodos e a terra (máximo de 10 ohm), ou logo após a queda do raio. Brigada Contra Incêndio A equipe de emergência é a Brigada de Combate a Incêndio. Ë uma equipe formada por pessoas treinadas com conhecimento sobre prevenção contra incêndio, abandono de edificação, pronto-socorro e devidamente dimensionada de acordo com a população existente na edificação. Cabe à esta equipe a vistoria semestral nos equipamentos de prevenção e combate a incêndios, assim como o treinamento de abandono de prédio pelos moradores e usuários. A relação das pessoas com dificuldade de locomoção, permanente ou temporária, deve ser atualizada constantemente e os procedimentos necessários para a retirada dessas pessoas em situações de emergência devem ser previamente definidos. A equipe de emergência deve garantir a saída dos ocupantes do prédio de acordo com o Plano de Abandono, não se esquecendo de verificar a existência de retardatários em sanitários, salas e corredores. O sistema de alto-falantes ajuda a orientar a saída de pessoas; o locutor recebe treinamento e precisa se empenhar para impedir o pânico. A relação e localização dos membros da equipe de emergência deve ser conhecida por todos os usuários. 4 IDENTIFICAÇÃO, EMPREGO E UTILIZAÇÃO DE EQUIPAMENTOS ELETRÔNICOS DE SEGURANÇA: SENSORES, SISTEMAS DE ALARME, CERCAS ELÉTRICAS, CFTV (CIRCUITO FECHADO DE TELEVISÃO). O sistema de segurança ideal é aquele que promove a interação do homem com os equipamentos eletrônicos, a fim de que a coligação entre ambos possa promover um nível de proteção satisfatória. Atualmente no mercado, existem os mais variados números e tipos de equipamentos eletrônicos de segurança à disposição dos usuários, portanto, deve-se adquirir aqueles que mais se adaptem às necessidades do local a ser protegido. Entende-se por Sistema Eletrônico de Segurança o conjunto de elementos técnicos destinados a advertir in loco ou a distância qualquer evento que pode acarretar risco para vidas, bens ou continuidade das atividades. O monitoramento possibilita que o conjunto de dispositivos de segurança eletrônica instalados, como alarmes perimetrais e CFTV seja controlado 24 horas por dia 7 dias por semana através de meios físicos de transmissão variados como telefonia fixa ou celular, ondas de rádio, satélites e redes de comunicação. Conectados a uma Central de Monitoramento que pode receber todas as informações sobre violação de perímetro, acionamento de botão de pânico ou CFTV, proporcionamos respostas rápidas, eficientes e dentro dos mais rigorosos padrões internacionais de segurança. Destacaremos, a seguir, os sistemas e equipamentos eletrônicos de segurança mais utilizados: - Kit Investigativo: Possuído de micro câmeras esse kit constitui na utilização de identificação de roubos ou furtos internos as micro câmeras são instaladas de modo que fique oculta, com gravação em DVR para utilização jurídica caso necessário. - Central de Alarme: Placa central de monitoramento utilizada para gerenciar os alarmes instalados, (Botão de pânico, Iva, Ivp, sensores de abertura, quebra de vidro, fumaça...). Em todos os casos gera-se um relatório informado via linha telefônica, o evento com total precisão para uma central externa que assim tomará as devidas providencia. O sistema de CFTV, ou circuito fechado de televisão, é a forma mais eficiente de produção de imagens em tempo real para sistemas de segurança. Constituído por câmera(s), meio de transmissão e monitor, pode ser utilizado em inúmeras aplicações. Desde escolas condomínios, residências, estabelecimentos comerciais, empresas até instituições financeiras. - R.F (Right Frequency): Sistema de modulação e de-modulação de imagem. Podendo com esse sistema realizar a transmissão de varias imagem em um único cabo coaxial, sem limite de distancia. - DVR STAND ALONE: Gravador digital para câmeras, sistema totalmente independente, captura e grava imagens em HDD interno, geralmente usado em residências. - QUAD: Equipamento destinado a utilizar um monitor e visualizar até 4 câmeras simultaneamente tendo função também de sequenciar as imagens conforme o tempo determinado. - Câmera Fixa: Câmera destinada para visualização de um ponto específico com variáveis de modelos e lentes conforme visto previamente por análise de luminosidade, ângulo e localização. - PTZ OU SPEED DOME: Câmera com movimentação por controle manual ou automático (predefinido pelo usuário) podendo ter até 360 de movimentação, essas possuem zoom para aproximar a imagem para visualização dos detalhes. Utilizadas em locais de grandes áreas a serem monitoradas. - Câmera IP: Utilizada exclusivamente para monitoramento via internet. - Placa de Captura: Hardware destinado a captura e gerenciamento de imagens obtendo recursos para gravação, reprodução local e remoto (via internet com visualização por IP). - Cerca Elétrica: Barreira de fios de aço eletrificada somente utilizada em muros acima de 1.80m em área comum de passagem (muros, grades, marquises...). Choque de a Volts (pulsativo) na área urbana e até 5 joules em áreas Rurais ou afastadas de alta circulação de pessoas. Obs. Choque não fatal. - Cerca Concertina: nada mais é do que uma evolução das tradicionais cercas de arame farpado. O uso da Cerca Concertina é mais comum para proteção de propriedade (casas e prédios) e no uso militar para isolamento de áreas. 8

11 - Sensores passivos infravermelhos: São sensores que utilizam o princípio do radar, onde o sensor emite continuamente um sinal constante e permanece na espera do retorno do sinal refletido de um eventual corpo se movimentando na área sensoreada. Este sensor é do tipo módulo único, tendo a emissão do feixe e seu sistema detector conjugados em uma única peça. Tais sensores não tem um alcance muito grande - algo em torno de 15 m. - Sensores ativos infravermelhos: São sensores que se utilizam de uma barreira de luz IR alinhada, cujo rompimento dessa barreira por um corpo em movimento aciona o sensor. A distância entre o módulo emissor e receptor (uma vez que são necessários dois módulos) pode chegar a até 60 m em área aberta ou fechada, sem sofrer eventuais interferências solares ou externas. - Sensores de Quebra de Vidros: Usados em janelas e portas para detectar quebra de vidros. Trabalham através de frequência sonora. - Sensores Magnéticos: são um meio comum de proteger portas e janelas. Quando abertos acionam o alarme. - Sensores de impacto: Existem de dois tipos: o mais simples é uma espécie de pêndulo que se põe em movimento (como uma balança) na superfície onde estão instalados. O segundo tipo funciona como uma espécie de microfone, que capta o som do ambiente (batida em vidro ou no chão) para detectar um impacto. - Sensores de gás e fumaça: São sensores que utilizam uma câmara iônica interna responsável pela detecção. Este tipo de detector é praticamente à prova de erros, uma vez que os componentes da câmara apenas reagem com o gás ou as partículas de fumaça e fuligem presentes apenas em situações de combustão. - Interruptor automático de presença: Ativa a iluminação ao detectar um movimento em um raio de + ou - 10 metros. Após uma duração regulável de 10 segundos a 10 minutos, apaga automaticamente a iluminação. Ainda é possível regular o funcionamento conforme o nível de iluminação ambiente. - Porteiro Eletrônico com Vídeo Acoplado: Controlar o acesso ao seu escritório ou residência é uma parte vital de um completo sistema de segurança. Com uma câmera acoplada ao seu porteiro eletrônico é possível identificar visualmente o visitante. - Controle de Acesso: Sistema de teclado de senha utilizado para controlar aberturas de portas, tem característica parecida se comparado com as portas normais que têm uma chave para permitir a entrada Num sistema micro processado, apenas ao digitar uma senha, a porta se abrirá. - IVA: Infravermelho ativo, usado como barreira de passagem não visto a olho nu. - AUTO IRIS: Lente para câmera de vigilância com poder de ajustar conforme luminosidade do ambiente. 5 DEFESA PESSOAL. Defesa pessoal, ou autodefesa (do inglês self-defense), é um conjunto de vários métodos que têm como fim neutralizar um ataque pessoal. As técnicas de defesa pessoal têm sido derivadas das artes marciais tradicionais, adaptadas para uso por pessoas comuns, para defender-se mesmo em sua vida normal. Em defesa pessoal utilizam-se técnicas simples e evitam-se movimentos complexos. Utilizam-se principalmente bloqueios, retenções e alavancas para dominar o adversário o mais rapidamente possível, encurtando o tempo de combate com o objetivo de evitar riscos e deixar em segundo plano, diferenças físicas. A defesa com mãos nuas pode completar se com armas próprias ou impróprias, que podem ser facas, armas de fogo ou qualquer objeto que esteja acessível no momento do conflito. No âmbito civil tenta-se dominar o adversário de maneira segura e sem provocar danos excessivos, devido à responsabilidade civil da ação defensiva, quando ultrapassa os limites da legítima defesa. A defesa pessoal é baseada nos fundamentos de alguns esportes e / ou artes marciais, como o judô, o aikido ou karate. O caráter principal da defesa pessoal é evitar o uso da força, podendo ser aplicado a oponentes de maiores dimensões ou com força muscular. É por aquela razão que as técnicas básicas como os golpes únicos (que se executam contra o oponente com uma parte específica dos nossos corpos) como o uso da palma da mão, as articulações dos dedos e as partes macias ou golpes de joelho, passando as demais por técnicas mais profissionais como vários tipos de chutes, e também mais avançadas como desequilíbrios ou imobilizações (que são usadas em defesa pessoal de polícia ou em modalidades esportivas como o karate) são as aplicações compreendidas na defesa pessoal. Já no âmbito militar utilizam-se técnicas com maior poder ofensivo e letal, valendo-se também de armas. Algumas artes, a exemplo do systema (da Rússia) e do krav magá (de Israel), são de origem militar, mas se espalharam também para uso civil. Segundo alguns estudiosos, a Defesa Pessoal nasceu da necessidade da sobrevivência do homem diante das situações de risco. Segundo a maioria dos mestres, e alguns historiadores do assunto, a defesa pessoal é antecessora das artes marciais. As técnicas de luta utilizadas nos vários conflitos da humanidade, sejam ideológicos, territoriais, ou de qualquer outra etiologia, mostram a defesa pessoal sem nenhuma definição de estilo ou modalidade e sim definida como a Arte de Guerra. As escrituras milenares de Sun Tzu, conhecidas como A Arte da Guerra, trazem ensinamentos para as diversas áreas da vida. A integridade física e a defesa da vida também estão descritas em suas linhas. Relatos históricos nos fazem perceber que a Defesa Pessoal, ou a necessidade de alto defesa, foi a mãe das Artes Marciais, estas, variando em muitos aspectos como, cultura, religião, características estrutural de um povo etc. Mas em todos os estilos objetiva-se a garantia da integridade pessoal. Sejam utilizadas em guerras, seja por indivíduos pacatos que pretendem garantir seu direito de paz, mesmo que para isso tenham que se utilizar da força necessária. Isso nos traz a outra garantia que temos sobre a origem da Defesa Pessoal: ela foi criada para que pessoas mais fracas, através do conhecimento técnico, possam superar pessoas mais fortes em um combate ou situação de risco. A aplicação de leis físicas, tais como sistema de alavanca, momento de força, equilíbrio, centro de gravidade e o estudo minucioso dos pontos vitais do corpo humano propiciou a seus criadores fazer do JIU-JITSU uma arte científica de luta. Vale salientar que dessa mesma origem, dessa mesma semente, saíram vários estilos de Autodefesa, como por exemplo, o Aikido e outras Artes que, como o Judô, que têm em sua essência os princípios das alavancas e da utilização da força do oponente contra ele mesmo. 9

12 PRINCÍPIOS A SEREM UTILIZADOS NA DEFESA PESSOAL Princípio da repetição: Deve ser exercitado até se tornar automaticamente perfeito em sua reação, e mesmo assim continuar com a sua manutenção e treinamentos constantes. Princípio da dor: A dor é o domínio sobre seu adversário, quanto maior a dor, maior o domínio. Podemos imobilizá-lo, distraí-lo ou lesioná-lo gravemente tirando-o de combate. Princípio da adaptação: A técnica se adapta ao adversário. Conhecer os detalhes das técnicas, suas alavancas e pontos de pressão é fundamental para garantir sua efetividade. Princípio da mudança: Quando uma técnica não der certo, mude para outra. Preferencialmente utilizando as barreiras de uma como alavanca para outra. Princípio da versatilidade: Uma técnica para várias situações, e várias técnicas para uma situação. No estudo da ciência de qualquer Arte Marcial, é fundamental o conhecimento de alguns pontos sensíveis ou vitais do corpo humano. Tal estudo e identificação já é um diferencial de estilo de uma a outra Arte, ou seja, alguns pontos são conhecidos e explorados para determinado estilo e completamente ignorados por outros. Pontos sensíveis e sua utilização na defesa pessoal: 1. Cana do nariz e base do nariz- Golpes traumáticos diretos; saídas de agarramentos quando os braços estiverem soltos; saídas de gravatas laterais; retirada de agressor em contato contra terceiros; etc.. 2. Olhos - Golpes traumáticos diretos; saídas de agarramentos quando os braços estiverem soltos; saídas de gravatas laterais e pelas costas; retirada de agressor em contato contra terceiros; etc.. 3. Queixo Golpes traumáticos cruzados, muito eficientes para desnorteamento momentâneo do infrator. 4. Carótidas Estrangulamentos e condução; podem levar o indivíduo a óbito. 5. Traqueia Saídas de agarramentos quando os braços estiverem soltos, e assim como as carótidas, é agredida para estrangulamentos, e nunca deve ser usada em golpes traumáticos, pois também podem levar o indivíduo a óbito. 6. Plexo solar Golpes traumáticos diretos, muito eficientes para desnorteamento momentâneo do infrator. 7. Articulações Ombro, cotovelo e punho, muito utilizados para desarmes, conduções e projeções ao solo. No domínio para utilização das algemas. As do joelho e pés, focadas para chutes e contenções no solo. DIAGNÓTICO DA CENA CRÍTICA. Uma boa técnica de Defesa Pessoal se inicia através do estudo, rápido e preciso da CENA CRÍTICA. Esta nada mais é do que tudo que envolve um conflito entre o(s) meliante(s) e o indivíduo a ser agredido injustamente. Esse diagnóstico, ou análise, tem que ser definido, dentro das possibilidades, o mais breve e completo. Para muitos, defesa pessoal significa violência física ou a necessidade de nos defendermos de uma agressão usando de violência física. O conceito de defesa pessoal é, na verdade, muito mais complexo: a violência física, caso se verifique necessária, deve ser apenas o último recurso para quem necessita defender-se e assim garantir a sua integridade física. A verdadeira e difícil essência da defesa pessoal, em traços gerais, consiste em prevenir a agressão e controlar o(s) agressor(es), valendo-se de métodos e ferramentas estudadas, sem violência e sem força excessiva. Do ponto de vista legal não podemos nos defender de qualquer agressão com força ou violência superior àquela imprimida pelo agressor - ou passamos nós a ser os agressores e passíveis de processo judicial. Para combinar estas questões é necessário estudar técnicas e métodos, escolher um sistema de defesa pessoal baseado neste conceito que se adapte a cada pessoa. Hoje em dia, o perigo de sermos atacados na rua é quase iminente. A qualquer hora de qualquer dia podemos ser abordados por alguém com intenções menos sérias, próprias ou convenientes. Assim, para nosso próprio bem, devemos estar preparados para esta eventualidade. Recomendo vivamente a qualquer pessoa que aprenda o mais depressa possível a defender-se, nem que apenas algumas coisas básicas, mas aprendam. Não é uma questão de gostar de artes marciais, não é uma questão de gostar de violência... é uma questão de sobrevivência. Existem imensas páginas que ensinam como se defender, alguns golpes, movimentos e técnicas básicas de defesa pessoal. Existem livros, manuais, folhetos, etc. A aprendizagem da defesa pessoal, obedece a uma ordem crescente de controle e inteligência, sua prática é recomendada por médicos, psicólogos e educadores, como integrante da educação, paliativo das tensões psíquicas e fator de desenvolvimento físico; seus movimentos regulam o controle motor, atuando como efeito de psicomotricidade, autoconfiança e total controle de si mesmo, condicionando os reflexos, induzindo as decisões rápidas e seguras em situações caóticas e consequentemente desprovido de complexos de seus praticantes. A defesa pessoal tem por finalidade o desenvolvimento do potencial de todos os homens e visa, principalmente a incolumidade física do indivíduo. Assim o seu praticante, mesmo fisicamente fraco, adquire condições de se defender de qualquer agressão através de movimentos que tem como base os movimentos e técnicas, sem precisar necessariamente usar a força ou a violência desmedida. A prática salutar da defesa pessoal desenvolve a personalidade do indivíduo, estimulando as qualidades positivas morais e intelectuais do praticante, desenvolvendo-o física e mentalmente, fazendo com que seus praticantes se tornem pessoas confiantes, pois, eliminando do subconsciente o medo do golpe físico, que todos têm naturalmente, o praticante de defesa pessoal, se torna apto a enfrentar qualquer agressão e o que é muito importante, a transpor qualquer situação difícil em qualquer setor da vida. Fácil pois é verificar a utilidade da defesa pessoal na educação, já que a criança e o jovem, vítimas maiores da insegurança e dos temores, bem depressa aprendem a ter confiança em si mesmo e passam a ter maior desenvolvimento nos estudos, nos esportes em geral e mesmo no relacionamento familiar, pois, quando se tornam confiantes, conseguem diminuir e até mesmo eliminar a agressividade peculiar dos inseguros e adquirem a desinibirão indispensável ao relacionamento com os semelhantes. Isto é válido também para os adultos, pois a confiança em si próprio é a mola mestra do sucesso em qualquer ramo da atividade humana, notadamente na função policial militar, onde, se exige decisões que estão constantemente sob análise crítica da Corporação e principalmente da sociedade. 10

13 6 ARMAMENTO E TIRO. Uma arma de fogo é um artefato que lança um ou muitos projéteis, geralmente sólidos, em alta velocidade através da queima de um propelente confinado. Este processo de queima subsônica é tecnicamente conhecido como deflagração, em oposição a combustão supersônica conhecida como detonação. Em armas de fogo mais antigas, o propulsor era tipicamente a pólvora negra ou a cordite, mas armas de fogo modernas usam a pólvora sem fumaça ou outros propelentes. A maioria das armas de fogo mais modernas (com a notável exceção das armas de alma lisa) tem canos estriados (ranhuras internas) para dar giro ao projétil visando dar melhor estabilidade ao voo do mesmo. É imprescindível para o funcionamento letal da arma de fogo também a munição. Partes de uma arma de fogo São partes de uma arma de fogo: - Cano ou tubo - Câmara de expansão dos gases - Culatra - Sistema de disparo ou percussão - Sistema de segurança - Sistema de mira - Cabo ou dispositivo de ancoragem - Municiador ou carregador - Tipo de ação Tipos de projéteis Os primeiros projéteis utilizados eram bolas inertes de ferro fundido ou de pedra. Então, para as armas de menor calibre eram utilizados no tiro (pequenos pedaços de ferro ou chumbo). São atualmente utilizados projéteis encapsulados em uma jaqueta contendo tanto a parte útil (o projétil), quanto a propulsão (explosão mistura) e um gatilho inicia-lo. Uma arma é compartimentada para munições definidas estritamente quanto a forma e as dimensões (calibre, tamanho e morfologia, mas também o seu soquete) e o tipo de fogo. Uma munição pode estar disponível em versões diferentes, incluindo cargas e projéteis diferentes. O conteúdo da parte útil pode variar muito dependendo do tipo de uso da arma: - metralha, - bala apontou ponta. A ponta pode ser do tipo ogival, canto- -vivo, semi-canto-vivo, ogival de ponta plana, cone truncado, semi- -ogival e de ponta oca. - bola redonda. - bala jaqueta, encamisada. - carga explosiva. - carga moldada. - carga química. - carga biológica. Tipos de armas de fogo As armas de fogo, podem ser divididas em armas de artilharia, se a operação envolve vários homens e a arma é dirigida não a um único adversário, como canhões e obuseiros e armas de fogo portáteis como pistolas, fuzis, submetralhadoras e metralhadoras onde as armas podem ser usadas e tomadas individualmente. Por definição, deve ser de um tamanho inferior a 20 mm, e pesar menos de 20 kg e ter balas de fogo inertes. Em seguida vamos acompanhar o que dispõe a Cartilha de Armamento e Tiro elaborada pelo Serviço de Armamento e Tiro da Academia Nacional de Polícia e pelo Serviço Nacional de Armas. CARTILHA DE ARMAMENTO E TIRO 1. ARMA DE FOGO 1.1. CONCEITO Dispositivo que impele um ou vários projéteis através de um cano pela pressão de gases em expansão produzidos por uma carga propelente em combustão CLASSIFICAÇÃO Quanto à alma do cano A alma é a parte oca do interior do cano de uma arma de fogo, que vai geralmente desde a culatra até a boca do cano, destinada a resistir à pressão dos gases produzidos pela combustão da pólvora e outros explosivos e a orientar o projétil. Pode ser lisa ou raiada, dependendo do tipo de munição para o qual a arma foi projetada. Alma raiada A alma é raiada quando o interior do cano tem sulcos helicoidais dispostos no eixo longitudinal, destinados a forçar o projétil a um movimento de rotação. Alma lisa É aquela isenta de raiamentos, com superfície absolutamente polida, como, por exemplo, nas espingardas. As armas de alma lisa têm um sistema redutor (choque), acoplado ao extremo do cano, que tem como finalidade controlar a dispersão dos bagos de chumbo. 11

14 Quanto ao tamanho Armas Curtas: Pistolas Modernamente podemos conceituar pistola como arma curta, raiada, portátil, semi-automática ou automática, de ação simples, ação dupla, dupla ação e híbrida, com câmara no cano, a qual utiliza o carregador como receptáculo de munição. Existem pistolas de repetição que não dispõem de carregador e cujo carregamento é feito manualmente pelo atirador. Seu nome provém de Pistoia, um velho centro de armeiros italianos. Revólveres Arma curta de alma raiada ou lisa, portátil, de repetição, na qual os cartuchos são colocados em um cilindro giratório (tambor) atrás do cano, podendo o mecanismo de disparo ser de ação simples ou dupla. Armas Longas Alma Raiada: Rifles Termo muito comum, de origem inglesa, que significa o mesmo que fuzil. Arma longa, portátil que pode ser de uso militar/policial ou desportivo; de repetição, semiautomática ou automática. Fuzil de Assalto Fuzil Militar de fogo seletivo de tamanho intermediário entre um fuzil propriamente dito e uma carabina. Carabina (Carbine) Geralmente uma versão mais curta de um fuzil de dimensões compactas, cujo cano é superior a 10 polegadas e inferior a 20 polegadas (geralmente entre 16 e 18 polegadas). Submetralhadora Também conhecida no meio Militar como metralhadora de mão, é classificada assim por possuir cano de até 10 polegadas de comprimento e utilizar cartuchos de calibres equivalentes aos das pistolas semiautomáticas. Metralhadora Arma automática, que utiliza cartuchos de calibres equivalentes ou superiores aos dos fuzis; geralmente necessita mais de uma pessoa para sua operação. Armas Longas Alma Lisa: Espingardas - Arma longa, de alma lisa, que utiliza cartuchos de projéteis múltiplos ou de caça Quanto ao sistema de carregamento Antecarga Qualquer arma de fogo que deva ser carregada pela boca do cano. Retrocarga Arma de fogo carregada pela parte de trás ou extremidade da culatra Quanto ao sistema de funcionamento Repetição Arma capaz de ser disparada mais de uma vez antes que seja necessário recarregá-la, as operações de realimentação são feitas pela ação do atirador. Pode ser equipada com carregador, tambor ou receptáculo (tubo). Semiautomático Sistema pelo qual a execução do tiro se dá pela ação do atirador (um acionamento da tecla do gatilho para cada disparo); as operações de extração, ejeção e realimentação se darão pelo reaproveitamento dos gases oriundos de cada disparo. Automático Sistema pelo qual a arma, mediante o acionamento da tecla do gatilho e enquanto esta estiver premida, atira continuamente, extraindo, ejetando e realimentando a arma até que se esgote a munição de seu carregador ou cesse a pressão sobre o gatilho. 12

15 Quanto ao sistema de acionamento CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS/Técnico Legislativo Ação simples No acionamento do gatilho apenas uma operação ocorre, o disparo; sendo que a operação de armar o conjunto de disparo já foi feita antes. Ação dupla No acionamento do gatilho ocorrem duas operações, a primeira é o armar do conjunto de disparo e a segunda é o disparo propriamente dito. Dupla ação Sistema onde se faz possível a execução do tiro tanto em ação simples, como em ação dupla. Ação híbrida A operação de armar o conjunto de disparo ocorre em duas etapas, uma antes e outra depois do disparo. 2. PARTES DA ARMA DE FOGO REVÓLVER PISTOLA 13

16 ESPINGARDA PUMP ESPINGARDA DOIS CANOS MOCHA 14

17 ESPINGARDA COMUM CARABINA DE REPETIÇÃO 15

18 RIFLE SEMIAUTOMÁTICO RIFLE DE FERROLHO (BOLT ACTION) 16

19 3. NORMAS DE SEGURANÇA 1. Somente aponte sua arma, carregada ou não, para onde pretenda atirar; 2. NUNCA engatilhe a arma se não for atirar; 3. A arma NUNCA deverá ser apontada em direção que não ofereça segurança; 4. Trate a arma de fogo como se ela SEMPRE estivesse carregada; 5. Antes de utilizar uma arma, obtenha informações sobre como manuseá-la com um instrutor credenciado; 6. Mantenha seu dedo estendido ao longo do corpo da arma até que você e esteja realmente apontando para o alvo e pronto para o disparo; 7. Ao sacar ou coldrear uma arma, faça-o SEMPRE com o dedo estendido ao longo da arma; 8. SEMPRE se certifique de que a arma esteja descarregada antes de qualquer limpeza; 9. NUNCA deixe uma arma de forma descuidada; 10. Guarde armas e munições separadamente e em locais fora do alcance de crianças; 11. NUNCA teste as travas de segurança da arma, acionando a tecla do gatilho; 12. As travas de segurança da arma são apenas dispositivos mecânicos e não substitutos do bom senso; 13. Certifique-se de que o alvo e a zona que o circunda sejam capazes de receber os impactos de disparos com a máxima segurança; 14. NUNCA atire em superfícies planas e duras ou em água, porque os projéteis podem ricochetear; 15. NUNCA pegue ou receba uma arma, com o cano apontado em sua direção; 16. SEMPRE que carregar ou descarregar uma arma, faça com o cano apontado para uma direção segura; 17. Caso a arma negue fogo, mantenha-a apontada para o alvo por alguns segundos. Em alguns casos, pode haver um retardamento de ignição do cartucho; 18. SEMPRE que entregar uma arma a alguém, entregue-a descarregada; 19. SEMPRE que pegar uma arma, verifique se ela está realmente descarregada; 20. Verifique se a munição corresponde ao tamanho e ao calibre da arma; 21. Quando a arma estiver fora do coldre e empunhada, NUN- CA a aponte para qualquer parte de seu corpo ou de outras pessoas ao seu redor, só a aponte na direção do seu alvo; 22. Revólveres desprendem lateralmente gases e alguns resíduos de chumbo na folga existente entre o cano e o tambor. Pistolas e Rifles ejetam estojos quentes lateralmente; quando estiver atirando, mantenha as mãos livres dessas zonas e as pessoas afastadas; 23. Tome cuidado com possíveis obstruções do cano da arma quando estiver atirando. Caso perceba algo de anormal com o recuo ou com o som da detonação, interrompa imediatamente os disparos, descarregue a arma e verifique cuidadosamente a existência de obstruções no cano; um projétil ou qualquer outro objeto deve ser imediatamente removido, mesmo em se tratando de lama, terra, graxa, etc., a fim de evitar danos à arma e/ou ao atirador; 24. SEMPRE utilize óculos protetores e abafadores de ruídos quando estiver atirando; 25. NUNCA modifique as características originais da arma, e nos casos onde houver a necessidade o faça através armeiro profissional qualificado; 26. NUNCA porte sua arma quando estiver sob efeito de substâncias que diminuam sua capacidade de percepção (álcool, drogas ilícitas, medicamentos); 27. NUNCA transporte ou coldreie sua arma com o cão armado; 28. Munição velha ou recarregada NÃO é confiável, podendo ser perigosa. SÃO CONSIDERADAS ARMAS DE USO PERMITIDO, CONFORME LEGISLAÇÃO EM VIGOR: 1. Armas de fogo curtas, de repetição ou semiautomáticas, cuja munição comum tenha, na saída de cano, energia de até trezentas libras-pé ou quatrocentos e sete joules e suas munições, como por exemplo os calibres: 22 LR, 25 AUTO, 32 AUTO, 32 S&W, 38 SPL e 380 auto. 2. Armas de fogo longas raiadas, de repetição ou semiautomáticas, cuja munição comum tenha, na saída de cano energia de até mil libras-pé ou mil trezentos e cinquenta e cinco joules e suas munições, como por exemplo os calibres: 22 LR, 32-22, e 44-40; 3. Armas de fogo de alma lisa, de repetição ou semiautomática, calibre 12 ou inferior, com comprimento de cano igual ou maior do que 24 polegadas ou seiscentos e de milímetros e suas munições de uso permitido; 4. Armas de pressão por ação de gás comprimido ou por ação de mola, com calibre igual ou inferior a 6 milímetros e suas munições de uso permitido; 5. Armas que tenham por finalidade dar partida em competições desportivas, que utilizem cartuchos contendo exclusivamente pólvora. 7 SEGURANÇA DE DIGNITÁRIOS. Em segurança considera-se risco qualquer evento capaz de produzir perdas ou danos, seja de ordem humana (a vida e a integridade física), ou de ordem patrimonial (englobam os bens tangíveis e intangíveis). Análise de riscos é o processo utilizado para detectar, quantificar, analisar e oferecer subsídios para priorizar o controle dos riscos que recaem sobre o patrimônio tangível ou intangível ou sobre determinada pessoa física ou jurídica. A análise de risco é uma das principais ferramentas que o gestor de segurança tem para auxiliá-lo no processo decisório a respeito de que tipo de processo será elaborado, quais serão as prioridades de ação, até que ponto compensa investir na prevenção e no controle de cada risco, que tipo de procedimento será necessário e viável, e etc. Os riscos podem ser provenientes de atos humanos, sejam eles criminosos ou não; oriundos de catástrofes naturais, que são os riscos incontroláveis; podem ser de ordem técnica, quando ocorrem determinados imprevistos, falhas técnicas ou mecânicas; ou causados por mudanças politicas, ou ainda procedentes de acidentes. 17

20 Vulnerabilidades frequentes: Rotina Improvisação Desmotivação Despreparo profissional Falta de informações Falta de interação da autoridade com o sistema de Segurança Os riscos mais comuns são: furtos, roubos, sequestros, espionagem, chantagem, sabotagem, desmoralização, incêndios, desvios, entre outros. Os riscos e ameaças geram danos e perdas, que podem afetar a área humana, a área moral e a área material. Os danos e perdas humanas ocorrem quando há agressão ou lesão físicas, podem ser causadas por acidentes, brigas, confrontos, sequestros ou atentados. Os danos e perdas de ordem moral ocorrem quando bens intangíveis são afetados, são danos morais a pessoa física ou imagem da empresa. Gestão de Proteção à autoridades É o seguimento da segurança que estabelece as estratégias necessárias para impedir, neutralizar ou no mínimo reduzir riscos de ações hostis capazes de provocarem dano a integridade física, moral ou psicológica de uma pessoa ou grupo a ser protegido. Princípios básicos - clareza e coordenação, - economia de forças, - emprego de força necessária, - flexibilidade e iniciativa, - objetividade e oportunidade, - preservação e segurança - surpresa e unidade de comando Definições básicas A Proteção de Autoridades destina-se a formar agentes de segurança de dignitários, que podem ser autoridades civis ou militares. Dignitário: É aquele que exerce cargo elevado, de alta graduação honorífica e que foi elevado a alguma dignidade. É o VIP (Very Important Person). Segurança: É uma série de medidas proporcionadas a uma autoridade que garantam, no sentido mais amplo possível, a sua integridade física. Atribuições do Serviço de Segurança: Controle e emprego dos agentes Planejamento e execução de instrução Inspeções em locais e itinerários diversos Coordenação com as Polícias Civil e Militar e outros Órgãos Serviço de Guarda Controle de bagagem Controle de correspondência Controle e verificação de alimentos Controle de equipamentos Códigos de comunicação Levantamento de dados e acompanhamentos de empregados Controle de investigações especiais Arquivo de levantamentos Atributos do Agente de Segurança: Resistência à fadiga Lealdade Honestidade Discrição Manejo de armas Coragem Dedicação Inteligência Decisão Noções de defesa pessoal Nível intelectual e cultural Experiência policial Idade entre 26 e 45 anos Classificação dos tipos de deslocamentos: a) Quanto a Missão: ROTINEIROS: deslocamentos efetuados da residência para o trabalho e vice-versa; ESPECIAIS: são aqueles realizados para atender às solenidades oficiais e as de cunho social (inaugurações, concertos, datas cívicas, jantares); INOPINADOS: são os deslocamentos não programados. b) Quanto ao Meio de Transporte: AÉREOS: quando é utilizado avião ou helicóptero; AQUÁTICOS: no caso de utilização de navios, lanches, barcos pequenos, etc. Pode ser marítimo, fluvial ou lacustre; TERRESTRES: realizado utilizando-se automóveis, ônibus e trens. c) Quanto ao sigilo: OSTENSIVOS: quando realizado com o conhecimento do público em geral, seja através da divulgação do deslocamento, seja pela fácil identificação pelos transeuntes da passagem da Autoridade; 18

É um conjunto de medidas, capazes de gerar um estado, no qual os interesses vitais de uma empresa estejam livres de interferências e perturbações

É um conjunto de medidas, capazes de gerar um estado, no qual os interesses vitais de uma empresa estejam livres de interferências e perturbações PRINCÍPIOS BÁSICOS E FUNDAMENTAIS DE SEGURANÇA PATRIMONIAL Conceitos: Segurança: E uma sensação na qual a pessoa ou empresa emprega recursos humanos capacitados agregando a isso o uso de equipamentos específicos

Leia mais

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO SECRETARIA DA HABITAÇÃO E DESENVOLVIMENTO URBANO

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO SECRETARIA DA HABITAÇÃO E DESENVOLVIMENTO URBANO PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO SECRETARIA DA HABITAÇÃO E DESENVOLVIMENTO URBANO DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO USO DE IMÓVEL - CONTRU MANUAL DE PREVENÇÃO DE COMBATE À INCÊNDIO () - 1 - ÍNDICE: 1 PREVENÇÃO

Leia mais

MANUAL DE PREVENÇÃO DE COMBATE À INCÊNDIO (CARTILHA ORIENTATIVA)

MANUAL DE PREVENÇÃO DE COMBATE À INCÊNDIO (CARTILHA ORIENTATIVA) MANUAL DE PREVENÇÃO DE COMBATE À INCÊNDIO (CARTILHA ORIENTATIVA) ÍNDICE: 1 PREVENÇÃO 1.1 Cuidados Básicos 1.2 Instalações Elétricas 1.3 Equipamentos Elétricos 1.4 Instalações de Gás 1.5 Circulação 1.6

Leia mais

2.2 A Administração do Condomínio dá ênfase às medidas preventivas, assim entendidas as seguintes:

2.2 A Administração do Condomínio dá ênfase às medidas preventivas, assim entendidas as seguintes: Fl. 01 de 06 1 Objetivo A presente Regulamentação Especial visa normalizar os procedimentos para o pessoal incumbido de prevenir ou combater um princípio de incêndio e de atuar em situações de emergência,

Leia mais

Corpo de Bombeiros. São Paulo

Corpo de Bombeiros. São Paulo Corpo de Bombeiros São Paulo ACIDENTES E INCÊNDIOS DOMÉSTICOS ADULTOS Acidentes Os acidentes domésticos são muito comuns. Mesmo com todo o cuidado, há objetos e situações que podem tornar todas as divisões

Leia mais

Proteção e combate a incêndio

Proteção e combate a incêndio Proteção e combate a incêndio Conceito de fogo Fogo é um processo químico de transformação. Podemos também defini-lo como o resultado de uma reação química que desprende luz e calor devido à combustão

Leia mais

Curso Técnico Segurança do Trabalho. Controle de Perdas e Meios de Fuga Módulo Único

Curso Técnico Segurança do Trabalho. Controle de Perdas e Meios de Fuga Módulo Único Curso Técnico Segurança do Trabalho Controle de Perdas e Meios de Fuga Módulo Único Meios de Fuga As rotas de fuga devem atender, entre outras, às seguintes condições básicas: Número de saídas O número

Leia mais

NR-23 Proteção Contra Incêndio

NR-23 Proteção Contra Incêndio NR-23 Proteção Contra Incêndio Fatores de Êxito na Prevenção de Incêndio PREPARAO PRÉVIO ESTAR EM DIA COM OS DOCUMENTOS DO BOMBEIRO; MANUTENÇÃO EM DIA; EQUIPAMENTOS ADEQUADOS AO RISCO; SINALIZAÇÃO; FAMILIARIZAÇÃO

Leia mais

NR 10 - Instalações e Serviços em Eletricidade (110.000-9)

NR 10 - Instalações e Serviços em Eletricidade (110.000-9) NR 10 - Instalações e Serviços em Eletricidade (110.000-9) 10.1. Esta Norma Regulamentadora - NR fixa as condições mínimas exigíveis para garantir a segurança dos empregados que trabalham em instalações

Leia mais

Corpo de Bombeiros. São Paulo

Corpo de Bombeiros. São Paulo Corpo de Bombeiros São Paulo EXTINTORES Fogo É uma reação química em cadeia que desprende luz e calor devido à combustão de materiais diversos. Elementos que compõe o fogo Calor Combustível Comburente

Leia mais

INSTALAÇÕES PREDIAIS DE COMBATE A INCÊNDIO

INSTALAÇÕES PREDIAIS DE COMBATE A INCÊNDIO SENHORES MANCEBOS, A PROVA REGIMENTAL REFERENTE AO SEGUNDO BIMESTRE DE 2014 TERÁ COMO CONTEÚDO OS TÓPICOS ABORDADOS NAS AULAS E O SEGUINTE COMPLEMENTO TEÓRICO: Definições: INSTALAÇÕES PREDIAIS DE COMBATE

Leia mais

Manual de instalação e operação

Manual de instalação e operação Manual de instalação e operação Central de alarme de incêndio endereçável INC 2000 Central de alarme de incêndio INC 2000 Parabéns, você acaba de adquirir um produto com a qualidade e segurança Engesul.

Leia mais

- NORMA REGULAMENTADORA Nº 23 PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS

- NORMA REGULAMENTADORA Nº 23 PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS - NORMA REGULAMENTADORA Nº 23 PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS Aprovada pela Portaria GM/MTB nº 3.214 - DOU 06/07/1978. 23.1 Todos os empregadores devem adotar medidas de prevenção de incêndios, em conformidade

Leia mais

NORMA TÉCNICA N o 16 SISTEMAS DE PROTEÇÃO POR EXTINTORES DE INCÊNDIO

NORMA TÉCNICA N o 16 SISTEMAS DE PROTEÇÃO POR EXTINTORES DE INCÊNDIO ANEXO XVI AO DECRETO N o 3.950, de 25 de janeiro de 2010. NORMA TÉCNICA N o 16 SISTEMAS DE PROTEÇÃO POR EXTINTORES DE INCÊNDIO 1. OBJETIVO Esta Norma Técnica estabelece critérios para proteção contra incêndio

Leia mais

NR 23 - PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS COMBATE AO FOGO CLASSES DE FOGO. SENAI - Carlos Eduardo do Vale Melo NR-23 PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO

NR 23 - PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS COMBATE AO FOGO CLASSES DE FOGO. SENAI - Carlos Eduardo do Vale Melo NR-23 PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO NR- PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO NR - PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS A proteção contra incêndios é uma das Normas Regulamentadoras que disciplina sobre as regras complementares de segurança e saúde no trabalho

Leia mais

A SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS NAS EDIFICAÇÕES

A SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS NAS EDIFICAÇÕES A SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS NAS EDIFICAÇÕES 1 OBJETIVOS DO PROJETO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO A proteção da vida humana A proteção do patrimônio A continuidade do processo produtivo 2 O CÍRCULO DE PROTEÇÃO

Leia mais

INFORMATIVO DE PREVENÇÃO DE RISCOS

INFORMATIVO DE PREVENÇÃO DE RISCOS INFORMATIVO DE PREVENÇÃO DE RISCOS LIBERTY RESTAURANTES E BARES ncêndios em bares, restaurantes e cozinhas industriais podem parecer raros, mas acontecem com mais frequência do que se possa imaginar. É

Leia mais

Prof.Dr. Wyser José Yamakami

Prof.Dr. Wyser José Yamakami Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho - Campus Ilha Solteira-SP SP Prof.Dr. Wyser José Yamakami Introdução a Engenharia de Segurança: Capítulo 8 Prevenção de Incêndios 8.1 - INTRODUÇÃO

Leia mais

TREINAMENTO INTEGRAÇÃO MÓDULO 5

TREINAMENTO INTEGRAÇÃO MÓDULO 5 MÓDULO 5 1 PREVENÇÃO A INCÊNDIO 2 QUÍMICA DO FOGO 3 CLASSES DE INCÊNDIO 4 EXTINTORES PORTÁTEIS 5 PLANO DE EMERGÊNCIA PREVENÇÃO A INCÊNDIO Na PETROBRAS DISTRIBUIDORA S.A., só será permitido fumar em locais

Leia mais

INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 16 2ª EDIÇÃO

INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 16 2ª EDIÇÃO INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 16 2ª EDIÇÃO SISTEMA DE PROTEÇÃO POR EXTINTORES DE INCÊNDIO SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Referências normativas 4 Definições 5 Generalidades 6 Características e critérios para

Leia mais

IT - 16 SISTEMA DE PROTEÇÃO POR EXTINTORES DE INCÊNDIO

IT - 16 SISTEMA DE PROTEÇÃO POR EXTINTORES DE INCÊNDIO IT - 16 SISTEMA DE PROTEÇÃO POR EXTINTORES DE INCÊNDIO SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Referências Normativas 4 Definições 5 Generalidades gerais 6- Procedimentos 7 Certificação e validade/garantia INSTRUÇÃO

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº.

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº. SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº. 35/2011 Túnel rodoviário SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Referências

Leia mais

Para aprendermos a combater o fogo, precisamos conhecê-lo muito bem. Fogo - É uma reação em cadeia de três elementos que produz luz e calor.

Para aprendermos a combater o fogo, precisamos conhecê-lo muito bem. Fogo - É uma reação em cadeia de três elementos que produz luz e calor. COMBATE A INCÊNDIO 116 1 Combate a incêndio Para aprendermos a combater o fogo, precisamos conhecê-lo muito bem. Fogo - É uma reação em cadeia de três elementos que produz luz e calor. Os três elementos

Leia mais

SISTEMAS PREDIAIS II. Segurança contra Incêndio - Detecção e Alarme

SISTEMAS PREDIAIS II. Segurança contra Incêndio - Detecção e Alarme PCC-2466 SISTEMAS PREDIAIS II Segurança contra Incêndio - Detecção e Alarme Sistema de Detecção e Alarme de Incêndio Definição da Norma NBR 9441/98 Sistema constituído pelo conjunto de elementos planejadamente

Leia mais

Prevenção de Acidentes com GLP.

Prevenção de Acidentes com GLP. Prevenção de Acidentes com GLP. Data de Publicação: 06/03/2008 Convidamos o nosso visitante, a ler e responder as perguntas abaixo. Ao término desta visita temos a certeza que um dia estas informações

Leia mais

Corpo de Bombeiros. São Paulo

Corpo de Bombeiros. São Paulo Corpo de Bombeiros São Paulo ACIDENTES E INCÊNDIOS DOMÉSTICOS ADULTOS E IDOSOS Acidentes Os acidentes domésticos são muito comuns. Mesmo com todo o cuidado, há objetos e situações que podem tornar todas

Leia mais

PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO

PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO DEFINIÇÃO DO FOGO O FOGO É UMA REAÇÃO QUIMICA QUE LIBERA LUZ E CALOR. PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO 193 QUAL É O NUMERO DO CORPO DE BOMBEIROS?

Leia mais

Incêndio é fogo! Durante muitos séculos, a humanidade dependeu. Nossa aula. O que é o fogo

Incêndio é fogo! Durante muitos séculos, a humanidade dependeu. Nossa aula. O que é o fogo A U A UL LA Incêndio é fogo! Introdução Durante muitos séculos, a humanidade dependeu de fenômenos naturais, como as descargas elétricas sob a forma de raios, por exemplo, para obter o fogo. Com o tempo,

Leia mais

NORMA TÉCNICA DO CORPO DE BOMBEIROS Nº 18/2015 SISTEMA DE PROTEÇÃO POR EXTINTORES DE INCÊNDIO - PROPOSTA

NORMA TÉCNICA DO CORPO DE BOMBEIROS Nº 18/2015 SISTEMA DE PROTEÇÃO POR EXTINTORES DE INCÊNDIO - PROPOSTA ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO E SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DIRETORIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO NORMA TÉCNICA DO CORPO DE BOMBEIROS Nº 18/2015 SISTEMA DE PROTEÇÃO

Leia mais

FORMULÁRIO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO PROJETO TÉCNICO

FORMULÁRIO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO PROJETO TÉCNICO ESTADO DA PARAÍBA SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA E DA DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DIRETORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS DAT/1 SEÇÃO DE ANÁLISE DE PROJETOS FORMULÁRIO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO

Leia mais

INTRODUÇÃO TEORIA DO FOGO. Conceito de Fogo. Elementos que compõem o fogo. Combustível. Sólidos

INTRODUÇÃO TEORIA DO FOGO. Conceito de Fogo. Elementos que compõem o fogo. Combustível. Sólidos INTRODUÇÃO A Proteção Contra Incêndio é um assunto um pouco mais complexo do que possa parecer. A primeira vista, imagina-se que ela é composta pelos equipamentos de combate à incêndio fixados nas edificações,

Leia mais

NORMA TÉCNICA N o 25 MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO EM SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS

NORMA TÉCNICA N o 25 MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO EM SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS ANEXO XXV AO DECRETO N o 3.950, de 25 de janeiro de 2010. NORMA TÉCNICA N o 25 MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO EM SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS 1. OBJETIVO Esta Norma Técnica estabelece as medidas de segurança

Leia mais

MANUAL TÉCNICO DA CENTRAL E DO SISTEMA DE DETECÇÃO E ALARME DE INCÊNDIO

MANUAL TÉCNICO DA CENTRAL E DO SISTEMA DE DETECÇÃO E ALARME DE INCÊNDIO MANUAL TÉCNICO DA CENTRAL E DO SISTEMA DE DETECÇÃO E ALARME DE INCÊNDIO A EQUIPEL assegura ao proprietário deste aparelho garantia de 01 ano contra qualquer defeito de peça ou de fabricação desde que,

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 04/2011

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 04/2011 Instrução Técnica nº 04/2011 - Símbolos gráficos para projeto de segurança contra incêndio 149 SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO Corpo de Bombeiros

Leia mais

Símbolos Gráficos Para Projeto de Segurança Contra Incêndio

Símbolos Gráficos Para Projeto de Segurança Contra Incêndio Outubro 2011 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 004 Símbolos Gráficos Para Projeto de Segurança Contra Incêndio CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 01 Norma de Procedimento Técnico 17 páginas SUMÁRIO 1 Objetivo

Leia mais

BRIGADA DE INCÊNDIO ORGANIZAÇÃO DA BRIGADA DE INCÊNDIO

BRIGADA DE INCÊNDIO ORGANIZAÇÃO DA BRIGADA DE INCÊNDIO BRIGADA DE INCÊNDIO Brigada de Incêndio: É um grupo organizado de pessoas voluntárias ou não, treinadas e capacitadas para atuarem dentro de uma área previamente estabelecida na prevenção, abandono e combate

Leia mais

Princípios de combate ao fogo

Princípios de combate ao fogo Princípios de combate ao fogo Mauricio Vidal de Carvalho Entende-se por fogo o efeito da reação química de um material combustível com desprendimento de luz e calor em forma de chama. Grande parte das

Leia mais

Segurança em edificações existentes construídas há mais de 15 anos. Eng. Valdemir Romero

Segurança em edificações existentes construídas há mais de 15 anos. Eng. Valdemir Romero Segurança em edificações existentes construídas há mais de 15 anos Eng. Valdemir Romero Agenda Objetivos Ações propostas Justificativas Riscos Agenda Objetivos Ações propostas Justificativas Riscos Segurança

Leia mais

NR 23 - NORMA REGULAMENTADORA 23 PROTEÇÃO CONTRA INCENDIOS

NR 23 - NORMA REGULAMENTADORA 23 PROTEÇÃO CONTRA INCENDIOS NR 23 - NORMA REGULAMENTADORA 23 PROTEÇÃO CONTRA INCENDIOS 23.1 Disposições gerais. 23.1.1 Todas as empresas deverão possuir: a) proteção contra incêndio; b) saídas suficientes para a rápida retirada do

Leia mais

DICAS PARA REDUÇÃO DO CONSUMO DE ENERGIA ELÉTRICA EM CASA

DICAS PARA REDUÇÃO DO CONSUMO DE ENERGIA ELÉTRICA EM CASA DICAS PARA REDUÇÃO DO CONSUMO DE ENERGIA ELÉTRICA EM CASA SELO PROCEL Prefira equipamentos com SELO PROCEL, e/ou consumo A de consumo de energia. GELADEIRA Evitar abrir a porta toda hora. Regular o termostato

Leia mais

Prevenção Contra Acidentes e Incêndios.

Prevenção Contra Acidentes e Incêndios. Prevenção Contra Acidentes e Incêndios. Numa escala crescente de 1 a 4, que mede o grau de riscos no trabalho, os condomínios enquadram-se no nível 2. Os funcionários de condomínios estão expostos a agentes

Leia mais

NR 23 - Proteção Contra Incêndios (123.000-0) b) saídas suficientes para a rápida retirada do pessoal em serviço, em caso de incêndio;

NR 23 - Proteção Contra Incêndios (123.000-0) b) saídas suficientes para a rápida retirada do pessoal em serviço, em caso de incêndio; 3.1 Disposições gerais. 3.1.1 Todas as empresas deverão possuir: NR 3 - Proteção Contra Incêndios (13.000-0) a) proteção contra incêndio; b) saídas suficientes para a rápida retirada do pessoal em serviço,

Leia mais

Manual de instruções RECICLADOR AUTOMOTIVO RECIGASES. Desenvolvido por:

Manual de instruções RECICLADOR AUTOMOTIVO RECIGASES. Desenvolvido por: Manual de instruções RECICLADOR AUTOMOTIVO RECIGASES Desenvolvido por: Índice 1. INTRODUÇÃO... 3 2. FUNÇÕES BÁSICAS... 4 3. PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS... 5 4. CONDIÇÕES DE SEGURANÇA... 7 5. COMPONENTES

Leia mais

SEGURANÇA E PREVENÇÃO CONTRA INCENDIOS

SEGURANÇA E PREVENÇÃO CONTRA INCENDIOS SEGURANÇA E PREVENÇÃO CONTRA INCENDIOS SEGURANÇA DO TRABALHO E BOMBEIROS UNIFESP GUARULHOS 2013/2014 Prezad@s companheiros de atividades, UNIFESP GUARULHOS A notícia que correu o mundo neste inicio de

Leia mais

DODF Nº 237 14 de dezembro de 2000 CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL PORTARIA Nº 49/2000-CBMDF, DE 7 DE DEZEMBRO DE 2000

DODF Nº 237 14 de dezembro de 2000 CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL PORTARIA Nº 49/2000-CBMDF, DE 7 DE DEZEMBRO DE 2000 DODF Nº 237 14 de dezembro de 2000 CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL PORTARIA Nº 49/2000-CBMDF, DE 7 DE DEZEMBRO DE 2000 Aprova a Norma Técnica nº 004/2000-CBMDF, sobre o Sistema de Proteção

Leia mais

ENDEREÇO: Estrada de Itapecerica Nº 2.100.

ENDEREÇO: Estrada de Itapecerica Nº 2.100. PARECER TÉCNICO DAS ANOMALIAS ENCONTRADAS NA EDIFICAÇÃO DE GARANTIA POR PARTE DA CONSTRUTORA. 1ªPARTE TORRES 1 a 3. CONDOMÍNIO: Brink Condomínio Clube. ENDEREÇO: Estrada de Itapecerica Nº 2.100. CIDADE/UF:

Leia mais

Incêndios e Explosões Baseado no original do Instituto Nacional de Seguridad e Higiene en el Trabajo - da Espanha) - www.mtas.

Incêndios e Explosões Baseado no original do Instituto Nacional de Seguridad e Higiene en el Trabajo - da Espanha) - www.mtas. Incêndios e Explosões Baseado no original do Instituto Nacional de Seguridad e Higiene en el Trabajo - da Espanha) - www.mtas.es/insht/ INTRODUÇÃO Os incêndios e explosões, ainda que representem uma porcentagem

Leia mais

NBR5410 SOB O PONTO DE VISTA DA SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO. Ivan Faccinetto Bottger www.firesafetybrasil.com

NBR5410 SOB O PONTO DE VISTA DA SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO. Ivan Faccinetto Bottger www.firesafetybrasil.com NBR5410 SOB O PONTO DE VISTA DA SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO Ivan Faccinetto Bottger www.firesafetybrasil.com PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DA NBR5410 As instalações elétricas devem ser concebidas e construídas

Leia mais

ANEXO XVII PLANO DE MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS E EDIFICAÇÕES

ANEXO XVII PLANO DE MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS E EDIFICAÇÕES ANEXO XVII PLANO DE MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS E EDIFICAÇÕES Complexo Esportivo de Deodoro Edital 1.10 1. Instalações Hidráulicas e Sanitárias Os serviços de manutenção de instalações hidráulicas e sanitárias,

Leia mais

CORPO DE BOMBEIROS MILITAR Vidas alheias, riquezas a salvar

CORPO DE BOMBEIROS MILITAR Vidas alheias, riquezas a salvar CORPO DE BOMBEIROS MILITAR Vidas alheias, riquezas a salvar COMBATE A INCÊNDIOS E EXTINTORES Apresentação: 1º Sgt Evandro de Mello do Amaral FATORES DE ÊXITO NA PREVENÇÃO DE INCÊNDIOS Estar em dia com

Leia mais

Incêndio: Objetivos de Projeto

Incêndio: Objetivos de Projeto OBJETIVO GERAL Incêndio: Objetivos de Projeto Criar dispositivos capazes de detectar, informar onde iniciou e debelar com presteza um incêndio, evitando danos materiais e perdas de vidas. NORMAS QUE DEVEM

Leia mais

Material do curso PPRA EXPERT Apostila do aluno

Material do curso PPRA EXPERT Apostila do aluno PPRA MANUAL PRÁTICO PARA ELABORAÇÃO FORMULÁRIO PARA RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS Material do curso PPRA EXPERT Apostila do aluno RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS Esse Formulário deve ser aplicado

Leia mais

INFORMATIVO DE PRODUTO

INFORMATIVO DE PRODUTO Central de Iluminação de Emergência 12 V(cc), 20 A, com Capacidade de 240 W. Código AFB240 A central de iluminação de emergência é alimentada pela rede elétrica predial (110 ou 220 volts) e também possui

Leia mais

Estado do Rio Grande do Sul PREFEITURA MUNICIPAL DE PELOTAS S.A.F.- DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS E PATRIMÔNIO 1/5 ANEXO I

Estado do Rio Grande do Sul PREFEITURA MUNICIPAL DE PELOTAS S.A.F.- DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS E PATRIMÔNIO 1/5 ANEXO I S.A.F.- DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS E PATRIMÔNIO 1/5 ANEXO I MEMORIAL TÉCNICO DESCRITIVO CENTRAIS DE ALARMES O presente memorial tem por objetivo descrever as instalações do sistema de proteção

Leia mais

Segurança contra Incêndio em Edificações. Medidas de Proteção Ativa

Segurança contra Incêndio em Edificações. Medidas de Proteção Ativa Segurança contra Incêndio em Edificações Medidas de Proteção Ativa Arq. Marcos Vargas Valentin 1 Medidas de Proteção Ativa Instalações Elétricas Prediais : Iluminação de emergência Alarme manual (acionadores

Leia mais

Operação e Regras de segurança...01. Manutenção Geral...02. Lubrificação de motores...03. Limpeza...04. Armazenamento...05. Identificando falhas...

Operação e Regras de segurança...01. Manutenção Geral...02. Lubrificação de motores...03. Limpeza...04. Armazenamento...05. Identificando falhas... Índice Operação e Regras de segurança...01 Manutenção Geral...02 Lubrificação de motores...03 Limpeza...04 Armazenamento...05 Identificando falhas...06 Certificado de Garantia...07 Operando seu gerador

Leia mais

NR 23 - PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS

NR 23 - PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS NR 3 - PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS 3. Disposições gerais. 3.. Todas as empresas deverão possuir: a) proteção contra incêndio; b) saídas suficientes para a rápida retirada do pessoal em serviço, em caso de

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO RIO GRANDE DO SUL SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL ÓRGÃO DE FISCALIZAÇÃO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA

CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO RIO GRANDE DO SUL SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL ÓRGÃO DE FISCALIZAÇÃO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO RIO GRANDE DO SUL SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL ÓRGÃO DE FISCALIZAÇÃO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA Rua São Luis nº 77 - Fone: (51) 3320.2100-90620 170 - Porto Alegre

Leia mais

Manual do usuário. Central de alarme de incêndio Slim

Manual do usuário. Central de alarme de incêndio Slim Manual do usuário Central de alarme de incêndio Slim Central de alarme de incêndio Slim Parabéns, você acaba de adquirir um produto com a qualidade e segurança Engesul. Este manual é válido apenas para

Leia mais

Proprietário Página 1 de 6

Proprietário Página 1 de 6 MEMORIAL DESCRITIVO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO ACOPIARA PREFEITURA MUNICIPAL DE ACOPIARA(CE) DATA 10/11/2011 MEMORIAL DESCRITIVO E JUSTIFICATIVO DE CÁLCULO DO PROJETO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO

Leia mais

ATENÇÃO INFORMAÇÕES SOBRE A GARANTIA

ATENÇÃO INFORMAÇÕES SOBRE A GARANTIA ATENÇÃO INFORMAÇÕES SOBRE A GARANTIA Motor vertical 2 tempos LER O MANUAL DO PROPRIETÁRIO. TRABALHE SEMPRE COM ROTAÇÃO CONSTANTE, NO MÁXIMO 3.600 RPM EVITE ACELERAR E DESACELERAR O EQUIPAMENTO. NÃO TRABALHE

Leia mais

RESOLUÇÃO TÉCNICA CBMRS Nº 14 EXTINTORES DE INCÊNDIO 2014

RESOLUÇÃO TÉCNICA CBMRS Nº 14 EXTINTORES DE INCÊNDIO 2014 ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA COMANDO DO CORPO DE BOMBEIROS DIVISÃO TÉCNICA DE PREVENÇÃO DE INCÊNDIO E INVESTIGAÇÃO RESOLUÇÃO TÉCNICA CBMRS Nº 14 EXTINTORES DE INCÊNDIO 2014

Leia mais

ECOM EMPRESA DE CONSTRUÇÕES, CONSULTORIA E MEIO AMBIENTE LTDA

ECOM EMPRESA DE CONSTRUÇÕES, CONSULTORIA E MEIO AMBIENTE LTDA MEMORIAL DESCRITIVO DO PROJETO DE INSTALAÇÕES DE PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO 1. GENERALIDADES O sistema de proteção proposto busca satisfazer as condições mínimas de segurança preconizadas pela

Leia mais

:: Introdução :: A parceria que deu certo. :: Escolhendo seu fogão novo ::

:: Introdução :: A parceria que deu certo. :: Escolhendo seu fogão novo :: :: Introdução :: No dia-a-dia, em muitas ocasições, sem perceber, desperdiçamos água, alimentos, luz, gás, gasolina e outros produtos necessários para o nosso bem-estar por simples falta de consciência

Leia mais

SEGURANÇA COM GÁS LIQUEFEITO DE PETRÓLEO - GLP. Fernando Vieira Sobrinho Fundacentro/SP

SEGURANÇA COM GÁS LIQUEFEITO DE PETRÓLEO - GLP. Fernando Vieira Sobrinho Fundacentro/SP SEGURANÇA COM GÁS LIQUEFEITO DE PETRÓLEO - GLP Fernando Vieira Sobrinho Fundacentro/SP O GLP é basicamente uma mistura de propano e butano e sua composição é função de disponibilidade dos gases nas refinarias.

Leia mais

Motocicleta Elétrica para Crianças TF-840

Motocicleta Elétrica para Crianças TF-840 Motocicleta Elétrica para Crianças TF-840 Manual para Instalação e Operação Design de simulação de motocicleta Funções para frente e para trás Função de reprodução de música na parte frontal O produto

Leia mais

Prevenção e Combate a Incêndios

Prevenção e Combate a Incêndios Prevenção e Combate a Incêndios Fogo É uma forma de combustão Combustão É uma forma de oxidação Incêndio É um acidente provocado pelo fogo Analogias Geométricas do Fogo Triângulo do Fogo Tetraedro do Fogo

Leia mais

Rua do Imperador D. Pedro II, 473, Edf. Promotor de Justiça Roberto Lyra Santo Antônio, Recife, PE CEP: 50010-240, Tel (81) 3303 1259 (81) 3303 1279

Rua do Imperador D. Pedro II, 473, Edf. Promotor de Justiça Roberto Lyra Santo Antônio, Recife, PE CEP: 50010-240, Tel (81) 3303 1259 (81) 3303 1279 PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA Aguinaldo Fenelon de Barros SUBPROCURADORA-GERAL EM ASSUNTOS INSTITUCIONAIS Maria Helena Nunes Lyra SUBPROCURADORA-GERAL EM ASSUNTOS ADMINISTRATIVOS Lais Coelho Teixeira Cavalcanti

Leia mais

ECV 5644 Instalações II

ECV 5644 Instalações II SISTEMA DE GÁS CENTRALIZADO Fonte: ETFSC Este Sistema também é conhecido como SISTEMA DE GÁS COMBUSTIVEL CENTRALIZADO, é constituído basicamente das seguintes instalações: 1. Central de Gás (Central de

Leia mais

NR 18 - CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO

NR 18 - CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO NR 18 - CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO 1 Definição ANEXO I (Incluído pela Portaria SIT n.º 15, de 03 de julho de 2007) ANEXO IV PLATAFORMAS DE TRABALHO AÉREO (Alterado

Leia mais

Instrução Técnica nº 43/2011 - Adaptação às normas de segurança contra incêndio edificações existentes 779

Instrução Técnica nº 43/2011 - Adaptação às normas de segurança contra incêndio edificações existentes 779 Instrução Técnica nº 43/2011 - Adaptação às normas de segurança contra incêndio edificações existentes 779 SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO

Leia mais

Memorial Descritivo CHUVEIROS AUTOMÁTICOS

Memorial Descritivo CHUVEIROS AUTOMÁTICOS 1/8 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO AMAPÁ DIVISÃO DE SERVIÇOS TÉCNICOS SEÇÃO DE ANÁLISE DE PROJETOS 1. Normas de referência: NBR 10.897-ABNT 1.1. Outras normas: 2. Nome

Leia mais

Estudo técnico. Melhores práticas para monitoramento de gás em cozinhas comerciais

Estudo técnico. Melhores práticas para monitoramento de gás em cozinhas comerciais Estudo técnico Melhores práticas para monitoramento de gás em cozinhas comerciais Aumento da segurança da cozinha através da monitoração de gás estratégica Visão geral Cozinhas comerciais são uma das áreas

Leia mais

Fire Prevention STANDARD. LME-12:001905 Upt Rev A

Fire Prevention STANDARD. LME-12:001905 Upt Rev A STANDARD LME-12:001905 Upt Rev A Índice 1 Introdução... 3 2 Requisitos... 3 3 Normas de Operação Segura... 4 3.1 Procedimentos de Evacuação em Incêndio... 4 3.2 Caminhos de Escape Designados... 4 3.3 Pontos

Leia mais

Sistemas de Supressão de Fogo em Veículos Especiais Departamento Técnico da GIFEL Engenharia de Incêndios

Sistemas de Supressão de Fogo em Veículos Especiais Departamento Técnico da GIFEL Engenharia de Incêndios Sistemas de Supressão de Fogo em Veículos Especiais Departamento Técnico da GIFEL Engenharia de Incêndios Antes da introdução de sistemas de supressão de fogo em veículos especiais na indústria de mineração,

Leia mais

SENSOR DE GÁS SEM FIO STK 846 SENSOR DE VAZAMENTO DE GÁS SEM FIO STK

SENSOR DE GÁS SEM FIO STK 846 SENSOR DE VAZAMENTO DE GÁS SEM FIO STK SENSOR DE VAZAMENTO DE GÁS SEM FIO STK 846 www.samtek.com.br Agradecemos a sua preferência por nossos produtos. Nossos produtos possuem vários certificados nacionais e internacionais sendo projetados de

Leia mais

Apostila Básica sobre Alarmes Residenciais

Apostila Básica sobre Alarmes Residenciais Apostila Básica sobre Alarmes Residenciais Luiz Bertini - 1 - - 2 - Apostila Básica sobre Alarmes Residenciais O objetivo desta apostila é apresentar alguns conhecimentos para quem já conhece um pouco

Leia mais

REFORMA SALA DO NÚCLEO DE SEGURANÇA PROJETO PREVENTIVO CONTRA INCÊNDIO

REFORMA SALA DO NÚCLEO DE SEGURANÇA PROJETO PREVENTIVO CONTRA INCÊNDIO REFORMA SALA DO NÚCLEO DE SEGURANÇA MEMORIAL DESCRITIVO PROJETO PREVENTIVO CONTRA INCÊNDIO Responsabilidade e Compromisso com o Meio Ambiente 2 110766_MEMPCI_REFORMA_SALA_MOTORISTAS_R00 MEMORIAL DESCRITIVO

Leia mais

LEIA TODO O CONTEÚDO DESTE MANUAL ANTES DE INICIAR A INSTALAÇÃO

LEIA TODO O CONTEÚDO DESTE MANUAL ANTES DE INICIAR A INSTALAÇÃO ELETRIFICADOR DE CERCA EC- rural MANUAL DE INSTALAÇÃO E OPERAÇÃO LEIA TODO O CONTEÚDO DESTE MANUAL ANTES DE INICIAR A INSTALAÇÃO Esta página foi intencionalmente deixada em branco. CUIDADOS NA INSTALAÇÃO

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES

MANUAL DE INSTRUÇÕES MANUAL DE INSTRUÇÕES Linha de Fornos a gás Modelos: S651/S652/S653/S656/S657/S658/S660/S661/S662/ S665/S666/S667/S670/S671/S672/S675/S676/S677 ATENÇÃO! - Leia e siga rigorosamente as instruções deste manual

Leia mais

PORTARIA DNC Nº 27, DE 16.9.1996 - DOU 17.9.1996

PORTARIA DNC Nº 27, DE 16.9.1996 - DOU 17.9.1996 PORTARIA DNC Nº 27, DE 16.9.1996 - DOU 17.9.1996 Estabelece condições mínimas de segurança das instalações de armazenamento de recipientes transportáveis de GLP. O DIRETOR DO DEPARTAMENTO NACIONAL DE COMBUSTÍVEIS,

Leia mais

Manual de Instruções. Aquecedor de Ambiente Halógeno. Modelo: MA - 012 H. Versão 191212. www.martau.com.br SAC: 0800 51 7546. ATENÇÃO: Não Cobrir

Manual de Instruções. Aquecedor de Ambiente Halógeno. Modelo: MA - 012 H. Versão 191212. www.martau.com.br SAC: 0800 51 7546. ATENÇÃO: Não Cobrir ATENÇÃO: Não Cobrir www.martau.com.br SAC: 0800 5 7546 Versão 922 Aquecedor de Ambiente Halógeno Modelo: MA - 02 H Anotações Índice - Introdução...4 2 - Recomendações de segurança...5 2. - Símbolos e

Leia mais

GRUPO NOVO BRASIL LINHA DE PRODUTOS 01/2002-REV.00

GRUPO NOVO BRASIL LINHA DE PRODUTOS 01/2002-REV.00 UNID ABRIGOS PARA HIDRANTES E MANGUEIRAS DE INCENDIO Medidas Padrão: Caixa de embutir com moldura removível: 50 x 70 x 25 (cm); Predial / Industrial 75 x 45 x 17 (cm);. Predial / Industrial Caixa externa

Leia mais

SEGURANÇA na UTILIZAÇÃO de SEGURANÇA NA UTILIZAÇÃO DE PONTES ROLANTES

SEGURANÇA na UTILIZAÇÃO de SEGURANÇA NA UTILIZAÇÃO DE PONTES ROLANTES SEGURANÇA na UTILIZAÇÃO de Objetivos Sensibilizar os operadores de Ponte Rolante quanto à necessidade de neutralizar ao máximo a possibilidade de ocorrência de acidentes. Adotar procedimentos de rotina,

Leia mais

Instrução Técnica nº 15/2011 - Controle de fumaça Parte 2 Conceitos, definições e componentes do sistema 323

Instrução Técnica nº 15/2011 - Controle de fumaça Parte 2 Conceitos, definições e componentes do sistema 323 Instrução Técnica nº 15/2011 - Controle de fumaça Parte 2 Conceitos, definições e componentes do sistema 323 SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO

Leia mais

GESMS. Gerência de Engenharia, Saúde, Meio Ambiente e Segurança. Prevencionista da SMS EM OBRAS

GESMS. Gerência de Engenharia, Saúde, Meio Ambiente e Segurança. Prevencionista da SMS EM OBRAS Análise Prevencionista da Tarefa - APT SMS EM OBRAS INTRODUÇÃO Nos slides a seguir, estamos divulgando a APT que é uma ferramenta que complementa a AST, analisando o passo a passo e pontos de atenção das

Leia mais

O bom funcionamento de um Grupo Gerador depende fundamentalmente de sua instalação.

O bom funcionamento de um Grupo Gerador depende fundamentalmente de sua instalação. INSTALAÇÃO DE GRUPO MOTOR GERADOR INTRODUÇÃO O bom funcionamento de um Grupo Gerador depende fundamentalmente de sua instalação. Se o Grupo Gerador for instalado dentro dos parâmetros recomendados e se

Leia mais

SENSOR STK 817 SENSOR DE VAZAMENTO DE GÁS STK 817. www.samtek.com.br SAMTEK

SENSOR STK 817 SENSOR DE VAZAMENTO DE GÁS STK 817. www.samtek.com.br SAMTEK SENSOR DE VAZAMENTO DE GÁS STK 817 www.samtek.com.br Agradecemos a sua preferência por nossos produtos. Nossos produtos possuem vários certificados nacionais e internacionais sendo projetados de modo a

Leia mais

Manual do Usuário. Climatizador de Ar

Manual do Usuário. Climatizador de Ar Climatizador de Ar SUMÁRIO TERMO DE GARANTIA...03 PRECAUÇÕES DE SEGURANÇA...04 INFORMAÇÕES IMPORTANTES...05 VISTA GERAL DO APARELHO...06 PAINEL DE CONTROLE KC05LFM...07 RETIRADA E LIMPEZA DO FILTRO...08

Leia mais

DECRETO Nº 37.380, DE 28 DE ABRIL DE 1997. *(Com as Alterações Introduzidas pelo Decreto nº 38.273/98, pub. DOE 10.03.98)

DECRETO Nº 37.380, DE 28 DE ABRIL DE 1997. *(Com as Alterações Introduzidas pelo Decreto nº 38.273/98, pub. DOE 10.03.98) 1 de 7 05/02/2013 11:03 DECRETO Nº 37.380, DE 28 DE ABRIL DE 1997. *(Com as Alterações Introduzidas pelo Decreto nº 38.273/98, pub. DOE 10.03.98) Aprova as Normas Técnicas de Prevenção de Incêndios e determina

Leia mais

SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL. Indústria da Panificação

SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL. Indústria da Panificação SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL Indústria da Panificação PROGRAMAÇÃO: Palestra Segurança Geral - SESI - Segurança do Trabalho; - Riscos Ambientais e Acidentes do Trabalho; - PPRA/PCMSO; - Normas regulamentadoras;

Leia mais

Caldeira de Recuperação Guaíba 1 CMPC Celulose Riograndense. Mesa Redonda sobre Procedimento Seguro de Limpeza de Bicas e Vigias de Ar Primário

Caldeira de Recuperação Guaíba 1 CMPC Celulose Riograndense. Mesa Redonda sobre Procedimento Seguro de Limpeza de Bicas e Vigias de Ar Primário Caldeira de Recuperação Guaíba 1 CMPC Celulose Riograndense Mesa Redonda sobre Procedimento Seguro de Limpeza de Bicas e Vigias de Ar Primário Caldeira de Recuperação Tecnologia: B&W; Capacidade: 1.950

Leia mais

Instalações Prediais. Manutenção

Instalações Prediais. Manutenção Instalações Prediais Manutenção Legislação Leis nº 10.199/86 e 8382/76 Certificado de manutenção dos sistemas de segurança contra incêndio Lei nº 13.214, de 22 de novembro de 2001. Obrigatoriedade de instalação

Leia mais

Oar contém uma quantidade variável de vapor de água, que determina o grau de umidade de um

Oar contém uma quantidade variável de vapor de água, que determina o grau de umidade de um Algumas noções sobre a umidade relativa do ar Oar contém uma quantidade variável de vapor de água, que determina o grau de umidade de um ambiente. A capacidade do ar de reter vapor de água é tanto maior

Leia mais

A empresa se reserva no direito de fazer alterações sem prévio aviso. Produto produzido por Eletroppar - CNPJ. 02.748.434/0001-08

A empresa se reserva no direito de fazer alterações sem prévio aviso. Produto produzido por Eletroppar - CNPJ. 02.748.434/0001-08 As imagens deste manual são meramente ilustrativas. A empresa se reserva no direito de fazer alterações sem prévio aviso. Produto produzido por Eletroppar - CNPJ. 02.748.434/0001-08 P27130 - Rev. 1 1 Índice

Leia mais

NR-23 PROTEÇÃO CONTRA INCÊNCIO

NR-23 PROTEÇÃO CONTRA INCÊNCIO NR-23 PROTEÇÃO CONTRA INCÊNCIO DADOS DA INSPEÇÃO Órgão Responsável pelo Estabelecimento Endereço CNAE Inspetor (es) Estabelecimento Contato Numero de Servidores Referências técnicas (Além desta NR) Acompanhante

Leia mais

FTST Formação Técnica em Segurança do Trabalho. Módulo: Prevenção e Combate a Incêndios - Aula 05 Prof.º Rogério Mota

FTST Formação Técnica em Segurança do Trabalho. Módulo: Prevenção e Combate a Incêndios - Aula 05 Prof.º Rogério Mota FTST Formação Técnica em Segurança do Trabalho Módulo: Prevenção e Combate a Incêndios - Aula 05 Prof.º Rogério Mota COMPETÊNCIA QUE TRABALHAREMOS NESTE MÓDULO Identificar os equipamentos de combate ao

Leia mais