Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "http://www.bovespa.com.br/investidor/juridico/070413nota.asp"

Transcrição

1 Página 1 de 6 Página Inicial Legislação do Mercado Jurisprudência Tributação do Mercado Regulamentação da Bolsa Câmara de Arbitragem Notícias e Entrevistas Artigos Indicação de Leitura O Poder Judiciário BOVESPA Vai ao Judiciário Links Fale Conosco Espaço Jurídico - Notícias Em adaptação Questão jurídica pode levar Fundo à posição de controlador Com recursos para investir em empresas em desenvolvimento, tradicionalmente, os Fundos de Private Equity ingressam como acionistas minoritários nestas companhias. No entanto, com receio de não conseguir exercer os mecanismos de saída da sociedade, previstos em contrato, e depois terem que responder por uma administração na qual não tiveram poder efetivo, alguns têm optado por figurar como controlador. O comportamento é excepcional e o mercado espera que haja uma melhor compreensão das regras desta relação. Por Andréa Háfez O chamado capital de risco _ Venture Capital e Private Equity _ entra cada vez com mais intensidade no mercado brasileiro. A expectativa é de que neste ano de 2007 possa atingir a cifra de US$ 2 bilhões, segundo as estimativas da ABVCAP (Associação Brasileira de Private Equity e Venture Capital). Estes recursos ingressam por meio da compra de participações em empresas, com potencial de desenvolvimento, pelos Fundos de Investimentos em Participações (FIPs), o formato dado no mercado brasileiro aos Fundos de Private Equity e de Venture Capital. Ampliar o relacionamento com a comunidade jurídica, mostrando a importância do mercado de capitais para o desenvolvimento do país. Cadastre seu para Esta relação, bastante conhecida em mercados como o americano, tem características muito próprias. Entre elas, a permanência dos Fundos por um prazo, normalmente de cinco a sete anos, na sociedade e depois a sua saída, com a recuperação do capital investido. Aqui, no Brasil, os mecanismos para esta retirada do fundo de Private Equity ou de Venture Capital da companhia investida têm sido um dos principais pontos de discussão, principalmente, sob o aspecto jurídico. Leia mais Henry Sztutmann

2 Página 2 de 6 receber um aviso das últimas notícias OK De acordo com alguns operadores do Direito, existe uma resistência, inclusive por parte do Judiciário, em compreender a natureza desta relação, o que impossibilita, por conseqüência, o entendimento e aplicação de alguns instrumentos e disposições contratuais destas operações. O resultado pode ser a criação de um ambiente que cause mais receios a estes investidores e os leve a adotar atitudes pouco tradicionais neste mercado, como a opção por ser controlador da sociedade investida. No entanto, a expectativa ainda é de que haja um amadurecimento no conhecimento a respeito destas operações e uma melhor compreensão do funcionamento destas parcerias. "O avanço institucional reduz a distância entre o Direito e a Economia" "O Direito Econômico chinês está mais próximo do mercado do que o brasileiro" O valor do reembolso no exercício do direito de retirada O presidente da ABVCAP, Marcus Regueira, diz que alguns fundos, por definição e por estratégia própria, preferem ser controlador da empresa investida, mas a maioria não tem este perfil. A participação na companhia como minoritário, sem estar à frente da gestão, é compensada pela boa governança corporativa da empresa e pela boa escolha da parceria, afirma. Ao definir a empresa, com potencial para desenvolvimento, na qual irá alocar os recursos do Fundo de Venture Capital ou de Private Equity, os gestores têm entre os principais pontos de análise a transparência da administração da sociedade que receberá os recursos. O recebimento deste capital é uma boa opção para as empresas que buscam dar um salto em sua produção, tanto qualitativamente como quantitativamente, sem ter que recorrer ao mercado financeiro. A contrapartida, porém, é saber que se trata de uma parceria temporária e que será preciso adotar boas práticas de administração, com um alto grau de clareza nos procedimentos adotados _ a chamada boa governança corporativa. No ajuste do mercado brasileiro à entrada deste tipo de capital de risco, a dificuldade permanece na compreensão da característica da parceria ser temporária. É de longo prazo, mas por tempo determinado. O capital que entrou tem uma data para sair. Pode ser que no momento da retirada dos recursos, a empresa investida esteja muito bem e tenha atingido as metas determinadas. Normalmente, nestas circunstâncias a saída dos fundos é mais tranqüila, mas se o desempenho não foi o esperado, o fundo também sairá e deverá retirar o capital. Nesta situação, muitas empresas acabam por entender que o investidor de Private Equity e Venture Capital abandona a empresa e quer deixar todo o risco para os seus sócios. Daí a importância do estabelecimento claro, no contrato e no acordo de acionistas, da maneira como será feita a saída do capital investido. Há diversas opções e quanto maior for o alinhamento entre o fundo e os sócios da empresa investida, mais fácil o processo decisório posterior, diz Regueira. O presidente da ABVCAP acredita que as diversas opções são válidas, desde que entendidas e cumpridas.

3 Página 3 de 6 Esta compreensão dos mecanismos de saída é fundamental inclusive para que o ciclo deste tipo de investimento possa ser completado. Pela experiência do advogado Léo Rosenbaum, sócio do escritório Rosenbaum Advogados, e que atua nesta área, trata-se de sinalizar que os recursos investidos têm liquidez: os cotistas do fundo de Venture Capital ou Private Equity terão o retorno dos valores investidos no momento acordado. A estipulação de cláusulas contratuais, com a previsão da saída em determinado prazo, por meio do exercício da venda da participação ou de outros mecanismos como Fundo de Resgate ou a cláusula de Drag Along não tem sido a melhor solução (VER MATÉRIA ABAIXO). Para Rosenbaum, os caminhos que têm se mostrado mais eficazes é o estabelecimento do cronograma da operação de investimento, com a determinação de abertura de capital da empresa ao final do ciclo. A venda da participação por meio da operação de abertura de capital parece dar mais segurança aos sócios fundadores das empresas investidas. Ao abrir o capital, a participação que era do fundo é deslocada para outros investidores que adquirem as ações da empresa na Bolsa de Valores. Os valores pagos pelo mercado acabam sendo aceitos com mais tranqüilidade pelos sócios fundadores da investida. Isso quando se trata de sociedades que eram fechadas. Com a ampliação do mercado de capitais brasileiro, a abertura de capital é vista como uma opção bastante viável. Empresas levadas à abertura de capital a partir de investimentos de Private Equity e Venture Capital: - América Latina Logística - Diagnósticos da América S.A. - Gol Linha Aéreas - Localiza - Lupatech - Natura - Submarino - Universo Online UOL Fonte: ABVCAP Outra alternativa citada por Rosenbaum é o início da presença no mercado brasileiro de fundos especializados em comprar apenas a parte do fundo de Venture Capital ou Private Equity das empresas

4 Página 4 de 6 investidas. Estes agentes podem dar mais liquidez a este tipo de investimentos, sem causar receio aos sócios fundadores da empresa investida no momento da aquisição da participação do fundo que fez o investimento. Mas o receio de não conseguir efetivar a saída da sociedade não se limita à impossibilidade de dar o retorno do capital investido dos cotistas dos fundos de Privete Equity e de Venture Capital. Os gestores destes fundos têm se preocupado com a permanência em uma sociedade, na qual são minoritários e não têm participação efetiva na administração, em razão da possibilidade de ainda serem responsabilizados por dívidas e outras atitudes adotadas pela companhia investida. Para o advogado Henry Sztutmann, sócio do escritório Pinheiro Neto Advogados, no Brasil, esta responsabilidade torna-se uma preocupação ainda maior por conta do uso da Desconsideração da Personalidade Jurídica por parte do Judiciário. Muitos juízes, em execuções de dívidas contra empresas que receberam investimentos de fundos de Private Equity, redirecionam a cobrança dos valores para os gestores destes fundos, mesmo que estes apenas tenham adquirido participações minoritárias da sociedade, sem participar diretamente da administração da empresa. Daí alguns fundos começarem a preferir adquirir participações que representem o controle da empresa investida. Já que ocorre a responsabilização, alguns entendem que é melhor que o gestor do fundo de Private Equity ou de Venture Capital tenha o controle da companhia e defina como irá recuperar ou encerrar as atividades, ou como irá pagar os fornecedores em uma eventual situação de dificuldade econômica. Desta maneira, ao menos, não haverá surpresas, como o bloqueio de contas bancárias de gestores dos fundos para a quitação de uma dívida da empresa investida, da qual nem havia conhecimento. No entanto, este tipo de participação majoritária desvirtua, em parte, o perfil das operações de Private Equity e Venture Capital. Afinal, este capital de risco busca como parceiros empresas que necessitem de recursos, mas que mantenham seus quadros e que, depois de seu amadurecimento, retorne os valores investidos. Mecanismos de saída são vistos com receio O estabelecimento de mecanismos de saída dos Fundos de Private Equity e de Venture Capital das empresas nas quais aplicaram seus recursos _ como a criação de um Fundo de Resgate ou a cláusula de Drag Along _ são vistos com desconfiança pelos sócios fundadores da companhia e também por alguns operadores do Direito. A impressão é de que estes instrumentos deslocam o risco apenas para os sócios, e isentam os Fundos de qualquer perigo de perda. Com a presença

5 Página 5 de 6 destes mecanismos, ou o contrato acaba por não ser fechado ou, depois, acabada sendo contestado em juízo pelos sócios, segundo a avaliação de alguns advogados. O Fundo de Resgate pode determinar que a cada ano, a partir da compra de uma participação da sociedade pelo Fundo de Private Equity ou de Venture Capital, a empresa irá separar um percentual de seu lucro. Com estes valores será formado um fundo que será resgatado pelo Fundo de Private Equity, quando for o momento de sua saída da empresa investida. Se a empresa, porém, não tem lucro, não há o que provisionar. Além disso, em um quadro de dificuldade, há a possibilidade dos sócios quererem utilizar os recursos na própria empresa e não para cobrir a saída do fundo de Private Equity. O fundo de resgate muitas vezes acaba não funcionando, diz o advogado Léo Rosenbaum. Esta é uma situação bastante difícil para o gestor do fundo de Private Equity. Afinal, ele recebe os recursos dos investidores para serem aplicados em empresas com potencial de desenvolvimento mas o objetivo é que haja um retorno deste capital corrigido com um taxa de juros preferencial. O risco existe. No entanto, os instrumentos de proteção também existem e precisariam ser respeitados. A mesma resistência ocorre em relação à figura do Drag Along. Por meio deste mecanismo, fica estabelecido que o fundo de Private Equity, ao atingir o prazo para sua saída da sociedade investida, pode fazê-lo por meio da venda da empresa. Não apenas de sua participação na empresa. Se o fundo receber uma proposta de oferta para a compra da sociedade toda, pode realizar a venda arrastando a parte dos sócios fundadores controladores. A cláusula de Drag Along refere-se a este direito de arraste. O fundo de Private Equity recupera os valores investidos mas, ao mesmo tempo, os sócios fundadores da empresa investida têm que vender as suas participações também. Segundo o advogado Henry Sztutmann, do escritório Pinheiro Neto, é possível colocar nos acordos societários a cláusula do Drag Along, mas a dificuldade é executar. De acordo com ele, um juiz com menos experiência em questões societárias acaba por entender que o acionista fundador é um hiposuficiente, e que não havia compreendido o real conteúdo da cláusula. O procedimento que temos adotado é sempre incluir uma declaração que mencione que as partes foram assessoradas por advogados, que são pessoas habituadas com negócios desta natureza e entendem a extensão da contratação que está sendo feita, em especial no que diz respeito aos mecanismos de saída, como o Drag Along. Ainda não é possível saber se este procedimento resolve o problema mas, ao menos, colabora no impasse sobre a cláusula ser potestativa ou não. Provavelmente, será difícil que um juiz aceite o cumprimento do Drag Along,

6 Página 6 de 6 e determine que o controlador está obrigado a vender o seu negócio, na hora que não concorda, por um preço que não concorda. E, mesmo que o Judiciário aceite a aplicação do Drag Along, há uma situação complicada. Se o acionista controlador acha que não é o momento de fazer a venda de 100% da empresa, porque não concorda, mesmo que tenha assinado um acordo de acionistas que previa que o minoritário, no caso o Fundo de Private Equity, tem o direito de iniciar um processo de venda da empresa, há muito pouco para ser feito, diz Sztutmann. O interessado pela aquisição da sociedade, ao contatar o controlador, terá dificuldades de várias ordens. Ou seja, há um problema de eficácia para a cláusula de Drag Along. (A.H.) Gostou deste texto? Receba semanalmente o resumo das publicações do Espaço Jurídico BOVESPA, clique aqui. Copyright Bovespa. Todos os direitos reservados

Bovespa Mais: propiciando o crescimento sustentável das empresas

Bovespa Mais: propiciando o crescimento sustentável das empresas Bovespa Mais: propiciando o crescimento sustentável das empresas O Bovespa Mais, um dos segmentos especiais de listagem administrados pela BM&FBOVESPA, foi idealizado para tornar o mercado acionário brasileiro

Leia mais

FINANÇAS E MERCADOS FINANCEIROS A Consolidação do Mercado de Capitais Brasileiro João Basilio Pereima Neto *

FINANÇAS E MERCADOS FINANCEIROS A Consolidação do Mercado de Capitais Brasileiro João Basilio Pereima Neto * FINANÇAS E MERCADOS FINANCEIROS A Consolidação do Mercado de Capitais Brasileiro João Basilio Pereima Neto * O mercado de capitais brasileiro vai fechar o ano de 2007 consolidando a tendência estrutural

Leia mais

ENCONTRO ANUAL DO PAEX

ENCONTRO ANUAL DO PAEX ENCONTRO ANUAL DO PAEX Sustentabilidade Financeira para a Competitividade Prof. Haroldo Mota 2007 O CONFORTO DE CURTO PRAZO Empresa Acomodada Ano 1 Ano 2 Ano 3 Ano 4 EBITDA 940 890 820 800 ( ) Var. NCG

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS TEGMA GESTÃO LOGÍSTICA S.A. ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO E PRINCÍPIOS GERAIS 2. DEFINIÇÕES 3. OBJETIVOS E ABRANGÊNCIA 4. PERÍODO DE VEDAÇÕES ÀS NEGOCIAÇÕES 5. AUTORIZAÇÃO

Leia mais

Bovespa Mais: pavimentando o caminho das futuras blue chips do mercado acionário

Bovespa Mais: pavimentando o caminho das futuras blue chips do mercado acionário Bovespa Mais: pavimentando o caminho das futuras blue chips do mercado acionário O Bovespa Mais é um dos segmentos especiais de listagem administrados pela Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros (BM&FBOVESPA)

Leia mais

BNDESPAR INGRESSA NO CAPITAL SOCIAL DA RENOVA ENERGIA

BNDESPAR INGRESSA NO CAPITAL SOCIAL DA RENOVA ENERGIA BNDESPAR INGRESSA NO CAPITAL SOCIAL DA RENOVA ENERGIA Por meio de um investimento estratégico de até R$314,7 milhões, a BNDESPAR ingressa no capital social da Renova Energia. Parceria de Longo Prazo A

Leia mais

Reunião APIMEC 2013. São Paulo, 19 de dezembro de 2013

Reunião APIMEC 2013. São Paulo, 19 de dezembro de 2013 Reunião São Paulo, 19 de dezembro de Importante O presente material tem caráter somente informacional. Não constitui uma oferta ou solicitação de investimento em qualquer fundo aqui mencionado ou quaisquer

Leia mais

Compra de Imóvel nos EUA por Estrangeiro

Compra de Imóvel nos EUA por Estrangeiro 01.15.2015 Por Pieter A. Weyts e Jackson Hwu 1 Compra de Imóvel nos EUA por Estrangeiro Acontece diariamente em Miami e nos Estados Unidos: um residente estrangeiro pronto para fechar a compra de seu primeiro

Leia mais

9) Política de Investimentos

9) Política de Investimentos 9) Política de Investimentos Política e Diretrizes de Investimentos 2010 Plano de Benefícios 1 Segmentos Macroalocação 2010 Renda Variável 60,2% 64,4% 28,7% 34,0% Imóveis 2,4% 3,0% Operações com Participantes

Leia mais

20 de dezembro de 2010. Perguntas e Respostas

20 de dezembro de 2010. Perguntas e Respostas Perguntas e Respostas Índice 1. Qual é a participação de mercado da ALL no mercado de contêineres? Quantos contêineres ela transporta por ano?... 4 2. Transportar por ferrovia não é mais barato do que

Leia mais

Iniciando. Bolsa de Valores. O que é uma ação?

Iniciando. Bolsa de Valores. O que é uma ação? O que é uma ação? Por definição é uma fração de uma empresa. Por isso, quem detém ações de uma companhia é dono de uma parte dela, ou melhor, é um dos seus sócios e por conseguinte passa a ganhar dinheiro

Leia mais

POLÍTICA DE EXERCÍCIO DE DIREITO DE VOTO EM ASSEMBLEIAS

POLÍTICA DE EXERCÍCIO DE DIREITO DE VOTO EM ASSEMBLEIAS POLÍTICA DE EXERCÍCIO DE DIREITO DE VOTO EM ASSEMBLEIAS Versão 02 Início de Vigência: 24/04/2015 PARATY CAPITAL LTDA., com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Rua Francisco Leitão, 339,

Leia mais

INSTRUÇÃO CVM Nº 549, DE 24 DE JUNHO DE 2014

INSTRUÇÃO CVM Nº 549, DE 24 DE JUNHO DE 2014 Altera a Instrução CVM nº 409, de 18 de agosto de 2004, que dispõe sobre a constituição, a administração, o funcionamento e a divulgação de informações dos fundos de investimento. O PRESIDENTE DA COMISSÃO

Leia mais

Private Equity ADVISORY

Private Equity ADVISORY Private Equity ADVISORY Private Equity Excelentes profissionais que trabalham em equipe, transformando conhecimento em valor, em benefício de nossos clientes. Private Equity 1 Qualidade e integridade são

Leia mais

Governança Corporativa e Familiar Desafios e Oportunidades

Governança Corporativa e Familiar Desafios e Oportunidades Governança Corporativa e Familiar Desafios e Oportunidades Luiz Marcatti Fevereiro/2009 GOVERNANÇA CORPORATIVA É o sistema pelo qual as sociedades são dirigidas e monitoradas, envolvendo os relacionamentos

Leia mais

Governança Corporativa ao Alcance de Todos

Governança Corporativa ao Alcance de Todos Autor: Charles Holland* Governança Corporativa ao Alcance de Todos Segundo o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa IBGC, governança corporativa são as práticas e os relacionamentos entre acionistas/quotistas,

Leia mais

EDITAL SENAI SESI DE INOVAÇÃO. Caráter inovador projeto cujo escopo ainda não possui. Complexidade das tecnologias critério de avaliação que

EDITAL SENAI SESI DE INOVAÇÃO. Caráter inovador projeto cujo escopo ainda não possui. Complexidade das tecnologias critério de avaliação que ANEXO II Caráter inovador projeto cujo escopo ainda não possui registro em base de patentes brasileira. Também serão considerados caráter inovador para este Edital os registros de patente de domínio público

Leia mais

SEMINÁRIO DE NEGÓCIOS NOS TRILHOS ENCONTREM 2006. Investimentos em Participações de Longo Prazo para Investidores Institucionais

SEMINÁRIO DE NEGÓCIOS NOS TRILHOS ENCONTREM 2006. Investimentos em Participações de Longo Prazo para Investidores Institucionais SEMINÁRIO DE NEGÓCIOS NOS TRILHOS ENCONTREM 2006 Investimentos em Participações de Longo Prazo para Investidores Institucionais Carlos Alberto Rosa Coordenador de Participações 07/11/2006 FUNCEF Visão

Leia mais

4º PAINEL: INVESTIMENTO PRIVADO, INVESTIMENTO PÚBLICO E MERCADO DE CAPITAIS NO BRASIL

4º PAINEL: INVESTIMENTO PRIVADO, INVESTIMENTO PÚBLICO E MERCADO DE CAPITAIS NO BRASIL SEMINARIO FIESP REINDUSTRIALIZAÇÃO DO BRASIL: CHAVE PARA UM PROJETO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO 4º PAINEL: INVESTIMENTO PRIVADO, INVESTIMENTO PÚBLICO E MERCADO DE CAPITAIS NO BRASIL 26 agosto 2013 Carlos

Leia mais

Governança Corporativa Pequena e Média Empresa IBGC e ACRJ

Governança Corporativa Pequena e Média Empresa IBGC e ACRJ Governança Corporativa Pequena e Média Empresa IBGC e ACRJ Patrícia Pellini Superintendência de Regulação e Orientação a Emissores 23/9/2014 Confidencial Restrita Confidencial Uso Interno X Público 1 AGENDA

Leia mais

AULA 10 Sociedade Anônima:

AULA 10 Sociedade Anônima: AULA 10 Sociedade Anônima: Conceito; características; nome empresarial; constituição; capital social; classificação. Capital aberto e capital fechado. Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e Bolsa de Valores.

Leia mais

SERVIÇOS DE ASSESSORIA JURÍDICA

SERVIÇOS DE ASSESSORIA JURÍDICA Serviços de Assessoria Jurídica Internet e Transações Comerciais Online Transações Estratégicas e Financiamentos de Capital Tecnologia e Serviços em Nuvem Startups e Empresas em Crescimento SERVIÇOS DE

Leia mais

Marcos Puglisi de Assumpção 10. PLANOS DE PREVIDÊNCIA

Marcos Puglisi de Assumpção 10. PLANOS DE PREVIDÊNCIA Marcos Puglisi de Assumpção 10. 2010 Uma das maiores preocupações de um indivíduo é como ele vai passar o final de sua vida quando a fase de acumulação de capital cessar. É preciso fazer, o quanto antes,

Leia mais

ponto Frio Ponto Frio (GLOB3 e GLOB4) faz parte do Grupo Pão de Açúcar desde 2009. Saiba qual é o futuro da empresa e se suas ações podem se valorizar

ponto Frio Ponto Frio (GLOB3 e GLOB4) faz parte do Grupo Pão de Açúcar desde 2009. Saiba qual é o futuro da empresa e se suas ações podem se valorizar pág. 08 DOUGLAS DUEK COMO AS EMPRESAS PODEM CHEGAR À BOLSA? pág. 12 TRENDS O QUE PODE ATRAPALHAR A BOLSA EM 2011 A REVISTA DO INVESTIDOR NA BOLSA ANO 3 MAR 11 #36 R$ 12,00 9 771982 835003 0 3 0 3 6 EXEMPLAR

Leia mais

I - BOVESPA MAIS: pavimentando o caminho das futuras blue chips do mercado acionário

I - BOVESPA MAIS: pavimentando o caminho das futuras blue chips do mercado acionário I - BOVESPA MAIS: pavimentando o caminho das futuras blue chips do mercado acionário O BOVESPA MAIS é o segmento de listagem do mercado de balcão organizado administrado pela BOVESPA idealizado para tornar

Leia mais

Um Estudo dos Relatórios da Administração de Empresas com Níveis Diferenciados de Governança Corporativa

Um Estudo dos Relatórios da Administração de Empresas com Níveis Diferenciados de Governança Corporativa Um Estudo dos Relatórios da Administração de Empresas com Níveis Diferenciados de Governança Corporativa Elizabeth Krauter ekrauter@usp.br Universidade de São Paulo (USP), FEA São Paulo, SP, Brasil RESUMO

Leia mais

O VALOR DO CONTROLE PARTE 2

O VALOR DO CONTROLE PARTE 2 O VALOR DO CONTROLE PARTE 2! O valor do controle acionários! O problema da liquidez Francisco Cavalcante (francisco@fcavalcante.com.br) Sócio-Diretor da Cavalcante Associados, empresa especializada na

Leia mais

ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA

ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA 1. Do objeto 1.1. Contratação de 01 (uma) empresa especializada em avaliação econômica para realizar a avaliação econômica do valor da marca BRB. 2. Objetivo 2.1. A presente

Leia mais

SETE BRASIL PARTICIPAÇÕES S.A.

SETE BRASIL PARTICIPAÇÕES S.A. SETE BRASIL PARTICIPAÇÕES S.A. CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REGIMENTO INTERNO DOS COMITÊS COMITÊ DE FINANÇAS E ORÇAMENTO APROVADO PELO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EM 24 DE SETEMBRO DE 2014 SUMÁRIO I INTRODUÇÃO

Leia mais

Como Investir em Ações Eduardo Alves da Costa

Como Investir em Ações Eduardo Alves da Costa Como Investir em Ações Eduardo Alves da Costa Novatec CAPÍTULO 1 Afinal, o que são ações? Este capítulo apresenta alguns conceitos fundamentais para as primeiras de muitas decisões requeridas de um investidor,

Leia mais

Fundos de Investimentos em Participações (FIP) e Fundos Mútuos de Investimento em Empresas Emergentes (FMIEE)

Fundos de Investimentos em Participações (FIP) e Fundos Mútuos de Investimento em Empresas Emergentes (FMIEE) I Curso de Férias do Grupo de Estudos de Direito Empresarial - Direito UFMG Fundos de Investimentos em Participações (FIP) e Fundos Mútuos de Investimento em Empresas Emergentes (FMIEE) Bernardo Vianna

Leia mais

Como funcionam os fundos de investimentos

Como funcionam os fundos de investimentos Como funcionam os fundos de investimentos Fundos de Investimentos: são como condomínios, que reúnem recursos financeiros de um grupo de investidores, chamados de cotistas, e realizam operações no mercado

Leia mais

[CONFIDENCIAL] Aprenda com o SAGAZ. Primeiros passos para investir na Bolsa.

[CONFIDENCIAL] Aprenda com o SAGAZ. Primeiros passos para investir na Bolsa. 1 Aprenda com o SAGAZ Primeiros passos para investir na Bolsa. Está pensando em investir em ações e não sabe por onde começar? Fique tranqüilo, você está no lugar certo. Aqui você terá a melhor orientação

Leia mais

CLIPPING Mídias de Primeiro Foco. Cliente: Fharos Data: 17/09/08 Veículo: DCI

CLIPPING Mídias de Primeiro Foco. Cliente: Fharos Data: 17/09/08 Veículo: DCI CLIPPING Mídias de Primeiro Foco Cliente: Fharos Data: 17/09/08 Veículo: DCI Cliente: Fharos Data: 10/09/08 Veículo: Executivos Financeiros 2 3 Cliente: Fharos Data: 12/09/08 Veículo: Canal Executivo 4

Leia mais

GOVERNANÇA CORPORATIVA

GOVERNANÇA CORPORATIVA GOVERNANÇA CORPORATIVA O que é governança corporativa? Qual o motivo do crescente interesse pela governança corporativa? A quem interessa a governança corporativa? Trata-se de apenas mais um modismo? Francisco

Leia mais

CLUBE DE INVESTIMENTO. Mais uma maneira de investir no mercado de ações

CLUBE DE INVESTIMENTO. Mais uma maneira de investir no mercado de ações CLUBE DE INVESTIMENTO Mais uma maneira de investir no mercado de ações Clube de Investimento Clube de Investimento É uma associação de pessoas físicas, mínimo de 3 e máximo de 150, com objetivo em comum

Leia mais

Diretoria Executiva de Desenvolvimento e Fomento de Negócios. Novembro de 2010

Diretoria Executiva de Desenvolvimento e Fomento de Negócios. Novembro de 2010 Governança Corporativa e o desenvolvimento do mercado de capitais brasileiro Diretoria Executiva de Desenvolvimento e Fomento de Negócios Novembro de 2010 Representatividade da bolsa no mundo Maior bolsa

Leia mais

Serviços de Assessoria Jurídica Internet e Transações Comerciais Online. Transações Estratégicas e Financiamentos de Capital

Serviços de Assessoria Jurídica Internet e Transações Comerciais Online. Transações Estratégicas e Financiamentos de Capital Serviços de Assessoria Jurídica Internet e Transações Comerciais Online Transações Estratégicas e Financiamentos de Capital Tecnologia e Serviços em Nuvem Startups e Empresas em Crescimento TRANSAÇÕES

Leia mais

Governança Corporativa Profa. Patricia Maria Bortolon

Governança Corporativa Profa. Patricia Maria Bortolon Governança Corporativa Investidores Institucionais e Governança Corporativa Aula 11 Participação Acionária de Investidores Institucionais No Reino Unido: Tipo de Investidor 1963 % 2006 % Indivíduos 54

Leia mais

1. A retomada da bolsa 01/02/2009 Você S/A Revista INSTITUCIONAL 66 à 68

1. A retomada da bolsa 01/02/2009 Você S/A Revista INSTITUCIONAL 66 à 68 1. A retomada da bolsa 01/02/2009 Você S/A Revista INSTITUCIONAL 66 à 68 Data de geração: 12/02/2009 Página 1 Data de geração: 12/02/2009 Página 2 A retomada da bolsa No ano passado, a bolsa de valores

Leia mais

Perguntas Frequentes - Tributação

Perguntas Frequentes - Tributação 1. Tributação do Ganho de Capital Perguntas Frequentes - Tributação 1.1 - Como é feita a tributação dos ganhos obtidos com a alienação de ações? A tributação é feita em bases mensais, ou seja: o ganho

Leia mais

Resultados 3T06 8 de novembro de 2006

Resultados 3T06 8 de novembro de 2006 PUBLICIDADE CAIXA CRESCEU 49% BASE DE ASSINANTES BANDA LARGA CRESCEU 35% MARGEM DE EBITDA ATINGIU 29% São Paulo, O UOL (BOVESPA: UOLL4) anuncia hoje os resultados do 3T06. As demonstrações financeiras

Leia mais

Ficha anexa para operação em bolsa e outros mercados regulamentados de valores mobiliários

Ficha anexa para operação em bolsa e outros mercados regulamentados de valores mobiliários Ficha anexa para operação em bolsa e outros mercados regulamentados de valores mobiliários Esta ficha complementa o cadastro do cliente na Credit Suisse (Brasil) S.A. CTVM ( Credit Suisse ) com informações

Leia mais

Rodobens é destaque no website Infomoney

Rodobens é destaque no website Infomoney Rodobens é destaque no website Infomoney Por: Conrado Mazzoni Cruz 19/04/07-09h55 InfoMoney SÃO PAULO - Atualmente, falar sobre o mercado imobiliário brasileiro é entrar na discussão sobre um possível

Leia mais

RESULTADOS 2T15 Teleconferência 10 de agosto de 2015

RESULTADOS 2T15 Teleconferência 10 de agosto de 2015 RESULTADOS 2T15 Teleconferência 10 de agosto de 2015 AVISO Nesta apresentação nós fazemos declarações prospectivas que estão sujeitas a riscos e incertezas. Tais declarações têm como base crenças e suposições

Leia mais

Divulgação de Resultados do 4T10

Divulgação de Resultados do 4T10 Divulgação de Resultados do 4T10 23 de fevereiro de 2011 Aviso Importante Esse material pode conter previsões de eventos futuros.tais previsões refletem apenas expectativas dos administradores da Companhia,

Leia mais

CORPORATE GOVERNANCE 19 e 20 de março de 2014

CORPORATE GOVERNANCE 19 e 20 de março de 2014 CORPORATE GOVERNANCE 19 e 20 de março de 2014 Programa Sociedades Comerciais Tipos de Sociedades Conceitos Fundamentais Introdução ao O Que É o Funções Evolução Âmbito de Aplicação: A Que Sociedades se

Leia mais

Futuro do trabalho O futuro do trabalho Destaques O futuro do trabalho: Impactos e desafios para as empresas no Brasil

Futuro do trabalho O futuro do trabalho Destaques O futuro do trabalho: Impactos e desafios para as empresas no Brasil 10Minutos Futuro do trabalho Pesquisa sobre impactos e desafios das mudanças no mundo do trabalho para as organizações no B O futuro do trabalho Destaques Escassez de profissionais, novos valores e expectativas

Leia mais

ROTEIRO DE ENCERRAMENTO DE CONTAS CORRENTES

ROTEIRO DE ENCERRAMENTO DE CONTAS CORRENTES Como resultado de uma série de reuniões técnicas envolvendo representantes da Febraban, do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor e do Banco Central do Brasil, no sentido de aprimorar ainda mais os procedimentos

Leia mais

Melhores práticas. Cada vez mais cientes das

Melhores práticas. Cada vez mais cientes das Número de empresas brasileiras que procuram se aprimorar em governança corporativa aumentou na última edição do estudo Melhores práticas Estudo aponta que as empresas investem mais no aprimoramento dos

Leia mais

Democratizando o Investimento em startups

Democratizando o Investimento em startups Democratizando o Investimento em startups Queremos inspirar Inovação facilitando conexões e eliminando barreiras para que novas idéias possam mudar o mundo. Atuamos em rede com a primeira plataforma eletrônica

Leia mais

Sobre o Leite, Tosto e Barros

Sobre o Leite, Tosto e Barros Sobre o Leite, Tosto e Barros Escritório de advocacia full-service, listado entre os 20 maiores da América Latina e entre os 15 maiores do Brasil. Com mais de 20 anos de tradição, possui sede em São Paulo,

Leia mais

Política Institucional

Política Institucional ÍNDICE 1. OBJETIVO... 2 2. ABRANGÊNCIA... 2 3. DIRETRIZES E PRINCIPIOS... 2 4. PROCEDIMENTOS RELATIVOS A POTENCIAIS CONFLITOS DE INTERESSE... 3 5. PROCESSO DECISÓRIO DE VOTO... 3 6. MATÉRIAS OBRIGATÓRIAS...

Leia mais

Política de Exercício de Direito de Voto em Assembleias Março / 2014

Política de Exercício de Direito de Voto em Assembleias Março / 2014 Política de Exercício de Direito de Voto em Assembleias Março / 2014 1. OBJETIVO O objetivo da Política de Voto (ou simplesmente Política ) é determinar as regras que deverão ser observadas pelos Fundos

Leia mais

Política de Exercício de Direito de Voto. (Versão 4.0 - Março/2015)

Política de Exercício de Direito de Voto. (Versão 4.0 - Março/2015) Política de Exercício de Direito de Voto (Versão 4.0 - Março/2015) 1. Objeto e Aplicação 1.1. Esta Política de Exercício de Direito de Voto ( Política de Voto ), em conformidade com as disposições do Código

Leia mais

QUAL É A ESTRUTURA SOCIETÁRIA IDEAL? Vanessa Inhasz Cardoso 17/03/2015

QUAL É A ESTRUTURA SOCIETÁRIA IDEAL? Vanessa Inhasz Cardoso 17/03/2015 QUAL É A ESTRUTURA SOCIETÁRIA IDEAL? Vanessa Inhasz Cardoso 17/03/2015 2 CONSIDERAÇÕES INICIAIS Há vários tipos de estruturas societárias possíveis; Análise da realidade de cada empresa; Objetivos dos

Leia mais

RESUMO DA APRESENTAÇÃO

RESUMO DA APRESENTAÇÃO RESUMO DA APRESENTAÇÃO Cenário RI e Comunicação Corporativa DNA comum Foco comum Aspectos determinantes para um bom investimento Intermediárias na comunicação Informação comum a públicos distintos Cases

Leia mais

Cotas de Fundos de Investimento em Participações - FIP

Cotas de Fundos de Investimento em Participações - FIP Renda Variável Cotas de Fundos de Investimento em Participações - Fundo de Investimento em Participações Investimento estratégico com foco no resultado provocado pelo desenvolvimento das companhias O produto

Leia mais

FUNDO FUCAPE DE INVESTIMENTOS E PARTICIPAÇÕES

FUNDO FUCAPE DE INVESTIMENTOS E PARTICIPAÇÕES FUNDO FUCAPE DE INVESTIMENTOS E PARTICIPAÇÕES 1. Objetivo e Escopo O fundo Fucape Investimentos e Participações (doravante denominado Fundo Fucape) tem como objetivo o fomento de projetos de negócios elaborados

Leia mais

Anúncio de Reestruturação Financeira

Anúncio de Reestruturação Financeira Anúncio de Reestruturação Financeira 1 Considerações Futuras Algumas informações sobre o Plano de Reestruturação Financeira da Companhia apresentam nossas expectativas sobre o resultado que poderemos obter

Leia mais

1.1.3. Encontros presenciais para aprimoramento do modelo de negócio das startups, rede de relacionamento e capacitação dos empreendedores;

1.1.3. Encontros presenciais para aprimoramento do modelo de negócio das startups, rede de relacionamento e capacitação dos empreendedores; 1. SOBRE O PROGRAMA: Regulamento da 10 a Edição do Programa Desafio Brasil Desafio Brasil é um programa de âmbito nacional voltado a criação e suporte de novos negócios inovadores de alto impacto (startups).

Leia mais

Política de Exercício de Direito de Voto. (Versão 3.0 - Julho/2014)

Política de Exercício de Direito de Voto. (Versão 3.0 - Julho/2014) Política de Exercício de Direito de Voto (Versão 3.0 - Julho/2014) 1. Objeto e Aplicação 1.1. Esta Política de Exercício de Direito de Voto ( Política de Voto ), em conformidade com as disposições do Código

Leia mais

A Ser Humano Consultoria

A Ser Humano Consultoria A Ser Humano Consultoria é uma empresa especializada na gestão estratégica de pessoas. Utilizando programas de assessoramento individual, baseados na avaliação e desenvolvimento de suas competências, buscamos

Leia mais

Oferta Pública. Mercado de Capitais

Oferta Pública. Mercado de Capitais Oferta Pública Mercado de Capitais Oferta Pública Para ter suas ações negociadas na Bolsa, as empresas precisam abrir o capital. O primeiro procedimento para a empresa abrir o capital é entrar com o pedido

Leia mais

HSM EXPOMANAGEMENT 2014 Mercado de Capitais e Direito Internacional PAINEL 5

HSM EXPOMANAGEMENT 2014 Mercado de Capitais e Direito Internacional PAINEL 5 HSM EXPOMANAGEMENT 2014 Mercado de Capitais e Direito Internacional PAINEL 5 ACESSO DAS EMPRESAS AO MERCADO DE CAPITAIS 04 DE NOVEMBRO DE 2014 INSTITUTO IBMEC MERCADO DE CAPITAIS CEMEC Centro de Estudos

Leia mais

ORGANISMOS DE INVESTIMENTO COLETIVO

ORGANISMOS DE INVESTIMENTO COLETIVO 1 ORGANISMOS DE INVESTIMENTO COLETIVO Regulamento n.º [ ] / 2014 Preâmbulo Inserido no contexto da reforma legislativa em curso no Direito dos valores mobiliários cabo-verdiano, o presente regulamento

Leia mais

Diretrizes de Governança Corporativa

Diretrizes de Governança Corporativa Diretrizes de Governança Corporativa DIRETRIZES DE GOVERNANÇA CORPORATIVA DA BM&FBOVESPA Objetivo do documento: Apresentar, em linguagem simples e de forma concisa, o modelo de governança corporativa da

Leia mais

SONHOS AÇÕES. Planejando suas conquistas passo a passo

SONHOS AÇÕES. Planejando suas conquistas passo a passo SONHOS AÇÕES Planejando suas conquistas passo a passo Todo mundo tem um sonho, que pode ser uma viagem, a compra do primeiro imóvel, tranquilidade na aposentadoria ou garantir os estudos dos filhos, por

Leia mais

Política e Alternativas de Investimentos. Alessandra Cardoso Towers Watson

Política e Alternativas de Investimentos. Alessandra Cardoso Towers Watson Política e Alternativas de Investimentos Alessandra Cardoso Towers Watson Processo de gestão de recursos Governança Definir Definição dos objetivos Alocação dos recursos Estrutura de investimento Executar

Leia mais

OS DESAFIOS DO INTERIOR DE SÃO PAULO EM ATRAIR E CONTRATAR EXECUTIVOS OS DESAFIOS DO INTERIOR DE SÃO PAULO EM ATRAIR E CONTRATAR EXECUTIVOS

OS DESAFIOS DO INTERIOR DE SÃO PAULO EM ATRAIR E CONTRATAR EXECUTIVOS OS DESAFIOS DO INTERIOR DE SÃO PAULO EM ATRAIR E CONTRATAR EXECUTIVOS OS DESAFIOS DO INTERIOR DE SÃO PAULO EM ATRAIR E CONTRATAR EXECUTIVOS EDITORIAL Bem vindos à nossa pesquisa. No Brasil desde 2000, a Michael Page foi a primeira consultoria internacional de recrutamento

Leia mais

GESTOR DA CARTEIRA DE INVESTIMENTO

GESTOR DA CARTEIRA DE INVESTIMENTO O QUE É? No Brasil um fundo de investimento possui a sua organização jurídica na forma de um condomínio de investidores, portanto o fundo de investimento possui um registro na Receita Federal (CNPJ) pois

Leia mais

Administrando o Fluxo de Caixa

Administrando o Fluxo de Caixa Administrando o Fluxo de Caixa O contexto econômico do momento interfere no cotidiano das empresas, independente do seu tamanho mercadológico e, principalmente nas questões que afetam diretamente o Fluxo

Leia mais

ROTEIRO DE INFORMAÇÕES PARA SELEÇÃO E ENQUADRAMENTO DE FUNDOS DE INVESTIMENTO

ROTEIRO DE INFORMAÇÕES PARA SELEÇÃO E ENQUADRAMENTO DE FUNDOS DE INVESTIMENTO ROTEIRO DE INFORMAÇÕES PARA SELEÇÃO E ENQUADRAMENTO DE FUNDOS DE INVESTIMENTO A Procedimentos para Encaminhamento das Propostas As solicitações para a participação no processo seletivo de escolha do fundo

Leia mais

Parceria XTH & Bahia Partners. Informações Gerais aos Interessados

Parceria XTH & Bahia Partners. Informações Gerais aos Interessados Parceria XTH & Bahia Partners Informações Gerais aos Interessados 04/08/2009 2 Conteúdo 1. O que é a Bahia Partners (BP)?... 3 2. Por que a XTH se aliou a BP?... 3 3. Por que a XTH e a BP fecharam parcerias

Leia mais

NORMATIVO SARB 002/2008

NORMATIVO SARB 002/2008 O Conselho de Auto-Regulação Bancária, com base no art. 1 (b), do Código de Auto-Regulação Bancária, sanciona as regras abaixo dispostas, formalizando preceitos comuns a todas as signatárias da auto-regulação

Leia mais

COMPRAR E VENDER AÇÕES MERCADO A VISTA

COMPRAR E VENDER AÇÕES MERCADO A VISTA COMPRAR E VENDER AÇÕES MERCADO A VISTA ATENÇÃO Este texto não é uma recomendação de investimento. Para mais esclarecimentos, sugerimos a leitura de outros folhetos editados pela BOVESPA. Procure sua Corretora.

Leia mais

NOTA CEMEC 10/2015 ALGUNS FATORES ECONÔMICOS DA ABERTURA E FECHAMENTO DO CAPITAL DAS EMPRESAS NO BRASIL. Novembro de 2015

NOTA CEMEC 10/2015 ALGUNS FATORES ECONÔMICOS DA ABERTURA E FECHAMENTO DO CAPITAL DAS EMPRESAS NO BRASIL. Novembro de 2015 NOTA CEMEC 10/2015 ALGUNS FATORES ECONÔMICOS DA ABERTURA E FECHAMENTO DO CAPITAL DAS EMPRESAS NO BRASIL Novembro de 2015 SUMÁRIO NOTA CEMEC 10/2015 1 O CEMEC não se responsabiliza pelo uso dessas informações

Leia mais

SÉRIE IPO s: TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE ABERTURA DE CAPITAL. Parte 4: Como tornar sua Empresa uma Companhia de Capital Aberto

SÉRIE IPO s: TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE ABERTURA DE CAPITAL. Parte 4: Como tornar sua Empresa uma Companhia de Capital Aberto SÉRIE IPO s: TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE ABERTURA DE CAPITAL Parte 4: Como tornar sua Empresa uma Companhia de Capital Aberto o O que é Abertura de Capital o Vantagens da abertura o Pré-requisitos

Leia mais

MANUAL PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS. Junho, 2006 Anglo American Brasil

MANUAL PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS. Junho, 2006 Anglo American Brasil MANUAL PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS Junho, 2006 Anglo American Brasil 1. Responsabilidade Social na Anglo American Brasil e objetivos deste Manual Já em 1917, o Sr. Ernest Oppenheimer, fundador

Leia mais

Como criar um clube de vantagens para seus clientes

Como criar um clube de vantagens para seus clientes Como criar um clube de vantagens para seus clientes Introdução Adquirir clientes no mundo competitivo atual é cada vez mais difícil e caro. Por este motivo, torna-se muito importante ações que fidelize

Leia mais

A visão do mercado de capitais

A visão do mercado de capitais IFRS Um Caminho Para Transparência Painel 1: Por que o IFRS é importante para o Brasil? A visão do mercado de capitais (30/04/2008) Agenda BOVESPA: visão geral Perfil das companhias listadas em bolsa Segmentos

Leia mais

W W W. G U I A I N V E S T. C O M. B R

W W W. G U I A I N V E S T. C O M. B R 8 DICAS ESSENCIAIS PARA ESCOLHER SUA CORRETORA W W W. G U I A I N V E S T. C O M. B R Aviso Importante O autor não tem nenhum vínculo com as pessoas, instituições financeiras e produtos, citados, utilizando-os

Leia mais

Obrigações CMVM Comissão do Mercado de Valores Mobiliários OUTUBRO 2012 1

Obrigações CMVM Comissão do Mercado de Valores Mobiliários OUTUBRO 2012 1 CMVM Comissão do Mercado de Valores Mobiliários OUTUBRO 2012 1 O que são obrigações As obrigações são instrumentos financeiros que representam um empréstimo contraído junto dos investidores pela entidade

Leia mais

Ação Título negociável, que representa a menor parcela em que se divide o capital de uma sociedade anônima.

Ação Título negociável, que representa a menor parcela em que se divide o capital de uma sociedade anônima. Ação Título negociável, que representa a menor parcela em que se divide o capital de uma sociedade anônima. Ação ao portador Desde 1990 este tipo de ação não existe mais. Esse tipo de ação não trazia o

Leia mais

Princípios de Investimento

Princípios de Investimento Princípios de Investimento Rentabilidade Rentabilidade é o grau de rendimento proporcionado por um investimento pela valorização do capital ao longo do tempo. Liquidez Liquidez é a rapidez com que se consegue

Leia mais

SOCIEDADES COMERCIAIS

SOCIEDADES COMERCIAIS Legislação Societária / Direito Comercial Profª Mestre Ideli Raimundo Di Tizio p 11 SOCIEDADES COMERCIAIS Sociedade comercial é a pessoa jurídica de direito privado, nãoestatal, que tem por objeto social

Leia mais

ões A A Visão dos Fundos de Investimento (PE/VC) Belo Horizonte, 12 maio 2010.

ões A A Visão dos Fundos de Investimento (PE/VC) Belo Horizonte, 12 maio 2010. Seminário IBRADEMP MG sobre Fusões e Aquisições ões A A Visão dos Fundos de Investimento (PE/VC) Belo Horizonte, 12 maio 2010. Histórico 1988 1989 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000

Leia mais

STOCK OPTION PLANS. Maio de 2015

STOCK OPTION PLANS. Maio de 2015 STOCK OPTION PLANS Maio de 2015 CONCEITO E OBJETIVO: Opção de compra ou subscrição de ações: Outorga de opções de compra ou subscrição de ações de acordo com critérios pré-estabelecidos; e ganho financeiro

Leia mais

Estrutura Legal. dos fundos de Private Equity e Venture Capital no Brasil

Estrutura Legal. dos fundos de Private Equity e Venture Capital no Brasil Estrutura Legal dos fundos de Private Equity e Venture Capital no Brasil Publicação: Associação Brasileira de Private Equity & Venture Capital (ABVCAP) Edição: Março 2015 Coordenação: Ângela Ximenes Superintendente

Leia mais

Política de Exercício de Direito de Voto em Assembléias

Política de Exercício de Direito de Voto em Assembléias Política de Exercício de Direito de Voto em Assembléias Julho/2010 ÍNDICE 1. OBJETIVO...3 2. ABRANGÊNCIA...3 3. PRINCÍPIOS GERAIS...3 4. MATÉRIAS RELEVANTES OBRIGATÓRIAS...3 5. DOS CASOS FACULTATIVOS...4

Leia mais

EDITAL CHAMADA PÚBLICA PARA INVESTIDORES 2016 Leilão ANEEL nº 004/2014 LOTE E

EDITAL CHAMADA PÚBLICA PARA INVESTIDORES 2016 Leilão ANEEL nº 004/2014 LOTE E EDITAL CHAMADA PÚBLICA PARA INVESTIDORES 2016 Leilão ANEEL nº 004/2014 LOTE E 1. OBJETO Constitui objeto desta Chamada Pública a seleção de empresas interessadas em compor parceria com Eletrosul Centrais

Leia mais

Página 1 de 19 Data 04/03/2014 Hora 09:11:49 Modelo Cerne 1.1 Sensibilização e Prospecção Envolve a manutenção de um processo sistematizado e contínuo para a sensibilização da comunidade quanto ao empreendedorismo

Leia mais

FINANCIADORA DE ESTUDOS E PROJETOS - FINEP INCUBADORA DE FUNDOS INOVAR 9ª CHAMADA DE FUNDOS

FINANCIADORA DE ESTUDOS E PROJETOS - FINEP INCUBADORA DE FUNDOS INOVAR 9ª CHAMADA DE FUNDOS FINANCIADORA DE ESTUDOS E PROJETOS - FINEP INCUBADORA DE FUNDOS INOVAR 9ª CHAMADA DE FUNDOS 1. OBJETO A Financiadora de Estudos e Projetos, na qualidade de Secretaria Executiva da Incubadora de s INOVAR,

Leia mais

MERCADO À VISTA. As ações, ordinárias ou preferenciais, são sempre nominativas, originando-se do fato a notação ON ou PN depois do nome da empresa.

MERCADO À VISTA. As ações, ordinárias ou preferenciais, são sempre nominativas, originando-se do fato a notação ON ou PN depois do nome da empresa. MERCADO À VISTA OPERAÇÃO À VISTA É a compra ou venda de uma determinada quantidade de ações. Quando há a realização do negócio, o comprador realiza o pagamento e o vendedor entrega as ações objeto da transação,

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 31. Ativo Não Circulante Mantido para Venda e Operação Descontinuada

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 31. Ativo Não Circulante Mantido para Venda e Operação Descontinuada COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 31 Ativo Não Circulante Mantido para Venda e Operação Descontinuada Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IFRS 5 Índice OBJETIVO

Leia mais

POLÍTICA DE EXERCÍCIO DE DIREITO DE VOTO EM ASSEMBLÉIAS GERAIS INFRA ASSET MANAGEMENT LTDA. CAPÍTULO I Aplicação e Objeto

POLÍTICA DE EXERCÍCIO DE DIREITO DE VOTO EM ASSEMBLÉIAS GERAIS INFRA ASSET MANAGEMENT LTDA. CAPÍTULO I Aplicação e Objeto POLÍTICA DE EXERCÍCIO DE DIREITO DE VOTO EM ASSEMBLÉIAS GERAIS INFRA ASSET MANAGEMENT LTDA. CAPÍTULO I Aplicação e Objeto 1.1. Pelo presente documento, a INFRA ASSET MANAGEMENT LTDA. ( Gestora ), vem,

Leia mais

::PORTFOLIO PORTFOLIO

::PORTFOLIO PORTFOLIO PORTFOLIO ::PORTFOLIO :: A EMPRESA Cesar e Cesar Sociedade de Advogados, é um escritório de advocacia e de assessoria jurídica formado por uma equipe de profissionais com experiência nas áreas relacionadas

Leia mais

Av. Ataulfo de Paiva, 245-3º andar Leblon CEP: 22440-032 www.animaeducacao.com.br/ri Rio de Janeiro Tel.: +55 (21) 3550-1630. www.genuscapital.com.

Av. Ataulfo de Paiva, 245-3º andar Leblon CEP: 22440-032 www.animaeducacao.com.br/ri Rio de Janeiro Tel.: +55 (21) 3550-1630. www.genuscapital.com. Av. Ataulfo de Paiva, 245-3º andar Leblon CEP: 22440-032 Rio de Janeiro Tel.: +55 (21) 3550-1630 www.genuscapital.com.br A EMPRESA A Genus Capital Group é uma gestora independente centrada em produtos

Leia mais

Reunião Pública Anual. 19 de dezembro de 2013

Reunião Pública Anual. 19 de dezembro de 2013 Reunião Pública Anual 19 de dezembro de 2013 2 Aviso importante Esse material pode conter previsões de eventos futuros. Tais previsões refletem apenas expectativas dos administradores da Companhia, e envolve

Leia mais