Conjunto (set) O tipo estruturado set representa, em Pascal, um conjunto de objectos de um dado tipo;

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Conjunto (set) O tipo estruturado set representa, em Pascal, um conjunto de objectos de um dado tipo;"

Transcrição

1 Conjunto (set) O tipo estruturado set representa, em Pascal, um conjunto de objectos de um dado tipo; O tipo de dados tem por base um tipo simples (enumerável); Na verdade, um set representa o conjunto de todos os subconjuntos dos elementos do conjunto base. Diagrama sintático para o tipo conjunto: set of tipo simples

2 Exemplos: type CorPrimaria = ( Vermelho, Amarelo, Azul); Cor = set of CorPrimaria; ConjMinusc = set of a.. z ; ConjDigitos = set of 0..9; var preto, roxo, castanho, verde :Cor; letras, vogais, consoantes :ConjMinusc; decimal :ConjDigitos;

3 Notas: O Pascal impõe um limte para o número máximo de elementos que um set pode conter; O set pode ser manipulado como uma estrutura única; As operações habituais estão comtempladas na linguagem Pascal standard. Construção de conjuntos: verde := [amarelo, azul]; castanho := [vermelho, amarelo, azul]; preto := [ ]; vogais := [ a, e, i, o, u ]; Diagrama sintático para construção de conjuntos:

4 Exemplos de conjuntos (CONSTANTES): [ ] conjunto vazio (de qualquer tipo) [ 7 ] conjunto singular do tipo ConjDigito [ a, e, i, o, u ] conjunto do tipo ConjMinusc com 5 elementos [vermelho.. azul] conjunto do tipo Cor com 3 elementos [ a.. e, w ] conjunto do tipo ConjMinusc com 6 elementos [ a.. a ] = [ a ] conjunto singular do tipo ConjMinusc [vermelho, succ(amarelo)] conjunto do tipo Cor com 2 elementos [1, 2, 1, 3] = [1, 2, 3] = [2, 1, 3] = [3, 2, 1] conjunto do tipo ConjDigito com 3 elementos

5 Operadores sobre conjuntos: 1. Operadores binários: reunião (+), intersecção (*) e diferença ou complementaridade (-) Exemplos: [ a, b ] + [ z ] [ a, b, z ] [ a.. d ] + [ ] [ a, b, c, d ] [1, 2, 7, 8, 9] [3, 4, 5, 6, 7, 8] [7, 8] [ c, d ] [ ] [ ] [vermelho, azul, amarelo] [azul] [vermelho, amarelo]

6 var aa, bb, cc :ConjMinusc; c : char;... { inicializar uma variavel do tipo ConjMinusc } aa := [ ]; bb := [ ]; { inserir um elemento num conjunto} aa := a + [ a ]; { reunir dois conjuntos} aa := a + [ b.. w ]; { inserir todos os elementos do ConjMinusc } for c := a to z do bb := bb + [c]; { complementar de aa em relacao a bb } cc := bb - aa; { retirar um elemento a um conjunto} cc := cc - [ y ];

7 2. Relações binárias: igualdade (=), desigualdade (<>), inclusão (à direita, <= e à esquerda, (>=) Exemplos: [ a, b ] <= [ z ] false [1..9] >= [ ] true [1, 2, 7, 8, 9] <> [3, 4, 5, 6, 7, 8] true [ c, d ] = [ ] false [azul] <= [vermelho, azul, amarelo] true

8 Crivo de Eratóstenes Problema: Determinar todos os números primos que existem até um dado inteiro positivo n. Estratégia: Dado o conjunto de todos os inteiros positivos de 2 a n, n como o número 2 é primo, retirá-lo para um conjunto de primos e retirar todos os seus múltiplos: n Repetir este procedimento até o crivo ficar vazio: n n n n. Tipos de dados: Dado n, usar conjuntos de números inteiros positivos para representar o crivo (2 a n) e o conjunto de primos resultante do algoritmo. Tipo de dados principal: set of 2..LIMITE;

9 program eratostenes (input, output); {*Crivo de Erato stenes: determinar todos os primos de 2 a um dado n <= LIMITE*} const LIMITE = 255; type IntPos2 = 2..LIMITE; var crivo, primos :set of IntPos2; n, num, proxnum :IntPos2; procedure abertura(var num:intpos2); {* indica o propo sito do programa e pede um nu mero positivo no dominio IntPos2, valida-o e devolve *} begin... end; begin{ programa principal } abertura(n); crivo := [2..n]; primos := [ ]; proxnum := 2; repeat { procurar o "primeiro elemento" do crivo } while not( proxnum in crivo ) do proxnum := proxnum+1;

10 { proxnum encontrado e primo } primos := primos+[proxnum]; { retirar proxnum do crivo bem como todos os seus mu ltiplos } num := proxnum; while num <= n do begin crivo := crivo-[num]; num := num+proxnum; end; until crivo = [ ]; { todos os primos estao no conj. "primos": escrever "primos" } writeln( Nos. primos que existem entre 2 e,n:3, : ); for num:= 2 to n do if num in primos then write(, num:3); end.

11 Problema: Calcular o número de dígitos distintos de um dado inteiro não-negativo, n Estratégia: Sucessivamente determinar os dígitos do número dado e contar a quantidade de dígitos diferentes Algoritmo: Dado um número inteiro não-negativo n, enquanto n for não-nulo, retirar próximo dígito; se for diferente dos dígitos anteriores, incluir no conjunto de digitos distintos e contar mais um digito diferente... type IntNNeg = 0..MAXINT;... function dig_distintos( num :IntNNeg ):IntNNeg; {* dado num>=0, devolve o no. de digitos distintos que conte m *} var conta :IntNNeg; digito :0..9; anteriores :set of 0..9; begin{ dig_distintos } anteriores := [ ];

12 conta := 0; while num <> 0 do begin { retirar proximo digito e actualizar dividendo } digito := num mod 10; num := num div 10; if not (digito in anteriores) then begin { +1 digito diferente } conta := conta+1; anteriores := anteriores+[digito]; end; end; { while } dig_distintos := conta; end;{ dig_distintos } Nota: E se o número dado for zero?

13 ... conta := 0; repeat { retirar proximo digito e actualizar dividendo } digito := num mod 10; num := num div 10; if not (digito in anteriores) then begin { +1 digito diferente } conta := conta+1; anteriores := anteriores+[digito]; end; until num=0; { repeat } dig_distintos := conta; end;{ dig_distintos }

14 Problema: (Colorir um mapa) Dadas 4 cores (vermelho, azul, verde e amarelo), e um mapa (relações de fronteira), atribuir uma cor a cada país, de modo a que países vizinhos não fiquem com a mesma cor. Teorema: 4 cores são suficientes para colorir qualquer mapa plano Algoritmo para pintar um país: Dados um país (estepais) e os seus vizinhos directos, Para cada cor (estacor): se estacor não foi usada para um vizinho directo então: escolher estacor para este estepaís se estepaís é o último país, terminar e escrever solução caso contrário, pintar outro país

15 Tipos de dados Cores:S conjunto (set) com 4 cores País: registo (set) com o nome do país conjunto de vizinhos cor a usar Mapa: tabela de países program PintarMapa(input,output); label 99; const NUMMAX = 50; type Indice = 1..NUMMAX; TipoCor = (Branco, Vermelho, Azul, Verde, Amarelo);

16 Pais = record nome :string(25); vizinhos :set of Indice; cor :TipoCor; end; var lista :array [Indice] of Pais; { mapa } procedure ler_mapa; var i, j, m :Indice; k :1..25; car :char; begin{ ler_mapa } for i:=1 to NUMMAX do begin read(j); { indice de pais para por na tabela } with lista[j] do begin for k:=1 to 25 do read(nome[k]); { construir o conj. de vizinhos deste pais }

17 vizinhos := [ ]; for m:=1 to NUMMAX do begin read(car); if car= 1 {ent~ao e vizinho } then vizinhos := vizinhos+[m]; end;{for m} end;{ with lista[j] } end;{ for i } end;{ ler_mapa } procedure pintar_pais(ind: Indice); var k :Indice; color : TipoCor; corlivre : boolean;

18 begin{ pintar_pais } with lista[i] do for color := Vermelho to Amarelo do begin corlivre := true; { verificar se vizinho tem esta cor } for k:= 1 to NPAISES do { percorre todos } if (k in vizinhos) and (lista[k].cor = color) then corlivre := false; if corlivre then begin cor := color; if ind = NPAISES then escrever_mapa {e termina!} else pintar_pais(ind+1); { chamada recorrente } { se chegou aqui, esta cor nao serve } cor := Branco; end; { if livre } end;{ for color + with } end;{ pintar_pais }

19 procedure escrever_mapa; var i :Indice; begin{ escrever_mapa } writeln( Mapa Colorido ); writeln; for i:=1 to NUMMAX do with lista[i] do begin write(nome, ); case cor of Branco : writeln( Erro?!!!!! ); Vermelho : writeln( vermelho ); Azul : writeln( azul ); Verde : writeln( verde ); Amarelo : writeln( amarelo ); end;{ case } end;{ with lista } goto 99; end;{ escrever_mapa }

20 begin { programa principal } ler_mapa; pintar_pais(1); writeln( Nao foi encontrada solucao para pintar o mapa com, NCORES:1,!! ); 99 : {* instrucao nula *} end.

Variáveis Compostas Heterogêneas. Variável Composta Heterogênea. Variável Composta Heterogênea

Variáveis Compostas Heterogêneas. Variável Composta Heterogênea. Variável Composta Heterogênea Variáveis Compostas Heterogêneas Variável Composta Heterogênea Conjunto de dados logicamente relacionados, mas de tipos diferentes. Também chamada de registro. Variável Composta Heterogênea 1 Declaração

Leia mais

ARQUIVOS. Os arquivos criados em meios magnéticos poderão ser acessados para leitura e escrita na forma seqüencial, direta ou indexada.

ARQUIVOS. Os arquivos criados em meios magnéticos poderão ser acessados para leitura e escrita na forma seqüencial, direta ou indexada. Texto retirado e adaptado da apostila A Linguagem Pascal, disponível no site http://www.portaldaprogramacao.com (autor: desconhecido) ARQUIVOS Anteriormente, foi estudado o conceito de tabelas em memória

Leia mais

IFTO TÉCNICO EM INFORMÁTICA DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS AULA 01

IFTO TÉCNICO EM INFORMÁTICA DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS AULA 01 IFTO TÉCNICO EM INFORMÁTICA DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS AULA 01 Prof. Manoel Campos da Silva Filho Tecnólogo em Processamento de Dados / Unitins Mestre em Engenharia Elétrica / UnB http://lab.ifto.edu.br/~mcampos

Leia mais

Representação de Algoritmos - Linguagens de Programação

Representação de Algoritmos - Linguagens de Programação Representação de Algoritmos - Linguagens de Programação A representação de algoritmos em uma pseudo-linguagem mais próxima às pessoas é bastante útil principalmente quando o problema a ser tratado envolve

Leia mais

Estrutura de Dados. Introdução a Ponteiros. Prof. Gerson Borges Estrutura de Dados I 1

Estrutura de Dados. Introdução a Ponteiros. Prof. Gerson Borges Estrutura de Dados I 1 Estrutura de Dados Introdução a Ponteiros Prof. Gerson Borges Estrutura de Dados I 1 Sumário è Explicação da importância do planejamento de ensino; è Métodos e técnicas que iremos trabalhar durante o semestre;

Leia mais

MANIPULAÇÃO DE STRINGS

MANIPULAÇÃO DE STRINGS MANIPULAÇÃO DE STRINGS O TIPO DE DADO STRING Os strings, como trechos de texto, são os tipos de dados mais familiares aos seres humanos. O Pascal padrão não fornecia tipos de dados de String; tínhamos

Leia mais

Manipulação de Arquivos em Pascal

Manipulação de Arquivos em Pascal Manipulação de Arquivos em Pascal Estrutura de Dados II Aula 03 UFS - DComp Adaptados a partir do material da Profa. Kenia Kodel Cox 1 Para implementar programa infantil para ordenação (alfabética) de

Leia mais

Estrutura de Dados Pilha (Stack)

Estrutura de Dados Pilha (Stack) Estrutura de Dados Pilha (Stack) Estrutura de Dados que corresponde a uma lista sequencial com a propriedade seguinte: LIFO O primeiro elemento a entrar é o último a sair ( Last in First Out ) Operações

Leia mais

PROG. DE COMPUTADORES II SI Arquivos

PROG. DE COMPUTADORES II SI Arquivos 1 PROG. DE COMPUTADORES II SI Arquivos Arquivos Permitem que gravemos nossas informações em dispositivos físicos Pendrive HD Estão organizados logicamente em registros Cada registro é similar a um campo

Leia mais

II. LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO COM PASCAL

II. LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO COM PASCAL II. LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO COM PASCAL Leitura: Engenharia de Software - Roger S. Pressman Cap 16 - Linguagens de Programação e Codificação (exceto 16.2) Introdução à Programação com Pascal - Sérgio E. R.

Leia mais

Métodos de Programação I 2. 1 Ana Maria de Almeida CAPÍTULO 2 CONTEÚDO

Métodos de Programação I 2. 1 Ana Maria de Almeida CAPÍTULO 2 CONTEÚDO Métodos de Programação I 2. 1 CAPÍTULO 2 CONTEÚDO 2.1 Programação: Conceitos Fundamentais 2.1.1 Fases de construção de um programa executável 2.2.2 Metodologia da programação 2.2 A Linguagem Pascal 2.2.1

Leia mais

Algumas notas sobre PASCAL

Algumas notas sobre PASCAL Algumas notas sobre PASCAL PARTE I Anjolina Grisi de Oliveira 1 Um programa em PASCAL Esse texto inclui algumas notas sobre a linguagem PASCAL. As diferenças existentes entre os diversos compiladores não

Leia mais

1. Estrutura de seleção. Seleção: algumas etapas (passos) do algoritmo são executadas dependendo do resultado de uma condição

1. Estrutura de seleção. Seleção: algumas etapas (passos) do algoritmo são executadas dependendo do resultado de uma condição 1 Estrutura de seleção Seleção: algumas etapas (passos) do algoritmo são executadas dependendo do resultado de uma condição - Necessário quando mais de uma ação deve ser tomada se uma condição for satisfeita

Leia mais

1) Digitar o código-fonte no editor do compilador Turbo Pascal para windows, exatamente como apresentado a seguir:

1) Digitar o código-fonte no editor do compilador Turbo Pascal para windows, exatamente como apresentado a seguir: Introdução à Informática 1 de 6 Data: 29/05/04 1) Digitar o código-fonte no editor do compilador Turbo Pascal para windows, exatamente como apresentado a seguir: program eq2grau; uses WinCrt, Strings;

Leia mais

UNIP UNIVERSIDADE PAULISTA INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA (ICET) CURSO DE CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO. O Paradigma da Orientação a Objeto

UNIP UNIVERSIDADE PAULISTA INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA (ICET) CURSO DE CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO. O Paradigma da Orientação a Objeto UNIP UNIVERSIDADE PAULISTA INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA (ICET) CURSO DE CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO O Paradigma da Orientação a Objeto Apresentada em Cumprimento Parcial dos Requerimentos para

Leia mais

PROGRAMAÇÃO II 4. ÁRVORE

PROGRAMAÇÃO II 4. ÁRVORE 4. ÁRVORE PROGRAMAÇÃO II Prof. Jean Eduardo Glazar Uma árvore impõe uma estrutura hierárquica em uma coleção de itens. Um exemplo familiar é a árvore genealógica. Árvores despontam de forma natural em

Leia mais

7. ESTRUTURAS DE DADOS ESTÁTICAS E DINÂMICAS

7. ESTRUTURAS DE DADOS ESTÁTICAS E DINÂMICAS 7. ESTRUTURAS DE DADOS ESTÁTICAS E DINÂMICAS Até... 7.1 Alocação Estática Alocação de Espaço em Memória Como já foi visto anteriormente, a memória de um computador compõe-se de uma sequência de palavras,

Leia mais

Programação I. Departamento de Engenharia Rural Centro de Ciências Agrárias

Programação I. Departamento de Engenharia Rural Centro de Ciências Agrárias Departamento de Engenharia Rural Centro de Ciências Agrárias Programação I Prof. Bruno Vilela Oliveira bruno@cca.ufes.br http://www.brunovilela.webnode.com.br Aula 08 Programação em pascal Pascal Pascal

Leia mais

Armazenamento de Dados. Prof. Antonio Almeida de Barros Junior

Armazenamento de Dados. Prof. Antonio Almeida de Barros Junior Armazenamento de Dados Prof. Antonio Almeida de Barros Junior 1 Armazenamento de Dados Todos os dados que utilizamos até o momento, ficavam armazenados apenas na memória. Ao final da execução dos programas,

Leia mais

Notas de Aula de Algoritmos e Programação de Computadores

Notas de Aula de Algoritmos e Programação de Computadores Notas de Aula de Algoritmos e Programação de Computadores FLÁVIO KEIDI MIYAZAWA com a colaboração de TOMASZ KOWALTOWSKI Instituto de Computação - UNICAMP Versão 2000.1 Estas notas de aula não devem ser

Leia mais

Identificação das variáveis de entrada; resultados/variáveis de saída e método ou solução. (procedimentos e funções)

Identificação das variáveis de entrada; resultados/variáveis de saída e método ou solução. (procedimentos e funções) Aulas anteriores... Formulação adequada do problema Identificação das variáveis de entrada; resultados/variáveis de saída e método ou solução Definição do algoritmo Método de decomposição hierárquica utilizando

Leia mais

UFRJ-CCMN-INSTITUTO DE MATEMÁTICA Departamento de Ciência da Computação

UFRJ-CCMN-INSTITUTO DE MATEMÁTICA Departamento de Ciência da Computação UFRJ-CCMN-INSTITUTO DE MATEMÁTICA Departamento de Ciência da Computação ARQUIVOS EM PASCAL - Prof. Miguel Jonathan (rev. set 2008) Este texto apresenta alguns exemplos que esclarecem o uso de arquivos

Leia mais

PROGRAMAÇÃO II 3. PILHA DINÂMICA

PROGRAMAÇÃO II 3. PILHA DINÂMICA 3. PILHA DINÂMICA PROGRAMAÇÃO II Prof. Jean Eduardo Glazar Uma pilha é um tipo especial de Pilha na quais todas as inserções e remoções são feitas na primeira posição, que é chamada de topo. Outro nome

Leia mais

1.2 OPERAÇÕES BÁSICAS EM ALGORITMOS E PROGRAMAS 18

1.2 OPERAÇÕES BÁSICAS EM ALGORITMOS E PROGRAMAS 18 ÍNDICE MÓDULO 1 INTRODUÇÃO À ALGORITMIA 11 1.1 PROGRAMAS E ALGORITMOS 12 Fases da programação 12 Algoritmos e algoritmia 13 Algoritmos em linguagem informal, pseudocódigo e fluxogramas 14 Símbolos utilizados

Leia mais

INTRODUÇÃO OBJECT PASCAL/DELPHI

INTRODUÇÃO OBJECT PASCAL/DELPHI Introdução Object Pascal/Delphi 1 INTRODUÇÃO OBJECT PASCAL/DELPHI Objetivo Demonstrar a sintaxe e a semântica do Object Pascal e a forma como esse linguagem de programação será aplicada na disciplina de

Leia mais

Informática de Gestão 1º ano / 1º semestre Ano letivo: 2014/2015. Visual Basic VBA

Informática de Gestão 1º ano / 1º semestre Ano letivo: 2014/2015. Visual Basic VBA Informática de Gestão 1º ano / 1º semestre Ano letivo: 2014/2015 Visual Basic VBA Macros Funções Conjunto de instruções que são executadas sempre que se desejar e pela ordem apresentada As funções são

Leia mais

- UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS Curso: Informática / Ciência da Computação

- UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS Curso: Informática / Ciência da Computação Programação 1I Prof. Osório Árvores Genéricas Pag.: 1 - UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS Curso: Informática / Ciência da Computação Programação II Disciplina: Linguagem

Leia mais

Notas de Aula de Algoritmos e Programação de Computadores

Notas de Aula de Algoritmos e Programação de Computadores Notas de Aula de Algoritmos e Programação de Computadores FLÁVIO KEIDI MIYAZAWA com a colaboração de TOMASZ KOWALTOWSKI Instituto de Computação - UNICAMP Versão 2000.1 Estas notas de aula não devem ser

Leia mais

/ Métodos de Programação I Projecto 0

/ Métodos de Programação I Projecto 0 Departamento de Matemática da Universidade de Coimbra / Métodos de Programação I Projecto 0 Cálculo do Instante de Chegada de um Voo Dado o instante de partida de um avião (horas, minutos, segundos), dado

Leia mais

Tubarão / Santa Catarina / BRAZIL E-Mail : osmarjr@unisul.rct-sc.br http://tec1.unisul.rct-sc.br/osmarjr/

Tubarão / Santa Catarina / BRAZIL E-Mail : osmarjr@unisul.rct-sc.br http://tec1.unisul.rct-sc.br/osmarjr/ Tubarão / Santa Catarina / BRAZIL E-Mail : osmarjr@unisul.rct-sc.br http://tec1.unisul.rct-sc.br/osmarjr/ Índice 1. Algoritmos 3 2. Fases de um Algoritmos 4 3. Estrutura de Algoritmos 5 4. Variáveis 6

Leia mais

CURSO de CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO - Gabarito

CURSO de CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO - Gabarito UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE TRANSFERÊNCIA 2 o semestre letivo de 2005 e 1 o semestre letivo de 2006 CURSO de CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO - Gabarito Verifique se este caderno contém : INSTRUÇÕES AO CANDIDATO

Leia mais

Paradigmas de Programação

Paradigmas de Programação Paradigmas de Programação Tipos de Dados Aula 5 Prof.: Edilberto M. Silva http://www.edilms.eti.br Prof. Edilberto Silva / edilms.eti.br Tipos de Dados Sistema de tipos Tipos de Dados e Domínios Métodos

Leia mais

Testes Baseados na Implementação. (fluxo de controle) Baseado em notas de aula da profa. Eliane Martins

Testes Baseados na Implementação. (fluxo de controle) Baseado em notas de aula da profa. Eliane Martins Testes Baseados na Implementação (fluxo de controle) Baseado em notas de aula da profa. Eliane Martins 1 Tópicos O que é Grafo de fluxo de controle Critérios de cobertura 2 Referências B.Beizer R.Binder

Leia mais

A4 Projeto Integrador e Lista de Jogos

A4 Projeto Integrador e Lista de Jogos A4 Projeto Integrador e Lista de Jogos 1ª ETAPA PROJETO INTEGRADOR (2 pontos na A4) Como discutido em sala de aula, a disciplina de algoritmos I também fará parte do projeto integrador, para cada grupo

Leia mais

Linguagem de Programação

Linguagem de Programação Linguagem de Programação Aula 10 Arquivos Universidade Federal de Santa Maria Colégio Agrícola de Frederico Westphalen Curso Técnico em Informática Prof. Bruno B. Boniati www.cafw.ufsm.br/~bruno Persistência

Leia mais

MÉTODOS DE ORDENAÇÃO

MÉTODOS DE ORDENAÇÃO UNIÃO DE TECNOLOGIA E ESCOLAS DE SANTA CATARINA Tecnologia em Processamento de Dados MÉTODOS DE ORDENAÇÃO Tecnologia em Processamento de Dados (Pascal) Jurandir Steffens Acadêmico Glauco Vinicius Scheffel

Leia mais

Display de 7. PdP. Autor: Tiago Lone Nível: Básico Criação: 16/12/2005 Última versão: 18/12/2006. Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos

Display de 7. PdP. Autor: Tiago Lone Nível: Básico Criação: 16/12/2005 Última versão: 18/12/2006. Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos TUTORIAL Display de 7 Segmentos Autor: Tiago Lone Nível: Básico Criação: 16/12/2005 Última versão: 18/12/2006 PdP Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos http://www.maxwellbohr.com.br contato@maxwellbohr.com.br

Leia mais

Programas simples em C

Programas simples em C Programas simples em C Problema 1. Escreve um programa em C que dados dois inteiros indique se são iguais ou qual o maior. Utilizar a construção em 5 etapas... quais? 1. Perceber o problema 2. Ideia da

Leia mais

PROGRAMAÇÃO II 3. FILA DINÂMICA

PROGRAMAÇÃO II 3. FILA DINÂMICA 3. FILA DINÂMICA PROGRAMAÇÃO II Prof. Jean Eduardo Glazar Uma fila é um tipo especial de lista na qual todas as inserções são feitas sempre depois do fim e as deleções no início. Por isso também recebe

Leia mais

AnsiLowerCase Converte todos os caracteres de uma string para minúsculo; Sintaxe: AnsiLowerCase(const S: string): string;

AnsiLowerCase Converte todos os caracteres de uma string para minúsculo; Sintaxe: AnsiLowerCase(const S: string): string; AnsiLowerCase Converte todos os caracteres de uma string para minúsculo; AnsiLowerCase(const S: string): string; Var X:String; Begin X:=Label1.caption; Label1.caption:=AnsiLowerCase(X); { Label1 ficará

Leia mais

Programação Básica em Arduino Aula 2

Programação Básica em Arduino Aula 2 Programação Básica em Arduino Aula 2 Execução: Laboratório de Automação e Robótica Móvel Variáveis são lugares (posições) na memória principal que servem para armazenar dados. As variáveis são acessadas

Leia mais

Estrutura de Dados. Prof. Gustavo Willam Pereira. Créditos: Profa. Juliana Pinheiro Campos

Estrutura de Dados. Prof. Gustavo Willam Pereira. Créditos: Profa. Juliana Pinheiro Campos Estrutura de Dados Prof. Gustavo Willam Pereira Créditos: Profa. Juliana Pinheiro Campos ESTRUTURAS DE DADOS Ementa Introdução à Linguagem C. Recursividade. Alocação dinâmica de memória. Conceito de tipos

Leia mais

Curso : Tecnologia em Desenvolvimento de Sistemas - AEMS

Curso : Tecnologia em Desenvolvimento de Sistemas - AEMS Curso : Tecnologia em Desenvolvimento de Sistemas - AEMS Série : 3 º Período - 1 º Semestre de 2011 Professora : Elzi Ap. Gil 3. LISTAS LINEARES PARTE - III Disciplina - Estrutura de Dados Segundo Pereira(2002),

Leia mais

Aluísio Eustáquio da Silva

Aluísio Eustáquio da Silva 1 Aluísio Eustáquio da Silva SciLab Programável Material didático usado em aulas de Programação de Computadores, Algoritmos e Lógica de Programação Betim Maio de 2012 2 PROGRAMAÇÃO O SciLab permite que

Leia mais

Javascript 101. Parte 2

Javascript 101. Parte 2 Javascript 101 Parte 2 Recapitulando O Javascript é uma linguagem de programação funcional Os nossos scripts são executados linha a linha à medida que são carregados. O código que está dentro de uma função

Leia mais

Resumo da última aula. Compiladores. Tipos. Regras semânticas. Expressões de tipos. Análise Semântica e checagem de tipos.

Resumo da última aula. Compiladores. Tipos. Regras semânticas. Expressões de tipos. Análise Semântica e checagem de tipos. Resumo da última aula Compiladores Análise semântica Verificação de tipos 1 Implementação: Esquemas S-atribuídos: Mecanismo bottom-up direto Esquemas L-atribuídos: Mecanismo top-down: Necessita gramática

Leia mais

- UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS Curso: Informática / Ciência da Computação

- UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS Curso: Informática / Ciência da Computação Programação 1I Prof. Osório Árvores Binárias Pag.: 1 - UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS Curso: Informática / Ciência da Computação Programação II Disciplina: Linguagem

Leia mais

- UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS (C6/6) Curso: Informática

- UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS (C6/6) Curso: Informática Laboratório I Prof. Osório Balanceamento de Árvores Binárias Pag.: - UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS (C6/6) Curso: Informática LABORATÓRIO II AULA : Balanceamento

Leia mais

Cadeira de Tecnologias de Informação. Ano lectivo 2007/08. Software

Cadeira de Tecnologias de Informação. Ano lectivo 2007/08. Software Cadeira de Tecnologias de Informação Ano lectivo 2007/08 Software Prof. Mário Caldeira Profª Ana Lucas Dr. Fernando Naves Engª Winnie Picoto Engº Luis Vaz Henriques Dr. José Camacho TI2007/08_SW_1 Software

Leia mais

Filas. A ordem de saída corresponde diretamente à ordem de entrada dos elementos. Fila de caixa bancário

Filas. A ordem de saída corresponde diretamente à ordem de entrada dos elementos. Fila de caixa bancário Filas Fila é um tipo de lista linear onde as inserções são realizadas num extremo (final da Fila) e as remoções restritas ao outro (começo da Fila). O primeiro a entrar é o primeiro a sair e último a entrar

Leia mais

10) REGISTROS : Exemplos: var N,I: integer; A,B,C: real; CHAVE: boolean; CARAC: char; V: array[1..20] of real; M: array[1..10,1..

10) REGISTROS : Exemplos: var N,I: integer; A,B,C: real; CHAVE: boolean; CARAC: char; V: array[1..20] of real; M: array[1..10,1.. Página 1 de 10 10) REGISTROS : De um modo geral, as variáveis podem ser: - simples (integer, real, boolean, char) e - compostas: - homogêneas (array) - heterogêneas (record) Exemplos: var N,I: integer;

Leia mais

ESTRUTURA DE DADOS -VARIÁVEIS COMPOSTAS. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. frozza@ifc-camboriu.edu.br

ESTRUTURA DE DADOS -VARIÁVEIS COMPOSTAS. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. frozza@ifc-camboriu.edu.br ESTRUTURA DE DADOS -VARIÁVEIS COMPOSTAS Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. frozza@ifc-camboriu.edu.br ROTEIRO Variáveis compostas homogêneas Arrays Vetores Matrizes Variáveis compostas heterogêneas Registros

Leia mais

Sintaxe e Semântica. Fases da Compilação. programa fonte

Sintaxe e Semântica. Fases da Compilação. programa fonte Sintaxe e Semântica mleal@inf.puc-rio.br Fases da Compilação programa fonte tokens parse tree árvore anotada ou outra forma intermediária código intermediário código objeto código objeto otimizado scanner

Leia mais

Algoritmos em Javascript

Algoritmos em Javascript Algoritmos em Javascript Sumário Algoritmos 1 O que é um programa? 1 Entrada e Saída de Dados 3 Programando 4 O que é necessário para programar 4 em JavaScript? Variáveis 5 Tipos de Variáveis 6 Arrays

Leia mais

De novo, vamos começar pelas funções mais básicas, testá-las e depois usá-las em funções mais complexas.

De novo, vamos começar pelas funções mais básicas, testá-las e depois usá-las em funções mais complexas. Aula 3 Funções para tratamento de texto, e função para obtenção de dados em arquivos texto com formato livre (e-mails, relatórios, pdfs salvos como texto, etc.). Função para pesquisa fonética. De novo,

Leia mais

Teoria da Computação - Programação OCaml Ficha de exercícios

Teoria da Computação - Programação OCaml Ficha de exercícios Teoria da Computação - Programação OCaml Ficha de exercícios Simão Melo de Sousa Em parte, estes exercícios baseam-se nas fichas práticas retiradas do site OCaml Hump 1 Aritmética Exercício 1 (Fibbonacci)

Leia mais

Estrutura de Dados Básica

Estrutura de Dados Básica Estrutura de Dados Básica Professor: Osvaldo Kotaro Takai. Aula 4: Tipos de Dados O objetivo desta aula é apresentar os tipos de dados manipulados pela linguagem C, tais como vetores e matrizes, bem como

Leia mais

Avaliação de Expressões

Avaliação de Expressões valiação de Expressões valiação de Expressões - Como efetuar o cálculo de uma expressão em um computador? Exemplo: / B C D + E Regras usuais da matemática. Os parênteses alteram a ordem das expressões:

Leia mais

ESTRUTURA DE DADOS PILHA

ESTRUTURA DE DADOS PILHA ESTRUTURA DE DADOS PILHA CONCEITO DE PILHAS - Pilhas são listas lineares onde a inserção de um novo item ou a remoção de um item já existente se dá em uma única extremidade, no topo. Pilha vazia Insere(A)

Leia mais

A declaração de uma variável vel define o seu tipo. O tipo do dado define como ele será: Armazenado na memória. Manipulado pela ULA.

A declaração de uma variável vel define o seu tipo. O tipo do dado define como ele será: Armazenado na memória. Manipulado pela ULA. Representação de Dados Tipos de dados: Caracteres (letras, números n e símbolos). s Lógicos. Inteiros. Ponto flutuante: Notações decimais: BCD. A declaração de uma variável vel define o seu tipo. O tipo

Leia mais

Flash MX ActionScript

Flash MX ActionScript Flash Programação MX ActionScript Multimédia Flash MX ActionScript Pedro Costa / 2004 Introdução Neste momento, o ActionScript é provavelmente a ferramenta mais poderosa integrada no Flash. Esta linguagem

Leia mais

APOSTILA PHP PARTE 1

APOSTILA PHP PARTE 1 APOSTILA PHP PARTE 1 1. Introdução O que é PHP? PHP significa: PHP Hypertext Preprocessor. Realmente, o produto foi originalmente chamado de Personal Home Page Tools ; mas como se expandiu em escopo, um

Leia mais

Introdução. A verificação de tipos pode ser estática e dinâmica

Introdução. A verificação de tipos pode ser estática e dinâmica Análise Semântica Introdução Verifica se as construções sintaticamente corretas possuem significado lógico dentro da linguagem Verifica a consistência da declaração e uso dos identificadores Além disso,

Leia mais

Os objetivos indicados aplicam-se a duas linguagens de programação: C e PHP

Os objetivos indicados aplicam-se a duas linguagens de programação: C e PHP AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SANTA COMBA DÃO CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE GESTÃO E PROGRAMAÇÃO DE SISTEMAS INFORMÁTICOS 2012-2015 PROGRAMAÇÃO E SISTEMAS DE INFORMAÇÃO MÓDULO 2 Mecanismos de Controlo de

Leia mais

ISCAP. Algoritmia. Pág. 1. Ana Paula Teixeira

ISCAP. Algoritmia. Pág. 1. Ana Paula Teixeira Algoritmia Pág. 1 Os Computadores e a resolução de Problemas PROBLEMA Fase de Resolução do Problema Pág. 2 Passo difícil Solução como um PROGRAMA de Computador Solução em forma de Algoritmo Fase de Implementação

Leia mais

1 Função e criação do Programa. Relatório de desenvolvimento do projecto Programador/designer : Tiago MC Simões

1 Função e criação do Programa. Relatório de desenvolvimento do projecto Programador/designer : Tiago MC Simões Relatório de desenvolvimento do projecto Programador/designer : Tiago MC Simões 1) Função e criação do Programa 2) Lista de transacções/funções 3) Interface Gráfico do programa 4) A base de dados 4.1)

Leia mais

- UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS Curso: Informática / Ciência da Computação

- UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS Curso: Informática / Ciência da Computação Programação 1I Prof. Osório Fila / Alocação Estática Pag.: 1 - UNIVERSIAE O VALE O RIO OS SINOS IÊNIAS EXATAS E TENOLÓGIAS urso: Informática / iência da omputação Programação II isciplina: Linguagem de

Leia mais

Algoritmos Computacionais ( Programas )

Algoritmos Computacionais ( Programas ) Algoritmos Computacionais ( Programas ) A partir deste tópico, consideramos a utilização do universo Computacional na solução de problemas. Para tanto devemos lembrar que a transposição de problemas do

Leia mais

CONCEITOS BÁSICOS PARA A CONSTRUÇÃO DE ALGORITMOS PARA COMPUTADORES. Isac Aguiar isacaguiar.com.br isacaguiar@gmail.com

CONCEITOS BÁSICOS PARA A CONSTRUÇÃO DE ALGORITMOS PARA COMPUTADORES. Isac Aguiar isacaguiar.com.br isacaguiar@gmail.com CONCEITOS BÁSICOS PARA A CONSTRUÇÃO DE ALGORITMOS PARA COMPUTADORES Isac Aguiar isacaguiar.com.br isacaguiar@gmail.com Objetivos Compreender os conceitos de lógica de programação e de algoritmos. Conhecer

Leia mais

$XWyPDWRV)LQLWRV'HWHUPLQLVWDV$)' A= (Q, È, G,q 0,F)

$XWyPDWRV)LQLWRV'HWHUPLQLVWDV$)' A= (Q, È, G,q 0,F) &DStWXOR,,$XWyPDWRV)LQLWRV $XWyPDWRV)LQLWRV'HWHUPLQLVWDV$)' 'HILQLomR: Um $XWyPDWR)LQLWR'HWHUPLQLVWD é um quíntuplo ordenado, onde: A= (Q, È, G,q 0,F) Q é um conjunto finito, não vazio, de HVWDGRV, È é

Leia mais

FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE ITUIUTABA

FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE ITUIUTABA FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE ITUIUTABA ASSOCIADA À UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS CURSO DE SISTEMA DE INFORMAÇÃO PILHA E FILA Prof. Walteno Martins Parreira Júnior www.waltenomartins.com.br waltenomartins@yahoo.com

Leia mais

Resumo da Introdução de Prática de Programação com C. A Linguagem C

Resumo da Introdução de Prática de Programação com C. A Linguagem C Resumo da Introdução de Prática de Programação com C A Linguagem C O C nasceu na década de 70. Seu inventor, Dennis Ritchie, implementou-o pela primeira vez usando um DEC PDP-11 rodando o sistema operacional

Leia mais

Nesta aula serão apresentados alguns comandos de condição, repetição e gráficos.

Nesta aula serão apresentados alguns comandos de condição, repetição e gráficos. 3 COMANDOS CONDICIONAIS E DE LAÇO Nesta aula serão apresentados alguns comandos de condição, repetição e gráficos. 3.1 COMANDOS CONDICIONAIS 3.1.1 Comando IF Como o próprio nome já indica, estes comandos

Leia mais

Regras Métodos Identificadores Variáveis Constantes Tipos de dados Comandos de atribuição Operadores aritméticos, relacionais e lógicos

Regras Métodos Identificadores Variáveis Constantes Tipos de dados Comandos de atribuição Operadores aritméticos, relacionais e lógicos Lógica Aula 2 Técnicas de Programação Criando algoritmos Regras Métodos Identificadores Variáveis Constantes Tipos de dados Comandos de atribuição Operadores aritméticos, relacionais e lógicos Criando

Leia mais

Algoritmos e Programação

Algoritmos e Programação Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Engenharia da Produção / Elétrica Algoritmos e Programação Parte 05 Prof. Jorge Cavalcanti jorge.cavalcanti@univasf.edu.br www.univasf.edu.br/~jorge.cavalcanti

Leia mais

Programação Engenharia Informática (11543) 1º ano, 1º semestre Tecnologias e Sistemas de Informação (6619) 1º ano, 1º semestre

Programação Engenharia Informática (11543) 1º ano, 1º semestre Tecnologias e Sistemas de Informação (6619) 1º ano, 1º semestre Programação Engenharia Informática (11543) 1º ano, 1º semestre Tecnologias e Sistemas de Informação (6619) 1º ano, 1º semestre Cap. 02 Fundamentos de Linguagens Sumário : Linguagem, alfabeto e gramática

Leia mais

Parte I. Conhecendo A Linguagem Pascal

Parte I. Conhecendo A Linguagem Pascal 1 Parte I Conhecendo A Linguagem Pascal 3 1 CONCEITOS BÁSICOS DA LINGUAGEM PASCAL Antes mesmo de falarmos na linguagem de programação Pascal, gostaria de apresentar-lhes o Gigi, um sapinho bem simpático

Leia mais

Compiladores. A seção das regras. Especificação (F)lex. Plano da aula. Escolha das regras. Compilação típica com FLEX

Compiladores. A seção das regras. Especificação (F)lex. Plano da aula. Escolha das regras. Compilação típica com FLEX Compilação típica com FLX Compiladores Análise sintática (1) Noções sobre Gramáticas Livres de conteto dição do teto de especificação No arquivo minhas_regras.l 3 partes: Declarações Regras (Rs -> Ação)

Leia mais

Capítulo 2. VARIÁVEIS DO TIPO INTEIRO

Capítulo 2. VARIÁVEIS DO TIPO INTEIRO Capítulo 2. VARIÁVEIS DO TIPO INTEIRO OBJETIVOS DO CAPÍTULO Conceitos de: variáveis do tipo inteiro, atribuição, avisos e erros de compilação, erros de execução, comentários dentro do programa-fonte Operadores

Leia mais

Disciplina: Sistemas Operacionais - CAFW-UFSM Professor: Roberto Franciscatto

Disciplina: Sistemas Operacionais - CAFW-UFSM Professor: Roberto Franciscatto Disciplina: Sistemas Operacionais - CAFW-UFSM Professor: Roberto Franciscatto Introdução Processo cooperativo é aquele que pode afetar outros processos em execução no sistema Ou ser por eles afetado Processos

Leia mais

Prof. André Luiz Sozzi

Prof. André Luiz Sozzi INSTITUTO FEDERAL DE SERGIPE COORDENADORIA DE INFORMÁTICA LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO SOLUÇÃO EXERCÍCIOS DE REPETIÇÃO 9-15-17-30 e 20 com alteração Repita e crítica Repetição com Flag Prof. André Luiz Sozzi

Leia mais

Engenharia de Software

Engenharia de Software Engenharia de Software Objectivos Indicação onde são utilizados os computadores Primeiro programa em C++ Etapas básicas do desenvolvimento de programas Projecto centrado nos objectos Classes e programação

Leia mais

QUALIFICAÇÃO TÉCNICA EM DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS

QUALIFICAÇÃO TÉCNICA EM DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS Desenvolvimento De Sistemas - Lógica De Programação. 1. Lógica de Programação I 1.1 Introdução á Lógica de Programação 1.2 O que é lógica? 1.3 Lógica Matemática 1.4 Lógica de Programação 1.5 Seqüência

Leia mais

FUNCTION ) RETURNS INTEGER AS $$ DECLARE

FUNCTION ) RETURNS INTEGER AS $$ DECLARE PERFORM O comando PERFORM permite a execução de um comando SELECT desprezando o resultado do comando. PERFORM query; A variável especial FOUND é definida como verdadeiro se a instrução produzir pelo menos

Leia mais

2. Tipos de dados predefinidos standard (simples)

2. Tipos de dados predefinidos standard (simples) Tipos de dados predefinidos standard (simples) 1 1. Identificadores Um identificador é uma sequência de letras, dígitos e underscore (_), por qualquer ordem e até um máximo de 255 caracteres, desde que

Leia mais

Métodos Os métodos de uma classe podem ser classificados como construtores, destrutores, funções ou procedimentos.

Métodos Os métodos de uma classe podem ser classificados como construtores, destrutores, funções ou procedimentos. Métodos Os métodos de uma classe podem ser classificados como construtores, destrutores, funções ou procedimentos. Construtor: método executado por uma CLASSE (e não por um objeto, instância da classe)

Leia mais

Memória Flash. PdP. Autor: Tiago Lone Nível: Básico Criação: 11/12/2005 Última versão: 18/12/2006. Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos

Memória Flash. PdP. Autor: Tiago Lone Nível: Básico Criação: 11/12/2005 Última versão: 18/12/2006. Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos TUTORIAL Memória Flash Autor: Tiago Lone Nível: Básico Criação: 11/12/2005 Última versão: 18/12/2006 PdP Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos http://www.maxwellbohr.com.br contato@maxwellbohr.com.br

Leia mais

Aula anterior... Definição do algoritmo (continuação)

Aula anterior... Definição do algoritmo (continuação) Aula anterior... Definição do algoritmo (continuação) Método de decomposição hierárquica utilizando níveis crescentes de detalhe (abordagem top-down) Primeira noção de encapsulamento de operações Decomposição

Leia mais

Técnicas de Computação Paralela Capítulo III Design de Algoritmos Paralelos

Técnicas de Computação Paralela Capítulo III Design de Algoritmos Paralelos Técnicas de Computação Paralela Capítulo III Design de Algoritmos Paralelos José Rogado jose.rogado@ulusofona.pt Universidade Lusófona Mestrado Eng.ª Informática e Sistemas de Informação 2013/14 Resumo

Leia mais

Autor: Tiago Lone Nível: Básico Criação: 19/12/2005 Última versão: 18/12/2006. PdP. Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos

Autor: Tiago Lone Nível: Básico Criação: 19/12/2005 Última versão: 18/12/2006. PdP. Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos TUTORIAL Barra de LEDs Autor: Tiago Lone Nível: Básico Criação: 19/12/2005 Última versão: 18/12/2006 PdP Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos http://www.maxwellbohr.com.br contato@maxwellbohr.com.br

Leia mais

Linguagem de Programação III Aula 2 - Apresentação da Disciplina

Linguagem de Programação III Aula 2 - Apresentação da Disciplina Linguagem de Programação III Aula 2 - Apresentação da Disciplina Prof. Moser Fagundes Curso Técnico em Informática (Modalidade Integrada) Instituto Federal Sul-Rio-Grandense (IFSul) Campus Charqueadas

Leia mais

LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO Prof. José Geraldo

LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO Prof. José Geraldo LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO Prof. José Geraldo 1.1 Introdução A Lógica é forma de organizar os pensamentos e demonstrar o raciocínio de maneira correta. A utilização da lógica é a melhor maneira de solucionar

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA. Apostila Pascal Ed. 2006. Prof. Dr. Galeno José de Sena DMA/FEG CAPÍTULO 8

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA. Apostila Pascal Ed. 2006. Prof. Dr. Galeno José de Sena DMA/FEG CAPÍTULO 8 unesp UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Apostila Pascal Ed 2006 Prof Dr Galeno José de Sena DMA/FEG CAPÍTULO 8 ARQUIVOS DE DADOS EM PASCAL: ARQUIVOS SEQUENCIAIS - UMA INTRODUÇÃO 81 ARQUIVOS SEQUENCIAL E DIRETO

Leia mais

Capítulo 2. Fundamentos de Java

Capítulo 2. Fundamentos de Java Capítulo 2. Fundamentos de Java 1/52 Índice 2.1 - Variáveis Tipos Escopo Inicialização Casting Literais 2.2 - Operadores Aritméticos Relacionais Bit a Bit De atribuição 2.3 - Expressões, statements e blocos

Leia mais

Pratica JFlex. Prática criando o primeiro analisador léxico

Pratica JFlex. Prática criando o primeiro analisador léxico UNIVERSIDADE DO OESTE DE SANTA CATARINA CAMPUS DE SÃO MIGUEL DO OESTE CURSO: CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO DISCIPLINA: COMPILADORES PROFESSOR: JOHNI DOUGLAS MARANGON Pratica JFlex JFlex é uma ferramenta que permite

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE II. Aula 07 A linguagem de programação C# e sua sintaxe

DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE II. Aula 07 A linguagem de programação C# e sua sintaxe DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE II Aula 07 A linguagem de programação C# e sua sintaxe Na aula passada... Avaliamos o conceito de Integrated Development Environment (IDE); Aprendemos um pouco da evolução do

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica de São Paulo Departamento de Ciência da Computação

Pontifícia Universidade Católica de São Paulo Departamento de Ciência da Computação Pontifícia Universidade Católica de São Paulo Departamento de Ciência da Computação LP: Laboratório de Programação Apontamento 7 Prof. ISVega Março de 2004 Controle de Execução: Seleção Simples CONTEÚDO

Leia mais

Universidade da Beira Interior Cursos: Matemática /Informática e Ensino da Informática

Universidade da Beira Interior Cursos: Matemática /Informática e Ensino da Informática Folha 1-1 Introdução à Linguagem de Programação JAVA 1 Usando o editor do ambiente de desenvolvimento JBUILDER pretende-se construir e executar o programa abaixo. class Primeiro { public static void main(string[]

Leia mais

Técnicas de programação com PASCAL

Técnicas de programação com PASCAL Técnicas de programação com PASCAL Prof. Eng Luiz Antonio Vargas Pinto www.vargasp.net A linguagem PASCAL... 4 Estrutura do Programa... 4 Declarando tipos [ Type ]... 5 Declarando variáveis [ Var ]...

Leia mais