PALAVRAS ESTRANGEIRAS: O QUE VOCÊS NOS TRAZEM DE BOM? Élen Ramos (ICV-UNICENTRO), Luciane Baretta (Orientadora),

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1 PALAVRAS ESTRANGEIRAS: O QUE VOCÊS NOS TRAZEM DE BOM? Élen Ramos (ICV-UNICENTRO), Luciane Baretta (Orientadora), Universidade Estadual do Centro-Oeste/Departamento de Letras/Guarapuava, PR. Linguística, Letras e Artes - Linguística Palavras-chave: Anglicismos, Linguagem Publicitária, Papéis Semânticos. Resumo: Este trabalho tem por objetivo verificar a eficácia da utilização de anglicismos (palavras que têm origem no inglês) nos anúncios publicitários comerciais de telefonia móvel na mídia impressa (Revista Veja, Editora Abril). Para tanto, nos ancoramos nos estudos da linguagem publicitária e na semântica. Selecionamos as cinco edições que apresentaram maior número de estrangeirismo em suas propagandas, no período de janeiro a junho de Calculamos o número de anglicismos em cada anúncio (em porcentagem) e classificamos os papéis semânticos desempenhados por eles na sentença. Utilizando um anúncio de cada revista considerada na análise, adaptamos dois anúncios, traduzindo os seus anglicismos para o português, e outros três foram mantidos na sua forma original. Estudantes do 3º ano do curso de Letras responderam a um questionário com o intuito de verificar a sua preferência entre os anúncios, a eficácia, o uso de linguagem verbal e não verbal e se havia alguma estranheza nos anúncios. A análise dos dados revelou que 7,3% dos vocábulos dos anúncios eram anglicismos. Quanto ao papel semântico, observamos que há uma maior frequência de anglicismos que ocupam o papel de tema. Já o julgamento feito pelos acadêmicos nos mostrou que eles não perceberam que havia palavras traduzidas, comprovando que conseguimos conviver bem com os estrangeirismos, assim como suas respectivas adaptações. Introdução Por inúmeras vezes, no nosso dia a dia, optamos por usar palavras estrangeiras, como por exemplo, Internet até 10x mais rápida e com o Plus da Vivo (Revista Veja, 15 de maio de 2013). Mas, por que usá-los? Por que não criar novas palavras, neologismos, para descrevê-las? Por que não procurarmos equivalentes no português? Por que não adaptar todos os estrangeirismos para tornarem-se empréstimos linguísticos? Como sabemos, a globalização, a Internet, a facilidade de contato com outras culturas e línguas faz com que os fatos, ideias e expressões que grandes empresas, pessoas influentes ou famosas utilizam para expressar seus interesses e pontos de vista, sejam transmitidos quase que instantaneamente pela mídia. Consoante Carvalho (2001), quando analisamos a linguagem usada em publicidades, é possível percebermos o uso de recursos estilísticos e argumentativos da linguagem cotidiana, [...] voltada para informar e manipular. Falar é argumentar, é tentar impor (p. 09). O uso das palavras estrangeiras é persuasivo, tenta chamar a atenção, ser diferente, mostrar novidade. O presente trabalho busca aprofundar o entendimento a respeito da utilização de vocábulos que não fazem parte do léxico da língua portuguesa. Para tanto, foram

2 analisados anúncios publicitários acerca da telefonia móvel e questionados 15 acadêmicos, representantes do público consumidor, sobre a apresentação visual de cinco anúncios, com o intuito de avaliar se os receptores da mensagem percebem a adaptação dos anglicismos (i.e., traduzidos para o português) ou se os anglicismos são naturalmente aceitos pela comunidade consumidora 1. Breve Revisão de literatura: Anglicismos As palavras advindas de um idioma e introduzidas em outras línguas podem ser classificadas como estrangeirismos e empréstimos linguísticos. Os estrangeirismos são palavras vindas de outros sistemas linguísticos para o acervo lexical de um idioma, mas que ainda não fazem parte dele (ALVES, 1990), como, por exemplo, a palavra shampoo, advinda do inglês. Isto é um anglicismo. Os empréstimos são os termos estrangeiros que se integram ao idioma receptor, por adequação de grafia, na morfologia ou na semântica (ALVES, 1990); por exemplo, xampu, a adaptação gráfica para o português do exemplo recém mencionado. Consoante Carvalho (1989), o inglês, a chamada língua franca, é introduzida no léxico de outras línguas através da exportação de tecnologia e bens de consumo, com a expansão de multinacionais (p. 57). Isso é o que vemos nos anúncios publicitários impressos de telefonia móvel: Seu tablet e notebook conectado com a internet do seu smartphone (Revista Veja, 1º de maio de 2013). Poderia haver a adaptação dos anglicismos para tablete, computador portátil, grande rede mundial e telefone inteligente, mas muito mais prático e sedutor são as palavras inglesas, dando ar de novidade e refinamento ao que é apresentado, o que aparentemente justifica a utilização de anglicismos. Mas será que isso realmente é percebido pelo público consumidor? Materiais e Métodos A coleta dos anúncios publicitários impressos de operadora de telefonia móvel, objeto de estudo desta pesquisa, teve como fonte a revista VEJA. As 5 edições que apresentaram maior número de estrangeirismos, entre o período de julho e dezembro de 2011 e janeiro a junho de 2013 foram selecionadas para análise. Os anúncios foram analisados quanto ao número de estrangeirismos (xenismo) e empréstimos (anglicismos), os quais foram categorizados de acordo com o seu papel temático na sentença (KOSAK, 2009). Cinco anúncios, todos do ano 46, foram selecionados do corpus, desses, dois foram adaptados, isto é, os estrangeirismos foram traduzidos para termos equivalentes em língua portuguesa. Esses dois anúncios foram analisados por acadêmicos do 3º ano do curso de Letras 2, juntamente com outros três anúncios originais (sem adaptação) quanto à linguagem utilizada e as possíveis diferenças entre eles. Os participantes observaram os anúncios projetados por meio de slides e deram uma nota de 1 a 10 (sendo 1 a menor nota e 10 a nota máxima) para cada um dos cinco anúncios. Após observar os anúncios, os participantes responderam perguntas gerais sobre o conjunto, que foram avaliadas e agrupadas quanto à semelhança das respostas. Resultados e Discussão Verificamos um total de 164 anglicismos nos 15 anúncios analisados. Como havia apenas dois anunciantes presentes nos anúncios coletados, notamos que a 1 Este objetivo difere daquele proposto no projeto inicial e foi modificado à medida que os dados foram analisados; consequentemente, o perfil dos participantes envolvidos na pesquisa também foi alterado. 2 Aprovação do projeto pelo COMEP-Unicentro: Parecer

3 empresa de telefonia Vivo tem um maior número de anúncios nas edições consideradas para análise e coincidentemente, adotou mais anglicismos em seus anúncios, perfazendo uma média de 7,8%, contra 4,8% para a Tim. Comparando com os dados de nossa pesquisa anterior (RAMOS; BARETTA, 2013), percebemos um decréscimo na frequência de anglicismos utilizados nos anúncios, quando a Tim apresentou uma média de 10,8% de anglicismos e a Vivo, 3,2%. Esse fato pode ser explicado pela diferença de produto oferecido nos dois períodos delimitados para análise. No corpus da pesquisa anterior, na revista Veja do período de julho a dezembro de 2011 e janeiro a junho de 2013, ofereciam-se planos e os novos telefones: smartphones, sendo que a maior parte dos produtos e seus aplicativos eram descritos por meio da utilização de nomes em inglês (Figura 1 abaixo). Já no corpus da presente pesquisa (janeiro a junho de 2013), promovia-se o novo padrão de internet móvel, o 4G. Essa nova frequência de internet móvel estava sendo inaugurada, objetivando a melhora na qualidade da Internet móvel para a Copa do Mundo que foi realizada no Brasil no ano de 2014 (Figura 2 abaixo). A descrição do serviço não requeria a criação de nomes diferenciados e atrativos para as empresas discriminar o serviço que seria o mesmo para ambas. Figura 1 anúncio 1, Revista Veja, edição 2224, 06 julho de Figura 2 anúncio 3, Revista Veja, edição 2321,15 de maio de Com relação aos papéis semânticos cumpridos por cada anglicismo na sentença, foi possível constatar que 22,6% dos anglicismos não são classificáveis, pois, segundo Kosak (2009) os papéis semânticos identificam os argumentos do verbo e esses anglicismos não eram agregados em sentenças completas. O maior número de anglicismos classificáveis ficou com o papel semântico Tema, com frequência de utilização de 56,7%. Esse papel representa a entidade que sofre a ação causada por um agente (1,2% de utilização) que pratica a ação voluntariamente, mas não é afetado por ela. Para exemplificar o papel tema, temos: Se você já é cliente, mude seu plano para 3G Plus e navegue mais rápido (anúncio 6, edição 2318), sendo: o anglicismo plus o tema do verbo mude. No gráfico 1, a seguir, é possível visualizar

4 as demais classificações identificadas para os anglicismos. Quanto ao questionário respondido pelos participantes desta pesquisa sobre os cinco anúncios, observamos que: a) o anúncio 4 (Tim) foi o que teve maior nota (8,73), sendo o preferido por 11 dos 15 participantes; além disso, 5 participantes compreenderam que esse anúncio é mais eficaz pela objetividade do texto aliado à imagem do trem representando a velocidade e a cor do anúncio; b) 6 participantes observaram que os quatro anúncios Vivo usam mais a linguagem verbal, enquanto o Gráfico 1 Frequência dos papeis semânticos dos anglicismos único anúncio da Tim utilizava mais o não verbal; 4 participantes acreditam ser pouca ou nenhuma a diferença quanto ao uso da linguagem verbal e não verbal nos anúncios; c) 7 participantes relatam notar nada de estranho nos anúncios e 5 observaram que os anúncios 1 e 5 eram muito parecidos. É importante observar que o anúncio 5 era o anúncio original e o anúncio 1 era o mesmo anúncio com os anglicismos adaptados para o português; no entanto, nenhum dos participantes notou, ou ao menos mencionou, a tradução dos vocábulos relacionados à tecnologia, não confirmando nossa hipótese de que o público consumidor perceberia a alternância de vocábulos (tradução do inglês para o português) e, consequentemente, a excentricidade do texto. Conclusões Este trabalho teve por objetivo verificar a eficácia da utilização de anglicismos nos anúncios publicitários comerciais de telefonia móvel na mídia impressa. A análise dos dados revelou que 7,3% das palavras tinham origem na língua inglesa. Quanto aos papeis semânticos, notamos a quantidade considerável de anglicismos que ocupam o lugar de tema, constatando a ênfase dada aos anglicismos nos anúncios. Mas este forasteiro não nos causa estranheza, como podemos comprovar nos resultados obtidos através de questionário. Por isso, vamos em defesa do uso de estrangeirismos, já que mesmo o idioma sofrendo forte influência de outro, nós somos capazes de compreender essas novas palavras. Referências ALVES, Ieda Maria. Neologismo: criação lexical. Neologismo formados por empréstimo. São Paulo: Ática, CARVALHO, Nelly de; Publicidade: a linguagem da sedução. São Paulo: Editora Ática, CARVALHO, Nelly. O que é neologismo. Neologismo: ato e fato social. São Paulo: Brasiliense, KOZAK, S. V. Semantic roles and their configuration (communicative-cognitive aspect). Disponível em: < 5/Kozak.pdf> Acesso em: 19/07/2014.

5 RAMOS, Élen; BARETTA, Luciane. Anúncio publicitário: o uso de palavras estrangeiras In: Semana de Integração Ensino, Pesquisa e Extensão, 3, 2013, Guarapuava. Guarapuava: UNICENTRO, REVISTA VEJA. [S.l.]: Editora ABRIL, 2011; 2012; Semanal.

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