O CONHECIMENTO E SEUS NÍVEIS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O CONHECIMENTO E SEUS NÍVEIS"

Transcrição

1 O CONHECIMENTO E SEUS NÍVEIS 1. O CONHECIMENTO é uma relação que se estabelece entre o sujeito que conhece e o objeto conhecido. O sujeito que conhece se apropria, de certo modo, do objeto conhecido. Através do conhecimento, reconstruímos, em nós, a REALIDADE (o SER), através de imagens (conhecimento sensível) e de idéias (conhecimento intelectual). a) Conhecimento sensível: se a apropriação é física, sensível, o conhecimento é sensível. É encontrado tanto nos animais, quanto no homem: acontece por meio dos cinco sentidos externos (visão, audição, tato, paladar, olfato) e dos sentidos internos (memória e fantasia: imaginação). b) Conhecimento intelectual: é típico do homem e se realiza através da formação de idéias, juízos, raciocínios, princípios, leis etc. c) Conhecimento misto: no homem que é, ao mesmo tempo, matéria e espírito, as duas formas de conhecimento (sensível e intelectual) se misturam. 2. NÍVEIS DE CONHECIMENTO a) popular: é o conhecimento do povo, que nasce da experiência do dia-a-dia: por isso, é chamado também de empírico, ou vulgar, quer dizer, do povo (criança, lavrador iletrado, dados encontrados na TV, nos jornais etc.). É ametódico e assistemático, mas é a base do saber.

2 b) científico : durante a Antigüidade e a Idade Média desenvolveu-se um saber racional, distinto do mito e do saber comum: e era chamado de filosofia. Mas, a partir de Galileu ( ), nasce a ciência moderna pois é determinado o objeto e o método desta ciência. A ciência tem como objeto a descoberta das leis que presidem os fenômenos sensíveis; e, como método, serve-se da observação sistemática e, quando possível, da experimentação. Dessa maneira, a ciência se separa da filosofia. As ciências são particulares, pois privilegiam setores distintos da realidade sensível (física, química, biologia...). Servem-se de instrumentos (balança, termômetro, microscópio, computer...) e utilizam a matemática (ex. na estatística). Mesmo aspirando à objetividade, as ciências não são infalíveis: para o filósofo Karl Popper ( ), todo conhecimento científico é hipotético e se desenvolve a partir de erros anteriores. A ciência gerou a tecnologia que mudou o habitat humano, particularmente no século XX. De fato, permite a previsibilidade dos fenômenos: o que possibilita um maior poder para a transformação da natureza. c) filosófico: Enquanto as ciências estudam uma parte da realidade sensível, a filosofia questiona todas as coisas, procurando saber sua essência (o que é?), sua origem (de onde

3 vem?), seu destino (para onde vai?), seu sentido (por quê?). Do ponto de vista etimológico, filosofia significa amor à sabedoria. Pode ser definida como aquela disciplina que procura descobrir o sentido último (origem, essência, destino) de todas as coisas, servindose da razão (método racional). Por isso, a filosofia tem como objeto analisar TUDO. A título de exemplo, enquanto o biólogo (cientista) questiona os dados sensíveis do ser humano (como a célula, o tipo de sangue...), o filósofo questiona o homem como um todo e se pergunta: Quem é o homem? De onde ele vem? Para onde ele vai? Quais são seus elementos constitutivos fundamentais? Os principais problemas da filosofia são: - problema cosmológico (do mundo); - problema gnosiológico (do conhecimento); - problema epistemológico (questiona a ciência); - problema antropológico (do homem); - problema metafísico ou ontológico (do SER e de sua origem); - problema ético (do bem e do mal); - problema político (da sociedade); - problema estético (da arte); - problema pedagógico (da educação); - problema lingüístico (filosofia da linguagem); - problema jurídico (filosofia do direito)... Na filosofia, além de estudar as reflexões dos pensadores do passado, colocam-se as novas questões que surgem na atualidade, por exemplo, o sentido da técnica, os aspectos éticos da globalização ou da engenharia genética.

4 d) teológico: A verdade pode ser encontrada tanto pelo caminho da investigação (nas ciências e na filosofia), como pelo caminho da revelação e do encontro com o TRANSCENDENTE (típico da experiência religiosa). O homem responde à Revelação de Deus através da Fé. A TEOLOGIA procura integrar os conhecimentos da RAZÃO com os dados da FÉ. Seu método é, pois, caracterizado por esta integração; enquanto que seu objeto de investigação é constituído pelos dados da fé. No exemplo específico do cristianismo, pertencem à razão os seguintes dados: a existência histórica de Moisés, dos profetas, de Jesus de Nazaré, dos apóstolos; a historicidade dos evangelhos; o estudo dos gêneros literários ou das línguas da Bíblia etc. E pertencem à fé as afirmações do credo cristão: Jesus Filho de Deus e Salvador, o perdão dos pecados, a ressurreição final etc. Fé e razão são as duas asas através das quais o espírito humano voa rumo à verdade. Por isso, a fé e a razão podem se enriquecer reciprocamente. A ciência sem a religião é claudicante; e a religião sem a ciência é cega (Albert Einstein). O filósofo francês Jacques Maritain ( ), na sua obra Os graus do saber, fala de cinco graus de conhecimento: 1. O saber da ciência; 2. o saber da matemática (a abstração do número); 3. o saber filosófico; 4. o saber teológico (síntese entre fé e razão); 5. o saber místico (a experiência direta de Deus em si mesmo e na sua relação com o homem, típica da oração contemplativa).

5 Para ele, no que diz respeito à relação fé-razão, os princípios do saber provêm da razão; e a fé oferece o sentido da verdade, a necessidade de procurá-la. A fé confere à razão seja o sentido do seu limite (pois a razão não explica tudo), seja um corpo de verdades transcendentais, quer dizer, comuns a toda a humanidade, que dão sentido ao saber: por exemplo, o cristianismo ensinou a fé no progresso civil da humanidade; a dignidade da pessoa humana; a dignidade do povo; a igualdade entre os homens; o caráter relativo de toda autoridade; a coincidência entre política e moral; a liberdade; a fraternidade. SÍNTESE SOBRE OS NÍVEIS DE CONHECIMENTO 1. Conhecimento popular: a) Objeto (= campo de análise): um pouco de tudo; b) Método (= como se analisa): de maneira assistemática, sem método. 2. Conhecimento científico : a) Objeto: analisa os fenômenos sensíveis para descobrir suas leis; b) Método: observação sistemática e, quando possível, a experimentação. 3. Conhecimento filosófico : d) Objeto: questiona todas as coisas, procurando saber sua essência (o que é?), sua origem (de onde vem?), seu destino (para onde vai?), seu sentido (por quê?). e) Método: só o raciocínio.

6 4. Conhecimento teológico: a) Objeto: os dados da fé; b)método: a integração entre a fé e a razão.

METODOLGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA

METODOLGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação METODOLGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA Prof. José Geraldo Mill Diretor de Pós-Graduação A origem do conhecimento Conhecer: É buscar explicações para os fatos que podem

Leia mais

MORAL E ÉTICA. Consciência Moral: noção de bem e mal/certo e errado/justo e injusto.

MORAL E ÉTICA. Consciência Moral: noção de bem e mal/certo e errado/justo e injusto. MORAL E ÉTICA O homem é um ser dotado de senso moral. Consciência Moral: noção de bem e mal/certo e errado/justo e injusto. Senso moral se manifesta em sentimentos, atitudes, juízos de valor Moral vem

Leia mais

OS FILÓFOFOS PRÉ-SOCRÁTICOS

OS FILÓFOFOS PRÉ-SOCRÁTICOS OS FILÓFOFOS PRÉ-SOCRÁTICOS São chamados de filósofos da natureza. Buscavam a arché, isto é, o elemento ou substância primordial que originava todas as coisas da natureza. Dirigiram sua atenção e suas

Leia mais

IMMANUEL KANT ( )

IMMANUEL KANT ( ) CONTEXTO HISTÓRICO Segunda metade do século XVIII época de transformações econômicas, sociais, políticas e cultural-ideológicas. A Revolução Industrial e a consolidação do Capitalismo. A Revolução Científica,

Leia mais

Unidade 01. Prof.ª Fernanda Mendizabal Instituto de Educação Superior de Brasília

Unidade 01. Prof.ª Fernanda Mendizabal Instituto de Educação Superior de Brasília Unidade 01 Prof.ª Fernanda Mendizabal Instituto de Educação Superior de Brasília Afirmar a importância do estudo da história para a compreensão da Psicologia contemporânea. Destacar a relevância das forças

Leia mais

Aula 02 Introdução à Lógica. Disciplina: Fundamentos de Lógica e Algoritmos Prof. Bruno Gomes

Aula 02 Introdução à Lógica. Disciplina: Fundamentos de Lógica e Algoritmos Prof. Bruno Gomes Aula 02 Introdução à Lógica Disciplina: Fundamentos de Lógica e Algoritmos Prof. Bruno Gomes Agenda da Aula Conceitos Iniciais sobre Lógica; Argumento; Inferência; Princípios. Contextualização: Situação

Leia mais

Não é possível pensar em sociedade separada do espaço que ocupa.

Não é possível pensar em sociedade separada do espaço que ocupa. O ESPAÇO GEOGRÁFICO As sociedades humanas desenvolvem, durante sua história, modos próprios de vida. Estes decorreram da combinação de formas de subsistência material - com culturas diversas -, de diferentes

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SÁTÃO CURRÍCULO DISCIPLINAR 3º ANO EDUCAÇÃO MORAL E RELIGIOSA CATÓLICA (EMRC) (SNEC)

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SÁTÃO CURRÍCULO DISCIPLINAR 3º ANO EDUCAÇÃO MORAL E RELIGIOSA CATÓLICA (EMRC) (SNEC) AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SÁTÃO CURRÍCULO DISCIPLINAR 3º ANO EDUCAÇÃO MORAL E RELIGIOSA CATÓLICA (EMRC) (SNEC) 2015-16 3 º ANO Unidade Letiva 1 A Dignidade das Crianças 1. Tomar consciência de que as crianças

Leia mais

Empirismo. Principais ideias e autores

Empirismo. Principais ideias e autores Empirismo Principais ideias e autores EMPIRISMO Empeiria (grego): forma de saber derivado da experiência sensível e de dados acumulados com base nessa experiência. Nada esta no intelecto que não tenha

Leia mais

PROBLEMA DA ORIGEM DO CONHECIMENTO

PROBLEMA DA ORIGEM DO CONHECIMENTO PROBLEMA DA ORIGEM DO CONHECIMENTO Questão Problema: O conhecimento alcança-se através da razão ou da experiência? (ver página 50) Tipos de conhecimento acordo a sua origem Tipos de juízo de acordo com

Leia mais

NOSSA HISTÓRIA: OS EFEITOS DO PECADO E A REDENÇÃO DA SEXUALIDADE. 40 audiências gerais

NOSSA HISTÓRIA: OS EFEITOS DO PECADO E A REDENÇÃO DA SEXUALIDADE. 40 audiências gerais NOSSA HISTÓRIA: OS EFEITOS DO PECADO E A REDENÇÃO DA SEXUALIDADE 40 audiências gerais CRISTO FALA DO CORAÇÃO HUMANO Mateus 5, 27-28 CRISTO FALA DO CORAÇÃO HUMANO O "coração" é esta dimensão da humanidade,

Leia mais

CIÊNCIA Texto de: CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino; SILVA, Roberto da. Metodologia científica. 6. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007.

CIÊNCIA Texto de: CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino; SILVA, Roberto da. Metodologia científica. 6. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. CIÊNCIA Texto de: CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino; SILVA, Roberto da. Metodologia científica. 6. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. 1 O CONHECIMENTO E SEUS NÍVEIS O homem não age diretamente

Leia mais

O apocalipse de João. Roteiro 21

O apocalipse de João. Roteiro 21 O apocalipse de João Roteiro 21 FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA Estudo Aprofundado da Doutrina Espírita Livro I Cristianismo e Espiritismo Módulo II O Cristianismo FEB EADE Livro I Módulo II Roteiro 21 O

Leia mais

Filosofia política na Antiguidade romana: Cícero

Filosofia política na Antiguidade romana: Cícero Filosofia política na Antiguidade romana: Cícero As influências de Platão e Aristóteles no terreno da reflexão política foram marcantes tanto na Antiguidade como na Idade Média. A ideia de que a política

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE SERVIÇO SOCIAL Introdução ao Serviço Social A prática profissional no Serviço Social na atualidade: o espaço sócioocupacional que a particulariza e identifica;

Leia mais

INTERATIVIDADE FINAL CONTEÚDO E HABILIDADES DINÂMICA LOCAL INTERATIVA. Aula 3.2 Conteúdo: A escola Platônica

INTERATIVIDADE FINAL CONTEÚDO E HABILIDADES DINÂMICA LOCAL INTERATIVA. Aula 3.2 Conteúdo: A escola Platônica Aula 3.2 Conteúdo: A escola Platônica 2 Habilidades: Conhecer os principais pontos das ideias de Platão para interpretar a realidade diária. 3 REVISÃO Sócrates: o homem Grande questão: o que é a essência

Leia mais

A HISTÓRIA DO PENSAMENTO CIENTÍFICO

A HISTÓRIA DO PENSAMENTO CIENTÍFICO A HISTÓRIA DO PENSAMENTO CIENTÍFICO Profa. Msc. Raquel Maria Rodrigues Departamento de Genética e Biologia Evolutiva Universidade de São Paulo Secretaria de Educação do Estado de São Paulo Guarulhos, Julho/2010

Leia mais

Edição Revisada. São Paulo,

Edição Revisada. São Paulo, Edição Revisada São Paulo, 2012 Esta aula pode ser impressa apenas para uso pessoal. Proibida a reprodução e transmissão parcial ou total desta publicação, por qualquer forma ou meio. Copyright 2012 Equipe

Leia mais

O que é preciso para entender a Bíblia? 00:0002:34 Baixar MP3 A resposta da Bíblia A própria Bíblia mostra o que é preciso para entendê-la.

O que é preciso para entender a Bíblia? 00:0002:34 Baixar MP3 A resposta da Bíblia A própria Bíblia mostra o que é preciso para entendê-la. MANUAL DA CATIQUESE O que é preciso para entender a Bíblia? 00:0002:34 Baixar MP3 A resposta da Bíblia A própria Bíblia mostra o que é preciso para entendê-la. Seja qual for a sua formação, a mensagem

Leia mais

METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTÍFICO. Profa. Dra. Renata Trigueirinho Alarcon

METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTÍFICO. Profa. Dra. Renata Trigueirinho Alarcon METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTÍFICO Profa. Dra. Renata Trigueirinho Alarcon O QUE É METODOLOGIA CIENTÍFICA? Método, deriva da palavra grega methodos, que etimologicamente, pode ser assim dividida: a) meta

Leia mais

Conceitos Básicos e História

Conceitos Básicos e História Psicologia na Educação Aula 1 Conceitos Básicos e História Profa. Adriana Straube Nesta aula discutiremos sobre o conceito de psicologia. As origens da psicologia como ciência nascendo na Alemanha. História

Leia mais

Filosofia Prof. Frederico Pieper Pires

Filosofia Prof. Frederico Pieper Pires Filosofia Prof. Frederico Pieper Pires Teoria do conhecimento em Descartes Objetivos Compreender as principais escolas da teoria do conhecimento da modernidade. Abordar a epistemologia cartesiana. Introdução

Leia mais

SOCIOLOGIA PRINCIPAIS CORRENTES.

SOCIOLOGIA PRINCIPAIS CORRENTES. SOCIOLOGIA PRINCIPAIS CORRENTES Augusto Comte 1798-1 857 Lei dos três estados: 1ª) Explicação dos fenômenos através de forças comparáveis aos homens. 2ª) Invocação de entidades abstratas (natureza). 3ª)

Leia mais

PORQUE CHOVE? OBJECTIVOS. Objectivo Geral: - Compreender o ciclo da água na Natureza

PORQUE CHOVE? OBJECTIVOS. Objectivo Geral: - Compreender o ciclo da água na Natureza PORQUE CHOVE? OBJECTIVOS Objectivo Geral: - Compreender o ciclo da água na Natureza Objectivos específicos: - Observar as várias transformações da água - Descrever as várias alterações do estado da água

Leia mais

Unidade Propriedades da matéria

Unidade Propriedades da matéria Unidade 1 1. Propriedades da matéria O que é matéria? O que é matéria? Tudo que ocupa lugar no espaço é feito de matéria. Ex: Mesas, cadeiras, animais, plantas e até o ar que respiramos! Chamamos de corpo

Leia mais

Anexo 6.8 Matrizes e Ementários/ProEI MATRIZ CURRICULAR PARA O ENSINO FUNDAMENTAL II 5ª à 8ª Série

Anexo 6.8 Matrizes e Ementários/ProEI MATRIZ CURRICULAR PARA O ENSINO FUNDAMENTAL II 5ª à 8ª Série Anexo 6.8 Matrizes e Ementários/ProEI MATRIZ CURRICULAR PARA O ENSINO FUNDAMENTAL II 5ª à 8ª Série BASE NACIONAL COMUM 200 Dias Letivos 40 Semanas Letivas 7 horas/dia (8 horas-aulas/dia) ÁREAS DE CONHECIMENTO

Leia mais

GEOGRAFIA UNIFAL/MG 2014

GEOGRAFIA UNIFAL/MG 2014 GEOGRAFIA UNIFAL/MG 2014 ETAPAS DO EXAME 19/09 - Divulgação eletrônica da lista de estudantes inscritos e convocados ao Enade 2014 21/10 a 23/11 Período para resposta eletrônica ao Questionário do Estudante

Leia mais

ECOLOGIA. Conceitos fundamentais e relações alimentares

ECOLOGIA. Conceitos fundamentais e relações alimentares ECOLOGIA Conceitos fundamentais e relações alimentares A ECOLOGIA estuda as relações dos seres vivos entre si e deles com o ambiente onde vivem. Assunto da atualidade: crescimento exagerado da população

Leia mais

Sociedade e indivíduo. Cultura e socialização: cultura.

Sociedade e indivíduo. Cultura e socialização: cultura. Sociedade e indivíduo Cultura e socialização: cultura. Todo este património de artefactos materiais ou espirituais em que o Homem se movimenta e de que se serve para satisfazer as suas necessidades físicas,

Leia mais

Sistemática dos seres vivos

Sistemática dos seres vivos Sistemática dos seres vivos O mundo vivo é constituído por uma enorme variedade de organismos. Para estudar e compreender tamanha variedade, idd foi necessário agrupar os organismos de acordo com as suas

Leia mais

O que é pesquisar? Pesquisar é procurar respostas para inquietações, para um problema, para indagações propostas.

O que é pesquisar? Pesquisar é procurar respostas para inquietações, para um problema, para indagações propostas. PROJETO MULTIDICIPLINAR Professor: Roberto César O que é pesquisar? Pesquisar é procurar respostas para inquietações, para um problema, para indagações propostas. É a Atividade básica das ciências na sua

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO DE PROVAS E TÍTULOS EDITAL Nº 162/2014 ARTES ÁREA 1

CONCURSO PÚBLICO DE PROVAS E TÍTULOS EDITAL Nº 162/2014 ARTES ÁREA 1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS CÂMPUS CONGONHAS CONCURSO PÚBLICO DE PROVAS E TÍTULOS EDITAL

Leia mais

www.autoresespiritasclassicos.com

www.autoresespiritasclassicos.com www.autoresespiritasclassicos.com A Importância da Bíblia para a Doutrina Espírita Astrid Sayegh Filósofa, é Diretora de Cursos Básicos da Federação Espírita do Estado de São Paulo A Humanidade já foi

Leia mais

MISSA - A COMUNIDADE SE REÚNE PARA CELEBRAR A VIDA

MISSA - A COMUNIDADE SE REÚNE PARA CELEBRAR A VIDA MISSA - A COMUNIDADE SE REÚNE PARA CELEBRAR A VIDA A Eucaristia é o sacramento que atualiza e faz a memória do sacrifício de Jesus: em cada Eucaristia temos a presença do Cristo que pela sua morte e ressurreição

Leia mais

CONSTITUCIONALISMO. Prof. Eduardo Casassanta

CONSTITUCIONALISMO. Prof. Eduardo Casassanta CONSTITUCIONALISMO Prof. Eduardo Casassanta Ementa Constituição. Conceito. Objeto. O movimento denominado Constitucionalismo. Evolução Histórica Neoconstitucionalismo Constituição Federal Constituição.

Leia mais

1. DUAS SEMANAS SOBRE A VIDA E OS ENSINOS DE JESUS

1. DUAS SEMANAS SOBRE A VIDA E OS ENSINOS DE JESUS PLANO DE LEITURA DA BÍBLIA PRIMEIRA SEQUÊNCIA: INTRODUÇÃO À BÍBLIA TEMPO NECESSÁRIO: Duas semanas OBJETIVO: Obter um conhecimento geral dos fundamentos bíblicos A Primeira Sequência é para quem está começando

Leia mais

Evangelizadora, antes de mais, em razão do seu nome. A Universidade Católica não é

Evangelizadora, antes de mais, em razão do seu nome. A Universidade Católica não é A UNIVERSIDADE CATÓLICA E A SUA PROJECÇÃO EVANGELIZADORA A Universidade Católica, pela sua identidade e missão, tem um indeclinável projecto de evangelização. A Universidade Católica é, por definição,

Leia mais

Luzes dos Documentos Conciliares Para a Nova Evangelização

Luzes dos Documentos Conciliares Para a Nova Evangelização Luzes dos Documentos Conciliares Para a Nova Evangelização Prof. Denilson A. Rossi O que se entende por Nova Evangelização? Quais são as luzes dos documentos conciliares para a Nova Evangelização? Em que

Leia mais

Geometria Analítica. Geometria Analítica 28/08/2012

Geometria Analítica. Geometria Analítica 28/08/2012 Prof. Luiz Antonio do Nascimento luiz.anascimento@sp.senac.br www.lnascimento.com.br Conjuntos Propriedades das operações de adição e multiplicação: Propriedade comutativa: Adição a + b = b + a Multiplicação

Leia mais

O desenvolvimento rural brasileiro cenário atual e desafios. Movimento dos Pequenos Agricultores MPA. Raul Ristow Krauser

O desenvolvimento rural brasileiro cenário atual e desafios. Movimento dos Pequenos Agricultores MPA. Raul Ristow Krauser O desenvolvimento rural brasileiro cenário atual e desafios Movimento dos Pequenos Agricultores MPA Raul Ristow Krauser www.mpabrasil.org.br MUNDO EM CRISE Crise Alimentar: 1 Bilhão de pessoas famintas

Leia mais

Inteligência Artificial. Prof. Ilaim Costa Jr.

Inteligência Artificial. Prof. Ilaim Costa Jr. Inteligência Artificial Prof. Ilaim Costa Jr. 4) Ciência da Computação 4) Ciência da Computação Exemplos de Aplicação da IA Matemática: demonstração

Leia mais

ÁLGEBRA. AULA 1 _ Conjuntos Professor Luciano Nóbrega. Maria Auxiliadora

ÁLGEBRA. AULA 1 _ Conjuntos Professor Luciano Nóbrega. Maria Auxiliadora 1 ÁLGEBRA AULA 1 _ Conjuntos Professor Luciano Nóbrega Maria Auxiliadora 2 Pode-se dizer que a é, em grande parte, trabalho de um único matemático: Georg Cantor (1845-1918). A noção de conjunto não é suscetível

Leia mais

O HOMEM AGENTE CULTURAL

O HOMEM AGENTE CULTURAL CAPÍTULO 10 O HOMEM AGENTE CULTURAL Fonte: www.afam.com.br/img/jpg/livros-cultural.jpg "O homo culturalis representa a dimensão cultural do próprio homem em sua produção geral, ou seja, a cultura implica

Leia mais

A DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL E POLÍTICAS DE FORMAÇÃO

A DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL E POLÍTICAS DE FORMAÇÃO A DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL E POLÍTICAS DE FORMAÇÃO Profa. Dra. Denise Maria de Carvalho Lopes UFRN Centro de Educação PPGEd/Curso de Pedagogia Fortaleza, abril de 2014. Docência na Educação Infantil

Leia mais

ROMANTISMO E IDEALISMO (Século XIX)

ROMANTISMO E IDEALISMO (Século XIX) ROMANTISMO E IDEALISMO O Idealismo alemão sofreu forte influência, na sua fase inicial, do Romantismo, movimento cultural que se manifestou na Arte, na Literatura e na Filosofia. No seu ponto culminante,

Leia mais

Avaliação dos Estudantes sobre o Uso de Imagens como Recurso Auxiliar no Ensino de Conceitos Químicos

Avaliação dos Estudantes sobre o Uso de Imagens como Recurso Auxiliar no Ensino de Conceitos Químicos UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE PIBID-PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA BOLSISTA: LIANE ALVES DA SILVA Avaliação dos Estudantes sobre o Uso de Imagens como Recurso Auxiliar

Leia mais

Aplicação de jogos virtuais como temática de educação entre as matérias

Aplicação de jogos virtuais como temática de educação entre as matérias Aplicação de jogos virtuais como temática de educação entre as matérias Autor: Bianca de Lima Co-autores: Danielle Costa Fernanda Jesus Orientador: José Vicente Robaina Co-Orientador: Ana Lúcia Bastos

Leia mais

Processo Seletivo/UFU - julho 2006-1ª Prova Comum - PROVA TIPO 1 SOCIOLOGIA QUESTÃO 51

Processo Seletivo/UFU - julho 2006-1ª Prova Comum - PROVA TIPO 1 SOCIOLOGIA QUESTÃO 51 SOCIOLOGIA QUESTÃO 51 Quanto ao contexto do surgimento da Sociologia, marque a alternativa correta. A) A Sociologia nasceu como ciência a partir da consolidação da sociedade burguesa urbana-industrial

Leia mais

4. Análise de Tarefas

4. Análise de Tarefas Interacção com o Utilizador 4. Análise de Tarefas Nuno Miguel Gil Fonseca nuno.fonseca@estgoh.ipc.pt Identificar necessidades e problemas dos utilizadores Avaliar solução Conceber uma solução Prototipar

Leia mais

Programas de pósgraduação UNIVERSIDAD SAN LORENZO UNISAL

Programas de pósgraduação UNIVERSIDAD SAN LORENZO UNISAL Programas de pósgraduação UNIVERSIDAD SAN LORENZO UNISAL apresentação UNIBAM é o instituto brasileiro que possui a franquia da pós-graduação stricto sensu da UNISAL. Tem sede no Brasil e tem representação

Leia mais

Introdução a Ergonomia e Usabilidade

Introdução a Ergonomia e Usabilidade Introdução a Ergonomia e Usabilidade Projeto de Interface Homem- Máquina Prof. Esp. MBA Heuber G. F. Lima Aula 1 Agenda Apresentação Definições Gerais Importância Usabilidade e Ergonomia Engenharia da

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA AS ATIVIDADES DO 1º TRIMESTRE 2013

ORIENTAÇÕES PARA AS ATIVIDADES DO 1º TRIMESTRE 2013 COMPONENTE CURRICULAR: BIOLOGIA PROFESSOR (A): ALESSANDRA MALLMANN NASCIMENTO SÉRIE: 3º Ano Ensino Médio TURMA: 302 - CÓDIGO GENÉTICO: estrutura do DNA e síntese de proteínas. - 1 LEI DE MENDEL: terminologia

Leia mais

Livros Grátis. Milhares de livros grátis para download.

Livros Grátis.  Milhares de livros grátis para download. Livros Grátis http://www.livrosgratis.com.br Milhares de livros grátis para download. ε ε Milhares

Leia mais

LIÇÃO 1 ESCATOLOGIA, O ESTUDO DAS ÚLTIMAS COISAS. Prof. Lucas Neto

LIÇÃO 1 ESCATOLOGIA, O ESTUDO DAS ÚLTIMAS COISAS. Prof. Lucas Neto LIÇÃO 1 ESCATOLOGIA, O ESTUDO DAS ÚLTIMAS COISAS Prof. Lucas Neto INTRODUÇÃO O FIM DA HUMANIDADE O fim da humanidade na terra será marcada pela gloriosa volta de Jesus e nos desdobramentos dos acontecimentos,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Relatório Perfil Curricular

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Relatório Perfil Curricular PERÍODO: 1º IF663- COMPUTACAO L OBRIG 0 60 60 2.0 SF451- FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO OBRIG 60 0 60 4.0 INTRODUÇÃO À ANÁLISE E DISCUSSÃO DO FENÔMENO EDUCATUVO, CONSIDERANDO AS RELAÇÕES ENTRE EDUCAÇÃO E SOCIEDADE

Leia mais

Deus. Coisas físicas Nº1

Deus. Coisas físicas Nº1 A ESSÊNCIA DE TUDO, A Santidade, Retidão e Justiça de Nº1 Deus Deus é diferente de todos os outros seres. Só Ele é infinito e não criado. Todos os demais são finitos e criados. O termo bíblico para essa

Leia mais

TC I e a LEIC. O que é um Engenheiro da LEIC FEUP? Objectivos da LEIC FEUP: Requisitos de Conhecimentos: Que desafios presentes e futuros?

TC I e a LEIC. O que é um Engenheiro da LEIC FEUP? Objectivos da LEIC FEUP: Requisitos de Conhecimentos: Que desafios presentes e futuros? TC I e a LEIC O que é um Engenheiro da LEIC FEUP? Que desafios presentes e futuros? Objectivos da LEIC FEUP: Conhecimentos, capacidades e atitudes para exercer a profissão? Componentes de "educação liberal

Leia mais

Os axiomas do sistema básico das diretrizes da perícia contábil.

Os axiomas do sistema básico das diretrizes da perícia contábil. Os axiomas do sistema básico das diretrizes da perícia contábil. Prof. MSc. Wilson Alberto Zappa Hoog i Resumo: O artigo apresenta uma revelação dos axiomas do sistema básico das diretrizes da perícia

Leia mais

1º-Introdução 2º-Perguntas de Diagnóstico 3º-Plano da Salvação 4º- Descisão/Compromisso 5º-Acompanhamento imediato

1º-Introdução 2º-Perguntas de Diagnóstico 3º-Plano da Salvação 4º- Descisão/Compromisso 5º-Acompanhamento imediato 1º-Introdução 2º-Perguntas de Diagnóstico 3º-Plano da Salvação 4º- Descisão/Compromisso 5º-Acompanhamento imediato 1º-Introdução a) Conversar sobre a vida secular dele(a); b) Conversar sobre as experiencias

Leia mais

PROVA BRASIL: LEITURA E INTERPRETAÇÃO

PROVA BRASIL: LEITURA E INTERPRETAÇÃO PROVA BRASIL: LEITURA E INTERPRETAÇÃO Pamella Soares Rosa Resumo:A Prova Brasil é realizada no quinto ano e na oitava série do Ensino Fundamental e tem como objetivo medir o Índice de Desenvolvimento da

Leia mais

O Homem de bem. Roteiro 7

O Homem de bem. Roteiro 7 O Homem de bem Roteiro 7 FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA Estudo Aprofundado da Doutrina Espírita Livro IV Espiritismo, o Consolador Prometido por Jesus Módulo IV A humanidade regenerada Objetivos Relacionar

Leia mais

Comunicação / Informação / Dados

Comunicação / Informação / Dados Comunicação / Informação / Dados Pensa-se que já os nossos antepassados Homo Sapiens já comunicavam através da linguagem. A linguagem é uma capacidade estritamente humana. Linguagem É a faculdade de um

Leia mais

COPYRIGHT 2016 - TODOS OS DIREITOS RESERVADOS - SABER E FÉ

COPYRIGHT 2016 - TODOS OS DIREITOS RESERVADOS - SABER E FÉ Aviso importante! Esta disciplina é uma propriedade intelectual de uso exclusivo e particular do aluno da Saber e Fé, sendo proibida a reprodução total ou parcial deste conteúdo, exceto em breves citações

Leia mais

Desenho Técnico e CAD CAD e Sistemas de Coordenadas. Computação Gráfica. Computação Gráfica

Desenho Técnico e CAD CAD e Sistemas de Coordenadas. Computação Gráfica. Computação Gráfica Desenho Técnico e CAD CAD e Prof. Luiz Antonio do Nascimento Engenharia Ambiental 3º Semestre Computação Gráfica Ramo da computação dedicado à geração, tratamento, apresentação e armazenamento de imagens

Leia mais

Inicição-Tradição-Realização

Inicição-Tradição-Realização Inicição-Tradição-Realização O Caminho da Sabedoria Eterna Tudo vale a pena se a alma não é pequena. Fernando Pessoa Há mais coisas entre o céu e a terra do que sonha vossa vã filosofia. Shakespeare Os

Leia mais

Segmento: Pré-vestibular. Coleção: Alfa, Beta e Gama. Disciplina: Matemática. Unidade 1: Série 17. Conjuntos

Segmento: Pré-vestibular. Coleção: Alfa, Beta e Gama. Disciplina: Matemática. Unidade 1: Série 17. Conjuntos Segmento: Pré-vestibular Coleção: Alfa, Beta e Gama Disciplina: Matemática Volume: 1 Unidade 1: Série 17 Resoluções Conjuntos 1. A = {1, } O Conjunto A possui dois elementos: 1 e. O total de subconjuntos

Leia mais

AULA 4 OS DESENHOS DE PESQUISA

AULA 4 OS DESENHOS DE PESQUISA AULA 4 OS DESENHOS DE PESQUISA Roteiro da aula 1. Por que planejar a pesquisa? 2. Principais tipos de desenhos de pesquisa - Quantitativos ou qualitativos - Transversais ou longitudinais - Exploratórios,

Leia mais

Metodologia Científica ILUSTRAÇÕES DAS NORMAS DA ABNT. Organização: Paulo Roberto de C. Mendonça Revisão: Vania Hirle

Metodologia Científica ILUSTRAÇÕES DAS NORMAS DA ABNT. Organização: Paulo Roberto de C. Mendonça Revisão: Vania Hirle ILUSTRAÇÕES DAS NORMAS DA ABNT NORMA NBR 6028 - INFORMAÇÃO E DOCUMENTAÇÃO - RESUMO - APRESENTAÇÃO Organização: Paulo Roberto de C. Mendonça Revisão: Vania Hirle Resumo: NBR 6028 Definições. 2.1 palavra-chave:

Leia mais

EDUCADOR, MEDIADOR DE CONHECIMENTOS E VALORES

EDUCADOR, MEDIADOR DE CONHECIMENTOS E VALORES EDUCADOR, MEDIADOR DE CONHECIMENTOS E VALORES BREGENSKE, Édna dos Santos Fernandes* Em seu livro, a autora levanta a questão da formação do educador e a qualidade de seu trabalho. Deixa bem claro em diversos

Leia mais

V ENCONTRO NACIONAL DE RISCOS Risco, Sociedade (s) e Segurança

V ENCONTRO NACIONAL DE RISCOS Risco, Sociedade (s) e Segurança Auditório da Reitoria da Universidade de Coimbra 29 e 30 de Maio 2009 Teresa Rodrigues Faculdade de Ciências e Tecnologia Universidade Nova de Lisboa Riscos, Sociedade (s) e Segurança A ESTRATÉGIA INTERNACIONAL

Leia mais

Nome: nº. Recuperação Final de História Profª Patrícia. Lista de atividades 6º ano

Nome: nº. Recuperação Final de História Profª Patrícia. Lista de atividades 6º ano 1 Conteúdos selecionados: Nome: nº Recuperação Final de História Profª Patrícia Lista de atividades 6º ano Apostila 1 Tempo histórico, periodização da História, ocupação da América. Apostila 2 Egito, Mesopotâmia,

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE DISCIPLINA: GEOGRAFIA

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE DISCIPLINA: GEOGRAFIA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE DISCIPLINA: GEOGRAFIA DOCENTE: JORDANA MEDEIROS COSTA 1. Sistemas de Localização Qual a importância da localização no nosso cotidiano?

Leia mais

Carnaval e Quaresma: uma reflexão - Carnaval e Quaresma: uma reflexão 01-Mar-2014

Carnaval e Quaresma: uma reflexão - Carnaval e Quaresma: uma reflexão 01-Mar-2014 - 01-Mar-2014 da carne, algo como um deboche da condição humana na sua contingência e fragilidade. Contudo, a festa já se verifica em outras civilizações e períodos anteriores ao cristianismo e antes de

Leia mais

PRODUÇÃO E VENDAS DO SETOR EDITORIAL BRASILEIRO. Ano Base 2015

PRODUÇÃO E VENDAS DO SETOR EDITORIAL BRASILEIRO. Ano Base 2015 PRODUÇÃO E VENDAS DO SETOR EDITORIAL BRASILEIRO Ano Base 2015 O QUE É A PESQUISA PRODUÇÃO E VENDAS DO SETOR EDITORIAL BRASILEIRO? - É UMA ESTIMATIVA, ELABORADA A PARTIR DOS DADOS DE UMA AMOSTRA DE EDITORAS,

Leia mais

Os direitos Humanos são direitos fundamentais da pessoa humana. Esses direitos são considerados fundamentais porque, sem eles, a pessoa não é capaz

Os direitos Humanos são direitos fundamentais da pessoa humana. Esses direitos são considerados fundamentais porque, sem eles, a pessoa não é capaz Os direitos Humanos são direitos fundamentais da pessoa humana. Esses direitos são considerados fundamentais porque, sem eles, a pessoa não é capaz de se desenvolver e de participar plenamente da vida.

Leia mais

Instituto Recife Norte Preparação Missionária Professor Willian Silva

Instituto Recife Norte Preparação Missionária Professor Willian Silva Instituto Recife Norte Preparação Missionária Professor Willian Silva Doutrinas e Princípios a Compreender Prestar testemunho convida o Espírito a nosso ensino. Obtemos a palavra pela fé. Deus promete

Leia mais

Tribunais Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro Direito Civil Nilmar de Aquino

Tribunais Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro Direito Civil Nilmar de Aquino Tribunais Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro Direito Civil Nilmar de Aquino 2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. 1. Introdução Lei que regulamenta

Leia mais

Dados internacionais de catalogação Biblioteca Curt Nimuendajú

Dados internacionais de catalogação Biblioteca Curt Nimuendajú Catalogação: Cleide de Albuquerque Moreira Bibliotecária/CRB 1100 Revisão: Elias Januário Revisão Final: Karla Bento de Carvalho Consultor: Luís Donisete Benzi Grupioni Projeto Gráfico/Diagramação: Fernando

Leia mais

CURSO INTRODUTÓRIO DE MATEMÁTICA PARA ENGENHARIA Função do 1 Grau. Rafael Carvalho - Engenharia Civil

CURSO INTRODUTÓRIO DE MATEMÁTICA PARA ENGENHARIA Função do 1 Grau. Rafael Carvalho - Engenharia Civil CURSO INTRODUTÓRIO DE MATEMÁTICA PARA ENGENHARIA 06. Função do Grau Rafael Carvalho - Engenharia Civil Equações do primeiro grau Equação é toda sentença matemática aberta que exprime uma relação de igualdade.

Leia mais

CIRCULAR. Circular nº.: S_DGE_2014/1836 (DSDC/DMDDE) Processo nº: Para:

CIRCULAR. Circular nº.: S_DGE_2014/1836 (DSDC/DMDDE) Processo nº: Para: CIRCULAR Data: 2014/05/07 Circular nº.: S_DGE_2014/1836 (DSDC/DMDDE) Processo nº: Assunto: Adoção de manuais escolares com efeitos no ano letivo de 2014/2015 Para: Secretaria Regional Ed. dos Açores Secretaria

Leia mais

Plataforma neuroespiritual e ativação de chaves neurais Adriana Mangabeira Multidimensional Físico Mental Emocional Energético. Sistema de crenças e autoimagem Matriz Primeira Infância Paradigma individual

Leia mais

INTRODUÇÃO À ECONOMIA DOS TRANSPORTES

INTRODUÇÃO À ECONOMIA DOS TRANSPORTES UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO UFPE CENTRO ACADÊMICO DO AGRESTE CAA NÚCLEO DE TECNOLOGIA ENGENHARIA CIVIL AULA 01 INTRODUÇÃO À ECONOMIA DOS TRANSPORTES Prof. Leonardo Herszon Meira, DSc DEFINIÇÕES

Leia mais

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS 1º PERÍODO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS Planificação Anual da Disciplina de EMRC 10º ano Ano Letivo de 2014/2015 Manual adotado: Alicerces Domínios e Objetivos Sequências/Conteúdos I. UM

Leia mais

CURSO DE HISTÓRIA - LICENCIATURA

CURSO DE HISTÓRIA - LICENCIATURA ICHLA INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES CURSO DE HISTÓRIA - LICENCIATURA Currículo Novo - 2010/02 - Noturno. RECONHECIMENTO RENOVADO PELA PORTARIA Nº 1.657, DE 07/10/2010 - D.O.U. DE 08/10/2010

Leia mais

Curso de extensão em Teoria do Conhecimento Moderna

Curso de extensão em Teoria do Conhecimento Moderna MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO Curso de extensão em Teoria do Conhecimento Moderna (Curso de extensão)

Leia mais

O uso da Informática na Educação faz parte de um processo natural do avanço da ciência, não tendo mais sentido a discussão sobre usar ou não o

O uso da Informática na Educação faz parte de um processo natural do avanço da ciência, não tendo mais sentido a discussão sobre usar ou não o O uso da Informática na Educação faz parte de um processo natural do avanço da ciência, não tendo mais sentido a discussão sobre usar ou não o computador nas escolas, pois ele está inserido, diretamente

Leia mais

6º ANO A 6º ANO B. São Paulo, 09 de março de São Paulo, 09 de março de COMUNICADO Nº /2016. COMUNICADO Nº /2016.

6º ANO A 6º ANO B. São Paulo, 09 de março de São Paulo, 09 de março de COMUNICADO Nº /2016. COMUNICADO Nº /2016. 6º ANO A HISTÓRIA 16/3 APOSTILA 1 CAP 1, 2 e 3. GEOGRAFIA 17/3 CAPÍTULOS 1 E 2 + ATIVIDADES NO CADERNO INGLÊS 18/3 CAPÍTULOS 1 E 2 - VOCABULÁRIO (PERMITIDO O USO DE MATEMÁTICA 21/3 CAPITULOS 1, 2, 3, 4

Leia mais

ESCALAS DE TEMPERATURA (Proporcionalidade Directa)

ESCALAS DE TEMPERATURA (Proporcionalidade Directa) ESCALAS DE TEMPERATURA (Proporcionalidade Directa) Citações: Utilização das tecnologias na aprendizagem da Matemática Todos os alunos devem aprender a utilizar não só a calculadora elementar mas também,

Leia mais

Pesquisa, metodologia e métodos (O qué que eu faço...?)

Pesquisa, metodologia e métodos (O qué que eu faço...?) Pesquisa, metodologia e métodos (O qué que eu faço...?) O que é Pesquisa? O que é Metodologia? David González david.epidemio@gmail.com O que é Método? E dai? Pesquisa 1. Indagação; inquirição; busca; investigação;

Leia mais

A Interação entre a Educação Básica e a

A Interação entre a Educação Básica e a A Interação entre a Educação Básica e a Educação Superior: a visão do FOPROP (Fórum dos Pró-Reitores de Pesquisa e Pós-Graduação das Universidades Brasileiras) Jorge Audy Presidente FOPROP Nacional audy@pucrs.br

Leia mais

Unidade 09. Prof.ª Fernanda Mendizabal Instituto de Educação Superior de Brasília

Unidade 09. Prof.ª Fernanda Mendizabal Instituto de Educação Superior de Brasília Unidade 09 Prof.ª Fernanda Mendizabal Instituto de Educação Superior de Brasília Apresentar as transformações científicas, sociais e culturais que contribuíram para o desenvolvimento de uma abordagem funcional

Leia mais

Aula 08. Aquisição da Informação. Investigação de Sistemas 10/10/2012

Aula 08. Aquisição da Informação. Investigação de Sistemas 10/10/2012 Aula 08 Aquisição de Informação Métodos de aquisição de informação Coleta de informações sobre usuários Sistemas de Informação TADS 4. Semestre Prof. André Luís 1 2 Aquisição da Informação Essa é a primeira

Leia mais

* O que originou a designação Operational Research no Reino Unido, A origem da Investigação Operacional (IO)?

* O que originou a designação Operational Research no Reino Unido, A origem da Investigação Operacional (IO)? A origem da Investigação Operacional (IO)? A IO surgiu no final da II Guerra Mundial quando os Aliados se viram confrontados com problemas (relativamente aos recursos logísticos e às operações* das forças

Leia mais

O substantivo faz parte da classe de palavras variáveis da língua portuguesa. Isso quer dizer que pode apresentar flexões de gênero, número e grau.

O substantivo faz parte da classe de palavras variáveis da língua portuguesa. Isso quer dizer que pode apresentar flexões de gênero, número e grau. s O substantivo faz parte da classe de palavras variáveis da língua portuguesa. Isso quer dizer que pode apresentar flexões de gênero, número e grau. A definição de substantivo é: a palavra que dá nome

Leia mais

Métricas de Software

Métricas de Software Métricas de Software Plácido Antônio de Souza Neto 1 1 Gerência Educacional de Tecnologia da Informação Centro Federal de Educação Tecnologia do Rio Grande do Norte 2006.1 - Planejamento e Gerência de

Leia mais

IV O conhecimento e a racionalidade científica e tecnológica. Filosofia 11ºano. 2. Estatuto do conhecimento científico

IV O conhecimento e a racionalidade científica e tecnológica. Filosofia 11ºano. 2. Estatuto do conhecimento científico IV O conhecimento e a racionalidade científica e tecnológica Filosofia 11ºano 2. Estatuto do conhecimento científico 2.1. Conhecimento vulgar e conhecimento científico Professora: Carla Oliveira Senso

Leia mais

c) entre o foco e o vértice do espelho côncavo.

c) entre o foco e o vértice do espelho côncavo. Questão 01 - (PUCCAMP SP/2016) Uma vela acesa foi colocada a uma distância p do vértice de um espelho esférico côncavo de 1,0 m de distância focal. Verificou-se que o espelho projetava em uma parede uma

Leia mais

MONITORIA EAD NA MODALIDADE REMUNERADA

MONITORIA EAD NA MODALIDADE REMUNERADA ANEXO IV - EDITAL Nº. 13/2012 PERÍODO: 2012/02 INSTITUTO INSTITUTO DE CIÊNCIAS DE CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS LETRAS E ARTES E ARTES - ICHLA MONITORIA EAD NA MODALIDADE REMUNERADA Pedagogia VAGAS DIA Pedagogia

Leia mais

Unidade: Introdução à Sociologia

Unidade: Introdução à Sociologia Unidade: Introdução à Sociologia Construção do conhecimento em sociologia Senso comum: conjunto de opiniões, recomendações, conselhos, práticas e normas fundamentadas na tradição, nos costumes e vivências

Leia mais

REF. BIBLIOGR. ESTRUTU- RANTES ENCAMINHAMENTOS METODOL.

REF. BIBLIOGR. ESTRUTU- RANTES ENCAMINHAMENTOS METODOL. COLÉGIO ESTADUAL SANTO ANTÔNIO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PLANO DE TRABALHO DOCENTE DE FILOSOFIA 1º e 2º Bimestre 2011 - SÉRIE: 1º A, B, C, D - Diurno e Noturno PROFESSOR: ZEMIR LOURENÇO PRIGOL NÚCLEO

Leia mais