EDUCAÇÃO EM SAÚDE COMO ESTRATÉGIA DE CUIDADO NA INTERNAÇÃO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES 1

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "EDUCAÇÃO EM SAÚDE COMO ESTRATÉGIA DE CUIDADO NA INTERNAÇÃO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES 1"

Transcrição

1 EDUCAÇÃO EM SAÚDE COMO ESTRATÉGIA DE CUIDADO NA INTERNAÇÃO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES 1 BARROS, Camilla Silva de 2 ; NEVES, Eliane Tatsch 3 ; ZAMBERLAN, Kellen Cervo 4 ; SANTOS, Raíssa Passos dos 5 ; SEVERO, Valéria Regina Gais 6. 1 Trabalho de extensão do curso de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Maria. 2 Acadêmica do 8º semestre do curso de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Maria, RS, Brasil. 3 Enfermeira pediatra. Professora Doutora do curso de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Maria, RS, Brasil. 4 Enfermeira. Mestranda do programa de pós graduação do curso de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Maria, RS, Brasil. 5 Acadêmica do 6º semestre do curso de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Maria, RS, Brasil. 6 Enfermeira. Mestranda do programa de pós graduação do curso de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Maria, RS, Brasil. RESUMO Tem-se no ambiente hospitalar a oportunidade de desenvolver práticas educativas em saúde com os familiares cuidadores que precisam permanecer neste espaço e, encontram-se ávidos por informações sobre a saúde da criança e sanar dúvidas sobre seu cotidiano em geral. O Grupo de Educação em Saúde com familiares cuidadores de crianças e adolescentes hospitalizados no Hospital Universitário de Santa Maria (HUSM) possui como objetivo desenvolver atividades de educação em saúde com familiares cuidadores de crianças e adolescentes hospitalizados em uma unidade de internação de um hospital de ensino. O desevolvimento das atividades ocorre através de encontros, realizados quinzenalmente das 16hs as 17hs com a participação de familiares convidados a participarem do grupo, alunos de graduação e pós graduação do curso de Enfermagem. Os assuntos abordados surgem conforme a demanda dos participantes, e variam entre espera por diagnósticos; superação da doença do filho; cuidados com crianças que possuem necessidades especiais de saúde. Palavras-chave: Enfermagem pediátrica, Hospitalização infantil, Educação em saúde. INTRODUÇÃO A hospitalização é vista como uma situação perturbadora na vida de qualquer ser humano e tem contornos especiais quando se trata de um acontecimento na infância, pois afeta a vida familiar, implicando em uma mudança de rotina de toda a família (QUIRINO; COLLET; NEVES, 2010). Essa situação estressante vivida pela criança pode ser mais facilmente enfrentada quando há o envolvimento de toda sua rede familial no seu processo de cuidado. No entanto, essa situação gera ansiedades não apenas para criança, mas sim para toda sua família, que também necessita de uma assistência que atente para suas 1

2 ansiedades e angústias. A partir da aprovação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) em 1990, toda a criança e adolescente tem direito a um acompanhante em tempo integral durante a hospitalização (BRASIL, 2005). A permanência dos pais ou responsáveis no ambiente hospitalar, a sua participação no cuidado e a natureza da relação entre a tríade crianças/ pais/ profissionais, têm desencadeado novas diretrizes na organização do plano de cuidados à criança hospitalizada. Indo ao encontro disso, Ribeiro e Angelo (2005) afirmam que, para minimizar os sentimentos negativos gerados durante o processo de hospitalização, tem-se buscado mudanças na modalidade da assistência, passando daquela cujo foco é a criança e sua patologia para aquela centrada inclusão da família. Nesse contexto, o enfermeiro deve ser capaz de desenvolver ações educativas adequadas às reais necessidades dos indivíduos e dos grupos sociais, que permitam a transformação consciente de sua realidade. Tem-se no ambiente hospitalar a oportunidade de desenvolver práticas educativas em saúde com os familiares cuidadores que precisam permanecer neste espaço e, encontram-se ávidos por informações sobre a saúde da criança e sanar dúvidas sobre seu cotidiano em geral. A partir deste pressuposto, tem-se um ambiente propício para investir em educação em saúde, partindo-se da situação desaúde/doença da criança, para a promoção da saúde da família. A educação em saúde com essas famílias deve instrumentalizar os sujeitos para que eles saibam como localizar e utilizar os recursos que necessitam para a promoção do cuidado e melhor qualidade de vida dos membros envolvidos. Para se alcançar esta meta, deve-se reconhecer as prioridades e necessidades das crianças e seus familiares cuidadores. Assim, não basta apenas focalizar no motivo da internação ou na patologia, mas também nas vivências, cultura, hábitos dos sujeitos, considerando os aspectos biopsicosociais da família. Nesta perspectiva, parte-se do princípio de que, toda ação educativa deve ser baseada no diálogo, e não reduzir-se ao ato de depositar ideias de um sujeito para o outro, nem tão pouco tornar-se simples troca de saberes, impondo sua verdade ao outro (FREIRE, 2006). A partir do diálogo e intercâmbio de saberes técnico-científicos e populares, profissionais e usuários podem construir de forma compartilhada um saber sobre o processo saúde-doença (GOES; LACAVA, 2009). Partindo destas premissas, criou-se o Grupo de Educação em Saúde com familiares cuidadores de crianças e adolescentes hospitalizados no Hospital Universitário de Santa Maria (HUSM). OBJETIVOS Desenvolver atividades de educação em saúde com familiares cuidadores de crianças e adolescentes hospitalizados em uma unidade de internação de um hospital de 2

3 ensino. METODOLOGIA Trata-se de um projeto de educação em saúde desenvolvido com familiares cuidadores de crianças e adolescentes internados na UIP do HUSM, fundamentado nos Círculos de Cultura de Paulo Freire (FREIRE, 1980). Os círculos de cultura visam à troca de experiências, conhecimentos e vivências, possibilitando que o conhecimento seja construído de forma compartilhada entre o ser educando e o facilitador por meio do diálogo. Tal proposta fundamenta-se também na prática do cuidado centrado na família (NEVES; CABRAL, 2008). A participação dos sujeitos é livre e ocorre por meio de convite prévio com explicação dos objetivos do encontro. É feita também, divulgação por meio de cartazes na unidade envolvida. Os encontros acontecem quinzenalmente, às terças-feiras, das 16hs às 17hs, com a participação de alunos de graduação do curso de Enfermagem, Pós-Graduação em Enfermagem, professores do departamento de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Além disso, o grupo conta com a participação de integrantes da equipe do serviço envolvido (enfermeiros e fisioterapeuta), voluntários e familiares cuidadores das crianças e adolescentes hospitalizados. O grupo tem desenvolvido suas atividades desde RESULTADOS Merhy (1998) destaca que apesar do ambiente hospitalar ser um local onde existem várias tecnologias consideradas duras (aparelhos radiológicos em geral, por exemplo) devemos considerar a existência de outras tecnologias que permeiam a assistência ao usuários, dentre elas a tecnologia leve. Este tipo de tecnologia acarreta em um compromisso permanente com a tarefa de acolher, responsabilizar, resolver e autonomizar. Diversos são os tipos de tecnologias leves desenvolvidas pelos enfermeiros, no que se refere ao grupo, destaca-se a educação em saúde enfocando questões básicas relacionadas à saúde da criança e do adolescente, bem como a saúde dos membros da família. O grupo também busca o compartilhamento dos conhecimentos científicos com os familiares cuidadores, visando que os mesmos se tornem multiplicadores deste conhecimento na comunidade de onde procedem. No primeiro semestre de 2012, foram realizados cinco encontros com familiares cuidadores. Entre os assuntos discutidos no grupo, destacam-se o processo de hospitalização e internação prolongada, enfrentada com um déficit do apoio dos demais familiares; sobrecarga da mãe no cuidado a criança hospitalizada, que muitas vezes precisa 3

4 cuidar da casa, e da criança doente. Neves e Cabral (2008) afirmam que o papel da mulher para cuidar é uma construção social ideologicamente determinada, o que se constitui em uma obrigação moral. Nesse sentido, para as mulheres é delegada a responsabilidade do cuidado de toda a família, como uma obrigação moral socioculturalmente construída. Também foram salientados os cuidados e as responsabilidades da mãe e demais familiares na rotina hospitalar durante a internação. Para Vernier (2004) a participação da família nos cuidados prestados às crianças hospitalizadas deve ocorrer sem que as ações maternas sejam consideradas como mão de obra, mas sejam vistas como uma contribuição, ou seja, parte integrante no planejamento dos cuidados da criança. Ainda, dentre os assuntos discutidos destaca-se a espera por diagnósticos; superação da doença do filho; cuidados com crianças que possuem necessidades especiais de saúde. Tem-se observado um aumento significativo no número de mães cuidadoras de crianças com necessidades especiais de saúde (CRIANES). Para Neves e Cabral (2008), as CRIANES constituem uma clientela emergente nos serviços de saúde, representando uma realidade nova e um desafio para os profissionais de saúde, em especial, para a equipe enfermagem. Na assistência cotidiana, esses profissionais se defrontam com internações prolongadas, inúmeras reinternações e aumento da complexidade diagnóstica. Após a alta hospitalar, há uma ausência de conhecimento sobre as dimensões objetivas das demandas de cuidados que fundamentam as ações de cuidar, das famílias no domicílio e, da enfermagem no seguimento (ambulatorial e domiciliar). Isto ressalta a necessidade de ações que promovam o esclarecimento e ofereçam subsídios para o cuidado dessas crianças. Também foram citadas dúvidas relacionadas às patologias; importância de atentar para os sintomas apresentados pelas crianças e adolescentes; dificuldades na relação com a equipe de saúde; gravidez e problemas na gestação. Assim, ressalta-se a importância das atividades desenvolvidas pelo grupo como uma tecnologia leve que pode contribuir para o cuidado de enfermagem em internação hospitalar de crianças e adolescentes. Os indicadores de avaliação deste projeto estão sendo revisados, considerando que a avaliação que vem sendo utilizada não apresenta resultados objetivos, mas sim subjetivos. Os resultados subjetivos são produzidos ao final de cada encontro, quando uma avaliação oral é solicitada aos participantes envolvidos, momento no qual os mesmos colocam os pontos positivos e, ainda, o que pode ser melhorado. Durante os encontros a avaliação tem sido positiva, aonde os familiares cuidadores destacaram que sentirem-se confortados e mais esclarecidos sobre a internação da criança. CONCLUSÃO 4

5 Assim pode-se concluir que a atividade desenvolvida pelo grupo, por meio da metodologia grupal, contribui de forma positiva no cotidiano assistencial referente aos profissionais do serviço, para os familiares que participam, além de acrescentar esta experiência na formação acadêmica dos futuros profissionais de enfermagem. Deste modo, o grupo possui o foco em educação em saúde oferecendo subsídios para que os sujeitos possam ser transformadores da sua realidade, incentivando o desenvolvimento do senso de empoderamento. Questões relacionadas à saúde da criança/adolescente bem como a saúde mental dos familiares cuidadores são discutidas no espaço grupal, o que proporciona além do compartilhamento de experiência por parte dos sujeitos um maior esclarecimento sobre estes assuntos. Já para o ensino e a pesquisa na área da saúde da criança, compartilhamse os conhecimentos científicos com os familiares cuidadores, visando que os mesmos se tornem multiplicadores na comunidade de onde procedem. REFERÊNCIAS BRASIL, M.S. Estatuto da Criança e do Adolescente. Lei de 13 de Julho de Brasília FREIRE, P. Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra; GÓES, F.G.B; LA CAVA, A.M. Práticas educativas em saúde do enfermeiro com a família da criança hospitalizada. Revista Eletrônica de Enfermagem, v. 11, n. 4, p , Disponível em: Acesso em 22 de junho MERHY, E.E. A perda da dimensão cuidadora na produção da saúde uma discussão do modelo assistencial e da intervenção no seu modo de trabalhar assistência. Sistema Único de Saúde em Belo Horizonte Reescrevendo o Público. São Paulo: Xamã, NEVES, E.T; CABRAL, I.E. A fragilidade clínica e a vulnerabilidade social das crianças com necessidades especiais de saúde. Revista Gaúcha de Enfermagem, Porto Alegre, v. 29, n. 2, p , jun, NEVES, E. T; CABRAL, I.E. Empoderamento da mulher cuidadora de crianças com necessidades especiais de saúde. Revista Texto Contexto, Florianópolis, v. 17, n.3, p , jul-set, QUIRINO, D.D.; COLLET, N; NEVES, A.F.G.B. Hospitalização infantil: concepções da enfermagem acerca da mãe acompanhante. Revista Gaúcha de Enfermagem. Porto Alegre, v. 31, n. 2, p , jun, RIBEIRO, C.A; ANGELO M. O significado da hospitalização para a criança pré-escolar: um modelo teórico. Revista Escola de Enfermagem da USP. São Paulo, v. 9, n. 4, p ,

6 VERNIER, E.T.N; ALL AGNOL, C.M. (Re)ações de uma equipe de enfermagem mediante a permanência conjunta em pediatria. Acta Paulista de Enfermagem, v. 17, n. 2, p ,

A COMUNICAÇÃO ENTRE ENFERMEIRO E O BINÔMIO CRIANÇA/FAMÍLIA NA INTERNAÇÃO PEDIÁTRICA 1

A COMUNICAÇÃO ENTRE ENFERMEIRO E O BINÔMIO CRIANÇA/FAMÍLIA NA INTERNAÇÃO PEDIÁTRICA 1 A COMUNICAÇÃO ENTRE ENFERMEIRO E O BINÔMIO CRIANÇA/FAMÍLIA NA INTERNAÇÃO PEDIÁTRICA 1 BARROS, Camilla Silva de 2 ; NEVES, Eliane Tatsch 3 ; ZAMBERLAN, Kellen Cervo 4 ; RESUMO Trata-se de um relato de experiência

Leia mais

CURSO: ENFERMAGEM Missão Objetivo Geral Objetivos Específicos

CURSO: ENFERMAGEM Missão Objetivo Geral Objetivos Específicos CURSO: ENFERMAGEM Missão Formar para atuar em Enfermeiros qualificados todos os níveis de complexidade da assistência ao ser humano em sua integralidade, no contexto do Sistema Único de Saúde e do sistema

Leia mais

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão Curso: ENFERMAGEM SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO Missão Formar Enfermeiros qualificados para atuar em todos os níveis de complexidade da assistência ao ser humano em sua integralidade, no contexto do Sistema

Leia mais

SERVIÇO DE ATENÇÃO AO PORTADOR DE OBESIDADE GRAVE

SERVIÇO DE ATENÇÃO AO PORTADOR DE OBESIDADE GRAVE Procedimento Operacional Padrão (POP) SERVIÇO DE PSICOLOGIA POP nº 04 PSI/HU Hospital Universitário Prof. Polydoro Ernani de São Thiago da Universidade Federal de Santa Catarina SERVIÇO DE ATENÇÃO AO PORTADOR

Leia mais

VISITA MULTIDISCIPLINAR UTI

VISITA MULTIDISCIPLINAR UTI Pr02 1 de 5 PROTOCOLO Data de Emissão: Histórico de Revisão / Versões Data Versão/Revisões Descrição Autor 1.00 Proposta inicial EB,SRPT 1- Introdução A Unidade de Terapia Intensiva é um setor de alta

Leia mais

PROJETO TERAPÊUTICO SINGULAR:

PROJETO TERAPÊUTICO SINGULAR: PROJETO TERAPÊUTICO SINGULAR: IMPACTO NA ASSISTÊNCIA À BEBÊS COM SÍNDROME CONGÊNITA DO ZIKA VÍRUS E SUA FAMÍLIA EXPERIÊNCIA DE CAMPINA GRANDE - PB Maria Jeanette De Oliveira Silveira Mestre em Psicanálise

Leia mais

FORMULÁRIO DE SUBMISSÃO DE RESUMO

FORMULÁRIO DE SUBMISSÃO DE RESUMO FORMULÁRIO DE SUBMISSÃO DE RESUMO ESCOLHA SUA OPÇÃO DE APRESENTAÇÃO: Título: SENTIMENTOS VIVENCIADOS PELOS FAMILIARES NO PROCESSO DE HOSPITALIZAÇÃO DA CRIANÇA NA UTI Relator: Danilo Marcelo Araujo dos

Leia mais

PADI. Programa de Atenção domiciliar ao Idoso

PADI. Programa de Atenção domiciliar ao Idoso Objetivos do programa Apesar dos benefícios óbvios da internação quando necessária, o paciente idoso afastado da rotina de casa e da família apresenta maior dificuldade de recuperação, além de correr risco

Leia mais

EDUCAÇÃO POPULAR EM SAÚDE AUDITIVA NA ATENÇÃO ÀS GESTANTES, PUÉRPERAS E LACTANTES DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO LAURO WANDERLEY - HULW/UFPB

EDUCAÇÃO POPULAR EM SAÚDE AUDITIVA NA ATENÇÃO ÀS GESTANTES, PUÉRPERAS E LACTANTES DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO LAURO WANDERLEY - HULW/UFPB EDUCAÇÃO POPULAR EM SAÚDE AUDITIVA NA ATENÇÃO ÀS GESTANTES, PUÉRPERAS E LACTANTES DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO LAURO WANDERLEY - HULW/UFPB Autores MENDES 1, Amanda; MELO, Luciana 2 ; SANTOS 3, Beatriz. Centro

Leia mais

VIVÊNCIA DE UM GRUPO DE SENTIMENTOS NO CAPS PRADO VEPPO- SM-RS.

VIVÊNCIA DE UM GRUPO DE SENTIMENTOS NO CAPS PRADO VEPPO- SM-RS. VIVÊNCIA DE UM GRUPO DE SENTIMENTOS NO CAPS PRADO VEPPO- SM-RS. Niara Cabral Iserhard 1 Annie Jeanninne Bisso Lacchini 2 Na década de 80, o movimento brasileiro pela reforma psiquiátrica teve uma iniciativa

Leia mais

Ensino Público de Qualidade que faz a Diferença! Ensino Fundamental, Médio e Profissional.

Ensino Público de Qualidade que faz a Diferença! Ensino Fundamental, Médio e Profissional. Ensino Público de Qualidade que faz a Diferença! Ensino Fundamental, Médio e Profissional. Avenida das Acácias, 60, Jardim Pérola D Oeste, 85012-130 Telefone: (42) 3623 3394 / 36235954 Guarapuava / NRE:

Leia mais

Componente Curricular: ENFERMAGEM EM ATENÇÃO À SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE II PLANO DE CURSO

Componente Curricular: ENFERMAGEM EM ATENÇÃO À SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE II PLANO DE CURSO CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20 Componente Curricular: ENFERMAGEM EM ATENÇÃO À SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE II Código: ENF

Leia mais

PROJETO CONSULTA DE ENFERMAGEM NO PRÉ-NATAL : UMA AÇÃO EXTENSIONISTA (2012) 1

PROJETO CONSULTA DE ENFERMAGEM NO PRÉ-NATAL : UMA AÇÃO EXTENSIONISTA (2012) 1 PROJETO CONSULTA DE ENFERMAGEM NO PRÉ-NATAL : UMA AÇÃO EXTENSIONISTA (2012) 1 ALMEIDA, Jéssica de Cassia Marques de 2 ; SILVEIRA, Nara Beatriz 3 ; MARQUES, Letícia Amico 3 ; MATTOS, Luísa dos Santos de

Leia mais

Escola de Artes, Ciências e Humanidades

Escola de Artes, Ciências e Humanidades Bacharelado em Gerontologia Escola de Artes, Ciências e Humanidades Universidade de São Paulo Coordenação 2009-2011: Mônica Sanches Yassuda Marisa Accioly Domingues Inaugurada em fevereiro de 2005. Objetivos:

Leia mais

Módulo 1 / Semestre 1 Carga horária total: 390ch Unidade Curricular. Semestral

Módulo 1 / Semestre 1 Carga horária total: 390ch Unidade Curricular. Semestral Curso Técnico Subsequente em Curso Técnico em Enfermagem Nome do Curso - Curso Técnico em Enfermagem CÂMPUS Florianópolis/SC MATRIZ CURRICULAR Módulo 1 / Semestre 1 Carga horária total: 390ch Unidade Curricular

Leia mais

A ENFERMAGEM NO PROGRAMA ESPECIAL DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES: CONTRIBUIÇÕES PARA A VISIBILIDADE DA PROFISSÃO 1

A ENFERMAGEM NO PROGRAMA ESPECIAL DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES: CONTRIBUIÇÕES PARA A VISIBILIDADE DA PROFISSÃO 1 A ENFERMAGEM NO PROGRAMA ESPECIAL DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES: CONTRIBUIÇÕES PARA A VISIBILIDADE DA PROFISSÃO 1 NASCIMENTO, Letícia 2 ; NEVES, Eliane Tatsch 3 ; PIESZAK, Greice Machado 4 ; POTRICH, Tassiana

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE INTERNAÇÃO DOMICILIAR

POLÍTICA NACIONAL DE INTERNAÇÃO DOMICILIAR NOTA TÉCNICA 02 2006 POLÍTICA NACIONAL DE INTERNAÇÃO DOMICILIAR 1 Brasília, 10 de fevereiro de 2006. I. Introdução: NOTA TÉCNICA 02 2006 O Ministério da Saúde está propondo a implantação da Política Nacional

Leia mais

VIVER BEM DONA LURDES E O SERVIÇO DE ATENÇÃO DOMICILIAR ATENÇÃO DOMICILIAR

VIVER BEM DONA LURDES E O SERVIÇO DE ATENÇÃO DOMICILIAR ATENÇÃO DOMICILIAR 1 VIVER BEM DONA LURDES E O SERVIÇO DE ATENÇÃO DOMICILIAR ATENÇÃO DOMICILIAR 2 3 Dona Lurdes tem uma família muito unida, com alguns filhos, muitos netos e dois bisnetos. Eles estão ao seu lado sempre

Leia mais

RELATO DE EXPERIÊNCIA AVALIAÇÃO PARA MELHORIA DA QUALIDADE DA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA: A EXPERIÊNCIA DO

RELATO DE EXPERIÊNCIA AVALIAÇÃO PARA MELHORIA DA QUALIDADE DA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA: A EXPERIÊNCIA DO RELATO DE EXPERIÊNCIA AVALIAÇÃO PARA MELHORIA DA QUALIDADE DA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA: A EXPERIÊNCIA DO MUNICÍPIO DE TERESINA Ayla Maria Calixto de Carvalho Alba Alves Costa Marques Telma Maria Evangelista

Leia mais

RELATÓRIO DE DADOS DO PROJETO PARA DIVULGAÇÃO

RELATÓRIO DE DADOS DO PROJETO PARA DIVULGAÇÃO PROGRAMA NACIONAL DE REORIENTAÇÃO DA FORMAÇÃO PROFISSIONAL EM SAÚDE PROSAÚDE Universidade Severino Sombra RELATÓRIO DE DADOS DO PROJETO PARA DIVULGAÇÃO Vassouras 12 de novembro de 2007 CENTRO DE CIÊNCIAS

Leia mais

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Etec Ensino Técnico ETEC PROFESSOR MASSUYUKI KAWANO Código: 136 Município: Tupã Eixo tecnológico: AMBIENTE e SAÚDE Habilitação Profissional: Técnico em Enfermagem Qualificação:

Leia mais

Conhecendo o Processo de Adoecimento e Hospitalização da Criança. Profª Graça Pimenta UCSal

Conhecendo o Processo de Adoecimento e Hospitalização da Criança. Profª Graça Pimenta UCSal Conhecendo o Processo de Adoecimento e Hospitalização da Criança Profª Graça Pimenta UCSal CRIANÇA SADIA Conceito Ser em constante evolução biopsicosocial, tem características próprias, e reage de modo

Leia mais

LABORATÓRIO DE INOVAÇÕES EM EDUCAÇÃO NA SAÚDE COM ÊNFASE EM EDUCAÇÃO PERMANENTE /EDITAL DA 1ª EDIÇÃO

LABORATÓRIO DE INOVAÇÕES EM EDUCAÇÃO NA SAÚDE COM ÊNFASE EM EDUCAÇÃO PERMANENTE /EDITAL DA 1ª EDIÇÃO LABORATÓRIO DE INOVAÇÕES EM EDUCAÇÃO NA SAÚDE COM ÊNFASE EM EDUCAÇÃO PERMANENTE /EDITAL DA 1ª EDIÇÃO Porque o Laboratório Os processos de educação em saúde constituem como um dos fundamentos das práticas

Leia mais

Demanda crescente aos serviços de saúde Incorporação de tecnologias de mais alto custo Diminuição de qualidade dos serviços

Demanda crescente aos serviços de saúde Incorporação de tecnologias de mais alto custo Diminuição de qualidade dos serviços Redução da mortalidade Prolongamento da vida Demanda crescente aos serviços de saúde Incorporação de tecnologias de mais alto custo Diminuição de qualidade dos serviços PIORA DA QUALIDADE DE VIDA. INCREMENTO

Leia mais

SERVIÇOS RESIDENCIAIS TERAPÊUTICOS NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL: REFLEXÃO CRÍTICA

SERVIÇOS RESIDENCIAIS TERAPÊUTICOS NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL: REFLEXÃO CRÍTICA SERVIÇOS RESIDENCIAIS TERAPÊUTICOS NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL: REFLEXÃO CRÍTICA Cíntia Nasi 1 Marcio Wagner Camatta 2 Jacó Fernando Schneider 3 INTRODUÇÃO: A atenção em saúde mental vem sofrendo transformações

Leia mais

Categoria: Gestão do Atendimento e Segurança do Paciente Subcategoria: Classe 2. Viviane R Buffon Diretora Clínica

Categoria: Gestão do Atendimento e Segurança do Paciente Subcategoria: Classe 2. Viviane R Buffon Diretora Clínica Categoria: Gestão do Atendimento e Segurança do Paciente Subcategoria: Classe 2 Implantação da Comissão de Colaboração Clínica como ferramenta de Gestão do Atendimento e de Segurança do Paciente em âmbito

Leia mais

Visita domiciliar ao recém nascido: uma prática Interdisciplinar.

Visita domiciliar ao recém nascido: uma prática Interdisciplinar. TÍTULO DA PRÁTICA: Visita domiciliar ao recém nascido: uma prática Interdisciplinar. CÓDIGO DA PRÁTICA: T23 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 a)situação problema e/ou demanda inicial que

Leia mais

Cuidado. Crack, é possível vencer Aumento da oferta de tratamento de saúde e atenção aos usuários

Cuidado. Crack, é possível vencer Aumento da oferta de tratamento de saúde e atenção aos usuários Prevenção Educação, Informação e Capacitação Cuidado Aumento da oferta de tratamento de saúde e atenção aos usuários Autoridade Enfrentamento ao tráfico de drogas e às organizações criminosas Crack, é

Leia mais

SELEÇÃO DE ACADÊMICOS PARA VINCULAÇÃO EM PROJETOS DE EXTENSÃO DA FCMMG 2º SEMESTRE/2013

SELEÇÃO DE ACADÊMICOS PARA VINCULAÇÃO EM PROJETOS DE EXTENSÃO DA FCMMG 2º SEMESTRE/2013 SELEÇÃO DE ACADÊMICOS PARA VINCULAÇÃO EM PROJETOS DE EXTENSÃO DA FCMMG 2º SEMESTRE/2013 O Núcleo de Extensão Acadêmica (NEA) da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais torna público o presente edital

Leia mais

RESSIGNIFICAR: PSICOLOGIA E ONCOLOGIA 1. Jacson Fantinelli Dos Santos 2, Flávia Flach 3.

RESSIGNIFICAR: PSICOLOGIA E ONCOLOGIA 1. Jacson Fantinelli Dos Santos 2, Flávia Flach 3. RESSIGNIFICAR: PSICOLOGIA E ONCOLOGIA 1 Jacson Fantinelli Dos Santos 2, Flávia Flach 3. 1 Trabalho de Extensão Departamento de Humanidades e Educação, Curso de Graduação em Psicologia 2 Acadêmico do 8ºsemestre

Leia mais

Recursos Próprios 2013

Recursos Próprios 2013 Recursos Próprios 2013 " Serviços Próprios de Atendimento Pré-Hospitalar (SOS) e Assistência Domiciliar ( Home- Care): reconhecendo a importância destas modalidades assistenciais para o cliente e para

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE DENF - DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM Endereço: Campus Universitário, BR 101, S/N - Lagoa Nova, Natal/RN. CEP: 59.072-970. Fone/Fax: (84)

Leia mais

O ENFERMEIRO DE REFERÊNCIA NO CUIDAR a Criança/Adolescente e Família com DIABETES. Centro Hospitalar do Algarve, E.P.E. - Hospital de Faro

O ENFERMEIRO DE REFERÊNCIA NO CUIDAR a Criança/Adolescente e Família com DIABETES. Centro Hospitalar do Algarve, E.P.E. - Hospital de Faro O ENFERMEIRO DE REFERÊNCIA NO CUIDAR a Criança/Adolescente e Família com DIABETES Centro Hospitalar do Algarve, E.P.E. - Hospital de Faro Departamento Materno-Infantil Serviço de Pediatria - Unidade de

Leia mais

SEGURANÇA DO PACIENTE A NÍVEL HOSPITALAR: IMPORTÂNCIA DA QUALIDADE DOS REGISTROS EM PRONTUÁRIOS

SEGURANÇA DO PACIENTE A NÍVEL HOSPITALAR: IMPORTÂNCIA DA QUALIDADE DOS REGISTROS EM PRONTUÁRIOS SEGURANÇA DO PACIENTE A NÍVEL HOSPITALAR: IMPORTÂNCIA DA QUALIDADE DOS REGISTROS EM PRONTUÁRIOS Allana Almeida de Souza 1 ; Antônia Imaculada Santos Serafim 1 ; Francisca Averlânia Dutra de Sousa 1 ; Gerema

Leia mais

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 5. Cronograma de Aulas. Coordenação Programa e metodologia; Investimento.

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 5. Cronograma de Aulas. Coordenação Programa e metodologia; Investimento. SUMÁRIO Sobre o curso Pág. 3 Coordenação Programa e metodologia; Investimento Etapas do Processo Seletivo Pág. 5 Matrícula Cronograma de Aulas Pág. PÓS-GRADUAÇÃO EM ORTOPEDIA MULTIDISCIPLINAR Unidade Dias

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE APOIO À EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA EDITAL PROJETO DE ASSISTÊNCIA INTERPROFISSIONAL A GESTANTE.

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE APOIO À EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA EDITAL PROJETO DE ASSISTÊNCIA INTERPROFISSIONAL A GESTANTE. PROGRAMA INSTITUCIONAL DE APOIO À EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA EDITAL 2017.2. CAMPUS NATAL A Universidade Potiguar UnP, através da Direção da Escola da Saúde, torna público o presente Edital e convida o seu

Leia mais

CANDIDATOS DA MICRORREGIÃO 7

CANDIDATOS DA MICRORREGIÃO 7 CANDIDATOS DA MICRORREGIÃO 7 Nome de urna: Chayenne Silva Número: 7005 - Coordenadora de projetos sociais na Associação Comunitária Núcleo Esperança; - Conselheira Tutelar suplente 2011-2015 -Professora

Leia mais

MORAR EM CASA 1. IDENTIFICAÇÃO

MORAR EM CASA 1. IDENTIFICAÇÃO MORAR EM CASA Fanny Helena Martins Salles 1 Lorena Pinheiro Furtat 2 Miriam Kloppenburg Ferreira 3 1. IDENTIFICAÇÃO 1.1 Nome: Implementação ao projeto de moradias assistidas vinculadas ao Centro de Atendimento

Leia mais

A CRIANÇA HOSPITALIZADA

A CRIANÇA HOSPITALIZADA A CRIANÇA HOSPITALIZADA O hospital infantil tornou-se um complexo de equipes de especialistas que trabalham para a melhoria de saúde da criança. Profissional importante dessas equipes é o enfermeiro, que

Leia mais

Saúde da Criança 2º PERÍODO TURMA VII

Saúde da Criança 2º PERÍODO TURMA VII Saúde da Criança 2º PERÍODO TURMA VII - 2017 Programa de Saúde infantil 1930-1940 programa estatal de proteção à maternidade, à infância e à adolescência 1950-1970 Programa Nacional de Saúde Materno-Infantil

Leia mais

10º FÓRUM DE EXTENSÃO E CULTURA DA UEM

10º FÓRUM DE EXTENSÃO E CULTURA DA UEM 10º FÓRUM DE EXTENSÃO E CULTURA DA UEM ANALISE DAS INFORMAÇÕES E QUALIDADE DAS FICHAS DE INVESTIGAÇÃO DE ÓBITOS INFANTIS DA 15ª REGIONAL DE SAÚDE DO PARANÁ Jéssica Teixeira Lourenço 1 Vivianne Peters da

Leia mais

SAÚDE MENTAL NO SUS E OS CENTROS DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL

SAÚDE MENTAL NO SUS E OS CENTROS DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL SAÚDE MENTAL NO SUS E OS CENTROS DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL Prof. João Gregório Neto 2013 REFORMA PSIQUIÁTRICA Ampla mudança do atendimento público em Saúde Mental, objetivando garantir o acesso da população

Leia mais

UPE Campus Petrolina. Obrigatória: ( X ) Eletiva: ( ) PROGRAMA DA DISCIPLINA

UPE Campus Petrolina. Obrigatória: ( X ) Eletiva: ( ) PROGRAMA DA DISCIPLINA UPE Campus Petrolina PROGRAMA DA DISCIPLINA Curso: Enfermagem Disciplina: Cuidar de Enfermagem na Saúde do Idoso Carga Horária: 75h : 45h Prática: 30h Semestre: 2016.2 Professores: Flávia Emília Cavalcante

Leia mais

COORDENAÇÃO DO NÚCLEO CURRICULAR FLEXÍVEL PRÁTICAS EDUCATIVAS FICHA DE OBSERVAÇÃO - 1

COORDENAÇÃO DO NÚCLEO CURRICULAR FLEXÍVEL PRÁTICAS EDUCATIVAS FICHA DE OBSERVAÇÃO - 1 FICHA DE OBSERVAÇÃO - 1 ENFERMAGEM NOS CUIDADOS INTEGRAIS AO ADULTO E IDOSO NO PERÍODO PERI OPERATÓRIO Acadêmico: Curso: Período: Turno: Disciplina(s): Local: Campos de Observação: Profissional responsável

Leia mais

CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: SERVIÇO SOCIAL INSTITUIÇÃO: FACULDADES INTEGRADAS DE BOTUCATU

CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: SERVIÇO SOCIAL INSTITUIÇÃO: FACULDADES INTEGRADAS DE BOTUCATU 16 TÍTULO: CARACTERIZAÇÃO DO PERFIL SOCIOECONÔMICO E FAMILIAR DAS CRIANÇAS COM INTERNAÇÃO PEDIÁTRICA DE LONGA PERMANÊNCIA E AS PRINCIPAIS DEMANDAS AO SERVIÇO SOCIAL CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS

Leia mais

GERENCIAMENTO da Atenção Domiciliar P.G.A.D.

GERENCIAMENTO da Atenção Domiciliar P.G.A.D. GERENCIAMENTO da Atenção Domiciliar P.G.A.D. Gerenciamento da Atenção Domiciliar PGAD.indd 1 19/10/2015 15:30:04 Gerenciamento da Atenção Domiciliar PGAD Objetivo: Fornecer suporte ao paciente para que

Leia mais

Hospital Summit Terceirização de Serviços Médicos

Hospital Summit Terceirização de Serviços Médicos 15/03/2017 Hospital Summit Terceirização de Serviços Médicos Modelo Adotado Grupo São Lucas Ribeirania Ribeirão Preto Dr Pedro Antonio Palocci o Médico Pediatra formado pela XXIIIª Turma da FMRP-USP 1979

Leia mais

QUADRO DE VAGAS 2018/1 ESTÁGIO CURRICULAR PSICOLOGIA

QUADRO DE VAGAS 2018/1 ESTÁGIO CURRICULAR PSICOLOGIA ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA DA SAÚDE HOSPITAL PSIQUIÁTRICO SÃO PEDRO DIREÇÃO DE ENSINO E PESQUISA QUADRO DE VAGAS ESTÁGIO CURRICULAR 2018/1 QUADRO DE VAGAS 2018/1 ESTÁGIO CURRICULAR PSICOLOGIA

Leia mais

Fórum de Humanização

Fórum de Humanização Fórum de Humanização Grupo PANDA: Atendimento Multiprofissional para Pacientes Egressos de UTI Neonatal Profissionais Integrantes Pediatra Dra Iara Flávia de Vasconcelos Aguiar Assistente Social Mônica

Leia mais

Hospital Sofia Feldman: compromisso com a VIDA. Florianópolis, novembro de 2013

Hospital Sofia Feldman: compromisso com a VIDA. Florianópolis, novembro de 2013 Hospital Sofia Feldman: compromisso com a VIDA. Florianópolis, novembro de 2013 Criado há 31 anos, é uma instituição filantrópica de direito privado, conveniado com o Sistema Único de Saúde, prestador

Leia mais

Mestrado Profissional em Enfermagem Assistencial

Mestrado Profissional em Enfermagem Assistencial Mestrado Profissional em Enfermagem Assistencial Profª. Drª. Zenith Rosa Silvino Coordenadora do MPEA - 2010/2014 O MPEA Aprovado pelo CUV em 12/03/2003 Reconhecido pela CAPES em dezembro/2003 (31003010055P3)

Leia mais

Projeto Cuidar e Ser Cuidado do Hospital Auxiliar de Cotoxó

Projeto Cuidar e Ser Cuidado do Hospital Auxiliar de Cotoxó Projeto Cuidar e Ser Cuidado do Hospital Auxiliar de Cotoxó 1. Introdução Os períodos de mudança tendem a despertar incertezas. A iminência de reformulação do Hospital Auxiliar de Cotoxó HAC, devido à

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE APOIO À EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA EDITAL CURSO PARA GESTANTES NASCER FELIZ CAMPUS MOSSORÓ.

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE APOIO À EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA EDITAL CURSO PARA GESTANTES NASCER FELIZ CAMPUS MOSSORÓ. PROGRAMA INSTITUCIONAL DE APOIO À EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA EDITAL 2017.1 CURSO PARA GESTANTES NASCER FELIZ CAMPUS MOSSORÓ. A Universidade Potiguar UnP, através da Direção da Escola da Saúde, torna público

Leia mais

A FAMÍLIA DE CRIANÇAS/ADOLESCENTES HOSPITALIZADOS: O GRUPO COMO ESTRATÉGIA DE CUIDADO 1

A FAMÍLIA DE CRIANÇAS/ADOLESCENTES HOSPITALIZADOS: O GRUPO COMO ESTRATÉGIA DE CUIDADO 1 DOI: 10.4025/cienccuidsaude.v11i2.19613 A FAMÍLIA DE CRIANÇAS/ADOLESCENTES HOSPITALIZADOS: O GRUPO COMO ESTRATÉGIA DE CUIDADO 1 Andressa da Silveira* Eliane Tatsch Neves** Kellen Cervo Zamberlan*** Fernanda

Leia mais

FISIOTERAPIA NA COMUNIDADE: UMA EXPERIÊNCIA DE EXTENSÃO POPULAR

FISIOTERAPIA NA COMUNIDADE: UMA EXPERIÊNCIA DE EXTENSÃO POPULAR FISIOTERAPIA NA COMUNIDADE: UMA EXPERIÊNCIA DE EXTENSÃO POPULAR SANTOS ¹, Aleida Raquel Correia RIBEIRO², Kátia Suely Queiroz Silva SANTOS 3, Marcilane da Silva BRITO 4, Patrícia Meireles ALEXANDRIA 5,

Leia mais

BRINQUEDO TERAPÊUTICO CAPACITADOR DE FUNÇÕES FISIOLÓGICAS Página 1 de 5

BRINQUEDO TERAPÊUTICO CAPACITADOR DE FUNÇÕES FISIOLÓGICAS Página 1 de 5 BRINQUEDO TERAPÊUTICO CAPACITADOR DE FUNÇÕES FISIOLÓGICAS Página 1 de 5 Emissão inicial Primeira revisão Segunda revisão Resumo de Revisões Data Dez/2006 Jan/2008 SUMÁRIO 1. OBJETIVO: Prepara a criança

Leia mais

ENFERMAGEM JUNTO AO AMBIENTE ESCOLAR NO ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR: CONHECIMENTOS DE PRIMEIROS SOCORROS

ENFERMAGEM JUNTO AO AMBIENTE ESCOLAR NO ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR: CONHECIMENTOS DE PRIMEIROS SOCORROS ENFERMAGEM JUNTO AO AMBIENTE ESCOLAR NO ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR: CONHECIMENTOS DE PRIMEIROS SOCORROS MOTTA, H.R; VAL, A.I. Resumo: O objetivo desta pesquisa foi à orientação dos educadores de um colégio

Leia mais

CAPACITANDO A EQUIPE POR MEIO DA PROBLEMATIZAÇÃO PARA PROMOÇÃO DA AMAMENTAÇÃO: RELATO DE EXPERIÊNCIA.

CAPACITANDO A EQUIPE POR MEIO DA PROBLEMATIZAÇÃO PARA PROMOÇÃO DA AMAMENTAÇÃO: RELATO DE EXPERIÊNCIA. Hospital das Clínicas - Unidade II Materno Infantil CAPACITANDO A EQUIPE POR MEIO DA PROBLEMATIZAÇÃO PARA PROMOÇÃO DA AMAMENTAÇÃO: RELATO DE EXPERIÊNCIA. BRUNA MARIA DE MORAES OLIVEIRA ERICA CAROLINA FORTE

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE APOIO À EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA EDITAL ASSISTÊNCIA INTERPROFISSIONAL A GESTANTE, NATAL, RN CAMPUS NATAL

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE APOIO À EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA EDITAL ASSISTÊNCIA INTERPROFISSIONAL A GESTANTE, NATAL, RN CAMPUS NATAL PROGRAMA INSTITUCIONAL DE APOIO À EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA EDITAL 2016.2 ASSISTÊNCIA INTERPROFISSIONAL A GESTANTE, NATAL, RN CAMPUS NATAL A Universidade Potiguar UnP, através da Direção da Escola da Saúde,

Leia mais

EDUCAÇÃO EM SAÚDE: ESTRATÉGIA QUE AJUDA A AUTONOMIA DOS PAIS/RESPONSÁVEIS NO CUIDADOÀCRIANÇA/ADOLESCENTE

EDUCAÇÃO EM SAÚDE: ESTRATÉGIA QUE AJUDA A AUTONOMIA DOS PAIS/RESPONSÁVEIS NO CUIDADOÀCRIANÇA/ADOLESCENTE EDUCAÇÃO EM SAÚDE: ESTRATÉGIA QUE AJUDA A AUTONOMIA DOS PAIS/RESPONSÁVEIS NO CUIDADOÀCRIANÇA/ADOLESCENTE LEÔNCIO, Alane Barreto de Almeida 1 REICHERT, Altamira Pereira da Silva 2 VIEIRA, Daniele de Souza

Leia mais

DESAFIOS DA ROTINA DIÁRIA: A VISÃO DOS PACIENTES PORTADORES DE OSTOMIA INTESTINAL

DESAFIOS DA ROTINA DIÁRIA: A VISÃO DOS PACIENTES PORTADORES DE OSTOMIA INTESTINAL DESAFIOS DA ROTINA DIÁRIA: A VISÃO DOS PACIENTES PORTADORES DE OSTOMIA INTESTINAL Dayse Carvalho do Nascimento Enfermeira, Mestre, Estomaterapeuta, coordenadora da Comissão de Curativos HUPE/UERJ, tutora

Leia mais

FUNDAÇÃO DE HEMATOLOGIA E HEMOTERAPIA DO

FUNDAÇÃO DE HEMATOLOGIA E HEMOTERAPIA DO DADOS DO PROJETO DE PESQUISA Pesquisador: PARECER CONSUBSTANCIADO DO CEP Título da Pesquisa: ISOLAMENTO PROTETOR: PRODUÇÃO E VALIDAÇÃO DE TECNOLOGIA EDUCACIONAL PARA FAMILIARES DE CRIANÇAS COM LEUCEMIA

Leia mais

QUADRO DE VAGAS 2017/2 ESTÁGIO CURRICULAR PSICOLOGIA

QUADRO DE VAGAS 2017/2 ESTÁGIO CURRICULAR PSICOLOGIA ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA DA SAÚDE HOSPITAL PSIQUIÁTRICO SÃO PEDRO DIREÇÃO DE ENSINO E PESQUISA QUADRO DE VAGAS 2017/2 ESTÁGIO CURRICULAR PSICOLOGIA LOCAL VAGAS MODALIDADE DE ESTÁGIO Data

Leia mais

COMUNICAÇÃO TERAPÊUTICA ENTRE ENFERMEIROS E FAMILIARES IDOSOS DE PACIENTES EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA

COMUNICAÇÃO TERAPÊUTICA ENTRE ENFERMEIROS E FAMILIARES IDOSOS DE PACIENTES EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA COMUNICAÇÃO TERAPÊUTICA ENTRE ENFERMEIROS E FAMILIARES IDOSOS DE PACIENTES EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA Laura Cristhiane Mendonça Rezende- UFPB lauracristhiane@hotmail.com Kátia Neyla de Freitas Macêdo

Leia mais

Reabilitação Integral: o desafio de uma política intersetorial. Conselho Nacional de Previdência Social

Reabilitação Integral: o desafio de uma política intersetorial. Conselho Nacional de Previdência Social Reabilitação Integral: o desafio de uma política intersetorial. Conselho Nacional de Previdência Social Junho 2016 Reabilitação Profissional Lei 8213/1991 Artigo 89 Decreto 3048/1999 Artigo 136 A prestação

Leia mais

O RELATO DE EXPERIENCIA DE UM CURSO DE GESTANTE EM UMA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA NO MUNICÍPIO DE SANTA ROSA RS 1

O RELATO DE EXPERIENCIA DE UM CURSO DE GESTANTE EM UMA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA NO MUNICÍPIO DE SANTA ROSA RS 1 O RELATO DE EXPERIENCIA DE UM CURSO DE GESTANTE EM UMA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA NO MUNICÍPIO DE SANTA ROSA RS 1 Tatiéle Dos Santos Camargo 2, Luciana Meller 3, Flávia Michelle Pereira Albuquerque

Leia mais

RELAÇÕES DE TRABALHO E SUBJETIVIDADE EM EQUIPES INTERDISCIPLINARES DE ATENÇÃO À SAÚDE 1 ELIANE MATOS 2 DENISE PIRES 3

RELAÇÕES DE TRABALHO E SUBJETIVIDADE EM EQUIPES INTERDISCIPLINARES DE ATENÇÃO À SAÚDE 1 ELIANE MATOS 2 DENISE PIRES 3 RELAÇÕES DE TRABALHO E SUBJETIVIDADE EM EQUIPES INTERDISCIPLINARES DE ATENÇÃO À SAÚDE 1 ELIANE MATOS 2 DENISE PIRES 3 Nas últimas décadas a interdisciplinaridade vem sendo colocada como uma necessidade

Leia mais

PROCESSO DE RECRUTAMENTO, SELEÇÃO, CAPACITAÇÃO E RETENÇÃO DE TALENTOS

PROCESSO DE RECRUTAMENTO, SELEÇÃO, CAPACITAÇÃO E RETENÇÃO DE TALENTOS PROCESSO DE RECRUTAMENTO, SELEÇÃO, CAPACITAÇÃO E RETENÇÃO DE TALENTOS UNIMED VITÓRIA DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA Presente em 9 municípios capixabas... - Fonte: Intramed Unimed Vitória - Unimed Vitória / Mar/2015

Leia mais

CAFÉ COM SAÚDE: RODA DE CONVERSA PARA DISCUTIR O FUNCIONAMENTO DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE

CAFÉ COM SAÚDE: RODA DE CONVERSA PARA DISCUTIR O FUNCIONAMENTO DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE CAFÉ COM SAÚDE: RODA DE CONVERSA PARA DISCUTIR O FUNCIONAMENTO DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE Bruna Fernandes SILVA¹; Gabriela Rodrigues ALVES²; Lorrayne Emanuela Duarte da SILVA³; Ilda Estefani Ribeiro MARTA

Leia mais

BRINCAR NO HOSPITAL: A CONTRIBUIÇÃO DO LÚDICO NA RECUPERAÇÃO DE CRIANÇAS HOSPITALIZADAS 1

BRINCAR NO HOSPITAL: A CONTRIBUIÇÃO DO LÚDICO NA RECUPERAÇÃO DE CRIANÇAS HOSPITALIZADAS 1 BRINCAR NO HOSPITAL: A CONTRIBUIÇÃO DO LÚDICO NA RECUPERAÇÃO DE CRIANÇAS HOSPITALIZADAS 1 RIZZATTI, Fernanda Lopes 2 ; SILVA, Mariluce Silveira da 3 ; NUNES, Janilse Fernandes 4 1 Trabalho de Pesquisa

Leia mais

Professor(a): Ana Maria Siqueira Silva

Professor(a): Ana Maria Siqueira Silva Professor(a): Ana Maria Siqueira Silva E-mail: anasiqueira_4@hotmail.com WWW.INSTITUTOCONSCIENCIAGO.COM.BR 2. A FORMAÇÃO DE PROFESSORES 2.1. As perspectivas de formação docente 2.2. Formação inicial e

Leia mais

A DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL COMO FOCO DE EXPERIÊNCIAS FORMATIVAS NA IMPLEMENTAÇÃO DO PIBID

A DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL COMO FOCO DE EXPERIÊNCIAS FORMATIVAS NA IMPLEMENTAÇÃO DO PIBID A DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL COMO FOCO DE EXPERIÊNCIAS FORMATIVAS NA IMPLEMENTAÇÃO DO PIBID Graziela Escandiel de Lima Professora Doutora - Departamento de Metodologia do Ensino/UFSM Coordenadora de

Leia mais

Sorriso Solidário. Introdução

Sorriso Solidário. Introdução Sorriso Solidário Sâmara Delon Passos Matias 1 *(IC), Mário Ferreira do Nascimento Filho 2 (PQ) samaradelonposse@hotmail.com Universidade Estadual de Goiás, Câmpus Posse. Resumo: O Projeto de Extensão

Leia mais

PROGRAMA de FORMAÇÃO CONTÍNUA em CUIDADOS CONTINUADOS e PALIATIVOS 2015

PROGRAMA de FORMAÇÃO CONTÍNUA em CUIDADOS CONTINUADOS e PALIATIVOS 2015 PROGRAMA de FORMAÇÃO CONTÍNUA em CUIDADOS CONTINUADOS e PALIATIVOS 2015 Unidade de Cuidados Continuados e Paliativos do Hospital da Luz Justificação, Finalidade e Objectivos: Os Cuidados Paliativos assumem-se

Leia mais

Psicodiagnóstico Institucional e Projeto de Intervenção

Psicodiagnóstico Institucional e Projeto de Intervenção Psicodiagnóstico Institucional e Projeto de Intervenção PSICODIAGNÓSTICO INSTITUCIONAL/HOSPITAL Elemento preliminar ao projeto de Intervenção Mapeamento das áreas que apresentam maior demanda de intervenção

Leia mais

Políticas Públicas de Prevenção e Atenção para DST/HIV/Aids em saúde mental, no Brasil

Políticas Públicas de Prevenção e Atenção para DST/HIV/Aids em saúde mental, no Brasil Ministério da saúde Secretaria de Atenção à saúde Departamento de Ações Programáticas Estratégicas Coordenação de Saúde Mental Políticas Públicas de Prevenção e Atenção para DST/HIV/Aids em saúde mental,

Leia mais

Mostra de Projetos 2011

Mostra de Projetos 2011 Mostra de Projetos 2011 A enfermagem atuando na saúde do adolescente e sua inserção no ambiente escolar Mostra Local de: Paranavaí Categoria do projeto: II - Projetos finalizados Nome da Instituição/Empresa:

Leia mais

Áreas Temáticas BVS Atenção Primária à Saúde

Áreas Temáticas BVS Atenção Primária à Saúde Áreas Temáticas BVS Atenção Primária à Saúde SINAIS E SINTOMAS Sinais, sintomas, observações e manifestações clínicas que podem ser tanto objetivas (quando observadas por médicos) como subjetivas (quando

Leia mais

REGULAMENTO REG VISITAS 25/06/2013. Enquadramento

REGULAMENTO REG VISITAS 25/06/2013. Enquadramento Enquadramento As visitas constituem, por regra, um forte contributo para a humanização no período de internamento dos utentes, pois permitem garantir o elo entre o utente e a sua rede social. O Hospital

Leia mais

PROGRAMA NACIONAL DE GESTÃO DE CUSTOS

PROGRAMA NACIONAL DE GESTÃO DE CUSTOS SECRETARIA DE SAÚDE DO ESTADO DA BAHIA INSTITUTO DE PERINATOLOGIA DA BAHIA - IPERBA PROGRAMA NACIONAL DE GESTÃO DE CUSTOS IPERBA O IPERBA é um Hospital especializado em atenção à saúde da mulher e ao recém-nascido,

Leia mais

ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS

ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS CARGO ADMINISTRATIVO I ADMINISTRATIVO II COMUNITÁRIO DE SAÚDE DE COMBATE A ENDEMIAS ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS ATRIBUIÇÕES Executar tarefas auxiliares de escritórios e secretária envolvendo registros,

Leia mais

Priscila Santos Queiroz

Priscila Santos Queiroz CURSO DE ATUALIZAÇÃO Gestão das Condições de Trabalho e Saúde dos Trabalhadores da Saúde DISCUSSÃO DAS CONDIÇÕES DE TRABALHO E PROMOÇÃO DE AMBIENTES SAUDÁVEIS: UMA PROPOSTA PARA SABINÓPOLIS/MG Priscila

Leia mais

Solicitação de Parecer Técnico ao COREN MA sobre O que é necessário para o profissional de Enfermagem realizar atendimento domiciliar particular

Solicitação de Parecer Técnico ao COREN MA sobre O que é necessário para o profissional de Enfermagem realizar atendimento domiciliar particular PARECER TÉCNICO COREN-MA-CPE Nº 20/2015 ASSUNTO: Atendimento de Enfermagem particular em domicilio. 1. Do fato Solicitação de Parecer Técnico ao COREN MA sobre O que é necessário para o profissional de

Leia mais

PREFEITURA DE JUIZ DE FORA

PREFEITURA DE JUIZ DE FORA PREFEITURA DE JUIZ DE FORA A N E X O I - D O S R E Q U I S I T O S E A T R I B U I Ç Õ E S D O S C A R G O S E D I T A L D E C O N C U R S O P Ú B L I C O N º 0 1 / 2 0 1 6 R E T I F I C A D O CARGO 101:

Leia mais

Atenção Básica: organização do trabalho na perspectiva da longitudinalidade e da coordenação do cuidado

Atenção Básica: organização do trabalho na perspectiva da longitudinalidade e da coordenação do cuidado Atenção Básica: organização do trabalho na perspectiva da longitudinalidade e da coordenação do cuidado XXX Congresso de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo 13/abril/2016 O SUS e a Atenção

Leia mais

INCLUSÃO SOCIAL DO DEFICIENTE POR MEIO DO AMPARO JURÍDICO

INCLUSÃO SOCIAL DO DEFICIENTE POR MEIO DO AMPARO JURÍDICO INCLUSÃO SOCIAL DO DEFICIENTE POR MEIO DO AMPARO JURÍDICO Vanessa Cristina Lourenço Casotti Ferreira da Palma Doutoranda em Educação pelo Programa de Pós Graduação em Educação - PPGEdu da Faculdade de

Leia mais

Sinais visíveis de transtornos psicológicos: como identificar e lidar com estes pacientes?

Sinais visíveis de transtornos psicológicos: como identificar e lidar com estes pacientes? Sinais visíveis de transtornos psicológicos: como identificar e lidar com estes pacientes? Sávia M. Emrich Pinto Psicóloga Serviço de Radioterapia Sinais visíveis de transtornos psicológicos: como identificar

Leia mais

Atuação da Fonoaudiologia na Saúde Mental

Atuação da Fonoaudiologia na Saúde Mental Atuação da Fonoaudiologia na Saúde Mental Dia: 04/05 Local: Anf. da Biblioteca Horário: 13 às 14h Apresentadoras: Caroline Pascon 4º ano Chrishinau Silva 2º ano Orientadora: Drª Fgaª Ariadnes Nobrega de

Leia mais

Palavras-chaves: Hospital. Atendimento Escolar. Formação.

Palavras-chaves: Hospital. Atendimento Escolar. Formação. 02007 ESCOLA HOSPITALAR: PROPOSTA DE UMA PRÁTICA PEDAGÓGICA AO ESCOLAR HOSPITALIZADO NO ESTADO DO PIAUÍ Resumo: SOUSA, Francisca Maria de - PUCPR cineidesousa@yahoo.com.br WOLF, Rosângela Abreu do Prado

Leia mais

Hospital Materno Infantil Presidente Vargas SMS PMPA

Hospital Materno Infantil Presidente Vargas SMS PMPA Hospital Materno Infantil Presidente Vargas SMS PMPA Inaugurada em 1953. Gestão municipal desde 2000 (ano em que recebeu o selo Amigo da Criança). Direção HMIPV Geral: Marcos Slompo Técnico: Felipe Cabral

Leia mais

PERFIL GESTACIONAL DAS MULHERES ATENDIDAS NO PROJETO CEPP EM 2013

PERFIL GESTACIONAL DAS MULHERES ATENDIDAS NO PROJETO CEPP EM 2013 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA PERFIL GESTACIONAL

Leia mais

EDUCAÇÃO EM SAÚDE COM IDOSOS COMO FERRAMENTA DO CUIDADO: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

EDUCAÇÃO EM SAÚDE COM IDOSOS COMO FERRAMENTA DO CUIDADO: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA 173 EDUCAÇÃO EM SAÚDE COM IDOSOS COMO FERRAMENTA DO CUIDADO: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA RESUMO Cândida Maria Alves Soares 1 Nayara Ruas Cardoso 2 Sarah Caroline Oliveira de Souza 3 Simone de Melo Costa 4

Leia mais

LUDICIDADE EM AMBIÊNCIA HOSPITALAR: uma estratégia multidisciplinar no cuidado da criança

LUDICIDADE EM AMBIÊNCIA HOSPITALAR: uma estratégia multidisciplinar no cuidado da criança LUDICIDADE EM AMBIÊNCIA HOSPITALAR: uma estratégia multidisciplinar no cuidado da criança Janilse Fernandes Nunes Vasconcelos 1 Hilda Maria Barbosa de Freitas 2 Camila dos Santos Gonçalves 3 Janice Vidal

Leia mais

16. pesquisa sobre o serviço de recepção do acompanhamento de pré-natal

16. pesquisa sobre o serviço de recepção do acompanhamento de pré-natal 16. pesquisa sobre o serviço de recepção do acompanhamento de pré-natal Perfil das Gestantes/ Puérperas da Rede de Proteção à Mãe Paulistana RELATÓRIO À MARÇO DE 2015 45 17. pesquisa sobre o serviço de

Leia mais

CONSIDERANDO os princípios referendados na Declaração Universal dos Direitos Humanos;

CONSIDERANDO os princípios referendados na Declaração Universal dos Direitos Humanos; RESOLUÇÃO Nº 066-CONSELHO SUPERIOR, de 14 de fevereiro de 2012. REGULAMENTA A POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE RORAIMA IFRR. O PRESIDENTE DO

Leia mais

Telefone do responsável pelo Projeto: Cargo na instituição: Autores do Projeto:

Telefone do responsável pelo Projeto: Cargo na instituição: Autores do Projeto: REDE BRASILEIRA DE ENFERMAGEM E SEGURANÇA DO PACIENTE REBRAENSP ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL 13ª SUBSEÇÃO UBERLÂNDIA 1ª CAMPANHA DE RECONHECIMENTO PARA AÇÕES DE SEGURANÇA NA ASSISTÊNCIA À SAÚDE DE UBERLÂNDIA

Leia mais

FARTEC-FACULDADE REGIONAL TECMED LTDA REGULAMENTO DO NÚCLEO DE APOIO AO DISCENTE - NAD. Atendimento Psicopedagógico Faculdade de Tecnologia TECMED

FARTEC-FACULDADE REGIONAL TECMED LTDA REGULAMENTO DO NÚCLEO DE APOIO AO DISCENTE - NAD. Atendimento Psicopedagógico Faculdade de Tecnologia TECMED FARTEC-FACULDADE REGIONAL TECMED LTDA REGULAMENTO DO NÚCLEO DE APOIO AO DISCENTE - NAD Atendimento Psicopedagógico Faculdade de Tecnologia TECMED 2016 REGULAMENTO DO NÚCLEO DE APOIO AO DISCENTE - NAD CAPÍTULO

Leia mais

ENTREVISTA COM FAMÍLIA DE PACIENTES PÓS-INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO 1 RESUMO

ENTREVISTA COM FAMÍLIA DE PACIENTES PÓS-INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO 1 RESUMO ENTREVISTA COM FAMÍLIA DE PACIENTES PÓS-INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO 1 LEAL, Tifany Colome 2 ; GARCIA, Raquel Potter3; BUDÓ, Maria de Lourdes Denardin 4, BARBOSA, Mariane da Silva 5 ; SIMON, Bruna Sodre

Leia mais

COMPREENSÃO DOS CUIDADORES INFORMAIS SOBRE O CUIDADO DOMICILIAR AO IDOSO

COMPREENSÃO DOS CUIDADORES INFORMAIS SOBRE O CUIDADO DOMICILIAR AO IDOSO COMPREENSÃO DOS CUIDADORES INFORMAIS SOBRE O CUIDADO DOMICILIAR AO IDOSO Louise Passos Vigolvino (1); Camila Cavalcante Rolim (2); Gerlane Ângela da Costa Moreira Vieira (3); Marta Miriam Lopes Costa (4).

Leia mais