EDUCAÇÃO EM SAÚDE COMO ESTRATÉGIA DE CUIDADO NA INTERNAÇÃO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES 1

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1 EDUCAÇÃO EM SAÚDE COMO ESTRATÉGIA DE CUIDADO NA INTERNAÇÃO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES 1 BARROS, Camilla Silva de 2 ; NEVES, Eliane Tatsch 3 ; ZAMBERLAN, Kellen Cervo 4 ; SANTOS, Raíssa Passos dos 5 ; SEVERO, Valéria Regina Gais 6. 1 Trabalho de extensão do curso de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Maria. 2 Acadêmica do 8º semestre do curso de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Maria, RS, Brasil. 3 Enfermeira pediatra. Professora Doutora do curso de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Maria, RS, Brasil. 4 Enfermeira. Mestranda do programa de pós graduação do curso de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Maria, RS, Brasil. 5 Acadêmica do 6º semestre do curso de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Maria, RS, Brasil. 6 Enfermeira. Mestranda do programa de pós graduação do curso de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Maria, RS, Brasil. RESUMO Tem-se no ambiente hospitalar a oportunidade de desenvolver práticas educativas em saúde com os familiares cuidadores que precisam permanecer neste espaço e, encontram-se ávidos por informações sobre a saúde da criança e sanar dúvidas sobre seu cotidiano em geral. O Grupo de Educação em Saúde com familiares cuidadores de crianças e adolescentes hospitalizados no Hospital Universitário de Santa Maria (HUSM) possui como objetivo desenvolver atividades de educação em saúde com familiares cuidadores de crianças e adolescentes hospitalizados em uma unidade de internação de um hospital de ensino. O desevolvimento das atividades ocorre através de encontros, realizados quinzenalmente das 16hs as 17hs com a participação de familiares convidados a participarem do grupo, alunos de graduação e pós graduação do curso de Enfermagem. Os assuntos abordados surgem conforme a demanda dos participantes, e variam entre espera por diagnósticos; superação da doença do filho; cuidados com crianças que possuem necessidades especiais de saúde. Palavras-chave: Enfermagem pediátrica, Hospitalização infantil, Educação em saúde. INTRODUÇÃO A hospitalização é vista como uma situação perturbadora na vida de qualquer ser humano e tem contornos especiais quando se trata de um acontecimento na infância, pois afeta a vida familiar, implicando em uma mudança de rotina de toda a família (QUIRINO; COLLET; NEVES, 2010). Essa situação estressante vivida pela criança pode ser mais facilmente enfrentada quando há o envolvimento de toda sua rede familial no seu processo de cuidado. No entanto, essa situação gera ansiedades não apenas para criança, mas sim para toda sua família, que também necessita de uma assistência que atente para suas 1

2 ansiedades e angústias. A partir da aprovação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) em 1990, toda a criança e adolescente tem direito a um acompanhante em tempo integral durante a hospitalização (BRASIL, 2005). A permanência dos pais ou responsáveis no ambiente hospitalar, a sua participação no cuidado e a natureza da relação entre a tríade crianças/ pais/ profissionais, têm desencadeado novas diretrizes na organização do plano de cuidados à criança hospitalizada. Indo ao encontro disso, Ribeiro e Angelo (2005) afirmam que, para minimizar os sentimentos negativos gerados durante o processo de hospitalização, tem-se buscado mudanças na modalidade da assistência, passando daquela cujo foco é a criança e sua patologia para aquela centrada inclusão da família. Nesse contexto, o enfermeiro deve ser capaz de desenvolver ações educativas adequadas às reais necessidades dos indivíduos e dos grupos sociais, que permitam a transformação consciente de sua realidade. Tem-se no ambiente hospitalar a oportunidade de desenvolver práticas educativas em saúde com os familiares cuidadores que precisam permanecer neste espaço e, encontram-se ávidos por informações sobre a saúde da criança e sanar dúvidas sobre seu cotidiano em geral. A partir deste pressuposto, tem-se um ambiente propício para investir em educação em saúde, partindo-se da situação desaúde/doença da criança, para a promoção da saúde da família. A educação em saúde com essas famílias deve instrumentalizar os sujeitos para que eles saibam como localizar e utilizar os recursos que necessitam para a promoção do cuidado e melhor qualidade de vida dos membros envolvidos. Para se alcançar esta meta, deve-se reconhecer as prioridades e necessidades das crianças e seus familiares cuidadores. Assim, não basta apenas focalizar no motivo da internação ou na patologia, mas também nas vivências, cultura, hábitos dos sujeitos, considerando os aspectos biopsicosociais da família. Nesta perspectiva, parte-se do princípio de que, toda ação educativa deve ser baseada no diálogo, e não reduzir-se ao ato de depositar ideias de um sujeito para o outro, nem tão pouco tornar-se simples troca de saberes, impondo sua verdade ao outro (FREIRE, 2006). A partir do diálogo e intercâmbio de saberes técnico-científicos e populares, profissionais e usuários podem construir de forma compartilhada um saber sobre o processo saúde-doença (GOES; LACAVA, 2009). Partindo destas premissas, criou-se o Grupo de Educação em Saúde com familiares cuidadores de crianças e adolescentes hospitalizados no Hospital Universitário de Santa Maria (HUSM). OBJETIVOS Desenvolver atividades de educação em saúde com familiares cuidadores de crianças e adolescentes hospitalizados em uma unidade de internação de um hospital de 2

3 ensino. METODOLOGIA Trata-se de um projeto de educação em saúde desenvolvido com familiares cuidadores de crianças e adolescentes internados na UIP do HUSM, fundamentado nos Círculos de Cultura de Paulo Freire (FREIRE, 1980). Os círculos de cultura visam à troca de experiências, conhecimentos e vivências, possibilitando que o conhecimento seja construído de forma compartilhada entre o ser educando e o facilitador por meio do diálogo. Tal proposta fundamenta-se também na prática do cuidado centrado na família (NEVES; CABRAL, 2008). A participação dos sujeitos é livre e ocorre por meio de convite prévio com explicação dos objetivos do encontro. É feita também, divulgação por meio de cartazes na unidade envolvida. Os encontros acontecem quinzenalmente, às terças-feiras, das 16hs às 17hs, com a participação de alunos de graduação do curso de Enfermagem, Pós-Graduação em Enfermagem, professores do departamento de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Além disso, o grupo conta com a participação de integrantes da equipe do serviço envolvido (enfermeiros e fisioterapeuta), voluntários e familiares cuidadores das crianças e adolescentes hospitalizados. O grupo tem desenvolvido suas atividades desde RESULTADOS Merhy (1998) destaca que apesar do ambiente hospitalar ser um local onde existem várias tecnologias consideradas duras (aparelhos radiológicos em geral, por exemplo) devemos considerar a existência de outras tecnologias que permeiam a assistência ao usuários, dentre elas a tecnologia leve. Este tipo de tecnologia acarreta em um compromisso permanente com a tarefa de acolher, responsabilizar, resolver e autonomizar. Diversos são os tipos de tecnologias leves desenvolvidas pelos enfermeiros, no que se refere ao grupo, destaca-se a educação em saúde enfocando questões básicas relacionadas à saúde da criança e do adolescente, bem como a saúde dos membros da família. O grupo também busca o compartilhamento dos conhecimentos científicos com os familiares cuidadores, visando que os mesmos se tornem multiplicadores deste conhecimento na comunidade de onde procedem. No primeiro semestre de 2012, foram realizados cinco encontros com familiares cuidadores. Entre os assuntos discutidos no grupo, destacam-se o processo de hospitalização e internação prolongada, enfrentada com um déficit do apoio dos demais familiares; sobrecarga da mãe no cuidado a criança hospitalizada, que muitas vezes precisa 3

4 cuidar da casa, e da criança doente. Neves e Cabral (2008) afirmam que o papel da mulher para cuidar é uma construção social ideologicamente determinada, o que se constitui em uma obrigação moral. Nesse sentido, para as mulheres é delegada a responsabilidade do cuidado de toda a família, como uma obrigação moral socioculturalmente construída. Também foram salientados os cuidados e as responsabilidades da mãe e demais familiares na rotina hospitalar durante a internação. Para Vernier (2004) a participação da família nos cuidados prestados às crianças hospitalizadas deve ocorrer sem que as ações maternas sejam consideradas como mão de obra, mas sejam vistas como uma contribuição, ou seja, parte integrante no planejamento dos cuidados da criança. Ainda, dentre os assuntos discutidos destaca-se a espera por diagnósticos; superação da doença do filho; cuidados com crianças que possuem necessidades especiais de saúde. Tem-se observado um aumento significativo no número de mães cuidadoras de crianças com necessidades especiais de saúde (CRIANES). Para Neves e Cabral (2008), as CRIANES constituem uma clientela emergente nos serviços de saúde, representando uma realidade nova e um desafio para os profissionais de saúde, em especial, para a equipe enfermagem. Na assistência cotidiana, esses profissionais se defrontam com internações prolongadas, inúmeras reinternações e aumento da complexidade diagnóstica. Após a alta hospitalar, há uma ausência de conhecimento sobre as dimensões objetivas das demandas de cuidados que fundamentam as ações de cuidar, das famílias no domicílio e, da enfermagem no seguimento (ambulatorial e domiciliar). Isto ressalta a necessidade de ações que promovam o esclarecimento e ofereçam subsídios para o cuidado dessas crianças. Também foram citadas dúvidas relacionadas às patologias; importância de atentar para os sintomas apresentados pelas crianças e adolescentes; dificuldades na relação com a equipe de saúde; gravidez e problemas na gestação. Assim, ressalta-se a importância das atividades desenvolvidas pelo grupo como uma tecnologia leve que pode contribuir para o cuidado de enfermagem em internação hospitalar de crianças e adolescentes. Os indicadores de avaliação deste projeto estão sendo revisados, considerando que a avaliação que vem sendo utilizada não apresenta resultados objetivos, mas sim subjetivos. Os resultados subjetivos são produzidos ao final de cada encontro, quando uma avaliação oral é solicitada aos participantes envolvidos, momento no qual os mesmos colocam os pontos positivos e, ainda, o que pode ser melhorado. Durante os encontros a avaliação tem sido positiva, aonde os familiares cuidadores destacaram que sentirem-se confortados e mais esclarecidos sobre a internação da criança. CONCLUSÃO 4

5 Assim pode-se concluir que a atividade desenvolvida pelo grupo, por meio da metodologia grupal, contribui de forma positiva no cotidiano assistencial referente aos profissionais do serviço, para os familiares que participam, além de acrescentar esta experiência na formação acadêmica dos futuros profissionais de enfermagem. Deste modo, o grupo possui o foco em educação em saúde oferecendo subsídios para que os sujeitos possam ser transformadores da sua realidade, incentivando o desenvolvimento do senso de empoderamento. Questões relacionadas à saúde da criança/adolescente bem como a saúde mental dos familiares cuidadores são discutidas no espaço grupal, o que proporciona além do compartilhamento de experiência por parte dos sujeitos um maior esclarecimento sobre estes assuntos. Já para o ensino e a pesquisa na área da saúde da criança, compartilhamse os conhecimentos científicos com os familiares cuidadores, visando que os mesmos se tornem multiplicadores na comunidade de onde procedem. REFERÊNCIAS BRASIL, M.S. Estatuto da Criança e do Adolescente. Lei de 13 de Julho de Brasília FREIRE, P. Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra; GÓES, F.G.B; LA CAVA, A.M. Práticas educativas em saúde do enfermeiro com a família da criança hospitalizada. Revista Eletrônica de Enfermagem, v. 11, n. 4, p , Disponível em: Acesso em 22 de junho MERHY, E.E. A perda da dimensão cuidadora na produção da saúde uma discussão do modelo assistencial e da intervenção no seu modo de trabalhar assistência. Sistema Único de Saúde em Belo Horizonte Reescrevendo o Público. São Paulo: Xamã, NEVES, E.T; CABRAL, I.E. A fragilidade clínica e a vulnerabilidade social das crianças com necessidades especiais de saúde. Revista Gaúcha de Enfermagem, Porto Alegre, v. 29, n. 2, p , jun, NEVES, E. T; CABRAL, I.E. Empoderamento da mulher cuidadora de crianças com necessidades especiais de saúde. Revista Texto Contexto, Florianópolis, v. 17, n.3, p , jul-set, QUIRINO, D.D.; COLLET, N; NEVES, A.F.G.B. Hospitalização infantil: concepções da enfermagem acerca da mãe acompanhante. Revista Gaúcha de Enfermagem. Porto Alegre, v. 31, n. 2, p , jun, RIBEIRO, C.A; ANGELO M. O significado da hospitalização para a criança pré-escolar: um modelo teórico. Revista Escola de Enfermagem da USP. São Paulo, v. 9, n. 4, p ,

6 VERNIER, E.T.N; ALL AGNOL, C.M. (Re)ações de uma equipe de enfermagem mediante a permanência conjunta em pediatria. Acta Paulista de Enfermagem, v. 17, n. 2, p ,

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