PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE ÁGUA E ESGOTOS NP014 PROJETO DE EMISSÁRIOS DE ESGOTO SANITÁRIO Revisão:00 Ago / 08

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1 SUMÁRIO 1. Objetivo e campo de aplicação Referências Definições Condições para início do serviço Métodos e procedimentos de execução Estudos Preliminares Atividades Gerais Serviços de Campo Dimensionamento Considerações gerais Dimensionamento Hidráulico Estudo de Transientes Hidráulicos Aspectos construtivos Tubulações Válvulas de Descarga Válvulas automáticas de admissão e expulsão do ar - Ventosas Faixa de Servidão Administrativa Travessias Previsão para Limpeza Detalhamentos Locação em Planta Perfil Pontos de Deflexão Horizontal Pontos de Deflexão Vertical Apresentação do Projeto Volume do Projeto Executivo Resumo do Projeto Memorial Descritivo Especificações Técnicas do Projeto Orçamento Peças Gráficas Volume do Licenciamento da Obra Volume de Anexos Verificação Medição Observações Registros Anexos...12 Elaboração Revisão Data da revisão Aprovado (ou Aprovação) Data aprovação Luiz Fernando Albrecht J.Konrad 25/08/08 Airana R. Canto 28/08/08 Página 1 de 12

2 1. Objetivo e campo de aplicação Esta norma trata das especificações para elaboração de Projetos de Emissários de Esgoto Sanitário do Município de Porto Alegre e se destina a orientar os técnicos do Departamento e de empresas contratadas quanto a aspectos essenciais a serem observados, como: padrões de apresentação, normas aplicáveis e elementos que compõem o projeto. 2. Referências Na aplicação desta norma é necessário consultar: NP 013 Norma DMAE - Projeto de Interceptores e Coletores Tronco de Esgoto Sanitário; NBR Sistemas enterrados para condução de esgoto; NBR Tubo de ferro fundido dúctil centrifugado, para canalizações sob pressão NBR Diâmetros nominais em tubulações de saneamento nas áreas de rede de distribuição, emissários, redes coletoras de esgoto e interceptores; NBR Tubos e conexões de ferro fundido para esgoto e ventilação - Formatos e dimensões; NBR Tubo de concreto armado, de seção circular, para esgoto sanitário; NBR Tubo e conexão de ferro fundido para esgoto; NBR Estudo de concepção de sistemas de esgoto sanitário; NBR Tubos de aço ponta e bolsa, para junta elástica; NBR Tampão circular de ferro fundido Dimensões; NBR Tampão circular de ferro fundido; NBR Projeto de estações elevatórias de esgoto sanitário; NBR Tubos, conexões e acessórios de ferro dúctil para canalizações de esgotos Requisitos; NBR Sistemas para distribuição e adução de água e transporte de esgoto sanitário sob pressão Requisitos para tubos de polietileno PE 80 e PE 100. ISO Transporte e distribuição de água e outros fluídos sob pressão. 3. Definições EMISSÁRIO: Tubulação final de um sistema de esgoto sanitário, destinado ao afastamento dos efluentes da rede para o ponto de lançamento (descarga) ou de tratamento, recebendo contribuições apenas na extremidade de montante. Esta tubulação normalmente se origina em uma casa de bombas e é calculada conforme requisitos da NBR PE (COMPOSTO DE POLIETILENO): Material fabricado com polímero base de polietileno contendo o pigmento e aditivos necessários à fabricação de tubos de polietileno. PEAD (POLIETILENO DE ALTA DENSIDADE): Polietileno com peso molecular elevado são especialmente indicados à fabricação de tubos, com excelentes propriedades mecânicas, físicas, químicas e hidráulicas, apresentando ótima resistência ao tensofissuramento e ao creep, assegurando vida útil superior a 50 anos. Aditivado com negro-de-fumo garante resistência à fotodegradação, permitindo seu uso exposto ao tempo. MÁXIMA PRESSÃO DE OPERAÇÃO (MPO): Máxima pressão, especificada em MPa, que a tubulação deve suportar em serviço contínuo conduzindo água ou esgoto na temperatura de até 50 C. Página 2 de 12

3 PRESSÃO NOMINAL (PN): Máxima pressão, especificada em bar (ou kgf/cm²), que os tubos, conexões e respectivas juntas, podem ser submetidos em serviço contínuo, nas condições de temperatura de operação de até 25 C. SDR: Simples número que serve para classificar, em dimensões, os elementos de tubulações (tubos, juntas, conexões e acessórios). Corresponde à relação entre diâmetro externo nominal (DE) e a espessura nominal (e). SINGULARIDADE: Peça ou acessório colocada ao longo da tubulação principal, objetivando mudança de direção, controle de fluxo, etc.. EMPOLAMENTO: É o aumento do volume sofrido por um determinado material do seu Estado Natural para o Estado Solto ao ser transportado, ou seja, ocorre o aumento do Índice de vazios entre as partículas sólidas. 4. Condições para início do serviço Para início da elaboração do projeto são necessários os seguintes documentos e procedimentos: a) Conhecer as Diretrizes Técnicas estabelecidas para o Projeto em questão; b) Efetuar visita técnica ao local com acompanhamento da equipe técnica do DMAE envolvida no projeto; c) Proposta e cronograma de execução do projeto, aprovados pelo DMAE; d) Ordem de Início específica para o Projeto em questão emitida pelo DMAE; e) Equipe de profissionais da empresa contratada envolvida no projeto, formalmente responsabilizada através de emissão de ART s (Anotação de Responsabilidade Técnica) que deverá ser emitida logo após a Ordem de Início do Serviço; 5. Métodos e procedimentos de execução O projeto do Emissário deverá ser desenvolvido conforme as Diretrizes da Equipe Técnica do DMAE e contemplará as seguintes etapas de execução: - Estudos Preliminares; - Dimensionamento; - Aspectos construtivos; - Detalhamentos. 5.1 Estudos Preliminares Atividades Gerais a) Deverá ser efetuada consulta aos estudos relativos à área de contribuição do Emissário, Projeto de EBE ou ETE; b) Avaliação dos cadastros existentes de água, esgoto cloacal, drenagem pluvial, telefone, gás, fibra ótica e demais redes existentes no local; c) Consulta a projetos existentes tanto do DMAE, como de outros órgãos e de loteamentos e ou empreendimentos privados que estejam em fase de aprovação e/ou já aprovados na área de Influência do Projeto em execução; d) Consulta a previsão de alterações em vias públicas na área em estudo; e) Verificar a documentação necessária para inicio do processo de licenciamento ambiental; f) Verificar demais licenças necessárias para a execução de intervenção na área de influência (Daer, Concepa, Prefeitura, etc.) Página 3 de 12

4 5.1.2 Serviços de Campo Compreendem os levantamentos topográficos, geotécnicos e de interferências com vegetação, estruturas e canalizações subterrâneas, bem como de resistividade do solo, quando necessário ao tipo da obra. Todos os serviços de campo deverão ser executados seguindo as diretrizes da Norma DMAE NP 13 - Projeto de Interceptores e Coletores Tronco de Esgoto Sanitário. 5.2 Dimensionamento Considerações gerais Para a elaboração do traçado preliminar do Emissário deverá ser considerado: a) O traçado da rede não deve estar inserido em áreas particulares, sendo que quando não houver outra alternativa possível pode ser avaliada a possibilidade de desapropriação ou definição de faixa de servidão, com encaminhamento desta proposta no início do prazo de execução do projeto. Neste caso a contratada deverá proceder no levantamento desta área, constituindo memorial descritivo e croqui com os limites físicos da área a ser desapropriada, indicação de distâncias, curvas de nível, ângulos e orientações, além das informações dos proprietários e respectivos lindeiros; b) Deverá ser lançado o traçado preliminar do Emissário, considerando os pontos de saída da Estação de Bombeamento (EBE) e descarga final, adotando-se preferencialmente o menor percurso e a menor profundidade; c) Com o traçado preliminar deverá ser providenciado o Laudo de Cobertura Vegetal elaborado conforme norma DMAE NP 003; Dimensionamento Hidráulico O dimensionamento hidráulico deve utilizar as vazões de projeto conforme o estudo de concepção e considerar o trecho compreendido entre a estação de bombeamento e o ponto de descarga. A partir da definição das vazões e das características do bombeamento deverá ser feito o dimensionamento considerando os seguintes itens: a) Cálculo das perdas de carga utilizando-se as fórmulas de Hazen-Williams ou preferencialmente a Fórmula Universal; b) As perdas de carga singulares devem ser sempre consideradas no cálculo da perda de carga total; c) Estudo do material e do diâmetro mais econômico para a tubulação, considerando as Diretrizes emitidas pelo DMAE, deverá ser apresentada a opção que contemple a alternativa mais econômica; d) Materiais requeridos prever os materiais e equipamentos necessários; e) Altura Manométrica Total necessária para atendimento do projeto Estudo de Transientes Hidráulicos O estudo dos transientes hidráulicos deverá ser feito por engenheiro especialista e com a utilização de software compatível com o utilizado pelo DMAE, através do método das características que considera a equação da quantidade de movimento em regime variável e o princípio da conservação de massa, que aplicados a um volume de controle, levam à obtenção das equações diferenciais do movimento transitório. Página 4 de 12

5 Este estudo deverá considerar todas as situações normais e excepcionais de funcionamento do Emissário, considerando os dados de bombeamento assim como as características dos materiais a serem utilizados. A linha envoltória das pressões máximas e mínimas, calculadas para o escoamento variável, bem como as linhas piezométricas em regime permanente, devem ser registradas no desenho do perfil reduzido da linha, para que se possam definir as pressões de trabalho da tubulação, em cada trecho. Deverão ser apresentados também os gráficos para os cenários estudados, e definidos os equipamentos de proteção necessários para a segurança contra os fenômenos transitórios que possam ocorrer conforme as situações simuladas, além do memorial descritivo de todos os cenários e situações simuladas e a conclusão com a simulação considerando os elementos de proteção projetados. 5.3 Aspectos construtivos Após o dimensionamento e análise de funcionamento devem ser explicitados os aspectos construtivos a seguir: Tubulações Espessura dos Tubos de Aço Dada a grande influência deste fator no custo da obra, deve ser apresentado memorial de cálculo detalhado, mostrando todos os esforços sobre a tubulação, como pressões internas máxima e mínima (vácuo), e cargas externas fixas e móveis. Deve ser apresentada a especificação do aço a ser utilizado para diâmetro maior ou igual 500mm (20"). Devem ser apresentadas, ainda, as verificações de resistência à pressão interna, de limitação da deformação diametral e de resistência ao colapso estrutural no caso de diâmetro maior ou igual 500mm (20"). Deverá ser adotada a espessura comercial imediatamente superior à mínima calculada para atender aos requisitos citados, obedecendo a uma espessura mínima de ¼ Classe dos tubos e tipo de junta aplicável a tubulações de outros materiais De acordo com as Normas em vigor, para tubos de outros materiais, deve ser indicada, em cada trecho, a classe do tubo correspondente à espessura adequada para resistir aos esforços oriundos da pressão interna, vácuo e cargas externas, bem como o tipo de junta. Deve ser apresentado um memorial de cálculo das classes adotadas para a tubulação, em cada trecho. Para as redes projetadas em Ferro Dúctil, deverá ser prevista a utilização de tubos classe K7, com a utilização de tubos com juntas travadas em trechos com comprimentos adequados para permitir a montagem auto-ancorada de forma a absorver os esforços axiais e eliminar a construção de blocos de ancoragem em concreto Válvulas de Descarga Os diâmetros das válvulas de descarga são padronizados: 100mm (4 ), 150mm (6 ), 200mm (8 ), 250mm (10 ) e 300mm (12 ). O diâmetro deve ser escolhido, pela projetista, pressupondo um tempo máximo de 2 (duas) horas para drenagem do trecho, por gravidade. Deverá ser avaliado as condições de atendimento da vazão pelo corpo receptor escolhido para o expurgo. Página 5 de 12

6 Os registros deverão seguir a Norma Técnica DMAE de Válvulas de Bloqueio e estarem inseridas em caixas (abrigos subterrâneos) conforme definidos e padronizados na Norma Técnica DMAE de Abrigos Subterrâneos Válvulas automáticas de admissão e expulsão do ar - Ventosas Para linhas de esgoto, devem ser exaustivamente pesquisadas configurações que dispensem o uso de ventosas. Caso não haja configuração sem o uso de ventosa deverá ser apresentado uma planta com numeração a posição destes equipamentos, além da justificativa da utilização do mesmo Faixa de Servidão Administrativa Nos casos em que o traçado dos Interceptores e Coletores Tronco de Esgoto Sanitário incidirem sobre área interna de lotes, a largura da faixa de servidão administrativa é calculada em função do diâmetro da tubulação e de sua profundidade, conforme equação: 3 D L = 2 h + + e 2 Onde: L : h : D : e : largura da faixa de servidão administrativa (m); profundidade da canalização, acima da geratriz superior externa (m); diâmetro interno da tubulação (m); espessura da parede da tubulação (m). A faixa de servidão administrativa deve ser levantada e apresentada em forma gráfica e descritiva de forma a viabilizar as providencias legais relativas a cada lote individualmente. As faixas devem ser numeradas seqüencialmente, detalhadas em desenhos à parte, indicando as amarrações necessárias para sua exata localização, nomes dos proprietários, delimitação dos lotes e respectiva matrícula no Registro de Imóveis Travessias Para definição detalhes das travessias o projetista deve consultar a Norma DMAE NP Projeto de Interceptores e Coletores Tronco de Esgoto Sanitário Previsão para Limpeza Devem ser previstos dispositivos de inspeção, para introdução e retirada de equipamentos de limpeza, a critério da Supervisão. 5.4 Detalhamentos O Projeto será detalhado após a aprovação preliminar pela Equipe do DMAE do Projeto Básico. Página 6 de 12

7 5.4.1 Locação em Planta a) Planta da rede projetada, em escala 1:1000, detalhamento das redes projetadas com identificação de materiais, peças/equipamentos e relação com quantificação das mesmas, além da representação da largura da vala projetada; b) Traçado dos alinhamentos prediais e indicação do meio-fio, denominação dos logradouros, indicação de norte geográfico e curvas de nível indicadas de metro em metro e numeradas a cada 5 m e malha de coordenadas. c) Indicação das subbacias e representação da divisa das mesmas indicação dos elementos ligados pelo emissário (casa de bombas, ETE, interceptor, etc). d) A tubulação projetada poderá ser desenhada em traço único, indicando o diâmetro e material do tubo; e) Detalhar as estacas inteiras do trecho projetado; f) Estacas e coordenadas das deflexões horizontais, indicando a deflexão em grau e minuto; g) Indicação em planta dos números de aeros e croquis (nós) contendo os detalhes a serem observadas para execução da obra; h) Levantamento detalhado das repavimentações necessárias com quantificação por tipo de material e indicação em planta do tipo de escoramento definido por trecho (quando necessário); i) Planta geral da área de projeto com curvas de nível e articulação; j) Detalhes de travessias com indicação de método construtivo; k) Detalhes de assentamento de tubulação e peças especiais (registros, descargas, ventosas, etc. e respectivos abrigos subterrâneos); l) Detalhes de interligações com as redes existentes e de cruzamento com as interferências existentes; m) Detalhamento para seqüência da execução da obra Perfil Os perfis devem seguir o mesmo estaqueamento apresentado em planta. As escalas devem ser 1:1000 H e 1:100 V. Devem ser desenhados com duas linhas paralelas e conter as seguintes indicações: estacas, diâmetro, classe, tipo e material do tubo, cota da geratriz inferior interna, comprimento verdadeiro, declividades e cotas do terreno. As curvas horizontais devem ser indicadas no perfil com sua respectiva estaca, não sendo necessário anotar seu valor. As curvas verticais devem mostrar estaca, cota da geratriz inferior interna, cota do terreno e seu valor em grau e minuto. Em ambos os desenhos, devem ser indicados os blocos de ancoragem que se façam necessários. Deve ser indicada a estaca, ainda, de toda e qualquer peça especial, assim como as linhas de mudanças de diâmetro, de espessura, de classe e de material do tubo. As curvas, peças especiais e tubos devem ter o número de identificação para a correspondente lista de materiais, que, obrigatoriamente, deve fazer parte desse desenho. A lista de materiais deve descrever cada item, devendo conter as seguintes informações: diâmetro, material, comprimento, espessura da chapa (no caso de peças e tubulação de aço), ou classe de pressão. Todos os elementos projetados (ventosas, registros. medidores de vazão, caixas inspeção, expurgos, etc.) devem ser mostrados no perfil, assim como devem ser indicadas as distâncias horizontais entre esses elementos e o início ou término das tubulações. No quadro de informações tabelado junto ao perfil, devem conter os seguintes itens: - Estacas; - Cota do Terreno; - Ponto de Inflexão Vertical e Horizontal; - Distância Parcial; Página 7 de 12

8 - Distância Acumulada; - Cota da Geratriz Inferior; - Declividade (m/m); - Características do tubo (Material, diâmetro, junta, comprimento total). A tubulação a montante do medidor de vazão não deve ter nenhuma singularidade, dentro de uma extensão mínima de 10 diâmetros, ou 30 diâmetros quando estiver a jusante de unidade de bombeamento, conforme padronizado na Norma Técnica DMAE de Medidores de Vazão Pontos de Deflexão Horizontal Devem ser identificados, em planta, com número seqüencial, estaca, coordenadas e deflexão em grau e minuto. Em perfil, com número seqüencial, estaca, cota do terreno e da geratriz inferior interna da tubulação, e a indicação PIH, sem mencionar o valor da deflexão. No caso de conexões com junta de ponta e bolsa, deve ser locado o bloco de ancoragem e indicados a estaca e o número do desenho respectivo de formas e armação. Para curvas de grande raio, feitas aproveitando as deflexões permitidas pelas bolsas, devem ser locados, em planta, os seguintes pontos: PC (ponto de início da curva): indicar a estaca; PI (ponto de interseção): indicar a estaca; PT (ponto final da curva): indicar a estaca. No ponto do centro da curva, indicar: ângulo central em grau e minuto na planta; comprimento de arco (L) em metro; Pontos de Deflexão Vertical Devem ser identificados em perfil, com número seqüencial, estaca, cotas do terreno, cotas da geratriz inferior interna da tubulação e deflexão em grau e minuto. Em planta, deve ser anotado somente o registro da estaca com a indicação PIV(Ponto de Inflexão Vertical), sem mencionar o valor da deflexão. No caso de conexões com junta de ponta e bolsa, deve ser locado o bloco de ancoragem e indicados a estaca e o número do desenho de formas e armação. 6. Apresentação do Projeto Os documentos que constituem o projeto devem ser apresentados conforme padrões do DMAE. A entrega inicial dos projetos deverá contemplar a encadernação dos seguintes volumes: - Projeto Executivo (Resumo do Projeto, Memorial Descritivo, Especificações Técnicas, Orçamento e Peças Gráficas); - Volume de Licenciamento da Obra, contendo laudo de cobertura vegetal e outros documentos relativos ao licenciamento junto a outros órgãos e os que se fizerem necessários conforme descritos na Norma Técnica DMAE de Licenciamento Ambiental; - Volume de anexos contendo o detalhamento do dimensionamento hidráulico, estudo de alternativas, estudo de transientes hidráulicos, memória de cálculo e documentos de orçamento (proposta dos fornecedores referente os insumos e serviços cotados para a execução do orçamento); Em cada um dos volumes deverá ser apresentado o índice de todos os documentos incluídos em cada volume, além da informação da existência dos demais volumes que incluem o conjunto. Página 8 de 12

9 Para a primeira entrega poderá ser encaminhado o Projeto Básico, a ser aprovado pela Equipe Técnica, para posteriormente ser elaborado o projeto executivo. Após a aprovação da Equipe Técnica do DMAE, o projeto completo deverá ser entregue em 2 vias encadernadas e mais uma via do conjunto de peças gráficas impressas em papel vegetal. Além das vias impressas devem ainda ser entregues textos, planilhas, desenhos e arquivos de simulações hidráulicas em meio digital, gerados por software atualizado e compatível com os softwares utilizados pelo DMAE no início dos trabalhos. A forma de apresentação dos arquivos elaborados em meio digital deve ser previamente aprovada pelo DMAE. Se houver financiamento de organismos internacionais (BIRD ou BID) para o empreendimento, a documentação deverá ser apresentada em Português e em Espanhol. 6.1 Volume do Projeto Executivo Neste volume devem estar inseridos todos os elementos que possibilitem o acompanhamento e fiscalização da obra pela equipe de Técnicos do DMAE a ser designada na etapa de execução e devem incluir os seguintes itens: Resumo do Projeto No resumo do projeto devem ser apresentados, de forma clara e objetiva, os seguintes itens: - objetivo do projeto e origem da demanda; - relação de obras que compõem o projeto, indicando as principais características, população beneficiada de imediato e no prazo de alcance do projeto, área de abrangência e bairros beneficiados; - perfil hidráulico do sistema da área em projeto. - relação das peças gráficas que compõem o projeto; - vazão do projeto e extensão da rede por diâmetro e material; - cronograma físico financeiro das obras, contemplando fases de implantação caso o projeto englobe mais de uma fase; - detalhamento dos pontos de descarga (com cópias de cadastros aeros e perfis) Memorial Descritivo O Memorial Descritivo deverá contemplar a descrição sintética do cálculo de dimensionamento hidráulico, descrevendo algumas particularidades que sejam importantes para uma perfeita compreensão do detalhamento do projeto. Resumo do Estudo de Transientes, informando e detalhando os equipamento que foram projetados para proteção do emissário no regime transitório. Deverá ser apresentado o levantamento fotográfico da área em projeto, como forma de detalhar particularidades do local. Deverão estar localizados em planta as referências fotográficas. Deverá ser apresentado a especificação e quantificação de todos os materiais, equipamentos e peças a serem utilizados na execução da obra. Deverão ser apresentadas as planilhas de quantitativos de materiais que não estiverem detalhadas por item no orçamento Especificações Técnicas do Projeto Neste item devem estar listadas as Normas Técnicas DMAE de Serviços que deverão ser seguidas para a etapa de execução da obra, além das informações complementares que se fizerem necessárias para a perfeita execução da obra. Página 9 de 12

10 Estas especificações devem estar de acordo com o padrão utilizado pelo DMAE e farão parte da Documentação a ser usada no Edital de Licitação Orçamento A planilha de orçamento a ser apresentada deverá ser elaborada utilizando-se o software PLEO em versão atualizada e compatível com a utilizada pelo DMAE, apresentando-se a planilha com o preço orçado (atualizado pelo mês da execução do projeto) e o preço máximo admitido, conforme BDI aceito pelo DMAE (20 %). O orçamento deverá seguir o padrão utilizado pelo DMAE, considerando as composições e insumos constantes no banco de dados e deverá conter o detalhamento de serviços, das peças e equipamentos a serem pagos para a execução da obra. Todas as peças e equipamentos especificados no Projeto deverão estar listados no Orçamento. As caixas projetadas para instalação dos equipamentos (registros, ventosas, expurgos, etc) serão orçadas por unidade e constarão de item específico na planilha de orçamento. Os cálculos referente ao método de escavação, reaterro e escoramento deverão ser apresentados e justificados pelos resultados de sondagens e informações dos tipos de solos existentes no trecho do projeto. Todos os serviços e ou insumos que não façam parte do banco de dados do DMAE, deverão ser quantificados e orçados, com apresentação da composição a que se referem, além das cotações que deverão ser efetuadas para cada item a ser incluído. Em caso de escolha de alternativas de traçado, de equipamentos ou materiais, deverá ser apresentado o estudo econômico justificando a definição. Caso a obra contemple mais de uma etapa, os orçamentos devem ser apresentados por etapa, incluindo uma planilha resumo contemplando o somatório dos itens previstos em cada etapa Peças Gráficas Todas as peças gráficas necessárias para o completo detalhamento do Projeto Executivo, contemplando todos os itens de detalhamento necessários, deverão ser executadas conforme Especificadas na Norma Técnica DMAE de Graficação de Projetos e listadas no resumo do projeto (item 6.1.1). 6.2 Volume do Licenciamento da Obra Neste volume devem ser apresentados todos os documentos relativos ao Licenciamento da Obra, contendo laudo de cobertura vegetal, licenciamento junto a outros órgãos e outros documentos que se fizerem necessários conforme descritos na Norma Técnica DMAE de Licenciamento Ambiental; Também constarão neste volume as peças gráficas contendo o detalhamento das espécies vegetais existentes na área de influência do projeto (conforme escala definida pelo órgão ambiental responsável), a ART do responsável técnico pela avaliação, e documentação fotográfica pertinente. 6.3 Volume de Anexos Neste volume serão apresentados memorial de detalhamento do dimensionamento hidráulico, estudo de alternativas, boletins e descrição das sondagens executadas e descrição dos métodos utilizados para cálculo de escavação e reaterro e escoramento com apresentação das planilhas pertinentes. Página 10 de 12

11 Todos os cálculos de estudo de transientes e blocos de ancoragens deverão ser apresentados. Também deverão ser apresentados neste volume os documentos de orçamento (proposta dos fornecedores referente os insumos e serviços cotados para a execução do orçamento); 7. Verificação Para o recebimento do Projeto serão verificados os seguintes itens: Item Método Critério Responsável Atendimento às Diretrizes de Projeto Análise Diretrizes para a Execução DVL Lançamento das Redes Check List Atendimento item 5.2 desta Norma DVL Dimensionamento Atendimento as NBR s e critérios Simulação Hidráulico desta Norma DVL Verificação e Estudo de Atendimento as NBR s e critérios análise dos Transientes desta Norma resultados DVL Check list e análise Detalhamento do dos métodos de Projeto execução Atendimento item 5.4 desta Norma DVL Memorial Descritivo Análise do Projeto Atendimento as NBR s e critérios e Especificações e Check list desta Norma Técnicas DVL, DVA, DVM Orçamento Análise Planilha, Atendimento às Diretrizes, DVL Setor de composições e utilização dos padrões de Orçamento e Equipe documentos de composição, verificação custos Projeto cotações de preço conforme curva ABC de insumos Análise dos documentos e Atendimento a NT Licenciamento Peças Gráficas DVL Setor de Volume Ref. Ambiental e às definições apresentadas e Licenciamento Licenciamento específicas para o Projeto em encaminhamento à Ambiental questão. SMAM ou órgão responsável; Peças Gráficas Análise Visual e verificação em software CAD Atendimento aos itens desta Norma e NP 005 de Graficação de Projetos DVL Setor de Desenho e Setor de Arquivo Todos os itens desta verificação serão registrados na Ficha de Acompanhamento do Projeto; Divisões envolvidas na Verificação do Projeto: - DVL - Divisão de Planejamento - Responsável pelos Projetos; - DVE - Divisão de Esgoto - Área Operacional; -DVM Divisão de Manutenção - Responsável pela manutenção de equipamentos; 8. Medição Os emissários são medidos por metro de extensão de rede projetada conforme composições do sistema de orçamento do DMAE. Página 11 de 12

12 9. Observações Não se aplica. PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE 10. Registros - Ficha de Acompanhamento de Projeto de Emissário de Esgoto Sanitário Mod Histórico das Alterações 00 18/08/ Criação do documento 12. Anexos Não se aplica. Página 12 de 12

6. Apresentação do Trabalho... 10

6. Apresentação do Trabalho... 10 SUMÁRIO 1. Objetivo e campo de aplicação... 3 2. Referências... 3 3. Definições... 3 4. Condições para início do serviço... 4 5. Métodos e procedimentos de execução... 5 5.1 Estudos Preliminares... 5 5.2

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