Protocolo um bem necessário

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Protocolo um bem necessário"

Transcrição

1 Dossier temático - Entrevista Protocolo Protocolo um bem necessário A vida sem regras seria, no mínimo, um autêntico caos. Em menor escala, esta constatação aplica-se com toda a certeza aos eventos sociais e profissionais. Na verdade, as regras, ou o protocolo, servem para poupar ao organizador de eventos muitos problemas e constrangimentos. O dossiê que se segue não pretende ser um manual de regras, mas sim potenciar a reflexão sobre estas matérias e dar algumas pistas para quem se inicia ou quer saber mais sobre protocolo e imagem. Protocolo, etiqueta e cortesia são conceitos diferentes, podendo, muito embora, ter pontos coincidentes. Comecemos pela definição dada pela Enciclopédia Verbo para protocolo: normas de cerimonial e cortesia a observar quer em relações diplomáticas, quer em certos actos públicos de carácter civil, militar ou religioso. Segundo Elisabete Andrade, em Gestos, Cortesia, Etiqueta, Protocolo, este último pode ser definido como uma linguagem universal que tem por objectivo tornar as relações interpessoais mais fáceis e prazenteiras. Esta linguagem tem regras e a sua aplicação é estreita, sobretudo quando se fala em actos oficiais. Já Maria Rosa Marchesi em O Livro do Protocolo refere que em sentido estrito, protocolo é o conjunto de regras precisas que regem o cerimonial. Isabel Amaral, no livro Imagem e Sucesso, brinda-nos com uma excelente analogia para melhor se entender o protocolo: que outra coisa é o Código da Estrada do que um Protocolo do Trânsito? E, se toda a gente aceita, sem fazer troça, o Código da Estrada, por que há quem torça o nariz e diga mal das regras particulares? Não se perceberá, de uma vez por todas, que elas se destinam, por junto, a ordenar e a tornar mais fácil e agradável o trânsito na sociedade e na vida? Não se perceberá que é para isso que o Protocolo serve, para evitar choques, acidentes, problemas? Para resolver e não para criar dificuldades? E justamente para que a vida do organizador de eventos seja facilitada, torna-se vital que este conheça as regras essenciais do protocolo, bem como a sua aplicação prática. Protocolo implica naturalmente cortesia. O primeiro não existe sem o segundo, mas a inversa não é verdadeira. A cortesia sobrevive ao protocolo, sendo em traços gerais a aplicação das regras da boa educação, a delicadeza, polidez, urbanidade. Etiqueta, simplificando, tem que ver com boas maneiras. A sua utilização acaba por definir a fronteira entre quem é mais polido e quem é menos, quem é mais ou menos conhecedor das regras de convivência em sociedade. Regras essas que são importantes, e não inúteis, como eventualmente se possa pensar. 21

2 Imagem e sucesso A propósito de protocolo e imagem, fomos ouvir a maior especialista portuguesa nestas matérias, Isabel Amaral. Em discurso directo, a autora dos títulos Imagem e Sucesso e Imagem e Internacionalização, analisa, entre outras questões, a importância do protocolo e de uma imagem cuidada para o sucesso de um evento. Luís Catarino Festas & Eventos: De que forma a imagem do organizador influencia a imagem final do evento? Isabel Amaral: Um dos principais objectivos dos eventos é projectar publicamente a imagem de determinada pessoa, empresa ou instituição. O organizador de eventos tem de transmitir profissionalismo, calma e saber estar para projectar essa imagem positiva, ao longo de todo o evento. Um organizador enervado, inseguro ou agressivo pode estragar todo o trabalho preparatório. Perante os imprevistos, que surgem sempre, o organizador tem de responder como se eles fossem previsíveis. Não pode haver improviso, a não ser para resolver os imprevistos. O planeamento logístico de um evento é fundamental para o seu sucesso e o organizador deve estabelecer um guião que lhe permita não transigir no essencial mas adaptar-se às mudanças no que for acessório. F&E: Quais as características/elementos-chave que se reflectem numa imagem de sucesso? IA: Três elementos constituem a imagem empresarial: os produtos, a marca e as pessoas. Perante produtos quase idênticos, por exemplo duas empresas organizadoras de eventos, ou marcas com igual notoriedade, o que faz a diferença e o que leva o cliente a escolher uma delas são as pessoas que trabalham nessa empresa, as pessoas responsáveis pelos contactos comerciais mas também as que trabalham e dão a cara no dia do evento, assistentes, empregados, etc.. A imagem empresarial é o conjunto das imagens de todas estas pessoas que lidam com o público. Como a imagem pessoal se decompõe em três elementos aparência, atitude e comportamento, há que investir na formação e na valorização pessoal e profissional de quantos trabalham neste sector. F&E: Pela sua experiência, quais são as falhas mais frequentes em termos de protocolo na organização de um evento? IA: Um evento público deve assentar em três pilares: protocolo, comunicação e segurança. Quando não há coordenação entre os responsáveis por estas três áreas, a imagem projectada é um desastre. As falhas devem-se frequentemente à ausência dos chamados três Bs, em que o protocolo deve assentar: bom senso, boa educação e bom 22

3 gosto. Organizar um evento é um trabalho de equipa. Um evento público que não chega aos media ou que, quando chega, é pelas piores razões não atingiu o seu objectivo. Mas mesmo num evento privado como um casamento, se a reportagem fotográfica falha é quase como se o casamento não tivesse acontecido. quanto o presidente de uma empresa quer relacionar-se adequadamente com os seus clientes, fornecedores ou colaboradores, ambicionando, sobretudo, que todos se sintam bem tratados. E isto significa nomeadamente dar a cada um o lugar que lhe compete, segundo as funções que exerce. Nisto consiste o protocolo. F&E: Qual a importância de ter um especialista de protocolo na organização de um evento profissional? IA: O serviço de consultoria protocolar a grandes eventos, em que a minha empresa foi pioneira, consiste em fornecer uma espécie de «rede» para os eventos em que o risco de «cair do trampolim» e cometer gafes protocolares é maior. Mas a pouco e pouco, sem que se tenha feito qualquer publicidade, a empresa começou a ser solicitada também para eventos de menor dimensão, mas onde estão presentes autoridades oficiais: inaugurações, lançamentos de produtos, conferências, entregas de prémios e galardões, etc. O protocolo empresarial não ensina apenas a melhor forma de receber uma pessoa ou estabelecer o lugar em que ela se deve sentar. Também ajuda muito F&E: O protocolo simplifica ou complica um evento? IA: O cidadão comum associa o protocolo a grandes e solenes cerimónias, um pouco teatrais, em que pessoas algo pomposas e muito bem vestidas parecem obedecer a uma «marcação» preestabelecida, que evita, quando evita, atropelos, precipitações ou confusões. E o protocolo é de facto uma encenação do poder. Mas, nos tempos que correm, o protocolo não se limita às normas escritas que regem o cerimonial do Estado. Inclui também as normas que facilitam a vida no mundo empresarial e profissional. Assim como a cortesia serve para tornar mais fácil e agradável a vida em sociedade, evitando choques, melindres e problemas, também o protocolo serve para resolver e não para criar dificuldades. 23

4 F&E: No caso do nosso evento ter convidados estrangeiros, que cuidados devemos ter? IA: Respeitar as diferenças e demonstrar consideração pelos outros deverá ser a preocupação de quem pretende criar uma boa relação interpessoal entre todos os convidados. No caso de culturas diferentes, haverá que fazer uma pesquisa prévia sobre restrições alimentares, tabus e superstições, usos e costumes diferentes que possam criar uma situação de incomodidade para alguns convidados. Não levarão a mal que aconselhe a leitura do meu livro «Imagem e Internacionalização» (Verbo), em que são analisados usos e costumes de 30 países. F&E: Que tratamento deve ser dado aos jornalistas? Colocá-los num grupo à parte? Misturá-los com os convidados? IA: Depende. Os jornalistas estão presentes para trabalhar ou para conviver? Estão a cobrir o evento ou são parte dele? Se assistem ao evento em funções, para assegurar a sua cobertura, é fundamental dar-lhes condições para trabalhar. O que não quer dizer que devam poder perturbar o evento que é suposto cobrirem. Eles não são parte do evento. Se são participantes não podem ser espectadores. E o que os jornalistas devem ser, nestes casos, é espectadores privilegiados, empenhados, comprometidos, mas espectadores. Devem ter lugar reservado. E, para os ajudar, devem ser acompanhados por um dos elementos da organização. E deve prever-se sempre a possibilidade de fazerem perguntas, obterem esclarecimentos e informações privilegiadas, etc. Por mim, entendo que devem também ter acesso prévio ao guião da cerimónia ou evento para saberem, antes dos outros, melhor do que os outros, o que se vai passar. F&E: Como reagir a queixas e situações inesperadas? IA: Com calma e bom senso. E de forma positiva. Dizendo sempre: «tem toda a razão, mas», «vamos resolver essa situação». E fazendo um esforço para a resolver, de facto F&E: Já começam a existir cursos de protocolo. Como avaliaria a qualidade dos cursos? Pela sua experiência, quem os procura? IA: Desde 1996 que venho dando cursos de formação profissional na área da imagem, comunicação e protocolo, respondendo a uma procura crescente de formação neste domínio. Em 2003 aceitei o desafio de coordenar uma pós graduação em Imagem, Protocolo e Organização de Eventos no ISLA de Lisboa. Tem tido uma adesão impressionante, estando neste momento a decorrer a 8ª edição. Quero crer que, se não tivesse qualidade, não teria tanta procura. A maioria dos alunos trabalha por conta de outrém, mas alguns acabaram de se licenciar e pretendem lançar-se na aventura de criar uma empresa de organização de eventos. Todos estão conscientes de que só com conhecimentos fundamentados se consegue ter sucesso neste domínio 24

5 F&E: Essa procura parte de uma decisão pessoal ou são as empresas que motivam /fomentam essa aprendizagem? IA: É evidente que a organização de eventos necessita de técnicos especializados neste domínio, que saibam utilizar os seus conhecimentos como um instrumento de comunicação. Muitas empresas fomentam esta aprendizagem. Desde 1996 que venho dando cursos internos de formação profissional na área da imagem, comunicação e protocolo respondendo a uma procura crescente de formação nesta temática por parte das empresas portuguesas. F&E: Que ajudas existem para quem pretende saber mais sobre privilégios e precedências? IA: Há doutrina mas não há ou quase não há legislação. Os recentes projectos de lei dos dois maiores partidos portugueses, visando estabelecer com clareza as regras fundamentais a que deve obedecer o protocolo de Estado, podem vir a resolver muitos dos problemas com que nos defrontamos neste domínio. São questões importantes, como se vê pela polémica que esses projectos provocaram. E não há razões para surpresas: o protocolo não é uma questão de boas maneiras é, como mostram as reacções aos projectos de lei, uma questão de poder. Enquanto a Assembleia da República não delibera, temos de nos continuar a socorrer do Ministério dos Negócios Estrangeiros e, mais especificamente, da Direcção de Serviços de Protocolo, que se encarrega de tudo o que é cerimonial do Estado, acompanhando todas as acções que envolvam o Presidente da República, o Primeiro-Ministro e o corpo diplomático, e que tem competência especifica para dar pareceres àcerca das normas a aplicar em matéria de etiqueta e de precedências. Para quem tiver interesse em actualizar, aplicar e aprofundar os conhecimentos de protocolo, existe desde 2005 uma Associação Portuguesa de Estudos de Protocolo (APEP), cujos objectivos são o estudo e a divulgação das normas de cerimonial e protocolo, no âmbito oficial e empresarial e a prestação de serviços de consultoria e formação profissional nesta área. A APEP pretende ainda congregar pessoas que executem tarefas de protocolo ou actividades conexas e fomentar a investigação e a partilha de informações, promovendo o intercâmbio com instituições governamentais nacionais ou estrangeiras, em áreas de conhecimento pertinentes para o cerimonial e protocolo. Um primeiro passo será a organização em Portugal das I Jornadas Internacionais de Protocolo, no próximo dia 21 de Novembro, na Gulbenkian (Lisboa). Outro, é a criação de um site e de um núcleo bibliográfico especializado nestas matérias e que ficará sediado na Biblioteca Genealógica de Lisboa, recentemente inaugurada (Calçada Marquês de Abrantes,102). Foto: 25

6 Protocolo transmite poder Numa época em que a imagem é tudo, e em que parecer vale por vezes mais do que ser, a importância destas matérias ganha redobrado fôlego. Há que saber utilizar todos os instrumentos de comunicação ao nosso alcance para passar a mensagem de um evento com sucesso e prestígio. Deve prestar-se atenção ao detalhe, a todo o instante, pois, e isto é um lugar comum, basta por vezes um descuido para arruinar uma imagem que se demora anos a construir. Questões como o que vestir, pontualidade, conversa de circunstância, cartões de visita, forma de cumprimentar, o que oferecer, entre outras, cabem no âmbito do protocolo. E, se quer saber mais sobre estas matérias, pode consultar os diversos livros da especialidade, ou, se preferir, fazer uma formação acompanhada. Além de vários cursos de Organização e Gestão de Eventos, existem instituições que promovem cursos de protocolo. A saber: ISLA, CERTFORM, Garfos e Letras, IP-Imagem Protocolo, para citar apenas algumas. Isabel Amaral Breve curriculum É uma das maiores especialistas portuguesas em Protocolo Empresarial, Comunicação e Imagem. Nascida em Lisboa, licenciada em Relações Públicas, trabalhou de 1969 a 1986 em diversas empresas. Em 1989 foi nomeada assessora para assuntos culturais do Primeiro-Ministro, Cavaco Silva. Em 1996 decide fundar a empresa Isabel Amaral Consultoria, Formação e Comunicação, Unipessoal Lda. que colaborou com entidades como Isabel Amaral a Porto 2001 Capital Europeia da Cultura. Desde então, foi convidada para inúmeras conferências em Portugal e no Estrangeiro. A actividade académica tem estado sempre presente na carreira de Isabel Amaral, tendo leccionado em diversas Universidades. É representante em Portugal da OICP Organização Internacional de Cerimonial e Protocolo e Presidente da APEP Associação Portuguesa de Estudos de Protocolo. Mais recentemente, trabalhou na Coordenação das Relações Institucionais da candidatura à Presidência do Prof. Aníbal Cavaco Silva, tendo colaborado na organização de diversos eventos. É autora dos livros Imagem e Sucesso e Imagem e Internacionalização. 26

DECLARAÇÃO CONJUNTA. Feito em São Tomé, em 30 de Maio de 1992. Pelo Governo da República Portuguesa:

DECLARAÇÃO CONJUNTA. Feito em São Tomé, em 30 de Maio de 1992. Pelo Governo da República Portuguesa: Decreto n.º 2/93 Protocolo de Cooperação no Âmbito da Administração Local entre a República Portuguesa e a República Democrática de São Tomé e Príncipe Nos termos da alínea c) do n.º 1 do artigo 200.º

Leia mais

Decreto n.º 20/92 de 4 de Abril Protocolo de Cooperação entre a República Portuguesa e a República Popular de Angola na Área das Finanças Públicas

Decreto n.º 20/92 de 4 de Abril Protocolo de Cooperação entre a República Portuguesa e a República Popular de Angola na Área das Finanças Públicas Decreto n.º 20/92 de 4 de Abril Protocolo de Cooperação entre a República Portuguesa e a República Popular de Angola na Área das Finanças Públicas Nos termos da alínea c) do n.º 1 do artigo 200.º da Constituição,

Leia mais

Ministério da Comunicação Social

Ministério da Comunicação Social Ministério da Comunicação Social ESTATUTO ORGÂNICO DO MINISTERIO DA COMUNICAÇÃO SOCIAL Missão 1. Ministério da Comunicação Social é o órgão do Governo encarregue de organizar e controlar a execução da

Leia mais

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A REPÚBLICA DA GUINÉ-BISSAU NOS DOMÍNIOS DO EQUIPAMENTO, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES.

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A REPÚBLICA DA GUINÉ-BISSAU NOS DOMÍNIOS DO EQUIPAMENTO, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES. Decreto n.º 28/98 de 12 de Agosto Protocolo de Cooperação entre a República Portuguesa e a República da Guiné-Bissau nos Domínios do Equipamento, Transportes e Comunicações, assinado em Bissau em 11 de

Leia mais

Secretaria de Estado do Sector Empresarial Público. Decreto-Lei nº 7/07 de 2 de Maio

Secretaria de Estado do Sector Empresarial Público. Decreto-Lei nº 7/07 de 2 de Maio Secretaria de Estado do Sector Empresarial Público Decreto-Lei nº 7/07 de 2 de Maio Tendo em conta a história económica do nosso País após a independência, a propriedade pública ainda ocupa um lugar muito

Leia mais

Sociedade da Informação coloca novos desafios ao consumidor

Sociedade da Informação coloca novos desafios ao consumidor Sociedade da Informação coloca novos desafios ao consumidor Lisboa, 20 de Junho Comércio electrónico, segurança dos dados pessoais, regulação e mecanismos de protecção foram alguns dos temas discutidos

Leia mais

Curso Geral de Gestão. Pós Graduação

Curso Geral de Gestão. Pós Graduação Curso Geral de Gestão Pós Graduação Curso Geral de Gestão Pós Graduação Participamos num processo acelerado de transformações sociais, políticas e tecnológicas que alteram radicalmente o contexto e as

Leia mais

Estatutos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa

Estatutos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa Estatutos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (com revisões de São Tomé/2001, Brasília/2002, Luanda/2005, Bissau/2006 e Lisboa/2007) Artigo 1º (Denominação) A Comunidade dos Países de Língua

Leia mais

O Voluntariado e a Protecção Civil. 1. O que é a Protecção Civil

O Voluntariado e a Protecção Civil. 1. O que é a Protecção Civil O Voluntariado e a Protecção Civil 1. O que é a Protecção Civil A 03 de Julho de 2006, a Assembleia da Republica publica a Lei de Bases da Protecção Civil, que no seu artigo 1º dá uma definição de Protecção

Leia mais

Associação Centro de Incubação de Empresas de Base Tecnológica. Sines Tecnopolo. Pós-Graduação. MBA em Negócios Internacionais

Associação Centro de Incubação de Empresas de Base Tecnológica. Sines Tecnopolo. Pós-Graduação. MBA em Negócios Internacionais Associação Centro de Incubação de Empresas de Base Tecnológica Sines Tecnopolo Pós-Graduação MBA em Negócios Internacionais Edital 1ª Edição 2012-2013 1 Enquadramento O MBA em Negócios Internacionais é

Leia mais

GUIA DO VOLUNTÁRIO. Sociedade Central de Cervejas

GUIA DO VOLUNTÁRIO. Sociedade Central de Cervejas GUIA DO VOLUNTÁRIO Sociedade Central de Cervejas ÍNDICE 1. A RESPONSABILIDADE SOCIAL NA SCC: O NOSSO COMPROMISSO... 3 2. O NOSSO COMPROMISSO COM O VOLUNTARIADO... 4 2.1 A ESTRUTURAÇÃO DO VOLUNTARIADO EMPRESARIAL...

Leia mais

REGULAMENTO DO CURSO DE DEFESA NACIONAL (CDN)

REGULAMENTO DO CURSO DE DEFESA NACIONAL (CDN) REGULAMENTO DO CURSO DE DEFESA NACIONAL (CDN) (Aprovado por despacho do Ministro da Defesa Nacional de 19 de Abril de 2010 Ofício nº 1816/CG Pº 18/10, de 20 de Abril de 2010, do MDN, com as alterações

Leia mais

Ministério da Cultura

Ministério da Cultura Ministério da Cultura Decreto lei n.º 7/03 de 6 de Junho Considerando a criação do Ministério da Cultura através do Decreto Lei n.º 16/02, de 9 de Dezembro; Convindo garantir o seu funcionamento de acordo

Leia mais

Estatuto Orgânico do Ministério da Ciência e Tecnologia

Estatuto Orgânico do Ministério da Ciência e Tecnologia Estatuto Orgânico do Ministério da Ciência e Tecnologia Conselho de Ministros Decreto Lei n.º 15/99 De 8 de Outubro Considerando que a política científica tecnológica do Governo propende para uma intervenção

Leia mais

DESAFIOS URBANOS 15. concurso. de arquitectura

DESAFIOS URBANOS 15. concurso. de arquitectura Espaço de Arquitectura O Espaço de Arquitectura é um portal dedicado à Arquitectura em Portugal, que assumiu o seu posicionamento em 2010, com o propósito de privilegiar a proximidade entre arquitectos

Leia mais

Criamos. valor à sua empresa

Criamos. valor à sua empresa Criamos valor à sua empresa ORGANIZAÇÃO Somos o que fazemos repetidamente. Então, a excelência não é um acto isolado, mas sim um hábito. Aristóteles Compromisso A FISCOSEGUR é uma organização que presta

Leia mais

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO. A Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas, doravante designado por OTOC, pessoa

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO. A Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas, doravante designado por OTOC, pessoa PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO Entre A Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas, doravante designado por OTOC, pessoa coletiva n.º 503692310 com sede na Av.ª Barbosa du Bocage, 45 em LISBOA, representado pelo seu

Leia mais

O Social pela Governança. Mestrados Profissionalizantes Planos Curriculares Contabilidade, Fiscalidade e Finanças Empresariais

O Social pela Governança. Mestrados Profissionalizantes Planos Curriculares Contabilidade, Fiscalidade e Finanças Empresariais O Social pela Governança Mestrados Profissionalizantes Planos Curriculares Contabilidade, Fiscalidade e Finanças Empresariais ÍNDICE CONTABILIDADE, FISCALIDADE E FINANÇAS EMPRESARIAIS... 3 OBJECTIVOS...

Leia mais

Senhora Presidente da Escola Superior de Enfermagem de Coimbra, Maria da Conceição Saraiva da Silva Costa Bento Senhoras e Senhores,

Senhora Presidente da Escola Superior de Enfermagem de Coimbra, Maria da Conceição Saraiva da Silva Costa Bento Senhoras e Senhores, Boa tarde Senhora Presidente da Escola Superior de Enfermagem de Coimbra, Maria da Conceição Saraiva da Silva Costa Bento Senhoras e Senhores, Deixem-me dizer-vos que é para mim uma honra participar, na

Leia mais

Empreendedorismo não é nem ciência, nem arte! É uma prática! Peter F. Drucker MOVIMENTO EMPREENDA POR FAVOR!

Empreendedorismo não é nem ciência, nem arte! É uma prática! Peter F. Drucker MOVIMENTO EMPREENDA POR FAVOR! Empreendedorismo não é nem ciência, nem arte! É uma prática! Peter F. Drucker Uma organização: O que é? Como surgiu? Objectivos Intervenientes Temas debatidos Experiências de sucesso Galerias de fotos

Leia mais

Instituto de Educação

Instituto de Educação Instituto de Educação Universidade de Lisboa Oferta Formativa Pós-Graduada Mestrado em Educação Especialização: Administração Educacional Edição Instituto de Educação da Universidade de Lisboa julho de

Leia mais

Planificação de uma viagem de negócios

Planificação de uma viagem de negócios Planificação de uma viagem de negócios Página de Rosto Grupo: Joana Fernandes, Nuno Silva, Paulo Martins e Tânia Marlene Silva Ano/Turma: 12º ano do curso profissional de Secretariado Escola: Secundaria/3

Leia mais

Cristina Fernandes. Manual. de Protocolo. Empresarial

Cristina Fernandes. Manual. de Protocolo. Empresarial Cristina Fernandes Manual de Protocolo Empresarial Lisboa Universidade Católica Editora 2014 Índice Prefácio de Catarina Zagalo 13 Parte I O enquadramento do protocolo 1 O protocolo 16 1.1. Definição de

Leia mais

Diário da República, 1.ª série N.º 133 13 de Julho de 2009 4449. (CNC), anexo ao presente decreto -lei e que dele faz parte integrante. Artigo 2.

Diário da República, 1.ª série N.º 133 13 de Julho de 2009 4449. (CNC), anexo ao presente decreto -lei e que dele faz parte integrante. Artigo 2. Diário da República, 1.ª série N.º 133 13 de Julho de 2009 4449 Decreto-Lei n.º 160/2009 de 13 de Julho Com a aprovação de um novo Sistema de Normalização Contabilística, inspirado nas normas internacionais

Leia mais

Candidatura a Presidente da Escola Superior Náutica Infante D. Henrique. Programa de Acção. Luis Filipe Baptista

Candidatura a Presidente da Escola Superior Náutica Infante D. Henrique. Programa de Acção. Luis Filipe Baptista Candidatura a Presidente da Escola Superior Náutica Infante D. Henrique Programa de Acção Luis Filipe Baptista ENIDH, Setembro de 2013 Motivações para esta candidatura A sociedade actual está a mudar muito

Leia mais

Caro Bastonário. Caros colegas de mesa. Caros colegas dos corpos dirigentes da OET. Caros Convidados. Caros Colegas. Minhas Senhoras e Meus Senhores

Caro Bastonário. Caros colegas de mesa. Caros colegas dos corpos dirigentes da OET. Caros Convidados. Caros Colegas. Minhas Senhoras e Meus Senhores Caro Bastonário Caros colegas de mesa Caros colegas dos corpos dirigentes da OET Caros Convidados Caros Colegas Minhas Senhoras e Meus Senhores Em primeiro lugar gostaria de agradecer à Ordem dos Engenheiros

Leia mais

Mestrado em Conservação e Reabilitação do Edificado uma resposta à crise vivida no sector da Construção em Portugal

Mestrado em Conservação e Reabilitação do Edificado uma resposta à crise vivida no sector da Construção em Portugal INSCRIÇÕES ABERTAS NOS SERVIÇOS ACADÉMICOS!!! Mestrado em Conservação e Reabilitação do Edificado uma resposta à crise vivida no sector da Construção em Portugal Reabilitação Urbana e do Património Edificado

Leia mais

RELATÓRIO DE ACTIVIDADES RELATÓRIO DE CONTAS

RELATÓRIO DE ACTIVIDADES RELATÓRIO DE CONTAS ASSOCIAÇÃO DOS BOLSEIROS DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA RELATÓRIO DE ACTIVIDADES RELATÓRIO DE CONTAS 2003 RELATÓRIO DE ACTIVIDADES 2003 A Associação dos Bolseiros de Investigação Científica, doravante denominada

Leia mais

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO(A) DE ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO(A) DE ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO(A) DE ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS PERFIL PROFISSIONAL Técnico/a de Organização de Eventos Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/7 ÁREA DE ACTIVIDADE OBJECTIVO GLOBAL SAÍDAS

Leia mais

CONSULTORIA POSITIVA

CONSULTORIA POSITIVA O consultor é uma pessoa que, pela sua habilidade, postura e posição, tem o poder de influenciar as pessoas, grupos e organizações, mas não tem o poder directo para produzir mudanças ou programas de implementação.

Leia mais

Lei n. 108/91 de 17 de Agosto

Lei n. 108/91 de 17 de Agosto Lei n. 108/91 de 17 de Agosto Conselho Económico e Social A Assembleia da República decreta, nos termos dos artigos 164., alínea d), 168. n. 1, alínea m) e 169., n. 3 da Constituição, para valer como lei

Leia mais

Regulamento da Raízes para o voluntariado

Regulamento da Raízes para o voluntariado Regulamento da Raízes para o voluntariado Capítulo I Disposições Gerais Artigo 1º Âmbito de Aplicação O presente Regulamento visa definir as regras de actuação do voluntariado, nas actividades desenvolvidas

Leia mais

HÁ NORTE! ACREDITAR E MOBILIZAR

HÁ NORTE! ACREDITAR E MOBILIZAR HÁ NORTE! ACREDITAR E MOBILIZAR Programa da lista candidata à eleição para os órgãos regionais do Norte da Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas Triénio 2011-2013 25 de

Leia mais

3. PRINCIPAIS TEMÁTICAS E CARACTERÍSTICAS DE ORGANIZAÇÃO DOS OPEN DAYS 2008

3. PRINCIPAIS TEMÁTICAS E CARACTERÍSTICAS DE ORGANIZAÇÃO DOS OPEN DAYS 2008 1. INTRODUÇÃO Em apenas 5 anos os OPEN DAYS Semana Europeia das Regiões e Cidades tornaram-se um evento de grande importância para a demonstração da capacidade das regiões e das cidades na promoção do

Leia mais

ACEF/1314/21732 Relatório final da CAE

ACEF/1314/21732 Relatório final da CAE ACEF/1314/21732 Relatório final da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de Ensino Superior / Entidade Instituidora: Universidade De Lisboa A.1.a. Outras Instituições

Leia mais

PLANO DE ACTIVIDADES Escola Superior de Comunicação Social

PLANO DE ACTIVIDADES Escola Superior de Comunicação Social 1. NOTA INTRODUTÓRIA 1.1 Aprovação do documento Função Nome Responsável: CD / Director / Presidente IPL Aprovação: Assembleia de Representantes / Conselho Geral (Acta de Reunião) Divulgação: Comunidade

Leia mais

Decreto n.º 22/95 Acordo de Cooperação Cultural e Científica entre o Governo da República Portuguesa e o Governo da Federação da Rússia

Decreto n.º 22/95 Acordo de Cooperação Cultural e Científica entre o Governo da República Portuguesa e o Governo da Federação da Rússia Decreto n.º 22/95 Acordo de Cooperação Cultural e Científica entre o Governo da República Portuguesa e o Governo da Federação da Rússia Nos termos da alínea c) do n.º 1 do artigo 200.º da Constituição,

Leia mais

«Sê voluntário! Isso faz a diferença»: Comissão Europeia lança o Ano Europeu do Voluntariado em 2011

«Sê voluntário! Isso faz a diferença»: Comissão Europeia lança o Ano Europeu do Voluntariado em 2011 «Sê voluntário! Isso faz a diferença»: Comissão Europeia lança o Ano Europeu do Voluntariado em 2011 «Para que as nossas esperanças de construir um mundo melhor e mais seguros não se limitem às boas intenções,

Leia mais

sistema de gestão do desempenho e potencial Directório de Competências e de Perfis Profissionais

sistema de gestão do desempenho e potencial Directório de Competências e de Perfis Profissionais SGDP sistema de gestão do desempenho e potencial :: Directório de Competências e de Perfis Profissionais :: Directório de Competências e de Perfis Profissionais ÍNDICE Competências Inovação e Criatividade

Leia mais

ACEF/1112/02397 Relatório preliminar da CAE

ACEF/1112/02397 Relatório preliminar da CAE ACEF/1112/02397 Relatório preliminar da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Universidade Do Minho A.1.a. Identificação

Leia mais

MBA Negócios Internacionais. Edital 1ª Edição 2013-2014

MBA Negócios Internacionais. Edital 1ª Edição 2013-2014 MBA Negócios Internacionais Edital 1ª Edição 2013-2014 Sines, Junho de 2013 1 Enquadramento O MBA em Negócios Internacionais é um curso de pós-graduação desenvolvido pela Escola Superior de Ciências Empresariais

Leia mais

Rede de Informação do INE em Bibliotecas do Ensino Superior

Rede de Informação do INE em Bibliotecas do Ensino Superior Rede de Informação do INE em Bibliotecas do Ensino Superior Francisco Correia Departamento de Difusão e Promoção Instituto Nacional de Estatística Avenida António José de Almeida 1000-043 Lisboa Tel: 218426143

Leia mais

Ser empreendedor em Portugal é ser:

Ser empreendedor em Portugal é ser: Ser empreendedor em Portugal é ser: Um pouco louco; Muito curioso; Muito persistente; Capaz de arriscar de forma sustentada; É ter noção das limitações do mercado nacional e das potencialidades do mercado

Leia mais

Fórum Nacional das Rádios Comunitárias (FORCOM) Estratégia de Comunicação

Fórum Nacional das Rádios Comunitárias (FORCOM) Estratégia de Comunicação Fórum Nacional das Rádios Comunitárias (FORCOM) Estratégia de Comunicação 2011-2015 Maputo, Janeiro de 2011 2 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO......... 3 1.1 Contextualização............ 3 1.2 Justificativa (Porquê

Leia mais

SUCESSÃO EM EMPRESAS FAMILIARES

SUCESSÃO EM EMPRESAS FAMILIARES DOSSIER SUCESSÃO EM EMPRESAS FAMILIARES 23 DOSSIER SUCESSÃO EM EMPRESAS FAMILIARES PROMOÇÃO DO DEBATE SOBRE ASSUNTO ESTÁ ENTRE AS MEDIDAS ESTRATÉGICAS DA NERLEI Em Portugal, estima-se que entre 70 a 80

Leia mais

O desafio de informar melhor. Juntos, uma comunicação de sucesso

O desafio de informar melhor. Juntos, uma comunicação de sucesso O desafio de informar melhor Juntos, uma comunicação de sucesso Janeiro 2006 1.Introdução Dar a conhecer à população (e sensibilizar os potenciais beneficiários) o papel que os financiamentos comunitários

Leia mais

ALIANÇA FRANCESA DO PORTO

ALIANÇA FRANCESA DO PORTO Natureza e objectivos Projecto de REGULAMENTO INTERNO ALIANÇA FRANCESA DO PORTO Introdução Aliança Francesa do Porto sede: Rua Santa Isabel, 88 4050-536 Porto contribuinte nº 507864549 telefone nº 226098616

Leia mais

PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO

PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO O Programa Nacional de Microcrédito, criado pela Resolução do Conselho de Ministros Nº 16/2010, pretende ser uma medida de estímulo à criação de emprego e ao empreendedorismo entre

Leia mais

ACORDO DE COOPERAÇÃO NO DOMÍNIO DA DEFESA ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A REPÚBLICA DE ANGOLA

ACORDO DE COOPERAÇÃO NO DOMÍNIO DA DEFESA ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A REPÚBLICA DE ANGOLA ACORDO DE COOPERAÇÃO NO DOMÍNIO DA DEFESA ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A REPÚBLICA DE ANGOLA A República Portuguesa e a República de Angola: Animadas pela vontade de estreitar os laços de amizade e de

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA DO GRUPO JERÓNIMO MARTINS

CÓDIGO DE CONDUTA DO GRUPO JERÓNIMO MARTINS CÓDIGO DE CONDUTA DO GRUPO JERÓNIMO MARTINS MENSAGEM DO PRESIDENTE DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Caros Colaboradores, A missão de Jerónimo Martins é promover a eficiência em todas as suas áreas de negócio,

Leia mais

DIGITALMAISTV DIGITALMAISTV

DIGITALMAISTV DIGITALMAISTV DIGITALMAISTV A DIGITALMAISTV é um canal de televisão online que procura divulgar a região do Algarve no país e no mundo através da Internet, apostando na diversidade de conteúdos e numa vasta oferta de

Leia mais

A Câmara Municipal de Rio Maior e o papel do Curso de Educação e Comunicação Multimédia no Gabinete de Imagem, Comunicação e Relações Públicas

A Câmara Municipal de Rio Maior e o papel do Curso de Educação e Comunicação Multimédia no Gabinete de Imagem, Comunicação e Relações Públicas A Câmara Municipal de Rio Maior e o papel do Curso de Educação e Comunicação Multimédia no Gabinete de Imagem, Comunicação e Relações Públicas Psicologia organizacional A Psicologia Organizacional, inicialmente

Leia mais

REGULAMENTO. Prémio EDP University Challenge 2014. 8.ª Edição 2014. Com o apoio de:

REGULAMENTO. Prémio EDP University Challenge 2014. 8.ª Edição 2014. Com o apoio de: REGULAMENTO Prémio EDP University Challenge 2014 8.ª Edição 2014 Com o apoio de: 1 Artigo 1º Objectivo do Concurso 1. O Prémio EDP University Challenge 2014 (Prémio) é uma iniciativa da EDP Energias de

Leia mais

POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DOS MEMBROS DOS ÓRGÃOS DE ADMINISTRAÇÃO E DE FISCALIZAÇÃO DO BANCO SANTANDER TOTTA, S.A.

POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DOS MEMBROS DOS ÓRGÃOS DE ADMINISTRAÇÃO E DE FISCALIZAÇÃO DO BANCO SANTANDER TOTTA, S.A. POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DOS MEMBROS DOS ÓRGÃOS DE ADMINISTRAÇÃO E DE FISCALIZAÇÃO DO BANCO SANTANDER TOTTA, S.A. Nos termos e para os efeitos do disposto no artigo 2.º, n.º 1, da Lei n.º 28/2009, de 19

Leia mais

GOVERNO FALHA PROMESSA

GOVERNO FALHA PROMESSA GOVERNO FALHA PROMESSA Plano de Implementação da Estratégia Nacional de Desenvolvimento Sustentável não responde ao compromisso assumido pelo Primeiro-Ministro na Cimeira de Joanesburgo No seguimento de

Leia mais

Plano de Actividades. Orçamento ASSOCIAÇÃO DO COMÉRCIO, INDÚSTRIA E SERVIÇOS DOS CONCELHOS DE VILA FRANCA DE XIRA E ARRUDA DOS VINHOS

Plano de Actividades. Orçamento ASSOCIAÇÃO DO COMÉRCIO, INDÚSTRIA E SERVIÇOS DOS CONCELHOS DE VILA FRANCA DE XIRA E ARRUDA DOS VINHOS Plano de Actividades e Orçamento Exercício de 2012 Plano de Actividades e Orçamento para o exercício de 2012 Preâmbulo: O Plano de Actividades do ano de 2012 foi concebido com a prudência que resulta da

Leia mais

Diagnóstico de Competências para a Exportação

Diagnóstico de Competências para a Exportação Diagnóstico de Competências para a Exportação em Pequenas e Médias Empresas (PME) Guia de Utilização DIRECÇÃO DE ASSISTÊNCIA EMPRESARIAL Departamento de Promoção de Competências Empresariais Índice ENQUADRAMENTO...

Leia mais

Procura de Excelência

Procura de Excelência www.mba.deg.uac.pt Procura de Excelência MASTER IN BUSINESS ADMINISTRATION Mestrado em Gestão (MBA) Secretariado Departamento de Economia e Gestão Rua da Mãe de Deus Apartado 1422 E-mail: mba@uac.pt Tel:

Leia mais

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção 02 Estratégia Nacional de

Leia mais

Ministério da Educação

Ministério da Educação Ministério da Educação Decreto Lei n.º 7/03 de 17 de Junho Diário da República, I Série nº47 17.06.2003 Considerando as últimas alterações verificadas na denominação dos organismos de administração central

Leia mais

Desenvolvimento das relações entre o Parlamento Europeu e os parlamentos nacionais no quadro do Tratado de Lisboa

Desenvolvimento das relações entre o Parlamento Europeu e os parlamentos nacionais no quadro do Tratado de Lisboa C 212 E/94 Jornal Oficial da União Europeia 5.8.2010 Desenvolvimento das relações entre o Parlamento Europeu e os parlamentos nacionais no quadro do Tratado de Lisboa P6_TA(2009)0388 Resolução do Parlamento

Leia mais

GESTÃO MUSEOLÓGICA E SISTEMAS DE QUALIDADE Ana Mercedes Stoffel Fernandes Outubro 2007 QUALIDADE E MUSEUS UMA PARCERIA ESSENCIAL

GESTÃO MUSEOLÓGICA E SISTEMAS DE QUALIDADE Ana Mercedes Stoffel Fernandes Outubro 2007 QUALIDADE E MUSEUS UMA PARCERIA ESSENCIAL CADERNOS DE MUSEOLOGIA Nº 28 2007 135 GESTÃO MUSEOLÓGICA E SISTEMAS DE QUALIDADE Ana Mercedes Stoffel Fernandes Outubro 2007 QUALIDADE E MUSEUS UMA PARCERIA ESSENCIAL INTRODUÇÃO Os Sistemas da Qualidade

Leia mais

Regulamento Interno. Artigo 1º (Missão)

Regulamento Interno. Artigo 1º (Missão) Regulamento Interno O presente regulamento aplica-se a todos os Cursos de formação concebidos, organizados e desenvolvidos pelo Nucaminho - Núcleo dos Camionistas do Minho, com o objetivo de promover o

Leia mais

E F P D E G PALOP Eduardo Cruz

E F P D E G PALOP Eduardo Cruz E F P D E G PALOP Eduardo Cruz Formedia edcruz@formedia.pt 312 Experiências de formação presencial e à distância de empresários e gestores nos PALOP Desde 2001, a Formedia Instituto Europeu de Formação

Leia mais

REGULAMENTO DA FORMAÇÃO

REGULAMENTO DA FORMAÇÃO REGULAMENTO DA FORMAÇÃO ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. OBJECTO E ÂMBITO DE APLICAÇÃO DO REGULAMENTO DA FORMAÇÃO... 3 3. POLÍTICA E ESTRATÉGIA DA ENTIDADE... 3 4. FORMAS E MÉTODOS DE SELECÇÃO... 4 4.1. Selecção

Leia mais

PRÉMIO EMPREENDEDORISMO INOVADOR NA DIÁSPORA PORTUGUESA

PRÉMIO EMPREENDEDORISMO INOVADOR NA DIÁSPORA PORTUGUESA PRÉMIO EMPREENDEDORISMO INOVADOR NA DIÁSPORA PORTUGUESA 2015 CONSTITUIÇÃO DO JÚRI Joaquim Sérvulo Rodrigues Membro da Direcção da COTEC Portugal, Presidente do Júri; Carlos Brazão Director Sénior de Vendas

Leia mais

ÍNDICE APRESENTAÇÃO 02 HISTÓRIA 02 OBJECTIVOS 02 CURSOS 04 CONSULTORIA 06 I&D 07 DOCENTES 08 FUNDEC & IST 09 ASSOCIADOS 10 PARCERIAS 12 NÚMEROS 13

ÍNDICE APRESENTAÇÃO 02 HISTÓRIA 02 OBJECTIVOS 02 CURSOS 04 CONSULTORIA 06 I&D 07 DOCENTES 08 FUNDEC & IST 09 ASSOCIADOS 10 PARCERIAS 12 NÚMEROS 13 ÍNDICE APRESENTAÇÃO 02 HISTÓRIA 02 OBJECTIVOS 02 CURSOS 04 CONSULTORIA 06 I&D 07 DOCENTES 08 FUNDEC & IST 09 ASSOCIADOS 10 PARCERIAS 12 NÚMEROS 13 QUEM SOMOS FUNDEC APRESENTAÇÃO HISTÓRIA OBJECTIVOS A

Leia mais

REGIME JURÍDICO DO DESENVOLVIMENTO E QUALIDADE DO ENSINO SUPERIOR. Proposta de Lei a apresentar à Assembleia da República. Exposição de motivos

REGIME JURÍDICO DO DESENVOLVIMENTO E QUALIDADE DO ENSINO SUPERIOR. Proposta de Lei a apresentar à Assembleia da República. Exposição de motivos REGIME JURÍDICO DO DESENVOLVIMENTO E QUALIDADE DO ENSINO SUPERIOR Proposta de Lei a apresentar à Assembleia da República Exposição de motivos 1. O sistema de ensino superior conheceu nas últimas décadas

Leia mais

Organização de Eventos

Organização de Eventos Organização de Eventos Exponor 02/2009 Copyright Portaldoser 2007 1 Conceitos Básicos O que é um Evento? Um EVENTO é um acontecimento planeado, que ocorre num dado tempo e lugar, que visa promover a relação

Leia mais

Como é que esta tecnologia me pode beneficiar?... 3. Etapas do Planeamento de uma Conferência Online... 4

Como é que esta tecnologia me pode beneficiar?... 3. Etapas do Planeamento de uma Conferência Online... 4 APRENDA A SER INOVADOR PARA FICAR À FRENTE DA CONCORRÊNCIA QUAIS OS PASSOS NECESSÁRIOS PARA PLANEAR E REALIZAR UMA CONFERÊNCIA ONLINE DE SUCESSO! COMO DAR AULAS NUMA SALA DE AULA VIRTUAL! CONTEÚDOS Como

Leia mais

Estatutos da. Comunidade dos Países de Língua Portuguesa

Estatutos da. Comunidade dos Países de Língua Portuguesa Estatutos da (com revisões de São Tomé/2001, Brasília/2002, Luanda/2005 e Bissau/2006) Artigo 1º (Denominação) A, doravante designada por CPLP, é o foro multilateral privilegiado para o aprofundamento

Leia mais

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Diário da República, 1.ª série N.º 30 10 de fevereiro de 2012 661 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Lei n.º 6/2012 de 10 de fevereiro Primeira alteração à Lei n.º 8/2009, de 18 de Fevereiro, que cria o regime jurídico

Leia mais

O Social pela Governança. Mestrados Profissionalizantes Planos Curriculares Empreendedorismo

O Social pela Governança. Mestrados Profissionalizantes Planos Curriculares Empreendedorismo O Social pela Governança Mestrados Profissionalizantes Planos Curriculares Empreendedorismo 2 ÍNDICE EMPREENDEDORISMO... 3 OBJECTIVOS... 3 DESTINATÁRIOS... 4 CONDIÇÕES DE ACESSO E SELECÇÃO DOS CANDIDATOS...

Leia mais

ACEF/1112/03877 Relatório preliminar da CAE

ACEF/1112/03877 Relatório preliminar da CAE ACEF/1112/03877 Relatório preliminar da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Universidade Da Beira Interior A.1.a. Identificação

Leia mais

Em Entrevistas Profissionais

Em Entrevistas Profissionais Em Entrevistas Profissionais Amplie a sua performance na valorização das suas competências 2011 Paula Gonçalves [paula.goncalves@amrconsult.com] 1 Gestão de Comunicação e Relações Públicas As Entrevistas

Leia mais

Internacionalização. de empresas. 08 de Outubro - Reuniões e Negociações em Contexto de Internacionalização

Internacionalização. de empresas. 08 de Outubro - Reuniões e Negociações em Contexto de Internacionalização Ciclo de Internacionalização de empresas Ciclo de Seminários 08 de Outubro - Reuniões e Negociações em Contexto de Internacionalização Dra. Isabel Amaral Especialista em Comunicação Intercultural, Imagem

Leia mais

Decreto n.º 4/2005 Convenção Europeia da Paisagem, feita em Florença em 20 de Outubro de 2000

Decreto n.º 4/2005 Convenção Europeia da Paisagem, feita em Florença em 20 de Outubro de 2000 Decreto n.º 4/2005 Convenção Europeia da Paisagem, feita em Florença em 20 de Outubro de 2000 Considerando fundamental, para alcançar o desenvolvimento sustentável, o estabelecimento de uma relação equilibrada

Leia mais

IV GOVERNO CONSTITUCIONAL PROPOSTA DE LEI N.º /2010 FUNDO FINANCEIRO IMOBILIÁRIO

IV GOVERNO CONSTITUCIONAL PROPOSTA DE LEI N.º /2010 FUNDO FINANCEIRO IMOBILIÁRIO IV GOVERNO CONSTITUCIONAL PROPOSTA DE LEI N.º /2010 DE DE FUNDO FINANCEIRO IMOBILIÁRIO A presente Lei cria o Fundo Financeiro Imobiliário e estabelece o respectivo regime jurídico. Os princípios de planeamento,

Leia mais

DA COMISSÃO DE ACOMPANHAMENTO DO MERCADO DAS MULTILATERAIS FINANCEIRAS

DA COMISSÃO DE ACOMPANHAMENTO DO MERCADO DAS MULTILATERAIS FINANCEIRAS PROJECTO DE ACTA DA 1ª REUNIÃO DA COMISSÃO DE ACOMPANHAMENTO DO MERCADO DAS MULTILATERAIS FINANCEIRAS Aos sete dias do mês de Abril de dois mil e dez, realizou-se nas instalações da AICEP Agência para

Leia mais

LEI N. 108/91, DE 17 DE AGOSTO (LEI DO CONSELHO ECONÓMICO E SOCIAL)

LEI N. 108/91, DE 17 DE AGOSTO (LEI DO CONSELHO ECONÓMICO E SOCIAL) LEI N. 108/91, DE 17 DE AGOSTO (LEI DO CONSELHO ECONÓMICO E SOCIAL) Com as alterações introduzidas pelas seguintes leis: Lei n.º 80/98, de 24 de Novembro; Lei n.º 128/99, de 20 de Agosto; Lei n.º 12/2003,

Leia mais

PLANO DE ACÇÃO E ORÇAMENTO PARA 2008

PLANO DE ACÇÃO E ORÇAMENTO PARA 2008 PLANO DE ACÇÃO E ORÇAMENTO PARA 2008 O ano de 2008 é marcado, em termos internacionais, pela comemoração dos vinte anos do Movimento Internacional de Cidades Saudáveis. Esta efeméride terá lugar em Zagreb,

Leia mais

CMVC - Câmara Municipal de Viana do Castelo

CMVC - Câmara Municipal de Viana do Castelo CMVC - Câmara Municipal de Viana do Castelo 1 Índice de Conteúdos Enquadramento Mensagem de Apresentação do Serviço de Apoio ao Investidor e à Viabilização Empresarial (SAIVE) Mensagem do Senhor Presidente

Leia mais

CANDIDATURA À DIRECÇÃO DA UNIDADE DE INVESTIGAÇÃO DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM

CANDIDATURA À DIRECÇÃO DA UNIDADE DE INVESTIGAÇÃO DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM CANDIDATURA À DIRECÇÃO DA UNIDADE DE INVESTIGAÇÃO DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM Pedro Jorge Richheimer Marta de Sequeira Marília Oliveira Inácio Henriques 1 P á g i n a 1. Enquadramento da Candidatura

Leia mais

Guia Informativo. 8ª Edição do Prémio Empreendedorismo Inovador na Diáspora Portuguesa (2015)

Guia Informativo. 8ª Edição do Prémio Empreendedorismo Inovador na Diáspora Portuguesa (2015) Guia Informativo 8ª Edição do Prémio Empreendedorismo Inovador na Diáspora Portuguesa (2015) Objectivo do Prémio: O Prémio Empreendedorismo Inovador na Diáspora Portuguesa tem como objectivo central o

Leia mais

Em primeiro lugar, gostaria, naturalmente, de agradecer a todos, que se disponibilizaram, para estar presentes nesta cerimónia.

Em primeiro lugar, gostaria, naturalmente, de agradecer a todos, que se disponibilizaram, para estar presentes nesta cerimónia. Cumprimentos a todas as altas individualidades presentes (nomeando cada uma). Caras Colegas, Caros Colegas, Minhas Senhoras, Meus Senhores, Meus Amigos Em primeiro lugar, gostaria, naturalmente, de agradecer

Leia mais

PROMOÇÃO TURISMO 2020 Protocolo de Cooperação. Turismo de Portugal Confederação do Turismo Português

PROMOÇÃO TURISMO 2020 Protocolo de Cooperação. Turismo de Portugal Confederação do Turismo Português PROMOÇÃO TURISMO 2020 Protocolo de Cooperação Turismo de Portugal Confederação do Turismo Português Lisboa, 25 de fevereiro 2015 1 Considerando que: 1. O Turismo é uma atividade estratégica para a economia

Leia mais

ELABORAÇÃO DE UM GUIÃO DE PESQUISA DE INFORMAÇÃO

ELABORAÇÃO DE UM GUIÃO DE PESQUISA DE INFORMAÇÃO ELABORAÇÃO DE UM GUIÃO DE PESQUISA DE INFORMAÇÃO Este guia pretende ajudar os professores e os alunos na criação de guiões de pesquisa de informação. Os guiões de pesquisa podem ser mais ou menos detalhados,

Leia mais

AS AUDITORIAS INTERNAS

AS AUDITORIAS INTERNAS AS AUDITORIAS INTERNAS Objectivos Gerais Reconhecer o papel das auditorias internas Objectivos Específicos Reconhecer os diferentes tipos de Auditorias Identificar os intervenientes Auditor e Auditado

Leia mais

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO NOS DOMÍNIOS DA AGRICULTURA ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO NOS DOMÍNIOS DA AGRICULTURA ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE Decreto n.º 6/96 Protocolo de Cooperação nos Domínios da Agricultura entre a República Portuguesa e a República de Moçambique, assinado em Maputo em 28 de Julho de 1995 Nos termos da alínea c) do n.º 1

Leia mais

Boas Práticas para Procurar e Conseguir Emprego. Porto, 22 de novembro de 2013

Boas Práticas para Procurar e Conseguir Emprego. Porto, 22 de novembro de 2013 Boas Práticas para Procurar e Conseguir Emprego Porto, 22 de novembro de 2013 Uma carreira, múltiplos caminhos 2 Procura emprego? 3 4 As cinco piores formas de encontrar emprego 1) a procura de emprego

Leia mais

Empreendedorismo De uma Boa Ideia a um Bom Negócio

Empreendedorismo De uma Boa Ideia a um Bom Negócio Empreendedorismo De uma Boa Ideia a um Bom Negócio 1. V Semana Internacional A Semana Internacional é o evento mais carismático e que tem maior visibilidade externa organizado pela AIESEC Porto FEP, sendo

Leia mais

Decreto n.º 19/92 de 14 de Março Acordo de Cooperação no Domínio Energético entre a República Portuguesa e a República Popular de Angola

Decreto n.º 19/92 de 14 de Março Acordo de Cooperação no Domínio Energético entre a República Portuguesa e a República Popular de Angola Decreto n.º 19/92 de 14 de Março Acordo de Cooperação no Domínio Energético entre a República Portuguesa e a República Popular de Angola Nos termos da alínea c) do n.º 1 do artigo 200.º da Constituição,

Leia mais

EDIÇÃO 2011/2012. Introdução:

EDIÇÃO 2011/2012. Introdução: EDIÇÃO 2011/2012 Introdução: O Programa Formação PME é um programa financiado pelo POPH (Programa Operacional Potencial Humano) tendo a AEP - Associação Empresarial de Portugal, como Organismo Intermédio,

Leia mais

A APECATE - Associação Portuguesa de Empresas de Congressos, Animação Turística e Eventos, constituída por escritura pública em 17 de Janeiro de

A APECATE - Associação Portuguesa de Empresas de Congressos, Animação Turística e Eventos, constituída por escritura pública em 17 de Janeiro de Turismo de Natureza e Sustentabilidade QUEM SOMOS A APECATE - Associação Portuguesa de Empresas de Congressos, Animação Turística e Eventos, constituída por escritura pública em 17 de Janeiro de 2007,

Leia mais

EDITAL Nº 21/10. Regulamento

EDITAL Nº 21/10. Regulamento MUNICÍPIO DO BARREIRO ASSEMBLEIA MUNICIPAL EDITAL Nº 21/10 Regulamento - - - Frederico Fernandes Pereira, Presidente da Assembleia Municipal do Barreiro, torna público que, por deliberação deste órgão

Leia mais

DA REFLEXÃO À ACÇÃO - UMA PROPOSTA DE TRABALHO

DA REFLEXÃO À ACÇÃO - UMA PROPOSTA DE TRABALHO DA REFLEXÃO À ACÇÃO - UMA PROPOSTA DE TRABALHO - Grupo de reflexão na área de psicologia sobre questões relativas à orientação sexual - Artigo apresentado no Colóquio de Estudos G(ay)L(ésbicos)Q(ueer)

Leia mais

Entrevista ao Professor

Entrevista ao Professor Entrevista ao Professor Prof. Luís Carvalho - Matemática Colégio Valsassina - Lisboa Professor Luís Carvalho, agradecemos o tempo que nos concedeu para esta entrevista e a abertura que demonstrou ao aceitar

Leia mais