Regras de Aposentadoria e Pensão do Regime Próprio de Previdência Federal. Carlos Alberto Pereira de Castro ria-es, fevereiro de 2011

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1 Regras de Aposentadoria e Pensão do Regime Próprio de Previdência Federal Carlos Alberto Pereira de Castro Vitória ria-es, fevereiro de 2011

2 Roteiro Introdução ao tema Evolução da aposentadoria e da pensão no serviço o públicop As Reformas Constitucionais A Aposentadoria: regras vigentes e de transição A Previdência Complementar A Pensão: regras vigentes Direito Adquirido em matéria previdenciária ria Observações importantes O que pode mudar ainda

3 Introdução ao tema A questão da aposentadoria no âmbito do serviço público foi, durante muito tempo, tratada como assunto de Direito Administrativo, e não de Direito Previdenciário, rio, o que acarreta diversos problemas A noção de aposentadoria é distorcida - efeitos: Aposentadoria e vínculo v laboral Aposentadoria a a bem do serviço o públicop blico Cassação de aposentadoria

4 A evolução da aposentadoria e da pensão no serviço o públicop Constituição de 1891: previsão da invalidez a serviço o da Nação - beneficiavam agentes públicos, sem previsão de contribuição Havia normas esparsas sobre aposentadoria por idade a magistrados e professores Cria-se o Instituto dos Funcionários Públicos P Civis da União (1926) posteriormente transformado no IPASE (1938) com finalidade exclusiva de concessão de pensões por morte

5 A evolução da aposentadoria e da pensão no serviço o públicop Constituições de 1934 e 1937 previam somente as aposentadorias por invalidez e por idade (compulsória aos 68 anos) Primeiro Estatuto dos Funcionários Públicos P promulgação em 1939 cria uma aposentadoria por tempo mas sujeita à discricionariedade da Administração

6 A evolução da aposentadoria e da pensão no serviço o públicop Constituição de 1946: primeira a prever a aposentadoria voluntária por tempo de serviço como verdadeiro direito subjetivo e a estabelecer a regra de paridade ativos/inativos Publicado o segundo Estatuto dos Funcionários Públicos P 1952 (Lei 1.711) Em 1979, é publicada a Lei Org. Magistratura (LOMAN) Constituição de 1988 dispõe, no art. 40, sobre a aposentadoria e a pensão aos ocupantes de cargo público, com regra específica para a Magistratura no art. 93, inciso VI Promulgada a Lei 8.112, de 1990 (RJU)

7 A evolução da aposentadoria e da pensão no serviço o públicop Eram concedidas a alguns agentes públicos p vantagens sem carência alguma e alguns benefícios de moralidade duvidosa (v.g., a aposentadoria dos classistas da Justiça a do Trabalho, criada por uma Lei de 1981, extinta em 1997) Outros benefícios também m geraram distorções no sistema (ex-combatentes, pensões vitalícias a filhas de militares) Malversação dos recursos da Previdência e gastos do lastro acumulado com obras públicas p e pagamento da dívida d externa tornaram vulneráveis veis as contas públicasp Na verdade, a Previdência nunca dispôs de orçamento diferenciado, confundindo-se com o orçamento geral

8 O período pós-constituip Constituição de 1988 Lei 8.112/90 trouxe novas distorções: ex- celetistas passaram ao regime estatutário e, com isso, a ter direito à aposentadoria com fundamento no art. 40 da Constituição, por força das disposições da Lei 8.112/90 Não havia prazo mínimo m de carência para a concessão da aposentadoria, salvo para os Magistrados e membros do Ministério PúblicoP

9 O período pós-constituip Constituição de 1988 Resultado: incremento de pedidos de aposentadoria com proventos integrais ou proporcionais, sem que tivesse havido a contribuição correspondente O art. 17 do ADCT (teto de remuneração e proventos) não chegou a ser aplicado por força da jurisprudência do STF, que manteve proventos acima do valor percebido pelos chefes de Poder

10 As Reformas Constitucionais Emendas n. 3, 20 e 41 mudam o perfil da Aposentadoria no Serviço o Público: P Passa-se se a exigir contribuição dos servidores públicos p (Emenda 3/93, convalidando a Lei 8.162/91) Surge a noção de Regime Previdenciário rio dos ocupantes de cargos efetivos e vitalícios (Emenda 20/98, alterando o caput do art. 40 e o art. 93, VI, da Constituição, este último aplicável à Magistratura)

11 As Reformas Constitucionais Regras de aposentadoria se alteram: primeiro, mudam os critérios rios de elegibilidade (EC 20) depois, altera-se o cálculo c dos proventos (EC 41) Todos os Regimes de Previdência Social no Brasil hoje são de caráter contributivo Previdência Complementar (fundos de pensão): passa a ser previsto, na forma de capitalização, à medida em que forem criados por lei e instituídos

12 Diferenças entre o Regime Geral e o Regime Próprio Cálculo da aposentadoria no INSS: sempre se baseou na média m de dos salários rios-de-contribuição, corrigidos monetariamente Aposentadoria voluntária por tempo de contribuição não exige idade mínimam Obedece ao valor teto do RGPS e não sofrem incidência de contribuição Proventos são corrigidos anualmente por índice fixado pelo MPS (atualmente o INPC) Cálculo da aposentadoria, nos regimes de agentes públicos, p era feito com base na última remuneração, excluídas as vantagens não incorporadas A aposentadoria por tempo de contribuição é devida se o servidor atingir a idade mínima m e o tempo mínimo exigido (desde EC 20) Valor teto :: superior ao do RGPS - art. 37, inciso XI, da Constituição, mas sofrem incidência de contribuição, caso o valor supere o teto do RGPS Proventos eram corrigidos sempre que houvesse reajuste para os servidores em atividade, no mesmo índice

13 Diferenças entre Regimes No INSS, a pensão equivale ao valor da aposentadoria por invalidez que seria devida ao segurado, ou igual ao valor da aposentadoria jáj percebida Pensão por Morte Nos regimes de agentes públicos, a pensão era equivalente à última remuneração do servidor, ou ao valor da aposentadoria jáj percebida Não háh contribuição sobre as pensões pagas pelo INSS EC 41: provento passa a ser o valor da remuneração (ou da aposentadoria) até o teto do RGPS, mais 70% do que exceder a esse limite, com incidência de contribuição, caso o valor supere o teto do INSS

14 A Emenda n. 41 e suas implicações na ordem jurídica Meta principal era alterar as regras de concessão de aposentadoria para os agentes públicos p concedidas e pensões devidas após s a sua publicação cálculo e reajuste diferenciados em relação aos que jáj exercem cargo público p antes de sua publicação A reforma também m se ocupou da questão relativa ao teto de remuneração dos entes públicos, p determinando sua aplicação imediata - repristina o art. 17 do ADCT

15 Salário de contribuição nos Regimes Próprios Dos agentes públicos p ativos: art. 4 4 da Lei : vencimento (ou subsídio), acrescido das vantagens pecuniárias permanentes estabelecidas em lei, dos adicionais de caráter individual e quaisquer outras vantagens de caráter remuneratório rio se o agente público p acumula dois cargos, contribui sobre ambas as remunerações diferentemente do que acontece no RGPS, não se somam as remunerações; cada cargo gera potencial direito a uma aposentadoria não háh limitação mínima, m nem teto

16 Salário de contribuição Não integram o salário de contribuição (art. 4o, 1,, da Lei ): I - as diárias para viagens; II - a ajuda de custo em razão de mudança a de sede; III - a indenização de transporte; IV - o salário rio-família; V - o auxílio lio-alimentação; VI - o auxílio lio-creche; VII - as parcelas remuneratórias rias pagas em decorrência de local de trabalho; VIII - a parcela percebida em decorrência do exercício cio de cargo em comissão ou de função de confiança; a; e IX - o abono de permanência.

17 Salário de contribuição Possibilidade de inserção de parcelas (art. 4, 4 2, Lei ) 2o O servidor ocupante de cargo efetivo poderá optar pela inclusão na base de contribuição de parcelas remuneratórias rias percebidas em decorrência de local de trabalho, do exercício cio de cargo em comissão ou de função de confiança, a, para efeito de cálculo c do benefício a ser concedido com fundamento no art. 40 da Constituição Federal e art. 2o2 da Emenda Constitucional no 41, de 19 de dezembro de 2003, respeitada, em qualquer hipótese, a limitação estabelecida no 2o do art. 40 da Constituição Federal. Conclusão: o agente público p pode incluir tais parcelas, porém, ainda que elas sejam consideradas no cálculo c da média, o valor dos proventos não poderá superar a remuneração do cargo efetivo, não se incluindo aía as parcelas acima referidas.

18 Salário de contribuição Dos aposentados e pensionistas, antes ou depois da EC 41 base de cálculo c é o valor dos proventos que supere o valor teto do RGPS Exceção - CF, art. 40, 21: 21. A contribuição prevista no 18 deste artigo incidirá apenas sobre as parcelas de proventos de aposentadoria e de pensão que superem o dobro do limite máximo m estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social de que trata o art. 201 desta Constituição, quando o beneficiário, na forma da lei, for portador de doença a incapacitante. (red. EC 47/2005 depende de regulamentação legal)

19 Isenção de contribuição Sob a égide da EC 20/98, foi estabelecida para os agentes públicos p que jáj haviam implementado todas as condições para requererem aposentadoria voluntária art. 3, 3 1,, do texto da Emenda Com a EC 41/2003: criou-se a figura do abono de permanência para os detentores de direito adquirido

20 Espécies de Aposentadoria Por invalidez permanente: proventos integrais se causada por acidente em serviço, moléstia profissional, grave ou incurável, tipificada em lei; e proporcional ao tempo de contribuição*, nos demais casos Compulsória, quando atingida a idade de 70 anos (homens e mulheres), com proventos proporcionais ao tempo de contribuição Voluntária por idade, caso atingida a idade de 65 anos (h) ou 60 anos (m), com proventos proporcionais ao tempo de contribuição Voluntária por tempo de contribuição, cujas regras variaram de acordo com a data de ingresso no serviço o público, p como se expõe a seguir Rompe-se com o modelo anterior, baseado na integralidade dos proventos e na paridade ativos/inativos *Como se dád o cálculo c da proporcionalidade?

21 Ingressantes no serviço o público* p de em diante * Qual o conceito de serviço o público p para fins de aplicação da regra? Regra única, atual: aposentadoria (de qualquer espécie) calculada pela média m das remunerações utilizadas para cálculo c da contribuição, equivalentes a 80% do período contributivo total, computado de julho de 1994 em diante valor máximo m é a remuneração do cargo; Reajuste passa a ser semelhante ao das aposentadorias concedidas pelo INSS (fim da paridade com agentes públicos p em atividade); Requisitos exigidos para a aposentadoria por tempo de contribuição: idade mínima m de 60 anos (h) ou 55 anos (m) tempo mínimo m de contribuição* de 35 anos (h) ou 30 anos (m) 10 anos de serviço o público** p e 5 anos no cargo. Professores de ensino fundamental e médio: m 5 anos a menos na idade e no tempo de contribuição Fundamento: CF, art. 40, 3º e 17, redação da EC 41/2003.

22 Ingressantes no serviço o público p entre e Primeira hipótese tese: : detentores de direito adquirido à utilização das regras antes vigentes - a aposentadoria voluntária (ainda que não requerida na época) pode ser concedida com base na última remuneração (mantida a integralidade - não se aplica a média), m desde que, até , cumpridos os requisitos abaixo: Idade mínima: m 60 anos (h) ou 55 anos (m) Tempo de contribuição: 35 anos (h) 30 anos (m) Tempo no serviço o público: p 10 anos Tempo no cargo: 5 anos Terão direito a reajuste igual ao dos agentes em atividade (paridade plena) Gozam do abono de permanência até a idade de 70 anos Fundamento: art. 3º 3 da EC 41/2003 c/c Emenda 47.

23 Ingressantes no serviço o público p entre e Segunda hipótese tese: : caso o agente público p não tenha preenchido,, até (data de promulgação da Emenda 41), os requisitos previstos na redação do art. 40 à época, poderá se aposentar pela regra de transição do art. 6 da Emenda 41,, a partir de quando cumprir os seguintes requisitos: Idade mínima: m 60 anos (h) ou 55 anos (m) Tempo mínimo m de contribuição: 35 anos (h) ou 30 anos (m) 20 anos de serviço o públicop 10 anos de carreira 5 anos no cargo em que se dará a aposentadoria* Fará jus a proventos integrais e paridade plena Terceira hipótese tese: : aplicação da regra atual *E se o servidor não possuir 5 anos em nenhum cargo?

24 Ingressantes no serviço o público p até Primeira hipótese tese: : Aqueles que chegaram a completar o tempo para aposentadoria antes da vigência da EC 20 ( ), porém permaneceram em exercício cio (direito adquirido com base no texto original da Constituição de 1988): Têm direito à aposentadoria integral, com base na última remuneração*, a qualquer tempo, mantida a paridade plena com os agentes públicos p em atividade; Gozam do abono de permanência, caso não se aposentem, até completarem 70 anos. Fundamento: art. 3º 3 da Emenda 20/98. *O caso TRT-SP: como aplicar a regra revogada?

25 Ingressantes no serviço o público p até Segunda hipótese tese: : detentores de direito adquirido pela regra de transição da Emenda 20/98 (proventos integrais* e paridade) - se aplica aos que completaram, até , os seguintes requisitos: Idade mínima m de 53 anos (h) ou 48 anos (m), além m do tempo de contribuição; Mínimo de 5 anos no cargo; Cumprimento do pedágio sobre o tempo faltante (20% para proventos iguais a 100% da remuneração do cargo; 40% para proventos proporcionais ao tempo de contribuição, calculados sobre a última remuneração) Bonificação de: 17% do tempo de serviço o jáj cumprido por Magistrados; 20% do tempo de serviço o jáj cumprido por Magistradas. Fundamento: art. 8 8 e seu parágrafo 1, 1, Emenda n. 20. *Cabe o pagamento de proventos sobre cargo exercido por mais de 5 anos após s o cumprimento dos requisitos?

26 Ingressantes no serviço o público p até Terceira hipótese tese: : se aplica aos que não completaram, até , nem os requisitos antes vigentes nem os requisitos exigidos pela regra de transição do art. 8 8 da Emenda 20, que foi revogada pela Emenda 41: Aposentadoria com base na média m das remunerações do período contributivo (não obedece à integralidade), desde que preenchidos os requisitos de: Idade mínima m de 53 anos (h) ou 48 anos (m), além m do tempo de contribuição de 35 anos (h) ou 30 anos (m) ; Mínimo de 5 anos no cargo; Cumprimento do pedágio sobre o tempo faltante (20% para proventos iguais a 100% da média, m 40% para proventos proporcionais ao tempo de contribuição) bônus de 17% sobre o tempo cumprido para juízes homens Diminuição dos proventos para cada ano a menos em relação aos atuais limites [60 anos (h) 55 anos (m)], de 3,5% para aposentadorias concedidas até e de 5% para as concedidas após. A paridade plena também m foi estendida à regra de transição da Emenda 41, artigo 2, 2, por força a do disposto na Emenda 47/2005. Fundamento: art. 2 2 da Emenda 41 c/c a Emenda 47.

27 Ingressantes no serviço o público p até Quarta hipótese tese: : se aplica aos mesmos servidores que a regra de transição anterior, ou seja, quem ingressou até e não preencheu os requisitos até : Exigência do tempo de contribuição permanece (35 anos para o homem, 30 anos para a mulher) Idade mínima m também m (60 anos para o homem, 55 para a mulher), mas esta pode ser reduzida em razão inversa do tempo de contribuição (um ano a menos para cada ano a mais de contribuição): a fórmula 95/85 Exige-se, ainda: 25 anos de serviço o públicop 15 anos de carreira e 5 anos no cargo Faz jus a proventos integrais e paridade plena Fundamento: Emenda n. 47/2005, art. 3º. 3

28 Plano de Previdência Complementar art. 40, 14 a 16 Os que ingressarem após s a instituição dos regimes de previdência complementar (fundos públicos p de aposentadoria e pensão) ou desejarem migrar para o novo modelo terão de cumprir os requisitos da redação atual do art. 40 da CF, com os seguintes detalhes: Aos que ingressarem após s a sua instituição, a contribuição incidirá no máximo m sobre o valor teto do RGPS, como acontece com os segurados do INSS; Aposentadoria calculada pela média, m porém m limitada ao teto de benefícios previdenciários rios do INSS

29 Plano de Previdência Complementar art. 40, 14 a 16 Para obter complementação desse valor, o agente público p poderá contribuir para um plano de previdência complementar instituído pelo ente público p (sempre facultativo) ou para qualquer outro plano privado ou ainda, não contribuir para nenhum plano previdenciário rio complementar (não háh obrigatoriedade); Reajuste da aposentadoria será semelhante ao das concedidas pelo INSS (sem paridade com os agentes públicos em atividade).

30 Pensão por morte após s a Emenda 41/2003 e a MP 167/2004 Quebra da integralidade Quebra da paridade como regra geral Auto-aplicabilidade vs. necessidade de regulamentação (art. 2 2 da MP 167/2004 e da Lei /2004) Exceção contida no parágrafo único do art. 3 3 da Emenda 47/2005 e sua abrangência: Parágrafo único. Aplica-se ao valor dos proventos de aposentadorias concedidas com base neste artigo o disposto no art. 7º 7 da Emenda Constitucional nº n 41, de 2003, observando-se igual critério rio de revisão às s pensões derivadas dos proventos de servidores falecidos que tenham se aposentado em conformidade com este artigo.

31 Direito adquirido em matéria de direitos previdenciários rios Direito à concessão de um benefício previdenciário rio somente se considera adquirido quando, ao tempo da lei vigente, forem preenchidos todos os requisitos nela exigidos, ainda que o requerimento seja feito após s a revogação da norma constituinte do direito do indivíduo duo Segundo a iterativa jurisprudência do STF, não háh direito adquirido a regime jurídico, podendo haver alteração dos requisitos Há direito adquirido ao cômputo do tempo de serviço o jáj considerado à época da legislação vigente (ex. licenças prêmio não fruídas, averbadas para aposentadoria)

32 Observações importantes O requerimento de aposentadoria e pensão, por conta das diversas regras, deverá conter a regra jurídica em que se pretende seja calculada, pois os proventos não serão iguais Órgão de concessão deveria calcular todas as hipóteses cabíveis em cada caso concreto, para facilitar a opção A complexidade e multiplicidade das hipóteses irá gerar inúmeras demandas judiciais, sem contar as arguições de inconstitucionalidade

33 Observações importantes A contribuição dos atuais agentes públicos p permanece incidindo sobre a totalidade da remuneração, pois a aposentadoria é calculada, ainda, sobre a média m das remunerações que serviram de base para as contribuições vertidas; sós os que ingressarem após s o regime complementar, ou os que optarem por este contribuirão no máximo m sobre o teto do RGPS Cômputo do tempo de contribuição prestado na iniciativa privada: problemas na averbação

34 Que mudanças as poderão ocorrer ainda? Aumento da idade para a compulsória Rediscussão sobre a invalidez Criação da Previdência Complementar Unificação dos Regimes de Previdência Qual deve ser a nossa atitude?

35 Bibliografia CASTRO, Carlos Alberto Pereira de; LAZZARI, João Batista. Manual de Direito Previdenciário. 13. ed. São Paulo: Conceito, MODESTO, Paulo (org.). Reforma da Previdência: análise e crítica da Emenda Constitucional n. 41. Belo Horizonte: Fórum, TAVARES, Marcelo Leonardo Tavares (org.). Comentários à Reforma da Previdência. 2. ed. Rio de Janeiro: Impetus, 2004.

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