Percursos do projeto de design

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1 Percursos do projeto de design Ravi Passos Mestre em Design Universidade Anhembi Morumbi Resumo Este trabalho tem como objetivo uma análise de métodos empregados no projeto de design. A partir da revisão literária, procura-se mostrar o percurso do processo de design, pontuando etapas e características que colaborem para o desenvolvimento de objetos. As questões aqui apresentadas são relativas à estruturação ordenada dos procedimentos que dão escopo a um projeto, discutindo-se algumas possibilidades de organização sistemática deste percurso, de forma multilinear e modular. Como resultado tem-se o aferimento de algumas características colocadas por alguns autores com maior ênfase ou que apareçam homogeneamente em seus discursos a fim de se sistematizar um macro processo, e assim, indicar-se uma possibilidade de abordagem metodológica. Palavras-chave: projeto, design, método.

2 1. Introdução A atividade de fazer design tem estreita relação com a noção de projeto, assim como uma grande proximidade com a racionalização dos objetos 1 em prol do coletivo social. Tal afirmativa é sustentada pela definição proposta por Denis (2000, p ) de que o design é uma atividade que gera projetos, no sentido objetivo de planos, esboços ou modelos ; assim como em toda a bibliografia utilizada para este trabalho (BAXTER, 1998; BÜRDECK, 2006; LÖBACH, 2000; MUNARI, 1998). Neste sentido pode-se aferir ao processo de design, contemplado pela atividade corrente de profissionais e docentes da área, uma forte sustentação em procedimentos seqüenciais ordenados pelo bom-senso e pelas necessidades de resolução de problemas: o método. O processo de projeto de artefatos é usualmente condicionado pelo método, seja ele sistemático ou subjetivo. O design baseado em método é amplamente discutido e merece atenção, pois é a base fundamental para a produção industrial contemporânea, e responsável pelos produtos que circundam o cotidiano das pessoas. É a partir do design que se proporciona a resolução de problemas de configuração do meio social, sendo ele o grande responsável pela diferenciação competitiva entre os produtos no mercado. O processo de desenvolvimento de artefatos, materiais ou imateriais, pode ser racionalizado de forma sistemática a fim de se obter melhores resultados qualitativos e/ou quantitativos. Baseado na literatura, este trabalho busca a essência morfológica do processo de design e pretende fazer o isolamento de uma seqüência de procedimentos que sistematizem uma macro2 abordagem metodológica do projeto, a ser aplicada em processos de design 1 Utiliza-se o termo objeto referenciando não somente artefatos tridimensionais, mas todo e qualquer artefato, material ou virtual, que tenha uma interface com um usuário. 2 Utilizam-se as palavras macro, médio e micro como adjetivos relativos ao grau de aprofundamento da abordagem metodológica aqui proposta. 2

3 diversos. Espera-se que este estudo colabore com a difusão de modelos metodológicos efetivos, seja pela explanação sobre o assunto sustentada em teóricos importantes, seja pelos resultados alcançados com a proposta de modelagem metodológica em forma de instrumento de trabalho. 2. Contextualização No período pós-segunda guerra mundial iniciou-se a configuração de um novo cenário econômico-industrial que teve forte influência no diálogo entre a indústria e o design. A nova concorrência internacional e a economia de mercado 3 estimularam a produção baseada no design integrados a preceitos científicos. Surgia a necessidade da prática de métodos baseados na racionalização do projeto e da produção, distanciados dos aspectos referentes às manufaturas, como suas configurações subjetivas e emocionais (BÜRDEK, 2006). Este momento histórico incorporou nova roupagem para o segmento do design, formalizada pela escola de ULM, sucessora da Bauhaus, onde a complexidade e quantidade de informação necessária à resolução dos problemas no projeto eram maiores. O designer ficou responsável pela elaboração do plano conceitual do projeto e pela legislação de sua produção, dissociando-se assim do plano de execução material do projeto. Tal conceito de sistematização procedimental é amplamente utilizado como parâmetro metodológico na concepção de produtos industriais, porém não é a única forma de se projetar. Resiste até os tempos de hoje uma forma mais artesã do projetar que, de certa forma, atende com maior eficiência às características e peculiaridades individuais de projetos que demandem menor complexidade ou a necessidade de distinção conceitual à qual a sistematização possa remeter. Esta forma mais voltada para a intuição empírica ou 3 O termo economia de mercado faz menção ao mercado econômico livre de intervenções governamentais, onde os agentes econômicos atuam de forma independente, e pautada na concorrência do mercado globalizado. 3

4 artística, mais centrada na autoria do projetista, também traz resultados qualitativos que atendem a demandas específicas, além de diminuir a negligência aos aspectos sociais de configuração 4, se caracterizando principalmente pelo domínio integral do projeto, desde a concepção, até a corporificação do objeto. Existe demanda para cada uma das formas de projeto, seja orientada por procedimentos sistemáticos ou intuitivos, bem como para abordagens de compartilhamento entre estas duas possibilidades metodológicas. A indústria, amparada pela tecnologia, tem se apropriado das características intrínsecas ao projeto que possuem aspectos de manufaturas para agregar aos seus produtos valores individuais de nicho social. Os irmãos Campana 5, por exemplo, têm uma forma de projetar muito particular, que em certos momentos apropriase de características vernaculares e da reutilização de materiais na composição de seus objetos. Como substrato, a indústria adapta seus produtos aos meios de produção em massa, agregando aos objetos valores particulares oriundos de suas bases metodológicoprojetuais Diálogos entre projeto, método e objeto O termo projeto faz referência à execução ou concretização de algo. Faz menção à materialização de uma idéia em um objeto que, por sua vez, também pode estar no plano do pensamento, como por exemplo, uma nova idéia. Neste percurso entre a idéia e o algo realizado, aqui indicado pelo termo objeto, geralmente utiliza-se de um método. O método 4 Löbach (2000) argumenta que as negligências de aspectos individuais de configuração ocorrem devido à necessidade de configuração simplificada da produção industrial. Racionalizar e economizar em materiais e processos é fundamental em um sistema que vise o lucro. 5 Os irmãos Fernando e Humberto Campana têm seu trabalho de design notoriamente conhecido no Brasil e no exterior. Seus trabalhos são marcados por uma forma de projeto bastante particular, e podem ser vistos no site <www.campanas.com.br> Acesso: 09/04/ Argumentação baseada em citação feita pelos irmãos Campana no I Seminário Internacional Brasil- Itália: Percursos do Design, Brasília,

5 se faz presente quando este percurso é embasado em algum tipo de replicação de procedimentos ou nas utilizações de ações já realizadas por outros, sejam elas no mesmo contexto ou não, para a efetivação deste objeto. Iida (2005) aponta nesta direção indicando o método como procedimento ou caminho que estabelece relação entre causa e efeito. Quando não há a utilização de planos pré-existentes, diz-se que o percurso é baseado em empirismo, subjetividade e risco. Porém, após a finalização das ações que derivaram em um objeto, podemos sistematizar seu percurso em etapas, aglutinando-as em ações concatenadas que caracterizam-se em uma nova abordagem metodológica, pontuada por lógica, objetividade e segurança. Argan (1993) acredita que projetar é uma ação contínua e que essa ação deixa traços para que tenha significado em si mesma e para que tenha valor em sua realização: tais traços são os próprios objetos. Assim exemplifica que uma casa que foi projetada é um objeto, assim como uma mesa que foi projetada é um objeto. Nesta noção de objeto está inserido o sujeito, como indivíduo que pensa o próprio objeto, estabelecendo-se assim uma relação dialética entre indivíduo e objeto. Discurso análogo entre objeto e indivíduo pode ser contemplado por Löbach (2000) que mostra o processo de design como configurador do ambiente objetual, atuando de acordo com as necessidades e aspirações do homem. Estas necessidades têm suas origens em carências e visam mudanças de estados não desejados; já as aspirações surgem da satisfação em realizar idéias; mas ambas se alcançam pela realização dos objetos. 4. Sistematizações possíveis Em busca da essência morfológica do processo de projeto, foram colhidas algumas possibilidades de sistematizações metodológicas. A seguir colocam-se de forma sintética, algumas proposições e valores que circundam os processos metodológicos projetuais, dentro de suas possíveis racionalizações e reflexões. 5

6 Dentre os autores que dialogam com o tema relacionado à metodologia do design encontrase Bürdek (2006), que discute suas origens, orientações e evoluções históricas. O ponto chave de seus apontamentos está nos anos 60 quando, onde, por influência das pesquisas aeroespaciais, houve uma primeira divisão de fases do processo de projeto (proposta por Horst Rittel). Os passos propostos formam posteriormente desenvolvidos e detalhados por outros autores, se constituindo em seis pontos: a. Compreensão e definição do objetivo (ou missão). b. Coleta de informações sobre o contexto objetivado. c. Análise destas informações. d. Desenvolvimento de conceitos e alternativas visando o objetivo. e. Avaliação das alternativas encontradas. f. Teste e implementação da solução escolhida. Nesta concepção encontramos a base utilizada em grande parte do discurso de Bürdek (2006, p.256), que afirma existir uma estruturação hierárquica nos processos de um projeto, argumentando que o repertório metodológico a ser utilizado depende da complexidade do problema. Com uma visão menos abrangente, mas complementar, Argan (1993) argumenta que o projeto é algo contínuo e pode ser segmentado em várias camadas que, em dado momento, podem ser aprofundadas para esclarecimentos específicos de subcategorias de afinidades. Algumas destas camadas são citadas por ele, e podem ser ordenadas da seguinte forma: a. Conhecimento relativo ao existente: conhecimento histórico das experiências relacionadas ao objeto. b. Análise e crítica do existente: apreciação crítica do objeto existente, pois o projeto sempre vem em busca de mudar alguma realidade. c. Hipótese: é uma base de possibilidades viáveis subordinada à imaginação que estabelece a escolha de um dos caminhos dentro de tantas possibilidades do projeto. Em uma breve análise, observa-se que estas etapas estacionam no campo ideário ou no estado da arte e não na concretização do objeto, mas têm seu valor na medida em que fundamentam conceitualmente à materialização do projeto. Esta forma conceitual tem 6

7 familiaridade com o conceito que Iida (2005) nos traz, quando tem como objeto a pesquisa, em que o método se inicia com a proposição de uma hipótese (também chamada de pressuposto) a ser confirmada ou rejeitada ao final do processo. Munari (1998, p.10-11) apresenta de forma mais ordenada e aprofundada um método para projetar, explicando que o método é algo a ser utilizado na resolução de problemas. Diz que o método de projeto não é mais que uma série de operações necessárias, dispostas em ordem lógica, ditada pela experiência e tem por objetivo a racionalização de resultado e esforço. Ressalta ainda que o método de projeto, para o designer, não é absoluto nem definitivo; pode ser modificado caso ele encontre outros valores objetivos que melhorem o processo. Nesse contexto, o método é auxiliar no desenvolvimento do projeto, podendo ser alterado em caso de melhorias e ganhos. O ponto inicial da abordagem metodológica 7 apontada por Munari (1998) é a definição dos conceitos de problema e solução. Para ele, o início do projeto se dá a partir de um problema que é uma demanda por algo que possa ser realizado e a solução seria o atendimento a tal demanda ou a finalização do projeto. Entre estes dois pontos são colocadas doze fases, como mostrado a seguir: a. Problema: algo a ser resolvido. b. Definição do problema: caracterização do problema a ser resolvido em vista de um determinado tipo de solução. c. Componentes do problema: subdivisão do problema em vários subproblemas, para melhor conhecimento do mesmo. d. Coleta de dados: coleta abrangente de dados relativos ao problema. e. Análise de dados: análise sistemática dos dados coletados. f. Criatividade: geração de proposições para solução do problema. g. Materiais e tecnologias: pesquisa de materiais e tecnologias disponíveis à realização do projeto. 7 Utilizaremos abordagem metodológica, acreditando que a palavra metodologia, usualmente empregada como sinônimo, é carregada de um significado de estudo sobre método; neste ponto, Munari faz menção à utilização de um método já existente, e não à sua concepção ou estudo. 7

8 h. Experimentações: busca de relações úteis entre materiais e instrumentos. i. Modelos: desenvolvimento de modelos para demonstração de possibilidades a serem empregadas no projeto. j. Verificação: validação de resultados. k. Desenho de construção: documentação técnica do projeto. l. Solução: materialização do objeto. Em algumas etapas, Munari abre a possibilidade de subdivisões, quantas forem necessárias, em etapas menores, para aferições e detalhamentos específicos. Trata-se de uma disposição seqüencial de fases bastante aprimorada e que pode ser reproduzida em diferentes contextos. Na sistematização sugerida por Löbach (2000) parte-se do princípio de que o processo de design é tanto uma ação criativa quanto uma técnica de solução de problemas. Neste sentido dividem-se quatro fases do projeto, com as indicações dialéticas entre o processo criativo e a solução de problemas: a. Fase de preparação / Análise do problema: conhecimento, coleta e análise de informações. b. Fase de geração / Alternativas do problema: escolha de métodos, produção de idéias e geração de alternativas. c. Fase de avaliação / Avaliação das alternativas do problema: exame de alternativas, seleção e avaliação. d. Fase de realização / Realização de solução do problema: desenvolvimento e reavaliação. De forma bastante simplificada, vê-se uma sucessão de operações mais abrangentes, em que a formatação para demandas individuais de projeto é facilitada devido à liberdade gerada pelo conceito das etapas. Por outro lado se faz necessária uma atividade de planejamento mais acentuada no projeto, pois não há a indicação de ações mais detalhadas que encontramos em outras abordagens aqui apresentadas. 5. Uma abordagem metodológica Após as formalizações conceituais do processo de projeto aqui apresentadas, pode-se indicar algumas convergências de sistematização. De forma geral, os autores relacionados 8

9 na seção anterior localizam momentos muito específicos nos processos, coincidindo em alguns dos momentos ou fases que um projeto acolhe. O marco inicial do procedimento metodológico aferido se origina sob a necessidade de definição do objeto a ser projetado. Em seguida existe uma seqüência de ações que visam o conhecimento a respeito das características deste objeto, finalizando em seu desenvolvimento e validação. Partindo desta análise é possível esboçar uma macro sistematização de três etapas principais da seguinte forma: a. Delimitação do objeto: Delimitação ampla da área em que se encontra o objeto a ser desenvolvido. Dentro de uma grande quantidade de possibilidades, é necessário focar o objetivo sob o contexto de realização. Por exemplo, se for o desenvolvimento de um carro, pode-se estimar qual tipo de carro, dentro das possibilidades (passeio, utilitário, etc.), será o objeto focal. b. Conhecimento do objeto: Trata-se de uma etapa onde se adquire conhecimento a respeito do meio em que se insere o objeto. Inicia-se com coleta e análise de dados relevantes ao projeto e encerra-se com uma lista de requisitos que o projeto deverá seguir para alcançar seus objetivos formais, conceituais e funcionais. c. Desenvolvimento do objeto: Partindo-se do estudo relativo ao objeto e de uma lista de requisitos, resultante de uma pesquisa apurada sobre o objeto e os assuntos que o tangenciam, parte-se para a materialização do mesmo, com o background adquirido na etapa de conhecimento do objeto. Esta etapa contempla também a validação constante de soluções, visando à eficiência de resultados. Estas três etapas (Figura 1) não devem ser isoladas e sim interdependentes entre si para que o método não seja um agente de condicionamento e cerceamento da criatividade e para que haja maior comunicação entre os componentes do processo. Existe ainda a necessidade constante de reavaliação, conformação e retrocesso das fases sempre que se fizer preciso, seja pela descoberta de novas demandas desencadeadas pela pesquisa e produção, pela busca de melhores resultados ou ainda pelo resultado negativo de uma validação. 9

10 Figura 1 Macro processo metodológico: etapas se comunicam mutuamente. Tem-se então nesse macro processo apresentado um modelo ou abordagem metodológica, que pode ser empregado para projetos de naturezas distintas, desde que este seja mantido em nível médio de detalhamento, e que se mantenha uma proximidade entre a indicação de procedimentos e as ações executadas pelo projetista. Alguns dos autores consultados (BAXTER, 1998; BÜRDECK, 2006; LÖBACH, 2000; MUNARI, 1998) indicam a possibilidade da segmentação do processo de projeto em sub-etapas, que implica no detalhamento do macro processo apresentado em etapas menores, que também é válido nesta abordagem. Mostra-se a seguir uma possibilidade de detalhamento do processo metodológico global proposto, que se dá por meio da divisão das três fases em partes menores, a fim de se facilitar a compreensão e solução de problemas. Esta abordagem já foi utilizada e validada em contexto de uso 8 prático, mostrando-se viável e eficiente, e pode ser detalhada em outras sub-fases, caso o projeto demande. 8 O contexto de uso aqui mencionado se refere à utilização na disciplina Programação Visual 2, que aborda o tema design digital interativo, no curso de Desenho Industrial da Universidade de Brasília nos anos de 2004 a O objetivo da disciplina é aprimorar a capacidade projetual e metodológica do aluno, com abordagens que contemplem a prática profissional e sua contextualização em temas como atuação em equipe, compreensão do projeto e suas diferenças individuais, interdisciplinaridade, elaboração conceitual e formal etc., além de abordar a teoria e a prática de design para mídias digitais. 10

11 a) ) Delimitação do objeto Estudo de possibilidades, na ampla área em que se encontra o produto a ser desenvolvido, para segmentação do desenvolvimento. Geralmente se tem muitas possibilidades na escolha do objeto a ser projetado. Sendo assim, faz-se necessária a escolha de qual das possibilidades tem maior pertinência em sua realização, de acordo com o objetivo a ser cumprido. b) Conhecimento do objeto Coleta e análise de dados: coleta e análise de informações sobre o produto e o nicho em que se encontra, seja com o foco pontual ou tangencial [ex.: estudo bibliográfico, análise de produtos similares, análise ergonômica, pesquisa com usuário (qualitativa e/ou quantitativa), fundamentos de linguagem visual, estudo de materiais e tecnologia, etc.]. Conceituação: definição conceitual geral da linha estético-funcional, baseada em pesquisa de possibilidades. Definição do objeto: lista de requisitos necessários ao desenvolvimento do produto. c) Desenvolvimento do objeto Geração de alternativas: proposição de soluções que atendam às demandas específicas, em âmbitos específicos e globais, de acordo com a lista de requisitos. Seleção de alternativa: seleção da alternativa proposta que atenda a lista de requisitos do produto. Desenvolvimento de alternativa: desenvolvimento integral da alternativa selecionada. Adequação / validação: feitura de quaisquer alterações necessárias, detectadas por testes (geralmente realizados em ambiente real ou simulado de utilização). Fechamento / apresentação: Encerramento integral do produto e apresentação aos interessados. 11

12 Vale destacar que esta abordagem metodológica tem o foco voltado para o usuário, sendo de extrema importância envolvê-lo no processo para conhecer seus gostos, objetivos, preferências e características. Indica-se esta intervenção deste indivíduo em todas as macro fases. Pode-se definir sua participação na coleta de informações das características de uso dos objetos, na afinidade de resultados, na validação de possibilidades e na utilização dos objetos desenvolvidos. 6. Considerações finais Apresentam-se aqui modelos convergentes que possibilitaram o esboço de uma abordagem metodológica em planos macro e médio. O aprofundamento desta abordagem em um plano mais detalhado configuraria numa especificidade excessiva para a aplicação em processos de design diversos. Tal aprofundamento seria resultante de uma provável análise de caso de uso, e portanto fugiria dos objetivos deste estudo. Nota-se que o processo sistemático de desenvolvimento do design deve percorrer procedimentos lógicos que se baseiem na experiência prévia e na ponderação. Um dos aspectos relevantes na diferenciação de um projeto de design está em sua capacidade de comunicação lógica no processo produtivo, sendo um fator indispensável em modelos metodológicos. Longe da intenção de se encerrar o assunto, espera-se que a explanação aqui ocorrida tenha deliberado positivamente a respeito de possibilidades de diversidade metodológica. Uma ressalva importante a se fazer é que o método não deve ser caracterizado por enrijecer a concepção de produtos, tampouco por mecanizar seus resultados. A abordagem aqui apresentada deve ser visualizada como colaboradora do processo criativo de concepção de objeto, podendo ser conformada, rearranjada e modificada de acordo com cada nova demanda que vise a sua melhoria, sob a ótica do bom-senso. 12

13 7. Bibliografia ARGAN, Giulio Carlo. A história na metodologia do projeto. In: Revista Caramelo. São Paulo: FAU/USP, n.6, p BAXTER, Mike. Projeto de produto: guia prático para o desenvolvimento de novos produtos. São Paulo: Edgard Blücher, BÜRDECK, Bernhar E.. Design: história, teoria e prática do design de produtos. São Paulo: Edgard Blücher, COELHO, Luiz Antonio L.. Percebendo o método. In: COUTO, Rita Maria de Souza; OLIVEIRA, Alfreso Jéferson de (orgs.). Formas do design: Por uma metodologia interdisciplinar. Rio de Janeiro: PUC-RIO & 2AB, p COZBY, Paul C.. Métodos de pesquisa em ciências do comportamento. São Paulo: Atlas, DENIS, Rafael Cardoso. Uma Introdução à história do design. São Paulo: Edgard Blücher, IIDA, Itiro. Ergonomia: projeto e produção. São Paulo: Edgard Blücher, LÖBACH, Bernd. Design industrial: bases para configuração dos produtos industriais. São Paulo: Edgard Blücher, MUNARI, Bruno. Das coisas nascem coisas. São Paulo: Martins Fontes, PEDRO, Demo. Metodologia Científica em Ciências Sociais. São Paulo: Atlas, Ravi Passos Mestre em Design Universidade Anhembi Morumbi; Especialista em Arte, Educação e Tecnologias Contemporâneas Universidade de Brasília/UnB; bacharel em Desenho Industrial com habilitação em Programação Visual UnB. Atua em projetos comerciais e na docência de nível superior, com ênfase em design digital interativo.

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