Percursos do projeto de design

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Percursos do projeto de design"

Transcrição

1 Percursos do projeto de design Ravi Passos Mestre em Design Universidade Anhembi Morumbi Resumo Este trabalho tem como objetivo uma análise de métodos empregados no projeto de design. A partir da revisão literária, procura-se mostrar o percurso do processo de design, pontuando etapas e características que colaborem para o desenvolvimento de objetos. As questões aqui apresentadas são relativas à estruturação ordenada dos procedimentos que dão escopo a um projeto, discutindo-se algumas possibilidades de organização sistemática deste percurso, de forma multilinear e modular. Como resultado tem-se o aferimento de algumas características colocadas por alguns autores com maior ênfase ou que apareçam homogeneamente em seus discursos a fim de se sistematizar um macro processo, e assim, indicar-se uma possibilidade de abordagem metodológica. Palavras-chave: projeto, design, método.

2 1. Introdução A atividade de fazer design tem estreita relação com a noção de projeto, assim como uma grande proximidade com a racionalização dos objetos 1 em prol do coletivo social. Tal afirmativa é sustentada pela definição proposta por Denis (2000, p ) de que o design é uma atividade que gera projetos, no sentido objetivo de planos, esboços ou modelos ; assim como em toda a bibliografia utilizada para este trabalho (BAXTER, 1998; BÜRDECK, 2006; LÖBACH, 2000; MUNARI, 1998). Neste sentido pode-se aferir ao processo de design, contemplado pela atividade corrente de profissionais e docentes da área, uma forte sustentação em procedimentos seqüenciais ordenados pelo bom-senso e pelas necessidades de resolução de problemas: o método. O processo de projeto de artefatos é usualmente condicionado pelo método, seja ele sistemático ou subjetivo. O design baseado em método é amplamente discutido e merece atenção, pois é a base fundamental para a produção industrial contemporânea, e responsável pelos produtos que circundam o cotidiano das pessoas. É a partir do design que se proporciona a resolução de problemas de configuração do meio social, sendo ele o grande responsável pela diferenciação competitiva entre os produtos no mercado. O processo de desenvolvimento de artefatos, materiais ou imateriais, pode ser racionalizado de forma sistemática a fim de se obter melhores resultados qualitativos e/ou quantitativos. Baseado na literatura, este trabalho busca a essência morfológica do processo de design e pretende fazer o isolamento de uma seqüência de procedimentos que sistematizem uma macro2 abordagem metodológica do projeto, a ser aplicada em processos de design 1 Utiliza-se o termo objeto referenciando não somente artefatos tridimensionais, mas todo e qualquer artefato, material ou virtual, que tenha uma interface com um usuário. 2 Utilizam-se as palavras macro, médio e micro como adjetivos relativos ao grau de aprofundamento da abordagem metodológica aqui proposta. 2

3 diversos. Espera-se que este estudo colabore com a difusão de modelos metodológicos efetivos, seja pela explanação sobre o assunto sustentada em teóricos importantes, seja pelos resultados alcançados com a proposta de modelagem metodológica em forma de instrumento de trabalho. 2. Contextualização No período pós-segunda guerra mundial iniciou-se a configuração de um novo cenário econômico-industrial que teve forte influência no diálogo entre a indústria e o design. A nova concorrência internacional e a economia de mercado 3 estimularam a produção baseada no design integrados a preceitos científicos. Surgia a necessidade da prática de métodos baseados na racionalização do projeto e da produção, distanciados dos aspectos referentes às manufaturas, como suas configurações subjetivas e emocionais (BÜRDEK, 2006). Este momento histórico incorporou nova roupagem para o segmento do design, formalizada pela escola de ULM, sucessora da Bauhaus, onde a complexidade e quantidade de informação necessária à resolução dos problemas no projeto eram maiores. O designer ficou responsável pela elaboração do plano conceitual do projeto e pela legislação de sua produção, dissociando-se assim do plano de execução material do projeto. Tal conceito de sistematização procedimental é amplamente utilizado como parâmetro metodológico na concepção de produtos industriais, porém não é a única forma de se projetar. Resiste até os tempos de hoje uma forma mais artesã do projetar que, de certa forma, atende com maior eficiência às características e peculiaridades individuais de projetos que demandem menor complexidade ou a necessidade de distinção conceitual à qual a sistematização possa remeter. Esta forma mais voltada para a intuição empírica ou 3 O termo economia de mercado faz menção ao mercado econômico livre de intervenções governamentais, onde os agentes econômicos atuam de forma independente, e pautada na concorrência do mercado globalizado. 3

4 artística, mais centrada na autoria do projetista, também traz resultados qualitativos que atendem a demandas específicas, além de diminuir a negligência aos aspectos sociais de configuração 4, se caracterizando principalmente pelo domínio integral do projeto, desde a concepção, até a corporificação do objeto. Existe demanda para cada uma das formas de projeto, seja orientada por procedimentos sistemáticos ou intuitivos, bem como para abordagens de compartilhamento entre estas duas possibilidades metodológicas. A indústria, amparada pela tecnologia, tem se apropriado das características intrínsecas ao projeto que possuem aspectos de manufaturas para agregar aos seus produtos valores individuais de nicho social. Os irmãos Campana 5, por exemplo, têm uma forma de projetar muito particular, que em certos momentos apropriase de características vernaculares e da reutilização de materiais na composição de seus objetos. Como substrato, a indústria adapta seus produtos aos meios de produção em massa, agregando aos objetos valores particulares oriundos de suas bases metodológicoprojetuais Diálogos entre projeto, método e objeto O termo projeto faz referência à execução ou concretização de algo. Faz menção à materialização de uma idéia em um objeto que, por sua vez, também pode estar no plano do pensamento, como por exemplo, uma nova idéia. Neste percurso entre a idéia e o algo realizado, aqui indicado pelo termo objeto, geralmente utiliza-se de um método. O método 4 Löbach (2000) argumenta que as negligências de aspectos individuais de configuração ocorrem devido à necessidade de configuração simplificada da produção industrial. Racionalizar e economizar em materiais e processos é fundamental em um sistema que vise o lucro. 5 Os irmãos Fernando e Humberto Campana têm seu trabalho de design notoriamente conhecido no Brasil e no exterior. Seus trabalhos são marcados por uma forma de projeto bastante particular, e podem ser vistos no site <www.campanas.com.br> Acesso: 09/04/ Argumentação baseada em citação feita pelos irmãos Campana no I Seminário Internacional Brasil- Itália: Percursos do Design, Brasília,

5 se faz presente quando este percurso é embasado em algum tipo de replicação de procedimentos ou nas utilizações de ações já realizadas por outros, sejam elas no mesmo contexto ou não, para a efetivação deste objeto. Iida (2005) aponta nesta direção indicando o método como procedimento ou caminho que estabelece relação entre causa e efeito. Quando não há a utilização de planos pré-existentes, diz-se que o percurso é baseado em empirismo, subjetividade e risco. Porém, após a finalização das ações que derivaram em um objeto, podemos sistematizar seu percurso em etapas, aglutinando-as em ações concatenadas que caracterizam-se em uma nova abordagem metodológica, pontuada por lógica, objetividade e segurança. Argan (1993) acredita que projetar é uma ação contínua e que essa ação deixa traços para que tenha significado em si mesma e para que tenha valor em sua realização: tais traços são os próprios objetos. Assim exemplifica que uma casa que foi projetada é um objeto, assim como uma mesa que foi projetada é um objeto. Nesta noção de objeto está inserido o sujeito, como indivíduo que pensa o próprio objeto, estabelecendo-se assim uma relação dialética entre indivíduo e objeto. Discurso análogo entre objeto e indivíduo pode ser contemplado por Löbach (2000) que mostra o processo de design como configurador do ambiente objetual, atuando de acordo com as necessidades e aspirações do homem. Estas necessidades têm suas origens em carências e visam mudanças de estados não desejados; já as aspirações surgem da satisfação em realizar idéias; mas ambas se alcançam pela realização dos objetos. 4. Sistematizações possíveis Em busca da essência morfológica do processo de projeto, foram colhidas algumas possibilidades de sistematizações metodológicas. A seguir colocam-se de forma sintética, algumas proposições e valores que circundam os processos metodológicos projetuais, dentro de suas possíveis racionalizações e reflexões. 5

6 Dentre os autores que dialogam com o tema relacionado à metodologia do design encontrase Bürdek (2006), que discute suas origens, orientações e evoluções históricas. O ponto chave de seus apontamentos está nos anos 60 quando, onde, por influência das pesquisas aeroespaciais, houve uma primeira divisão de fases do processo de projeto (proposta por Horst Rittel). Os passos propostos formam posteriormente desenvolvidos e detalhados por outros autores, se constituindo em seis pontos: a. Compreensão e definição do objetivo (ou missão). b. Coleta de informações sobre o contexto objetivado. c. Análise destas informações. d. Desenvolvimento de conceitos e alternativas visando o objetivo. e. Avaliação das alternativas encontradas. f. Teste e implementação da solução escolhida. Nesta concepção encontramos a base utilizada em grande parte do discurso de Bürdek (2006, p.256), que afirma existir uma estruturação hierárquica nos processos de um projeto, argumentando que o repertório metodológico a ser utilizado depende da complexidade do problema. Com uma visão menos abrangente, mas complementar, Argan (1993) argumenta que o projeto é algo contínuo e pode ser segmentado em várias camadas que, em dado momento, podem ser aprofundadas para esclarecimentos específicos de subcategorias de afinidades. Algumas destas camadas são citadas por ele, e podem ser ordenadas da seguinte forma: a. Conhecimento relativo ao existente: conhecimento histórico das experiências relacionadas ao objeto. b. Análise e crítica do existente: apreciação crítica do objeto existente, pois o projeto sempre vem em busca de mudar alguma realidade. c. Hipótese: é uma base de possibilidades viáveis subordinada à imaginação que estabelece a escolha de um dos caminhos dentro de tantas possibilidades do projeto. Em uma breve análise, observa-se que estas etapas estacionam no campo ideário ou no estado da arte e não na concretização do objeto, mas têm seu valor na medida em que fundamentam conceitualmente à materialização do projeto. Esta forma conceitual tem 6

7 familiaridade com o conceito que Iida (2005) nos traz, quando tem como objeto a pesquisa, em que o método se inicia com a proposição de uma hipótese (também chamada de pressuposto) a ser confirmada ou rejeitada ao final do processo. Munari (1998, p.10-11) apresenta de forma mais ordenada e aprofundada um método para projetar, explicando que o método é algo a ser utilizado na resolução de problemas. Diz que o método de projeto não é mais que uma série de operações necessárias, dispostas em ordem lógica, ditada pela experiência e tem por objetivo a racionalização de resultado e esforço. Ressalta ainda que o método de projeto, para o designer, não é absoluto nem definitivo; pode ser modificado caso ele encontre outros valores objetivos que melhorem o processo. Nesse contexto, o método é auxiliar no desenvolvimento do projeto, podendo ser alterado em caso de melhorias e ganhos. O ponto inicial da abordagem metodológica 7 apontada por Munari (1998) é a definição dos conceitos de problema e solução. Para ele, o início do projeto se dá a partir de um problema que é uma demanda por algo que possa ser realizado e a solução seria o atendimento a tal demanda ou a finalização do projeto. Entre estes dois pontos são colocadas doze fases, como mostrado a seguir: a. Problema: algo a ser resolvido. b. Definição do problema: caracterização do problema a ser resolvido em vista de um determinado tipo de solução. c. Componentes do problema: subdivisão do problema em vários subproblemas, para melhor conhecimento do mesmo. d. Coleta de dados: coleta abrangente de dados relativos ao problema. e. Análise de dados: análise sistemática dos dados coletados. f. Criatividade: geração de proposições para solução do problema. g. Materiais e tecnologias: pesquisa de materiais e tecnologias disponíveis à realização do projeto. 7 Utilizaremos abordagem metodológica, acreditando que a palavra metodologia, usualmente empregada como sinônimo, é carregada de um significado de estudo sobre método; neste ponto, Munari faz menção à utilização de um método já existente, e não à sua concepção ou estudo. 7

8 h. Experimentações: busca de relações úteis entre materiais e instrumentos. i. Modelos: desenvolvimento de modelos para demonstração de possibilidades a serem empregadas no projeto. j. Verificação: validação de resultados. k. Desenho de construção: documentação técnica do projeto. l. Solução: materialização do objeto. Em algumas etapas, Munari abre a possibilidade de subdivisões, quantas forem necessárias, em etapas menores, para aferições e detalhamentos específicos. Trata-se de uma disposição seqüencial de fases bastante aprimorada e que pode ser reproduzida em diferentes contextos. Na sistematização sugerida por Löbach (2000) parte-se do princípio de que o processo de design é tanto uma ação criativa quanto uma técnica de solução de problemas. Neste sentido dividem-se quatro fases do projeto, com as indicações dialéticas entre o processo criativo e a solução de problemas: a. Fase de preparação / Análise do problema: conhecimento, coleta e análise de informações. b. Fase de geração / Alternativas do problema: escolha de métodos, produção de idéias e geração de alternativas. c. Fase de avaliação / Avaliação das alternativas do problema: exame de alternativas, seleção e avaliação. d. Fase de realização / Realização de solução do problema: desenvolvimento e reavaliação. De forma bastante simplificada, vê-se uma sucessão de operações mais abrangentes, em que a formatação para demandas individuais de projeto é facilitada devido à liberdade gerada pelo conceito das etapas. Por outro lado se faz necessária uma atividade de planejamento mais acentuada no projeto, pois não há a indicação de ações mais detalhadas que encontramos em outras abordagens aqui apresentadas. 5. Uma abordagem metodológica Após as formalizações conceituais do processo de projeto aqui apresentadas, pode-se indicar algumas convergências de sistematização. De forma geral, os autores relacionados 8

9 na seção anterior localizam momentos muito específicos nos processos, coincidindo em alguns dos momentos ou fases que um projeto acolhe. O marco inicial do procedimento metodológico aferido se origina sob a necessidade de definição do objeto a ser projetado. Em seguida existe uma seqüência de ações que visam o conhecimento a respeito das características deste objeto, finalizando em seu desenvolvimento e validação. Partindo desta análise é possível esboçar uma macro sistematização de três etapas principais da seguinte forma: a. Delimitação do objeto: Delimitação ampla da área em que se encontra o objeto a ser desenvolvido. Dentro de uma grande quantidade de possibilidades, é necessário focar o objetivo sob o contexto de realização. Por exemplo, se for o desenvolvimento de um carro, pode-se estimar qual tipo de carro, dentro das possibilidades (passeio, utilitário, etc.), será o objeto focal. b. Conhecimento do objeto: Trata-se de uma etapa onde se adquire conhecimento a respeito do meio em que se insere o objeto. Inicia-se com coleta e análise de dados relevantes ao projeto e encerra-se com uma lista de requisitos que o projeto deverá seguir para alcançar seus objetivos formais, conceituais e funcionais. c. Desenvolvimento do objeto: Partindo-se do estudo relativo ao objeto e de uma lista de requisitos, resultante de uma pesquisa apurada sobre o objeto e os assuntos que o tangenciam, parte-se para a materialização do mesmo, com o background adquirido na etapa de conhecimento do objeto. Esta etapa contempla também a validação constante de soluções, visando à eficiência de resultados. Estas três etapas (Figura 1) não devem ser isoladas e sim interdependentes entre si para que o método não seja um agente de condicionamento e cerceamento da criatividade e para que haja maior comunicação entre os componentes do processo. Existe ainda a necessidade constante de reavaliação, conformação e retrocesso das fases sempre que se fizer preciso, seja pela descoberta de novas demandas desencadeadas pela pesquisa e produção, pela busca de melhores resultados ou ainda pelo resultado negativo de uma validação. 9

10 Figura 1 Macro processo metodológico: etapas se comunicam mutuamente. Tem-se então nesse macro processo apresentado um modelo ou abordagem metodológica, que pode ser empregado para projetos de naturezas distintas, desde que este seja mantido em nível médio de detalhamento, e que se mantenha uma proximidade entre a indicação de procedimentos e as ações executadas pelo projetista. Alguns dos autores consultados (BAXTER, 1998; BÜRDECK, 2006; LÖBACH, 2000; MUNARI, 1998) indicam a possibilidade da segmentação do processo de projeto em sub-etapas, que implica no detalhamento do macro processo apresentado em etapas menores, que também é válido nesta abordagem. Mostra-se a seguir uma possibilidade de detalhamento do processo metodológico global proposto, que se dá por meio da divisão das três fases em partes menores, a fim de se facilitar a compreensão e solução de problemas. Esta abordagem já foi utilizada e validada em contexto de uso 8 prático, mostrando-se viável e eficiente, e pode ser detalhada em outras sub-fases, caso o projeto demande. 8 O contexto de uso aqui mencionado se refere à utilização na disciplina Programação Visual 2, que aborda o tema design digital interativo, no curso de Desenho Industrial da Universidade de Brasília nos anos de 2004 a O objetivo da disciplina é aprimorar a capacidade projetual e metodológica do aluno, com abordagens que contemplem a prática profissional e sua contextualização em temas como atuação em equipe, compreensão do projeto e suas diferenças individuais, interdisciplinaridade, elaboração conceitual e formal etc., além de abordar a teoria e a prática de design para mídias digitais. 10

11 a) ) Delimitação do objeto Estudo de possibilidades, na ampla área em que se encontra o produto a ser desenvolvido, para segmentação do desenvolvimento. Geralmente se tem muitas possibilidades na escolha do objeto a ser projetado. Sendo assim, faz-se necessária a escolha de qual das possibilidades tem maior pertinência em sua realização, de acordo com o objetivo a ser cumprido. b) Conhecimento do objeto Coleta e análise de dados: coleta e análise de informações sobre o produto e o nicho em que se encontra, seja com o foco pontual ou tangencial [ex.: estudo bibliográfico, análise de produtos similares, análise ergonômica, pesquisa com usuário (qualitativa e/ou quantitativa), fundamentos de linguagem visual, estudo de materiais e tecnologia, etc.]. Conceituação: definição conceitual geral da linha estético-funcional, baseada em pesquisa de possibilidades. Definição do objeto: lista de requisitos necessários ao desenvolvimento do produto. c) Desenvolvimento do objeto Geração de alternativas: proposição de soluções que atendam às demandas específicas, em âmbitos específicos e globais, de acordo com a lista de requisitos. Seleção de alternativa: seleção da alternativa proposta que atenda a lista de requisitos do produto. Desenvolvimento de alternativa: desenvolvimento integral da alternativa selecionada. Adequação / validação: feitura de quaisquer alterações necessárias, detectadas por testes (geralmente realizados em ambiente real ou simulado de utilização). Fechamento / apresentação: Encerramento integral do produto e apresentação aos interessados. 11

12 Vale destacar que esta abordagem metodológica tem o foco voltado para o usuário, sendo de extrema importância envolvê-lo no processo para conhecer seus gostos, objetivos, preferências e características. Indica-se esta intervenção deste indivíduo em todas as macro fases. Pode-se definir sua participação na coleta de informações das características de uso dos objetos, na afinidade de resultados, na validação de possibilidades e na utilização dos objetos desenvolvidos. 6. Considerações finais Apresentam-se aqui modelos convergentes que possibilitaram o esboço de uma abordagem metodológica em planos macro e médio. O aprofundamento desta abordagem em um plano mais detalhado configuraria numa especificidade excessiva para a aplicação em processos de design diversos. Tal aprofundamento seria resultante de uma provável análise de caso de uso, e portanto fugiria dos objetivos deste estudo. Nota-se que o processo sistemático de desenvolvimento do design deve percorrer procedimentos lógicos que se baseiem na experiência prévia e na ponderação. Um dos aspectos relevantes na diferenciação de um projeto de design está em sua capacidade de comunicação lógica no processo produtivo, sendo um fator indispensável em modelos metodológicos. Longe da intenção de se encerrar o assunto, espera-se que a explanação aqui ocorrida tenha deliberado positivamente a respeito de possibilidades de diversidade metodológica. Uma ressalva importante a se fazer é que o método não deve ser caracterizado por enrijecer a concepção de produtos, tampouco por mecanizar seus resultados. A abordagem aqui apresentada deve ser visualizada como colaboradora do processo criativo de concepção de objeto, podendo ser conformada, rearranjada e modificada de acordo com cada nova demanda que vise a sua melhoria, sob a ótica do bom-senso. 12

13 7. Bibliografia ARGAN, Giulio Carlo. A história na metodologia do projeto. In: Revista Caramelo. São Paulo: FAU/USP, n.6, p BAXTER, Mike. Projeto de produto: guia prático para o desenvolvimento de novos produtos. São Paulo: Edgard Blücher, BÜRDECK, Bernhar E.. Design: história, teoria e prática do design de produtos. São Paulo: Edgard Blücher, COELHO, Luiz Antonio L.. Percebendo o método. In: COUTO, Rita Maria de Souza; OLIVEIRA, Alfreso Jéferson de (orgs.). Formas do design: Por uma metodologia interdisciplinar. Rio de Janeiro: PUC-RIO & 2AB, p COZBY, Paul C.. Métodos de pesquisa em ciências do comportamento. São Paulo: Atlas, DENIS, Rafael Cardoso. Uma Introdução à história do design. São Paulo: Edgard Blücher, IIDA, Itiro. Ergonomia: projeto e produção. São Paulo: Edgard Blücher, LÖBACH, Bernd. Design industrial: bases para configuração dos produtos industriais. São Paulo: Edgard Blücher, MUNARI, Bruno. Das coisas nascem coisas. São Paulo: Martins Fontes, PEDRO, Demo. Metodologia Científica em Ciências Sociais. São Paulo: Atlas, Ravi Passos Mestre em Design Universidade Anhembi Morumbi; Especialista em Arte, Educação e Tecnologias Contemporâneas Universidade de Brasília/UnB; bacharel em Desenho Industrial com habilitação em Programação Visual UnB. Atua em projetos comerciais e na docência de nível superior, com ênfase em design digital interativo.

Trabalho de Conclusão de Curso - TCC - Bacharelado Interdisciplinar em Ciências Humanas

Trabalho de Conclusão de Curso - TCC - Bacharelado Interdisciplinar em Ciências Humanas Trabalho de Conclusão de Curso - TCC - Bacharelado Interdisciplinar em Ciências Humanas 1. O que é o TCC? O O TCC é uma atividade de síntese e integração de conhecimentos adquiridos ao longo do curso,

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

Sistematização: como elaborar um Sumário Executivo? O público, os usos. A linguagem e a estética. Programa de Avaliação Econômica de Projetos Sociais

Sistematização: como elaborar um Sumário Executivo? O público, os usos. A linguagem e a estética. Programa de Avaliação Econômica de Projetos Sociais Sistematização: como elaborar um Sumário Executivo? Programa de Avaliação Econômica de Projetos Sociais Este texto visa a registrar as principais diretrizes dos Sumários Executivos do Programa de Avaliação

Leia mais

PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA ESCOLA

PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA ESCOLA PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA ESCOLA O que é o Projeto de Intervenção Pedagógica? O significado de projeto encontrado comumente nos dicionários da Língua Portuguesa está associado a plano de realizar,

Leia mais

Utilização de recursos pedagógicos de ambientes virtuais como complemento para atividades presenciais no ensino superior. Sanmya Feitosa Tajra

Utilização de recursos pedagógicos de ambientes virtuais como complemento para atividades presenciais no ensino superior. Sanmya Feitosa Tajra Utilização de recursos pedagógicos de ambientes virtuais como complemento para atividades presenciais no ensino superior Sanmya Feitosa Tajra Mestre em Educação (Currículo)/PUC-SP Professora de Novas Tecnologias

Leia mais

AUXÍLIO FINANCEIRO A CURSOS PROJETO DE PESQUISA APLICADA SUMÁRIO

AUXÍLIO FINANCEIRO A CURSOS PROJETO DE PESQUISA APLICADA SUMÁRIO 1 AUÍLIO FINANCEIRO A CURSOS PROJETO DE PESQUISA APLICADA SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 2 2 O QUE É UM PROJETO?... 2 2.1 PROJETO DE PESQUISA... 2 3 CLASSIFICAÇÃO DAS PESQUISAS... 4 4 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM DESIGN GRÁFICO 514502 INTRODUÇÃO AO DESIGN Conceituação e história do desenvolvimento do Design e sua influência nas sociedades contemporâneas no

Leia mais

ENADE Publicidade e propaganda: uma análise da tipologia de questões dos ciclos 2006, 2009 e 2012 1.

ENADE Publicidade e propaganda: uma análise da tipologia de questões dos ciclos 2006, 2009 e 2012 1. ENADE Publicidade e propaganda: uma análise da tipologia de questões dos ciclos 2006, 2009 e 2012 1. Profa Dra Nanci Maziero Trevisan 2 Professora e pesquisadora da Universidade Anhanguera de Santo André

Leia mais

NORMAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS 2013

NORMAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS 2013 NORMAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS 2013 Jaciara-MT 2013 REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO FORMATO Os trabalhos acadêmicos devem ser em conformidade com os apontamentos a seguir. Papel branco, Formato A4 (21

Leia mais

2 O curso de Design na PUC-Rio

2 O curso de Design na PUC-Rio 2 O curso de Design na PUC-Rio Devido à inserção do autor desta pesquisa no Departamento de Artes & Design da PUC-Rio como professor de diversas disciplinas do curso de graduação em Design, supervisor

Leia mais

INSTRUMENTOS DE PLANEJAMENTO: PLANOS, PROGRAMAS E PROJETOS

INSTRUMENTOS DE PLANEJAMENTO: PLANOS, PROGRAMAS E PROJETOS CURSO PÓS-GRADUAP GRADUAÇÃO EM GESTÃO SOCIAL DE POLÍTICAS PÚBLICASP DISCIPLINA: Monitoramento, informação e avaliação de políticas sociais INSTRUMENTOS DE PLANEJAMENTO: PLANOS, PROGRAMAS E PROJETOS Janice

Leia mais

Investigação da biônica como técnica criativa para problemas em design de produtos

Investigação da biônica como técnica criativa para problemas em design de produtos Investigação da biônica como técnica criativa para problemas em design de produtos Bionic investigation as a creative technique for problems in product design Age, Mônica Juergens; Acadêmica do curso de

Leia mais

ALESSANDRO RODRIGO FRANCO FERNANDO MARTINS RAFAEL ALMEIDA DE OLIVEIRA

ALESSANDRO RODRIGO FRANCO FERNANDO MARTINS RAFAEL ALMEIDA DE OLIVEIRA ALESSANDRO RODRIGO FRANCO FERNANDO MARTINS RAFAEL ALMEIDA DE OLIVEIRA INTRODUÇÃO O projeto de um banco de dados é realizado sob um processo sistemático denominado metodologia de projeto. O processo do

Leia mais

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO INTERDISCIPLINAR EM PATRIMÔNIO, DIREITOS CULTURAIS E CIDADANIA

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO INTERDISCIPLINAR EM PATRIMÔNIO, DIREITOS CULTURAIS E CIDADANIA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO NÚCLEO INTERDISCIPLINAR DE ESTUDOS E PESQUISAS EM DIREITOS HUMANOS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO INTERDISCIPLINAR

Leia mais

Disciplina: GESTÃO DE PROCESSOS E QUALIDADE Prof. Afonso Celso M. Madeira

Disciplina: GESTÃO DE PROCESSOS E QUALIDADE Prof. Afonso Celso M. Madeira Disciplina: GESTÃO DE PROCESSOS E QUALIDADE Prof. Afonso Celso M. Madeira 3º semestre CONCEITOS CONCEITOS Atividade Ação executada que tem por finalidade dar suporte aos objetivos da organização. Correspondem

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 JOGOS COMPUTACIONAIS E A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: CONTRIBUIÇÕES DAS PESQUISAS E DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS Regina Célia Grando Universidade São Francisco regina.grando@saofrancisco.edu.br Resumo: No presente

Leia mais

20 de junho de 2013.)

20 de junho de 2013.) 20 de junho de 2013.) Tecnologias Educacionais (G.E.N.T.E.) _ 2 _ > Rio de Janeiro 20 de junho de 2013 Proposta elaborada pelo IETS _Contextualização O projeto Ginásio Experimental de Novas Tecnologias

Leia mais

COMO DESENVOLVER UMA PESQUISA E COMO ELABORAR UM PROJETO DE PESQUISA?

COMO DESENVOLVER UMA PESQUISA E COMO ELABORAR UM PROJETO DE PESQUISA? COMO DESENVOLVER UMA PESQUISA E COMO ELABORAR UM PROJETO DE PESQUISA? Conhecimento: Conhecimento: nada mais é que a apreensão da realidade, de forma real ou imaginada. Entendendo realidade como aquilo

Leia mais

O trabalho de pesquisa é a procura de respostas para algum problema pela aplicação de métodos científicos.

O trabalho de pesquisa é a procura de respostas para algum problema pela aplicação de métodos científicos. 1 Manual de TCC O Trabalho de Conclusão de Curso, como o próprio nome indica, deve ser apresentado pelos alunos no final do curso de graduação. Trata-se de um estudo sobre um tema específico ligado a área

Leia mais

Faculdade de Engenharia de Presidente Prudente FEPP. Curso Superior de Tecnologia em Design de Interiores UNOESTE. E-mail: marcelomota@unoeste.

Faculdade de Engenharia de Presidente Prudente FEPP. Curso Superior de Tecnologia em Design de Interiores UNOESTE. E-mail: marcelomota@unoeste. 1032 MODELO CRIATIVO E AVALIAÇÃO NO DESIGN Marcelo José da Mota Faculdade de Engenharia de Presidente Prudente FEPP. Curso Superior de Tecnologia em Design de Interiores UNOESTE. E-mail: marcelomota@unoeste.br

Leia mais

O advento das mídias sociais digitais e o mercado de trabalho para o profissional de relações públicas

O advento das mídias sociais digitais e o mercado de trabalho para o profissional de relações públicas O advento das mídias sociais digitais e o mercado de trabalho para o profissional de relações públicas Julie Caroline de Alcântara Universidade do Sagrado Coração, Bauru/SP E-mail: juliealcantara.31@gmail.com

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO MESTRADO e DOUTORADO

EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO MESTRADO e DOUTORADO 1 MESTRADO: EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO MESTRADO e DOUTORADO A) DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS DAS LINHAS 1 e 2: Estudos Organizacionais e Sociedade e Marketing e Cadeias

Leia mais

As Etapas da Pesquisa D R. G U A N I S D E B A R R O S V I L E L A J U N I O R

As Etapas da Pesquisa D R. G U A N I S D E B A R R O S V I L E L A J U N I O R As Etapas da Pesquisa D R. G U A N I S D E B A R R O S V I L E L A J U N I O R INTRODUÇÃO A pesquisa é um procedimento reflexivo e crítico de busca de respostas para problemas ainda não solucionados. O

Leia mais

CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL. LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO

CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL. LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO A presente pesquisa aborda os conceitos de cultura e clima organizacional com o objetivo de destacar a relevância

Leia mais

Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2

Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2 Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2 Miriam Regina Xavier de Barros, PMP mxbarros@uol.com.br Agenda Bibliografia e Avaliação 1. Visão Geral sobre o PMI e o PMBOK 2. Introdução

Leia mais

AUDITORIA INTERNA DA ATLAS

AUDITORIA INTERNA DA ATLAS AUDITORIA INTERNA DA ATLAS A auditoria interna serve à administração como meio de identificação de que todos os processos internos e políticas definido pela ATLAS, assim como sistemas contábeis e de controle

Leia mais

MRedPN tt : Metodologia para Redesenho de Processos de Negócios com Transferência Tecnológica - Versão 1.1

MRedPN tt : Metodologia para Redesenho de Processos de Negócios com Transferência Tecnológica - Versão 1.1 MRedPN tt : Metodologia para Redesenho de Processos de Negócios com Transferência Tecnológica - Versão 1.1 Prof. Dr. Jorge Henrique Cabral Fernandes (jhcf@cic.unb.br) Departamento de Ciência da Computação

Leia mais

Desenvolvimento de Cadeira para Atividades Pedagógicas e de Reabilitação para Crianças com Deficiências Múltiplas

Desenvolvimento de Cadeira para Atividades Pedagógicas e de Reabilitação para Crianças com Deficiências Múltiplas Desenvolvimento de Cadeira para Atividades Pedagógicas e de Reabilitação para Crianças com Deficiências Múltiplas Mauro Erlei Schneider Martin, UniRitter mauromartin@uniritter.edu.br Gustavo Portella dos

Leia mais

ESPAÇOS CONCEITUAIS VIRTUAIS

ESPAÇOS CONCEITUAIS VIRTUAIS 1 ESPAÇOS CONCEITUAIS VIRTUAIS Uso de tecnologias computacionais como ferramentas auxiliares no processo projetual e de análise de espaços arquitetônicos e urbanos. Luciene Pessotti de Souza Departamento

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA N.º

TERMO DE REFERÊNCIA N.º MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA, ALFABETIZAÇÃO E DIVERSIDADE DIRETORIA DE EDUCAÇÃO INTEGRAL, DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA COORDENAÇÃO GERAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL TERMO DE REFERÊNCIA

Leia mais

CONSIDERAÇÕES SOBRE O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DO ESPORTE NA ESCOLA POR MEIO DE UM ESTUDO DE CASO

CONSIDERAÇÕES SOBRE O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DO ESPORTE NA ESCOLA POR MEIO DE UM ESTUDO DE CASO CONSIDERAÇÕES SOBRE O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DO ESPORTE NA ESCOLA POR MEIO DE UM ESTUDO DE CASO FINCK, Silvia Christina Madrid (UEPG) 1 TAQUES, Marcelo José (UEPG) 2 Considerações iniciais Sabemos

Leia mais

AUDITORIA DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS (Subestações de Alta e Extra Alta Tensão )

AUDITORIA DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS (Subestações de Alta e Extra Alta Tensão ) GMI/021 21 a 26 de Outubro de 2001 Campinas - São Paulo - Brasil GRUPO XII GESTÃO DA MANUTENÇÃO AUDITORIA DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS (Subestações de Alta e Extra Alta Tensão ) João Carlos Santos Schneider

Leia mais

Mostra de Projetos 2011 "UMA REFLEXÃO ACERCA DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES NO BAIRRO DO XARQUINHO, NO MUNICÍPIO DE GUARAPUAVA-PR"

Mostra de Projetos 2011 UMA REFLEXÃO ACERCA DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES NO BAIRRO DO XARQUINHO, NO MUNICÍPIO DE GUARAPUAVA-PR Mostra de Projetos 2011 "UMA REFLEXÃO ACERCA DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES NO BAIRRO DO XARQUINHO, NO MUNICÍPIO DE GUARAPUAVA-PR" Mostra Local de: Guarapuava Categoria do projeto: Projetos

Leia mais

PLANOS DE CONTINGÊNCIAS

PLANOS DE CONTINGÊNCIAS PLANOS DE CONTINGÊNCIAS ARAÚJO GOMES Capitão SC PMSC ARAÚJO GOMES defesacivilgomes@yahoo.com.br PLANO DE CONTINGÊNCIA O planejamento para emergências é complexo por suas características intrínsecas. Como

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA

ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE PÓS-GRADUAÇÃO EM SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA Atenção! Os

Leia mais

MASTER IN PROJECT MANAGEMENT

MASTER IN PROJECT MANAGEMENT MASTER IN PROJECT MANAGEMENT PROJETOS E COMUNICAÇÃO PROF. RICARDO SCHWACH MBA, PMP, COBIT, ITIL Atividade 1 Que modelos em gestão de projetos estão sendo adotados como referência nas organizações? Como

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO MESTRADO e DOUTORADO

EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO MESTRADO e DOUTORADO 1 EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO MESTRADO e DOUTORADO MESTRADO: A) DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS DAS LINHAS 1 e 2: Organizações e Estratégia e Empreendedorismo e Mercado

Leia mais

CURSO DE DESIGN DE MODA

CURSO DE DESIGN DE MODA 1 CURSO DE EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2011.1 BRUSQUE (SC) 2013 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 3 01 CRIATIVIDADE... 3 02 HISTÓRIA DA ARTE E DO DESIGN... 3 03 INTRODUÇÃO AO... 3 04 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO... 3

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS MISSÃO DO CURSO O Curso de Licenciatura em Artes Visuais busca formar profissionais habilitados para a produção, a pesquisa

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing PROJETO PEDAGÓGICO Curso de Graduação Tecnológica em Marketing Porto alegre, 2011 1 1. Objetivos do Curso O projeto do curso, através de sua estrutura curricular, está organizado em módulos, com certificações

Leia mais

Sugestão de Roteiro para Elaboração de Monografia de TCC

Sugestão de Roteiro para Elaboração de Monografia de TCC Sugestão de Roteiro para Elaboração de Monografia de TCC Sugerimos, para elaborar a monografia de TCC (Trabalho de Conclusão de Curso), que o aluno leia atentamente essas instruções. Fundamentalmente,

Leia mais

Projeto de Graduação 1 Prof. Fabiano Dorça. Metodologia Científica

Projeto de Graduação 1 Prof. Fabiano Dorça. Metodologia Científica Projeto de Graduação 1 Prof. Fabiano Dorça Metodologia Científica Metodologia Científica Conjunto de abordagens, técnicas e processos utilizados pela ciência para formular e resolver problemas de aquisição

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN 514502 INTRODUÇÃO AO DESIGN Conceituação e história do desenvolvimento do Design e sua influência nas sociedades contemporâneas no mundo e no Brasil.

Leia mais

Etapas para a elaboração de um Pré- Projeto de Pesquisa

Etapas para a elaboração de um Pré- Projeto de Pesquisa Etapas para a elaboração de um Pré- Projeto de Pesquisa Estrutura de um projeto de pesquisa: 1. TEMA E TÍTULO DO PROJETO 2. DELIMITAÇÃO DO PROBLEMA 3. INTRODUÇÃO 4. RELEVÂNCIA E JUSTIFICATIVA 5. OBJETIVOS

Leia mais

FINANÇAS EM PROJETOS DE TI

FINANÇAS EM PROJETOS DE TI FINANÇAS EM PROJETOS DE TI 2012 Material 1 Prof. Luiz Carlos Valeretto Jr. 1 E-mail valeretto@yahoo.com.br Objetivo Objetivos desta disciplina são: reconhecer as bases da administração financeira das empresas,

Leia mais

ELABORAÇÃO DO PLANO DE TRABALHO

ELABORAÇÃO DO PLANO DE TRABALHO CAPÍTULO 02 ELABORAÇÃO DO PLANO DE TRABALHO Simplificação Administrativa Planejamento da Simplificação Pré-requisitos da Simplificação Administrativa Elaboração do Plano de Trabalho Mapeamento Mapeamento

Leia mais

RELATÓRIO TREINAMENTO ADP 2013 ETAPA 01: PLANEJAMENTO

RELATÓRIO TREINAMENTO ADP 2013 ETAPA 01: PLANEJAMENTO RELATÓRIO TREINAMENTO ADP 2013 ETAPA 01: PLANEJAMENTO 1. Apresentação geral Entre os dias 15 e 18 de Abril de 2013 foram realizados encontros de quatro horas com os servidores e supervisores da Faculdade

Leia mais

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS GESTÃO POR COMPETÊNCIAS STM ANALISTA/2010 ( C ) Conforme legislação específica aplicada à administração pública federal, gestão por competência e gestão da capacitação são equivalentes. Lei 5.707/2006

Leia mais

PESQUISA QUANTITATIVA e QUALITATIVA

PESQUISA QUANTITATIVA e QUALITATIVA universidade de Santa Cruz do Sul Faculdade de Serviço Social Pesquisa em Serviço Social I I PESQUISA QUANTITATIVA e QUALITATIVA BIBLIOGRAFIA: MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de

Leia mais

ORIENTAÇÕES SOBRE O PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA ESCOLA - 2008

ORIENTAÇÕES SOBRE O PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA ESCOLA - 2008 SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE POLÍTICAS E PROGRAMAS EDUCACIONAIS PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL Orientação nº 02/2008 PDE/SEED Curitiba, 27 de maio

Leia mais

A Computação e as Classificações da Ciência

A Computação e as Classificações da Ciência A Computação e as Classificações da Ciência Ricardo de Almeida Falbo Metodologia de Pesquisa Departamento de Informática Universidade Federal do Espírito Santo Agenda Classificações da Ciência A Computação

Leia mais

UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA

UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA Quando focalizamos o termo a distância, a característica da não presencialidade dos sujeitos, num mesmo espaço físico e ao mesmo tempo, coloca se como um

Leia mais

F.1 Gerenciamento da integração do projeto

F.1 Gerenciamento da integração do projeto Transcrição do Anexo F do PMBOK 4ª Edição Resumo das Áreas de Conhecimento em Gerenciamento de Projetos F.1 Gerenciamento da integração do projeto O gerenciamento da integração do projeto inclui os processos

Leia mais

NORMAS TÉCNICAS PARA A ELABORAÇÃO DE TRABALHOS CIENTÍFICOS FACULDADE LUTERANA SÃO MARCOS

NORMAS TÉCNICAS PARA A ELABORAÇÃO DE TRABALHOS CIENTÍFICOS FACULDADE LUTERANA SÃO MARCOS NORMAS TÉCNICAS PARA A ELABORAÇÃO DE TRABALHOS CIENTÍFICOS FACULDADE LUTERANA SÃO MARCOS Núcleo Docente Estruturante Prof. Álvaro Antônio Dal Molin Flores Prof. Carlos André Junqueira Prof. Cilane da Rosa

Leia mais

Obtenção de regras de associação sobre compras governamentais: Um estudo de caso 1

Obtenção de regras de associação sobre compras governamentais: Um estudo de caso 1 Obtenção de regras de associação sobre compras governamentais: Um estudo de caso 1 Keila Michelly Bispo da Silva 2, Starlone Oliverio Passos 3,Wesley Vaz 4 Resumo: O processo de compras governamentais

Leia mais

Trabalho interdisciplinar e atividade extensionista na UEPG: o projeto Portal Comunitário

Trabalho interdisciplinar e atividade extensionista na UEPG: o projeto Portal Comunitário Trabalho interdisciplinar e atividade extensionista na UEPG: o projeto Portal Comunitário SOUZA, Kauana Mendes 1 ; XAVIER, Cintia 2 Universidade Estadual de Ponta Grossa, Paraná, PR RESUMO O projeto Portal

Leia mais

Apresentação. Marizilda dos Santos Menezes Luis Carlos Paschoarelli (orgs.)

Apresentação. Marizilda dos Santos Menezes Luis Carlos Paschoarelli (orgs.) Apresentação Marizilda dos Santos Menezes Luis Carlos Paschoarelli (orgs.) SciELO Books / SciELO Livros / SciELO Libros MENEZES, MS., and PASCHOARELLI, LC., orgs. Design e planejamento: aspectos tecnológicos

Leia mais

6 Considerações finais

6 Considerações finais 6 Considerações finais A pesquisa deste mestrado se iniciou a partir de diversos questionamentos quanto ao uso e aplicabilidade da tecnologia de Realidade Aumentada em celulares. Não houve uma questão

Leia mais

OS SIGNIFICADOS DA DOCÊNCIA NA FORMAÇÃO EM ALTERNÂNCIA - A PERSPECTIVA DOS PROFISSIONAIS DAS ESCOLAS FAMILIA AGRÍCOLA

OS SIGNIFICADOS DA DOCÊNCIA NA FORMAÇÃO EM ALTERNÂNCIA - A PERSPECTIVA DOS PROFISSIONAIS DAS ESCOLAS FAMILIA AGRÍCOLA OS SIGNIFICADOS DA DOCÊNCIA NA FORMAÇÃO EM ALTERNÂNCIA - A PERSPECTIVA DOS PROFISSIONAIS DAS ESCOLAS FAMILIA AGRÍCOLA SILVA, Lourdes Helena da - UFV GT: Educação Fundamental /n.13 Agência Financiadora:

Leia mais

3 cm UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE LUZIÂNIA

3 cm UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE LUZIÂNIA 3 cm UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE LUZIÂNIA NOME DO AUTOR (fonte tamanho 12, arial, todas em maiúscula, negrito, centralizado) ESTÁGIO SUPERVISIONADO I OU II DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE DESIGN, BACHARELADO REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das Disposições Gerais O estágio não obrigatório,

Leia mais

Autor(es) FELIPE DE CAMPOS MARTINS. Orientador(es) ALEXANDRE TADEU SIMON. Apoio Financeiro PIBITI/CNPQ. 1. Introdução

Autor(es) FELIPE DE CAMPOS MARTINS. Orientador(es) ALEXANDRE TADEU SIMON. Apoio Financeiro PIBITI/CNPQ. 1. Introdução 19 Congresso de Iniciação Científica GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS: APRIMORAMENTO DA METODOLOGIA DE DIAGNOSTICO E PROPOSIÇÃO DE UM MÉTODO PARA IMPLANTAÇÃO BASEADO EM PROCESSOS DE NEGÓCIO Autor(es) FELIPE

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO MARKETING E COMUNICAÇÃO DE MODA

PÓS-GRADUAÇÃO MARKETING E COMUNICAÇÃO DE MODA PÓS-GRADUAÇÃO MARKETING E COMUNICAÇÃO DE MODA Coordenadora: Gláucia Centeno 13/04/2015 > 09/2016 400 horas Idioma: Português Aulas: Segundas e quartas das 19h30 às 22h30 PÚBLICO-ALVO Profissionais com

Leia mais

PROCEDIMENTOS PARA CONSTRUÇÃO DE PROJETOS CIENTÍFICOS

PROCEDIMENTOS PARA CONSTRUÇÃO DE PROJETOS CIENTÍFICOS PROCEDIMENTOS PARA CONSTRUÇÃO DE PROJETOS CIENTÍFICOS Procedimentos para utilização na disciplina de Prática Profissional I Este documento é parte integrante das Normas Técnicas para Elaboração de Trabalhos

Leia mais

O BOM PROFESSOR DA PÓS-GRADUAÇÃO E SUA PRÁTICA. PALAVRAS-CHAVE: docência universitária, formação docente, representações, perspectivas paradigmáticas

O BOM PROFESSOR DA PÓS-GRADUAÇÃO E SUA PRÁTICA. PALAVRAS-CHAVE: docência universitária, formação docente, representações, perspectivas paradigmáticas O BOM PROFESSOR DA PÓS-GRADUAÇÃO E SUA PRÁTICA Núbia Vieira TEIXEIRA; Solange Martins Oliveira MAGALHÃES Mestrado - Programa de Pós - Graduação em Educação - FE/UFG vitenubia@yahoo.com.br;solufg@hotmail.com

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL Aldemar Dias de Almeida Filho Discente do 4º ano do Curso de Ciências Contábeis Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS Élica Cristina da

Leia mais

1 COMO ENCAMINHAR UMA PESQUISA 1.1 QUE É PESQUISA

1 COMO ENCAMINHAR UMA PESQUISA 1.1 QUE É PESQUISA 1 COMO ENCAMINHAR UMA PESQUISA 1.1 QUE É PESQUISA Procedimento racional e sistemático que tem por objetivo proporcionar respostas aos problemas que são propostos. Requerida quando não se dispõe de informação

Leia mais

Cabo Frio, 1973; foto Beto Felício. ARCOS VOLUME 1 1998 NÚMERO ÚNICO

Cabo Frio, 1973; foto Beto Felício. ARCOS VOLUME 1 1998 NÚMERO ÚNICO Cabo Frio, 1973; foto Beto Felício. 8 ARCOS VOLUME 1 1998 NÚMERO ÚNICO documento O que o desenho industrial pode fazer pelo país? Por uma nova conceituação e uma ética do desenho industrial no Brasil Aloísio

Leia mais

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior.

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Josimar de Aparecido Vieira Nas últimas décadas, a educação superior brasileira teve um expressivo

Leia mais

1 MINUTA DO PLANO DE COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL

1 MINUTA DO PLANO DE COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL 1 MINUTA DO PLANO DE COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL 1.1 APRESENTAÇÃO O Plano de Comunicação e Participação Social subsidiará a elaboração do Plano Diretor de Mobilidade Urbana, criando as bases para

Leia mais

PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM POLÍTICAS PÚBLICAS, ESTRATÉGIAS E DESENVOLVIMENTO

PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM POLÍTICAS PÚBLICAS, ESTRATÉGIAS E DESENVOLVIMENTO PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM POLÍTICAS PÚBLICAS, ESTRATÉGIAS E DESENVOLVIMENTO LINHA DE PESQUISA: POLÍTICAS PÚBLICAS DE CULTURA JUSTIFICATIVA O campo de pesquisa em Políticas Públicas de

Leia mais

Gerenciamento de Riscos em Segurança da informação. cynaracarvalho@yahoo.com.br

Gerenciamento de Riscos em Segurança da informação. cynaracarvalho@yahoo.com.br $XWDUTXLD(GXFDFLRQDOGR9DOHGR6mR)UDQFLVFR± $(96) )DFXOGDGHGH&LrQFLDV6RFLDLVH$SOLFDGDVGH3HWUROLQD± )$&$3( &XUVRGH&LrQFLDVGD&RPSXWDomR Gerenciamento de Riscos em Segurança da informação cynaracarvalho@yahoo.com.br

Leia mais

CONCLUSÃO E CONSIDERAÇÕES FINAIS

CONCLUSÃO E CONSIDERAÇÕES FINAIS CAPÍTULO VI CONCLUSÃO E CONSIDERAÇÕES FINAIS 1 - Conclusão Cada vez mais fica evidente que não há caminho para abordar o processo decisório de estratégia em Tecnologia da Informação - TI de maneira improvisada.

Leia mais

DOUTORADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS

DOUTORADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS DOUTORADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS Tópicos Avançados em Memória Social 45 Tópicos Avançados em Cultura 45 Tópicos Avançados em Gestão de Bens Culturais 45 Seminários

Leia mais

Estratégias de e-learning no Ensino Superior

Estratégias de e-learning no Ensino Superior Estratégias de e-learning no Ensino Superior Sanmya Feitosa Tajra Mestre em Educação (Currículo)/PUC-SP Professora de Novas Tecnologias da Anhanguera Educacional (Jacareí) RESUMO Apresentar e refletir

Leia mais

PLANO DE DISCIPLINA. Faculdade Internacional do Delta Curso: Serviço Social. Período: 1º/2014 1. UNIDADE TEMÁTICA:

PLANO DE DISCIPLINA. Faculdade Internacional do Delta Curso: Serviço Social. Período: 1º/2014 1. UNIDADE TEMÁTICA: PLANO DE DISCIPLINA Faculdade Internacional do Delta Curso: Serviço Social Coordenação: Naiara Magalhães Professor (a): Adriana Barros Disciplina: Pesquisa Social I Carga horária: 60h Período: 1º/2014

Leia mais

PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO. Programa de Educação Ambiental Interno

PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO. Programa de Educação Ambiental Interno PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO Programa de Educação Ambiental Interno Condicionante 57 LO 417/2010 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO 04 2. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA 05 3. REGULAMENTO APLICÁVEL 06 3.1. FEDERAL

Leia mais

METODOLOGIA CIENTÍFICA

METODOLOGIA CIENTÍFICA EQE040 METODOLOGIA CIENTÍFICA www.liviajatoba.com/eqe040 Professora Livia Jatobá liviajatoba@eq.ufrj.br Aula 04: Desenvolvendo o problema científico. Metodologia e fases da pesquisa. 6 de abril de 2015

Leia mais

Módulo 3: Gerenciamento da Qualidade, dos Recursos Humanos e das Comunicações

Módulo 3: Gerenciamento da Qualidade, dos Recursos Humanos e das Comunicações ENAP Diretoria de Desenvolvimento Gerencial Coordenação Geral de Educação a Distância Gerência de Projetos - Teoria e Prática Conteúdo para impressão Módulo 3: Gerenciamento da Qualidade, dos Recursos

Leia mais

O modelo unificado de processo. O Rational Unified Process, RUP.

O modelo unificado de processo. O Rational Unified Process, RUP. Cursos: Sistemas de Informação Disciplina: Administração ADM Prof. Jarbas Avaliação: Prova B1, 5º/6º semestres Data: 27/09/2010 Nome: Gabarito RA: Assinatura: Turma: 1) Segundo as afirmações a seguir,

Leia mais

EDITAL CHAMADA DE CASOS

EDITAL CHAMADA DE CASOS EDITAL CHAMADA DE CASOS INICIATIVAS INOVADORAS EM MONITORAMENTO DO DESENVOLVIMENTO LOCAL E AVALIAÇÃO DE IMPACTO O Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getulio Vargas (GVces) e as empresas

Leia mais

ENSINO DA ARTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: FORMAÇÃO DE CIDADÃOS VISANDO A SUSTENTABILIDADE

ENSINO DA ARTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: FORMAÇÃO DE CIDADÃOS VISANDO A SUSTENTABILIDADE ENSINO DA ARTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: FORMAÇÃO DE CIDADÃOS VISANDO A SUSTENTABILIDADE Elaine Barbosa da Silva Xavier Faculdade de Ciências da Administração de Pernambuco - Mestranda Neuma Kelly Vitorino

Leia mais

FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS - FAN CEUNSP SALTO /SP CURSO DE TECNOLOGIA EM MARKETING TRABALHO INTERDISCIPLINAR

FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS - FAN CEUNSP SALTO /SP CURSO DE TECNOLOGIA EM MARKETING TRABALHO INTERDISCIPLINAR APRESENTAÇÃO DO TI O Trabalho Interdisciplinar é um projeto desenvolvido ao longo dos dois primeiros bimestres do curso. Os alunos tem a oportunidade de visualizar a unidade da estrutura curricular do

Leia mais

A PROBLEMÁTICA DO DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE: CRISE OU CALAMIDADE CRÔNICA?

A PROBLEMÁTICA DO DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE: CRISE OU CALAMIDADE CRÔNICA? A PROBLEMÁTICA DO DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE: CRISE OU CALAMIDADE CRÔNICA? ADEMILSON ANGELO CABRAL Discente da AEMS Faculdades Integradas de Três Lagoas DIEGO BEZERRA DA SILVA Discente da AEMS Faculdades

Leia mais

TECNOLOGIAS E EDUCAÇÃO: A CONSTITUIÇÃO DE UM CORPUS DE PESQUISA Moema Gomes Moraes PUC-GO/UFG Agência Financiadora: CAPES PROSUP

TECNOLOGIAS E EDUCAÇÃO: A CONSTITUIÇÃO DE UM CORPUS DE PESQUISA Moema Gomes Moraes PUC-GO/UFG Agência Financiadora: CAPES PROSUP TECNOLOGIAS E EDUCAÇÃO: A CONSTITUIÇÃO DE UM CORPUS DE PESQUISA Moema Gomes Moraes PUC-GO/UFG Agência Financiadora: CAPES PROSUP Resumo O propósito deste trabalho é apresentar o processo de constituição

Leia mais

MBA Gestão de Mercados ementas 2015/2

MBA Gestão de Mercados ementas 2015/2 MBA Gestão de Mercados ementas 2015/2 Análise de Tendências e Inovação Estratégica Levar o aluno a compreender os conceitos e as ferramentas de inteligência preditiva e inovação estratégica. Analisar dentro

Leia mais

IV Colóquio Internacional Educação e Contemporaneidade ISSN 1982-3657

IV Colóquio Internacional Educação e Contemporaneidade ISSN 1982-3657 TEMAS DE BIOLOGIA MAIS FREQUENTES NO PROCESSO SELETIVO SERIADO (PSS) DA UFPB E OS CONTEÚDOS DE ENSINO DE BIOLOGIA, SEGUNDO OS ORIENTADORES CURRICULARES Alessandro Tomaz Barbosa 1, Marsílvio Gonçalves Pereira

Leia mais

1. Escolha do Tema. 2. Formulação do Problema. 1 Escolha do Tema II. PLANEJAMENTO DA PESQUISA

1. Escolha do Tema. 2. Formulação do Problema. 1 Escolha do Tema II. PLANEJAMENTO DA PESQUISA II. PLANEJAMENTO DA PESQUISA 1. Escolha do tema 2. Formulação do problema 3. Justificativa 4. Determinação dos objetivos 5. Referencial teórico 6. Referências 1 Escolha do Tema 1. Escolha do Tema Nesta

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR PROJETO INTEGRADOR 1. INTRODUÇÃO Conforme as diretrizes do Projeto Pedagógico dos Cursos Superiores de Tecnologia da Faculdade Unida de Suzano

Leia mais

Plano de Ensino. Identificação. Câmpus de Bauru. Curso null - null. Ênfase. Disciplina 0003637C - Projeto I

Plano de Ensino. Identificação. Câmpus de Bauru. Curso null - null. Ênfase. Disciplina 0003637C - Projeto I Curso null - null Ênfase Identificação Disciplina 0003637C - Projeto I Docente(s) Mônica Cristina de Moura, Claudio Roberto Y Goya Unidade Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação Departamento Departamento

Leia mais

Atendimento aos requisitos de Projeto e Desenvolvimento da ISO9001:2008 em Empreendimentos. Nasario de S. F. Duarte Jr.

Atendimento aos requisitos de Projeto e Desenvolvimento da ISO9001:2008 em Empreendimentos. Nasario de S. F. Duarte Jr. Atendimento aos requisitos de Projeto e Desenvolvimento da ISO9001:2008 em Empreendimentos Nasario de S. F. Duarte Jr. Resumo Embora organizações projetizadas (empresas que trabalham sob projetos) existam

Leia mais

Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores. Trabalho Interdisciplinar Semestral. 3º semestre - 2012.1

Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores. Trabalho Interdisciplinar Semestral. 3º semestre - 2012.1 Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores Trabalho Interdisciplinar Semestral 3º semestre - 2012.1 Trabalho Semestral 3º Semestre Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores Apresentação

Leia mais

DESIGN DISCIPLINAS QUE PODEM SER OFERECIDAS PARA OUTROS CURSOS CURSO DE ORIGEM DA DISCIPLINA NOME DA DISCIPLINA EMENTA C.H. OBSERVAÇÕES PREVISÃO

DESIGN DISCIPLINAS QUE PODEM SER OFERECIDAS PARA OUTROS CURSOS CURSO DE ORIGEM DA DISCIPLINA NOME DA DISCIPLINA EMENTA C.H. OBSERVAÇÕES PREVISÃO DISCIPLINAS QUE PODEM SER OFERECIDAS PARA OUTROS CURSOS CURSO DE ORIGEM DA DISCIPLINA DESIGN NOME DA DISCIPLINA EMENTA C.H. OBSERVAÇÕES PREVISÃO Raciocínio Lógico Matemática Financeira A disciplina trata

Leia mais

4 Cursos de nível superior no Brasil para formação de Designers de Games

4 Cursos de nível superior no Brasil para formação de Designers de Games 4 Cursos de nível superior no Brasil para formação de Designers de Games Este Capítulo apresenta o levantamento realizado dos cursos de nível superior no Brasil voltados para a formação de Designers de

Leia mais

Universidade Federal de Pernambuco Centro de Ciências da Saúde Programa de Pós-Graduação em Gerontologia

Universidade Federal de Pernambuco Centro de Ciências da Saúde Programa de Pós-Graduação em Gerontologia Universidade Federal de Pernambuco Centro de Ciências da Saúde Programa de Pós-Graduação em Gerontologia Av. Av. Prof. Moraes Rego s/n - Cidade Universitária - CEP: 50739-970 Recife PE Fone: (81)21268538

Leia mais

de sistemas para recuperação de informação em interfaces de bibliotecas online.

de sistemas para recuperação de informação em interfaces de bibliotecas online. 1 Introdução Na época atual, as certezas definitivas já deram sinais de cansaço e à medida que avança a tecnologia, a sociedade se reformula. O conhecimento estabelecido durante séculos antes confinados

Leia mais

EDITAL SENAI SESI DE INOVAÇÃO. Caráter inovador projeto cujo escopo ainda não possui. Complexidade das tecnologias critério de avaliação que

EDITAL SENAI SESI DE INOVAÇÃO. Caráter inovador projeto cujo escopo ainda não possui. Complexidade das tecnologias critério de avaliação que ANEXO II Caráter inovador projeto cujo escopo ainda não possui registro em base de patentes brasileira. Também serão considerados caráter inovador para este Edital os registros de patente de domínio público

Leia mais

METODOLOGIA CIENTÍFICA PROJETO DE PESQUISA MONOGRAFIA PROJETO DE PESQUISA MONOGRAFIA CITAÇÕES NO TEXTO REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA ESTRUTURA MONOGRAFIA

METODOLOGIA CIENTÍFICA PROJETO DE PESQUISA MONOGRAFIA PROJETO DE PESQUISA MONOGRAFIA CITAÇÕES NO TEXTO REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA ESTRUTURA MONOGRAFIA METODOLOGIA CIENTÍFICA PROJETO DE PESQUISA MONOGRAFIA CITAÇÕES NO TEXTO REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA ESTRUTURA MONOGRAFIA 1 METODOLOGIA CIENTÍFICA ELABORANDO PROJETO DE PESQUISA MONOGRAFIA 2 Abordagem Sistêmica

Leia mais

Palavras chaves: Formação de professores. Prática inovadora. Planejamento docente.

Palavras chaves: Formação de professores. Prática inovadora. Planejamento docente. REPENSANDO O PLANEJAMENTO DIDÁTICO PARA UMA PRÁTICA INOVADORA EM UM CURSO DE FORMAÇÃO DOCENTE. Cecilia Gaeta Universidade Federal de São Paulo UNIFESP (professora convidada) Martha Prata-Linhares Universidade

Leia mais