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1 o [ lo F _ SENTENÇA TPO A Resolução CJF S35f06 JUSTÇA FEDERAL SEÇÃO JUDCÁRA DE MNAS GERAS ' SUBSEÇÃO DE UBERABA 2 a VARA FEDERÀL ; 'PROCESSO Q AÇÃO CVL PÚBLCA MNSTÉRO PÚBLCO FEDERAL VERSUS MARCO ANTONO ZAPPAROLDE BARROS E OUTROS SENTENÇA 'Trata-se d~ ação civil pública- ahiz~ada pelo MNSTÉRO PÚBLCO FEDERALe que tramitacoiltra MARCO ANTONO ZAPPAROL DE BARROS ADRANA - HELENA SCHMA-LTZ FERRERA DE BARROS JOAO FERNANDO ZAPPAR9L DE ' BA~OS JOSE 'MAlUO ZAPPAROL DE BARROS LUCANA CARVALHO ROZA DE ' ' BARROS MARA o HELENA' ZAPPAROL DE BARROS MAURCOZAPPAROL DE BARROS RTA DE CASSA MEDEROS CAMARGO DE BARROS e ROSA~BA MARA DE QLVERA B:ARROS em q~e pretende a condenação d~s requerid~s nas obrigações a seguir transcritas: a) obrigação de fazer consistente na recuperação da área de preservação' permanente efetivamente danificada e' ocupada pelos réus mediante a ; adoção de práticas de adequação ambiental e técnicas a serem indicadas por técnico legaimente habifitado pàra tanto óbservada a biodiversidade local com acompanhamento o e tratos culturais pelo prazo que garantam a efetiva' recuperação da área mediante as seguiptes a9ões: al) desocupar a área de preservação permanente promovendoa demolição de qualquer eç1ificaçãobenfeitoria existent~ nesta ~o~ retirada do ent~lho resultante; que deverá ser tepositado em local indicado pelo órgão ambiental competente;

2 F _ SENTENÇA TPO A Resolução CJF 535f~6 < JUSTiÇA FEDERAL SEÇÃO JUDCÁRA DE MNAS GERAS SUBSEÇÃO DEUBERABA 2 a VARA FEDERAL a2)entregar ao BAMA ouao órgão ambíental estadual por ele indicado no prazo de 60 (sessenta) dias contados da data d~ intimação da decisão definjtiva proj~to de adequação ambiental que deverá ser' avaliado no prazo máximo de 60 (sessenta) dias elaboràdopor técnico devidamewe habilitado incluindo cronograma de obràs e serviços cóm recolhimento ~ referente à Anotação de Responsabilidade Técnica (ART); e a3) il}íciar a implantação do projeto de ad~quação ambiental da área degradada em prazo à ser definido no projeto n~o podendo esse ser superior'a 180 (cento' e oiténta) dias con~ados da data daaprovação do projeto pelo órgão amb~ental competente deyendo' obedecer a todas as - exigências e recomendaoções feitas pel? refe~ido órgão; AO b) confirmando a liminar à obrigação de não consistente em se absterem de realizar novas ocupações edificações corte exploração ou supressão de quaiquer tipo de vegetação ou de 'realiza~em qualquer outra 'ação aetrópica naárea d~ preservação permanente o~jeto da presente ação civil pública que se encontra em sua posse direta eou de nela promover promovam ;ftividades dànosas ainda que parcialmente; ou permitir que se c) ao pagamento de indenização quantificada em perícia ou por arbitramento deste Juízo Federal correspondente - - aos danos ambientais causádos pela ocupação irregular da járeade preservação permanente a!é o início dá execução do projeto de adequação ambiental a ser recolhida ao Fundo de 'Defesa 90S Direitos Difusos; - d) ao pagamento de inqenização quantificada em perícia ou arbitramento deste Juízo Federal correspondenteaos danos ambienta'

3 F _ SENTENÇA TPO A Resolução CJF 'JUSTÇA FEDERAL SEÇÃO JUDCÁRA DE MNAS GERAS SUBSEÇÃO DE UBER1'BA 2 a VARA FEDERAL no curso do processo mostrarem-se técnica e a~s~lutarriente irrecuperáve~s nas áreas de preservação permanente irregularmente ocupadas pêlos 'réus corrigida monetariamente a ser' recolhida ao Fundo de Defesa dos Direitos Pifusos; e) à obrigação de fazer consistente na adoção de medidas compensatórias e ' mitigatórias a 'serem indicadas em perícia; correspondentes aos ci~lllos' ambientais que no curso do processo mostrarem-se técnica e absolutamente irrecuperáveis nas áreàs de preservação permanente irregularmente ocupadas pelos réus Requer outrossim a fixação de multa diária no valor de R$ (um mil reais) em caso de de~'cumprimento da se~tença qye deverá ser revertida ao'fundo de Defesa ' dos Direitos Difusos sem prejuízo da intervenção judicial na propriedade para penl}itir a execução f ~ específica por interv'entor nomeado ' Acompanham a inicial os documentos de fls: 33;40 que se abstenham Deferida parcialmente a liminar requerida para determinar aos réus de lançar no Rio Grande o lixo e o esgoto proven~entes da ocupação do terreno; de edificar no local 'ou ampliar o que já foi edificado' de derrubar ou' cort~r qualquer tipo de vegetação; e caso comercializem os imóveis aiem ciência aos adquirentes da ordem de embargo assim como dos termos desta ação Foi fixada multa diária de R$lObOO (cem reais) em caso' de descumprimento da decisão (fls 4143) Citado o réu João Martins de Barros deímnciou a lide à Companhia Energética de Minas Gerais - CE~G (fls 5462)

4 - F _ SENTENÇATPO A Resolução CJF JUSTiÇA FEDERAL ~EÇÃO JUmclÃRA DE MNÁS GERAS SUBSEÇÃO DE UBERABA 2 a VARA FÉDERAL Os cessionários da posse de JoãoMartins de Barros requereram o ingresso no feito mediante retificação do polo passivo da'demanqa ao tempo em que contestaram a ação (fls 6390) Apresentaram o nstrumento J;>articularde Cessão dé Posse Direitos e Obrigações'de fls 9699 e o Contrato deçompra e Venda de Po'sse de fl 101 Em sua defesa'j argumentam: a) incompetência' da Justiça Federal; b) responsabilidade da CEMG pela formação da área de preservação permanente o q~e imporia sua '~enunciação à lide; c) prevalência do direito à propriedade y dos direitos sociais à moradia e ao lazer; d) omissão dos órgãos públicos [na fi~calização da área Ó 'que acarretari~ a consolidação estado atual do bem já que edificado há mais' de 25 anos por aplicação do princípio da 1 razoabilidade; e} inaplicabilidade 'do limite estabelticido de tôo metros de largura mínima de APP para os reservatórios artificiais conforme Resolução CONAMA e sim do limite niínimo de 15 metros por se tratar de reservatório artificial destinado à geração de energia elétrica; f) vedação legal ao acúmulo de pedidos de obrigações de fazernão fazer e indenizaçãonás ; públicas; e g) interesse em pactuar Termo de Compromisso de Recuperação Ambiental do ' ações ~ivis -' O Ministério Público Federal manifestou~se contrariament~ ao pedido' d~ ~enunciação da lide à CEMG'pois a demanda se fundaria em responsabilidade objetiva e rechaçou os argumentos de incompetência da Justiça' Federal (fls ) ndeferida a denunciação da lide à CEMia sob o fundamento de que ( ' eventual direito de regresso poderá ser exercido em processo autônomo ao tempo em que foi afastada a tese de incompetência da Justiça'Federal e d~ferido o pedido de substituição do polo passivo (fls ) - Comunicação de interposição de a'gravo de instrumento (fls f ) e ' ' interposição de agravo retido às fls contrarrazoado às fls 1~9152 atacando a decisão que indeteriu a' denunciação da lide à CEMG (fls )

5 ' F --- SENTENÇA TPQ A Resolução CJF JUSTÇA FEDERAL SEÇÃO JUDCÁRA DE MNAS GERAS SUBSEÇÃO DE UBERABA 2 a V ARA FEDERAL OS requeridos formul~lfam pedido de suspensão do feito por 180 dias com finalidáde de elaborar projeto de recuperação ambien~al e formalizar' prop~sta de ac~rdo ao '!o' ' ~ Minístério Público Federal (fi 161) que recebe! anuência do M~F (fi 163) e restou deferido(fi: 164) Encartado aos autos o Projeto de Recomposição Florestal que forá submetido ao BAMA para aprovação (fls ): O MPF 'manife~tou-se pelo' prosseguimento do feito urna vez que os requeridos não formularam qualquerproposta de acordo (fl 191) Determinada a' realização de prova pericial (fls: ) o laudol foi apresentado às fls e complementado às fls: ?giesso da União corno assistente litisconsorchil (fls e 30Q) Memoriais apresentados pelo MPF às fls e pelos requeridos às fls É ürelatório Passo à fundamentação nicialmente na esteira da decisão' de fls reafirmo a competência deste juízo para processar e julgar a causa e afasto a p~eliminar brandida já que a pr~sente ação civil pública tem por escopo tutelar a hig~dez ambiental de bem jurídic~ da União atraindo a presença daquele ente federativo na lide (fls ) e' fixando a competência federal por imposição de regras absolutas previstas na Constituição (art 109 CF88) ~ - O feito se arrasta há quase vl0 (dez) anos sem solução motivos senão a complexidade das provas e p intrincado debate jurídico que envolve o t

6 F SENTENÇA TPO A Resolução CJF JUSTÇA FEDERAL SEÇÃO JUDCÁRA DE MNAS GERAS SUBSEÇÃO DE UBERABA 2 a VARA FEDERAL proteçãoarribiental agravadopela superveniência de um novo Código Florestal (Lei ) quecausou espanto à comunidade jurídica pela audácia de suas inovaç-ôes o jurista contemporâne~folão pode 'descurar suas' observações' científicas do atual paradigma social econô~ico polí~ico e jurídico' inaugurado pela Constituição Republicana de 1988 (Estado Demócrático - de Direito) Significa dizer que qualquer investigação acerca de ~ institutos jurídicos clássicos com'o propriedade posse e meio ambiente deve partir do' texto constitucionàl e' não dos conceitos delineados pelo legislador comum; o que seria no mínimo atécnico piua não dizer leyiano Nesse contexto a superação de crises institucionais e a resistência à pressão -de grupos econômicos e polítiéos encontram seu maior escudo nas nbrmas constitucionais de um país pois a qualque; momento a s~cíedade pode se ver surpreendida por uma lei ou atoriormativo ' t~ndenciosç a interesses que transitaql à' f!largem da :vontade constitucional cabendo aos Poderes Públicos no exercício dos controles recíprocos (checks ahd balances) çoibir o desvio ou abuso e no - caso do Judiciário notadamente pelo exercício do controle de constitucionalidade Nesse sentido como que àntevendo as inúmeras pressões a que Q meio ambiente estaria submetido o' constituinte reservou capítulo exclusivo às normas ambientais (Capítulo V); sobre as quais José Afonso da Silva estabelece tríplice distinção: - norma-princípio ou norma matriz: é o meio ambiente ecologicamente equilibrado; 11:normas-instrumentos: são os instrumentos' i~seridos no ~ 1 ; a V ' colocados à disposição do Poder Público para dar cumprimento à Ílorma- matriz; e '

7 F _ SENTENÇA TPO' A Resolução CJF JUSTÇA FEDERAL SEÇÃO JUDCÁRA DE MNAS GERAS SUBSEÇÃO DEUBERABA 2 a VARA FEDERAL ' H -conjunto de determinações particulares: relacio'na-se á O'bjetO's e seto'res referido's'no'~ 2 a: 6 no'tadamente no'~ 4 dado que são'elemento's sensíveis que requetemimediata proteção' e direta -regulamentação' co'nstitucio'nal Merece destaque a 'redação' do'caput do'art 225: Todos têm direito ao meio ' ~ ambiente ecologicamente equilibrado bem de uso COmumdo povo 'e essenciql à sadia qualidade de l' vida impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e presr:rvá-lo para às ~ i ~ presentes e futuras gerações ( - SãO' de' uma clareza so'lar as determinações extraídas do' dispo'sitivo' que direcio'nam a to'do'sa respo'risabilidade pela CO'nservaçãO'dO'meio ambiente co'?acentuado gravame à ~issão' do' PO'der Público ao'qual se impõe q dever de defender e preservar O'-meiO' ambiente eco'lo'gicamenteequilibrado' para as presentes e futuiasgerações~ Assim desde O'utubrO' de 1988 fo'i celebrado' um pacto nacional pela preservação' do' meiq ambiente reafirmando' uma nova ética ambiental que O'lha não' só para as gerações presentes mas também para as vindo'uras a quem deve ser assegurado' O'equilíbriO' das co'ndições ideais d~ vida co'mdignidade pata O'livre exercíció (as po'tencialidades humanas ' SO'bre este último' alerta; esclarecedo'ras são' as advertências de Gilles ipo'vetsky professo'r de FilO'sO'fiada Universidade de GrenO'bleFrança: A' ide ia de que a Terra está em perigo de morte impôs ~ma nova; dime~são de responsabilidade uma concepção inédita - das obrigações humanas que ultrapassa a étícq tradicional circunscrita às relações inter-humanas ~ imediata$ A responsabilidade humana deve agora estender-se às coisa~ extra-humanas englobar ~ dimensdo da biosfera inteira uma vez que o homem' POSSUl os meios para pôr em perigo a vida futura do Flaneta Segundo os fundamer:talistas temos que r~conhecer independentemente ' - ~'' humano o valor da ecosfera em si temos que redescobrir a dignidade intrínseca da do bem natureza' '~ segundo a maioria temos que respeitá-la por nós concebê-la' como um patrimônio

8 F _ SENTENÇAT~O A Resolução CJ~ JUSTÇA FEDERAL SEÇÃO JUDCÁRA DE MNAS GERAS SUBSEÇÃO DE UBERABA 2 a VARA FEDERAL 'transmitir às gerações juturas Qualqu'er que sejá a profundidade desta clivagem a Ética clássica centrada no próximo 'e na proxilnidade dos fins já hão parece suficiente a técnicçl moderna 'engendrou efeitos tãó inéditos tão potencialmente catastróficos que é necess(jria uma transformação dós princípios éticos A civilização tecnicista tem necessidade de uma ética do proveito prático ficamenos ~ A partir desta breve introdução que poderia- delongar-se com enorme áspera a tarefa d~ enfréntar o dilema j~rídico trazido aos autosp~is ( fix~d(y o ponto de partida hermenêuti~o torná-s~ possível cotejar a legislação ordinária --com a proteção conferida ao meio ambiente na COrretavia de interpretação 1 Pois bem Diante do quadro a~ima delineado não restam dúvidas de que a atuação do Poder PúblicQ se encontra definida: deve ele defender e preservar o meio ~mbiente ecologicamente equilibrado para as pr~sentese futuras gerações Portanto ao le~íslador ordinárío foi entregue a incumbência de reali4ar o -desdobramento desta proteção já conferida pela Constituição f Ao parlamento não foi conferida como estamos percebendo a prerrogativa' de negociar à proteção ambiental valorizando outros interesses que a seu juízo seriam ~ais relevantes O bem jurídico ambiental já foi valorizado pelo Constituinte que i1?pôs um dever jurídico que fixa a marcha legislativa nas trilhas de um objetiv? pré-definido sobre o qual não se pode alegar desconhecimento Séndo assim passemos à 'análise da moldura legal hifraconstitucional baliza a proteção ao me~o ambiente que 10 crepúsculo do dever: a ética indolor dos novos tempos demo~ráticos Apud Edis Milaré p 148~149 edição '

9 J F1 _ SENTENÇA TPO A Resolução CJF 535{06 1- JUSTÇA FEDERAL SEÇÃO JUDCÃRA DE MNAS GERAS SUBSEÇóO DE UBERABA za VARA FEDERAL Vigorou por quase 50 (cinquenta) ~nos a Lei 4771 de 15 de setembro de ' r [ 1965 (antigo Código Florestal) editado sob a égide da auspiciosa Constituição de 1946 r ' Em seu artigo 1o ~ 2 0 ' residia a conceituação de _área' de preservação' permanente: área protegida nos termos'dos arts 2º e 3º desta Lei coberta ou'não por vegetação nativ~ com!a função ambiental de preservar os recursos hídricos a paisagem a estabilidade geológica a biodiversidade o fluxo gêntco de jaunà - e flora próteger o solo e assegurar o bém- estar das populações humanas O art: 2 0 ; alínea ~'b';~a referida lei fixa~aconío de preservação permanente as áreas situ~das ~o redor das l~~oas lagos ou reservatórios d'água naturais ou artific~ais entre outras dispositivo que foi regulamenta lo pela Resolução n o 302 de 20 de marçç) de 2002 do '- i eonama que estabeleceu a largúra mínima em projeção horizontal: h 11 a) '30 metros para os reservatórios artificiais situados em área~ urbanas ' consolidadas e 100 metros para áreas rurais;' b) 15 metros no mí~imo para os ~setvatóiios artifiçiais de geração de energia 'eléttica com 'até dez hectares sem prejuízo da compensação àmbie~tal; c) 15 metros no míriüno pa~a reservatórios artificiais não utilizados em abastecimento -' público ou ger~ção de energia elétrica com até vint~ hectares de superfície ~localizados em área rural A competênciâ normativa ~oder regulamentar) dc Conselho Nacional do Meio Ain~iente - CONAMÁ estava legalmente '~~parada no art 49 da Lei (antigo Código Florestal): O Poder Executivo reglflamentará a presente Lei no que' for julgado necessário à sua execução razão pela qual resta induvidosa sua legitimidade para fixar os limites protetivos 'em áreas de preservação permanente

10 F _ SENTENÇA TPO A Resoluç~o CJF JUSTÇA FEDERAL SEÇÃO JUDCÁRA DE MNÀS GERAS SUBS~ÇÃO DE UBERABA 'ia VARA FEDERAL Atualmente ó quadro normativo é outro pois com o advento da Lei ~ ' ~ dé 25de maio de 2012 os reservatórios artificiais de água destinados a geração de energia ou' abastecimento assinados anteriormente f < público que foram 'regist'rados ou tiveram seus contratos de concessão ou autorização à MP de 24 de agosto 'de 2001 pàssaram a ter'a respectiva área de preservação permanente fixada pela distância entre o nível máximo operativo normal e a cota ~' ' máxima maximorum cart 62 da Lei ) Assim não resta mais lacuna normativa 'a ser colmatada pelo Poder Executivo motivo pelo qual a Resolução CONAMÂ perdeu lugar no ordenamento ' jurídico; já que õ' novo Código Florestal'~egulâmento~ p;r completo a proteção a~bientaldas áreas que circundam os reservatórios ártificiais de água destinados a geração de energia ou abastecimento ~ ~ público n~quelas condiçõ~s legalment~ espeéificadas J Percebe-se sem qualquer dificuldade que o~ legislador ordinário atuou deliberadamente no sentido de extinguit aproteçã~ ambiental no e'~torno dos' reservatórios artificiai~: pois se no quadro normativo anterior à Lei 12; este espaço recebia proteção de 15 a 100 metros (Resolução CONAMA) atualmente a faixa de proteção recai apenas' ' ' '~ sobre a área normal}llente inundável (cota máxima maximorum) que é ínfima quando n~o inexistente Sobre es'se preocupante quadro df anistia amb~ental vale anotar o esforço infrutífero de alguns parlamentares na tentativa de dissuadir a maioria ratificadora da novel legislação Veja-se a justificativa da próposta de emenda ao projet~ delei apresentada pelo Senador - Aloysio Nunes Ferreira: A' faix~ entre o nível máximo operativo normal e a cota máxima ma~imorum fica em regra subm~rsa não sendo possível o crescimento de vegetação nessa área As áreas de preservação permanente <tos reservatórios a!tificiais especialme~te aqueles destinados à geração de energia ou abastecimento público desempenh

11 F _ SENTENÇA TPO A Resolução CJF JUSTÇA FEDERAL SEÇÃO JUDtCÁRA DE MNAS GERAS SUBSEÇÃO DE UBERABA 2 a VARA FEDERAL «importante papel pa~a a recarga do aquífero conte~ção da erosão bem como para a preservaçãç) do recurso hídrico em questão Trata-se de reservatórios já consolidados' que possuem importantes áreas já prótegidas e que não podem ~ofrer intervenção ou retrocesso - ' Delineado o quad~o normativo vigente não paira qualquer dúvida sobre a existência de flagrante retr()cesso jurídico-ambiental e isto é inadmissível no pláno normativo dos direitos fundamentais' como passo a explicitar A 'dinâmica dosdireitos fundamentais como é sabido constitui uma das maiores senão a maior- c(')nquista da humanidade nos últimos tempos frente ao autoritarismo -: estatal Nesse passo é correto diler que a relação de poder que marca a convivência humana é responsável por sensíveis acontecimentos históricos 9ue fiz~ra~ frente ao autoritari~mo estatal numa busca incessante de legitimidade da vontade política E nesse caminhar - nada romântico - os direitos fundamentais foram galgando espaço 6 Primeiramente firmando~se como limitador do poder estatal (direitos de 1~ - dimensão - Estado de Direito) pàra em segúida avançar pqra o dever prestacionalsocial do Estado ' (direitos de 2 a dimensão sociais ecpnôn;iicos e culturais - Estado Social de Direito) e finalmente - ' atingindo o nível atual de conscientização 'política e jurídica marcado pela consagra~ão(de ~ A coletivos universalmente aceitos (direitos de 3 dimensão ~ Estado Co~stitucional de Direito) j direitos o direito ambiental ou direitos do meio ambiente encontram ressonância ' 'na 3 3 dimensão dos direitos fund~mentais de natureza sensível 'fraterna e solidária pois ultrapassa a visão clássica do fiomem como um ser soberano e e~clusivo que pode tu~o gozare fruir do espaço em que habita para ~ma concepção que' o integra aos demais seres vivos na ~ compreensão de que as futuras gerações também são dignas de receber as condições ideais de

12 F _ SENTENÇA TPO A Resolução CJF ' fundamentais JUSTÇA FEDERAL SEÇÃO JUDCÁRA DE MNAS GERAS SUBSEÇÃO DE UBERABA 2 a VARA FEDERAL Esta Íloçi'iópolítica e jurídica~ conquistada ao longo dos séculos não pode simplésmen!e ser apagada por um grupo de parlamentares que'representa o desejo passageiro d~s maiorias Contra isso a Constituição ~ da República ~ Federal do Brasilapresenta-se ~ ' ~ como defesa das minorias e dos direitos fundamentais num claro papel contramajoritárió ante as opções r _ indeclináveisdo Poder Constituinte Originário: único capaz de provocar mudanças tão sens!yeis ~ como a opção de viver ou não em um ambiente ecologicamente equilibrado Atualmente a doutrina ' discu(e seaté mesmo o Poder Constituinte Originário não estaria limitado pela evolução dos direitos f O mandato outorgado pela pop~lação brasileira aos seus representantes não é juridicamente superior à Constituição da- República fonte de todas as relações jurídicas de uma - nação Tais ma:pdatários: devem obediência às normas constitucionais e qualquer afronta deve ser repelida pelo-j>oder Judiciário no e'xercício do controíe de constitucionalidade A~sim em controle incidental e difuso de c0!lstitucionalidad~ como prejudicial de mérito' declaro a: inconstitucionalidade do art 62 da' Lei por violação - aos artigos 1 inciso 111;3 1 e 225 da Constituição da Rep~blica Feder~tiva do Brasil de 1988 Nesse ' contexto por força do efeito repri~tinatório que advém da dec~aração de inconstitucionalidade aplico à regulamentos administrativos subjacentes: esrécie a legislação anterior: Lei e Passo a Verificar então se a áreadeve ser considerada urbaia ou rural para o correto enqu;idramento legal da largura mínima de proteção ambientai já que é incontroversa a artificialidade do Reservatório da 1!HE de Jagliara (Resoluçã'o CONAMA)- O laudo técnico pericial na resposta ao Quesito 6 indica que: A área ; onde está localizada o imóvel é considerada área Urbaná Consolidada pois o imóvel ora em paut

13 F1 _ SEN:rENÇA TPO A ' Resolução CJF JUSTÇA FEDERAL SEÇÃO JUDCÁRA DE MNAS GERAS SUBSEÇÃO DE UBERABA 2 a VARA FEDERAL paga PTU junto a Prefeitura Municipal de Sacramento Pois há maú de5 anos aprefeitura Municipal de Sacramentofaz mçmutenção na infraestrutura do local (f1246); ~ - Diante disso e considerando que o Ministério Público Federal 'não impu~o~ a conclusão pericial~o que se refereà natureza da áre~ (urbana) e q~e nos autos inexiste ' qualquer ou'tro elemento que possa descaracterizar tal afirmação incide a proteção sobre 30 (trinta) ' ' ~ metros contados a partir do nível máximo normaldo reseryatórioconforme preceitua 9 art 3 primeira parte da R~solução CONAMA ' > ' ~ Fixados os limites de proteção verifico qu~ os requeridos edificaram em áreà de preservação permanente ao arrepiq-da Jegislação ambiental vigente à época ~ que também é argumento para afastar' a pretens~ legitimidade da ocupação como já se manifestou o Superior ' Tribúnal de Justiça: Precedente do STJ que faz valer no campo ambiental-urbanístico a norma mais rigorosa vighlte à época dos fatos e não a contemporânea ao julgamento da causa; menos protetora da Natureza (REsp 1~40122-PR) É inoponível q transcurso do tempo pará legitimar a ocupação irr~gular sobre área ambientaln;lente protegida trata~~e de obrigação propter 'rem da qual o proprietáriopossuidor não se esquiva por justificativas retóricas Assim caracterizado está o dano ambiental' que abre caminho para a procedência do pedido Ministerial de recuperação da área de preservação permanente sem + '~ ' possibilidade 'contudo de condenar os requeridos ao pagamento de indenização pela ocupação irregular at~ o início da e~~cução do projeto d~ adequação a~bi~ntal já que um prazo mínimo ; r- -J '; haverá de ser estabelecido d~ntró do qual n~o haverá ilicitude por parte dos proprietários da área ~ Não obstante~' se for constàtada a impossibilidade de recuperação de determinada área ficam os proprietários obrigados à indenizar os danos causados em mont ser 'apurado em eventu~lliquidação do julgado

14 F --- SENTENÇA TPO A Resolução CJF JUSTÇA FEDERAL SEÇÃO JUDCÃRA DE MNAS GERAS SUBSEÇÃO DE UBERABA 2 a VARA FEDERAL ' Ante o exposto JULGO PARCALMENTE PROCEDENTES os pedidos autorais para determinar aos requeridos que pro~ovam a recuperação da área d~ preservação permanente constante de sua propriedade 'fixada em de 30 (trinta) metros contad~s a partir: do nível máximo 'operativo do Reservatório ' da UHE de Jaguara mediante a adoção de práticas de adequação ambiental e técnicas a serem indicadas por técnico legalmente habilitado para ~ tanto observando a bi~diversidade local com acqmpanhamento e tratos culturais pelo prazo que garantam a efetiva recuperação da áíea mediante as seguintes ações: á) desocupar no prazo de 120 (cento e vinte dias) dias a faixa de 30 (trinta) metros contados a partir do nível máximo operativo do Res~rvatório da UHE de Jaguara promovendo a demolição de qualquer edificação ali existente com a retirada do entulho resultante que deverá ser depositado em local indicado pelo órgão'ambiental competente; b) apresentar ao BAMA ou aoórgão estadual porrele indicado no prazo de 60 (sessenta) dias projeto de adequação ambiental elaborado por técnico' devidamente habilitado que deverá ser avaliado em i~al prazo pelo órgão ambiental incluindo cronograma de obras e serviços; c) iniciar no prazo de 150 (cento e' cinqlfenta) dias a implantação 'do - proj~to de adequa~ão <;tmbientalda área degradada de:rendo observar todas as'exigências e recomendações feitas pelo órgão ambiental responsável pela fiscalização e' aprovação do projeto; d) abster-se i'mediàtamente de realizar novas ocupações corte exploração ou supressão de qualq~~r tipo de ~egetação ou de reálizàr qualquer outra 4 _ ~ ação antiópica na área d'e preservaçãó'permanente fixada nesta sentenç

15 ' F _ J SENTENÇA TPO A Resolução CJF JUSTÇA FEDERAL SEÇÃO JUDCÁRA DE MNAS GERAS SUBSEÇÃO DE UBERABA za VARÁ FEDERAL e) pagar na hipótese de restár verificada a impossibilidade fática de implementação das medidas de recuperação ambiental da área indenização 1 ~ no montante a ser eventuálmente apurado em liquidação de sentença; O descumprimentõ da sentença ensejará o pagamento de multa'- diár~a que - fixo no valor R$lOOOOO (um mil' reais) a ser revertida ao Fundo de Defesa dos?ireitos Difusos ' Custas e honorários força da ~ucunibência recíproca a serem divididos equitati:amente entre 'as partes por ' Publique-se Registre-se Jntimem-se' ' Ul;>erabaMG30 de agosto de ~;;:r-~ ~ TÂNA ZUCcltlDE MORAES Juíza Federal Substit';ta -' ( ~ ( '

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