LEGISLAÇÃO: MARCO REGULATÓRIO PARA O TRATAMENTO DE SEMENTES NO BRASIL

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1 LEGISLAÇÃO: MARCO REGULATÓRIO PARA O TRATAMENTO DE SEMENTES NO BRASIL Júlio César Garcia Fiscal Federal Agropecuário LASO/LANAGRO/MG José Maurício Pereira Fiscal Federal Agropecuário UTRA/LRV/SDFA/MG Piracicaba/SP

2 LEGISLAÇÃO SOBRE TRATAMENTO DE SEMENTES MAPA DEFESA SANITÁRIA VEGETAL Decreto nº /1934 AGROTÓXICOS Lei nº 7.802/1989 Decreto nº 4.074/2002 IN nº 5/2012 SEMENTES Lei nº /2003 Decreto nº 5.153/2004 IN nº 9/2005

3 DEFESA SANITÁRIA VEGETAL

4 DECRETO Nº de 12 de abril de 1934 É conhecido como o Regulamento de Defesa Sanitária Vegetal Estabelece: Normas para exportação e importação de vegetais e suas partes; Medidas necessárias para os tratamentos previstos nas ações de Defesa Sanitária Vegetal.

5 DECRETO Nº de 12 de abril de 1934 Proibição da venda e obrigatoriedade de tratamento Art Verificada a existência, por funcionário do Serviço de Defesa Sanitária Vegetal, de qualquer doença ou praga perigosa e em qualquer grau de desenvolvimento, em vegetais ou partes de vegetais destinados ao comércio, será imediatamente interditada a venda desses produtos, bem como de outros que possam estar contaminados, até que seja dado cumprimento ao disposto no 1º deste artigo. 1º - O proprietário, arrendatário ou ocupante a qualquer título, do estabelecimento, é obrigado: a) a realizar, no prazo e nas condições prescritas, a destruição ou tratamento dos vegetais e partes de vegetais atacados;

6 DECRETO Nº , DE 12 DE ABRIL DE 1934 Trânsito de produtos vegetais tratados Art. 32 Em se tratando de produtos para os quais a inspeção ou tratamento, a juízo do Ministério da Agricultura, ofereça garantia suficiente contra a disseminação da doença ou praga, poderá ser permitido o seu trânsito desde que os mesmos venham acompanhados de certificados dos técnicos incumbidos da defesa sanitária vegetal, atestando que foram inspecionados ou submetidos ao tratamento prescrito.

7 DECRETO Nº , DE 12 DE ABRIL DE 1934 Art Nenhuma mercadoria destinada a desinfecção ou expurgo ou a expurgo e beneficiamento será recebida nas estações ou postos sem que seja acompanhada da respectiva carta de remessa, conformando-se o interessado com as diferenças que, por ventura, resultem do tratamento ou beneficiamento a que for submetida.

8 AGROTÓXICOS

9 LEI Nº de 11 de julho de 1989 Dispõe sobre a pesquisa, a experimentação, a produção, a embalagem e rotulagem, o transporte, o armazenamento, a comercialização, a propaganda comercial, a utilização, a importação, a exportação, o destino final dos resíduos e embalagens, o registro, a classificação, o controle, a inspeção e a fiscalização de agrotóxicos, seus componentes e afins.

10 Decreto nº de 4 de janeiro de 2002 Regulamenta a Lei nº 7.802, estabelecendo conceitos, definindo as competências do Ministério da Agricultura, Saúde e do Meio Ambiente. Art. 5º Cabe ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento: I - avaliar a eficiência agronômica dos agrotóxicos e afins para uso nos setores de produção, armazenamento e beneficiamento de produtos agrícolas, nas florestas plantadas e nas pastagens; e II - conceder o registro, inclusive o RET, de agrotóxicos, produtos técnicos, pré-misturas e afins para uso nos setores de produção, armazenamento e beneficiamento de produtos agrícolas, nas florestas plantadas e nas pastagens, atendidas as diretrizes e exigências dos Ministérios da Saúde e do Meio Ambiente.

11 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 5, DE 2 DE ABRIL DE 2012 Art 1º Estabelecer critérios para autorização de uso de agrotóxico em tratamento de sementes e mudas de cultura diversa às recomendadas em rótulo e bula, destinados exclusivamente à exportação, em atendimento a requisitos fitossanitários do país importador. 1º O ingrediente ativo e a formulação do agrotóxico a ser utilizado devem estar registrados no Brasil.

12 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 5, DE 2 DE ABRIL DE 2012 Obrigatoriedade de inscrição no RENASEM Art. 3º É legitimado a requerer autorização para o uso de agrotóxicos para realização de tratamento de que trata esta Instrução Normativa o produtor inscrito no Registro Nacional de Sementes e Mudas - RENASEM. Art. 8º O Responsável Técnico pela produção da empresa exportadora, credenciado no RENASEM, acompanhará o tratamento e emitirá o respectivo certificado.

13 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 5, DE 2 DE ABRIL DE 2012 Art. 4º O requerimento para o uso de agrotóxico em tratamento de sementes e mudas de cultura diversa às recomendadas em rótulo e bula será apresentado ao órgão técnico de sementes e mudas da unidade descentralizada do MAPA na respectiva Unidade da Federação em que o exportador estiver estabelecido de forma complementar à documentação anexa ao Requerimento de Autorização para Exportação de Sementes e de Mudas.

14 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 5, DE 2 DE ABRIL DE 2012 Art. 9º São obrigações do produtor inscrito no RENASEM autorizado a utilizar agrotóxicos e realizar os tratamentos fitossanitários de que trata esta Instrução Normativa: I - Manter toda documentação relativa ao controle de rastreabilidade do uso do agrotóxico autorizado, de rastreabilidade das sementes e mudas tratadas exportadas e das sementes e mudas tratadas ainda não exportadas; II - Manter toda semente e muda tratadas conforme esta Instrução Normativa separadas das demais sementes e mudas tratadas; e III - Encaminhar à representação do MAPA na Unidade da Federação o relatório mensal dos tratamentos de sementes e mudas executados no período, até o 10º (décimo) dia útil do mês subsequente.

15 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 5, DE 2 DE ABRIL DE 2012 Art. 10. O serviço responsável pela área de fiscalização de agrotóxicos da representação do MAPA na Unidade da Federação deverá consolidar, a cada seis meses, lista dos ingredientes ativos e dos produtos formulados utilizados para tratamento das sementes e mudas. Parágrafo único. A lista prevista no caput deverá ser remetida ao Departamento de Fiscalização de Insumos Agrícolas, que a encaminhará ao Comitê Técnico de Assessoramento para Agrotóxicos - CTA.

16 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 5, DE 2 DE ABRIL DE 2012 Art. 11 A fiscalização do uso de agrotóxico para tratamento das sementes e mudas de que trata esta Instrução Normativa é de responsabilidade do órgão competente pela fiscalização de insumos agrícolas da representação do MAPA na Unidade da Federação.

17 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 5, DE 2 DE ABRIL DE 2012 Art 12 (altera o Art 31 da IN 50/2006, que trata da avaliação do Requerimento de exportação de sementes e mudas) Art O órgão técnico de sanidade vegetal, observada a legislação específica, deverá analisar a solicitação e devolvê-la ao órgão técnico de sementes e mudas, no prazo de 5 (cinco) dias úteis. Parágrafo único. Quando constar do processo requerimento para autorização para o uso de agrotóxico em tratamento de sementes e mudas de cultura diversa às recomendadas em rótulo e bula, o órgão técnico de sanidade vegetal deverá solicitar parecer, no mesmo prazo estabelecido do caput, do órgão técnico de fiscalização de agrotóxicos antes de devolvê-lo ao órgão técnico de sementes e mudas.

18 SEMENTES

19 LEI nº de 5 de agosto de 2003 Sistema Nacional de Sementes e Mudas É conhecida como Lei de Sementes e Mudas Art A comercialização e o transporte de sementes tratadas com produtos químicos ou agrotóxicos deverão obedecer ao disposto no regulamento desta Lei.

20 DECRETO Nº 5.153, DE 23 DE JULHO DE 2004 Regulamenta a Lei nº , de 5 de agosto de Art. 2º - Para efeito deste Regulamento, respeitadas as definições constantes da Lei nº , de 2003, entende- se por: XXX - sementes tratadas: sementes nas quais agrotóxicos, corantes ou outros aditivos foram aplicados, não resultando em mudança significativa de tamanho, formato ou peso da semente original;

21 DECRETO Nº 5.153, DE 23 DE JULHO DE 2004 Art A semente revestida, inclusive a tratada, deverá trazer, em lugar visível de sua embalagem, a identificação do revestimento e do corante, o nome comercial do produto e a dosagem utilizada. 1º Quando as sementes forem revestidas com agrotóxicos para tratamento de sementes ou qualquer outra substância nociva à saúde humana e animal, deverá constar, em destaque na embalagem, a expressão impróprio para alimentação e o símbolo de caveira e tíbias. 2º Também deverá constar da embalagem das sementes referidas no 1º recomendações adequadas para prevenir acidentes e indicação da terapêutica de emergência.

22 SEMENTES REVESTIDAS X SEMENTES TRATADAS O revestimento altera significativamente o tamanho e o peso das sementes. A análise de pureza para sementes revestidas tem especificidades em relação à análise de pureza normal. Sementes apenas tratadas não são sementes revestidas e são analisadas pelos métodos normais. Sem. tratadas de beterraba

23 Amostras Médias e de Trabalho para Sementes Revestidas Fonte: Regras para Análise de Sementes (RAS, 2009)

24 DECRETO Nº 5.153, DE 23 DE JULHO DE 2004 Art A semente revestida, inclusive a tratada, deverá trazer, em lugar visível de sua embalagem, a identificação do revestimento e do corante, o nome comercial do produto e a dosagem utilizada. 3º No caso de revestimento com agrotóxicos para tratamento de sementes, deverá constar, ainda, o ingrediente ativo e a concentração dele. 4º Quando as sementes tiverem sido tratadas unicamente com agrotóxicos registrados para tratamento de grãos contra pragas de armazenamento, deverão ser informados na embalagem o ingrediente ativo, a dosagem utilizada, a data do tratamento e o período de carência.

25 DECRETO Nº 5.153, DE 23 DE JULHO DE 2004 Art. 95. Na semente revestida, é obrigatório o uso de corante de coloração diferente da cor original da semente, para diferenciá-la das sementes não revestidas. 1º Exclui-se a obrigatoriedade, quando o produto utilizado no revestimento conferir, por si só, coloração diferente à da semente, desde que não contrarie normas específicas. 2º Exclui-se a obrigatoriedade, quando forem utilizados, no tratamento das sementes, unicamente produtos químicos ou biológicos registrados para tratamento de grãos contra pragas de armazenamento.

26 DECRETO Nº 5.153, DE 23 DE JULHO DE 2004 Art Ficam proibidos e constituem infração de natureza gravíssima: VII - a produção, o armazenamento, a re-embalagem, o comércio e o transporte de sementes tratadas com produtos químicos ou agrotóxicos, sem constar as informações pertinentes em local visível de sua embalagem; ou VIII - a produção, o armazenamento, a re-embalagem, o comércio e o transporte de sementes sem adição de corantes ou pigmentos que as diferenciem de sementes não tratadas.

27 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 9, DE 2 DE JUNHO DE 2005 NORMAS PARA PRODUÇÃO, COMERCIALIZAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE SEMENTES

28 IN Nº 9, DE 2 DE JUNHO DE Constituem-se obrigações do produtor: XIII - conhecer o destino dado aos lotes de sementes tratadas com produtos nocivos à saúde humana ou animal, que por qualquer razão não tenham sido comercializados ou utilizados para semeadura própria, mantendo os seus registros;

29 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 9, DE 2 DE JUNHO DE O beneficiamento de sementes é a operação efetuada mediante meios físicos, químicos ou mecânicos com o objetivo de aprimorar a qualidade de um lote de sementes, compreendendo, respeitadas as particularidades das espécies, as etapas de: recepção, pré-limpeza, secagem, armazenamento, limpeza, transporte, classificação, tratamento, embalagem, amostragem, pesagem e identificação

30 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 9, DE 2 DE JUNHO DE O revestimento de sementes, quando utilizado, será realizado em uma das seguintes modalidades: VI - tratamento: quando se aplicam agrotóxicos, corantes, películas ou outros aditivos, sem que haja aumento significativo do tamanho e peso ou alteração de formato.

31 IN Nº 9, DE 2 DE JUNHO DE Na semente revestida, é obrigatório o uso de corante de coloração diferente da cor original da semente, para diferenciá-la das sementes não revestidas Exclui-se da obrigatoriedade prevista no subitem quando: I - o produto utilizado no revestimento conferir, por si só, coloração diferente à da semente; e II - forem utilizados no tratamento de sementes produtos químicos ou biológicos registrados para tratamento de grãos, contra pragas de armazenamento.

32 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 9, DE 2 DE JUNHO DE As informações relativas à amostragem prevista no subitem 18.4 deverão ser registradas em termo próprio, contendo no mínimo as seguintes informações: I - nome e endereço do produtor; II - número de inscrição no RENASEM; III - espécie, cultivar, categoria e safra; IV - número do lote; V - representatividade do lote; VI - determinações solicitadas; VII - nome e número do credenciamento no RENASEM do amostrador, quando for o caso; VIII - indicação do tratamento, quando for o caso; e IX - data da coleta, identificação e assinatura do responsável pela amostragem.

33 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 9, DE 2 DE JUNHO DE A semente revestida, inclusive a tratada, deverá trazer em lugar visível de sua embalagem as seguintes informações: I - identificação do tipo de revestimento; II - identificação do corante, quando for o caso; III - nome comercial do produto e a dosagem utilizada; IV - nome e concentração do ingrediente ativo, no caso de tratamento com agrotóxicos; V - a data do tratamento e o período de carência, quando forem utilizados agrotóxicos registrados para tratamento de grãos contra pragas de armazenamento; VI - SEMENTE IMPRÓPRIA PARA ALIMENTAÇÃO e o símbolo de caveira e tíbias, que deverão ser colocados com destaque na embalagem, bem como recomendações adequadas para prevenir acidentes e indicação da terapêutica de emergência, se a substância utilizada para o revestimento das sementes for nociva à saúde humana ou animal; e VII - o número de sementes por unidade de peso ou por embalagem, quando o revestimento aplicado alterar o seu tamanho.

34 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 9, DE 2 DE JUNHO DE No caso de sementes tratadas com substâncias nocivas à saúde humana ou animal, não será permitido o uso de embalagem de polipropileno trançado, algodão, juta ou de outros materiais que venham a ser restringidos em norma específica.

35 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 9, DE 2 DE JUNHO DE O produtor de sementes poderá utilizar embalagem de tamanho diferenciado, confeccionada em polipropileno ou material de comprovada durabilidade, resistência e eficiência técnica, cujo peso líquido apresentará conteúdo mínimo de 250 (duzentos e cinqüenta) quilogramas e que neste caso deverá: III - ser reaproveitada apenas se as sementes embaladas anteriormente não tiverem sido tratadas com substâncias nocivas à saúde humana ou animal Exclui-se da obrigatoriedade prevista no inciso III do subitem 15.4 a embalagem que tenha anteriormente acondicionado semente tratada e se destine ao ensaque de semente tratada com o mesmo ingrediente ativo.

36 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 9, DE 2 DE JUNHO DE As sementes tratadas com produtos nocivos à saúde humana ou animal que, por qualquer razão, não tenham sido utilizadas para o plantio deverão ter sua destinação informada pelo detentor da semente, ao órgão de fiscalização, mediante comprovação documental.

37 Como pesquisar a legislação do MAPA?

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42 Obrigado Júlio César Garcia Fiscal Federal Agropecuário Eng º. Agrônomo, M.Sc. Laboratório Oficial de Análise de Sementes Supervisor - LASO Laboratório Nacional Agropecuário em Minas Gerais LANAGRO/MG +55 (31)

43 Obrigado José Maurício Pereira Fiscal Federal Agropecuário Eng º. Agrônomo, D.Sc. Unidade Técnica Regional em Lavras da Superintendência Federal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais UTRA/LVR/SFA-MG/MAPA +55 (31)

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