PAINEL 1 AS MEDIDAS DE SUCESSO NA GESTÃO HOSPITALAR CASE SANTA CASA DE SÃO PAULO

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1 PAINEL 1 A MEDIDA DE UCEO NA GETÃO HOPITALAR CAE ANTA CAA DE ÃO PAULO nas unidades: Hospital Geral de Guarulhos; Hospital anta Isabel; e Policlínica Maria Dirce

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3 Complexo Hospitalar Indicadores de Produção e Infra Estrutura MÉDIA MENAL DE: 80 MIL ATENDIMENTO AMBULATORIAI; 135 MIL ATENDIMENTO DE EMERGÊNCIA; 4 MIL CIRURGIA; 6 MIL INTERNAÇÕE (AÍDA); E 366 MIL EXAME DE ADT. 2 MIL LEITO 14 MIL COLABORADORE

4 Assistência ao ser humano Nosso negócio

5 Nossa Visão para o Futuro er reconhecida pela excelência no atendimento, er reconhecida ensino, pela pesquisa excelência e gestão no em saúde. atendimento, ensino, pesquisa e gestão em saúde.

6 Promover o bem estar físico, psíquico e social do ser humano com profissionais qualificados e tecnologia atualizada, buscando atingir a excelência no atendimento, ensino e pesquisa. Nossa razão de ser

7 Nosso Modelo de Gestão Gestão Estratégica pela Qualidade Total QUALIDADE TOTAL ORGANIZAÇÃO PROCEO EXCELÊNCIA NA GETÃO REULTADO ETRUTURA, EGURANÇA (Gestão de Risco)

8 Grandes desafios para que possamos ser diferentes: CRIAR, TER IDÉIA É relativamente fácil. EXECUTAR, FAZER ALGO DIFERENTE Dá trabalho e requer perseverança. Na maioria das vezes, a diferenciação está nas coisas mais simples, o que sugere (erradamente) que deve ser atribuído aos escalões mais baixos.

9 Nosso Conceito de Qualidade Reduzir os números de resultados indesejáveis a ZERO

10 PLANEJAMENTO ETRATÉGICO Estratégia e Metas para o Modelo de Gestão ETRATÉGIA Institucionalizar o modelo de Gestão Estratégica pela Qualidade Total. META Garantir a segurança para os usuários/clientes e colaboradores e também para a instituição no exercício das suas atividades de negócio; Avaliar, reestruturar, controlar e padronizar os processos do negócio; e Garantir sustentabilidade e excelência nos serviços prestados.

11 Mapa Estratégico Alinhado ao BC Balance cord Card Financeira Reduzir os Custos ustentabilidade Aumentar as Receitas Cliente e Mercado Garantir a Qualidade Melhorar a Oferta Perpetuar a Marca Processos Internos Garantir a egurança Otimizar os Processos Alcançar a excelência Crescimento e Aprendizado Desenvolver e Treinar Dar uporte Tecnológico Gerenciar Competências

12 Desdobramento das Metas Nível de Maturidade Excelência PNQ Excelência PNG ONA 3 Rumo a Excelência ONA 2 Organização A C P D Compromisso com a excelência CQH ONA 1 egurança Tempo

13 METODOLOGIA DE TRABALHO Fase I Estrutura e egurança (Gestão de Riscos) 9. AÇÕE DE MELHORIA (CORRETIVA PREVENTIVA) A C 8. PROGRAMA DE AUDITORIA INTERNA 1. FORMAÇÃO DO COMITE DA QUALIDADE NA UNIDADE P D 5. TRATAMENTO DA NC OBRIGATÓRIA 6. MAPEAMENTO E ANÁLIE DO PROCEO 2. DIAGNÓTICO CLIENTE E COLABORADOR 5.1 IMPLE MENTA ÇÃO DO PLANO DE AÇÃO 6.1 IDENTI FICAÇ ÃO DO 3. DIAGN ÓTIC O ITUAC IONAL 5.2 ELABO RAÇÃO DO MANUA I OBRIG ATÓRI O 6.2 ANÁLI E DO 4. ABERT URA DE PLANO DE AÇÃO PARA NC OBRIG ATÓRI A 6.3 TRATA MENTO DO 6.4 GETÃ O DO 7. REALIZAÇÃO DO PROGRAMA DE CONCIENTIZAÇÃO PARA A QUALIDADE

14 A P C D 6. MAPEAMENTO E ANÁLIE DO PROCEO 6.1 IDENTI FICAÇ ÃO DO 6.2 ANÁLI E DO 6.3 TRATA MENTO DO 6.4 GETÃ O DO

15 A P C D 6. MAPEAMENTO E ANÁLIE DO PROCEO 6.1 IDENTI FICAÇ ÃO DO 6.2 ANÁLI E DO 6.3 TRATA MENTO DO 6.4 GETÃ O DO Qual é o resultado esperado para esta etapa do processo? Qual é o produto do processo? Qual é o resultado esperado para este produto?

16 A P C D 6. MAPEAMENTO E ANÁLIE DO PROCEO 6.1 IDENTI FICAÇ ÃO DO 6.2 ANÁLI E DO 6.3 TRATA MENTO DO 6.4 GETÃ O DO

17 A P C D 6. MAPEAMENTO E ANÁLIE DO PROCEO 6.1 IDENTI FICAÇ ÃO DO 6.2 ANÁLI E DO 6.3 TRATA MENTO DO 6.4 GETÃ O DO CAUA EVENTO CONEQUÊNCIA FONTE/PERIGO EV. POITIVO INCIDENTE ACIDENTE GANHO/PERDA

18 A P C D 6. MAPEAMENTO E ANÁLIE DO PROCEO 6.1 IDENTI FICAÇ ÃO DO 6.2 ANÁLI E DO 6.3 TRATA MENTO DO 6.4 GETÃ O DO

19 A P C D 6. MAPEAMENTO E ANÁLIE DO PROCEO 6.1 IDENTI FICAÇ ÃO DO 6.2 ANÁLI E DO 6.3 TRATA MENTO DO 6.4 GETÃ O DO

20 A C P D 6. MAPEAMENTO E ANÁLIE DO PROCEO 6.1 IDENTI FICAÇ ÃO DO 6.2 ANÁLI E DO 6.3 TRATA MENTO DO 6.4 GETÃ O DO CONEQUÊNCIA DECRITOR Desprezível Menor Moderada Maior Catastrófica EXEMPLO Nenhuma lesão ou dano, custo baixo PROBABILIDADE Primeiros socorros, falha contida interna e imediatamente, DECRITOR EXEMPLO custos intermediários Quase certo Espera-se que ocorra na maioria das Tratamento médico necessário, circunstâncias falha contida com auxílio externo, custos elevados Provável Provavelmente ocorrerá na maioria das Lesões graves ou abrangentes, circunstâncias perda da capacidade de produção, falha Possível externa controlável, Pode ocorrer grandes em perdas algum momento Morte, epidemia Improvável de difícil controle, Não se perdas espera enormes que ocorra Raro Poderia ocorrer em circunstâncias excepcionais

21 A P C D 6. MAPEAMENTO E ANÁLIE DO PROCEO 6.1 IDENTI FICAÇ ÃO DO 6.2 ANÁLI E DO 6.3 TRATA MENTO DO 6.4 GETÃ O DO MATRIZ DE CONEQUÊNCIA PROBABILIDADE Desprezível (1) Menor (2) Moderada (4) Maior (8) Catastrófica (16) NR > 20 risco extremo: ação imediata 10 < NR < 20 risco alto: ação da alta gerência 4 < < 10 risco moderado: definir responsabilidade gerencial NR < 4 risco baixo: manter práticas e procedimentos

22 A P C D 6. MAPEAMENTO E ANÁLIE DO PROCEO 6.1 IDENTI FICAÇ ÃO DO 6.2 ANÁLI E DO 6.3 TRATA MENTO DO 6.4 GETÃ O DO

23 A P C D 6. MAPEAMENTO E ANÁLIE DO PROCEO 6.1 IDENTI FICAÇ ÃO DO 6.2 ANÁLI E DO 6.3 TRATA MENTO DO 6.4 GETÃ O DO

24 METODOLOGIA DE TRABALHO Fase II - Processos 6. AÇÕE DE MELHORIA (CORRETIVA PREVENTIVA) A C 5. CONTROLE DO MÉTODO, INDICADORE E CONTRATO 1. IDENTIFICAÇÃO E CLAIFICAÇÃO DO PROCEO DO HOPITAL P D 3. IMPLEMENTAÇÃO DO MELHORE MÉTODO 2. IDENTIFICAÇÃO DA CADEIA DE VALOR 2.1 IDENTIFICAÇÃO DA CADEIA CLIENTE FORNECEDOR 2.2 IDENTIFICAÇAO DO INDICADORE 2.3 IMPLANTAÇÃO DE INTERAÇÕE ITÊMICA 4. ELABORAÇÃO E EXECUÇÃO DO CONTRATO

25 Indicadores de Qualidade O que avaliamos O primeiro sinal de que não sabemos o que estamos fazendo é uma obsessão pelos números (J. W. Goethe) INDICADORE DE ETRUTURA: Referente as condições nas quais a assistência é realizada (recursos materiais, humanos, estrutura organizacional). INDICADORE DE PROCEO: Relacionados com a assistência ao paciente. INDICADORE DE REULTADO: refletem mudanças (desejáveis ou não) atribuídas à assistência realizada.

26 6. AÇÕE DE MELHORIA (CORRETIVA PREVENTIVA) 1. IDENTIFICAÇÃO E CLAIFICAÇÃO DO PROCEO DO HOPITAL 2. IDENTIFICAÇÃO DA CADEIA DE VALOR 2.1 IDENTIFICAÇÃO DA CADEIA CLIENTE FORNECEDOR 2.2 IDENTIFICAÇAO DO INDICADORE 2.3 IMPLANTAÇÃO DE INTERAÇÕE ITÊMICA A P C D 5. CONTROLE DO MÉTODO, INDICADORE E CONTRATO 3. IMPLEMENTAÇÃO DO MELHORE MÉTODO 4. ELABORAÇÃO E EXECUÇÃO DO CONTRATO

27 Indicadores de Resultado do Processo Processo Diálise ENTRADA Protocolos REULTADO: Nível de egurança? Em quanto tempo? Há que custo????????... Produto Paciente com retorno do equilíbrio hidroeletrolítico e hemodinamicamente estável.

28 METODOLOGIA DE TRABALHO Fase III - Resultado AÇÕE DE MELHORIA (CORRETIVA PREVENTIVA) A C 1. ANÁLIE DO INDICADORE INTITUCIONAI P D 2. COMPA RAÇÃO : META ETAB ELECID A COMPA RAÇÃO : REFER ENCIAI EXTER NO 4. IDENTI FICAÇ ÃO DO GAP 5. DEFINI ÇÃO: NOVA DIRETR IZE 6. CONTROLE DO INDICADORE 4. DEDOBRAMENTO DA ETRATÉGIA INTITUCIONAI 5. ELABORAÇÃO E EXECUÇÃO DO PLANO DE AÇÃO

29 Desafios Difundir os conceitos de risco e identificá-los Gerenciar os processos e suas interações sistematicamente; Estabelecer sistemática de medição e avaliação dos processos, melhorar os controles o que não significa aumentar; Educar e treinar continuadamente os líderes para as melhorias dos processos, o gerenciamento dos riscos; e conseqüentemente... er reconhecida pela excelência no atendimento, ensino, pesquisa e gestão em saúde.

30 Fatores Críticos de ucesso Vontade de Mudar; aber mudar (ter uma metodologia); Planejamento; Workshop de interação Processos; e MUITA persistência.

31 ANTA CAA DE ÃO PAULO BRAIL Fernando Rinaldo Diretor da Qualidade e Desenvolvimento Organizacional

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