EFEITO DO ARMAZENAMENTO NA QUALIDADE FISIOLÓGICA DE SEMENTES DE GENÓTIPOS FEIJÃO E MAMONA SOB CONSÓRCIO

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1 EFEITO DO ARMAZENAMENTO NA QUALIDADE FISIOLÓGICA DE SEMENTES DE GENÓTIPOS FEIJÃO E MAMONA SOB CONSÓRCIO Lucas de Abreu Dias 1 ; Itamar Rosa Teixeira 2 1 Bolsista PBIC/UEG, graduando do curso de Engenharia Agrícola, UnUCET - UEG. 2 Orientador, docente do curso de Engenharia Agrícola, UnUCET UEG. RESUMO Estudos sobre períodos de armazenamento de sementes de feijão e mamona produzidas sob consórcio são inexistentes. Dessa forma, este trabalho teve por objetivo avaliar a qualidade fisiológica de sementes de cultivares de feijão-comum consorciado com mamona, submetidas à diferentes períodos de armazenamento nas condições edafoclimáticas do cerrado goiano. Foi empregado o delineamento inteiramente ao acaso, em esquema fatorial 4 x 4 + 4, com quatro repetições. Os tratamentos foram constituídos da análise de sementes de quatro cultivares de feijoeiro-comum (Pérola, Talismã, Diamante Negro e Radiante) sob consórcio com a mamona cv. BRS Paraguaçu, submetidos a diferentes períodos de armazenamento (0; 2; 4 e 6 meses), mais o tratamento adicional constituído pelas sementes de mamona submetidas aos referidos períodos de armazenamento. Conclui-se que as sementes da cultivar de feijão Radiante e da mamoneira cv. BRS Paraguaçu, produzidas sob consórcio, apresentam queda significativa da qualidade fisiológica após seis meses de armazenamento. Palavras-chave: Phaseolus vulgaris, Ricinus communis, qualidade de semente. Introdução No Brasil e em especial no Estado de Goiás, o cultivo de feijão (Phaseolus vulgaris L.) em consórcio é pratica adotada, sobretudo, na pequena propriedade rural, com emprego comumente da associação feijão+milho. Recentemente a mamona tem despertado como cultura promissora na produção de biodiesel, sendo indicada pelo governo federal como primeira escolha para projetos relacionados à agricultura familiar (TEIXEIRA, 2005). Neste aspecto, o emprego do feijão, principal fonte protéica das classes de menor poder aquisitivo, em associação com essa oleaginosa pode apresentar grande potencial devido o sistema reduzir a probabilidade de perda, visto que as possíveis estiagens, embora possam inviabilizar a 1

2 colheita do feijão, dificilmente comprometem a produção da mamona, que é tolerante a déficits hídricos por períodos prolongados. Assim, a perda de uma das culturas pode ser compensada, pelo menos em parte, pela colheita de sua consorte. As cultivares de feijão e mamona lançadas pela pesquisa sempre são previamente testadas em monocultivo, raramente em sistema de consórcio, contudo, suas sementes, uma vez distribuídas aos agricultores, são utilizadas em ambos os sistemas de cultivo (VIEIRA, 1999), sem se saber realmente as reais influencias desses sistemas sobre a qualidade fisiológica das sementes produzidas durante a fase de pós-colheita e armazenamento. Há concordância que a qualidade das sementes não pode ser melhorada durante o armazenamento, mas pode ser preservada quando as condições de conservação são favoráveis. No Brasil, investigações sobre capacidade de armazenamento de sementes de cultivares de feijão e mamona são raras e pouco conclusivas, e diz respeito somente a condição de monocultivo (SANTOS et al., 2005). Baseado no pressuposto acima, pode dizer que são necessários estudos e recomendações específicas relacionadas à capacidade de armazenamento das sementes de genótipos de feijão e de mamona produzidas sob consórcio, já que a armazenagem é exigida objetivando atender as necessidades do mercado no decorrer do ano. Assim este trabalho teve por objetivo avaliar o efeito do armazenamento na qualidade fisiológica de sementes de cultivares de feijão e mamona produzida sob consórcio nas condições edafoclimáticas da região central de Goiás. Material e Métodos As sementes utilizadas nos testes foram provenientes de um experimento implantando na safra da ''águas'' 2007/2008, em área experimental pertencente à Universidade Estadual de Goiás-GO, em Ipameri-GO, cujas coordenadas geográficas são: 17 43'19" S e 48 09'36" O. A altitude média na sede do município é de 764m, e o clima é caracterizado como tropical de altitude cwa. Foi utilizado o delineamento inteiramente ao acaso, em esquema fatorial 4 x 4 + 4, com quatro repetições. Os tratamentos foram constituídos da análise de sementes de quatro cultivares de feijoeiro-comum (Pérola, Talismã, Diamante Negro e Radiante) produzido em consórcio com a mamona cv. BRS Paraguaçu, e submetidos a diferentes períodos de armazenamento (0; 2; 4 e 6 meses), mais o tratamento adicional constituído pelas sementes de mamona submetidas aos referidos períodos de armazenamento. 2

3 Após a colheita das sementes de feijão e da mamona, foram retiradas amostras contendo 1000 gramas em cada parcela e trazidas para o laboratório para serem submetidas a secagem até umidades de 10 e 13% para sementes de mamona e feijão, respectivamente. Posteriormente, as sementes foram submetidas aos períodos de armazenamento em ambiente não controlado, dentro do laboratório. A determinação da qualidade fisiológica das sementes foi feita no Laboratório de Propriedade Físicas e Processamento de Produtos Vegetais da Unidade de Anápolis pertencente a Universidade Estadual de Goiás, por meio da aplicação dos seguintes testes: Teste Padrão de Germinação (TPG), primeira contagem do TPG, envelhecimento acelerado e condutividade elétrica. Os dados foram submetidos a análise de variância, e quando pertinente empregou-se teste de Tukey a 5% de probabilidade para discriminar possíveis diferenças entre cultivares, e análise de regressão para os períodos de armazenamento. Os cálculos estatísticos foram realizados por meio do Sistema de Análise Estatística Genética (SAEG). Resultados e Discussão Na tabela 1 pode ser visto que houve diferença significativa na qualidade fisiológica de sementes de feijão e mamona armazenadas somente no 6º mês. Para os meses anteriores, não foi detectada qualquer interferência do armazenamento na qualidade das sementes em questão. A qualidade fisiológica das sementes dos genótipos de feijão e da mamona estudadas pode ser considerada boa, uma vez que os resultados da análise de germinação apresentaram valores superiores a 90% de plântulas normais (Tabela 1) após a colheita, ou seja, no tempo zero de armazenamento. Comportamento semelhante foi constado nas avaliações posteriores, ou seja, aos 2 (dois) e 4 (quatro) meses de armazenamento, apesar do decréscimos verificados, que situaram em torno de 87 e 84%, para os referidos períodos, respectivamente. Contudo, mesmo assim, superiores aos padrões míninos exigidos pelo Ministério da Agricultura para comercialização de sementes de feijão e mamona, que situa-se entre 80 a 85% (BRASIL, 1992). Apesar de ter sido usada análise de regressão para avaliar o comportamento da qualidade fisiológica das sementes de feijão e de mamona em consorcio sob armazenagem, não foi possível ajustar modelos de equações fidedignos aos fenômenos investigados, e por essa razão optou-se por apresentar as médias dos dados dos tratamentos, nos quais foram 3

4 submetidas ao teste de média (Tukey a 5% de probabilidade), quando pertinente, para discriminar as prováveis diferenças estatísticas ocorridas entre os tratamentos. Dessa foram para as análises realizadas no 6º (sexto) mês de armazenamentos, notouse que o uso da técnica, nessa condição, propicia decréscimo significativo da viabilidade dos lotes tanto para as sementes de feijão como para as de mamona, em que foram atingidos percentuais médios de plântulas normais, respectivos, da ordem de 79 e 68% (Tabela 1), portanto abaixo dos padrões mínimos exigidos para comercialização das sementes das espécies em questão - > 80% (BRASIL, 1992). Nesse contexto, chama atenção o fato das sementes das cultivares de feijão Radiante ter apresentado maior redução de viabilidade em relação aos demais genótipos de feijão testados, o que se deve certamente ao maior quantidade de reservas armazenadas. Vale lembrar, que as sementes de feijão do grupo Manteigão, ao qual pertence a cv. Radiante, possui em torno de 22% de proteína e 60% de amido, e peso médio de 100 grãos superior a 45 gramas. Assim, a concentração de proteína associado ao maior conteúdo de reserva da semente, pode ser apontado com um dos fatores que contribui para os decréscimos acentuados de viabilidades das sementes da cultivar após o seis meses de armazenamento (MARCOS FILHO, 2005), comparativamente as sementes das demais cultivares que possui peso médio de 100 grãos inferior a 45 gramas. Com relação a semente de mamona pode-se afirma que por se tratar de uma oleaginosa com mais de 45% do tegumento constituído por lipídeos, provavelmente ao longo do armazenamento ocorreu rancificação do óleo levando a queda de qualidade de semente, como ocorre comumente com sementes de soja, conforme afirmam Carvalho e Nakagawa (2000). Por meio do vigor de sementes estimado pelos testes de primeira contagem do TPG, envelhecimento acelerado e condutividade elétrica obteve-se comportamento semelhante aos resultados do teste de TPG, porém com decréscimos mais acentuados dos valores obtidos em comparação a este. Frisa-se, contudo, que os testes de vigor são conduzidos, em muitos casos, sob condições estressantes como o envelhecimento acelerado, sendo dessa forma mais realista comparativamente ao TPG, já que seus resultados correlacionam melhor com os prováveis problemas bióticos e abióticos encontrados no campo (KRZYZANOWSKI et al., 1999), justificando assim os resultados obtidos. 4

5 Tabela 1. Médias das características fisiológicas de sementes de feijão e mamona produzida sob consórcio e armazenadas sobre diferentes períodos. UEG/UnUCET, Anápolis-GO, Testes realizados Cultivares de feijão TPG PC E.A. C.E....(%)... µmho.cm 3.g Período de armazenamento 0 mês Talismã Pérola Diamante Negro Radiante Média de feijão Mamona C.V. 7,96 6,38 7,24 7,39 Período de armazenamento 2 meses Talismã Pérola Diamante Negro Radiante Média de feijão Mamona C.V. 7,86 8,89 10,55 9,20 Período de armazenamento 4 meses Talismã Pérola Diamante Negro Radiante Média de feijão Mamona C.V. 7,82 8,89 9,48 8,33 Período de armazenamento 6 meses Talismã 83 a 76 a 72 a 63 a Pérola 85 a 78 a 73 a 61 a Diamante Negro 77 a 72 a 67 a 65 a Radiante 71 b 66 b 58 b 72 b Média de feijão Mamona 68 b 59 b 52 b 75 b C.V. 14,75 8,68 12,96 9,74 Médias seguidas pela mesma letra na coluna, não diferem estatisticamente entre si, a 5% de probabilidade. Com relação aos valores obtidos para o teste de primeira contagem do TPG, observase na Tabela 1, que somente nas análises realizadas aos 6 (seis) meses de armazenamento constatou-se diferenças significativa para a cultivar de feijão Radiante apresentado novamente qualidade inferior das sementes em relação aos demais genótipos, assim como a qualidade de 5

6 sementes de mamona. Estes resultados corroboram aos dados obtidos no teste de germinação, valendo aqui a mesma justificativa dada acima para esse comportamento. Conclusões Sementes da cultivar de feijão Radiante e de mamona, produzidas sob consórcio, apresenta queda significativa de qualidade fisiológica a partir do 6º mês de armazenamento. Referencias Bibliográficas BRASIL - MINISTÉRIO DA AGRICULTURA. Regras para análises de sementes. Brasília: SNDA, DNPV, p. CARVALHO, N.M.; NAKAGAWA, J. Sementes: ciência, tecnologia e produção. Jaboticabal: Funep, p. KRZYZANOWSKI, F.C.; VIEIRA, R.D.; FRANÇA NETO, J.B. Vigor de sementes: conceitos e testes. Londrina: ABRATES, (sem paginação) MARCOS FILHO, J. Fisiologia de sementes de plantas cultivadas. Piracicaba: FEALQ, p. SANTOS, C.M.R.; MENEZE, N.L.; VILLELA, F.A. Modificações fisiológicas e bioquímicas em sementes de feijão no armazenamento. Revista Brasileira de Sementes, Brasília, v. 27, n. 1, p , TEIXEIRA, L.C. Potencialidade de oleaginosas para produção de biodiesel. Informe Agropecuário, Belo Horizonte, v. 26, n. 229, p , VIEIRA, C. Estudo monográfico do consórcio milho-feijão no Brasil. Viçosa: UFV, p. 6

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