III ACTOS ADOPTADOS EM APLICAÇÃO DO TÍTULO VI DO TRATADO UE

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "III ACTOS ADOPTADOS EM APLICAÇÃO DO TÍTULO VI DO TRATADO UE"

Transcrição

1 Jornal Oficial da União Europeia L 110/33 III (Actos adoptados em aplicação do Tratado UE) ACTOS ADOPTADOS EM APLICAÇÃO DO TÍTULO VI DO TRATADO UE DECISÃO DO CONSELHO de 19 de Abril de 2007 que cria, para o período de 2007 a 2013, o programa específico «Direitos fundamentais e cidadania» no âmbito do programa geral «Direitos fundamentais e justiça» (2007/252/JAI) O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA, (3) Em Novembro de 2004, o Conselho Europeu reconheceu a importância da comunicação para aproximar os cidadãos do projecto europeu, promovendo uma cidadania activa. Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, nomeadamente o artigo 308. o, Tendo em conta a proposta da Comissão, Tendo em conta o parecer do Parlamento Europeu ( 1 ), (4) Na Comunicação de 15 de Outubro de 2003 ao Conselho e ao Parlamento Europeu sobre o artigo 7. o do Tratado da União Europeia, a Comissão salientou a importância do papel desempenhado pela sociedade civil, tanto a nível da protecção como da promoção dos direitos fundamentais. A Comissão deverá, pois, estabelecer um diálogo aberto, transparente e periódico com a sociedade civil. Considerando o seguinte: (1) A União Europeia assenta nos princípios da liberdade, da democracia, do respeito pelos direitos do Homem e pelas liberdades fundamentais, bem como do Estado de direito, princípios que são comuns aos Estados-Membros. (2) A Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia ( 2 ), tendo em conta o seu estatuto, o seu âmbito e as anotações que a acompanham, reflecte os direitos que decorrem, nomeadamente, das tradições constitucionais e obrigações internacionais comuns aos Estados-Membros, do Tratado da União Europeia, dos Tratados comunitários, da Convenção Europeia para a Protecção dos Direitos do Homem e das Liberdades Fundamentais, das Cartas Sociais aprovadas pela Comunidade e pelo Conselho da Europa, bem como da jurisprudência do Tribunal de Justiça das Comunidades Europeias e do Tribunal Europeu dos Direitos do Homem. ( 1 ) Parecer emitido em 14 de Dezembro de 2006 (ainda não publicado no Jornal Oficial). ( 2 ) JO C 364 de , p. 1. (5) De acordo com o Programa de Haia, o reforço da cooperação mútua exige um esforço explícito no sentido de melhorar a compreensão recíproca entre as autoridades judiciais e os diferentes sistemas jurídicos. Nesta perspectiva, as redes europeias de autoridades públicas nacionais deverão merecer especial atenção e apoio. (6) A Conferência dos Tribunais Constitucionais Europeus e a Associação dos Conselhos de Estado e dos Tribunais Supremos Administrativos da União Europeia contribuem, designadamente através da manutenção de importantes bases de dados, para um intercâmbio de opiniões e experiências sobre questões de jurisprudência, organização e funcionamento dos seus membros no desempenho das suas atribuições judiciais e consultivas em matéria de direito comunitário. Deveria ser possível co-financiar as actividades da Conferência e da Associação na medida em que as despesas sejam incorridas na prossecução de um objectivo de interesse geral europeu. Todavia, esse co- -financiamento não deverá implicar que um futuro programa cubra essas redes, nem deverá obstar a que outras redes europeias beneficiem do apoio às suas actividades em conformidade com a presente decisão. (7) Importa salientar a importância da informação e da comunicação em relação aos direitos que a cidadania da União confere aos seus cidadãos, a fim de reforçar o seu conhecimento destes direitos e proporcionar-lhes um acesso fácil a informações fiáveis.

2 L 110/34 Jornal Oficial da União Europeia (8) A promoção do diálogo interconfessional e multicultural ao nível da União Europeia contribuiria para preservar e reforçar a paz e os direitos fundamentais. (9) Os objectivos do programa deverão ser complementares dos da Agência dos Direitos Fundamentais da União Europeia, criada pelo Regulamento (CE) n. o 168/2007 ( 1 ), e deverão privilegiar os domínios em que se possa criar um valor acrescentado europeu. Para o efeito, deverá ser estabelecida uma coordenação eficaz. (10) A fim de realizar a complementaridade e assegurar a melhor utilização possível dos recursos, deverá evitar-se a duplicação entre as acções apoiadas pelo programa e as actividades de organizações internacionais competentes no domínio dos direitos fundamentais, como o Conselho da Europa, organizando-se simultaneamente actividades conjuntas por forma a atingir os objectivos do programa. Para o efeito, deverá ser estabelecida uma coordenação eficaz. (11) Em conformidade com o princípio da abertura dos programas comunitários aos países candidatos e aos países dos Balcãs Ocidentais, consagrado na Agenda de Salónica, o programa deverá estar aberto à participação dos países aderentes, dos países candidatos e dos países dos Balcãs Ocidentais. Essa participação deverá implicar o cumprimento das condições gerais do acordo bilateral e a contribuição para o orçamento do programa. Quando seja útil para os objectivos da acção em causa, deverá ser também possível que autoridades, organismos ou organizações não governamentais de países que não participem no programa sejam associados a acções individuais como parceiros, sem, todavia, serem os principais beneficiários do projecto. (12) Deverá igualmente tomar-se as medidas adequadas para prevenir irregularidades e fraudes e efectuar as diligências necessárias para recuperar os fundos perdidos, pagos indevidamente ou utilizados incorrectamente, em conformidade com o Regulamento (CE, Euratom) n. o 2988/95 do Conselho, de 18 de Dezembro de 1995, relativo à protecção dos interesses financeiros das Comunidades Europeias ( 2 ), o Regulamento (Euratom, CE) n. o 2185/96 do Conselho, de 11 de Novembro de 1996, relativo às inspecções e verificações no local efectuadas pela Comissão para proteger os interesses financeiros das Comunidades Europeias contra a fraude e outras irregularidades ( 3 ), e o Regulamento (CE) n. o 1073/1999 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de Maio de 1999, relativo aos inquéritos efectuados pelo Organismo Europeu de Luta Antifraude (OLAF) ( 4 ). ( 1 ) JO L 53 de , p. 1. ( 2 ) JO L 312 de , p. 1. ( 3 ) JO L 292 de , p. 2. ( 4 ) JO L 136 de , p. 1. (13) O Regulamento (CE, Euratom) n. o 1605/2002 do Conselho, de 25 de Junho de 2002, que institui o Regulamento Financeiro aplicável ao orçamento geral das Comunidades Europeias ( 5 ) (a seguir designado «Regulamento Financeiro»), e o Regulamento (CE, Euratom) n. o 2342/2002 da Comissão, de 23 de Dezembro de 2002, que estabelece as normas de execução do Regulamento (CE, Euratom) n. o 1605/2002 do Conselho ( 6 ), os quais protegem os interesses financeiros da Comunidade, deverão ser aplicados tendo em conta os princípios da simplicidade e da coerência na escolha dos instrumentos orçamentais, a limitação do número de casos em que a Comissão conserva a responsabilidade directa pela execução e gestão e a necessária proporcionalidade entre o montante dos recursos e o ónus administrativo ligado à sua utilização. (14) O Regulamento Financeiro impõe que as subvenções de funcionamento assentem num acto de base. (15) As medidas necessárias à execução da presente decisão deverão ser aprovadas nos termos da Decisão 1999/468/CE do Conselho, de 28 de Junho de 1999, que fixa as regras de exercício das competências de execução atribuídas à Comissão ( 7 ), discriminando-se entre medidas sujeitas ao procedimento de comité de gestão e medidas sujeitas ao procedimento de comité consultivo, sendo este último o mais adequado em alguns casos por ser mais eficaz. (16) Os objectivos do programa, a saber, o apoio às associações da sociedade civil, a luta contra o racismo, a xenofobia e o anti-semitismo, a protecção dos direitos fundamentais e a protecção dos direitos dos cidadãos, graças a um diálogo interconfessional e multicultural, não podem ser suficientemente realizados pelos Estados-Membros e podem, pois, devido à dimensão ou aos efeitos do programa, ser melhor alcançados a nível da Comunidade. A Comunidade pode tomar medidas em conformidade com o princípio da subsidiariedade consagrado no artigo 5. o do Tratado. Em conformidade com o princípio da proporcionalidade consagrado no mesmo artigo, a presente decisão não excede o necessário para atingir aqueles objectivos. (17) Para a aprovação da presente decisão, o Tratado não prevê outros poderes de acção para além dos do artigo 308. o ( 5 ) JO L 248 de , p. 1. Regulamento alterado pelo Regulamento (CE, Euratom) n. o 1995/2006 (JO L 390 de , p. 1). ( 6 ) JO L 357 de , p. 1. Regulamento com a última redacção que lhe foi dada pelo Regulamento (CE, Euratom) n. o 1248/2006 (JO L 227 de , p. 3). ( 7 ) JO L 184 de , p. 23. Decisão com a última redacção que lhe foi dada pela Decisão 2006/512/CE (JO L 200 de , p. 11).

3 Jornal Oficial da União Europeia L 110/35 (18) A fim de assegurar a aplicação eficaz e em tempo útil do programa, a presente decisão deverá ser aplicada com efeitos desde 1 de Janeiro de (19) O Comité Económico e Social emitiu parecer ( 1 ), Artigo 3. o Objectivos específicos O programa tem os seguintes objectivos específicos: DECIDE: Artigo 1. o Criação do programa 1. A presente decisão cria o programa «Direitos fundamentais e cidadania» (a seguir designado «programa») no âmbito do programa geral «Direitos fundamentais e justiça». 2. O programa abrange o período compreendido entre 1 de Janeiro de 2007 e 31 de Dezembro de O programa é executado dentro do âmbito de aplicação do direito comunitário. Artigo 2. o Objectivos gerais 1. O programa tem os seguintes objectivos gerais: a) Promover o desenvolvimento de uma sociedade europeia assente no respeito pelos direitos fundamentais, reconhecidos no n. o 2 do artigo 6. o do Tratado da União Europeia, incluindo os direitos conferidos pela cidadania da União; b) Reforçar a sociedade civil e incentivar com esta um diálogo aberto, transparente e periódico sobre os direitos fundamentais; c) Combater o racismo, a xenofobia e o anti-semitismo e promover uma melhor compreensão interconfessional e multicultural e uma maior tolerância em toda a União Europeia; d) Melhorar os contactos, o intercâmbio de informação e a ligação em rede entre as autoridades judiciárias e administrativas e os profissionais do Direito, designadamente através do apoio à formação judicial, com o objectivo de alcançar uma melhor compreensão recíproca entre as ditas autoridades e os ditos profissionais. 2. Os objectivos gerais do programa são complementares dos objectivos da Agência dos Direitos Fundamentais da União Europeia, criada pelo Regulamento (CE) n. o 168/ Os objectivos gerais do programa contribuem para o desenvolvimento e a execução das políticas comunitárias, respeitando integralmente os direitos fundamentais. ( 1 ) JO C 69 de , p. 1. a) Promover os direitos fundamentais, reconhecidos no n. o 2 do artigo 6. o do Tratado da União Europeia, e informar todas as pessoas acerca dos seus direitos, designadamente os conferidos pela cidadania da União, a fim de incentivar os cidadãos da União a participar activamente na vida democrática da União; b) Verificar, se for caso disso, se os direitos fundamentais específicos são respeitados na União Europeia e nos seus Estados- -Membros aquando da aplicação da legislação comunitária e obter pareceres sobre questões específicas relacionadas com os direitos fundamentais neste âmbito; c) Apoiar as organizações não governamentais e outros organismos da sociedade civil, a fim de reforçar a sua capacidade de participação activa na promoção dos direitos fundamentais, do Estado de direito e da democracia; d) Criar as estruturas apropriadas, a fim de promover o diálogo interconfessional e multicultural ao nível da União Europeia. Artigo 4. o Acções Tendo em vista a prossecução dos objectivos gerais e específicos previstos nos artigos 2. o e3. o, o programa apoia os seguintes tipos de acções: a) Acções específicas conduzidas pela Comissão, como estudos e acções de investigação, sondagens de opinião e inquéritos, elaboração de indicadores e metodologias comuns, recolha, desenvolvimento e divulgação de dados e estatísticas, seminários, conferências e encontros de peritos, organização de campanhas públicas e eventos; desenvolvimento e manutenção de sítios web, preparação e divulgação de material de informação, apoio e gestão de redes de peritos nacionais, actividades de análise, de acompanhamento e de avaliação; b) Projectos transnacionais específicos de interesse comunitário, apresentados por uma autoridade ou qualquer outro organismo de um Estado-Membro, por uma organização internacional ou não governamental e que em todo o caso envolvam, pelo menos, dois Estados-Membros ou, pelo menos, um Estado-Membro e um outro Estado que pode ser um país aderente ou um país candidato, de acordo com as condições previstas nos programas de trabalho anuais;

4 L 110/36 Jornal Oficial da União Europeia c) Apoio às actividades de organizações não governamentais ou de outras entidades que tenham uma missão de interesse geral europeu, em conformidade com os objectivos gerais do programa, e de acordo com as condições previstas nos programas de trabalho anuais; investigação, organizações não governamentais, autoridades nacionais, regionais e locais, organizações internacionais e outras organizações sem fins lucrativos estabelecidas na União Europeia ou num dos países participantes, nos termos do artigo 5. o d) Subvenções de funcionamento destinadas a co-financiar despesas relacionadas com o programa de trabalho permanente da Conferência dos Tribunais Constitucionais Europeus e da Associação dos Conselhos de Estado e dos Tribunais Supremos Administrativos da União Europeia, que mantém certas bases de dados que contêm uma recolha, à escala europeia, de decisões judiciais nacionais que dizem respeito à aplicação do direito comunitário, na medida em que as despesas sejam incorridas na prossecução de um objectivo de interesse geral europeu através da promoção do intercâmbio de opiniões e experiências sobre questões de jurisprudência, organização e funcionamento dos seus membros no desempenho das suas atribuições judiciais e/ou consultivas em matéria de direito comunitário. 2. O programa permite a realização de actividades conjuntas com organizações internacionais competentes no domínio dos direitos fundamentais, como o Conselho da Europa, com base em contribuições conjuntas e de acordo com as diferentes regras em vigor em cada instituição ou organização, tendo em vista a realização dos objectivos do programa. Artigo 8. o Tipos de intervenção 1. O financiamento comunitário pode assumir as seguintes formas jurídicas: Artigo 5. o a) Subvenções; Participação de países terceiros 1. Podem participar nas acções do programa os países seguidamente indicados (a seguir designados «países participantes»): os países aderentes, os países candidatos e os países dos Balcãs Ocidentais abrangidos pelo Processo de Estabilização e Associação, em conformidade com as condições estabelecidas nos acordos de associação ou nos respectivos protocolos complementares relativos à participação em programas comunitários celebrados ou a celebrar com esses países. 2. As acções ao abrigo do artigo 4. o podem associar autoridades, organismos ou organizações não governamentais de países que não participem no programa nos termos do n. o 1, quando tal contribua para a preparação para a adesão dos países a que se refere o n. o 1 ou quando seja útil para os objectivos das acções em causa. Artigo 6. o b) Contratos públicos. 2. As subvenções comunitárias são atribuídas na sequência de convites para a apresentação de propostas, excepto em casos excepcionais devidamente justificados previstos no Regulamento Financeiro, e são concedidas sob a forma de subvenções de funcionamento e subvenções de acção. A taxa máxima de co- -financiamento é especificada nos programas de trabalho anuais. 3. Estão igualmente previstas verbas para medidas de acompanhamento, através da celebração de contratos públicos no âmbito dos quais os fundos comunitários cobrem a aquisição de bens e serviços. São deste modo cobertas, nomeadamente, as despesas com a informação e comunicação, a preparação, a execução, o acompanhamento, o controlo e a avaliação de projectos, políticas, programas e legislação. Grupos-alvo O programa visa os cidadãos da União Europeia, os cidadãos dos países participantes ou os nacionais de países terceiros que residam legalmente no território da União Europeia, assim como as associações da sociedade civil, entre outros grupos que exerçam actividades de promoção dos objectivos do programa. Artigo 9. o Medidas de execução 1. A Comissão dá execução à assistência comunitária em conformidade com o Regulamento Financeiro. Artigo 7. o Acesso ao programa 1. O programa está aberto, nomeadamente, a instituições e organizações públicas ou privadas, universidades, institutos de 2. Para a execução do programa, a Comissão aprova, dentro dos limites dos objectivos gerais previstos no artigo 2. o, um programa de trabalho anual que precisa os objectivos específicos, as prioridades temáticas, uma descrição das medidas de acompanhamento previstas no artigo 8. o e, se necessário, uma lista de outras acções.

5 Jornal Oficial da União Europeia L 110/37 3. O programa de trabalho anual é aprovado nos termos do n. o 3 do artigo 10. o 4. Os procedimentos de avaliação e de atribuição das subvenções de acção têm em conta, nomeadamente, os seguintes critérios: a) A conformidade com o programa de trabalho anual, os objectivos gerais especificados no artigo 2. o e as medidas tomadas nos diferentes domínios especificados nos artigos 3. o e4. o ; b) A qualidade da acção proposta em termos de concepção, organização, apresentação e resultados esperados; c) O montante de financiamento comunitário solicitado e a sua adequação em relação aos resultados esperados; Artigo 10. o Comité 1. A Comissão é assistida por um comité (a seguir designado «Comité»). 2. Sempre que se faça referência ao presente número, são aplicáveis os artigos 3. o e7. o da Decisão 1999/468/CE. 3. Sempre que se faça referência ao presente número, são aplicáveis os artigos 4. o e7. o da Decisão 1999/468/CE. O prazo previsto no n. o 3 do artigo 4. o da Decisão 1999/468/CE é de três meses. 4. O Comité aprova o seu regulamento interno. d) Os efeitos dos resultados esperados sobre os objectivos gerais definidos no artigo 2. o e sobre as medidas tomadas nos diferentes domínios especificados nos artigos 3. o e4. o 5. Os pedidos de subvenções de funcionamento, referidos nas alíneas b) e c) do artigo 4. o, são apreciados em função dos seguintes critérios: a) Adequação aos objectivos do programa; b) Qualidade das actividades programadas; c) Provável efeito multiplicador dessas actividades junto do público; d) Impacto geográfico das actividades empreendidas; e) Participação dos cidadãos na organização das entidades em causa; f) Relação custo/benefício da actividade proposta. 6. As decisões relativas às acções apresentadas ao abrigo das alíneas b) e c) do artigo 4. o são tomadas pela Comissão nos termos do n. o 2 do artigo 10. o 7. Por força do n. o 2 do artigo 113. o do Regulamento Financeiro, o princípio da degressividade não se aplica à subvenção de funcionamento atribuída à Conferência dos Tribunais Constitucionais Europeus e à Associação dos Conselhos de Estado e dos Tribunais Supremos Administrativos da União Europeia na medida em que estas prosseguem um objectivo de interesse geral europeu. Artigo 11. o Complementaridade 1. Deve procurar-se estabelecer sinergias e assegurar a complementaridade com outros instrumentos comunitários, designadamente os programas-quadro «Segurança e protecção das liberdades» e «Solidariedade e gestão dos fluxos migratórios», bem como o programa «Progress». Deve assegurar-se a complementaridade com a Agência Europeia dos Direitos Fundamentais da União Europeia. As informações estatísticas sobre os direitos fundamentais e a cidadania são elaboradas em colaboração com os Estados-Membros, com base nos dados disponíveis e recorrendo, sempre que necessário, ao Programa Estatístico Comunitário. 2. O programa pode partilhar recursos com outros instrumentos comunitários, designadamente os programas gerais «Segurança e protecção das liberdades» e «Solidariedade e gestão dos fluxos migratórios», a fim de executar acções que cumpram os objectivos de todos os programas. 3. As operações financiadas ao abrigo da presente decisão não beneficiam para os mesmos fins da assistência de outros instrumentos financeiros comunitários. Deve assegurar-se que os beneficiários da presente decisão forneçam à Comissão informações sobre os financiamentos recebidos a título do orçamento comunitário ou de outras fontes, bem como sobre os pedidos de financiamento em curso. Artigo 12. o Recursos orçamentais Os recursos orçamentais consagrados às acções previstas no presente programa são inscritos nas dotações anuais do orçamento geral da União Europeia. As dotações anuais disponíveis são autorizadas pela autoridade orçamental, dentro dos limites do quadro financeiro.

6 L 110/38 Jornal Oficial da União Europeia Artigo 13. o Acompanhamento 1. A Comissão assegura que, relativamente a cada acção financiada pelo programa, o beneficiário apresente relatórios técnicos e financeiros sobre a evolução do trabalho. Deve igualmente ser apresentado um relatório final no prazo de três meses após a conclusão da acção. A Comissão determina a forma e o conteúdo desses relatórios. 2. Relativamente às acções comunitárias financiadas ao abrigo do presente programa, os Regulamentos (CE, Euratom) n. o 2988/95 e (Euratom, CE) n. o 2185/96 são aplicáveis a qualquer infracção a uma disposição da legislação comunitária, incluindo qualquer incumprimento de uma obrigação contratual estipulada com base no programa, resultante de um acto ou omissão de um operador económico que tenha prejudicado ou possa vir a prejudicar com gastos injustificados o orçamento geral da União Europeia ou os orçamentos por esta administrados. 2. A Comissão assegura que os contratos e as convenções resultantes da aplicação do programa estipulem, designadamente, a supervisão e o controlo financeiro pela Comissão (ou por representantes por ela autorizados), se for necessário mediante inspecções no local, incluindo verificações por amostragem, e a realização de auditorias pelo Tribunal de Contas. 3. A Comissão assegura a redução, suspensão ou recuperação do montante da assistência financeira concedida para uma acção se detectar irregularidades, nomeadamente a violação de disposições da presente decisão ou da decisão individual ou o incumprimento do contrato ou da convenção de concessão do apoio financeiro em causa, ou se verificar que, sem ter sido pedida a aprovação da Comissão, a acção foi alterada de forma incompatível com a natureza ou as condições de execução do projecto. 3. A Comissão assegura que, durante um período de cinco anos a contar do último pagamento respeitante a uma acção, o beneficiário da assistência financeira mantenha à disposição da Comissão todos os documentos justificativos das despesas relacionadas com a acção. 4. Se os prazos não tiverem sido respeitados ou se os progressos registados na execução de uma acção só justificarem parte da assistência financeira atribuída, a Comissão assegura que o beneficiário apresente as suas observações num determinado prazo. Se o beneficiário não fornecer uma justificação válida, a Comissão assegura a anulação da restante assistência financeira e exige o reembolso das verbas já pagas. 4. Com base nos resultados dos relatórios e das inspecções no local referidos nos n. os 1 e 2, a Comissão assegura que, se for necessário, seja efectuado o ajustamento do montante ou das condições de concessão da assistência financeira inicialmente aprovados, bem como do calendário dos pagamentos. 5. A Comissão assegura que quaisquer pagamentos indevidos sejam reembolsados à instituição. As quantias não reembolsadas nos prazos fixados segundo as condições estabelecidas no Regulamento Financeiro são acrescidas de juros de mora. 5. A Comissão assegura a tomada das medidas necessárias para verificar se as acções financiadas estão a ser executadas correctamente e em conformidade com as disposições da presente decisão e do Regulamento Financeiro. Artigo 15. o Avaliação 1. O programa é acompanhado periodicamente por forma a supervisionar a execução das actividades realizadas ao abrigo do mesmo. Artigo 14. o Protecção dos interesses financeiros da Comunidade 1. A Comissão assegura que, na execução das acções financiadas ao abrigo da presente decisão, sejam protegidos os interesses financeiros da Comunidade através da aplicação de medidas preventivas contra a fraude, a corrupção e outras actividades ilícitas, de controlos eficazes e da recuperação de montantes pagos indevidamente e, no caso de serem detectadas irregularidades, da aplicação de sanções efectivas, proporcionadas e dissuasivas, nos termos dos Regulamentos (CE, Euratom) n. o 2988/95, (Euratom, CE) n. o 2185/96 e (CE) n. o 1073/ A Comissão assegura a avaliação periódica, independente e externa do programa. 3. A Comissão apresenta ao Parlamento Europeu e ao Conselho: a) Uma informação anual sobre a execução do programa;

7 Jornal Oficial da União Europeia L 110/39 b) Até 31 de Março de 2011, um relatório de avaliação intercalar sobre os resultados obtidos e os aspectos qualitativos e quantitativos da execução do programa, designadamente os trabalhos realizados pelos beneficiários das subvenções de funcionamento referidas na alínea d) do artigo 4. o ; c) Até 30 de Agosto de 2012, uma comunicação sobre a continuação do programa; d) Até 31 de Dezembro de 2014, um relatório de avaliação ex post. Artigo 16. o Publicação das acções A Comissão publica todos os anos a lista das acções financiadas ao abrigo do programa, acompanhada de uma descrição sucinta de cada projecto. Artigo 17. o Entrada em vigor A presente decisão produz efeitos a partir do dia seguinte ao da sua publicação no Jornal Oficial da União Europeia. A presente decisão é aplicável com efeitos desde 1 de Janeiro de Feito no Luxemburgo, em 19 de Abril de Pelo Conselho A Presidente B. ZYPRIES

Regulamento específico Assistência Técnica FEDER

Regulamento específico Assistência Técnica FEDER Regulamento específico Assistência Técnica FEDER Capítulo I Âmbito Artigo 1.º Objecto O presente regulamento define o regime de acesso aos apoios concedidos pelo Programa Operacional de Assistência Técnica

Leia mais

Jornal Oficial da União Europeia. (Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade)

Jornal Oficial da União Europeia. (Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade) 18.2.2003 L 43/1 I (Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade) DECISÃO N. o 291/2003/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 6 de Fevereiro de 2003 que institui o Ano Europeu da Educação

Leia mais

(Avisos) PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS PARLAMENTO EUROPEU

(Avisos) PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS PARLAMENTO EUROPEU C 190/26 Jornal Oficial da União Europeia 30.6.2011 V (Avisos) PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS PARLAMENTO EUROPEU Convite à apresentação de propostas IX-2012/01 «Concessão de subvenções a partidos políticos

Leia mais

DECISÃO DE EXECUÇÃO DA COMISSÃO. de

DECISÃO DE EXECUÇÃO DA COMISSÃO. de COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 30.11.2015 C(2015) 8642 final DECISÃO DE EXECUÇÃO DA COMISSÃO de 30.11.2015 que aprova o programa operacional «Fundo Europeu dos Assuntos Marítimos e das Pescas Programa Operacional

Leia mais

6170/17 aap/ip 1 DGC 2B

6170/17 aap/ip 1 DGC 2B Conselho da União Europeia Bruxelas, 9 de fevereiro de 2017 (OR. en) 6170/17 RESULTADOS DOS TRABALHOS de: para: Secretariado-Geral do Conselho Delegações COHOM 16 CONUN 54 SOC 81 FREMP 11 n.º doc. ant.:

Leia mais

REGULAMENTOS ESPECÍFICOS

REGULAMENTOS ESPECÍFICOS Programa Operacional Factores de Competitividade Deliberações CMC POFC: 16/07/2008 Assistência Técnica do POFC Entrada em vigor DA ÚLTIMA ALTERAÇÃO em 17/07/2008 Artigo 1.º Objecto O presente regulamento

Leia mais

DECISÃO DE EXECUÇÃO DA COMISSÃO. de

DECISÃO DE EXECUÇÃO DA COMISSÃO. de COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 9.12.2014 C(2014) 9621 final DECISÃO DE EXECUÇÃO DA COMISSÃO de 9.12.2014 que aprova determinados elementos do programa operacional "Inclusão Social e Emprego" para apoio do

Leia mais

5455/02 PB/cdc DG H II PT

5455/02 PB/cdc DG H II PT CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA Bruxelas, 28 de Janeiro de 2002 (OR. en) 5455/02 EUROPOL 5 ACTOS LEGISLATIVOS E OUTROS INSTRUMENTOS Assunto: Iniciativa do Reino da Bélgica e do Reino da Espanha tendo em vista

Leia mais

L 150/112 Jornal Oficial da União Europeia

L 150/112 Jornal Oficial da União Europeia L 150/112 Jornal Oficial da União Europeia 20.5.2014 REGULAMENTO (UE) N. o 514/2014 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 16 de abril de 2014 que estabelece disposições gerais aplicáveis ao fundo para

Leia mais

REGULAMENTO DE EXECUÇÃO (UE) 2015/2222 DA COMISSÃO

REGULAMENTO DE EXECUÇÃO (UE) 2015/2222 DA COMISSÃO L 316/2 REGULAMENTOS REGULAMENTO DE EXECUÇÃO (UE) 2015/2222 DA COMISSÃO de 1 de dezembro de 2015 que altera o Regulamento de Execução (UE) n. o 908/2014 no que diz respeito às declarações de despesas,

Leia mais

REGULAMENTOS. Tendo em conta o Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia, nomeadamente o artigo 352. o,

REGULAMENTOS. Tendo em conta o Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia, nomeadamente o artigo 352. o, 17.4.2014 L 115/3 REGULAMENTOS REGULAMENTO (UE) N. o 390/2014 DO CONSELHO de 14 de abril de 2014 que institui o programa «Europa para os Cidadãos» para o período de 2014-2020 O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA,

Leia mais

DECISÃO DE EXECUÇÃO DA COMISSÃO. de

DECISÃO DE EXECUÇÃO DA COMISSÃO. de COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 6.2.204 C(204) 00 final DECISÃO DE EXECUÇÃO DA COMISSÃO de 6.2.204 que aprova determinados elementos do programa operacional «Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos»

Leia mais

Jornal Oficial da União Europeia L 145/17

Jornal Oficial da União Europeia L 145/17 10.6.2009 Jornal Oficial da União Europeia L 145/17 REGULAMENTO (CE) N. o 482/2009 DA COMISSÃO de 8 de Junho de 2009 que altera o Regulamento (CE) n. o 1974/2006 que estabelece normas de execução do Regulamento

Leia mais

Envia-se em anexo, à atenção das delegações, o documento COM(2017) 101 final.

Envia-se em anexo, à atenção das delegações, o documento COM(2017) 101 final. Conselho da União Europeia Bruxelas, 1 de março de 2017 (OR. en) 6799/17 FIN 148 SOC 155 PROPOSTA de: Secretário-Geral da Comissão Europeia, assinado por Jordi AYET PUIGARNAU, Diretor data de receção:

Leia mais

TEXTOS APROVADOS. Quitação 2014: Empresa Comum Iniciativa sobre Medicamentos Inovadores 2 (IMI)

TEXTOS APROVADOS. Quitação 2014: Empresa Comum Iniciativa sobre Medicamentos Inovadores 2 (IMI) Parlamento Europeu 204-209 TEXTOS APROVADOS P8_TA(206)097 Quitação 204: Empresa Comum Iniciativa sobre Medicamentos Inovadores 2 (IMI). Decisão do Parlamento Europeu, de 28 de abril de 206, sobre a quitação

Leia mais

DECISÃO DE EXECUÇÃO DA COMISSÃO. de

DECISÃO DE EXECUÇÃO DA COMISSÃO. de COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 18.12.2014 C(2014) 10188 final DECISÃO DE EXECUÇÃO DA COMISSÃO de 18.12.2014 que aprova determinados elementos do «Programa Operacional Regional do Norte 2014-2020» do apoio

Leia mais

(Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade)

(Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade) L 181/6 I (Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade) REGULAMENTO (CE) N. o 1338/2001 DO CONSELHO de 28 de Junho de 2001 que define medidas necessárias à protecção do euro contra a falsificação

Leia mais

Primeiros elementos para a implementação dos projectos aprovados. Toulouse, 2 de Abril 2009

Primeiros elementos para a implementação dos projectos aprovados. Toulouse, 2 de Abril 2009 Primeiros elementos para a implementação dos projectos aprovados Toulouse, 2 de Abril 2009 1 Recordatória de prazos Os pontos principais do Acordo de Concessão FEDER 2 27 MARÇO 2009 ABRIL MAIO JUNHO 27

Leia mais

Eixo Prioritário V Governação e Capacitação Institucional. Sistema de Apoios à Modernização Administrativa (SAMA)

Eixo Prioritário V Governação e Capacitação Institucional. Sistema de Apoios à Modernização Administrativa (SAMA) Eixo Prioritário V Governação e Capacitação Institucional Sistema de Apoios à Modernização Administrativa (SAMA) CONVITE PÚBLICO PRÉVIO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURA DE PROGRAMA DE ACÇÃO SAMA/1/2008

Leia mais

UNIÃO EUROPEIA. Bruxelas, 17 de Julho de 2009 (OR. en) 2009/0001 (COD) PE-CONS 3671/09 ECOFIN 412 EF 82 SURE 17 BUDGET 35 DRS 44 CODEC 788

UNIÃO EUROPEIA. Bruxelas, 17 de Julho de 2009 (OR. en) 2009/0001 (COD) PE-CONS 3671/09 ECOFIN 412 EF 82 SURE 17 BUDGET 35 DRS 44 CODEC 788 UNIÃO EUROPEIA PARLAMENTO EUROPEU CONSELHO Bruxelas, 17 de Julho de 2009 (OR. en) 2009/0001 (COD) PE-CONS 3671/09 ECOFIN 412 EF 82 SURE 17 BUDGET 35 DRS 44 CODEC 788 ACTOS LEGISLATIVOS E OUTROS INSTRUMENTOS

Leia mais

7079/17 mpm/aap/fc 1 DGD 1C

7079/17 mpm/aap/fc 1 DGD 1C Conselho da União Europeia Bruxelas, 16 de março de 2017 (OR. en) 7079/17 ENFOPOL 116 JAI 225 NOTA de: para: Presidência Delegações n.º doc. ant.: 7078/17 Assunto: Projeto de decisão de execução (UE) 2017/

Leia mais

DECISÃO DE EXECUÇÃO DA COMISSÃO. de

DECISÃO DE EXECUÇÃO DA COMISSÃO. de COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 8.2.204 C(204) 076 final DECISÃO DE EXECUÇÃO DA COMISSÃO de 8.2.204 que aprova determinados elementos do programa operacional «Regional dos Açores 204-2020» do apoio do Fundo

Leia mais

RELATÓRIO (2016/C 449/20)

RELATÓRIO (2016/C 449/20) 1.12.2016 PT Jornal Oficial da União Europeia C 449/107 RELATÓRIO sobre as contas anuais da Autoridade Europeia dos Seguros e Pensões Complementares de Reforma relativas ao exercício de 2015 acompanhado

Leia mais

RESUMO PARA OS CIDADÃOS

RESUMO PARA OS CIDADÃOS RESUMO PARA OS CIDADÃOS Relatório Anual de Execução 2015 INTRODUÇÃO E ENQUADRAMENTO DO PROGRAMA Para o Programa Operacional de Assistência Técnica 2014-2020 (POAT2020) foi determinante a aprovação do Acordo

Leia mais

Assuntos Económicos e Monetários PROJECTO DE PARECER. da Comissão dos Assuntos Económicos e Monetários

Assuntos Económicos e Monetários PROJECTO DE PARECER. da Comissão dos Assuntos Económicos e Monetários PARLAMENTO EUROPEU 2009-2014 Assuntos Económicos e Monetários 17.9.2009 2009/0096(COD) PROJECTO DE PARECER da Comissão dos Assuntos Económicos e Monetários dirigido à Comissão do Emprego e dos Assuntos

Leia mais

RELATÓRIO. sobre as contas anuais da Academia Europeia de Polícia relativas ao exercício de 2015, acompanhado da resposta da Academia (2016/C 449/06)

RELATÓRIO. sobre as contas anuais da Academia Europeia de Polícia relativas ao exercício de 2015, acompanhado da resposta da Academia (2016/C 449/06) C 449/36 PT Jornal Oficial da União Europeia 1.12.2016 RELATÓRIO sobre as contas anuais da Academia Europeia de Polícia relativas ao exercício de 2015, acompanhado da resposta da Academia (2016/C 449/06)

Leia mais

Jornal Oficial nº L 225 de 12/08/1998 p

Jornal Oficial nº L 225 de 12/08/1998 p Directiva 98/59/CE do Conselho de 20 de Julho de 1998 relativa à aproximação das legislações dos Estados-membros respeitantes aos despedimentos colectivos Jornal Oficial nº L 225 de 12/08/1998 p. 0016-0021

Leia mais

REGULAMENTOS Jornal Oficial da União Europeia L 61/1. (Actos aprovados ao abrigo dos Tratados CE/Euratom cuja publicação é obrigatória)

REGULAMENTOS Jornal Oficial da União Europeia L 61/1. (Actos aprovados ao abrigo dos Tratados CE/Euratom cuja publicação é obrigatória) 5.3.2009 Jornal Oficial da União Europeia L 61/1 I (Actos aprovados ao abrigo dos Tratados CE/Euratom cuja publicação é obrigatória) REGULAMENTOS REGULAMENTO (CE) N. o 169/2009 DO CONSELHO de 26 de Fevereiro

Leia mais

AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO

AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO Eixo Prioritário 4 Protecção e Valorização Ambiental ACÇÕES DE VALORIZAÇÃO E QUALIFICAÇÃO AMBIENTAL Centro-VQA-2009-13-BM-13 1 Nos termos do Regulamento Específico Acções

Leia mais

Tendo em conta o Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia,

Tendo em conta o Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia, L 219/10 REGULAMENTO DE EXECUÇÃO (UE) N. o 800/2014 DA COMISSÃO de 24 de julho de 2014 que estabelece procedimentos para a elaboração de relatórios e outras medidas práticas sobre o financiamento do apoio

Leia mais

Proposta de DECISÃO DE EXECUÇÃO DO CONSELHO

Proposta de DECISÃO DE EXECUÇÃO DO CONSELHO COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 7.10.2016 COM(2016) 644 final 2016/0314 (NLE) Proposta de DECISÃO DE EXECUÇÃO DO CONSELHO que altera a Decisão 2013/678/UE que autoriza a República Italiana a continuar a aplicar

Leia mais

Conteúdos sobre segurança e saúde no trabalho Organismos e instituições

Conteúdos sobre segurança e saúde no trabalho Organismos e instituições ISHST - Instituto para a Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho Criado em 2004, pelo Decreto-lei n.º 171, de 17 de Julho, o Instituto para a Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho (ISHST), I. P., é o organismo

Leia mais

Título de injunção europeu

Título de injunção europeu PATRÍCIA PINTO ALVES Título de injunção europeu VERBO jurídico VERBO jurídico Título de injunção europeu: 2 Título de injunção europeu PATRÍCIA PINTO ALVES Mestre em Direito pela Escola de Direito da Universidade

Leia mais

Convite Público Apresentação de candidaturas

Convite Público Apresentação de candidaturas Convite Público Apresentação de candidaturas Eixo Prioritário V Governação e Capacitação Institucional PROMOÇÃO E CAPACITAÇÃO INSTITUCIONAL Aviso n.º: Centro-PCI-2010-07 As informações que constam do presente

Leia mais

PROJECTO DE REGULAMENTO DE CONCESSÃO DE APOIOS PARA ACÇÕES PEDAGÓGICO - CULTURAIS

PROJECTO DE REGULAMENTO DE CONCESSÃO DE APOIOS PARA ACÇÕES PEDAGÓGICO - CULTURAIS PROJECTO DE REGULAMENTO DE CONCESSÃO DE APOIOS PARA ACÇÕES PEDAGÓGICO - CULTURAIS CAPÍTULO I GENERALIDADES ARTIGO 1º (DEFINIÇÕES ) O presente Regulamento, disciplina a concessão de apoios a prestar, pelas

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. Proposta de Lei n.º 18/XII. Exposição de Motivos

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. Proposta de Lei n.º 18/XII. Exposição de Motivos Proposta de Lei n.º 18/XII Exposição de Motivos Nos últimos anos, os serviços e órgãos da administração directa e indirecta do Estado, bem como as Regiões Autónomas e as autarquias locais, têm, no âmbito

Leia mais

(Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade)

(Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade) 14.11.2003 L 296/1 I (Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade) REGULAMENTO (CE) N. o 1992/2003 DO CONSELHO de 27 de Outubro de 2003 que altera o Regulamento (CE) n. o 40/94 sobre a marca

Leia mais

Versão de trabalho PROGRAMA MODELAR MANUAL DE APOIO À EXECUÇÃO DOS PROJECTOS

Versão de trabalho PROGRAMA MODELAR MANUAL DE APOIO À EXECUÇÃO DOS PROJECTOS Versão de trabalho PROGRAMA MODELAR MANUAL DE APOIO À EXECUÇÃO DOS PROJECTOS UMCCI Março de 2009 Índice 1 Introdução.. 3 2 - Contabilização do investimento e dos incentivos 3 3 - Execução do projecto 4

Leia mais

que abre uma destilação complementar à referida no artigo 41? do Regulamento

que abre uma destilação complementar à referida no artigo 41? do Regulamento N? L 32/ 18 Jornal Oficial das Comunidades Europeias 4. 2. 88 REGULAMENTO (CEE) N? 327/88 DA COMISSÃO de 3 de Fevereiro de 1988 que abre uma destilação complementar à referida no artigo 41? do Regulamento

Leia mais

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia e, nomeadamente, o seu artigo 213º,

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia e, nomeadamente, o seu artigo 213º, Projecto de REGULAMENTO (CE) DO CONSELHO relativo à afectação dos serviços de intermediação financeira indirectamente medidos (SIFIM) no quadro do Sistema Europeu de Contas Nacionais e Regionais (SEC)

Leia mais

Condições Zootécnicas e Genealógicas

Condições Zootécnicas e Genealógicas Condições Zootécnicas e Genealógicas Legislação Consolidada Data de actualização: 24/01/2011 Texto consolidado produzido pelo sistema CONSLEG do serviço das publicações oficiais das comunidades Europeias.

Leia mais

Programa Operacional Regional do Algarve Critérios de Seleção das Candidaturas e Metodologia de Análise

Programa Operacional Regional do Algarve Critérios de Seleção das Candidaturas e Metodologia de Análise Programa Operacional Regional do Algarve Critérios de Seleção das Candidaturas e Metodologia de Análise Assistência Técnica Aprovada em 11-05-2015, após procedimento de consulta escrita aos membros da

Leia mais

REGULAMENTO DE APOIOS SOCIAIS

REGULAMENTO DE APOIOS SOCIAIS REGULAMENTO DE APOIOS SOCIAIS NOTA JUSTIFICATIVA (art.º 116.º do Código do Procedimento Administrativo) Considerando que: Cada vez mais é imprescindível a intervenção da freguesia no âmbito da Acção Social,

Leia mais

DECRETO N.º 42/XIII. A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte:

DECRETO N.º 42/XIII. A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: DECRETO N.º 42/XIII Regime da restituição de bens culturais que tenham saído ilicitamente do território de um Estado membro da União Europeia (transpõe a Diretiva 2014/60/UE do Parlamento Europeu e do

Leia mais

CONCURSOS DE 2013: Acesso das ONG aos apoios do Programa

CONCURSOS DE 2013: Acesso das ONG aos apoios do Programa CONCURSOS DE 2013: Acesso das ONG aos apoios do Programa FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN Nuno Venade* Lisboa, 22 de março de 2013 Índice 1 2 3 4 5 6 Introdução Concursos Candidaturas Admissibilidade Seleção

Leia mais

RELATÓRIO (2016/C 449/14)

RELATÓRIO (2016/C 449/14) 1.12.2016 PT Jornal Oficial da União Europeia C 449/77 RELATÓRIO sobre as contas anuais do Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças relativas ao exercício de 2015 acompanhado da resposta do Centro

Leia mais

SEMINÁRIO DE LANÇAMENTO PROGRAMA INTERREG V - A

SEMINÁRIO DE LANÇAMENTO PROGRAMA INTERREG V - A SEMINÁRIO DE LANÇAMENTO PROGRAMA INTERREG V - A MADEIRA-AÇORES-CANÁRIAS 2014-2020 Angra do Heroísmo, 29 janeiro 2016 QUAL O TERRITÓRIO DO ESPAÇO DE COOPERAÇÃO? - As regiões insulares ultraperiféricas de

Leia mais

Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO

Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 22.3.2016 COM(2016) 159 final 2016/0086 (COD) Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO que fixa a taxa de ajustamento dos pagamentos diretos prevista no Regulamento

Leia mais

Jornal Oficial da União Europeia

Jornal Oficial da União Europeia 16.1.2004 L 10/5 REGULAMENTO (CE) N. o 65/2004 DA COMISSÃO de 14 de Janeiro de 2004 que estabelece um sistema para criação e atribuição de identificadores únicos aos organismos geneticamente modificados

Leia mais

ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 3/2013

ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 3/2013 ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 3/2013 Por alteração da Orientação de Gestão da Orientação de Gestão n. º 1/2012 (06-01-2012), n.º 1/2010 (29-03-2010) e da Orientação de Gestão n.º 7/2008 (21-01-2009) REGRAS

Leia mais

Projecto de REGULAMENTO (CE) DO CONSELHO RELATIVO À ACÇÃO DA COMUNIDADE NO DOMÍNIO DA ESTATÍSTICA /* COM/94/78FINAL - CNS 94/0026 */

Projecto de REGULAMENTO (CE) DO CONSELHO RELATIVO À ACÇÃO DA COMUNIDADE NO DOMÍNIO DA ESTATÍSTICA /* COM/94/78FINAL - CNS 94/0026 */ Projecto de REGULAMENTO (CE) DO CONSELHO RELATIVO À ACÇÃO DA COMUNIDADE NO DOMÍNIO DA ESTATÍSTICA /* COM/94/78FINAL - CNS 94/0026 */ Jornal Oficial nº C 106 de 14/04/1994 p. 0022 Proposta de regulamento

Leia mais

Plano de Atividades de 2015 do Centro de Relações Laborais

Plano de Atividades de 2015 do Centro de Relações Laborais Plano de Atividades de 2015 do Centro de Relações Laborais A. ENQUADRAMENTO GERAL 1. O CRL foi criado, no seguimento de acordos de concertação social, para apoio técnico à negociação coletiva. É um organismo

Leia mais

Alemanha-Francoforte no Meno: BCE - T141 Plataformas de elevação 2014/S 173-305766. Anúncio de concurso. Fornecimentos

Alemanha-Francoforte no Meno: BCE - T141 Plataformas de elevação 2014/S 173-305766. Anúncio de concurso. Fornecimentos 1/6 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:305766-2014:text:pt:html Alemanha-Francoforte no Meno: BCE - T141 Plataformas de elevação 2014/S 173-305766 Anúncio de

Leia mais

Jornal Oficial da União Europeia L 77/25

Jornal Oficial da União Europeia L 77/25 23.3.2011 Jornal Oficial da União Europeia L 77/25 REGULAMENTO (UE) N. o 284/2011 DA COMISSÃO de 22 de Março de 2011 que fixa as condições específicas e os procedimentos pormenorizados para a importação

Leia mais

AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO

AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO EIXO 4 Protecção e Valorização Ambiental PREVENÇÃO E GESTÃO DE RISCOS NATURAIS E TECNOLÓGICOS Acções Materiais Aviso nº: Centro-PRM-2011-04 Nos termos do Regulamento Específico

Leia mais

L 92/28 Jornal Oficial da União Europeia

L 92/28 Jornal Oficial da União Europeia L 92/28 Jornal Oficial da União Europeia 3.4.2008 REGULAMENTO (CE) N. o 308/2008 DA COMISSÃO de 2 de Abril de 2008 que estabelece, nos termos do Regulamento (CE) n. o 842/2006 do Parlamento Europeu e do

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta alterada de REGULAMENTO DO CONSELHO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta alterada de REGULAMENTO DO CONSELHO COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 10.3.2006 COM(2006) 110 final 2003/0218 (CNS) Proposta alterada de REGULAMENTO DO CONSELHO que altera o Regulamento (CE) nº 1030/2002 que estabelece um modelo

Leia mais

Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO

Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 2.5.2013 COM(2013) 250 final 2013/0133 (COD) Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO que altera o Regulamento (CE) n.º 302/2009 do Conselho que estabelece

Leia mais

o presente diploma tem por objecto regulamentar a gestão dos recursos pesqueiros existentes nas águas juridicionais de Angola.

o presente diploma tem por objecto regulamentar a gestão dos recursos pesqueiros existentes nas águas juridicionais de Angola. MINISTÉRIO DAS PESCAS E AMBIENTE Decreto Executivo n." 48/98 de 28 de Agosto Havendo necessidade de estabelecer o ordenamento dos recursos pesqueiros nacionais; No uso da faculdade que me é conferida pela

Leia mais

1. A CMVM O QUE É A CMVM?

1. A CMVM O QUE É A CMVM? 1.. A CMVM 1. A CMVM O QUE É A CMVM? A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários - também conhecida pelas iniciais CMVM - foi criada em Abril de 1991 com a missão de supervisionar e regular os mercados

Leia mais

CRITÉRIOS DE SELEÇÃO E RESPETIVA METODOLOGIA DA ASSISTÊNCIA TÉCNICA

CRITÉRIOS DE SELEÇÃO E RESPETIVA METODOLOGIA DA ASSISTÊNCIA TÉCNICA CRITÉRIOS DE SELEÇÃO E RESPETIVA METODOLOGIA DA ASSISTÊNCIA TÉCNICA aprovados através de processo de consulta escrita concluído a 13 de Maio de 2015 METODOLOGIA E CRITÉRIOS DE SELEÇÃO DA ASSISTÊNCIA TÉCNICA

Leia mais

5725/17 cp/jv 1 DGD 1A

5725/17 cp/jv 1 DGD 1A Conselho da União Europeia Bruxelas, 27 de janeiro de 2017 (OR. en) Dossiê interinstitucional: 2016/0354 (NLE) 5725/17 SCH-EVAL 31 COMIX 66 RESULTADOS DOS TRABALHOS de: Secretariado-Geral do Conselho data:

Leia mais

SISTEMA DE INCENTIVOS À QUALIDADE DA EDUCAÇÃO (Despacho nº 23/ME/95)

SISTEMA DE INCENTIVOS À QUALIDADE DA EDUCAÇÃO (Despacho nº 23/ME/95) SISTEMA DE INCENTIVOS À QUALIDADE DA EDUCAÇÃO (Despacho nº 23/ME/95) - Organização de actividades de intercâmbio, entre as escolas, de projectos de inovação ou de investigação REGULAMENTO ESPECÍFICO -

Leia mais

B-Geel: Aluguer de contentores para escritórios 2013/S Anúncio de concurso. Fornecimentos

B-Geel: Aluguer de contentores para escritórios 2013/S Anúncio de concurso. Fornecimentos 1/5 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:135481-2013:text:pt:html B-Geel: Aluguer de contentores para escritórios 2013/S 081-135481 Anúncio de concurso Fornecimentos

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE A L B U F E I R A

CÂMARA MUNICIPAL DE A L B U F E I R A CÂMARA MUNICIPAL DE A L B U F E I R A REGULAMENTO DO PROCESSO DE FISCALIZAÇÃO DE OBRAS PARTICULARES 0 Preâmbulo O Decreto Lei nº 445/91, de 20 de Novembro, prevê, no seu artigo 24º, a criação em cada Município,

Leia mais

União Europeia Bruxelas, 14 de novembro de 2014 (OR. en) Assegurar o respeito pelo Estado de direito na União Europeia

União Europeia Bruxelas, 14 de novembro de 2014 (OR. en) Assegurar o respeito pelo Estado de direito na União Europeia Conselho da União Europeia Bruxelas, 14 de novembro de 2014 (OR. en) 15206/14 FREMP 198 JAI 846 COHOM 152 POLGEN 156 NOTA de: para: Assunto: Presidência Conselho Assegurar o respeito pelo Estado de direito

Leia mais

PORTUGAL 2020: A IMPORTÂNCIA DA ELEGIBILIDADE DAS DESPESAS

PORTUGAL 2020: A IMPORTÂNCIA DA ELEGIBILIDADE DAS DESPESAS 21 de maio de 2015 PORTUGAL 2020: A IMPORTÂNCIA DA ELEGIBILIDADE DAS DESPESAS Ao abrigo do Acordo de Parceria estabelecido entre Portugal e a Comissão Europeia, denominado Portugal 2020, as empresas portuguesas

Leia mais

Criação de estruturas de acolhimento dos centros de informação da rede de informação EUROPE DIRECT CONVITE À APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS GESTÃO DIRECTA

Criação de estruturas de acolhimento dos centros de informação da rede de informação EUROPE DIRECT CONVITE À APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS GESTÃO DIRECTA COMISSÃO EUROPEIA DIRECÇÃO-GERAL DA COMUNICAÇÃO Criação de estruturas de acolhimento dos centros de informação da rede de informação EUROPE DIRECT CONVITE À APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS GESTÃO DIRECTA A Comissão

Leia mais

Proposta de DIRECTIVA DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO

Proposta de DIRECTIVA DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 15.11.2011 COM(2011) 746 final 2011/0360 (COD) Proposta de DIRECTIVA DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO que altera a Directiva 2009/65/CE, que coordena as disposições legislativas,

Leia mais

CONVITE PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURA À INICIATIVA COMPETIR XXI

CONVITE PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURA À INICIATIVA COMPETIR XXI CONVITE PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURA À INICIATIVA COMPETIR XXI 30-03-2016 Iniciativa Competir XXI CONVITE PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURA Na sequência da qualificação da Sotecnisol, S.A. como Empresa

Leia mais

Proposta de DECISÃO DO CONSELHO

Proposta de DECISÃO DO CONSELHO COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 22.6.2011 COM(2011) 360 final 2011/0157 (NLE) Proposta de DECISÃO DO CONSELHO relativa à assinatura e à conclusão do acordo monetário entre a União Europeia e a República Francesa

Leia mais

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, nomeadamente o n.º 4 do artigo 190.º;

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, nomeadamente o n.º 4 do artigo 190.º; Resolução da Assembleia da República n.º 17/2004 Aprova, para ratificação, a Decisão do Conselho de 25 de Junho e de 23 de Setembro de 2002, que altera o acto relativo à eleição dos representantes ao Parlamento

Leia mais

A8-0277/14 ALTERAÇÕES DO PARLAMENTO EUROPEU * à proposta da Comissão

A8-0277/14 ALTERAÇÕES DO PARLAMENTO EUROPEU * à proposta da Comissão 25.1.2017 A8-0277/14 Alteração 14 Bernd Lange em nome da Comissão do Comércio Internacional Relatório A8-0277/2016 Marielle de Sarnez Cláusula bilateral de salvaguarda e mecanismo de estabilização para

Leia mais

L 210/10 Jornal Oficial da União Europeia

L 210/10 Jornal Oficial da União Europeia L 210/10 Jornal Oficial da União Europeia 10.8.2007 REGULAMENTO (CE) N. o 951/2007 DA COMISSÃO de 9 de Agosto de 2007 que estabelece as normas de execução dos programas de cooperação transfronteiriça financiados

Leia mais

Número de referência do Convite à apresentação de candidaturas. Prazo 29/09/2008

Número de referência do Convite à apresentação de candidaturas. Prazo 29/09/2008 SELECÇÃO DE ESTRUTURAS DE ACOLHIMENTO DOS CENTROS DE INFORMAÇÃO DA REDE EUROPE DIRECT PARA 2009-2012 FORMULÁRIO DE CANDIDATURA 1 Programa: Número de referência do Convite à apresentação de candidaturas

Leia mais

PROJECTOS DE I&DT EMPRESAS INDIVIDUAIS

PROJECTOS DE I&DT EMPRESAS INDIVIDUAIS AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS Nº 32 / SI / 2009 SISTEMA DE INCENTIVOS À INVESTIGAÇÃO E DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO (SI I&DT) PROJECTOS DE I&DT EMPRESAS INDIVIDUAIS Nos termos do Regulamento do

Leia mais

REGULAMENTO 1º CONCURSO DE PROJECTOS DE INVESTIGAÇÃO CENTRO DE INVESTIGAÇÃO EM CIÊNCIAS EMPRESARIAIS

REGULAMENTO 1º CONCURSO DE PROJECTOS DE INVESTIGAÇÃO CENTRO DE INVESTIGAÇÃO EM CIÊNCIAS EMPRESARIAIS REGULAMENTO 1º CONCURSO DE PROJECTOS DE INVESTIGAÇÃO DO CENTRO DE INVESTIGAÇÃO EM CIÊNCIAS EMPRESARIAIS 1. Âmbito O presente Regulamento visa definir as condições de acesso e financiamento a projectos

Leia mais

Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições

Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições 1996D0333 PT 07.02.2004 004.001 1 Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições BDECISÃO DA COMISSÃO de 3 de Maio de 1996 relativa à certificação sanitária dos moluscos

Leia mais

SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE ALMADA REGULAMENTO SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE ALMADA. Tel: Fax:

SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE ALMADA REGULAMENTO SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE ALMADA.   Tel: Fax: SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE ALMADA REGULAMENTO SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE ALMADA Email: informacoescaii@scma.pt Tel: 212740996 Fax: 212748371 Página 1 de 10 Página 10 de 10 2 - A cessação do trabalho

Leia mais

REGULAMENTOS. L 51/2 Jornal Oficial da União Europeia

REGULAMENTOS. L 51/2 Jornal Oficial da União Europeia L 51/2 Jornal Oficial da União Europeia 25.2.2011 REGULAMENTOS REGULAMENTO (UE) N. o 176/2011 DA COMISSÃO de 24 de Fevereiro de 2011 relativo às informações a fornecer antes da criação e da modificação

Leia mais

MODELO DE DECLARAÇÃO DE RECEITAS E DESPESAS

MODELO DE DECLARAÇÃO DE RECEITAS E DESPESAS APÊNDICE 2 MODELO DE DECLARAÇÃO DE RECEITAS E DESPESAS (nota de primeira página) Projecto n :... Título do projecto:...... Nome completo do Beneficiário:... Morada:...... Formulário financeiro apresentado

Leia mais

Proposta de DECISÃO DO CONSELHO

Proposta de DECISÃO DO CONSELHO COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 22.1.2016 COM(2016) 18 final 2016/0005 (NLE) Proposta de DECISÃO DO CONSELHO relativa à celebração do Acordo de Parceria Económica entre a União Europeia e os seus Estados-Membros,

Leia mais

Projecto de Regulamento de Apoio a Associações. Juvenis, Associações de Estudantes e Grupo de. Jovens do Concelho de Vila Nova de Famalicão

Projecto de Regulamento de Apoio a Associações. Juvenis, Associações de Estudantes e Grupo de. Jovens do Concelho de Vila Nova de Famalicão Projecto de Regulamento de Apoio a Associações Juvenis, Associações de Estudantes e Grupo de Jovens do Concelho de Vila Nova de Famalicão Preâmbulo Capítulo I -Definições e Objectivos Artigo 1.º - Definição

Leia mais

Proposta de DECISÃO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO. que revoga determinados atos no domínio da liberdade, segurança e justiça

Proposta de DECISÃO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO. que revoga determinados atos no domínio da liberdade, segurança e justiça COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 28.11.2014 COM(2014) 713 final 2014/0337 (COD) Proposta de DECISÃO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO que revoga determinados atos no domínio da liberdade, segurança e justiça

Leia mais

O presente anúncio no sítio web do TED:

O presente anúncio no sítio web do TED: 1/5 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:131090-2015:text:pt:html Bélgica-Bruxelas: Prestação de serviços de dentista-assistente junto do regime complementar

Leia mais

REGULAMENTO DO OBSERVATÓRIO DE EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL

REGULAMENTO DO OBSERVATÓRIO DE EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL REGULAMENTO DO OBSERVATÓRIO DE EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL De acordo com o Plano Estratégico apresentado ao Conselho Geral da Universidade da Madeira (UMa) ficou estabelecida a constituição de um Observatório

Leia mais

Regulamento do Cartão Jovem Municipal Nota justificativa

Regulamento do Cartão Jovem Municipal Nota justificativa Regulamento do Cartão Jovem Municipal Nota justificativa Considerando que o Município do Barreiro tem como princípio o bem-estar, a realização pessoal e a plena participação social dos jovens. Considerando

Leia mais

O presente anúncio no sítio web do TED:

O presente anúncio no sítio web do TED: 1/6 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:65714-2015:text:pt:html Alemanha-Berlim: Prestação de serviços de consultoria em matéria de meios de comunicação no domínio

Leia mais

CARTA de MISSÃO 1. MISSÃO

CARTA de MISSÃO 1. MISSÃO CARTA de MISSÃO 1. MISSÃO Através da Resolução do Conselho de Ministros n.º 52-A/2015, de 23 de julho, o Governo criou a estrutura de missão designada por Estrutura de Gestão do Instrumento Financeiro

Leia mais

PROJECTO DE NORMA EMPRESAS DE SEGUROS MARGEM DE SOLVÊNCIA E FUNDO DE GARANTIA

PROJECTO DE NORMA EMPRESAS DE SEGUROS MARGEM DE SOLVÊNCIA E FUNDO DE GARANTIA PROJECTO DE NORMA EMPRESAS DE SEGUROS MARGEM DE SOLVÊNCIA E FUNDO DE GARANTIA Com a entrada em vigor do novo Plano de Contas para as Empresas de Seguros são alteradas algumas políticas e critérios contabilísticos

Leia mais

VERSÕES CONSOLIDADAS

VERSÕES CONSOLIDADAS 7.6.2016 Jornal Oficial da União Europeia C 202/1 VERSÕES CONSOLIDADAS DO TRATADO DA UNIÃO EUROPEIA E DO TRATADO SOBRE O FUNCIONAMENTO DA UNIÃO EUROPEIA (2016/C 202/01) 7.6.2016 Jornal Oficial da União

Leia mais

Bélgica-Bruxelas: Curso de formação de formadores para o pessoal da sala de operações navais 2014/S Anúncio de concurso.

Bélgica-Bruxelas: Curso de formação de formadores para o pessoal da sala de operações navais 2014/S Anúncio de concurso. 1/5 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:363892-2014:text:pt:html Bélgica-Bruxelas: Curso de formação de formadores para o pessoal da sala de operações navais

Leia mais

Conselho da União Europeia Bruxelas, 15 de outubro de 2015 (OR. en)

Conselho da União Europeia Bruxelas, 15 de outubro de 2015 (OR. en) Conselho da União Europeia Bruxelas, 15 de outubro de 2015 (OR. en) 12321/15 ATOS LEGISLATIVOS E OUTROS INSTRUMENTOS Assunto: STAT 14 INST 333 POLGEN 140 FIN 626 DECISÃO DO CONSELHO que delega poderes

Leia mais

B-Bruxelas: Prestação de serviços administrativos e de recepção 2012/S Anúncio de concurso. Serviços

B-Bruxelas: Prestação de serviços administrativos e de recepção 2012/S Anúncio de concurso. Serviços 1/5 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:207878-2012:text:pt:html B-Bruxelas: Prestação de serviços administrativos e de recepção 2012/S 126-207878 Anúncio de

Leia mais

Proposta de DECISÃO DO CONSELHO

Proposta de DECISÃO DO CONSELHO COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 30.10.2013 COM(2013) 750 final 2013/0364 (NLE) Proposta de DECISÃO DO CONSELHO que estabelece a posição a adotar pela União Europeia no âmbito do 9.ª Conferência Ministerial

Leia mais

Decreto-Lei n.º 188/2002 de 21 de Agosto *

Decreto-Lei n.º 188/2002 de 21 de Agosto * Decreto-Lei n.º 188/2002 de 21 de Agosto * Nos termos da Resolução do Conselho de Ministros n.º 103/2002, de 26 de Julho, que aprovou o Programa para a Produtividade e o Crescimento da Economia, foi delineado

Leia mais

O presente anúncio no sítio web do TED:

O presente anúncio no sítio web do TED: 1/5 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:181349-2015:text:pt:html Hungria-Budapeste: Estudo de viabilidade e prestação de especialização técnica e apoio na elaboração

Leia mais

Tendo em conta o Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia,

Tendo em conta o Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia, L 337/46 REGULAMENTO DELEGADO (UE) N. o 1255/2014 DA COMISSÃO de 17 de julho de 2014 que completa o Regulamento (UE) n. o 223/2014 do Parlamento Europeu e do Conselho relativo ao Fundo de Auxílio Europeu

Leia mais

FUNDO DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA

FUNDO DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA FUNDO DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA Aviso 09 Auditoria Energética a Elevadores em Edifícios de DIREÇÃO EXECUTIVA DO PNAEE FUNDO DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA (FEE) Decreto-Lei nº 50/2010, de 20 Maio O Fundo de Eficiência

Leia mais

EIXO 4 QUALIFICAÇÃO AMBIENTAL E VALORIZAÇÃO DO ESPAÇO RURAL AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO N.º 3

EIXO 4 QUALIFICAÇÃO AMBIENTAL E VALORIZAÇÃO DO ESPAÇO RURAL AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO N.º 3 EIXO 4 QUALIFICAÇÃO AMBIENTAL E VALORIZAÇÃO DO ESPAÇO RURAL REGULAMENTO ESPECÍFICO: ACÇÕES DE VALORIZAÇÃO DO LITORAL AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO N.º 3 Nos termos do regulamento específico Acções de Valorização

Leia mais