Juliana Gagno Lima 1 ; André Schimidt da Silva 2 ; Monique Alves Padilha 1; Waleska Muniz Lopes Guerra 3

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Juliana Gagno Lima 1 ; André Schimidt da Silva 2 ; Monique Alves Padilha 1; Waleska Muniz Lopes Guerra 3"

Transcrição

1 Financiamento da atenção básica no estado do Rio de Janeiro: análise dos repasses federais e estaduais. 1. INTRODUÇÃO/JUSTIFICATIVA Juliana Gagno Lima 1 ; André Schimidt da Silva 2 ; Monique Alves Padilha 1; Waleska Muniz Lopes Guerra 3 Pensar na saúde como direito social nos leva a refletir sobre a importância do financiamento para que as Políticas Públicas na área sejam asseguradas (GAVRONSKI, 2008). Através de estudos na área, percebemos a crescente necessidade da adoção de Estratégias e Políticas de Financiamento para que as dificuldades acerca do Financiamento do Sistema Único de Saúde (SUS) sejam superadas e ocorram de Forma Universal e Integral (BRASIL, 2007). Os diferentes sistemas de saúde no mundo têm sofrido uma reorganização a partir da necessidade de mudar e reformar estes para atender tanto demandas econômicas, como políticas e sociodemográficas. Afirma-se que essa mudança foi orientada com base na Atenção Primária a Saúde, como coordenadora do cuidado e estruturante das Redes de Atenção à Saúde (BRASIL, 2007). Além disso, entendemos o fortalecimento da Atenção Básica como fundamental para a melhoria de acesso e cuidado à população, assim como definido pelo Ministério da Saúde, como uma estratégia estruturante dos Sistemas Municipais de Saúde, com foco na conversão do modelo assistencial baseado na demanda espontânea, curativa, centrado no hospital e de alto custo, para um modelo que incorpora os princípios do SUS universalização, descentralização, integralidade e participação da comunidade. (GOMES, 2004). Desta forma, o trabalho intitulado Financiamento da Atenção básica no Estado do Rio de Janeiro: análise dos repasses federais e estaduais tem por objetivo descrever e analisar o financiamento da atenção básica do Estado do Rio de Janeiro, no ano de 2011, proveniente das esferas Federal e Estadual. Mesmo compreendendo que este trabalho traz considerações iniciais sobre o tema, acreditamos que estudar o financiamento no que se refere a esse nível de atenção, contribui não só para a qualificação da gestão da atenção básica, mas também para o fortalecimento dos princípios do SUS e de sua operacionalização através de um modelo de atenção de caráter multiprofissional com foco no usuário e no cuidado longitudinal. Passemos então, a uma etapa de descrição do financiamento da Atenção Básica. O financiamento federal da atenção básica é composto pelo piso da atenção básica (PAB) fixo e PAB variável. O PAB fixo é composto de um valor per capita definido por quatro faixas de critérios de equidade (pontuação) e porte populacional. Este valor foi revisado neste ano, mas para o estudo, foi considerada a base de cálculo vigente no ano de 2011, conforme Portaria nº 1602, de 09/07/11: I - o valor mínimo passa para R$ 23,00 (vinte e três reais) por habitante ao ano, para os Municípios com pontuação menor que 4,82 e população de até 50 mil habitantes; 1 Especialistas em Saúde da Família. Residentes em Gestão da Atenção Básica pela ENSP/FIOCRUZ. 2 Mestre em Epidemiologia em Saúde Pública (ENSP/Fiocruz). Especialista na Gestão de Saúde da Superintendência de Atenção Básica/SES RJ. 3 Mestre em Avaliação de Tecnologias em Saúde (IMS/UERJ). Especialista na Gestão de Saúde da Subsecretaria de Atenção a Saúde/SES RJ.

2 II - o valor mínimo passa para R$ 21,00 (vinte e um reais) por habitante ao ano, para: os Municípios com pontuação entre 4,82 e 5,40, e população de até 100 mil habitantes; e os Municípios com pontuação menor que 4,82 e população entre 50 e 100 mil habitantes; III - o valor mínimo passa para R$ 19,00 (dezenove reais) por habitante ao ano, para: os Municípios com pontuação entre 5,40 e 5,85, e população de até 500 mil habitantes; e os Municípios com pontuação menor que 5,40 e população entre 100 e 500 mil habitantes; e IV - o valor mínimo permanece em R$ 18,00 (dezoito reais) por habitante ao ano, para os Municípios não contemplados nos itens anteriores. Vale destacar que a respectiva pontuação de cada uma das faixas apresentadas do PAB Fixo se baseou nos seguintes critérios: PIB per capita; percentual da população com Bolsa Família ou percentual da população em Extrema Pobreza; percentual da população com Plano de Saúde e densidade demográfica. Como observado no quadro acima, o porte populacional é o principal fator para a alocação deste recurso, relegando, por exemplo, aos municípios com mais de habitantes, a IV faixa; e aos municípios com mais de habitantes, as duas últimas faixas. O PAB variável induz a implantação da Estratégia Saúde da Família, se pautando na Portaria 2488, de 21/10/11, que a compreende como estratégia prioritária de expansão, qualificação e consolidação da Atenção Básica. Além disso, inclui projetos específicos e implantação de estratégias e programas prioritários, tais como: - Ampliação de modelagens de equipes: a partir do Decreto 7508, de 28/06/11, baseado em critérios de parametrização, as equipes de Atenção Básica tradicionais foram consideradas para efeito de financiamento. Além disso, houve a inclusão de equipes de atenção básica para população de rua, dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF), e a possibilidade de criação de Unidades Básicas de Saúde Fluviais e ESF para populações ribeirinhas. - Componente de Qualidade (portaria de 19/07/11): previu a contratualização de compromissos e o alcance de resultados, tendo como referência padrões de acesso e qualidade pactuados de maneira tripartite. Institui, no âmbito do Sistema Único de Saúde, o Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ-AB) e o Incentivo Financeiro do PMAQ-AB, denominado Componente de Qualidade do Piso de Atenção Básica Variável. - Programa de Requalificação das Unidades Básicas de Saúde (portaria de 14/09/2011): articulados ao Plano Brasil sem miséria, tem como objetivo atender necessidade de reformas, ampliações e informatização de UBS do País, além de prever a construção de novas unidades. Já em relação ao financiamento estadual, temos o Programa Saúde na Área e o Programa de Apoio aos Hospitais do Interior, melhor descritos abaixo. O Programa Saúde na Área (Resolução SEDESC nº 189, de 06/12/2007) aprova os critérios para a qualificação das unidades/equipes de Atenção Básica e regulamenta o repasse de incentivo financeiro de recursos estaduais. Esses recursos são acompanhados através de planos e metas relacionados aos indicadores de saúde estratégicos pelo Estado. A Secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro, no seu papel de monitoramento, avaliação e apoio técnico, desenvolve suporte técnico e financeiro aos gestores e equipes municipais de forma a propiciar ferramentas para integração do cuidado. Com base na perspectiva de equidade na distribuição de recursos, a instituição realiza uma diferenciação entre os municípios a partir da necessidade de recursos financeiros para a atenção à saúde. Essa diferenciação foi calculada a partir do fator de alocação, que se baseia no Índice de Necessidades de Saúde e Índice de Necessidade de Financiamento de cada município. De acordo com as Resoluções SES n 1550 e 1551 de 16 de Março de 2011, o Componente municipal do Programa de Apoio aos Hospitais do Interior (PAHI), contempla municípios de até

3 habitantes, com definição recursos definidos pelo porte do hospital. Os recursos destinados à Atenção Básica para o ano de 2011 referem-se aos indicadores de: oferta de consultas médicas das especialidades básicas; Internações Sensíveis à Atenção Básica (ISABs) dos grupos de pneumonias bacterianas; e insuficiência cardíaca congestiva e edema agudo de pulmão; Adesão ao pacto pela saúde. O objetivo consiste na qualificação do processo de trabalho das equipes de Atenção Básica na direção de que este nível de atenção exerça de fato o seu papel de coordenadora do cuidado. Analisar o peso de cada uma dessas quatro fontes (PAB Fixo, PAB variável, Programa Saúde na Área e componente municipal PAHI) e seus critérios de alocação, contribui para identificar fatores referentes à equidade na alocação de recursos públicos na saúde. 2. METODOLOGIA O trabalho foi realizado no primeiro semestre de 2012, e envolveu técnicos do cargo de especialista em gestão de saúde, lotados no âmbito da Superintendência de Atenção Básica e da Subsecretaria de Atenção a Saúde da Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro, e residentes do curso de especialização em Gestão da Atenção Básica, da Escola Nacional de Saúde Pública/FIOCRUZ. Utilizou-se como fontes de informação, o Fundo Nacional de Saúde, dados do IBGE, do Departamento de Atenção Básica do Ministério da Saúde, do Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde e do conjunto de resoluções estaduais sobre os critérios de alocação desses recursos. Como critérios de exclusão da análise, podemos destacar, quaisquer repasse de valores que se basearam em anos anteriores a Além disso, apesar de considerarmos a capacidade de autofinanciamento de cada município entendendo este fator como importante na leitura dos dados, o estudo centrou-se no repasse dos recursos aos municípios e não nas despesas referentes a Atenção Básica pela esfera municipal. Os repasses estaduais estão circunscritos às seguintes resoluções e deliberação CIB RJ: - Resolução SEDESC nº 189, de 06 de Dezembro de 2007: Regulamenta o repasse financeiro e a alocação de recursos e institui o Programa Saúde na Área. Aprova os critérios para a qualificação das unidades/equipes de Atenção Básica e regulamenta o repasse de incentivo financeiro de recursos Estaduais. - Resolução SEDESC nº 190, de 06 de Dezembro de 2007: Regulamenta repasse financeiro e alocação de recursos. Cria e aprova o Fator de Alocação (FA) de recursos financeiros estaduais para atenção à saúde, se baseando na diferença de necessidades dos municípios do Estado do Rio de Janeiro. O Cálculo é realizado a partir do Índice de necessidades de saúde e do Índice de Necessidade Financeira de cada município. - Deliberação CIB-RJ 1275, de 15 de Abril de 2011: Regulamenta o repasse do cofinanciamento da Atenção Básica no Estado do Rio de Janeiro para o ano de Tal repasse está condicionado à planos de trabalho municipais, visando a qualificação da Atenção Básica e o alcance das metas dos indicadores da Resolução nº Resoluções SES n 1550 e 1551 de 16 de Março de 2011: Institui o Programa de Apoio aos Hospitais do Interior, destinando recursos de acordo com indicadores específicos referidos anteriormente. Constituíram-se como etapas principais: 1. Descrição e tabulação dos componentes do financiamento federal e estadual da atenção básica; 2. Cálculo do valor per capita, a partir do valor total de financiamento repassado aos municípios, dividido pela população do mesmo;

4 3. Divisão dos 92 municípios em quartis (Q) por porte populacional, sendo Q1: habitantes; Q2: habitantes; Q3: habitantes e Q4: habitantes; 4. Identificação do peso de cada componente do financiamento nos quartis, sendo eles: Total do cofinanciamento pela Secretaria Estadual de Saúde, dividido em Programa Saúde na Área e componente atenção básica do Programa de Apoio aos Hospitais do Interior. E total do financiamento federal, dividido em PAB Fixo e PAB variável. 5. Análise e discussão dos resultados com base na identificação da capacidade de financiamento dos municípios, a partir das receitas de impostos líquida e transferências constitucionais legais. 3. APRESENTAÇÃO E ANÁLISE DOS RESULTADOS A primeira etapa dessa análise consistiu na distribuição dos municípios em quartis, ou seja, ordenou-se os municípios em ordem crescente de população, dividindo numericamente a quantidade de municípios (92) por 4. Dessa forma, cada 23 municípios constituíram um quartil, sendo o primeiro, os de menor população e o último quartil, os municípios de maior população. De acordo com a tabela 1, observa-se que o último quartil concentra 85% da população, contendo os municípios com mais de habitantes no Estado. O cálculo do financiamento per capita da Atenção Básica, relacionado ao porte populacional, nos permitiu visualizar que quanto maior a população, menor o valor per capita. Enquanto os municípios do último quartil apresentam um repasse de financiamento per capita médio de R$36,70 para 85% da população, o primeiro possui um per capita médio de R$111,00 para apenas 1,69% da população. Tabela 1. Porte populacional e Financiamento per capita da Atenção Básica População População Menor maior Per capita menor (R$) Per capita maior (R$) Per Capita no Quartil (R$) População dos Quartis % População dos Quartis Quartil ,12 150, ,69 Quartil ,11 127,64 91, ,48 Quartil ,99 116,23 56, ,55 Quartil ,87 67,81 36, ,27 Fonte: IBGE, FNS, Deliberação CIB-RJ 1275 e Resoluções SES n 1550 e O repasse per capita aos municípios variou entre R$19,87 e R$150,89, sendo o valor médio do repasse para a Atenção Básica do Estado correspondente a R$41,74, conforme a tabela 2. No que se refere ao peso de cada componente nesse financiamento, os repasses federais (94,02%) apresentaram-se bem superiores aos estaduais (5,98%). Neste último, houve maior representatividade no componente Programa Saúde na Área (3,87%) em relação ao componente municipal do PAHI (2,11%). Já no que tange aos recursos federais, podemos deduzir que o percentual do PAB variável (49,38) é superior ao fixo (44,64). Tabela 2. Valores de cada componente no Estado do Rio de Janeiro PER CAPITA % MS % PAB FIXO %PAB VAR. % COF. SES % Programa Saúde na Área %PAHI R$41,74 94,02 44,64 49,38 5,98 3,87 2,11

5 Fonte: IBGE, DAB, FNS, Deliberação CIB-RJ 1275 e Resoluções SES n 1550 e Já na tabela 3, em relação ao Financiamento Estadual, o Programa de Apoio aos Hospitais do Interior apresenta-se com peso superior ao do Programa Saúde na Área, com exceção do último quartil. Neste, o peso do PAHI é zero, visto que os municípios que possuem mais de habitantes são impossibilitados de serem contemplados pelo Programa. No que se refere ao Financiamento Federal, nos três primeiros quartis, o peso do PAB fixo é inferior ao PAB variável, e quanto menor a população maior o peso do PAB variável. Isso pode se justificar pelas altas coberturas de ESF encontradas em grande parte dos municípios de pequeno porte. Os municípios do último quartil, ainda que estejam nas menores faixas de valor de PAB fixo, têm nesse, sua principal fonte de recursos federais para a Atenção Básica. Tabela 3. de cada componente de acordo com o quartil cofin. Programa População PAHI SES Saúde na Área Federal PAB fixo PAB variável Quartil1 ( hab.) ,42 12,7 3,7 83,58 19,4 64,2 Quartil2 ( hab.) ,64 9,5 4,2 86,36 23,5 62,8 Quartil3 ( hab.) ,22 6,4 3,9 89,78 35,9 53,9 Quartil4 ( hab.) ,85 0 3,8 96,15 49,8 46,4 Fonte: IBGE, DAB, FNS, Deliberação CIB-RJ 1275 e Resoluções SES n 1550 e Embora tenham as maiores populações (último quartil), a tabela 4 indica que isso não se reflete em maiores receitas por habitante. Essa baixa capacidade de investimento, quando comparada a dos municípios dos dois primeiros quartis, pode significar uma barreira para a adesão às estratégias prioritárias, o que justifica também o menor peso do PAB variável. Tabela 4. Relação PAB Variável e Capacidade de Investimento dos municípios PAB variável Receitas de impostos líquida e transferências constitucionais legais (Receitas realizadas) Receitas de impostos líquida e transferências constitucionais legais (Per capita) Quartil 1 ( hab.) 64, , ,09 Quartil 2 ( hab.) 62, , ,31 Quartil 3 ( hab.) 53, , ,34 Quartil 4 ( hab.) 46, , ,13 Fonte: IBGE, DAB, FNS, Deliberação CIB-RJ 1275 e Resoluções SES n 1550 e CONCLUSÃO A pesquisa nos possibilitou a inferência de diversos resultados, conforme os apresentados, mas também, de algumas limitações no que se refere a própria análise dos mesmos. Entendemos que dois fatores auxiliariam nesse processo: A elaboração de uma série histórica, para verificar e comparar o comportamento do financiamento ao longo dos anos; e o mapeamento do investimento da Atenção Básica proveniente da esfera municipal, que com a descentralização, é a responsável direta pela execução dos serviços de Atenção Básica. Percebeu-se que apesar de um valor percentualmente inferior do financiamento estadual nos municípios em relação ao federal, a iniciativa de cofinanciamento estadual é importante para a

6 Atenção Básica. Porém, o incremento nos recursos e seu repasse regular ainda são grandes desafios à gestão estadual. Em linhas gerais, o estudo indicou que o PAB fixo situa os municípios de grande porte nas faixas de menor valor per capita, o que se contrapõe ao princípio da equidade, a medida que a capacidade de investimento desses municípios não foi identificada como superior aos de menor porte. Um ciclo de financiamento mais baixo para esses municípios se configura. Acredita-se que a baixa capacidade de investimento, associada à dificuldade de implantação da Estratégia de Saúde da Família (ESF) em grandes centros urbanos, resulta em um PAB variável mais baixo nos municípios de maior porte, e a consequente redução da capacidade de captação de recursos. Segundo Viana et. al. (2006), existem dois tipos de obstáculos à organização da atenção básica nos grandes centros urbanos, o primeiro, de natureza estrutural, é decorrente do perfil de urbanização, das novas condições sociais impostas pela forma como se desenvolvem as áreas urbanas. O segundo, de natureza setorial, se refere à distribuição e organização dos serviços, ações e tecnologias de saúde. Em uma proposta mais equitativa, os valores dos incentivos variáveis deveriam considerar o porte populacional dos municípios e sua capacidade de autofinanciamento. Assim, investimentos na ESF seriam fortalecidos por custeios diferenciados. 5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BRASIL. Conselho Nacional de Secretários de Saúde. Atenção Primária e Promoção da Saúde/Conselho Nacional de Secretários de Saúde. Brasília: CONASS, BRASIL. Financiamento da Saúde: novos desafios/ministério da Saúde, Conselho Nacional de Saúde. Brasília: Editora do Ministério da Saúde, GAVRONSKI, Alexandre Amaral., et al. Financiamento da saúde / Grupo de Trabalho Saúde : Brasília: Escola Superior do Ministério Público da União, GOMES, E.M. Equidade no financiamento de saúde: uma avaliação da alocação de recursos para financiamento da Atenção Básica no Estado do Rio de Janeiro. Dissertação do Programa de Mestrado Profissional da Escola Nacional de Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz/MS VIANA, ALA et. al. Modelos de atenção básica nos grandes municípios paulistas: efetividade, eficácia, sustentabilidade e governabilidade. Cienc. Saúde coletiva [online]. 2006, vol. 11, n.3, pp Documentação Decreto Federal 7508, de 28 de Julho de Deliberação CIB-RJ 1275/ Abril de Portaria SAS nº 1602, de 09 de Julho de Portaria MS nº 1.654, de 19 de Julho de Portaria MS 2.206, de 14 de Setembro de Portaria GMnº 2488, de 21 de Outubro de Resolução SEDESC nº 189, de 06 de Dezembro de Resolução SESDEC nº 190, de 06 de Dezembro de Resolução SES n 268, de 12 de Março de 2012.

NOTA TÉCNICA 07 /2014

NOTA TÉCNICA 07 /2014 NOTA TÉCNICA 07 /2014 Institui o incentivo financeiro de custeio destinado aos núcleos de Telessaúde do Programa de Requalificação de Unidades Básicas de Saúde, Componente de Informatização e Telessaúde

Leia mais

Alocação de Recursos e Regionalização no SUS

Alocação de Recursos e Regionalização no SUS Alocação de Recursos e Regionalização no SUS Áquilas Mendes Professor Doutor Livre-Docente de Economia da Saúde da FSP-USP e do Departamento de Economia da PUC-SP ABRES Encontro Alocação de Recursos e

Leia mais

PORTARIA No- 2.554, DE 28 DE OUTUBRO DE 2011

PORTARIA No- 2.554, DE 28 DE OUTUBRO DE 2011 PORTARIA No- 2.554, DE 28 DE OUTUBRO DE 2011 Institui, no Programa de Requalificação de Unidades Básicas de Saúde, o Componente de Informatização e Telessaúde Brasil Redes na Atenção Básica, integrado

Leia mais

Atenção Básica agora é Prioridade!

Atenção Básica agora é Prioridade! Atenção Básica agora é Prioridade! Hêider A. Pinto 1 Rodolfo S. Koerner 2 Diego C. A. Silva 3 Em apenas 10 meses de Governo Dilma Rousseff já podemos afirmar que a Atenção Básica entrou na agenda central

Leia mais

Grupo de Trabalho da PPI. Política Estadual para Contratualização de Hospitais de Pequeno Porte HPP

Grupo de Trabalho da PPI. Política Estadual para Contratualização de Hospitais de Pequeno Porte HPP Grupo de Trabalho da PPI Política Estadual para Contratualização de Hospitais de Pequeno Porte HPP 29 de março de 2011 Considerando: O processo de regionalização dos Municípios, que objetiva a organização

Leia mais

ANÁLISE DO SISTEMA DE REGULAÇÃO DO MUNICÍPIO DE HIDROLÂNDIA/GO. Palavras-chave: Sistema de Regulação. Descentralização, Regionalização e Referência.

ANÁLISE DO SISTEMA DE REGULAÇÃO DO MUNICÍPIO DE HIDROLÂNDIA/GO. Palavras-chave: Sistema de Regulação. Descentralização, Regionalização e Referência. ANÁLISE DO SISTEMA DE REGULAÇÃO DO MUNICÍPIO DE HIDROLÂNDIA/GO Nara FUKUYA 1 ; Ana Elisa Bauer Camargo SILVA 2 1,2 Universidade Federal de Goiás, Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós Graduação, Núcleo de Estudo

Leia mais

POLITICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM

POLITICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM NOTA TÉCNICA 41 2013 POLITICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM DISPÕE SOBRE O REPASSE DE RECURSOS FINANCEIROS DE CUSTEIO A MUNICIPIOS, ESTADOS E DISTRITO FEDERL PARA A EXECUÇÃO DE AÇÕES DE

Leia mais

ANÁLISE DA UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS FEDERAIS TRANSFERIDOS AOS MUNICÍPIOS A PARTIR DAS AÇÕES DE AUDITORIA REALIZADAS PELO DENASUS EM 2012

ANÁLISE DA UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS FEDERAIS TRANSFERIDOS AOS MUNICÍPIOS A PARTIR DAS AÇÕES DE AUDITORIA REALIZADAS PELO DENASUS EM 2012 Ministério da Saúde Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa Departamento Nacional de Auditoria do SUS DENASUS ANÁLISE DA UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS FEDERAIS TRANSFERIDOS AOS MUNICÍPIOS A PARTIR DAS

Leia mais

Bolonha, fevereiro de 2014

Bolonha, fevereiro de 2014 Bolonha, fevereiro de 2014 Portaria n.º 1654, de 19 de Julho de 2011. Objetivo principal Induzir a ampliação do acesso e a melhoria da qualidade da atenção básica, com garantia de um padrão de qualidade

Leia mais

Prioridade se traduz em mais e melhores recursos para a Atenção Básica

Prioridade se traduz em mais e melhores recursos para a Atenção Básica Prioridade se traduz em mais e melhores recursos para a Atenção Básica Hêider A. Pinto 1 Rodolfo S. Koerner 2 Diego C. A. Silva 3 No artigo Atenção básica agora é prioridade, escrito em 2011, analisamos

Leia mais

A gestão regionalizada das Redes de Atenção Luís s Carlos Casarin Ministério da Saúde Secretaria de Atenção àsaúde -SAS

A gestão regionalizada das Redes de Atenção Luís s Carlos Casarin Ministério da Saúde Secretaria de Atenção àsaúde -SAS A gestão regionalizada das Redes de Atenção Luís s Carlos Casarin Ministério da Saúde Secretaria de Atenção àsaúde -SAS DESAFIO DESAFIO Extensão: 8.547.403,5 Km² (dimensão continental) População: 190.732.694

Leia mais

GRATUITO CURSO COMPLETO DO SUS 17 AULAS 500 QUESTÕES COMENTADAS. Professor Rômulo Passos Aula 08

GRATUITO CURSO COMPLETO DO SUS 17 AULAS 500 QUESTÕES COMENTADAS. Professor Rômulo Passos Aula 08 1 www.romulopassos.com.br / www.questoesnasaude.com.br GRATUITO CURSO COMPLETO DO SUS 17 AULAS 500 QUESTÕES COMENTADAS Professor Rômulo Passos Aula 08 Legislação do SUS Completo e Gratuito Página 1 2 www.romulopassos.com.br

Leia mais

DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ

DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ EIXO 1 DIREITO À SAÚDE, GARANTIA DE ACESSO E ATENÇÃO DE QUALIDADE Prioritária 1: Manter o incentivo aos Programas do Núcleo Apoio da Saúde da Família

Leia mais

DECRETO Nº 50/2015. DE 14 DE AGOSTO DE 2015.

DECRETO Nº 50/2015. DE 14 DE AGOSTO DE 2015. DECRETO Nº 50/2015. DE 14 DE AGOSTO DE 2015. Regulamenta a concessão de incentivo financeiro, Prêmio Variável de Qualidade e Inovação, do Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção

Leia mais

Matriz de Ações 2013. As ações constantes neste relatório estão sendo executadas no Território da Cidadania: Região Central - RS

Matriz de Ações 2013. As ações constantes neste relatório estão sendo executadas no Território da Cidadania: Região Central - RS Matriz de Ações 2013 As ações constantes neste relatório estão sendo executadas no Território da Cidadania: Região Central - RS Matriz de Ações 2013 1 Min. da Saúde - MS 1 Piso de Atenção Básica Fixo Matriz

Leia mais

PNS/PES Planos Nacional e Estadual de Saúde e sua articulação com os Planos Municipais de Saúde

PNS/PES Planos Nacional e Estadual de Saúde e sua articulação com os Planos Municipais de Saúde PNS/PES Planos Nacional e Estadual de Saúde e sua articulação com os Planos Municipais de Saúde Instrumentos Guia para as ações de saúde sob a responsabilidade dos gestores públicos da saúde PLANEJAMENTO

Leia mais

Desafios Metodológicos no Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade

Desafios Metodológicos no Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade Desafios Metodológicos no Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade A experiência da academia na execução da etapa de avaliação externa do PMAQ Márcia H. Baldani Pinto UEPG - PR Política Nacional

Leia mais

unidades, serviços e ações que interagem para um objetivo comum: a promoção, proteção e recuperação da Saúde.

unidades, serviços e ações que interagem para um objetivo comum: a promoção, proteção e recuperação da Saúde. O SISTEMA DE SAÚDE PÚBLICA EM SANTA CATARINA Fevereiro/2013 SUS S O SUS é um SISTEMA, um conjunto de unidades, serviços e ações que interagem para um objetivo comum: a promoção, proteção e recuperação

Leia mais

NOTA TÉCNICA 27/2011

NOTA TÉCNICA 27/2011 Proposta de alteração do cumprimento da carga horária obrigatória destinada aos profissionais médicos das Equipes de Saúde da Família - ESF disposta na Política Nacional de Atenção Básica 1 NOTA TÉCNICA

Leia mais

Saúde mais Perto de Você

Saúde mais Perto de Você Saúde mais Perto de Você LINHAS GERAIS DA NOVA POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO BÁSICA Ampliação do Financiamento da AB Programa de Requalificação das UBS Ampliação do Acesso Melhoria da Qualidade da AB Ações

Leia mais

PORTARIA Nº 648/GM DE 28 DE MARÇO DE 2006.

PORTARIA Nº 648/GM DE 28 DE MARÇO DE 2006. PORTARIA Nº 648/GM DE 28 DE MARÇO DE 2006. Aprova a Política Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes e normas para a organização da Atenção Básica para o Programa Saúde da Família

Leia mais

F n i a n n a c n i c a i m a en e t n o Foco: Objetivo:

F n i a n n a c n i c a i m a en e t n o Foco: Objetivo: FINANCIAMENTO DO SUAS: GESTÃO MUNICIPAL E AS DESIGUALDADES REGIONAIS Financiamento Foco: competências da gestão municipal, especialmente no enfrentamento das desigualdades regionais exige o debate sobre

Leia mais

GASTOS PÚBLICOS NOS CENTROS ESPECIALIZADOS EM ODONTOLOGIA SITUADOS EM FORTALEZA-CEARÁ Cleonice Moreira Cordeiro 1

GASTOS PÚBLICOS NOS CENTROS ESPECIALIZADOS EM ODONTOLOGIA SITUADOS EM FORTALEZA-CEARÁ Cleonice Moreira Cordeiro 1 GASTOS PÚBLICOS NOS CENTROS ESPECIALIZADOS EM ODONTOLOGIA SITUADOS EM FORTALEZACEARÁ Cleonice Moreira Cordeiro 1 Introdução Vera Maria Câmara Coelho 2 O estudo analisou os gastos nos Centros Especializados

Leia mais

Telessaúde: Estratégia de Educação Permanente para melhoria da resolutividade e qualidade na Atenção Básica

Telessaúde: Estratégia de Educação Permanente para melhoria da resolutividade e qualidade na Atenção Básica Telessaúde: Estratégia de Educação Permanente para melhoria da resolutividade e qualidade na Atenção Básica XIV APS: Encontro de Atualização de Atenção Primária à Saúde Juiz de Fora Outubro, 2013 ATENÇÃO

Leia mais

13º - AUDHOSP AUDITORIA NO SUS VANDERLEI SOARES MOYA 2014

13º - AUDHOSP AUDITORIA NO SUS VANDERLEI SOARES MOYA 2014 13º - AUDHOSP AUDITORIA NO SUS VANDERLEI SOARES MOYA 2014 AUDITORIA NA SAÚDE Na saúde, historicamente, as práticas, as estruturas e os instrumentos de controle, avaliação e auditoria das ações estiveram,

Leia mais

Saúde mais Perto de Você

Saúde mais Perto de Você Saúde mais Perto de Você FINANCIAMENTO DA ATENÇÃO BÁSICA Ano PAB fixo PAB variável Estruturação + Construção e Ampliação Valor total 2010 R$ 3,65 Bi R$ 5,92 Bi R$ 147 Mi R$ 9,73 Bi 2012 R$ 4,42 Bi R$ 8,31

Leia mais

Panoramas e Desafios da Vigilância em Saúde

Panoramas e Desafios da Vigilância em Saúde Panoramas e Desafios da Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância de Doenças e Agravos não Transmissíveis e Promoção da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde Cheila Marina de

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica

MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica 2012 Ed. Premium, SAF Sul, Quadra 2, Lotes 5/6, Bloco II, Subsolo CEP: 70.070-600 Brasília-DF www.saude.gov.br/dab 2012

Leia mais

NOTA TÉCNICA 31 2013 REPASSES FINANCEIROS DE INVESTIMENTO PARA FOMENTO E APRIMORAMENTO DAS CONDIÇÕES DE FUNCIONAMENTO DA REDE DE FRIO

NOTA TÉCNICA 31 2013 REPASSES FINANCEIROS DE INVESTIMENTO PARA FOMENTO E APRIMORAMENTO DAS CONDIÇÕES DE FUNCIONAMENTO DA REDE DE FRIO NOTA TÉCNICA 31 2013 REPASSES FINANCEIROS DE INVESTIMENTO PARA FOMENTO E APRIMORAMENTO DAS CONDIÇÕES DE FUNCIONAMENTO DA REDE DE FRIO Brasília, 16 de agosto de 2013 REPASSES FINANCEIROS DE INVESTIMENTO

Leia mais

regionalização e contratos organizativos de ação pública.

regionalização e contratos organizativos de ação pública. A Regulamentação da Lei 8.080/90: A Regulamentação da Lei 8.080/90: regionalização e contratos organizativos de ação pública. Seminário Nacional PRÓ Saúde e PET Saúde Brasília, 19 de outubro de 2011.,

Leia mais

SAÚDE. Coordenador: Liliane Espinosa de Mello

SAÚDE. Coordenador: Liliane Espinosa de Mello Coordenador: Liliane Espinosa de Mello SAÚDE Visão: Que Santa Maria seja o principal Polo na Área de Saúde do interior do Rio Grande do Sul, contribuindo para a melhor qualidade de vida da população da

Leia mais

O Nutricionista nas Políticas Públicas: atuação no Sistema Único de Saúde

O Nutricionista nas Políticas Públicas: atuação no Sistema Único de Saúde O Nutricionista nas Políticas Públicas: atuação no Sistema Único de Saúde Patrícia Constante Jaime CGAN/DAB/SAS/MS Encontro sobre Qualidade na Formação e Exercício Profissional do Nutricionista Brasília,

Leia mais

CIT 24 DE Setembro de 2015

CIT 24 DE Setembro de 2015 CIT 24 DE Setembro de 2015 Brasil sairá de 374 mil para 600 mil médicos até 2026 AAngindo a meta de 2,7 médicos por mil habitantes Ø 11,5 mil novas vagas de graduação até 2017 Ø 12,4 mil novas vagas de

Leia mais

PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA 2013

PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA 2013 Ministério da Saúde Ministério da Educação Manual Para Adesão PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA 2013 BRASÍLIA-DF 2013 Índice Apresentação -------------------------------------------------------------------------

Leia mais

Sistema Único de Saúde. 15 anos de implantação: Desafios e propostas para sua consolidação.

Sistema Único de Saúde. 15 anos de implantação: Desafios e propostas para sua consolidação. Sistema Único de Saúde 15 anos de implantação: Desafios e propostas para sua consolidação. 2003 Sistema Único de Saúde! Saúde como direito de cidadania e dever do Estado, resultante de políticas públicas

Leia mais

ORIENTAÇÕES E ESCLARECIMENTOS

ORIENTAÇÕES E ESCLARECIMENTOS COAP 06/13 ORIENTAÇÕES E ESCLARECIMENTOS 1.0 O que é o Contrato Organizativo da Ação Pública - COAP? O COAP é um acordo de colaboração firmado entre os três entes federativos, no âmbito de uma Região de

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE IMPLANTAÇÃO DO DECRETO 7.508/11 E APRIMORAMENTO DO PACTO PELA SAÚDE

MINISTÉRIO DA SAÚDE IMPLANTAÇÃO DO DECRETO 7.508/11 E APRIMORAMENTO DO PACTO PELA SAÚDE MINISTÉRIO DA SAÚDE IMPLANTAÇÃO DO DECRETO 7.508/11 E APRIMORAMENTO DO PACTO PELA SAÚDE Decreto 7.508/11 Regulamenta a Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, para dispor sobre a organização do Sistema

Leia mais

Matérias selecionadas do DOU de 05 de novembro de2007

Matérias selecionadas do DOU de 05 de novembro de2007 Conteúdo: SEÇÃO 1...2 PORTARIA No- 2.831, DE 1o- DE NOVEMBRO DE 2007...2 PORTARIA No- 2.834, DE 1o- DE NOVEMBRO DE 2007...4 PORTARIA No- 2.835, DE 1o- DE NOVEMBRO DE 2007...5 PORTARIA Nº 600, DE 1o- DE

Leia mais

SEMINÁRIO DE ATENÇÃO BÁSICA DO ESTADO DE SÃO PAULO DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA/SAS/MS 05 DE JULHO DE 2012

SEMINÁRIO DE ATENÇÃO BÁSICA DO ESTADO DE SÃO PAULO DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA/SAS/MS 05 DE JULHO DE 2012 SEMINÁRIO DE ATENÇÃO BÁSICA DO ESTADO DE SÃO PAULO DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA/SAS/MS 05 DE JULHO DE 2012 Melhoria do Acesso e Qualidade: FORTALECIMENTO DA ATENÇÃO BÁSICA Política Nacional de Atenção

Leia mais

PORTARIA Nº 1.097 DE 22 DE MAIO DE 2006.

PORTARIA Nº 1.097 DE 22 DE MAIO DE 2006. PORTARIA Nº 1.097 DE 22 DE MAIO DE 2006. Define o processo da Programação Pactuada e Integrada da Assistência em Saúde seja um processo instituído no âmbito do Sistema Único de Saúde. O MINISTRO DE ESTADO

Leia mais

Programa Saúde da Família - PSF

Programa Saúde da Família - PSF COORDENAÇÃO-GERAL DE NORMAS DE CONTABILIDADE APLICADAS À FEDERAÇÃO - CCONF GERÊNCIA DE NORMAS E PROCEDIMENTOS DE GESTÃO FISCAL - GENOP Programa Saúde da Família - PSF REUNIÃO DO GRUPOS TÉCNICOS DE PADRONIZAÇÃO

Leia mais

Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 1.413, DE 10 DE JULHO DE 2013

Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 1.413, DE 10 DE JULHO DE 2013 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 1.413, DE 10 DE JULHO DE 2013 Redefine as regras e critérios

Leia mais

NOTA TÉCNICA 06 /2014

NOTA TÉCNICA 06 /2014 NOTA TÉCNICA 06 /2014 Redefinição do arranjo organizacional da(s) Equipe(s) de Saúde da Família Ribeirinha (ESFR) e Equipes de Saúde da Família Fluviais (ESFF) para os municípios da Amazônia Legal e Pantanal

Leia mais

Carta de Joinville 1) Sobre o Financiamento

Carta de Joinville 1) Sobre o Financiamento Carta de Joinville Os Secretários e Secretárias Municipais de Saúde, reunidos no XXIII Congresso Nacional das Secretarias Municipais de Saúde e IV Congresso Brasileiro de Saúde, Cultura de Paz e Não-Violência,

Leia mais

O CUIDADO QUE EU PRECISO

O CUIDADO QUE EU PRECISO O CUIDADO QUE EU PRECISO GOVERNO FEDERAL GOVERNO ESTADUAL GOVERNO MUNICIPAL MOVIMENTOS SOCIAIS MEIOS DE COMUNICAÇÃO O CUIDADO QUE EU PRECISO Serviço Hospitalar de Referência AD CAPS AD III Pronto Atendimento

Leia mais

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html Página 1 de 5 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 1.559, DE 1º DE AGOSTO DE 2008 Institui a Política Nacional

Leia mais

Política Nacional de Atenção Básica. Portaria 2.488 de 21 de Outubro de 2011; Define e dispõem sobre:

Política Nacional de Atenção Básica. Portaria 2.488 de 21 de Outubro de 2011; Define e dispõem sobre: Portaria 2.488 de 21 de Outubro de 2011; Define e dispõem sobre: -Princípios, diretrizes gerais e funções nas Redes; -Responsabilidades de todas as esferas de governo; -Infraestrutura e sistema logístico

Leia mais

PLANO OPERATIVO DA POLÍTICA NACIONAL DE SAÚDE INTEGRAL DA POPULAÇÃO DO CAMPO E DA FLORESTA

PLANO OPERATIVO DA POLÍTICA NACIONAL DE SAÚDE INTEGRAL DA POPULAÇÃO DO CAMPO E DA FLORESTA PLANO OPERATIVO DA POLÍTICA NACIONAL DE SAÚDE INTEGRAL DA POPULAÇÃO DO CAMPO E DA FLORESTA Departamento de Apoio à Gestão Participativa /DAGEP Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa /SGEP Ministério

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 883, DE 5 DE JULHO DE 2010

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 883, DE 5 DE JULHO DE 2010 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 883, DE 5 DE JULHO DE 2010 Regulamenta o Decreto nº 7.082, de 27 de janeiro de 2010, que institui o Programa Nacional de Reestruturação

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 7.272, DE 25 DE AGOSTO DE 2010. Regulamenta a Lei n o 11.346, de 15 de setembro de 2006, que cria o Sistema Nacional de

Leia mais

NOTA TÉCNICA 50 2013 REGULAMENTAÇÃO DO INCENTIVO ÀS AÇÕES DE VIGILÂNCIA, PREVENÇÃO E CONTROLE DAS DST/AIDS E HEPATITES VIRAIS

NOTA TÉCNICA 50 2013 REGULAMENTAÇÃO DO INCENTIVO ÀS AÇÕES DE VIGILÂNCIA, PREVENÇÃO E CONTROLE DAS DST/AIDS E HEPATITES VIRAIS NOTA TÉCNICA 50 2013 REGULAMENTAÇÃO DO INCENTIVO ÀS AÇÕES DE VIGILÂNCIA, PREVENÇÃO E CONTROLE DAS DST/AIDS E HEPATITES VIRAIS Brasília, 18 de novembro de 2013 REGULAMENTAÇÃO DO INCENTIVO ÀS AÇÕES DE VIGILÂNCIA,

Leia mais

NOTA TÉCNICA 03 2012 REDE DE CUIDADOS À PESSOA COM DEFICIÊNCIA NO ÂMBITO DO SUS

NOTA TÉCNICA 03 2012 REDE DE CUIDADOS À PESSOA COM DEFICIÊNCIA NO ÂMBITO DO SUS NOTA TÉCNICA 03 2012 REDE DE CUIDADOS À PESSOA COM DEFICIÊNCIA NO ÂMBITO DO SUS Atualização da Minuta de portaria para a Assembleia do CONASS em 21/03/2012 1. Contextualização Pessoas com deficiência são

Leia mais

Análise crítica do programa Mais Médicos: perspectivas e desafios

Análise crítica do programa Mais Médicos: perspectivas e desafios Análise crítica do programa Mais Médicos: perspectivas e desafios Modelo de Regionalização de Saúde no Ceará População Estado do Ceará - 8.530.058 habitantes Modelo de reorganização de saúde: 4 Macrorregiões

Leia mais

PORTARIA Nº 399/GM DE 22 DE FEVEREIRO DE 2006. O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, INTERINO, no uso de suas atribuições, e

PORTARIA Nº 399/GM DE 22 DE FEVEREIRO DE 2006. O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, INTERINO, no uso de suas atribuições, e PORTARIA Nº 399/GM DE 22 DE FEVEREIRO DE 2006. Divulga o Pacto pela Saúde 2006 Consolidação do SUS e aprova as Diretrizes Operacionais do Referido Pacto. O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, INTERINO, no uso

Leia mais

Incentivo às Ações de Vigilância, Prevenção e Controle das DST, Aids e Hepatites Virais

Incentivo às Ações de Vigilância, Prevenção e Controle das DST, Aids e Hepatites Virais Incentivo às Ações de Vigilância, Prevenção e Controle das DST, Aids e Hepatites Virais Departamento DST, Aids e Hepatites Virais Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde www.aids.gov.br Maio/2014

Leia mais

SUS Sistema Único de Saúde. Desafio político administrativo do modelo universalizado de Gestão

SUS Sistema Único de Saúde. Desafio político administrativo do modelo universalizado de Gestão SUS Sistema Único de Saúde Desafio político administrativo do modelo universalizado de Gestão Princípios Constitucionais do SUS fatores determinantes e condicionantes da saúde : meio físico, meio socio-econômico

Leia mais

NOTA TÉCNICA 26 /2013

NOTA TÉCNICA 26 /2013 NOTA TÉCNICA 26 /2013 Institui a Estratégia Nacional para Promoção do Aleitamento Materno e Alimentação Complementar Saudável no Sistema Único de Saúde (SUS) - Estratégia Amamenta e Alimenta Brasil. Brasília,

Leia mais

IX Conferência Nacional de Assistência Social. Orientações para a realização das Conferências Municipais de Assistência Social

IX Conferência Nacional de Assistência Social. Orientações para a realização das Conferências Municipais de Assistência Social IX Conferência Nacional de Assistência Social Orientações para a realização das Conferências Municipais de Assistência Social Programação da conferência poderá incluir: 1. Momento de Abertura, que contará

Leia mais

Aquisição e Gerenciamento de Medicamentos do Componente Básico da Assistência Farmacêutica

Aquisição e Gerenciamento de Medicamentos do Componente Básico da Assistência Farmacêutica Aquisição e Gerenciamento de Medicamentos do Componente Básico da Assistência Farmacêutica Maceió -Setembro/2013 HISTÓRICO PORTARIA GM/MS nº 3.916/98 POLÍTICA NACIONAL DE MEDICAMENTOS ESTABELECEU DIRETRIZES

Leia mais

18/05/2015 PACTO PELA SAÚDE

18/05/2015 PACTO PELA SAÚDE PACTO PELA SAÚDE O Pacto firmado entre os três gestores do SUS a partir de uma unidade de princípios: respeita as diferenças regionais, agrega os pactos anteriormente existentes, reforça a organização

Leia mais

DECRETO 7.508 E O PLANEJAMENTO REGIONAL INTEGRADO DANTE GARCIA 2015

DECRETO 7.508 E O PLANEJAMENTO REGIONAL INTEGRADO DANTE GARCIA 2015 DECRETO 7.508 E O PLANEJAMENTO REGIONAL INTEGRADO DANTE GARCIA 2015 Região de Saúde [...] espaço geográfico contínuo constituído por agrupamentos de Municípios limítrofes, delimitado a partir de identidades

Leia mais

Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento,

Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento, Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento, Projetos e Capacitação Ministério do Desenvolvimento Social

Leia mais

PROPOSTAS APROVADAS NA PLENÁRIA FINAL DA VII CONFERÊNCIA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL

PROPOSTAS APROVADAS NA PLENÁRIA FINAL DA VII CONFERÊNCIA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL PROPOSTAS APROVADAS NA PLENÁRIA FINAL DA VII CONFERÊNCIA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL EIXO 1 Processo Histórico da Participação Popular no País: nossa cidade e territórios em movimento; Trajetória e

Leia mais

SECRETARIA DE SAÚDE SECRETARIA EXECUTIVA DE COORDENAÇÃO GERAL DIRETORIA GERAL DE PLANEJAMENTO - GERÊNCIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA

SECRETARIA DE SAÚDE SECRETARIA EXECUTIVA DE COORDENAÇÃO GERAL DIRETORIA GERAL DE PLANEJAMENTO - GERÊNCIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA NOTA TÉCNICA 07/13 RELATÓRIO ANUAL DE GESTÃO - RAG ORIENTAÇÕES GERAIS Introdução O Planejamento é um instrumento de gestão, que busca gerar e articular mudanças e aprimorar o desempenho dos sistemas de

Leia mais

Memorias Convención Internacional de Salud Pública. Cuba Salud 2012. La Habana 3-7 de diciembre de 2012 ISBN 978-959-212-811-8

Memorias Convención Internacional de Salud Pública. Cuba Salud 2012. La Habana 3-7 de diciembre de 2012 ISBN 978-959-212-811-8 A Promoção da Saúde no Brasil e o Programa Academia da Saúde: um relato de experiência (Apresentação oral: Power point datashow) Monique Alves Padilha Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca ENSP/Fiocruz

Leia mais

PROJETO DE FORMAÇÃO E MELHORIA DA QUALIDADE DA REDE DE SAUDE QUALISUS-REDE

PROJETO DE FORMAÇÃO E MELHORIA DA QUALIDADE DA REDE DE SAUDE QUALISUS-REDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 10/2015 Consultor Conteudista para elaboração do Curso EAD voltado à Implantação de Serviço de Clínica Farmacêutica Intervenção Sistêmica Gestão da Assistência Farmacêutica : Implantação

Leia mais

Organização Regional da Linha de Cuidado do Sobrepeso e da Obesidade na Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas

Organização Regional da Linha de Cuidado do Sobrepeso e da Obesidade na Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO ESPECIALIZADA E TEMÁTICA COORDENAÇÃO-GERAL DE ATENÇÃO ÀS PESSOAS COM DOENÇAS CRÔNICAS Organização Regional da Linha de Cuidado

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 11, DE 24 DE ABRIL DE 2012.

RESOLUÇÃO Nº 11, DE 24 DE ABRIL DE 2012. RESOLUÇÃO Nº 11, DE 24 DE ABRIL DE 2012. Aprova os critérios de partilha do cofinanciamento federal para apoio à oferta dos Serviços de Proteção Social Especial para Pessoas com Deficiência, em situação

Leia mais

Município: JOÃO PESSOA / PB

Município: JOÃO PESSOA / PB O Plano Brasil Sem Miséria O Plano Brasil Sem Miséria foi lançado com o desafio de superar a extrema pobreza no país. O público definido como prioritário foi o dos brasileiros que estavam em situação de

Leia mais

O componente saúde bucal do PMAQ-AB e indicadores de Saúde Bucal na Atenção Básica

O componente saúde bucal do PMAQ-AB e indicadores de Saúde Bucal na Atenção Básica MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO-GERAL DE SAÚDE BUCAL O componente saúde bucal do PMAQ-AB e indicadores de Saúde Bucal na Atenção Básica Edson

Leia mais

APSUS. Atenção Primária à Saúde de Qualidade em Todo o Paraná. Março 2012

APSUS. Atenção Primária à Saúde de Qualidade em Todo o Paraná. Março 2012 APSUS Atenção Primária à Saúde de Qualidade em Todo o Paraná Março 2012 Missão Organizar as ações e serviços de Atenção Primária à saúde em todos os municípios do Paraná para a promoção do cuidado da população

Leia mais

INCENTIVO PARA O FINANCIAMENTO DAS AÇÕES DESENVOLVIDAS POR CASAS DE APOIO PARA PESSOAS VIVENDO COM HIV/AIDS

INCENTIVO PARA O FINANCIAMENTO DAS AÇÕES DESENVOLVIDAS POR CASAS DE APOIO PARA PESSOAS VIVENDO COM HIV/AIDS NOTA TÉCNICA 32/2011 INCENTIVO PARA O FINANCIAMENTO DAS AÇÕES DESENVOLVIDAS POR CASAS DE APOIO PARA PESSOAS VIVENDO COM HIV/AIDS Brasília, 18 de agosto de 2011. INCENTIVO PARA O FINANCIAMENTO DAS AÇÕES

Leia mais

ID:1858 MAIS MÉDICOS E MAIS COBERTURA? EFEITOS INICIAS DO PROJETO MAIS MÉDICOS NA COBERTURA DA ATENÇÃO BÁSICA NO BRASIL.

ID:1858 MAIS MÉDICOS E MAIS COBERTURA? EFEITOS INICIAS DO PROJETO MAIS MÉDICOS NA COBERTURA DA ATENÇÃO BÁSICA NO BRASIL. ID:1858 MAIS MÉDICOS E MAIS COBERTURA? EFEITOS INICIAS DO PROJETO MAIS MÉDICOS NA COBERTURA DA ATENÇÃO BÁSICA NO BRASIL. Araújo Leônidas, Florentino Júnio; Iturri de La Mata, José Antonio; Queiroga de

Leia mais

O SISTEMA DE PARCERIAS COM O TERCEIRO SETOR NA CIDADE DE SÃO PAULO

O SISTEMA DE PARCERIAS COM O TERCEIRO SETOR NA CIDADE DE SÃO PAULO O SISTEMA DE PARCERIAS COM O TERCEIRO SETOR NA CIDADE DE SÃO PAULO Januário Montone II Congresso Consad de Gestão Pública Painel 23: Inovações gerenciais na saúde O SISTEMA DE PARCERIAS COM O TERCEIRO

Leia mais

TELESSAÚDE BRASIL REDES NA ATENÇÃO BÁSICA

TELESSAÚDE BRASIL REDES NA ATENÇÃO BÁSICA MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA TELESSAÚDE BRASIL REDES NA ATENÇÃO BÁSICA MANUAL INSTRUTIVO Sumário Introdução... 3 Atividades a serem desenvolvidas dentro

Leia mais

NOTA TÉCNICA 16 2013. Política Nacional de Educação Popular em Saúde

NOTA TÉCNICA 16 2013. Política Nacional de Educação Popular em Saúde NOTA TÉCNICA 16 2013 Política Nacional de Educação Popular em Saúde Brasília, 20 de maio de 2013 INTRODUÇÃO A Política Nacional de Educação Popular em Saúde PNEP-SUS foi apresentada e aprovada no Conselho

Leia mais

O COAP na perspectiva da gestão da Vigilância em Saúde. Sonia Brito Secretaria de Vigilância em Saúde

O COAP na perspectiva da gestão da Vigilância em Saúde. Sonia Brito Secretaria de Vigilância em Saúde O COAP na perspectiva da gestão da Vigilância em Saúde Sonia Brito Secretaria de Vigilância em Saúde Decreto 7.508/11 Regulamenta a Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, para dispor sobre a organização

Leia mais

O papel dos conselhos na afirmação do Pacto pela Saúde

O papel dos conselhos na afirmação do Pacto pela Saúde Informativo interativo eletrônico do CNS aos conselhos de Saúde Brasília, junho de 2006 Editorial O papel dos conselhos na afirmação do Pacto pela Saúde A aprovação unânime do Pacto pela Saúde na reunião

Leia mais

POLITICA NACIONAL DE ATENÇÃO HOSPITALAR - PNHOSP

POLITICA NACIONAL DE ATENÇÃO HOSPITALAR - PNHOSP POLITICA NACIONAL DE ATENÇÃO HOSPITALAR - PNHOSP Macro estratégias Discussão, pactuação tripartite, e publicação de portaria da Politica Nacional de Atenção Hospitalar/PNHOSP no SUS, estabelecendo as diretrizes

Leia mais

PORTARIA Nº 375, DE 10 DE MARÇO DE 2014

PORTARIA Nº 375, DE 10 DE MARÇO DE 2014 PORTARIA Nº 375, DE 10 DE MARÇO DE 2014 Regulamenta a aplicação das emendas parlamentares que adicionarem recursos à Rede SUS no exercício de 2014 para aplicação em obras de ampliação e construção de entidades

Leia mais

ACOMPANHAMENTO E APOIO TÉCNICO À GESTÃO DESCENTRALIZADA DO SUAS

ACOMPANHAMENTO E APOIO TÉCNICO À GESTÃO DESCENTRALIZADA DO SUAS ACOMPANHAMENTO E APOIO TÉCNICO À GESTÃO DESCENTRALIZADA DO SUAS O ACOMPANHAMENTO E APOIO NO ÂMBITO DO SUAS LINHA DO TEMPO Acompanhamento e Apoio Técnico no SUAS 2005 2007 2008 NOB-SUAS Prevê a habilitação

Leia mais

PACTO PELA SAÚDE. Pactos pela Vida, em Defesa do SUS e de Gestão. Seminário Pacto pela Saúde Agosto/2007. Departamento de Apoio à Descentralização

PACTO PELA SAÚDE. Pactos pela Vida, em Defesa do SUS e de Gestão. Seminário Pacto pela Saúde Agosto/2007. Departamento de Apoio à Descentralização PACTO PELA SAÚDE Pactos pela Vida, em Defesa do SUS e de Gestão Seminário Pacto pela Saúde Agosto/2007 Departamento de Apoio à Descentralização Secretaria Executiva PACTO PELA SAÚDE Pactuaçã ção o firmada

Leia mais

OUVIDORIAS DE SAÚDE COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO PARTICIPATIVA. A rede estadual de ouvidorias de saúde: Experiência do Estado do Rio de Janeiro

OUVIDORIAS DE SAÚDE COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO PARTICIPATIVA. A rede estadual de ouvidorias de saúde: Experiência do Estado do Rio de Janeiro OUVIDORIAS DE SAÚDE COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO PARTICIPATIVA A rede estadual de ouvidorias de saúde: Experiência do Estado do Rio de Janeiro Minas Gerais, 30/10/12 OUVIDORIA SES RJ Início das atividades:

Leia mais

SAÚDE PÚBLICA 4 A DESCENTRALIZAÇÃO DO SISTEMA DE SAÚDE BRASILEIRO

SAÚDE PÚBLICA 4 A DESCENTRALIZAÇÃO DO SISTEMA DE SAÚDE BRASILEIRO SAÚDE PÚBLICA 4 A DESCENTRALIZAÇÃO DO SISTEMA DE SAÚDE BRASILEIRO OBJETIVOS DAS NOBs a)promover integração entre as esferas de governo definindo responsabilidades na consolidação do SUS; b)operacionalizar

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa Departamento de Articulação Interfederativa COAP

MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa Departamento de Articulação Interfederativa COAP MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa Departamento de Articulação Interfederativa COAP O Brasil é o único país......com + de 100 milhões de hab. com o desafio de ter um sistema

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA Nº 09/2015

TERMO DE REFERÊNCIA Nº 09/2015 TERMO DE REFERÊNCIA Nº 09/2015 Consultor em Tecnologia da Informação para o desenvolvimento do conjunto de ferramentas do EPI INFO para a implantação e monitoramento das ações e serviços da Assistência

Leia mais

DOCUMENTO FINAL 7ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DE SANTA CATARINA

DOCUMENTO FINAL 7ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DE SANTA CATARINA DOCUMENTO FINAL 7ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DE SANTA CATARINA EIXO 1 DIREITO À SAÚDE, GARANTIA DE ACESSO E ATENÇÃO DE QUALIDADE DIRETRIZ: Fortalecer o Direito à Saúde, a Garantia de Acesso e a Atenção de Qualidade

Leia mais

NOTA TÉCNICA 44 2013 A POLÍTICA NACIONAL DE INFORMAÇÃO E INFORMÁTICA EM SAÚDE E SEU PLANO OPERATIVO

NOTA TÉCNICA 44 2013 A POLÍTICA NACIONAL DE INFORMAÇÃO E INFORMÁTICA EM SAÚDE E SEU PLANO OPERATIVO NOTA TÉCNICA 44 2013 A POLÍTICA NACIONAL DE INFORMAÇÃO E INFORMÁTICA EM SAÚDE E SEU PLANO OPERATIVO Brasília, 28 de outubro de 2013 A POLÍTICA NACIONAL DE INFORMAÇÃO E INFORMÁTICA EM SAÚDE E SEU PLANO

Leia mais

Disciplina MSP 0670-Atenção Primária em Saúde I. Atenção Básica e a Saúde da Família 1

Disciplina MSP 0670-Atenção Primária em Saúde I. Atenção Básica e a Saúde da Família 1 Disciplina MSP 0670-Atenção Primária em Saúde I Atenção Básica e a Saúde da Família 1 O acúmulo técnico e político dos níveis federal, estadual e municipal dos dirigentes do SUS (gestores do SUS) na implantação

Leia mais

Financiamento da Saúde

Financiamento da Saúde Financiamento da Saúde Goiânia, 18 de junho de 2015. BASE LEGAL Constituição Federal Lei 8080 / 8142 Lei Complementar n. 141 (Regulamentação EC 29) EC 86 1 Linha do tempo do financiamento do SUS EC Nº

Leia mais

NOTA TÉCNICA 63 2011 PROPOSTA DE AMPLIAÇÃO DO PROJETO VIDA NO TRÂNSITO

NOTA TÉCNICA 63 2011 PROPOSTA DE AMPLIAÇÃO DO PROJETO VIDA NO TRÂNSITO NOTA TÉCNICA 63 2011 PROPOSTA DE AMPLIAÇÃO DO PROJETO VIDA NO TRÂNSITO Repasse financeiro do Fundo Nacional de Saúde aos Fundos de Saúde Estaduais, Municipais e do Distrito Federal, por meio do Piso Variável

Leia mais

REPASSE DE RECURSOS REFERENTES AOS NOVOS EXAMES DO COMPONENTE PRÉ-NATAL E TESTE RÁPIDO DE GRAVIDEZ DA REDE CEGONHA

REPASSE DE RECURSOS REFERENTES AOS NOVOS EXAMES DO COMPONENTE PRÉ-NATAL E TESTE RÁPIDO DE GRAVIDEZ DA REDE CEGONHA Circular 597/2013 São Paulo, 04 de Dezembro de 2013. PROVEDOR(A) ADMINISTRADOR(A) REPASSE DE RECURSOS REFERENTES AOS NOVOS EXAMES DO COMPONENTE PRÉ-NATAL E TESTE RÁPIDO DE GRAVIDEZ DA REDE CEGONHA Diário

Leia mais

ANEXO I TERMO DE COMPROMISSO DE GESTÃO MUNICIPAL

ANEXO I TERMO DE COMPROMISSO DE GESTÃO MUNICIPAL ANEXO I TERMO DE COMPROMISSO DE GESTÃO MUNICIPAL Termo de Compromisso de Gestão que firma a Secretaria Municipal de Saúde de XX, representada pelo seu Secretário Municipal de Saúde, com o objetivo de pactuar

Leia mais

DECRETO Nº 7.508, DE 28 DE JUNHO DE 2011.

DECRETO Nº 7.508, DE 28 DE JUNHO DE 2011. DECRETO Nº 7.508, DE 28 DE JUNHO DE 2011. Regulamenta a Lei n o 8.080, de 19 de setembro de 1990, para dispor sobre a organização do Sistema Único de Saúde - SUS, o planejamento da saúde, a assistência

Leia mais

DOCUMENTO FINAL 9ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO MARANHÃO

DOCUMENTO FINAL 9ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO MARANHÃO DOCUMENTO FINAL 9ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO MARANHÃO EIXO 1 DIREITO À SAÚDE, GARANTIA DE ACESSO E ATENÇÃO DE QUALIDADE DIRETRIZ: Ampliar e qualificar acesso aos serviços de qualidade, em tempo adequado,

Leia mais

Assunto: Mudanças trazidas pela Portaria GM/MS 475/2014

Assunto: Mudanças trazidas pela Portaria GM/MS 475/2014 NOTA ORIENTATIVA 01/2014 GCOOR/GGCOF Assunto: Mudanças trazidas pela Portaria GM/MS 475/2014 (Planejamento e Programação, Pactuação, Prestação de Contas e Monitoramento para fins de repasse financeiro)

Leia mais

PORTARIAS DE INCENTIVO À QUALIFICAÇÃO DAS AÇÕES DE VIGILÂNCIA E CONTROLE DA DENGUE, INFLUENZA, HANSENÍASE, TRACOMA, ESQUISTOSSOMOSE E GEOHELMINTÍASES

PORTARIAS DE INCENTIVO À QUALIFICAÇÃO DAS AÇÕES DE VIGILÂNCIA E CONTROLE DA DENGUE, INFLUENZA, HANSENÍASE, TRACOMA, ESQUISTOSSOMOSE E GEOHELMINTÍASES NOTA TÉCNICA 41/2011 PORTARIAS DE INCENTIVO À QUALIFICAÇÃO DAS AÇÕES DE VIGILÂNCIA E CONTROLE DA DENGUE, INFLUENZA, HANSENÍASE, TRACOMA, ESQUISTOSSOMOSE E GEOHELMINTÍASES Minuta de Portaria que dispõe

Leia mais

Desafios para gestão municipal do SUS

Desafios para gestão municipal do SUS XXVII Congresso de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo Desafios para gestão municipal do SUS Arthur Chioro Secretário de Saúde de São Bernardo do Campo Presidente do Cosems-SP Política

Leia mais

Os serviços, objetos desse termo de referência, deverão ser desenvolvidos em 03 (três) etapas, conforme descrição a seguir:

Os serviços, objetos desse termo de referência, deverão ser desenvolvidos em 03 (três) etapas, conforme descrição a seguir: Termo de Referência 1. Objeto Contratação de empresa especializada em gestão de saúde para execução de atividades visando a reestruturação do modelo de atenção à saúde, objetivando diagnosticar novas proposituras

Leia mais

PLANEJAMENTO E ORÇAMENTO

PLANEJAMENTO E ORÇAMENTO PLANEJAMENTO E ORÇAMENTO SEMINÁRIO BINACIONAL NA ÁREA DE SAÚDE BRASIL PERU LIMA - SETEMBRO/2011 VISÃO GERAL Abrangência: Governo Federal Marcos Legais Visão Geral do Planejamento e do Orçamento Recursos

Leia mais