1- O que é o PEPAL? 2- Qual o enquadramento legal dos estágios profissionais na administração local? Decreto-Lei n.º 326/99, Decreto-Lei n.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "1- O que é o PEPAL? 2- Qual o enquadramento legal dos estágios profissionais na administração local? Decreto-Lei n.º 326/99, Decreto-Lei n."

Transcrição

1 1- O que é o PEPAL? O Programa de Estágios Profissionais na Administração Local (PEPAL) representa uma oportunidade de valorização profissional e de emprego de recursos humanos, através de estágios remunerados, na administração local. 2- Qual o enquadramento legal dos estágios profissionais na administração local? O enquadramento legal do PEPAL é dado pelos seguintes diplomas: Decreto-Lei n.º 326/99, de 18 de Agosto. Institui o Programa de Estágios na administração Pública; Decreto-Lei n.º 94/2006, de 29 de Maio, Adapta à Administração Local o Programa de Estágios na administração Pública. Instituindo o PEPAL; Portaria n.º 286/2008, de 11 de Abril. Republica a Portaria n.º 1211/2006, de 13 de Novembro que regulamenta o PEPAL; Despacho n.º /2009, de 5 de Junho, que distribui pelas diversas entidades o contingente geral de estágios da 3ª edição do PEPAL. 3- Qual a duração dos estágios PEPAL? A duração do estágio é de 12 meses (artigo 7.º da Portaria n.º 1211/2006, de 13 de Novembro, republicada pela Portaria n.º 286/2008). 4- Onde se publicitam os estágios no âmbito do PEPAL? Os anúncios dos estágios são publicitados pelas entidades onde os mesmos decorrerão nomeadamente na bolsa de emprego público da Direcção-Geral da Administração e do Emprego Público (www.bep.gov.pt ). 5- Quais são as entidades da administração local que podem promover estágios profissionais? As freguesias, os municípios, as comunidades intermunicipais, as associações de municípios, as áreas metropolitanas e as associações de freguesias. (nas edições financiadas pelo QREN a partir da 2ª edição inclusive - não haverá estágios PEPAL para a região do Algarve e parte da região de Lisboa ver listagem das áreas geográficas ao nível do município cujas entidades podem concorrer a estágios, em área do PEPAL 3ª edição, Diversos). 6- As despesas suportadas com o estágio pelas entidades promotoras são financiadas? As despesas das entidades promotoras, com o pagamento da bolsa de estágio, subsídio de refeição e seguro de acidentes pessoais do estagiário são financiadas por fundos comunitários (através do Programa Operacional de Potencial Humano (POPH), tipologia 5.2 Estágios Profissionais) em 70%. 1

2 7- Quem pode ser tutor de um estágio PEPAL? O estágio decorre sob a orientação de um tutor, designado pelo órgão executivo da entidade onde mesmo decorre de entre funcionários da administração local autárquica que repute mais apropriados para cada estágio (artigo 6.º da Portaria 1211/2006, republicada pela Portaria n.º 286/2008, de 11 de Abril). Para efeitos de exercício de funções de tutor, consideram-se também funcionários da administração local os eleitos locais que exerçam funções executivas. Não se considera possível que as funções de tutor possam ser exercidas por um prestador de serviços à administração Publica. 8- Quem pode ministrar a formação dos estagiários? A formação pode ser ministrada em contexto de trabalho pelo tutor, funcionário da entidade da administração local ou entidade externa contratada para o efeito. 9- Quais as entidades onde vão decorrer a 3.ª edição de estágios? As entidades promotoras de estágio constam do Despacho n.º /2009, de 5 de Junho, que distribui o contingente geral de estágios da 3ª edição do PEPAL. Na página da DGAL na Internet (www.dgaa.pt), na área PEPAL/3.ª edição/diversos, pode ser também consultada a listagem das entidades a quem foram atribuídos estágios. 10- Quem pode candidatar-se a um estágio PEPAL? Os estágios PEPAL destinam-se a jovens com idade compreendida entre os 18 e os 30 anos, possuidores de licenciatura ou bacharelato ou habilitados com curso de qualificação profissional, recém saídos dos sistemas de educação e formação à procura do primeiro emprego ou desempregados à procura de novo emprego. 11- Como comprovar a situação de desemprego? A prova da situação de desemprego pelo estagiário pode ser feita por declaração de entidade pública idónea para o efeito, a pedido do próprio, desde que permita demonstrar, de forma inequívoca, a situação de desemprego, nomeadamente, IEFP, Segurança Social ou Direcção-Geral dos Impostos. 12- Como e a quem entregar o processo de candidatura por parte dos candidatos a estágios? Os candidatos a estágio preenchem a ficha de candidatura, disponível no site desta Direcção-Geral em área PEPAL, 3.ª edição, formulários, e procedem à sua entrega directa junto das entidades promotoras do estágio de acordo com o respectivo anúncio de abertura de estágio. 13- Qual a entidade responsável pela selecção e recrutamento de estagiários? A selecção e recrutamento de estagiários são da responsabilidade da entidade da administração local que publicitar o estágio. 2

3 14- A quem compete apreciar os recursos administrativos dos actos praticados nos processos de recrutamento e selecção de estagiários do PEPAL? Nos termos do artigo 5.º do Decreto-Lei n.º 94/2006, de 29 de Maio, a responsabilidade para o recrutamento e selecção dos candidatos compete às autarquias locais ou às entidades intermunicipais onde decorrem os estágios, pelo que, nos termos do artigo 158.º e seguintes do Código do Procedimento Administrativo, compete a essas entidades apreciar os recursos administrativos dos actos praticados nos processos de recrutamento e selecção de estagiários. 15- Qual a remuneração a que têm direito os estagiários PEPAL? Os estagiários de nível III (nível técnico-profissional) têm direito a 1,5x remuneração mínima mensal (em euros) Os estagiários de nível IV e V (bacharelato e licenciatura) têm direito a 2x a remuneração mínima mensal (em euros). A estes valores acresce o subsídio de refeição (4,27 ). 16- Quem paga a remuneração a que têm direito os estagiários PEPAL? As entidades promotoras são responsáveis pelo pagamento das bolsas de estágio, subsídio de refeição e seguro, independentemente do recebimento da comparticipação financeira a que têm direito. 17- Nos estágios PEPAL há direito a subsídio de alojamento ou de transporte? O Programa de Estágios Profissionais na Administração Local apenas prevê o pagamento da bolsa de estágio, de subsídio de refeição e de seguro de acidentes pessoais. Qualquer outra regalia concedida ao estagiário terá de ser totalmente suportada pela entidade promotora do estágio. 18- A frequência de um estágio PEPAL confere preferência em concurso? A aprovação em estágio PEPAL constitui factor de preferência na celebração de contratos de trabalho a termo resolutivo na administração local, nomeadamente no suprimento de situações originadas pelas medidas decorrentes dos regimes especiais da semana de quatro dias e de trabalho a tempo parcial. Esta preferência observa-se em caso de paridade de nota final entre os candidatos a concurso. 19- Os estagiários do PEPAL têm direito ao gozo de férias? O estágio PEPAL não compreende a interrupção para gozo de férias. 20- Que faltas podem ser dadas na frequência de estágio PEPAL? São consideradas faltas, referidas no artigo 10.º da Portaria n.º 1211/2006, de 13 de Novembro, a ausência de comparência pelo período de um dia ou dois meios-dias. Sob pena de exclusão, as faltas injustificadas não podem ser superiores a 5 dias consecutivos ou 10 dias interpolados, ou as faltas justificadas e injustificadas não podem ultrapassar, no total, 18 dias. 3

4 21- As faltas reflectem-se no valor recebido pelos estagiários? Quer as faltas justificadas quer injustificadas produzem efeitos no valor da bolsa de formação e no subsídio de refeição. 22- As bolsas do PEPAL estão sujeitas a tributação em sede de IRS? Nos termos do Despacho n.º 685/2006 XVII, de , de S. Exa. o Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, estão sujeitas a IRS. 23- Existe a obrigatoriedade de efectuar descontos para a Segurança social no âmbito do PEPAL? Sobre as bolsas de formação atribuídas aos estagiários não incidem descontos para a Segurança Social. 24- Os estagiários podem exercer uma actividade remunerada em acumulação com a frequência do estágio PEPAL? Considerando que os estágios PEPAL são remunerados e que os destinatários são recém-licenciados à procura do primeiro emprego ou desempregados, não se considera possível o exercício de actividade remunerada em simultâneo com a frequência de estágio PEPAL. 25- Podem concorrer a estágio PEPAL indivíduos que tenham frequentado um estágio do IEFP? Não se verifica qualquer impedimento. 26- Podem concorrer a estágio PEPAL indivíduos que tenham frequentado um estágio do PEPAP? A frequência de estágio do PEPAP impossibilita a frequência de estágio PEPAL (n.º 2 do art.º 8.º da Portaria n.º 1211/2006, republicada pela Portaria n.º 286/2008, de 11 de Abril). 27- Pode concorrer-se a dois estágios PEPAL? Cada indivíduo apenas pode concorrer a uma edição de estágios PEPAL, no âmbito da mesma área funcional ou nível. O estagiário não pode rescindir um contrato para iniciar outro, com igual natureza com outra entidade, no âmbito da mesma edição PEPAL (n os 1 e 3 do art.º 8.º da Portaria n.º 1211/2006, na redacção introduzida pela Portaria n.º 286/2008, de 11 de Abril). 28- Como enviar à DGAL os dados dos relatórios quadrimestrais? Municípios - Pelo preenchimento e envio do formulário PEPAL3_RelatorioQ1/Q2/Q3 ou Final na aplicação SIAL. Restantes entidades (freguesias, serviços municipalizados e comunidades intermunicipais) - Pelo preenchimento e envio do ficheiro PEPAL3_ RelatorioQ1/Q2/Q3 ou Final existente na página da DGAL em área PEPAL, 3.ª edição PEPAL, Formulários. Os ficheiros, depois de preenchidos, devem ser enviados para o endereço de O formato original do ficheiro não deve ser alterado, isto é, o mesmo deve ser remetido à DGAL em Excel. 4

5 29- Como proceder à actualização dos dados dos contratos ou dos relatórios quadrimestrais enviados à DGAL através de formulário do SIAL? Deve ser remetido um para o endereço a solicitar a abertura do respectivo formulário do SIAL; a DGAL procede à abertura do formulário em causa, que é alterado e reenviado à DGAL, através do SIAL. 30- Como enviar à DGAL os dados dos relatórios semestrais dos estagiários? Os estagiários estão dispensados de enviar à DGAL os relatórios da avaliação do estágio elaborados decorridos seis meses da sua frequência e no seu termo devendo, no entanto, os referidos documentos constar do processo organizado na entidade promotora. 31- Quais os elementos fundamentais que devem constar do processo técnico-pedagógico da entidade promotora? Para além da documentação prevista no artigo 32.º do Decreto Regulamentar n.º 84-A/2007, de 10 de Dezembro, devem constar os seguintes elementos, em suporte de papel: Pré-candidatura apresentada à DGAL; Aviso de publicitação do procedimento de recrutamento; Actas relativas ao processo de selecção dos estagiários, incluindo: Lista dos candidatos admitidos e de candidatos excluídos; Publicitação dos critérios de selecção e respectivas ponderações; Comprovativos de notificação das listas de classificação dos candidatos, de acordo com o disposto no artigo 70.º do Código de Procedimento Administrativo (CPA); Comprovativo de cumprimento das regras relativas à audiência prévia dos candidatos previstas nos artigos 100.º e seguintes do CPA, no âmbito dos procedimentos de recrutamento e selecção; Cópia do contrato de formação em posto de trabalho; Certificado de habilitações dos estagiários; Cópia do bilhete de identidade do estagiário (ou outro documento equivalente que permita a validação da idade); Declaração do IEFP, Segurança Social ou Direcção-Geral dos Impostos relativa à prova da situação de desemprego, nos casos em que o estagiário não é recém-saído dos sistemas de educação e formação; Plano de estágio contendo os objectivos a atingir e indicação da formação a realizar no âmbito do estágio; Comprovativo da nomeação do tutor por parte do órgão executivo da autarquia local; Folha de registo de presenças actualizada, devidamente rubricada pelo tutor e pelo estagiário; Comprovativos da formação ministrada em contexto de trabalho ou frequentada no exterior; Relatórios quadrimestrais e final; Relatórios semestrais de avaliação elaborados pelo estagiário; Cópia do certificado comprovativo da frequência e aprovação do estágio, nos casos em que a classificação final do estágio seja igual ou superior a 2,5 valores; Outros elementos relevantes para o processo. 32- Os estagiários do PEPAL devem ser incluídos no mapa de pessoal da autarquia local? Os estagiários do programa PEPAL não devem ser incluídos nos mapas de pessoal elaborados pela autarquia local em cumprimento do disposto no artigo 5.º da Lei n.º 12-A/2008, de 27 de Fevereiro, uma vez que estes estágios desenvolvem-se no âmbito de um regime jurídico próprio, consubstanciado no Decreto-Lei n.º 94/2006, de 29 de Maio, na Portaria n.º 1211/2006, de 13 de Novembro supra citada e, supletivamente, no regime constante do Decreto-Lei n.º 326/99, de 18 de Agosto. 5

6 A Lei n.º 12-A/2008, de 27 de Fevereiro estabelece os regimes de vinculação, de carreiras e de remunerações dos trabalhadores que exercem funções públicas. O número de postos de trabalho incluído no mapa de pessoal é o que a entidade carece para a execução das actividades, de natureza permanente ou temporária, planeadas aquando da elaboração da proposta de orçamento. Estes postos de trabalho, nos termos do n.º 1 do artigo 5.º do referido diploma, são caracterizados em função: da atribuição, competência ou actividade que o seu ocupante tem de cumprir ou executar; do cargo ou da carreira e categoria que lhes correspondam; dentro de cada carreira e, ou, categoria, quando imprescindível, da área de formação académica ou profissional de que o seu ocupante deva ser titular. A frequência de um estágio ao abrigo do PEPAL destina-se a complementar uma formação preexistente, através de uma formação prática a decorrer em contexto de trabalho. Assim, verifica-se que o estagiário não reúne as condições para a ocupação dos postos de trabalho a incluir no mapa de pessoal. 33- O tempo despendido pelos estagiários na frequência de Encontros ou Jornadas releva para efeitos da componente formativa do estágio referida no artigo 5.º da Portaria n.º 1211/2006, de 13 de Novembro? A frequência de Encontros, Jornadas ou acções de natureza semelhante por parte dos estagiários releva para efeitos da componente formativa prevista no artigo 5.º da Portaria n.º 1211/2006, de 13 de Novembro, alterado pela Portaria n.º 286/2008, de 11 de Abril, desde que as matérias abordadas estejam relacionadas com as áreas em que estão a ser desenvolvidos os estágios. Devem ainda ser mantidas, no processo técnico-pedagógico, evidências da frequência da formação, designadamente, cópia dos certificados. 34- A bolsa de formação e o subsídio de refeição a que o estagiário têm direito devem ser actualizados, face à alteração legal do montante da remuneração mínima mensal (RMM) e do subsídio de refeição? Sim. O montante a pagar pela autarquia local aos estagiários, respectivamente a título de bolsa de formação e subsídio de refeição, é obrigatoriamente actualizado na sequência da alteração do montante legalmente estipulado para a RMM e do subsídio de refeição. Quanto à alteração do montante da comparticipação comunitária aprovada no âmbito do POPH / Tipologia de Intervenção Estágios Profissionais na Administração Pública Local, esta fica condicionada à existência de disponibilidade financeira por parte daquele Programa, carecendo esta alteração de decisão do POPH. 35- Como e a quem deve a autarquia local formalizar a desistência do estágio? A comunicação da desistência do estágio, ocorrida por situação prevista no n.º 3 do artigo 10.º ou no artigo 11.º da Portaria n.º 1211/2006, de 13 de Novembro, deve ser formalizada junto das seguintes entidades: - DGAL, através de dirigido para o endereço - Programa Operacional Potencial Humano POPH, através do SIIFSE, no formulário relativo à Execução Física. 6

PROGRAMA DE ESTÁGIOS PROFISSIONAIS NA ADMINISTRAÇÃO LOCAL (PEPAL) (ao abrigo do D.L. n.º 65/2010, de 11 de Junho) PERGUNTAS FREQUENTES (FAQ)

PROGRAMA DE ESTÁGIOS PROFISSIONAIS NA ADMINISTRAÇÃO LOCAL (PEPAL) (ao abrigo do D.L. n.º 65/2010, de 11 de Junho) PERGUNTAS FREQUENTES (FAQ) PROGRAMA DE ESTÁGIOS PROFISSIONAIS NA ADMINISTRAÇÃO LOCAL (PEPAL) (ao abrigo do D.L. n.º 65/2010, de 11 de Junho) PERGUNTAS FREQUENTES (FAQ) - O que é o PEPAL? O Programa de Estágios Profissionais na Administração

Leia mais

Regulamento do Programa Municipal de Bolsas de Estágios de Trabalho. Preâmbulo

Regulamento do Programa Municipal de Bolsas de Estágios de Trabalho. Preâmbulo Regulamento do Programa Municipal de Bolsas de Estágios de Trabalho Preâmbulo A dinamização de programas e de iniciativas que visam dar contributos para a formação humana, cívica e académica dos jovens

Leia mais

5.ª EDIÇÃO DO PEPAL REGRAS E ORIENTAÇÕES

5.ª EDIÇÃO DO PEPAL REGRAS E ORIENTAÇÕES 5.ª EDIÇÃO DO PEPAL REGRAS E ORIENTAÇÕES Índice 1. ENQUADRAMENTO LEGAL... 3 2. OBJECTIVOS... 3 3. ENTIDADES PROMOTORAS... 3 4. PRÉ-CANDIDATURA DAS ENTIDADES PROMOTORAS... 4 5. LOCAL DA REALIZAÇÃO DOS ESTÁGIOS...

Leia mais

MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES AVISO

MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES AVISO MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES AVISO Concurso externo de Ingresso para preenchimento de um posto de trabalho na categoria de Técnico de Informática do Grau 1, Nível 1, da carreira

Leia mais

COMISSÃO MINISTERIAL DE COORDENAÇÃO DO PROGRAMA OPERACIONAL POTENCIAL HUMANO

COMISSÃO MINISTERIAL DE COORDENAÇÃO DO PROGRAMA OPERACIONAL POTENCIAL HUMANO Despacho Considerando que os regulamentos específicos do Programa Operacional Potencial Humano (POPH) são aprovados pela respectiva Comissão Ministerial de Coordenação, nos termos do n.º 5 do artigo 30º

Leia mais

JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014. Série. Número 27

JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014. Série. Número 27 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA JORNAL OFICIAL Sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014 Série Sumário SECRETARIA REGIONAL DA EDUCAÇÃO E RECURSOS HUMANOS Portaria n.º 16/2014 Aprova o Regulamento do Programa Jovem

Leia mais

PROCEDIMENTO CONCURSAL COM VISTA AO EXERCÍCIO DE FUNÇÕES DOCENTES NO PROJETO CENTROS DE APRENDIZAGEM E FORMAÇÃO ESCOLAR

PROCEDIMENTO CONCURSAL COM VISTA AO EXERCÍCIO DE FUNÇÕES DOCENTES NO PROJETO CENTROS DE APRENDIZAGEM E FORMAÇÃO ESCOLAR PROCEDIMENTO CONCURSAL COM VISTA AO EXERCÍCIO DE FUNÇÕES DOCENTES NO PROJETO CENTROS DE APRENDIZAGEM E FORMAÇÃO ESCOLAR No âmbito do Protocolo de Cooperação celebrado entre a República Portuguesa e a República

Leia mais

COMISSÃO MINISTERIAL DE COORDENAÇÃO DO PROGRAMA OPERACIONAL POTENCIAL HUMANO

COMISSÃO MINISTERIAL DE COORDENAÇÃO DO PROGRAMA OPERACIONAL POTENCIAL HUMANO Despacho Considerando que os regulamentos específicos do Programa Operacional Potencial Humano (POPH) são aprovados pela respectiva Comissão Ministerial de Coordenação, nos termos do n.º 5 do artigo 30º

Leia mais

INSTRUÇÕES PARA O PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO DE CANDIDATURA E INFORMAÇÕES SOBRE O PROCESSO DE SELECÇÃO

INSTRUÇÕES PARA O PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO DE CANDIDATURA E INFORMAÇÕES SOBRE O PROCESSO DE SELECÇÃO 4.ª EDIÇÃO DO PEPAL INSTRUÇÕES PARA O PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO DE CANDIDATURA E INFORMAÇÕES SOBRE O PROCESSO DE SELECÇÃO 1 Índice 1. DESTINATÁRIOS DO PEPAL...3 2. CANDIDATURAS DOS ESTAGIÁRIOS...4 2.1.

Leia mais

Medidas Ativas de Emprego: Estágios e Incentivos à Contratação

Medidas Ativas de Emprego: Estágios e Incentivos à Contratação Medidas Ativas de Emprego: Estágios e Incentivos à Contratação FEIRA DO EMPREENDEDOR 22-11-2012 Medidas Ativas de Emprego: Estágios e Apoios à Contratação Programa Estágios Port.92 Medida Estímulo 2012

Leia mais

VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 751/2009 de 9 de Julho de 2009

VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 751/2009 de 9 de Julho de 2009 VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 751/2009 de 9 de Julho de 2009 O Decreto Regulamentar n.º 84-A/2007, de 10 de Dezembro, estabeleceu o enquadramento

Leia mais

Incentivos à contratação 2013

Incentivos à contratação 2013 Incentivos à contratação 2013 Conheça os principais apoios à contratação em vigor em 2013 Os incentivos de que as empresas podem usufruir quando contratam novos trabalhadores podem consistir em apoios

Leia mais

M U N I C Í P I O D E V A L E N Ç A C ÂM ARA MUNIC I PAL

M U N I C Í P I O D E V A L E N Ç A C ÂM ARA MUNIC I PAL REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO Nota justificativa Os municípios são autarquias locais que têm como objetivo primordial a prossecução dos interesses próprios e comuns dos respetivos

Leia mais

ANÚNCIO. 2 - O prazo para apresentação de candidaturas ao procedimento concursal inicia-se no dia 02.01.2014 e termina no dia 16.01.2014.

ANÚNCIO. 2 - O prazo para apresentação de candidaturas ao procedimento concursal inicia-se no dia 02.01.2014 e termina no dia 16.01.2014. ANÚNCIO Por Despacho do Diretor do Centro de Estudos Judiciários, Professor Doutor António Pedro Barbas Homem, de 13 de dezembro de 2013, é aberto o procedimento concursal extraordinário e urgente de formação

Leia mais

CÂMARA DO COMÉRCIO DE ANGRA DO HEROÍSMO. Associação Empresarial das ilhas Terceira, Graciosa e São Jorge

CÂMARA DO COMÉRCIO DE ANGRA DO HEROÍSMO. Associação Empresarial das ilhas Terceira, Graciosa e São Jorge NOVAS MEDIDAS DE APOIO AO EMPREGO Programa ESTAGIAR L, T e U (Resolução do Conselho de Governo nº 100/2015 de 15/07/2015) OBJETO O plano de estágios ESTAGIAR desenvolve-se em três programas: a) O ESTAGIAR

Leia mais

REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU

REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU N.º 41 12-10-2009 BOLETIM OFICIAL DA REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU I SÉRIE 1535 澳 門 特 別 行 政 區 REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU 50/2009 Ordem Executiva n.º 50/2009 Usando da faculdade conferida

Leia mais

Regulamento das Provas Especiais de Acesso e Ingresso no Ensino Superior para Maiores de 23 Anos

Regulamento das Provas Especiais de Acesso e Ingresso no Ensino Superior para Maiores de 23 Anos Regulamento das Provas Especiais de Acesso e Ingresso no Ensino Superior para Maiores de 23 Anos O Decreto-Lei nº64/2006, de 21 de Março, regulamenta as provas especialmente adequadas destinadas a avaliar

Leia mais

REGULAMENTO DE OCUPAÇÃO MUNICIPAL TEMPORÁRIA DE JOVENS

REGULAMENTO DE OCUPAÇÃO MUNICIPAL TEMPORÁRIA DE JOVENS REGULAMENTO DE OCUPAÇÃO MUNICIPAL TEMPORÁRIA DE JOVENS REGULAMENTO Artigo 1.º Objecto 1 O programa de ocupação municipal temporária de jovens, adiante abreviadamente designado por OMTJ, visa a ocupação

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL Resolução do Conselho do Governo n.º 107/2010 de 14 de Julho de 2010

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL Resolução do Conselho do Governo n.º 107/2010 de 14 de Julho de 2010 PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL Resolução do Conselho do Governo n.º 107/2010 de 14 de Julho de 2010 O Programa Estagiar, nas suas vertentes L, T e U, dirigido a recém-licenciados e mestres, recém-formados

Leia mais

REGULAMENTO PARA ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO A ESTUDANTES CARENCIADOS INSCRITOS EM ESTABELECIMENTOS DO ENSINO SUPERIOR

REGULAMENTO PARA ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO A ESTUDANTES CARENCIADOS INSCRITOS EM ESTABELECIMENTOS DO ENSINO SUPERIOR REGULAMENTO PARA ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO A ESTUDANTES CARENCIADOS INSCRITOS EM ESTABELECIMENTOS DO ENSINO SUPERIOR O direito a uma justa e efectiva igualdade de oportunidades no acesso e sucesso

Leia mais

PROCEDIMENTO. Ref. Pcd. 3-sGRHF. Bolsas de Investigação Científica da UA, financiadas pela UA ou por outras verbas desde que não provenientes da FCT

PROCEDIMENTO. Ref. Pcd. 3-sGRHF. Bolsas de Investigação Científica da UA, financiadas pela UA ou por outras verbas desde que não provenientes da FCT PROCEDIMENTO Ref. Pcd. 3-sGRHF Bolsas de Investigação Científica da UA, financiadas pela UA ou por outras verbas desde que não provenientes da FCT Data: 14 /07/2011 Elaboração Nome: Fátima Serafim e Helena

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA DIRECÃO GERAL DOS ESTABELECIMENTOS ESCOLARES AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE FERNANDO PESSOA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA DIRECÃO GERAL DOS ESTABELECIMENTOS ESCOLARES AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE FERNANDO PESSOA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA DIRECÃO GERAL DOS ESTABELECIMENTOS ESCOLARES AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE FERNANDO PESSOA Procedimento concursal comum de recrutamento para quatro postos de trabalho para

Leia mais

PROGRAMA DE CRIAÇÃO DE TALENTOS PARA ANGOLA BOLSA ESCOM Bolsa de Estudo para Cursos Superiores

PROGRAMA DE CRIAÇÃO DE TALENTOS PARA ANGOLA BOLSA ESCOM Bolsa de Estudo para Cursos Superiores PROGRAMA DE CRIAÇÃO DE TALENTOS PARA ANGOLA BOLSA ESCOM Bolsa de Estudo para Cursos Superiores A pretende impulsionar as actividades de Responsabilidade Social em Angola, contribuindo para o seu desenvolvimento.

Leia mais

REGuLAMENTO DE RECRuTAMENTO, SELECçãO E CONTRATAçãO DE FORMADORES

REGuLAMENTO DE RECRuTAMENTO, SELECçãO E CONTRATAçãO DE FORMADORES REGuLAMENTO DE RECRuTAMENTO, SELECçãO E CONTRATAçãO DE FORMADORES Regulamento n.º 743/2010 OA (2.ª série), de 19 de Julho de 2010 / Conselho Geral da Ordem dos Advogados - Regulamento de Recrutamento,

Leia mais

COMISSÃO MINISTERIAL DE COORDENAÇÃO DO PROGRAMA OPERACIONAL POTENCIAL HUMANO

COMISSÃO MINISTERIAL DE COORDENAÇÃO DO PROGRAMA OPERACIONAL POTENCIAL HUMANO Despacho Considerando que os regulamentos específicos do Programa Operacional Potencial Humano (POPH) são aprovados pela respectiva Comissão Ministerial de Coordenação, nos termos do n.º 5 do artigo 30º

Leia mais

07 de Fevereiro 2013 Direito do Trabalho

07 de Fevereiro 2013 Direito do Trabalho 07 de Fevereiro 2013 Direito do Trabalho Estágios Profissionais A matéria relativa aos estágios profissionais encontra-se regulada pelo Decreto-Lei n.º 66/2011, de 1 de Junho («Estágios Profissionais»)

Leia mais

INSTITUTO PORTUGUÊS DO MAR E DA ATMOSFERA, I.P.

INSTITUTO PORTUGUÊS DO MAR E DA ATMOSFERA, I.P. INSTITUTO PORTUGUÊS DO MAR E DA ATMOSFERA, I.P. REGULAMENTO DE BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO CIENTIFICA Artigo 1º Âmbito O presente Regulamento, aplica-se às bolsas atribuídas pelo Instituto Português do Mar

Leia mais

NOTA TÉCNICA Nº 2/UA1/2010

NOTA TÉCNICA Nº 2/UA1/2010 NOTA TÉCNICA Nº 2/UA1/2010 A presente Nota tem por objectivo auxiliar as entidades beneficiárias, conforme âmbito e condições estabelecidas no Aviso de Abertura nº 20/2010, na elaboração das candidaturas

Leia mais

- REGULAMENTO - PROGRAMA VOLUNTARIADO JUVENIL

- REGULAMENTO - PROGRAMA VOLUNTARIADO JUVENIL - REGULAMENTO - PROGRAMA VOLUNTARIADO JUVENIL Artigo 1.º Objetivos O programa Voluntariado Juvenil visa promover a participação cívica dos jovens em ações de voluntariado de interesse social e comunitário,

Leia mais

Bolsa de Gestão de Ciência e Tecnologia (BGCT) (M/F) AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO

Bolsa de Gestão de Ciência e Tecnologia (BGCT) (M/F) AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO Bolsa de Gestão de Ciência e Tecnologia (BGCT) (M/F) AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO O Exploratório - Centro Ciência Viva de Coimbra torna pública a abertura de concurso para a atribuição de uma Bolsa de

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO Resolução do Conselho do Governo n.º 15/2015 de 23 de Janeiro de 2015

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO Resolução do Conselho do Governo n.º 15/2015 de 23 de Janeiro de 2015 PRESIDÊNCIA DO GOVERNO Resolução do Conselho do Governo n.º 15/2015 de 23 de Janeiro de 2015 Considerando que o Programa Estagiar, nas suas vertentes L, T e U dirigido a jovens recém-licenciados, mestres

Leia mais

S. R. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA DIREÇÃO-GERAL DO ENSINO SUPERIOR

S. R. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA DIREÇÃO-GERAL DO ENSINO SUPERIOR Regulamento de Formação Avançada e Qualificação de Recursos Humanos da Direção-Geral do Ensino Superior (Aprovado por despacho, de 15 de junho de 2012, do Presidente do Conselho Diretivo da Fundação para

Leia mais

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. Artigo 1.º. Âmbito e objeto. Artigo 2.º. Candidatos

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. Artigo 1.º. Âmbito e objeto. Artigo 2.º. Candidatos REGULAMENTO DO PROGRAMA COMUNICAÇÃO E GESTÃO DE CIÊNCIA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Âmbito e objeto 1. O presente regulamento define as normas e os procedimentos de concurso para contratação

Leia mais

FIN ESTÁGIO EMPREGO MEDIDA ESTÁGIO EMPREGO Ficha de informação normalizada

FIN ESTÁGIO EMPREGO MEDIDA ESTÁGIO EMPREGO Ficha de informação normalizada FIN ESTÁGIO EMPREGO MEDIDA ESTÁGIO EMPREGO Ficha de informação normalizada Designação Estágios Emprego Considera-se estágio o desenvolvimento de uma experiência prática em contexto de trabalho com o objetivo

Leia mais

AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO PARA HORAS DE LIMPEZA

AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO PARA HORAS DE LIMPEZA AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO PARA HORAS DE LIMPEZA 1. Em cumprimento com o previsto no n.º 1 do artigo 19.º da Portaria n.º 83-A/2009 de 22 de janeiro, torna-se público que se encontra aberto, pelo prazo

Leia mais

MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES AVISO

MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES AVISO MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES AVISO 1. Nos termos do nº 2 do artigo 21º da Lei nº 2/2004, de 15 de Janeiro, com a redacção dada pela Lei nº 51/2005, de 30 de Agosto, e pela

Leia mais

VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 492/2009 de 28 de Abril de 2009

VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 492/2009 de 28 de Abril de 2009 VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 492/2009 de 28 de Abril de 2009 O Decreto Regulamentar n.º 84-A/2007, de 10 de Dezembro, estabeleceu o enquadramento

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO Resolução do Conselho do Governo n.º 14/2015 de 23 de Janeiro de 2015

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO Resolução do Conselho do Governo n.º 14/2015 de 23 de Janeiro de 2015 PRESIDÊNCIA DO GOVERNO Resolução do Conselho do Governo n.º 14/2015 de 23 de Janeiro de 2015 Considerando os objetivos do Governo dos Açores em promover, na Região, um conhecimento especializado de temáticas

Leia mais

Medidas Ativas de Emprego. Fevereiro 2014

Medidas Ativas de Emprego. Fevereiro 2014 Medidas Ativas de Emprego Fevereiro 2014 Medidas ativas de emprego Medidas 1. Estágios Emprego 2. Estímulo 2013 3. Apoio à Contratação Via Reembolso da TSU Estágios Emprego Portaria n.º 204-B/2013, de

Leia mais

Introdução. Artigo 1.º Objecto e âmbito de aplicação

Introdução. Artigo 1.º Objecto e âmbito de aplicação 1 REGULAMENTO DA VENDA DE LOTES PARA CONSTRUÇÃO DE HABITAÇÃO EM LOTEAMENTOS MUNICIPAIS A JOVENS NATURAIS OU RESIDENTES NO CONCELHO DAS CALDAS DA RAINHA Introdução Com o objectivo de fixar jovens nas freguesias

Leia mais

Incentivos à contratação

Incentivos à contratação Incentivos à contratação A empresa poderá beneficiar de incentivos quando pretende contratar novos trabalhadores. Os incentivos de que as empresas podem usufruir quando contratam novos trabalhadores podem

Leia mais

TEXTO ATUALIZADO. Artigo 1.º Objeto

TEXTO ATUALIZADO. Artigo 1.º Objeto Diploma: Portaria n.º 204-B/2013, de 18 de junho Sumário: Cria a medida Estágios Emprego Alterações: Portaria n.º 375/2013, de 27 de dezembro, altera o artigo 3.º e as alíneas a), b) e c) do n.º 1 do artigo

Leia mais

PREÂMBULO REGULAMENTO DO

PREÂMBULO REGULAMENTO DO PREÂMBULO Sendo uma das atribuições das Câmaras Municipais promover, apoiando ou comparticipando, o desenvolvimento de actividades de interesse social que, de alguma forma, sirvam os interesses e necessidades

Leia mais

AVISO DE ABERTURA DE CANDIDATURAS A APOIO FINANCEIRO

AVISO DE ABERTURA DE CANDIDATURAS A APOIO FINANCEIRO AVISO DE ABERTURA DE CANDIDATURAS A APOIO FINANCEIRO Tendo em conta os princípios constantes do Programa do XVII Governo Constitucional em matéria de política de saúde, foi definido, pelo Decreto Lei n.º

Leia mais

MUNICÍPIO DE TAVIRA. Aviso

MUNICÍPIO DE TAVIRA. Aviso Aviso Procedimento concursal para ocupação de postos de trabalho em regime de contrato de trabalho em funções públicas a termo resolutivo certo, a tempo parcial, para o desenvolvimento de Atividades de

Leia mais

Reitoria PROGRAMA DE BOLSAS DE MOBILIDADE PARA ESTUDANTES. Regulamento. Artigo 1º (Disposições Gerais)

Reitoria PROGRAMA DE BOLSAS DE MOBILIDADE PARA ESTUDANTES. Regulamento. Artigo 1º (Disposições Gerais) Reitoria PROGRAMA DE BOLSAS DE MOBILIDADE PARA ESTUDANTES Regulamento Artigo 1º (Disposições Gerais) O Programa de Bolsas de Mobilidade para Estudantes da Universidade de Lisboa tem por objectivo proporcionar

Leia mais

Proposta de Decreto Legislativo Regional

Proposta de Decreto Legislativo Regional Proposta de Decreto Legislativo Regional Regulamenta na Região Autónoma dos Açores, os aspectos relativos à realização, em escolas da rede pública, do estágio pedagógico das licenciaturas em ensino e dos

Leia mais

AVISO DE ABERTURA DE CANDIDATURAS A APOIO FINANCEIRO. Tendo em conta os princípios constantes do Programa do XVII Governo Constitucional

AVISO DE ABERTURA DE CANDIDATURAS A APOIO FINANCEIRO. Tendo em conta os princípios constantes do Programa do XVII Governo Constitucional AVISO DE ABERTURA DE CANDIDATURAS A APOIO FINANCEIRO Tendo em conta os princípios constantes do Programa do XVII Governo Constitucional em matéria de política de saúde, foi definido, pelo Decreto Lei n.º

Leia mais

Regulamento Geral da Formação

Regulamento Geral da Formação Regulamento Geral da Formação Regulamento n.º 32/2006, de 3 de Maio publicado no Diário da República, II Série, n.º 85, de 3 de Maio de 2006 Artigo 1.º Objecto 1 Este regulamento define as regras relativas

Leia mais

Regulamento do. Programa de Estágios Curriculares. no Ministério dos Negócios Estrangeiros

Regulamento do. Programa de Estágios Curriculares. no Ministério dos Negócios Estrangeiros Regulamento do Programa de Estágios Curriculares no Ministério dos Negócios Estrangeiros Preâmbulo Na sequência do acordo tripartido celebrado entre o Governo e os parceiros sociais em junho de 2008 e

Leia mais

REGULAMENTO DE SEMINÁRIO / ESTÁGIO DA LICENCIATURA EM ENGENHARIA ELECTROTÉCNICA E DE COMPUTADORES PREÂMBULO

REGULAMENTO DE SEMINÁRIO / ESTÁGIO DA LICENCIATURA EM ENGENHARIA ELECTROTÉCNICA E DE COMPUTADORES PREÂMBULO REGULAMENTO DE SEMINÁRIO / ESTÁGIO DA LICENCIATURA EM ENGENHARIA ELECTROTÉCNICA E DE COMPUTADORES PREÂMBULO A disciplina de Seminário/Estágio, do 3º ano da Licenciatura em Engenharia Electrotécnica e de

Leia mais

Regulamento das Provas Especialmente Adequadas Destinadas a Avaliar a Capacidade para a Frequência do Ensino Superior dos Maiores de 23 Anos.

Regulamento das Provas Especialmente Adequadas Destinadas a Avaliar a Capacidade para a Frequência do Ensino Superior dos Maiores de 23 Anos. Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril Regulamento n.º 100/2006 (Diário da República II Série de 16 de Junho de 2006) Regulamento das Provas Especialmente Adequadas Destinadas a Avaliar a Capacidade

Leia mais

AVISO DE ABERTURA DE CANDIDATURAS

AVISO DE ABERTURA DE CANDIDATURAS AVISO DE ABERTURA DE CANDIDATURAS I A Comissão Directiva do POPH informa que decorre entre os dias 30 de Janeiro e 3 de Março de 2008 o período para apresentação de candidaturas ao Programa Operacional

Leia mais

Bolsa de Gestão de Ciência e Tecnologia (BGCT) (M/F) AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO

Bolsa de Gestão de Ciência e Tecnologia (BGCT) (M/F) AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO Bolsa de Gestão de Ciência e Tecnologia (BGCT) (M/F) AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO O Centro Ciência Viva de Constância torna pública a abertura de concurso para a atribuição de uma Bolsa de Gestão de Ciência

Leia mais

ALTERAÇÕES AO REGIME DO DESEMPREGO (comparação artigo a artigo) Redacção anterior Nova redação DL 64/2012 Artigo 9.º

ALTERAÇÕES AO REGIME DO DESEMPREGO (comparação artigo a artigo) Redacção anterior Nova redação DL 64/2012 Artigo 9.º ALTERAÇÕES AO REGIME DO DESEMPREGO (comparação artigo a artigo) Artigo 9.º Artigo 9.º Desemprego involuntário Desemprego involuntário 1 - O desemprego considera-se involuntário sempre que a cessação do

Leia mais

REGULAMENTO DAS BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO PARA PÓS-GRADUAÇÃO E ESPECIALIZAÇÃO DESTINADAS A ESTUDANTES AFRICANOS DE LÍNGUA PORTUGUESA E DE TIMOR LESTE

REGULAMENTO DAS BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO PARA PÓS-GRADUAÇÃO E ESPECIALIZAÇÃO DESTINADAS A ESTUDANTES AFRICANOS DE LÍNGUA PORTUGUESA E DE TIMOR LESTE REGULAMENTO DAS BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO PARA PÓS-GRADUAÇÃO E ESPECIALIZAÇÃO DESTINADAS A ESTUDANTES AFRICANOS DE LÍNGUA PORTUGUESA E DE TIMOR LESTE CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artº. 1º. 1. Com o fim principal

Leia mais

REGULAMENTO DO PROCESSO ESPECIAL DE ACREDITAÇÃO/RENOVAÇÃO DA ACREDITAÇÃO DE ENTIDADES CANDIDATAS À AVALIAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DOS MANUAIS ESCOLARES

REGULAMENTO DO PROCESSO ESPECIAL DE ACREDITAÇÃO/RENOVAÇÃO DA ACREDITAÇÃO DE ENTIDADES CANDIDATAS À AVALIAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DOS MANUAIS ESCOLARES REGULAMENTO DO PROCESSO ESPECIAL DE ACREDITAÇÃO/RENOVAÇÃO DA ACREDITAÇÃO DE ENTIDADES CANDIDATAS À AVALIAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DOS MANUAIS ESCOLARES CAPÍTULO I Âmbito de aplicação Artigo 1.º Objeto e âmbito

Leia mais

Bolsa de Gestão de Ciência e Tecnologia (BGCT) (M/F) AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO

Bolsa de Gestão de Ciência e Tecnologia (BGCT) (M/F) AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO Bolsa de Gestão de Ciência e Tecnologia (BGCT) (M/F) AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO O Instituto de Investigação Interdisciplinar da Universidade de Coimbra torna pública a abertura de concurso para a atribuição

Leia mais

5º - Regra sobre a gestão de deslocações, Nacionais e Internacionais

5º - Regra sobre a gestão de deslocações, Nacionais e Internacionais 5º - Regra sobre a gestão de deslocações, Nacionais e Internacionais Como se pode constatar na regra 3, a filosofia de imputação de despesas com deslocações e subsistência, está directamente relacionada

Leia mais

GABINETE DA MINISTRA DA REFORMA DO ESTADO E DA DEFESA NACIONAL DECRETO-LEI QUE APROVA O REGIME DE ESTÁGIOS PROFISSIONAIS (ANTE-PROJECTO)

GABINETE DA MINISTRA DA REFORMA DO ESTADO E DA DEFESA NACIONAL DECRETO-LEI QUE APROVA O REGIME DE ESTÁGIOS PROFISSIONAIS (ANTE-PROJECTO) GABINETE DA MINISTRA DA REFORMA DO ESTADO E DA DEFESA NACIONAL DECRETO-LEI QUE APROVA O REGIME DE ESTÁGIOS PROFISSIONAIS (ANTE-PROJECTO) PRAIA, 17 DE ABRIL DE 2009 NOTA JUSTIFICATIVA Sendo globalmente

Leia mais

QUADRO RESUMO INCENTIVOS Á CRIAÇÃO DE POSTOS DE TRABALHO

QUADRO RESUMO INCENTIVOS Á CRIAÇÃO DE POSTOS DE TRABALHO Medida Contratação via Reembolso TSU Portaria nº 204-A/2013 de 18 de Junho Estágio Emprego Portaria nº 204-B/2013 de 18 de Junho Jovens idades 18-30 anos Adultos idade = ou > 45 anos Adultos idades 31

Leia mais

MEDIDAS E PROGRAMAS DE EMPREGO. SESSÃO ABERTA CLAS De Viseu 20/04/2011

MEDIDAS E PROGRAMAS DE EMPREGO. SESSÃO ABERTA CLAS De Viseu 20/04/2011 MEDIDAS E PROGRAMAS DE EMPREGO SESSÃO ABERTA CLAS De Viseu 20/04/2011 1 CONTRATO EMPREGO INSERÇÃO E CONTRATO EMPREGO INSERÇÃO + 2 Contrato Emprego Inserção OBJECTIVO: Promover a empregabilidade dos desempregados

Leia mais

Bolsa de Inovação da Secção Regional de Lisboa DA ORDEM DOS FARMACÊUTICOS REGRAS DE ATRIBUIÇÃO

Bolsa de Inovação da Secção Regional de Lisboa DA ORDEM DOS FARMACÊUTICOS REGRAS DE ATRIBUIÇÃO A Direcção da Secção Regional de Lisboa da Ordem dos Farmacêuticos, reunida em sessão de 18 de Julho de 2012, deliberou instituir uma Bolsa, destinada a apoiar projectos de investigação e projectos profissionais

Leia mais

A ACESSO AO ENSINO SUPERIOR

A ACESSO AO ENSINO SUPERIOR A ACESSO AO ENSINO SUPERIOR 1. Concurso Nacional de Acesso 1.1. Quem pode candidatar-se ao ensino superior? Podem candidatar-se ao ensino superior, os estudantes que satisfaçam cumulativamente, as seguintes

Leia mais

E R A S M U S Guia do Estudante ERASMUS. Faculdade de Farmácia Universidade de Lisboa. Guia do Estudante

E R A S M U S Guia do Estudante ERASMUS. Faculdade de Farmácia Universidade de Lisboa. Guia do Estudante ERASMUS Faculdade de Farmácia Universidade de Lisboa Guia do Estudante Normas Gerais A mobilidade de estudantes, uma das acções mais frequentes do Programa, inclui duas vertentes de actividade: realização

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO E FINANCIAMENTO DO ASSOCIATIVISMO DESPORTIVO

REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO E FINANCIAMENTO DO ASSOCIATIVISMO DESPORTIVO MUNICÍPIO DE S. PEDRO DO SUL GABINETE DE DESPORTO REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO E FINANCIAMENTO DO ASSOCIATIVISMO DESPORTIVO REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO E FINANCIAMENTO DO ASSOCIATIVISMO DESPORTIVO

Leia mais

MUNICÍPIO DO PORTO SANTO CÂMARA MUNICIPAL

MUNICÍPIO DO PORTO SANTO CÂMARA MUNICIPAL CADERNO DE ENCARGOS PROCESSO Nº 3 RH-2015 Apoio Técnico na área de Gestão de Recursos Humanos - Prestação de Serviços Ajuste Direto 1 de 10 ÍNDICE CAPÍTULO I - DISPOSIÇÕES GERAIS... 3 Cláusula 1.ª - Objecto...

Leia mais

Câmara Municipal de Cuba

Câmara Municipal de Cuba Câmara Municipal de Cuba REGULAMENTO DE CONCESSÃO DE AUXÍLIOS ECONÓMICOS 1.º CICLO DO ENSINO BÁSICO E EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR Introdução A lei n. º159/99, de 14 de Setembro, estabelece o quadro de transferência

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA INOV-ART NOS TERMOS DA PORTARIA N.º 1103/2008 DE 2 DE OUTUBRO

REGULAMENTO DO PROGRAMA INOV-ART NOS TERMOS DA PORTARIA N.º 1103/2008 DE 2 DE OUTUBRO REGULAMENTO DO PROGRAMA INOV-ART NOS TERMOS DA PORTARIA N.º 1103/2008 DE 2 DE OUTUBRO CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1.º- Âmbito de aplicação O presente Regulamento aplica -se à medida INOV-Art -

Leia mais

REGULAMENTO DO CURSO DE PREPARAÇÃO PARA REVISORES OFICIAIS DE CONTAS

REGULAMENTO DO CURSO DE PREPARAÇÃO PARA REVISORES OFICIAIS DE CONTAS REGULAMENTO DO CURSO DE PREPARAÇÃO PARA REVISORES OFICIAIS DE CONTAS PREÂMBULO Na sequência da transposição para o ordenamento jurídico nacional da Directiva n.º 2006/43/CE, do Parlamento Europeu e do

Leia mais

Aviso. 1. Tipo, prazo e validade

Aviso. 1. Tipo, prazo e validade Aviso Faz-se público que, por despacho do Ex. mo Senhor Secretário para os Assuntos Sociais e Cultura, de 22 de Outubro de 2013, se acha aberto o concurso comum, de ingresso externo, de prestação de provas,

Leia mais

Portaria 1191/2003, de 10 de Outubro

Portaria 1191/2003, de 10 de Outubro Portaria 1191/2003, de 10 de Outubro Regula a concessão de apoios a projectos que dêm lugar à criação de novas entidades que originam a criação liquida de postos de trabalho Na apresentação do respectivo

Leia mais

Regulamento de Apoio Financeiro à Edição de Obras de Novos Autores Portugueses. Despacho Normativo n.º 9-C/2003 de 3 de Fevereiro de 2003

Regulamento de Apoio Financeiro à Edição de Obras de Novos Autores Portugueses. Despacho Normativo n.º 9-C/2003 de 3 de Fevereiro de 2003 Regulamento de Apoio Financeiro à Edição de Obras de Novos Autores Portugueses Despacho Normativo n.º 9-C/2003 de 3 de Fevereiro de 2003 Na prossecução das suas atribuições cabe ao Instituto Português

Leia mais

Deslocações em Serviço e Ajudas de Custo

Deslocações em Serviço e Ajudas de Custo Agrupamento de Escolas José Maria dos Santos Deslocações em Serviço e Ajudas de Custo Regulamento I Disposições Gerais 1. Os funcionários docentes e não docentes podem deslocar-se em serviço, durante o

Leia mais

JORNAL OFICIAL I SÉRIE NÚMERO 60 QUARTA-FEIRA, 21 DE MAIO DE 2014

JORNAL OFICIAL I SÉRIE NÚMERO 60 QUARTA-FEIRA, 21 DE MAIO DE 2014 I SÉRIE NÚMERO 60 QUARTA-FEIRA, 21 DE MAIO DE 2014 ÍNDICE: PRESIDÊNCIA DO GOVERNO Resolução n.º 89/2014: Cria um prémio destinado à integração de ativos no setor primário, designado por AGRICULTURA +.

Leia mais

MUNICÍPIO DE CHAVES REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO PARA O ENSINO SUPERIOR

MUNICÍPIO DE CHAVES REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO PARA O ENSINO SUPERIOR REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO PARA O ENSINO SUPERIOR Artigo 1.º Âmbito 1. O presente Regulamento estabelece as normas de atribuição de bolsas de estudo, por parte da Câmara Municipal de

Leia mais

Iniciativa Formação para Empresários Programa de Candidatura

Iniciativa Formação para Empresários Programa de Candidatura Iniciativa Formação para Empresários Programa de Candidatura No âmbito do Contrato de Delegação de Competências do POPH na CCP 1. Enquadramento da Iniciativa A Iniciativa Formação para Empresários tem

Leia mais

EDITAL MESTRADO EM INFORMÁTICA APLICADA. (Edição 2015-2017)

EDITAL MESTRADO EM INFORMÁTICA APLICADA. (Edição 2015-2017) EDITAL MESTRADO EM INFORMÁTICA APLICADA (Edição 2015-2017) Nos termos do Decreto-Lei nº 42/2005, de 22 de Fevereiro, do Decreto-Lei nº 74/2006, de 24 de Março, com as alterações que lhes foram introduzidas

Leia mais

Regulamento Municipal de Apoio às Actividades Desportivas

Regulamento Municipal de Apoio às Actividades Desportivas Regulamento Municipal de Apoio às Actividades Desportivas Preâmbulo A Câmara Municipal de Nordeste tem vindo a apoiar ao longo dos anos de forma directa e organizada toda a actividade desportiva no concelho

Leia mais

PROGRAMA NORMAS DE PARTICIPAÇÃO 2015

PROGRAMA NORMAS DE PARTICIPAÇÃO 2015 PROGRAMA NORMAS DE PARTICIPAÇÃO 2015 I DESTINATÁRIOS O Programa de Ocupação de Jovens, promovido pela Câmara Municipal de Cascais, através da Divisão de Promoção de Emprego (DPRE), destina-se a jovens

Leia mais

MUNICÍPIO DE SANTA MARTA DE PENAGUIÃO CÂMARA MUNICIPAL

MUNICÍPIO DE SANTA MARTA DE PENAGUIÃO CÂMARA MUNICIPAL REGULAMENTO MUNICIPAL PARA ATRIBUIÇÃO DE DE BOLSAS DE ESTUDOS AOS ALUNOS QUE FREQUENTAM O ENSINO SUPERIOR Órgão APROVAÇÃO Data Entrada em vigor Câmara Municipal 30/05/2014 Assembleia Municipal 06/06/2014

Leia mais

VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 1009/2012 de 20 de Julho de 2012

VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 1009/2012 de 20 de Julho de 2012 VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 1009/2012 de 20 de Julho de 2012 O Decreto Regulamentar n.º 84-A/2007, de 10 de dezembro, alterado pelos Decretos

Leia mais

QUADRO ANEXO. Delimitação da Reserva Ecológica Nacional do concelho de Palmela. Proposta de inclusão

QUADRO ANEXO. Delimitação da Reserva Ecológica Nacional do concelho de Palmela. Proposta de inclusão Diário da República, 1.ª série N.º 41 28 de Fevereiro de 2011 1217 Considerando o disposto no n.º 2 do artigo 41.º do Decreto -Lei n.º 166/2008, de 22 de Agosto, e no exercício das competências delegadas

Leia mais

PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO REGIONAL

PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO REGIONAL PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO REGIONAL Altera os programas de estágios profissionais ESTAGIAR Os programas Estagiar têm-se revelado uma ferramenta útil para a empregabilidade e valorização profissional

Leia mais

ANÚNCIO DE CONCURSO - INSPECÇÃO-GERAL DE FINANÇAS

ANÚNCIO DE CONCURSO - INSPECÇÃO-GERAL DE FINANÇAS ANÚNCIO DE CONCURSO - INSPECÇÃO-GERAL DE FINANÇAS A Direcção Geral da Administração Pública e a Inspecção-Geral de Finanças (IGF), através da Direcção Geral do Planeamento, Orçamento e Gestão do Ministério

Leia mais

Escola Secundária com 3º Ciclo da Baixa da Banheira (403234)

Escola Secundária com 3º Ciclo da Baixa da Banheira (403234) CONSELHO GERAL TRANSITÓRIO REGULAMENTO DO PROCEDIMENTO CONCURSAL PARA A ELEIÇÃO DO DIRECTOR DA ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO Artigo 1.º Objecto O presente Regulamento define as regras a observar no procedimento

Leia mais

Regulamento Municipal de Apoio ao Cooperativismo

Regulamento Municipal de Apoio ao Cooperativismo Regulamento Municipal de Apoio ao Cooperativismo Considerando a necessidade de apoiar a criação e a consolidação de cooperativas residentes no concelho. Considerando a necessidade de incentivar a expansão

Leia mais

Portaria n.º 129/2009, de 30 de Janeiro, Regulamenta o Programa Estágios Profissionais (JusNet 211/2009)

Portaria n.º 129/2009, de 30 de Janeiro, Regulamenta o Programa Estágios Profissionais (JusNet 211/2009) LEGISLAÇÃO Portaria n.º 129/2009, de 30 de Janeiro, Regulamenta o Programa Estágios Profissionais (JusNet 211/2009) ( DR N.º 21, Série I 30 Janeiro 2009 30 Janeiro 2009 ) Emissor: Ministério do Trabalho

Leia mais

REGULAMENTO DOS DIPLOMAS DE ESPECIALIZAÇÃO

REGULAMENTO DOS DIPLOMAS DE ESPECIALIZAÇÃO REGULAMENTO DOS DIPLOMAS DE ESPECIALIZAÇÃO Aprovado em reunião da Comissão Coordenadora do Conselho Científico em 22/11/2006 Aprovado em reunião de Plenário do Conselho Directivo em 13/12/2006 PREÂMBULO

Leia mais

REGULAMENTO DO PASSAPORTE PARA O EMPREENDEDORISMO

REGULAMENTO DO PASSAPORTE PARA O EMPREENDEDORISMO REGULAMENTO DO PASSAPORTE PARA O EMPREENDEDORISMO Artigo 1º Âmbito Ao abrigo do n.º 1 do artigo 8.º da Portaria n.º 370-A/2012, de 15 de novembro de 2012, o presente regulamento estabelece os procedimentos

Leia mais

Instituto Superior Politécnico de Manica Regulamento de Bolsas de Estudos

Instituto Superior Politécnico de Manica Regulamento de Bolsas de Estudos REPUBLICA DE MOÇAMBIQUE Instituto Superior Politécnico de Manica Regulamento de Bolsas de Estudos Deliberação nº /CI/2007 Reunido em sua Sessão Ordinária no dia 6 de Setembro de 2007, a Comissão Instaladora

Leia mais

S.R. DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA. Despacho Normativo n.º 40/2005 de 7 de Julho de 2005

S.R. DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA. Despacho Normativo n.º 40/2005 de 7 de Julho de 2005 S.R. DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA Despacho Normativo n.º 40/2005 de 7 de Julho de 2005 Pela Resolução n.º 100/2005, de 16 de Junho, foi aprovado o Plano Integrado para a Ciência e Tecnologia. Desse Plano consta

Leia mais

REGULAMENTO DE CANDIDATURA AOS CURSOS TÉCNICOS SUPERIORES PROFISSIONAIS

REGULAMENTO DE CANDIDATURA AOS CURSOS TÉCNICOS SUPERIORES PROFISSIONAIS PREÂMBULO Nos termos do artigo 11.º do Decreto -Lei n.º 43/2014 de 18 de março, é aprovado o Regulamento das Condições de Ingresso nos Cursos Técnicos Superiores Profissionais (CTSP) do Instituto Politécnico

Leia mais

REGULAMENTO CURSOS TÉCNICOS SUPERIORES PROFISSIONAIS DO INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DA INFORMAÇÃO E DA ADMINISTRAÇÃO (ISCIA) Disposições Gerais

REGULAMENTO CURSOS TÉCNICOS SUPERIORES PROFISSIONAIS DO INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DA INFORMAÇÃO E DA ADMINISTRAÇÃO (ISCIA) Disposições Gerais REGULAMENTO CURSOS TÉCNICOS SUPERIORES PROFISSIONAIS DO INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DA INFORMAÇÃO E DA ADMINISTRAÇÃO (ISCIA) Disposições Gerais O presente regulamento visa aplicar o regime estabelecido

Leia mais

Faro, 2 de agosto de 2012

Faro, 2 de agosto de 2012 Faro, 2 de agosto de 2012 Estímulo 2012 A medida ativa de emprego Estímulo 2012, aprovada pela Portaria nº 45/2012, tem por objetivo: Apoiar a contratação de desempregados; Promovendo e aumentando a sua

Leia mais

Projeto de REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE APOIO ÀS FREGUESIAS. Nota Justificativa

Projeto de REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE APOIO ÀS FREGUESIAS. Nota Justificativa Projeto de REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE APOIO ÀS FREGUESIAS Nota Justificativa A Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro, aprovou o regime jurídico das autarquias locais, o estatuto das entidades

Leia mais

Ministro de Estado, das Actividades Económicas e do Trabalho, Ministro de Estado e da Presidência e Ministra Ciência e Ensino Superior

Ministro de Estado, das Actividades Económicas e do Trabalho, Ministro de Estado e da Presidência e Ministra Ciência e Ensino Superior DESPACHO CONJUNTO Ministro de Estado, das Actividades Económicas e do Trabalho, Ministro de Estado e da Presidência e Ministra Ciência e Ensino Superior Considerando a Decisão da Comissão nº C (2004) 5735,

Leia mais

Concursos de Educadores de Infância e 2012-2013. 11 de abril de 2012. Direção de Serviços de Recrutamento de Pessoal Docente

Concursos de Educadores de Infância e 2012-2013. 11 de abril de 2012. Direção de Serviços de Recrutamento de Pessoal Docente Concursos de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário 2012-2013 11 de abril de 2012 Direção de Serviços de Recrutamento de Pessoal Docente ETAPAS CONTRATAÇÃO INICIAL (abril)

Leia mais

Secção I Matricula e Inscrição. Art.º 16.º ( conceito) Art.º 17.º (Matricula e Inscrição)

Secção I Matricula e Inscrição. Art.º 16.º ( conceito) Art.º 17.º (Matricula e Inscrição) Secção I Matricula e Inscrição Art.º 16.º ( conceito) 1. A matrícula é o acto pelo qual o estudante ingressa na universidade Agostinho Neto. 2. A matrícula á Universidade Agostinho Neto faz-se uma só vez.

Leia mais

ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 05.REV1/POFC/2009

ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 05.REV1/POFC/2009 ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 05.REV1/POFC/2009 PROCEDIMENTOS DE ENCERRAMENTO DE PROJECTOS 1. ENQUADRAMENTO No âmbito do acompanhamento dos projectos apoiados pelo POFC, importa estabelecer o conjunto de procedimentos

Leia mais