Responsabilidade Social das Empresas Turístico-Recreativas

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Responsabilidade Social das Empresas Turístico-Recreativas"

Transcrição

1 Responsabilidade Social das Empresas Turístico-Recreativas Área: 1.5 Gestão Social Sub-área: Cidadania Corporativa / Responsabilidade Social Rinaldo Zaina Junior Faculdade SENAC de Turismo e Hotelaria de Campos do Jordão Fabiana Supino Faculdade SENAC de Turismo e Hotelaria de Campos do Jordão ABSTRACT The social responsibility concepts are relatively recent in our society and have been in constant debate. The present research indicates how this subject matter has been understood and under which aspects it has been articulated within the tourist-recreation sector. The main goal is to detect as the entrepreneurs and managers realize the social responsibility of tourism, which are their motivation and which dynamic they excite in their attitudes on the market. It is a first attempt to study the universe of social performance of these companies in the metropolitan region of São Paulo, Campinas and Vale do Paraíba. Questions related to know where and whom their social actions benefit, which are the activities they develop, which are the resources applied, if really employees involvement exists and if they make use of tax incentive. The result discloses philanthropic and attendance profile with no planning aiming continuity or commitment with social inclusion in the present tourism management. It underestimates the inherent transforming power of the tourist space in the local community quality of life through the leisure sold to the tourists, neglecting this natural vocation in its main ability for the social investment. Key-words: management; social responsibility,, tourist-recreation

2 RESUMO Os conceitos que envolvem a responsabilidade social são relativamente recentes em nossa sociedade e têm estado em constante debate, o presente artigo desenvolvido serve para indicar como essa temática vem sendo compreendida e sob quais aspectos vem sendo pautada no setor turístico-recreativo. A meta principal é detectar como os empresários e gerentes percebem a responsabilidade social do turismo, quais são suas motivações e que dinâmicas suscitam em suas atitudes no mercado. É uma primeira tentativa de estudar o universo de atuação social dessas empresas na região metropolitana de São Paulo, de Campinas e Vale do Paraíba. Procurou-se responder a diversas questões como, por exemplo, saber onde e quem as ações sociais dessas empresas beneficiam, quais são as atividades que desenvolvem, que recursos utilizam, se existe o envolvimento dos próprios funcionários e se fazem uso de incentivos fiscais para realiza-las. O resultado revela um perfil filantrópico e assistencialista, sem qualquer planejamento visando a continuidade ou compromisso com a inclusão social no modelo de gestão vigente no turismo, subestimando o poder transformador inerente do espaço turístico na qualidade de vida da comunidade receptora pelo lazer que vende ao turista, negligenciando sua natural vocação na sua principal competência para o investimento social. Palavras-chave: gestão; responsabilidade social ; turismo recreativo 1. INTRODUÇÃO Mais de metade das empresas do Brasil realizam algum trabalho social, em um investimento que chegou a R$ 4,7 bilhões em As informações são da pesquisa Ação Social das Empresas, do IPEA - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. Os números finais mostram que cerca de 465 mil empresas brasileiras ou seja, 59% do total desenvolvem iniciativas de caráter social. A pesquisa do IPEA, não discriminou as empresas de turismo, lazer e recreação. Lacuna esta que não pretendemos preencher, mas apenas apontar as tendências e comportamentos deste segmento. A pesquisa lança um primeiro olhar à lacuna, antes inexplorada, às ações sociais do setor turístico-recreativo privado. Seus resultados conferem visibilidade ao papel social exercido pelo setor, que poderá rever instrumentos e mecanismos que estimulem e fortaleçam a gestão dessas ações sociais, além de obter o reconhecimento público pelo seu esforço no combate à exclusão social, bem como, dispor de informações para melhorar o resultado e a eficiência de suas ações. Ao identificar o que os empreendimentos de turismo e recreação fazem no atendimento de seus empregados e de comunidades carentes, a pesquisa procurou traçar um perfil da ação social do setor turístico-recreativo. A diferenciação qualitativa das ações sociais focou as doações, atividades ou projetos de caráter filantrópico ou de investimento social, executadas pelas empresas na área do lazer, educação e assistência social. Apontar localmente essa realidade é o que se espera desse trabalho. Definir as motivações e o tipo de gestão das ações de responsabilidade social realizadas pelo setor turístico-recreativo, disponibiliza informações que ilustram o comportamento do empresariado na área social. O

3 estudo realizado é pontual, não permitindo comparações ou generalizações. Especificamente, refere-se a empresas paulistas de apelo turístico-recreativo. 2. GESTÃO SOCIAL, UMA DEMANDA PREMENTE O estudo utilizou o método de pesquisa exploratória, qualitativo, com instrumentos de coleta de dados estruturados, disfarçados e não-disfarçados, com perguntas fechadas, abertas e semi-abertas e de múltipla escolha. A pesquisa foi feita por entrevistas pessoais ao quadro gerencial das empresas, direcionada preferencialmente aos gerentes de marketing. O período de realização da pesquisa foi de janeiro a abril de A técnica de amostragem não-probabilística por julgamento do universo de parques de entretenimento, na região metropolitana de São Paulo, de Campinas e Vale do Paraíba, selecionou seis empresas, sendo cinco de médio porte, considerando-se unidades de administração autônomas e independentes de rede ou grupo, e uma de pequeno porte. A subdivisão se deu por número de funcionários: pequenas (menos de 50), médias (de 51 a 499), grandes (mais de 500). Na delimitação do universo amostral utilizou-se o Estudo Econômico-Financeiro dos Meios de Hospedagem e Parques Temáticos no Brasil realizado pela EMBRATUR, em No item 2 da Parte II, o texto Características dos Parques Temáticos no Brasil (EMBRATUR, 1996, p.160) diz: Os parques temáticos ou de diversão fixos se utilizam de temas diferenciados na ambientação física de suas atrações e têm como um de seus objetivos mercadológicos o estímulo da atividade turística. Esta definição se aplica aos parques de entretenimento com temas específicos, tais como o Beto Carrero World e a Turma da Mônica (sic), os aquáticos, como o Beach Park e o Wet n Wild, e os parques de diversão, dos quais o maior é o Playcenter. Considerou-se atividades realizadas para atender os empregados das empresas ou comunidades em geral, de caráter não obrigatório, em áreas como lazer, educação e assistência social. As atividades executadas por obrigação legal, como o cumprimento de normas ambientais, contribuições compulsórias a entidades de classe e sindicatos foram excluídos, a exceção das mencionadas pelo empresariado, caso ele as considerasse como ações de responsabilidade social. Embora apenas a metade (50%) saiba efetivamente do que se trata responsabilidade social, tende a defini-la como filantropia: oferecer lazer a comunidades carentes, sinal de que, intuitivamente o empresariado percebe uma das funções básicas da responsabilidade social: o desenvolvimento social da comunidade. O conceito de sustentabilidade apresentado pelas empresas não faz referência a comunidade, apesar de 50% relacionar preservação ambiental com turismo sustentável e apresentar programas específicos de Educação Ambiental direcionados e vendidos ao turista, apenas 16% os inclui nas ações sociais. Os conceitos sociais definidos pelos entrevistados têm como referência o papel do Estado regulador e fiscalizador, relegando a contribuição privada ao pagamento de impostos e cumprimento da legislação. 100% não faz associação entre turismo social e responsabilidade social. A grande maioria (83%) define o turismo social como gratuidade.

4 A mesma percentagem não sabe como o turismo pode contribuir no investimento social, porque, segundo eles, não têm conhecimento exato dos instrumentos necessários a sua implantação, tão pouco realizam as ações de filantropia por responsabilidade social. A geração de empregos (100%) e a oferta de recreação (50%) são considerados como itens da responsabilidade social da empresa junto a comunidade e por estes motivos 28% considera-se parceiro da comunidade. Quando a origem da iniciativa social parte da empresa, em 50% dos casos avaliados, as ações têm patrocínio de fornecedores e 100% contam com o auxílio das prefeituras no transporte do público beneficiado, por solicitação deste. 100% das ações sociais são direcionadas ao público externo e 67% não seleciona o perfil da demanda beneficiada. Estes mesmos profissionais abordados percebem valores de cidadania em âmbito pessoal, mas só 16% amplia este conceito para a cidadania corporativa. 100% desconhece se há prática do voluntariado entre os funcionários. Vale notar que 83% considera os resultados de uma única ação social anual como contribuição suficiente, e não tem projetos sociais específicos, apenas atende às solicitações de entidades de assistência social, sem, no entanto, estabelecer relações de parceria. Na amostra selecionada, apenas 33% das empresas conta com um profissional de turismo no seu quadro gerencial. 100% crê que as exigências para as ações sociais trazem custos adicionais que são fatores limitantes para uma realização mais freqüente. A maioria (83%) dos pesquisados não percebe que uma mudança no paradigma sócio-econômico, na direção da responsabilidade social, pode trazer inclusive oportunidades econômicas. Existe uma marcada predisposição das empresas pesquisadas (67%) em não divulgar suas ações sociais. O motivo é evitar maior demanda de entidades e pessoas nas ações sociais. As ações de doação filantrópica que não envolvem o uso do equipamento da empresa ganham tratamento de marketing institucional e vinculam a marca às entidades de assistência reconhecidas em datas comemorativas na mídia. Das empresas pesquisadas, 83% não conhece a opinião da comunidade sobre a atitude social da empresa, mas 50% observa que as campanhas filantrópicas veiculadas na mídia têm forte apelo junto ao turista-consumidor, apesar de não detectar nenhum incremento no fluxo turístico decorrente da ação social. As empresas concebem que a responsabilidade social é de ordem pública. Por isso, são muito críticas quanto à ineficiência do Estado em certas áreas. Com relação ao seu próprio trabalho, a maioria acredita que tem realmente um papel a cumprir na sociedade, mas sempre atuando em caráter complementar ao Estado. A análise, apenas qualitativa, identificou que o tipo de atividade social realizada pelo setor concentra-se no lazer. As atividades de educação, eminentemente ambiental, são comercializadas como produtos e as ações de assistência social restringem-se a contribuições financeiras. Endossando a pesquisa do IPEA, as crianças são o público-alvo prioritário das empresas, que desconhecem e/ou não utilizam as deduções fiscais permitidas por lei, apesar de todas participarem de algum tipo de ação social de forma habitual.

5 A participação das empresas privadas na solução de assuntos de caráter público é um dos aspectos mais discutidos do marketing na atualidade, tanto por sua dimensão quanto pelas demandas sociais que afetam suas atividades. Embora exista uma corrente de pensamento que defina a responsabilidade das empresas privadas na área pública como delimitada pelo livre mercado e ao sistema legal - as empresas e os gerentes não são responsáveis por julgamentos morais; podem fazer conscientemente tudo que o sistema permitir - há outra linha crescente cujos argumentos ampliam seu papel para uma consciência social além da esfera permitida pelo sistema, através de uma perspectiva ética e moral de sustentabilidade dos próprios empreendimentos, ou seja, preocupar-se com a formação de uma potencial demanda num futuro onde o Estado provavelmente exigirá posturas social e ambientalmente engajadas do setor privado. Adotar posturas éticas e compromissos sociais com a comunidade pode ser um diferencial competitivo e um indicador de rentabilidade e sustentabilidade a longo prazo, contudo este fato parece estar distante do pensamento estratégico da indústria turístico-recreativa. A idéia de que os turistas e visitantes possam valorizar atitudes empresariais nesse sentido e a optar por empreendimentos identificados como éticos, "cidadãos" ou "solidários" ainda é rudimentar para o quadro gerencial do setor. Entretanto o assunto marca uma presença pontual, ainda que discreta, no planejamento da indústria do turismo e recreação, já que há tempos empresários e empresas praticam ações na área social, doando recursos a entidades filantrópicas ou disponibilizando o ingresso em seus espaços, equipamentos e instalações beneficentemente a grupos carentes. O inédito para este setor é a transformação de uma concepção fundamentada na caridade e no altruísmo para um esforço de planejamento integrado entre filantropia e estratégia como já ocorre em outros setores da economia. Porém, tal integração ainda é subestimada ou mesmo desconsiderada nos planejamentos dos empreendimentos entrevistados. No Brasil, o movimento de valorização da responsabilidade social empresarial ganhou forte impulso na década de 1990, através da ação de entidades não governamentais, institutos de pesquisa e empresas sensibilizadas para a questão, como o trabalho realizado pelo IBASE - Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas - na promoção do Balanço Social das empresas socialmente responsáveis. A maioria das empresas entrevistadas surgiu neste mesmo período. A obtenção de certificados de padrão de qualidade e de adequação ambiental, como as normas ISO, por centenas de empresas brasileiras, o prêmio ECO - de Empresa e Comunidade - criado pela Câmara Americana de Comércio de São Paulo, com os objetivos de reconhecer, divulgar e ecoar as iniciativas de responsabilidade social no setor privado e mais recentemente as normas SA 8000 e AA1000, no entanto tais certificações não foram sequer mencionadas por nenhuma das empresas entrevistadas, exceto uma filiada à Fundação ABRINQ como Empresa Amiga da Criança. A relação da ação social das empresas pesquisadas com o marketing estratégico ainda é alvo de preconceitos e equívocos. Os empreendimentos que praticam ações voltadas para a comunidade evitam relacioná-las com a comunicação da empresa, pois temem que as ações de

6 caridade empresarial possam soar incompatíveis com uma perspectiva estratégica na sociedade. O desgaste do termo filantropia, associado a empresas que obtém vantagens comerciais e/ou fiscais em nome de uma causa pública, agrega um valor depreciativo a ação social, transmutando o benefício efetivo para o público alvo em exploração da condição humana desprivilegiada. A ação social nas empresas turístico-recreativas, quando ocorre, é sempre muito discreta e em grande parte sem vínculo com sua atividade vocacional; as empresas preferem se colocar como patrocinadoras ou eventuais colaboradoras em ações beneficentes a instituições especializadas do terceiro setor. Tal incômodo registra-se também na modalidade social do turismo recreativo, onde as empresas privadas do setor, que realizam alguma ação social, preferem considerar-se coadjuvantes do Estado, no papel resumido de estabelecer políticas de preço relativamente baixo para propiciar o acesso ao lazer e turismo a um maior número de pessoas de todas as classes sócio-econômicas, que segundo esta visão é uma maneira de fomentar o turismo social, sem discriminação de uso e compatível com as margens de lucro praticadas no mercado. Contudo, algumas ações sociais propostas por representantes significativos deste segmento segregam o público beneficiado ao uso discriminado de uma data reservada, geralmente ociosa ou improdutiva. Análises de Pinto (apud Werneck) sobre lazer e mercado destacam a importância de estabelecer relações éticas, pautadas no respeito a empregados, comunidades e clientes, de maneira democrática nos processos de tomada de decisão. Este discurso é integrado pela responsabilidade social, através da atitude coerente entre discurso e ação. A incoerência entre o discurso e a atitude prática denuncia o uso da máscara da responsabilidade social pela imagem corporativa e institucional. O comportamento empresarial adotado é aquele legal, instituído e fiscalizado pelo Estado, sendo que as outras propostas exógenas à missão da empresa são consideradas de caráter voluntário e independente, sem vínculos permanentes ou critérios de avaliações por qualquer público e por conseqüência, sem risco ou comprometimento. A medida em que a empresa comunica aos clientes, funcionários e fornecedores a adoção de princípios éticos em suas atitudes e investe em ações para a comunidade, estabelece uma imagem que precisa corresponder à realidade. Portanto, as atitudes sociais não podem ser consideradas como medidas cosméticas para a empresa, mas devem estar alicerçadas na missão e vocação do empreendimento. Caso contrário, se a cultura da empresa não respeita ou prioriza tais atitudes sociais pode vir a ser questionada por algum comportamento não consoante à imagem criada, e sofrer efeitos negativos tanto interna quanto externamente. A consciência deste risco parece bem evidente no posicionamento atual do trade pesquisado. Alguns empreendimentos, por exemplo, ao oferecer ingressos gratuitos para os familiares de seus funcionários, valoriza este ato como benefício trabalhista, uma negociação sindical, transformando o benefício social em uma obrigação contratual que, para a empresa, foge do conceito de responsabilidade social. Algumas iniciativas que relacionam esforços de marketing com ações sociais já podem ser observadas em algumas empresas do trade, como promoções destinando parte do valor do ingresso a instituições carentes ou de assistência social. Contudo esse tipo de atuação é tímida e conceitualmente pouco explorada. É importante ressaltar que não há formas padrão de intervenção privada no social, e estas podem ou não envolver o espaço, as instalações e a imagem da empresa de forma direta. Os esforços podem ir da simples doação de recursos a uma entidade

7 à atuação direta em projetos voltados para a comunidade - estes mais raros. O setor especificamente pesquisado acredita ainda que as questões ambientais e trabalhistas, regulamentadas pelo cumprimento das leis, envolvem a atuação responsável em toda a cadeia produtiva, caracterizando-as como responsabilidade social. É interessante observar que a autopercepção dos empreendimentos junto às respectivas comunidades se dá em primeiro plano na sua capacidade de gerar empregos diretos, mesmo que grande parte do quadro de funcionários seja contratado temporariamente para as funções operacionais, relegando os cargos gerenciais dos quadros fixos aos profissionais importados. Muitas empresas de lazer turístico instaladas em locais privilegiados, em municípios que concederam condições especiais de isenção de impostos e outros benefícios fiscais, a título de gerar empregos diretos para a comunidade local e trazer receita através da promessa do turismo e seu efeito multiplicador, são empreendimentos transacionais, que exploram o potencial da região sem dar retornos expressivos não apenas para o país, mas sobretudo para a classe trabalhadora e para a população local, e acabam concentrando involutariamente, ainda mais a renda e distribuindo impiedosamente a pobreza, a violência e a miséria. A população é excluída assim, das possibilidades de usufruto da riqueza que, socialmente ajudou a produzir. Embora tais investimentos possam minimizar o desemprego estrutural e possibilitar a arrecadação de impostos para o município e a geração de renda, é importante repensar para onde são canalizados os frutos desses e de outros substanciais investimentos no setor turístico, bem como o público que tais empreendimentos privilegia. 3. CONSIDERAÇÕES FINAIS O termo investimento social desencadeia uma série de compromissos e responsabilidades vinculados a vocação da empresa que exige um cuidado e planejamento maior do que em uma ação filantrópica. O investimento social traz para a empresa a responsabilidade de realizar, ou ser o agente transformador da qualidade de vida da comunidade, enquanto que a filantropia permite apenas que a empresa financie esta transformação, o que é legítimo para as ações onde a empresa não tem competência, e que relegue a outras organizações especializadas esta função empresas do terceiro setor. A despeito dos méritos da filantropia, o sentimento humanitário não é suficiente para o combate da pobreza e da exclusão social. São necessários, simultaneamente, um maior compromisso e atuação mais agressiva e mais bem estruturada. Dentro da sua competência, as empresas podem transformar as ações sociais em oportunidades, mas os meios e os fins devem servir antes ao objetivo social. Significa beneficiar, direta ou indiretamente, através de sua vocação a sociedade. Neste princípio baseia-se o marketing em variadas modalidades para viabilizar campanhas e promoções de cunho social. Porém uma análise mais profunda revela que subverteram-se os propósitos legítimos, cambiando os fins pelos meios, ou seja, o benefício social é oportunidade apenas quando se traduz em ingressos ou agrega valor à imagem institucional da empresa, e quando isso não é possível, não recebe o devido planejamento e investimento, e como conseqüência, limitando o desenvolvimento de ações melhor direcionadas a inclusão social.

8 REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA ADIBRA. Associação Brasileira de Parques de Diversões. Disponível na internet via Arquivo consultado em 04/2002 CAMARGO, Luiz Octávio de Lima. Educação para o Lazer. São Paulo: Moderna, 1998 (Coleção Polêmica) CORRÊA, Stela Cristina Hott. Projetos de responsabilidade social: a nova fronteira do marketing na construção da imagem institucional. Rio de Janeiro: COPPEAD/CCJE/UFRJ, (Dissertação de mestrado) DENCKER, Ada de Freitas Maneti. Métodos e técnicas de pesquisa em turismo. São Paulo: Futura, 1998 EMBRATUR. Estudo Econômico-Financeiro dos Meios de Hospedagem e Parques Temáticos no Brasil. FADE-UFPE. Brasília, DF: s.n., Anexos FUNDAÇÃO ABRINQ. Fundação da Associação dos Fabricantes de Brinquedos do Brasil. Disponível na internet via Arquivo consultado em 06/2001 HAULOT, Arthur. Turismo Social. México: Trillas, 1997 INSTITUTO ETHOS. Instituto Ethos de Responsabilidade Social Empresarial. Disponível na internet via Arquivo consultado em 07/2001 KOTLER, Philip. Marketing para organizações que não visam o lucro. São Paulo, SP: Atlas, 1978 CENTRO de Estudos das Américas. Parques Temáticos: legislação, investimento e mercado. Rio de Janeiro, Signo Grapho, RITS. Rede de Informações para o Terceiro Setor. Disponível na internet via Arquivo consultado em 07/2001 SALOMÃO, Marcelo. Parques de diversões no Brasil: entretenimento, consumo & negócios. Rio de Janeiro: Ed. Mauad, 2000 PELIANO, Anna Maria T. Medeiros (coord.). Bondade ou Interesse? Como e por que as empresas atuam na área social. Brasília: IPEA., 2001., Anna Maria T. Medeiros (coord.)..a iniciativa privada e o espírito público: a ação social das empresas do Sudeste brasileiro. Brasília: IPEA., WERNECK, Chistianne. Luce G. STOPPA, Edmur Antonio. ISAYAMA Hélder Ferreira. Lazer e Mercado. Papirus, Campinas, SP, 2001.

Glossário do Investimento Social*

Glossário do Investimento Social* Glossário do Investimento Social* O IDIS Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social é uma organização da sociedade civil de interesse público, que tem como missão promover e estruturar o investimento

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL E VOLUNTARIADO EMPRESARIAL. A contribuição do trabalho voluntário na Responsabilidade Social

RESPONSABILIDADE SOCIAL E VOLUNTARIADO EMPRESARIAL. A contribuição do trabalho voluntário na Responsabilidade Social RESPONSABILIDADE SOCIAL E VOLUNTARIADO EMPRESARIAL A contribuição do trabalho voluntário na Responsabilidade Social Ana Paula P. Mohr Universidade do Vale do Rio dos Sinos ana.mohr@gerdau.com.br INTRODUÇÃO

Leia mais

INDICADORES ETHOS. De Responsabilidade Social Empresarial Apresentação da Versão 2000

INDICADORES ETHOS. De Responsabilidade Social Empresarial Apresentação da Versão 2000 INDICADORES ETHOS De Responsabilidade Social Empresarial Apresentação da Versão 2000 Instrumento de avaliação e planejamento para empresas que buscam excelência e sustentabilidade em seus negócios Abril/2000

Leia mais

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL REDE GAZETA

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL REDE GAZETA POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL REDE GAZETA Vitória, ES Janeiro 2010. 1ª Revisão Janeiro 2011. 2ª Revisão Janeiro 2012. POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL DA REDE GAZETA IDENTIDADE CORPORATIVA Missão

Leia mais

Prefeitura Municipal de Botucatu

Prefeitura Municipal de Botucatu I- Identificação: Projeto Empresa Solidária II- Apresentação : O Fundo Social de Solidariedade é um organismo da administração municipal, ligado ao gabinete do prefeito, que atua em diversos segmentos

Leia mais

A Responsabilidade Social em Parques de Diversões: A Potencialidade do Lazer

A Responsabilidade Social em Parques de Diversões: A Potencialidade do Lazer A Responsabilidade Social em Parques de Diversões: A Potencialidade do Lazer * Resumo Em uma época em que se valoriza a postura social de um empreendimento, o lazer aparece como uma grande oportunidade

Leia mais

O meio ambiente e o planejamento estratégico

O meio ambiente e o planejamento estratégico O meio ambiente e o planejamento estratégico Roberto Sanches Garcia, Prof.Dr.Alfredo Colenci Junior Mestrado em Tecnologia: Gestão, Desenvolvimento e Formação. CEETEPS - São Paulo SP Brasil roberto.sanches4@terra.com.br;

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL: a solidariedade humana para o desenvolvimento local

RESPONSABILIDADE SOCIAL: a solidariedade humana para o desenvolvimento local RESPONSABILIDADE SOCIAL: a solidariedade humana para o desenvolvimento local 1 Por: Evandro Prestes Guerreiro 1 A questão da Responsabilidade Social se tornou o ponto de partida para o estabelecimento

Leia mais

4 O CASO PETROBRAS 4.1 HISTÓRICO DA PETROBRAS

4 O CASO PETROBRAS 4.1 HISTÓRICO DA PETROBRAS 4 O CASO PETROBRAS 4.1 HISTÓRICO DA PETROBRAS A Petrobras foi criada em 3 de outubro de 1953, pela Lei 2.004, assinada pelo então presidente Getúlio Vargas, em meio a um ambiente de descrédito em relação

Leia mais

Número de. Empregados. Pessoa Física Nenhum R$ 50,00 R$ 600,00. Microempresa Até 5 R$ 70,00 R$ 840,00. Acima de 5 R$ 400,00 R$ 4800,00

Número de. Empregados. Pessoa Física Nenhum R$ 50,00 R$ 600,00. Microempresa Até 5 R$ 70,00 R$ 840,00. Acima de 5 R$ 400,00 R$ 4800,00 FICHA DE ADESÃO Por esta Ficha de adesão, solicito meu ingresso como associado da ABRIMPE ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE INCENTIVO E MELHORIA EM PROJETOS EMPRESARIAIS, EMPREENDEDORISMO E EDUCACIONAL, comprometendo-me

Leia mais

Profa. Ligia Vianna. Unidade II PRINCÍPIOS BÁSICOS DA

Profa. Ligia Vianna. Unidade II PRINCÍPIOS BÁSICOS DA Profa. Ligia Vianna Unidade II PRINCÍPIOS BÁSICOS DA ADMINISTRAÇÃO Num passado não muito distante, a ordem sociopolítica compreendia apenas dois setores, ou seja, um público e outro privado. Esses setores

Leia mais

ENCONTRO NACIONAL DE CAMPISMO

ENCONTRO NACIONAL DE CAMPISMO ENCONTRO NACIONAL DE CAMPISMO MTUR/DEAOT/CGQT Campinas, 20 de março de 2010 ENCONTRO NACIONAL DE CAMPISMO POLÍTICAS DE INCENTIVO AO TURISMO NORMATIZAÇÃO DE CAMPINGS COPA DO MUNDO E OLIMPÍADAS REGISTRO

Leia mais

PINTON GERALDINO DAOLIO 3

PINTON GERALDINO DAOLIO 3 MARKETING CULTURAL COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO LUIZ FABIANO FERREIRA¹, PAULO ALEXANDRE PINHEIRO SOARES 2, RAQUEL PINTON GERALDINO DAOLIO 3 1 Aluno do 3º semestre do curso Superior de Tecnologia de Gestão

Leia mais

PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO EM GESTÃO DA RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL E DESENVOLVIMENTO PETROBRÁS UNIVERSIDADE COORPORATIVA OFICINA2

PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO EM GESTÃO DA RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL E DESENVOLVIMENTO PETROBRÁS UNIVERSIDADE COORPORATIVA OFICINA2 PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO EM GESTÃO DA RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL E DESENVOLVIMENTO PETROBRÁS UNIVERSIDADE COORPORATIVA OFICINA2 ESTRATÉGIAS E INSTRUMENTOS DE RESPONSABILIDADE SOCIAL AMBIENTAL E

Leia mais

PROGRAMA BOM NEGÓCIO PARANÁ- APOIO AO EMPREENDEDORISMO AVALIAÇÃO DO NÚCLEO MARINGÁ

PROGRAMA BOM NEGÓCIO PARANÁ- APOIO AO EMPREENDEDORISMO AVALIAÇÃO DO NÚCLEO MARINGÁ PROGRAMA BOM NEGÓCIO PARANÁ- APOIO AO EMPREENDEDORISMO AVALIAÇÃO DO NÚCLEO MARINGÁ AREA TEMÁTICA: TRABALHO LAIS SILVA SANTOS 1 CARLOS VINICIUS RODRIGUES 2 MARCELO FARID PEREIRA 3 NEUZA CORTE DE OLIVEIRA

Leia mais

Como participar pequenos negócios Os parceiros O consumidor

Como participar pequenos negócios Os parceiros O consumidor Movimento incentiva a escolha pelos pequenos negócios na hora da compra A iniciativa visa conscientizar o consumidor que comprar dos pequenos é um ato de cidadania que contribui para gerar mais empregos,

Leia mais

PRINCÍPIOS E NORMAS DE CONDUTA EMPRESARIAL NA RELAÇÃO DE FURNAS COM SEUS FORNECEDORES

PRINCÍPIOS E NORMAS DE CONDUTA EMPRESARIAL NA RELAÇÃO DE FURNAS COM SEUS FORNECEDORES PRINCÍPIOS E NORMAS DE CONDUTA EMPRESARIAL NA RELAÇÃO DE FURNAS COM SEUS FORNECEDORES Outubro/2009 1/8 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO 2. ABRANGÊNCIA 3. OBJETIVOS 4. CÓDIGO DE CONDUTA EMPRESARIAL 4.1 NORMAS DE CONDUTA

Leia mais

Projeto Cultura Empreendedora

Projeto Cultura Empreendedora Estimular o empreendedorismo em todos os níveis de ensino Projeto Apresentação A geração de empregos no Brasil, principalmente nas regiões mais carentes, depende do Setor Público, sendo as prefeituras

Leia mais

CONHEÇA OS NOSSOS PROJETOS

CONHEÇA OS NOSSOS PROJETOS CONHEÇA OS NOSSOS PROJETOS APRESENTAÇÃO Em Dezembro de 2004 por iniciativa da Federação das Indústrias do Estado do Paraná o CPCE Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial nasceu como uma organização

Leia mais

Sustentabilidade: Hoje ou Amanhã?

Sustentabilidade: Hoje ou Amanhã? Sustentabilidade: Hoje ou Amanhã? Sustentabilidade O que isto significa? Tem implicações nas vidas das pessoas e organizações? Os cidadãos e os executivos estão comprometidos com isto? Surgem muitas organizações

Leia mais

A atividade de Relações Públicas como suporte para a gestão socialmente responsável

A atividade de Relações Públicas como suporte para a gestão socialmente responsável A atividade de Relações Públicas como suporte para a gestão socialmente responsável Felipe de Oliveira Fernandes Vivemos em um mundo que está constantemente se modificando. O desenvolvimento de novas tecnologias

Leia mais

ESTA PARA NASCER UM MODELO INOVADOR DE INCLUSIVA EM CURITIBA. Solicitação de doação por incentivo fiscal COMTIBA Prefeitura Municipal de Curitiba

ESTA PARA NASCER UM MODELO INOVADOR DE INCLUSIVA EM CURITIBA. Solicitação de doação por incentivo fiscal COMTIBA Prefeitura Municipal de Curitiba ESTA PARA NASCER UM MODELO INOVADOR DE EDUCACAO INFANTIL INCLUSIVA EM CURITIBA VEJA COMO SUA EMPRESA PODE TRANSFORMAR ESTA IDEIA EM REALIDADE { Solicitação de doação por incentivo fiscal COMTIBA Prefeitura

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL. Roberta Dalvo

RESPONSABILIDADE SOCIAL. Roberta Dalvo RESPONSABILIDADE SOCIAL Roberta Dalvo Objetivo: Histórico e definições Panorama Social Oportunidades para as empresas (Vantagem Competitiva) Pesquisa realizada pelo Instituto Ethos/Valor Casos de sucesso

Leia mais

POLÍTICA CORPORATIVA Código PC.00.001. PRESIDÊNCIA Revisão 00

POLÍTICA CORPORATIVA Código PC.00.001. PRESIDÊNCIA Revisão 00 Páginas 1/8 1. OBJETIVO O Código de Ética é um conjunto de diretrizes e regras de atuação, que define como os empregados e contratados da AQCES devem agir em diferentes situações no que diz respeito à

Leia mais

Programa de Capacitação em Gestão da Responsabilidade Social Empresarial e Desenvolvimento PETROBRÁS

Programa de Capacitação em Gestão da Responsabilidade Social Empresarial e Desenvolvimento PETROBRÁS Programa de Capacitação em Gestão da Responsabilidade Social Empresarial e Desenvolvimento PETROBRÁS OFICINA 2 Professora: Izabel Portela izabel@institutoiris.org.br Novembro - 2007 1 M A R K E T I N G

Leia mais

Departamento de Responsabilidade Social (DRS) Diretoria Regional de Sorocaba

Departamento de Responsabilidade Social (DRS) Diretoria Regional de Sorocaba Departamento de Responsabilidade Social (DRS) Organograma do Departamento de Responsabilidade Social 80 anos Conselho de Administração do DRS Coordenador Geral Dr. Luiz Pagliato Coord. Amadeu Andreosi

Leia mais

RELATÓRIO DE ATIVIDADES 2013

RELATÓRIO DE ATIVIDADES 2013 RELATÓRIO DE ATIVIDADES 2013 Instituto Lojas Renner Instituto Lojas Renner Promover a inserção de mulheres no mercado de trabalho por meio de projetos de geração de renda é o objetivo do Instituto Lojas

Leia mais

FDC E SUA RESPONSABILIDADE COMO UMA ESCOLA DE NEGÓCIOS

FDC E SUA RESPONSABILIDADE COMO UMA ESCOLA DE NEGÓCIOS FDC E SUA RESPONSABILIDADE COMO UMA ESCOLA DE NEGÓCIOS IV CONFERÊNCIA INTERAMERICANA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL RIAL Cláudio Boechat Fundação Dom Cabral 12 DE DEZEMBRO, 2006 F U N D A Ç Ã O

Leia mais

Dispõe sobre a Política Municipal de Turismo, institui o Fundo Municipal de Turismo - Fumtur - e dá outras providências.

Dispõe sobre a Política Municipal de Turismo, institui o Fundo Municipal de Turismo - Fumtur - e dá outras providências. Terça-feira, 30 de Junho de 2015 Ano:XXI - Edição N.: 4832 Poder Executivo Secretaria Municipal de Governo LEI Nº 10.823, DE 29 DE JUNHO DE 2015 Dispõe sobre a Política Municipal de Turismo, institui o

Leia mais

Responsabilidade na Gestão do Relacionamento com os Clientes. Política de comunicação Comercial; Excelência do atendimento;

Responsabilidade na Gestão do Relacionamento com os Clientes. Política de comunicação Comercial; Excelência do atendimento; Responsabilidade na Gestão do Relacionamento com os Clientes Política de comunicação Comercial; Excelência do atendimento; Danos potenciais dos produtos e serviços. PNQ 2007 - critérios: clientes e sociedade.

Leia mais

FÓRUM EMPRESARIAL SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE CORPORATIVA: UM PASSO ADIANTE

FÓRUM EMPRESARIAL SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE CORPORATIVA: UM PASSO ADIANTE AMCE NEGÓCIOS SUSTENTÁVEIS www.amce.com.br PROJETOS ESPECIAIS FÓRUM EMPRESARIAL SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE CORPORATIVA: UM PASSO ADIANTE 10º EVENTO TEMA: Investimento Social Privado: é possível

Leia mais

Retrospectiva 2012 / Tendências 2013

Retrospectiva 2012 / Tendências 2013 Retrospectiva 2012 / Tendências 2013 TERCEIRO SETOR, CULTURA E RESPONSABILIDADE SOCIAL 19/02/2013 Prezados clientes, Selecionamos os acontecimentos mais marcantes no campo jurídico no ano de 2012 sobre

Leia mais

Escritório Modelo da Faculdade de Diadema

Escritório Modelo da Faculdade de Diadema Escritório Modelo da Faculdade de Diadema Profª. Vânia Amaro Gomes Coordenação de Curso DIADEMA, 2015 Introdução Atualmente há uma grande dificuldade dos alunos egressos das Faculdades em obter emprego

Leia mais

visitas às instituições sociais. Os colaboradores voluntários também foram consultados, por meio da aplicação de um questionário.

visitas às instituições sociais. Os colaboradores voluntários também foram consultados, por meio da aplicação de um questionário. 1. Apresentação O Voluntariado Empresarial é um dos canais de relacionamento de uma empresa com a comunidade que, por meio da atitude solidária e proativa de empresários e colaboradores, gera benefícios

Leia mais

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO DA CEMIG COM A COMUNIDADE Substitui a NO-02.15 de 23/06/2009

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO DA CEMIG COM A COMUNIDADE Substitui a NO-02.15 de 23/06/2009 03/08/2010 Pág.01 POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO DA CEMIG COM A COMUNIDADE Substitui a NO-02.15 de 23/06/2009 1. INTRODUÇÃO 1.1 A Política de Comunicação da CEMIG com a Comunidade explicita as diretrizes que

Leia mais

Relatório de Sustentabilidade 2014

Relatório de Sustentabilidade 2014 1 Relatório de Sustentabilidade 2014 2 Linha do Tempo TAM VIAGENS 3 Política de Sustentabilidade A TAM Viagens uma Operadora de Turismo preocupada com a sustentabilidade, visa fortalecer o mercado e prover

Leia mais

Rede de Responsabilidade Social Empresarial pela Sustentabilidade

Rede de Responsabilidade Social Empresarial pela Sustentabilidade Rede de Responsabilidade Social Empresarial pela Sustentabilidade Existe a compreensão evidente por parte das lideranças empresariais, agentes de mercado e outros formadores de opinião do setor privado

Leia mais

MARKETING AMBIENTAL: UMA FERRAMENTA EMPRESARIAL ESTRATÉGICA

MARKETING AMBIENTAL: UMA FERRAMENTA EMPRESARIAL ESTRATÉGICA 1 MARKETING AMBIENTAL: UMA FERRAMENTA EMPRESARIAL ESTRATÉGICA Felipe Rogério Pereira (UniSALESIANO Araçatuba/SP) HerculesFarnesi Cunha ( Docente das Faculdades Integradas de Três Lagoas- AEMS e UniSALESIANO

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL: UM ESTUDO COM OS EMPREENDEDORES INCUBADOS NA INCTECh

RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL: UM ESTUDO COM OS EMPREENDEDORES INCUBADOS NA INCTECh RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL: UM ESTUDO COM OS EMPREENDEDORES INCUBADOS NA INCTECh TEMA: PARQUES TECNOLÓGICOS MODELANDO NOVAS CIDADES AUTOR: Andreici Daiani Vitor Vedovatto RESUMO ESTRUTURADO: Frente

Leia mais

Incentivos do Poder Público à atuação de entidades civis sem fins lucrativos, na área social. (1) renúncia fiscal

Incentivos do Poder Público à atuação de entidades civis sem fins lucrativos, na área social. (1) renúncia fiscal Incentivos do Poder Público à atuação de entidades civis sem fins lucrativos, na área social Associação Fundação Privada Associação Sindical Partidos Políticos (1) renúncia fiscal Subvencionada 1 Entidades

Leia mais

Bolsa de Valores de São Paulo - BOVESPA. Comunicação de Progresso - 2006

Bolsa de Valores de São Paulo - BOVESPA. Comunicação de Progresso - 2006 Bolsa de Valores de São Paulo - BOVESPA Comunicação de Progresso - 2006 Quem somos: Número de funcionários: 781 Número de empresas listadas: 391 Volume financeiro diário: R$ 2,4 bilhões Market Cap: R$

Leia mais

Lançamento. 25/agosto/2009

Lançamento. 25/agosto/2009 Lançamento Programa de Voluntariado Empresarial Sabesp 25/agosto/2009 Cenário externo Modelo de desenvolvimento insustentável; Desequilíbrio ambiental e escassez de recursos naturais; Aumento da pobreza,

Leia mais

Quer tirar seu projeto do fundo do baú?

Quer tirar seu projeto do fundo do baú? Quer tirar seu projeto do fundo do baú? Sumário 1. PATROCÍNIO... 2. SECRETARIA DE POLÍTICAS DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL... 3. INSTITUTO BRASILEIRO DE TURISMO... 4. FUND. COORD. DE APERF. DE PESSOAL

Leia mais

Rede de Áreas Protegidas, Turismo e Inclusão Social: de uma perspectiva da América do Sul para uma perspectiva global

Rede de Áreas Protegidas, Turismo e Inclusão Social: de uma perspectiva da América do Sul para uma perspectiva global Rede de Áreas Protegidas, Turismo e Inclusão Social: de uma perspectiva da América do Sul para uma perspectiva global (texto extraído da publicação IRVING, M.A.; BOTELHO, E.S.; SANCHO, A.; MORAES, E &

Leia mais

Palavras-chave Ação social, Comunicação, Investimento social privado, Responsabilidade Social

Palavras-chave Ação social, Comunicação, Investimento social privado, Responsabilidade Social Título Desafios na Comunicação da Ação Social Privada 1 Autores Prof. Dr. Paulo Nassar, professor da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo e presidente da ABERJE Associação Brasileira

Leia mais

I - Marketing social e societal

I - Marketing social e societal I - Marketing social e societal Professor Reginaldo Braga LUCAS 2 SEMESTRE 2010 Definições de marketing social Marketing social é a modalidade de ação mercadológica institucional que tem como objetivo

Leia mais

Marketing e Comunicação Cláudio Pessanha

Marketing e Comunicação Cláudio Pessanha Marketing e Comunicação Cláudio Pessanha Vamos Discutir... Um produto fala? Mesmo sendo esse produto um chinelo? Leiam o texto abaixo e falem comigo. Um produto tem o poder de falar por si só? E de que

Leia mais

Comunidades preparadas e comprometidas com a superação de seus desafios.

Comunidades preparadas e comprometidas com a superação de seus desafios. Apresentação O Instituto Camargo Corrêa, criado em dezembro de 2000 para orientar o investimento social privado das empresas do Grupo Camargo Corrêa, é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público

Leia mais

Francisco Chaves, Presidente Ibolyka Elizabeth, Diretora Executiva. www.iaap.org.br Lorena-SP

Francisco Chaves, Presidente Ibolyka Elizabeth, Diretora Executiva. www.iaap.org.br Lorena-SP Diretoria Francisco Chaves, Presidente Ibolyka Elizabeth, Diretora Executiva. www.iaap.org.br Lorena-SP O Terceiro Setor no Brasil Sumário: Histórico e Legislação Bandeira: a figura da Filantropia (do

Leia mais

CIEDS, Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável Missão:

CIEDS, Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável Missão: O CIEDS, Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável, é uma Instituição Social Sem Fins Lucrativos, de Utilidade Pública Federal, fundada em 1998, com sede na cidade do Rio de

Leia mais

ÉTICA E RESPONSABILIDADE SOCIAL

ÉTICA E RESPONSABILIDADE SOCIAL ÉTICA E RESPONSABILIDADE SOCIAL Camila Cristina S. Honório 1 Maristela Perpétua Ferreira 1 Rosecleia Perpétua Gomes dos Santos 1 RESUMO O presente artigo tem por finalidade mostrar a importância de ser

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL: CUMPRIMENTO ÀS NORMAS OU DIFERENCIAL DE MERCADO. Ariane Mendes, Danielle Rodrigues, Débora Bianco 1, Ana Cabanas n

RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL: CUMPRIMENTO ÀS NORMAS OU DIFERENCIAL DE MERCADO. Ariane Mendes, Danielle Rodrigues, Débora Bianco 1, Ana Cabanas n RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL: CUMPRIMENTO ÀS NORMAS OU DIFERENCIAL DE MERCADO Ariane Mendes, Danielle Rodrigues, Débora Bianco 1, Ana Cabanas n 1,n Faculdade Anhanguera de São José/ Pós-graduação em

Leia mais

Gestão Ambiental e Responsabilidade Social. Responsabilidade Social Empresarial. Aula 6. Contextualização. Definições, Conceitos e Terminologia

Gestão Ambiental e Responsabilidade Social. Responsabilidade Social Empresarial. Aula 6. Contextualização. Definições, Conceitos e Terminologia Gestão Ambiental e Responsabilidade Social Aula 6 Responsabilidade Social Empresarial Prof. Esp. Felipe Luiz Contextualização Instrumentalização Definições, Conceitos e Terminologia Responsabilidade obrigação

Leia mais

REGIME: Sociedade por ações de capital fechado, economia mista e com personalidade jurídica de direito privado

REGIME: Sociedade por ações de capital fechado, economia mista e com personalidade jurídica de direito privado Autorização Legislativa - Lei nº 12.439 de 18 de outubro de 2007 Assembleia de Fundação em 14/12/2007 REGIME: Sociedade por ações de capital fechado, economia mista e com personalidade jurídica de direito

Leia mais

Marketing de Causas Sociais

Marketing de Causas Sociais Marketing de Causas Sociais Denilson Motta denilson.motta@yahoo.com.br AEDB Lúcia Maria Aparecido Vieira lucivie3@hotmail.com UBM Vanderléia Duarte potter_van@yahoo.com.br AEDB Rayanna Mattos Viana rayannamviana@gmail.com

Leia mais

Espaços Culturais como estratégia de comunicação de marca

Espaços Culturais como estratégia de comunicação de marca Espaços Culturais como estratégia de comunicação de marca Casos: Oi, Vivo, Citibank e HSBC Objetivos a. Analisar as estratégias de comunicação das empresas que utilizam os espaços culturais do Rio de Janeiro

Leia mais

PROGRAMA SOCIAL COMO ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO DA SOCIEDADE: Experiência da Unidade Móvel do SENAC PE

PROGRAMA SOCIAL COMO ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO DA SOCIEDADE: Experiência da Unidade Móvel do SENAC PE PROGRAMA SOCIAL COMO ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO DA SOCIEDADE: Experiência da Unidade Móvel do SENAC PE Autor(a): Ivalda Barbosa do Nascimento Mandú Coautor(es): Rosana de Fátima Oliveira Pedrosa Email:

Leia mais

DISCIPLINA GESTÃO AMBIENTAL E RESPONSABILIDADE SOCIAL

DISCIPLINA GESTÃO AMBIENTAL E RESPONSABILIDADE SOCIAL FACULDADE NOVO MILÊNIO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO GERAL PROFESSORA CAMILA VIDAL DISCIPLINA GESTÃO AMBIENTAL E RESPONSABILIDADE SOCIAL Sustentabilidade Empresarial Face às rápidas mudanças no mundo empresarial,

Leia mais

Educação para a Sustentabilidade Projeto ESPM Social São Paulo

Educação para a Sustentabilidade Projeto ESPM Social São Paulo Educação para a Sustentabilidade Projeto ESPM Social São Paulo (Escola Superior de Propaganda e Marketing) Apresentação: Prof. Ismael Rocha Prof. Carlos Frederico Lucio São Paulo, julho de 2011 Indicadores

Leia mais

MELHORES PRÁTICAS DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES SOBRE SUSTENTABILIDADE Pronunciamento de Orientação CODIM

MELHORES PRÁTICAS DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES SOBRE SUSTENTABILIDADE Pronunciamento de Orientação CODIM MELHORES PRÁTICAS DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES SOBRE SUSTENTABILIDADE Pronunciamento de Orientação CODIM COLETIVA DE IMPRENSA Participantes: Relatores: Geraldo Soares IBRI; Haroldo Reginaldo Levy Neto

Leia mais

AS ATIVIDADES ESPORTIVAS E DE LAZER COMO CONTRIBUIÇÃO PARA A INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA NAS ESCOLAS MUNICIPAIS DE IGARASSU.

AS ATIVIDADES ESPORTIVAS E DE LAZER COMO CONTRIBUIÇÃO PARA A INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA NAS ESCOLAS MUNICIPAIS DE IGARASSU. AS ATIVIDADES ESPORTIVAS E DE LAZER COMO CONTRIBUIÇÃO PARA A INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA NAS ESCOLAS MUNICIPAIS DE IGARASSU. Autora: MARIA JOSÉ CALADO Introdução Diante da necessidade e do direito

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL E EMPRESAS

RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL E EMPRESAS RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL E EMPRESAS RESUMO DIADOSK, A.; FERREIRA, A. H. Valendo-se da real mudança de valores, as empresas estão engajadas à ideia de desenvolvimento sustentável e à preservação

Leia mais

INSTITUTO LOJAS RENNER

INSTITUTO LOJAS RENNER 2011 RELATÓRIO DE ATIVIDADES INSTITUTO LOJAS RENNER Instituto Lojas Renner Inserção de mulheres no mercado de trabalho, formação de jovens e desenvolvimento da comunidade fazem parte da essência do Instituto.

Leia mais

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL Dimensão Social

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL Dimensão Social DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL Dimensão Social Por Daiane Fontes 1 A preocupação da sociedade com relação aos temas ética, cidadania, direitos humanos, desenvolvimento econômico, Desenvolvimento Sustentável

Leia mais

Departamento de Qualificação e Certificação e Produção Associada ao Turismo

Departamento de Qualificação e Certificação e Produção Associada ao Turismo Ministério do Turismo Ministério do Turismo Departamento de Qualificação e Certificação e Produção Associada ao Turismo Funções e Objetivos Coordenar as ações voltadas à qualificação profissional e à melhoria

Leia mais

CONVITE À APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS INOVAÇÃO EM FINANCIAMENTO

CONVITE À APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS INOVAÇÃO EM FINANCIAMENTO CONVITE À APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS INOVAÇÃO EM FINANCIAMENTO FUNDO COMUM PARA OS PRODUTOS BÁSICOS (FCPB) BUSCA CANDIDATURAS A APOIO PARA ATIVIDADES DE DESENVOLVIMENTO DOS PRODUTOS BÁSICOS Processo de

Leia mais

Norma Permanente 4.1. GOVERNANÇA E GESTÃO 4.2. PRINCÍPIOS 4.3. INVESTIMENTO SOCIAL PRIVADO E INCENTIVADO

Norma Permanente 4.1. GOVERNANÇA E GESTÃO 4.2. PRINCÍPIOS 4.3. INVESTIMENTO SOCIAL PRIVADO E INCENTIVADO Resumo: Reafirma o comportamento socialmente responsável da Duratex. Índice 1. OBJETIVO 2. ABRANGÊNCIA 3. DEFINIÇÕES 3.1. PARTE INTERESSADA 3.2. ENGAJAMENTO DE PARTES INTERESSADAS 3.3. IMPACTO 3.4. TEMAS

Leia mais

SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO SOCIOECONÔMICO PROJETO

SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO SOCIOECONÔMICO PROJETO SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO SOCIOECONÔMICO PROJETO ABRIL / 2005 Apresentação SMPDSE SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO E A Secretaria Municipal de Planejamento e Desenvolvimento

Leia mais

Responsabilidade social sob a ótica das Relações Públicas: um estudo de caso sobre a Fundação Bradesco 1

Responsabilidade social sob a ótica das Relações Públicas: um estudo de caso sobre a Fundação Bradesco 1 Responsabilidade social sob a ótica das Relações Públicas: um estudo de caso sobre a Fundação Bradesco 1 Karla MOREIRA 2 Tiago MAINIERI 3 Universidade Federal de Goiás, Goiânia, GO RESUMO O presente artigo

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA DA EMPRESA LUZ E FORÇA SANTA MARIA S/A

CÓDIGO DE ÉTICA DA EMPRESA LUZ E FORÇA SANTA MARIA S/A CÓDIGO DE ÉTICA DA EMPRESA LUZ E FORÇA SANTA MARIA S/A O código de ética da Empresa Luz e Força Santa Maria S/A contempla as seguintes partes interessadas: empregados, fornecedores, meio ambiente, consumidores

Leia mais

Guia para Boas Práticas

Guia para Boas Práticas Guia para 1 Definir o destino de parte do imposto que você vai, obrigatoriamente, pagar é uma possibilidade legítima e acessível. Basta escolher qual projeto, seja ele cultural, esportivo ou social, você

Leia mais

Política de Patrocínio

Política de Patrocínio SUMÁRIO APRESENTAÇÃO...02 1. OBJETIVO INSTITUCIONAL...03 2. OBJETIVOS ESTRATÉGICOS...04 3. LINHAS DE ATUAÇÃO...05 3.1 Projetos prioritários...05 3.2 Projetos que não podem ser patrocinados...05 4. ABRANGÊNCIA...06

Leia mais

Política de doação de Mídia Social

Política de doação de Mídia Social Política de doação de Mídia Social 1.Objetivo A presente política tem como objetivo definir critérios institucionais para cada modalidade de parceria em Mídia Social estabelecida pela Rede Gazeta e adotada

Leia mais

PROJETOS SOCIAIS E OS OBJETIVOS DO MILÊNIO

PROJETOS SOCIAIS E OS OBJETIVOS DO MILÊNIO PROJETOS SOCIAIS E OS OBJETIVOS DO MILÊNIO DIFERENCIANDO OS TRÊS SETORES Primeiro Setor A origem e a destinação dos recursos são públicos. Segundo Setor Corresponde ao capital privado, sendo a aplicação

Leia mais

UMA BREVE ANÁLISE SOBRE A INTERAÇÃO COMERCIARIO-SINDICATO NO COMÉRCIO GARCENSE

UMA BREVE ANÁLISE SOBRE A INTERAÇÃO COMERCIARIO-SINDICATO NO COMÉRCIO GARCENSE UMA BREVE ANÁLISE SOBRE A INTERAÇÃO COMERCIARIO-SINDICATO NO COMÉRCIO GARCENSE João Luiz Patroni Junior jjpatroni@gmail.com Karina de Oliveira da Silva karyguedes@hotmail.com Discentes da Faculdade de

Leia mais

SOBRE A FÉRIAS VIVAS MISSÃO. Lutar pela conscientização e proteger vidas no turismo nacional. VISÃO

SOBRE A FÉRIAS VIVAS MISSÃO. Lutar pela conscientização e proteger vidas no turismo nacional. VISÃO SOBRE A FÉRIAS VIVAS A Associação Férias Vivas é a primeira ONG de âmbito nacional voltada para a segurança no turismo e no lazer. A organização foi criada em 2002 a partir da iniciativa de um grupo de

Leia mais

c) Ênfase na importância e necessidade de contínuo aprimoramento cultural e profissional de todos os envolvidos.

c) Ênfase na importância e necessidade de contínuo aprimoramento cultural e profissional de todos os envolvidos. TÍTULO Código de Conduta Ética da Organização Bradesco GESTOR Banco Bradesco S.A. ABRANGÊNCIA Unidades no Exterior, Agências, Departamentos, Empresas Ligadas DATA DE PUBLICAÇÃO 07/08/2015 Descrição: 1.

Leia mais

MEETING DO MARKETING

MEETING DO MARKETING MEETING DO MARKETING Reputação Corporativa Ativo com Resultados Tangíveis Cristina Panella Cristina Panella Setembro Pág1 2007 Toda empresa funciona num meio ambiente de públicos Philip Kotler Pág2 Tipos

Leia mais

DIRECIONADORES DA AÇÃO EMPRESARIAL

DIRECIONADORES DA AÇÃO EMPRESARIAL DIRECIONADORES DA AÇÃO EMPRESARIAL Na ASBRASIL, já foram estabelecidas as direções básicas da ação empresarial, conforme estabelecido em nosso plano de negócios que deseja se consolidar em uma cultura

Leia mais

PROGRAMA DE ADOÇÃO DE PRINCÍPIOS SOCIOAMBIENTAIS

PROGRAMA DE ADOÇÃO DE PRINCÍPIOS SOCIOAMBIENTAIS A Copagaz A Copagaz, primeira empresa do Grupo Zahran, iniciou suas atividades em 1955 distribuindo uma tonelada de Gás Liquefeito de Petróleo - GLP por dia nos estados de São Paulo, Mato Grosso e Mato

Leia mais

Faturamento da Indústria R$ 832 milhões. Faturamento Rede R$ 2,4 bilhões. 70 lojas e 1000 pontos de venda espalhados por 20 países.

Faturamento da Indústria R$ 832 milhões. Faturamento Rede R$ 2,4 bilhões. 70 lojas e 1000 pontos de venda espalhados por 20 países. Faturamento da Indústria R$ 832 milhões. Faturamento Rede R$ 2,4 bilhões. 70 lojas e 1000 pontos de venda espalhados por 20 países. 2500 lojas no Brasil, em 1400 cidades. Mix de 600 produtos. 1200 Colaboradores.

Leia mais

ANEXO I CONDIÇÕES E CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CAPACITAÇÃO. Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente

ANEXO I CONDIÇÕES E CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CAPACITAÇÃO. Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente ANEXO I CONDIÇÕES E CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CAPACITAÇÃO I ÁREAS DE INTERESSE Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente a) Capacitação para implantação dos planos estaduais

Leia mais

EMPRESARIAL VOLUNTARIADO. Aspectos Jurídicos. www.voluntariado.org.br. Apoio:

EMPRESARIAL VOLUNTARIADO. Aspectos Jurídicos. www.voluntariado.org.br. Apoio: www.voluntariado.org.br VOLUNTARIADO EMPRESARIAL Aspectos Jurídicos Apoio: No cumprimento de sua missão de "incentivar e consolidar a cultura e o trabalho voluntário na cidade de São Paulo e promover a

Leia mais

Construindo a interação entre universidade e empresas: O que os atores pensam sobre isso?

Construindo a interação entre universidade e empresas: O que os atores pensam sobre isso? i n o v a ç ã o 8 Construindo a interação entre universidade e empresas: O que os atores pensam sobre isso? Carla Conti de Freitas Yara Fonseca de Oliveira e Silva Julia Paranhos Lia Hasenclever Renata

Leia mais

Autores: ANNARA MARIANE PERBOIRE DA SILVA, MARIA HELENA CAVALCANTI DA SILVA

Autores: ANNARA MARIANE PERBOIRE DA SILVA, MARIA HELENA CAVALCANTI DA SILVA RELAÇÕES ENTRE A EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA E O SETOR DE HOSPITALIDADE: um estudo de caso aplicável ao curso Técnico de Hospedagem Secretaria de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente de Pernambuco Autores: ANNARA

Leia mais

RESENHAS. Marketing Turístico e de Hospitalidade: Fonte de Empregabilidade e Desenvolvimento para o Brasil

RESENHAS. Marketing Turístico e de Hospitalidade: Fonte de Empregabilidade e Desenvolvimento para o Brasil RESENHAS Marketing Turístico e de Hospitalidade: Fonte de Empregabilidade e Desenvolvimento para o Brasil Erika Helena Bautto Completa, abrangente e extremamente didática, Marketing Turístico e de Hospitalidade:

Leia mais

ÉTICA GERAL E PROFISSIONAL MÓDULO 7

ÉTICA GERAL E PROFISSIONAL MÓDULO 7 ÉTICA GERAL E PROFISSIONAL MÓDULO 7 Índice 1. Ética empresarial...3 2 1. ÉTICA EMPRESARIAL É neste contexto, e com o objetivo de o mundo empresarial recuperar a confiança, que vai surgindo a ética Empresarial.

Leia mais

Instituto Ethos. de Empresas e Responsabilidade Social. Emilio Martos Gerente Executivo de Relacionamento Empresarial

Instituto Ethos. de Empresas e Responsabilidade Social. Emilio Martos Gerente Executivo de Relacionamento Empresarial Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social Emilio Martos Gerente Executivo de Relacionamento Empresarial Missão do Instituto Ethos Mobilizar, sensibilizar e ajudar as empresas a gerir seus negócios

Leia mais

Política de Comunicação do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) - PCS

Política de Comunicação do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) - PCS Política de Comunicação do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) - PCS POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO DO SERVIÇO FEDERAL DE PROCESSAMENTO DE DADOS (SERPRO) - PCS A Política de Comunicação do Serviço

Leia mais

A ÉTICA E O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL SOB A ÓTICA DAS ORGANIZAÇÕES

A ÉTICA E O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL SOB A ÓTICA DAS ORGANIZAÇÕES A ÉTICA E O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL SOB A ÓTICA DAS ORGANIZAÇÕES Ítalo Camilo da Silva Nogueira Mestrando em Desenvolvimento Regional (mídias sociais), docente na Faculdade Nossa Senhora Aparecida/FANAP-GO.

Leia mais

Regulamento do Prêmio Concred Verde

Regulamento do Prêmio Concred Verde Regulamento do Prêmio Concred Verde Brasília-DF, fevereiro de 2012. Para ocorrer desenvolvimento sustentável é preciso comprometimento com uma visão responsável que busca o equilíbrio social e a interação

Leia mais

1. APRESENTAÇÃO -------------------------------------------------------------------- 2

1. APRESENTAÇÃO -------------------------------------------------------------------- 2 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO -------------------------------------------------------------------- 2 2. OBJETIVOS----------------------------------------------------------------------------- 4 2.1. Objetivo

Leia mais

Administração Ambiental: Uma Abordagem Teórica Sobre Avaliação de Impactos Ambientais e Licenciamento

Administração Ambiental: Uma Abordagem Teórica Sobre Avaliação de Impactos Ambientais e Licenciamento Administração Ambiental: Uma Abordagem Teórica Sobre Avaliação de Impactos Ambientais e Licenciamento Environmental Management: A Theoretical Approach About Environmental Impact Assessment and Licensing

Leia mais

Especialização em Gestão Estratégica de Projetos Sociais

Especialização em Gestão Estratégica de Projetos Sociais Especialização em Gestão Estratégica de Apresentação CAMPUS COMÉRCIO Inscrições Abertas Turma 02 --> Início Confirmado: 07/06/2013 últimas vagas até o dia: 05/07/2013 O curso de Especialização em Gestão

Leia mais

EDUCAÇÃO CORPORATIVA NO BRASIL NO CONTEXTO DAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE EMPREGO

EDUCAÇÃO CORPORATIVA NO BRASIL NO CONTEXTO DAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE EMPREGO EDUCAÇÃO CORPORATIVA NO BRASIL NO CONTEXTO DAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE EMPREGO Remígio Todeschini 1 1.Introdução O presente texto pretende ser uma contribuição inicial da relação de cooperação entre a Educação

Leia mais

Código de Conduta Ética da. Organização Bradesco

Código de Conduta Ética da. Organização Bradesco Código de Conduta Ética da Organização Bradesco Caros Colaboradores, O regime da livre iniciativa e concorrência impõe às empresas, seus representantes, prepostos e funcionários conduzirem-se dentro de

Leia mais

5. Considerações finais

5. Considerações finais 99 5. Considerações finais Ao término da interessante e desafiadora jornada, que implicou em estabelecer um olhar crítico e relativamente distanciado em relação ao universo pesquisado, na medida em que

Leia mais

- Terceiro Setor e Sociedade Civil Organizada -

- Terceiro Setor e Sociedade Civil Organizada - - Terceiro Setor e Sociedade Civil Organizada - 1 Terceiro Setor Denominação de um setor além governo e do privado/empresas. Define a atuação de organizações não estatais e sem fins lucrativos. Divisão

Leia mais