Sumário. PREVIDÊNCIA SOCIAL TRABALHO FGTS. DEVOLUÇÃO DE VALORES Preenchimento Circular 462 CAIXA...069

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1 ÚLTIMO DIÁRIO PESQUISADO 29/01/2009 Fascículo Semanal nº 05 Ano XLIII 2009 FECHAMENTO: 29/01/2009 EXPEDIÇÃO: 01/02/2009 PÁGINAS: 074/069 Sumário PREVIDÊNCIA SOCIAL APOSENTADORIA POR IDADE Concessão Benefício em 30 Minutos Lembrete TRABALHO CONTRIBUIÇÃO SINDICAL Autônomos Lembrete Profissionais Liberais Lembrete DÉBITO TRABALHISTA Atualização Fevereiro/2009 Tabela Prática FARMACÊUTICO Exercício da Profissão Serviços de Diálise Resolução 500 CFF FGTS ALTERAÇÃO DE DADOS CADASTRAIS Preenchimento Por Meio do SEFIP Circular 462 CAIXA COMUNICAÇÃO DE MOVIMENTAÇÃO AO FGTS Preenchimento Por Meio do Conectividade Social Circular 462 CAIXA DEVOLUÇÃO DE VALORES PTC PEDIDO DE TRANSFERÊNCIA DE CONTAS RDE RETIFICAÇÃO DE DADOS DO EMPREGADOR RDT RETIFICAÇÃO DE DADOS DO TRABALHADOR RETIFICAÇÃO COM DEVOLUÇÕES DO FGTS RETIFICAÇÃO DE DADOS CADASTRAIS Preenchimento Por Meio do Conectividade Social Circular 462 CAIXA RETIFICAÇÃO DE INFORMAÇÕES RETIFICAÇÃO DO RECOLHIMENTO RESCISÓRIO INFORMATIVO DINÂMICO 074

2 COAD FASCÍCULO 05/2009 PREVIDÊNCIA SOCIAL PREVIDÊNCIA SOCIAL LEMBRETE APOSENTADORIA POR IDADE Concessão Veja as regras que permitem a concessão da aposentadoria por idade em 30 minutos Desde , a concessão da aposentadoria por idade para os trabalhadores urbanos em apenas 30 minutos está ocorrendo normalmente em todo o país. O novo sistema, que permite o reconhecimento automático de direitos, é resultado da ampliação da base de dados do CNIS Cadastro Nacional de Informações Sociais, e facilita o atendimento aos segurados que não precisam mais comprovar a autenticidade dos dados já incluídos no cadastro. Para o recebimento da aposentadoria por idade são exigidos, cumulativamente, a idade mínima e tempo de contribuição. Neste Comentário, vamos abordar quais as regras legais básicas para que o benefício seja concedido pelo INSS. 1. QUEM TEM DIREITO Têm direito ao benefício os trabalhadores urbanos do sexo masculino a partir dos 65 anos e do sexo feminino a partir dos 60 anos de idade CONCESSÃO A aposentadoria por idade será devida para o empregado, inclusive doméstico, a partir da data de: desligamento do emprego, quando solicitada até 90 dias após o desligamento; entrada do requerimento, quando não houver desligamento do emprego ou quando solicitada após 90 dias do desligamento. Para os demais segurados, a partir da data de entrada do requerimento. 2. CARÊNCIA É o tempo mínimo de contribuição que o trabalhador precisa comprovar para ter direito a um benefício previdenciário. Para solicitar o benefício, os trabalhadores urbanos inscritos na Previdência Social a partir de precisam comprovar 180 contribuições mensais. Já os segurados urbanos filiados até , devem comprovar o número de contribuições exigidas de acordo com o ano em que implementaram as condições para requerer o benefício. No ano de 2009, é exigida a carência de 168 meses de contribuição, ou seja, 14 anos. 3. PERDA DA QUALIDADE DE SEGURADO Cabe ressaltar que a perda da qualidade de segurado não será considerada para a concessão de aposentadoria por idade, desde que o trabalhador tenha cumprido o tempo mínimo de contribuição exigido, no ano em que implementou a idade. 4. DESISTÊNCIA A aposentadoria por idade é irreversível e irrenunciável. Isto significa que depois que receber o primeiro pagamento ou sacar o PIS e/ou FGTS (o que ocorrer primeiro), o segurado não poderá desistir do benefício. Sobre o assunto, divulgamos um Comentário no Fascículo 12/2008, deste Colecionador. 5. RESCISÃO DO CONTRATO DE TRABALHO O trabalhador não precisa sair do emprego para requerer a aposentadoria. 6. REQUERIMENTO O benefício pode ser solicitado, por meio de agendamento prévio pelo telefone 135, da Central de Atendimento da Previdência Social ou pelo portal da Previdência Social na Internet, mediante o cumprimento das exigências legais (idade mínima e carência). Pela Central de Atendimento, o trabalhador fica sabendo imediatamente o dia, a hora e a agência onde será feito o atendimento. É importante que o segurado compareça no dia e hora marcados, para não prejudicar o atendimento a outras pessoas. 7. CADASTRO NACIONAL DE INFORMAÇÕES SOCIAIS O CNIS é um banco de dados que armazena as informações necessárias para garantir direitos trabalhistas e previdenciários dos trabalhadores. Por determinação legal, até o final de 2008 o segurado era obrigado a comprovar os seus direitos, por meio de documentos. Com a nova legislação, o INSS está autorizado a considerar como prova legal todas as informações constantes do cadastro. De acordo com Decreto 6.722/2008, os dados constantes no CNIS valem para todos os efeitos como prova de filiação à Previdência Social, relação de emprego, tempo de serviço ou de contribuição e salários-de-contribuição, podendo, em caso de dúvida, ser exigida pelo INSS a apresentação dos documentos que serviram de base à anotação. Da mesma forma, o segurado poderá solicitar, a qualquer momento, a inclusão, exclusão ou retificação das informações constantes do CNIS com a apresentação de documentos comprobatórios dos dados divergentes, conforme critérios definidos pelo INSS DOCUMENTAÇÃO Caso as informações cadastrais, vínculos e remunerações estejam constando corretamente no CNIS, será necessário apresentar os seguintes documentos: NIT Número de Identificação do Trabalhador (PIS/PASEP ou número de inscrição do contribuinte individual/facultativo/empregado doméstico); Documento de identificação (Carteira de Identidade e/ou Carteira de Trabalho e Previdência Social); CPF Cadastro de Pessoa Física (documento obrigatório) CONSULTA DOS DADOS As informações sobre os dados no CNIS poderão ser obtidas na Agência Eletrônica de Serviços aos Segurados no portal da Previdência Social, por meio do site INFORMATIVO DINÂMICO 073

3 COAD FASCÍCULO 05/2009 PREVIDÊNCIA SOCIAL/TRABALHO módulo serviços, opção Consulta às Inscrições do Trabalhador (PREVCidadão) e Consulta Integrada às Informações do Trabalhador (PREVCidadão). Para obtenção das informações, quando do acesso ao sistema será exigido a informação do NIT e senha. A senha será cadastrada junto a APS Agência da Previdência Social de sua preferência TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO EM OUTROS REGIMES A inclusão do tempo de contribuição prestado em outros regimes de previdência dependerá da apresentação de Certidão de Tempo de Contribuição emitida pelo órgão de origem. Para inclusão de tempo de serviço militar, é necessário apresentar Certificado de Reservista ou Certidão emitida pelo Ministério do Exército, Marinha ou Aeronáutica INCLUSÃO DE INFORMAÇÕES Não constando do CNIS informações sobre contribuições ou remunerações, ou havendo dúvida sobre a regularidade do vínculo, motivada por divergências ou insuficiências de dados relativos ao empregador, ao segurado, à natureza do vínculo, ou a procedência da informação, esse período respectivo somente será confirmado mediante a apresentação pelo segurado da documentação comprobatória solicitada pelo INSS. Neste caso, é recomendável que o trabalhador compareça ao atendimento munido de documentos, de acordo com a sua categoria de segurado. No caso dos segurados empregado e doméstico, são os seguintes documentos que devem ser apresentados: NIT (PIS/PASEP) ou número de inscrição do contribuinte individual/empregado doméstico; Documento de identificação (Carteira de Identidade e/ou Carteira de Trabalho e Previdência Social); CPF, Certidão da Nascimento ou Casamento; Todos os comprovantes de recolhimento à Previdência Social (Guias ou Carnês de recolhimento de contribuições, Guia de Recolhimento do Contribuinte Individual (GRCI), Guia da Previdência Social (GPS), como doméstico; Carteira de Trabalho e Previdência Social. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL: Lei , de (Informativo 19/2003); Decreto 3.048, de Regulamento da Previdência Social artigos 19, 51, 52 e 182 (Portal COAD); Decreto 6.208, de (Fascículo 38/2007); Decreto 6.722, de (Fascículo 02/2009); Instrução Normativa 20 INSS, de (Portal COAD); Instrução Normativa 36 INSS, de (Fascículo 02/2009). TRABALHO LEMBRETE CONTRIBUIÇÃO SINDICAL Profissionais Liberais Termina em o prazo para recolhimento da Contribuição Sindical dos Autônomos e Profissionais Liberais A contribuição sindical é devida por todos aqueles que participam de uma determinada categoria econômica ou profissional, ou de uma profissão liberal, em favor do sindicato representativo da respectiva categoria ou profissão ou, inexistindo este, da Federação correspondente à categoria econômica ou profissional. Neste Comentário, estamos analisando os procedimentos necessários ao cálculo e ao recolhimento da contribuição sindical dos autônomos e profissionais liberais. 1. BASE DE CÁLCULO A contribuição sindical é recolhida de uma só vez e anualmente. Tratando-se de profissionais liberais ou trabalhadores autônomos, não organizados em firma, (inclusive do setor rural), a contribuição sindical corresponde a 30% do MVR Maior Valor de Referência APURAÇÃO DO VALOR O Governo Federal, com o intuito de desindexar a economia, determinou que os valores constantes da legislação em vigor, vinculados ao MVR, deviam ser convertidos pelo valor de Cr$ 2.266,17, permanecendo este valor inalterado. Com a instituição da UFIR Unidade Fiscal de Referência, para atualização monetária de tributos e valores expressos em cruzeiros na legislação tributária federal, foi determinado também que esse referencial se aplicaria às contribuições de interesse de categorias profissionais ou econômicas. Desde , com a extinção da UFIR, os valores não foram mais atualizados, ficando fixados em Real após as conversões realizadas, salvo se a legislação for novamente modificada. Assim, para obtermos o valor em Real, dividimos o MVR fixado em Cr$ 2.266,17 por Cr$ 126,8621, achando-se a quantidade de UFIR a ser multiplicada pelo valor da UFIR vigente até , conforme segue: Cr$ 2.266,17 Cr$ 126,8621 = 17,8633 UFIR 17,8633 UFIR x R$ 1,0641 (UFIR/2000) = R$ 19,0083, que, por critério de arredondamento, passa a ser R$ 19,01 R$ 19,01 x 30% = R$ 5,70 Desta forma, o valor da contribuição sindical dos profissionais liberais e dos autônomos, não organizados em firma ou empresa, resulta em R$ 5,70. INFORMATIVO DINÂMICO 072

4 COAD FASCÍCULO 05/2009 TRABALHO 1.2. FEDERAÇÕES E SINDICATOS Cabe ressaltar que algumas federações, associações ou mesmo sindicatos de profissionais liberais fixam anualmente a contribuição sindical, que por questões de critério, diferem em valores da que divulgamos com base na legislação. Diante do fato apresentado, cabe ao profissional liberal decidir qual o valor que vai utilizar para o recolhimento da referida contribuição. 2. MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO O MTE Ministério do Trabalho e Emprego, através da Nota Técnica 125 CGRT-SRT/2003, ratificou nosso entendimento, esclarecendo que o valor da contribuição sindical devida pelos trabalhadores autônomos e profissionais liberais é de R$ 5, ÉPOCA DO RECOLHIMENTO O recolhimento da contribuição sindical dos profissionais liberais e autônomos deve ser realizado no mês de fevereiro de cada ano, encerrando-se o prazo no ano de 2009, no dia ACRÉSCIMOS NO RECOLHIMENTO EM ATRASO A contribuição sindical recolhida, espontaneamente, fora do prazo de vencimento fica sujeita aos seguintes acréscimos: MULTA 10% sobre o valor da contribuição, nos primeiros 30 dias, acrescida de 2% por mês subseqüente de atraso; JUROS 1% ao mês, ou fração de mês; CORREÇÃO MONETÁRIA calculada de acordo com os coeficientes aplicáveis aos débitos para com a Fazenda Nacional, quando for o caso. Na determinação do percentual da multa de mora, pode ser utilizada a fórmula a seguir: Multa = (2x + 10) 2 Donde x = número de meses em atraso. O artigo 600 da CLT Consolidação das Leis do Trabalho, comando legal para a aplicação de acréscimos legais, nos recolhimentos em atraso da contribuição sindical, é omisso no que diz respeito à base de cálculo dos juros e da multa de mora. Entendemos que a multa e os juros devam incidir sobre o valor do débito corrigido monetariamente. No entanto, como este assunto tem gerado controvérsia, sugerimos que, antes de se proceder ao recolhimento em atraso da contribuição, seja contatada a entidade sindical respectiva. Com relação aos acréscimos, esclarecemos que os débitos para com a Fazenda Nacional, cujos fatos geradores tenham ocorrido a partir de 1995, não sofrem incidência de correção monetária SUSPENSÃO DO EXERCÍCIO PROFISSIONAL A CLT determina que, para os profissionais liberais, a penalidade pelo não recolhimento da contribuição sindical consistirá na suspensão do exercício profissional, até a necessária quitação, e será aplicada pelos órgãos públicos autárquicos disciplinadores das respectivas profissões mediante comunicação das autoridades fiscalizadoras GRCSU GUIA DE RECOLHIMENTO DE CONTRIBUIÇÃO SINDICAL URBANA A GRCSU é o único documento hábil para a quitação dos valores devidos a título de contribuição sindical urbana, sendo composta de duas vias: a) uma destinada ao contribuinte, para comprovação da regularidade da arrecadação; e b) outra à entidade arrecadadora. A GRCSU está disponível para preenchimento no endereço eletrônico da CAIXA (www.caixa.gov.br)e do MTE(www.mte.gov.br). A CAIXA também disponibiliza terminais em suas agências para o preenchimento da guia para os contribuintes que não tiverem acesso à internet Local de Recolhimento A contribuição sindical pode ser recolhida em qualquer agência bancária, bem como em todos os canais da CAIXA (agências, unidades lotéricas, correspondentes bancários, postos de autoatendimento). 4. PROFISSIONAL LIBERAL COM VÍNCULO EMPREGATÍCIO NA MESMA PROFISSÃO É facultado ao profissional liberal, registrado como empregado para exercer efetivamente na firma ou empresa a respectiva profissão, o recolhimento da contribuição sindical à entidade representativa da categoria profissional. O recolhimento, nesse caso, é efetuado pelo próprio contribuinte, até o último dia de fevereiro de cada ano CONSELHO DE FISCALIZAÇÃO DA PROFISSÃO Contudo, a contribuição paga por estes profissionais liberais em favor dos seus respectivos conselhos de fiscalização não excetua o recolhimento da contribuição sindical prevista na CLT. Isto porque, os conselhos de fiscalização da profissão não são considerados entidades sindicais ADVOGADOS Por outro lado, o recolhimento da contribuição anual à OAB Ordem dos Advogados do Brasil isenta os inscritos nos seus quadros do pagamento obrigatório da contribuição sindical. 5. PROFISSIONAL LIBERAL COM VÍNCULO EMPREGATÍCIO EM OUTRA ATIVIDADE Nos casos em que o profissional, apesar de ser habilitado pelo respectivo órgão de representação profissional, não desenvolva efetivamente a profissão na empresa de que seja empregado, ainda que contribua diretamente para o sindicato da sua categoria profissional, terá, também, de submeter-se ao desconto da contribuição, mediante desconto em seu salário, em favor da entidade que represente os demais empregados da empresa a que esteja vinculado. 6. COMPROVAÇÃO DO RECOLHIMENTO Ressaltamos que as empresas somente deixarão de efetuar o desconto das contribuições dos profissionais liberais quando estes apresentarem, durante o mês de março, ou no mês em que seria devida a sua contribuição, prova do recolhimento às respectivas entidades. Caso contrário, adotarão o mesmo procedimento aplicado aos demais empregados. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL: Lei 8.178, de (DO-U de ); Lei 8.383, de (DO-U de ); Lei 8.906, de artigo 47 (DO-U de ); Lei , de (Informativo 30/2002); Decreto-Lei 5.452, de Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) artigos 579, 580, 583, 585, 599 e 600 (Portal COAD), Portaria 488 MTE, de (Informativo 47/2005); Portaria MTE, de (Portal COAD); Nota Técnica 125 CGRT-SRT, de (Informativo 02/2004). INFORMATIVO DINÂMICO 071

5 COAD FASCÍCULO 05/2009 TRABALHO TABELA PRÁTICA DÉBITO TRABALHISTA Atualização Tabela para atualização de débitos trabalhistas para fevereiro/2009 Resolução 008/2005 do Conselho Superior da Justiça do Trabalho atualizada até para pagamento em Até dez/85: DL 75, de ; Decreto , de ; Lei de ; Decreto , de ; Portaria SEPLAN 250, de jan e fev/86: Port. Interministerial 117, de mar/86 a fev/87: DL 2.283, de ; DL 2.284, de , DL 2.290, de , alterado pelo DL 2.311, de mar/87 a jan/89: DL de fev/89 a jan/91: Lei 7.730, de ; Lei 7.738, de ; Lei 8.024/90; Comunicado BACEN 2.067, de fev/91 a mai/93: MP 292, de , convertida na Lei 8.177, de jun/93 a jun/94: Lei 8.660/93. jul/94: Lei 8.880/94; Resolução BACEN 2.097/94. ago/94 em diante: Lei 9.069, de , Lei , de Esta tabela não inclui juros de mora, que devem ser calculados sobre os valores corrigidos. Exemplo prático expresso em moeda corrente: R$ 5.000,00 em janeiro/2001 x 1, = R$ 6.071,76 MÊS Jan 1, , , , , , Fev 1, , , , , , Mar 1, , , , , , Abr 1, , , , , , Mai 1, , , , , , Jun 1, , , , , , Jul 1, , , , , , Ago 1, , , , , , Set 1, , , , , , Out 1, , , , , , Nov 1, , , , , , Dez 1, , , , , , MÊS Jan 1, , , , , , Fev 1, , , , , , Mar 1, , , , , Abr 1, , , , , Mai 1, , , , , Jun 1, , , , , Jul 1, , , , , Ago 1, , , , , Set 1, , , , , Out 1, , , , , Nov 1, , , , , Dez 1, , , , , NOTA COAD: A referida Tabela também pode ser obtida no Portal COAD OBRIGAÇÕES Tabelas Práticas Atualização de Débitos Trabalhistas. INFORMATIVO DINÂMICO 070

6 COAD FASCÍCULO 05/2009 TRABALHO/FGTS RESOLUÇÃO 500 CFF, DE (DO-U DE ) CFF define as atribuições do Farmacêutico nos Serviços de Diálise O CFF Conselho Federal de Farmácia, através deste Ato, estabeleceu que são atribuições do Farmacêutico no âmbito dos Serviços de Diálise, de natureza pública ou privada: I Contribuir para prover os meios necessários para o monitoramento e prevenção dos riscos de natureza química, física e biológica inerentes aos procedimentos correspondentes a cada tipo de tratamento realizado nos Serviços de Diálise; II Controlar, monitorar e garantir a qualidade do tratamento de água e do dialisato, através de: a) coleta, transporte e armazenamento das amostras; b) análises físico-químicas e microbiológicas; c) interpretação dos resultados das análises; d) acompanhamento e execução das medidas de ações corretivas; III Participar da seleção e qualificação dos fornecedores de medicamentos, produtos para a saúde, equipamentos, insumos e saneantes; IV Atuar, juntamente com a equipe multiprofissional, na elaboração das rotinas padronizadas, orientando e capacitando o pessoal para utilização segura dos saneantes e realização de limpeza e desinfecção das áreas e utensílios; V Participar das decisões relativas à terapia medicamentosa e aos protocolos clínicos; VI Estabelecer um sistema eficiente, eficaz e seguro de transporte e dispensação, com rastreabilidade, para pacientes em atendimento nos Serviços de Diálise; VII Cumprir e fazer cumprir a legislação relativa ao armazenamento, conservação, controle de estoque de medicamentos, produtos para a saúde, saneantes, insumos e matérias-primas, bem como as normas relacionadas com a distribuição e utilização dos mesmos; VIII Promover ações de educação permanente, no âmbito do uso racional de medicamentos e demais produtos utilizados nos Serviços de Diálise, aos demais membros da equipe multiprofissional; FARMACÊUTICO Exercício da Profissão IX Participar ativamente do Programa de Controle e Prevenção de Infecção e de Eventos Adversos, auxiliando: a) na implementação da vigilância epidemiológica sistematizada dos episódios de infecção e reação pirogênica; b) na investigação epidemiológica nos casos de Eventos Adversos Graves, visando à intervenção com medidas de controle e prevenção; c) na avaliação das rotinas escritas relacionadas ao controle das doenças infecciosas; X Participar ativamente no Programa de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde; XI Realizar e manter arquivos dos registros das ações farmacêuticas, em conformidade com a legislação; XII Executar as operações farmacotécnicas dos saneantes, entre as quais: diluição, fracionamento, reconstituição, envase, análise e controle de qualidade; XIII Elaborar manuais técnicos com fluxogramas e procedimentos operacionais pertinentes, bem como formulários próprios; XIV Controlar e estabelecer um sistema eficiente de abastecimento e controle para o carro de emergência, garantindo o atendimento de emergência médica, viabilizando as condições mínimas necessárias para a rastreabilidade dos produtos e reposição segura; XV Executar procedimentos de análises clínicas, observando os cuidados pré-analíticos, analíticos e pós-analíticos: a) treinar e supervisionar a equipe de coleta de material biológico com relação à padronização de materiais, procedimentos e cuidados na coleta, armazenamento e transporte das amostras biológicas; b) implementar sistemática de análise, registro e informação dos resultados críticos obtidos nos exames laboratoriais; c) atuar, juntamente com o médico nefrologista, na análise e avaliação de resultados laboratoriais discrepantes, quanto à possibilidade de interferências pré-analíticas, analíticas ou relacionadas ao quadro clínico do paciente. FGTS CIRCULAR 462 CAIXA, DE (DO-U DE ) RETIFICAÇÃO DE DADOS CADASTRAIS Preenchimento CAIXA disponibiliza no seu site Manual de Orientações ao Empregador para retificação, transferência e devolução do FGTS O referido Manual define normas e procedimentos para Retificação de Dados, Transferência de Contas Vinculadas e Devolução de Valores Recolhidos a Maior junto ao FGTS. Ficam revogadas as Circulares CAIXA 449, de (Fascículo 42/2008) e 452, de (Fascículo 43/2008). A CAIXA ECONÔMICA FEDERAL (CAIXA), na qualidade de Agente Operador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 7º, inciso II, da Lei nº 8.036/90, de , e de acordo com o Regulamento Consolidado do FGTS, aprovado pelo Decreto nº /90, de alterado pelo Decreto nº 1.522/95, de , em consonância com a Lei nº 9.012/95, de , baixa a presente Circular. 1. ORIENTAÇÕES GERAIS 1.1. O Manual de Orientações ao Empregador Retificação de Dados, Transferência de Contas Vinculadas e Devolução de Valores Recolhidos a Maior, versão 1.01.A, está disponível no sítio da CAIXA, opção download FGTS O referido Manual define normas e procedimentos relativos às operações do FGTS, servindo como instrumento normativo, cabendo ao empregador observar as disposições contidas no mesmo. 2. CONSIDERAÇÕES GERAIS 2.1. Fica revogada a Circular CAIXA 449, de 13 de outubro de 2008, e 452, de 16 de outubro de Esta Circular CAIXA entra em vigor na data de sua publicação. (W. Moreira Franco Vice-Presidente) NOTA COAD: A Circular 462 CAIXA/2009, com o Manual de Orientações ao Empregador para retificação, transferência e devolução do FGTS, pode ser obtido no Portal COAD LEGISLAÇÃO Atos para Download FGTS. INFORMATIVO DINÂMICO 069

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