Dr. André Bedran Jabr

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Dr. André Bedran Jabr"

Transcrição

1 Bem Vindos!

2

3 Dr. André Bedran Jabr Especialista em Direito Sindical pela ESA-OAB/SP; Coordenador do Departamento Jurídico do SINCOFARMA/SP; Coordenador do Departamento Jurídico da ABCFARMA; Sócio do escritório Tamarozzi & Bedran Jabr Sociedade de Advogados, especializado em Direito Empresarial; Assessoria em Negociações Coletivas do Trabalho há mais de 10 anos; Ex - Mediador da CINTEC (Câmara Sindical de Conciliação Prévia) - Farmácias e Drogarias.

4 DIREITO COLETIVO DO TRABALHO E DIREITO INDIVIDUAL DO TRABALHO Direito Coletivo do Trabalho envolve a relação entre Sindicatos Patronais e Sindicatos Profissionais e as relações entre Sindicatos Profissionais e Empresas. (Convenção Coletiva, Acordo Coletivo, Dissídio Coletivo) Direito Individual do Trabalho abrange as relações diretas entre empresas e profissionais. (Contrato de Trabalho, Ação Trabalhista)

5 HIERARQUIA DAS NORMAS l Constituição Federal e Leis Constitucionais (Complementar, Ordinária) 2 Atos legislativos 3 Atos regulamentares 4 Normas estatutárias - Matéria Trabalhista somente na Constituição ou Lei Federal, sendo que os Estados e Municípios não podem dispor sobre legislação trabalhista. - Princípio da Legalidade

6 DIREITOS TRABALHISTAS E SINDICATO NA CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988 Os principais direitos trabalhistas individuais e coletivos estão previstos nos artigos 7º e 8º da C.F.: Piso Salarial Proteção contra demissão sem justa causa, FGTS 13º salário

7 Jornada até 8 h/diárias e 44 h/semanais DSR (preferencialmente aos domingos) Remuneração das Horas Extraordinárias superior no mínimo em 50% Férias Aviso Prévio

8 - Flexibilização versus Direitos Indisponíveis Os artigos 7º e 8º determinam o reconhecimento das Negociações Coletivas de Trabalho, bem como a participação obrigatória dos Sindicatos nas Negociações Coletivas de Trabalho.

9 Tudo que é convencionado pelos Sindicatos nas Normas Coletivas de Trabalho tem valor legal, salvo se contrariar Constituição ou Leis. - Importância da Negociação Coletiva A C.F. de 1988 traz de plano a vedação da interferência ou intervenção do Estado na Organização Sindical, ou seja, dentre outras questões, não pode interferir nas normas de trabalho criadas pela categoria.

10 SINDICATO Definição: Art. 511 CLT: É lícita a associação para fins de estudo, defesa e coordenação dos seus interesses econômicos ou profissionais de todos os que, como empregadores, empregados, agentes ou trabalhadores autônomos ou profissionais liberais exerçam, respectivamente, a mesma atividade ou profissão ou atividades ou profissões similares ou conexas.

11 Art. 8º C.F., III - ao sindicato cabe a defesa dos direitos e interesses coletivos ou individuais da categoria, inclusive em questões judiciais ou administrativas; Atribuições (Politica, Jurídica, Administrativa) Federações e Confederações Art Constituem associações sindicais de grau superior as Federações e Confederações organizadas nos termos desta Lei.

12 SINDICATO PATRONAL E PROFISSIONAL 1º - A solidariedade de interesses econômicos dos que empreendem atividades idênticas, similares ou conexas, constitui o vínculo social básico que se denomina categoria econômica. - Critério: CNAE atividade econômica - Patronais Legítimos do segmento: SINCOFARMA São Paulo, do ABCD, de Ribeirão Preto e Eclético de Osasco. - Importante para saber abrangência das normas coletivas

13 Sindicato Profissional 2º A similitude de condições de vida oriunda da profissão ou trabalho em comum, em situação de emprego na mesma atividade econômica ou em atividades econômicas similares ou conexas, compõe a expressão social elementar compreendida como categoria profissional. - critério: formado com base na categoria patronal

14 Profissionais Legítimos: Sinprafarmas, na inexistência o Sindicato dos Comerciários, representados pela Fecomerciários nas negociações. Categoria Diferenciada 3º Categoria profissional diferenciada é a que se forma dos empregados que exerçam profissões ou funções diferenciadas por força de estatuto profissional especial ou em consequência de condições de vida singulares.

15 - Nosso segmento: Farmacêuticos - Profissional legítimo: Sinfar (base estadual) - Motoboys? - Convenções Coletivas válidas: Sincofarma, Sinprafarmas e Fecomerciários Sincofarma e Sinfar

16 FUNDAÇÃO DO SINDICATO Art. 8º: É livre a associação profissional ou sindical, observado o seguinte: I - a lei não poderá exigir autorização do Estado para a fundação de sindicato, ressalvado o registro no órgão competente, vedadas ao Poder Público a interferência e a intervenção na organização sindical.

17 Como se funda o Sindicato - Edital, Assembleia, Eleição, Estatuto, Ata, Lista de Presença - Concessão do Registro no Ministério do Trabalho - Diferente de pedido de Registro

18 Denominação Art A denominação "sindicato" é privativa das associações profissionais de primeiro grau, reconhecidas na forma desta Lei. Art As expressões "federação" e "confederação", seguidas da designação de uma atividade econômica ou profissional, constituem denominações privativas das entidades sindicais de grau superior.

19 - Sindicatos Fantasmas Sincomed: Sindicato das Drogarias de Campinas e Interior (ação ganha na Justiça) Sinfarma: Sindicato das Farmácias de Manipulações do Estado de São Paulo (ação ganha na Justiça) Sindifarma: Sindicato dos Empregados em Farmácias e Drogarias, Distribuidoras do Estado de São Paulo - Risco Passivo trabalhista em razão de ações individuais que questionam a aplicação de norma coletiva errada

20 PRINCÍPIO DA UNICIDADE SINDICAL II - é vedada a criação de mais de uma organização sindical, em qualquer grau, representativa de categoria profissional ou econômica, na mesma base territorial, que será definida pelos trabalhadores ou empregadores interessados, não podendo ser inferior à área de um Município;

21 Prevalência da Categoria Específica Art Os sindicatos constituir-se-ão, normalmente, por categorias econômicas ou profissionais, específicas, na conformidade da discriminação do quadro das atividades e profissões a que se refere o art. 577 ou segundo as subdivisões que, sob proposta da Comissão do Enquadramento Sindical, de que trata o art. 576, forem criadas pelo ministro do Trabalho, Indústria e Comércio. - Importante para distinguir Sindicato Específico de base estadual de Sindicato Eclético de Base Municipal e Intermunicipal

22 - Risco Questão recorrente uma vez que vários Sindicatos Ecléticos (Lojistas, Comércio) entendem que representam todas as empresas da região, o que pode ocasionar prejuízos em razão das normas coletivas. - No Brasil, não há pluralidade sindical, ao contrário de outros países, ou seja, a empresa não pode optar entre Sindicatos - Consulta ao CNAES no MTE para saber a legalidade.

23 ESPÉCIES DE CONTRIBUIÇÕES IV - a assembleia geral fixará a contribuição que, em se tratando de categoria profissional, será descontada em folha, para custeio do sistema confederativo da representação sindical respectiva, independentemente da contribuição prevista em lei;

24 Imposto Sindical Art As contribuições devidas aos Sindicatos pelos que participem das categorias econômicas ou profissionais ou das profissões liberais representadas pelas referidas entidades serão, sob a denominação do "imposto sindical", pagas, recolhidas e aplicadas na forma estabelecida neste Capítulo. Empresa: pelo capital social Empregado: um dia de trabalho

25 Contribuição Assistencial e Confederativa Art Constituem o patrimônio das associações sindicais: a) as contribuições devidas aos Sindicatos pelos que participem das categorias econômicas ou profissionais ou das profissões liberais representadas pelas referidas entidades. b) as contribuições dos associados, na forma estabelecida nos estatutos ou pelas Assembleias Gerais.

26 - Divisão das contribuições - Desconto em folha salarial, condicionado a não oposição - Farmacêutico proprietário e farmacêutico empregado

27 VINCULAÇÃO E FILIAÇÃO V - ninguém será obrigado a filiar-se ou a manter-se filiado a sindicato - Vinculação: obrigatória - Filiação: facultativa, para ter acesso aos serviços e benefícios

28 PARTICIPAÇÃO NAS NEGOCIAÇÕES COLETIVAS DE TRABALHO CF., 8º, VI - é obrigatória a participação dos Sindicatos nas negociações coletivas de trabalho C.L.T., 7º, XXVI - reconhecimento das convenções e acordos coletivos de trabalho - Trata-se das Convenções Coletivas de Trabalho e dos Acordos Coletivos de Trabalho

29 Convenções Coletivas de Trabalho Art Convenção Coletiva de Trabalho é o acordo de caráter normativo, pelo qual dois ou mais Sindicatos representativos de categorias econômicas e profissionais estipulam condições de trabalho aplicáveis, no âmbito das respectivas representações, às relações individuais de trabalho.

30 Acordo Coletivo de Trabalho 1º É facultado aos Sindicatos representativos de categorias profissionais celebrar Acordos Coletivos com uma ou mais empresas da correspondente categoria econômica, que estipulem condições de trabalho, aplicáveis no âmbito da empresa ou das acordantes respectivas relações de trabalho.

31 - CCT envolve Sindicatos, faz lei entre as partes - ACT envolve sindicato profissional e Empresa - CCT prevalece sobre ACT, ou seja, benefícios - CCT pode flexibilizar normas, desde que não exclua direitos previstos na CF ou lei federal - CCT prevalece a vontade dos empregadores e trabalhadores - CCT aplicam-se obrigatoriamente a toda a categoria - CCT e ACT para normas trabalhistas - CCT e ACT prazo de vigência de até 2 anos

32 - CCT e ACT cláusulas novas incidem diretamente nos contratos individuais de trabalho - ACT serve mais para empresas que pretendem dar um benefício a mais, como PLR, cesta básica, vale refeição, não previstos na CCT, como um diferencial - Exemplo de participação da categoria nas Convenções: criação das funções específicas nas manipulações: Auxiliar de Laboratório e Atendente de Prescrição Magistral em Farmácias de Manipulação

33 SUMULA N º 277 DO TST (TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO) - Sumula, Precedentes, Orientações Jurisprudenciais, Jurisprudência. REDAÇÃO ATUAL: CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO OU ACORDO COLETIVO DE TRABALHO. EFICÁCIA. ULTRATIVIDADE (redação alterada na sessão do Tribunal Pleno realizada em ) Res. 185/2012, DEJT divulgado em

34 As cláusulas normativas dos acordos coletivos ou convenções coletivas integram os contratos individuais de trabalho e somente poderão ser modificadas ou suprimidas mediante negociação coletiva de trabalho. REDAÇÃO ANTERIOR Nº 277 Sentença normativa. Convenção ou acordo coletivos. Vigência. Repercussão nos contratos de trabalho I - As condições de trabalho alcançadas por força de sentença normativa, convenção ou acordos coletivos vigoram no prazo assinado, não integrando, de forma definitiva, os contratos individuais de trabalho.

35 FLEXIBILIZAÇÃO NAS CONVENÇÕES COLETIVAS - C.F., 7º, VI: irredutibilidade do salário, salvo o disposto em convenção ou acordo coletivo; Redução possível com justificativa, por exemplo, crise econômica, por um período Importância da categoria organizada, pois cada setor tem suas particularidades

36 - C.F.; L.C 123/2006 e 147/2014 e Jurisprudência REPIS: Regime Especial de Piso Salarial É possível inserir cláusulas nas Convenções para diferenciar salários pelo porte de empresa. Havia certa insegurança na aplicação, inclusive com Ação do MPT contra o regime, sendo que o TRT da 15 região e a justiça consolidou entendimento favorável - CF 7º - XII: duração do trabalho normal não superior a oito horas diárias e quarenta e quatro semanais, facultada a compensação de horários e a redução da jornada, mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho

37 - Sumula 85 TST Súmula nº 85 do TSTCOMPENSAÇÃO DE JORNADA (inserido o item V) - Res. 174/2011, DEJT divulgado em 27, 30 e I. A compensação de jornada de trabalho deve ser ajustada por acordo individual escrito, acordo coletivo ou convenção coletiva. (ex-súmula nº 85 - primeira parte - alterada pela Res. 121/2003, DJ )

38 II. O acordo individual para compensação de horas é válido, salvo se houver norma coletiva em sentido contrário. (ex-oj nº 182 da SBDI-1 - inserida em ) III. O mero não atendimento das exigências legais para a compensação de jornada, inclusive quando encetada mediante acordo tácito, não implica a repetição do pagamento das horas excedentes à jornada normal diária, se não dilatada a jornada máxima semanal, sendo devido apenas o respectivo adicional. (ex-súmula nº 85 - segunda parte - alterada pela Res. 121/2003, DJ )

39 IV. A prestação de horas extras habituais descaracteriza o acordo de compensação de jornada. Nesta hipótese, as horas que ultrapassarem a jornada semanal normal deverão ser pagas como horas extraordinárias e, quanto àquelas destinadas à compensação, deverá ser pago a mais apenas o adicional por trabalho extraordinário. (ex-oj nº 220 da SBDI-1 - inserida em ) V. As disposições contidas nesta súmula não se aplicam ao regime compensatório na modalidade banco de horas, que somente pode ser instituído por negociação coletiva.

40 DISSÍDIO COLETIVO Art. 625 As controvérsias resultantes da aplicação de Convenção ou de Acordo celebrado nos termos deste Título serão dirimidas pela Justiça de Trabalho. - Econômico, Jurídico, Greve

41 Comum Acordo - A emenda constitucional 45/2004 alterou a redação do artigo 114, acrescentando o seguinte texto no parágrafo segundo. Recusando-se qualquer das partes à negociação coletiva ou à arbitragem, é facultado às mesmas, de comum acordo, ajuizar dissídio coletivo de natureza econômica, podendo a Justiça do Trabalho decidir o conflito, respeitadas as disposições mínimas legais de proteção ao trabalho, bem como as convencionadas anteriormente.

42 - Desvantagem do Dissídio Coletivo - Precedentes do TRT 2: Vale refeição, cesta básica, horas extras, creche até os 6 anos, PLR, Estabilidades - O objetivo de exigir o comum acordo, além da previsão constitucional, é o estímulo a negociação coletiva. - Entretanto, vários julgamentos buscam melhor adequar a regra. Assim, a citada exigência do comum acordo não se aplica aos dissídios de natureza jurídica ou de greve.

43 NOVAS REGRAS DA CCT 2014/2015 Para Práticos Aviso Prévio: Os empregados com mais de 45 (quarenta e cinco) anos de idade e com no mínimo 02 (dois) e no máximo 10 (dez) anos de contrato de trabalho na mesma empresa, dispensados sem justa causa, farão jus ao aviso prévio de 60 (sessenta) dias. Parágrafo Primeiro: Em se tratando de aviso prévio trabalhado, o empregado cumprirá 30 dias, recebendo em pecúnia os dias restantes.

44 Parágrafo Segundo: O acréscimo concedido nesta cláusula não será cumulativo com a previsão contida na Lei nº /2011 (DOU de 13/10/11), ou seja, o empregado fará jus ao beneficio previsto nesta cláusula ou a garantia prevista na mencionada lei. Parágrafo Terceiro: Na aplicação da Lei nº /2011, em se tratando de aviso prévio trabalhado superior a 30 (trinta) dias, o empregado cumprirá 30 (tinta) dias, recebendo em pecúnia os dias restantes. - cumprimento de máximo 30 dias, independente da lei

45 MÃE PAI RESPONSÁVEL LEGAL MEDIANTE GUARDA JUDICIAL AUSÊNCIA JUSTIFICADA: O(a) empregado(a) que necessite acompanhar seus filhos menores de 14 (quatorze) anos ou inválidos às consultas médicas durante o horário de expediente, não sofrerá desconto em sua remuneração, desde que forneça à empresa o respectivo atestado médico original, não sendo aceitas cópias, limitandose essa concessão, no máximo a 02 (dois) dias por mês. Parágrafo Primeiro - O direito previsto no caput será extensivo ao detentor legal da guarda comprovada por decisão judicial.

46 Parágrafo Segundo - Caso mãe, pai trabalhem na mesma empresa, este benefício poderá ser concedido a um ou outro, alternativamente, a critério do empregador. Parágrafo Terceiro O benefício previsto nesta cláusula é concedido, exclusivamente, a um empregado, ou seja, à mãe, ao pai ou ao detentor legal da guarda, obedecidas às condições estabelecidas no caput desta cláusula. - extensão do benefício ao pai e responsável legal

47 CLÁUSULA SÉTIMA - COMISSIONISTAS - CÁLCULO DA MÉDIA REMUNERATÓRIA: A remuneração dos comissionistas para efeito de férias, 13 salários e verbas rescisórias, será apurada com base na média dos últimos 12 (doze) meses completos trabalhados, anteriores ao pagamento. Parágrafo Primeiro - Eventual diferença, a maior ou a menor, no pagamento da segunda parcela do 13º salário, poderá ser paga, ou compensada, juntamente com salário de referencia do mês de janeiro de Parágrafo Segundo - Para os empregados com remuneração mista (fixo + variável), a presente cláusula aplicar-se-á somente sobre a parte variável. Parágrafo Terceiro - As empresas se obrigam a demonstrar, quando da rescisão contratual, o cálculo da média supra referida.

48 Para Farmacêuticos: HOMOLOGAÇÕES As homologações de rescisões contratuais dos(as) farmacêuticos(as) com mais de 01 (um) ano de serviço na mesma empresa deverão ser feitas, preferencialmente, no Sindicato Profissional ou em suas Diretorias Regionais, sob pena do pagamento da multa preconizada na Lei nº /89.

49 43.1. As empresas deverão agendar a homologação no Sindicato dos Farmacêuticos no Estado de São Paulo, no prazo máximo de 10 (dez) dias, contado a partir da data do pagamento das verbas rescisórias, frisando-se, para todos os efeitos, que o prazo estipulado nesse item é para agendamento e não para efetivação da homologação. - prazo para agendamento

50 55. ACESSO À INTERNET As empresas disponibilizarão aos farmacêuticos, acesso à internet, obedecidas as regras internas da empresa. - nova 56.IDENTIFICAÇÃO DO FARMACÊUTICO As empresas adotarão medidas que possibilitem a identificação diferenciada do farmacêutico, através da utilização de crachá emitido pela empresa ou uniforme diferenciado dos demais funcionários. - nova

51 Para Ambos: GARANTIA DE EMPREGO RETORNO DAS FÉRIAS: O empregado que retornar de férias não poderá ser dispensando antes de 30 (trinta) dias, contado a partir do primeiro dia de trabalho, podendo tal garantia ser convertida em indenização. Parágrafo Primeiro: Esta cláusula entra em vigor a partir da data da assinatura da presente Convenção Coletiva de Trabalho. Parágrafo segundo: A garantia prevista no caput desta cláusula não se confunde com o aviso prévio. - em vigor na data da assinatura (25/08 Práticos; 18/09 Farmacêuticos) - não cumulativa com aviso prévio

52 REGRAS DAS CCT QUE MERECEM ATENÇÃO ADMITIDOS APÓS JULHO DE 2013: Obedecidos aos princípios de isonomia salarial e de manutenção das condições mais benéficas preexistentes, os salários dos empregados admitidos após julho de 2013 serão reajustados no mesmo percentual previsto na cláusula nominada Atualização Salarial desta Convenção Coletiva de Trabalho. - Fim da tabela de reajuste proporcional para os Práticos desde Possivelmente fim da tabela para os Farmacêuticos em 2015.

53 CLÁUSULA ASSISTENCIA SINDICAL: As rescisões de contrato de trabalho cujos empregados tiverem mais de 06 (seis) meses de serviço, serão efetuadas, obrigatoriamente, perante a entidade sindical profissional, sob pena de ineficácia do instrumento rescisório. Parágrafo Quinto - Independentemente do pagamento supra a homologação deverá ser efetivada até o trigésimo dia, contado a partir do prazo previsto no artigo 477 da CLT, sob pena de multa diária no valor de 01 (hum) dia do salário normativo previsto nas cláusulas nominadas Pisos Salariais, conforme o caso, por dia de atraso, sempre revertido a favor do empregado desligado, multa essa limitada a 30 (trinta) dias.

54 NOVA LEI DO ADICIONAL DE PERICULOSIDADE PARA MOTOBOYS LEI Nº , DE 18 JUNHO DE Acrescenta 4o ao art. 193 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, aprovada pelo Decreto-Lei no 5.452, de 1o de maio de 1943, para considerar perigosas as atividades de trabalhador em motocicleta.

55 A PRESIDENTA DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1 o O art. 193 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, aprovada pelo Decreto- Lei n o 5.452, de 1 o de maio de 1943, passa a vigorar acrescido do seguinte 4 o : Art o São também consideradas perigosas as atividades de trabalhador em motocicleta. (NR) Art. 2 o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 18 de junho de 2014; 193 o da Independência e 126 o da República

56 ALERTAS LEI /2014: Lei dos Comerciários - Cobranças e Convocação para P.L.R. esocial: Informações Trabalistas, Previdenciárias,Tributárias, Fiscais e do FGTS - Decreto já publicado.

57 Obrigado! Tel.: (11) Rua Santa Isabel N 160, 6 Andar - Vila Buarque, São Paulo - SP - CEP

Lição 13. Direito Coletivo do Trabalho

Lição 13. Direito Coletivo do Trabalho Lição 13. Direito Coletivo do Trabalho Organização sindical: Contribuições, Convenções e Acordos Coletivos do Trabalho, Dissídio Coletivo, Direito de Greve (Lei nº 7.783, de 28/6/89). Comissões de Conciliação

Leia mais

COMPENSAÇÃO DE JORNADA DE TRABALHO

COMPENSAÇÃO DE JORNADA DE TRABALHO COMPENSAÇÃO DE JORNADA DE TRABALHO Câmara de Comércio e Indústria Japonesa do Brasil - São Paulo, Brasil - 31 de janeiro de 2013 CONCEITO A compensação da jornada de trabalho ocorre quando o empregado

Leia mais

Alternativas da legislação trabalhista para o enfrentamento da crise

Alternativas da legislação trabalhista para o enfrentamento da crise Alternativas da legislação trabalhista para o enfrentamento da crise Maria Lúcia L Menezes Gadotti Telefone : (11) 3093-6600 e-mail: marialucia.gadotti@stussinevessp.com.br Constituição Federal CLT e outras

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2010/2012

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2010/2012 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2010/2012 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: RJ002030/2010 DATA DE REGISTRO NO MTE: 30/09/2010 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR054079/2010 NÚMERO DO PROCESSO: 46215.033057/2010-51 DATA

Leia mais

Principais cláusulas da Convenção Coletiva de Trabalho

Principais cláusulas da Convenção Coletiva de Trabalho SINPEFESP-(empregados)-SINDELIVRE-(patronal) Principais cláusulas da Convenção Coletiva de Trabalho 2014/2015. VIGÊNCIA E DATA-BASE As cláusulas e condições da presente Convenção Coletiva de Trabalho que

Leia mais

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/.

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/. ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2014/2015 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: MT000334/2014 DATA DE REGISTRO NO MTE: 08/07/2014 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR039626/2014 NÚMERO DO PROCESSO: 46210.001278/2014-33 DATA DO

Leia mais

CONTRATO DE TRABALHO DE CURTA DURAÇÃO

CONTRATO DE TRABALHO DE CURTA DURAÇÃO CONTRATO DE TRABALHO DE CURTA DURAÇÃO BSB,25.02.2014 COMO SE SABE O GOVERNO ( RE) APRESENTOU( NOVA INVESTIDA ) ANTEPROJETO DE LEI ELABORADO COM VISTAS A ESTABELECER O CONTRATO DE TRABALHO DE CURTA DURAÇÃO.

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2014/2016

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2014/2016 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2014/2016 SIND DOS EMP VEN E VIAJ DO C P P V E VEN DE P FAR DO DF, CNPJ n. 00.449.181/0001-38, neste ato representado(a) por seu Presidente, Sr(a). MARIA APARECIDA ALVES

Leia mais

TERMO ADITIVO A CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2013/2014

TERMO ADITIVO A CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2013/2014 TERMO ADITIVO A CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2013/2014 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR029334/2013 NÚMERO DO PROCESSO DA CONVENÇÃO COLETIVA PRINCIPAL: DATA DE REGISTRO DA CONVENÇÃO COLETIVA PRINCIPAL: 46261.003131/2012-11

Leia mais

GRATIFICAÇÕES, ADICIONAIS, AUXÍLIOS E OUTROS

GRATIFICAÇÕES, ADICIONAIS, AUXÍLIOS E OUTROS ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2011/2012 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: MG001902/2012 DATA DE REGISTRO NO MTE: 03/05/2012 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR019390/2012 NÚMERO DO PROCESSO: 46236.000751/2012-13 DATA DO

Leia mais

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/.

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/. CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2013/2014 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: RS000145/2014 DATA DE REGISTRO NO MTE: 31/01/2014 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR080680/2013 NÚMERO DO PROCESSO: 46218.001357/2014-74 DATA

Leia mais

Novidades Trabalhistas

Novidades Trabalhistas Novidades Trabalhistas Ampliação do contrato temporário passa a valer em 1º de Julho. Lei publicada altera artigo da CLT determinando pagamento de adicional de periculosidade para motociclistas. Empresa

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária de Segmentos Adicional de Periculosidade sobre horas extras e férias

Parecer Consultoria Tributária de Segmentos Adicional de Periculosidade sobre horas extras e férias Parecer Consultoria Tributária de Segmentos Adicional de Periculosidade sobre horas extras e férias 21/02/2014 Título do documento Sumário 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA 2015/2016

CONVENÇÃO COLETIVA 2015/2016 CONVENÇÃO COLETIVA 2015/2016 A seguir reproduzimos as cláusulas da Convenção Coletiva de Trabalho entre o SINPROCIM e SINDPRESP, em relação a convenção anterior. REAJUSTE SALARIAL A partir de 1º de março

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2015

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2015 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2015 SINDICATO DOS TECNICOS EM SEGURANCA TRABALHO DO ESTADO DE MINAS GERAIS, CNPJ n. 25.578.642/0001-01, neste ato representado por seu Presidente, Sr. CLÁUDIO FERREIRA SANTOS;

Leia mais

Contribuições sindicais

Contribuições sindicais Contribuições sindicais 1. Aspectos gerais A contribuição sindical é uma receita que tem como fundamento, precípuo, viabilizar a atividade da entidade sindical para fins de defesa dos interesses de determinada

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2015/2015

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2015/2015 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2015/2015 Processo no Ministério do Trabalho nº 46218.018897/2014-97 Número da Solicitação: MR074363/2014 SINDICATO DO COMÉRCIO ATACADISTA DE ALCOOL E BEBIDAS EM GERAL NO

Leia mais

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/.

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/. ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2015/2016 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: PR001597/2015 DATA DE REGISTRO NO MTE: 11/05/2015 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR024152/2015 NÚMERO DO PROCESSO: 46212.007124/2015-16 DATA DO

Leia mais

Easy PDF Creator is professional software to create PDF. If you wish to remove this line, buy it now.

Easy PDF Creator is professional software to create PDF. If you wish to remove this line, buy it now. CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO CELEBRADA ENTRE O SINDICATO DO COMÉRCIO VAREJISTA DE CONGONHAS E A FEDERAÇÃO DOS TRABALHADORES NO COMÉRCIO DO ESTADO DE MINAS GERAIS, CONFORME AS SEGUINTES CLÁUSULAS E CONDIÇÕES:

Leia mais

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/.

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/. CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2015/2016 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: GO000792/2015 DATA DE REGISTRO NO MTE: 15/10/2015 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR050907/2015 NÚMERO DO PROCESSO: 46208.011100/2015-21 DATA

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2006 / 2007

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2006 / 2007 2006 / 2007 O SINDICATO NACIONAL DAS EMPRESAS DE AVIAÇÃO AGRÍCOLA SINDAG e o SINDICATO DOS TÉCNICOS AGRÍCOLAS DE NÍVEL MÉDIO NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SINTARGS, firmam a presente CONVENÇÃO COLETIVA

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO SUSCITANTE: SINDICATO DOS PSICÓLOGOS NO ESTADO DE SÃO PAULO - SINPSI-SP, Entidade Sindical Profissional, com registro no MTb sob nº012.228.026.60-5 e inscrita no CNPJ/MF

Leia mais

TERMO ADITIVO A CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2013/2014

TERMO ADITIVO A CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2013/2014 TERMO ADITIVO A CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2013/2014 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: DF000311/2013 DATA DE REGISTRO NO MTE: 13/05/2013 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR020828/2013 NÚMERO DO PROCESSO: 46206.007783/2013-70

Leia mais

TERMO ADITIVO Á CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO

TERMO ADITIVO Á CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO TERMO ADITIVO Á CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 1 Entre as partes, de um lado o SINDICATO DOS EMPREGADOS VENDEDORES E VIAJANTES DO COMÉRCIO, PROPAGANDISTAS, PROPAGANDISTAS VENDEDORES E VENDEDORES DE PRODUTOS

Leia mais

Assim, caso a União não decretar feriado, existem as seguintes possibilidades:

Assim, caso a União não decretar feriado, existem as seguintes possibilidades: INFORMATIVO SOBRE A COMPENSAÇÃO DE JORNADA DE TRABALHO JOGOS DA COPA DO MUNDO 2014 BRASIL ESTATÍSTICAS Levantamento realizado pela Robert Half com 100 diretores de Recursos Humanos no Brasil revela que:

Leia mais

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/.

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/. ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2015/2016 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: RS001705/2015 DATA DE REGISTRO NO MTE: 24/09/2015 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR047323/2015 NÚMERO DO PROCESSO: 46218.014889/2015-52 DATA DO

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2015/2016

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2015/2016 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2015/2016 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR029594/2015 DATA E HORÁRIO DA TRANSMISSÃO: 21/05/2015 ÀS 15:50 SINDICATO DOS EMP NO COM DE CONSELHEIRO LAFAIETE, CNPJ n. 19.721.463/0001-70,

Leia mais

ACORDO PARA FLEXIBILIZAÇÃO DE JORNADA DE TRABALHO E FÉRIAS COLETIVAS

ACORDO PARA FLEXIBILIZAÇÃO DE JORNADA DE TRABALHO E FÉRIAS COLETIVAS ACORDO PARA FLEXIBILIZAÇÃO DE JORNADA DE TRABALHO E FÉRIAS COLETIVAS Na melhor forma de direito, pelo presente instrumento de conciliação que entre si celebram, de um lado a pessoa jurídica de direito

Leia mais

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/.

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/. CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2014/2015 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: PR003213/2014 DATA DE REGISTRO NO MTE: 30/07/2014 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR041150/2014 NÚMERO DO PROCESSO: 46212.009124/2014-70 DATA

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2008/2009

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2008/2009 ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2008/2009 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: RJ000433/2008 DATA DE REGISTRO NO MTE: 14/10/2008 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR015947/2008 NÚMERO DO PROCESSO: 46215.032963/2008-13 DATA DO

Leia mais

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO PISO SALARIAL

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO PISO SALARIAL ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2015/2017 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR067405/2015 DATA E HORÁRIO DA TRANSMISSÃO: 13/10/2015 ÀS 16:29 NÚMERO DO PROCESSO: 46218.016733/2015 14 DATA DO PROTOCOLO: 16/10/2015 SINDICATO

Leia mais

PARÁGRAFO ÚNICO PARÁGRAFO PRIMEIRO

PARÁGRAFO ÚNICO PARÁGRAFO PRIMEIRO CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO FIRMADA PERANTE O EXMO. DR. DELEGADO REGIONAL DO TRABALHO QUE ENTRE SI FAZEM O SINDICATO DOS AUXILIARES DE ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, LOCALIZADO À

Leia mais

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO PISO SALARIAL

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO PISO SALARIAL Página 1 de 5 TERMO ADITIVO A CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2015/2016 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: RJ000946/2015 DATA DE REGISTRO NO MTE: NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR031181/2015 NÚMERO DO PROCESSO: 46215.015923/2015-36

Leia mais

O empregado caminhando na empresa, cai e se machuca vai pedir uma indenização na justiça do trabalho. (empregado x empregador);

O empregado caminhando na empresa, cai e se machuca vai pedir uma indenização na justiça do trabalho. (empregado x empregador); Turma e Ano: Flex B (2014) Matéria / Aula: Processo do Trabalho / Aula 04 Professor: Leandro Antunes Conteúdo: Procedimento Sumário, Procedimento Sumaríssimo. A competência para julgar acidente de trabalho:

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2014/2014

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2014/2014 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2014/2014 SINDICATO DO COMÉRCIO VAREJISTA DE AUTOMÓVEIS E ACESSÓRIOS DE BELO HORIZONTE, CNPJ n. 17.265.893/0001-08, neste ato representado por seu Presidente, Sr. HELTON

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2011/2012

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2011/2012 ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2011/2012 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: AL000123/2011 DATA DE REGISTRO NO MTE: 23/05/2011 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR023370/2011 NÚMERO DO PROCESSO: 46201.002929/2011-79 DATA DO

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2014/2015

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2014/2015 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2014/2015 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: RS001991/2014 DATA DE REGISTRO NO MTE: 10/09/2014 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR031479/2014 NÚMERO DO PROCESSO: 46218.011147/2014-94 DATA

Leia mais

A Constituição Federal de 1988 estabeleceu:

A Constituição Federal de 1988 estabeleceu: A Constituição Federal de 1988 estabeleceu: Art. 8º É livre a associação profissional ou sindical, observado o seguinte: Art. 37º... VI - é garantido ao servidor público civil o direito à livre associação

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA 2014

CONVENÇÃO COLETIVA 2014 CONVENÇÃO COLETIVA 2014 SINDICATO DOS MENSAGEIROS MOTOCICLISTAS E CICLISTAS, MOTO- FRETE, MOTOBOYS E MOTO-TAXISTAS DE CURVELO E REGIÃO, CNPJ n 17.437.757/0001-40, NESTE ATO REPRESENTADO POR SEU PRESIDENTE,

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 1.939, DE 2015 (Do Sr. Weverton Rocha)

PROJETO DE LEI N.º 1.939, DE 2015 (Do Sr. Weverton Rocha) *C0054196A* C0054196A CÂMARA DOS DEPUTADOS PROJETO DE LEI N.º 1.939, DE 2015 (Do Sr. Weverton Rocha) Dispõe sobre a criação e a estruturação do regime jurídico de Advogado de Empresa Estatal Federal e

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2013/2014

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2013/2014 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2013/2014 SINDICATO DOS EMPREGADOS VENDORES E VIAJANTES DO COMÉRCIO, PROPAGANDISTAS, PRPOAGANDISTAS-VENDEDORES E VENDEDORES DE PRODUTOS FARMACÊUTICOS NO ESTADO DE MINAS GERAIS,

Leia mais

Parágrafo Único -- Não serão compensados os aumentos decorrentes de promoção, transferência, equiparação salarial e término de aprendizagem.

Parágrafo Único -- Não serão compensados os aumentos decorrentes de promoção, transferência, equiparação salarial e término de aprendizagem. CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO CELEBRADA ENTRE O SINDIMVET SINDICATO DOS MÉDICOS VETERINÁRIOS DO ESTADO DE SÃO PAULO e SINPAVET SINDICATO PATRONAL DOS MÉDICOS VETERINÁRIOS DO ESTADO DE SÀO PAULO PERÍODO

Leia mais

GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 329, DE 14 DE AGOSTO DE 2002 (*)

GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 329, DE 14 DE AGOSTO DE 2002 (*) GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 329, DE 14 DE AGOSTO DE 2002 (*) Estabelece procedimentos para a instalação e o funcionamento das Comissões de Conciliação Prévia e Núcleos Intersindicais de Conciliação

Leia mais

Entre as partes de um lado: e, de outro lado:

Entre as partes de um lado: e, de outro lado: CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO Entre as partes de um lado: SINDICATO DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO NO ESTADO DE SÃO PAULO, CNPJ nº 60.266.996/0001-03 e, de outro lado: SINDICATO DA INDÚSTRIA DA

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2007/2008

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2007/2008 CODESC Companhia de Desenvolvimento do Estado de Santa Catarina ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2007/2008 Pelo presente instrumento, de um lado a COMPANHIA DE DESENVOLVIMENTO DO ESTADO DE SANTA CATARINA CODESC,

Leia mais

Ainda a mesma legislação prevê no artigo 34, as atribuições dos Conselhos Regionais de Engenharia, entre outras:

Ainda a mesma legislação prevê no artigo 34, as atribuições dos Conselhos Regionais de Engenharia, entre outras: A LEI 4950A NA ESFERA DOS CREAs I) Da fiscalização A Lei nº 5.194 de 24 de dezembro de 1966 que regula o exercício da profissão de engenheiro, prevê que a fiscalização do exercício e atividades das profissões

Leia mais

Contribuição Sindical Patronal

Contribuição Sindical Patronal Contribuição Sindical Patronal Aspectos Legais O recolhimento da contribuição sindical é obrigatório conforme se verifica nos artigos 578, 579 e 580 da Consolidação das Leis do Trabalho: TÍTULO V - DA

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2012/2013

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2012/2013 ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2012/2013 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: SP006206/2012 DATA DE REGISTRO NO MTE: 03/07/2012 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR030901/2012 NÚMERO DO PROCESSO: 46261.002831/2012-98 DATA DO

Leia mais

MUSA MINERAÇÃO USIMINAS S/A. - ARCELORMITTAL MINERAÇÃO SERRA AZUL S/A. E FERROUS RESOURCES DO BRASIL S/A.

MUSA MINERAÇÃO USIMINAS S/A. - ARCELORMITTAL MINERAÇÃO SERRA AZUL S/A. E FERROUS RESOURCES DO BRASIL S/A. MUSA MINERAÇÃO USIMINAS S/A. - ARCELORMITTAL MINERAÇÃO SERRA AZUL S/A. E FERROUS RESOURCES DO BRASIL S/A. REAJUSTE SALARIAL Concessão de reajuste salarial, sendo que para recomposição salarial será considerado

Leia mais

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO GRATIFICAÇÕES, ADICIONAIS, AUXÍLIOS E OUTROS

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO GRATIFICAÇÕES, ADICIONAIS, AUXÍLIOS E OUTROS SINDICATO AUX ADM ESCOLAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, CNPJ n. 31.249.428/0001-04, neste ato representado (a) por seu Presidente, Sr(a). ELLES CARNEIRO PEREIRA; E ASSOCIACAO NOBREGA DE EDUCACAO E ASSISTENCIA

Leia mais

CIRCULAR DA CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2011-2012 CONCESSIONÁRIAS E DISTRIBUIDORAS DE VEÍCULOS

CIRCULAR DA CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2011-2012 CONCESSIONÁRIAS E DISTRIBUIDORAS DE VEÍCULOS CIRCULAR DA CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2011-2012 CONCESSIONÁRIAS E DISTRIBUIDORAS DE VEÍCULOS A Federação dos Empregados no Comércio do Estado de São Paulo (FECOMERCIÁRIOS-SP) e o SINDICATO DOS CONCESSIONÁRIOS

Leia mais

Convenção Coletiva 2014

Convenção Coletiva 2014 Convenção Coletiva 2014 SINDICATO DOS MENSAGEIROS MOTOCICLISTAS E CICLISTAS, MOTO- FRETE, MOTOBOYS E MOTO-TAXISTAS DE CURVELO E REGIÃO, CNPJ n 12.512.993/0001-60, NESTE ATO REPRESENTADO POR SEU PRESIDENTE,

Leia mais

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2010/2011 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: DF000220/2010 DATA DE REGISTRO NO MTE: 02/06/2010 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR027997/2010 NÚMERO DO PROCESSO: 46206.006330/2010-83 DATA

Leia mais

1- CONTRATO DE TRABALHO

1- CONTRATO DE TRABALHO 1- CONTRATO DE TRABALHO 1.1 - ANOTAÇÕES NA CARTEIRA DE TRABALHO Quando o empregado é admitido - mesmo em contrato de experiência -, a empresa tem obrigatoriamente que fazer as anotações na carteira de

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 1999

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 1999 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 1999 O Sindicato dos Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Passo Fundo e Região e o Sindicato dos Trabalhadores em Hotéis, Bares, Restaurantes e Similares de Passo Fundo,

Leia mais

Atualizações Jurisprudenciais 2012 Professoras Ana Paula Alvares e Simone Belfort

Atualizações Jurisprudenciais 2012 Professoras Ana Paula Alvares e Simone Belfort Na 2ª Semana do TST realizada no início do mês de setembro de 2012, algumas súmulas e orientações jurisprudências sofreram alterações e cancelamentos. Abaixo as alterações separadas por assunto em direito

Leia mais

ATA DA 4ª REUNIÃO ESPECÍFICA BANCO DE HORAS

ATA DA 4ª REUNIÃO ESPECÍFICA BANCO DE HORAS ATA DA 4ª REUNIÃO ESPECÍFICA BANCO DE HORAS entre o Serviço Federal de Processamento de Dados SERPRO e a FENADADOS LOCAL: Sede da FENADADOS Brasília - DF DATA: 05/12/2014 HORÁRIO: 10h TEMA: Negociação

Leia mais

COMPENSAÇÃO DE JORNADA DE TRABALHO

COMPENSAÇÃO DE JORNADA DE TRABALHO COMPENSAÇÃO DE JORNADA DE TRABALHO Câmara de Comércio Suíço-Brasileira - SWISSCAM - São Paulo, Brasil - 26 de abril de 2013 CONCEITO A compensação da jornada de trabalho ocorre quando o empregado trabalha

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2011/2012

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2011/2012 ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2011/2012 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: RJ000096/2012 DATA DE REGISTRO NO MTE: 18/01/2012 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR064426/2011 NÚMERO DO PROCESSO: 46215.042751/2011-40 DATA DO

Leia mais

TERMO ADITIVO A CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2012/2012

TERMO ADITIVO A CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2012/2012 TERMO ADITIVO A CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2012/2012 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: TO000023/2012 DATA DE REGISTRO NO MTE: 17/04/2012 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR017571/2012 NÚMERO DO PROCESSO: 46226.009193/2012-62

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2012/2012

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2012/2012 ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2012/2012 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: MG002058/2012 DATA DE REGISTRO NO MTE: 15/05/2012 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR018377/2012 NÚMERO DO PROCESSO: 46211.004510/2012-13 DATA DO

Leia mais

Celebram a presente CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO, estipulando as condições de trabalho previstas nas cláusulas seguintes:

Celebram a presente CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO, estipulando as condições de trabalho previstas nas cláusulas seguintes: SINDICATO TRABALHADORES MOV MERC EM GERAL DE PASSOS, CNPJ n. 64.480.692/0001-03, neste ato representado(a) por seu Presidente, Sr(a). Manoel Messias dos Reis Silva; E FEDERACAO DO COMERCIO DE BENS, SERVICOS

Leia mais

RESUMO DA CONVENÇÃO COLETIVA DO TRABALHO 2014/2015.

RESUMO DA CONVENÇÃO COLETIVA DO TRABALHO 2014/2015. RESUMO DA CONVENÇÃO COLETIVA DO TRABALHO 2014/2015. Cláusula primeira REAJUSTE SALARIAL As empresas concederão a todos os empregados integrantes da categoria profissional representada, que perceberem salário

Leia mais

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO Página 1 de 5 TERMO ADITIVO A CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2011/2012 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: RS000882/2011 DATA DE REGISTRO NO MTE: 10/06/2011 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR028482/2011 NÚMERO DO PROCESSO:

Leia mais

RESUMO DA CONVENÇÃO COLETIVA 2014 / 2015

RESUMO DA CONVENÇÃO COLETIVA 2014 / 2015 RESUMO DA CONVENÇÃO COLETIVA 2014 / 2015 Pelo presente instrumento particular, de um lado, o SINDICATO DOS PUBLICITÁRIOS, DOS AGENCIADORES DE PROPAGANDA E DOS TRABALHADORES EM EMPRESAS DE PROPAGANDA DO

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2009/2010

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2009/2010 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2009/2010 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: SP008079/2009 DATA DE REGISTRO NO MTE: 22/09/2009 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR044195/2009 NÚMERO DO PROCESSO: 46261.004278/2009-22 DATA

Leia mais

Contratos de trabalho por tempo determinado, previstos na CLT

Contratos de trabalho por tempo determinado, previstos na CLT Contratos de trabalho por tempo determinado, previstos na CLT O contrato de trabalho por prazo determinado é aquele cuja duração dependa de termo prefixado ou da execução de serviços específicos ou ainda

Leia mais

ADITAMENTO A CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO - 2 0 0 4 / 2 0 0 6 INDAIATUBA

ADITAMENTO A CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO - 2 0 0 4 / 2 0 0 6 INDAIATUBA ADITAMENTO A CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO - 2 0 0 4 / 2 0 0 6 INDAIATUBA Por este instrumento, e na melhor forma de direito, de um lado, como representante da categoria profissional, o SINDICATO DOS

Leia mais

PAUTA DE REVINDICAÇÃO - 2014/2015 ELENCO DE REIVINDICAÇÃO DOS TRABALHADORES DO SERVICO SOCIAL DO DISTRITO FEDERAL

PAUTA DE REVINDICAÇÃO - 2014/2015 ELENCO DE REIVINDICAÇÃO DOS TRABALHADORES DO SERVICO SOCIAL DO DISTRITO FEDERAL PAUTA DE REVINDICAÇÃO - 2014/2015 ELENCO DE REIVINDICAÇÃO DOS TRABALHADORES DO SERVICO SOCIAL DO DISTRITO FEDERAL O SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ENTIDADES DE ASSISTÊNCIA SOCIAL E DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL

Leia mais

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO Page 1 of 6 ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2013/2014 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: PR001702/2013 DATA DE REGISTRO NO MTE: 21/05/2013 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR014964/2013 NÚMERO DO PROCESSO: 46212.006002/2013-41

Leia mais

CALENDÁRIO DE OBRIGAÇÕES MENSAIS

CALENDÁRIO DE OBRIGAÇÕES MENSAIS Data Vencimento 07 Obrigação Salário Mensal Fato Gerador e Fundamento Legal Pagamento mensal da remuneração. (ver nota 1) Salário-Mínimo Valor atual de R$ 788,00 - Decreto nº 8.381/14. Pró-labore Código

Leia mais

TERMO ADITIVO A CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2014/2015

TERMO ADITIVO A CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2014/2015 TERMO ADITIVO A CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2014/2015 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: SP012990/2014 DATA DE REGISTRO NO MTE: 15/10/2014 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR066055/2014 NÚMERO DO PROCESSO: 46261.005198/2014-51

Leia mais

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2012/2013 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR034439/2012 SINDICATO DOS FARMACEUTICOS DO ESTADO DE M GROSSO DO SU, CNPJ n. 15.939.572/0001-08, neste ato representado(a) por seu Presidente,

Leia mais

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO Page 1 of 6 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2010/2011 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: MG001428/2010 DATA DE REGISTRO NO MTE: NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR021439/2010 NÚMERO DO PROCESSO: 46211.003413/2010-41 DATA

Leia mais

RECURSOS HUMANOS MÓDULO PRÁTICA TRABALHISTA I

RECURSOS HUMANOS MÓDULO PRÁTICA TRABALHISTA I MÓDULO I ÍNDICE OBJETIVO METODOLOGIA BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA CURRICULUM RESUNIDO DO PROFESSOR CAPÍTULO 1 DIREITO DO TRABALHO Conceitos, Fontes e Convenções...4 Jornada de Trabalho...8 CAPÍTULO 2 REMUNERAÇÃO

Leia mais

Base Legal (Perguntas e Respostas 02.01)

Base Legal (Perguntas e Respostas 02.01) HOMOLOGNET Base Legal (Perguntas e Respostas 02.01) Portaria Nº 1.620, de 14/07/2010: Institui o sistema Homolognet; Portaria Nº 1.621, de 14/07/2010: Aprova modelos de TRCT e Termos de Homologação; Instrução

Leia mais

CARTILHA SOBRE A EMENDA CONSTITUCIONAL DOS EMPREGADOS DOMÉSTICOS

CARTILHA SOBRE A EMENDA CONSTITUCIONAL DOS EMPREGADOS DOMÉSTICOS 2 de abril de 2013 CARTILHA SOBRE A EMENDA CONSTITUCIONAL DOS EMPREGADOS DOMÉSTICOS Hoje foi promulgada uma Emenda Constitucional que amplia os direitos trabalhistas dos empregados domésticos. Alguns direitos

Leia mais

CAPÍTULO I - VIGÊNCIA E ABRANGÊNCIA CAPÍTULO II - REMUNERAÇÃO E PAGAMENTO

CAPÍTULO I - VIGÊNCIA E ABRANGÊNCIA CAPÍTULO II - REMUNERAÇÃO E PAGAMENTO CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO, QUE ENTRE SI FAZEM, DE UM LADO O SINDICATO DOS CONDUTORES DE VEÍCULOS RODOVIÁRIOS E TRABALHADORES EM TRANSPORTES DE CARGAS EM GERAL E PASSAGEIROS NO MUNICÍPIO DO RIO DE

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2008/2009

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2008/2009 ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2008/2009 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: SRT00004/2009 DATA DE REGISTRO NO MTE: 05/02/2009 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR016537/2008 NÚMERO DO PROCESSO: 46000.030806/2008 99 DATA DO

Leia mais

Está em vigor a Medida Provisória n. 680, de 6 de julho de 2015, que institui o Programa de Proteção ao Emprego.

Está em vigor a Medida Provisória n. 680, de 6 de julho de 2015, que institui o Programa de Proteção ao Emprego. INFORMA TRABALHISTA Está em vigor a Medida Provisória n. 680, de 6 de julho de 2015, que institui o Programa de Proteção ao Emprego. Programa de Proteção ao Emprego comparado com o Lay Off ASPECTOS GERAIS

Leia mais

Dispensa Sem Justa Causa. Dispensa com Justa Causa. (**) Culpa Recíproca ou Força Maior. Rescisão Indireta. Pedido de Demissão

Dispensa Sem Justa Causa. Dispensa com Justa Causa. (**) Culpa Recíproca ou Força Maior. Rescisão Indireta. Pedido de Demissão RESCISÃO DE CONTRATO DE TRABALHO VERBAS RESCISÓRIAS (Antes de qualquer procedimento rescisório, importante ler os cuidados especiais ao final Verbas adicionais) Dispensa Sem Justa Causa AvisoPrévio Dispensa

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2010/2011

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2010/2011 ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2010/2011 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: RJ000055/2011 DATA DE REGISTRO NO MTE: 13/01/2011 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR070984/2010 NÚMERO DO PROCESSO: 46215.112503/2010-92 DATA DO

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2007 / 2008 2008 / 2009. Enfermeiros

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2007 / 2008 2008 / 2009. Enfermeiros CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2007 / 2008 2008 / 2009 Enfermeiros O SINDICATO DOS ENFERMEIROS DO ESTADO DE MINAS GERAIS, CNPJ nº 21.854.005/0001-51, portador de Carta Sindical expedida pelo MTb (cópia

Leia mais

CLÁUSULA PREIMEIRA - DATA-BASE E VIGÊNCIA

CLÁUSULA PREIMEIRA - DATA-BASE E VIGÊNCIA ACORDO COLETIVO DE TRABALHO que celebra o Serviço Social da Indústria Departamento Nacional - SESI/DN CNPJ-33.641.358/0001-52, Conselho Nacional - SESI/CN CNPJ - 03.800.479/0001-39, Serviço Nacional de

Leia mais

Cuida das relações coletivas de trabalho, onde os interesses cuidados são os de um grupo social. São instituições do direito coletivo do trabalho:

Cuida das relações coletivas de trabalho, onde os interesses cuidados são os de um grupo social. São instituições do direito coletivo do trabalho: Legislação Social Profª Mestre Ideli Raimundo Di Tizio p 38 DIREITO COLETIVO DO TRABALHO Cuida das relações coletivas de trabalho, onde os interesses cuidados são os de um grupo social. São instituições

Leia mais

Neste comentário analisaremos as regras acerca do adicional de insalubridade, dispostas no art. 189 e seguintes da CLT.

Neste comentário analisaremos as regras acerca do adicional de insalubridade, dispostas no art. 189 e seguintes da CLT. ADICIONAL DE INSALUBRIDADE - Considerações Matéria atualizada com base na legislação vigente em: 02/05/2013. Sumário: 1 - Introdução 2 - Atividades e Operações Insalubres 3 - Adicional de Insalubridade

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2011/2012

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2011/2012 ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2011/2012 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: PR001254/2011 DATA DE REGISTRO NO MTE: 18/04/2011 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR017099/2011 NÚMERO DO PROCESSO: 46212.006142/2011-57 DATA DO

Leia mais

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/.

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/. CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2015/2016 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: RS001576/2015 DATA DE REGISTRO NO MTE: 26/08/2015 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR047852/2015 NÚMERO DO PROCESSO: 46218.013434/2015-10 DATA

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2011/2012

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2011/2012 ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2011/2012 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: MG004311/2011 DATA DE REGISTRO NO MTE: 27/10/2011 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR053641/2011 NÚMERO DO PROCESSO: 46211.008617/2011-50 DATA DO

Leia mais

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO PISO SALARIAL

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO PISO SALARIAL ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2015/2016 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: PR003439/2015 DATA DE REGISTRO NO MTE: 26/08/2015 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR046249/2015 NÚMERO DO PROCESSO: 46212.012779/2015 14 DATA DO

Leia mais

Disciplina: Direito e Processo do Trabalho 4º Semestre - 2011 Professor Donizete Aparecido Gaeta Resumo de Aula. 15º Ponto Aviso Prévio.

Disciplina: Direito e Processo do Trabalho 4º Semestre - 2011 Professor Donizete Aparecido Gaeta Resumo de Aula. 15º Ponto Aviso Prévio. Aviso Prévio 1. Conceito 2. Cabimento 3. Prazo 4. Início da contagem do prazo 5. Ausência do aviso prévio 6. Anotação na CTPS da data do encerramento do contrato de trabalho 7. Renúncia do período de aviso

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2010/2011

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2010/2011 ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2010/2011 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: MG001644/2010 DATA DE REGISTRO NO MTE: 02/06/2010 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR026139/2010 NÚMERO DO PROCESSO: 46211.004129/2010-92 DATA DO

Leia mais

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO Page 1 of 6 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2010/2011 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: RJ000276/2011 DATA DE REGISTRO NO MTE: 15/02/2011 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR005346/2011 NÚMERO DO PROCESSO: 46215.024928/2011-26

Leia mais

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/.

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/. CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2014/2016 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: SRT00355/2014 DATA DE REGISTRO NO MTE: 03/11/2014 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR056083/2014 NÚMERO DO PROCESSO: 46000.007397/2014-75 DATA

Leia mais

JORNADA DE TRABALHO DURAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO, CONTROLE, FALTAS

JORNADA DE TRABALHO DURAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO, CONTROLE, FALTAS Página 1 de 5 ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2011/2012 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: SP001238/2012 DATA DE REGISTRO NO MTE: 10/02/2012 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR071523/2011 NÚMERO DO PROCESSO: 46435.000013/2012-11

Leia mais

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/.

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/. ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2013/2014 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: MT000484/2013 DATA DE REGISTRO NO MTE: 09/08/2013 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR040108/2013 NÚMERO DO PROCESSO: 46210.001341/2013-51 DATA DO

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2013-2014

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2013-2014 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2013-2014 SINDICATO DOS MENSAGEIROS MOTOCICLISTAS,CICLISTAS E MOTO- TAXISTAS DO ESTADO DE SAO PAULO, CNPJ n. 66.518.978/0001-58, neste ato representado(a) por seu Presidente,

Leia mais

Júlio M. de Oliveira Mestre e doutor PUC/SP

Júlio M. de Oliveira Mestre e doutor PUC/SP PLR: pressupostos para caracterização conforme jurisprudência do CARF e a tributação dos planos de stock option Júlio M. de Oliveira Mestre e doutor PUC/SP A TRIBUTAÇÃO DOS PLANOS DE STOCK OPTION Hipótese

Leia mais