Há doze anos a monitorizar as comunidades bentónicas da zona ribeirinha do Parque das Nações (Lisboa): ponto da situação e ensinamentos para o futuro

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Há doze anos a monitorizar as comunidades bentónicas da zona ribeirinha do Parque das Nações (Lisboa): ponto da situação e ensinamentos para o futuro"

Transcrição

1 Há doze anos a monitorizar as comunidades bentónicas da zona ribeirinha do Parque das Nações (Lisboa): ponto da situação e ensinamentos para o futuro G. Silva, I. Metelo, J.L. Costa, P.R. Almeida, A.L. Rego, T. Pereira, C. Azeda, H. Cabral & M.J. Costa

2 Projecto de monitorização da zona ribeirinha do Parque das Nações IO/FCUL Parque EXPO, SA IO/FCUL Avaliar os efeitos resultantes das modificações de origem antrópica nos sistemas biológicos

3 Componentes estudadas fitoplâncton microfitobentos zooplâncton algas macrófitas macroinvertebrados aquáticos vegetação halófita entomofauna ictiofauna anfíbios e répteis avifauna mamíferos terrestres

4 Objectivos Usando as comunidades de macroinvertebrados bentónicos: Ì avaliar o estado de conservação recorrendo a índices bióticos usados em estudos de monitorização determinar os factores abióticos que podem condicionar a estrutura e dinâmica das comunidades u avaliar as implicações das variações naturais das comunidades de macroinvertebrados bentónicos em estudos de monitorização

5 Área de estudo Estuário do Tejo Zona ribeirinha do Parque das Nações 38º 55 N zona intertidal (#7) Lisboa Ponte Vasco da Gama zona subtidal (#6) 38º 40 N 1 km 10 km 9º 00 W

6 Metodologia Outubro de 1996 a Dezembro de 2007 Periodicidade trimestral Draga van Veen 0,05 m2 Dados biológicos Método ABC Índice AMBI + Dados abióticos Análise multivariada CCA

7 Resultados Índice Biótico Marinho AMBI (Borja et al., 2000; Muxika et al., 2005) Intertidal Subtidal Época de amostragem 1 Não perturbado 2 Perturbação reduzida Perturbação moderada 6 Perturbação elevada 7 Perturbação extrema

8 Resultados Método ABC (W) (Warwick, 1986) ausência de perturbação Intertidal perturbação moderada perturbação elevada Subtidal ausência de perturbação perturbação moderada perturbação elevada Época de amostragem

9 Resultados Variações sazonais dos índices Método Intertidal Subtidal mínimo Inverno Primavera Verão Outono Teste Friedman ABC 0,06 0,11 0,22 0,11 p = 0,277 AMBI 4,16 4,57 4,40 3,69 p = 0,286 ABC 0,09 0,07 0,11 0,14 p = 0,427 AMBI 3,68 4,53 4,19 3,50 p = 0,017 máximo Estado de conservação moderado padrão mais marcado para o subtidal comunidades mais empobrecidas no Inverno/Primavera comunidades menos perturbadas no Verão/Outono bom

10 Inverno/Primavera I02 I00 Grupo I P98 P02 P00 P01 Dch F Pfm Oli Grupo III Cct λ1=0,37 (29,4%) P97 λ2=0,14 (40,4%) Af P99 Cs I97 Spl V01 S00 O01 Pr Taxa T Fotoperíodo 2 Agregações sazonais O99 4 Grupos de taxa O02 Épocas de amostragem T0 Temperatura T3 I01 Vs Precipitação V02 O96 V00 Cgb O98 Css Ssr MOT Pr1 Ag C3 Am C1 C0 Pr0 Cap V98Gmm Ply Grupo IV Crp V97 Cgl Npt Ndv Hul Crr +1 CCA (zona intertidal) Resultados Gradiente precipitação Verão/Outono Grupo II +1 Silva et al., Hydrobiologia, 555:

11 λ1=0,20 (11,7%) λ2=0,12 (19,1%) CCA (zona subtidal) Resultados Cs Out00 Ag Fev00 MOT Pr0 Af Pr3 C1 T1 Css -1.2 T3-1.2 T0 C0 C3 Pr1 F V -1.2 Mar02 Set00 Out98 Ply Jan97 Cap Jun02 Syl Jan99 Out01 Gmm Mpal Ssr Ago97 Spl Nhom Cgl Cct Ndv Crr Bcan Mai00 Mar01 Cgb Oli Lch Jun04 Nov03 Crp Nem Abr97 Abr98 Jun03 Nov02 Jul98 Jun01 Nov04 Set04 Aeq Out96 Set03 Out99 Set02 Ago01 A1 - Verão/princípio Outono A2 - Inverno/princípio Primavera A3 - final Primavera/final Outono Am Temperatura Cascalho Temperatura e fotoperíodo Precipitação e caudais Temperatura e fotoperíodo Precipitação e caudais Taxa associados a A1 Taxa associados a A2 Taxa associados a A3 Taxa existentes em A1 e A Silva, Tese de Mestrado

12 Conclusões Acções antrópicas na região conduziram comunidades, mas estas foram ultrapassadas à perturbação das Melhoria gradual do estado das comunidades de macroinvertebrados bentónicos AMBI - melhores resultados no Outono / Inverno Método das curvas ABC - piores resultados Inverno / Primavera A sua aplicação e interpretação em estudos futuros devem ter esta sazonalidade em consideração O uso de metodologias combinadas parece ser mais eficaz quando se tem impactos antrópicos de natureza vária

13 Conclusões Diferenças importantes na estrutura e dinâmica das comunidades Intertidal mudanças abruptas nas comunidades ao longo do tempo intensos períodos de precipitação conduzem a comunidades mais empobrecidas Subtidal factores externos com menor influência sucessão de comunidades ao longo do ano, com a existência de comunidades de transição Variações naturais podem mascarar os efeitos de acções antrópicas

14 Conclusões Na avaliação e monitorização de impactes de origem antrópica envolvendo comunidades de macroinvertebrados bentónicos é importante perceber: r as limitações das técnicas a utilizar ü as variações intra e interanuais das comunidades Uma classificação que não traduza o real estado ecológico poderá ter consequências graves, conduzindo a situações em que se recomenda desnecessariamente a aplicação de medidas de correcção dum impacte inexistente ou ao seu inverso. Séries longas de dados

15 Muito obrigada.

Vila Real, 22 de Outubro de 2010

Vila Real, 22 de Outubro de 2010 Vila Real, 22 de Outubro de 2010 Oito anos de monitorização do estuário do Tejo no Porto do Buxo e Portinho da Costa (Concelho de Almada): evidência de impactos positivos no ecossistema resultantes das

Leia mais

DEMONSTRATIVO DE CÁLCULO DE APOSENTADORIA - FORMAÇÃO DE CAPITAL E ESGOTAMENTO DAS CONTRIBUIÇÕES

DEMONSTRATIVO DE CÁLCULO DE APOSENTADORIA - FORMAÇÃO DE CAPITAL E ESGOTAMENTO DAS CONTRIBUIÇÕES Página 1 de 28 Atualização: da poupança jun/81 1 133.540,00 15,78 10,00% 13.354,00 10,00% 13.354,00 26.708,00-0,000% - 26.708,00 26.708,00 26.708,00 jul/81 2 133.540,00 15,78 10,00% 13.354,00 10,00% 13.354,00

Leia mais

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE Simpl Acum Simpl Acum jul/10 a jun/11 jul/11 12 13 (%) (%) (%) (%) 1.72.380,00 0,00 0,00 0,00 361.00,00 22,96 22,96 1/11 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE ago/11 Simpl Acum Simpl Acum Simpl

Leia mais

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE Simpl Acum Simpl Acum jul/10 a jun/11 jul/11 12 13 (%) (%) (%) (%) 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 1/11 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE ago/11 Simpl Acum Simpl Acum Simpl Acum 14 set/11 15

Leia mais

DATA DIA DIAS DO FRAÇÃO DATA DATA HORA DA INÍCIO DO ANO JULIANA SIDERAL T.U. SEMANA DO ANO TRÓPICO 2450000+ 2460000+

DATA DIA DIAS DO FRAÇÃO DATA DATA HORA DA INÍCIO DO ANO JULIANA SIDERAL T.U. SEMANA DO ANO TRÓPICO 2450000+ 2460000+ CALENDÁRIO, 2015 7 A JAN. 0 QUARTA -1-0.0018 7022.5 3750.3 1 QUINTA 0 +0.0009 7023.5 3751.3 2 SEXTA 1 +0.0037 7024.5 3752.3 3 SÁBADO 2 +0.0064 7025.5 3753.3 4 DOMINGO 3 +0.0091 7026.5 3754.3 5 SEGUNDA

Leia mais

Voluntariado Ambiental para a Água

Voluntariado Ambiental para a Água Voluntariado Ambiental para a Água Gestão Participada dos Recursos Hídricos na RH do Algarve Paula Vaz Voluntariado Ambiental para a Água 1. ARH do Algarve, I.P. 2. Voluntariado Ambiental para a Água Enquadramento

Leia mais

Data Moeda Valor Vista Descrição Taxa US$ 07-Jul-00 Real 0,5816 Sem frete - PIS/COFINS (3,65%) NPR 1,81 14-Jul-00 Real 0,5938 Sem frete - PIS/COFINS

Data Moeda Valor Vista Descrição Taxa US$ 07-Jul-00 Real 0,5816 Sem frete - PIS/COFINS (3,65%) NPR 1,81 14-Jul-00 Real 0,5938 Sem frete - PIS/COFINS Data Moeda Valor Vista Descrição Taxa US$ 07-Jul-00 Real 0,5816 Sem frete - PIS/COFINS (3,65%) NPR 1,81 14-Jul-00 Real 0,5938 Sem frete - PIS/COFINS (3,65%) NPR 1,8 21-Jul-00 Real 0,6493 Sem frete - PIS/COFINS

Leia mais

TABELA PRÁTICA PARA CÁLCULO DOS JUROS DE MORA ICMS ANEXA AO COMUNICADO DA-87/12

TABELA PRÁTICA PARA CÁLCULO DOS JUROS DE MORA ICMS ANEXA AO COMUNICADO DA-87/12 JANEIRO 2,8451 2,7133 2,4903 2,3303 2,1669 1,9859 1,7813 1,6288 1,4527 1,3148 1,1940 1,0684 FEVEREIRO 2,8351 2,6895 2,4758 2,3201 2,1544 1,9676 1,7705 1,6166 1,4412 1,3048 1,1840 1,0584 MARÇO 2,8251 2,6562

Leia mais

Safra 2016/2017. Safra 2015/2016

Safra 2016/2017. Safra 2015/2016 Valores de ATR e Preço da Tonelada de Cana-de-açúcar - Consecana do Estado do Paraná Safra 2016/2017 Mar/16 0,6048 0,6048 0,6048 66,04 73,77 Abr 0,6232 0,6232 0,5927 64,72 72,29 Mai 0,5585 0,5878 0,5868

Leia mais

200 180 Indice (abr/2004=100) 160 140 120 100 80 dez/97 jun/98 dez/98 jun/99 dez/99 jun/00 dez/00 jun/01 dez/01 jun/02 dez/02 jun/03 dez/03 jun/04 dez/04 jun/05 dez/05 jun/06 dez/06 jun/07 dez/07 Faturamento

Leia mais

RECALL SMITHS LISTA DOS PRODUTOS ENVOLVIDOS, IMPORTADOS AO BRASIL PELA CIRÚRGICA FERNANDES, COM INFORMAÇÕES SOBRE PRODUTOS VENDIDOS E EM ESTOQUE

RECALL SMITHS LISTA DOS PRODUTOS ENVOLVIDOS, IMPORTADOS AO BRASIL PELA CIRÚRGICA FERNANDES, COM INFORMAÇÕES SOBRE PRODUTOS VENDIDOS E EM ESTOQUE DOCUMENTO 2 LISTA DOS PRODUTOS ENVOLVIDOS, IMPORTADOS AO BRASIL PELA CIRÚRGICA FERNANDES, COM INFORMAÇÕES SOBRE PRODUTOS VENDIDOS E EM ESTOQUE 100.105.025 644425 10 10 fev/05 fev/10 9660 10/10/2005 13/10/2005

Leia mais

Valores de ATR e Preço da Tonelada de Cana-de-açúcar - Consecana do Estado de São Paulo

Valores de ATR e Preço da Tonelada de Cana-de-açúcar - Consecana do Estado de São Paulo Valores de ATR e Preço da Tonelada de Cana-de-açúcar - Consecana do Estado de São Paulo Safra 2015/2016 Mensal Acumulado Cana Campo (1) Cana Esteira (2) R$/Kg ATR R$/Kg ATR R$/Ton. R$/Ton. Abr/15 0,4909

Leia mais

Vênus Em Aquário 25 Dez 1939. Vênus Em Peixes 18 Jan 1940. Vênus Em Áries 12 Fev 1940. Vênus Em Touro 8 Mar 1940. Vênus Em Gêmeos 4 Abr 1940

Vênus Em Aquário 25 Dez 1939. Vênus Em Peixes 18 Jan 1940. Vênus Em Áries 12 Fev 1940. Vênus Em Touro 8 Mar 1940. Vênus Em Gêmeos 4 Abr 1940 Vênus Em Aquário 25 Dez 1939 Vênus Em Peixes 18 Jan 1940 Vênus Em Áries 12 Fev 1940 Vênus Em Touro 8 Mar 1940 Vênus Em Gêmeos 4 Abr 1940 Vênus Em Câncer 6 Maio 1940 Vênus Em Gêmeos 5 Jul 1940 Vênus Em

Leia mais

EVOLUÇÃO DOS CAUDAIS EXTREMOS EM CURSOS DE ÁGUA DO INTERIOR CENTRO E NORTE DE PORTUGAL ADÉLIA NUNES

EVOLUÇÃO DOS CAUDAIS EXTREMOS EM CURSOS DE ÁGUA DO INTERIOR CENTRO E NORTE DE PORTUGAL ADÉLIA NUNES EVOLUÇÃO DOS CAUDAIS EXTREMOS EM CURSOS DE ÁGUA DO INTERIOR CENTRO E NORTE DE PORTUGAL ADÉLIA NUNES Departamento de Geografia Faculdade de Letras, Universidade de Coimbra, Largo da Porta Férrea 3004-530

Leia mais

Grupos Disponíveis Para Venda - 25/05/2015 10:58:48

Grupos Disponíveis Para Venda - 25/05/2015 10:58:48 25/05/2015 10:59:09 Página 1 Grupo: 000894 Prazo: 084 Prazo Restante: 062 Assembleia Atual: 023 11/06/2015 Vencimento: 08/06/2015 Participantes: 600 Cotas Vagas: 000 Característica: 1 SORTEIO - 1 SORTEIO

Leia mais

UNIVERSIDADE IGUAÇU Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde TÍTULO. Roney Rodrigues Guimarães Professor Orientador

UNIVERSIDADE IGUAÇU Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde TÍTULO. Roney Rodrigues Guimarães Professor Orientador UNIVERSIDADE IGUAÇU Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde PROJETO DE PESQUISA TÍTULO COMPOSIÇÃO E ESTRUTURA DA ICTIOFAUNA DO PARQUE MUNICIPAL DE NOVA IGUAÇU, ESTADO DO RIO DE JANEIRO, BRASIL. Roney

Leia mais

Figura 1: Bosque de Casal do Rei, alguns meses após o incêndio que ocorreu no Verão de 2005.

Figura 1: Bosque de Casal do Rei, alguns meses após o incêndio que ocorreu no Verão de 2005. Estudo da vegetação 1. Introdução A intensa actividade humana desenvolvida na região Centro ao longo dos últimos milénios conduziu ao desaparecimento gradual de extensas áreas de floresta autóctone, que

Leia mais

ÍNDICE DE VELOCIDADE DE VENDAS IVV DF IMÓVEIS NOVOS

ÍNDICE DE VELOCIDADE DE VENDAS IVV DF IMÓVEIS NOVOS ÍNDICE DE VELOCIDADE DE VENDAS IVV DF IMÓVEIS NOVOS Setembro de 2015 Realização: Apoio: INTRODUÇÃO O Indicador de Velocidade de Vendas (IVV) do mercado imobiliário do Distrito Federal é produzido mensalmente

Leia mais

10.000.000,00 9.154.690,15 9.000.000,00 8.000.000,00 7.195.564,56

10.000.000,00 9.154.690,15 9.000.000,00 8.000.000,00 7.195.564,56 10.000.000,00 9.154.690,15 9.000.000,00 8.543.230,16 8.000.000,00 7.195.564,56 7.000.000,00 6.000.000,00 5.000.000,00 4.000.000,00 3.000.000,00 2.000.000,00 1.000.000,00 0,00 1.959.125,59 1.347.665,60

Leia mais

Série 34 E 35 Relatório de Acompanhamento do CRI 31-jan-14

Série 34 E 35 Relatório de Acompanhamento do CRI 31-jan-14 31-jan-14 a - Juros 6.691.919,50 a - Juros 1.672.979,81 b - Amortização 3.757.333,97 b - Amortização 939.333,65 a - Saldo atual dos CRI Seniors (984.936.461,48) b - Saldo atual dos CRI Junior (246.234.105,79)

Leia mais

RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DA EXECUÇÃO FINANCEIRA

RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DA EXECUÇÃO FINANCEIRA CONTRATO 07/2013 EXERCÍCIO 2013 jan/13 fev/13 mar/13 abr/13 mai/13 jun/13 jul/13 ago/13 set/13 out/13 nov/13 dez/13 Número da Nota Fiscal emitida - - - - - - 92 99 110 121/133-157 - - Depósitos realizados

Leia mais

Distribuição de Renda

Distribuição de Renda Distribuição de Renda Renda Per Capita do Trabalho Principais Regiões Metropolitanas 15 a 60 anos de idade Inclui zeros www.fgv.br/cps/ms Índice de Gini Desigualdade Níveis Renda domiciliar per capita

Leia mais

Dayan Diniz de Carvalho Graduando Dept Meteorologia/UFRJ e Bolsista do LNCC/CNPq ddc@lncc.br

Dayan Diniz de Carvalho Graduando Dept Meteorologia/UFRJ e Bolsista do LNCC/CNPq ddc@lncc.br COMPARAÇÃO DE MÉTODOS DE ACÚMULO DE GRAUS-DIA PARA O ESTADO DO RIO DE JANEIRO Dayan Diniz de Carvalho Graduando Dept Meteorologia/UFRJ e Bolsista do LNCC/CNPq ddc@lncc.br Célia Maria Paiva Prof a Dept

Leia mais

RELAÇÃO DOS RELATÓRIOS DISPONÍVEIS NA UHE MACHADINHO EMITIDOS NO PERÍODO DE JANEIRO/2009 a DEZEMBRO/2009

RELAÇÃO DOS RELATÓRIOS DISPONÍVEIS NA UHE MACHADINHO EMITIDOS NO PERÍODO DE JANEIRO/2009 a DEZEMBRO/2009 ANEXO I RELAÇÃO DOS RELATÓRIOS DISPONÍVEIS NA UHE MACHADINHO EMITIDOS NO PERÍODO DE JANEIRO/2009 a DEZEMBRO/2009 Jan/09 Jan/09 Jan/09 Serviços Jan/09 Fev/09 Fev/09 Fev/09 Serviços Fev/09 BELVEDERE Consultoria

Leia mais

Caracterização e diagnóstico das massas de água de transição e costeiras

Caracterização e diagnóstico das massas de água de transição e costeiras PGBH que integram a Região Hidrográfica das Ribeiras do Algarve (RH8) Caracterização e diagnóstico das massas de água de transição e costeiras Consórcio NEMUS HIDROMOD AGRO.GES Faro, 29 de Março de 2011

Leia mais

COMENTÁRIOS. Em maio, o emprego na indústria recuou 0,5% frente ao mês anterior, na série livre de influências sazonais, oitavo resultado negativo

COMENTÁRIOS. Em maio, o emprego na indústria recuou 0,5% frente ao mês anterior, na série livre de influências sazonais, oitavo resultado negativo COMENTÁRIOS PESSOAL OCUPADO ASSALARIADO Em maio, o emprego na indústria recuou 0,5% frente ao mês anterior, na série livre de influências sazonais, oitavo resultado negativo consecutivo, levando a uma

Leia mais

Para este comentário foi analisado o EIA disponível no site da APA: http://siaia.apambiente.pt/aia1.aspx?id=2825

Para este comentário foi analisado o EIA disponível no site da APA: http://siaia.apambiente.pt/aia1.aspx?id=2825 Ex.mo Sr. Diretor-Geral, Agência Portuguesa do Ambiente Rua da Murgueira 9/9A Zambujal Apartado 7585- Alfragide 2721-865 Amadora Lisboa, 03 de Agosto de 2015 Assunto: Estudo de Impacte Ambiental (EIA)

Leia mais

Valor médio de avaliação bancária aumentou ligeiramente

Valor médio de avaliação bancária aumentou ligeiramente 26 de junho de 2014 Inquérito à Avaliação Bancária na Habitação Maio de 2014 Valor médio de avaliação bancária aumentou ligeiramente O valor médio de avaliação bancária 1 do total do País foi de 995 euros/m

Leia mais

OPERAÇÕES DE FRETE/2011

OPERAÇÕES DE FRETE/2011 JAN (lta) 213.840 213.840 48.693,90 213.840 213.840 48.693,90 FEV 48.300 48.300 4.859,10 91.839 91.839 8.767,52 722.756 722.756 45.937,39 MAR 862.895 862.895 59.564,01 142.600 142.600 12.482,77 290.232

Leia mais

Índice de Confiança da Construção. Índice da Situação Atual. Índice de Expectativas

Índice de Confiança da Construção. Índice da Situação Atual. Índice de Expectativas Noovveembbr roo ddee 22001111 Evolução no trimestre sobre o mesmo trimestre do ano anterior Médias Ago-Out11/ Ago-Out10 Médias Set-Nov11/ Set-Nov10 Confiança da Em parceria o Banco Central do Brasil, a

Leia mais

O Caso LS: Equipamento e Comportamento, os pilares da estratégia de Eficiência Energética

O Caso LS: Equipamento e Comportamento, os pilares da estratégia de Eficiência Energética O Caso LS: Equipamento e Comportamento, os pilares da estratégia de Eficiência Energética Lisboa, Maio de 2009 Copyright: LS - Luís Simões Dalila Tavares www.luis-simoes.com Índice ➊ - A Luís Simões ➋

Leia mais

GRUPO DE ECONOMIA / FUNDAP

GRUPO DE ECONOMIA / FUNDAP Ritmo da atividade econômica e mudança nas regras da poupança Grupo de Economia / Fundap Introdução A frustração com o ritmo de crescimento da economia brasileira é evidente. A produção industrial permaneceu,

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO E INDÍCIO DE MUDANÇA CLIMÁTICA EM VASSOURAS - RJ

CLASSIFICAÇÃO E INDÍCIO DE MUDANÇA CLIMÁTICA EM VASSOURAS - RJ CLASSIFICAÇÃO E INDÍCIO DE MUDANÇA CLIMÁTICA EM VASSOURAS - RJ Gisele dos Santos Alves (1); Célia Maria Paiva; Mônica Carneiro Alves Xavier (1) Aluna do curso de graduação em Meteorologia - UFRJ e-mail:

Leia mais

Mérito Desenvolvimento Imobiliário I FII. Fundo de Investimento Imobiliário

Mérito Desenvolvimento Imobiliário I FII. Fundo de Investimento Imobiliário 03 09 10 11 13 15 16 18 20 22 24 26 28 29 31 33 02 1. Imobiliário I 03 1. Imobiliário I 04 1. Imobiliário I 05 1. Imobiliário I 06 1. Imobiliário I 07 1. Imobiliário I 1. LANÇAMENTO 2. OBRAS 3. CONCLUÍDO

Leia mais

Decisão Investimento ( ) Favorável Desfavorável Prob. Favorável (%) V.E.

Decisão Investimento ( ) Favorável Desfavorável Prob. Favorável (%) V.E. TRABALHO 5 Tiago Lopes de Almeida Coimbra 050501002 1) O director dum gabinete de projectos decidiu concorrer a um concurso público. Sabe que se investir 5000 Euros na proposta tem 30% de probabilidade

Leia mais

Instituto de desenvolvimento educacional de Angola IDEIA SECRETARIA ACADÊMICA

Instituto de desenvolvimento educacional de Angola IDEIA SECRETARIA ACADÊMICA Instituto de desenvolvimento educacional de Angola IDEIA SECRETARIA ACADÊMICA Curso de Especialização MBA Gestão Estratégica em Tecnologia da Informação ANO MÊS CRONOGRAMA Dia Data Disciplina ch seg 07/09/15

Leia mais

- Gestão Financeira 1 -

- Gestão Financeira 1 - 1 Cap 2 - Administração do Capital de Giro 2.1 Introdução 2.2 O capital circulante e capital circulante líquido 2.3 Políticas de gerenciamento do capital circulante 2.4 Capital de Giro Próprio 2.5 Capital

Leia mais

SISTEMA DE PRODUÇÃO DE INDICADORES DE QUALIDADE DO SOLO E DESERTIFICAÇÃO

SISTEMA DE PRODUÇÃO DE INDICADORES DE QUALIDADE DO SOLO E DESERTIFICAÇÃO SISTEMA DE PRODUÇÃO DE INDICADORES DE QUALIDADE DO SOLO E DESERTIFICAÇÃO MundoGEO#Connect LatinAmerica Nuno Duro Centro de Convenções Frei Caneca - São Paulo 31-05-2012 2012 Critical Software, All rights

Leia mais

Eixo Temático ET-08-001 - Recursos Hídricos QUALIDADE DA ÁGUA: USO DO ÍNDICE BMWP PARA AVALIAÇÃO DE RIACHOS UTILIZADOS PARA ABASTECIMENTO URBANO

Eixo Temático ET-08-001 - Recursos Hídricos QUALIDADE DA ÁGUA: USO DO ÍNDICE BMWP PARA AVALIAÇÃO DE RIACHOS UTILIZADOS PARA ABASTECIMENTO URBANO 351 Eixo Temático ET-08-001 - Recursos Hídricos QUALIDADE DA ÁGUA: USO DO ÍNDICE PARA AVALIAÇÃO DE RIACHOS UTILIZADOS PARA ABASTECIMENTO URBANO Camila Fatima Rutkoski 1 ; Gregori Betiato Bieniek 1 ; Jéssica

Leia mais

ADVOCACIA GERAL DA UNIAO Procuradoria Geral da Uniao Departamento de Calculos e Pericias - DECAP ( NECAP NO ESTADO DO

ADVOCACIA GERAL DA UNIAO Procuradoria Geral da Uniao Departamento de Calculos e Pericias - DECAP ( NECAP NO ESTADO DO FICHA FINANCEIRA REFERENTE A 2002 JAN FEV MAR ABR MAI JUN 00182 ADIANT.GRATIF.NATALINA - APOS. R 1 82118 GRAT.DES.TEC.ADM.L10404/GDATA R 1 142,12 142,12 142,12 142,12 142,12 142,12 63,00 63,00 63,00 70,00

Leia mais

Nome do Condomínio. Demonstrativo Financeiro

Nome do Condomínio. Demonstrativo Financeiro Mês: Janeiro 1.5 - Mês: Fevereiro 1.5 - Mês: Março 1.5 - Mês: Abril 1.5 - Mês: Maio 1.5 - Mês: Junho 1.5 - Mês: Julho 1.5 - Mês: Agosto 1.5 - Mês: Setembro 1.5 - Mês: Outubro 1.5 - Mês: Novembro 1.5 -

Leia mais

Coordenadoria de Proteção à Biodiversidade

Coordenadoria de Proteção à Biodiversidade RELATÓRIO PARCIAL: MONITORAMENTO DOS FOCOS DE CALOR NA ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL (APA) ILHA DO BANANAL/CANTÃO, NO PERÍODO DE 01/01/2014 A 30/09/2014. Responsável pelo Relatório: Fábio Brega Gamba Biólogo

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DA HISTÓRIA RECENTE DE INCÊNDIOS EM PLANTAÇÕES INDUSTRIAIS NO BRASIL

CARACTERIZAÇÃO DA HISTÓRIA RECENTE DE INCÊNDIOS EM PLANTAÇÕES INDUSTRIAIS NO BRASIL NOVTEC 2010 Workshop Novas Tecnologias em Gestão Florestal Sustentável A gestão do risco de incêndio e a gestão da cadeia de valor 25-26 de Outubro, 2010 Lisboa, Portugal CARACTERIZAÇÃO DA HISTÓRIA RECENTE

Leia mais

de Piracicaba-SP: uma abordagem comparativa por meio de modelos probabilísticos

de Piracicaba-SP: uma abordagem comparativa por meio de modelos probabilísticos Descrição da precipitação pluviométrica no munícipio de Piracicaba-SP: uma abordagem comparativa por meio de modelos probabilísticos Idemauro Antonio Rodrigues de Lara 1 Renata Alcarde 2 Sônia Maria De

Leia mais

Série 108 Relatório de Acompanhamento do CRI 31-jan-15

Série 108 Relatório de Acompanhamento do CRI 31-jan-15 31-jan-15 a - Saldo atual dos CRI Seniors (37.502.102,11) c - Saldo devedor total da carteira, encargos e valores a processar 37.502.133,30 f - Excedente / (Falta) 1.034,16 28-fev-15 a - Saldo atual dos

Leia mais

Índice Periódico de Variação de Custos Condominiais Junho 2015

Índice Periódico de Variação de Custos Condominiais Junho 2015 Índice Periódico de Variação de Custos Condominiais Junho 2015 Elaborado pelo Departamento de Pesquisa - AABIC CONSIDERAÇÕES JUNHO DE 2015 No mês de junho, o IPEVECON registrou variação positiva de 0,72%,

Leia mais

GEOGRAFIA DO BRASIL CLIMA

GEOGRAFIA DO BRASIL CLIMA Clima GEOGRAFIA DO BRASIL CLIMA 1 Conceitos Básicos Tempo Estado momentâneo da Atmosfera Clima Sucessão habitual do tempo Continentalidade Influência da distância do mar no clima 2 Fatores que influenciam

Leia mais

TRABALHO 1 - ANÁLISE PROJETUAL

TRABALHO 1 - ANÁLISE PROJETUAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA CONFORTO AMBIENTAL I PROFª RITA SARAMAGO TRABALHO 1 - ANÁLISE PROJETUAL PROJETO: SUGAWARADAISUKE ARCHITECTS LOANY GONZAGA.LUIZA DALVI.MÁRCIA MICHELLE.THAÍS MARA 1.ANÁLISE

Leia mais

Diagnóstico Energético. Projecto Influência Comportamental no Consumo de Energia Eléctrica. Promotor: Entidade Financiadora: Parceiro:

Diagnóstico Energético. Projecto Influência Comportamental no Consumo de Energia Eléctrica. Promotor: Entidade Financiadora: Parceiro: Diagnóstico Energético Projecto Influência Comportamental no Consumo de Energia Eléctrica Entidade Financiadora: Promotor: Parceiro: Medida financiada no âmbito do Plano de Promoção da Eficiência no Consumo

Leia mais

Torezani1, E.; Baptistotte1, C.; Coelho1, B. B.; Santos2, M.R.D.; Bussotti2, U.G.; Fadini2, L.S.; Thomé1, J.C.A.; Almeida1, A.P.

Torezani1, E.; Baptistotte1, C.; Coelho1, B. B.; Santos2, M.R.D.; Bussotti2, U.G.; Fadini2, L.S.; Thomé1, J.C.A.; Almeida1, A.P. ABUNDÂNCIA, TAMANHO E CONDIÇÃO CORPORAL EM CHELONIA MYDAS (LINNAEUS 1758) NA ÁREA DO EFLUENTE DA CST (COMPANHIA SIDERÚRGICA DE TUBARÃO), ESPÍRITO SANTO BRASIL, 2000-2004. Torezani1, E.; Baptistotte1, C.;

Leia mais

4. Reuniões Técnicas (Mini-Seminário por Bioma) Objetivo das Reuniões Técnicas

4. Reuniões Técnicas (Mini-Seminário por Bioma) Objetivo das Reuniões Técnicas (Mini-Seminário por Bioma) Objetivo das Reuniões Técnicas. Definição dos objetos conservação. Definição de metas de importância relativa de cada objeto. Definição das principais fontes de dados/informações

Leia mais

COMPARAÇÃO ENTRE A TEMPERATURA DA ÁREA URBANA E DA ÁREA RURAL DO MUNICÍPIO DE VIGIA

COMPARAÇÃO ENTRE A TEMPERATURA DA ÁREA URBANA E DA ÁREA RURAL DO MUNICÍPIO DE VIGIA COMPARAÇÃO ENTRE A TEMPERATURA DA ÁREA URBANA E DA ÁREA RURAL DO MUNICÍPIO DE VIGIA Andressa Garcia Lima 1, Dra. Maria Aurora Santos da Mota 2 1 Graduada em Meteorologia- UFPA, Belém-PA, Bra. andressinhagl@yahoo.com.br.

Leia mais

PROJETO DE PESQUISA ESTUDO DOS COMPONENTES LENHOSOS NA COBERTURA VEGETAL DA ENCOSTA DA FACULDADE MACHADO SOBRINHO, JUIZ DE FORA, MINAS GERAIS, BRASIL

PROJETO DE PESQUISA ESTUDO DOS COMPONENTES LENHOSOS NA COBERTURA VEGETAL DA ENCOSTA DA FACULDADE MACHADO SOBRINHO, JUIZ DE FORA, MINAS GERAIS, BRASIL PROJETO DE PESQUISA Professor Flávio José Soares Júnior Biólogo graduado pela Universidade Federal de Juiz de Fora; Mestre em Biologia Vegetal pela Universidade Federal de Viçosa; Doutorando em Botânica

Leia mais

PLANIFICAÇÃO CIÊNCIAS NATURAIS (8.º ANO) 2015/2016 Docentes: João Mendes, Madalena Serra e Vanda Messenário

PLANIFICAÇÃO CIÊNCIAS NATURAIS (8.º ANO) 2015/2016 Docentes: João Mendes, Madalena Serra e Vanda Messenário PLANIFICAÇÃO CIÊNCIAS NATURAIS (8.º ANO) 2015/2016 Docentes: João Mendes, Madalena Serra e Vanda Messenário 1 Metras Curriculares Estratégias Tempo Avaliação TERRA UM PLANETA COM VIDA Sistema Terra: da

Leia mais

Colectores Solares para Aquecimento de Água. S. T. Spencer silvino.spencer@adene.pt

Colectores Solares para Aquecimento de Água. S. T. Spencer silvino.spencer@adene.pt Colectores Solares para Aquecimento de Água S. T. Spencer silvino.spencer@adene.pt POTENCIAL DE APLICAÇÃO DE COLECTORES SOLARES PARA AQUECIMENTO DE ÁGUA Hotéis Apartamento Moteis Pousadas Estalagens

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU MODALIDADE A DISTÂNCIA CRONOGRAMA ACADÊMICO 2011 MBA EM ADMINISTRAÇÃO E MARKETING TURMAS 2011

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU MODALIDADE A DISTÂNCIA CRONOGRAMA ACADÊMICO 2011 MBA EM ADMINISTRAÇÃO E MARKETING TURMAS 2011 2 3 4 5 6 7 8 9 0 2 3 4 5 6 7 8 9 20 22 Aula Data Evento 7/0 a 22/0 Período para solicitação de provas de 2ª chamada 23 24 25 26 27 28 29 26/jan Entrada de novos alunos + AVA (OFERTA JANEIRO 20) 30 3 3/0

Leia mais

Jornadas da Meteorologia Abril Vila do Conde

Jornadas da Meteorologia Abril Vila do Conde ENTIDADE ESTÁTICA CAUSA DETERMINANTE 7ºC Terras altas do interior Centro 18ºC Litoral Sul Diferença significativa entre o Norte e o Sul de Portugal Temperatura média anual (1961-1990) Diferença significativa

Leia mais

Calendário Pós-graduação 2014 - MBA em Gestão de Projetos

Calendário Pós-graduação 2014 - MBA em Gestão de Projetos Calendário Pós-graduação 2014 - MBA em Gestão de Projetos Disciplina Data Início Data fim Atividade acadêmica ENTRADA 1 10/03/2014 20/12/2014 17/03/2014 24/03/2014 Análise de Cenários Econômicos (Disciplina

Leia mais

Índice de Prevenção de Acidentes Laborais IPAL

Índice de Prevenção de Acidentes Laborais IPAL Índice de Prevenção de Acidentes Laborais IPAL Autor: Vinicius Silva Neves Ampla Energia e Serviços S.A. RESUMO O Índice de Prevenção de Acidentes Laborais IPAL, é um indicador de prevenção de acidentes

Leia mais

Calendário Pós-graduação 2014 - Educação Infantil

Calendário Pós-graduação 2014 - Educação Infantil Calendário Pós-graduação 2014 - Educação Infantil Disciplina Data Início Data fim Atividade acadêmica ENTRADA 1 10/03/2014 20/12/2014 17/03/2014 24/03/2014 Gestão criativa e inovadora nas instituições

Leia mais

Alturas mensais de precipitação (mm)

Alturas mensais de precipitação (mm) Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos AGUASPARANÁ - Instituto das Águas do Paraná Sistema de Informações Hidrológicas - SIH Alturas mensais de precipitação (mm) Estação: Município: Tipo: Altitude:

Leia mais

SINAIS DE LA NIÑA NA PRECIPITAÇÃO DA AMAZÔNIA. Alice M. Grimm (1); Paulo Zaratini; José Marengo

SINAIS DE LA NIÑA NA PRECIPITAÇÃO DA AMAZÔNIA. Alice M. Grimm (1); Paulo Zaratini; José Marengo SINAIS DE LA NIÑA NA PRECIPITAÇÃO DA AMAZÔNIA Alice M. Grimm (1); Paulo Zaratini; José Marengo (1) Grupo de Meteorologia - Universidade Federal do Paraná Depto de Física Caixa Postal 19081 CEP 81531-990

Leia mais

Dados de Crédito agosto

Dados de Crédito agosto 29/09/09 Dados de Crédito agosto O Banco Central divulgou relatório de política monetária e crédito referente ao mês de agosto. O crédito com recursos livres teve aumento real de 6, nos últimos 12 meses.

Leia mais

AVALIAÇÃO DOS RISCOS DE SECA PARA O MUNICÍPIO DE FEIRA DE SANTANA-BA ASSOCIADO À INFLUÊNCIA DO EL NIÑO NO SEMI-ÁRIDO DO NORDESTE BRASILEIRO

AVALIAÇÃO DOS RISCOS DE SECA PARA O MUNICÍPIO DE FEIRA DE SANTANA-BA ASSOCIADO À INFLUÊNCIA DO EL NIÑO NO SEMI-ÁRIDO DO NORDESTE BRASILEIRO 18 AVALIAÇÃO DOS RISCOS DE SECA PARA O MUNICÍPIO DE FEIRA DE SANTANA-BA ASSOCIADO À INFLUÊNCIA DO EL NIÑO NO SEMI-ÁRIDO DO NORDESTE BRASILEIRO Aline F. Diniz¹ Rosângela Leal Santos² Sandra Medeiro Santo³

Leia mais

Comércio em Números. Brasil. meses.

Comércio em Números. Brasil. meses. Belo Horizonte MG Abril de 2015 O Comércio em Números é um acompanhamento sistemático das estatísticas econômicas. Trata-se de um estudo que busca acompanhar o comportamento das variáveis de desempenho

Leia mais

1. Acções de sensibilização

1. Acções de sensibilização PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL / 2013-2014 As atividades propostas compreendem diferentes momentos de reflexão, discussão e ação, dirigindo-se a toda a comunidade educativa que contempla diferentes níveis

Leia mais

Indicadores do Mercado de Meios Eletrônicos de Pagamento

Indicadores do Mercado de Meios Eletrônicos de Pagamento Indicadores do Mercado de Meios Eletrônicos de Pagamento Setembro de 2007 Apresentado por Fernando Chacon Diretor de Marketing de Cartões do Banco Itaú 1 Pagamentos Parcelados: Acesso ao crédito sem juros

Leia mais

Atualização de $ 602,77 de Abr-2006 para Mai-2011 pelo índice INPC. Valor atualizado: $ 784,48

Atualização de $ 602,77 de Abr-2006 para Mai-2011 pelo índice INPC. Valor atualizado: $ 784,48 CONTINUO de $ 602,77 de 2006 para Mai-2011 pelo índice INPC. Valor atualizado: $ 784,48 06=0,12%; Mai-06=0,13%; Jun-06=-0,07%; Jul-06=0,11%; Ago-06=-0,02%; Set- 06=0,43%; Nov-06=0,42%; Dez-06=0,62%; Jan-07=0,49%;

Leia mais

Orçamento de Financiamento dos Recursos do Projecto

Orçamento de Financiamento dos Recursos do Projecto Jun-09 Jul-09 Ago-09 Set-09 Out-09 Nov-09 Dez-09 Jan-10 Fev-10 Mar-10 Abr-10 Mai-10 Jun-10 Ajudas de Custo TS nível 6 Ajudas de Custo TS nível 3 Advogado 0,00 2500,00 Portátil 1 + Office 1500,00 Portátil

Leia mais

FENÔMENOS 2015 17 A HORA LEGAL DO FUSO DE -3 HORAS

FENÔMENOS 2015 17 A HORA LEGAL DO FUSO DE -3 HORAS FENÔMENOS 2015 17 A Jan. 2 9 Aldebarã 1 S da Lua 4 4 Terra no perihélio 5 1h53min LUA CHEIA 8 5 Júpiter 4 N da Lua 8 23 Regulus 4 N da Lua 9 15 Lua no apogeo 13 6h46min QUARTO MINGUANTE 13 7 Spica 3 S

Leia mais

Censos 2011. Uma operação em Business Process Outsourcing (BPO) Censos 2011

Censos 2011. Uma operação em Business Process Outsourcing (BPO) Censos 2011 Uma operação em Business Process Outsourcing (BPO) Conferência APDSI Uma Agenda Nacional para o BPO Business Process Outsourcing 22 Novembro 2011 1 Índice A importância dos Censos O outsourcing da operação

Leia mais

UNIVERSIDADE POSITIVO PROGRAMA DE MESTRADO E DOUTORADO EM ADMINISTRAÇÃO DOUTORADO EM ADMINISTRAÇÃO ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: <ÁREA DE CONCENTRAÇÃO>

UNIVERSIDADE POSITIVO PROGRAMA DE MESTRADO E DOUTORADO EM ADMINISTRAÇÃO DOUTORADO EM ADMINISTRAÇÃO ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: <ÁREA DE CONCENTRAÇÃO> UNIVERSIDADE POSITIVO PROGRAMA DE MESTRADO E DOUTORADO EM ADMINISTRAÇÃO DOUTORADO EM ADMINISTRAÇÃO ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: PRÉ-PROJETO DE TESE DE DOUTORADO ***TÍTULO*** ***AUTOR***

Leia mais

DOMÍNIO DE ESTUDO: MAPEAMENTO E ANÁLISE EVOLUTIVA ATRAVÉS DE TÉCNICAS DE DETEÇÃO REMOTA E CRITÉRIOS BIOFÍSICOS

DOMÍNIO DE ESTUDO: MAPEAMENTO E ANÁLISE EVOLUTIVA ATRAVÉS DE TÉCNICAS DE DETEÇÃO REMOTA E CRITÉRIOS BIOFÍSICOS DOMÍNIO DE ESTUDO: MAPEAMENTO E ANÁLISE EVOLUTIVA ATRAVÉS DE TÉCNICAS DE DETEÇÃO REMOTA E CRITÉRIOS BIOFÍSICOS Ricardo Nogueira Mendes (1), Rodrigo Ceia (1), João Catalão (1), Ricardo Melo (1), Tiago Silva

Leia mais

1. Informações. 2. Aprovação da Ata da 6ª CA. 4. Ponto de situação do PORLisboa a 31.05.2013. 5. Outros assuntos

1. Informações. 2. Aprovação da Ata da 6ª CA. 4. Ponto de situação do PORLisboa a 31.05.2013. 5. Outros assuntos 7ª REUNIÃO DA COMISSÃO DE ACOMPANHAMENTO 2013--062013 06-06 Proposta de Ordem de Trabalhos 1. Informações 2. Aprovação da Ata da 6ª CA 3. Apreciação e aprovação do relatório de execução de 2012 4. Ponto

Leia mais

Relatório de Integração VMER & SIV 11/2012

Relatório de Integração VMER & SIV 11/2012 11/2012 Despacho n.º 14898/2011, de d 3 de novembro Pontoo 7: O INEM,, I. P., apresentar um relatório anual ao membro do Governo responsável pela área da saúde que permita a análise interna e a melhoria

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO CLIMÁTICA DA ZONA LESTE DE SÃO PAULO, UM EXEMPLO DE INTERAÇÃO ENTRE A EACH-USP E O BAIRRO JARDIM KERALUX

CARACTERIZAÇÃO CLIMÁTICA DA ZONA LESTE DE SÃO PAULO, UM EXEMPLO DE INTERAÇÃO ENTRE A EACH-USP E O BAIRRO JARDIM KERALUX CARACTERIZAÇÃO CLIMÁTICA DA ZONA LESTE DE SÃO PAULO, UM EXEMPLO DE INTERAÇÃO ENTRE A EACH-USP E O BAIRRO JARDIM KERALUX Rita Yuri Ynoue Escola de Artes, Ciências e Humanidades, Universidade de São Paulo.

Leia mais

FASE DE FORMAÇÃO INICIAL

FASE DE FORMAÇÃO INICIAL FASE DE FORMAÇÃO INICIAL Durante o ano de 2003 realizaram-se dois cursos de estágio, o 1º e 2º Curso de Estágio de 2003, os quais foram frequentados por 412 e 711 Advogados Estagiários, respectivamente.

Leia mais

MODELO DE PROJETO DE PESQUISA

MODELO DE PROJETO DE PESQUISA IDENTIFICAÇÃO DO PESQUISADOR Nome do pesquisador responsável MODELO DE PROJETO DE PESQUISA Instituição Titulação Departamento CPF Endereço Telefone Fax E-Mail EQUIPE COLABORADORA Nome Departamento Titulação

Leia mais

Índice. Introdução...2. Presença na Internet 2015 - www.praiadasrocas.com...3. Redes Sociais (Facebook)...7. Conclusão...9

Índice. Introdução...2. Presença na Internet 2015 - www.praiadasrocas.com...3. Redes Sociais (Facebook)...7. Conclusão...9 Índice Introdução...2 Presença na Internet 2015 - www.praiadasrocas.com...3 Redes Sociais (Facebook)...7 Conclusão...9 1 PRAIA DAS ROCAS Presença na Internet 2015. Introdução A presença na Internet é tida

Leia mais

MODELAGEM DA PRODUÇÃO DE SEDIMENTOS USANDO CENÁRIO AMBIENTAL ALTERNATIVO NA REGIÃO NO NOROESTE DO RIO DE JANEIRO - BRAZIL

MODELAGEM DA PRODUÇÃO DE SEDIMENTOS USANDO CENÁRIO AMBIENTAL ALTERNATIVO NA REGIÃO NO NOROESTE DO RIO DE JANEIRO - BRAZIL MODELAGEM DA PRODUÇÃO DE SEDIMENTOS USANDO CENÁRIO AMBIENTAL ALTERNATIVO NA REGIÃO NO NOROESTE DO RIO DE JANEIRO - BRAZIL SEDIMENT YIELD MODELING USING AN ALTERNATIVE ENVIRONMENTAL SCENARIO IN NORTHWESTERN

Leia mais

O CLIMA PORTUGUÊS: Noções básicas e fatores geográficos Regiões climáticas portuguesas

O CLIMA PORTUGUÊS: Noções básicas e fatores geográficos Regiões climáticas portuguesas UC História e Geografia de Portugal II Geografia de Portugal 3. O CLIMA PORTUGUÊS: Noções básicas e fatores geográficos Regiões climáticas portuguesas IPS-ESE ME12C André Silva O Clima Português: Elementos

Leia mais

VARIABILIDADE MÉDIA MENSAL DE VARÁVEIS METEOROLÓGICAS EM CAXIUANÃ, ÁREA DE FLORESTA TROPICAL DA AMAZÔNIA

VARIABILIDADE MÉDIA MENSAL DE VARÁVEIS METEOROLÓGICAS EM CAXIUANÃ, ÁREA DE FLORESTA TROPICAL DA AMAZÔNIA VARIABILIDADE MÉDIA MENSAL DE VARÁVEIS METEOROLÓGICAS EM CAXIUANÃ, ÁREA DE FLORESTA TROPICAL DA AMAZÔNIA José de Paulo Rocha da Costa 1 & Renata Silva de Loureiro 2. 1 Prof. Adjunto. Departamento de Meteorologia.

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÃRIO DE SINOP. Prof. D.Sc. Evaldo Martins Pires BIOESTATÍSTICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÃRIO DE SINOP. Prof. D.Sc. Evaldo Martins Pires BIOESTATÍSTICA Aula 08 BIOESTATÍSTICA TÓPICOS ABORDADOS: Até agora, nós vimos Introdução a Bioestatística Vários conceitos básicos ESTATÍSTICA DESCRITIVA - Medidas de posição (média; moda; mediana; quartil) para dados

Leia mais

Gestor(a): Desembargadora Maria Nailde Pinheiro Nogueira

Gestor(a): Desembargadora Maria Nailde Pinheiro Nogueira Gestor(a): Desembargadora Maria Nailde Pinheiro Nogueira Meta Meta 2 de 29 Meta 2 de 21 Meta 2 de 212 Meta 2 de 213 Descrição Identificar os processos judiciais mais antigos e adotar medidas concretas

Leia mais

PESQUISA MENSAL DO COMERCIO VAREJISTA DA REGIÃO METROPOLITANA DE FORTALEZA (CE) - MARÇO 2016 -

PESQUISA MENSAL DO COMERCIO VAREJISTA DA REGIÃO METROPOLITANA DE FORTALEZA (CE) - MARÇO 2016 - PESQUISA MENSAL DO COMERCIO VAREJISTA DA REGIÃO METROPOLITANA DE FORTALEZA (CE) - MARÇO 2016 - Elaboração: Francisco Estevam Martins de Oliveira, Estatístico Coordenação de Campo: Roberto Guerra SUMÁRIO

Leia mais

Termo de Referência. Contexto. Objetivo. Atividades

Termo de Referência. Contexto. Objetivo. Atividades Contexto Termo de Referência Consultor de Monitoramento Socioeconômico para Projeto de Conservação da Biodiversidade Wildlife Conservation Society, Programa Brasil (WCS Brasil), Manaus, Amazonas, Brasil

Leia mais

PLANBELAS, S.A. Missão, Visão e Valores

PLANBELAS, S.A. Missão, Visão e Valores PLANBELAS, S.A. Missão, Visão e Valores Missão (razão de ser): Desenvolver projectos residenciais de referência, com uma visão de longo prazo, baseados em princípios de excelência, sustentáveis e integrados

Leia mais

O P E R A C I O N A L I Z A Ç Ã O D A S U N I D A D E S D E S A Ú D E F A M I L I A R E S. Carlos Nunes. Missão para os Cuidados de Saúde Primários

O P E R A C I O N A L I Z A Ç Ã O D A S U N I D A D E S D E S A Ú D E F A M I L I A R E S. Carlos Nunes. Missão para os Cuidados de Saúde Primários O P E R A C I O N A L I Z A Ç Ã O D A S U N I D A D E S D E S A Ú D E F A M I L I A R E S Carlos Nunes Missão para os Cuidados de Saúde Primários VILAMOURA 23 Março 2007 C A N D I D A T U R A S A U S F

Leia mais

GovConta Caixa https://govconta.caixa.gov.br/sigov/extrato/conta_individual/imprimir.do?nomeform=... Página 1 de 1 28/02/2014 :: Extrato das Contas Individuais Origem do Extrato: GOVCONTA CAIXA GovConta

Leia mais

Monitorizar a Biodiversidade Antes (muito antes) do RECAPE?

Monitorizar a Biodiversidade Antes (muito antes) do RECAPE? 3ª CONFERÊNCIA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DE IMPACTES 22 a 24 de Outubro 2008 BEJA Pós-Avaliação: Mito ou Realidade? Monitorizar a Biodiversidade Antes (muito antes) do RECAPE? Fernando Leão & Miguel Coutinho

Leia mais

3. Números índice. Matemática Financeira e Instrumentos de Gestão

3. Números índice. Matemática Financeira e Instrumentos de Gestão 1 2 Matemática Financeira e Instrumentos de Gestão Sumário 3. Números índice 12ª Aula 3.2.5 Taxa de variação Taxa de Inflação Exercícios de consolidação de conhecimentos 9 Nov. 2004 Aula 12, 9 / Nov. /

Leia mais

Preços. 2.1 Índices gerais

Preços. 2.1 Índices gerais Preços A inflação, considerada a evolução dos índices de preços ao consumidor e por atacado, apresentou contínua elevação ao longo do trimestre encerrado em maio. Esse movimento, embora tenha traduzido

Leia mais

HOTELARIA E GOLFE EM PORTUGAL. 20 de Janeiro 2006

HOTELARIA E GOLFE EM PORTUGAL. 20 de Janeiro 2006 HOTELARIA E GOLFE EM PORTUGAL 20 de Janeiro 2006 ÍNDICE 1. PONTOS FORTES E FRACOS DO DESTINO 2. OS HOTÉIS TIVOLI E O GOLFE 3. VANTAGENS DO SEGMENTO GOLFE PARA OS HOTÉIS 4. FACTORES CRÍTICOS DE SUCESSO

Leia mais

Diagnóstico e Metodologia para o estudo dos efeitos das partículas finas na cidade de Lisboa

Diagnóstico e Metodologia para o estudo dos efeitos das partículas finas na cidade de Lisboa Diagnóstico e Metodologia para o estudo dos efeitos das partículas finas na cidade de Lisboa Equipa Departamento de Ciências e Engenharia do Ambiente Faculdade de Ciências e Tecnologia Universidade Nova

Leia mais

Getulio de Assis Gurgel

Getulio de Assis Gurgel Getulio Av. Parque Águas Claras Qd. 105 Lt. 2495 Bl. B apt o 202. CEP: 71.930-000 Fone(s): +55(61) 8111-0373. getulio.gurgel@yahoo.com.br Informações Pessoais Pós Graduando em Avaliação de Flora e Fauna

Leia mais

Comparação entre dados de precipitação obtidos por satélites e por pluviômetros no Vale do Paraíba

Comparação entre dados de precipitação obtidos por satélites e por pluviômetros no Vale do Paraíba Comparação entre dados de precipitação obtidos por satélites e por pluviômetros no Vale do Paraíba Patrícia Mayumi Teramoto 1 Gilberto Fisch 2 Silvio Jorge Coelho Simões 1 1 Universidade Estadual Paulista

Leia mais

MÉTODOS PARA PREVISÃO DA DEMANDA. Método genérico para estimar demanda total de um mercado (em unidades monetárias)

MÉTODOS PARA PREVISÃO DA DEMANDA. Método genérico para estimar demanda total de um mercado (em unidades monetárias) GESTÃO DA DISTRIBUIÇÃO Prof. Marco A. Arbex MÉTODOS PARA PREVISÃO DA DEMANDA Método genérico para estimar demanda total de um mercado (em unidades monetárias) Q= n.q.p Q= Demanda total do mercado n= Número

Leia mais

Da EXPO 98 ao Parque das Nações. Maio 2013 1

Da EXPO 98 ao Parque das Nações. Maio 2013 1 Maio 2013 1 Da EXPO 98 ao Parque das Nações Maio 2013 2 Objectivos O Parque das Nações como era Estratégia Ambiental Monitorização Conclusões Maio 2013 3 Objectivos Maio 2013 4 Realização da última Exposição

Leia mais

Cursos Sistemas Vapor 2015

Cursos Sistemas Vapor 2015 Cursos Sistemas Vapor 2015 Acção de formação para: Directores de produção Desenhadores de instalações Gerentes de fábrica Engenheiros de processo Engenheiros de projecto Instaladores Gestores de energia

Leia mais

Projecto de Enquadramento Geral

Projecto de Enquadramento Geral A Política de Biodiversidade da EDP e o Envolvimento da Projecto de Enquadramento Geral Outubro 2010 A Politica de Biodiversidade da EDP no Envolvimento da Direcção de Sustentabilidade e Ambiente 1 Módulo

Leia mais