UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE (UFAC) Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares (ITCP) Plano de Negócios: Encauchados de Vegetais da Amazônia

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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE (UFAC) Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares (ITCP) Plano de Negócios: Encauchados de Vegetais da Amazônia Rio Branco-Acre, julho de 2010

2 UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE (UFAC) Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares (ITCP) Plano de Negócios: Encauchados de Vegetais da Amazônia Eng. Agr. MSc. Régis Alfeu Paiva Rio Branco-Acre, julho de

3 Índice Sumário Executivo... 4 Missão, Visão e Valores... 6 Descrição da Empresa... 7 Histórico... 7 Localização das unidades produtivas Nova Vida Formoso Nova Olinda Nova Esperança Grota Paredão RESEX Cazumbá-Iracema (unidade de Seringueiros) Evolução dos produtos e tecnologias envolvidas Descrição Legal Parcerias e alianças estratégicas Acesso a novos mercados Novos canais de distribuição Produto Tecnologia Análise Estratégica Pontos Fortes (ambiente interno) Pontos Fracos (ambiente interno) Possíveis ameaças e oportunidades (ambiente externo) Riscos Diferencial competitivo Concorrentes atuais e potenciais Possíveis produtos substitutos Seu nicho Parceiros atuais e potenciais Fornecedores Metas Objetivos Cronograma Físico Cronogramas Financeiro Plano de Marketing Embalagens Porta-trecos Tapetes Mantas Jogos americanos Suportes com formato de folhas Camisetas personalizadas Distribuição dos Encauchados de Vegetais Mercados Perfil do consumidor Público alvo Canais de distribuição Formas de promoção Vendas Assistência técnica Benefícios Diferencial Plano Financeiro Anexos

4 Sumário Executivo Os Encauchados de Vegetais da Amazônia são uma Tecnologia Social 1 (TS) reconhecida pela Fundação Banco do Brasil, cujo principal componente é um agente pré-vulcanizante patenteado em nome do Poloprobio, OSCIP 2. Esta TS é trabalhada em comunidades tradicionais e extrativas 3 da região Amazônica, notadamente índios e seringueiros, permitindo-lhes agregar valores à borracha nativa por eles colhida, rompendo com o ciclo histórico de produção de matérias primas para as indústrias alhures. Segundo Drummond (1996), nos países desenvolvidos, o extrativismo "elementar", de baixa tecnologia, é tipicamente uma atividade importante apenas em áreas "remotas" ou de "fronteira" (onde tecnologia, capitais e infra-estrutura são escassos). Nela um número relativamente pequeno de trabalhadores pobremente equipados como que "arranca a unha" alguns recursos da natureza. Seguindo o raciocínio deste autor, esta seria a forma tradicional de exploração do látex. Assim, conforme este mesmo autor destaca, o extrativismo "moderno", de alta tecnologia, pode ou não ocorrer nessas mesmas regiões, mas quando se instala nelas via de regra introduz "modernizações" tecnológicas e mecânicas compatíveis com escalas comerciais de produção determinadas pela competição por mercados de escala nacional ou internacional. Este é o caso da TS dos Encauchados de Vegetais. Ressalte-se que Santos et al (2003; Comunicado Técnico 157. Embrapa-Acre. 2003) relataram ser necessário a incorporação de tecnologias ao processo produtivo, indicando algumas tecnologias da época, uma vez que na forma tradicional de exploração a extração de borracha causava prejuízo econômico em comparação à remuneração naquele período. O projeto apresenta muitas vantagens comparativas, dentre as quais a primeira é permitir, de fato, às comunidades locais a sobrevivência em harmonia com a floresta onde já se encontram. A isso se soma o fato de ser algo cuja base produtiva já é lhe inerente, dado que explora ou já explorou a coleta de látex nativo, bem como os fundamentos do encauchamento 4. Por aliar conhecimentos tradicionais e inovação 1 Considera-se tecnologia social todo o produto, método, processo ou técnica, criado para solucionar algum tipo de problema social e que atenda aos quesitos de simplicidade, baixo custo, fácil aplicabilidade (e reaplicabilidade) e impacto social comprovado. 2 Organização da Sociedade Civil de Interesse Público: Título fornecido pelo Ministério da Justiça do Brasil, cuja finalidade é facilitar o aparecimento de parcerias e convênios com todos os níveis de governo e órgãos públicos (federal, estadual e municipal). 3 O extrativismo - ou uma economia extrativa - é, no sentido mais básico, uma maneira de produzir bens na qual os recursos naturais úteis são retirados diretamente da sua área de ocorrência natural, em contraste com a agricultura, o pastoreio, o comércio, o artesanato, os serviços ou a indústria. (DRUMMOND, Estudos Sociedade e Agricultura, 6, julho 1996: ). 4 Técnica de impermeabilização de tecido com o uso do látex da árvore do Caucho (Castilloa ulei), para a fabricação de uma série de produtos para uso local. 4

5 tecnológica, tudo acrescido de um forte apelo ecológico 5 e social, tem uma grande receptividade pelas comunidades onde está inserido. Ademais, os produtos têm considerável qualidade e durabilidade. Na atualidade já existe uma gama de produtos sendo trabalhados com os Encauchados: mantas, tapetes, embalagens, porta-treco, jogo-americano e todas as variações em cima destes, bem como a pintura de camisetas com látex. Além disso, por ser uma tecnologia dinâmica e em construção, vários produtos vêm sendo desenvolvidos pelas próprias comunidades, como sandálias, pulseiras e outros. A tecnologia empregada permite aliar os conhecimentos da indústria com o saber das comunidades atingidas. O grande salto tecnológico é a introdução de um produto capaz de promover a vulcanização do látex e sua manipulação por parte dos coletores de látex e, a partir disso, permitir sua mistura com fibras vegetais e sua moldagem em artefatos, os quais são secados ao sol, estando prontos para o mercado. Em termos de mercado, inicialmente o apelo se dá com consumidores de artesanato. Apesar disso, já foi atendido um pedido de uma rede de supermercados para a produção de embalagens de vinhos finos. Tanto em uma área como na outra o mercado é promissor, mas cabe ressaltar que por ser um produto diferenciado tem o seu espaço maior nos centros consumidores de maior porte, como as cidades de porte médio e regiões metropolitanas e público com renda maior. Cabe ressaltar que para implantar uma unidade de produção de Encauchados não são necessários investimentos elevados, o que pode, em tese, permitir sua multiplicação em diversos pontos da Amazônia, desde que existam seringueiras. Os materiais necessários 6 são da ordem de pouco mais de três mil reais, sendo que cada unidade coletiva permite uma renda razoável para grupos de três a 10 famílias, além de remunerar o quilo da borracha em cerca R$ 81,30 (em média), enquanto a remuneração na forma tradicional de exploração é da ordem de R$ 3,70 (entre preço de mercado e subsídios). Cumpre relembrar que por não estar enquadrado como política pública, os produtores de Encauchados não recebem qualquer subsídio pelos seus produtos, enquanto que os demais 7 recebem este benefício. Os Encauchados de Vegetais tem como resultado financeiro a incorporação de comunidades isoladas ao processo econômico, permitindo-lhes a independência econômica. Além disso, 5 Uma colocação típica usa uma área de 300 ha de floresta primária, com três estradas de seringa e aproximadamente 450 seringueiras. (Santos, J. C dos. et al. Comunicado Técnico 157. Embrapa-Acre. 2003). Dessa forma, cada família incorporada ao processo representa 300 ha de floresta protegidos. 6 Vide análise por produto e localidades produtora em anexo. 7 Cernambi Virgem Prensado, Coalho, Prancha Bruta Defumada, Pelas, Folha Fumada e Folha Defumada Líquida, dentre outras. 5

6 as atividades propiciam o fortalecimento e o resgate de conhecimentos tradicionais, tudo isso aliado à proteção da floresta. Ou seja, esta TS apresenta rendimentos financeiros para as comunidades atendidas e presta serviços ambientais sem que isso represente danos à sua cultura tradicional, sejam eles indígenas ou seringueiros. Missão, Visão e Valores Por se tratar de ações individuais e distribuídas por diversas comunidades, a Missão, a Visão e os Valores relativos ao uso da TS dos Encauchados de Vegetais da Amazônia se confundem com os da OSCIP Poloprobio, dado que o desenvolvimento daqueles se dão em consonância com os desta. Missão: Promover o crescimento sócio, econômico e social das comunidades tradicionais da Amazônia, visando o desenvolvimento sustentável, a proteção do ambiente e do ser humano. Visão: Ser uma organização pioneira e uma referência na capacitação de pessoas para o desenvolvimento social com responsabilidade ambiental. Valores: Utilizar o talento da empresa mantenedora; Estar em consonância com o ambiente e com sua missão institucional; Defender a o uso sustentável do ambiente e a promoção concomitante das pessoas e criaturas integradas à vida na floresta; Valorizar as experiências e vivências das comunidades e interligá-las para o desenvolvimento coletivo; Promover a democratização do conhecimento e a valorização da diversidade social e ambiental; Atuar em consonância com valores de inclusão social e econômica e da preservação ambiental; Solidariedade e comprometimento na transmissão do conhecimento. Buscar o desenvolvimento de novas tecnologias e produtos para os povos da floresta. 6

7 Descrição da Empresa Histórico Inicialmente cabe ressaltar que a TS dos Encauchados não está restrita a uma empresa, mas, como sua própria nomenclatura revela, é algo que se replica de forma gratuita para as comunidades. Isso ocorre de forma independente ao fato dos beneficiários terem ou não pessoa jurídica, embora algumas comunidades atendidas possuam suas associações de produtores. Mesmo assim, a maior parte dos produtores é constituída de pessoas físicas. Assim sendo, de forma a clarear o entendimento, utiliza-se nesta descrição o histórico do Poloprobio, que é quem detém a Patente necessária para a produção dos Encauchados e ilustra a luta pela viabilização desta TS. Ao final deste, apresentamos uma rápida descrição das comunidades analisadas neste plano de negócios. O Pólo de Proteção da Biodiversidade e Uso Sustentável dos Recursos Naturais POLOPROBIO é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público OSCIP (Lei 9.790, de ), de caráter interdisciplinar e sem fins lucrativos. O seu quadro de associados é constituído por um grupo multidisciplinar de técnicos, ligados a projetos de pesquisa, repasse de tecnologia e extensão, atuando no desenvolvimento de processos e produtos e no manejo de recursos naturais, mais especificamente no processamento do látex nativo, fibras e pigmentos vegetais, para a fabricação de mantas emborrachadas (de tecido e de fibras vegetais) e uma linha diversificada de artesanatos e pequenos artefatos de borracha, produtos denominados de Encauchados de Vegetais da Amazônia. A origem da OSCIP ocorreu em , pelos técnicos do Projeto Lumiar, com a denominação de Instituto de Pesquisa, Extensão Ambiental e Agronômica do Estado do Acre IPEAGRO, cuja missão era melhorar a atuação do projeto Lumiar, nos Projetos de Assentamento do INCRA, Favo de Mel, em Sena Madureira-Ac, Santo Antonio do Peixoto Acrelândia - AC e Figueira -Rio Branco - Ac. Em 1998 em parceria com a OCEA Organização das Cooperativas do Estado do Acre e com a Cooperativa Agroextrativista dos Seringueiros do Acre COOPERECO, realizou diversos cursos ligados à organização social e na área agronômica em comunidades rurais. Em 1999, a entidade forneceu consultoria para a criação da RPPN Santuário Ecológico Amazônia Viva, Portaria IBAMA nº 57, de , a primeira Reserva Particular do Patrimônio Natural do Estado do Acre. Em 2001, passa por uma ampla reforma estatutária, assumindo também atribuições de Organização da Sociedade Civil de Interesse Público, assumindo a execução de projetos sócio-ambientais. 7

8 Em 2002, assume as pesquisas do projeto de borracha, do tecido emborrachado e dos Encauchados de vegetais, sendo o responsável pelo desenvolvimento das pesquisas e repasse para as populações tradicionais das novas tecnologias desenvolvidas, cadastrando-se em 2005, na Rede de Tecnologias Sociais - RTS, como repassador da referida tecnologia, disponibilizando-a para quaisquer comunidades de populações tradicionais da Amazônia. No período de 2002 a 2004, repassou a tecnologia do tecido emborrachado para a comunidade Maguary, em Belterra (PA), cuja comunidade, hoje, encontra-se totalmente autônoma, tendo um grupo de 98 pessoas diretamente envolvidas no projeto, e exportando os produtos para vários países. Em 2004, iniciou as pesquisas para a substituição do tecido industrializado por fibras vegetais produzidas pelos próprios comunitários, no Núcleo da Reserva Extrativista do Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira e no Projeto de Assentamento Extrativista Santa Quitéria, em Brasiléia, com o apoio do Núcleo de Design em Artesanato do Acre e SENAI/Sebraetec e na Terra Indígena Katukina/Kaxinawá, em Feijó, com o apoio da FUNAI/AER Rio Branco. Em 2006, as pesquisas se consolidam e são apresentadas na Dissertação de Mestrado de Francisco Samonek no curso de Ecologia e Manejo de Recursos Naturais da Universidade Federal do Acre, defendida em maio/2006 e disponível na home page da UFAC 8. Concluída a pesquisa, o projeto com os indígenas em Feijó é ampliado também para as TIs Kaxinawá de Nova Olinda e Kaxinawá do Seringal Curralinho, abrangendo 11 aldeias, numa parceria com a FUNAI/AER Rio Branco (monitoramento e avaliação), da UFAC/DFCS (coordenação do projeto), do Projeto Integrado de Proteção das Populações e Terras Indígenas da Amazônia Legal PPTAL e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq (repassador dos recursos), Organização dos Povos Indígenas do Rio Envira OPIRE (executora), Poloprobio (reaplicador da tecnologia). O projeto contempla a capacitação dos indígenas, aquisição de kits para a extração e tratamento do látex, instalação unidades de produção sustentável e aquisição dos kits de produção. Em maio/2007, foi contratado pela Fundação Nacional de Pesquisa FUNAPE da Universidade Federal de Goiás, para instalar 07 unidades produtivas e repassar a tecnologia dos encauchados de vegetais para os seringueiros da Comunidade Zirmão, na Reserva 8 8

9 Extrativista do Cazumbá Iracema em Sena Madureira (AC), através do Programa Biodiversidade Brasil Itália. O projeto dos Encauchados de Vegetais Kaxinawá e Shanenawa em execução nas aldeias indígenas de Feijó (AC) foi agraciado através do Fórum de Desenvolvimento Sustentável para a Amazônia do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - MDIC, com o Prêmio Prof. Samuel Benchimol 2006, como 3º colocado na categoria Econômica/Tecnológica. Esta premiação proporcionou condições para que o Banco da Amazônia, maior apoiador do prêmio, repasse recursos para a implantação da unidade demonstrativa e pedagógica em fase de instalação no Centro de Antropologia da Amazônia Ocidental Campus da Universidade Federal do Acre, em Rio Branco, visando à difusão e popularização da tecnologia. Apresentado ao Prêmio da Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, em 2007, foi exitoso, não só obtendo a certificação como Tecnologia Social, mas também sendo indicado como finalista e saindo vencedor do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social na categoria Região Norte, cujo conteúdo está disponível no Banco de Tecnologias Sociais BTS. Conquistou o Prêmio FINEP 2007 de Inovação Tecnológica em 02 (duas) categorias na região Norte: 3º. Colocado na categoria processo e 1º. Colocado na categoria Inovação Social. Ainda em 2007 aprovou um projeto em parceria com a Universidade Federal do Acre UFAC, por meio do Edital CNPq 36/2007, no valor de R$ ,00. Aprovou ainda um projeto pelo Programa Desenvolvimento & Cidadania Petrobras, possibilitando a inclusão de novas unidades em 04 Estados da Amazônia (AC, AM, PA e RO), no valor de R$ ,00. No mesmo ano, aprovou ainda através de Chamada Pública pelo SEBRAE- NACIONAL, a implantação de uma unidade no Pará, pelo SEBRAE/PA e uma unidade pelo SEBRAE/AC, cada uma no valor de R$ ,00. Em 2008 foi vencedor do Prêmio FINEP de Inovação na Região Norte, categoria Tecnologia Social, cujo projeto possibilitou viabilizar um projeto de pesquisa, no valor de R$ ,00, que será executado em parceria com a UFPA-NAEA. Conquistou o Prêmio Equatorial do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento PNUD, cuja entrega foi em Barcelona, na Espanha, durante a Conferência Mundial para o Meio Ambiente. Ainda em 2008, foi selecionado pelo Instituto Ethos, para participar da Mostra de Tecnologias Sustentáveis, em SP, na Conferência Internacional Ethos. Participou da 9

10 Mostra de Tecnologias Sociais, durante o 2º. Fórum Nacional de Tecnologias Sociais, em 2008, em Brasília-DF. Em 2010 conquistou o Prêmio Objetivos de Desenvolvimento do Milênio ODM-Brasil. O projeto foi ainda escolhido pelo Ministério de Desenvolvimento Agrário, como uma Boa Prática para os Territórios Rurais, participando do II Salão dos Territórios, em Brasília-DF, em Aprovou junto ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, 02 projetos de pesquisa. O primeiro, tendo como coordenadora, a pesquisadora Maria Zélia Machado Damasceno, pelo Edital MCT/CNPq 29/2009, no valor de R$ ,00 e outro, tendo como coordenador, Francisco Samonek, por meio do Edital MCT/CNPq 65/2009, no valor de R$ ,00. Atua nos Estados do Acre, Amazonas, Rondônia e Pará, com comunidades seringueiras e indígenas. No caso analisado atende as Aldeias Nova Vida, Formoso, Nova Olinda, Nova Esperança, Grota e Paredão, no município de Feijó-AC e a RESEX Cazumbá-Iracema, no município de Sena Madureira-AC. A seguir uma breve descrição destas comunidades: Localização das unidades produtivas 9 Nova Vida Distância média em dias ou horas da cidade de Feijó: 30 minutos; estrutura física: uma unidade rústica com 80 m², precisando ser reformada, incluindo cobertura nova com telhas; materiais existentes para os encauchados: um kit de material contendo cuias, bicas, faca de sangria, balde para colheita do látex e baldes para armazenamento, moldes de madeira para embalagens e bolsas, chapas galvanizadas para toalhas de mesa, precisando ser renovado com novos modelos; quantidade de pessoas que atuam diretamente com a produção dos encauchados: 10 Formoso Distância média em dias ou horas da cidade de Feijó: 05 dias de barco; estrutura física: uma unidade rústica com 80 m², precisando ser reformada, incluindo nova cobertura por telhas; materiais existentes para os encauchados: um kit de material contendo cuias, bicas, faca de sangria, balde para colheita do látex 9 Os materiais foram todos doados e a construção da unidade produtiva foi financiada. 10

11 e baldes para armazenamento, moldes de madeira para embalagens e bolsas, chapas galvanizadas para toalhas de mesa, insuficiente para o número de trabalhadores, precisando ser renovado com novos modelos de moldes; quantidade de pessoas que atuam diretamente com a produção dos encauchados: 25. Nova Olinda Distância média em dias ou horas da cidade de Feijó: 05 dias de barco; estrutura física: uma unidade rústica com 80 m², precisando ser reformada com substituição do telhado, incluindo cobertura por telhas; materiais existentes para os encauchados: um kit de material contendo cuias, bicas, faca de sangria, balde para colheita do látex e baldes para armazenamento, moldes de madeira para embalagens e bolsas, chapas galvanizadas para toalhas de mesa, insuficiente para o número de trabalhadores, precisando ser renovado com novos modelos de moldes; quantidade de pessoas que atuam diretamente com a produção dos encauchados: 30. Nova Esperança Distância média em dias ou horas da cidade de Feijó: 05 dias de barco; estrutura física: uma unidade rústica com 80 m², precisando ser reformada, incluindo cobertura por telhas; materiais existentes para os encauchados: um kit de material contendo cuias, bicas, faca de sangria, balde para colheita do látex e baldes para armazenamento, moldes de madeira para embalagens e bolsas, chapas galvanizadas para toalhas de mesa, insuficiente para o número de trabalhadores, precisando ser renovado com novos modelos de moldes; quantidade de pessoas que atuam diretamente com a produção dos encauchados: 15. Grota Distância média em dias ou horas da cidade de Feijó: 15 minutos de barco; estrutura física: uma unidade rústica com 80 m², precisando ser reformada, incluindo substituição da cobertura por telhas; materiais existentes para os encauchados: um kit de material contendo cuias, bicas, faca de sangria, balde para colheita do látex e baldes para armazenamento, moldes de madeira para embalagens e bolsas, chapas galvanizadas para toalhas de mesa, insuficiente para o número de trabalhadores, precisando ser renovado com novos modelos de moldes; quantidade de pessoas que atuam diretamente com a produção dos encauchados:

12 Paredão Distância média em dias ou horas da cidade de Feijó: 05 dias de barco; estrutura física: uma unidade rústica com 80 m², precisando ser reformada, incluindo substituição da cobertura por telhas; materiais existentes para os encauchados: um kit de material contendo cuias, bicas, faca de sangria, balde para colheita do látex e baldes para armazenamento, moldes de madeira para embalagens e bolsas, chapas galvanizadas para toalhas de mesa, insuficiente para o número de trabalhadores, precisando ser renovado com novos modelos de moldes; quantidade de pessoas que atuam diretamente com a produção dos encauchados: 12. RESEX Cazumbá-Iracema (unidade de Seringueiros) Distância média em dias ou horas da cidade de Sena Madureira: 05 horas de barco; estrutura física: uma unidade rústica com 120 m², em boas condições (insuficiente, necessário construir duas novas unidades); materiais existentes para os encauchados: um kit de material contendo cuias, bicas, faca de sangria, balde para colheita do látex e baldes para armazenamento, moldes de madeira para embalagens e bolsas, chapas galvanizadas para toalhas de mesa, insuficiente para o número de trabalhadores, precisando ser renovado com novos modelos de moldes; quantidade de pessoas que atuam diretamente com a produção dos encauchados: 45, divididos em 03 grupos. Evolução dos produtos e tecnologias envolvidas Os encauchados têm origem na cultura indígena da Amazônia, com registros mais antigos sendo encontrados na Colômbia. É uma técnica de impermeabilização de tecido com o uso do látex da árvore do Caucho (Castilloa ulei), para a fabricação de uma série de produtos para uso local. Nesta forma primária, o látex não era coagulado e sim desidratado na temperatura ambiente e a técnica permitia a fabricação de uma série de produtos(vasos, roupas, bolsas, sapatos). Os índios e seringueiros do Brasil assimilaram a técnica, especialmente para a fabricação do saco encauchado, que é uma bolsa de algodão colorida e transparente (chita), impermeabilizada com a aplicação do látex do caucho e utilizada pela população local para viagens. Posteriormente os seringueiros adicionaram o enxofre, o qual promovia a vulcanização, e com isto os produtos gerados tinham maior resistência e durabilidade. Os encauchados de vegetais da Amazônia em sua forma atual consiste na junção destes conhecimentos básicos (saber tradicional) aliado ao conhecimento científico (vulcanização 12

13 + nanocompósito polimérico). Hoje é uma inovação sociotécnica, que permite a utilização de látices de diferentes espécies, especialmente do gênero Hevea (seringueira). A tecnologia foi desenvolvida pelo Poloprobio em conjunto com as comunidades tradicionais da região. Trata-se de um nanocompósito de látex nativo pré-vulcanizado acrescido de nanopartículas de madeira e colorido com pigmentos naturais. O nanocompósito polimérico assim produzido vem sendo utilizado para a fabricação direta pelos extrativistas de pequenos artefatos (porta-treco, porta-latas, vasos, embalagens, bolsas), bem como para peças maiores (mantas de tecido vegetal e tapetes), que poderão ser transformadas em solados, bolsas, jogos americanos, toalhas de mesa. Com isto as populações tradicionais estão obtendo uma renda melhor, utilizando os recursos naturais de forma equilibrada, mantendo os estilos de vida tradicionais e sem destruir a floresta. A partir do conceito da pré-vulcanização, de onde se pode fazer toda uma gama de artesanatos, os próprios comunitários já avançaram e hoje têm seus próprios produtos. Entre eles se destacam os tapetes, as sandálias e até mesmo esteiras/toalhas de mesa com a conformação de cascas de árvores. Também se destaca o uso de outros produtos da floresta, como caracóis e cascos de animais, além de tigelas moldadas a partir de similares industrializados. O processo é dinâmico e se amplia e fortalece à medida que as comunidades ampliam suas atividades e passam a aplicá-lo em outros formatos à medida do interesse próprio ou demandas sugeridas pelos compradores. Descrição Legal Um dos fatos que chama a atenção é o Poloprobio, instituição devidamente registrada e com os cadastros atualizados, não participar da etapa final do processo, ou seja, a comercialização. As pequenas comunidades produtoras não possuem condições, ao menos na fase atual, se assumirem contratos ou mesmo produções em larga escala. Um dos pontos que muito contribuem é o isolamento geográfico. É possível entender-se os motivos de não participação nesta etapa, contudo isso pode representar um problema. Mesmo assim, apesar de ter os caminhos legais para tal, não possui a infra-estrutura ou mesmo os recursos financeiros próprios para apoiar os produtores. 13

14 Contudo é preciso ressaltar que no caso do Poloprobio não assumir esta etapa seguinte, usando seu nome já reconhecido nos meios científicos e mesmo em eventos de comercialização, o projeto pode ter problemas, pois caso uma empresa comercial assuma a intermediação do produtor para o consumidor final, poderá se apropriar da maior parte do trabalho transformando as ações das comunidades tradicionais em lucros, sem o fim social e à custa do retorno do empobrecimento, acarretando a perda do ganho social que hoje o projeto representa. Neste caso, recomenda-se a capacitação e capitalização desta OSCIP de forma a preservar os encauchados como TS, mantendo os ganhos financeiros, sociais e ambientais para as comunidades. Para isso o Poloprobio terá de agir com intermediário e divulgador dos produtos, pois apresenta as condições legais para tal, faltando apenas o fortalecimento dos pontos supra. Razão Social: Pólo de Proteção da Biodiversidade e Uso Sustentável dos Recursos Naturais POLOPROBIO. Enquadramento: Organização da Sociedade Civil de Interesse Público OSCIP (Lei 9.790, de ), de caráter interdisciplinar e sem fins lucrativos. Registro no Ministério da Justiça: / CNPJ: / Endereço: Alameda Fábio Miranda, 937, Nova Olinda, Castanhal, Estado do Pará. Fone: (91) CEP e Equipe gerencial (Poloprobio) Maria Zélia Machado Damasceno (Presidente), coordenadora de projeto de pesquisa e bolsista do CNPq, coordenadora pedagógica dos Encauchados de Vegetais da Amazônia. Francisco Samonek, (Diretor Administrativo). Graduado em Letras, Especialista em Gestão de Iniciativas Sociais, Mestre em Ecologia e Manejo de Recursos Naturais. Parcerias e alianças estratégicas FUNAI/AER Rio Branco: A FUNAI tem tido participação fundamental no sentido de que não se realiza ações junto as comunidade indígenas sem que se prove a ausência de impacto cultural e a existência de benefícios potenciais nas localidades atendidas. Esta AER tem acompanhado os trabalhos com as etnias Kaxarari (Porto Velho-RO), Apurinã (Boca do Acre-AM), Shanenawá e Kaxinawá (Feijó e Tarauacá-AC). 14

15 Universidade Federal do Acre - UFAC: Projeto Integrado de Proteção das Populações e Terras Indígenas da Amazônia Legal PPTAL; unidade demonstrativa e pedagógica no Centro de Antropologia da Amazônia Ocidental (CAAO) Campus da Universidade Federal do Acre; Edital CNPq 36/2007; espaço físico para os trabalhos de pesquisa e extensão no CAAO. Edital MCT/CNPq 65/2009 (pesquisa/parte). Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico CNPq: Capacitação dos indígenas, aquisição de kits para a extração e tratamento do látex, instalação unidades de produção sustentável e aquisição dos kits de produção; Edital CNPq 36/2007; Edital MCT/CNPq 29/2009 (Pesquisa); Edital MCT/CNPq 65/2009 (pesquisa). Petrobrás/Programa Desenvolvimento & Cidadania Petrobras: novas unidades em 04 Estados da Amazônia (AC, AM, PA e RO); SEBRAE-NACIONAL: Chamada Pública para implantação de uma unidade produtiva no Estado do Pará, pelo SEBRAE/PA e outra unidade pelo SEBRAE/AC. UFPA-NAEA: Prêmio FINEP - projeto de pesquisa; Edital MCT/CNPq 29/2009 (Pesquisa); Edital MCT/CNPq 65/2009 (pesquisa/parte). Acesso a novos mercados De maneira em geral as comunidades trabalham com o mercado local e fazem das feiras, sejam elas locais, regionais ou nacionais, seu grande ponto de vendas. No caso específico das comunidades analisadas seu comércio básico é feito na cidade Feijó, cuja pequena magnitude não permite absorver uma grande produção. Por outro lado, o Poloprobio tem recebido várias consultas a respeito dos produtos existentes bem como de novos e adaptações específicas. Este foi o caso de uma encomenda para embalagens de vinho para um supermercado do Estado do Rio de Janeiro. Além disso, em evento realizado na cidade de Porto Velho, foi feito o pedido para a produção de porta-latas, dado que o produto possui capacidade de isolamento térmico. 15

16 As embalagens para latas pode significar um excelente nicho em termos de brindes para fábricas de cervejas e refrigerantes. Na mesma linha, o mercado de embalagens exclusivas para produtos diferenciados é um espaço ainda a ser conquistado, devendo ser estudadas parcerias com bebidas finas e cosméticos, dentre outras, tanto no país quanto no exterior. Contudo, dada à localização distante dos centros consumidores maiores, o acesso físico tem sido um complicador para completa viabilização. No caso de Feijó o acesso rodoviário mais barato somente é possível por poucos meses do ano. No restante o acesso é somente por via aérea, encarecendo o produto final. Neste caso deve ser dada uma atenção especial ao fator custos de produção. Mesmo assim, dada a qualidade do material e do seu aspecto/apelo ecológico, ainda é possível atender mesmo a mercados mais distantes, inclusive no exterior. Neste caso, é necessária a intervenção de uma instituição com foco no social para fazer a ponte entre os produtores e consumidores, sem que isso signifique a perda dos ganhos sócioambientais inerentes. Novos canais de distribuição Em termos de distribuição é mister que o Poloprobio ou outro instituto com a mesma visão assuma esta função. A recomendação é para a instituição que desenvolveu a pesquisa, dado dominar o processo produtivo e ter o seu foco no desenvolvimento de pessoas sem agressão ao ambiente. Neste caso, o Poloprobio teria de ser fortalecido técnica e financeiramente e atuar comprando as produções diretamente dos produtores, fazendo sua distribuição para os compradores e/ou revendedores. Isso não impediria a produção local e o atendimento aos mercados mais próximos, cuja negociação direta seria feitas pelas próprias comunidades e nem mesmo outras vendas diretas, mas permitiria atender pedidos maiores, distribuindo cotas entre os produtores, ou mesmo viabilizando a colocação da produção em locais mais distantes. Para isso e de forma a viabilizar a continuidade do programa, esta OSCIP poderia acrescer um percentual líquido (após a contabilização de impostos e frete) de 20% sobre o valor, mantendo a rentabilidade das comunidades intactas. A isso se soma o fato de que estas já sabem dos custos de cada produto e da margem de lucro atual, bem como a o grau de negociação de forma a manter a lucratividade. 16

17 Produto Exceto para as camisetas, que usam apenas o látex pré-vulcanizado para os desenhos diretamente no tecido, os demais produtos tem sua origem com a mistura do látex nativo, pré-vulcanizante e fibras vegetais curtas, tudo isso pigmentado a partir de tonalizantes naturais. Com isso se obtém uma massa que é aplicada na superfície/molde que dará origem ao produto final. As embalagens e porta-trecos usam moldes de madeira. Os tapetes e mantas usam uma base de metal, onde são feitos os desenhos em látex, que são transferidos ao produto final quando da aplicação da massa. Os jogos americanos e suportes com formato de folhas são obtidos com a fabricação de moldes a partir da reciclagem de alumínio em fornos rústicos, moldes estes onde será aplicada a massa já pigmentada. Os jogos americanos tradicionais já confeccionados com os motivos sendo desenhados em moldes em MDF, onde é aplicada a massa. Os demais produtos, como as sandálias, por ainda não estarem devidamente formatados, não foram avaliados. É preciso ressaltar haver diferenças nos custos de cada aldeia dado algumas remunerarem o látex e o serviço dos pintores. Tecnologia A tecnologia aplicada é simples, com exceção do pré-vulcanizante, que requer a manipulação de produtos químicos e em doses pré-definidas. De maneira geral os Encauchados se utilizam dos conhecimentos tradicionais das comunidades, exceto para o forno rústico e para as técnicas de confecção de moldes em alumínio (exclusivas para seringueiros 10 ). Contudo, as inovações são exatamente a introdução destas, pois permitiram aos seringueiros e indígenas, de maneira simples, romper com o ciclo histórico de dependência e de produção de matérias primas. Com as inovações inseridas no conhecimento tradicional foi possível ampliar em pelo menos 14 vezes a remuneração por quilo de borracha trabalhada, permitindo uma jornada mais curta e saudável e com retribuição financeira maior. 10 Os técnicos do Poloprobio identificaram que os motivos indígenas tem um apelo mais forte que os desenhos dos seringueiros, razão pela qual foi repassada a estes a tecnologia da fundição do alumínio e a confecção de moldes em alumínio. 17

18 Análise Estratégica Pontos Fortes (ambiente interno) Como o citado anteriormente os encauchados têm como ponto forte inicial a qualidade dos produtos, sua durabilidade, o apelo ecológico e cultural além da considerável margem de lucro. A isso se soma a facilidade no transporte e não ser perecível. Ademais permite manter as comunidades em seus locais de origem, servindo como barreira natural para o avanço dos desmatamentos e exploração madeireira. Outro ponto a ser destacado são baixos requisitos de qualificação profissional, permitindo a qualquer pessoa participar do processo produtivo. Tudo isso é associado a não contaminação do ambiente e às melhorias na qualidade de vida de comunidades tradicionais da Amazônia. Pontos Fracos (ambiente interno) O isolamento de algumas das comunidades, que encarece o produto final e até mesmo inviabiliza alguns, é um dos principais pontos fracos e de difícil solução. Além disso, este mesmo problema dificulta e encarece o acesso para os treinamentos e qualificações, seja com relação aos encauchados ou mesmo para a qualificação em termos de gerenciamento das próprias comunidades. Outro ponto é o baixo nível de conhecimento das comunidades isoladas, que dificulta o aprendizado de técnicas comerciais, como custos e margens de lucro, prejudicando a comercialização. Possíveis ameaças e oportunidades (ambiente externo) Entre as ameaças externas se encontra a industrialização por parte de seringalistas de cultivo, que devido a maior produtividade podem atender pedidos maiores. Da mesma forma, se a patente do pré-vulcanizante for quebrada ou copiada, poderá haver a entrada no mercado de um produto similar, mas que provavelmente não terá a mesma qualidade, uma vez que o Poloprobio mantém atenção permanente com relação ao desenvolvimento de produtos e na manutenção da qualidade. Elevar a TS dos Encauchados para o grau de Política Pública ou como parte da Política Pública para o setor ambiental e mesmo para atender as demandas deste setor, dada a sua potencial contribuição para a economia da Região Norte. 18

19 Riscos Devido ao baixo nível de investimento e um mercado dinâmico para os artesanatos, não se vislumbra riscos iminentes ou de monta. Por ser uma tecnologia ainda em desenvolvimento as perspectivas ainda são boas dada à possibilidade de novas aplicações e produtos. Além disso, toda a estrutura pode ser reaproveitada em outras atividades, bem como os materiais serem utilizados até mesmo como utensílios domésticos. Diferencial competitivo Como citado, o ponto forte está na qualidade dos produtos e em seu apelo ecológico/cultural, o que aliado à qualidade do material produzido e sua beleza intrínseca lhe permite mercado local e internacional. Em termos ecológicos, cada família de índios ou seringueiros que se incorpora ao processo produtivo dos Encauchados representa a proteção de uma área estimada em 300 hectares 11. Concorrentes atuais e potenciais Não há concorrente direto na atualidade, uma vez que os produtos são artesanais e trazem como ponto de destaque a expressão da cultura local. Em termos potenciais, apenas para os seringais de cultivo poderiam ser um concorrente, mas estes não possuem o apelo ecológico/social. Há que se destacar que índios têm em seu grafismo característico de cada cultura seu ponto de exclusividade e diferencial. Os seringueiros possuem a técnica da fundição e da fabricação de apoios e adornos com base em moldes obtidos na floresta. Possíveis produtos substitutos Considerando que os produtos são, na atualidade, mantas, tapetes, embalagens e suportes/apoios, o mercado já possui toda uma gama de produtos que podem ser usados com os mesmos fins, contudo estes não possuem o mesmo apelo e os diferenciais dos encauchados. Pode, também, haver a entrada de produtos oriundos de seringais de cultivo, mas sem os mesmos apelos. Seu nicho Basicamente, na fase atual, o nicho dos encauchados está no mercado de artesanatos, embora não possa ser excluído o atendimento de pedidos para a indústria ou mesmo comércio em larga escala. Mas é preciso destacar que o diferencial será sempre o toque 11 Área normalmente utilizada para a manutenção de uma colocação de seringueiros. 19

20 artesanal do produto. Estes apresentam também, como fator extra, não haver dois iguais sempre que houver pinturas ou outro tipo de acabamento, pois se utilizam de desenhos a mão. E mesmo assim podem ser produzidos em escala. No futuro e dependendo do interesse/demanda, é possível atender pedidos de embalagens para indústrias de bebidas e cosméticos de alto padrão. Mesmo assim, é preciso uma relação atenta na negociação, de forma que as pressões exercidas nestes possíveis pedidos em larga escala não impliquem na perda dos ganhos da comunidade. Além disso, existe também um mercado ainda não explorado, que é a produção em quantidade de produtos semi-acabados para pedidos em larga em escala para posterior acabamento, principalmente mantas e tapetes, pois embalagens e porta-objetos são ásperos em seu lado externo, dificultando ações posteriores à sua secagem. Se for resolvido este problema, estes também podem ser assim trabalhados. Parceiros atuais e potenciais Atualmente os encauchados contam com o apoio de duas Universidades Federais: a do Acre, UFAC, e a do Pará, UFPA, com as quais existem convênios e acordos de cooperação. Na UFAC, em seu Centro de Antropologia e Arqueologia Indígena da Amazônia Ocidental, existe uma unidade pedagógica e onde são executadas atividades relativa a um projeto de pesquisa financiado pelo CNPq. Na UFPA, Núcleo de Altos Estudos Amazônicos NAEA, está sendo desenvolvido um projeto de pesquisa financiado pelo CNPq e implementado o projeto relativo ao Prêmio FINEP. Para as pesquisas tem no CNPq seu principal financiador, sendo que na atualidade existem dois projetos de pesquisa em andamento. Na implantação de projetos e para a assistência técnica tem o apoio da Petrobrás, sendo que desta há um projeto em fase final de execução e um novo sendo negociado. Em termos potenciais há o BNDES, por intermédio do Fundo Amazônia. Neste item, para ação direta nas comunidades produtivas já capacitadas, existem também os recursos do Pronaf e do FNO, os quais são geridos pelo Banco da Amazônia, mas para isso é preciso garantia de mercado e documentação em dias das associações de produtores de cada local a ser estimulado, bem como a integração dos encauchados com a Política Pública para o setor Borracha Nativa/Agricultura Familiar na Amazônia. 20

21 Fornecedores O único fornecedor necessário e digno de nota é o próprio Poloprobio, detentor da patente do pré-vulcanizante, produto vital para a produção dos Encauchados, sendo que as fibras vegetais podem ser obtidas facilmente junto às marcenarias locais ou mesmo produzidas pela própria comunidade em um pilão rústico. O mesmo se dá em relação aos moldes, os quais podem ser obtidos junto a marceneiros da região. As chapas metálicas, necessárias para as mantas e tapetes também pode ser obtida ou mesmo substituída por MDF. Metas A dificuldade no estabelecimento de metas se da principalmente pelo fato de que o ritmo de vida das comunidades trabalhadas não se dar na mesma velocidade e ganância do mercado. Os seringueiros e principalmente os indígenas trabalham na sua própria lógica de vida, produzindo de forma a atender os seus interesses pessoais e/ou coletivos. De qualquer forma, a meta, nas condições atuais, também tem de respeitar a capacidade de absorção do mercado local. Nos casos analisados, os indígenas ficam isolados e com acesso apenas a cidade de Feijó, bastante restrito. Os seringueiros da RESEX Cazumbá-Iracema, nas proximidades da cidade de Sena Madureira enfrentam o mesmo problema, mas têm como fator positivo a pequena distância para a capital do Estado, sendo que a rodovia é pavimentada e com acesso permanente. Assim, uma meta de manipulação de 100 litros de látex por mês pode ser elevada, ainda que possível. Neste caso e para produções mais ambiciosas, é preciso viabilizar a ponte entre os produtores e os consumidores. Sem mercado capaz de absorver uma produção desta magnitude, não há que se estabelecer metas, ainda que possível para o atendimento de pedidos de locais. Sobre isso, entendemos que a melhor forma de realizar isso será por intermédio do Poloprobio, com já explicitado. Objetivos Os objetivos são dependentes da solução para o problema de colocação dos produtos em mercados maiores que os existentes nas proximidades das unidades produtivas. Contudo, ampliar a lista de produtos deve ser algo a ser perseguido. Isso pode ser obtido estimulando os produtores a aplicarem a tecnologia para copiarem produtos existentes no mercado, dando-lhes o toque artesanal e conferindo-lhes o apelo ecológico. 21

22 Para se que possa haver o contínuo desenvolvimento da TS, o fortalecimento e manutenção de assistência técnica por parte do Poloprobio, desenvolvedor, é fundamental para que os novos e atuais produtos possam ter sempre o elevado grau de qualidade que lhe é peculiar. Os objetivos e as metas passam por uma inserção permanente nos mercados consumidores mais fortes, o que, por sua vez, resultaria em pedidos constantes e uma produção maior. Logo, a etapa comercialização passa a ser o ponto principal a ser atacado no sentido de viabilizar esta TS. Cronograma Físico Inicialmente é preciso destacar o fato de que as ações do Poloprobio se confundem com as unidades produtoras. Isso se explica pelo fato da TS ter sido desenvolvida por aquele, enquanto a produção e a comercialização serem realizadas por estes. Assim, como se verá no cronograma a seguir, as ações se iniciam com o Poloprobio, se desenvolvem com as comunidades produtoras e são mantidas na relação de desenvolvimento e assistência técnica entre as duas partes. De maneira geral, as ações se iniciam com as comunidades tomando conhecimento da TS e apresentando o interesse. Após é feita uma análise no local para verificação das condições básicas de produção (presença de seringueiras). Até a presente data a maior parte das unidades produtivas tiveram os recursos de financiamento de implantação viabilizados pelo Poloprobio, mas nada impede e é até desejável em termos de empoderamento que estas busquem os recursos. Depois de feitas as ações de infra-estrutura e os cursos de qualificação, a produção e comercialização ficam por parte dos próprios beneficiados, com o Poloprobio mantendo a assistência técnica e o apoio no desenvolvimento de novos produtos. A seguir apresentamos um fluxograma básico de implantação de uma unidade produtiva. 22

23 Fluxograma básico (implantação) de uma unidade produtiva de Encauchados de Vegetais Poloprobio Produtores Identificação da presença de seringueiras Identificação de demanda Viabilização dos recursos (sem reembolso) Financiamento pela rede bancária (reembolsável) Seleção de interessados Qualificação: látex e encauchados Construção da unidade produtiva Extração de látex Assistência Técnica Produção dos encauchados Comercialização Cronogramas Financeiro - O cronograma financeiro segue basicamente os mesmos passos do cronograma físico, pois após a identificação da demanda e a viabilização dos recursos iniciais, da ordem de R$ 3.315,00 12 necessários para a montagem de uma unidade coletiva de produção. Plano de Marketing Embalagens As embalagens são compostas em uma peça única, sem costuras, com pinturas/motivos incorporadas (vulcanizadas) ao corpo do produto. Os motivos variam de acordo com a etnia indígena ou grupo de seringueiros. Além disso, o produto recebe como acabamento um fio de algodão tratado com látex vulcanizado e pigmentado, no qual são inseridas sementes regionais. Este barbante tem a função de fechar a embalagem. As embalagens variam de tamanho, desde pequenas até grandes o suficiente para acomodar uma garrafa de um litro. Uma variação desta forma de trabalho é usada para a confecção de pequenas bolsas. O produto final apresenta firmeza e, de acordo com o número de camadas aplicadas, se mantém em pé. Além disso, por ser opaco, não permite a entrada direta de luz e é isolante térmico. 12 Vide detalhamento no quadro resumo inserido no item Plano Financeiro 23

24 A tecnologia empregada é a pré-vulcanização do látex e sua mistura com nanopartículas vegetais, sendo que esta massa é tonalizada com pigmentos naturais. Posteriormente, é aplicada em diversas camadas sobre um molde de madeira e secada ao sol. Após este processo é desmoldada com o auxílio de óleo silicone 13. Depois de pintadas com látex pré-vulcanizado, recebem o fio de algodão e as sementes, estando prontas para a comercialização. Apesar de haverem outras bolsas e embalagens similares no mercado, estas não apresentam o apelo artesanal, a qualidade e a resistência das produzidas pelos encauchados. A isso se somam o apelo ecológico e a beleza característica de cada cultura, cada qual com os seus grafismos tradicionais. Também é preciso ressaltar que o produto, por sua própria composição, é um bom isolante térmico, como já citado. Ao contrário de outros produtos oriundos de borracha, seja ela sintética ou natural, que demandam máquinas de porte e com grande consumo de energia 14 e, ainda, mão-deobra especializada, a TS dos Encauchados utiliza os saberes tradicionais acrescidos apenas do pré-vulcanizante. A simplicidade do projeto e sua continuação e ampliação não requer, ao menos no estágio atual, grandes investimentos em pesquisa. Este produto já foi usado para embalagens de vinhos de qualidade e foram muito bem aceitas pelo público do Estado do Rio de Janeiro 15. Falta ao produto se tornar conhecido e talvez uma instituição que faça a ponte entre produtores e indústria/comércio de forma mais agressiva, de forma a obter espaço no mercado. Porta-trecos Este produto é composto em uma peça única, sem costuras, com pinturas/motivos incorporadas (vulcanizadas) ao corpo do produto. Os motivos variam de acordo com a etnia indígena ou grupo de seringueiros. Este produto já foi sugerido para ser adaptado para servir como porta-copo ou porta-latas (cerveja ou refrigerante). A tecnologia empregada é a pré-vulcanização do látex e sua mistura com nanopartículas vegetais, sendo que esta massa pode ser tonalizada com pigmentos naturais. Posteriormente, é aplicada em diversas camadas sobre um molde de madeira 13 O óleo de silicone usado como reparador capilar foi o que melhores resultados apresentou. 14 Centrifugas, bamburis, prensas e extrusoras, dentre outras. 15 O material pode ser acessado como EMBALAGEM ARTESANAL P/VINHO GRAFISMO UNICO UM em =CaixaVinho&pCodigo=4989>94&pStrBuscador=1&pStrPalavra=CaixaVinho&pCodigo=4989&gclid=CIWv7_- 5gqMCFRNO5QodajRWew. 24

25 e secada ao sol. Após este processo é desmoldada com o auxílio de óleo silicone. Os primeiros centímetros são enrolados por sobre o próprio corpo da peça para fazer um acabamento mais grosso na parte superior. Após, são pintadas látex pré-vulcanizado, estando prontas para a comercialização. O produto final apresenta firmeza e, de acordo com o número de camadas aplicadas, se mantém em pé. No caso de embalagem não se necessita de tantas camadas como para os porta-trecos. Além disso, por ser opaco, não permite a entrada direta de luz e é isolante térmico. Apesar de haverem outros porta-trecos similares no mercado, feitos em madeira ou plástico, estes não possuem o apelo artesanal, a qualidade e a resistência das produzidas pelos encauchados. A isso se somam o apelo ecológico e a beleza característica de cada cultura, cada qual com os seus grafismos tradicionais. Também é preciso ressaltar que o produto, por sua própria composição, é um bom isolante térmico, razão pela qual já foi sugerido como porta copos. Ao contrário de outros produtos oriundos de borracha, seja ela sintética ou natural, que demandam máquinas de porte e com grande consumo de energia e, ainda, mão-de-obra especializada, a TS dos Encauchados utiliza os saberes tradicionais acrescidos apenas do pré-vulcanizante. A simplicidade do projeto e sua continuação e ampliação não requer, ao menos no estágio atual, grandes investimentos em pesquisa. Os porta-objetos necessitam de uma rede de distribuição e é possível que no área de brindes possa ter um excelente mercado junto às grandes empresas de cerveja e refrigerante, dada a capacidade térmica. É possível também que o produto possa ser feito em um molde mais alto e com uma tampa no formato de um gargalo e ser vendido como embalagem térmica para bebidas, como a cerveja. Mas estas novas possibilidades não serão viabilizadas com pequenas unidades isoladas, mas depende de uma instituição que faça esta ponte entre os produtores e seu produto com apelo social/econômico/ambiental e o mercado consumidor, com pedidos em larga escala. Tapetes Este produto é composto em uma peça única, com pinturas/motivos incorporadas (vulcanizadas) ao corpo do produto. Os motivos variam de acordo com a etnia indígena ou grupo de seringueiros. Apresentam aderência ao chão, podendo ser utilizados em banheiros e não são escorregadios. 25

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