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1 DIREITO PROCESSUAL CIVIL I. Princípios Constitucionais e Infraconstitucionais do Processo Civil. Jurisdição II. Ação III. Competência IV. Processo V. Sujeitos do Processo VI. Ato Processual VII. Procedimento VIII. Fase Postulatória IX. Fase Instrotutória X. Fase decisória XI. Recursos XII. Cumprimento de Sentença XIII. Execução XIV. Tutelas de Urgência XV. Procedimentos Especiais XVI. Juizados Especiais e Cíveis XVII. Alterações trazidas pelo Novo Código de Processo Civil (Lei nº /2015)

2 DIREITO PROCESSUAL CIVIL I. PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS E INFRACONSTITUCIONAIS DO PROCESSO CIVIL. JURISDIÇÃO 1. PRINCÍPIOS INFORMATIVOS DO DIREITO PROCESSUAL O Processo Civil, dada a sua relevância dentro do Direito pátrio, é permeado por princípios constitucionais que orientam e norteiam a interpretação e aplicação de suas normas. Além dos princípios próprios, ditos internos (como o princípio dispositivo, inquisitivo, da instrumentalidade das formas, etc.), temos disposições de grau Constitucional, tais como: Princípio da inércia O princípio da inércia se relaciona à característica da Jurisdição mencionada anteriormente. O art. 2 o do CPC dispõe que nenhum juiz prestará a tutela jurisdicional senão quando a parte ou o interessado a requerer, nos casos e formas legais, estabelecendo a inércia do juiz até que ocorra a provocação da tutela jurisdicional por parte do titular do interesse em conflito. Princípio da indelegabilidade A indelegabilidade, prevista no art. 5 o, inciso LIII da CF, retrata a impossibilidade de que a jurisdição seja exercida por quem não detenha competência. A atividade jurisdicional só pode ser praticada por quem possua competência para tanto. Este princípio, originalmente constitucional, não permite que o Poder Judiciário, seus órgãos e membros deleguem qualquer de suas atribuições de forma arbitrária. Princípio da investidura Já vimos que a jurisdição é um poder do Estado exercida por juízes. O princípio da investidura preceitua que esta atividade estatal somente poderá ser exercida por aquele que estiver devidamente investido na autoridade judicial, observadas as regras constitucionais previstas para cada caso. 2

3 Princípio do juiz natural O princípio do juiz natural busca fornecer aos interessados que buscam a tutela jurisdicional a segurança jurídica da imparcialidade do juiz. Com esta garantia, se busca um Estado democrático mais justo na solução dos conflitos sociais. Desta forma, o juiz deve julgar a lide deduzida em juízo de maneira independente e imparcial. Tal princípio se materializa no art. 5 o, inciso XXXVII da CF, quando veda os juízos e tribunais de exceção. Princípio da inafastabilidade Prevê o inciso XXXV do art. 5 o, em nossa Constituição, que a lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça de direito. O princípio da inafastabilidade garante a todos os cidadãos o acesso ao Poder Judiciário. Além disso, este princípio determina também a apreciação das demandas trazidas à juízo por titulares de direitos em busca de uma solução por parte do Poder Judiciário. 2. JURISDIÇÃO A jurisdição é o poder conferido ao juiz de dizer o direito, como uma manifestação da soberania do Estado, uma vez que este substitui aos titulares do conflito para, de maneira imparcial, solucioná-lo. Ela pode ser entendida como uma função do Estado de Direito exercida por seus órgãos, um poder de decidir conflitos de forma imperativa ou uma atividade exercida no processo em conformidade com as normas jurídicas. Segundo Chiovenda, é possível apresentar como características da jurisdição o caráter substitutivo e o escopo da atuação do Direito. O caráter substitutivo evidencia-se na substituição das partes envolvidas na lide pelo Estado com o objetivo de pacificar o conflito. Já a segunda característica mencionada desponta no fato de que a jurisdição assegura a efetividade das normas contidas no ordenamento jurídico. Outras características podem ser observadas no exercício jurisdicional. A inércia desponta como uma característica importante quando se fala em jurisdição. Ou seja, a atividade jurisdicional deve ser provocada para que seja exercida, caso contrário poderia promover conflitos, o que iria de encontro com sua finalidade. Além disso, os atos jurisdicionais podem se tornar definitivos, como no caso da coisa julgada. Por fim, a existência da lide, que é um conflito de interesses, também está presente no contexto da jurisdição. Ao apresentar sua lide em juízo, o interessado é substituído pelo Estado, na pessoa do juiz, para solucioná-la de acordo com as normas jurídicas. 3

4 A jurisdição é chamada de contenciosa quando apresenta uma colisão de interesses entre as partes, uma lide. Por outro lado, existem algumas situações em que mesmo não havendo conflito entre as partes, elas precisam provocar a máquina judiciária para homologar certo ato jurídico, sob pena de se tornar inútil. Trata-se da jurisdição voluntária, conforme elucida a moderna. Contudo, a doutrina tradicional define esta chancela dada pelo juiz diante da provocação de partes que não estão em conflito como uma atividade administrativa do juiz e não como jurisdição ESPÉCIES DE JURISDIÇÃO A jurisdição contenciosa, ou seja, aquela em que há lide entre as partes, pode ser decomposta em jurisdição comum e jurisdição especial. A jurisdição comum abrange a penal e civil, inclusas nesta última as demandas administrativas, previdenciárias e comerciais. A jurisdição especial divide-se em trabalhista, eleitoral e militar. Importante observar que todas as espécies de jurisdição têm primeira e segunda instância, permitindo que as decisões sejam reanalisadas por Tribunais Superiores ESTRUTURA CONSTITUCIONAL DA JURISDIÇÃO Poder Judiciário Juntamente das atividades de legislativa e administrativa, o Estado também detém o papel de aplicar as leis na solução de conflitos. O Poder Judiciário é o meio pelo qual o Estado desempenha sua atividade jurisdicional, salvo raras exceções. Perante o terceiro dos poderes do Estado é possível a efetivação dos direitos e liberdades dos indivíduos. A Constituição Federal disciplina as normas que regem o Poder Judiciário nos arts. 92 a 126. Para que possa desenvolver de maneira imparcial e independente a sua função jurisdicional, o Poder Judiciário detém garantias constitucionais que preservam sua autonomia funcional, administrativa e financeira, conforme art. 99 da Constituição Federal. A função jurisdicional do Poder Judiciário é tida como típica, de modo que este decide aplicando as normas do nosso ordenamento jurídico às situações trazidas à ele. Contudo, este poder estatal detém outras funções que não a jurisdicional. Estas são chamadas de atípicas, podendo ter natureza administrativa ou legislativa. 4

5 a) Organização Judiciária O Poder Judiciário é composto de diversos órgãos que exercem a atividade jurisdicional do Estado, conforme art. 92 da Constituição Federal: I) Supremo Tribunal Federal; II) Superior Tribunal de Justiça; III) Tribunais Regionais Federais e juízes federais; IV) Tribunais e juízes do trabalho; V) Tribunais e juízes eleitorais; VI) Tribunais e juízes militares; VII) Tribunais e juízes dos Estados e do Distrito Federal e Territórios. Os Tribunais Superiores (STJ, TST, TSE e STM) e o Supremo Tribunal Federal (STF) são chamados de órgãos de convergência por serem responsáveis pela última decisão nos casos de sua competência. Todos estes tem sede em Brasília e, segundo prevê a Carta Magna no parágrafo 2 o do art. 92, têm jurisdição em todo o território nacional. Cabe salientar que todo o sistema de órgãos do Poder Judiciário se distribui a partir do escudo do STF, que é o guardião da nossa Constituição Funções essenciais à justiça Visando propulsionar a atividade jurisdicional, o poder constituinte institucionalizou as funções essenciais à justiça nos arts. 127 a 135 da Constituição Federal. Estas funções essenciais não fazem parte do Poder Judiciário. Todavia, auxiliam-no à cumprir sua função jurisdicional. As atividades essenciais à justiça são: a) o Ministério Público (arts. 127 a 130); b) a Advocacia Pública (arts. 131 e 132); c) a Advocacia (art. 133); d) a Defensoria Pública (art. 134). Ao Ministério Público compete, segundo o art. 127 da CF, a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis. Ele se divide em Ministério Público da União e Estadual. O da União se subdivide em Ministério Público Federal, do Trabalho, Militar e do Distrito Federal e Territórios. Os entes públicos são defendidos por advogados públicos, dentro da chamada Advocacia Pública. Conforme prevê o art. 133 da CF, o advogado é indispensável à administração da justiça, dispondo de inviolabilidade e imunidade nos limites da lei. O exercício da advocacia depende do cumprimento dos requisitos previstos no Estatuto da Ordem dos Advogados do Brasil. Por fim, a Defensoria Pública é essencial à função jurisdicional do Estado uma vez que proporciona orientação jurídica e defesa dos interesses dos menos favorecidos. Conforme 5

6 determinação do art. 5 o, inciso LXXIV da CF o Estado prestará assistência jurídica integral e gratuita aos que comprovarem insuficiência de recursos Equivalentes jurisdicionais Muito embora se fale que o Estado detenha o poder de solucionar os conflitos, existem outras formas de resolver as controvérsias de interesses. Por ser o processo um instrumento formal e que por vezes se torna moroso e custoso, as partes acabam optando por meios alternativos de solução de conflitos que se adaptem às suas pretensões. Como meios alternativos de pacificação social temos a autotutela, autocomposição e a arbitragem, conforme veremos a seguir. a) Autotutela Historicamente, a autotutela é o meio mais antigo de resolução de conflitos, onde a lide é solucionada sem a intervenção de terceiro estranho às partes interessadas. Contudo, esta modalidade muitas vezes não exerce sua função pacificadora. Diante disso, a autotutela é repreendida em nosso ordenamento jurídico, exceto casos autorizados expressamente em lei. O direito penal criminaliza a autotutela praticada por um particular no art. 345 do Código Penal, onde está descrito o crime de exercício arbitrário das próprias razões. Entretanto, ao mesmo tempo excepciona os casos de estado de necessidade e legítima defesa. O mesmo ocorre no direito civil, onde, exemplificativamente, é autorizado no art do Código Civil a legítima defesa da posse. b) Autocomposição A autocomposição é a intervenção de um terceiro imparcial na busca de resolver a controvérsia entre as partes. Esta modalidade de equivalente jurisdicional pode se manifestar de duas formas: mediação ou conciliação. Na mediação um terceiro é selecionado com o objetivo de apenas aproximar as partes, de forma que elas possam solucionar o conflito existente entre elas. Por outro lado, na conciliação o terceiro imparcial sugere às partes formas de solução para a lide, auxiliando a negociação entre elas. Cabe ressaltar que as formas de autocomposição sendo exitosas e firmadas por escrito, poderão tornar-se títulos executivos extrajudiciais quando cumprirem os requisitos do art. 585, inciso II do CPC. Caso o acordo entre as partes seja homologado judicialmente, ele se tornará em título executivo judicial, conforme art. 475-N, inciso V do CPC. 6

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