Agosto/2009 VOLATILIDADE CAMBIAL VOLATILIDADE CAMBIAL DEPECON / DEREX

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Agosto/2009 VOLATILIDADE CAMBIAL VOLATILIDADE CAMBIAL DEPECON / DEREX"

Transcrição

1 Agosto/2009 VOLATILIDADE CAMBIAL VOLATILIDADE CAMBIAL DEPECON / DEREX 1

2 A importância da taxa de câmbio para a economia brasileira A taxa de câmbio é um dos principais preços da economia, pois: Determina a exportação e a importação (a balança comercial), pois define os preços dos produtos tradeables e non-tradeables Estimula/Desestimula os investimentos, que se abrem com a oportunidade (ou não) de exportar. Determina a parcela do produto que será produzida e a parcela comprada no exterior 2

3 A importância da taxa de câmbio para a economia brasileira A taxa de câmbio deve ficar em um valor tal que propicie um saldo de balança comercial e um nível de produção interna que induza o desenvolvimento econômico. Tão ou ainda mais sério quanto o nível da taxa de câmbio é sua volatilidade. Taxa de câmbio muito volátil dificulta aos agentes saberem o seu valor, mesmo num futuro muito próximo. 3

4 A importância da taxa de câmbio para a economia brasileira A evolução da taxa de câmbio nos últimos anos não tem sido satisfatória A taxa de câmbio flutuante flutua, mas o Real é certamente a moeda mais volátil dentre os países emergentes e desenvolvidos Apresentaremos um primeiro conjunto de propostas com o objetivo de abrir a discussão, mas sem esgotar o assunto. O Bacen tem instrumentos para reduzir volatilidade, mas antes de tudo o BC tem que concordar com a existência do problema 4

5 Taxa de Câmbio Real vs US$ volátil Taxa de Câmbio Nominal (R$/US$) jan-07 mar-07 mai-07 jul-07 set-07 nov-07 jan-08 mar-08 mai-08 jul-08 set-08 nov-08 jan-09 mar-09 mai-09 Fonte: BCB

6 Volatilidade frente às principais moedas Taxas de Câmbio Nominal Fim do Período (Set/08 = 100) As variações cambiais têm acontecido em relação a outras moedas, e não somente ao dólar. +73% +43% -21% % % -8% Real / Iene Real / Euro Real / Dólar fev-07 mar-07 abr-07 mai-07 jun-07 jul-07 ago-07 set-07 out-07 nov-07 dez-07 jan-08 fev-08 mar-08 abr-08 mai-08 jun-08 jul-08 ago-08 set-08 out-08 nov-08 dez-08 jan-09 fev-09 mar-09 abr-09 mai-09 jun-09 Fonte: BCB 6

7 Taxa de Câmbio Real também volátil 125,00 Taxa Real de Câmbio - Cesta com 5 Moedas¹ IPCA (Set/08 = 100) 120,00 +29% 115,00 110,00 105,00 100,00-16% 95,00 90,00 jan/07 fev/07 mar/07 abr/07 mai/07 jun/07 jul/07 ago/07 set/07 out/07 nov/07 dez/07 jan/08 fev/08 mar/08 abr/08 mai/08 jun/08 jul/08 ago/08 set/08 out/08 nov/08 dez/08 jan/09 fev/09 mar/09 abr/09 mai/09 Fonte: FGV ¹Composição: Euro (0,46) - Dólar EUA (0,27) - Iene (0,11)- Peso Argentino (0,10) - Libra Esterlina (0,06) 7

8 Análise da volatilidade ano a ano Brasil figura entre as primeiras colocações em 5 de 8 anos 8

9 Volatilidade Cambial ano a ano em vários países País a 09 Áf. do Sul 7.60% 8.28% 5.70% 4.45% 8.25% 3.02% 12.84% 9.16% 19.66% Austrália 3.34% 7.26% 4.23% 2.07% 2.34% 4.85% 15.12% 8.02% 16.01% Brasil 18.62% 8.30% 4.23% 6.89% 2.58% 6.34% 14.94% 6.67% 21.52% Canadá 1.48% 5.41% 4.23% 2.53% 1.66% 6.84% 8.42% 4.56% 14.15% Chile 4.26% 6.46% 4.02% 4.54% 1.71% 2.83% 14.09% 4.52% 13.01% China 0.04% 0.29% 0.13% 1.16% 0.93% 1.71% 2.00% 0.11% 6.74% Cingapura 1.88% 1.07% 1.49% 1.37% 1.75% 2.14% 3.57% 2.12% 7.89% Colômbia 9.08% 1.76% 3.83% 1.38% 4.29% 5.32% 10.89% 6.95% 13.17% Cor. do Sul 4.23% 2.05% 3.39% 1.51% 1.75% 1.07% 14.95% 6.57% 13.09% Filipinas 2.22% 1.84% 0.50% 1.57% 2.23% 4.72% 6.63% 1.24% 8.58% Índia 0.60% 1.98% 1.72% 1.82% 1.82% 4.36% 8.09% 2.65% 6.31% Indonésia 5.84% 2.84% 3.75% 3.55% 1.85% 1.85% 9.05% 6.12% 8.05% Israel 2.43% 3.88% 1.55% 2.68% 3.61% 3.13% 5.28% 2.99% 8.73% Japão 4.37% 3.84% 2.54% 4.52% 1.77% 3.16% 5.20% 3.60% 7.94% Malásia 0.00% 0.00% 0.00% 0.43% 1.41% 1.71% 4.47% 1.85% 5.15% N. Zelândia 6.26% 5.24% 4.55% 2.32% 4.21% 4.42% 13.93% 8.14% 17.11% Paraguai 13.98% 5.97% 2.19% 1.69% 4.95% 3.15% 8.27% 1.33% 13.64% Peru 1.87% 0.26% 2.17% 1.81% 1.73% 2.44% 4.14% 3.12% 6.27% Rússia 1.21% 2.39% 1.37% 1.43% 2.34% 2.49% 6.44% 5.91% 9.38% Suíça 5.95% 2.95% 3.63% 4.03% 2.63% 3.12% 5.44% 3.04% 11.54% Tailândia 1.92% 2.99% 2.34% 2.79% 2.89% 4.49% 4.85% 1.74% 10.50% Taiwan 1.58% 1.01% 1.69% 2.75% 1.25% 0.90% 3.43% 2.14% 3.64% Turquia 9.05% 7.42% 5.01% 1.82% 6.36% 6.41% 11.39% 4.20% 9.74% Uruguai 26.61% 3.15% 4.33% 2.95% 0.82% 3.96% 7.83% 2.05% 14.59% Z. do euro 5.75% 4.45% 3.37% 3.98% 3.04% 3.80% 7.42% 3.54% 14.35% Volatilidade cambial = desvio padrão no período / média no período * Os dados de 2009 são relativos ao 1º semestre do ano 9

10 Volatilidade Cambial: Primeiras colocações Ranking Geral Brasil 2º 1º 5º 1º 10º 3º 3º 5º 1º 1º Uruguai Brasil Áf. do Sul Brasil Áf. do Sul Canadá Austrália Áf. do Sul Brasil 2º Brasil Áf. do Sul Turquia Chile Turquia Turquia Cor. do Sul N. Zelândia Áf. do Sul 3º Paraguai Turquia N. Zelândia Japão Paraguai Brasil Brasil Austrália N. Zelândia O Brasil é o país com maior volatilidade cambial no período de 2002 a Além disso, em 5 dos 8 anos pesquisados, o Brasil aparece entre os 3 países com maior volatilidade cambial. Os 2 países, após o Brasil, que mais aparecem entre os 3 com maior volatilidade na taxa de câmbio são: África do Sul: aparece em 4 anos; Turquia: aparece também em 4 anos. * Os dados de 2009 são relativos ao 1º semestre do ano 10

11 Análise Real: Maior valorização Maior volatilidade 11

12 Maior valorização cambial do mundo nos últimos 5 anos 50% Apreciações Cambiais em Relação ao Dólar (Agosto 2003 = 100) 45% 40% 38% 31% 33%35% Valorização Média = 23,3% 30% 28%28%29% 20% 10% 0% -3% -10% 12 11%11% 12% 15%16% 20% 22%22%22%23%24%24%25% África do Sul Taiwan Turquia Japão Malásia China Peru Rússia Filipinas Cingapura Tailândia Israel Suíça Nova Zelândia Uruguai Canadá Euro Austrália Chile Paraguai Colômbia Brasil

13 A volatilidade cambial (contra o dólar) é a maior 25% 3.4% 5.3% 6.0% 6.1% 6.9% 7.0% 7.3% 7.5% 8.3% 8.5% 9.0% 9.2% 9.2% 9.4% 10.1% 11.0% 11.2% 11.2% 11.3% 12.1% 13.0% 13.5% 13.6% 14.5% 20.4% 20% 15% 10% 5% Volatilidade Cambial de 2003 a 2009 (Moedas / Dólar) Países em destaque são fortes exportadores de commodities, como o Brasil Média = 9.8% 0% Taiwan Malásia Peru Índia China Japão Cingapura Suíça Indonésia Israel Zona do euro Filipinas Rússia Turquia Tailândia Canadá Nova Zelândia Austrália Uruguai Chile Coreia do Sul Paraguai Colômbia África do Sul Brasil Fonte: Macrodados Volatilidade cambial coeficiente de variação = desvio padrão / média do período 13

14 A volatilidade cambial (contra o Euro) é também a maior % 3.6% 4.2% 4.3% 5.1% 5.2% 5.6% 5.8% 5.9% 6.2% 7.1% 7.1% 7.3% 7.3% 7.5% 7.6% 7.8% 8.8% 8.9% 9.3% 9.3% 13.3% 13.4% 18.4% 24.5% 30% 25% 20% 15% 10% Média 8.3% 5% 0% Suíça Cingapura Peru Israel Malásia Tailândia Canadá Austrália Filipinas China Taiwan Uruguai Colômbia Rússia Paraguai Chile Índia Turquia Nova Zelândia EUA Japão Indonésia Coreia do Sul África do Sul Brasil Volatilidade Cambial de 2003 a 2009 (Moedas / Euro) Países em destaque são fortes exportadores de commodities, como o Brasil Fonte: Macrodados

15 Análise Set/2008 Jun/2009 Volatilidade: 3 o lugar Análise 2009 Maior valorização 15

16 Volatilidade Cambial de set/08 a jun/ ,64% 8,70% 8,61% 8,58% 8,50% 8,19% 8,07% 7,80% 6,82% 6,56% 5,73% 5,51% 5,12% 5,09% 4,30% 3,48% 2,87% 2,33% 2,33% 2,11% 1,71% 11,53% 0,18% 1,64% 14% 12% 10% 8% 6% 4% 2% 0% Cingapura Taiwan Malásia Filipinas Rússia África do Sul Brasil Nova Zelândia Turquia Austrália Indonésia Coreia do Sul Paraguai Chile Colômbia Canadá Israel Uruguai Japão Zona do Euro Suíça Peru Tailândia China Real é a 3 a moeda mais volátil após a crise Média = 5.64%

17 Maior valorização cambial em 2009 (Moedas / Dólar) 20% 5.0% 5.5% 7.4% 7.5% 9.2% 10.5% 11.9% 12.0% 13.3% 16.7% 15% 10% 5% Evolução da Taxa de Câmbio em 2009 (Moedas / Dólar) Até Junho Países em destaque são fortes exportadores de commodities, como o Brasil Japão -7.9% Israel -4.8% Paraguai -3.2% Rússia -2.5% Suíça -2.4% Malásia -1.8% Cingapura -1.6% Filipinas -1.4% Taiwan -1.2% Zona do euro -1.0% Turquia -0.6% China -0.2% Coreia do Sul 0.5% Índia 1.4% Tailândia 1.5% Uruguai Peru Canadá Nova Zelândia Indonésia Colômbia Austrália Chile África do Sul Brasil 3.0% Média 0% -5% -10% Dados até 15/06/09 17

18 Diferencial de Juros e Reservas Internacionais 18

19 Diferencial de juros: o mesmo desde o início da crise Taxa de Juros Básica - Brasil x EUA x Reino Unido (% ao ano) EUA Brasil Reino Unido 8.75 p.p p.p p.p p.p jan-08 fev-08 mar-08 abr-08 mai-08 jun-08 jul-08 ago-08 set-08 out-08 nov-08 dez-08 jan-09 fev-09 mar-09 abr-09 mai-09 jun-09 jul-09 Fonte: BCs locais 19

20 25,5% 39,8% 95,7% 44,2% 61,4% Reservas internacionais sobre o PIB Mas há países com níveis de reservas internacionais muito maiores que o Brasil 20 23,7% 8,7% 9,1% 9,7% 9,8% 11,0% 13,1% 13,7% 17,8% 17,9% 19,7% 19,7% 20,5% 20,5% 21,1% 21,2% 1,7% 2,9% 3,0% Área do Euro Canadá Austrália Nova Zelândia Suíça Turquia Colômbia África do Sul Brasil Chile Paraguai Taiwan Filipinas Uruguai Índia Japão Israel Coréia do Sul Peru Rússia Tailândia Malásia China Cingapura Reservas Internacionais (% PIB)

21 Mais reservas menor volatilidade do câmbio Reservas Internacionais 2008 (% PIB) x Volatilidade do câmbio (2008) 16% Aust Bra Coréia 14% N Zel Chile 12% Tur Afr. S Volatilidade Cambial 10% 8% 6% 4% Can Euro Col Sui Par Uru Fil Jap Índia Rus Isr Peru Tai Mal 2% Cin China 0% 0,0% 5,0% 10,0% 15,0% 20,0% 25,0% 30,0% 35,0% 40,0% 45,0% 50,0% Reservas Internacionais (% PIB) 21

22 Reservas internacionais brasileiras aceleraram no período recente Reservas Internacionais (US$ Bilhões) , fev/09 jun/09 jun/00 out/00 fev/01 jun/01 out/01 fev/02 jun/02 out/02 fev/03 jun/03 out/03 fev/04 jun/04 out/04 fev/05 jun/05 out/05 fev/06 jun/06 out/06 fev/07 jun/07 out/07 fev/08 jun/08 out/08 Fonte: BCB 22

23 Nível de reservas estabilizou-se em 2007 BRASIL - Evolução das Reservas Internacionais / PIB 14% 13,5% 13,1% 12% 10% 8,9% 8% 7,5% 8,0% 7,9% 6% 5,1% 6,5% 6,1% 4% 2% 0%

24 Aumento de reservas tende a reduzir volatilidade Reservas Internacionais e Volatilidade Cambial 16,0 14,0 12,0 10,0 8,0 6,0 4,0 % Reservas como %PIB (E) % Volatilidade da Taxa de Câmbio (D) -13% : Valores até Maio/ ,0 18,0 16,0 14,0 12,0 10,0 8,0 6,0 4,0 2,0 24

25 O Fluxo de Capitais Estrangeiros no Brasil 25

26 Ingresso de Capitais de jan/09 a jun/09 Do ingresso de US$ 16,7 bilhões verificados entre Jan-Jun 2009, 86,5% são investimentos estrangeiros diretos. Investimento Estrangeiro - US$ milhões Discriminação Jun Jan-Jun Ano Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jan-Jun Total 3,131 29,993 44, ,925 3,656 6,229 5,993 16,744 Investimento Direto 2,726 16,710 45,058 1,930 1,968 1,444 3,409 2,483 4,193 14,482 Ações ,828-7, , ,030 Renda fixa 807 8,455 6,798-1,801-1, ,237 1, De jan/09 a jun/09, o ingresso de investimento em ações representou 18,1% do investimento estrangeiro total. A partir de abril/09, o ingresso de investimento estrangeiro em renda fixa passa a ficar positivo. Fonte: BC 26

27 A recente apreciação cambial está associada ao ingresso de investimento estrangeiro em ações e renda fixa 10.0 Investimento Estrangeiro e Taxa de Câmbio jan/08 fev/08 mar/08 abr/08 mai/08 jun/08 jul/08 ago/08 set/08 out/08 nov/08 dez/08 jan/09 fev/09 mar/09 abr/09 mai/09 jun/09 US$ Bilhões R$/US$ Investimento Direto Ações Renda Fixa Taxa de Câmbio 27

Rentabilidade com Preservação de Capital. José Márcio Camargo. Opus Gestão de Recursos Admirável Mundo Novo. Abril 2011.

Rentabilidade com Preservação de Capital. José Márcio Camargo. Opus Gestão de Recursos Admirável Mundo Novo. Abril 2011. Rentabilidade com Preservação de Capital José Márcio Camargo Opus Gestão de Recursos Admirável Mundo Novo Abril 2011 Abril 2011 1 Admirável Mundo Novo 1. Taxas de juros reais negativas em todos os países

Leia mais

CENÁRIO MACROECONÔMICO PARA O BRASIL E MUNDO. Novembro de 2016

CENÁRIO MACROECONÔMICO PARA O BRASIL E MUNDO. Novembro de 2016 CENÁRIO MACROECONÔMICO PARA O BRASIL E MUNDO Novembro de 2016 1 1 AMBIENTE INTERNACIONAL Fim do longo ciclo de commodities. Desaceleração moderada da China. Aumento de juros nos EUA, mas de forma gradual.

Leia mais

CENÁRIO MACROECONÔMICO. Novembro de 2017 DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos

CENÁRIO MACROECONÔMICO. Novembro de 2017 DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos CENÁRIO MACROECONÔMICO Novembro de 2017 DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos AMBIENTE INTERNACIONAL o Riscos reduzidos de crise. O crescimento global continua a ganhar tração, com maior

Leia mais

CENÁRIO MACROECONÔMICO PARA O BRASIL E MUNDO. Janeiro de 2017

CENÁRIO MACROECONÔMICO PARA O BRASIL E MUNDO. Janeiro de 2017 CENÁRIO MACROECONÔMICO PARA O BRASIL E MUNDO Janeiro de 2017 1 1 AMBIENTE INTERNACIONAL Fim do longo ciclo de commodities, com estabilização dos preços nos últimos meses. Desaceleração moderada da China.

Leia mais

INTERNA. Este documento foi classificado como confidencial pelo Depec, e o acesso está autorizado, exclusivamente, a Ocepar.

INTERNA. Este documento foi classificado como confidencial pelo Depec, e o acesso está autorizado, exclusivamente, a Ocepar. INTERNA Este documento foi classificado como confidencial pelo Depec, e o acesso está autorizado, exclusivamente, a Ocepar. 1 DESAFIOS E INCERTEZAS DO CENÁRIO MACROECONÔMICO BRASILEIRO E GLOBAL 2 2 Fabiana

Leia mais

CENÁRIO MACROECONÔMICO. Junho de 2017

CENÁRIO MACROECONÔMICO. Junho de 2017 CENÁRIO MACROECONÔMICO Junho de 2017 1 AMBIENTE INTERNACIONAL Riscos reduzidos de crise, com o crescimento global se sustentando em ritmo positivo, de forma generalizada. Aumento gradual de juros nos EUA.

Leia mais

ECO Economia Brasileira

ECO Economia Brasileira Federal University of Roraima, Brazil From the SelectedWorks of Elói Martins Senhoras Winter January, 2012 ECO 112 - Economia Brasileira Eloi Martins Senhoras Available at: http://works.bepress.com/eloi/124/

Leia mais

FGV 27 de Setembro de 2011

FGV 27 de Setembro de 2011 Guerra Cambial: Evolução e Novos Desdobramentos FGV 27 de Setembro de 2011 Roberto Giannetti da Fonseca Diretor Titular DEREX Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior As Batalhas da

Leia mais

INTERNA. Este documento foi classificado como confidencial pelo Depec, e o acesso está autorizado, exclusivamente, aos clientes do Bradesco.

INTERNA. Este documento foi classificado como confidencial pelo Depec, e o acesso está autorizado, exclusivamente, aos clientes do Bradesco. INTERNA Este documento foi classificado como confidencial pelo Depec, e o acesso está autorizado, exclusivamente, aos clientes do Bradesco. CENÁRIO MACROECONÔMICO JANEIRO DE 2016 FABIANA D ATRI Departamento

Leia mais

CENÁRIO MACROECONÔMICO

CENÁRIO MACROECONÔMICO ENCONTRO BRADESCO-APIMEC CENÁRIO MACROECONÔMICO 20 DE AGOSTO DE 2015 FABIANA D ATRI Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos - DEPEC 2 Ambiente Internacional AMBIENTE INTERNACIONAL Fim do longo ciclo

Leia mais

Painel: O desempenho econômico brasileiro no cenário mundial

Painel: O desempenho econômico brasileiro no cenário mundial XIX Congresso Brasileiro de Economia Painel: O desempenho econômico brasileiro no cenário mundial Prof. Dr. Antonio Corrêa de Lacerda aclacerda@pucsp.br Bonito, 09 de Setembro de 2011. Page 1 Economia

Leia mais

Taxa de Câmbio Efetiva Real

Taxa de Câmbio Efetiva Real Taxa de Câmbio Efetiva Real Andréia C. O. Adami Outubro/2015 Bibliografia Cap. 8 Carvalho & Silva (1999) Cap. 10 - Gonçalves et al.(1998) Sayad, J. Comércio Internacional. In:Pinho & Vasconcellos (1996).

Leia mais

EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES

EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES FEVEREIRO / 215 SUMÁRIO PÁG. 1 - ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES 3 2 - EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES - CAPÍTULO 41 COMPLETO 4

Leia mais

O Sistema de Metas de Inflação No Brasil. - Como funciona o sistema de metas e seus resultados no Brasil ( ).

O Sistema de Metas de Inflação No Brasil. - Como funciona o sistema de metas e seus resultados no Brasil ( ). O Sistema de Metas de Inflação No Brasil - Como funciona o sistema de metas e seus resultados no Brasil (1999-2007). - Desempenho recente: a relação juros-câmbio. - Aceleração do crescimento econômico

Leia mais

MB ASSOCIADOS. A agenda econômica internacional do Brasil. CINDES Rio de Janeiro 10 de junho de 2011

MB ASSOCIADOS. A agenda econômica internacional do Brasil. CINDES Rio de Janeiro 10 de junho de 2011 MB ASSOCIADOS A agenda econômica internacional do Brasil CINDES Rio de Janeiro 10 de junho de 2011 1 Cenário base 2011 2014 Crescimento mundial deverá ser da ordem de 4,0% a.a. Os países do G7 devem crescer

Leia mais

RELATÓRIO MENSAL - NICC POLO FRANCA

RELATÓRIO MENSAL - NICC POLO FRANCA RELATÓRIO MENSAL - NICC POLO FRANCA ÍNDICE OUTUBRO 2014 FRANCA Página População...... 2 Piso salarial do sapateiro... 2 Número de funcionários na indústria de calçados...... 2 Admissões e demissões do

Leia mais

MOEDAS, JUROS, BOLSAS INTERNACIONAIS E COMMODITIES

MOEDAS, JUROS, BOLSAS INTERNACIONAIS E COMMODITIES MOEDAS, JUROS, BOLSAS INTERNACIONAIS E COMMODITIES 14/06/11 12/07/11 09/08/11 06/09/11 04/10/11 01/11/11 29/11/11 27/12/11 24/01/12 21/02/12 20/03/12 17/04/12 15/05/12 12/06/12 10/07/12 07/08/12 04/09/12

Leia mais

ALGODÃO TENDÊNCIAS PARA O MERCADO

ALGODÃO TENDÊNCIAS PARA O MERCADO ALGODÃO TENDÊNCIAS PARA O MERCADO Analista de Mercado Élcio A. Bento elcio@safras.com.br ALGODÃO CIF SÃO PAULO R$/@ Preço Mínimo R$ 44,6/@ ALGODÃO CIF SÃO PAULO R$/2 Jul A FORMAÇÃO DE PREÇOS NO MERCADO

Leia mais

MOEDAS, JUROS, BOLSAS INTERNACIONAIS E COMMODITIES

MOEDAS, JUROS, BOLSAS INTERNACIONAIS E COMMODITIES MOEDAS, JUROS, BOLSAS INTERNACIONAIS E COMMODITIES 23/09/11 21/10/11 18/11/11 16/12/11 13/01/12 10/02/12 09/03/12 06/04/12 04/05/12 01/06/12 29/06/12 27/07/12 24/08/12 21/09/12 19/10/12 16/11/12 14/12/12

Leia mais

PIB DO BRASIL (VARIAÇÃO ANUAL) FONTE: IBGE ELABORAÇÃO E PROJEÇÃO: BRADESCO

PIB DO BRASIL (VARIAÇÃO ANUAL) FONTE: IBGE ELABORAÇÃO E PROJEÇÃO: BRADESCO 1 PIB DO BRASIL (VARIAÇÃO ANUAL) 1984-2014 2 2 FONTE: IBGE ELABORAÇÃO E PROJEÇÃO: BRADESCO DESAFIOS DA ECONOMIA BRASILEIRA: DEMOGRAFIA, MERCADO DE TRABALHO E AMBIENTE EXTERNO 3 3 O BAIXO DESEMPREGO NO

Leia mais

CENÁRIO MACROECONÔMICO. Julho de 2017

CENÁRIO MACROECONÔMICO. Julho de 2017 CENÁRIO MACROECONÔMICO Julho de 2017 1 AMBIENTE INTERNACIONAL Riscos reduzidos de crise, com o crescimento global se sustentando em ritmo positivo, de forma generalizada. Aumento gradual de juros nos EUA.

Leia mais

Ranking Mundial de Juros Reais Ago/13

Ranking Mundial de Juros Reais Ago/13 Ranking Mundial de Juros Reais Ago/13 O Ranking Mundial de Juros Reais é um comparativo entre as taxas praticadas em 40 países do mundo e os classifica conforme as taxas de juros nominais determinadas

Leia mais

GRUPO DE CONJUNTURA CAIO PRATES 29 MAI 2012

GRUPO DE CONJUNTURA CAIO PRATES 29 MAI 2012 GRUPO DE CONJUNTURA CAIO PRATES 29 MAI 2012 Tabela 1 - Projeções para 2011 e 2012 Mercado 2012 2013 PIB (%) 2,99 4,50 Indústria Geral (%) 1,58 4,20 IPCA (%) 5,17 5,60 Taxa Selic fim de ano 8,00 9,50 Taxa

Leia mais

RELATÓRIO MENSAL - NICC POLO FRANCA

RELATÓRIO MENSAL - NICC POLO FRANCA RELATÓRIO MENSAL - NICC POLO FRANCA ÍNDICE AGOSTO 2012 FRANCA 01) População 02) Piso salarial do sapateiro 03) Número de funcionários na indústria de calçados 04) Admissões e demissões do setor calçadista

Leia mais

BRASIL E A CRISE MUNDIAL

BRASIL E A CRISE MUNDIAL BRASIL E A CRISE MUNDIAL Ministro Guido Mantega maio 2009 1 Crise não acabou, talvez pior já tenha passado Consolidação do governo Obama e ações do G20 melhoram a CONFIANÇA Enxurrada de dinheiro do FED

Leia mais

RELATÓRIO MENSAL - NICC POLO FRANCA

RELATÓRIO MENSAL - NICC POLO FRANCA RELATÓRIO MENSAL - NICC POLO FRANCA ÍNDICE FEVEREIRO 2015 FRANCA Página População...... 2 Piso salarial do sapateiro... 2 Número de funcionários na indústria de calçados...... 2 Admissões e demissões do

Leia mais

Spread bancário no Brasil: Tendências de longo prazo, evolução recente e questões metodológicas

Spread bancário no Brasil: Tendências de longo prazo, evolução recente e questões metodológicas Spread bancário no Brasil: Tendências de longo prazo, evolução recente e questões metodológicas São Paulo, 28 de Janeiro de 2009 Rubens Sardenberg Economista-chefe chefe I. Evolução do spread bancário

Leia mais

RELATÓRIO MENSAL - NICC POLO FRANCA

RELATÓRIO MENSAL - NICC POLO FRANCA RELATÓRIO MENSAL - NICC POLO FRANCA ÍNDICE MARÇO 2015 FRANCA Página População...... 2 Piso salarial do sapateiro... 2 Número de funcionários na indústria de calçados...... 2 Admissões e demissões do setor

Leia mais

EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES

EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES 2015 SUMÁRIO PÁG. 1 - ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES 3 2 - EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES - CAPÍTULO 41 COMPLETO 4 3 - DESTINO

Leia mais

ABRIL 2016 RELATÓRIO MENSAL - NICC POLO FRANCA FRANCA SÃO PAULO BRASIL. Pág.

ABRIL 2016 RELATÓRIO MENSAL - NICC POLO FRANCA FRANCA SÃO PAULO BRASIL. Pág. RELATÓRIO MENSAL - NICC POLO FRANCA ABRIL 2016 FRANCA População e PIB do município de Franca Piso salarial do sapateiro Estimativa do número de funcionários na indústria de calçados de Franca Dados do

Leia mais

JUROS, BOLSAS INTERNACIONAIS, MOEDAS E COMMODITIES

JUROS, BOLSAS INTERNACIONAIS, MOEDAS E COMMODITIES JUROS, BOLSAS INTERNACIONAIS, MOEDAS E COMMODITIES JUROS TAXA DE JUROS DO TÍTULO DE 10 ANOS DO TESOURO AMERICANO 2006-2013. Fonte: Bloomberg ESTADOS UNIDOS: TAXAS DE JUROS DE 10 ANOS (% a.a.) 03/04/14

Leia mais

Depois do pesadelo. Luís Paulo Rosenberg

Depois do pesadelo. Luís Paulo Rosenberg Depois do pesadelo Luís Paulo Rosenberg 25.11.2008 O Velho Mundo Valor de mercado dos bancos minguando 300 250 200 150 100 50 0 255 36,5 216 115 165 140 116 116 100 43 61 44 Citigroup Bank of America JP

Leia mais

CENÁRIO MACROECONÔMICO

CENÁRIO MACROECONÔMICO CENÁRIO MACROECONÔMICO SEGUE PAUTADO PELAS MUDANÇAS NO CENÁRIO GLOBAL, AFETANDO DIRETAMENTE O CÂMBIO, E PELO CRESCIMENTO MAIS MODERADO DA ECONOMIA DOMÉSTICA Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos

Leia mais

EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES

EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES 2016 SUMÁRIO Pág. 1 - ANÁLISE 3 2 - CAPÍTULO 41 COMPLETO 4 3 - DESTINOS 5 4 - COURO BOVINO POR TIPO 6 5 - DISTRIBUIÇÃO POR ESTADO 7 1 ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS

Leia mais

2005: Prêmio de Risco; Cenário Externo e Convergência. Dany Rappaport Corecon, 27 de janeiro de 2005

2005: Prêmio de Risco; Cenário Externo e Convergência. Dany Rappaport Corecon, 27 de janeiro de 2005 2005: Prêmio de Risco; Cenário Externo e Convergência Dany Rappaport Corecon, 27 de janeiro de 2005 Cenário Externo Maior crescimento global em 30 anos. Crescimento do PIB em 2004 - Expectativa Área do

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Secretaria de Comércio Exterior

Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Secretaria de Comércio Exterior Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Secretaria de Comércio Exterior O comércio exterior brasileiro e o desempenho do setor industrial Welber Barral Secretário SÃO PAULO (SP), 27

Leia mais

Taxa de Câmbio e Indústria Brasileira

Taxa de Câmbio e Indústria Brasileira Taxa de Câmbio e Indústria Brasileira Agenda I. VALORIZAÇÃO CAMBIAL II. IMPACTOS SOBRE A INDÚSTRIA Taxa de Câmbio e Indústria Brasileira 1 I. VALORIZAÇÃO CAMBIAL Taxa de Câmbio e Indústria Brasileira 2

Leia mais

EXPORTAÇÃO BRASILEIRA DO CAPÍTULO 71 DA NCM. Por Principais Países de Destino. Janeiro - Dezembro. Bijuterias

EXPORTAÇÃO BRASILEIRA DO CAPÍTULO 71 DA NCM. Por Principais Países de Destino. Janeiro - Dezembro. Bijuterias Bijuterias Principais Países 2010 2011 2012 2013 2014 US$ mil 2014/ 2013 Estados Unidos 5.667 3.828 2.668 3.491 5.006 43 Colômbia 407 800 748 1.112 993-11 França 1.085 931 910 998 969-3 Argentina 2.112

Leia mais

Evolução Recente da Economia Brasileira

Evolução Recente da Economia Brasileira Evolução Recente da Economia Brasileira Henrique de Campos Meirelles Novembro de 2008 1 Panorama Internacional 2 US$ bilhões EUA: Emissão de Commercial Papers (CP) por Empresas Não-Financeiras 2.400 subprime

Leia mais

JUROS, BOLSAS INTERNACIONAIS, MOEDAS E COMMODITIES

JUROS, BOLSAS INTERNACIONAIS, MOEDAS E COMMODITIES JUROS, BOLSAS INTERNACIONAIS, MOEDAS E COMMODITIES JUROS 21/02/14 14/03/14 04/04/14 25/04/14 16/05/14 06/06/14 27/06/14 18/07/14 08/08/14 29/08/14 19/09/14 10/10/14 31/10/14 21/11/14 12/12/14 02/01/15

Leia mais

CRÉDITO INDUSTRIAL, TAXA DE JUROS E SPREAD BANCÁRIO O PRIMEIRO SEMESTRE DE 2002

CRÉDITO INDUSTRIAL, TAXA DE JUROS E SPREAD BANCÁRIO O PRIMEIRO SEMESTRE DE 2002 CRÉDITO INDUSTRIAL, TAXA DE JUROS E SPREAD BANCÁRIO O PRIMEIRO SEMESTRE DE 22 Os últimos dados sobre a evolução do crédito no Brasil mostram que o crédito no país continua caro, escasso e de prazo reduzido.

Leia mais

Perspectivas para a economia brasileira e a América Latina. Ilan Goldfajn Economista-Chefe e sócio Itaú Unibanco

Perspectivas para a economia brasileira e a América Latina. Ilan Goldfajn Economista-Chefe e sócio Itaú Unibanco Perspectivas para a economia brasileira e a América Latina Ilan Goldfajn Economista-Chefe e sócio Itaú Unibanco Abril 2013 1 Roteiro Internacional Recuperação moderada. Riscos de quebra menores, mas volatilidade

Leia mais

INDÚSTRIA BRASILEIRA DE BENS DE CAPITAL MECÂNICOS

INDÚSTRIA BRASILEIRA DE BENS DE CAPITAL MECÂNICOS INDÚSTRIA BRASILEIRA DE BENS DE CAPITAL MECÂNICOS INDICADORES CONJUNTURAIS AGOSTO/2016 Resumo de desempenho Agosto 2016 Variáveis R$ milhões constantes Variação percentual sobre Mês No ano mês anterior

Leia mais

Taxa de Câmbio. Brasileira

Taxa de Câmbio. Brasileira Taxa de Câmbio e Indústria Brasileira Agenda I. VALORIZAÇÃO CAMBIAL II. IMPACTOS SOBRE A INDÚSTRIA I. VALORIZAÇÃO CAMBIAL Taxa de câmbio e fundamentos Termos de troca; Diferencial de crescimento do PIB

Leia mais

BALANÇA COMERCIAL US$ MILHÕES FONTE: BACEN ELABORAÇÃO E ESTIMATIVA: BRADESCO

BALANÇA COMERCIAL US$ MILHÕES FONTE: BACEN ELABORAÇÃO E ESTIMATIVA: BRADESCO BALANÇA COMERCIAL 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 BALANÇA COMERCIAL US$ MILHÕES 50.000 44.703 46.457 45.166 40.000 30.000 24.794

Leia mais

BALANÇA COMERCIAL US$ MILHÕES FONTE: BACEN ELABORAÇÃO E ESTIMATIVA: BRADESCO 60,000 50,000 47,284 47,842 44,703 46,457 40,032 37,841 40,000 33,641

BALANÇA COMERCIAL US$ MILHÕES FONTE: BACEN ELABORAÇÃO E ESTIMATIVA: BRADESCO 60,000 50,000 47,284 47,842 44,703 46,457 40,032 37,841 40,000 33,641 BALANÇA COMERCIAL 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 BALANÇA COMERCIAL US$ MILHÕES 60,000 50,000 24,794 33,641 44,703 46,457 40,032

Leia mais

CRESCIMENTO SUSTENTADO, JUROS E CÂMBIO

CRESCIMENTO SUSTENTADO, JUROS E CÂMBIO CRESCIMENTO SUSTENTADO, JUROS E CÂMBIO //3 Preocupação do IEDI com o fato de que o Brasil, que registrou o terceiro maior crescimento econômico no séc. XX (1º lugar entre 19 e 1973), nas duas últimas décadas

Leia mais

Desafios e Perspectivas da Economia Brasileira

Desafios e Perspectivas da Economia Brasileira Desafios e Perspectivas da Economia Brasileira 39º Prêmio Exportação Rio Grande do Sul - 2011 Alexandre Tombini Presidente do Banco Central do Brasil 20 de Junho de 2011 Conquistas da Sociedade Brasileira

Leia mais

Perspectivas para a Inflação

Perspectivas para a Inflação Perspectivas para a Inflação Carlos Hamilton Araújo Junho de 2013 Índice I. Introdução II. Ambiente Internacional III. Condições Financeiras IV. Atividade V. Evolução da Inflação VI. Boxes 2 I. Introdução

Leia mais

INDÚSTRIA BRASILEIRA DE BENS DE CAPITAL MECÂNICOS

INDÚSTRIA BRASILEIRA DE BENS DE CAPITAL MECÂNICOS INDÚSTRIA BRASILEIRA DE BENS DE CAPITAL MECÂNICOS INDICADORES CONJUNTURAIS DEZEMBRO/2015 Resumo de desempenho Dezembro 2015 Variáveis R$ milhões constantes Variação percentual sobre Mês No ano mês mês

Leia mais

EXPORTAÇÕES E IMPORTAÇÕES

EXPORTAÇÕES E IMPORTAÇÕES SETOR EXTERNO BALANÇA COMERCIAL out/02 jan/03 abr/03 jul/03 out/03 jan/04 abr/04 jul/04 out/04 jan/05 abr/05 jul/05 out/05 jan/06 abr/06 jul/06 out/06 jan/07 abr/07 jul/07 out/07 jan/08 abr/08 jul/08 out/08

Leia mais

Resultados de Junho de 2014

Resultados de Junho de 2014 Junho / 2014 Resultados de Junho de 2014 - Exportação: US$ 20,5 bi, em valor, e média diária de US$ 1,023 bilhão; sobre mai-14, aumento de 3,6%, pela média diária; sobre jun-13, redução de 3,5%, pela média

Leia mais

O DESEMPENHO MACROECONÔMICO NO SEGUNDO TRIMESTRE DE 2003 ECONOMIA, INDÚSTRIA E INVESTIMENTO EM QUEDA

O DESEMPENHO MACROECONÔMICO NO SEGUNDO TRIMESTRE DE 2003 ECONOMIA, INDÚSTRIA E INVESTIMENTO EM QUEDA O DESEMPENHO MACROECONÔMICO NO SEGUNDO TRIMESTRE DE 2003 ECONOMIA, INDÚSTRIA E INVESTIMENTO EM QUEDA No segundo trimestre de 2003, o PIB brasileiro apresentou queda tanto em relação ao trimestre anterior

Leia mais

PIB DO BRASIL (VARIAÇÃO ANUAL) FONTE: IBGE ELABORAÇÃO E PROJEÇÃO: BRADESCO

PIB DO BRASIL (VARIAÇÃO ANUAL) FONTE: IBGE ELABORAÇÃO E PROJEÇÃO: BRADESCO 1 PIB DO BRASIL (VARIAÇÃO ANUAL) 1984-2014 2 2 FONTE: IBGE ELABORAÇÃO E PROJEÇÃO: BRADESCO DESAFIOS DA ECONOMIA BRASILEIRA: DEMOGRAFIA, MERCADO DE TRABALHO E AMBIENTE EXTERNO 3 3 O BAIXO DESEMPREGO NO

Leia mais

INDÚSTRIA BRASILEIRA DE BENS DE CAPITAL MECÂNICOS

INDÚSTRIA BRASILEIRA DE BENS DE CAPITAL MECÂNICOS INDÚSTRIA BRASILEIRA DE BENS DE CAPITAL MECÂNICOS INDICADORES CONJUNTURAIS OUTUBRO/2016 Resumo de desempenho Outubro 2016 Variáveis R$ milhões constantes Variação percentual sobre Mês No ano mês anterior

Leia mais

INDÚSTRIA BRASILEIRA DE BENS DE CAPITAL MECÂNICOS

INDÚSTRIA BRASILEIRA DE BENS DE CAPITAL MECÂNICOS INDÚSTRIA BRASILEIRA DE BENS DE CAPITAL MECÂNICOS INDICADORES CONJUNTURAIS JANEIRO/2016 Resumo de desempenho Janeiro 2016 Variáveis R$ milhões constantes Variação percentual sobre Mês/Ano mês anterior

Leia mais

O Papel da Indústria de Fundos Brasileira na Promoção do Desenvolvimento Econômico Sustentado. São Paulo, 06 de julho de 2006

O Papel da Indústria de Fundos Brasileira na Promoção do Desenvolvimento Econômico Sustentado. São Paulo, 06 de julho de 2006 O Papel da Indústria de Fundos Brasileira na Promoção do Desenvolvimento Econômico Sustentado São Paulo, 06 de julho de 2006 Relação Moedas x Ouro - 01/1999=100 Cotação Ouro (onça-troy) - 100=12/2000 270

Leia mais

Balanço Anual 2016 e Perspectivas Coletiva de Imprensa 06/02/2017

Balanço Anual 2016 e Perspectivas Coletiva de Imprensa 06/02/2017 Balanço Anual 2016 e Perspectivas 2017 Coletiva de Imprensa 06/02/2017 O PANO DE FUNDO INTERNACIONAL: PIB TRIMESTRAL Comparativo Internacional (Variação % em volume em relação aos 4 trimestres imediatamente

Leia mais

AMCHAM BRASIL SÃO PAULO OBJETIVOS E METAS DO GOVERNO TEMER PARA O COMÉRCIO EXTERIOR

AMCHAM BRASIL SÃO PAULO OBJETIVOS E METAS DO GOVERNO TEMER PARA O COMÉRCIO EXTERIOR AMCHAM BRASIL SÃO PAULO PALESTRA OBJETIVOS E METAS DO GOVERNO TEMER PARA O COMÉRCIO EXTERIOR JOSÉ AUGUSTO DE CASTRO São Paulo, 30 de agosto de 2016 2 EXPORTAÇÕES POR FATOR AGREGADO, EM TONELADAS Em milhões

Leia mais

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos TRIGO NOVEMBRO DE 2016

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos TRIGO NOVEMBRO DE 2016 DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos TRIGO NOVEMBRO DE 2016 O DEPEC BRADESCO não se responsabiliza por quaisquer atos/decisões tomadas com base nas informações disponibilizadas por suas

Leia mais

No mês de junho em 2015 a Produção Física do setor têxtil caiu 1,1% e o vestuário apresentou recuo de 0,4%. (Comparando Jun/15 com Maio/15).

No mês de junho em 2015 a Produção Física do setor têxtil caiu 1,1% e o vestuário apresentou recuo de 0,4%. (Comparando Jun/15 com Maio/15). 1- Comércio Exterior As Importações de têxteis e confeccionados em jan-jul.15 caíram, em valor (US$), 5,93%, as exportações caíram 8,66%, enquanto a queda do déficit na Balança Comercial foi de 5,38% em

Leia mais

CENÁRIO MACROECONÔMICO

CENÁRIO MACROECONÔMICO ENCONTRO BRADESCO-APIMEC CENÁRIO MACROECONÔMICO 26 DE NOVEMBRO DE 2015 FABIANA D ATRI Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos - DEPEC 1 Ambiente Internacional AMBIENTE INTERNACIONAL Fimdolongociclodecommodities.

Leia mais

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos TRIGO JUNHO DE 2017

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos TRIGO JUNHO DE 2017 DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos TRIGO JUNHO DE 2017 O DEPEC BRADESCO não se responsabiliza por quaisquer atos/decisões tomadas com base nas informações disponibilizadas por suas publicações

Leia mais

Perspectivas para 2012

Perspectivas para 2012 Abiplast Perspectivas para 2012 Antonio Delfim Netto 2 de Dezembro de 2011 São Paulo, SP 1 I.Mundo: Década de 80 e 2010 (% do PIB) 30% 23% 31% 24% 37% 22% 3,7% 3,3% 8% 7% 4,2% 4,0% 1,5% 1,2% Fonte: FMI,

Leia mais

Ranking Mundial de Juros Reais Jul/17

Ranking Mundial de Juros Reais Jul/17 Ranking Mundial de Juros Reais Jul/17 Divulgamos hoje o Ranking Mundial de Juros Reais, o qual após 12 anos renova tanto parte dos países participantes, como a metodologia de cálculo e referenciais nas

Leia mais

COMPORTAMENTO DO RISCO BRASILEIRO

COMPORTAMENTO DO RISCO BRASILEIRO COMPORTAMENTO DO RISCO BRASILEIRO 11/09/12 11/10/12 11/11/12 11/12/12 11/01/13 11/02/13 11/03/13 11/04/13 11/05/13 11/06/13 11/07/13 11/08/13 11/09/13 11/10/13 11/11/13 11/12/13 11/01/14 11/02/14 11/03/14

Leia mais

MADEIRA 2016 O Brasil e as negociações internacionais de comércio. Camila Sande Especialista em Negociações CNA

MADEIRA 2016 O Brasil e as negociações internacionais de comércio. Camila Sande Especialista em Negociações CNA MADEIRA 2016 O Brasil e as negociações internacionais de comércio Camila Sande Especialista em Negociações CNA 16 de junho de 2016 Agronegócio consumo doméstico e exportação Exportação Consumo Doméstico

Leia mais

META DA TAXA SELIC 14,5% 14,25% 13,75% 13,75% 13,5% 13,00% 13,25% 12,75% 12,25% 11,75% 12,75% 12,25% 12,75% 12,50% 12,5% 12,00%

META DA TAXA SELIC 14,5% 14,25% 13,75% 13,75% 13,5% 13,00% 13,25% 12,75% 12,25% 11,75% 12,75% 12,25% 12,75% 12,50% 12,5% 12,00% abr-08 ago-08 dez-08 abr-09 ago-09 dez-09 abr-10 ago-10 dez-10 abr-11 ago-11 dez-11 abr-12 ago-12 dez-12 abr-13 ago-13 dez-13 abr-14 ago-14 dez-14 abr-15 ago-15 dez-15 abr-16 ago-16 dez-16 META DA TAXA

Leia mais

DEMONSTRATIVO DE CÁLCULO DE APOSENTADORIA - FORMAÇÃO DE CAPITAL E ESGOTAMENTO DAS CONTRIBUIÇÕES

DEMONSTRATIVO DE CÁLCULO DE APOSENTADORIA - FORMAÇÃO DE CAPITAL E ESGOTAMENTO DAS CONTRIBUIÇÕES Página 1 de 28 Atualização: da poupança jun/81 1 133.540,00 15,78 10,00% 13.354,00 10,00% 13.354,00 26.708,00-0,000% - 26.708,00 26.708,00 26.708,00 jul/81 2 133.540,00 15,78 10,00% 13.354,00 10,00% 13.354,00

Leia mais

Índices de preços base: ago. 94 = 100

Índices de preços base: ago. 94 = 100 Índices de preços base: ago. 94 = 100 ÍNDICE GERAL DE PREÇOS DISPONIBILIDADE INTERNA (IGP-DI) ÍNDICE GERAL DE PREÇOS DO MERCADO (IGP-M) ÍNDICE DE PREÇOS AO PRODUTOR AMPLO DISPONIBILIDADE INTERNA (IPA-DI)

Leia mais

Relatório da Balança Comercial de Autopeças

Relatório da Balança Comercial de Autopeças dez/15 jan/16 mar/16 abr/16 jun/16 jul/16 set/16 out/16 dez/15 jan/16 mar/16 abr/16 jun/16 jul/16 set/16 out/16-490 -359-380 -436-477 -563-525 -556-412 -327-226 -113 I Resultado Out 16/Out 15: 37,7% Acum.

Leia mais

Relatório da Balança Comercial de Autopeças

Relatório da Balança Comercial de Autopeças I Resultado Nov 16/Nov 15: 41,5% Acum. Ano: -10,6% Anualizado: -14,0% O, elaborado com dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), registra déficit comercial de US$4,90 bilhões

Leia mais

EUA - PIB Variação Trimestral Anualizada

EUA - PIB Variação Trimestral Anualizada EUA - PIB Variação Trimestral Anualizada 8,0 7,0 7,2 6,0 5,0 4,0 3,0 2,0 1,0 5,0 4,8 5,6 4,3 4,5 4,1 4,0 3,8 3,9 3,6 3,5 3,3 3,1 2,8 2,6 2,7 2,6 2,4 2,1 1,9 1,3 1,1 1,2 1,1 0,6 0,7 0,6 0,0 (1,0) -0,3-0,6

Leia mais

JUROS E RISCO BRASIL

JUROS E RISCO BRASIL JUROS E RISCO BRASIL META DA TAXA SELIC FONTE: BANCO CENTRAL 13.75% 12.75% 11.25% 10.25% 8.75% 9.50% 10.25% 10.75% 11.25% 12.50% 11.00% 10.50% 9.75% 9.00% 8.50% 8.00% 7.25% 8.50% 9.00% 10.00% 10.50% 11.00%

Leia mais

INDÚSTRIA BRASILEIRA DE BENS DE CAPITAL MECÂNICOS

INDÚSTRIA BRASILEIRA DE BENS DE CAPITAL MECÂNICOS INDÚSTRIA BRASILEIRA DE BENS DE CAPITAL MECÂNICOS INDICADORES CONJUNTURAIS FEVEREIRO/2016 Resumo de desempenho Fevereiro 2016 Variáveis R$ milhões constantes Variação percentual sobre Mês No bimestre mês

Leia mais

Movimento Secular versus Bolha Pedro Bastos, CEO HSBC Global Asset Management - Brasil

Movimento Secular versus Bolha Pedro Bastos, CEO HSBC Global Asset Management - Brasil Setembro de 2008 Movimento Secular versus Bolha Pedro Bastos, CEO HSBC Global Asset Management - Brasil Global Asset Management 1 Conteúdo Integração entre Brasil e Ásia Redução do Home Bias e seus efeitos

Leia mais

Panorama Conjuntural do Segmento de Etiquetas Adesivas

Panorama Conjuntural do Segmento de Etiquetas Adesivas Panorama Conjuntural do Segmento de Etiquetas Adesivas São Paulo, janeiro de 2013 Índice Etiquetas adesivas impressas o Produção anual e mensal do segmento de etiquetas o Mercado Externo o Balança Comercial

Leia mais

I Cenário Mundial. II Contexto Internacional e o Brasil. III Brasil: Situação Externa e Interna. Tendências. IV Paraná em Destaque V Brasil:

I Cenário Mundial. II Contexto Internacional e o Brasil. III Brasil: Situação Externa e Interna. Tendências. IV Paraná em Destaque V Brasil: I Cenário Mundial. II Contexto Internacional e o Brasil. III Brasil: Situação Externa e Interna. Tendências. IV Paraná em Destaque V Brasil: Projeções e Reflexões Fonte: FMI G7: EUA. Alemanha, Japão,

Leia mais

Taxas de Juros Elevadas e Semi-Estagnação

Taxas de Juros Elevadas e Semi-Estagnação Taxas de Juros Elevadas e Semi-Estagnação Yoshiaki Nakano Escola de Economia de São Paulo Fundação Getulio Vargas Taxa de Juros Elevada e a Tragédia Brasileira (% média móvel 10 anos) 15 13 11 9 7 5 3

Leia mais

JUROS E RISCO BRASIL

JUROS E RISCO BRASIL JUROS E RISCO BRASIL META DA TAXA SELIC FONTE: BANCO CENTRAL 11.75% 13.00% 13.75% 12.75% 11.25% 10.25% 8.75% 9.50% 10.25% 10.75% 11.25% 12.50% 11.00% 10.50% 9.75% 9.00% 8.50% 8.00% 7.25% 8.00% 8.50% 9.00%

Leia mais

Solicitante: SINDICATO DA INDÚSTRIA DA CERÂMICA DE LOUÇA DE PÓ DE PEDRA, DA PORCELANA E DA LOUÇA DE BARRO NO ESTADO DE SÃO PAULO - SINDILOUÇA

Solicitante: SINDICATO DA INDÚSTRIA DA CERÂMICA DE LOUÇA DE PÓ DE PEDRA, DA PORCELANA E DA LOUÇA DE BARRO NO ESTADO DE SÃO PAULO - SINDILOUÇA C S E R Departamento Central de Serviços Grupo de Apoio Técnico aos Sindicatos - GAT Dados de Comércio de Importação & Exportação Setor de Louças Solicitante: SINDICATO DA INDÚSTRIA DA CERÂMICA DE LOUÇA

Leia mais

INDÚSTRIA BRASILEIRA DE BENS DE CAPITAL MECÂNICOS

INDÚSTRIA BRASILEIRA DE BENS DE CAPITAL MECÂNICOS INDÚSTRIA BRASILEIRA DE BENS DE CAPITAL MECÂNICOS INDICADORES CONJUNTURAIS OUTUBRO/2015 Resumo de desempenho ubro 2015 Variáveis R$ milhões constantes Variação percentual sobre mês mês do ano ano Mês No

Leia mais

Relatório da Balança Comercial de Autopeças

Relatório da Balança Comercial de Autopeças fev/15 mar/15 mai/15 jun/15 ago/15 set/15 nov/15 dez/15 fev/15 mar/15 mai/15 jun/15 ago/15 set/15 nov/15 dez/15-748 -635-482 -548-559 -508-395 -457-386 -404-359 -113 I Resultados Mensal: -67,5% Acum. Ano:

Leia mais

BNDES e Crédito de Longo Prazo em uma Encruzilhada: a MP 777

BNDES e Crédito de Longo Prazo em uma Encruzilhada: a MP 777 BNDES e Crédito de Longo Prazo em uma Encruzilhada: a MP 777 Prof. Ernani T. Torres Filho Instituto de Economia da UFRJ Audiência Pública no Senado Federal 07/2017 1 2 O Sistema de Crédito e o Crédito

Leia mais

META DA TAXA SELIC 14,5% 13,75% 14,25% 13,75% 13,5% 13,25% 12,75% 13,00% 12,75% 12,50% 12,00% 12,25% 11,75% 12,5% 11,25% 11,00% 10,50% 11,25% 11,5%

META DA TAXA SELIC 14,5% 13,75% 14,25% 13,75% 13,5% 13,25% 12,75% 13,00% 12,75% 12,50% 12,00% 12,25% 11,75% 12,5% 11,25% 11,00% 10,50% 11,25% 11,5% abr-08 ago-08 dez-08 abr-09 ago-09 dez-09 abr-10 ago-10 dez-10 abr-11 ago-11 dez-11 abr-12 ago-12 dez-12 abr-13 ago-13 dez-13 abr-14 ago-14 dez-14 abr-15 ago-15 dez-15 META DA TAXA SELIC Cenário básico

Leia mais

Competitividade na indústria brasileira e momento econômico. Ricardo L. C. Amorim Especialista em Análise Econômica da ABDI

Competitividade na indústria brasileira e momento econômico. Ricardo L. C. Amorim Especialista em Análise Econômica da ABDI Competitividade na indústria brasileira e momento econômico Ricardo L. C. Amorim Especialista em Análise Econômica da ABDI Julho/2016 Evolução do PIB a preços de mercado (em US$ correntes) Fonte: World

Leia mais

PERFIL DO AGRONEGÓCIO MUNDIAL

PERFIL DO AGRONEGÓCIO MUNDIAL SECRETARIA DE ESTADO DE AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO DE MINAS GERAIS SUBSECRETARIA DO AGRONEGÓCIO PERFIL DO AGRONEGÓCIO MUNDIAL Março/2014 2 ÍNDICE 03. Apresentação 04. População Mundial 05. População

Leia mais

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE Simpl Acum Simpl Acum jul/10 a jun/11 jul/11 12 13 (%) (%) (%) (%) 1.72.380,00 0,00 0,00 0,00 361.00,00 22,96 22,96 1/11 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE ago/11 Simpl Acum Simpl Acum Simpl

Leia mais

Relatório da Balança Comercial de Autopeças

Relatório da Balança Comercial de Autopeças abr/14 mai/14 jul/14 ago/14 out/14 nov/14 jan/15 fev/15 abr/14 mai/14 jul/14 ago/14 out/14 nov/14 jan/15 fev/15-822 -869-928 -761-829 -678-749 -708-748 -537-482 -349 I Resultados Mensal: -31,9% Acum. Ano:

Leia mais

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE Simpl Acum Simpl Acum jul/10 a jun/11 jul/11 12 13 (%) (%) (%) (%) 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 1/11 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE ago/11 Simpl Acum Simpl Acum Simpl Acum 14 set/11 15

Leia mais

Data Moeda Valor Vista Descrição Taxa US$ 07-Jul-00 Real 0,5816 Sem frete - PIS/COFINS (3,65%) NPR 1,81 14-Jul-00 Real 0,5938 Sem frete - PIS/COFINS

Data Moeda Valor Vista Descrição Taxa US$ 07-Jul-00 Real 0,5816 Sem frete - PIS/COFINS (3,65%) NPR 1,81 14-Jul-00 Real 0,5938 Sem frete - PIS/COFINS Data Moeda Valor Vista Descrição Taxa US$ 07-Jul-00 Real 0,5816 Sem frete - PIS/COFINS (3,65%) NPR 1,81 14-Jul-00 Real 0,5938 Sem frete - PIS/COFINS (3,65%) NPR 1,8 21-Jul-00 Real 0,6493 Sem frete - PIS/COFINS

Leia mais

DECOMTEC ÍNDICE FIESP DE COMPETITIVIDADE DAS NAÇÕES IC-FIESP José Ricardo Roriz Coelho

DECOMTEC ÍNDICE FIESP DE COMPETITIVIDADE DAS NAÇÕES IC-FIESP José Ricardo Roriz Coelho Departamento de Competitividade e Tecnologia ÍNDICE FIESP DE COMPETITIVIDADE DAS NAÇÕES E OS FATORES-CHAVE PARA O BRASIL AVANÇAR EM COMPETITIVIDADE IC-FIESP 2014 José Ricardo Roriz Coelho PARTE I Novembro

Leia mais

Custo e benefício do acúmulo de reservas em países emergentes. Ilan Goldfajn

Custo e benefício do acúmulo de reservas em países emergentes. Ilan Goldfajn Custo e benefício do acúmulo de reservas em países emergentes Ilan Goldfajn Dezembro 2009 Roteiro Cenário de Câmbio O Benefício das Reservas O Custo das Reservas Quanto acumular de Reservas? Fonte: Estimativa

Leia mais

Economia Brasileira: da estabilidade macroeconômica ao crescimento sustentado

Economia Brasileira: da estabilidade macroeconômica ao crescimento sustentado Economia Brasileira: da estabilidade macroeconômica ao crescimento sustentado Junho de 2010 Wilson R. Levorato Diretor Geral Brasil e a crise internacional: porque nos saímos tão bem? Onde estamos? Cenário

Leia mais

Prof. Dr. Cláudio D. Shikida. Luiz André B. Miranda Marcelo Dolabella Mariana Ferreira Renato Byrro Rômulo Muzzi

Prof. Dr. Cláudio D. Shikida. Luiz André B. Miranda Marcelo Dolabella Mariana Ferreira Renato Byrro Rômulo Muzzi Análise de Conjuntura Abril/2010 NEPOM Núcleo de Estudos de Política Monetária do IBMEC/MG Belo Horizonte, 26 de Abril de 2010 Coordenação: Prof. Dr. Cláudio D. Shikida Alunos Integrantes: Leonardo Oliveira

Leia mais

O que fazer (e o que não fazer) com as reservas internacionais

O que fazer (e o que não fazer) com as reservas internacionais O que fazer (e o que não fazer) com as reservas internacionais Gesner Oliveira Luiz Fernando Castelli Fernando Fernandes 19 de outubro de 2016 1 Sumário Evolução das reservas internacionais 1 Benefício

Leia mais

Relatório da Balança Comercial de Autopeças

Relatório da Balança Comercial de Autopeças dez/13 jan/14 mar/14 abr/14 jun/14 jul/14 set/14 out/14 dez/13 jan/14 mar/14 abr/14 jun/14 jul/14 set/14 out/14-1.067-914 -822-869 -707-761 -829-928 -678-749 -708-528 I Resultados Mensal: -30,3% Acum.

Leia mais

CENÁRIO ECONÔMICO. Novembro 2015

CENÁRIO ECONÔMICO. Novembro 2015 CENÁRIO ECONÔMICO Novembro 2015 CENÁRIO ECONÔMICO Internacional - Destaques Mercados globais: avanço (moderado) da economia americana, bom desempenho da China e melhora (discreta) da Zona do Euro são os

Leia mais

Dados estatísticos dos principais produtos do Agronegócio Brasileiro

Dados estatísticos dos principais produtos do Agronegócio Brasileiro Dados estatísticos dos principais produtos do Agronegócio Brasileiro CADERNO DE ESTATÍSTICAS Uma publicação da Representação do IICA/Brasil Elaboração: Daniela Faria e Diego Machado 1. Apresentação 2.

Leia mais

PERSPECTIVAS PARA O DÓLAR EM 2015

PERSPECTIVAS PARA O DÓLAR EM 2015 PERSPECTIVAS PARA O DÓLAR EM 2015 26 de março de 2015 Lígia Pedrozo Heise Inteligência de Mercado Aviso Legal A negociação de derivativos, tais como futuros, opções e swaps pode não ser adequada para todos

Leia mais