Alexandre de Araújo Pereira

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1 SAÚDE MENTAL NA ATENÇÃO BÁSICA / SAÚDE DA FAMÍLIA: CO-RESPONSABILIDADE NO TERRITÓRIO III MOSTRA NACIONAL DE III MOSTRA NACIONAL DE PRODUÇÃO EM SAÚDE DA FAMÍLIA BRASÍLIA 08/2008 Alexandre de Araújo Pereira

2 Co-responsabilização implica em: Estruturação de uma Rede de Atenção à Saúde Sistemas de saúde Integrados: 1. Todos os pontos da atenção à saúde são igualmente importantes para que se cumpram os objetivos propostos; 2. O que os diferencia são as diferentes densidades tecnológicas que caracterizam os diversos pontos de atenção à saúde Rede Poliarquica / Horizontalizada. 3. Propõem seguimento contínuo e pro ativo da população assistida sob a coordenação da equipe da atenção primária à saúde com apoio dos serviços de atenção secundário e terciário, atuando sobre os determinantes sociais da saúde, sobre os fatores de risco, sobre as condições de saúde e suas seqüelas (Mendes,2008)

3 COMPOSIÇÃO DE UMA REDE ASSISTENCIAL DE SAÚDE BETIM-MG

4

5 Clara concepção de Território Se caracteriza por um espaço da cidade onde se desenvolve a vida quotidiana dos usuários e seus familiares. O Território é constituído por um contorno geográfico mais ou menos definido, mas não se limita a ele, já que ele é essencialmente dinâmico. É constituído pelas pessoas que nele habitam, com seus conflitos, interesses, suas instituições, seus cenários. (Ministério da Saúde, 2004)

6 A ATUAÇÃO COMPARTILHADA entre Equipes da Atenção Primária e Equipes de Saúde Mental tem um poder de AMPLIAR a REDE DE CUIDADOS: Atuam territorialmente (responsabilidade sanitária sobre a população específica) Atuam assistencialmente no âmbito da comunidade (clínica ampliada) Atuam na criação de vínculos para um efetivo cuidado continuado e humanizado (lógica do acolhimento) Atuam em equipes de forma multidisciplinar Atuam na promoção da cidadania e da integração social (combate ao estigma e à segregação social) Atuam na intersetorialidade

7 De quem é a responsabilidade da assistência? ALTA RESOLUTIVIDADE DA ATENÇÃO BÁSICA (Promoção da Saúde Mental): 1. Reação aguda ao estresse (quadros reativos a situações de vida desfavoráveis: luto, perda de emprego, imigração, violência, etc); 2. Depressão e Ansiedade sem risco de vida ou perda grave de autonomia; 3. Somatizações, Transtorno dissociativo e conversivo sem alteração grave da personalidade; 4. Abuso de álcool e outras drogas, Tabagismo; 5. Insônia sem patologia psiquiátrica; 6. Retardo Mental, Demência e Epilepsia sem distúrbio severo do comportamento; 7. Identificação precoce de patologias da infância e adolescência e orientação para as Escolas e Família ALTA RESOLUTIVIDADE DOS SERVIÇOS DE SAÚDE MENTAL (Suporte às Equipes da Atenção primária): 1. Transtornos psicóticos em qualquer faixa etária: quebra importante da relação com a realidade / agitação psicomotora grave / perda grave da autonomia; 2. Depressão e Ansiedade severas: risco eminente de suicídio ou grave perda funcional; Retardo Mental, Demência e Epilepsia com distúrbio severo do comportamento; 3. Dependência Química associada ou não a outra patologia psiquiátrica; 4. Transtornos alimentares; 5. Transtorno sexual com sofrimento psíquico; 6. Transtorno de sono associado a patologia psiquiátrica; 7. Transtorno de comportamento severo em criança e adolescente

8 Cuidado compartilhado Cada agente de saúde colabora com o que ele tem de melhor A Rede de ações e dispositivos se organiza tendo o sujeito e suas vicissitudes como eixo central O lócus do tratamento se revela mutável ao longo do tempo, com intensificação no ponto da Rede em que o tratamento demostra ser mais acessível e eficaz Afinal, o SUS somos todos nós!

9 Iniciativas do Ministério da Saúde na implantação de ações de saúde mental na atenção primária Primeiro Seminário de Incorporação de Ações de Saúde Mental na Atenção Básica (2001) Seminário Internacional para Formação de Recursos Humanos na Saúde Mental (2002) Oficina Desafios da Integração da Saúde Mental com a Atenção Básica (2003) Seminário de Saúde Mental na Atenção Básica O Vinculo e o Diálogo Necessários (2004) NASF (2008)

10 NÚCLEO DE APOIO AO S.F. Portaria:GM154 de 01/2008 Objetivos: 1. Ampliar o escopo das ações 2. Aumentar a resolubilidade da estratégia 3. Aumentar a integralidade das ações Atuação: 1. De forma compartilhada com a ESF 2. Não se caracteriza em porta de entrada para a atenção primária

11 NÚCLEO DE APOIO AO S.F. Princípios: A responsabilização compartilhada entre as equipes SF e a equipe do NASF na comunidade prevê a revisão da prática do encaminhamento com base nos processos de referência e contrareferência Estimular a transdisciplinaridade com repercussão nas tomadas de decisão Tendo em vista a magnitude epidemiológica dos transtornos mentais, recomenda-se que cada Núcleo de Apoio a Saúde da Família conte com pelo menos 1 (um) profissional da área de saúde mental.

12 NÚCLEO DE APOIO AO S.F. Principais ações determinadas: Elaborar projetos terapêuticos individuais, por meio de discussões periódicas que permitam a apropriação coletiva pelas ESF e os NASF do acompanhamento dos usuários, realizando ações multiprofissionais e transdisciplinares, desenvolvendo a responsabilidade compartilhada. Os NASF devem integrar-se a rede de saúde mental existente, organizando suas atividades a partir das demandas articuladas junto às equipes de saúde da família, devendo contribuir para propiciar condições à reinserção social dos usuários e a uma melhor utilização das potencialidades dos recursos comunitários na busca de melhores práticas em saúde, de promoção da eqüidade, da integralidade e da construção da cidadania.

13 Fatores chaves de integração das Redes Assistenciais de Saúde Cooperação e não competição entre os serviços Foco na qualidade da assistência Integração horizontal e vertical dos serviços Incentivar o trabalho multidisciplinar Educação permanente dos profissionais

14 Educação Permanente em Saúde: estratégias de modificação das práticas em saúde Características: Voltadas para as reais necessidades dos profissionais (equipes) de saúde construídos e planejados de forma ascendente Vários formatos dependendo dos problemas de saúde e das necessidades das equipes de saúde Priorizam metodologias ativas do aprendizado O processo de ensino aprendizagem é centrado no aluno, que é estimulado a produzir o conhecimento Locus da aprendizagem preferencial - onde se atua profissionalmente

15 Educação Permanente em Saúde Mental Precisamos formar o profissional de saúde para que ele não limite sua prática ao modelo biomédico Clínica Centrada na Pessoa; Clínica Ampliada; Clínica Psicossocial A Saúde Mental deve ser vista como tema transversal na formação do profissional de saúde em todos os curso da graduação e da pós-graduação (definição de parâmetros curriculares mais adequados às práticas de saúde atualmente em curso) Devemos considerar formas inovadoras de formação, ex.: Cursos de Educação à Distância,Teleconferências,Telemedicina Necessidade de ofertar, para os profissionais da atenção primária, uma bibliografia em saúde mental que seja contextualizada, adequada e atualizada

16 Educação Permanente em Saúde Mental Os programas de formação em saúde mental mais adequados, melhor aceitos e de maior impacto são aqueles: 1. Baseados em problemas concretos da assistência 2. Organizado a partir de pequenos grupos, de preferência interdisciplinares 3. Que atuam na dimensão afetiva do aprendizado, levando a mudança de atitude, o que vai muito além da simples aquisição de conhecimentos.

17 Obrigado!

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